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Guia Química (Biologia) - 2024-2025-R1

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QUÍMICA

Licenciatura em Biologia

Guia Geral da Unidade Curricular

Luís Alberto Batista de Carvalho


2024/2025
2

QUÍMICA
LICENCIATURA EM BIOLOGIA

A. OBJETIVO
Dar aos alunos a oportunidade de obterem formação numa área com muitas aplicações,
nomeadamente no que diz respeito ao estudo de mecanismos de reações químicas em
solução (in Ficha de Unidade Curricular).

B. ESQUEMA DE ENSINO

Duas aulas teóricas (2 x 1h30m) por semana


- Revisão e discussão de temas estruturantes;
- Aprofundamento de alguns desses temas;
- Desenvolvimento de novos temas com particular ênfase “para a compreensão da
natureza dos processos químicos e reações em solução; cinética e mecanismo de
reações”.

Uma aula teórico-prática (1 x 1h30m) por semana


- Resolução de exercícios e de problemas, esclarecimento de dúvidas.

C. PROGRAMA GERAL
INTRODUÇÃO
Composição da matéria. Propriedades, tabela periódica. Fases gasosa, líquida, sólida.
TERMODINÂMICA QUÍMICA
Energia e entalpia; lei de Hess. Processos reversíveis e irreversíveis. Entropia.
CINÉTICA QUÍMICA
Ordem das reações e molecularidade. Velocidade das reações. Catálise.
SOLUÇÕES
Propriedades coligativas.
EQUILÍBRIO DE ÁCIDO-BASE
Equilíbrio ácido-base, cálculo do pH. Titulações ácido-base.
EQUILÍBRIO DE COMPLEXAÇÃO
Iões complexos; ligandos; número de coordenação. Natureza da ligação química; teorias
de ligações de valência e do campo cristalino. Titulações de complexação.
EQUILÍBRIO DE PRECIPITAÇÃO
Equilíbrio de solubilidade. Formação e dissolução de precipitados. Influência do pH, de
agentes complexantes e da força iónica. Efeito do ião comum.
EQUILÍBRIO DE OXIDAÇÃO-REDUÇÃO
Reações de oxidação-redução; potenciais de eléctrodo e equação de Nernst. Células
electroquímicas: galvânicas e electrolíticas. Cálculo do potencial de uma pilha
electroquímica.
3

D. BIBLIOGRAFIA

Livro de texto de referência:

“Química”, R. Chang & K.A. Goldsby, 2013, Ed. McGraw Hill (11ª edição)

Outros:

“Química Geral. Conceitos essenciais”, R. Chang (Ed. McGraw Hill)


“Química, Princípios e Aplicações”, Roger, Goode, Mercer (Ed. F. Gulbenkian)
“Chemical Principles”, P. Atkins & L. Jones (Ed. W.H. Freeman)
“General Chemistry”, P. Atkins & J. Beran (Ed. W.H. Freeman)
“Chemistry and Chemical Reactivity”, J.C. Kotz & K.F. Purcell
“Chemistry”, S.S. Zumdahl (Ed. Houghton Miffin)
“Chemistry for Biologists”, J. Fisher & J.R.P. Arnold (BIOS Sci. Pub.)

E. AVALIAÇÃO
A avaliação será efetuada através de duas modalidades (em opção):

1ª. Avaliação periódica

Esta modalidade de avaliação terá dois momentos:


1ª frequência - incidirá sobre os tópicos do Programa lecionados até 29 de outubro.
Realizar-se-á a 5 de novembro de 2024, às 16:00 h.
2ª frequência - incidirá sobre os tópicos do Programa lecionados de 5/nov a 17/dez.
Realizar-se-á a 6 de janeiro de 2025, às 9:30 h.

Notas importantes:
1) Nota mínima: para obter aprovação, nenhum dos resultados das duas frequências
pode ser inferior a 6,0 valores (na escala 0-20 valores).
2) Atendendo ao desequilíbrio existente entre o número de aulas que se prevê serem
lecionadas antes da 1ª frequência (até 29 de outubro) e após esta avaliação (de 5
de novembro ao final do semestre), o que inevitavelmente acarreta uma diferença
no volume de matéria nos dois períodos, a nota final desta modalidade será uma
média ponderada dos resultados das 1ª e 2ª frequências, 45 e 55 % respetivamente.

2ª. Avaliação Final

Esta modalidade de avaliação consiste na realização de um exame escrito (sobre a


totalidade do Programa lecionado) na época de exames de recurso.
Esta prova realizar-se-á a 17 de janeiro de 2025, às 14:30.
4
G. PROGRAMA PORMENORIZADO

PARTE I - SÓLIDOS, LÍQUIDOS, GASES: ESTRUTURA E PROPRIEDADES

Esta parte introdutória tem como objetivo específico preparar o estudante para uma visão
sub-microscópica (estrutural) e macroscópica (propriedades físicas) dos sistemas e para a
linguagem simbólica (fórmulas) de Química, inter-relacionando estas três perspetivas.
No fim o estudante deverá ser capaz de:
1- Representar e identificar materiais através de fórmulas e nomes químicos;
2- Relacionar a estrutura dos materiais com as respetivas propriedades físicas.

Classificação da matéria: misturas e substâncias elementares e compostas (págs. 6-9).


Tabela Periódica dos Elementos (págs. 48-50).
Unidades estruturais: átomos, moléculas, iões (págs. 50-51).
Teoria Atómica (págs. 39-40).
Estrutura do átomo (págs. 40-46).
Número atómico, nº de massa, isótopos (págs. 46-47).
Tabela Periódica dos Elementos: eletrões de valência (págs. 48-50; 328-334).
Substâncias compostas.
Ligação covalente (simples e múltipla) – regra do octeto (págs. 370-371; 379-381).
Energia de ligação (pág. 400-401).
Diferença de eletronegatividade vs. ligações químicas (págs. 382-384).
Ligação iónica (págs 372-373). Energia de rede (págs 374-379). Configurações eletrónicas de iões
(págs. 334-335).
Energia de ionização. Afinidade eletrónica (págs. 342-349).
Fórmulas químicas (págs. 52-56).
Fórmulas moleculares e empíricas. Fórmulas de compostos iónicos.
Nomenclatura de compostos (págs. 56-65).
Massas atómica e molecular. Quantidade de matéria e massa molar. Composição percentual de
elementos em compostos (págs. 75-90).

Os estados físicos da matéria em termos de agregação e mobilidade corpuscular. Mudanças de


estado. Conceito de fase (pág. 468).
Interações intermoleculares: ião-dípolo; ião-dípolo induzido; dípolo-dípolo induzido; de dispersão.
Hidratação. Ligações de hidrogénio: inter e intramoleculares (págs. 467-475)
Gases. Leis dos gases: Boyle, Charles e Gay-Lussac, Avogadro. Temperatura absoluta. Equação
dos gases ideais. Misturas de gases: lei de Dalton das pressões parciais. Fração molar. Teoria
cinético-molecular dos gases e sua relação com as leis dos gases. Energia cinética média,
velocidade quadrática média e sua relação com a temperatura absoluta. Distribuição das
velocidades moleculares num sistema: sua dependência da temperatura e da massa. Difusão e
efusão dos gases. Desvio ao comportamento ideal; gases reais; equação de Van der Waals (págs.
172-213).
Propriedades dos líquidos: tensão superficial, capilaridade, coesão, adesão, viscosidade (págs.
475-478).
Sólidos cristalinos: células unitárias; número de coordenação (págs. 478-483).
Tipos de cristais: iónicos; moleculares, covalentes, metálicos. Relações entre as suas propriedades
macroscópicas e as características sub-microscópicas (estruturais). Ligação metálica (págs. 488-
493).
Sólidos amorfos (págs. 494-495).
5
SOLUÇÕES (págs. 521-547)
Tipos de soluções (pág. 521). O processo de dissolução (perspetiva molecular) (págs. 522-523).
Exprimir concentrações: % em massa; fração molar; molaridade; molalidade (págs. 524-528).
Efeito da temperatura na solubilidade de sólidos e gases. Efeito da pressão na solubilidade de
gases: lei de Henry (págs. 531-533).
Propriedades coligativas de soluções de não-eletrólitos: abaixamento da pressão de vapor (lei de
Raoult); elevação ebulioscópica; depressão crioscópica; pressão osmótica (págs. 534-545).
Propriedades coligativas de soluções de eletrólitos (págs. 546-547).

PARTE 2 - REAÇÕES QUÍMICAS: TRANSFORMAÇÕES


Este capítulo tem por objetivo preparar o estudante para entender as alterações químicas dos
sistemas, perspetiva macroscópica, consequência da dinâmica das transformações que neles
ocorrem ao nível sub-microscópico.
No fim o estudante deverá ser capaz de:
1- Representar, usando a perspetiva simbólica de Química, transformações químicas através
das respetivas equações (estequiometricamente corretas) e efetuar cálculos numéricos
nelas baseados;
2- Identificar transformações espontâneas e analisar quantitativamente a respetiva extensão;
3- Modificar condições para alterar a espontaneidade ou a extensão de uma transformação;
4- Modificar condições para alterar a velocidade de uma transformação;
5- Reconhecer os tipos de transformações químicas a que os sistemas são vulneráveis.

Cálculos estequiométricos e rendimento de reações.


Coeficientes estequiométricos. Acerto de equações químicas. Reagente limitante. Rendimento de
uma reação (págs. 90-106).

TERMODINÂMICA QUÍMICA
Conversões e transferências de energia (págs. 230-263).
Conceito de energia.
Sistemas isolados, fechados e abertos.
Conversões de energia para reações químicas em sistemas isolados: variações de temperatura em
reações exo- e endotérmicas (págs. 230-233).
Calorimetria a volume constante e a pressão constante: capacidade calorífica e calor específico
(págs. 246-253).
Variações de energia interna de um sistema fechado por transferências energéticas com o exterior:
calor e trabalho. Primeira lei da termodinâmica (págs. 234-239).
Variação de entalpia, H, e sua relação com o calor de reação a pressão constante (págs. 240-246).
Entalpia-padrão de formação e de reação. Aditividade de calores de reação: lei de Hess (págs.
254-263).
Variações de entropia (págs. 778-798).
Processos espontâneos. Entropia de um sistema: abordagem qualitativa. Efeitos de volume e
temperatura. Dispersão molecular por níveis de energia (págs. 778-783).
Entropias molares padrão das substâncias (págs. 784).
Transformações físicas e químicas: conservação de energia total (sistema e meio exterior) mas
aumento de entropia total (sistema e meio exterior) (785-790). Energia livre de Gibbs (791-794).
Espontaneidade das reações químicas (págs. 794-798).
6
CINÉTICA QUÍMICA (págs. 565-609)
Velocidade de uma reação (págs. 565-571).
Lei de velocidade; ordem de uma reação (págs. 573-576).
Concentração de um reagente vs. tempo para reações de ordem zero, de primeira e de segunda
ordem; tempos de meia-vida (págs. 577-589).
Energia de ativação; equação de Arrhenius (págs. 590-595).
Mecanismos de reação vs. velocidade de reação; molecularidade de uma reação; etapa
determinante da velocidade (págs. 596-601).
Catálises heterogénea e homogénea (págs. 601-609)
EQUILÍBRIO QUÍMICO
Equilíbrio químico (págs. 623-656).
Reações diretas e reações inversas. Reações espontâneas completas e incompletas.
Conceito de equilíbrio químico. Uma infinidade de estados de equilíbrio, uma constante de
equilíbrio. Constantes de equilíbrio e extensão de reações: sistemas homogéneos e sistemas
heterogéneos. Relação entre cinética química e equilíbrio químico. De um estado de equilíbrio a
outro: efeitos de concentração (volume ou pressão) e temperatura. “Quociente da reação” e
princípio de Le Châtelier.
Ácidos, bases e seus equilíbrios (págs. 668-711)
Reações ácido-base (conceitos de Arrhenius e de Brønsted-Lowry) (págs. 126-132).
Distinguindo pares conjugados de ácido-base. (págs. 668-670)
Constante de acidez (Ka) e constante de basicidade (Kb) (págs. 679-694).
Força de ácidos e de bases (págs. 675-679). Produto iónico da água (Kw) (págs. 670-671).
Utilizando a notação pX: pH, pOH, pK (págs. 672-675).
Relacionando Ka e Kb para um par conjugado de ácido-base (págs. 689-690).
Estrutura molecular e força dos ácidos (págs. 694-698).
Propriedades ácido-base de sais (págs. 698-703).
Propriedades ácido-base de óxidos (págs. 704-706).
Ácidos e bases de Lewis (págs. 706-710).
Iões complexos: constante de formação (págs. 758-759).
Efeito do ião comum: equação de Henderson-Hasselbalch (págs. 723-726).
Soluções tampão (págs. 726-732).
Titulações ácido-base (págs. 732-741). Indicadores ácido-base (págs. 741-744)
Sais pouco solúveis e seus equilíbrios
Reações de precipitação. Solubilidade (págs. 121-125).
Equilíbrios de solubilidade (págs. 744-751).
Produto de solubilidade. Efeito do ião comum (págs. 753-757). Efeito da força iónica.
Reações de oxidação-redução e células eletroquímicas.
Estado (número) de oxidação. Agentes oxidantes e agentes redutores (págs. 132-144).
Acerto de equações de oxidação-redução (págs. 814-818).
Células eletroquímicas. Potencial de célula. Diagramas de célula (págs. 818-820).
Elétrodo padrão de hidrogénio. Potenciais padrão (págs. 820-825).
Espontaneidade das reações de O/R. Relações entre E°célula, welec, G° e Keq (826-829).
Efeito da concentração no potencial de célula. Equação de Nernst (págs. 829-834).
Iões complexos e seus equilíbrios
Propriedades dos metais de transição (págs. 997-1000).
Compostos de coordenação: ligandos; número de coordenação (págs. 1002-1007).
Ligações nos compostos de coordenação: teoria do campo cristalino (págs. 1011-1017).
Titulações de complexação.
7
QUESTÕES TEÓRICO-PRÁTICAS

1. Tenha em consideração informações incluídas na TP.


a. Indique: i) o número de eletrões de valência de um átomo de Xe;
ii) três iões mononucleares isoeletrónicos de um átomo de Xe.
b. O potássio presente em materiais naturais é constituído pelos isótopos 39K, 40K e 41K, cujas
massas atómicas e abundâncias são:
Isótopo Massa atómica/u Abundância/%
39
K 38,9637074 93,258
40
K 39,9639992 0,0117
41
K 40,9618254 6,7302
i) Indique a composição do núcleo e o número de eletrões dos átomos de cada um destes isótopos.
ii) O valor da massa atómica do potássio inscrito na TP é concordante com estes valores?
Justifique a resposta.
2. Considere os seguintes materiais: Ag(s), Fe(s), Hg(l), H2O(l), MgO(s), CaO(s), CO(g), N2(g) O3(g).
a. Classifique-os, quanto às ligações químicas. Justifique a sua resposta.
b. Indique, justificando, qual ou quais dos materiais anteriores, conduzem a corrente eléctrica.
c. Diga o que entende por energia de rede.
d. Sabendo que a distância interiónica é 210 pm em MgO e 277 pm em CaO, qual destes sais
tem maior energia de rede? Justifique.
3. As energias de rede do KCl e do KI são, respetivamente, 715 kJ mol-1 e 649 kJ mol-1.
a. Qual dos sais é mais estável face à dissociação do cristal em iões gasosos? Justifique a opção.
b. O valor da energia de rede do KBr será maior ou menor do que o valor do KI? Justifique.
c. Apresente o nome de um sólido iónico com ponto de fusão superior ao do KCl. Justifique.
4. Justifique que a ligação oxigénio-oxigénio seja mais forte na molécula de oxigénio do que na
molécula de ozono (recorra à chamada regra do octeto).
5. Classifique, justificando detalhadamente, a seguinte afirmação como verdadeira ou falsa:
Um átomo cujas 1ª, 2ª e 3ª energias de ionização são, respectivamente, 738, 1450 e 7730 kJ mol-1
pertence ao Grupo 1 da Tabela Periódica (metais alcalinos).
6. Indique as fórmulas químicas ou os nomes dos compostos que a seguir se mencionam,
identificando as respetivas unidades estruturais: anidrido carbónico, dióxido de azoto, dióxido de
enxofre, óxido de potássio, óxido de ferro(III), óxido de zinco, ácido clorídrico, ácido carbónico,
ácido nítrico, ácido sulfúrico, ácido fosfórico, hidróxido de sódio; NH3; CuSO4.5H2O; HNO2; H2SO3;
KHSO3; (NH4)2Cr2O7; KMnO4; CaCl2; H2O2.
7. Considere o carbonato de cálcio de fórmula química CaCO3
a. Qual é a massa molar desta substância?
b. Qual a quantidade química (número de moles) presente em 40 g?
8. As substâncias que se indicam a seguir são todas elas usadas como fertilizantes, por serem
fontes de azoto para as plantas. Qual delas contém a maior percentagem mássica de azoto?
a. Ureia, (NH2)2CO
b. Nitrato de amónio, NH4NO3
c. Guanidina, HNC(NH2)2
d. Amoníaco, NH3
9. Considere o sulfato de cobre (II) penta-hidratado de fórmula química CuSO4.5H2O
a. Qual é a massa molar desta substância?
b. Qual a quantidade química (número de moles) presente em 1.25 g?
c. Qual a massa de 0.375 mol de sulfato de cobre penta-hidratado?
d. Qual a percentagem em massa de água de cristalização?
8
Interações intermoleculares (Gases, Líquidos e Sólidos)

1. Classifique, justificando detalhadamente, as seguintes afirmações como verdadeiras ou falsas:


a. O benzeno (C6H6) é líquido, à temperatura ambiente, devido a forças de dispersão London.
b. Durante a evaporação do álcool etílico rompem-se ligações de hidrogénio intermoleculares.
c. O CO2(g), à pressão normal, solidifica a -78,5 ºC devido a interações entre dípolos permanentes.
d. O CO(g), à pressão normal, é líquido abaixo de -191,5 ºC devido a forças de dispersão London.
e. O ponto de ebulição do silano (SiH4) é inferior ao ponto de ebulição do metano.
f. Durante a fusão da água (gelo) rompem-se ligações covalentes O-H, nas moléculas de H2O.
g. Durante a sublimação do iodo rompem-se ligações covalentes I-I, nas moléculas de I2.
2. Nas condições normais de pressão e temperatura, a água pode encontrar-se no estado líquido ao
passo que o ácido sulfídrico ou sulfureto de hidrogénio encontra-se no estado gasoso. Justifique.
3. Os halogéneos Cl2, Br2 e I2 estão, nas mesmas condições de pressão e temperatura,
respetivamente, nos estados gasoso, líquido e sólido. Justifique.
4. À pressão de 1,00 atm, a temperatura de fusão do cloreto de sódio é de 800 ºC ao passo que a
do iodeto de sódio é de 650 ºC. Justifique.
5. Utilize o diagrama de fases da água (ao lado) para:
a. Indicar o significado das linhas, pontos (p1 a p4), fases
(f1a f4) e transições (t1 a t3), representados.
b. Prever o estado da água nas seguintes condições:
i) 1atm e 200 ºC; ii) 985 torr e 323,30 K; iii) 219 atm e 258 K.
c. Prever o resultado do aumento da pressão, a temperatura
constante, no vapor de água, inicialmente a 1 atm e 500 K.
d. Porque a linha de fronteira sólido-líquido apresenta um
declive negativo (diminuição da temperatura de fusão com a
o aumento da pressão)?
e. Qual é, aproximadamente, a temperatura de ebulição da
água a uma pressão de 5 torr?
6. Explique porque na Torre (Serra da Estrela (p0.80 atm)) cozer um ovo demora mais tempo.
Como poderia resolver este problema?
7. Um recipiente contém um gás à pressão de 0,970 atm. Abriu-se uma válvula de comunicação
deste recipiente com outro de 0,500 dm3, para o qual o gás se expandiu. A temperatura manteve-
se e a pressão do gás passou a ser 0,700 atm. Qual o volume do primeiro recipiente?

8. Uma máquina para medir capacidades pulmonares encontra-se a trabalhar em condições


ambientais de 23°C e 0,958 atm. Se um determinado indivíduo expirar 350 cm 3 de ar a uma
pressão de 1,08 atm e 37°C, qual o valor efetivamente medido pela máquina.
9. 10 gramas de oxigénio molecular ocupam maior volume do que 10 gramas de dióxido de
carbono, mas mesmas condições de pressão e temperatura. Justifique.
10. Qual é a massa volúmica (aproximada) da água líquida a 1 atm? E do vapor de água à mesma
pressão? Qual a diferença aproximada de massa volúmica? Pode usar a mesma aproximação para
prever a massa volúmica da água no ponto crítico?
11. A massa de 1,29 dm3 de um gás ideal, à pressão de 765 mm de Hg e à temperatura de 18 ºC é
de 2,71 g. Calcule a sua massa molar.
9
12. Nas condições PTN, um certo recipiente contém 2,55 g de Néon. Determinar a massa deste
gás que o mesmo recipiente poderá conter a 100°C e à pressão de 5 atm.
13. A análise elementar de um hidrocarboneto gasoso mostra que a percentagem em massa de
carbono é de 82,8%. Quando, a 18 ºC, uma amostra de 2,40 g desse gás é armazenada num
recipiente de 1,5 L, a pressão por ele exercida é de 500 mm Hg. Determine a fórmula molecular do
composto.
14. Um vaso tem igual massa de oxigénio molecular e de dióxido de carbono.
Qual dos gases terá maior pressão parcial?
15. Uma mistura de gases contém 4,46 mol de néon, 0,74 mol de árgon e 2,15 mol de xénon.
Calcule a pressão parcial de cada um dos gases na mistura quando, a uma dada temperatura, a
pressão total da mesma for 2 atm.
16. Uma amostra de Árgon efunde através de um orifício em 147 s. Calcule o tempo necessário
para que a mesma quantidade de oxigénio efunda nas mesmas condições de pressão e
temperatura.
17. A pressão exercida por uma amostra de 10 moles de etano gasoso, a 300 K, contida num
recipiente de 4,86 L, é 34 atm. Determine a percentagem de erro quando se calcula a pressão:
i) pela equação dos gases ideais.
ii) pela equação de Van der Waals (a = 5,49 dm6 atm mol-2; b = 0,0638 dm3 atm mol-1).
18. A 20 ºC, a tensão superficial do mercúrio é 470 x10-3 J/m2 e a da água é 72,8 x10-3 J/m2.
i) Atendendo a que o mercúrio é um metal, explique a diferença de tensão superficial entre os
dois sistemas.
ii) Baseado nos conceitos de adesão e de coesão explique a capilaridade nos dois sistemas.
19. Classifique, justificando detalhadamente, as seguintes afirmações como verdadeiras ou falsas:
a. Os cristais de sacarose (C12H22O11) são cristais moleculares.
b. O ponto de fusão dos cristais moleculares é inferior ao ponto de fusão dos cristais iónicos.
c. Os cristais metálicos são maus condutores da eletricidade.
d. Os cristais covalentes são duros e bons condutores da electricidade.
Extra. Um adulto com uma capacidade pulmonar de 500 mL respira cerca de 15 vezes por minuto.
Considerando o ar inspirado "seco" e o expirado saturado em vapor de água a 1 atm e 37°C, qual a
massa de água perdida pelo indivíduo em uma hora, sabendo que a pressão de vapor da água a
37°C é 47,1 mm Hg?
10
Considerações práticas sobre soluções. Cálculo de concentrações.

1. Qual a molaridade de uma solução de hidróxido de sódio (NaOH) que contém 14g de NaOH
numa solução de 250 mL?
2. Usando a solução do problema 1. descreva como faria para preparar 50mL de uma solução onde
[NaOH]=1 mol dm-3.
3. No laboratório existe uma garrafa de ácido clorídrico (HCl) concentrado que no rótulo contém a
seguinte informação: d=1.19 kg dm-3 e 37% (m/m).
a. Qual a concentração do ácido concentrado?
b. Como faria para preparar 1 dm3 de uma solução de HCl de concentração 1 mol dm-3?
4. Uma solução comercial de amoníaco (NH3) com a concentração m/m de 35% tem uma
densidade de 0.880 g cm-3. Descreva todos os passos na preparação de 500mL uma solução1M
a partir da solução concentrada.
5. Considere que mistura duas soluções de cloreto de sódio (NaCl): 200mL de uma solução 1M com
300mL de uma solução 0.1 mol dm-3. Qual a concentração final da solução obtida (assuma que
todas as soluções se comportam como ideais ou seja que quando misturamos as soluções o
volume final é igual à soma dos volumes de cada uma das soluções).
6. Dissolveram-se 15,0 g de NaHCO3 em 100 cm3 de água e a solução obtida é diluída até 200 cm3.
Qual a concentração (mol dm-3) do soluto e das unidades estruturais do soluto nesta solução.
7. Juntaram-se 200 cm3 de solução aquosa Co(NO3)2 de concentração 0,50 mol dm-3 a 100 cm3 de
solução aquosa KNO3 de concentração 0,40 mol dm-3. Identifique as unidades estruturais
presentes na solução resultante e calcule a sua concentração.
8. Preparou-se uma solução de sulfato de alumínio (III) dissolvendo 1.71 g do sal num balão de
diluição de 250mL.
a. Qual a concentração do sal na solução obtida?
b. Qual a concentração do ião alumínio?
c. Qual a concentração do ião sulfato?
9. Uma solução de sacarose (C12H22O11) foi preparada pela dissolução de 5 g deste composto em
25g de água destilada. Calcule a fração molar de cada um dos componentes desta solução.
10. No laboratório, um estudante mistura 25.0 g de etanol (C2H5OH) com 150.0 g de água.
a. Qual a fração molar do etanol na solução?
b. Qual a molalidade da solução?
11. No laboratório de uma companhia petrolífera, um investigador dissolve 1g de octano
(C8H18) em 50.0 g de benzeno (C6H6).
a. Qual a fração molar do octano em solução?
b. Qual a molalidade do octano na solução?
11
Soluções

1. A pressão de vapor de uma solução aquosa diluída é, a 25 °C, 23,45 torr. A essa mesma
temperatura a pressão de vapor da água pura é 23,75 torr.
a) Calcular a fração molar do soluto; b) Calcular a molalidade; c) Prever qual o ponto de
ebulição da solução sabendo que a constante ebulioscópica molal da água é 0,52 °C kg mol-1.
2. Calcular a pressão de vapor do solvente em soluções aquosas de:
a) sacarose a 100 °C e fração molar 0,10; b) glicose a 80 °C e fração molar 0,050.
(Dados: P°H2O (100°C) = 760 torr; P°H2O (80°C) = 355 torr).

3. Calcular a pressão de vapor de uma solução saturada de Fluoreto de Magnésio a 20 °C


sabendo que, a essa temperatura, a solubilidade do MgF2 é 8 mg em cada 100 g de água e
que P°H2O é 17,54 torr.

4. São dissolvidas 1,76 g de um composto X em 200 mL de benzeno. A pressão de vapor da


solução é 71,0 torr a 20 °C. Sabendo que a densidade do benzeno é 0,88 e a sua pressão de
vapor 75,0 torr à referida temperatura, calcular a massa molar do composto X.
5. Calcular o ponto de ebulição de uma solução aquosa cuja fusão ocorre a -1,04 °C sabendo que
as constantes ebulioscópica e crioscópica molal da água são 0,52 e 1,86 °C kg mol-1,
respetivamente.
6. Considere que uma célula tem 35 g/L de albumina (ca. 66000 g/mol) e no meio exterior existe
1,4 g/L de glicose (180,16 g/mol). Qual tem maior pressão osmótica?
7. Qual a pressão osmótica de uma solução contendo 5,0 g de glicerina (91,1 g mol-1) por litro à
temperatura de 17 °C.
8. Uma solução de 0,10 g de um polímero em 100 mL de tolueno apresenta, a 20 °C, uma
pressão osmótica de 5,4 torr. Calcular a massa molar do polímero.
9. Considerar as seguintes soluções a 50 °C: a) 0,10 M de KCl(aq); b) 0,60 M de CO(NH2)2(aq); c)
0,30 M de K2SO4(aq). Qual delas tem a mais elevada pressão osmótica? Justificar.
10. Uma solução de 1,00 g de glicerol em 25,0 g de água congela a -0,806 °C. Atendendo a que a
composição do glicerol é 39,1% C, 8,76% H e 52,1% O, determine a sua fórmula molecular
sabendo que a constante crioscópica molal da água é 1,86 °C kg mol-1.
11. Foi preparada uma mistura de 20 g de água e 80 g de etanol. Assumindo que a solução é
ideal, calcular a pressão de vapor da solução a 19°C sabendo que, a essa temperatura, as
pressões de vapor do etanol e da água são 40 torr e 16,6 torr, respetivamente.
12. No ponto de ebulição normal da água, 1g/L de sacarose (342,29 g mol-1) origina:
a) que pressão do vapor;
b) que pressão osmótica;
c) que abaixamento do ponto de congelação;
d) que elevação do ponto de ebulição
(Ke=1,8 K kg/mol; Kf=0,53 K kg/mol para a água).
Repita os cálculos considerando uma solução de 1 g/L de sacarose.

Acerte as seguintes reacções químicas:

a. H2SO4(aq) + NaOH (s) → H2O (l) + Na2SO4 (aq)


b. HNO3(aq) + Ca(OH)2 (aq) → H2O (l) + Ca(NO3)2 (aq)
c. C6H12O6 (aq) + O2 (g) → CO2 (g) + H2O (g)
d. S8 (s) + O2 (g) → SO2 (g)
e. CH4 (g) + Br2 (l) → CBr4 (g) + HBr (g)
12
Termodinâmica
1. Determine a quantidade de calor recebida pelo meio exterior quando a temperatura de 500 g de água
líquida (capacidade térmica específica = 1 cal K-1g-1 = 4,184 J K-1g-1) baixa de 50 °C para 20 °C.
2. Calcule o calor produzido pela mistura de 50,0 g de óxido de ferro(III) com 25,0 g de alumínio na
reação:
Fe2O3(s) + 2 Al(s) ⇌ Al2O3 (s) + 2 Fe(s) ΔH°= -851,5 kJ
3. Calcule o trabalho executado sobre o meio exterior quando o volume de um gás aumenta de 1,0 dm 3
contra uma pressão atmosférica constante de uma atm (1atm = 105 Nm-2).
4. Justifique a diferença entre o calor a volume constante e o calor a pressão constante para a reação:

2 NH3(g) ⇌ N2(g) + 3 H2(g).


5. Quando uma mole de gelo funde a 0 °C e à pressão constante de uma atmosfera, são absorvidas pelo
sistema 1440 calorias. Os volumes molares do gelo e da água líquida são, respetivamente, 0,0196 e
0,0180 dm3. Calcule E e H. (1 cal = 4,184 J; 1 atm = 101325 Pa).
6. Um gás ao expandir-se efetua um trabalho de 18 J e absorve 200 cal. Qual a variação de energia
interna que acompanha essa expansão? (1 cal = 4,184 J).
7. O hidrogénio e o oxigénio podem reagir entre si, em fase gasosa, de acordo com as seguintes equações:
O2(g) + 2 H2(g) ⇌ 2 H2O(g) + 483,6 kJ
O2(g) + 2 H2(g) ⇌ 2 H2O(l) + 572,6 kJ
a. Qual o H de formação da água líquida.
b. Calcule o H de evaporação da água.
c. Qual a energia necessária para evaporar uma mol de água líquida?
8. As entalpias padrão de combustão da grafite e do diamante são -393,51 e -395,41 kJ mol-1,
respetivamente. Calcule H para a transição grafite → diamante.
9. O calor de atomização do clorofórmio (HCCl3) é 332,2 kcal mol-1. Sabendo que a energia de ligação
C—H é 98,2 kcal, determine a energia de ligação C—Cl.
10. Considere a equação da reação em fase gasosa: Cl2(g) + H2(g) ⇌ 2 HCl(g). Sabendo que as
energias das ligações nas moléculas Cl2, H2 e HCl são, respetivamente, 242 kJ, 436 kJ e 431 kJ, por mol,
preveja se a reação em causa é exotérmica ou endotérmica e calcule o respetivo calor de reação.
11. As entropias molares, a 25 °C e à pressão de 1,00 atm, de SO3(g) e de H2O(l) são, respetivamente,
257 JK-1mol-1 e 70 JK-1 mol-1. Justifique a diferença.
12. Considere a variação de entropia do sistema fechado CaCO3 (s) ⇌ CaO(s) + CO2 (g).
a. Indique, justificando, o sinal dessa variação.
b. Confirme as conclusões anteriores a partir das entropias padrão do CaCO 3(s) (93 JK-1 mol-1),
CaO(s) (40 JK-1mol-1) e CO2(g) (214 JK-1 mol-1).
c. Dado que a reação é endotérmica, qual o sinal da variação de entropia do meio exterior?
Justifique.
13. A formação de cristais a partir de uma solução saturada de um sal não contraria a segunda lei da
termodinâmica. Justifique.
14. Calcule a variação de energia livre de Gibbs a 25 °C para a combustão do metano sabendo os
valores das entropias molares padrão de CH4(g) (44,5 cal K-1 mol-1), de O2(g) (49,0 cal K-1 mol-1), CO2(g)
(51,1 cal K-1 mol-1) e de H2O(g) (45,1 cal K-1 mol-1) e que a variação da entalpia padrão é –17,9 kcal mol-1.
15. A uma reação de polimerização correspondem valores de Hº, Sº e Gº, respetivamente, –56 kJ,
–117 J/K e –21 kJ. Calcule a partir de que temperatura é o processo inverso espontâneo
13
Cinética Química

1. Os valores da velocidade inicial, em mol dm-3 s-1, da reação A + B → C para diversas molaridades
de A e B, são as seguintes:
[A]o [B]o vo
1 1 0,15
2 1 0,30
3 1 0,45
1 2 0,15
1 3 0,15
Qual a ordem da reação? Justifique.

2. Considere a reação representada por BrO3-(aq) + 5Br-(aq) + 6H+(aq) ⇌ 3Br2(aq) + 3H2O(l).


Os valores de vo, em mol de BrO3- dm-3 s-1, para diferentes concentrações iniciais, em mol dm-3, são:
Experiência [BrO3-]o [Br-]o [H+]o vo
1 0,10 0,10 0,10 1,2x10-3
2 0,20 0,10 0,10 2,4x10-3
3 0,10 0,30 0,10 3,5x10-3
4 0,20 0,10 0,15 5,4x10-3
a. Qual a ordem da reação para cada reagente? Escreva a expressão cinética da velocidade.
b. Qual a ordem total da reação?
3. A reação de decomposição do N2O5, em fase gasosa, é de primeira ordem com k=1,42x10-3 s-1 a
55 °C.
a. Calcule o semiperíodo correspondente;
b. Se, à mesma temperatura, a pressão inicial do gás for de 2,48 atm, ao fim de quanto tempo a
pressão parcial do mesmo gás será de 0,335 atm?
4. A constante de velocidade de 1ªordem para a fotodissociação de A é 0,173 s-1. Calcule o tempo
necessário para que a concentração de A diminua para:
a. 1/4; b. 1/32; c. 1/5 da sua concentração inicial.
5. Calcule a concentração de N2O5 dez minutos após se ter iniciado a sua decomposição, a 65 °C e
com uma concentração de 0,040 mol dm-3.
A equação da reação que ocorre é: 2N2O5(g) → 4NO2(g) + O2(g).
A velocidade de decomposição de N2O5 é igual a k.[N2O5] com k=5,2x10-3 s-1.
6. Quando o ciclopropano é aquecido até 500 °C transforma-se em propeno. Tendo em conta os
seguintes dados experimentais,
tempo (mn) 0 5 10 15
[C3H6]/mol dm-3 1,5x10-3 1,24x10-3 1,00x10-3 0,83x10-3
confirme que a reação é de 1ªordem e calcule a constante de velocidade.

7. A constante de velocidade da reação 2NOBr(g) ⇌ 2NO(g) + Br2(g) é 0,8 dm3 mol-1 s-1,
a 10 °C, e 1,2 dm3 mol-1 s-1, a 112 °C. Sabendo que se trata de uma reação de 2ª ordem:
a. Calcule [NOBr] após 22s de reação, a 10 °C, a partir de uma concentração inicial de 0,086
mol dm-3;
b. Qual a energia de ativação da reação;
c. Qual o valor do fator geométrico da mesma;
d. Qual o valor da constante de velocidade a 300 °C.
8. Calcule a constante de velocidade, a 35 °C, para a hidrólise da sucrose, sabendo que tem um
valor de 1,0x10-3 dm3 mol-1 s-1 a 37°C e que a sua energia de ativação é 108 kJ mol-1.
14

Equilíbrio Químico
Quando no sistema em equilíbrio H2(g) + I2(g)  2HI(g) se substitui uma fração de iodo por igual quantidade
de iodo radioativo, o iodeto de hidrogénio fica também radioativo. Que pode concluir deste facto?
1. O sistema em equilíbrio 2NO(g) + O2(g)  2NO2(g) foi estudado a 230 °C. Numa experiência, a
concentração das espécies em equilíbrio é:
NO = 0,0542 mol dm-3, O2 = 0,127 mol dm-3 e NO2 = 15,5 mol dm-3.
Calcule a constante de equilíbrio (Kc) da reação à referida temperatura.
2. A constante de equilíbrio Kp da reação PCl5(g)  PCl3(g) + Cl2(g) é 1,05, a 25 °C. Se as pressões parciais
em equilíbrio de PCl5 e PCl3 forem respetivamente 0,875 atm e 0,463 atm, qual a pressão parcial em
equilíbrio de Cl2 à referida temperatura?
3. A constante de equilíbrio (Kc) para a reação N2O4(g)  2NO2(g) é 4,63x10-3, a 25 °C. Qual o valor de Kp a
esta temperatura?
4. Considere o equilíbrio heterogéneo C(s) + CO 2(g)  2CO(g) relevante, por exemplo, nos fornos
siderúrgicos.
a. Escreva a expressão da constante de equilíbrio Kp.
b. Que relação há entre Kp e o “quociente da reação” quando o volume é subitamente reduzido para
metade?
c. Permanecerá o estado de equilíbrio? Em caso negativo, como evolui o sistema?
5. Considere o seguinte equilíbrio: SO2(g) + NO2(g)  SO3(g) + NO(g)
com 0,30 mol de SO2, 0,10 mol de NO2, 0,40 mol de SO3 e 0,15 mol de NO, num vaso de 0,50 dm3. Calcule a
quantidade (em mol) de NO2 que se deve adicionar para que, sem variação de temperatura, a quantidade de
NO, no novo estado de equilíbrio, duplique.
6. O equilíbrio ZnO(s) + C(s)  Zn(s) + CO(g) é alterado por variação do volume do sistema. Comente.
7. A adição de um gás inerte (sem variação de volume nem de temperatura) ao sistema em equilíbrio:
2SO2(g) + O2(g)  2SO3(g) não faz aumentar o rendimento da reação. Comente.
8. O aumento de temperatura (sem variação de volume) do sistema gasoso
N2(g) + 3H2(g)  2NH3(g) + Q
aumenta a pressão da mistura e favorece a reação inversa. Comente.

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