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MANUAL BÁSICO

Versão [14.01.05]

© 2004. Ministério da Saúde É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Humberto Costa Ministro de Estado da Saúde Antonio Alves de Sousa Secretário Executivo Ana Paula Soter – Assessora Especial do Ministro de Estado da Saúde Reneide Muniz da Silva – Assessora Especial do Ministro de Estado da Saúde Monitoramento do Gabinete do Ministro de Estado da Saúde Paulo Marchiori Buss Presidente da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz Jamaira Moreira Giora Diretora do Programa Farmácia Popular do Brasil Arionaldo Bomfim Rosendo Diretor Executivo do Fundo Nacional de Saúde Jamaira Moreira Giora – Diretora do Programa Farmácia Popular do Brasil Norberto Rech – Assessor Especial do Ministro de Estado da Saúde Paulo Ernani Gadelha Vieira – Vice Presidente de Desenvolvimento Institucional, Informação e Comunicação - Fiocruz Conselho Gestor do Programa Farmácia Popular do Brasil Dirceu Brás Aparecido Barbano – Gerente de Projetos - Ministério da Saúde Fernando José Marques de Carvalho - Diretor de Administração - Fiocruz Hayne Felipe da Silva – Gerente Técnico do Programa Farmácia Popular do Brasil - Fiocruz Comitê Técnico Executivo do Programa Farmácia Popular do Brasil Elaboração do Manual Básico do Programa Farmácia Popular do Brasil. Coordenação: Anamim Lopes da Silva e Dirceu Brás Aparecido Barbano Colaboradores: Antônio Mallet, Cláudio Damasceno Raposo, Cristiane Teixeira Sendim, Eliane Cortez Corrêa, Fernanda Junges, Fernando José Marques de Carvalho, Gilvan Ferreira, Hayne Felipe da Silva, Isabel de Freitas Aoki, Jorge Luiz Faria Pessanha, Josinaldo da Silva Dias, Luciana Peres de Medeiros, Luiz Roberto da Silva Klassmann, Márcio Magalhães das Neves, Nelson Santos Silva. Fundação Oswaldo Cruz Av. Brasil, 4.365 Manguinhos – Rio de Janeiro – RJ CEP: 21045-900 (21) 2598-4242 Programa Farmácia Popular do Brasil Esplanada dos Ministérios, Bloco G Edifício Sede, 8º andar, sala 828 CEP: 70058 – 900 Brasília -DF (61) 315 3361 / 315 3362 e-mail: farmaciapopular@saude.gov.br 56 p.: (Normas e Manuais Técnicos)

APRESENTAÇÃO O programa Farmácia Popular tem como um dos seus principais objetivos a ampliação do acesso da população aos medicamentos básicos e essenciais, diminuindo, assim, o impacto do preço dos remédios no orçamento familiar. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de instituições brasileiras indicam que as famílias de menor renda destinam 2/3 dos gastos com saúde para a compra de remédios. Apesar dos esforços conjugados pelo Ministério da Saúde e Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde para a elevação dos recursos destinados à aquisição de medicamentos para distribuição gratuita na rede pública de saúde, sabe-se que cerca de 51,7 % dos brasileiros interrompem o tratamento devido a falta de dinheiro para comprar os remédios, conforme apontou um levantamento realizado pelo Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde. Essa situação representa um dos grandes desafios dos gestores públicos, pois uma parcela significativa dessas pessoas é usuária de serviços privados de saúde, os quais não garantem assistência farmacêutica. A ação do governo federal, disponibilizando uma relação de medicamentos mediante o simples ressarcimento dos seus custos, fortalece o papel do Estado no amparo dos direitos à saúde para esses cidadãos. A participação efetiva da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, responsável por operacionalizar o programa, coordenando a estruturação das unidades e executando a compra dos medicamentos, o abastecimento das farmácias e a capacitação dos profissionais, garante sua inserção contínua e segura nos sistemas de saúde das áreas onde é implantado. A prioridade na aquisição dos medicamentos através dos Laboratórios Farmacêuticos Públicos é uma forma de incentivo à sua produção. O Programa Farmácia Popular baseia-se na efetivação de parcerias com prefeituras, governos estaduais, órgãos e instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos de assistência à saúde. Seus objetivos característicos e as peculiaridades na forma de implementação indicam um caminho perene de articulação multi institucional, das diferentes esferas de governo e com distintos atores da sociedade, na busca de soluções para uma complexa demanda social, que é a garantia de assistência farmacêutica a toda a população do país. Embora o Programa Farmácia Popular conte com outras ações, como a subvenção econômica para medicamentos utilizados no tratamento de diabetes e hipertensão e a redução do ICMS de cerca de 2.800 produtos, por hora são apresentados os detalhes relativos à instalação de unidades caracterizadas como Farmácia Popular do Brasil.

Humberto Costa Ministro da Saúde

ÍNDICE
INTRODUÇÃO CAPÍTULO I - INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O PROGRAMA SEÇÃO I – DEFINIÇÕES ESTRATÉGICAS 1. 1.1. 1.2. 1.3. 1.4. 1.5. 1.6. O Programa Farmácia Popular Definição de Termos Bases e Princípios Objetivos característicos Funcionalidade do Programa Recursos Financeiros Abrangência do Programa e Critérios para Implantação

SEÇÃO II – ADESÃO AO PROGRAMA E INSTALAÇÃO DE UNIDADES 2. 2.1. 2.2. 3. Mecanismos de Adesão e Parcerias Adesão ao Programa Critérios para Qualificação/Habilitação Instalação de Unidades Localização e área Móveis e equipamentos Disponibilidade dos Medicamentos Formalização Jurídica Registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ Inscrição Estadual Registro e Lacração do Emissor de Cupom Fiscal (ECF) Impressão de Notas Fiscais Regularização de Localização Licença de Funcionamento e Localização Licença do Corpo de Bombeiros Regularização Sanitária Inscrição no Conselho Regional de Farmácia Licença da Autoridade Sanitária Local Autorização de Funcionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA

3.1. 3.2. 3.3. 3.4. 3.4.1. 3.4.2. 3.4.3. 3.4.4. 3.5. 3.5.1. 3.5.2. 3.6. 3.6.1. 3.6.2. 3.6.3.

SEÇÃO III – MANUTENÇÃO DO PROGRAMA E GESTÃO DAS UNIDADES 4. Gestão Padronizada 4.1. Gestão Administrativa 4.1.1. Recrutamento, Seleção, Contratação e Capacitação de Pessoal 4.1.2. Estoque de Medicamentos e Suprimentos de Embalagem 4.1.3. Controle Financeiro 4.1.4. Controle e Operação Contábil 4.2. Gestão Técnica 4.2.1. Cuidados com os Medicamentos 4.2.1.1. Armazenamento 4.2.1.2. Fracionamento da Embalagem Secundária 4.2.1.3. Identificação das Embalagens para o Programa 4.2.2. Cuidados com os Usuários 4.2.2.1. Acolhimento e Abordagem ao Usuário 4.2.2.2. Dispensação dos Medicamentos 4.2.2.3. Orientação ao Usuário de Medicamentos 4.2.2.4. Acompanhamento e Monitoramento do Tratamento 4.2.3. Educação em saúde 4.2.4. Mensuração e avaliação dos resultados.

CAPÍTULO II - ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS SEÇÃO I – ESTADOS, MUNICÍPIO E DISTRITO FEDERAL 5. Repasse de recursos fundo a fundo Qualificação do Projeto de Implantação e Manutenção Proposta de Adesão Condições e Critérios de Aprovação da Proposta de Adesão Termo de compromisso Orientações para a execução Prestação de Contas – Relatório Trimestral

5.1. 5.2. 5.2.1. 5.2.2. 5.2.3. 5.3.

SEÇÃO II – INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS 6. Celebração de Convênios Apresentação de pleito/projeto de acordo com as Normas do MS Habilitação da Instituição e do Pleito/Projeto Assinatura do Convênio Liberação dos Recursos Como gastar os recursos

6.1. 6.1.1. 6.1.2. 6.1.3. 6.1.4.

SEÇÃO III – MONITORAMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLE 7. Monitoramento 7.1. Coordenação de Monitoramento 7.2. Fundo Nacional de Saúde e Divisão de Convênios 8. Prestação de Contas Parcial Relatório Trimestral 9. Prestação de Contas Regular

ADENDOS
Adendo I – PROPOSTA DE ADESÃO Adendo II – TERMO DE COMPROMISSO Adendo III – RELATÓRIO TRIMESTRAL Adendo IV – ESPECIFICAÇÃO PADRÃO – REFORMA E ADAPTAÇÃO DE IMÓVEL Adendo V – MÓVEIS E EQUIPAMENTOS CEDIDOS - REFERÊNCIA PADRÃO Adendo VI - MINUTA DE COMODATO - MÓVEIS E EQUIPAMENTOS Adendo VII - QUADRO DE RECURSOS HUMANOS – REFERÊNCIA MÍNIMA Adendo VIII - MINUTA DE CONVÊNIO PADRÃO – FIOCRUZ / PARTÍCIPE Adendo IX – ENDEREÇOS ÚTEIS Adendo X – LEGISLAÇÃO E NORMAS CITADAS NO MANUAL BÁSICO

mantenedoras de estabelecimentos de assistência à saúde ou de ensino superior de farmácia. O presente Manual trata tanto do atendimento na forma do incentivo transferido regular e automaticamente fundo a fundo. descrevendo suas bases. Ademais todas as informações contidas nesse instrumento servirão para a plena informação da sociedade. Municípios e Distrito Federal.587.INTRODUÇÃO O presente Manual destina-se a orientar e especificar os procedimentos necessários para a qualificação de Estados.º 2. para o atendimento de projetos de implantação e manutenção de unidades do Programa Farmácia Popular do Brasil. os procedimentos técnicos e operacionais padronizados para a execução das atividades da Farmácia. em capítulo próprio. também privadas. em capítulos distintos. fundamentalmente aquelas voltadas ao cuidado com os medicamentos e ao atendimento aos usuários. estão indicadas no Manual as orientações específicas. . bem como órgãos. de órgãos e entidades e instituições públicas e. sem fins lucrativos. a qual se incumbirá do exercício do controle social que lhe cabe. sem fins lucrativos. privadas. entidades e instituições públicas e. Além de apresentar o Programa Farmácia Popular do Brasil. também. critérios e condições para implantação. beneficiária do esforço empreendido com a implantação do Programa Farmácia Popular. de 06 de dezembro. instituído pela Portaria GM n. visando garantir a uniformidade das ações. mantenedoras de estabelecimentos de assistência à saúde ou de ensino superior de farmácia. Além das orientações relativas à qualificação para implantação e manutenção das unidades. relativas às duas formas de atendimento das Propostas de Adesão ao Programa. estão descritos. respectivamente. quanto por meio da celebração de convênios. visando igualmente a adesão ao Programa.

ou eventualmente a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz que repassará recursos para a instalação e manutenção do Programa. tendo sua Proposta de Adesão aprovada. logística. O Programa Farmácia Popular 1.1.CAPÍTULO I INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O PROGRAMA Nesse Capítulo estão contidas as informações relativas ao Programa Farmácia Popular do Brasil. Há uma Seção específica tratando da adesão ao Programa e da instalação de unidades. nos termos deste Manual. Por fim constam as informações relativas à manutenção do Programa e à gestão técnica e operacional das unidades vinculadas. Município. manifesta-se nesse sentido apresentando a Proposta de Adesão (Adendo I). 1. responsável pela aquisição e distribuição de medicamentos. nos termos da IN 01/97 e Normas vigentes no Ministério da Saúde. buscando assegurar fácil e eficiente acesso àqueles considerados básicos e essenciais à população. Distrito Federal. assumindo suas prerrogativas e responsabilidades decorrentes. Definição de termos Para efeito deste manual considera-se: a) Proponente: o Estado. através do Ministério da Saúde. c) Concedente: o Ministério da Saúde. . bem como do funcionamento e da abrangência do Programa. do partícipe convenente que é aquele que recebe recursos financeiros mediante a celebração de convênios de natureza financeira. vem implementando ações que buscam promover a ampliação do acesso da população aos medicamentos. como um insumo estratégico da Política de Saúde. órgão ou entidade pública. equipamentos. Bases e Princípios O Governo Federal. b) Partícipe: o proponente que. que ao interessar-se em participar do Programa. ou também privada sem fins lucrativos. passa a integrar o Programa. d) Órgão Técnico Responsável: a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. mantenedores de estabelecimento assistencial de saúde ou de ensino superior de farmácia. SEÇÃO I – DEFINIÇÕES ESTRATÉGICAS 1. consultoria e assistência técnica. que receberá o recurso na forma de incentivo transferido fundo a fundo. Diferem entre si o partícipe comum no âmbito do SUS.2. envolvendo uma descrição minuciosa das suas bases e características.

Consoante ao disposto na Constituição de 1988 e na Lei Orgânica da Saúde (Lei 8. para a instalação de unidades do Programa em locais estratégicos no país.090. foi instituído o programa “Farmácia Popular do Brasil”. Nesse contexto. O Programa destina-se ao atendimento igualitário de pessoas usuárias ou não dos serviços públicos de saúde. mediante o ressarcimento de seus custos. 1. deve ser considerado como uma Política Pública com um importante objetivo que é a ampliação do acesso da população a medicamentos essenciais. tendo com interveniente o Ministério da Saúde. na medida em que não visa lucro para as unidades do programa.858. de 13 de abril de 2004. tampouco para os que as mantém. fortalecendo as estruturas dos serviços públicos de saúde. através do Decreto n. O ressarcimento de custos tratado na Lei é diferente de venda comercial. bem como com instituições privadas autorizadas nos termos desse Manual. As peculiaridades do mercado farmacêutico brasileiro repercutem de forma relevante no processo de elaboração e execução de políticas públicas. . traduzidos na ampliação do acesso aos medicamentos e à assistência farmacêutica. através de convênios com a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz.º 5. colabora–se na adoção de medidas destinadas a assegurar o acesso universal a um elenco de medicamentos classificados como essenciais. no âmbito do Programa de Saúde do Governo Federal e no contexto das ações de assistência farmacêutica. cujo foco principal é a implantação da rede “Farmácia Popular do Brasil” em parceria com Governos Estaduais e Municipais. conjugando-os com a pressuposição do caráter complementar do setor privado. 10. com vistas a assegurar à população o acesso a produtos básicos e essenciais a baixo custo. apontando para a necessidade da adoção. gerando ampliação do acesso a medicamentos por parte da população.3. autoriza a Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ a distribuir medicamentos. Distrito Federal ou Municípios. integralidade e eqüidade. de mecanismos de inclusão. que consagra a saúde como direito de todos e dever do Estado. inclusive a atendida hoje por serviços privados de saúde. não se confundindo com as aquisições públicas realizadas pela União.080/90). e que têm dificuldades em adquirir medicamentos de que necessitam em estabelecimentos farmacêuticos comerciais. Estados. Objetivos característicos O Programa FARMÁCIA POPULAR DO BRASIL. de 20 de maio de 2004. mas principalmente daquelas que utilizam os serviços privados de saúde. Os produtos distribuídos através do Programa Farmácia Popular são os adquiridos pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. A Lei nº. principalmente na de Assistência Farmacêutica. Importa salientar que fica preservada a necessária gratuidade e assegurado o provimento da Rede Pública do Sistema Único de Saúde com medicamentos fornecidos aos seus usuários. enquanto se reafirmam os princípios da universalidade. pelo Governo Federal. em processos específicos.

Funcionalidade do Programa O Programa Farmácia Popular desenvolve-se de forma conjunta envolvendo o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. Nesse caso. são disponibilizados produtos adquiridos junto às empresas privadas. inibe a automedicação que se configura num grave problema de saúde pública. Além de possibilitar o acesso irrestrito das pessoas que necessitam de medicamentos. Municípios e os órgãos. através do Ministério da Saúde. pertencentes à União. O acesso aos benefícios do Programa é assegurado mediante a simples apresentação do receituário de qualquer profissional de saúde legalmente qualificado. instituições e entidades contempladas nesse Manual.Por vezes essas dificuldades levam ao não cumprimento regular do tratamento. em muitos casos.090/04 e este Manual Básico. contendo um ou mais medicamentos disponíveis. considera-se que a possibilidade de aquisição de medicamentos a baixo custo na Farmácia Popular repercutirá em melhoria das condições de saúde da população alvo.4.º 5. Esse elenco poderá apresentar diferenças em decorrência de características próprias das diferentes regiões do país. estabelecido com base em evidências científicas e epidemiológicas que indicam sua aplicação segura e eficaz no tratamento das doenças e agravos prevalentes na população do país. Estados e Municípios. A prioridade para aquisição dos medicamentos para o Programa é dada aos Laboratórios Farmacêuticos Públicos.º do Decreto n. por intermédio de convênios firmados com Estados. são tratadas nos serviços ligados ao Sistema Único de Saúde. quando se trata de doenças crônicas como a hipertensão e diabetes. podendo ter como interveniente a própria União Federal. sempre que disponíveis no mercado. ou quando necessário. Nesse caso. Distrito Federal. Dessa forma. . A conseqüência natural é o agravamento do quadro e o aparecimento de complicações que. mediante os devidos processos licitatórios. 1. prescrito de acordo com a legislação vigente. 2. Porém é através desta última que se materializa a sua execução. Outra preocupação é a disponibilização prioritária de medicamentos genéricos. a eventual utilização irregular de medicamentos compromete os resultados esperados com o tratamento. O Programa disponibiliza um elenco de medicamentos. a exigência da receita para todos os medicamentos disponíveis. conforme prevêem o art.

na forma definida para o programa. com suas respectivas Equipes executivas. DF. o Comitê Técnico-Executivo. Logística. podendo ser a própria Fiocruz ou os partícipes comuns e convenentes. Municípios e Entidades. de 11 de agosto de 2004. é executada pelo responsável pela unidade.651/04. o Conselho Gestor do Programa. Além das responsabilidades atribuídas às instâncias criadas pela Portaria GM n. PARCEIROS Estados. Equipamentos. a Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ é a executora das ações inerentes à aquisição. U I I I U I I U I I U I I U I U I I U – Unidades do Programa Farmácia Popular I – Usuários do Programa Farmácia Popular O modelo de gestão do Programa Farmácia Popular foi definido pela Portaria GM n.Fig. com a qual foram instituídos. no âmbito do Ministério da Saúde. estocagem e distribuição dos medicamentos. a Coordenação de Monitoramento. Consultoria e Assistência Técnica.º 1. 1 – Desenho do Programa Farmácia Popular Programa Farmácia Popular do Brasil Recursos Orçamentários FIOCRUZ MS/FNS convênio convênio/incentivo “fundo a fundo” Proposta de Adesão Aquisição e Distribuição de Medicamentos. Recursos Financeiros para a Instalação e Manutenção de unidades do Programa. . as Gerências Técnicas e Administrativas. A etapa de dispensação.º 1651.

ou os destinados ao repasse aos Estados.Fig. . que pelas suas características peculiares sejam considerados estratégicos para o Programa Farmácia Popular. pois há um grande contingente de pessoas utiliza o setor privado para adquirir os medicamentos de que necessita. bem como outros. 2 – Organograma de Gestão do Programa Farmácia Popular GABINETE DO MINISTRO Conselho Gestor do Programa Direção Nacional do Programa Representante da Direção da Fiocruz Representante do Gabinete do Ministro Coordenação de Monitoramento MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Técnico-Executivo Coordenador .6. 1. aqueles que compõem os aglomerados urbanos. de forma geral no âmbito do Sistema Único de Saúde. Não se confundem com aqueles designados especificamente à aquisição de medicamentos para distribuição gratuita na rede pública de saúde. Distrito Federal e Municípios. sendo priorizados inicialmente os municípios sedes de regiões metropolitanas. Recursos Financeiros Os recursos para implantação e manutenção do Programa são provenientes de execução descentralizada de programa de trabalho específico do orçamento da União destinado ao Ministério da Saúde. segundo classificação do IBGE. Nessas áreas.5.Ministério da Saúde Coordenador Fiocruz Gerência Técnica FIOCRUZ Equipe de Formação e Capacitação Equipe de Atenção ao Usuário Equipe de Informação e Comunicação Gerência Administrativa FIOCRUZ Equipe de Recursos Logísticos Equipe de Suporte Operacional Equipe Financeira e Contábil 1. Abrangência do Programa e Critérios para Implantação A implantação do programa dar-se-á de forma gradual. o perfil sócio-econômico da população enquadra-se nos objetivos característicos do programa.

. a adesão se concretiza mediante a publicação de Portaria Ministerial autorizativa de repasse de recursos concedendo o incentivo. Mecanismos de Adesão e Parcerias Para garantir que o Programa Farmácia Popular tenha a abrangência necessária para atingir os municípios considerados estratégicos. planos coletivos de assistência à saúde. mantenedoras de estabelecimento assistencial de saúde ou de ensino superior de farmácia.º 2.587/04 institui um mecanismo de cooperação financeira entre a União. II e III do Capítulo II. Municípios. No caso dos Estados. descritas nas seções I. entidades.6. . Tratam-se de usuários de serviços de saúde de empresas. Estados.1. Distrito Federal. Adesão ao Programa São duas as formas de adesão ao Programa. instalem e mantenham unidades a eles vinculadas. também. respeitando-se os seus critérios e condições para adesão. conforme orientações específicas desse Manual Básico. 2.6. A Portaria GM n. quanto aos órgãos. ou ainda os serviços privados de menor complexidade que não dispõe de mecanismos para o fornecimento de medicamentos.São cidadãos que têm dificuldades para arcar com os custos dos tratamentos em decorrência do impacto no orçamento familiar. dar-se-á mediante a apresentação do Adendo I . com criação de um incentivo que possibilita a efetivação de parcerias visando a instalação e manutenção de Farmácias do Programa pelos entes da Federação. privadas sem fins lucrativos. Essa formalidade aplica-se tanto aos Estados. A manifestação de interesse em participar do Programa. entidades ou instituições públicas ou privadas contempladas nesse Manual que pretendam participar do Programa. Distrito Federal e Municípios.Proposta de Adesão. o Ministério da Saúde vem adotando medidas no sentido de compartilhar as responsabilidades na implantação e manutenção das unidades do Programa. nos termos do item 1. da Seção I desse Capítulo.º 2. instituições públicas e. SEÇÃO II – ADESÃO AO PROGRAMA E INSTALAÇÃO DE UNIDADES 2. Distrito Federal ou Municípios que se enquadrem nos critérios e condições definidos item 1. A qualificação ao incentivo instituído pela Portaria GM n.587/04 e a celebração de convênios de natureza financeira. mediante a celebração de convênio para transferência de recursos do Ministério da Saúde. a ser transferido diretamente do Fundo Nacional de Saúde para os respectivos Fundos de Saúde dos entes federados. Na mesma direção esse Manual Básico contempla as orientações para que órgãos.

2. a adesão ao Programa se formaliza mediante celebração de convênio com o Ministério da Saúde. 3. prevendo a transferência de recursos para o convenente.Fiocruz. Distrito Federal e municípios. Independentemente da forma de adesão. são determinadas as responsabilidades mútuas.Proposta de Adesão. visando a execução de projeto específico de implantação e manutenção de unidade do Programa Farmácia Popular do Brasil. fundamentalmente aquelas relativas ao perfil da população que se pretende atender. observar-se-ão os critérios e condições indicados no item 1. entidades ou instituições contempladas. como para os órgãos.. Ainda assim. Esse com a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz e o outro com o Ministério da Saúde que trata da transferência de recursos para a instalação e manutenção das unidades do Programa. Critérios para Qualificação/Habilitação Na análise das Propostas de Adesão ao Programa.º 10. As propostas que não se enquadrarem entre as prioritárias poderão ser atendidas sob condição de existência de recursos orçamentários remanescentes destinados ao Programa.Para os órgãos. até o limite orçamentário disponível. Ressalta-se que no caso dos partícipes convenentes serão celebrados dois convênios. em particular. no sentido da formalização da participação no Programa. com vistas à qualificar proponentes ao recebimento prioritário do incentivo. após o atendimento das demais. Propostas de Adesão apresentadas em desacordo com as definições contidas nesse manual serão desconsideradas e os seus proponentes devidamente notificados. bem como com a disponibilização dos móveis. entidades e instituições contempladas nesse Manual Básico. da transferência de serviços da Fiocruz aos partícipes. é celebrado um convênio entre o partícipe e a Fundação Oswaldo Cruz . Esse procedimento será aplicado tanto para Estados. 2.858/04 e o Decreto n.6. bem como estabelecidas as bases para a concessão dos estoques consignados de medicamentos e outros insumos e. . conforme minuta apresentada no Adendo VIII. realizada de acordo com o que estabelece a Portaria GM n. serão observados os mesmos critérios e condições para eleição das propostas. em observação ao que determinam a Lei n. ainda. Instalação de Unidades A instalação de unidade do Programa Farmácia Popular envolve procedimentos específicos relacionados com a escolha do local e da área onde se pretende instalá-la. Nesse convênio.651/04.º 5. equipamentos e medicamentos.090/04.º 1. As informações incluídas no Adendo I . à localidade e à área onde se pretende instalar unidade do Programa servirão de base para aprovação da adesão ao programa.

Devem ter área de cerca de 120 m2. sem que existam escadas ou rampas com inclinações acentuadas. ainda. mediante empréstimo por comodato. Tal projeto deve ser encaminhado para ciência da Gerência Administrativa do Programa.Apresentam-se aqui orientações necessárias ao cumprimento de exigências e formalidades legais. preferencialmente em um único piso ou pavimento. . Os imóveis comerciais. todos os mobiliários e equipamentos necessários para o seu funcionamento. via de regra.1. preferencialmente em regiões centrais ou em núcleos comerciais de bairros. As áreas e imóveis devem ter acesso fácil para a via pública. devidamente adaptada.Proposta Adesão o proponente deverá preencher em campos próprios (campos 15 e 16) as descrições gerais da localidade e da área indicadas para instalação da unidade. ou seja. de acordo com a relação contida no Adendo V. o que garante a padronização dos bens. São consideradas localidades apropriadas para instalação das unidades aquelas que apresentam grande fluxo de pessoas. Recomenda-se que sejam evitadas áreas próximas às unidades públicas de atenção à saúde. Na análise da Proposta de Adesão. 3. a economia de recursos em decorrência da grande quantidade de produtos adquiridos. Para a instalação da unidade a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz entrega. os mecanismos de manutenção e reposição periódica do patrimônio na unidade. apresentam melhores condições para a adaptação às padronizações do Programa. tais informações são consideradas imprescindíveis. se dá mediante a assinatura de Contrato de Comodato. A transferência dos bens. No preenchimento do Adendo I . nos termos do Adendo VI. Localização e área Em qualquer situação. metrô ou trens.2. na esfera pública ou privada. deverá ser elaborado o projeto executivo para a realização de eventuais obras para adequação da área às padronizações contidas no Adendo IV. Móveis e equipamentos A Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz adquire. em vias públicas consideradas principais e que permitam o acesso fácil dos usuários através de linhas de ônibus. Após concretização da adesão ao Programa. da Fundação para o partícipe. inclusive. todos os móveis e equipamentos que são utilizados nas unidades do Programa. através de processos licitatórios próprios. conforme endereço indicado no Adendo IX. o partícipe disponibilizará área. 3. com uniformidade das características e funcionalidades. fiscais e sanitárias para o pleno funcionamento da unidade. no qual estão definidos. A unificação do processo propicia. que observe as especificações contidas no Adendo IV do presente Manual.

nos termos no item 4. cujos fundamentos podem ser conhecidos no sítio www.3. ou seja. Município. a utilização dos bens deve ser feita de forma adequada pelo partícipe ao qual a unidade está vinculada. item 4. de acordo com a legislação e normas específicas que tratam da transferência de bens da União. adquiridos e distribuídos pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz podem ser disponibilizados pelas unidades do Programa. De qualquer modo. Distrito Federal. Para gestão do estoque de medicamentos. Cabe ao responsável pela unidade o registro regular no referido sistema.2. todas as unidades recebem em consignação um quantitativo de medicamentos e produtos relacionados à sua dispensação. Durante os primeiros doze meses de vigência do empréstimo.br/farmaciapopular. Estado. Na instalação. será utilizado sistema informatizado padrão.2. através de acesso remoto via internet.. órgão ou instituição pública ou privada.saude. nos termos do Adendo VIII – Convênio Fiocruz. Esses registros devem ser transmitidos diariamente para a Gerência Administrativa do Programa. as entradas e saídas de produtos. Os mecanismos de controle e reposição desse estoque estão definidos na Seção II. cuja licença é contratada pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz e disponibilizada para instalação em cada uma das unidades. inclusive o planejamento e programação da reposição dos estoques. Disponibilidade dos Medicamentos Os medicamentos destinados ao abastecimento do Programa são padronizados de acordo com os critérios definidos pelo Ministério da Saúde. deste Capitulo. Após doze meses de funcionamento ininterrupto da unidade os bens disponibilizados na instalação poderão ser cedidos em caráter definitivo ao partícipe. o partícipe deverá ter procedido de acordo com as normas de funcionamento do Programa e cumprido o seu dever de prestação de contas na forma indicada na Seção III do Capítulo II desse Manual Básico. Os procedimentos e a logística de reposição dos estoques são definidos e executados pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. Para tanto. respeitadas as peculiaridades de cada localidade. através de processos licitatórios próprios. para efetivação dos devidos controles.gov. o qual pode desvincular o partícipe quando essa norma for infringida. mantido em consignação nas unidades.1. quando devidamente identificados. além do armazenamento central e da distribuição dos produtos.3. Somente os produtos padronizados. a manutenção preventiva ou corretiva deve ser realizada mediante orientação da Gerência Administrativa do Programa. cujas responsabilidades são definidas no Adendo VIII – Convênio Fiocruz. fica condicionado ao perfeito . ou seja. 3.1. Nenhum outro produto pode ser dispensado sem a autorização expressa do Conselho Gestor do Programa..Desde o início da vigência do Contrato de Comodato. de todas as movimentações de estoque. A Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz é responsável pela operação dos procedimentos de aquisição.

O valor do ressarcimento que deve ser feito pelos usuários é estabelecido pelo Conselho Gestor do Programa. O valor do ressarcimento de cada produto é único e deve ser o mesmo em todas as unidades do Programa. não há necessidade de constituição de novos entes. instituído pela Portaria GM n. foram incluídas no presente Manual Básico as orientações acerca dos procedimentos comuns aos diferentes Estados e Municípios. No caso dos Estados. Isso se deve ao fato dos Estados.4. Distrito Federal. cabendo-lhes a adoção dos procedimentos necessários para a regularização junto aos órgãos competentes.br. As unidades do Programa Farmácia Popular do Brasil constituem-se em unidades administrativas equiparadas às pessoas jurídicas subordinadas ou vinculadas aos conveniados com a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz.registro das movimentações no sistema informatizado de controle e ao recolhimento regular dos valores recebidos à título de ressarcimento dos custos dos produtos.receita. representante da União Federal. pois conforme determinam a Lei e o Decreto que instituem o Programa.1. órgão do Ministério da Fazenda. Visando facilitar e agilizar a abertura e funcionamento regular das unidades. Distrito Federal ou Municípios. mediante assinatura de convênio específico para a execução conjunta do programa. Além dessas.fazenda.º 1. Caso seja necessário. a relação desses com a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz e o Ministério da Saúde. instituições ou entidades autorizadas. como sociedade de economia mista.651/04. visando alcançar a auto sustentabilidade do Programa. que na verdade não são pessoas jurídicas no sentido de empresas comerciais. Registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ O CNPJ é administrado pela Secretaria da Receita Federal. 3. Municípios. serem igualmente partícipes de uma relação que pressupõe interesses comuns. que registra as informações cadastrais das pessoas jurídicas e equiparadas.4. para o desenvolvimento dessas ações.gov. podem existir outras exigências decorrentes de normas legais restritas à uma determinada localidade. Formalização Jurídica A formalização jurídica da unidade do Programa Farmácia Popular do Brasil é de responsabilidade exclusiva dos partícipes. No âmbito do Programa Farmácia Popular do Brasil a utilização do CNPJ atende dois objetivos: conferir número de identificação padrão e possibilitar emissão de nota fiscal ao consumidor pela operação de entrega de produto mediante ressarcimento de custos. as orientações para o cadastramento podem ser obtidas via internet no sítio da Secretaria da Receita Federal no endereço http://www. órgãos. 3. . mediante estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. dar-se-á de forma direta.

também. A lacração é solicitada pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. também. conforme definido no Adendo V. sendo que o início das atividades está condicionado a esse cadastramento. podendo sofrer variações por determinação da Secretaria da Fazenda de cada Unidade Federativa. Para tanto. que são cedidos através de Comodato. de 10 de dezembro de 2004. 3. Inscrição Estadual Por motivos semelhantes aos acima mencionados. Via de regra essa solicitação é dirigida a uma Agência Fiscal do Estado. junto à empresa fornecedora dos equipamentos. O mesmo procedimento deve ser observado pelos partícipes convenentes privados.4. do qual depende.No caso de órgãos públicos da administração direta ou indireta as unidades serão vinculadas. estão incluídos computadores. Registro e Lacração do Emissor de Cupom Fiscal (ECF) As unidades do Programa Farmácia Popular do Brasil devem registrar todas as movimentações de produtos. a autorização para impressão de notas fiscais e a lacração do emissor de cupom fiscal (ECF). 3. . A Inscrição Estadual para as unidades do Programa deve ser efetivada nos termos do Ajuste Sinief 14/04. caracterizadas como saídas para os usuários. a estes.3. dentre os equipamentos previstos no item 3. pela Fiocruz. Em ambos casos o novo número de CNPJ será o número raiz acrescido do seqüencial correspondente. para instalação de uma unidade do Programa Farmácia Popular deve-se solicitar. uma vez que praticam operações alcançadas pelo Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias. que dispõe especificamente sobre a concessão de inscrição de órgãos e entidades públicas credenciados para operar no Programa Farmácia Popular do Brasil. junto à Secretaria de Fazenda do Estado. através do sistema informatizado. gavetas para guarda de valores e equipamentos Emissores de Cupom Fiscal ou Impressoras Fiscais. a Inscrição Estadual. O registro é obtido pelo partícipe. Além do disposto no aludido Ajuste. pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz.2.2. mediante a apresentação dos documentos exigidos para autorização de uso do equipamento. As bobinas de papel padronizadas para uso nesses equipamentos são fornecidas.. ainda. esse procedimento deve ser adotado. deve-se observar o Convênio ICM 40/75. enquanto partícipes conveniados para o efeito de atribuição de número de CNPJ. com o devido registro e emissão do respectivo cupom fiscal. Independentemente da vinculação da unidade. também. A operação do ECF ou Impressora Fiscal depende do ato de lacração e registro junto a Secretaria de Fazenda do Estado. celebrado no Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ.4.

através do ECF ou Impressora Fiscal. A abertura de estabelecimentos do ramo de farmácia requer a aprovação do órgão competente da administração municipal. Os procedimentos necessários para a obtenção dessas licenças estão indicados nesse item. assinada pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. As notas fiscais do modelo Série 1 serão utilizadas única e exclusivamente. por algum motivo devidamente justificado (falta de energia elétrica. Licença de Funcionamento e Localização A ocupação do solo nos municípios. devem ser providenciados pelo partícipe que pode ser auxiliado pela Gerência Administrativa do Programa. mediante a indicação expressa da Gerência Administrativa do Programa. quando for necessário remanejamento de estoques. Mediante a Autorização de Impressão de Documentos . sendo importante atentar-se para os prazos necessários para a autorização e impressão. via de regra. Este processo demanda um tempo que varia de 05 a 15 dias.Fiocruz.4. em eventuais transferências e devoluções de produtos para a Fundação Oswaldo Cruz . Impressão de Notas Fiscais Mesmo dispondo do ECF ou Impressora Fiscal. as unidades do Programa deverão contar com talões de Notas Fiscais em dois modelos: o Série D1 e o Série 1. Outros documentos que possam ser exigidos.4. 3. a gráfica poderá executar o serviço. que deve ser acompanhada da nota fiscal de aquisição do ECF.5. partícipe e empresa detentora da licença do sistema informatizado.Exige-se uma declaração conjunta de utilização do sistema informatizado de gestão. 3. dependendo da legislação do município. Regularização de Localização A instalação de uma unidade do Programa Farmácia Popular do Brasil em um determinado local ou área requer autorização de órgãos responsáveis pela fiscalização da ocupação do solo e do Corpo de Bombeiros. A emissão de nota fiscal ao consumidor (Série D1) ocorrerá apenas quando. deve-se contratar serviço gráfico para emissão dos talonários ou formulários de Nota Fiscal.1. problemas no sistema informatizado ou falta de algum suprimento). conforme a legislação de cada Estado. A gráfica irá expedir documento a ser assinado pelo representante da unidade e levado ao órgão da Fazenda Estadual mais próximo. é regulamentada através de legislação própria. 3.5. para autorização da impressão. Normalmente tal ato é de responsabilidade da Secretaria de Fazenda. podendo ser atribuído a outro órgão.AIDF. houver impossibilidade de emissão do cupom fiscal. . Somente após dispor das notas fiscais a unidade poderá iniciar suas atividades. Ao efetivar a inscrição estadual. onde deve ser solicitado o Alvará de Licença para Localização.

devem provar. cujos detalhes necessários devem ser obtidos junto ao Corpo de Bombeiros local.2. Para tanto. o dimensionamento e a indicação dos tipos de equipamentos necessários para o estabelecimento.br). devem ser registradas no órgão estadual da jurisdição onde será instalada. no que se refere aos requisitos técnicos. 3. suas atividades são acompanhadas por diferentes órgãos responsáveis pela fiscalização da qualidade dos produtos e serviços disponibilizados nesses estabelecimentos.6. perante os Conselhos Regionais. Regularização Sanitária Dadas as características peculiares das farmácias. .6. em cada um deles.6.820. Licença do Corpo de Bombeiros A utilização de um determinado imóvel ou área para instalação de unidade do Programa Farmácia Popular do Brasil requer o cumprimento de normas de segurança contra incêndios e pânico. Os partícipes devem proceder ao devido registro. 3. de 11 de novembro de 1960.5. Deverá ser elaborado o Manual de Prevenção e Combate a Incêndio. atendendo suas normas e fornecendo documentos e informações necessárias. as unidades do Programa Farmácia Popular.120.1. que essas atividades são exercidas por profissionais habilitados e registrados. faz-se necessária a expedição de Licença pelo Corpo de Bombeiros que deve ser solicitada na unidade mais próxima do local em que funcionará. Toda a documentação necessária para registro da Farmácia no respectivo Conselho Regional deve ser providenciada e apresentada pelo partícipe ao qual a unidade está juridicamente vinculada. Neste tópico constam orientações básicas para obtenção de tais registros e licenças.2. Informações sobre os Conselhos Regionais de Farmácia podem ser obtidas através da internet no sítio do Conselho Federal de Farmácia (www. de 26 de outubro de 1995. implica na observância da legislação sanitária específica para os estabelecimentos de dispensação de medicamentos. inclusive. 3. Portanto.cff. todas caracterizadas como farmácias. modificada pela Lei n.º 3. Dessa forma.org. Licença da Autoridade Sanitária Local A instalação de uma Farmácia. ligada ou não ao Programa. Esse instrumento deve conter. É o órgão responsável pela fiscalização do exercício profissional do Farmacêutico nos seus aspectos técnicos e éticos.º 9. éticos e sanitários que abrangem seu funcionamento.3. Inscrição no Conselho Regional de Farmácia O Conselho Regional de Farmácia tem suas atribuições definidas na Lei n.

apresentação da documentação necessária cabe ao responsável pela unidade.6. Para início das atividades da Farmácia deve ser requerida Licença ou Alvará Sanitário. Gestão Padronizada A gestão das unidades do Programa Farmácia Popular do Brasil baliza-se pelo envolvimento de diferentes instituições na sua execução.br/inspecao/farmacias/index. o requerimento deve ser apresentado na respectiva VISA do Estado. . aplicado à gestão das unidades do Programa. geradas em face de diferentes normas municipais ou estaduais.Há um arcabouço legal oriundo de Leis Federais e Resoluções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária que deve ser observado.3. A solicitação da autorização deve ser dirigida à própria ANVISA. Nesse endereço estão disponíveis os formulários de petição.htm. Atualmente a maioria dos Serviços de Vigilância Sanitária (VISA) encontra-se municipalizada. Trata-se de determinação que exige que todos os estabelecimentos do ramo de Farmácia sejam cadastrados na Agência. Há nesse sentido. bem como. bem como as informações relativas ao eventual recolhimento de taxas. Autorização de Funcionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária . visando a uniformidade das ações relacionadas ao acolhimento dos usuários e aos cuidados com os medicamentos. nesses casos a fiscalização sobre o funcionamento das farmácias cabe a VISA Municipal. um conjunto de procedimentos e normas à ser observado. Cabe salientar que podem existir pequenas variações nas exigências relativas às instalações e condições de funcionamento da farmácia de um município para outro. 3.anvisa. Os procedimentos estão indicados no sítio da agência. como forma de possibilitar o monitoramento das atividades de aquisição e dispensação dos medicamentos. no seguinte endereço http://www. Quando essa responsabilidade recair sobre a esfera Estadual. junto à Autoridade Sanitária responsável pela fiscalização no local. Há normas e procedimentos que decorrem das características jurídicas de cada uma delas o que torna indispensável à busca de padronização com vistas ao perfeito andamento do Programa. SEÇÃO III – MANUTENÇÃO DO PROGRAMA E GESTÃO DAS UNIDADES 4. onde deve ser requerida a Licença ou Alvará Sanitário. cujo cumprimento das normas. voltado principalmente aos aspectos técnicos. há necessidade de obtenção da Autorização de Funcionamento junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.gov.ANVISA Além da licença expedida pela autoridade sanitária local.

mediante programação na localidade ou na região. mediante definição conjunta com o Ministério da Saúde e Fundação Oswaldo Cruz . Para início das atividades da unidade o pessoal contratado deverá passar por processo de capacitação específico para atuar no Programa. por substituição ou aumento no quadro. bem como a manutenção predial e o zelo pelos móveis e equipamentos emprestados por comodato. justifica-se a inclusão de uma seção específica para orientar a gestão administrativa e técnica das unidades. ao partícipe a gestão dos estoques desses produtos. Na sua elaboração e aplicação pode ser solicitado apoio da Coordenação de Monitoramento do Programa. a capacitação deve ser realizada pelo partícipe. no entanto. ou contratados especificamente para atuação no programa. . observando-se o conteúdo programático básico aplicado quando da instalação. Os profissionais vinculados aos partícipes responsáveis pela unidade devem ser formalmente designados. A presença de Farmacêuticos durante todo o horário em que as Farmácias estiverem abertas ao público é uma das estratégias adotadas no sentido de orientar quanto ao uso adequado dos medicamentos e promover educação sanitária acerca da sua utilização racional. No caso de incorporação de novos profissionais.Fiocruz. podendo variar para maior. Cabe. Assim. O conteúdo programático dos módulos de capacitação pode ser adaptado às necessidades do partícipe.3. é de responsabilidade do partícipe. envolvendo contratação de recursos humanos.1. Estoque de Medicamentos e Suprimentos de Embalagem Os medicamentos e os suprimentos de embalagem são disponibilizados às unidades de acordo com o disposto no item 3. Recrutamento.O imperativo da padronização se deve a necessidade de atuação da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz e Ministério da Saúde no conjunto de todas as unidades do programa. gestão de estoques de medicamentos. Contratação e Capacitação de Pessoal Cabe ao partícipe a contratação do pessoal necessário ao pleno funcionamento da unidade. O módulo inicial da capacitação é executado pelo Ministério da Saúde. de acordo com o perfil e a quantidade do público atendido.1. suprimentos de embalagens. visando alcançar os objetivos traçados para o Programa. Seleção. Gestão Administrativa O funcionamento da unidade.1. 4. No Adendo VII está indicado o quantitativo de profissionais de referência mínima para uma unidade do programa.1.2. 4. através da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. 4. É desejável que o partícipe desenvolva e mantenha um plano de educação continuada para os profissionais que atuam nas unidades. expediente e informática. do presente Manual Básico.

no Banco do Brasil. disponibilizando relatórios que possibilitam o planejamento e monitoramento do consumo. Controle e Operação Contábil A contabilização das operações efetuadas nas unidades é de responsabilidade dos respectivos partícipes. Conforme indicado no Item 3. Agência 4201-3.3. 4. código 25442025201179-3. 4. dos demais órgãos de controle interno e externo. As notas fiscais de remessa de produtos da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz para a unidade devem ter registro de entrada. Relatórios acerca das movimentações de entradas e saídas devem ser encaminhados para a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. O módulo de gestão de estoque permite esses registros. conta-corrente 170500-8. sendo esse registrado de acordo com o Plano de Contas de cada um dos partícipes. Gestão Técnica Considerando que a gestão técnica das unidades do Programa Farmácia Popular é fator importante na diferenciação destas em relação às farmácias comercias. Controle Financeiro A movimentação financeira decorrente da disponibilização dos produtos deve ser registrada no sistema informatizado de gestão.1. na forma definida pela Fundação Oswaldo Cruz . antes do início do funcionamento da unidade.A composição e reposição dos estoques serão planejadas e executadas pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. Cabe à Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz oferecer as atividades de capacitação dos profissionais quanto aos procedimentos padrão de cada uma dessas etapas administrativas.Fiocruz. Todos os documentos relativos à contabilidade da unidade devem ser devidamente arquivados. ficando disponíveis para análise. e mantidos à disposição dos órgãos de fiscalização fazendária. Todas as operações de saída devem contar com a devida emissão do documento fiscal.3. do Ministério da Saúde. respeitando-se as normas vigentes. um sistema informatizado de gestão da unidade é disponibilizado pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz para cada uma das unidades do Programa.. inclusive os respectivos conselhos de saúde. acompanhamento e controle pela Gerência Técnica do Programa. tais como a média de consumo mensal. tendo como base as informações constantes no sistema informatizado de gestão. . são necessários procedimentos técnicos padronizados. o estoque estratégico e outras obtidas com a equipe que atua na unidade. 4.1.2. segundo orientação da Gerência Administrativa do Programa.4. Os valores recebidos em face de ressarcimento de custos devem ser recolhidos na conta única do Tesouro Nacional.

3. quando for possível a manutenção da integridade das embalagens primárias.1. Sem descuidar da observância das normas sanitárias relativas ao ambiente e às condições de armazenamento. através da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. deve-se atentar para os prazos de validade e as características macroscópicas dos produtos. serão disponibilizadas Normas e Rotinas destinadas especificamente às Boas Práticas de Armazenamento de Medicamentos. há necessidade de garantir a qualificação técnica dessa ação.3.A oferta de medicamentos a baixo custo é uma importante estratégia para facilitar o acesso aos medicamentos.2.1. aplicáveis às unidade do Programa. realizada nos termos do item 4. Identificação das Embalagens para o Programa Os medicamentos dispensados nas unidades do Programa são identificados através da colocação de etiquetas padronizadas. 4. Assim adota-se o procedimento de fracionamento das embalagens secundárias. inclusive as comerciais. . respeitando-se as disposições contidas na referida Norma Operacional.1. drágeas ou ampolas. conforme disposto no Item 3.2. Essa possibilidade está restrita às apresentações farmacêuticas na forma de comprimidos.2. visando identificar possíveis variações que indiquem evidente alteração ou degradação do produto. desde que nas embalagens primárias remanescentes constem as informações exigidas na legislação sanitária. no sentido de adotarem Normas e Procedimentos Padronizados envolvendo as diferentes etapas do cuidado com os usuários e com os medicamentos. Cuidados com os Medicamentos 4.2. cápsulas. A caracterização do perfil técnico das unidades envolve uma articulação permanente dos partícipes com o Ministério da Saúde. Fracionamento da Embalagem Secundária Alguns produtos disponíveis no Programa Farmácia Popular encontram-se embalados originalmente de forma nem sempre compatível com as necessidades básicas dos tratamentos. as quais compõem o conjunto de insumos relacionados com a dispensação e que são disponibilizados pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. Tal procedimento consta de Norma Operacional Básica estabelecida para o atendimento dos usuários no âmbito do Programa e somente pode ser realizado sob responsabilidade e orientação do Farmacêutico. 4.1. o Programa oferta um novo modelo de atuação para as farmácias.. na perspectiva da sua utilização racional. Na capacitação do pessoal. Armazenamento Devem ser observados cuidados e práticas que garantam perfeitas condições de armazenamento dos diferentes tipos de medicamentos.2. 4.1.1. no entanto.1. Dessa forma.

Acolhimento e Abordagem ao Usuário Os profissionais que atuam nas unidades do Programa devem garantir que todos os usuários sejam acolhidos e recebam o atendimento demandado. Ao farmacêutico cabe o zelo pelo perfeito acolhimento e a adequada abordagem dos usuários. Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. visando garantir que a aquisição dos produtos pelo usuário seja instrumento para solução de seus problemas de saúde. o contínuo aprimoramento e qualificação dos cuidados com os usuários do Programa. A eficiência dessa comunicação é condição indispensável à compreensão das informações que devem garantir adesão ao tratamento e utilização correta dos medicamentos pelos usuários. deve proporcionar atendimento seguro que garanta suporte necessário para as atividades dos atendentes na sua relação com os usuários. a outra do interesse ou necessidade do usuário.1. Ressalta-se que nesse aspecto em particular. capacidade de receber e compreender mensagens e informações.2. As singularidades de cada usuário. Esse atendimento pode ser traduzido na dispensação orientada de medicamentos disponíveis no Programa ou no fornecimento de quaisquer informações relativas à saúde. A presença de farmacêuticos capacitados. privilegia o conforto do usuário. bem como interesse e grau de conhecimento sobre sua saúde. Cuidados com os Usuários O foco das atividades das Farmácias Populares do Brasil é o caráter humano da dispensação de medicamentos. O projeto arquitetônico padrão. As farmácias são equipadas com aparelhos de televisão e vídeo. tipo de patologia que apresenta.2. 4. Trata-se de ação voltada à atenção à saúde e à educação quanto ao uso correto dos medicamentos. ou primária.Os medicamentos podem ser dispensados aos usuários somente quando devidamente etiquetados. a articulação e o monitoramento do Ministério da Saúde será permanente e contínuo. A colocação dessas etiquetas deve observar os cuidados técnicos no sentido de garantir a integridade e o acesso visual às informações constantes na embalagem secundária. aos medicamentos ou. Ao entrar na farmácia. quando for o caso. produzidos pelo Ministério da Saúde. aplicando as técnicas e procedimentos apropriados e definidos para tanto. em aspectos como: idade. são .2. 4. ainda. garantindo instalações de caráter humanizado.2. o usuário deve retirar uma senha e aguardar sentado o chamado para atendimento. utilizado na estruturação das unidades do Programa. onde são exibidos filmes educativos e informativos de saúde. durante todo o período em que a farmácia está aberta ao público. ou pelo partícipe. Deve-se considerar que a abordagem se dá mediante a utilização de técnicas de comunicação apropriadas entre o dispensador e o usuário. Nesse tópico foram incluídas informações que permitem aos partícipes e aos agentes responsáveis pela gestão técnica das unidades.

manuais. 4. possíveis interações medicamentosas.2. que demandam utilização contínua dos medicamentos.2.3. de acordo com as necessidades de cada usuário. existe procedimento padronizado para registro das dispensações sucessivas. regime de administração. considerando-se o nome genérico do medicamento. nos prazos definidos pelos prescritores. a utilização responsável. segura e correta dos medicamentos. As quantidades dispensadas devem observar sempre a posologia prescrita e o tempo de duração do tratamento. via de administração. prescritos de acordo com a legislação vigente.2. oriundas de serviços privados ou públicos de saúde. A adesão ao tratamento deve ser compreendida como atribuição básica do processo de dispensação. Natureza e duração do tratamento. por meio de detecção. Assim. prevenção e resolução dos problemas e demandas apresentados. devem dispor de instrumentos para obtenção de informações técnicas. Dispensação dos Medicamentos que devem ser As unidades do Programa atuam como prestadoras de serviços de saúde e dispensam medicamentos apenas mediante apresentação de receituários de médico ou dentista. bem como os controles necessários para efetivação do tratamento compõem o conjunto básico de orientações que todos os usuários do programa devem receber. orientada segundo técnicas apropriadas que devem ser desenvolvidas sob supervisão permanente do farmacêutico responsável. as unidades. se possível. Orientação ao Usuário de Medicamentos A estratégia de atendimento dos usuários objetiva. Deve-se proporcionar atendimento personalizado. fundamentalmente. Todo o usuário que apresentar receita oriunda da rede pública deve ser orientado sobre o direito à assistência farmacêutica enquanto usuário do Sistema Único de Saúde. acesso à banco de dados sobre medicamentos. possíveis efeitos indesejáveis. foram definidos procedimentos operacionais específicos contendo normas para estabelecimento das quantidades a serem dispensadas. além de contarem com efetiva assistência de farmacêutico. tais como livros textos.2. Para esses casos. 4. efeitos esperados. considerando-se os quadros crônicos.exemplos de variáveis do processo de comunicação obrigatoriamente ponderadas nessa etapa do atendimento. Para tanto. posologia. . Somente após essa informação e consulta ao usuário sobre sua opção pela obtenção do medicamento através do Programa é que poderá ser feita a dispensação.2. Para a dispensação de quaisquer medicamentos disponíveis no Programa exige-se o receituário de médico ou dentista. revistas técnicas e. inclusive para aqueles classificados como não sujeitos à prescrição para os quais essa exigência é dispensada nas farmácias comerciais.

ou outros de interesse do Programa. a capacitação do pessoal e a satisfação dos usuários. cartazes e manuais. Educação em saúde As unidades do Programa devem desempenhar papel de núcleo de educação em saúde sobre temas relacionados ao uso racional de medicamentos.4. nos Termos dos Adendos V e VI.4. Seus resultados devem ser registrados e encaminhados na forma indicada nos mesmos. que servem ao propósito da educação em saúde que são distribuídos diretamente para as unidades do Programa. 4. disponibilizado pelo Ministério da Saúde e Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz.3. tais como folhetos. São abrangidos procedimentos que visam avaliar o desempenho das atividades. em local visível para usuários que aguardam a chamada para atendimento e devem ser utilizados exclusivamente para essa finalidade. os quais devem ser submetidos à avaliação e aprovação da Coordenação de Monitoramento do Ministério da Saúde. mediante Contrato de Comodato.2. Os partícipes podem desenvolver programas específicos de atenção farmacêutica para aplicação nas unidades. Mensuração e avaliação dos resultados. são disponibilizados pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz um aparelho de televisão e um aparelho de reprodução de vídeos. envolvendo tanto os farmacêuticos como os demais profissionais que atuam nas unidades do Programa e são distribuídos pela Coordenadoria de Monitoramento do Programa. o acompanhamento do tratamento do usuário deve possibilitar a obtenção de dados e informações necessárias para averiguações dos impactos sanitários do programa. Esses equipamentos devem ser instalados na recepção da farmácia.2. Além do cuidado com a saúde. O Disque-Saude e o sítio do programa na internet são instrumentos importantes e que. Para tanto.2. Esses procedimentos são objeto do programa de capacitação do pessoal. . o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz. Este processo se dá mediante o cadastramento dos pacientes na unidade em dispositivo apropriado. têm o propósito de fornecer informações relevantes sobre saúde e medicamentos. As autoinspeções devem ocorrer com a periodicidade indicada para cada um dos procedimentos padrões citados. Deverão ser observados os procedimentos operacionais padrões de auto-inspeção.2. 4. aplicados na avaliação da qualidade das ações internas e externas da unidade. Além dos equipamentos.4. disponibilizam um conjunto de materiais. além das orientações sobre as ações do programa. Acompanhamento e Monitoramento do Tratamento Todos os usuários do Programa têm direito ao acompanhamento do seu tratamento pelo farmacêutico da unidade.

Para tanto. Essa distinção é necessária em face da natureza diversa de cada grupo de proponentes interessado em participar do Programa. 5. uma proposta de leiaute acompanhada de fotografias da área. após as formalidades previstas no item 5. na forma de um incentivo à sua participação.. Cópia da Proposta de Adesão deve ser enviada para o respectivo Conselho de Saúde. .1. bem como aos órgãos. O repasse dos recursos relativos à instalação de uma unidade será efetuado mediante a aprovação da localidade e da proposta de adaptação da área pela Gerência Administrativa do Programa.br. Repasse de recursos fundo a fundo Os recursos para a implantação e manutenção de unidades do Programa Farmácia Popular do Brasil. do efetivo início das atividades. 2. para o conhecimento deste. mediante a adesão. respectivamente. o proponente deve preencher e apresentar o Adendo I .CAPÍTULO II ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS Nesse Capítulo apresentam-se orientações diferenciadas dirigidas aos Estados. tanto para a implantação quanto para a manutenção das unidades do Programa que vierem ser instaladas. entidades e instituições públicas e. Elaboração e Apresentação da Proposta de Adesão Para a consecução dos recursos. mantenedoras de estabelecimentos de assistência à saúde ou de ensino superior de farmácia. privadas sem fins lucrativos. visando a implantação e funcionamento de unidades do Programa. através de comunicação do partícipe à Direção do Programa. serão repassados fundo a fundo. Municípios e Distrito Federal. mediante o incentivo repassado fundo a fundo ou celebração de convênios. de forma regular e automática.2. campos 15 e 16. SEÇÃO I – ESTADOS. Municípios e Distrito Federal.587/04 e as orientações acerca da execução constam no item 5.1. além das informações indicadas no Adendo I – Proposta de Adesão. O repasse fundo a fundo consiste na transferência de recursos diretamente do Fundo Nacional de Saúde – FNS para o Fundo Estadual ou Municipal. Os duodécimos subseqüentes serão repassados automaticamente do Fundo Nacional de Saúde para os respectivos fundos de saúde dos partícipes. O primeiro duodécimo dos recursos destinados à manutenção de uma unidade será repassado mediante a comprovação.1. também. paralelamente ao encaminhamento ao Ministério da Saúde. MUNICÍPIOS E DISTRITO FEDERAL 5.Proposta de Adesão. o partícipe deve ser apresentar.1. que aderirem ao Programa. de acordo com esse Manual Básico. Trata-se de orientações quanto à consecução de recursos. através no endereço eletrônico: diretoriadirad@fiocruz. Os valores desses repasses estão fixados no art. no âmbito dos Estados.º da Portaria GM 2..

Além das informações requeridas no Adendo I – Proposta de Adesão. Na Proposta de Adesão devem ser indicados.1.1.2. o Termo de Compromisso.2. os documentos serão devolvidos ao proponente com a informação acerca da inconformidade. O exame pelo Comitê Técnico Executivo consistirá na aferição da compatibilidade do planejado com critérios definidos nos itens 2. A Proposta de Adesão. Distrito Federal ou Município aderente ao Programa. no endereço indicado no Adendo IX. o pleito será encaminhado para o Conselho Gestor que homologará a decisão e recomendará a formalização da adesão. facilitando seu monitoramento e articulação com as ações e metas nele contidas. sendo discriminados os destinados à instalação e aqueles para manutenção. na forma de Processo para o Comitê Técnico Executivo que analisará e emitirá seu parecer ao Conselho Gestor.1. O Adendo II . Preenchidos esses requisitos.Termo de Compromisso. consideradas relevantes por parte do proponente. 5. Orientações para a execução Os recursos recebidos para serem utilizados no Programa Farmácia Popular do Brasil serão depositados no Fundo de Saúde do Estado. O atendimento ficará sempre orçamentária e financeira do Tesouro Nacional. 5. condições de funcionamento das unidades. por meio de portaria ministerial autorizativa de efetivação dos repasses do Fundo Nacional de Saúde para o fundo de saúde respectivo. Todas as despesas com instalação e manutenção correrão a conta do fundo de saúde. envolvendo as condições para habilitação e as prioridades de atendimento.. devidamente preenchido e assinado. constitui documento obrigatório e deve compor a documentação relativa à proposta de adesão ao Programa. para fins de garantia e confirmação do recebimento. em folha anexa ao Adendo. bem como os documentos contendo informações adicionais consideradas relevantes pelo proponente. com clareza e concisão. Recomenda-se que a correspondência seja registrada com Aviso de Recebimento (AR). condicionado à disponibilidade . sendo que esses gastos serão cobertos por meio de emissão de ordens bancárias ou cheques nominativos à conta específica do Programa no aludido fundo de saúde. o dimensionamento das necessidades. bem como a previsão dos gastos necessários. poderão ser incluídas outras. a documentação que compõe a Proposta de Adesão será encaminhada. e 3.É desejável que a participação no Programa seja contemplada no Plano de Assistência Farmacêutica do Estado ou Município proponente. Por seu intermédio o proponente compromete-se a utilizar os recursos de acordo com as exigências contidas neste Manual.1. devem ser encaminhados para a Direção Nacional do Programa Farmácia Popular. características físicas. Condições e Critérios de Análise e Aprovação da Proposta de Adesão Estando em conformidade com o disposto neste Manual Básico. Caso contrário.

bem como a previsão dos gastos necessários.Proposta de Adesão. do Decreto nº 5. No caso dos recursos para manutenção.Os recursos destinados à instalação de unidade serão repassados após devem ser aplicados especificamente na reforma e adaptação do imóvel onde funcionará a Farmácia. Celebração de Convênios Poderão aderir ao Programa órgãos. etc. poderão ser incluídas outras. 2º. Elaboração e Apresentação da Proposta de Adesão Para a consecução dos recursos. com clareza e concisão. Material de expediente. a aplicação pode ser feita com os seguintes objetos: Luz. internet. segurança.090/04. paralelamente ao encaminhamento ao Ministério da Saúde. etc. entidades privadas. 6.) Despesas com pessoas jurídicas (gráficas e outros) Despesas com pessoas jurídicas (órgãos de fiscalização) Outras a especificar SEÇÃO II – ENTIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS 6. em folha anexo ao Adendo. características físicas. Pessoal. Além das informações requeridas no Adendo I – Proposta de Adesão. A Proposta de Adesão quando aprovada corresponderá ao Plano de Trabalho ou de Aplicação. água. sem fins lucrativos. para o conhecimento destas. consideradas relevantes por parte do proponente. nos termos da IN 01/97 e das Normas de Cooperação Técnica e Financeira Mediante a Celebração de Convênios. com o Ministério da Saúde. Nesses casos os recursos para implantação e manutenção de unidades serão repassados por meio de celebração de convênios de natureza financeira.1. o proponente deve preencher e apresentar o Adendo I . de acordo com a especificação contida no Adendo VII. condições de funcionamento das unidades. o dimensionamento das necessidades. decorrente da adesão. conforme previsão no Parágrafo único. vigentes no Ministério da Saúde. mantenedoras de estabelecimentos assistenciais de saúde ou de ensino superior de farmácia. Cópia da Proposta de Adesão deve ser encaminhada para as secretarias e conselhos de saúde do Estado e do Município onde se situa o proponente. Na Proposta de Adesão devem ser indicados. visando a implantação e funcionamento de unidades do Programa. Serviços de Terceiros (manutenção. . telefone. entidades e instituições públicas e. também. cujas orientações para o preenchimento constam do seu verso. visando sua adequação às especificações contidas no Adendo IV e demais orientações desse Manual Básico. art. limpeza.

Caso contrário. o pleito será encaminhado para o Conselho Gestor que autorizará a transformação da Proposta de Adesão em Plano de Trabalho ou de Aplicação para fins de celebração de convênios. Condições e Critérios de Análise e Aprovação da Proposta de Adesão Estando em conformidade com o disposto neste Manual Básico. da aprovação prévia da proposta de adaptação e reforma do imóvel pela Gerência Administrativa do Programa. entre os quais exige-se o projeto executivo de reforma e adaptação do imóvel onde será instalada a unidade. na forma de Processo para o Comitê Técnico Executivo que analisará e emitirá seu parecer ao Conselho Gestor. segundo o disposto nas Normas do Ministério da Saúde. A elaboração do projeto executivo depende. face à legislação vigente. devem-se providenciar os documentos necessários para a formalização do convênio.Termo de Compromisso. ou qualquer situação de inadimplência. para fins de garantia e confirmação do recebimento. aprovação de pleito e emissão do Convênio para assinatura. Tendo sido aprovada a Proposta de Adesão.1. junto ao Fundo Nacional de Saúde. ou nas Divisões de Convênios nos Núcleos Estaduais do Ministério da Saúde. Por seu intermédio o proponente compromete-se a utilizar os recursos de acordo com as exigências contidas neste Manual.2. Nessa etapa é verificado o cumprimento. dos condicionantes legais e demais exigências cadastrais. Preenchidos esses requisitos. a documentação que compõe a Proposta de Adesão será encaminhada. deve-se proceder a habilitação do órgão. vigentes na ocasião. devidamente preenchido e assinado. observar-se-á o rito de inclusão de pré-projeto.1. pelo proponente. o Termo de Compromisso.1. no endereço indicado no Adendo IX.2. 6.. Para tanto. Recomenda-se que a correspondência seja registrada com Aviso de Recebimento (AR). conforme indicado no Adendo IV. A Proposta de Adesão.fns. transformada em Plano de Trabalho.gov.saude. devem ser encaminhados para a Direção Nacional do Programa Farmácia Popular. os documentos serão devolvidos ao proponente com a informação acerca da inconformidade. O exame pelo Comitê Técnico Executivo consistirá na aferição da compatibilidade do planejado com critérios definidos nos itens 2. entidade. 6. opção: Convênios / Normas de cooperação técnica e financeira / Habilitação de Entidade e Dirigente. além das informações indicadas no Adendo I – Proposta de . Não havendo restrições para a inclusão. referenciadas no Adendo IX.1. envolvendo as condições para habilitação e as prioridades de atendimento.br/.O Adendo II . Confirmada a habilitação do proponente. bem como os documentos contendo informações adicionais consideradas relevantes pelo proponente. e 3. Habilitação da Entidade e da Proposta (Plano de Trabalho). ou instituição. no entanto. Outras orientações nesse sentido poderão ser obtidas na internet: http://www. constitui documento obrigatório e deve compor a documentação relativa à proposta de adesão ao Programa.

No caso dos recursos para manutenção.3. ou descentralização de crédito. vigentes no Ministério da Saúde. através no endereço eletrônico: diretoriadirad@fiocruz. respeitando-se o cronograma de desembolso existente e as demais condições estabelecidas nas Normas de Cooperação Técnica e Financeira Mediante a Celebração de Convênios.1. automaticamente abertas pelo Fundo Nacional de Saúde. 6. visando sua adequação às especificações contidas no Adendo IV e demais orientações desse Manual Básico. Orientações para a execução Os recursos recebidos para serem utilizados no Programa Farmácia Popular do Brasil serão depositados em conta específica para a movimentação dos montantes repassados por meio de celebração de convênios.) Despesas com pessoas jurídicas (gráficas e outros) Despesas com pessoas jurídicas (órgãos de fiscalização) Outras a especificar . através de ofício dirigido ao representante legal do proponente.br. Formalização do Convênio Para efeito de formalização de convênios e dos demais passos consectários.1. Essa solicitação é feita pelo Fundo Nacional de Saúde. a aplicação pode ser feita com os seguintes objetos: Luz. quando solicitada.1. o partícipe deve ser apresentar. etc. internet. asseguradas as facilidades de operacionalização por meio do SIAFI. a liberação de recursos poderá ser feita por meio de repasse. Material de expediente.Adesão. o interessado deve dar entrada de toda a documentação necessária. no respectivo Núcleo do Ministério da Saúde nos Estados. Todas as despesas com instalação e manutenção correrão a conta do convênio celebrado.5. Os recursos destinados à instalação de uma unidade devem ser aplicados especificamente na reforma e adaptação do imóvel onde funcionará a farmácia. Serviços de Terceiros (manutenção. cujos endereços constam no Adendo IX. 6. limpeza.4. Liberação dos Recursos A liberação dos recursos dependerá de disponibilidade financeira do Tesouro Nacional. de acordo com a especificação contida no Adendo VII. após a confirmação da sua habilitação. 6. etc. segurança. segundo as Normas vigentes. sendo que esses gastos serão cobertos por meio de emissão de ordens bancárias ou cheques nominativos à conta específica do Programa. campos 15 e 16. uma proposta de leiaute acompanhada de fotografias da área. na instituição bancária credenciada de opção do convenente. telefone. mantenedoras de estabelecimentos assistenciais de saúde ou de ensino superior na área de farmácia. Aos órgãos e entidades públicas federais. Os recursos repassados são discriminados para a instalação e para a manutenção. Pessoal. água.

nos termos da Portaria SAS/MS n. o Programa Farmácia Popular conta com uma Coordenação de Monitoramento. Coordenação de Monitoramento Na sua estrutura de gestão. Para tanto se deve obter o código identificador do Estabelecimento de Saúde no CNES que é fornecido pelo Ministério da Saúde através do Departamento de Informação e Informática do SUS. Monitoramento 7. Avaliação e Controle da Secretaria de Assistência à Saúde do Ministério da Saúde.651/04. do Adendo III . Os partícipes deverão providenciar o cadastramento no referido CNES. através da Secretaria Municipal ou Estadual de Saúde. é uma importante ferramenta de monitoramento. O cadastramento das unidades do Programa Farmácia Popular no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde . Destaca-se a responsabilidade sobre a formulação de indicadores de resultados e impactos do Programa. cuja gestão está sob responsabilidade do Departamento de Regulação.º 1. Na FCES 01/14. de 13 de dezembro de 2004.2.SEÇÃO III – MONITORAMENTO.br.gov. A inclusão no cadastro dar-se-á mediante o preenchimento das Fichas de Cadastro de Estabelecimento de Saúde . envolvendo instrumentos de avaliação e monitoramento da qualidade dos serviços prestados nas unidades.FCES.º 745. segundo as normas vigentes. sob pena . Preencher o campo Nível de Hierarquia com 02.CNES. AVALIAÇÃO E CONTROLE 7. cujas atribuições foram definidas na Portaria GM n. devendo expressar a correta aplicação dos recursos.1. As informações sobre o cadastramento estão disponíveis no endereço http://cnes. Na FCES 05/14 incluir no campo “Serviço/Classificação” o código do serviço – 007 e o Código Classificação –002 – Farmácia Popular. 7. 8. Fundo Nacional de Saúde e Divisão de Convênios O FNS e a Divisão de Convênios do Ministério da Saúde de cada um dos Estados ou no Distrito Federal se incumbirão das ações de monitoramento. Os órgãos.Relatório Trimestral Todos os partícipes deverão comprovar a execução dos recursos por meio do encaminhamento à Coordenação de Monitoramento do Programa.datasus. Prestação de Contas Parcial . em “Tipo de Atendimento Prestado” deverá ser preenchido como OUTROS – não SUS. entidades ou instituições públicas ou privadas contempladas devem comparecer na respectiva Secretaria de Saúde para o cadastramento. no campo “Caracterização da Unidade”. por demanda dos gestores. Na FCES 02/14 a Farmácia Popular será cadastradas no campo “Tipo de Estabelecimento de Saúde” como Farmácia.Relatório Trimestral.

ficando passível de devolução dos recursos mal utilizados e/ou tomada de contas especial. de acordo com as normas e legislação vigentes. Os demais partícipes. Prestação de Contas Regular No caso de Estados. Distrito Federal ou Municípios a prestação de contas dos recursos utilizados na execução do Programa deverão compor os relatórios de gestão submetidos aos respectivos Conselhos de Saúde e audiências públicas.de suspensão de participar ao Programa. a prestação de contas será na forma que dispuserem as normas vigentes aplicáveis aos convênios que envolvem o Ministério da Saúde. para os quais os recursos são repassados por intermédio de celebração de convênios. . cujos detalhes são fornecidos pelo Fundo Nacional de Saúde e Divisão de Convênios. 9.

Total 26. Endereço Completo 7. 8. Município 4. cuja comprovação segue em anexo para o exame do Comitê Técnico Executivo do Conselho Gestor do Programa. Características Gerais da Área: 17.Nº unidades 24. Características Gerais da Localidade: 16. Outras a especificar Despesas com Instalação (Reforma ou Adaptação) 19. Endereço Completo 11. internet. Cód. DESCRICAO DA PROPOSTA 13. Nome do Órgão ou Entidade Proponente 5. Assinatura OBS: Preencher em tantas folhas quantas forem necessárias para a apresentação da descrição da proposta na forma de tabela (conforme se apresenta). Caso sejam necessárias outras informações relativas às Características da Localidade e da Área (campos 15 e 16).Total D. etc. Instalação 28.PROPOSTA DE ADESÃO A. 14. SINTESE DA PROPOSTA 22. limpeza. critérios. RG 2. 31.Valor 30. elas poderão ser inseridas em folhas avulsas e anexas. IBGE. Manutenção 23. devendo a síntese da proposta figurar na primeira folha. padronizações contidas no Manual Básico do Programa Farmácia Popular do Brasil. 12.ADENDO I . Endereço Completo: 15.Valor 25. UF 6. Instalação Sim Não 21. Unidade do Programa nº. Território de abrangência. População a ser atendida. Nome do Dirigente Responsável 10. Despesas com Manutenção Luz. Valor (Plano de Aplicação) 20. IDENTIFICACÃO 1. CPF 9. do Brasil CEF Outro_____ C. água. segurança. telefone. CNPJ 3. etc) Despesas com pessoas jurídicas (gráficas e outros) Despesas com pessoas jurídicas (órgãos de fiscalização) 18. DECLARACÃO E AUTENTICAÇÃO Declaro o conhecimento das condições. de acordo com a especificação contida no Adendo VII Serviços de Terceiros (manutenção.1/12 27.Nº unidades 29. B. Opção Bancária B. a qual essa proposta está perfeitamente enquadrada. Material de expediente Pessoal. .Data _____________________________de___________ de 2004 32.

CNPJ. Bloco D.água. Campo 27 a 30. Instalação. Campo 11 e 12. CPF e RG e Endereço Completo. vila. Informações gerais sobre as imediações como o tipo de comércio. 18 e 19. UF e Código Identificador do IBGE em que está sediado. como dimensão. forma de acesso à via pública. Características Gerais da Localidade Indicar de forma sucinta o bairro e seu perfil sócioeconômico. Nome do Órgão ou Entidade Proponente. pessoal de atendimento direto ao público. Estado (Secretaria Estadual de Saúde) ou instituição privada sem fins lucrativos (hospital ou mantenedora) e demais dados da entidade nº do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídico – CNPJ. etc. Descrição da Proposta. Deve conter os dados de identificação da entidade proponente e do seu dirigente legal. Preencher com os dados de identificação pessoal do dirigente responsável pela parceria. Obs. Manutenção. Campos 31 e 32. Campo 20 e 21. Indicar também o valor de cada despesa prevista. bairro. Campo 16. conforme Bloco B. Deve conter a descrição da proposta decomposta em tantas quantas forem as unidades do programa que devem ser instaladas e/ou mantidas. Preencher com o local. Total. Preencher com o número seqüencial identificador da unidade Programa que se pretende individualmente ser atendida com recursos tanto de instalação quanto de manutenção. Bloco C. Endereço Completo Preencher com o endereço completo em que se instalará a unidade individual do Programa. caso necessitar financiamento com gastos com a instalação. Campo 15. IDENTIFICACÃO. valor individual a ser multiplicado pelo número de unidades. telefone. A não indicação implica em opção pelo Banco do Brasil. seguido do órgão emissor. Nº de Unidades. Nome do Dirigente Responsável. bem como as despesas com instalação (reforma u adaptação). Entendese por território a área de Estado ou de Município o qual o proponente atua. Preencher os campos descrevendo o número de unidades a serem atendidas. DECLARACÃO E AUTENTICAÇÃO Deve conter declaração expressa seguida de autenticação por meio de assinatura do responsável legar pela posposta. real ou estimado. Indicar com o “x” na quadricula correspondente as despesas porventura previstas. Deve conter a síntese da proposta de adesão ao Programa Farmácia Popular do Brasil. podendo abranger regiões limítrofes. de funcionamento (luz. bem como as características da via pública. Município. valor individual a ser multiplicado pelo número de unidades. material de expediente. instalação e funcionamento das unidades do Programa Farmácia Popular do Brasil no âmbito do órgão ou entidade proponente: nome. Obs. nome do Município. números no Cadastro de Pessoa Física e do Registro Geral contido na Carteira de Identidade.ADENDO I . Endereço. Preencher tantos blocos de formulário quantos forem as unidades do Programa a ser instaladas e/ou mantidas.. Informar o número. Nº de Unidades. Preencher os campos descrevendo o número de unidades a serem atendidas. o total a ser transferido no caso de manutenção. SINTESE DA PROPOSTA. Características Gerais da Área Informar características básicas. Preencher com o nome do órgão ou entidade proponente Município (Secretaria Municipal de Saúde). UF e Código do IBGE. Campos 7 a 10. da população a ser atendida compreendida dentro do território a ser abrangido e descrever o território a ser abrangido com as ações do Programa Farmácia Popular do Brasil. População a ser atendida e Território de abrangência. Valor.INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO . no caso de manutenção. conjunto habitacional ou qualquer outro conglomerado populacional ou conjuntos deles. conforme Bloco B. Valor. data e a assinatura seguida de identificação do cargo do responsável pela proposta. No campo seguinte Indicar na quadrícula correspondente a opção de instituição bancária para a movimentação dos recursos. Campo 1 a 6 . Data e Assinatura. Bloco B. Campo 13. Campo 14.PROPOSTA DE ADESÃO Bloco A. . 1/12. bem como o endereço completo para correspondência do órgão ou entidade proponente. DESCRICAO DA PROPOSTA Deve conter a descrição da proposta decomposta em tantas quantas forem as unidades do programa que devem ser instaladas e/ou mantidas. tipo de imóvel. Instalação e Opção Bancária Indicar sim ou não com o “x” na quadricula correspondente. A opção por outra instituição que não o Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal deve ser precedida de verificação de seu credenciamento junto ao Fundo Nacional de Saúde. proximidade com estações de ônibus ou trem e distâncias em relação aos estabelecimentos de saúde públicos ou privados. Unidade do Programa nº. Total. Descrição da Proposta. Preencher tantos blocos de formulário quantos forem as unidades do Programa a ser instaladas e/ou mantidas.). Campos 17. Despesas com Manutenção e com Instalação e Valor (Plano de Aplicação). Campos 22 a 26. Pode ser rua. pessoal profissional de farmácia ou outras a descrever. o total a ser transferido e o valor do 1/12. Endereço Completo..

8º. Assinatura . COMPROMISSO 12. de 06 de dezembro de 2004. estas deverão ser comunicadas à Direção Nacional do Programa Farmácia Popular do Brasil dentro do mesmo prazo estabelecido. firmamos o compromisso de utilizar os recursos do Programa Farmácia Popular do Brasil dentro da forma. 11. prazo e demais exigências contidas no seu Manual Básico. em especial o que dispõe o art. Nome do Dirigente Responsável 9. da Portaria GM nº 2. § 2º.587. RG 2. Nome do Órgão ou Entidade Proponente 5. IDENTIFICACÃO 1. devolver os recursos.ADENDO II – TERMO DE COMPROMISSO A. Município 4. População a ser atendida. Endereço Completo 10. Endereço Completo 6. Quaisquer dificuldades que impliquem na demora da execução. em caso de qualquer impossibilidade de continuar no Programa. Território de abrangência 7. CPF 8. UF B. no qual os órgãos e entidades que começaram a receber os recursos correspondentes à implantação e/ou manutenção de Unidades do Programa Farmácia Popular do Brasil terão o prazo de 30 dias da data de crédito em conta bancária para iniciar a execução das ações ou. Termo Por este termo. CNPJ 3. 13.

Campos 2 a 4. Campo 1. Campos 6 a 8. bairro. CPF e RG Preencher com os dados de identificação pessoal do dirigente responsável pela parceria. Campo 11. podendo abranger regiões limítrofes. pela instalação e funcionamento das unidades do Programa Farmácia Popular do Brasil no âmbito do órgão ou entidade proponente: nome. Nome do Órgão ou Entidade Proponente Preencher com o nome do órgão ou entidade proponente município (Secretaria Municipal de Saúde). Preencher com a assinatura seguida de identificação do cargo do responsável pela proposta. População a ser atendida. Campo 9. Campo 10. da população a ser atendida compreendida dentro do território a ser abrangido. CNPJ. Assinatura.ADENDO II TERMO DE COMPROMISSO Bloco A. Município e UF. nome do Município e UF em que está sediado. seguido do órgão emissor. Informar o número. números no Cadastro de Pessoa Física e do Registro Geral contido na Carteira de Identidade. Pode ser rua. COMPROMISSO. Entende-se por território a área de Estado ou de Município o qual o proponente atua. Território de abrangência Descrever o território a ser abrangido com as ações do Programa Farmácia Popular do Brasil. estado (Secretaria Estadual de Saúde) ou instituição privada sem fins lucrativos (hospital ou mantenedora). vila. IDENTIFICACÃO Deve conter os dados de identificação da entidade proponente e do seu dirigente legal. estado (Secretaria Estadual de Saúde) ou instituição privada sem fins lucrativos (hospital ou mantenedora). município (Secretaria Municipal de Saúde). Nome do Dirigente Responsável. Campo 19. Endereço Completo Preencher com o endereço completo para correspondência do órgão ou entidade proponente. Bloco B. .INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO . conjunto habitacional ou qualquer outro conglomerado populacional ou conjuntos deles. Campo 12. Preencher com o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídico – CNPJ do órgão ou entidade proponente. Deve conter o compromisso assumido pelo órgão ou entidade aderente ao Programa. Termo Contém termo de compromisso a ser assinado pelo responsável pela proposta de adesão. real ou estimado.

limpeza. Município 4. Nome do Órgão ou Entidade Proponente 5.Nº unidades 14.Despesas com Instalação 23. CNPJ 3.Executado 25.Nº unidades 19. EXECUÇÃO DO PROGRAMA B1.Despesas com Manutenção Luz. etc.Saldo 19.) Despesas com Pessoas Jurídicas Despesas com Pessoas Jurídicas Total 22.1/12 17.Valor Depósitos 28.Natureza dos Depósitos 27. Nome do Dirigente Responsável 9.Valor da Transferência 29. 24. Período: ____/____/____ Conta nº __________ Banco: ________________ 25. 11.Executado 21. telefone. Endereço Completo 6.Valor Previsto 20.Saldo Total C.água. 12. CPF 8..Data 26. UF B.Valor Previsto 24. 18. Execução da Proposta. Manutenção 13. Movimentação da Conta Corrente de Movimento Financeiro. RG 2. População a ser atendida. Instalação 18.ADENDO III – RELATÓRIO TRIMESTRAL DE CUMPRIMENTO DE OBJETIVOS A. Território de abrangência 7.Gastos 30. etc. internet. Valor 20. Material de expediente Pessoal (especificação Adendo IV) Serviços de Terceiros (manutenção. AUTENTICAÇÃO 31. Assinatura .Total 16.Data _____________________________de___________ de 2004 32. Endereço Completo 10.Total B2. Síntese da Proposta Aprovada.Saldo Total B3.Valor 15. IDENTIFICACÃO 1.Movimentação financeira da Conta.

Despesa com Instalação. Entendese por território a área de Estado ou de Município o qual o proponente atua. nome do Município e UF em que está sediado. Campos 18 a 21. Estado (Secretaria Estadual de Saúde) ou instituição privada sem fins lucrativos (hospital ou mantenedora) e demais dados da entidade nº do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídico – CNPJ. Sub-bloco B1. distinguindo as entradas de valores pela entrega dos medicamentos aos beneficiários do Programa. real ou estimado. aprovada. Total. instalação e funcionamento das unidades do Programa Farmácia Popular do Brasil no âmbito do órgão ou entidade proponente: nome. da população atendida compreendida dentro do território a ser abrangido. Adendo I. Deve conter informações relativas à movimentação da conta bancária de movimentação financeira dos valores concernentes ao Programa Farmácia Popular do Brasil. Nome do Dirigente Responsável. Valor. Território de abrangência Descrever o território a ser abrangido com as ações do Programa Farmácia Popular do Brasil. Instalação. conjunto habitacional ou qualquer outro conglomerado populacional ou conjuntos deles. o total a ser transferido e o valor do 1/12. Descrição da Proposta. Município e UF Preencher com o nome do órgão ou entidade proponente Município (Secretaria Municipal de Saúde). Campos 6 a 9. Campos 31 e 32. números no Cadastro de Pessoa Física e do Registro Geral contido na Carteira de Identidade. 1/12. os valores dos gastos e apuração do saldo em conta bancária corrente. de transferências para os gastos de manutenção ou de instalação. Campo 24. Campos 25 a 30 – Data. data e a assinatura seguida de identificação do cargo do responsável pela proposta. Informar o número. Preencher com os dados de identificação pessoal do dirigente responsável pela parceria.INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ADENDO III . valor individual a ser multiplicado pelo número de unidades. Despesas com Manutenção. Campos 12 a 16. vila. Indicar os dados relativos ao período relatado de movimentação da conta. bairro. Bloco B. Informar na ordem cronológica (data). Preencher os campos descrevendo o número de unidades atendidas. seguido do órgão emissor. Campo 11. Campo 17 a 20. Pode ser rua. Valor. Receita. Data e Assinatura. Receita. AUTENTICAÇÃO Deve conter a síntese da proposta de adesão ao Programa Farmácia Popular do Brasil. Movimentação da Conta Corrente de Movimento Financeiro. Sub-bloco B2 – Execução da Proposta. valor individual a ser multiplicado pelo número de unidades. CPF e RG e Endereço Completo.RELATÓRIO TRIMESTRAL DE CUMPRIMENTO DE OBJETIVOS Bloco A. Campo 10. Gastos e Saldo. no caso de manutenção. Nº de Unidades. conforme Bloco B. Adendo I. Nº de Unidades. Movimentação financeira da Conta. Despesa e Saldo . Total. Deve conter dados relativos à execução da proposta de adesão ao Programa Farmácia Popular do Brasil. Síntese da Proposta Aprovada. Campo 22 a 25. Nome do Órgão ou Entidade Proponente. EXECUÇÃO DO PROGRAMA Deve conter informações relativas ao estágio da execução do Programa. conforme Bloco B da Descrição da Proposta. bem como o endereço completo para correspondência do órgão ou entidade proponente. Campo 1 a 5 . População atendida. .Preencher com o local. Valor da Transferência. Manutenção. Natureza dos Depósitos. o total a ser transferido no caso de instalação. aprovada. podendo abranger regiões limítrofes. (O valor da receita e da correspondente despesa pode ser globalizado como gastos com instalação) . a natureza dos depósitos. Bloco C. Deve conter declaração expressa seguida de autenticação por meio de assinatura do responsável legar pela posposta. Despesa e Saldo Informar o valor da receita e da respectiva despesa com instalação em relação aos objetos especificados no campo 22. Sub-bloco B3. Preencher os campos descrevendo o número de unidades implantadas. Informar o valor da receita e da respectiva despesa com manutenção em relação aos objetos descritos no campo 18. Valor dos Depósitos. CNPJ. IDENTIFICACÃO Deve conter os dados de identificação da entidade proponente e do seu dirigente legal.

caixas e dispensação de medicamentos). Consideram-se essenciais o fácil acesso à via pública e a inexistência de escadas ou rampas com inclinações acentuadas. A localização e a quantidade de sanitários exige cuidado especial. Serviços.Fig. Administrativa (uma sala para a gerência e uma para o co-responsável e assistente de gestão). inclusive com acesso para portadores de deficiência física. Deve ser fechada. ou na elaboração de um projeto arquitetônico de adaptação para instalação de uma Farmácia. bem como a luminosidade natural e a ventilação de cada um deles são aspectos relevantes na escolha de um imóvel. O número de ambientes preexistentes e suas dimensões. pois a adaptação às normas específicas do município aplicadas para farmácia. de cor verde citrino brilhante. A área de estoque de medicamentos deve contar com ambiente reservado para a guarda dos medicamentos sob controle especial (Portaria 344/98). As portas dessa área devem ser de cor verde musgo e contarem com visor de 20 x 70 centímetros. As características dos revestimentos de pisos e paredes. muitas vezes. 2 de unidades do Programa. bem como de painéis divisórios cuja utilização é permitida em farmácias. Os ambientes previstos para as unidades são: Atendimento (cadastro.Fig. as de segurança e as de assecibilidade previstas na legislação vigente. Os painéis instalados na área de atendimento devem ser. acerca das normas previstas para cada uma das exigências. podem ser utilizados painéis divisórios. preferencialmente. ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E PRODUTOS • PAINÉIS DIVISÓRIOS Na divisão dos ambientes internos da farmácia. no sentido de facilitar a execução dos projetos de reforma e adaptação de imóveis. Sanitários e Estoque de medicamentos. Faz-se necessária consulta aos órgãos locais. os quais devem observar o padrão de espessura de 35mm.ADENDO IV ESPECIFICAÇÃO PADRÃO – REFORMA E ADAPTAÇÃO DE IMÓVEL ESPECIFICAÇÃO GERAL Independente de qualquer padronização do Programa Farmácia Popular. aplicadas na de uma farmácia. Não são recomendados imóveis com mais de um piso ou pavimento. 1 e fotografias . devem ser observados. Áreas com dimensões inferiores a 120 m2 tornam inviável a estruturação dos diferentes ambientes previstos para as unidades do Programa. dificultando assim a circulação dos usuários. com impacto nos custos de execução da obra. com revestimento em laminado melamínico e estrutura em perfis de alumínio anodizado natural. o imóvel deve oferecer estrutura que atenda as exigências sanitárias. bem como a disponibilidade de sanitários. . Entre os postos de cadastro deverão ser instalados painéis de 120 x 130 centímetros. com exceção dos sanitários. Foram incluídas abaixo uma planta baixa orientativa . requer instalação ou modificação nas características da rede hidráulica. com porta de acesso e ter área total suficiente para abrigar cerca de 15 (quinze) estantes de 200 x 100 x 60 cm e pelo menos 02 (dois) armários estoque desejável que seja reservada área fechada com porta onde são mantidos os armários fechados de 200 x 100 x 45 cm. pois pode haver variações de uma localidade para outra.

preferencialmente no sistema de mistura eletrônica ou de catálogo nas cores verde claro. acabamento acetinado na cor verde. • PINTURA Na pintura das superfícies devem ser utilizadas tintas acrílicas com acabamento acetinado ou fosco. 15A. Nas instalações embutidas recomenda-se a utilização de eletrodutos de PVC flexíveis com caixas demais assessórios do mesmo material. voz. acabamento acetinado na cor Vermelho Cardinal. evitando-se que seja necessária a sua substituição. Portas de enrolar: Pintura esmalte. • TETOS E FORROS O teto ou forro deve ser de alvenaria. facilitando a execução das adaptações e minimizando os custos da obra. conexões e demais acessórios compatíveis. como destaque. sendo que uma delas (inteira ou parte) deve ser pintada na cor vermelho cardinal. alto fator de potência (acima de 99%) e tensão universal (100 a 240v). Tetos e forros de gesso: Pintura acrílica. gesso comum ou gesso acartonado. Os interruptores podem ser de padrão simples com duas seções. com sistema integrado de energia elétrica. acabamento acetinado na cor verde. semiflexíveis. Recomenda-se o uso de lâmpadas fluorescentes tubulares de 16w e 32w e de reatores eletrônicos para uma ou duas lâmpadas com partida ultra rápida. Caso o imóvel escolhido para instalação da unidade não contemple tal exigência. São aceitas variações nas cores.Nas demais áreas os painéis devem ser de cor cinza. ILUMINAÇÃO Deverão ser utilizadas luminárias fluorescentes. Podem ser cerâmicos. de embutir ou de sobrepor. • REVESTIMENTOS DE PISOS Os revestimentos dos pisos devem ser de cores claras (branco ou bege claro). acabamento fosco na cor branco neve. Folhas de portas de madeira: Pintura esmalte com massa óleo. • Paredes internas: Pintura acrílica. acabamento acetinado. dados e imagem. verde escuro e vermelho. quando devidamente justificadas e autorizadas pela Gerência Administrativa do Programa. • INSTALAÇÃO ELÉTRICA As instalações de luz e força poderão ser aparentes ou embutidas. É recomendável o aterramento de toda a rede elétrica. Rodameio e Caixonetes completos: Pintura esmalte com massa óleo. compostos por resinas de PVC. . bipolares. acabamento fosco. em relação ao padrão indicado. Grades de ferro: Pintura esmalte. com corpo em chapa de aço tratada e com pintura eletrostática na cor branca. Recomenda-se a escolha de imóveis onde os revestimentos dos pisos estejam de acordo com tais especificações. visando garantir segurança das instalações e equipamentos. deverá ser providenciada a instalação ou substituição do forro. e/ou forem necessárias para a manutenção da harmonia das cores dos pisos e paredes pré-existentes. ou vinílicos. com rejuntes da mesma cor. contendo tomadas. as portas na cor branco com visor de 20 x 70 centímetros. intermediários ou paralelos. PVC. No caso de utilização de painel com altura até o pé-direito. Não serão admitidos forros de madeira. em qualquer hipótese. o padrão deve ser: PAINEL – VIDRO – PAINEL. Quando aparentes devem ser utilizados eletrodutos de PVC rígido ou alumínio extrudado. na cor verde claro. 127-220V. conforme características e normas Brasileiras NBR. cor branco neve. Assim é desejável que as tomadas observem ao padrão 2P + T universal. interruptores.

tais como fachada. INSTALAÇÃO DE ÁGUA FRIA Havendo necessidade de instalação ou substituição de tubos. Caixas sifonadas. Recomenda-se o uso de disjuntores do tipo mini. • INSTALAÇÃO DE REDE DE DADOS E TELEFONIA Na instalação da rede de dados e telefonia devem-se observar os mesmos critérios indicados para a rede elétrica. em chapa de aço com tratamento anticorrosivo e pintura eletrostática à pó com barramento trifásico ou bifásico de cobre eletrolítico com alto grau de pureza mais neutro isolado e terra para disjuntores do tipo mini. Para a instalação da rede de dados deverá necessariamente ser utilizada tomada fêmea RJ 45. caixas e conexões. cuja fabricação atenda a norma NBR 5648 da ABNT. recomenda-se ao que segue: • Tubos e conexões de PVC rígido. A opção por instalações aparentes deverá ser feita sempre que não houver substituição do piso original do imóvel. Quando essa substituição se fizer necessária. . Na estruturação dessas redes deve-se prever a existência de cabos externos. Os serviços deverão ser executados de acordo com a Norma 224. ou seja. Sanitários instalados com válvula de descarga com corpo de bronze ou sanitários com caixa acoplada. Para a instalação de telefonia deverá necessariamente ser utilizada tomada fêmea RJ 11. o cabeamento deve contar com uma sobra (extensão) para a instalação dos equipamentos que são alocados nos diferentes ambientes da farmácia. Caso contrário. recomenda-se a utilização de eletrodutos embutidos no piso com caixas de piso de alumínio silício e placas e sobreplacas tipo unha de latão fundido em coquilha. de pressão e válvulas de descarga de corpo de bronze. ralos sifonados. caixas de gordura e caixas de inspeção de PVC rígido. de dados e telefonia. identificadores de ambientes para colocação nas portas e demais instrumentos padronizados de identidade visual das unidades do Programa são fornecidos e instalados pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz e entregues juntamente com os móveis e equipamentos.1/02 e da concessionária local. com proteção termomagnética e fabricação em acordo com a norma IEC 60947-2. Da mesma forma. deve ser instalado quadro geral de embutir. cuja fabricação a respectiva norma da ABNT. recomenda-se ao que segue: Tubos e conexões PVC rígido soldável (marrom). Registros de gaveta. havendo substituição do piso e possibilidade de abertura das paredes. próprias para pisos de lojas. na instalação de redes aparentes. caixas e conexões. cuja fabricação atenda a respectiva norma da ABNT. SINALIZAÇÃO VISUAL INTERNA E EXTERNA Os sinalizadores internos e externos. Quando houver instalação de nova rede. placas indicativas.3115. escritórios e salões. deve-se prever a utilização de sistema integrado para a rede elétrica. Na área de serviços faz-se necessário um ponto de água para instalação do purificador de água. podendo ser aparente ou embutida. devem-se observar as recomendações contidas no item acima. cuja fabricação atenda a norma NBR-7362 (EB-644) da ABNT.Havendo necessidade. recomenda-se o uso de redes embutidas. • INSTALAÇÃO SANITÁRIA Havendo necessidade de instalação ou substituição de tubos.

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.Fig. 2 – Fotografias de unidades do Programa.

dupla fonte de energia: solar e bateria Computador completo Controlador de Senha (visor e impressora) Fac-simile Impressora Jato de Tinta Impressora matricial não fiscal No-break potência 700 VA autonomia 20 minutos PDV (computador. Gaveta. com bobina de papel 58 mm Calculadora Portátil .ADENDO V MÓVEIS E EQUIPAMENTOS CEDIDOS REFERÊNCIA PADRÃO PARA UMA UNIDADE MOBILIÁRIO / EQUIPAMENTO Armário com 2 portas para vestiário Armário fechado 200x100x45 cm Balcão com prateleira 1.00m com suporte teclado (computador) Mesa de 1.40m – Gerente Aparelho de DVD Aparelho Telefônico Calculadora de mesa 12 digitos. QUANTIDADE (unidade) 05 03 06 05 12 05 01 06 15 03 01 02 04 01 01 04 01 03 05 01 01 01 01 05 02 01 01 01 01 01 01 01 CÓDIGO Em planta* O H P A B C L M J Q E D F .00m Cadeira fixa Cadeira rodízio Cadeira tipo longarina 3 lugares Cofre inteiriço Estante de Ferro para estoque 200x100x30 cm Estante de Ferro para estoque 200x100x60 cm Gaveteiro – 3 gavetas Guichê 3 módulos frontais + 2 módulos laterais Mesa de 1.00m com gaveta Mesa de 1. TEF e impressora fiscal) Placa de fax modem interno PCI 56 K Purificador de água com refrigeração Rack para switch Refrigerador Suporte conjugado para TV e Vídeo Switch Dual Speed 10/100Mbps 16 portas Televisor 20 polegadas * Indicação de localização na planta orientativa – Fig. 1 do Adendo IV.

...666 de 21/06/93....... e suas alterações subseqüentes... e demais normas que regem a espécie. . de propriedade da COMODANTE... poderá... 248. 1248.... manutenção e conservação. objetos do presente contrato. bem como sua conservação e prêmio de seguro serão de responsabilidade do COMODATÁRIO... expedido pela XXX/XX.. Distrito Federal ou Entidade)...O.. sendo vedada a contratação de terceiros desconhecidos do segundo.... sediado(a) na .......... Código Civil. com vistas ao desenvolvimento do PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR. CPF nº XXXXXXXXXXXX......217... do valor pago na sua aquisição..... doravante denominada COMODANDE ou FIOCRUZ.. bem como pelas seguintes Cláusulas e Condições..... entidade pública criada e mantida pela União...365. quando necessárias. Rio de Janeiro/RJ...... publicado no D. doravante denominado(a) COMODATÁRIO.. seção 2. CPF n° 103...... neste ato representada por seu Presidente. vinculada ao Ministério da Saúde... desde que autorizada em lei.. a seguir: CLÁUSULA PRIMEIRA ... inclusive equipamentos. Dr.. INSTITUIÇÃO OU ENTIDADE).. contados a partir da data da assinatura deste.. devendo o COMODANTE ser cientificado de qualquer ocorrência dessa natureza. do número de registro no Patrimônio da COMODANTE.576........445-0 CREMERJ....... inscrita no CNPJ sob o n° 33..DO PRAZO O presente comodato terá duração de 12 (doze) meses........... Município............. art...... na forma de anexo... e o (Estado. VISANDO O EMPRÉSTIMO GRATUITO DE EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS A OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR A FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ....... A relação deve integrar o presente instrumento.055/0001-35..100-91... CEP 21040-900.. Brasil n° 4... desde que necessário para a continuidade dos serviços a serem realizados em regime de cooperação mútua... inscrito(a) no CNPJ sob nº ... com a indicação da sua descrição detalhada. PAULO MARCHIORI BUSS.. página 1........ a COMODANTE.. portador da Carteira de Identidade n° 5..... neste ato representada por .... eventuais despesas de manutenção preventiva e corretiva dos bens..... vedada a sua utilização em outras operações estranhas à que se propõe. encontrado no endereço supra. coordenado pelo Ministério da Saúde....XXXXX-XXX. SUBCLÁUSULA ÚNICA – Até que os bens permaneçam sob empréstimo por comodato. devem ser relacionados...... em perfeitas condições de uso e funcionamento. art. de bens móveis. nomeado pelo Decreto de 21/12/2000.. SUBCLÁUSULA ÚNICA – Os bens.... e ..ADENDO VI MINUTA DE CONTRATO DE COMODATO MÓVEIS E EQUIPAMENTOS CONTRATO DE COMODATO QUE ENTRE SI CELEBRAM A FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ E A(O) (PREFEITURA. sediada na Av...... portador da Carteira de Identidade n° XXXXXXX. encontrado no endereço supra.... CLÁUSULA TERCEIRA ..DO OBJETO O presente Contrato tem por objeto o empréstimo gratuito ao COMODATÁRIO. Manguinhos... Após este prazo. GOVERNO DE ESTADO OU DF.DO USO DOS BENS O presente empréstimo por Comodato restringe-se aos bens identificados conforme a cláusula anterior... bem como a data da aquisição e da transferência ao COMODATÁRIO.... CLÁUSULA QUINTA – RESPONSABILIDADE SOBRE OS BENS A COMODATÁRIA obriga-se a manter o(s) bem(ns) objeto desse contrato... a seu único e exclusivo critério. CEP... resolvem firmar o presente Comodato.. nos termos do Código Civil.... serão efetuadas por técnicos indicados pelo COMODATÁRIO ao COMODANTE..781..U de 22/12/2000... CLÁUSULA SEGUNDA .. nas condições estabelecidas neste instrumento.... CLÁUSULA QUARTA – DA MANUTENÇÃO DOS BENS Durante a vigência do contrato. na forma prevista na Lei n° 8...... doá-los ao COMODATÁRIO.... que se destinam e deverão ser empregados exclusivamente nas atividades de operacionalização do Programa Farmácia Popular realizadas pelo COMODATÁRIO.... cargo ......

por estarem de acordo. . CLÁUSULA SÉTIMA – DEVOLUÇÃO DOS BENS Ocorrendo a hipótese de encerramento das atividades da farmácia popular instalada pela COMODATÁRIA na vigência do presente instrumento. PAULO MARCHIORI BUSS Fundação Oswaldo Cruz Presidente Representante Legal COMODATÁRIO Testemunhas: 1) Assinatura: Nome: Identidade: 2) Assinatura: Nome: Identidade: .Infringida pela COMODATÁRIA. a Subcláusula única da Cláusula Quarta deste Instrumento. devendo esta ocorrer no prazo de 20 (vinte) dias a contar daquela data. por extrato.CLÁUSULA SEXTA – DA RESCISÃO O presente instrumento poderá ser rescindido a qualquer tempo.U. XX de XXXXXXX de 20XX. depois de lido e achado conforme.DA PUBLICAÇÃO A FIOCRUZ publicará. o presente Comodato. na presença das testemunhas abaixo.DA RESPONSABILIDADE DA COMODATÁRIA É da inteira responsabilidade da COMODATÁRIA a integridade física do(s) bem(ns) ora emprestados. devendo o(s) bem(ns) ser(em) restituído(s) imediatamente à FIOCRUZ. deverá esta restituir os bens à FIOCRUZ. no Diário Oficial da União D. como condição de eficácia. CLÁUSULA NONA . nas mesmas condições operacionais em que o recebe. o presente Comodato foi lavrado em 2 (duas) vias de igual teor e forma. no prazo máximo de 30 (trinta) dias contados da data de sua paralisação. para dirimir quaisquer dúvidas ou questões oriundas da execução deste Comodato. CLÁUSULA OITAVA . SUBCLÁUSULA PRIMEIRA . sob pena de se responder por danos causados. a rescisão será automática. Rio de Janeiro. E. CLÁUSULA DÉCIMA .DO FORO Fica eleito o Foro da Seção Judiciária da Justiça Federal do Estado do Rio de Janeiro. até o 5° (quinto) dia útil do mês seguinte ao de sua assinatura. a critério das partes. assinadas pelas partes..O. de maneira que deverá diligenciar para que o estado do bem seja preservado nas mesmas condições em que lhe(s) foi(ram) entregue (s). podendo os casos omissos serem resolvidos de comum acordo entre as partes.

materiais de expediente e informática. de distribuição de medicamentos aos consumidores. operação de sistema operacional. controle de depósitos de valor. Auxiliar de Gestão: Nível médio completo com experiência mínima de 01 ano na execução dos serviços de operacionalização de sistema.Nível médio completo com experiência mínima de 01 ano na execução dos serviços de gestão administrativa interna das unidades das farmácias nas áreas de materiais. realização de back-ups. incluindo limpeza interna e externa das farmácias. recursos humanos e micro-informática. informatizado ou manual. QUANTITATIVO DE REFERÊNCIA MÍNIMA PARA UMA UNIDADE 01 Farmacêutico Gerente (FR) 01 Farmacêutico Co-Responsável (FCR) 01 Assistente de Gestão (ASG) 05 Auxiliares de Gestão (AUG) 01 Auxiliar de Serviços Gerais (ASG) . Farmacêutico. como arrumação de estoque de medicamentos. caixa e balconista. dispensação de medicamentos e correlatos de acordo com as normas de assistência e atenção farmacêutica. tais como serviços de estoquista. Auxiliar de Serviços Gerais: Nível médio completo com experiência mínima de 01 ano na execução dos serviços de higiene.Co-responsável: nível superior em farmácia e experiência de 01 ano na execução dos serviços de dispensação de medicamentos e correlatos de acordo com as normas de assistência e atenção farmacêutica. Assistente de Gestão . atendimento e auxílio na organização de estoques. pesquisas em banco de dados e correlatos. controle de freqüência. visando auxiliar o Farmacêutico Gerente.ADENDO VII REFERÊNCIA MÍNIMA – QUADRO DE RECURSOS HUMANOS PERFIL PROFISSIONAL DESEJÁVEL Farmacêutico Gerente: nível superior em farmácia e experiência de 02 anos na execução dos serviços de coordenação e gerência de farmácia. contabilidade.

. descentralização de atividade com compartilhamento de recursos na forma prevista no art.. CLÁUSULA TERCEIRA .. inscrita no CNPJ sob o n° .... Decreto Lei nº 200........ CPF nº . neste ato representada por seu ..ADENDO VIII MINUTA DE CONVÊNIO PADRÃO – FIOCRUZ / PARTÍCIPE CONVÊNIO N° /2004.......... de 19 de setembro de 1990. na qualidade de Órgão Técnico Responsável. DESCENTRALIZAÇÃO DE ATIVIDADE COM COMPARTILHAMENTO DE RECURSOS.. de cooperação técnica....2 3............... Dr. nomeado pelo Decreto de 21/12/2000.055/0001-35.. e e. Dr.... . Gerenciar a implantação das Farmácias Populares.. no que couber..... proporcionando à população alternativa de acesso a medicamentos com preços inferiores aos praticados no mercado em geral. o Projeto arquitetônico da Farmácia Popular.... Governo de Estado ou DF ou Instituição) ...... em conformidade com o Manual Básico do Programa Farmácia Popular do Brasil....O........... de 6/12/2004.... doravante denominada(o) PARTÍCIPE.... Aprovar o local indicado pelo Partícipe para instalação da Farmácia.1 3....... A FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. CEP..... concernente à execução do objeto descrito na Cláusula Primeira..... CLÁUSULA SEGUNDA ...217. doravante denominada FIOCRUZ ou Órgão Técnico Responsável...................... encontrado no endereço supra.... sem prejuízo do gerenciamento pelo Partícipe.. Gerenciar a logística de armazenamento e distribuição dos medicamentos e outros materiais relacionados com medicamentos.........4 3....080. tendo em vista a descentralização de atividade com compartilhamento de recursos.... e a (o) (Prefeitura... de 25/02/1967 e Lei nº 8.......... portador da Carteira de Identidade n° . encontrado no endereço supra...DAS OBRIGAÇÕES DA FIOCRUZ À FIOCRUZ......781.....100-91.... INSTITUIÇÃO OU ENTIDADE).365. seção 2... visando o desenvolvimento do PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR DO BRASIL.. em conformidade com o Manual Básico do Programa.. de forma complementar às ações e medidas do SUS........... neste ato representada por seu Presidente. de comum acordo entre os convenentes........ sediada na Av..... inscrita no CNPJ sob o n° 33..... bem como pelas seguintes Cláusulas e Condições: CLÁUSULA PRIMEIRA ... CPF n° 103...... através do estabelecimento de parcerias. 23 da Constituição Federal. entidade pública criada e mantida pela União....3 3. independentemente de transcrição..DO PROJETO DA FARMÁCIA POPULAR Integra este Instrumento... publicado no D...... DE COOPERAÇÃO TÉCNICA..445-0 CREMERJ..576.. compete: 3.. vinculada ao Ministério da Saúde..... GOVERNO DE ESTADO OU DF.U de 22/12/2000...... resolvem firmar o presente convênio......... Monitorar o gerenciamento do movimento contábil e financeiro de estoque das Farmácias... cujo objetivo principal é implantar Farmácias Populares............5 Realizar a Coordenação Executiva do Programa. PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA DE FARMÁCIA POPULAR...... aprovado pela Portaria GM/MS nº 2587................ PAULO MARCHIORI BUSS............ Manguinhos.... Brasil n° 4. CEP 21040-900.............. página 1.. coordenado pelo Ministério da Saúde..DO OBJETO O presente Convênio tem por objeto instituir a cooperação técnica entre os convenentes... QUE ENTRE SI CELEBRAM A FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ E A(O) (PREFEITURA...... portador da Carteira de Identidade n° 5........ sediada na ....... Rio de Janeiro/RJ...

3. Agência 4201-3.4 4. devendo ser em região de fácil acesso. com aluguel ou equivalentes.6 4.7 Gerir a aquisição e distribuição dos medicamentos definidos pelo Ministério da Saúde. a serem realizadas pelo responsável indicado na cláusula sexta. para efeitos de orientação ou monitoramento. no Banco do Brasil.CNPJ. devidamente qualificado no preâmbulo deste instrumento. 4. Capacitar a equipe de recursos humanos das farmácias. Disponibilizar e gerenciar a equipe de recursos humanos para operacionalização de cada farmácia instalada. compete: 4. Gerenciar o movimento contábil e financeiro de estoque das Farmácias. Elaborar e disponibilizar o projeto-executivo específico da Farmácia para cada um dos imóveis indicados.2 4. mediante contrato de comodato. Coordenar.12 3. grande concentração populacional e fluxo de pedestres. código identificador 25442025201179-3. Disponibilizar especificação dos componentes de adequação da farmácia e do lay-out básico para que o Participe elabore o projeto-executivo específico da Farmácia para cada um dos imóveis porventura indicados. Promover os procedimentos necessários à legalização das Farmácias obtendo o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica .10 .15 CLÁUSULA QUARTA. Responsabilizar-se pelas despesas condominiais de água. Disponibilizar sistema informatizado de gestão das farmácias. no que lhe couber. fiscalizando as ações das farmácias. a sua cessão ao Participe.9 3.5 4. nos termos do Manual Básico do Programa.8 4. Promover a aquisição e distribuição de equipamentos e mobiliários necessários às Farmácias. Inscrição Estadual . Realizar e gerenciar a obra de adequação.10 3. Acompanhar a execução do Programa através de avaliações periódicas. conta-corrente 170500-8.1 Indicar o(s) imóvel(eis) adequado(s) para a instalação da(s) Farmácia(s) Popular(es).11 3.6 3.9 4. Disponibilizar os referidos imóveis para a implantação da(s) Farmácia(s). bem como os de sinalização das farmácias. Responsabilizar-se pelas despesas com taxas e impostos referentes ao imóvel.14 3. luz e eletricidade e outras que porventura incidirem sobre o imóvel.3. Fornecer os materiais de embalagem. promovendo. em conjunto com a Fiocruz.3 4. Elaborar e fornecer manuais operacionais padrão de procedimentos para as farmácias.7 4. Realizar o depósito diário na conta única do Tesouro indicada pela Fiocruz.8 3. com instalação de telefone e linhas telefônicas. do valor referente ao ressarcimento dos medicamentos disponibilizados por cada farmácia instalada. e proximidade com Unidades de Saúde.DAS OBRIGAÇÕES DO PARTICIPE Ao PARTÍCIPE. após a conclusão ou extinção deste convênio. a manutenção dos equipamentos e mobiliários disponibilizados pela Fiocruz e instalados nas Farmácias pelo período de até 12(doze) meses.IE e outros documentos pertinentes. e quando for o caso.

... a partir da data de sua assinatura.......11 4. sem contudo alterar substantivamente o seu objeto... CLÁUSULA SÉTIMA ... equipamentos e/ou material permanente..DOS RECURSOS FINANCEIROS Os convenentes deverão prever nas suas programações orçamentárias anuais os recursos necessários à execução descentralizada das atividades inerentes ao presente Convênio.16 Fornecer materiais de escritório e informática para operacionalização de cada Farmácia... segurança. a seu único e exclusivo critério... nos termos da IN/STN nº 1. Na data da conclusão ou extinção mediante a rescisão bilateral deste Instrumento.. CLÁUSULA SEXTA .2 A FIOCRUZ elaborará o contrato de comodato dos bens a serem cedidos para as Farmácias.. manutenção predial e de equipamentos de informática..... ou mediante o incentivo repassado fundo a fundo nos termos da Portaria GM/MS nº 2587/2004. devendo ser especificada a classificação funcional programática das despesas à conta do Orçamento do Ministério da Saúde que serão realizadas...12 4...15 4.... Fornecer linhas telefônicas e telefones (em média 4 linhas)..14 4. CLÁUSULA QUINTA .......... adquiridos ou construídos em razão deste instrumento.. Dotar-se de rede lógica e de acesso à internet para transmissão dos dados via sistema informatizado. que contemplem a exclusão ou ampliação de exigências...... de 15 de janeiro de 1997. os bens remanescentes..... CLÁUSULA OITAVA – DOS BENS E SERVIÇOS ADQUIRIDOS 8... mediante a celebração de termo aditivo.DOS ADITAMENTOS O presente instrumento poderá ser aditado mediante termos circunstanciados.. desde que considerados necessários à continuidade dos serviços e ao atendimento ao interesse mútuo e coincidente..DA VIGÊNCIA O presente Convênio terá vigência de 5 (cinco) anos........1 8..13 4. Fornecer extintores de incêndio e demais equipamentos de segurança e prevenção de danos causados a pessoas e ao patrimônio. poderão ser doados pela proprietária... Gerenciar administrativamente cada farmácia implantada....... e pela FIOCRUZ o (a) .. . agregados ao seu texto original sempre que necessários à introdução de elementos elucidatórios.. Fornecer serviços de limpeza..DA GESTÃO Serão responsáveis pela gestão do presente Convênio. podendo ser alterado.. pelo PARTÍCPE. responsabilidades ou garantias mutuamente acordadas de interesse recíproco sendo vedada a alteração do seu objeto.. CLÁUSULA NONA .. e demais legislação correlata e das Normas vigentes no Ministério da Saúde.. SUBCLÁUSULA ÚNICA – O eventual repasse de recursos financeiros será efetuado através da celebração de convênio de natureza financeira..4.... de propriedade da FIOCRUZ. devidamente assinados pelos convenentes.. o(a) .

ser denunciado por quaisquer dos convenentes. ou por ente ou órgão por este delegado. condicionamento e entrega aos usuários mediante o ressarcimento de custos. o presente Convênio foi lavrado em 3 (três) vias de igual teor e forma.U. CLÁUSULA DÉCIMA –TERCEIRA – DOS MEDICAMENTOS EM CONSIGNAÇÃO Os medicamentos que constituem o elenco dos disponibilizáveis pelo Programa Farmácia Popular do Brasil. observadas as disposições do Manual Básico do Programa e das cláusulas deste instrumento. CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA . depois de lido e achado conforme. devidamente qualificados e quantificados. como condição de eficácia. ficando a inadimplente obrigada a ressarcir os danos causados à parte lesada. podendo os casos omissos serem resolvidos de comum acordo entre os Convenentes. na presença das testemunhas abaixo. no caso de infração a quaisquer de suas Cláusulas.DA PUBLICAÇÃO A FIOCRUZ publicará. por estarem de acordo. Rio de Janeiro. independentemente de interpelação judicial ou extrajudicial. devendo esta ocorrer no prazo de 20 (vinte) dias a contar daquela data. os vínculos empregatícios e os encargos decorrentes serão assumidos pelo Participe.DO FORO Fica eleito o Foro da Seção Judiciária da Justiça Federal do Estado do Rio de Janeiro. a qualquer título. para dirimir quaisquer dúvidas ou questões oriundas da execução deste Convênio. SUBCLÁUSULA SEGUNDA – A perda por qualquer motivo ou extravio de medicamentos deverá ser notificada imediatamente à FIOCRUZ. CLÁUSULA DÉCIMA –SEGUNDA .. SUBCLÁUSULA PRIMEIRA – A FIOCRUZ deverá repor os medicamentos disponibilizados em consignação que forem sendo utilizados pela dispensação aos usuários em conformidade com a demanda devidamente notificada pelo Participe na forma definida pela FIOCRUZ. contidos no documento fiscal que acompanhá-los até o seu destino. PAULO MARCHIORI BUSS FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ Presidente Testemunhas: 1) Assinatura: Nome: Identidade: 2) Assinatura: Nome: Identidade: PARTICIPE RESPONSÁVEL LEGAL . assinadas pelos convenentes. Poderá. a qualquer tempo. no Diário Oficial da União . com a execução do presente Convênio. por extrato.DA RELAÇÃO EMPREGATÍCIA O pessoal envolvido.D. em razão da superveniência de impedimento legal que o torne formal ou materialmente inexeqüível. E. até o 5° (quinto) dia útil do mês seguinte ao de sua assinatura. não terá com a FIOCRUZ relação jurídica de qualquer natureza.O. o presente Convênio. pela FIOCRUZ. pela guarda.CLÁUSULA DÉCIMA . devendo os prejuízos serem arcados pelo Participe. também. serão colocados à responsabilidade do Partícipe. facultada a proposta de rescisão bilateral de mútuo acordo com antecedência mínima de 30 (trinta) dias ou.DA RESCISÃO E DA DENÚNCIA O presente Convênio poderá ser unilateralmente rescindido de pleno direito. CLÁUSULA DÉCIMA –PRIMEIRA . de de 2004. a partir do seu recebimento.

Manaus/AM .gov. sala 303 Maguinhos – Rio de Janeiro .365 Pavilhão Figueiredo Vasconcelos.RJ CEP: 21045-900 Rio de Janeiro .517 .HUMANOS (92) 625-4040 UNIDADE GESTORA (92) 625-8088 (92) 671-2253 REC.HUMANOS (71) 266-0036 UNIDADE GESTORA (71) 266-6365 (71) 266-9440 REC.ADENDO IX ENDEREÇOS ÚTEIS .CEP: 40020-050 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (71) 266-5857 (71) 266-4325 REC.BAIRRO VILA IVONETE . Brasil.(96) 9974-8842 Endereço: Avenida Antonio Coelho de Carvalho. CONTAS (92) 625-3784 (92) 671-2109 FOMENTO (92) 671-3833 FAX (92) 671-6138 (92) 625-5578 (92) 671-0305 (92) 671-3833 AMAPÁ .FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ Diretoria de Administração Av.br .Dirigente: Déborah Doura do Lopes Endereço: Rua Tesouro.CEP:69027-000 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (92) 671-5917 (92) 671-2253 REC. CONTAS (68) 224-4590 (68) 224-4590 FOMENTO (68) 224-6283 ALAGOAS .HUMANOS (96) 225-4682 (96) 225-4682 UNIDADE GESTORA (96) 223-4475 (96) 225-4682 REC. Bloco G Edifício Sede. s/n .Dirigente: Maria Jeane dos Santos Alves .Dirigente: Mário Evengelista de Lima .Dirigente: Narciso Cardoso Barbosa . 21/23 . CONTAS (71) 266-0044 (71) 266-7744 FOMENTO (71) 322-0875 FAX (71) 266-3991 (71) 266-0069 (71) 266-2597 (71) 321-4079 . Sede do MS .DIREÇÃO NACIONAL DO PROGRAMA Esplanada dos Ministérios.Bairro da Glória .NÚCLEOS ESTADUAIS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE ACRE .Ed.Maceió/AL .RIO BRANCO/AC .RJ Fone: (21) 2290 0097 – 2598 4201 Fax: (21) 2280 9547 .Bairro Santa Rita . 2. 4.(92) 9995-6204 Endereço: Rua Oswaldo Cruz.Bloco C Edifício Bittar IV . LOGÍSTICOS (71) 266-3831 HABILITAÇÃO (71) 266-6352 (71) 266-0961 AUDITORIA (71) 266-7709 PREST.CEP: 57020-904 SETOR TELEFONE FAX SETOR GABINETE (82) 221-2163 (82) 223-3171 REC.Bairro Ajuda . s/nº . LOGÍSTICOS (92) 625-2412 HABILITAÇÃO (92) 625-8087 (92) 671-2250 AUDITORIA (92) 625-5359 PREST.Centro . s/nº .1º subsolo CEP: 70750-543 .(82) 9341-5091 Endereço: Praça dos Palmares.OUVIDORIA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE SEPN 511 .Macapá/AP .Brasília/DF Fone: 0800 61 1997 .CEP:69908-560 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE FAX GABINETE (68) 224-6283 (68) 224-6283 REC. CONTAS (82) 221-5786 (82) 223-3243 FOMENTO TELEFONE (82) 221-5802 (82) 223-2154 (82) 221-3300 (82) 221-5442 FAX (82) 221-2763 (82) 221-6498 (82) 223-6437 (82) 221-7886 AMAZONAS .HUMANOS (68) 224-3332 UNIDADE GESTORA (68) 224-3848 (68) 224-3848 REC. LOGÍSTICOS (96) 223-4475 (96) 225-4682 HABILITAÇÃO (96) 225-4706 (96) 223-4467 AUDITORIA (96) 223-9078 (96) 223-9078 PREST. 8º andar. LOGÍSTICOS HABILITAÇÃO (82) 221-8570 AUDITORIA PREST.Salvador/BA . sala 828 CEP: 70058 – 900 Brasília .CEP:68900-001 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE FAX GABINETE (96) 225-4702 (96) 223-4467 REC. CONTAS (96) 225-4718 (96) 225-4718 FOMENTO (96) 223-9079 (96) 223-4467 BAHIA .Dirigente: Maria de Fátima Mota Dias .HUMANOS UNIDADE GESTORA (82) 221-6536 REC.(68) 9971-5040 Endereço: Rua Antonio Rocha Viana. LOGÍSTICOS (68) 224-9852 (68) 224-3848 HABILITAÇÃO (68) 224-5026 (68) 224-4590 AUDITORIA (68) 224-4628 (68) 224-4728 PREST.DF Fone: (61) 315 3361 / 315 3362 Fax: (61) 315 2307 e-mail: farmaciapopular@saude.

Dirigente: Raimundo Nonato Martins .Jaguaribe .CEP: 66010-140 SETOR TELEFONE FAX SETOR GABINETE (91) 223-1835 (91) 224-2984 REC. CONTAS (27) 3335-8234/07 (27) 3335-8233 FOMENTO GOIÁS .13º andar Cuiabá/MT . 1856 . LOGÍSTICOS HABILITAÇÃO (91) 223-3867 (91) 242-6859 AUDITORIA PREST. CONTAS (65) 617-5820 (65) 617-5823 FOMENTO (65) 617-5840 PARÁ . LOGÍSTICOS HABILITAÇÃO (62) 526-1006 (62) 526-1005 AUDITORIA PREST.Centro . 263 . 285 .HUMANOS UNIDADE GESTORA (91) 223-6615 (91) 224-2984 REC. CONTAS (31) 3248-2842 (31) 3273-5639 FOMENTO FAX (98) 232-0533 (98) 231-0211 (98) 231-0040 (98) 231-0769 TELEFONE (31) 3248-2847 (31) 3248-2845 (31) 3248-2892 (31) 3248-2772 FAX (31) 3226-2955 (31) 3222-5152 (31) 3226-8687 (31) 3224-6388 MATO GROSSO DO SUL .Praia do Canto .HUMANOS UNIDADE GESTORA (62) 526-1013 (62) 229-0925 REC. Batistela . CONTAS (62) 526-1061 (62) 526-3690 FOMENTO FAX (85) 226-7511 (85) 252-3407 (85) 252-4128 (85) 252-4914 TELEFONE (27) 3335-8213 (27) 3335-8203 (27) 3335-8237 (27) 3335-8125 FAX (27) 3335-8200 (27) 3335-8203 (27) 3335-8242 (27) 3335-8224 TELEFONE (62) 526-1017 (62) 526-1060 (62) 526-1025 (62) 526-1043 FAX (62) 526-1040 (62) 526-1060 (62) 526-1030 (62) 526-1055 MARANHÃO .13º andar .Dirigente: Sebastião Donizete da Silva .CEP: 58015-190 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (83) 214-5630 (83) 214-5628 REC.HUMANOS (65) 617-5860 UNIDADE GESTORA (65) 617-5870 REC. LOGÍSTICOS (98) 232-8634 HABILITAÇÃO (98) 231-0672 (98) 231-1155 AUDITORIA (98) 231-0056 PREST.(91) 9146-5920 Endereço: Rua Senador Manoel Barata. Belisário de Lima.Belém/PA .Fortaleza/CE .(98) 9612-3391 Endereço: Avenida Alexandre de Moura.CEP: 29055-630 SETOR TELEFONE FAX SETOR GABINETE (27) 3335-8215/38 (27) 3335-8233 REC.HUMANOS (98) 222-6020 UNIDADE GESTORA (98) 231-4354 REC.CEP: 60095-095 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (85) 252-3359 (85) 226-2749 REC.(27) 9943-8315 Endereço: Rua Moacir Struch.HUMANOS (67) 317-3221 (67) 317-3229 UNIDADE GESTORA (67) 317-3239 (67) 317-3234 REC.(85) 9603-3006 Endereço: Avenida Santos Dumont. CONTAS (83) 214-5616 (83) 214-5634 FOMENTO (83) 214-5607 FAX (83) 214-5616 (83) 214-5604 (83) 214-5643 (83) 214-5607 .HUMANOS (85) 252-3401 UNIDADE GESTORA (85) 221-1782 (85) 226-2749 REC.Setor Sul . LOGÍSTICOS (67) 317-3211 (67) 317-3220 HABILITAÇÃO (67) 317-3239 (67) 317-3244 AUDITORIA (67) 317-3256 (67) 317-3271 PREST.Dirigente: Arthur Chinzarian . LOGÍSTICOS HABILITAÇÃO (31) 3248-2843 (31) 3226-3905 AUDITORIA PREST.(62) 9637-5242 Endereço: Rua 82.Dirigente: Alexandre José Barata Pinheiro .Dirigente: Oswaldo Bueno de Souza Soares Endereço: Avenida Getúlio Vargas.CEP: 74083-010 SETOR TELEFONE FAX SETOR GABINETE (62) 526-1033 (62) 229-0925 REC.Dirigente: Tereza Cristina de Andrade .Goiânia/GO . CONTAS (98) 231-4686 (98) 221-3218 FOMENTO (98) 231-1131 MINAS GERAIS . nº 179 .Dirigente: Antonio Geraldo Costa .13º andar .Prédio do INSS .Dirigente: Manoel Lopes Macedo .5º andar .Centro .Centro .Campo Grande/MS . 869 .Dirigente: Paulo Renato Vieira Pacova . 500 .Vitória /ES .(31) 9681-7045 Endereço: Rua Espírito Santo. CONTAS (91) 223-4267 (91) 224-2984 FOMENTO FAX (65) 617-5865 (65) 617-5833 TELEFONE (91) 223-6186 (91) 242-6859 (91) 223-6065 (91) 223-5467 FAX (91) 223-6186 (91) 242-6859 (91) 223-6260 (91) 223-1824 PARAÍBA . Geraldo Vanshasten.HUMANOS UNIDADE GESTORA (27) 3335-8122 (27) 3335-8239 REC.Ed. LOGÍSTICOS HABILITAÇÃO (27) 3335-8216 (27) 3335-8235 AUDITORIA PREST.HUMANOS (83) 214-5616 UNIDADE GESTORA (83) 214-5645 REC. LOGÍSTICOS (85) 252-3419 HABILITAÇÃO (85) 252-3732 (85) 226-2749 AUDITORIA (85) 226-0889 PREST.(67) 9902-4406 Endereço: Rua Jorn.(83) 9979-0591 Endereço: Rua Prof. 553 .Bairro Aldeota . CONTAS (67) 317-3245 (67) 317-3255 FOMENTO (67) 317-3274 (67) 317-3275 MATO GROSSO .CEARÁ .HUMANOS UNIDADE GESTORA (31) 3248-2840 (31) 3273-5639 REC. 85 .CEP: 78005-905 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (65) 617-5800 (65) 617-5801 REC. CONTAS (85) 231-3342 (85) 252-2520 FOMENTO (85) 231-5238 ESPÍRITO SANTO . 182 . LOGÍSTICOS (86) 214-5602 HABILITAÇÃO (83) 214-5631/32 AUDITORIA (83) 214-5641 PREST.CEP: 30160-030 SETOR TELEFONE FAX SETOR GABINETE (31) 3248-2841 (31) 3273-5639 REC.CEP: 65025-470 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (98) 231-0024 (98) 232-6570 REC. LOGÍSTICOS (65) 617-5850 HABILITAÇÃO (65) 617-5810 (65) 617-5811 AUDITORIA (65) 617-5830 PREST.São Luis/MA .CEP: 79004-270 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE FAX GABINETE (67) 317-3232 (67) 317-3234 REC.João Pessoa/PB .

128 .(21) 9206-4984 Endereço: Rua México.(95) 9971-9397 Endereço: Av.Dirigente: Eliane Ribeiro de Almeida .(48) 9961-6093 Endereço: Praça Pereira Oliveira.Bairro Tirol . 1402 .Porto Velho/RO . CONTAS (86) 221-5835 (86) 221-4227 FOMENTO PARANÁ . LOGÍSTICOS (95) 623-3542 (95) 623-3542 HABILITAÇÃO (95) 623-9353 (95) 623-9424 AUDITORIA (95) 623-9406 (95) 623-9408 PREST.(86) 9991-0440 Endereço: Avenida João XXIII. s/nº .HUMANOS (95) 623-9440 (95) 623-9440 UNIDADE GESTORA (95) 623-9353 (95) 623-9424 REC. 32 .Dirigente: Eliza Amélia de Miranda Nogueira .Dirigente: Valdenice Maria da Silva . LOGÍSTICOS (81) 3303-4620 HABILITAÇÃO (81) 3303-4633 (81) 3303-4632 AUDITORIA (81) 3303-4605 PREST.CEP: 64049-010 SETOR TELEFONE FAX SETOR GABINETE (86) 226-4147 (86) 226-5052 REC.Florianópolis/SC .6º andar .CEP: 59015-350 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (84) 201-5845 (84) 201-5922 REC. CONTAS (51) 3221-5128 (51) 3228-4989 FOMENTO (51) 3225-8279 SANTA CATARINA . 208 .HUMANOS UNIDADE GESTORA (86) 221-9657 REC.Dirigente: Angelo Col .HUMANOS UNIDADE GESTORA (21) 2240-5545 (21) 2220-3468 REC. LOGÍSTICOS (84) 201-8108 HABILITAÇÃO (84) 201-5848 (84) 211-6158 AUDITORIA (84) 201-8155 PREST.PERNAMBUCO .Dirigente: Solange Gramoza Vilarinho . LOGÍSTICOS HABILITAÇÃO (21) 3974-7474 (21) 3974-7473 AUDITORIA PREST. CONTAS (21) 3974-7536 (21) 3974-7415 FOMENTO FAX (81) 3303-4679 (81) 3303-4621 (81) 3303-4605 (81) 3303-4603 TELEFONE (86) 221-5632 (86) 222-3745 (86) 221-3559 (86) 221-9283 FAX (86) 221-9280 (86) 221-7521 (86) 221-0262 (86) 221-5159 TELEFONE (41) 310-8291 (41) 310-8442 (41) 232-9035 (41) 310-8259 FAX (41) 310-8245 (41) 310-8241 (41) 322-1986 (41) 310-8250 TELEFONE (21) 3974-7448 (21) 3974-6904 (21) 3974-7508 (21) 3974-7485 FAX (21) 3974-7450 (21) 2262-8278 (21) 3974-7455 (21) 3974-7488 RIO GRANDE DO NORTE . 536 . LOGÍSTICOS HABILITAÇÃO (86) 221-4031 AUDITORIA PREST. LOGÍSTICOS (51) 3286-6674 HABILITAÇÃO (51) 3225-8502 (51) 3224-9706 AUDITORIA (51) 3224-6828 PREST.Dirigente: Diogo Nogueira do Casal .Bairro Costa e Silva . 1636 . CONTAS (81) 3303-4609 (81) 3303-4608 FOMENTO (81) 3303-4663 PIAUÍ . CONTAS (41) 310-8238 (41) 310-8231 FOMENTO RIO DE JANEIRO .CEP: 50010-060 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (81) 3303-4641 (81) 3303-4600 REC. LOGÍSTICOS HABILITAÇÃO (41) 310-8237 (41) 310-8237 AUDITORIA PREST.Bairro São Francisco . 167 .HUMANOS (84) 201-5846 UNIDADE GESTORA ramal 214/213 (84) 201-5922 REC.HUMANOS (51) 3225-1555 UNIDADE GESTORA (51) 3224-6405 (51) 3224-1043 REC.(69) 9981-0720 Endereço: Rua Costa e Silva. CONTAS (48) 224-51450 (48) 224-5145 FOMENTO (48) 222-3726 FAX (51) 3224-9706 (51) 3224-1043 (51) 3224-2835 (51) 3225-2475 FAX (48) 222-4017 (48) 222-2529 (48) 224-4435 (48) 222-6770 .Porto Alegre/RS .HUMANOS (69) 216-6174 (69) 216-6167 UNIDADE GESTORA (69) 216-6171 (69) 216-6141 REC.9º andar .Dirigente: Antônio Francisco Araújo .Joquei Clube .Curitiba/PR .CEP: 88010-540 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (48) 224-5912 (48) 224-5945 REC.Teresina/PI . CONTAS (69) 216-6140 (69) 216-6181 FOMENTO (69) 216-6130/31 (69) 216-6176 RORAIMA .10º andar .Boa Vista/RR .Dirigente: Clarita Silva de Souza Endereço: Avenida Borges de Medeiros.CEP: 90020-022 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (51) 3225-7186 (51) 3225-9706 REC.CEP: 20031-142 SETOR TELEFONE FAX SETOR GABINETE (21) 3974-7428/12 (21) 3974-7425 REC.5º andar .Centro . 1317 . LOGÍSTICOS (69) 216-6172 (69) 216-6167 HABILITAÇÃO (69) 216-6112 (69) 216-6141 AUDITORIA (69) 216-6122 (69) 216-6123 PREST.Interina .HUMANOS (48) 222-4017 UNIDADE GESTORA (48) 224-3680 (48) 222-1170 REC. CONTAS (84) 211-6158 (84) 211-6158 FOMENTO (84) 201-5844 FAX (84) 201-5886 (84) 201-8108 (84) 201-8121 (84) 201-5890 RONDÔNIA .Centro .Recife/PE .HUMANOS (81) 3303-4680 UNIDADE GESTORA (81) 3303-4644 (81) 3303-4623 REC.Natal/RN . CONTAS (95) 623-3457 (95) 623-3457 FOMENTO (95) 623-9373 (95) 623-9373 RIO GRANDE DO SUL .Dirigente: Namis Levino da Silva Filho .CEP: 80020-060 SETOR TELEFONE FAX SETOR GABINETE (41) 322-1789 (41) 232-4223 REC.Bairro Santo Antônio . Ene Garcês.(41) 9116-8235 Endereço: Rua Cândido Lopes.(84) 994-1919 Endereço: Avenida Alexandrino de Alencar.CEP: 69304-000 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE FAX GABINETE (95) 623-9424 (95) 623-9424 REC.(81) 9615-4880 Endereço: Rua Marques de Recife.HUMANOS UNIDADE GESTORA (41) 310-8233 (41) 232-4223 REC.CEP: 78900-970 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE FAX GABINETE (69) 216-6152 (69) 216-6141 REC.Prédio da FUNASA .5º andar . LOGÍSTICOS (48) 224-7901 HABILITAÇÃO (48) 224-5045 (48) 224-5423 AUDITORIA (48) 222-8483 PREST.

CONTAS (11) 3241-3807 (11) 3242-4871 FOMENTO (11) 3241-3887 TOCANTINS .12º andar . 147 .Dirigente: Merval Pimenta Amorim Endereço: Quadra 103 Sul. LOGÍSTICOS (11) 3105-4570 HABILITAÇÃO (11) 3242-4877 (11) 3242-4885 AUDITORIA (11) 3105-4570 PREST. Carlos Firpo.Dirigente: Almayr Guisard Rocha Filho .Palmas/TO .CEP: 49010-250 SETOR TELEFONE FAX SETOR GABINETE (79) 214-4489 (79) 214-3899 REC.Dirigente: Ulisses Eduardo Silva Freitas .Lote 11 .CEP: 010313-000 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (11) 3242-4880 (11) 3242-4877 REC. LOGÍSTICOS (63) 218-3923 HABILITAÇÃO (63) 218-3912 (63) 218-3904 AUDITORIA (63) 218-3926 PREST.CEP: 77163-060 SETOR TELEFONE FAX SETOR TELEFONE GABINETE (63) 218-3903 (63) 218-3904 REC.São Paulo/SP .SERGIPE .5º andar Bairro Bela Vista . CONTAS (63) 218-3912 (63) 218-3912 FOMENTO (63) 218-3902 FAX (11) 3105-8357 (11) 3241-1626 (11) 3105-5477 (11) 3107-5898 FAX (63) 218-3904 (63) 218-3905 (63) 218-3925 (63) 218-3902 . CONTAS (79) 214-0461 (79) 214-5140 FOMENTO TELEFONE (79) 214-1174 (79) 214-0164 (79) 214-2213 (79) 214-1200 FAX (79) 214-4050 (79) 2142053 (79) 214-1200 SÃO PAULO . LOGÍSTICOS HABILITAÇÃO (79) 214-2537 AUDITORIA PREST. Conjunto 02 .2º andar .Aracaju/SE .HUMANOS UNIDADE GESTORA (79) 214-3535 REC.(11) 9994-1554 Endereço: Avenida 9 de Julho. 611 .(79) 9972-8872 Endereço: Avenida Dr.HUMANOS (63) 218-3917 UNIDADE GESTORA (63) 218-3928 (63) 218-3905 REC. HUMANOS (11) 3241-3807 UNIDADE GESTORA (11) 3105-7910 (11) 3105-5899 REC.

651.858 de 13 de abril de 2004 Decreto n.º 3.120/95 de 26 de outubro de 1995 Lei Federal n.820 de 11 de novembro de 1960 Lei Federal n.º 10.090 de 20 de maio de 2004 Portaria GM n.ADENDO X LEGISLAÇÃO E NORMAS CITADAS NO MANUAL BÁSICO Constituição Federal da República Federativa do Brasil Lei Federal n.080/90 (Lei Orgânica da Saúde) Lei Federal n.º 1. de 12 de agosto de 2004 Portaria GM nº 2.º 745 de 13 de dezembro de 2004 Instrução Normativa 01/97 Convênio ICM 40/75 .º 9.º 8.587 de 06 de dezembro de 2004 Portaria SAS/MS n.º 5.