Incidência Empresas Tributadas Pelo Lucro Real Sumário • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1.

Considerações Iniciais

Não-Cumulativa

2. Pessoas Jurídicas Sujeitas à Incidência Não-Cumulativa Das Contribuições 2.1 - Cooperativas Agropecuárias e as de Consumo 3. Pessoas Jurídicas Não Sujeitas à Incidência Não-Cumulativa Das Contribuições 3.1 - Entidades Imunes e Isentas 4. Receitas Não Sujeitas ao PIS/PASEP e à COFINS Não-Cumulativa 5. Base de Cálculo 5.1 - Exclusões ou Deduções da Base de Cálculo 6. Alíquotas 6.1 - Papel Para Impressão de Periódicos 6.2 - Álcool Para Fins Carburantes 6.3 - Receitas Financeiras 6.4 - Alíquotas Para as Vendas Realizadas Por Empresas Estabelecidas na Zona Franca de Manaus 6.5 - Alíquota 0 (Zero) 6.6 - Suspensão da Incidência 6.6.1 - Venda Para Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real 6.6.2 - Vendas de Desperdícios, Resíduos e Aparas 7. Créditos do PIS/PASEP e da COFINS Não-Cumulativa 7.1 - Conceito de Insumo 7.2 - Regras Especiais Para Aproveitamento Dos Créditos 7.2.1 - Créditos Nas Compras de Mercadoria Produzida Por Pessoa Jurídica Estabelecida na Zona Franca de Manaus 7.2.2 - Compras Pelas Pessoas Jurídicas Estabelecidas na Zona Franca de Manaus 7.2.3 - Revendedor de Papel Imune a Impostos 7.2.4 - Créditos Referentes Aos Estoques de Abertura 7.2.5 - Versão de Bens e Direitos na Fusão, Cisão e Incorporação 7.2.6 - Pessoa Jurídica Com Incidência Parcial Das Contribuições na Modalidade Não-Cumulativa 7.3 - Limitações ao Desconto de Créditos 7.3.1 - Regra Geral 7.3.2 - Bens Furtados, Roubados, Inutilizados, Deteriorados ou Destruídos Estorno de Créditos 7.4 - Crédito Presumido 7.5 - Tratamento Fiscal Dos Créditos 8. Exemplo 9. Utilização Dos Créditos do PIS/PASEP e da COFINS 10. Controle Dos Créditos do PIS/PASEP e da COFINS 11. Dedução Dos Valores Retidos no Pagamento Das Contribuições

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12. Recolhimento Das Contribuições 13. Informações à Receita Federal - DACON 14. Guarda de Documentos

1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Neste trabalho abordamos as normas para o cálculo e pagamento das contribuições mensais ao PIS/PASEP e à COFINS, devidas sobre a receita bruta das Empresas Tributadas com base no Lucro Real, na modalidade de incidência não-cumulativa. Salientamos que as pessoas jurídicas que apuram o Imposto de Renda pelo lucro presumido ficam sujeitas às contribuições na modalidade cumulativa, devendo observar as normas examinadas no Bol. INFORMARE nº 16/2005, deste caderno. Da mesma forma, as pessoas jurídicas que aufiram receitas da venda ou revenda de produtos incluídos em regimes diferenciados de tributação (combustíveis, inclusive GLP e gás natural, biodiesel, veículos, auto-peças, medicamentos, cosméticos, cervejas e refrigerantes, inclusive suas embalagens), além das normas gerais, devem observar as normas específicas relativas à incidência monofásica das contribuições. Nota: As normas para apuração e recolhimento das contribuições sob a forma de incidência monofásica foram publicadas nos seguintes Bols. INFORMARE abaixo relacionados: - Bebidas e Embalagens - Bol. INFORMARE nº 06/2004; - Cervejas, Refrigerantes, Águas e Embalagens - Bol. INFORMARE nº 39/2004; - Cigarros - Bol. INFORMARE nº 34/2004; - Combustíveis - Bol. INFORMARE nº 30/2004; - Veículos, Partes, Peças e Acessórios - Bol. INFORMARE nº 32/2004; - Medicamentos e produtos de higiene e perfumaria - Bol. INFORMARE nº 39/2005. As incorporadoras devem observar, também, o Regime Especial de Tributação (RET), instituído pelo art. 1º da Lei nº 10.931/2004, regulamentado pela Instrução Normativa SRF nº 474/2004. Esclarecemos, ainda, que as entidades imunes e isentas, tais como associações, fundações e sindicatos, desde que atendidos os requisitos da legislação, sujeitamse ao pagamento do PIS/PASEP na modalidade folha de salários, na forma examinada no Bol. INFORMARE nº 34/2003, deste caderno. 2. PESSOAS JURÍDICAS SUJEITAS À INCIDÊNCIA NÃO-CUMULATIVA DAS CONTRIBUIÇÕES Estão sujeitas à incidência não-cumulativa das contribuições ao PIS e COFINS as pessoas jurídicas de direito privado, e as que lhe são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, que apuram o IRPJ com base no lucro real. 2.1 - Cooperativas Agropecuárias e as de Consumo De acordo com a nova redação dada ao inciso VI do art. 10 da Lei nº 10.833/2004, pelo art. 21 da Lei nº 10.865/2004, as cooperativas de produção agropecuária e as de consumo estão incluídas no regime da não-cumulatividade do PIS/PASEP e da COFINS. Desta forma, essas cooperativas, desde 1º de agosto de 2004, passam a sujeitarse à modalidade não-cumulativa do PIS/PASEP e da COFINS, de que tratam as Leis nºs 10.637/2002 e 10.833/2003. O total das receitas, sem prejuízo das deduções de que trata o art. 15 da Medida Provisória nº 2.158-35/2001 e o art. 17 da Lei nº 10.684/2003, será submetido à incidência não-cumulativa das contribuições, a elas não se aplicando a proporcionalização do crédito prevista no § 7º do art. 3º das Leis nºs 10.637/2002 e 10.833/2003.

V . estarão sujeitas à incidência nãocumulativa em relação a essas receitas. III .auferidas a partir de 1º de fevereiro de 2003.relativas às operações de venda de veículos usados. declarado em seus atos constitutivos. financiamento e investimento.empresas particulares que explorem serviços de vigilância e transporte de valores na forma da Lei nº 7. 13 da Medida Provisória nº 2. ainda que auferidas por pessoa jurídica tributada pelo Lucro Real. instituições de educação e de assistência social. A incidência não-cumulativa das contribuições também não se aplica às seguintes pessoas jurídicas: I . caixas econômicas.sociedades cooperativas. partidos políticos.1 . III . referidas no art.empresas de securitização de créditos.102/1983 (Instrução Normativa SRF nº 358/2003). inclusive suas fundações. as receitas: I . sociedades corretoras. com redação dada pela Instrução Normativa SRF nº 358/2003. distribuidoras de títulos e valores mobiliários. Cabe observar que as entidades relacionadas no art. que atendam os requisitos legais. . estaduais e municipais. empresas de arrendamento mercantil.auferidas a partir de 1º de fevereiro de 2004.operadoras de planos de saúde. 41 e 42 da Instrução Normativa SRF nº 247/2002. cooperativas de crédito. RECEITAS NÃO SUJEITAS AO PIS/PASEP E À COFINS NÃO-CUMULATIVA Não compõem a base de cálculo do PIS/PASEP e da COFINS na modalidade nãocumulativa. 61 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988. sobre a folha de pagamento. bancos de desenvolvimento. empresas de seguros privados e de capitalização. isentas do PIS e da COFINS. devendo ser computadas na base de cálculo do PIS/PASEP e da COFINS normal ou do regime próprio a que se sujeitam. optantes pelo SIMPLES Federal. quando auferidas por pessoas jurídicas que tenham como objeto social.158-35/2001. quando auferirem receitas não decorrentes de suas atividades próprias. nos termos dos arts. a compra e venda de veículos automotores. entidades sindicais dos trabalhadores. as autarquias e fundações públicas federais.órgãos públicos. e VI . bem assim dos recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados. sociedades de crédito.sujeitas ao regime de tributação aplicável ao Mercado Atacadista de Energia Elétrica (MAE). II . 21. decorrentes de prestação de serviços das empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens. II . decorrentes da venda de bens do ativo permanente. agentes autônomos de seguros privados e de crédito e entidades de previdência privada abertas e fechadas. 4. V .bancos comerciais. IV . IV .decorrentes da prestação de serviços de telecomunicação. 3. PESSOAS JURÍDICAS NÃO SUJEITAS À INCIDÊNCIA NÃO-CUMULATIVA DAS CONTRIBUIÇÕES A incidência das contribuições ao PIS/PASEP e da COFINS na modalidade nãocumulativa não se aplica às pessoas jurídicas que apurarem o Imposto de Renda com base no lucro presumido ou arbitrado e às microempresas e empresas de pequeno porte. sem fins lucrativos. e as fundações cuja criação tenha sido autorizada por lei. não se sujeitam às contribuições na modalidade nãocumulativa. adquiridos para revenda. exceto as agropecuárias e as de consumo. sociedades de crédito imobiliário. bancos de investimentos.Entidades Imunes e Isentas As pessoas jurídicas imunes a impostos como os templos religiosos.3. Tais entidades ficam sujeitas ao recolhimento da contribuição ao PIS.

auferidas por pessoas jurídicas. em sua nova redação). ensinos fundamental e médio e educação superior.decorrentes de prestação de serviço de transporte coletivo de passageiros.865/2004). 21 da Lei nº 10.833/2003).auferidas por parques temáticos. a preço predeterminado. e laboratório de anatomia patológica. 10 da Lei nº 10.865/2004). metroviário. sociedade de economia mista ou suas subsidiárias. radiodiagnóstico e radioterapia. clínica médica. VIII . VII -decorrentes de prestação de serviços das empresas de call center. que sejam relativas aos assinantes dos serviços públicos de telefonia (Inserção do inciso XVII ao art.decorrentes de prestação de serviços de educação infantil. empreitada ou subempreitada. INFORMARE nº 17/2005.a partir de 26 de julho de 2004 (Art. XVI . vide matéria publicada no Bol. Nota: Sobre os procedimentos a serem observados por essas empresas. regularmente autorizadas a funcionar pelo Banco Central. ferroviário e aquaviário de passageiros. e as decorrentes de serviços de hotelaria e de organização de feiras e eventos. empresa pública.833/2003 pelo art. c) de construção por empreitada ou de fornecimento. XII .VI . de fisioterapia e de fonoaudiologia. 21 da Lei nº 10. conforme definido pela Portaria Interministerial dos Ministros da Fazenda e do Turismo nº 33/2005 (Inserção do inciso XXI ao art. vide matéria publicada no Bol. até aquela data. 10 da Lei nº 10.833/2003 pelo art. telemarketing. XV . de construção por empreitada ou de fornecimento. de bens ou serviços contratados com pessoa jurídica de direito público. 21 da Lei nº 10. em processo licitatório. 15 da Lei nº 10. a preço predeterminado. até 31 de dezembro de 2006 (Inserção do inciso XX ao art. quimioterapia e de banco de sangue (Nova redação dada ao inciso XIII do art. 10 da Lei nº 10.865/2004 e das disposições do art. 10 da Lei nº 10.833/2003 pelo art.833/2003. bem assim os serviços de diálise. INFORMARE nº 51/2004. efetuado por empresas regulares de linhas aéreas domésticas.decorrentes da execução por administração.aéreo (Inserção do inciso XVI ao art. 10 da Lei nº 10.833/2003 pelo art. odontológica. 21 da Lei nº 10.833/2003 com redação dada pelo art. 21 da Lei nº 10. XVII . XIII . 21 da Lei nº 10. 21 da Lei nº 10.833/2003 pelo art. 21 da Lei nº 10. 10 da Lei nº 10.865/2004).das lojas francas referidas no art.865/2004 e nova redação ao art. X .833/2003 pelo art. 5º da Lei nº 10. 10 da Lei nº 10. bem como os contratos posteriormente firmados decorrentes de propostas apresentadas. raios X. 15 do Decreto-lei nº 1. decorrentes da edição de periódicos e de informações neles contidas. 15 da Lei nº 10.relativas a contratos firmados anteriormente a 31 de outubro de 2003 (Instrução Normativa SRF nº 468/2004): a) com prazo superior a 1 (um) ano.865/2004).decorrentes de venda de jornais e periódicos (Nova redação dada ao inciso IX do art. e as decorrentes da prestação de serviço de transporte de pessoas por empresas de táxi.865/2004). citológica ou de análises clínicas. telecobrança e de teleatendimento em geral (Inserção do inciso XIX ao art. Nota: Sobre as normas a serem observadas por essas empresas. pronto-socorro. de bens ou serviços.925/2004): . de obras de construção civil.833/2003 pelo art. XIV . deste caderno.865/2004). XI . de administradoras de planos de consórcios de bens móveis e imóveis. 10 da Lei nº 10. 10 da Lei nº 10.455/1976 (Inserção do inciso XV ao art. IX . b) com prazo superior a 1 (um) ano.decorrentes de prestação de serviços de transporte coletivo rodoviário.decorrentes de serviços prestados por hospital.833/2003 pelo art. deste caderno.

a partir de 1º de agosto de 2004. art. decorrentes da venda de bens do ativo permanente. quando o tenham integrado. XXII . XXI . XX . as receitas auferidas pelas pessoas jurídicas produtoras (usinas e destilarias) com as vendas de álcool para fins carburantes (Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 03/2005).833/2003. 1º. na modalidade nãocumulativa.a partir de 30. e Lei nº 10. quando decorrentes de contratos de longo prazo firmados antes de 31 de outubro de 2003 (incluído pelo art. suporte técnico e manutenção ou atualização de software. assessoria. b) as receitas decorrentes de prestação de serviços públicos de concessionárias operadoras de rodovias. desmembramento ou loteamento de terrenos. 1º.das receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa.das vendas canceladas. e Lei nº 10. art. art.833/2003. podem ser excluídos do faturamento. III . IV . 5.das operações sujeitas à substituição tributária das contribuições. relacionadas no item 4.196/2005). programação. X . compreendidas ainda como softwares as páginas eletrônicas. independentemente de sua denominação ou classificação contábil (Lei nº 10.637/2002. 5. assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica. consultoria. instalação. configuração. bem como de análise.das receitas isentas ou não alcançadas pela incidência da contribuição ou sujeitas à alíquota 0 (zero). §§ 1º e 2º. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo da Contribuição para o PIS/PASEP e COFINS.do ICMS.Exclusões ou Deduções da Base de Cálculo Para fins de determinação da base de cálculo. V . constantes do art. VIII . XIV . .do IPI. 10 da Lei nº 10. e IX . XI .a) as receitas decorrentes da prestação de serviços postais e telegráficos prestados pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.2004. que não representem ingresso de novas receitas. 43 da Lei nº 11. 24): I . as receitas relativas às atividades de revenda de imóveis.12. 1º. é o valor do faturamento mensal.dos lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição.1 . VII . § 3º. as receitas auferidas por empresas de serviços de informática. art. II . decorrentes das atividades de desenvolvimento de software e o seu licenciamento ou cessão de direito de uso. 1º.833/2003.dos resultados positivos da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido. art. quando destacado em Nota Fiscal e cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário. Instrução Normativa SRF nº 247/2002. §§ 1º e 2º). os valores (Lei nº 10. VI .das receitas não-operacionais. c) as receitas decorrentes da prestação de serviços das agências de viagem e de viagens e turismo.das reversões de provisões e das recuperações de créditos baixados como perdas.das receitas de revenda de bens em que a contribuição já foi recolhida pelo substituto tributário.637/2002. incorporação imobiliária e construção de prédio destinado à venda.desde 14 de outubro de 2005. que tenham sido computados como receita.dos descontos incondicionais concedidos. § 3º.

.46% (um inteiro e quarenta e seis centésimos por cento) para o PIS/PASEP. destinados à impressão de periódicos pelo prazo de 4 (quatro) anos a contar da data de vigência desta Lei ou até que a produção nacional atenda 80% (oitenta por cento) do consumo interno.Bol.Bol. com base nas seguintes alíquotas (Art.74% (seis inteiros e setenta e quatro centésimos por cento) para a COFINS. inclusive suas embalagens) devem observar alíquotas específicas. INFORMARE nº 39/2005.10. de acordo com o art. inciso VI.Cervejas.22. As pessoas jurídicas que aufiram receitas da venda ou revenda de produtos incluídos em regimes diferenciados de tributação (combustíveis. . 150.00.papel destinado à impressão de jornais. Portanto.8% (oito décimos por cento) para o PIS/PASEP. autopeças.Bebidas e Embalagens . Nas saídas das distribuidoras o PIS/PASEP e a COFINS serão calculados. todos da TIPI.Bol. às alíquotas de 0. estão reduzidas a 0 (zero).Veículos.833/2003 pelo art.2 . a partir de 1º de agosto de 2004. 28 da Lei nº 10. na forma a ser estabelecida em regulamento do Poder Executivo. deste caderno: . . alínea “d”.65% (sessenta e cinco centésimos por cento) e de 3% (três por cento). 6. 21 da Lei nº 10. 3º da Lei nº 9.6% (sete inteiros e seis décimos por cento) para a COFINS. no mercado interno. INFORMARE nº 30.Álcool Para Fins Carburantes De acordo com a nova redação dada ao inciso IV do art.Combustíveis . pelos arts. Entretanto.865/2004. quando destinado à impressão de periódicos. INFORMARE nº 06.Medicamentos e Produtos de Perfumaria . INFORMARE. essas receitas estão sujeitas à incidência cumulativa da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS.91.90. 1º da Lei nº 10.865/2004.19.865/2004.637/2002. cervejas e refrigerantes.2% (três inteiros e dois décimos por cento) para a COFINS e 0. 2º da Lei nº 10.00.Bol. 4802. INFORMARE nº 34. Nota: As normas para apuração e recolhimento das contribuições sob a forma de incidência monofásica foram publicadas nos seguintes Bols. e b) 6.99. medicamentos.833/2003 e da Lei nº 10.Cigarros . .papéis classificados nos códigos 4801. 21 e 37 da Lei nº 10. 4802.990/2000): a) 1. as alíquotas da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda. 6.6. as contribuições na modalidade não-cumulativa incidentes sobre a receita bruta decorrente da venda de papel imune a impostos de que trata o art. respectivamente (Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 01/2005). inclusive GLP e gás natural. foi fixada em 3. II . de: I . do ano de 2004.65% (um inteiro e sessenta e cinco centésimos por cento) para o PIS/PASEP. e b) 7. INFORMARE nº 39. veículos. 4810. . Refrigerantes. as receitas auferidas pelas pessoas jurídicas produtoras (usinas e destilarias) com as vendas de álcool para fins carburantes foram excluídas da incidência monofásica das contribuições. Peças e Acessórios .90.Papel Para Impressão de Periódicos Por meio da nova redação dada ao art. respectivamente.Bol. INFORMARE nº 32. da Constituição Federal.1 . Partes.Bol. . ALÍQUOTAS Sobre a base de cálculo das contribuições serão aplicadas as alíquotas de: a) 1.61.61.89 e 4810. pelo prazo de 4 (quatro) anos a contar da data de vigência desta Lei ou até que a produção nacional atenda 80% (oitenta por cento) do consumo interno. Águas e Embalagens . cosméticos. 4801.

que apure o Imposto de Renda com base no lucro presumido Estabelecida fora da Zona Franca de Manaus.442/2005 reduziram a 0 (zero) as alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre as receitas financeiras . 6. decorrente da venda de produção própria.833/2003.Receitas Financeiras Os Decretos nºs 5.65% COFINS 3% 3% 6% Estabelecida fora da Zona Franca de Manaus. auferidas pelas pessoas jurídicas sujeitas à incidência não-cumulativa das referidas contribuições.4 . pneus novos de borracha.164/2004 e 5. As pessoas jurídicas não incluídas na incidência não-cumulativa das contribuições devem continuar tributando as receitas financeiras às alíquotas normais de 0. 2º da Lei nº 10. produtos farmacêuticos e cosméticos. refrigerante.996/2004. distrital e municipal 1. máquinas e veículos. O benefício não alcança as receitas financeiras oriundas de juros sobre capital próprio. cerveja e preparações compostas e de embalagens destinadas ao envasamento destes produtos). para cálculo das contribuições ao PIS/PASEP e da COFINS na modalidade não-cumulativa sobre a receita bruta auferida por pessoa jurídica industrial estabelecida na Zona Franca de Manaus.3 . que apure o Imposto de Renda com base no lucro real e que tenha sua receita.3% 1.Alíquota 0 (Zero) As alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS estão reduzidas a 0 (zero) quando aplicáveis sobre a receita bruta decorrente: . autopeças. água.637/2002 e § 5º ao art.65 Contribuição para o PIS/PASEP no regime de não-cumulatividade Estabelecida fora da Zona Franca de Manaus.SIMPLES Órgãos da administração federal. querosene de aviação.3% 6% 6% 6% Ressaltamos que as alíquotas especiais não se aplicam às vendas por empresas estabelecidas na Zona Franca de Manaus de produtos incluídos na modalidade de incidência monofásica de tributação (combustíveis. inclusive decorrentes de operações realizadas para fins de hedge. pela Lei nº 10.3% 1. estadual.5 .6. ainda que somente sobre partes de suas receitas. 2º da Lei nº 10. excluída do regime de incidência não-cumulativa da Contribuição Para o PIS/PASEP/COFINS Estabelecida fora da Zona Franca de Manaus e que seja optante pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições . que apure a 0. câmarasde-ar de borracha.Alíquotas Para as Vendas Realizadas Por Empresas Estabelecidas na Zona Franca de Manaus Foram estabelecidas alíquotas especiais. total ou parcialmente.3% 1. em decorrência da inserção do § 4º ao art. de acordo com o projeto aprovado pelo Conselho de Administração da SUFRAMA: PESSOA JURÍDICA DESTINATÁRIA DA VENDA Estabelecida na Zona Franca de Manaus ALÍQUOTAS PIS 0.65% (sessenta e cinco centésimos por cento) para o PIS/PASEP e de 3% (três por cento) para a COFINS. 6.

3002.00. revisão. 87. exceto os produtos de uso veterinário. conservação.da venda de gás natural canalizado e de carvão mineral. b) defensivos agropecuários classificados na posição 38.00.5. conversão e montagem .11 (pneus novos de borracha) e 40.20. 84.2. tintas. fluidos hidráulicos. 87. 3006.10. d) corretivo de solo de origem mineral classificado no Capítulo 25 da TIPI. 1006.13 (câmaras-de-ar de borracha).04.2.00 a 3307. exceto no código 3003. 1006. 8433.08 da TIPI e suas matériasprimas.19. da TIPI.40. 28 da Lei nº 10. XII . 87. classificados no código 3002.20.40. a partir de 1º de agosto de 2004. da TIPI.da venda dos produtos farmacêuticos de higiene pessoal classificados nas posições 30. equipamentos.30. de produtos hortícolas e frutas. todos da TIPI (Art.29. e 3303.10. IX . nos termos e condições estabelecidas em ato conjunto dos Ministros de Estado de Minas e Energia e da Fazenda.90.99 da TIPI. 3002.1.da venda no mercado interno. no mercado interno. reparo.711/2003.33.01.30.1.20.99.90.41 da TIPI. c) sementes e mudas destinadas à semeadura e plantio. IV . 30. por distribuidores e comerciantes varejistas. peças. VII .30 e 1106. em conformidade com o disposto na Lei nº 10. 3005. 3401. insumos.60.da comercialização no mercado interno.02. 3002.90.00. 0713. por pessoas jurídicas comerciantes varejistas e atacadistas. destinados à produção de energia elétrica pelas usinas integrantes do Programa Prioritário de Termoeletricidade. 3401. classificados nos Capítulos 7 e 8. X .90.00. 3006.11.20 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados .99. e f) vacinas para medicina veterinária. serviços e matérias-primas a serem empregados na manutenção. a partir de 26 de julho de 2004. e suas matérias-primas. Nota: Considera-se nafta petroquímica a “nafta normal-parafina” classificada no código 2710.865/2004.21.56. V . nos itens 3002.2 e nos códigos 3002.20. exceto no código 3004. classificados na posição 04.00. classificadas na posição 88. III . de: a) adubos ou fertilizantes classificados no Capítulo 31. todos da TIPI.33.aeronaves.46. 87.da venda dos produtos classificados nas posições 40.da venda de álcool para fins carburantes.decorrente da venda.03.90. lubrificantes. 17 da Medida Provisória nº 2. componentes. suas partes. 3002. 8432. 87.90. XI .90.da venda de gasolinas (exceto gasolina de aviação). 3002. classificados nos códigos 0713. 8433. VI .32.729/1979. da TIPI.20.3. pelos concessionários de que trata a Lei nº 6.I .189-49/2001. de feijão.11. anticorrosivos.TIPI. óleo diesel e gás liquefeito de petróleo.01. por comerciantes varejistas. aprovada pelo Decreto nº 4.02 da TIPI.80.da venda de nafta petroquímica às centrais petroquímicas.10. por comerciantes atacadistas e varejistas.da venda dos produtos classificados nos códigos 84.05 e 87. e) inoculantes agrícolas produzidos a partir de bactérias fixadoras de nitrogênio. 3002. e produtos de natureza biológica utilizados em sua produção.00. 8433. equiparada a industrial na forma do § 5º do art. inciso III).06. modernização.03. arroz e farinha de mandioca.10 e 9603.1 e 3006. ferramentais.30. e VIII . pelas pessoas jurídicas não enquadradas na condição de industrial ou importador. 0713.92.33.do recebimento dos valores relativos à intermediação ou entrega de veículos. exceto pela empresa comercial atacadista adquirente dos produtos resultantes da industrialização por encomenda. 8433.10.10.29. II .20. 3004.07.542/2002. e ovos.

exceto os dos códigos 1006.13 e 1104. 3 (exceto os produtos vivos desse capítulo) e 4.05.01.08. relacionados no Anexo II do Decreto nº 5.da venda no mercado interno dos seguintes produtos (Nova redação dada ao art. c) sêmens e embriões da posição 05. b) destinados ao uso em laboratório de anatomia patológica. 20.90.11 da TIPI. citológica ou de análises clínicas classificados nas posições 30. e III .127/2004. seus motores. 07. 1805. preparar e misturar . 07. resfriamento e venda a granel.07. 03.dos produtos in natura de origem vegetal.833/2003 e da Lei nº 10.06. cumulativamente. moder-nização. 03.20.das aeronaves. II .11.08. Satélites e Veículos suborbitais). revisão. de partes e peças da posição 88.10. 0504.00. efetuada pelos cerealistas que exerçam cumulativamente as atividades de secar.00. art.NCM.01 e 18. relacionados no Anexo I do Decreto nº 5. 0713.00. e c) leite fluido pasteurizado ou industrializado.07.a partir de 1º de março de 2006 (Art. XIII . 29): a) farinha.29 e 0713.09. Nota: Essa suspensão não se aplica no caso de vendas efetuadas por pessoas jurídicas que exerçam as atividades de padronizar. será concedida somente às aeronaves e aos bens destinados à manutenção. 2101. 0702.26.15 e 90. classificados nas posições 09.99. 2º da Lei nº 10.00. 0709. padronizar. 07.03. nos códigos 1102. prato. XIV . armazenar e comercializar os referidos produtos. partes. Helicópteros. integral ou desnatado.03 destinadas aos veículos e aparelhos da posição 88. quando efetuada por pessoa jurídica que exerça. reparo. na forma ultrapasteurizado. XV .02 (Aviões.1 .00.865/2004 e Decreto nº 5.10 e 2209. todos da NCM. 1702.033/2004. 21 e 37 da Lei nº 10.00. 12. classificadas nos capítulos 2.Venda Para Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real A incidência da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS fica suspensa na hipótese de venda. respectivamente. 15. todos da TIPI. Veículos especiais.00. conforme definido no art. 30. classificados nos Capítulos 29 e 30 da Nomenclatura Comum do MERCOSUL .14. limpar. para a pessoa jurídica tributada com base no lucro real: I . Até 25.00. queijo coalho.30. conversão e montagem de aeronaves utilizadas no transporte comercial de cargas ou de passageiros.90. 39. 51 da Lei nº 11. Nota: A redução a 0 (zero).19.051/2004.00.6.20 e 1006. classificados.00.12 a 07. 0706.11. art. 1804.03. 7º). 0701. 18.a partir de 30.33. destinados ao consumo humano.2004 (Lei nº 11.99.33.18 da NCM.33. de insumos destinados à produção de mercadorias de origem animal ou vegetal. grumos e sêmolas.00.01 a 10. a partir de 26. 6º da Lei nº 10. 16 e 23. b) queijos tipo mussarela.livros em geral. 1701.12.Suspensão da Incidência 6.00.753/2003 (Lei nº 11. componentes. conservação. XVI . 40.6 .11 da NCM.01.90.efetuada por pessoa jurídica que exerça atividade agropecuária ou por cooperativa de produção agropecuária. de milho. 10. as atividades de transporte. 18. ferramentais e equipamentos (Art. 8 a 12.127/2004). 6.19. ricota e requeijão. beneficiar.637/2002 pelos arts. minas. 2º da Lei nº 10. no mercado interno. 1103. destinados ao consumo humano.00.00.04.10. destinados à alimentação humana ou animal.196/2005): a) leite em pó. exceto os códigos 0713.2004.02. e nos códigos 03.01.2004 a redução a 0 (zero) somente se aplicava às vendas. grãos esmagados ou em flocos. b) pintos de 1 (um) dia classificados no código 0105. todos da NCM.de leite in natura.127/2004): a) químicos e farmacêuticos.02.925/2004). 03. 1701.

de 2004.925.02. de 2004. máquinas e equipamentos. de que trata o art. 9º . 76. c) a contraprestação de operações de arrendamento mercantil pagas a pessoa jurídica. de chumbo. não se aplica às vendas efetuadas por pessoa jurídica optante pelo Simples (§ único do art. para revenda. de vidro. V . Nota: É vedado o crédito relativo a aluguel de bens que já tenham integrado o patrimônio da pessoa jurídica. ficará vedada a constituição do crédito das contribuições para o PIS/PASEP e da COFINS no regime não-cumulativo.03.02. cuja incidência das contribuições estará suspensa (Art.Lei nº 11.196/2005).65% (um inteiro e sessenta e cinco centésimos por cento) (Contribuição para o PIS/PASEP) sobre os valores: I . efetuadas no mês. 74. inciso VI. da Constituição Federal. de papel ou cartão. II . de alumínio. a pessoa jurídica submetida à incidência não-cumulativa poderá descontar créditos.04.tipos de café para definição de aroma e sabor (blend) ou separar por densidade dos grãos.das aquisições. de ferro ou aço. na hipótese de aquisição. 29) 6. respectivamente. 48 da Lei nº 11. calculados mediante a aplicação das alíquotas de 7. de bens e serviços utilizados como insumos na fabricação de produtos destinados à venda ou na prestação de serviços. de papel imune a impostos. 70.2 . no mês.15.dos bens recebidos em devolução. alínea “d”. e tenha sido tributada no regime de incidência não-cumulativa. 150. Nota: O crédito será determinado mediante a aplicação das alíquotas incidentes na venda sobre o valor ou unidade de medida. quando o ônus for suportado pelo vendedor. CRÉDITOS DO PIS/PASEP E DA COFINS NÃO-CUMULATIVA Dos valores de Contribuição para o PIS/PASEP e COFINS apurados.02. a incidência da contribuição para o PIS e Cofins fica suspensa no caso de venda de desperdícios. com redução dos tipos determinados pela classificação oficial. equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado . de zinco e de estanho.02 e 80.04. resíduos ou aparas de plástico. classificados. relativos a máquinas. Resíduos e Aparas A partir de 1º de março de 2006.Tabela de Incidência do IPI (Art.Vendas de Desperdícios. Nota: É vedado o crédito relativo à contraprestação de arrendamento mercantil de bens que já tenham integrado o patrimônio da pessoa jurídica. quando destinado à impressão de periódicos. inclusive combustíveis e lubrificantes. 47 da Lei nº 11.dos encargos de depreciação e amortização. 47.8% (oito décimos por cento) (Contribuição para o PIS/PASEP). de cobre. cuja receita de venda tenha integrado o faturamento do mês ou de mês anterior. 79.051. conforme o caso.das aquisições de bens para revenda efetuadas no mês. da TIPI . relativos: a) à energia elétrica consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica.6.07.196/2005). nos casos dos nºs I e II.01. art. exceto quando esta for optante pelo SIMPLES. 48 da Lei nº 11.2% (três inteiros e dois décimos por cento) (COFINS) e 0.6% (sete inteiros e seis décimos por cento) (COFINS) e 1. será determinado mediante a aplicação da alíquota de 3. (Lei nº 10. Nota: O crédito.196/2005). nas posições 39. referente à aquisição dos produtos citados. IV . citada acima.das despesas e custos incorridos no mês. d) armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda. Cabe observar que a suspensão da incidência das contribuições. b) a aluguéis de prédios. utilizados nas atividades da empresa. Neste caso. incorridos no mês. 78. III . 75. de níquel. dos produtos recebidos em devolução no mês. 7. 72. art.

desde que não estejam incluídos no ativo imobilizado.1 . ou na prestação de serviços (Art.196/2005). em função da ação diretamente exercida sobre o produto em fabricação. incorridos no mês. II . aplicados ou consumidos na prestação do serviço.utilizados na fabricação ou produção de bens destinados à venda: a) as matérias-primas. VI .Conceito de Insumo Entende-se como insumos: I .utilizados na prestação de serviços: a) os bens aplicados ou consumidos na prestação de serviços.2. 7. as pessoas jurídicas sujeitas à apuração das contribuições internas na modalidade não-cumulativa poderão descontar crédito. dos créditos vinculados a essas operações (Art.2 . 2) É vedado tomar créditos sobre os encargos de depreciação acelerada incentivada. Notas: 1) O direito ao desconto de créditos de que tratam os nºs V e VI não se aplica ao valor decorrente da reavaliação de bens e direitos do ativo permanente. As vendas efetuadas com suspensão. adquiridas ou realizadas a partir de maio de 2004. 17 da Lei nº 11. b) os serviços prestados por pessoa jurídica domiciliada no País.Créditos Nas Compras de Mercadoria Produzida Por Pessoa Jurídica Estabelecida na Zona Franca de Manaus Com a inserção do § 12 ao art.033/2004). a partir de 16 de dezembro de 2004. isenção. tais como o desgaste. 313 do Regulamento do Imposto de Renda . pelo vendedor.833/2003.996/2004. que adquirir imóvel para venda ou promover empreendimento de desmembramento ou loteamento de terrenos. 3º da Lei nº 10. os produtos intermediários. incorporação imobiliária ou construção de prédio destinado à venda.RIR de 1999 e na hipótese de aquisição de bens usados. pela Lei nº 10.Regras Especiais Para Aproveitamento Dos Créditos 7. 10. consoante projeto aprovado pela SUFRAMA. em relação às importações tributadas. relativos a edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros. utilizará o crédito referente aos custos vinculados à unidade construída ou em construção somente a partir da efetivação da venda (Instrução Normativa SRF nº 458/2004). na aquisição de mercadoria produzida por pessoa jurídica estabelecida na Zona Franca de Manaus. A pessoa jurídica. a que se refere o art. para fins de determinação dessas contribuições.Compras Pelas Pessoas Jurídicas Estabelecidas na Zona Franca de Manaus . o dano ou a perda de propriedades físicas ou químicas.1 .2 . 31 da Lei nº. utilizados nas atividades da empresa. alíquota 0 (zero) ou não-incidência da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS não impedem a manutenção.dos encargos de depreciação e amortização.865/2004 e art. o crédito será determinado mediante a aplicação da alíquota de 1% (um por cento). ou fabricados. para locação a terceiros ou para utilização na produção de bens destinados à venda. 7. a partir de 1º de dezembro de 2005.2. e b) os serviços prestados por pessoa jurídica domiciliada no País. 3º da Lei nºs 10. aplicados ou consumidos na produção ou fabricação do produto.adquiridos a partir de 1º de maio de 2004. o material de embalagem e quaisquer outros bens que sofram alterações. 43 da Lei nº 11. Desde 1º de maio de 2004. 7. com o início da incidência do PIS/PASEP e da COFINS na importação.637/2002 e § 17 ao art. desde que não estejam incluídas no ativo imobilizado.

833/2003. em relação apenas a parte de suas receitas. os estoques de produtos destinados à fabricação de produtos sujeitos à incidência concentrada. respectivamente. isentos.65% (sessenta e cinco centésimos por cento) e de 3% (três por cento). I e II. A vedação ao crédito na revenda somente se aplica ao papel destinado à impressão de jornais e periódicos. 3º. a partir do mês em que iniciar a incidência não-cumulativa.90. 4801.65% (um inteiro e sessenta e cinco centésimos por cento) (Contribuição para o PIS/COFINS) e 7.00. Inclusive. Entretanto. b) papéis classificados nos códigos 4801. A pessoa jurídica sujeita à incidência não-cumulativa da Contribuição para o PIS/PASEP. que não geraram crédito na aquisição. os créditos serão determinados pelo método de apropriação direta ou rateio proporcional. No caso dos estoques de produtos destinados à fabricação de produtos sujeitos à incidência concentrada. existentes na data de início da incidência não-cumulativa da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS.8% (oito décimos por cento) para o PIS/PASEP. 4810. adquirido ou importado com alíquota 0 (zero).A Lei nº 10. 4802. destinados à impressão de periódicos pelo prazo de 4 (quatro) anos a contar da data de vigência desta Lei ou até que a produção nacional atenda 80% (oitenta por cento) do consumo interno. referente a estoques. sobre o valor dos estoques. poderá se creditar pelas alíquotas de: a) 0. dão direito ao desconto de crédito presumido. inclusive estoques de produtos acabados e em elaboração. enquanto perdurar a redução a 0 (zero) nas aquisições e na importação. O § 2º do art.61. exceto nos casos em que os produtos foram adquiridos com a alíquota 0 (zero). 7. . o crédito presumido será calculado mediante a aplicação dos percentuais de 1.2. deve apurar crédito apenas em relação aos estoques vinculados às receitas sujeitas à incidência nãocumulativa.996/2004 reduz a 0 (zero) as alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) incidentes sobre as receitas de vendas de mercadorias destinadas ao consumo ou à industrialização na Zona Franca de Manaus (ZFM). será igual ao resultado da aplicação dos percentuais de 0.99.22.2% (três inteiros e dois décimos por cento) para a COFINS. pelo prazo de 4 (quatro) anos a contar da data de vigência desta Lei ou até que a produção nacional atenda 80% (oitenta por cento) do consumo interno. 2º da referida Lei esclarece que a redução a 0 (zero) não gera direito a crédito para o adquirente na modalidade de incidência não-cumulativa. todos da TIPI.90. das Leis nºs 10. iguais e sucessivas. e b) 3.6% (sete inteiros e seis décimos por cento) (COFINS). não há direito a crédito nas aquisições de: a) papel destinado à impressão de jornais.2. na forma a ser estabelecida em regulamento do Poder Executivo.61. de que tratam o art. 7. Os créditos assim calculados podem ser utilizados em 12 (doze) parcelas mensais.Revendedor de Papel Imune a Impostos O revendedor de papel imune a impostos.4 .10. ou não foram alcançados pela incidência das contribuições.19.91.89 e 4810. No caso de estoques de bens vinculados às receitas sujeitas à incidência não-cumulativa e àquelas submetidas ao regime de incidência cumulativa.00. O montante do crédito da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS.Créditos Referentes Aos Estoques de Abertura Os estoques de abertura de bens destinados à venda e de bens e serviços utilizados como insumos na fabricação de produtos destinados à venda ou na prestação de serviços. que não geraram crédito na aquisição por terem sido adquiridos na época em que a incidência monofásica não estava integrada à não-cumulatividade. 4802. por pessoa jurídica estabelecida fora da ZFM.637/2002 e 10. quando a venda for a pessoa jurídica que destinará o papel à impressão de periódicos. conforme o caso.3 .

observado o seguinte: I . II . pela intermediação ou entrega dos veículos classificados nas posições 87.Pessoa Jurídica Com Incidência Parcial Das Contribuições na Modalidade Não-Cumulativa Os créditos só podem ser apurados em relação a custos. pelo método de: a) apropriação direta. devido pelo fabricante ou importador. considera-se aquisição. na forma da Lei nº 10.637.3.2.485/2002. b) o valor da aquisição de bens ou serviços não sujeitos ao pagamento da contribuição.03 e 87.1 .3 . aplicando-se ao valor dos bens utilizados como insumos. 7. ao concessionário. para fins do desconto do crédito previsto no art. 2º da Lei nº 10. aplicando-se ao valor dos bens utilizados como insumos.aos encargos de depreciação e amortização de bens adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País. c) o pagamento de que trata o art. aos custos.aos bens e serviços adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País. exclusivamente. 3º das Leis nºs 10.04 da TIPI.Versão de Bens e Direitos na Fusão.Limitações ao Desconto de Créditos 7. Nota: Excetua-se a esta limitação o direito ao crédito em relação às contribuições efetivamente pagas na importação de bens e serviços. de mercadorias em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora.Regra Geral O direito ao crédito aplica-se. aos custos. incorporada ou cindida. a relação percentual existente entre a receita bruta sujeita à incidência não-cumulativa e a receita bruta total. às despesas e aos encargos comuns. ou b) rateio proporcional. despesas e encargos vinculados a receitas sujeitas à incidência não-cumulativa da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS. isentos ou não alcançados pela contribuição.2. de 2002.5 . somente nas hipóteses em que fosse admitido o desconto do crédito pela pessoa jurídica fusionada. Ou seja: contribuinte que tem parte das receitas sujeitas à incidência não-cumulativa e parte sujeita à incidência cumulativa não pode utilizar o crédito para diminuir o valor da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS calculados sobre as receitas sujeitas à incidência cumulativa. pagos ou creditados a pessoa jurídica domiciliada no País.no caso de custos.aos custos e despesas incorridos. e de álcool para fins carburantes. e 10. Cisão e Incorporação A versão de bens e direitos.6 . II . 7. em decorrência de fusão. adquiridos no mês. em relação: I . os créditos serão determinados. de 2003.865/2004. apurados por meio de sistema de contabilidade de custos integrada e coordenada com a escrituração.não permitem o crédito: a) a aquisição para revenda de bens submetidos a alíquotas concentradas.7. a relação percentual entre os custos vinculados à receita sujeita à incidência não-cumulativa e os custos totais incorridos no mês. inclusive no caso de isenção. esse último quando revendidos ou utilizados como insumo em produtos ou serviços sujeitos à alíquota 0 (zero). a critério da pessoa jurídica. III . auferidas no mês. IV . incorporação e cisão de pessoa jurídica domiciliada no País. adquiridos no mês. . às despesas e aos encargos comuns.833. despesas e encargos vinculados às receitas sujeitas à incidência não-cumulativa e àquelas submetidas ao regime de incidência cumulativa.os créditos só podem ser utilizados para desconto dos valores da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS apurados sobre as receitas sujeitas à incidência não-cumulativa. na condição de substituta tributária.

....... O art....865/2004)...... ainda que pagos ou creditados a pessoas jurídicas domiciliadas no País (Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 02/2005).. art. Lei nº 11.....00 Compras de Mercadorias para Revenda. 15 da Lei nº 10.. não ensejando também atualização monetária ou incidência de juros sobre os respectivos valores......833/2003 e da Lei nº 10...... g) a aquisição de bens ou serviços que gozam de isenção das contribuições....... e) o valor da mão-de-obra paga a pessoa física.00 Devolução de Vendas.000..... destruídos em sinistro ou. 7........ que produzam vinhos de uvas frescas..... 7..000. 8º da Lei nº 10. empregado ou não..... que tenham sido furtados ou roubados. R$ 450... quando recuperável.....Tratamento Fiscal Dos Créditos O valor dos créditos apurados na modalide não-cumulativa não constitui receita bruta da pessoa jurídica para fins de incidência do PIS/PASEP e da COFINS....00 Despesas de Depreciação de Máquinas.865/2004... 3º da Lei nº 10...... com base nos seguintes dados hipotéticos: Receitas de Vendas no Mês.... R$ 200....... 2) a depreciação é contabilizada mensalmente..............925/2004 trata de hipótese de dedução de crédito presumido sobre a aquisição de insumos utilizados por pessoas jurídicas.... com redação dada pelos arts...000. inclusive cooperativas.............00 Despesa de Aluguel do Prédio Pago à Empresa.. R$ 17....00 Notas: 1) a devolução de vendas refere-se à venda efetuada no próprio mês..d) os valores dos gastos com seguros..... EXEMPLO Considerando-se que determinada empresa apurou a contribuição ao PIS nãocumulativo...833/2003 pelo art.....Estorno de Créditos Em decorrência da inserção do § 13 ao art..000..00 Vendas canceladas. deverá ser estornado o crédito do PIS/PASEP e da COFINS relativo a bens adquiridos para revenda ou utilizados como insumos na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda.. R$ 50... 7....... Inutilizados........ 8º e 15.... arts..... inclusive cooperativas. Roubados........925........ inutilizados ou deteriorados..051.4 ......... 21 e 37 da Lei nº 10....... 3º da Lei nº 10... quando revendidos ou utilizados como insumo em produtos ou serviços sujeitos à alíquota 0 (zero)..... INFORMARE deste caderno... ..Crédito Presumido O art. 8.... empregados em outros produtos que tenham tido a mesma destinação........... f) o IPI incidente na aquisição.. servindo somente para dedução do valor devido da contribuição.................... de 2004.637/2002.3........000...... de 2004..... Deteriorados ou Destruídos ...... 9º) Nota: As hipóteses de crédito presumido permitidas pela legislação serão analisadas em matéria que será publicada no próximo Bol.... R$ 10....925/2004 trata de hipótese de dedução de crédito presumido sobre a aquisição de insumos utilizados por pessoas jurídicas agroindustriais...............5 . ainda............ que produzam as mercadorias de origem animal ou vegetal nele relacionadas e destinadas à alimentação humana ou animal.... isentos ou não alcançados pela contribuição (§ 2º do art.....2 ........ R$ 20..... não integra o custo dos bens............ 21 da Lei nº 10....... referente ao mês de janeiro de 2006.Bens Furtados..000.. (Lei nº 10.. nas operações de vendas de produtos ou mercadorias....

..............260..83 III ...........................................................003.............apuração do valor do PIS incidente sobre as receitas: Receitas de Vendas no Mês..............33 (=) valor total dos créditos apurado mês............003...................................... passou a ser permitido que os créditos da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS.......260...........000...00 II .... 5) não consideramos as retenções na fonte...33 cada uma.............000. que não puderem ser utilizados na dedução de débitos das respectivas contribuições....00 (X) Alíquota.. 1................. R$ 280......116/2005...........65% (=) Valor do PIS apurado no mês....00 x 1....................................... vencidos ou vincendos.......65%)..........3) o saldo de crédito do PIS sobre o valor dos estoques vem sendo utilizado em 12 parcelas mensais iguais e sucessivas de R$ 433..................637/2002 e 10.833/2003......................... R$ 10... UTILIZAÇÃO DOS CRÉDITOS DO PIS/PASEP E DA COFINS Os créditos da contribuição para o Programa de Integração Social .................................................... R$ 7............................... R$ 7......... R$ 165............apuração dos créditos: crédito do PIS sobre o valor das mercadorias devolvidas (R$ 10.................................... R$ 440.. R$ 5..........00 crédito mensal de 1/12 do PIS sobre o saldo de esto-que.......... escriturados por pessoa jurídica que tenha auferido receitas submetidas ao regime de tributação não-cumulativa.................... são utilizados na dedução dos débitos das mesmas contribuições.................... decorrentes de suas receitas tributadas.....300.............. no R$ .. R$ 450........... R$ 433...... relativos a tributos e contribuições federais.............................00 x 1...... 5.................apuração do PIS a recolher: Valor do PIS apurado no mês.......83 (=) Valor do PIS a recolher... R$ 2..........65%).................................... R$ 3........................................................000....................00 x 1.. Com o advento da Lei nº 11............COFINS.........................PIS e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social .000...................17 9......65%)............... 4) não há saldo de créditos do PIS do mês anterior...256........ de que tratam as Leis nºs 10........ poderão ser utilizados na compensação de débitos próprios.....00 crédito do PIS sobre o valor da depreciação (R$ 17.....50 crédito do PIS sobre a despesa de aluguel (R$ 50........... R$ 825.................................000.. I ..............00 x 1.......... em relação à contribuição.00 (-) Vendas canceladas..............................00 Valor total dos créditos apurados no mês.....65%)...000...00 crédito do PIS sobre compras (R$ 200..........................000.....................00 (=) Base de cálculo do PIS............

semestralmente. por opção. até o último dia útil da primeira quinzena do mês subseqüente ao de apuração. mediante a apresentação à SRF dos formulários constantes dos Anexos da Instrução Normativa RFB nº 563/2005. sendo essa opção definitiva e irretratável para todo o ano-calendário que contiver o período correspondente ao demonstrativo apresentado. na dedução do PIS/PASEP e da COFINS apurados em cada mês. mediante apresentação à SRF do pedido gerado a partir do Programa PER/DCOMP ou. mensalmente. deduzir do valor a pagar: a) os valores de PIS/PASEP e da COFINS retidos na fonte por outras pessoas jurídicas para as quais prestou serviços sujeitos à retenção ou por órgãos públicos e estatais federais ou estaduais sobre os recebimentos decorrentes de fornecimento de bens ou prestação de serviços em geral. a pessoa jurídica sujeita à incidência “não-cumulativa” deverá manter controle de todas as operações que influenciem a apuração do valor devido das contribuições e dos respectivos créditos a serem descontados. inclusive obras. CONTROLE DOS CRÉDITOS DO PIS/PASEP E DA COFINS De acordo com a Instrução Normativa SRF nº 387/2004. entregar mensalmente. inclusive aquelas que apuram a Contribuição para o PIS/PASEP com base na folha de salários. INFORMAÇÕES À RECEITA FEDERAL . é aconselhável que a pessoa jurídica faça controles extra-contábeis ou efetue adaptações em seu plano de contas contábeis. As pessoas jurídicas não enquadradas na obrigato-riedade de entrega mensal deverão apresentar. se estiverem obrigadas à entrega da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) mensal. embora não tenha havido a instituição de um livro fiscal próprio para controle dos créditos do PIS/PASEP e da COFINS. deverão apresentar o DACON. INFORMARE nº 38/2005. na impossibilidade de sua utilização. . 10. nos termos do art. de PIS/PASEP e da COFINS ou de outros tributos e contribuições. o DACON. podendo. compensados ou ressarcidos. de forma centralizada pelo estabelecimento matriz. ainda. mediante preenchimento da Declaração de Compensação a que se refere a Instrução Normativa SRF nº 600/2005. 11. 12. submetidas à apuração da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). 13. deste caderno. b) os pagamentos indevidos ou a maior em períodos anteriores. 2º da Instrução Normativa SRF nº 482/2004. deduzidos. A COFINS a pagar deverá constar em DARF sob o código 5856. de forma centralizada pelo estabelecimento matriz.DACON As pessoas jurídicas de direito privado e as que lhes são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda. O PIS/PASEP a pagar deverá constar em DARF sob o código 6912. a pessoa jurídica poderá.As compensações ou ressarcimentos serão efetuadas pela pessoa jurídica. nos regimes cumulativo e não-cumulativo. ao qual deverão ser anexados documentos comprobatórios do direito creditório. Essa opção será exercida mediante apresentação do primeiro DACON. Nota: Os procedimentos a serem observados para a compensação ou ressarcimento dos créditos das contribuições foram examinados no Bol. RECOLHIMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES O valor das contribuições ao PIS e à Cofins deverá ser recolhido de forma centralizada. na matriz da pessoa jurídica. Salientamos que. DEDUÇÃO CONTRIBUIÇÕES DOS VALORES RETIDOS NO PAGAMENTO DAS Do valor do PIS/PASEP e da COFINS devidos. de forma a identificar os dispêndios mensais que geram créditos.

Fundamentos Legais: Leis nºs 11.CSLL.865/2004.1 . INTRODUÇÃO A Retenção na Fonte de PIS/PASEP. 2. art. os registros contábeis ou planilhas que permitam a comprovação dos valores recolhidos. COFINS ou CSLL Com Exigibilidade Suspensa 11. INCIDÊNCIA Os pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas de direito privado. 10. com redação dada pela Lei nº 11. Comprovante Anual de Retenção 12.Pagamentos de Valor Igual ou Inferior a R$ 5. estão sujeitos à Retenção na Fonte da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . 25/2003 e 21/2002. as quais examinamos neste trabalho. durante o prazo de 10 (dez) anos.925/2004. Informação da Retenção no Documento Fiscal 12.1 .2 . à disposição da Receita Federal. Dispensa da Retenção 4. 30 da Lei nº 10.051/2004.00 (Cinco Mil Reais) 5. Incidência 3. COFINS e CSLL foi instituída pelo art.Modelo da Declaração 4. Tratamento Dos Valores Retidos 8.Modelo do Comprovante de Retenção 13. bem como o valor dos créditos utilizados. 10. inclusive entidades sindicais. Serviços Alcançados Pela Retenção 4. confederações. Documentos de Cobrança 10. alcançando inclusive os pagamentos efetuados por: I .684/2003. Base de Cálculo e Alíquotas 6.637/2002. Instruções Normativas SRF nºs 404/2004. federações.051/2004. As normas para retenção e recolhimento foram disciplinadas pela Instrução Normativa SRF nº 459/2004. 247/2002.1. Prazo Para Recolhimento e Códigos de Receita 6. Apresentação da DIRF 1.Prazo Para Recolhimento 6.833/2003. Atos Declaratórios Interpretativos SRF nºs 01/2005.Prestador de Serviço Optante Pelo SIMPLES 4. 10.1 . 358/2003. da COFINS e da contribuição para o PIS/PASEP.3 .2 . . em boa guarda.Códigos de Receita 7. PIS/PASEP/COFINS/CSLL Retenção na Fonte Das Contribuições Sociais Sumário • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1. GUARDA DE DOCUMENTOS As pessoas jurídicas devem manter.426/2002. Operações Com Cartões de Crédito ou Débito 9.000.Casos em Que Haverá a Retenção Somente da CSLL 4.833/2003.14. Introdução 2.associações. 10. 10. centrais sindicais e serviços sociais autônomos. e vem sendo cobrada desde 1º de fevereiro de 2003. 7º. PIS/PASEP. 10.1 . pela prestação de alguns serviços determinados na legislação.

seleção e riscos.II .as pessoas jurídicas optantes pelo SIMPLES. jardins.1 .assessoria creditícia. aeronaves. os mesmos critérios de interpretação adotados em atos normativos expedidos pela Secretaria da Receita Federal para a Retenção do Imposto de Renda (Inciso IV. embarcações. instalações. administração de contas a pagar e a receber. A pessoa jurídica tomadora dos serviços arquivará a 1ª via da declaração. inclusive sociedades cooperativas. desentupimento. higienização. desinsetização.sociedades simples. 4. DISPENSA DA RETENÇÃO Não estão obrigadas a efetuar a retenção das contribuições sociais: I . art. aplicando-se. o asseio ou a conservação de praias. pátios ou de áreas de uso comum.Modelo da Declaração DECLARAÇÃO . instalações. b) às empresas estrangeiras de transporte. enceramento. devendo a 2ª via ser devolvida ao interessado. reproduzido abaixo. rodovias. desratização ou outros serviços destinados a manter a higiene. monumentos. da Instrução Normativa SRF nº 459/2004). veículos automotores. 647 do Decreto nº 3. 4. V . elevadores ou de qualquer bem.1. de acordo com o modelo constante no Anexo I da Instrução Normativa SRF nº 459/2004. relativamente à CSLL. II . para fins da retenção das contribuições. lavagem. IV . conservação ou zeladoria.quando se tratar de pagamentos efetuados: a) à Itaipu Binacional. III . quando destinadas a mantê-los em condições eficientes de operação. 4. que ficará à disposição da Secretaria da Receita Federal. do art. equipamentos. como recibo.locação de mão-de-obra. edificações.serviços profissionais relacionados no § 1º do art. VI .condomínios edilícios. Nota: A retenção das contribuições sociais é independente da retenção do Imposto de Renda na Fonte. A retenção não se aplica quando a prestadora de serviços for cooperativa de consumo. III . máquinas. inclusive quando prestados por cooperativas ou associações profissionais. desinfecção. mercadológica.manutenção ou conservação de edificações. dependências. exceto se a manutenção for feita em caráter isolado. vias públicas. 3. imunização. motores. 1º. como um mero conserto de um bem defeituoso. II .000/1999. ou IV . inclusive quando prestados por empresa de factoring (§ 9º.fundações de direito privado. aparelhos. dedetização. c) às cooperativas.Prestador de Serviço Optante Pelo SIMPLES O prestador de serviço optante pelo SIMPLES deve apresentar à fonte pagadora declaração de sua condição. compreendidos os serviços de varrição. SERVIÇOS ALCANÇADOS PELA RETENÇÃO Os serviços sujeitos à retenção são os seguintes: I .1 . 1º da Instrução Normativa SRF nº 459/ 2004). inclusive escolta de veículos de transporte de pessoas ou cargas.segurança e/ou vigilância entendidos como os serviços que tenham por finalidade a garantia da integridade física de pessoas ou a preservação de valores e de bens patrimoniais.limpeza. gestão de crédito. logradouros. § 2º.

BASE DE CÁLCULO E ALÍQUOTAS .. relativas à falsidade ideológica (Art. caso a retenção a ser efetuada seja superior ao valor a ser pago.efetuada a soma de todos os valores pagos no mês... a cada pagamento deverá ser: I ..317.00 (cinco mil reais).. bem assim a realização de quaisquer outros atos ou operações que venham a modificar sua situação patrimonial. 32 da Lei nº 9. 4.o signatário é representante legal desta empresa... pelo prazo de cinco anos.calculado o valor a ser retido sobre o montante obtido..Pagamentos de Valor Igual ou Inferior a R$ 5. e da Contribuição para o PIS/PASEP. sujeitá-lo-á... Local e data ....833.Casos em Que Haverá a Retenção Somente da CSLL Não será devida a retenção das contribuições ao PIS e COFINS... nos pagamentos: a) a título de transporte internacional de cargas ou de passageiros efetuados por empresas nacionais. devendo ser retida somente a CSLL..REB... (pessoa jurídica pagadora) Sr. a que se refere o art. de 5 de dezembro de 1996.. com sede (endereço completo). desde que este ultrapasse o limite de R$ 5.. que é regularmente inscrita no Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES). observando-se que ocorrendo mais de um pagamento no mesmo mês à mesma pessoa jurídica..000. a declarante informa que: I ... b) apresenta anualmente Declaração Simplificada da Pessoa Jurídica (SIMPLES).3 . instituído pela Lei nº 9... c) aos estaleiros navais brasileiros nas atividades de conservação. DECLARA à (nome da pessoa jurídica pagadora).. conversão e reparo de embarcações pré-registradas ou registradas no Registro Especial Brasileiro . nos termos da Lei nº 9. de 8 de janeiro de 1997.. às penalidades previstas na legislação criminal e tributária...432. II .. 299 do Código Penal) e ao crime contra a ordem tributária (Art.000. em conformidade com o disposto em ato da Secretaria da Receita Federal. Assinatura do Responsável 4. 30 da Lei nº 10..Ilmo. de 1996. para fins de não-incidência na fonte da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).00 (cinco mil reais). inscrita no CNPJ sob o nº.. Para esse efeito. (Nome da empresa). modernização.. da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)...000.na hipótese do nº II... contado da data da emissão.... devendo ser deduzidos os valores retidos anteriormente no mesmo mês. a retenção será efetuada até o limite deste. b) a título de transporte internacional efetuados por empresa nacional...00 (Cinco Mil Reais) É dispensada a retenção para pagamento de valor igual ou inferior a R$ 5.430. II ..... assumindo o compromisso de informar à Secretaria da Receita Federal e à pessoa jurídica pagadora. 1º da Lei nº 8. os documentos que comprovam a origem de suas receitas e a efetivação de suas despesas...... de 29 de dezembro de 2003.2 .. juntamente com as demais pessoas que para ela concorrerem.. 5.137. imediatamente. de 27 de dezembro de 1990)..preenche os seguintes requisitos: a) conserva em boa ordem.. sem prejuízo do disposto no art. III ... eventual desenquadramento da presente situação e está ciente de que a falsidade na prestação destas informações.

5960.5987. correspondente a cada espécie de contribuição. cabendo a responsabilidade pelo recolhimento destas à pessoa jurídica tomadora dos serviços.sobre qualquer forma de pagamento. TRATAMENTO DOS VALORES RETIDOS Os valores retidos serão considerados como antecipação do que for devido pelo contribuinte que sofreu a retenção. de forma centralizada. COFINS e CSLL será determinada mediante a aplicação. devendo o pagamento com o cartão ser realizado pelo valor líquido. em relação às respectivas contribuições. pelo contribuinte.1 . nos boletos bancários ou quaisquer outros documentos de cobrança que contenham código de barras. respectivamente. no caso de COFINS. até o último dia útil da quinzena subseqüente àquela quinzena em que houver ocorrido o pagamento à pessoa jurídica prestadora dos serviços. 8. DOCUMENTOS DE COBRANÇA Nas Notas Fiscais. II . observado o seguinte: I . 3% (três por cento) e 0. utilizando-se o código de receita 5952. a retenção será efetuada pela pessoa jurídica tomadora dos serviços sobre o total a ser pago à empresa prestadora dos serviços. na forma da legislação específica.65% (quatro inteiros e sessenta e cinco centésimos por cento).5979. relativamente a fatos geradores ocorridos a partir do mês da retenção.a base de cálculo da retenção é o valor bruto do documento fiscal. Quando a pessoa jurídica prestadora do serviço for beneficiária de isenção ou dispensa em relação a uma ou mais das contribuições (PIS/PASEP. no caso de CSLL. . PRAZO PARA RECOLHIMENTO E CÓDIGOS DE RECEITA 6.no caso de pessoa jurídica beneficiária de isenção. deverão ser informados o valor bruto do preço dos serviços e os valores de cada contribuição incidente sobre a operação. 7. a retenção dar-se-á mediante a aplicação da alíquota específica correspondente às contribuições não alcançadas pela isenção. 6. II .Códigos de Receita O recolhimento deve ser feito por meio de DARF. OPERAÇÕES COM CARTÕES DE CRÉDITO OU DÉBITO Nos pagamentos pela prestação de serviços efetuados por meio de cartões de crédito ou débito. 6. do percentual de 4. de uma ou mais das contribuições (PIS/PASEP. no caso de Contribuição para o PIS/PASEP. nas faturas. com exceção das faturas de cartão de crédito. o recolhimento deve ser feito separadamente para cada contribuição. 9.Prazo Para Recolhimento Os valores retidos deverão ser recolhidos ao Tesouro Nacional pela pessoa jurídica que efetuar a retenção ou.2 .65% (sessenta e cinco centésimos por cento). COFINS ou CSLL). sobre o montante a ser pago.A Retenção na Fonte de PIS/PASEP. COFINS ou CSLL). através dos seguintes códigos: . sobre o valor bruto do documento fiscal. pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica. das alíquotas respectivas às retenções efetuadas. devendo o . das contribuições devidas de mesma espécie. observado o seguinte: I . após deduzidos os valores das contribuições retidas.os valores retidos na forma desta Instrução Normativa poderão ser deduzidos.o valor a ser deduzido. III . . será determinado pelo próprio contribuinte mediante a aplicação. correspondente à soma das alíquotas de 1% (um por cento). inclusive os pagamentos antecipados por conta de prestação de serviços para entrega futura.

O comprovante pode ser disponibilizado pela Internet. ou por sentença judicial transitada em julgado. determinando a suspensão do pagamento de qualquer das contribuições objeto da Retenção na Fonte. concessão de medida liminar ou tutela antecipada em outras espécies de ações judiciais. comprovar à fonte pagadora que o direito à não-retenção continua amparado por medida judicial. APRESENTAÇÃO DA DIRF .2. e efetuar o recolhimento em DARF distintos para cada um deles. total ou parcial. sujeitarem-se à retenção das contribuições sobre o valor total da nota ou documento fiscal. até o último dia útil de fevereiro do ano subseqüente. conforme modelo constante no Anexo II da Instrução Normativa SRF nº 459/2004.Modelo do Comprovante de Retenção ANEXO 13. a pessoa jurídica que efetuar o pagamento deverá calcular. concessão de medida liminar em mandado de segurança. individualmente. da exigibilidade do crédito tributário nas hipóteses de depósito integral do débito. aplicando as alíquotas correspondentes. sob pena de. inclusive o enquadramento legal.1 .seu pagamento ser efetuado pelo valor líquido. na forma citada no subitem 6. COFINS OU CSLL COM EXIGIBILIDADE SUSPENSA No caso de pessoa jurídica amparada pela suspensão. As pessoas jurídicas beneficiárias de isenção ou de alíquota 0 (zero) devem informar esta condição na nota ou documento fiscal. se não o fizerem. COMPROVANTE ANUAL DE RETENÇÃO Todas as pessoas jurídicas que efetuarem a retenção deverão fornecer à pessoa jurídica beneficiária do pagamento comprovante anual da retenção. através do endereço eletrônico do beneficiário do pagamento. 10. PIS/PASEP. 11. os valores das contribuições considerados devidos. 12.65% (quatro inteiros e sessenta e cinco centésimos por cento). a cada pagamento. INFORMAÇÃO DA RETENÇÃO NO DOCUMENTO FISCAL A empresa prestadora do serviço sujeita à retenção das Contribuições Sociais na forma citada deverá informar no documento fiscal o valor correspondente à retenção das contribuições incidentes sobre a operação. após deduzidos os valores das contribuições retidas. Cabe ao prestador do serviço. 12. reproduzido abaixo. no percentual total de 4.

o somatório dos valores pagos e o total retido. até o último dia útil de fevereiro do ano subseqüente. Fundamentos Legais: Lei nº 10. COFINS e CSLL deverão apresentar Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF). por contribuinte e por código de recolhimento. nela discriminando. mensalmente.833/2003 e Instrução Normativa SRF nº 459/2004 .As pessoas jurídicas que efetuarem a retenção de PIS/PASEP.

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