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Prova Objetiva Professor III Matemática

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PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUBATÉ


ESTADO DE SÃO PAULO

concurso público

013. Prova Objetiva

professor III – matemática

� Você recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 50 questões objetivas.
�  Confira seus dados impressos na capa deste caderno e na folha de respostas.
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�  A duração da prova é de 3 horas, já incluído o tempo para o preenchimento da folha de respostas.
�  Só será permitida a saída definitiva da sala e do prédio após transcorrida 1 hora do início da prova.
�  Deverão permanecer em cada uma das salas de prova os 3 últimos candidatos, até que o último deles entregue sua
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CONHECIMENTOS GERAIS 01. Segundo o texto, com base científica, constatou-se haver

(A) movimentos organizados para proibir o uso de mí-


Língua Portuguesa dias digitais.

(B) aceleração do desenvolvimento de níveis de Q.I. de


Leia o texto, para responder às questões de números adolescentes e adultos.
01 a 08.
(C) defasagem nos níveis de inteligência de gerações
Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a mais jovens.
inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a ori-
(D) perda de massa cinzenta graças a movimentos con-
gem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos
trários à ciência.
serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao lon-
go de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos (E) redução do número de jovens dotados de inteligên-
científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até cia emocional.
se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de
Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e
aceita.
Entra década, sai década, em boa parte do século XX 02. É correto afirmar que o texto
os países mais avançados, principalmente, puderam bater no
peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habi- (A) discute os modernos meios de aquisição de infor-
tantes subia consistentemente – até a curva começar a cair mação pelos usuários de computadores e celulares,
e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. expressando ponto de vista de apoio a essas mídias.
Em sólidos levantamentos, descobriu-se algo constrangedor
para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter (B) se dedica a referir dados recentes que constatam
mentes menos afiadas do que a de seus pais. E como fugir a dedicação excessiva de tempo às telas digitais,
da lembrança de movimentos da atualidade desprovidos de alertando para os prejuízos à cognição decorrentes
massa cinzenta, como os anticiência que compõem o lado disso.
escuro da polarização ideológica que varre o planeta?
(C) evita expressar opinião acerca do tema de que trata,
O esforço de tentar entender e reverter esse quadro tem
dedicando-se a citar fontes consultadas, levando ao
sido tema de uma série de estudos e publicações recentes
leitor informações filtradas pelo ponto de vista ideo-
capitaneados por pesos-pesados da área. No livro A Fábrica
lógico dos autores.
de Cretinos Digitais, que acaba de ser lançado no Brasil, o
renomado neurocientista francês Michel Desmurget aponta (D) parte de referências científicas para sustentar a
as baterias de combate ao estado atual de estagnação inte- opinião da revista, segundo a qual a ciência pouco
lectual para o que afirma ser a sua maior causa: o excesso de avançou para solucionar o problema do uso da inter-
tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos net pelas crianças.
digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o núme-
ro de horas despendidas na sua frente é assustador”, res- (E) constata a realidade aterradora de que jovens e
saltou Desmurget. “O uso de computadores e celulares por crianças que se dedicam a fazer trabalhos escolares
pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que pelo computador ou pelo celular apresentam deficit
para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o de atenção e de inteligência.
número sobe para oito”.
No trecho em que se debruça sobre o desenvolvimento
de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e
aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativa-
mente as interações, a linguagem e a concentração, os três
pilares básicos do progresso cognitivo em qualquer idade,
mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da
existência. É justamente nesse período-chave que se obser-
va o auge da plasticidade – nome dado à frenética formação
de sinapses que nunca mais se repetirá e que resulta na evo-
lução ultra-acelerada do potencial do cérebro.
(Ernesto Neves de Caio Saad, Mentes não tão brilhantes.
Veja, 06.10.2021. Adaptado)

Confidencial até o momento da aplicação. 3 PTAU2101/013-Professor-III-Matemática

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03. Para responder à questão, associe as informações do 05. Assinale a alternativa em que a expressão entre colche-
texto à seguinte ilustração. tes substitui a destacada, de acordo com a norma-padrão
de emprego do pronome.

(A) As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem


mais ou menos inteligentes permanecem... [faz eles
serem]

(B) ... estudos científicos sobre os mecanismos que


movem o intelecto até se chegar a uma forma de
medição padronizada... [movem-o]

(C) O uso de computadores celulares por adolescentes


é três vezes maior para se divertir do que para fazer
trabalhos escolares... [fazer-lhes]

(D) ... Michel Desmurget aponta as baterias de combate


ao estado atual de estagnação intelectual... [aponta-
-lhes]

(E) ... internet e aplicativos de redes sociais em demasia


afetam negativamente as interações, a linguagem
(Veja, 06.10.2021) e a concentração... [afetam-nas negativamente]

É coerente deduzir que a ilustração retrata

(A) literalmente a limitação intelectual a que se refere o 06. Na passagem – a inteligência humana é um mistério tão
texto, apontando o modo mais adequado para co- intrigante quanto a origem do universo. – a relação de
nhecer a realidade. sentido que se apresenta é de

(B) realisticamente a solução para a perda do potencial (A) causa e efeito, também presente em – A tela, em si,
intelectual dos jovens, por meio do acesso às telas não representa um mal, mas o número de horas des-
de aparelhos digitais. pendidas na sua frente é assustador...

(C) figuradamente a necessidade de sintonia com a rea- (B) conclusão, também presente em – O uso de com-
lidade virtual produzida pelos atuais meios de comu- putadores celulares por adolescentes é três vezes
nicação, cujo valor é reconhecido pelo texto. maior para se divertir do que para fazer trabalhos
escolares...
(D) simbolicamente a limitação intelectual a que se re-
fere o texto, sugerindo perda de visão ampla da (C) concessão, também presente em – ... nome dado à
realidade. frenética formação de sinapses que nunca mais se
(E) objetivamente a questão do uso dos celulares, ratifi- repetirá e que resulta na evolução ultra-acelerada do
cando a ideia, presente no texto, de que a tela não potencial do cérebro.
representa um mal.
(D) contraste, também presente em – ... os três pilares
básicos do progresso cognitivo em qualquer idade,
04. A passagem do texto em que todas as palavras estão mas de excepcional importância nos cinco primeiros
empregadas em sentido próprio é: anos da existência.

(A) ... o especialista adverte que internet e aplicativos de (E) comparação, também presente em – ... pela primeira
redes sociais em demasia afetam negativamente as vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas
interações, a linguagem e a concentração... do que a de seus pais.

(B) ... em boa parte do século XX os países mais avan-


çados, principalmente, puderam bater no peito e 07. Na passagem ... ao longo de milênios, o conceito foi
anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habi- sendo destrinchado em estudos científicos sobre os me-
tantes subia consistentemente... canismos que movem o intelecto até se chegar a uma
(C) E como fugir da lembrança de movimentos da atua- forma de medição padronizada – os termos em destaque
lidade desprovidos de massa cinzenta, como os an- imprimem aos respectivos contextos as noções de
ticiência que compõem o lado escuro da polarização
(A) assunto e limite.
ideológica que varre o planeta?

(D) O esforço de tentar entender e reverter esse quadro (B) posição acima e inclusão.
tem sido tema de uma série de estudos e publicações
(C) superioridade e tempo máximo.
recentes capitaneados por pesos-pesados da área.

(E) ... até a curva começar a cair e a inteligência engatar (D) interiorização e tempo posterior.
marcha a ré a partir dos anos 2000.
(E) matéria e concessão.
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08. Assinale a alternativa em que o trecho entre colchetes Conhecimentos Pedagógicos e Legislação
substitui o destacado, de acordo com a norma-padrão de
regência e de emprego do sinal de crase.
11. De acordo com a Lei no 9.394/96, Lei de Diretrizes e
(A) ... anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus
B­ases da Educação Nacional, artigo 26, parágrafo ter-
habitantes subia consistentemente... [atingia à ní-
ceiro, “a educação física, integrada à proposta pedagó-
veis elevados]
gica da escola, é componente curricular obrigatório da
(B) ... o lado escuro da polarização ideológica que varre educação básica”. Sendo que é correto afirmar, de acor-
o planeta? [que atinge à Terra] do com o referido artigo que, entre outras circunstân-
cias, a prática da educação física será facultativa para
(C) ... No caso dos adolescentes, o número sobe para
o aluno que
oito”. [chega à oito]

(D) ... os mecanismos que movem o intelecto até se (A) apresente deficiência ou transtorno do desenvol-
chegar a uma forma de medição padronizada... [dão vimento.
movimento à mente]
(B) cumpra jornada diária de trabalho de até cinco horas.
(E) ... formação de sinapses que nunca mais se repetirá
e que resulta na evolução ultra-acelerada do poten- (C) pratique atividades físicas em academias locais.
cial do cérebro ... [leva à uma evolução]
(D) tenha prole, ou seja, tenha filho(s) ou filha(s).

(E) tenha vinte e cinco anos de idade.


09. O enunciado baseado no texto que apresenta pontuação
de acordo com a norma-padrão é:

(A) Os países mais avançados, já bateram no peito, e


enunciaram com orgulho: o Q.I. médio de seus habi- 12. O artigo 18-A da Lei Federal no 8.069/1990, Estatuto da
tantes subia, consistentemente. Criança e do Adolescente, determina que crianças e ado-
lescentes têm “o direito de ser educados e cuidados sem
(B) Estudos científicos chegaram já, a uma forma padro- o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degra-
nizada de medir a inteligência – o teste de Q.I., que dante”. De acordo com o inciso primeiro, do parágrafo
é, hoje amplamente aceita. único do referido artigo, para os fins da Lei no 8.069/1990,
considera-se “castigo físico: ação de natureza disciplinar
(C) O especialista, tendo-se dedicado ao estudo do de-
ou punitiva aplicada com o uso da força física sobre a
senvolvimento de crianças, concluiu: internet e apli-
criança ou o adolescente” que resulte em:
cativos de redes sociais, acessados em demasia,
afetam negativamente interações etc. (A) ameaça grave ou dor psíquica.
(D) Estudos atuais revelam: que a estagnação intelec-
tual pode ser debitada, ao excesso de horas que as (B) ridicularização ou exclusão.
pessoas passam diante de telas.
(C) sofrimento físico ou lesão.
(E) Constatou-se que, o número de horas despendidas
em celulares e computadores, compromete, sobre- (D) humilhação ou constrangimento.
maneira o desenvolvimento intelectual.
(E) privação de liberdade, pela força da lei, ou medo.

10. Considere o texto a seguir.


Felizmente se        os empecilhos que
       para a retomada das atividades,
       as circunstâncias impostas pela pande-
mia. As pessoas voltam, ainda        preocupa-
das, a frequentar locais de lazer        acesso
       foi negado durante meses.
Assinale a alternativa que preenche as lacunas do texto,
de acordo com a norma-padrão de concordância e em-
prego de pronomes.

(A) removeram ... haviam ... dadas ... meia ... cujo ... as

(B) removeram ... havia ... dadas ... meio ... cujo ... lhes

(C) removeram ... haviam ... dado ... meio ... cujo ... lhes

(D) removeu ... haviam ... dado ... meio ... que o ... lhes

(E) removeu ... havia ... dadas ... meia ... que o ... as

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13. O artigo 9o da Resolução CNE/CEB no 04/2010, Diretrizes 14. A Resolução CNE/CEB no 07/2010, Diretrizes Curricula-
Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, res Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove)
determina que a “escola de qualidade social adota como anos, prevê que, na implementação do projeto político-
centralidade o estudante e a aprendizagem”, o que pres- -pedagógico, o cuidar e o educar são funções indissociá-
supõe atendimento a diversos requisitos. Entre e­ sses veis da escola. A referida Resolução também determina,
requisitos está, por exemplo, a “consideração sobre a no parágrafo único do artigo 21, que:
inclusão, a valorização das diferenças e o atendimento
(A) do primeiro ao quinto ano, do Ensino Fundamental,
à pluralidade e à diversidade cultural, resgatando e res-
o componente curricular Educação Física será minis-
peitando as várias manifestações de cada comunidade”.
trado unicamente por professores com licenciatura
É correto afirmar que, de acordo com o inciso terceiro do
específica na Educação Física, e deve ser assegura-
referido artigo, entre os requisitos que devem ser atendi-
da a cisão entre esse componente e os demais com-
dos pela escola de qualidade social está
ponentes trabalhados pelo professor de referência
(A) o foco no projeto político-pedagógico, no gosto da turma (professor polivalente).
pela aprendizagem e na avaliação das aprendiza- (B) nas classes comuns do ensino regular, o projeto
gens como instrumento de contínua progressão dos político-pedagógico da escola e o regimento escolar
e­studantes. deverão prever um número máximo de estudantes
com alguma deficiência ou transtornos globais do
(B) a certeza de que os dados indicados pelo Índice de desenvolvimento, que será aceito em cada turma,
Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) des- intensificando, assim, o processo de inclusão nas
consideram a identidade de cada escola, por se tra- escolas públicas.
tar uma avaliação externa.
(C) o currículo da escola de tempo integral implica a
(C) a adoção da promoção automática, até o sétimo ano a­mpliação da jornada escolar diária mediante o
do Ensino Fundamental, de modo que o estudante, d­esenvolvimento de atividades como: reforço, experi-
receptor do conteúdo, tenha mais tempo de introjetar mentação, pesquisa científica, cultura, artes, esporte
a informação e demonstrar o conhecimento adquirido. e lazer, sendo que essas atividades devem ser desen-
volvidas obrigatoriamente dentro do espaço escolar.
(D) a garantia de um professor auxiliar, ajudando o pro-
(D) o atendimento educacional especializado aos alunos
fessor regente, nas salas de aula de educação infan-
da Educação Especial será promovido com o apoio
til ou ensino fundamental que têm matriculados dois
dos órgãos competentes; tal atendimento substitui a
ou mais alunos com deficiência e/ou necessidades
escolarização e contribui para ampliar o acesso ao
educacionais especiais.
currículo, ao proporcionar independência aos edu-
(E) a previsão, no regimento escolar, das regras para o candos para a realização de tarefas e favorecer a
processo eleitoral para diretor, vice-diretor e coorde- sua heteronomia.
nador escolar, devendo estar definidas regras como: (E) como sujeito de direitos, o aluno tomará parte ativa
o dia da eleição, o número de urnas e número de na discussão e na implementação das normas que
votos por cédula. regem as formas de relacionamento na escola, for-
necerá indicações relevantes a respeito do que deve
ser trabalhado no currículo e será incentivado a par-
ticipar das organizações estudantis.

15. De acordo com Queiroz e Moita (2007), em certa tendên-


cia Liberal, que começou a se destacar na década de 60
e que foi fortemente inspirada na teoria behaviorista, o
“professor é o técnico e responsável pela eficiência do
ensino, e o aluno é o treinando”. A metodologia nessa
tendência utiliza “excessivo uso da técnica para atingir
objetivos instrucionais, aprender-fazendo, cópia, repeti-
ção, treino”. Essa tendência defendia, além do principio
da neutralidade, a racionalidade, a eficiência e a produti-
vidade, e o papel do aluno restringia-se a copiar bem e a
reproduzir o que foi instruído fielmente. Segundo Queiroz
e Moita, essa tendência é denominada Liberal

(A) Tecnicista.

(B) Espontaneísta.

(C) Renovada Não-Diretiva.

(D) Progressista-Libertadora.

(E) Crítico-Social dos Conteúdos.

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16. Um professor de Educação Física preocupado em traba- 18. Rios (2001) afirma que o ensino competente é um
lhar no currículo os conteúdos próximos e significativos ensino de boa qualidade. De acordo com o que defende
para seus alunos, valorizando, assim, a cultura e as práti- a referida autora, é tarefa da escola
cas corporais, propôs uma parceria com a professora de
Língua Portuguesa, na qual ambos trabalhariam com os (A) desenvolver capacidades, habilidades e isso se rea-
estudantes músicas e danças regionais. liza pela socialização dos conhecimentos, dos múlti-
Segundo Garcia, certo modo de trabalhar questiona a plos saberes.
segmentação dos diferentes campos de conhecimentos,
(B) determinar um nível aceitável e pleno de qualidade
buscando os possíveis pontos de convergência entre as
e, quando alcançar, ficar satisfeita, pois terá apre-
várias áreas e a sua abordagem conjunta, propiciando,
sentado Qualidade Total em educação.
desse modo, uma relação epistemológica entre as dis-
ciplinas. De acordo com a referida autora, “as intercone- (C) valorizar e desenvolver a competência privada como
xões que acontecem nas disciplinas são causa e efeito discurso do conhecimento, com fórmulas fechadas
(A) do inatismo”. do saber para todos os alunos.
(B) da disciplinaridade”.
(D) transmitir o conhecimento, isentando-se de promo-
(C) da interdisciplinaridade”. ver ou desenvolver qualquer tipo ou concepção de
(D) do currículo nacional oficial”. competência.
(E) da disciplina única: Temas Transversais”. (E) desenvolver nos educandos e professores conheci-
mentos e valores técnicos, estéticos e éticos, repu-
17. Zabala (1998) descreve a situação: imaginemos que “como diando a dimensão política na escola.
professores de Educação Física temos que trabalhar a
cambalhota”. “A cada aluno exigiremos um grau diferente
de execução do exercício e lhe ofereceremos um tipo dife-
rente de ajuda. Se Juana é muito flexível e tem destreza, 19. Dowbor (2007) afirma que “a era do conhecimento exi-
diremos: “Juana, os braços bem esticados, as pernas bem ge muito mais conhecimento atualizado e inserido nos
juntas e que a cabeça não toque o chão.” Como essa alu- significados locais e regionais e, ao mesmo tempo, as
na, apesar de ter feito bastante bem a cambalhota, deslo- tecnologias da informação e comunicação tornam o
cou ligeiramente as pernas, diremos: “Não colocou bem as acesso a esse conhecimento muito mais viável.” Para
pernas. Você deve prestar mais atenção”. Por outro lado, o autor, “a educação precisa, de certa forma, organizar
quando for a vez de Pablo, um menino gordinho e pou- essa transição e
co ágil, diremos: “Vamos, Pablo, você pode fazer. Vamos
lá!” E enquanto faz a cambalhota, ajudaremos, pegando-o (A) ampliar o “estoque” de conhecimentos a transmitir,
p­elas pernas, para que acabe de virar. Ao concluir, embora de modo a evitar que as escolas físicas desapare-
não tenha se saído muito bem, certamente faremos um çam da sociedade.”
comentário como: “Muito bem, Pablo, é isso aí!”.
(B) formar alunos com a “cabeça bem cheia”, para traba-
A respeito da situação descrita, Zabala afirma que lharem em grandes empresas locais de tecnologia.”
(A) se mostra uma cena inadequada, na qual o profes-
sor aplica a mesma proposta e realiza análise sim- (C) preterir as tecnologias, pois elas reforçam as polari-
plificada aplicando o mesmo critério para avaliar a zações e as desigualdades regionais.”
competência de meninos e meninas, embora haja
(D) preparar as crianças para o mundo realmente
diferenças na fisiologia humana.
existente.”
(B) se trata de uma forma de intervenção extremamente
complexa, com uma autêntica atenção à diversida- (E) atuar de forma defensiva ante as novas tecnologias.”
de, que implicou estabelecer níveis, desafios, ajudas
e avaliações apropriados às características pessoais
de cada menino e menina.
(C) a proposta carece de melhor planejamento e organi-
zação, sendo que o motivo desses problemas está
na organização escolar, pois o número elevado de
turmas torna impossível ao docente conhecer os
graus de conhecimentos de cada aluno.
(D) há grande subjetividade na avaliação do docen-
te, que deixou de estabelecer critérios unificados
e p­adronizados para avaliar, e tal ação pode levar
à desmotivação, impulsionando o desinteresse por
partes dos alunos em seguir trabalhando.
(E) estudantes de 14 anos devem fazer cambalhota
perfeitamente e também são capazes de pular uma
barreira de 95 centímetros; assim, os conteúdos,
o­bjetivos e o que os alunos têm que saber precisa
ficar definido e previsto em cada ano escolar.
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20. Para Weisz (2000), é necessário e desejável que todos, 21. Para Moura (2010), o modelo de escola atual vem sendo
professores e equipe técnica, tornem-se cada vez mais questionado e, em “meio à crise de identidade e função
responsáveis, coletivamente, pelos resultados do tra- social da escola, começam a surgir novas reflexões e con-
balho de toda escola, o que torna necessária, além de cepções de educação que devolvam à escola o seu papel
outras ações, a reflexão sobre a prática. A autora ressalta de espaço educativo e de transformação social, visando
a importância da tematização da prática como um ins- recuperar os laços entre educação escolar significativa e
trumento de formação para professores. De acordo com a prática social, conciliando aprendizagem escolar com
Weisz, é correto afirmar que o trabalho de tematização uma formação mais integral”; segundo a autora, é nesse
da prática contexto que a discussão sobre Pedagogia de Projetos
se coloca. De acordo com Moura, é correto afirmar que a
(A) é uma análise que parte da prática documentada, proposta do trabalho por Projetos
que visa tornar o professor capaz de perceber as
teorias que guiam sua prática pedagógica real, sen- (A) deve assegurar princípios estéticos e culturais da
do que a gravação em vídeo e o registro escrito são sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da
importantes formas de documentação para analisar d­iversidade das manifestações artísticas e culturais,
a prática. além da integração entre os aspectos físicos, emo-
cionais, afetivos, cognitivos e sociais.
(B) possui como pano de fundo a ideia de que o profes-
sor demonstra incompetência na realização do seu (B) prevê a alteração e supõe uma redefinição apenas
trabalho e, por esse motivo, necessita ser treinado, dos conteúdos escolares, tornando desnecessária
além de aprender concepções e práticas pedagógi- qualquer alteração em relação aos tempos, espaços,
cas mais atuais. trabalho pedagógico e processos educativos, bem
como em relação ao agrupamento de alunos, das
(C) prevê capacitar o professor em serviço, para aplicar classes ou turmas.
as novidades em matéria técnica de ensino, ela vai
ao encontro da visão aplicacionista, na qual ofere- (C) promove o processo de ensino-aprendizagem median­
ce-se ao professor um corpo de ideias e conceitos te um percurso que é fixo e ordenado; também se
t­eóricos, que se espera que ele aplique na sua prá- mostra como uma proposta mais atrativa para os alu-
tica profissional. nos, que promove a formação de indivíduos capazes
de atuarem na sociedade de maneira participativa e
(D) tem como função compensar as deficiências da for- heterônoma.
mação inicial dos docentes e prevê um prazo limitado
para ocorrer, pois, em algum momento, o professor (D) é uma metodologia e uma técnica de ensino que
estará plenamente capacitado, tornando a continui- se fundamentam em uma concepção do educan-
dade dessa formação desnecessária. do como sujeito de direitos, ser individual, associal
e atemporal, participante receptivo no processo de
(E) nega o valor do conhecimento teórico que vem de construção de conhecimentos.
outras áreas como a psicologia e a linguística e tam-
bém refuta o uso de material teórico durante a forma- (E) exime-se de qualquer forma de avaliação por ser
ção, de modo que possa focar especificamente na i­nclusiva; está dividida em duas etapas que são a
análise da prática docente, em seus erros e acertos problematização e o desenvolvimento e, ainda, é
na sala de aula. uma maneira diferente de suscitar a compreensão
dos alunos sobre os conhecimentos que circulam
fora da escola.

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22. Em Avaliação Mediadora: uma relação dialógica na cons- 24. Ao discorrer sobre concepção de aprendizagem e ensino
trução do conhecimento, Hoffmann escreve sobre pergun- escolar que defendem que a aprendizagem consiste em
tas e concepções relacionadas à avaliação. É correto afir- construir conhecimento, Mauri (in: Coll, 1999) afirma que
mar que, de acordo com Hoffmann, em uma perspectiva a construção de conhecimento pelos alunos é possível
reflexiva e mediadora da avaliação, o acompanhamento graças à atividade que eles desenvolvem para atribuir
do processo de construção de conhecimento implica significado aos conteúdos escolares apresentados.
(A) garantir a qualidade de ensino fazendo uso das ava- Para a autora, essa é uma atividade mental intensa, sen-
liações comparativa e classificatória, pois são exigi- do que, na referida concepção, de acordo com Mauri, o
das pelo sistema, cabendo ao professor dialogar e conhecimento é construído mediante um processo de
observar os alunos passo a passo.
(A) elaboração coletiva e memorização mental, na qual
(B) aceitar que aquilo que o professor faz se traduz em o estudante copia na memória a informação recebida
resultados positivos, assim, se a maioria dos alunos e reproduz fielmente o texto objeto de estudo.
deixa de aprender, o problema está no estudante e
(B) aquisição de respostas adequadas pelo estudante
na privação cultural, o que requer educação com-
que, graças a um processo externo e mecânico de
pensatória, isentando, desse modo, a responsabili-
reforço positivo ou negativo, aprende após o ques-
dade da ação do professor.
tionamento do docente.
(C) apoiar-se na visão comportamentalista, devendo o
(C) repetição e fixação do que se deve aprender, que inde-
ato de avaliar permanecer circunscrito à observação
pende de elementos pessoais, individuais ou culturais,
e ao registro dos resultados alcançados pelos alunos
já que o conhecimento escolar está pronto e acabado.
ao final de um período.
(D) favorecer o desenvolvimento do aluno, orientá-lo nas (D) introjeção dos saberes das disciplinas formais, de
tarefas, oferecer-lhe novas leituras ou explicações, modo a fixar e acumular informação gerando uma
sugerir-lhe investigações, proporcionar-lhe vivências mente regida por critérios de lógica, neutralidade,
enriquecedoras. objetividade, coerência interna e método.

(E) estabelecer uma relação afetiva com os estudantes, (E) elaboração pessoal, em que nenhum aluno ou aluna
permitindo à avaliação e ao docente exercerem con- pode ser substituído por outro, isto é, algo que nin-
trole sobre o aluno, pois aprendizagem significa mo- guém pode realizar em seu lugar.
dificação de comportamento que alguém que ensina
produz em alguém que aprende. 25. Santos (in: Ropoli, 2010) afirma que “as propostas curricu-
lares, quando contextualizadas, reconhecem e valorizam
os alunos em suas peculiaridades de etnia, de gênero, de
23. Libâneo, Oliveira e Toschi (2003) apresentam algumas
r­azões para justificar a importância do projeto pedagó- cultura. Elas partem das vidas e experiências dos alunos
gico-curricular e, entre essas razões, defendem que o e vão sendo tramadas em redes de conhecimento, que
projeto resulta de práticas participativas e que o trabalho superam a tão decantada sistematização do saber”.
coletivo e a gestão participativa são exigências ligadas A respeito do currículo alinhado às práticas escolares
à própria natureza da ação pedagógica. Os autores afir- verdadeiramente inclusivas, de acordo com a autora, é
mam, ainda, que o projeto expressa o grau de autonomia correto afirmar que
da equipe escolar e essa autonomia passa pelo trabalho (A) o currículo adaptado deve ser adotado e está asso-
coletivo e pelo projeto pedagógico. De acordo com os ciado à inclusão plena dos alunos que, devido às
a­utores, é correto afirmar que realizar um trabalho coleti- suas limitações, têm dificuldade ou problemas para
vo significa, entre outros aspectos, conseguir que acompanhar o progresso dos demais colegas na
(A) o modelo burocrático de gestão seja adotado, no aprendizagem escolar do currículo comum.
qual os docentes se ocupem, prioritariamente, com
(B) a certificação por terminalidade específica e prefixa-
as atividades em sala de aula, com foco na melhoria
da se mostra positiva e necessária, pois muitos alu-
dos índices de aprendizagem.
nos com deficiência terão dificuldade de acompanhar
(B) o grupo de educadores tenha pontos de partida (prin- o currículo regular e concluir o Ensino Fundamental
cípios) e de chegada (objetivos) comuns, envolva ou o Ensino Médio.
sistemas e práticas de gestão negociadas e unidade
(C) o ensino escolar é coletivo e deve ser o mesmo
teórico-metodológica no trabalho docente.
para todos, a partir de um único currículo; é o aluno
(C) o projeto pedagógico apresente, unicamente, os que se adapta ao currículo quando se admitem e se
a­spectos instituídos oficialmente (legislação, currícu- v­alorizam as diversas formas e os diferentes níveis
lo, conteúdos, métodos), isentando-se dos aspectos de conhecimento de cada um.
considerados instituintes.
(D) uma prática necessária nas escolas é o ensino dos
(D) o docente tenha plena liberdade para propor, de forma conteúdos das áreas disciplinares (Matemática, Língua
individual e independente, o trabalho pedagógico-didá­ Portuguesa, Ciências, Educação Física) como fins em si
tico, estando livre e eximido, na escola, de qualquer mesmos e de modo fragmentado, objetivando subdividir
padrão comum de conduta ou de orientação quanto à o conteúdo do currículo para facilitar a aprendizagem.
unidade de ação que a equipe escolar precisa adotar.
(E) o ensino adaptado e os currículos adaptados exaltam
(E) o projeto pedagógico-curricular, assim como o trabalho e promovem a aprendizagem diferenciada e individua­
coletivo, vigorem na instituição de ensino, mais como lizada, já que o ensino escolar é coletivo, mas deve
um principio educativo, do que como um instrumento de apresentar métodos, tarefas e conteúdos simplificados
mudança da prática ou do comportamento da escola. e reduzidos para a totalidade de alunos com deficiência.
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Conhecimentos Específicos RASCUN H O

26. Um comerciante paga R$ 100,00 em cada pacote com


10 unidades de certo produto que comercializa e vende
cada pacote com 8 unidades desse produto a R$ 100,00.
Em relação ao preço unitário de custo, o preço unitário
de venda, desse produto, tem um acréscimo correspon-
dente a

(A) 0%.

(B) 10%.

(C) 15%.

(D) 20%.

(E) 25%.

27. Certa quantidade inicial de canetas, menor que 100,


podia ser dividida em grupos com 8 unidades ou grupos
com 6 unidades, sem sobras. Após serem acrescenta-
das 3 canetas a essa quantidade, o total de canetas po-
dia ser dividido em 5 grupos com a mesma quantidade
de canetas, sem sobras. Nesse caso, ou seja, após o
acréscimo, cada grupo ficaria com uma quantidade de
canetas igual a

(A) 11.

(B) 12.

(C) 13.

(D) 14.

(E) 15.

28. Um prêmio de R$ 1.000,00 será dividido entre três vende-


dores de forma diretamente proporcional aos respectivos
valores das vendas realizadas no último mês, que foram
iguais a R$ 180.000,00, R$ 190.000,00 e R$ 200.000,00.
Nesse caso, o vendedor que terá direito à maior parte do
prêmio receberá um valor entre

(A) R$ 345,00 e R$ 355,00.

(B) R$ 355,00 e R$ 365,00.

(C) R$ 365,00 e R$ 375,00.

(D) R$ 375,00 e R$ 385,00.

(E) R$ 385,00 e R$ 395,00.

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29. Um banco cobra taxa de juros correspondente a 15% RASCUN H O


ao mês na utilização do cheque especial. Se uma pes-
soa utilizar certo valor no cheque especial por exatos
3 meses, sem movimento algum em sua conta corrente,
o valor total de juros que ela pagará, ao final dos 3 me-
ses, corresponderá, do valor utilizado no cheque espe-
cial, a mais de

(A) 0,4 e menos de 0,5.

(B) 0,5 e menos de 0,6.

(C) 0,6 e menos de 0,7.

(D) 0,7 e menos de 0,8.

(E) 0,8 e menos de 0,9.

30. Carlos comprou 3 números de uma rifa com total de


100 números, em que os dois primeiros números sorte-
ados ganharão prêmios. Sabendo que Carlos não foi o
primeiro sorteado, a probabilidade de ele ser o segun-
do sorteado é de

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

31. A quantidade de formas distintas para se escolher, alea-


toriamente, 3, em um grupo de 20 alunos, para apresen-
tarem sua pesquisa, solicitada como tarefa, é igual a

(A) 17.

(B) 60.

(C) 520.

(D) 1 140.

(E) 6 840.

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O gráfico a seguir apresenta as quantidades de filhos dos RASCUN H O


professores contratados no último concurso de certo municí-
pio. No referido concurso, nenhum professor contratado tinha
mais que 4 filhos.

Utilize-o para responder às questões de números 32 a 35.

32. A média aritmética do número de filhos dos servidores


contratados para o cargo de Professor III é de

(A) 0,5 filho.

(B) 1,0 filho.

(C) 1,5 filho.

(D) 2,0 filhos.

(E) 2,5 filhos.

33. Analisando-se as informações associadas a cada cargo,


sobre as modas do número de filhos, é correto afirmar
que:

(A) são iguais a 4 filhos, para ambos os cargos de


professor.

(B) são iguais a 1 filho, para ambos os cargos de


professor.

(C) são iguais a nenhum filho, para ambos os cargos de


professor.

(D) é igual a 3 filhos para o cargo de Professor I e 4 filhos


para o cargo de Professor III.

(E) é igual a 2 filhos para o cargo de Professor I e


n­enhum filho para o cargo de Professor III.

34. Pretende-se construir um gráfico de setores contendo


as informações para o número de filhos dos professores
contratados no último concurso, sem distinção do cargo.
Sendo assim, para a variável “nenhum filho”, o ângulo
central do setor deverá ser de

(A) 110º.

(B) 115º.

(C) 120º.

(D) 125º.

(E) 130º.

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35. Analisando-se as informações associadas a cada cargo, RASCUN H O


sobre as medianas do número de filhos, é correto afirmar
que:

(A) são iguais a 2 filhos, para ambos os cargos.

(B) são iguais a nenhum filho, para ambos os cargos.

(C) é igual a 2 filhos para o cargo de Professor I e


1,5 filho para o cargo de Professor III.

(D) é igual a 1 filho para o cargo de Professor I e 3 filhos


para o cargo de Professor III.

(E) é igual a 3 filhos para o cargo de Professor I e 4 filhos


para o cargo de Professor III.

36. O projeto original de loteamento de uma fazenda previa a


construção de uma área de lazer, no formato de círculo,
com 120 metros de diâmetro. Após modificado e concluí-
do o projeto, essa área de lazer foi construída, mantendo-
-se o formato circular, mas com diâmetro de 80 metros.
A área construída correspondeu, da área projetada, a

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

37. O preço cobrado por certo serviço é composto por uma


parte fixa e uma parte variável. Antes do último reajus-
te, a parte fixa era de R$ 10,00 e a parte variável, de
R$ 3,00 a cada unidade consumida. Após o reajuste, a
parte fixa sofreu um aumento de 5%, e a parte variável,
de 8%. Sendo assim, um consumidor que, antes do rea-
juste, pagava o total de R$ 31,00 por esse serviço, pas-
sou a pagar, após o reajuste, pela mesma quantidade de
unidades consumidas, o valor de

(A) R$ 32,49.

(B) R$ 33,18.

(C) R$ 34,20.

(D) R$ 35,03.

(E) R$ 36,35.

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38. O menor país do mundo é o Vaticano, com área territorial RASCUN H O


aproximada de 0,44 km2. Assinale a alternativa que con-
tém o perímetro aproximado, em quilômetros, da forma
territorial do Vaticano, se ela fosse a de um quadrado.

(A) 2,62 a 2,67.

(B) 2,68 a 2,72.

(C) 2,73 a 2,77.

(D) 2,78 a 2,82.

(E) 2,83 a 2,87.

39. Um imóvel com frente para duas ruas tem formato de tri-
ângulo retângulo e, nele, há uma área construída, confor-
me consta na figura.

Sabendo-se que os lados da área construída são parale-


los dois a dois, essa área construída mede

(A) 150 m2.

(B) 200 m2.

(C) 250 m2.

(D) 300 m2.

(E) 350 m2.

40. Em um concurso, o vencedor, o segundo lugar e o ter-


ceiro lugar foram definidos por meio de votação em que
cada participante do concurso votou em 2 nomes, den-
tre os nomes dos finalistas A, B e C: o mais votado foi
o vencedor, e o menos votado ficou em terceiro lugar.
Sabendo-se que somados os votos dos finalistas A e B, o
resultado foi 150 votos, somados os votos de B e C, o re-
sultado foi 120, e somados os votos dos finalistas A e C, o
resultado foi 90 votos, pode-se corretamente afirmar que

(A) participaram do concurso um total de 180 pessoas.

(B) participaram do concurso um total de 360 pessoas.

(C) todos os participantes do concurso votaram no ven-


cedor.

(D) houve empate no segundo e terceiro lugares.

(E) o vencedor teve o dobro de votos do terceiro lugar.

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41. A tabela identifica o valor que uma empresa converte em RASCUN H O


doação para entidades carentes, de acordo com a quan-
tidade de produtos vendidos.

Quantidade vendida
Valor convertido em doação
(em unidades)
100 R$ 2,00
300 R$ 10,00
500 R$ 26,00
700 R$ 50,00
900 R$ 82,00
1 300 R$ 170,00
... ...

Mantendo-se o padrão apresentado, uma doação de


R$ 1.226,00 foi feita por essa empresa, o que corres-
pondeu à quantidade vendida de

(A) 3 000 unidades.

(B) 3 500 unidades.

(C) 4 000 unidades.

(D) 4 500 unidades.

(E) 5 000 unidades.

42. Se e , então, sobre o produto

AB, é correto afirmar que

(A) não existe.

(B) existe e seu resultado é

(C) existe e seu resultado é

(D) existe e seu resultado é

(E) existe e seu resultado é

43. Uma pirâmide tem todas as suas faces formadas por um


polígono regular. Se cada aresta dessa pirâmide mede
10 cm, então a área total de sua superfície mede

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

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44. A representação vetorial de um número complexo z RASCUN H O


tem módulo igual a 13, parte real igual a 5, e está con-
tida no quarto quadrante do Plano de Argang-Gauss.
Dividindo-se z por 2i, tem-se como quociente o número

(A) – 6 – 2,5i.

(B) – 6 + 2,5i.

(C) – 2,5 + 6i.

(D) – 5 + 6i.

(E) 5 – 12i.

45. O resultado da operação 1 127 4232 – 1 127 4222 é

(A) 1.

(B) 15 211.

(C) 563 422.

(D) 1 127 420.

(E) 2 254 845.

46. Considere a função y = f(x) quadrática representada em


um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais pla-
nas, na figura:

Uma representação algébrica dessa função é

(A) y = (x – 1)2 – 4

(B) y = (x + 1)2 – 4

(C) y = (x – 1)2 + 4

(D) y = (x – 4)2 + 1

(E) y = (x + 4)2 – 1

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47. Considere a seguinte figura composta por dois quadra- RASCUN H O


dos, sendo o de menor área contendo os vértices nos
pontos médios dos lados do de maior área:

Comparando-se um dos triângulos formado pela divisão


do quadrado de menor lado por uma de suas diagonais
com um dos triângulos cujo interior está preenchido na
cor preta, é correto afirmar que eles

(A) não são necessariamente semelhantes, pois não se


conhece a medida dos lados do quadrado de maior
área.

(B) não são semelhantes, pois os triângulos formados


no quadrado de menor área são obtidos a partir de
uma de suas diagonais, o que não ocorre nos triân-
gulos obtidos no quadrado de maior área.

(C) são semelhantes, e a razão de semelhança é

(D) são semelhantes, e a razão de semelhança é 2.

(E) são semelhantes, e a razão de semelhança é

48. Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática


abordam, dentre vários conceitos, os significados da adi-
ção e subtração e os significados da multiplicação e divi-
são. Ao todo, esse documento aborda um total de

(A) 6 significados, sendo 4 para a adição e subtração


e 2 para a multiplicação e divisão.

(B) 6 significados, sendo 2 para a adição e subtração


e 4 para a multiplicação e divisão.

(C) 8 significados, sendo 6 para a adição e subtração


e 2 para a multiplicação e divisão.

(D) 8 significados, sendo 4 para a adição e subtração


e 4 para a multiplicação e divisão.

(E) 10 significados, sendo 5 para a adição e subtração


e 5 para a multiplicação e divisão.

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49. Considere a seguinte informação que consta na Base RASCUN H O


Nacional Comum Curricular (BNCC):
Com base nos recentes documentos curriculares brasi-
leiros, a BNCC leva em conta que os diferentes campos
que compõem a Matemática reúnem um conjunto de
ideias fundamentais que produzem articulações entre
eles. (p.266)
É uma ideia fundamental identificada na BNCC

(A) números.

(B) probabilidade e estatística.

(C) grandezas e medidas.

(D) álgebra.

(E) proporcionalidade.

50. No livro intitulado A Matemática no Ensino Fundamental:


formação de professores e aplicação em sala de aula,
Van de Walle apresenta, no capítulo 7, um exemplo de
atividade para “acelerar, enriquecer e aprofundar” os co-
nhecimentos matemáticos de “estudantes promissores
de Matemática”, ao se abordar o algoritmo da multipli-
cação. Trata-se de propor a investigação para responder
à seguinte pergunta: em que ocasião se pode inverter a
ordem dos algarismos dos dois fatores da multiplicação
de duas dezenas, de modo que o produto seja o mesmo?
A fim de exemplificar, o autor propõe o seguinte exemplo:

(p. 127)

De acordo com o autor, essa investigação tem como ob-


jetivo a “exploração mais profunda do algoritmo de mul-
tiplicação do que simplesmente compreender como fun-
ciona e ser capaz de usar” (p. 127).
A resposta correta à pergunta é quando:

(A) um dos algarismos de cada fator é metade do outro


algarismo.

(B) um dos algarismos de cada fator é múltiplo do outro


algarismo.

(C) o produto dos algarismos das unidades dos fatores é


igual ao produto dos algarismos das dezenas.

(D) a soma dos algarismos do produto é igual à soma


dos algarismos de um dos fatores.

(E) o produto que decorre da multiplicação dos fatores é


divisível por 3 ou por 9.

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