Alunos com necessidades especiais

Resolução SE - 72, de 9-10-2009 Estabelece orientações e procedimentos para a celebração de convênios com instituições, sem fins lucrativos, atuantes em educação especial, e dá providências correlatas Portaria Conjunta CENP/COGSP/ CEI, de 6-7-2009 Dispõe sobre a Terminalidade Resolução SE 11, de 31-1-2008 Dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas Lei n° 12.907, de 15 de Abril de 2008 (Projeto de lei nº 1063/07, da Deputada Célia Leão - PSDB e do Deputado Rafael Silva - PDT) Consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no Estado de São Paulo Resolução SE - 8, de 19-6-2009 Dispõe sobre a admissão de docentes com qualificação na Língua Brasileira de Sinais - Libras, nas escolas da rede estadual de ensino Resolução SE - 38, de 19-6-2009 Dispõe sobre a admissão de docentes com qualificação na Língua Brasileira de Sinais - Libras, nas escolas da rede estadual de ensino

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Índice
LEI Nº 12.907, DE 15 DE ABRIL DE 2008 (Projeto de lei nº 1063/07, da Deputada Célia Leão - PSDB e do Deputado Rafael Silva - PDT) Consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no Estado de São Paulo...........7 Resolução SE - 67, de 1-10-2009 ...................................................................................31

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Resolução SE - 38, de 19-6-2009
Dispõe sobre a admissão de docentes com qualificação na Língua Brasileira de Sinais - Libras, nas escolas da rede estadual de ensino O Secretário da Educação, à vista das disposições da Lei nº 10.098/2000, da Lei nº 10.436/2002, do Decreto Federal nº 5.626/2005 e considerando a necessidade de se garantir aos alunos surdos ou com deficiência auditiva, o acesso às informações e aos conhecimentos curriculares dos ensinos fundamental e médio, resolve: Artigo 1º - As unidades escolares da rede estadual de ensino incluirão em seu quadro funcional docentes que apresentem qualificação e proficiência na Língua Brasileira de Sinais - Libras, quando tiverem alunos surdos ou com deficiência auditiva, que não se comunicam oralmente, matriculados em salas de aula comuns do ensino regular. § 1º - Os docentes a que se refere o caput deste artigo atuarão na condição de interlocutor dos professores e dos alunos, nas classes e/ou nas séries do ensino fundamental e médio, inclusive da educação de jovens e adultos (EJA). § 2º - A admissão do docente interlocutor da LIBRAS/Língua Portuguesa assegurará, aos alunos surdos ou com deficiência auditiva, a comunicação interativa professoraluno no desenvolvimento das aulas, possibilitando o entendimento e o acesso à informação, às atividades e aos conteúdos curriculares, no processo de ensino e aprendizagem. Artigo 2º - O docente interlocutor cumprirá o número de horas semanais correspondente à carga horária da classe ou da série em que irá atuar, no desenvolvimento de cada uma das aulas diárias, inclusive das de Educação Física, mesmo quando ministradas no contraturno de funcionamento da classe/série atendida. § 1º - A atribuição da carga horária a que se refere o caput observará a ordem de classificação dos docentes e candidatos inscritos e/ou cadastrados para o processo anual de atribuição de classes e aulas, nos termos dos itens 3 e 4 do parágrafo 2º do artigo 15 da Resolução SE-97, de 23 de dezembro de 2008. § 2º - Os candidatos devem ser portadores de diploma de licenciatura plena, para atuação nas séries finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, ou de curso de nível médio com habilitação em Magistério, para atuação nas séries iniciais do Ensino Fundamental, e apresentar pelo menos um dos seguintes títulos: 1 - diploma ou certificado de curso de graduação ou de pós-graduação em Letras - Libras; 2 - certificado de proficiência em Libras, expedido pelo MEC; 3 - certificado de conclusão de curso de Libras de, no mínimo, 120 (cento e vinte) horas. 4 - habilitação ou especialização em Deficiência Auditiva / Audiocomunicação com carga horária de LIBRAS § 3º - O docente interlocutor será admitido como Professor Educação Básica I - PEB I, a ser remunerado com base no valor fixado na Faixa 1 da Escala de Vencimentos - Classe Docentes (EV-CD), no Nível IV, se portador de diploma de licenciatura plena, ou no Nível I, quando portador de diploma de nível médio. Artigo 3º - Caberá às Diretorias de Ensino, em sua área de jurisdição: I - identificar, em cada unidade escolar, a demanda de alunos que necessitam do atendimento previsto nesta resolução; II - racionalizar, antes do início do ano letivo, a demanda regional de alunos, buscando efetivar as matrículas da forma mais adequada ao atendimento dos alunos; III - promover orientação técnica aos docentes interlocutores, com vistas a definir sua área de atuação, mediante a observância dos preceitos éticos de imparcialidade, frente à autonomia e ao desempenho do professor da classe/série, e à não interferência na atenção e no desenvolvimento da aprendizagem relativamente aos demais alunos; IV - orientar e esclarecer os gestores e os docentes das unidades escolares sobre a natureza das ações a serem desenvolvidas pelo docente interlocutor, favorecendo condições de aceitação e adequações necessárias à implementação desse atendimento especializado; V - providenciar, quando necessário em sua região, a qualificação de professores da rede, mediante a realização de cursos de formação continuada em Libras, de no mínimo 120 (cento e vinte) horas, com expedição da certificação correspondente, promovidos por instituições credenciadas pela Secretaria da Educação.

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de que trata esta resolução. sem descaracterizar atendimento ao preceito da inclusão. a fim de abranger candidatos qualificados para o exercício da função de docente interlocutor.autorizar e credenciar instituições para a realização de cursos de Libras nas Diretorias de Ensino. se necessário. as Diretorias de Ensino poderão reabrir período de cadastramento.homologar a quantidade e o atendimento dos alunos.Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação 4 . Artigo 5º . visando a atender às respectivas demandas.No corrente ano.expedir normas de procedimento e diretrizes didáticopedagógicas para subsidiar as Diretorias de Ensino na realização das orientações técnicas aos docentes interlocutores. III . a serem atendidos por Diretoria de Ensino. conjuntamente com as Coordenadorias de Ensino: I . Artigo 6º .decidir sobre situações atípicas que possam se verificar e/ou solucionar casos omissos. IV .Artigo 4º . a qualquer tempo. bem como nos esclarecimentos aos gestores e docentes das unidades escolares.Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. observadas as quantidades de alunos matriculados em classes/séries comuns. II .

a ser remunerado com base no valor fixado na Faixa 1 da Escala de Vencimentos .racionalizar.436/2002. para atuação nas séries iniciais do Ensino Fundamental. quando tiverem alunos surdos ou com deficiência auditiva. matriculados em salas de aula comuns do ensino regular.Os docentes a que se refere o caput deste artigo atuarão na condição de interlocutor dos professores e dos alunos. mediante a observância dos preceitos éticos de imparcialidade. que não se comunicam oralmente. II .certificado de proficiência em Libras. 20 de junho de 2009 Diário Oficial Poder Executivo . de 19-6-2009 Dispõe sobre a admissão de docentes com qualificação na Língua Brasileira de Sinais . § 1º .sábado. para atuação nas séries finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio. a comunicação interativa professor-aluno no desenvolvimento das aulas. no desenvolvimento de cada uma das aulas diárias.Os candidatos devem ser portadores de diploma de licenciatura plena. da Lei nº 10.a atribuição da carga horária a que se refere o caput observará a ordem de classificação dos docentes e candidatos inscritos e/ou cadastrados para o processo anual de atribuição de classes e aulas.orientar e esclarecer os gestores e os docentes das unidades escolares sobre a natureza das ações a serem desenvolvidas pelo docente interlocutor. no Nível IV. IV . 3 . em sua área de jurisdição: I . do Decreto Federal nº 5. à vista das disposições da Lei nº 10. Artigo 2º .certificado de conclusão de curso de Libras de. e apresentar pelo menos um dos seguintes títulos: 1 .PEB I.identificar.8. ou de curso de nível médio com habilitação em Magistério.promover orientação técnica aos docentes interlocutores. a demanda de alunos que necessitam do atendimento previsto nesta resolução. inclusive das de Educação Física. antes do início do ano letivo. inclusive da educação de jovens e adultos (EJA). III . no mínimo. 119 (114) – 55 Resolução SE .Libras.Classe Docentes (EV-CD). quando portador de diploma de nível médio. em cada unidade escolar.o docente interlocutor cumprirá o número de horas semanais correspondente à carga horária da classe ou da série em que irá atuar.o docente interlocutor será admitido como Professor Educação Básica I . favorecendo condições de 5 . com vistas a definir sua área de atuação. § 2º .626/2005 e considerando a necessidade de se garantir aos alunos surdos ou com deficiência auditiva. nas escolas da rede estadual de ensino O Secretário da Educação. frente à autonomia e ao desempenho do professor da classe/série. de 23 de dezembro de 2008. 120 (cento e vinte) horas.Seção I São Paulo.a admissão do docente interlocutor da LIBRAS/Língua Portuguesa assegurará.Libras. buscando efetivar as matrículas da forma mais adequada ao atendimento dos alunos. nos termos dos itens 3 e 4 do parágrafo 2º do artigo 15 da Resolução SE-97. no processo de ensino e aprendizagem. Artigo 3º . o acesso às informações e aos conhecimentos curriculares dos ensinos fundamental e médio. § 2º .Caberá às Diretorias de Ensino.As unidades escolares da rede estadual de ensino incluirão em seu quadro funcional docentes que apresentem qualificação e proficiência na Língua Brasileira de Sinais . 2 .098/2000.habilitação ou especialização em Deficiência Auditiva/Audiocomunicação com carga horária de LIBRAS § 3º . possibilitando o entendimento e o acesso à informação. mesmo quando ministradas no contraturno de funcionamento da classe/série atendida. nas classes e/ou nas séries do ensino fundamental e médio. resolve: Artigo 1º . a demanda regional de alunos. expedido pelo MEC. às atividades e aos conteúdos curriculares. ou no Nível I. aos alunos surdos ou com deficiência auditiva. 4 .diploma ou certificado de curso de graduação ou de pós-graduação em Letras . e à não interferência na atenção e no desenvolvimento da aprendizagem relativamente aos demais alunos. § 1º . se portador de diploma de licenciatura plena.Libras.

no corrente ano. bem como nos esclarecimentos aos gestores e docentes das unidades escolares.Seção I terça-feira.Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. a fim de abranger candidatos qualificados para o exercício da função de docente interlocutor. 119 (115) Diário Oficial Poder Executivo . 23 de junho de 2009 6 . III . se necessário. V . de que trata esta resolução. a qualquer tempo. com expedição da certificação correspondente. mediante a realização de cursos de formação continuada em Libras. Artigo 6º . observadas as quantidades de alunos matriculados em classes/séries comuns. quando necessário em sua região.expedir normas de procedimento e diretrizes didáticopedagógicas para subsidiar as Diretorias de Ensino na realização das orientações técnicas aos docentes interlocutores. IV . a serem atendidos por Diretoria de Ensino. sem descaracterizar atendimento ao preceito da inclusão. Artigo 4º . II . a qualificação de professores da rede.providenciar.Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação 20 – São Paulo. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas.homologar a quantidade e o atendimento dos alunos. as Diretorias de Ensino poderão reabrir período de cadastramento.autorizar e credenciar instituições para a realização de cursos de Libras nas Diretorias de Ensino. conjuntamente com as Coordenadorias de Ensino: I .decidir sobre situações atípicas que possam se verificar e/ou solucionar casos omissos. visando a atender às respectivas demandas. Artigo 5º .aceitação e adequações necessárias à implementação desse atendimento especializado. promovidos por instituições credenciadas pela Secretaria da Educação.

40 .Lei nº 11. de 9 de março de 2001. de 5 de julho de 2001.Lei nº 8.859. de 3 de março de 1995.Lei nº 10.Lei nº 10. 18 . 34 .Lei nº 11. 32 .083.294.Lei nº 12. de 22 de fevereiro de 2006.Lei nº 10.464.Lei nº 5. 31 .Lei nº 10.Lei nº 12.938. de 5 de janeiro de 2000.Lei nº 10. de 23 de setembro de 1998.263. de 13 de janeiro de 2004.466. de 7 de março de 2006. Parágrafo único .086.Lei nº 10. 7 .107.Lei nº 11. 37 . de 29 de outubro de 1987.958.907.779. 21 .894.795.383. de 16 de março de 1998. de 12 de novembro de 2002. 38 .Lei nº 2. 8 .Lei nº 9. 43 . 3 .313. de 1º de março de 2005.Vetado.Lei nº 10. de 4 de janeiro de 1983. 13 .606.887.Lei nº 10. de 4 de julho de 2001.Lei nº 7. de 9 de março de 2001. 20 .Lei nº 6. 42 . de 26 de novembro de 1998.Vetado. 7 . 10 . 36 .Lei nº 7. 25 . 6 .498. 19 . 29 .676.710. 5 .Esta lei consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no Estado de São Paulo. 4 .Lei nº 10.Lei nº 10. de 8 de julho de 1992. 2 . 16 . de 11 de outubro de 2005.Lei nº 10.838.085.Lei nº 7.LEI Nº 12. 28 .Lei nº 11.Lei nº 6. de 8 de junho de 1999. de 20 de maio de 1999. 12 . de 5 de outubro de 2005.Lei nº 10.Lei nº 9.321.PDT) Consolida a legislação relativa à pessoa com deficiência no Estado de São Paulo O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei: Artigo 1º . 11 . de 20 de dezembro de 1999. 39 . de 22 de outubro de 1999. de 26 de setembro de 2005. 14 . 17 . DE 15 DE ABRIL DE 2008 (Projeto de lei nº 1063/07. 27 .869.Lei nº 9. 41 .374.Lei nº 10. 23 .Lei nº 10. 9 . 26 . de 4 de março de 1997. 33 . de 19 de outubro de 2001. 15 .Encontram-se consolidados dispositivos das seguintes leis e suas alterações posteriores: 1 . de 19 de janeiro de 2005. de 29 de setembro de 1999. de 28 de março de 2003. 35 .732.Lei nº 9. de 27 de novembro de 2001.844.877. de 16 de setembro de 1994. de 25 de maio de 1992. de 30 de novembro de 2000. de 1º de março de 1989.689.486.286. de 15 de setembro de 1997. da Deputada Célia Leão PSDB e do Deputado Rafael Silva .Lei nº 10.Lei nº 11.099.Lei nº 10.Lei nº 3.Lei nº 12.059.784. 30 . 22 . de 16 de abril de 2001. 24 .Lei nº 10.Lei nº 12.Vetado. de 20 de dezembro de 1989.Lei nº 12.385. de 1º de agosto de 1991.778.295.944.919.369. de 20 de abril de 1999. de 15 de abril de 1981.

Capítulo I Da Pessoa com Deficiência Seção I Disposições Gerais Artigo 3º .44 . sempre que indispensável à viabiliza-ção da assistência. II . II .reabilitação. § 3º .É assegurado o direito de entrada e permanência de um acompanhante junto à pessoa com deficiência que se encontre internada em unidades de saúde de responsabilidade do Estado.Lei nº 12. II . IV . além daqueles decorrentes do direito positivo em geral.O direito de acesso aos bens e serviços públicos compreende: I . § 3º .Vetado. de 15 de março de 2006.O financiamento de que trata o inciso II deste artigo e previsto no artigo 281 da Constituição Estadual será concedido pelo Poder Executivo. de 9 de outubro de 2007. § 1º .Vetado. para tratamento ambulatorial. assegurado atendimento personalizado e prioritário. § 2º . IV .São direitos da pessoa com deficiência. Parágrafo único .299. III . inclusive nas dependências de tratamento intensivo ou outras equivalentes. III .O direito à reabilitação compreende: I . universal e gratuita. Artigo 6º .locomoção e acesso aos bens e serviços públicos.724 de 9 de outubro de 2007.Vetado. em todas as esferas.Lei nº 12. visando suprimir ou recuperar a deficiência.Vetado. nos termos da Lei estadual nº 10. clínica e cirúrgica.723.Lei nº 12. estabelecimentos e prédios públicos em geral.inclusão social.o tratamento preferencial das pessoas com deficiência no acesso aos bens e serviços em geral. diminuição e superação de suas limitações. por meio do Sistema Único de Saúde e dos demais órgãos e serviços sanitários em geral do Estado.Vetado.o provimento de ações terapêuticas em favor da pessoa com deficiência.a concessão de financiamento para a aquisição de equipamentos de uso pessoal que permitam a correção. Artigo 5º .O direito ao acesso aos serviços de saúde compreende: I . sempre que possível.acesso específico aos serviços de saúde. logradouros. Artigo 8º . observado o disposto no Capítulo II desta lei. II . Artigo 4º . V . Artigo 2º .O Poder Público. 46 .comprometimento inferior a 10% (dez por cento) da renda mensal familiar no pagamento das parcelas e taxa de juros não superior a 12% (doze por cento) ao ano. Parágrafo único .938. que instituiu a Política Estadual de Medicamentos.dispensa da espera em filas comuns. proverá para que seja assegurado às 8 . § 1º .a criação de meios que facilitem a locomoção das pessoas com deficiência nas vias.assistência médica.caráter clínico-médico para fisioterapia ou terapêutico-ocupacional dos equipamentos. eliminando ou minorando-lhe os efeitos.À pessoa com deficiência é assegurado o acesso a medicações específicas e cuidados especiais de assistência farmacêutica. por meio de instituição financeira oficial estadual. por meio de programas próprios do Estado e Municípios.A pessoa com deficiência será objeto de atenção preferencial por parte da unidade de saúde.transporte.fornecimento de medicamentos. na medida da dis-ponibilidade. § 2º . 2 .internação em hospitais públicos ou conveniados com o Poder Público. 3 .comprovação do uso exclusivamente pessoal dos equipamentos. que ao Estado incumbe prover: I . de 19 de outubro de 2001. Artigo 7º . mediante as seguintes condições: 1 . 45 .A inclusão social também é objeto de programas de convívio social a serem desenvolvidos pelo Estado e Municípios.

iluminação pública. Artigo 9º . saneamento. Artigo 16 . postes de sinalização e similares. dos parques e dos demais espaços de uso público deverão ser concebidos e executados de forma a torná-los acessíveis para as pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. IV .Vetado. II . mobiliários e equipamentos urbanos.Vetado. encanamentos para esgotos. no sentido de promover a mais ampla acessibilidade às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. e aos serviços públicos.mobiliário urbano: o conjunto de objetos existentes nas vias e espaços públicos. os demais espaços de uso público e as respectivas instalações de serviços e mobiliários urbanos deverão ser adaptados. por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.O Conselho Estadual para Assuntos das Pessoas com Deficiência proporá.Vetado. regulamentos e medidas administrativas necessárias à viabilização dos direitos garantidos nesta lei. no mobiliário urbano.elemento da urbanização: qualquer componente das obras de urbanização. V . dos espaços. tais como os referentes a pavimentação.Vetado.barreiras: qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso.Vetado. Seção II Dos Elementos de Urbanização Artigo 15 . os percursos 9 . de forma que sua modificação ou traslado não provoque alterações substanciais nestes elementos.O planejamento e a urbanização das vias públicas. toldos. Capítulo II Da acessibilidade Seção I Disposições Gerais Artigo 13 . quiosques e quaisquer outros de natureza análoga.ajuda técnica: qualquer elemento que facilite a autonomia pessoal ou possibilite o acesso e o uso do meio físico. tais como semáforos. os transportes coletivos.Vetado. aos órgãos competentes. a liberdade de movimento e a circulação com segurança das pessoas. VI .acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização. Artigo 14 . das edificações. especialmente. § 2º . obedecendo-se ordem de prioridade que vise à maior eficiência das modificações. classificadas em: a) barreiras arquitetônicas urbanísticas: as existentes nas vias públicas e nos espaços de uso público. fontes públicas. III . d) barreiras nas comunicações: qualquer entrave ou obstáculo que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios ou sistemas de comunicação. tem limitada sua capacidade de relacionar-se com o meio e de utilizá-lo. § 1º .pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida: a que. temporária ou permanentemente. b) barreiras arquitetônicas nas edificações: as existentes no interior dos edifícios públicos e privados. cabines telefônicas. os parques.O projeto e o traçado dos elementos de urbanização públicos e privados de uso comunitário. Artigo 12 . marquises. lixeiras. com segurança e autonomia. Parágrafo único . Artigo 11 .As vias públicas. distribuição de energia elétrica. sejam ou não de massa.Este capítulo estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Seção II Das ações de saúde mental Artigo 10 . c) barreiras arquitetônicas nos transportes: as existentes nos meios de transporte. paisagismo e os que materializam as indicações do planejamento urbanístico.Para os fins do disposto neste capítulo são estabelecidas as seguintes definições: I . Artigo 17 .pessoas com deficiência o acesso adequado aos bens indicados no inciso I deste artigo. nestes compreendidos os itinerários e as passagens de pedestres. superpostos ou adicionados aos elementos da urbanização ou da edificação. na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. abastecimento e distribuição de água. dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação. mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos.

ABNT.ABNT. jardins e espaços livres públicos deverão ser acessíveis e dispor. para veículos que transportem pessoas com deficiência que tenham dificuldade de locomoção permanente. 3 . devidamente sinalizada e com as especificações técnicas de desenho e traçado de acordo com as normas técnicas vigentes. Seção IV Da Acessibilidade nos Edifícios Públicos ou de Uso Coletivo Artigo 25 . de um banheiro acessível.Os estabelecimentos que não dispuserem de período mínimo de gratuidade do pagamento de tarifa deverão conceder quinze minutos aos veículos automotores de que trata o "caput" deste artigo.As vagas a que se refere o "caput" deste artigo deverão ser em número equivalente a 2% (dois por cento) do total.Os semáforos para pedestres instalados nas vias públicas deverão estar equipados com mecanismo que emita sinal sonoro suave.Em todas as áreas de estacionamento de veículos. distribuindo-se seus equipamentos e acessórios de maneira a que possam ser utilizados por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. 10 . postes de iluminação ou quaisquer outros elementos verticais de sinalização que devam ser instalados em itinerário ou espaço de acesso para pedestres deverão ser dispostos de forma a não dificultar ou impedir a circulação. semáforos. as escadas e rampas. destinadas à garagem e ao estacionamento de uso público.de entrada e de saída de veículos. deverão ser observados.Os sinais de tráfego. localizadas em vias ou em espaços públicos. no mínimo. deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação de pedestres.Os estacionamentos. ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo. deverá cumprir os requisitos de acessibilidade de que trata este Capítulo. Artigo 18 . Artigo 24 . e de modo a que possam ser utilizados com a máxima comodidade. § 2º . Seção III Do Desenho e da Localização do Mobiliário Urbano Artigo 22 . aos veículos automotores utilizados por pessoas com deficiência. os seguintes requisitos de acessibilidade: 1 . Artigo 19 . uma vaga.pelo menos um dos acessos ao interior da edificação deverá estar livre de barreiras arquitetônicas e de obstáculos que impeçam ou dificultem a acessibilidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. 2 . pelo menos. período mínimo de gratuidade do pagamento de tarifa equivalente ao dobro daquele concedido aos demais veículos.O detalhamento técnico do disposto no "caput" deste artigo é definido em regulamento.os edifícios deverão dispor. praças. § 1º .Para os fins do disposto neste artigo. ou com mecanismo alternativo que sirva de guia ou orientação para a travessia de pessoas com deficiência visual se a intensidade do fluxo de veículos e a periculosidade da via assim determinarem.000 (duas mil) Unidades Fiscais do Estado de São Paulo UFESPs. Artigo 21 .A infração às disposições desta lei acarretará ao responsável infrator a imposição de pena de multa no valor de 2. Artigo 23 . Artigo 20 . devidamente sinalizadas. intermitente e sem estridência. 4 . que será dobrada em caso de reincidência. deverão observar os parâmetros estabelecidos pelas normas técnicas de acessibilidade da NBR 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas . devidamente sinalizadas. públicos e privados.nas áreas externas ou internas da edificação. na construção. pelo menos. deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação de pedestres. entre si e com o exterior.A construção. para veículos que transportem pessoas com deficiência que tenham dificuldades de locomoção.pelo menos um dos itinerários que comuniquem horizontal e verticalmente todas as dependências e serviços do edifício. e os fornecedores de serviços de manobra e guarda de veículos em geral estão obrigados a conceder.Os banheiros de uso público existentes ou a construir em parques. Parágrafo único .Os elementos do mobiliário urbano deverão ser projetados e instalados em locais que permitam sua utilização pelas pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. de um sanitário e de um lavatório que atendam às especificações da NBR 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas . pelo menos. Parágrafo único . ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo deverão ser executadas de modo a que sejam ou se tornem acessíveis às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. garantindo-se.

Artigo 36 . para garantir-lhes o direito de acesso à informação. Artigo 31 .percurso acessível que una a edificação à via pública. às edificações e aos serviços anexos de uso comum e aos edifícios vizinhos. para facilitar qualquer tipo de comunicação direta à pessoa com deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação. ampliados ou reformados.Os edifícios a serem construídos. educação. bancárias e entidades privadas que prestem atendimento diretamente ao público ficam obrigados a implementar modificações físicas nas áreas destinadas ao atendimento público. circulação e comunicação. indireta. transporte. Artigo 29 .Os órgãos da Administração direta.Artigo 26 . Parágrafo único . deverão dispor de especificações técnicas e de projeto que facilitem a instalação de um elevador adaptado. para 11 . Parágrafo único . pela mesma porta. à exceção das habitações unifamiliares. esporte e lazer.Os locais de espetáculos.Para o efetivo cumprimento do disposto no "caput" deste artigo. entende-se como: 1 . com vistas à acessibilidade e uso por pessoas com deficiência. assim como soluções técnicas nos equipamentos de autoatendimento. empresas de economia mista. desde que o itinerário original da linha seja respeitado.Os ônibus das linhas intermunicipais de transporte coletivo do Estado ficam autorizados a parar fora dos pontos obrigatórios de parada. com mais de um pavimento. conferências.As pessoas com deficiência física poderão indicar o melhor local para desembarque. Artigo 32 . de modo a facilitar-lhes as condições de acesso.O Poder Público promoverá a eliminação de barreiras na comunicação e estabelecerá mecanismos e alternativas técnicas que tornem acessíveis os sistemas de comunicação e sinalização às pessoas com deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação. instituições financeiras. Artigo 35 . Seção VI Da Acessibilidade nos Veículos de Transporte Coletivo Artigo 30 . II . Artigo 33 . de acordo com a NBR 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas . ampliados ou reformados. III . inclusive acompanhante.percurso acessível que comunique as unidades habitacionais com o exterior e com as dependências de uso comum. comunicação. Seção VII Da Acessibilidade nos Sistemas de Comunicação e Sinalização Artigo 34 . cultura.ABNT. Seção V Da Acessibilidade nos Edifícios de Uso Privado Artigo 28 .cabine do elevador e respectiva porta de entrada acessíveis para pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.Os veículos de transporte coletivo deverão cumprir os requisitos de acessibilidade estabelecidos nas normas técnicas específicas. sem restrição. ao serem construídos.modificações físicas: as adequações necessárias nas áreas destinadas ao atendimento ao público para a eliminação de qualquer entrave ou obstáculo que limite e impeça o acesso de pessoas com deficiência.As empresas permissionárias de transporte coletivo intermunicipal ficam obrigadas a permitir o embarque e o desembarque. das pessoas com deficiência. devendo os demais elementos de uso comum destes edifícios atender aos requisitos de acessibilidade. trabalho.O Poder Público implementará a formação de profissionais intérpretes de escrita Braille. Artigo 27 .soluções técnicas: as alterações necessárias nos equipamentos e programas para o uso.Nos casos em que se fizer necessário. aulas e outros de natureza similar deverão ser acessíveis às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida e dispor de espaços reservados para pessoas que utilizem cadeira de rodas. e que não estejam obrigados à instalação de elevador. autarquias. e de lugares específicos para pessoas com deficiência auditiva e visual.Os edifícios de uso privado em que seja obrigatória a instalação de elevadores deverão. para desembarque de passageiros com deficiência física.Os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens adotarão plano de medidas técnicas com o objetivo de permitir o uso da linguagem de sinais ou outra subtitulação. linguagem de sinais e de guias-intérpretes. a permissão referida no "caput" deste artigo será estendida ao acompanhante do usuário em questão. 2 . dos usuários com deficiência física e mental. atender aos seguintes requisitos mínimos de acessibilidade: I .

educação. vinculada à Secretaria de Saneamento e Energia. Parágrafo único . com a finalidade de conscientizá-la e sensibilizá-la quanto à acessibilidade e à inclusão social da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. fomentará programas destinados: I . Artigo 38 .CPOS.Vetado. Artigo 42 .Vetado. de transporte e de comunicação.As disposições contidas neste capítulo aplicam-se aos edifícios ou imóveis declarados bens de interesse cultural ou de valor histórico. apoio. Capítulo III Dos Programas Seção I o Programa de Educação Especial Artigo 45 . Seção II Do Programa de Lazer e Esporte Artigo 49 .à promoção de pesquisas científicas voltadas ao tratamento e prevenção de deficiências. como iniciativa do Poder Público e da sociedade. sensoriais ou mentais.O Poder Público promoverá a supressão de barreiras urbanísticas. arquitetônicas. Seção IX Das Medidas Complementares Artigo 39 . datas reservadas para a realização dos eventos previstos pelo Programa de Lazer e Esporte para as pessoas com deficiência física. é voltado para a compreensão. Seção III Do Programa Estadual de Orientação sobre a Síndrome de Down para Profissionais das Áreas de Saúde e Educação Artigo 51 .à especialização de recursos humanos em acessibilidade. Artigo 46 . será encarregada. impedir a realização do ato que normalmente seria praticado com o acesso normal no edifício público ou privado. pelos órgãos públicos interessados.A CPOS e outros órgãos e entidades públicas do Estado deverão prestar aos Municípios cooperação técnica necessária à eliminação de barreiras arquitetônicas e ambientais que dificultem o acesso de pessoas com deficiências. educadores e agentes de saúde.Vetado. Parágrafo único . saúde. por meio dos organismos de apoio à pesquisa e das agências de financiamento. trabalho e combate ao preconceito com relação às pessoas com Síndrome de Down.A ausência da acessibilidade. em nenhuma hipótese. Parágrafo único . II . Artigo 50 .A Companhia Paulista de Obras e Serviços . de 26 de setembro de 2005. em seu calendário.O Estado promoverá a realização dos eventos de que trata o artigo 49 desta lei.O programa previsto no "caput" deste artigo é constituído das seguintes ações: 12 .Vetado. mediante ajuda técnica. admitida a participação de entidades não governamentais na sua promoção. na forma e no prazo previstos em regulamento. seus familiares.Para a elaboração da programação dos eventos serão ouvidas as entidades que tratam das pessoas com deficiências físicas.O Poder Público promoverá campanhas informativas e educativas dirigidas à população em geral. Artigo 48 . Artigo 41 . Artigo 40 . qualidade de vida. instituído pela Lei estadual nº 12. desde que as modificações necessárias observem as normas específicas reguladoras destes bens.059. sensorial ou mental.Vetado. Seção VIII Das Disposições sobre Ajudas Técnicas Artigo 37 . Parágrafo único .O Poder Público. das medidas destinadas às adequações previstas neste Capítulo. Artigo 43 . desde logo.Os próprios esportivos estaduais terão.ao desenvolvimento tecnológico orientado à produção de ajudas técnicas para as pessoas com deficiência. não poderá. Artigo 47 .As organizações representativas de pessoas com deficiência terão legitimidade para acompanhar o cumprimento dos requisitos de acessibilidade estabelecidos neste capítulo. III .O Programa Estadual de Orientação sobre a Síndrome de Down para Profissionais das Áreas de Saúde e Educação. Artigo 44 .garantir o direito de acesso à informação das pessoas com deficiência auditiva.Vetado.

O descumprimento do disposto no artigo 54 acarretará ao infrator a pena de multa.impedir. pelo médico. dificultar.A ausência de atendimento preferencial à pessoa com deficiência é forma de prática discriminatória prevista nos incisos VI e VII deste artigo.veicular pelos meios de comunicação de massa. Parágrafo único . 4 . hotéis. clubes.É vedada no Estado qualquer forma de discriminação à pessoa com deficiência. VII . Parágrafo único . II . §1º .praticar qualquer ato relacionado à condição pessoal que cause constrangimento.É de responsabilidade da autoridade policial e dos órgãos de segurança pública. à Vara da Infância e Juventude ou ao Ministério Público. teatros. nos serviços públicos e demais atividades exercidas no Estado.fazer exigências específicas para a obtenção ou manutenção do emprego.orientação técnica ao pessoal das áreas da saúde e educação.A notificação será emitida pelos órgãos públicos das áreas de saúde. pré-escola ou creche e delegacia de polícia. professor. tendente à melhoria da qualidade de vida destes últimos e ao aprimoramento dos profissionais e familiares quanto à aplicação de conceitos técnicos na convivência com aqueles. centros comerciais e similares. de 20 de dezembro de 1999. de ensino fundamental. Seção IV 13 . mental ou sensorial. responsável pelo estabelecimento de saúde. de Transporte e de Comunicação. dificultar.473.Constitui discriminação à pessoa com deficiência: I . V . familiares e portadores da síndrome. obstar ou recusar a livre locomoção em estabelecimentos da Administração Direta ou Indireta e das concessionárias de serviços públicos. obstar ou restringir o acesso às dependências de bares.impedir. dificultar ou restringir atendimento ou serviço à pessoa protegida por esta lei.Incide nas discriminações previstas nos incisos I e II deste artigo a alegação da existência de barreiras arquitetônicas para negar. IV . Artigo 59 . inciso I. instituído no âmbito da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. cinemas.induzir ou incitar à prática de atos discriminatórios.O Poder Público Estadual desenvolverá ações de cunho educativo e de combate à discriminação relativa à pessoa com deficiência.1 .ofender a honra ou a integridade física. terá sua execução disciplinada em regulamento específico. Seção II Do Combate aos Maus-tratos Artigo 57 . nos termos da Lei nº 10. § 2º .A prestação de serviços de assistência social no Estado tem como um de seus princípios a habilitação. Seção IV Do Programa Estadual de Eliminação de Barreiras Arquitetônicas. educação. Seção III Da Assistência Social Artigo 60 . na falta deste. Urbanísticas. recebida a notícia do desaparecimento de pessoa de qualquer idade com deficiência física. Artigo 58 . III . Artigo 55 . da Constituição Federal e demais normas da legislação federal pertinente. educação e segurança pública. de Transporte e de Comunicação Artigo 52 . VI . Artigo 56 . 2 .UFESPs. Capítulo IV Da Proteção à Pessoa com Deficiência Seção I Da Discriminação à Pessoa com Deficiência Artigo 53 .interação entre profissionais da saúde. Artigo 54 .A multa a ser aplicada na primeira infração corresponderá ao valor monetário equivalente a 500 (quinhentas) Unidades Fiscais do Estado de São Paulo . proceder à imediata busca e localização.A notificação compulsória de maus-tratos é obrigatória nos casos que envolvam pessoas com deficiência. Urbanísticas.A notificação será encaminhada por intermédio dos responsáveis pelas unidades de educação. conforme o disposto no artigo 204.O Programa Estadual de Eliminação de Barreiras Arquitetônicas. 3 . mídia eletrônica ou publicação de qualquer natureza a discriminação ou o preconceito.informações gerais à comunidade a respeito das principais questões envolvidas na convivência e trato das pessoas com Síndrome de Down. restaurantes.esclarecimento e coibição de preconceitos relacionados à síndrome e a portadores desta. reabilitação e a promoção da integração na vida comunitária da pessoa com deficiência. saúde e segurança pública ao Conselho Tutelar ou.

às pessoas com deficiência.Aos usuários de cadeiras de rodas será assegurada a melhoria das condições para o seu deslocamento.Os avisos de que trata o "caput" deste artigo devem configurar-se em forma de cartaz. deficiência ou doença não contagiosa por contato social no acesso aos elevadores deste edifício". 14 . devem ser graves e irreversíveis.É vedada qualquer forma de discriminação à pessoa com deficiência no acesso aos elevadores de todos os edifícios públicos ou particulares. independentemente do estatuto pelo qual o fazem e desde que não estejam deslocando cargas. o elevador social é o meio normal de transporte de pessoas que utilizem as dependências dos edifícios. setor especial que priorize o atendimento às pessoas com deficiência. comprovadas por documentos médicos.A entrega dos imóveis objetos da inscrição dar-se-á.Do Atendimento Prioritário Artigo 61 . ou da qual ele faça parte como acionista majoritário. será considerado o número inteiro imediatamente posterior. condição social. de forma adaptada e preferencial aos inscritos.As deficiências. industriais e residenciais multifamiliares existentes no Estado.Fica estabelecido que.Serão preenchidas por pessoas com deficiência. quando efetuarem venda de casa própria. § 2º . sexo. Seção VII Do Uso das Cadeiras de Rodas nas Vias Públicas Artigo 64 . idade. segurança e igualdade entre os usuários. § 1º . assim como a circulação dentro deles e o uso de suas áreas de uso comum e abertas ao uso público. as fundações ou instituições financeiras instituídas e mantidas pelo Estado. na forma do § 1º deste artigo. placa ou plaqueta com os seguintes dizeres: "É vedada qualquer forma de discriminação em virtude de raça.Para conferir efetividade e o conhecimento das disposições da presente seção.321. § 5º . sempre que possível. para as quais podem ser utilizados os elevadores especiais. de 11 de junho de 1999. no âmbito de suas repartições.Quando da aplicação do percentual previsto no "caput" deste artigo resultar número fracionário. desde que haja interessados e funções compatíveis. comerciais. Parágrafo único . bem como a eliminação de barreiras urbanísticas.O direito à qualidade do serviço público prestado pelo Estado exige. respeitadas as condições estabelecidas. Seção VIII Do Acesso aos Elevadores Artigo 65 .Serão destinados a pessoas com deficiência ou famílias que as possuam em seu seio. origem. permitindo-se a escolha das unidades que melhor se prestem à moradia destes em cada lote ofertado. com ou sem cestas básicas de materiais de construção. Seção V Da reserva de Vagas no Programa Emergencial de Auxilio-Desemprego Artigo 62 . informação sobre se o candidato ou interessado na aquisição possui familiar com deficiência física. dos agentes públicos e prestadores de serviço público. § 1º . respeitada a ordem prévia da inscrição geral. casas e lotes urbanizados. de maneira a impossibilitar.Os responsáveis legais pela administração dos edifícios citados no "caput" deste artigo ficam autorizados a regulamentar o acesso a esses imóveis. Parágrafo único . Artigo 67 . § 4º . especialmente do teor do artigo 65.Caso o número de pessoas selecionadas não atinja o percentual previsto no "caput" deste artigo. cor. criado pela Lei nº 10.Os órgãos da Administração Estadual Direta.Os órgãos da Administração Direta ou Indireta do Estado. 7% (sete por cento) de todos os imóveis populares comercializados pelo Estado. deverão fazer constar. na implantação da Política de Incentivo ao Uso da Bicicleta no âmbito do Estado. por ordem de chegada. fica determinada a obrigatoriedade da colocação de avisos no interior dos edifícios. Indireta e Fundacional instituirão. § 3º . para maior conforto. em campo apropriado do documento ou ficha de inscrição. 3% (três por cento) das vagas previstas no "Programa Emergencial de Auxílio-Desemprego". como apartamentos. a realização de atendimento prioritário. Seção VI Da reserva de Vagas nos Programas Habitacionais Artigo 63 . dificultar ou diminuir a capacidade de trabalho do indivíduo ou criar dependência de seus familiares. Artigo 66 . por meio de regras gerais e impessoais não discriminatórias. exigindo cuidados especiais. os imóveis remanescentes poderão ser comercializados livremente.

necessite fazer uso. do Metrô e nas estações de trens. que será aplicada em dobro no caso de reincidência.Os centros comerciais. administrador ou síndico. nas dependências externas e internas. 15 . Artigo 74 .É obrigatório o fornecimento de cadeiras de rodas para pessoas com deficiência pelos "shopping centers" e estabelecimentos similares em todo o Estado. § 1º .O estabelecimento que desobedecer às determinações constantes deste artigo incorrerá em multa de 50 (cinqüenta) UFESPs.LIBRAS Artigo 77 . o aviso de que trata o "caput" deste artigo. Seção X Da Instalação de Equipamentos de Lazer e Recreação para Crianças "cadeirantes" Artigo 71 . § 2º . Seção XI Do Assento Exclusivo nos Terminais de Transportes Artigo 76 . Artigo 72 . em suas dependências externas e internas.§ 2º . Artigo 70 . o Poder Executivo priorizará as praças e parques que possibilitem o acesso e atendimento do maior número de crianças "cadeirantes". em local de grande visibilidade. como meio de comunicação objetiva e de uso corrente da comunidade surda. em quantidade determinada pela Secretaria dos Transportes e pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos.O Poder Executivo instalará assentos para pessoas com deficiência nos terminais de transportes coletivos rodoviários intermunicipais. cuja singularidade possa ser incorporada ao acervo cultural da Nação. obrigado a colocar na entrada do edifício e de forma bem visível.Os estabelecimentos referidos neste artigo afixarão.A fiscalização do cumprimento do disposto nesta Seção caberá aos órgãos do Poder Executivo. Artigo 73 .Os equipamentos referidos no "caput" deste artigo serão fornecidos sem qualquer ônus ao usuário. Seção XII Das Linguagens LIBRAS e BRAILLE Subseção I Da Língua Brasileira de Sinais .Para os efeitos do disposto nesta Seção.É reconhecida oficialmente a Língua Brasileira de Sinais . visando a sua integração com outras crianças. gratuitamente. placas indicativas dos postos de retirada dos veículos motorizados.Placas indicativas serão afixadas nas praças e parques a que se refere o "caput". conforme for o caso. os equipamentos serão instalados gradativamente nas praças e parques estaduais de acordo com as disponibilidades financeiras do Estado. veículos motorizados para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência.O Poder Executivo está autorizado a instalar nas praças e parques estaduais equipamentos especialmente desenvolvidos para o lazer e recreação de crianças "cadeirantes". com a seguinte informação: "parque infantil adaptado para integração de crianças cadeirantes".Na instalação dos equipamentos referidos no artigo 71.O estabelecimento que violar o previsto neste artigo incorrerá em multa diária no valor de 500 (quinhentas) UFESPs . shopping centers. § 2º .As praças e parques dotados dos equipamentos referidos no artigo 71 contarão com acesso para crianças "cadeirantes" até os brinquedos. em local de grande visibilidade. Parágrafo único . da cadeira de rodas. Seção IX Da Mobilidade das Pessoas com Deficiência nos Centros Comerciais Artigo 68 .Por recursos de expressão associados à LIBRAS entende-se comunicação gestual e visual com estrutura gramatical própria. § 3º . Artigo 75 . Artigo 69 . Parágrafo único . considera-se criança "cadeirante" aquela que.LIBRAS e os demais recursos de expressão a ela associados.Unidades Fiscais do Estado de São Paulo. hiper e supermercados no âmbito do Estado. inclusive nas garagens. em razão de necessidade especial. deverão fornecer.Observado o disposto no artigo 73. § 1º . permanentemente. cartazes ou placas indicativas dos postos de retirada dos equipamentos.Os estabelecimentos referidos neste artigo afixarão. nos termos de regulamento. cabendo aos estabelecimentos comerciais a manutenção dos mesmos em perfeitas condições de uso.Fica o responsável pelo edifício.

ICMS.Todo cão-guia portará identificação. são isentos do pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores IPVA. Artigo 87 . estaduais. Artigo 84 . Artigo 83 .A Secretaria da Educação do Estado está autorizada a atender às solicitações dos alunos com deficiência visual. sejam eles moradores ou visitantes. Parágrafo único . em meio digital. impossibilitado de utilizar modelos comuns. observado o disposto nos artigos 80 a 85. matriculados nas escolas estaduais e particulares.Aos instrutores e treinadores reconhecidos pela Federação Internacional de CãesGuia e às famílias de acolhimento autorizadas pelas escolas de treinamento filiadas à Federação Internacional de Cães-Guia serão garantidos os mesmos direitos do usuário previstos nos artigos 80 a 84 desta lei. Artigo 81 . serão punidos com pena de interdição até que cesse a discriminação. ou documento equivalente. aquele que treina a dupla cão-usuário. Artigo 85 . de serviços de promoção. Seção XIII Do Cão-guia Artigo 80 . de propriedade de pessoas com deficiência física. guarda ou abrigo de cães-guia em zona urbana e em residências ou condomínios utilizados por pessoas com deficiência visual.Os autores estão autorizados a fornecer à Secretaria da Educação cópia do texto integral das obras mencionadas no "caput" deste artigo. acompanhado de atestado de sanidade do animal. para a impressão em Braille dos livros.É assegurado à pessoa com deficiência visual acompanhada de cão-guia o ingresso e permanência em qualquer local público ou privado. deverá apresentar documento comprobatório de registro expedido por escola de cães-guia devidamente vinculada à Federação Internacional de Cães-Guia.Subseção II Das Publicações Pedagógicas em Braille Artigo 78 .As editoras. e seu condutor. sem discriminação quanto ao uso de entrada. sempre que solicitado.Entende-se por deficiência visual aquela caracterizada por cegueira ou baixa visão. para o atendimento das solicitações. Parágrafo único .Os requisitos mínimos de identificação e a comprovação do treinamento do usuário do cão-guia deverão ser objeto de regulamentação. meio de transporte ou em qualquer estabelecimento comercial ou industrial. instaladas ou não no Estado.Nos locais elencados no "caput" deste artigo deverá ser assegurado o acesso. apostilas ou outras obras literárias de quaisquer gêneros. Capítulo V Das Isenções Fiscais Artigo 86 .treinador: aquela pessoa que ensina comandos ao cão. Artigo 79 . podendo cumular com pena de multa.família de acolhimento: aquela que acolhe o cão na fase de socialização. estão autorizadas a atender as solicitações dos consumidores com deficiência visual para impressão em Braille das obras que editam. Parágrafo único .instrutor:. apostilas e outros materiais pedagógicos.Entende-se por: 1 . fica isenta do pagamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .Os veículos especialmente adaptados. Parágrafo único .Considerar-se-á violação aos direitos humanos qualquer tentativa de impedimento ou dificuldade de acesso de pessoas com deficiência visual acompanhadas de cães-guia a locais públicos. 2 . que no território paulista comercializem livros. Parágrafo único . 3 .A saída de veículo automotor com adaptação e características especiais indispensáveis ao uso do adquirente paraplégico ou pessoa com deficiência física.Os estabelecimentos.É admitida a posse. Artigo 82 . proteção e cooperação de saúde. Capítulo VI Outros Benefícios 16 . elevador principal ou de serviço. fornecido pelo órgão competente. empresas ou órgãos que derem causa à discriminação prevista no disposto nesta Seção. quaisquer meios de transportes municipais. intermunicipais e interestaduais ou estabelecimentos aos quais outras pessoas têm direito ou permissão de acesso. excluído o acessório opcional que não seja equipamento original do veículo.

Para viabilizar a criação do Centro de Orientação e Encaminhamento para Pessoas com Deficiência e Famílias. interessadas no concurso desses trabalhadores. o Poder Executivo poderá celebrar convênios com Órgãos Públicos Federais e Municipais. sem qualquer discriminação. § 1º . Artigo 98 . Artigo 97 . jurídicos e sociais.O Dia da Pessoa com Deficiência é comemorado. com continuidade nas fases seguintes do desenvolvimento da pessoa. pela empresa.A Semana de Prevenção das Deficiências é comemorada. para a população em geral.As empresas. Artigo 91 . para a formação de personalidades saudáveis dos indivíduos. III . pessoas físicas e júridicas.A celebração prevista no "caput" deste artigo objetiva despertar a consciência da população paulista sobre a importância de eliminar as barreiras e o preconceito às pessoas com deficiência. no período de 21 a 28 de agosto. Capitulo VII Disposições Finais Artigo 95 . visando colocá-las no mercado de trabalho. informações que possibilitem a valorização da diversidade humana e fortalecimento da aceitação das diferenças individuais. na semana comemorativa do Dia Estadual de Luta das Pessoas com Deficiência. Artigo 96 . físicas. Artigo 93 . será realizada a cada dois anos. pelo empregado.O Poder Executivo está autorizado a criar. com os objetivos descritos no artigo 51 desta lei. Artigo 101 . nos seus quadros de pessoal. III .Toda pessoa com deficiência residente e domiciliada no Estado poderá utilizar-se da Central de Empregos.O Dia das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais . desde que inscrita em cadastro próprio.APAEs é 17 . anualmente. II . no âmbito da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho. Artigo 99 . a partir do período pré-natal.O Governo do Estado está autorizado a criar o Centro de Orientação e Encaminhamento para Pessoas com Deficiência e Famílias.disponibilizar. Artigo 90 . disporão de cadastro específico. contemplando serviços de saúde. Parágrafo único . informações necessárias sobre recursos para atendimento de suas necessidades. exposições e participação na respectiva área.assunção. das empresas que venham a ser incluídas no Programa Estadual de Desestatização. mentais. anualmente.A Semana da Pessoa com Deficiência.O Dia Estadual de Luta das Pessoas com Deficiência é comemorado. mentais e sensoriais. II . dos empregados com deficiência.orientação geral aos pais.disponibilizar. necessários ao adequado desempenho das suas funções. no dia 21 de setembro.manutenção. Parágrafo único . na rede pública de saúde. contribuindo.A Central de Empregos prevista no artigo 91 procederá ao levantamento de eventuais vagas para trabalhadores com qualquer tipo de deficiência física.As empresas sob o controle acionário do Estado adotarão providências para possibilitar o aproveitamento. para as pessoas com deficiências auditivas.O Centro terá como principais finalidades: I . Parágrafo único . previsto no artigo 96 desta lei. tanto quando possível. de educação.Artigo 88 .O aproveitamento de que trata o "caput" deste artigo fica subordinado à manifestação de vontade do empregado.utilização. em 11 de outubro. das obrigações decorrentes do contrato de trabalho mantido com a empresa a ser desestatizada. visuais e distúrbios de comportamento e suas famílias. é realizada anualmente. § 2º . de equipamentos e materiais especiais próprios para pessoas com deficiência.No aproveitamento mencionado no artigo 93 deverão ser observadas as seguintes condições: I .O Dia Estadual de Combate às Barreiras às Pessoas com Deficiência é celebrado. Artigo 94 .Não sendo possível o aproveitamento na forma indicada no inciso I deste artigo. em todas as unidades escolares existentes no Estado. a empresa adotará as providências necessárias para promover a adaptação do empregado em outras funções. destinada a estudos. sempre no mês de setembro. Artigo 100 . uma Central de Empregos para pessoas com deficiências físicas.A Semana de Conscientização sobre a Síndrome de Down para profissionais das áreas da Educação e Saúde. Artigo 89 . Artigo 92 . assim. do empregado em função equivalente. mental e sensorial. anualmente. no dia 3 de dezembro. indústrias. anualmente.

Vetado.O Dia do Policial-Militar com Deficiência é comemorado. eliminações e supressões de barreiras arquitetônicas existentes nos edifícios de uso público de sua propriedade e naqueles que estejam sob sua administração ou uso. de 4 de março de 1997.12. II . de 11 de outubro de 2005. de 29 de setembro de 1999.Vetado. XXXI . XXVIII .As despesas decorrentes da execução desta lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. Artigo 106 .919. publicação oficial do Estado.12.A implementação das adaptações. de 16 de setembro de 1994. XXV .12.Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. no Estado. de 16 de março de 1998.958. XV . XXVII .comemorado. III . de 12 de novembro de 2002.263.944. de 7 de março de 2006. Parágrafo único .263.099. VI .O Dia da Pessoa com Deficiência Auditiva é comemorado.500. no último domingo de setembro.7. V . anualmente. de 8 de julho de 1992. de 5 de julho de 2001. de 15 de setembro de 1997. Artigo 107 . de 09 de março de 2001.10.723. IX . XXIX .12. anualmente.779. XVIII .º 11.486. XIV .085.724.Ficam formalmente revogadas. XVII . anualmente. de 09 de março de 2001. XXX .887. de 16 de abril de 2001.12.10. dotação orçamentária para as adaptações.299.778.844.10.784. de 12 de novembro de 2002.3.10. de 31de dezembro de 1986.8.086.9.10. de 25 de maio de 1992. no Estado.10. de 1º de março de 2005. Artigo 102 . XXXIII . XIII . Artigo 104 . Artigo 105 . de 22 de outubro de 1999.11. de 9 de outubro de 2007.383. por intermédio de órgãos estaduais e organizações não-governamentais de apoio à pessoa com deficiência.385.Vetado.A administração pública estadual direta e indireta destinará. XXII .894. de 5 de outubro de 2005.676. no dia 25 de março.5. de 29 de outubro de 1987. 18 . Das Disposições Transitórias Artigo 1º . XX . servirá de manual de orientação geral e será distribuída gratuitamente. XVI . de 15 de março de 2006.A "Cartilha da Pessoa com Deficiência".10.9.795.10.11. XXVI .7. com o resumo de todos os direitos da pessoa com de deficiência e modo de seu exercício. Artigo 103 . eliminações e supressões de barreiras arquitetônicas referidas no "caput" deste artigo será completada no prazo estabelecido na Lei estadual n. de 3 de março de 1995. de 15 de abril de 1981.859.732. de 26 de novembro de 1998.11.295.5. X . XXIII .107. de 9 de outubro de 2007. VII . XIX . XI .9.2. Artigo 2º . de 4 de julho de 2001.710. de 13 de janeiro de 2004.9.12.838. de 26 de setembro de 2005. as seguintes leis: I .10. VIII . em 11 de outubro.869.059. XXI . XII . XXIV . XXXII . por consolidação e sem interrupção da sua força normativa.12.Vetado. IV . de 27 de novembro de 2001. de 4 de janeiro de 1983.

Palácio dos Bandeirantes.Artigo 3º . José Serra 19 .Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. aos 15 de abril de 2008. devendo ser regulamentada pelo Poder Executivo.

motores. Art. Art. ainda. que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares e necessitam de recursos pedagógicos adicionais. 6º . 1º . § 1º . podendo. no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Indicação nº 70/07 e Deliberação nº 68/07 do Conselho Estadual de Educação. os paradigmas atuais da inclusão escolar vêm exigindo a ampliação dos serviços de apoio especializado e a adoção de projetos pedagógicos e metodologias de trabalho inovadores. contar. ou.alunos com altas habilidades. elaborado por professor da área. Resolve: Art.O encaminhamento dos alunos de que trata o caput deste artigo para serviços de apoio pedagógico especializado em salas de recursos far-se-á somente após avaliação pedagógica realizada em conformidade com o disposto na presente resolução. § 2º . que demandem atendimento educacional especializado. com relação aos aspectos físicos. auditivos e psico-sociais. formada pelo Diretor. com apoio de serviços especializados organizados na própria ou em outra unidade escolar. serão matriculados. rapidamente. III . superdotação e grande facilidade de aprendizagem.alunos com transtornos invasivos de desenvolvimento. Art. preferencialmente. excetuando-se os casos. ainda. cujas necessidades de recursos e apoios extrapolem. II .Aplicam-se aos alunos da modalidade de educação especial. V . independente de escolarização anterior. permanência. Art. II e III desta resolução. comprovadamente. conceitos.São considerados alunos com necessidades educacionais especiais: I . deverão ser encaminhados às respectivas instituições especializadas conveniadas com a Secretaria da Educação.alunos com deficiência física. que os levem a dominar. progressão e sucesso escolar de alunos com necessidades educacionais especiais em classes comuns do ensino regular representam a alternativa mais eficaz no processo de atendimento desse alunado. contendo parecer conclusivo sobre a situação escolar dos alunos atendidos pelos diferentes serviços de apoio especializado. em conformidade com os Anexos I.O atendimento escolar a ser oferecido ao aluno com necessidades educacionais especiais. sensorial e múltipla.alunos com outras dificuldades ou limitações acentuadas no processo de desenvolvimento.Caberá aos Conselhos de Classe/Ciclo/Série/Termo. ao final de cada ano letivo. 118 (21) – 15 Resolução SE 11. com fundamento no inciso II do artigo 20 . não permita sua inclusão direta nessas classes. deverá ser orientado por avaliação pedagógica realizada pela equipe da escola. mental. ingressantes na 1ª série do ensino fundamental ou que venham transferidos para qualquer série ou etapa do ensino fundamental e médio. 3º . na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.Os alunos com necessidades educacionais especiais. visuais.Seção I São Paulo. e considerando que: o atendimento escolar de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais far-seá preferencialmente. as mesmas regras previstas no regimento da escola para fins de classificação em qualquer série ou etapa. 1º de fevereiro de 2008 Diário Oficial Poder Executivo . em centros de apoio regionais.Os alunos com deficiências que apresentem severo grau de comprometimento. em classes comuns da rede regular de ensino. cuja situação específica. Professor Coordenador e Professor da sala comum. de 31-1-2008 Dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas A Secretária da Educação. as escolas poderão. acompanhado das fichas de observação periódica e contínua. procedimentos e atitudes. a inclusão. Art.em se tratando de alunos com significativa defasagem idade/série e severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla. em classes comuns do ensino regular. com fundamento no disposto nas Constituições Federal e Estadual. as disponibilidades da escola. mediante avaliação realizada pela escola. 2º . aprovar relatório circunstanciado de avaliação.sexta-feira. que não puderem atingir os parâmetros exigidos para a conclusão do ensino fundamental. 5º . com o apoio de professor especializado da Diretoria de Ensino e de profissionais da área da saúde. 4º .

59 da Lei 9. Parágrafo único . Art. II . § 3º .na organização dos Serviços de Apoio Especializado (Sapes) nas Unidades Escolares. em caráter de excepcionalidade e transitoriedade. em trabalho articulado com os demais profissionais da escola. II . com turmas constituídas de 10 a 15 alunos. poderão contar. ou mesmo apresentarem comprometimento do aproveitamento escolar em razão de transtorno invasivo do desenvolvimento. 360 horas de duração. de que se revestem a indicação do encaminhamento dos alunos e o tempo de sua permanência em classe regida por professor especializado. § 1º . gradativamente. § 2º . 21 . Serviços de Apoio Pedagógico Especializado (SAPEs). em decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla. desde que acompanhados dos termos de anuência da Diretoria de Ensino e da respectiva Coordenadoria de Ensino. as competências desenvolvidas pelo educando. voltados para o trabalho.A terminalidade prevista no caput deste artigo somente poderá ocorrer em casos plenamente justificados mediante relatório de avaliação pedagógica. na escola regular. 9º . § 2º . favorecendo a adoção de novas metodologias de trabalho. 7º . sob a supervisão do órgão competente. acompanhada de histórico escolar e da ficha de observação contendo. a fim de fornecer orientação às famílias no encaminhamento dos alunos a programas especiais. a serem atribuídas ao docente titular de cargo como carga suplementar e ao ocupante de função-atividade na composição da respectiva carga horária. 11 . com. quer em pequenos grupos na conformidade das necessidades do(s) aluno(s). da própria escola ou de outra unidade. expedir declaração com terminalidade específica de determinada série. Art. para sua efetiva integração na sociedade. com participação dos pais e do Conselho de Escola e/ou estrutura similar.o apoio oferecido aos alunos. em período diverso daquele que o aluno freqüenta na classe comum. com o atendimento em classe regida por professor especializado.Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno em classe regular.o funcionamento da sala de recursos será de 25 (vinte e cinco) aulas semanais.atendimento prestado por professor especializado. Art. com vistas a sua inclusão em classe comum. e.professor habilitado ou. 2 .394/96. com parecer aprovado pelo Conselho de Escola e visado pelo Supervisor de Ensino. III .Os alunos que não puderem ser incluídos em classes comuns. observado o disposto no parágrafo único do art. de forma descritiva. leve à inclusão do aluno em classes comuns do ensino regular. será assegurado por instrumentos e registros próprios.atendimento prestado por professor especializado. em nível de unidade escolar e por sua solicitação. balizada por profissionais da área da saúde. em sala de recursos específicos.Os Serviços de Apoio Pedagógico Especializado (SAPEs) serão implementados por meio de: 1 . professor com Licenciatura Plena em Pedagogia e curso de especialização na respectiva área da necessidade educacional.O tempo de permanência do aluno na classe regida por professor especializado dependerá da avaliação multidisciplinar e de avaliações periódicas a serem realizadas pela escola. 8º . viabilizando-a por uma reorganização que. terá como parâmetro o desenvolvimento de atividades que não deverão ultrapassar a 2 aulas diárias.a organização dos SAPEs na unidade escolar.as aulas do atendimento itinerante.O caráter de excepcionalidade. a indicação da necessidade de atendimento em classe regida por professor especializado deverá resultar de uma avaliação multidisciplinar. na ausência deste.comprovação de demanda avaliada pedagogicamente. Art. § 1º . serão desenvolvidas em atividades de apoio ao aluno com necessidades especiais. sob a forma de sala de recursos. distribuídas de acordo com a demanda do alunado. em horários programados de acordo com as necessidades dos alunos. de modo a atender alunos de 02(dois) ou mais turnos. Art. na forma de itinerância.A escola deverá articular-se com os órgãos oficiais ou com as instituições que mantenham parcerias com o Poder Público.Consideradas as especificidades regionais e locais. somente poderá ocorrer quando houver: I . 10 .A implementação de Serviços de Apoio Pedagógico Especializado (SAPEs) tem por objetivo melhorar a qualidade da oferta da educação especial. no mínimo. 4° da Deliberação CEE 68/07. serão organizados. observar-se-á que: I . na rede estadual de ensino. em sala de recursos ou no atendimento itinerante. quer individualmente. a ser realizada por equipe de profissionais indicados pela escola e pela família.

e as classes com professor especializado.394/96.º 8.A constituição da turma da sala de recursos.Os docentes. somente poderão atender alunos cujo grau de desenvolvimento seja equivalente ao previsto para o Ciclo I. Art.parecer favorável da CENP. SE n.proceder ao levantamento da demanda das salas de recursos e do apoio itinerante. VI .integrar os conselhos de classes/ciclos/séries/termos e participar das HTPCs e/ou outras atividades coletivas programadas pela escola.º 68/07 (Ind. IV.espaço físico adequado. Art.Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. III.º 95/00. Art. a Resolução SE 95/00. Lei n. Art. 148 do vol. Del. 13.As unidades escolares que não comportarem a existência dos SAPEs poderão. 16 . 12 .propor a criação de serviços de apoio pedagógico especializado à respectiva Coordenadoria de Ensino. Lei n. II . III .orientar e manter as escolas informadas sobre os serviços ou instituições especializadas existentes na região. atendidas as novas diretrizes da Educação Especial. etapa ou modalidade do ensino fundamental ou médio. Art. Revoga a Res. II .As turmas a serem atendidas pelas salas de recursos poderão ser instaladas para atendimento de alunos de qualquer série.As situações não previstas na presente resolução serão analisadas e encaminhadas por um Grupo de Trabalho constituído por representantes da CENP/CAPE. atendidas as exigências previstas no art.PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO ROTEIRO DESCRITIVO INICIAL/ANUAL DE OBSERVAÇÃO DO ALUNO Ano: Nome do aluno: Data de nascimento: 22 . § 1º . IV . CEE n.069/90.elaborar plano de trabalho que contemple as especificidades da demanda existente na unidade e/ou na região.º 9. da classe com professor especializado e da itinerância deverá observar o atendimento a alunos de uma única área de necessidade educacional especial.Caberá ao professor de Educação Especial. deverão ter formação na área da necessidade educacional especial. ANEXO I SALA DE RECURSOS / ITINERÂNCIA . observada a prioridade conferida ao docente habilitado. para atuarem nos SAPEs. Constituição Estadual. 15 . SE 31/08. Cogsp e/ou CEI e Diretoria(as) de Ensino envolvida(s). além do atendimento prestado ao aluno: I .º 90/05. remanejando os recursos e os equipamentos para salas de unidades escolares sob sua jurisdição. Res. expedido pelo Centro de Apoio Pedagógico Especializado. SE n. 139 do vol.III . de forma a agilizar o atendimento de alunos. contar com o atendimento itinerante a ser realizado por professores especializados alocados em SAPEs ou escolas da região. LX. Alterado pela Res. em especial.orientar a equipe escolar quanto aos procedimentos e estratégias de inclusão dos alunos nas classes comuns.oferecer apoio técnico pedagógico aos professores das classes comuns. à pág. definida a demanda. L. ficando revogadas as disposições em contrário. § 2º . 17 da Resolução SE 90/05.participar da elaboração da proposta pedagógica da escola. mantendo contatos com as mesmas. 14 . CEE n.º 70/07).Caberá às Diretorias de Ensino: I .fornecer orientações e prestar atendimento aos responsáveis pelos alunos bem como à comunidade. 17 .recursos e materiais didáticos específicos. Art. Notas: Constituição Federal. V . não segregado. V . visando à otimização e à racionalização do atendimento com o objetivo de transformar ou transferir o serviço oferecido. à pág.

Avanços do aluno ao longo do ano letivo.PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO FICHA DE ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DO ALUNO 23 . caso já tenha freqüentado outra escola .Expectativas da família . ___________________ ____________________ Nome do Professor / RG Professor Coordenador Diretor _____________________________ Nome do Professor/RG (especialista) Obs. D . social e familiar 1.Habilidade sensório-motora a) Percepção e memória visual b) Percepção e memória auditiva c) Percepção de diferenças e semelhanças d) Orientação temporal e) Orientação espacial .Descrição das características do aluno (sociabilidade e afetividade) .Série: Endereço residencial: Telefone de contato da família: Área de deficiência: Escola: Diretoria de Ensino: Relato do professor da sala comum: A .Expressão Criativa .Atenção .: Este documento é roteiro para elaboração da Avaliação Descritiva ANEXO II SALA DE RECURSOS / ITINERÂNCIA .Intervenção e interação afetiva.Interesse .Histórico do Aluno .Relacionamento do aluno na escola onde está matriculado (com os professores e colegas) 3.Raciocínio lógico-matemático C .Linguagem e comunicação: oral .Relacionamento do aluno com o professor especialista 4.Relacionamento com a família e grupos .Habilidades motoras .Linguagem e comunicação: escrita .Antecedentes de atendimento de outra natureza ( clínicos e terapêuticos) 2.Observações do Professor e condutas a serem seguidas.Pensamento lógico .Antecedentes de atendimento.Concentração .observação descritiva nas diversas situações escolares: .Compreensão e atendimento a ordens .Relacionamento com seu grupo social B – Avaliação pelo professor especialista .

....................................................................................................................................................................................................................... recurso utilizado e intervenção realizada) ........ .....................................................................................................Item 1 – Informações Gerais Nome do aluno: Área de deficiência: Escola: Série: Data do atendimento: ____/ ____/ ______ Quantidade de horas de atendimento: ( ) Aluno ( ) Professores de sala comum ( ) Equipe escolar ( ) Família ( ) Comunidade ( ) Obs............................................................................................................................. .................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. ............................................................................................... Item 4 – Observações: ........................... Item 3 – Materiais preparados para o aluno e/ou professor da sala comum: .................................................................................................................... articuladas com o professor da sala comum: (Objetivos.......................................................................................................... ....................................................................................................................................................................................... ............................. ........................................... .......................... ....... .......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... ______________________ _______________________ _____________________ Professor Professor Coordenador Diretor ANEXO III SALA DE RECURSOS / ITINERÂNCIA .......................................................................... ........................................................................................................................................................................................................................ 24 .. .............................. ..................................................................................................... ............ .............................................: Nomear o(s) professor(es) atendido(s) e classe(s)/série(s) Quantidade de horas na produção de material pedagógico: ( ) Item 2 – Ações desenvolvidas com o aluno......................... ............................ ...........PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO FICHA DE ACOMPANHAMENTO BIMESTRAL E INDIVIDUAL DO ALUNO Item 1 – Informações Gerais: Nome do aluno: Escola de matrícula: Escola da Sala de Recursos: Série: Diretoria de Ensino: Forma de atendimento: ( ) Sala de Recursos ( ) Itinerância Bimestre: Item 2 – Quais os objetivos dos atendimentos no bimestre? Foram alcançados? ....................................................................................................................................................................... tipo de atividade................................................................................

..............Observações: ............................................................ ....................................................................................................................................................... ........... ______________________ _______________________ _____________________ Nome do Professor / RG Professor Coordenador Diretor Anexos publicados no DOE de 12/02/2008 (Resoluções de 11/02/2008) 25 ............................................. .. Item 3 – Foi necessária alguma intervenção especial? Qual? ................................................................................................................................................................................................................................................ ....................................................... ................................................................................................................................................................ Item 5 ................................................................................................................................................................................... ...................................................................................................................................................................................................................................................... ...................................................................................................................... ................................................................................................................................................................................................... ..................................................................................................... Item 4 – Caracterização do Atendimento: Nome do Professor: Formação do professor: Carga horária: Quantidade de horas bimestrais na orientação de: ( ) Professores de sala comum ( ) Equipe escolar ( ) Família ( ) Comunidade Quantidade de horas na produção de material pedagógico: ( ) Total de horas trabalhadas direto com o aluno: ( ) Total de horas bimestrais trabalhadas em função deste aluno: ( ) Item 5 – Reavaliação e encaminhamento: .................................................................................................

que não puderam. das escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas. à vista do disposto na Res. na conformidade do roteiro objeto do Anexo I da presente portaria.histórico escolar do aluno. III . expedida pela unidade escolar.Fazem jus à certificação de que trata o caput do artigo. a alunos com necessidades educacionais especiais. fundamentada nos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental. IV . passíveis de ampliarem suas possibilidades de inclusão social e produtiva . na conformidade das normas estabelecidas para o registro do rendimento escolar. incluída a mental. SE nº 11. baixam a seguinte portaria: Art. será levada em conta a necessidade da participação efetiva do Poder Público. 3º . Nesse caso. Parágrafo único .Os Coordenadores de Estudos e Normas Pedagógicas. assegurado pela Lei nº 9394/96 em seu inciso II do artigo 59. V . na área da deficiência mental. contendo no campo de Observações a seguinte ressalva: “Este Histórico Escolar somente terá validade se acompanhado da Avaliação Pedagógica”.item 6 do anexo I desta portaria.anexo III da presente portaria. os alunos com necessidades educacionais especiais. VI . à vista das alternativas regionais educacionais existentes. Art. de Ensino da Região Metropolitana da Grande São Paulo e do Interior. alterada pela Res. que demandam apoio constante de alta intensidade. de 31/01/2008. a expedição do termo de terminalidade escolar específica somente poderá ocorrer em casos plenamente justificados.o Certificado de Terminalidade Escolar Específica do Ensino Fundamental somente poderá ser expedido ao aluno com idade mínima de 16 (dezesseis) anos e máxima de 21 (vinte e um) anos. Ciclo I e II .conjunto dos dados individuais do aluno.Entenda-se por Terminalidade Escolar Específica.Atendidos os quesitos objeto do artigo anterior. na área da deficiência mental. Art. 2º . a alunos com necessidades educacionais especiais.registro do encaminhamento proposto ao aluno.cópia da avaliação das habilidades e competências atingidas pelo aluno nas diversas áreas do conhecimento. estabelecidas pela Res. a certificação de estudos correspondente à conclusão de ciclo ou de determinada série do ensino fundamental. SE nº 61 de 24 de setembro de 2007. de 6-7-2009 Dispõe sobre a Terminalidade Escolar Específica de alunos com necessidades educacionais especiais na área da deficiência mental. II . 1º . em seus diferentes níveis.anexo II da presente portaria. que demonstram não terem se apropriado das competências e habilidades básicas exigidas para a conclusão desse nível de ensino. inclusive para gerir sua vida e que demonstram não terem se apropriado das competências e habilidades básicas fixadas para determinada série ou ciclo do ensino fundamental. comprovadamente.parecer favorável emitido pelos supervisores responsáveis pela Educação Especial e pela unidade escolar nas Diretorias Regionais de Ensino.cópia do termo de certificado de terminalidade escolar específica . * a necessidade de se orientar as unidades escolares sobre os procedimentos pedagógicos a serem adotados na avaliação das competências e habilidades determinantes da certificação a ser expedida. devendo se constituir em um acervo de documentação individual do aluno que deverá contar com um relatório circunstanciado e com os seguintes documentos: I .Portaria Conjunta CENP/COGSP/ CEI. nº 31 de 24/03/ 2008 e considerando: * o direito à certificação de Terminalidade Escolar Específica. acompanhados das fichas de observação periódica e contínua realizada e dos registros feitos pelo atendimento no Serviço de Apoio Pedagógico Especializado. 26 . atingir os parâmetros curriculares estabelecidos pela Pasta para o ensino fundamental. que apresentem comprovada defasagem idade/série e grave deficiência mental ou deficiência múltipla.

articular-se com órgãos oficiais ou com instituições da sociedade.designar comissão composta por três educadores da equipe escolar. 8º . preferencialmente. para expedição do Certificado de Terminalidade Escolar Específica.emitir histórico escolar. II . voltados para o trabalho e sua efetiva inserção na sociedade local. considerando: 27 . quando convocados para análise do relatório. 7º . II . 2 . II . 11º . que expresse o processo de aprendizagem desenvolvido pelo aluno indicado para Terminalidade Escolar Específica. III . 5º . de acordo com a legislação vigente. conforme §2º.Caberá ao professor especializado do Serviço de Apoio Pedagógico Especializado. dentre os quais. Art. emitindo parecer específico. um professor com formação na área da deficiência mental. artigo 6º da Res.participar do Conselho de Classe/Série e do Conselho de Escola. bem como o Certificado de Terminalidade Escolar Específica.Caberá à Diretoria de Ensino.Caberá aos Supervisores responsáveis pela Educação Especial e pela Unidade Escolar: I . SE 11/08. e fornecer informações detalhadas.Objetivos priorizados e conteúdos selecionados. Art. Art. emitir parecer sobre os documentos que serão anexados ao Certificado de Terminalidade Escolar Específica. através da equipe responsável pela Educação Especial. na conformidade do contido no inciso III do artigo 2º desta portaria. COGSP e/ou CEI e da Diretoria de Ensino envolvida. apoiado nos documentos fornecidos pela equipe escolar: I .Caberá ao Diretor da Escola: I . 4º . para analisar e emitir parecer sobre o relatório final. a fim de fornecer orientação às famílias para encaminhamento do aluno a programas especiais.cuidar que a documentação referente à concessão da Terminalidade Escolar Específica permaneça à disposição da família do aluno para os encaminhamentos que se fizerem necessários. acompanhado de parecer conclusivo. Art. sem prejuízo das respectivas funções docentes e.analisar e visar toda documentação referente à vida escolar do aluno. 3 . sobre o processo de ensino e aprendizagem do referido aluno.As situações não previstas na presente Portaria serão analisadas por um grupo de trabalho constituído por representantes da CENP/CAPE. 6º . IV .Proposta pedagógica oferecida para o aluno. Art. Art. se necessário.Dificuldades apresentadas pelo aluno.Art. na conformidade do contido no Regimento Escolar.elaborar o relatório individual com dados do aluno e de acordo com o inciso I do artigo 2º da presente portaria. para concessão do Certificado de Terminalidade Escolar Específica.Caberá ao professor (ou professores) da classe comum em que o aluno se encontra matriculado realizar uma avaliação pedagógica descritiva das habilidades e competências desenvolvidas pelo aluno. 9º . Anexo I ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO INDIVIDUAL DE ALUNOS INDICADOS À TERMINALIDADE ESPECÍFICA Escola: ______________________________________ Nome do Aluno: _______________________________ Data de nascimento: ______________________ 1 .Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.orientar a escola quanto ao processo de avaliação do aluno.

posicionamento diante do outro.a) as adaptações significativas no currículo. manuais. Supervisor de Ensino responsável pela Unidade Escolar e os membros da equipe responsável por Educação Especial na Diretoria de Ensino (Supervisor de Ensino e Assistente Técnico Pedagógico): Obs. e) as habilidades artísticas.394/96 (Artigo 59. alterada pela Resolução SE 31/08 EE _________________________________________ Identificação do aluno Nome: _______________________________________ Registro do aluno: _______________ Idade: _________ Série de origem: ___________ Identificação do(s) professor(es) do ensino comum Nome do (s) professor (es): _______________________ HABILIDADES e COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS PELO ALUNO EM TODAS AS ÁREAS DO CURRÍCULO ____________________________________________ ___ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ 28 . 1: Esse documento deverá ser um compilado das fichas de observação realizadas ao longo do processo educacional do aluno. alterada pela Resolução SE 31/09. b) as adaptações de acesso em relação às necessidades educacionais especiais.Proposta pedagógica desenvolvida para o aluno nos serviços de apoio pedagógico.Assinaturas (Professor Especializado na área da Deficiência Mental. Anexo II AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA DESCRITIVA ENSINO FUNDAMENTAL .Encaminhamentos compatíveis com as competências e habilidades desenvolvidas pelo aluno.CICLO I / II REGISTROS DE HABILIDADES e COMPETÊNCIAS TERMINALIDADE ESPECÍFICA Lei Federal nº 9. Inciso II) Resolução SE 11/08.Elementos de apoio oferecidos pela família. c) os objetivos e conteúdos curriculares de caráter funcional e prático (consciência de si. 5 . g) conhecimento do meio social. f) exercício da autonomia. 4 . 7 . cuidados pessoais e de vida diária). profissionais clínicos e outros. h) critérios de avaliação adotados durante o processo de ensino aprendizagem. práticas esportivas. de acordo com o art. 4º da Resolução SE n° 11/08. d) relacionamento interpessoal. 6 .

São Paulo. certifica que _______________________________________RG nº ___________.: Essa descrição deverá ser sucinta e obedecendo a seqüência das disciplinas.394/96 e artigo 6º da Resolução SE 11/08.E. ____________________________________________________________ de acordo com o inciso VII do artigo 24. Secretário (carimbo com RG) 29 . concluiu a ____ série em regime de Terminalidade Específica no ano letivo de _________.________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ ________________________________________________ _______________________________ Obs. alterada pela Resolução SE 31/08. de de . nascido em ___/ ___/ _____. inciso II do artigo 59 da Lei 9. Assinaturas: Anexo III CERTIFICADO DE TERMINALIDADE ESPECÍFICA O Diretor da E.

Diretor (carimbo com RG) HISTÓRICO ESCOLAR Este Histórico só tem validade acompanhado da avaliação pedagógica descritiva do aluno. (Informação a ser inserida no campo Observação do histórico escolar) 30 .

a serem expedidas pelo órgão setorial de recursos humanos desta Pasta. observadas as normas específicas. Comissão Especial de Contratação por Tempo Determinado. conforme prevê o artigo 7º do Decreto nº 54. 31 . CE . que precederá as contratações de servidores. reiterado pelo artigo 3º do Decreto nº 54.CTD. de 16 de julho de 2009. de 13 de agosto de 2009.Seção I São Paulo. 2º . à vista do que dispõe o artigo 2º da Lei Complementar nº 1. de que trata a Lei Complementar nº 1.682/2009. para suprir necessidade de serviços nas unidades escolares da rede pública estadual. nas respectivas áreas de jurisdição.para a realização de cada processo seletivo simplificado. por tempo determinado.67.sexta-feira.Fica delegada a competência para celebrar contratações de servidores.Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. 119 (185) – 33 Educação GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução SE . resolve: Art. de 16 de julho de 2009 O Secretário da Educação.093. fica também delegada aos Dirigentes Regionais de Ensino a competência para instituir.682. 2 de outubro de 2009 Diário Ofi cial Poder Executivo . Parágrafo único . aos Dirigentes Regionais de Ensino. no âmbito da Diretoria de Ensino. retroagindo seus efeitos à data de 17 de julho de 2009. com relação à celebração de contratações temporárias de servidores. 1º .093. Art. de 1-10-2009 Delega competência para celebração de contratações por tempo determinado.

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