Prova Objetiva Professor III Matemática
Prova Objetiva Professor III Matemática
concurso público
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CONHECIMENTOS GERAIS 01. Segundo o texto, com base científica, constatou-se haver
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03. Para responder à questão, associe as informações do 05. Assinale a alternativa em que a expressão entre colche-
texto à seguinte ilustração. tes substitui a destacada, de acordo com a norma-padrão
de emprego do pronome.
(A) literalmente a limitação intelectual a que se refere o 06. Na passagem – a inteligência humana é um mistério tão
texto, apontando o modo mais adequado para co- intrigante quanto a origem do universo. – a relação de
nhecer a realidade. sentido que se apresenta é de
(B) realisticamente a solução para a perda do potencial (A) causa e efeito, também presente em – A tela, em si,
intelectual dos jovens, por meio do acesso às telas não representa um mal, mas o número de horas des-
de aparelhos digitais. pendidas na sua frente é assustador...
(C) figuradamente a necessidade de sintonia com a rea- (B) conclusão, também presente em – O uso de com-
lidade virtual produzida pelos atuais meios de comu- putadores celulares por adolescentes é três vezes
nicação, cujo valor é reconhecido pelo texto. maior para se divertir do que para fazer trabalhos
escolares...
(D) simbolicamente a limitação intelectual a que se re-
fere o texto, sugerindo perda de visão ampla da (C) concessão, também presente em – ... nome dado à
realidade. frenética formação de sinapses que nunca mais se
(E) objetivamente a questão do uso dos celulares, ratifi- repetirá e que resulta na evolução ultra-acelerada do
cando a ideia, presente no texto, de que a tela não potencial do cérebro.
representa um mal.
(D) contraste, também presente em – ... os três pilares
básicos do progresso cognitivo em qualquer idade,
04. A passagem do texto em que todas as palavras estão mas de excepcional importância nos cinco primeiros
empregadas em sentido próprio é: anos da existência.
(A) ... o especialista adverte que internet e aplicativos de (E) comparação, também presente em – ... pela primeira
redes sociais em demasia afetam negativamente as vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas
interações, a linguagem e a concentração... do que a de seus pais.
(D) O esforço de tentar entender e reverter esse quadro (B) posição acima e inclusão.
tem sido tema de uma série de estudos e publicações
(C) superioridade e tempo máximo.
recentes capitaneados por pesos-pesados da área.
(E) ... até a curva começar a cair e a inteligência engatar (D) interiorização e tempo posterior.
marcha a ré a partir dos anos 2000.
(E) matéria e concessão.
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08. Assinale a alternativa em que o trecho entre colchetes Conhecimentos Pedagógicos e Legislação
substitui o destacado, de acordo com a norma-padrão de
regência e de emprego do sinal de crase.
11. De acordo com a Lei no 9.394/96, Lei de Diretrizes e
(A) ... anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus
Bases da Educação Nacional, artigo 26, parágrafo ter-
habitantes subia consistentemente... [atingia à ní-
ceiro, “a educação física, integrada à proposta pedagó-
veis elevados]
gica da escola, é componente curricular obrigatório da
(B) ... o lado escuro da polarização ideológica que varre educação básica”. Sendo que é correto afirmar, de acor-
o planeta? [que atinge à Terra] do com o referido artigo que, entre outras circunstân-
cias, a prática da educação física será facultativa para
(C) ... No caso dos adolescentes, o número sobe para
o aluno que
oito”. [chega à oito]
(D) ... os mecanismos que movem o intelecto até se (A) apresente deficiência ou transtorno do desenvol-
chegar a uma forma de medição padronizada... [dão vimento.
movimento à mente]
(B) cumpra jornada diária de trabalho de até cinco horas.
(E) ... formação de sinapses que nunca mais se repetirá
e que resulta na evolução ultra-acelerada do poten- (C) pratique atividades físicas em academias locais.
cial do cérebro ... [leva à uma evolução]
(D) tenha prole, ou seja, tenha filho(s) ou filha(s).
(A) removeram ... haviam ... dadas ... meia ... cujo ... as
(B) removeram ... havia ... dadas ... meio ... cujo ... lhes
(C) removeram ... haviam ... dado ... meio ... cujo ... lhes
(D) removeu ... haviam ... dado ... meio ... que o ... lhes
(E) removeu ... havia ... dadas ... meia ... que o ... as
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13. O artigo 9o da Resolução CNE/CEB no 04/2010, Diretrizes 14. A Resolução CNE/CEB no 07/2010, Diretrizes Curricula-
Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, res Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove)
determina que a “escola de qualidade social adota como anos, prevê que, na implementação do projeto político-
centralidade o estudante e a aprendizagem”, o que pres- -pedagógico, o cuidar e o educar são funções indissociá-
supõe atendimento a diversos requisitos. Entre e sses veis da escola. A referida Resolução também determina,
requisitos está, por exemplo, a “consideração sobre a no parágrafo único do artigo 21, que:
inclusão, a valorização das diferenças e o atendimento
(A) do primeiro ao quinto ano, do Ensino Fundamental,
à pluralidade e à diversidade cultural, resgatando e res-
o componente curricular Educação Física será minis-
peitando as várias manifestações de cada comunidade”.
trado unicamente por professores com licenciatura
É correto afirmar que, de acordo com o inciso terceiro do
específica na Educação Física, e deve ser assegura-
referido artigo, entre os requisitos que devem ser atendi-
da a cisão entre esse componente e os demais com-
dos pela escola de qualidade social está
ponentes trabalhados pelo professor de referência
(A) o foco no projeto político-pedagógico, no gosto da turma (professor polivalente).
pela aprendizagem e na avaliação das aprendiza- (B) nas classes comuns do ensino regular, o projeto
gens como instrumento de contínua progressão dos político-pedagógico da escola e o regimento escolar
estudantes. deverão prever um número máximo de estudantes
com alguma deficiência ou transtornos globais do
(B) a certeza de que os dados indicados pelo Índice de desenvolvimento, que será aceito em cada turma,
Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) des- intensificando, assim, o processo de inclusão nas
consideram a identidade de cada escola, por se tra- escolas públicas.
tar uma avaliação externa.
(C) o currículo da escola de tempo integral implica a
(C) a adoção da promoção automática, até o sétimo ano ampliação da jornada escolar diária mediante o
do Ensino Fundamental, de modo que o estudante, desenvolvimento de atividades como: reforço, experi-
receptor do conteúdo, tenha mais tempo de introjetar mentação, pesquisa científica, cultura, artes, esporte
a informação e demonstrar o conhecimento adquirido. e lazer, sendo que essas atividades devem ser desen-
volvidas obrigatoriamente dentro do espaço escolar.
(D) a garantia de um professor auxiliar, ajudando o pro-
(D) o atendimento educacional especializado aos alunos
fessor regente, nas salas de aula de educação infan-
da Educação Especial será promovido com o apoio
til ou ensino fundamental que têm matriculados dois
dos órgãos competentes; tal atendimento substitui a
ou mais alunos com deficiência e/ou necessidades
escolarização e contribui para ampliar o acesso ao
educacionais especiais.
currículo, ao proporcionar independência aos edu-
(E) a previsão, no regimento escolar, das regras para o candos para a realização de tarefas e favorecer a
processo eleitoral para diretor, vice-diretor e coorde- sua heteronomia.
nador escolar, devendo estar definidas regras como: (E) como sujeito de direitos, o aluno tomará parte ativa
o dia da eleição, o número de urnas e número de na discussão e na implementação das normas que
votos por cédula. regem as formas de relacionamento na escola, for-
necerá indicações relevantes a respeito do que deve
ser trabalhado no currículo e será incentivado a par-
ticipar das organizações estudantis.
(A) Tecnicista.
(B) Espontaneísta.
(D) Progressista-Libertadora.
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16. Um professor de Educação Física preocupado em traba- 18. Rios (2001) afirma que o ensino competente é um
lhar no currículo os conteúdos próximos e significativos ensino de boa qualidade. De acordo com o que defende
para seus alunos, valorizando, assim, a cultura e as práti- a referida autora, é tarefa da escola
cas corporais, propôs uma parceria com a professora de
Língua Portuguesa, na qual ambos trabalhariam com os (A) desenvolver capacidades, habilidades e isso se rea-
estudantes músicas e danças regionais. liza pela socialização dos conhecimentos, dos múlti-
Segundo Garcia, certo modo de trabalhar questiona a plos saberes.
segmentação dos diferentes campos de conhecimentos,
(B) determinar um nível aceitável e pleno de qualidade
buscando os possíveis pontos de convergência entre as
e, quando alcançar, ficar satisfeita, pois terá apre-
várias áreas e a sua abordagem conjunta, propiciando,
sentado Qualidade Total em educação.
desse modo, uma relação epistemológica entre as dis-
ciplinas. De acordo com a referida autora, “as intercone- (C) valorizar e desenvolver a competência privada como
xões que acontecem nas disciplinas são causa e efeito discurso do conhecimento, com fórmulas fechadas
(A) do inatismo”. do saber para todos os alunos.
(B) da disciplinaridade”.
(D) transmitir o conhecimento, isentando-se de promo-
(C) da interdisciplinaridade”. ver ou desenvolver qualquer tipo ou concepção de
(D) do currículo nacional oficial”. competência.
(E) da disciplina única: Temas Transversais”. (E) desenvolver nos educandos e professores conheci-
mentos e valores técnicos, estéticos e éticos, repu-
17. Zabala (1998) descreve a situação: imaginemos que “como diando a dimensão política na escola.
professores de Educação Física temos que trabalhar a
cambalhota”. “A cada aluno exigiremos um grau diferente
de execução do exercício e lhe ofereceremos um tipo dife-
rente de ajuda. Se Juana é muito flexível e tem destreza, 19. Dowbor (2007) afirma que “a era do conhecimento exi-
diremos: “Juana, os braços bem esticados, as pernas bem ge muito mais conhecimento atualizado e inserido nos
juntas e que a cabeça não toque o chão.” Como essa alu- significados locais e regionais e, ao mesmo tempo, as
na, apesar de ter feito bastante bem a cambalhota, deslo- tecnologias da informação e comunicação tornam o
cou ligeiramente as pernas, diremos: “Não colocou bem as acesso a esse conhecimento muito mais viável.” Para
pernas. Você deve prestar mais atenção”. Por outro lado, o autor, “a educação precisa, de certa forma, organizar
quando for a vez de Pablo, um menino gordinho e pou- essa transição e
co ágil, diremos: “Vamos, Pablo, você pode fazer. Vamos
lá!” E enquanto faz a cambalhota, ajudaremos, pegando-o (A) ampliar o “estoque” de conhecimentos a transmitir,
pelas pernas, para que acabe de virar. Ao concluir, embora de modo a evitar que as escolas físicas desapare-
não tenha se saído muito bem, certamente faremos um çam da sociedade.”
comentário como: “Muito bem, Pablo, é isso aí!”.
(B) formar alunos com a “cabeça bem cheia”, para traba-
A respeito da situação descrita, Zabala afirma que lharem em grandes empresas locais de tecnologia.”
(A) se mostra uma cena inadequada, na qual o profes-
sor aplica a mesma proposta e realiza análise sim- (C) preterir as tecnologias, pois elas reforçam as polari-
plificada aplicando o mesmo critério para avaliar a zações e as desigualdades regionais.”
competência de meninos e meninas, embora haja
(D) preparar as crianças para o mundo realmente
diferenças na fisiologia humana.
existente.”
(B) se trata de uma forma de intervenção extremamente
complexa, com uma autêntica atenção à diversida- (E) atuar de forma defensiva ante as novas tecnologias.”
de, que implicou estabelecer níveis, desafios, ajudas
e avaliações apropriados às características pessoais
de cada menino e menina.
(C) a proposta carece de melhor planejamento e organi-
zação, sendo que o motivo desses problemas está
na organização escolar, pois o número elevado de
turmas torna impossível ao docente conhecer os
graus de conhecimentos de cada aluno.
(D) há grande subjetividade na avaliação do docen-
te, que deixou de estabelecer critérios unificados
e padronizados para avaliar, e tal ação pode levar
à desmotivação, impulsionando o desinteresse por
partes dos alunos em seguir trabalhando.
(E) estudantes de 14 anos devem fazer cambalhota
perfeitamente e também são capazes de pular uma
barreira de 95 centímetros; assim, os conteúdos,
objetivos e o que os alunos têm que saber precisa
ficar definido e previsto em cada ano escolar.
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20. Para Weisz (2000), é necessário e desejável que todos, 21. Para Moura (2010), o modelo de escola atual vem sendo
professores e equipe técnica, tornem-se cada vez mais questionado e, em “meio à crise de identidade e função
responsáveis, coletivamente, pelos resultados do tra- social da escola, começam a surgir novas reflexões e con-
balho de toda escola, o que torna necessária, além de cepções de educação que devolvam à escola o seu papel
outras ações, a reflexão sobre a prática. A autora ressalta de espaço educativo e de transformação social, visando
a importância da tematização da prática como um ins- recuperar os laços entre educação escolar significativa e
trumento de formação para professores. De acordo com a prática social, conciliando aprendizagem escolar com
Weisz, é correto afirmar que o trabalho de tematização uma formação mais integral”; segundo a autora, é nesse
da prática contexto que a discussão sobre Pedagogia de Projetos
se coloca. De acordo com Moura, é correto afirmar que a
(A) é uma análise que parte da prática documentada, proposta do trabalho por Projetos
que visa tornar o professor capaz de perceber as
teorias que guiam sua prática pedagógica real, sen- (A) deve assegurar princípios estéticos e culturais da
do que a gravação em vídeo e o registro escrito são sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da
importantes formas de documentação para analisar diversidade das manifestações artísticas e culturais,
a prática. além da integração entre os aspectos físicos, emo-
cionais, afetivos, cognitivos e sociais.
(B) possui como pano de fundo a ideia de que o profes-
sor demonstra incompetência na realização do seu (B) prevê a alteração e supõe uma redefinição apenas
trabalho e, por esse motivo, necessita ser treinado, dos conteúdos escolares, tornando desnecessária
além de aprender concepções e práticas pedagógi- qualquer alteração em relação aos tempos, espaços,
cas mais atuais. trabalho pedagógico e processos educativos, bem
como em relação ao agrupamento de alunos, das
(C) prevê capacitar o professor em serviço, para aplicar classes ou turmas.
as novidades em matéria técnica de ensino, ela vai
ao encontro da visão aplicacionista, na qual ofere- (C) promove o processo de ensino-aprendizagem median
ce-se ao professor um corpo de ideias e conceitos te um percurso que é fixo e ordenado; também se
teóricos, que se espera que ele aplique na sua prá- mostra como uma proposta mais atrativa para os alu-
tica profissional. nos, que promove a formação de indivíduos capazes
de atuarem na sociedade de maneira participativa e
(D) tem como função compensar as deficiências da for- heterônoma.
mação inicial dos docentes e prevê um prazo limitado
para ocorrer, pois, em algum momento, o professor (D) é uma metodologia e uma técnica de ensino que
estará plenamente capacitado, tornando a continui- se fundamentam em uma concepção do educan-
dade dessa formação desnecessária. do como sujeito de direitos, ser individual, associal
e atemporal, participante receptivo no processo de
(E) nega o valor do conhecimento teórico que vem de construção de conhecimentos.
outras áreas como a psicologia e a linguística e tam-
bém refuta o uso de material teórico durante a forma- (E) exime-se de qualquer forma de avaliação por ser
ção, de modo que possa focar especificamente na inclusiva; está dividida em duas etapas que são a
análise da prática docente, em seus erros e acertos problematização e o desenvolvimento e, ainda, é
na sala de aula. uma maneira diferente de suscitar a compreensão
dos alunos sobre os conhecimentos que circulam
fora da escola.
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22. Em Avaliação Mediadora: uma relação dialógica na cons- 24. Ao discorrer sobre concepção de aprendizagem e ensino
trução do conhecimento, Hoffmann escreve sobre pergun- escolar que defendem que a aprendizagem consiste em
tas e concepções relacionadas à avaliação. É correto afir- construir conhecimento, Mauri (in: Coll, 1999) afirma que
mar que, de acordo com Hoffmann, em uma perspectiva a construção de conhecimento pelos alunos é possível
reflexiva e mediadora da avaliação, o acompanhamento graças à atividade que eles desenvolvem para atribuir
do processo de construção de conhecimento implica significado aos conteúdos escolares apresentados.
(A) garantir a qualidade de ensino fazendo uso das ava- Para a autora, essa é uma atividade mental intensa, sen-
liações comparativa e classificatória, pois são exigi- do que, na referida concepção, de acordo com Mauri, o
das pelo sistema, cabendo ao professor dialogar e conhecimento é construído mediante um processo de
observar os alunos passo a passo.
(A) elaboração coletiva e memorização mental, na qual
(B) aceitar que aquilo que o professor faz se traduz em o estudante copia na memória a informação recebida
resultados positivos, assim, se a maioria dos alunos e reproduz fielmente o texto objeto de estudo.
deixa de aprender, o problema está no estudante e
(B) aquisição de respostas adequadas pelo estudante
na privação cultural, o que requer educação com-
que, graças a um processo externo e mecânico de
pensatória, isentando, desse modo, a responsabili-
reforço positivo ou negativo, aprende após o ques-
dade da ação do professor.
tionamento do docente.
(C) apoiar-se na visão comportamentalista, devendo o
(C) repetição e fixação do que se deve aprender, que inde-
ato de avaliar permanecer circunscrito à observação
pende de elementos pessoais, individuais ou culturais,
e ao registro dos resultados alcançados pelos alunos
já que o conhecimento escolar está pronto e acabado.
ao final de um período.
(D) favorecer o desenvolvimento do aluno, orientá-lo nas (D) introjeção dos saberes das disciplinas formais, de
tarefas, oferecer-lhe novas leituras ou explicações, modo a fixar e acumular informação gerando uma
sugerir-lhe investigações, proporcionar-lhe vivências mente regida por critérios de lógica, neutralidade,
enriquecedoras. objetividade, coerência interna e método.
(E) estabelecer uma relação afetiva com os estudantes, (E) elaboração pessoal, em que nenhum aluno ou aluna
permitindo à avaliação e ao docente exercerem con- pode ser substituído por outro, isto é, algo que nin-
trole sobre o aluno, pois aprendizagem significa mo- guém pode realizar em seu lugar.
dificação de comportamento que alguém que ensina
produz em alguém que aprende. 25. Santos (in: Ropoli, 2010) afirma que “as propostas curricu-
lares, quando contextualizadas, reconhecem e valorizam
os alunos em suas peculiaridades de etnia, de gênero, de
23. Libâneo, Oliveira e Toschi (2003) apresentam algumas
razões para justificar a importância do projeto pedagó- cultura. Elas partem das vidas e experiências dos alunos
gico-curricular e, entre essas razões, defendem que o e vão sendo tramadas em redes de conhecimento, que
projeto resulta de práticas participativas e que o trabalho superam a tão decantada sistematização do saber”.
coletivo e a gestão participativa são exigências ligadas A respeito do currículo alinhado às práticas escolares
à própria natureza da ação pedagógica. Os autores afir- verdadeiramente inclusivas, de acordo com a autora, é
mam, ainda, que o projeto expressa o grau de autonomia correto afirmar que
da equipe escolar e essa autonomia passa pelo trabalho (A) o currículo adaptado deve ser adotado e está asso-
coletivo e pelo projeto pedagógico. De acordo com os ciado à inclusão plena dos alunos que, devido às
autores, é correto afirmar que realizar um trabalho coleti- suas limitações, têm dificuldade ou problemas para
vo significa, entre outros aspectos, conseguir que acompanhar o progresso dos demais colegas na
(A) o modelo burocrático de gestão seja adotado, no aprendizagem escolar do currículo comum.
qual os docentes se ocupem, prioritariamente, com
(B) a certificação por terminalidade específica e prefixa-
as atividades em sala de aula, com foco na melhoria
da se mostra positiva e necessária, pois muitos alu-
dos índices de aprendizagem.
nos com deficiência terão dificuldade de acompanhar
(B) o grupo de educadores tenha pontos de partida (prin- o currículo regular e concluir o Ensino Fundamental
cípios) e de chegada (objetivos) comuns, envolva ou o Ensino Médio.
sistemas e práticas de gestão negociadas e unidade
(C) o ensino escolar é coletivo e deve ser o mesmo
teórico-metodológica no trabalho docente.
para todos, a partir de um único currículo; é o aluno
(C) o projeto pedagógico apresente, unicamente, os que se adapta ao currículo quando se admitem e se
aspectos instituídos oficialmente (legislação, currícu- valorizam as diversas formas e os diferentes níveis
lo, conteúdos, métodos), isentando-se dos aspectos de conhecimento de cada um.
considerados instituintes.
(D) uma prática necessária nas escolas é o ensino dos
(D) o docente tenha plena liberdade para propor, de forma conteúdos das áreas disciplinares (Matemática, Língua
individual e independente, o trabalho pedagógico-didá Portuguesa, Ciências, Educação Física) como fins em si
tico, estando livre e eximido, na escola, de qualquer mesmos e de modo fragmentado, objetivando subdividir
padrão comum de conduta ou de orientação quanto à o conteúdo do currículo para facilitar a aprendizagem.
unidade de ação que a equipe escolar precisa adotar.
(E) o ensino adaptado e os currículos adaptados exaltam
(E) o projeto pedagógico-curricular, assim como o trabalho e promovem a aprendizagem diferenciada e individua
coletivo, vigorem na instituição de ensino, mais como lizada, já que o ensino escolar é coletivo, mas deve
um principio educativo, do que como um instrumento de apresentar métodos, tarefas e conteúdos simplificados
mudança da prática ou do comportamento da escola. e reduzidos para a totalidade de alunos com deficiência.
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(A) 0%.
(B) 10%.
(C) 15%.
(D) 20%.
(E) 25%.
(A) 11.
(B) 12.
(C) 13.
(D) 14.
(E) 15.
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(A)
(B)
(C)
(D)
(E)
(A) 17.
(B) 60.
(C) 520.
(D) 1 140.
(E) 6 840.
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(A) 110º.
(B) 115º.
(C) 120º.
(D) 125º.
(E) 130º.
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(A)
(B)
(C)
(D)
(E)
(A) R$ 32,49.
(B) R$ 33,18.
(C) R$ 34,20.
(D) R$ 35,03.
(E) R$ 36,35.
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39. Um imóvel com frente para duas ruas tem formato de tri-
ângulo retângulo e, nele, há uma área construída, confor-
me consta na figura.
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Quantidade vendida
Valor convertido em doação
(em unidades)
100 R$ 2,00
300 R$ 10,00
500 R$ 26,00
700 R$ 50,00
900 R$ 82,00
1 300 R$ 170,00
... ...
(A)
(B)
(C)
(D)
(E)
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(E) 5 – 12i.
(A) 1.
(B) 15 211.
(C) 563 422.
(D) 1 127 420.
(E) 2 254 845.
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(A) números.
(D) álgebra.
(E) proporcionalidade.
(p. 127)
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