Colégio Marista São Francisco

Contaminação ambiental por metais pesados

Nomes: Lucas Bianchini, Pedro Barenho e Thainã Garcia Turmas: 231 – 232

Introdução: Temos por objetivo mostrar ao público presente a importância de termos uma água livre de contaminações e mostrar os danos causados por metais pesados nos organismos. uma vez contaminados. mostrando assim. Mostrar como podemos evitar que a água seja poluída por metais pesados para que esta não perca suas propriedades naturais e demonstrar também como o uso humano desses elementos pode contribuir para essa contaminação. . pois estes. jamais voltarão a ter seu funcionamento normal. Daremos informações ao público sobre as quantidades limite de metais pesados que pode ser liberado sem ser prejudicial para a natureza. que podemos ter uma vida normal sem poluir o meio ambiente em que vivemos e tanto necessitamos.

Uma vez que nosso organismo entra em contato com a água ou alimento contaminado. pois muitas vezes os limites legais de descarga de poluentes. tais como a prata. quando liberados em excesso no ecossistema. animais aquáticos.Resumo: Nossa pesquisa é baseada no estudo dos malefícios causados por metais pesados. o cobre e o mercúrio. ele bioacumula. por exemplo: plantas. queremos mostrar a importância da preservação da natureza. . animais terrestres que se alimentam de plantas contaminadas ou bebem água contaminada e aves que também podem se alimentar de organismos contaminados. Desde sua extração. mas em todos os seres vivos. a fim de evitar danos ambientais. não são respeitados. os efeitos gerados pela contaminação por metais pesados e alertar a população dos malefícios e perigos causados pela obsessão humana na obtenção de novas tecnologias e lucro. os metais pesados. Esta bioacumulação não só ocorre em humanos. transporte. industrialização e uso. os quais podem causar uma série de efeitos biológicos. Através dessas informações. existe a introdução de metais tóxicos indevidamente e excessivamente no meio. As atividades antropogênicas são as principais fontes de contaminação de água e dos animais por metais pesados.

as quais constituem áreas de importância como centros de transporte e comércio internacional. estruturas e ferramentas são usadas grandes quantidades de ferro fundido e aço. tanto a nível de melhores condições de vida. estima-se que mais da metade da população viva em zonas costeiras. durante anos. tanto por substâncias . PRATA: Desde a Antigüidade. Atualmente. como o titânio. especialmente aqueles localizados em regiões influenciadas por centros industriais e urbanos. foram os que se suplantaram e se destacaram dos outros. Atualmente a nossa sociedade encontra-se extremamente dependente dos metais. À nossa volta observa-se uma crescente utilização de alumínio e de outros metais leves. Os povos que melhor dominavam as técnicas de processamento e extração de metais. Idade do Bronze e Idade do Ferro. os arqueólogos tiveram necessidade de classificar os estádios de desenvolvimento das civilizações em Idade do Cobre. Em transportes. A introdução de efluentes em rios e estuários. gerou resíduos tóxicos de difícil degradação. dando assim origem aos grandes impérios que existiram. como em vitórias nas batalhas. Porém. devido às numerosas vantagens que elas oferecem. quando estão em excesso no meio-ambiente.DESENVOLVIMETO: O enorme progresso alcançado hoje em dia a nível tecnológico deve-se em grande parte à evolução no domínio dos metais que se faz sentir desde os povos neolíticos. De modo a fazer-se uma distinção entre a era moderna e a era neolítica (Idade da Pedra). as Zonas Costeiras estão entre as partes mais intensivamente utilizadas do globo. muitas pessoas não sabem que estes metais podem ser muito danosos à saúde dos seres vivos. Como grande parte da população mundial está estabelecida em zonas costeiras. Em quase todas as aplicações elétricas é utilizado cobre. o qual. tem levado a um significante aumento na contaminação em geral. esta é uma das áreas mais prejudicadas com o desenvolvimento industrial desordenado.

geralmente. pesticidas. Por isso. Estes compostos químicos geralmente são avaliados tendo em vista seus efeitos danosos aos organismos aquáticos. quando está presente em elevadas concentrações no ambiente aquático. Conseqüentemente. Por sua vez. A carga corporal adquirida por cada indivíduo irá depender de vários fatores. A prata é um metal não essencial que. cuja forma química e concentração na água são governadas pela natureza dos processos geoquímicos e atividades antropogênicas. Neste último grupo estão incluídos os compostos de hidrocarbonetos aromáticos e policíclicos. investigações em nível celular vêm sendo realizadas. Apesar da maior parte da . numerosos xenobióticos (substâncias químicas estranhas a um organismo ou sistema biológico) são encontrados em ambientes aquáticos que sofrem alterações antropogênicas.consideradas não perigosas. a mais tóxica. A toxicidade destes pode ser atribuída a disfunções resultantes de interações inapropriadas entre o metal e as estruturas celulares. quanto por aquelas que podem causar sérios danos e comprometer diretamente a vida humana. Animais que vivem em ambientes aquáticos quimicamente poluídos irão adquirir uma carga corporal destes poluentes químicos. Animais aquáticos são naturalmente expostos a uma variedade de metais. as quais não representariam um perigo direto ao homem. Estes metais incluem elementos essenciais requeridos para suporte de processos biológicos e metais não essenciais sem funções biológicas reconhecidas. substâncias radiativas e os metais. a fim de fornecer subsídios para o entendimento de como o animal se comporta perante a exposição a um determinado metal. as rotas de exposição e os constituintes fisiológicos e bioquímicos do animal. Portanto. regulação. incluindo as propriedades físico-químicas dos xenobióticos. Um dos debates importantes em toxicologia aquática é a habilidade de prognosticar a taxa e a extensão da poluição química e os efeitos dos compostos químicos absorvidos. intoxica os organismos. as funções celulares são dependentes de processos que envolvem a captação. sendo que a forma iônica deste metal é. a emissão desse metal no ambiente está sob regulamentação. utilização e excreção dos metais.

existem parâmetros químicos da água que oferecem alguma proteção contra os efeitos da exposição aguda a este metal. acompanhado pelo aumento na geração de resíduos tóxicos. Ligantes inorgânicos.prata presente nas águas de superfície ser originada da lixiviação natural (lavagem natural). Apesar da toxicidade elevada da prata para organismos aquáticos. a matéria orgânica dissolvida e os sulfetos. Metais presentes na sedimentação representam a maior porção da contaminação por metais. A importância de agentes complexantes na biodisponibilidade da prata é também reconhecida atualmente. juntamente com a salinidade. tais como cloretos e bicarbonatos. Dentre estes. COBRE: Após anos de intenso desenvolvimento industrial e urbano. áreas alagáveis. prata. concentrações elevadas deste metal são normalmente associadas com atividades antropogênicas. o pH. menciona-se a dureza da água. diversas abordagens de modelagem geoquímica ou biológica têm sido desenvolvidas nos últimos anos. na tentativa de prever a toxicidade aguda da prata em invertebrados e vertebrados aquáticos. A intoxicado. açudes. mais do que com a concentração total ou complexada do metal. existe hoje uma preocupação mundial com a preservação dos recursos naturais e com os possíveis efeitos nocivos que resultam da contaminação do ar. Fatores estes que alteram os efeitos da exposição aguda ao metal em ambientes dulciaqüícolas (lagoas. Neste contexto. fitotelmos). afeta principalmente as brânquias e o intestino do organismo . tais como a mineração e indústria de processamento fotográfico. bem como orgânicos. solo e água. A avaliação da biodisponibilidade (fração do composto não alterada pelos organismos após terem sido administrados pelo mesmo) e da toxicidade do metal está diretamente relacionada com a concentração do metal livre presente no ambiente. reduzem a concentração do metal sob a forma iônica livre. riachos. sendo que essas partículas são provavelmente a melhor matriz de acesso à contaminação de ambientes costeiros e marinhos. brejos.

este pode representar um perigo para a natureza. substâncias radiativas e metais. Este tipo de atividade é responsável pelo ingresso de uma quantidade quatro vezes maior de cobre no ambiente que aquela advinda da atividade humana. tem sido estimado que a quantidade anualmente lançada nos oceanos é basicamente um resultado de processos naturais como o intemperismo. alguns metais essenciais também podem ser tóxicos. Para o cobre. onde vários destes íons são vitais aos ciclos biológicos. desde que presentes em elevadas concentrações. a ocorrência de íons metálicos no meio ambiente pode ser resultante não apenas da ação humana. A introdução de efluentes em rios e estuários. posteriormente. especialmente aqueles localizados em regiões influenciadas por centros industriais e urbanos. Sendo assim. tem levado a um aumento significativo na contaminação em geral. O cobre é um micronutriente essencial que participa de uma série de funções fisiológicas nos organismos. podendo ser considerada um fenômeno natural. Os metais dependem da sua interação com outras substâncias que estão presentes na água. tais como compostos de hidrocarbonetos. quando presente em concentrações elevadas. A toxicidade do cobre pode ser atribuída a disfunções resultantes de interações inapropriadas entre o metal e estruturas celulares. Como muitos metais não essenciais. primeiramente pelo carbono orgânico dissolvido e. tanto por substâncias consideradas não perigosas.O ambiente aquático está exposto a processos de poluição causados pela variedade e quantidade de substâncias químicas que ingressam nele. apesar do cobre ser tratado como um vital. pela dureza da água. como a erosão dos continentes. Processos naturais. que podem ser perigosos para os ecossistemas mesmo presentes em pequenas concentrações. como por aquelas que podem comprometer diretamente a vida. devendo então seu lançamento para o ambiente estar sob controle. resultam em um maior aporte de metais para as áreas costeiras. integrando a estrutura de algumas proteínas e enzimas que participam na defesa contra a ação de radicais livres e na respiração celular. além de atuar como co-fator enzimático. que são modificador da toxicidade dos . pesticidas. Desta forma.

É sabido que. por não envolver uma série de outros fatores físico-químicos importantes para a determinação da biodisponibilidade e toxicidade dos metais. sabe-se que as concentrações dos íons (cátions e ânions) presentes nos ambientes estuarino e marinho são bem maiores que em água doce. . a qual é determinada pela concentração de cálcio e magnésio. a concentração de carbono orgânico dissolvido é um dos mais importantes fatores protetores contra a toxicidade do cobre. e que estes podem também atuar como agentes competidores ou complexantes do cobre. Portanto. esta avaliação. diversos fatores químicos da água. salinidade e das características do material em suspensão. um complexo conjunto de reações químicas ocorre em função de diversos parâmetros químicos da água. Quanto ao pH. espera-se que a toxicidade do cobre seja maior em água doce do que em água salgada. podem variar em função da hidrodinâmica local. Niencheski e Baumgarten relataram que as concentrações de metais associados ao material em suspensão dependem das variações de pH. a toxicidade do cobre será alterada como um efeito sobre a especiação dos metais. tais como matéria orgânica dissolvida. Sendo assim. uma vez que o cobre é liberado no ambiente.metais. os quais. No que se refere à dureza da água. necessariamente ser levados em consideração na avaliação dos limites permissíveis de lançamento de metais no ambiente. pH. ainda é incompleta. tornando assim necessária uma maior concentração de cobre livre para causar um efeito danoso ao animal. por sua vez. devendo. Com a sua variação. Dentre as características químicas da água. este pode afetar a toxicidade do cobre de diversas maneiras. modificando assim a sua toxicidade. pois estes cátions competem com o metal livre pelos sítios de ligação nos organismos. Porém. podem modificar a toxicidade do cobre. Por fim. dureza e composição iônica. portanto. esta é considerada outro agente protetor contra a toxicidade do cobre. pois a união desses compostos forma complexos que interferem na interação do metal com os organismos. fazendo com que a salinidade seja um importante agente protetor contra a toxicidade do cobre.

Zn e Sn). Deve ser considerado que a presença de alimento no meio experimental pode influenciar amplamente a toxicidade aguda e crônica do cobre por uma modificação tanto na química da água. Assim como a prata. Além disso. testes toxicológicos considerando os efeitos subletais dos contaminantes obtidos via dieta são ecologicamente importantes. Neste contexto. Um bom exemplo disso são os estudos recentes com organismos herbívoros do zooplâncton marinho sendo troficamente expostos a baixas concentrações de metais (Ag. também. formando vapores incolores e inodoros. ser . conforme discutido anteriormente. Este metal pode. o mercúrio ocorre no meio ambiente associado a outros elementos químicos. Estes efeitos podem ser visualizados como uma função da quantidade corporal de metal acumulado. Cd.Em função do acima exposto. Hg. caracterizando assim a resposta tóxica como uma expressão da dose interna do metal. o cobre também afeta a brânquia e o intestino dos organismos intoxicados. formando compostos inorgânicos ou sais. MERCÚRIO: O mercúrio (Hg) é o único metal encontrado na forma líquida em condições de temperatura e pressão normais. é o efeito das diferentes vias de contaminação sobre a toxicidade dos metais. quanto nas rotas de acumulação do metal. Outro importante aspecto a ser considerado. fica claro que a regulação da descarga de cobre no ambiente é um processo complexo. a taxa de produção e eclosão de ovos diminuiu aproximadamente 50% em concentrações 2-3 vezes abaixo dos valores naturais do cloro. pois tratam-se de ambientes dinâmicos que podem sofrer grandes variações nos seus parâmetros físico-químicos. Nestes organismos. Visto que os organismos são expostos aos contaminantes tanto por via direta (metal dissolvido na água) quanto por via indireta (transferência nutritiva). os estuários devem receber especial atenção. determinados através da contaminação direta do meio. e que as características físico-químicas da água modificam profundamente a sua toxicidade para ambiente aquático.

O mercúrio é utilizado em uma variedade de aplicações no exército. Estudos conduzidos na região do rio Tapajós.800 tons de mercúrio na troposfera e nas massas de água. devido a um controle mais efetivo. equipamentos eletrônicos. O mercúrio lançado no ecossistema aquático. tem havido um importante desmatamento realizado pela população local para o desenvolvimento da agricultura. principalmente como fungicidas. perfazendo 55% do total consumido.encontrado na forma de compostos organometálicos. Em associação com estas atividades de mineração. O mercúrio é considerado um poluente de alto risco. A queima de combustíveis fósseis é considerada uma fonte de mercúrio. Embora o uso industrial do mercúrio tenha sofrido reduções. utilizando amalgamação com mercúrio. altas concentrações ainda estão presentes nos sedimentos associados a aplicações industriais deste metal. proveniente das atividades minerais e a lixiviação dos solos após o desmatamento. Muitos destes compostos têm importância no uso diário tanto na indústria como na agricultura. odontologia e medicina. CONTAMINAÇÃO MERCURIAL NA AMAZÔNIA: Desde a década de setenta várias técnicas de extração de ouro. De acordo com estudos recentes estima-se que exista de 6. No entanto. O mercúrio na forma natural surge da degradação da crosta terrestre a partir de vulcões e. A preocupação a respeito da poluição do mercúrio. surge dos efeitos à saúde decorrentes da exposição por mercúrio metilado (que é extremamente tóxico) encontrado na água e alimentos aquáticos. etc. recentemente. as indústrias de cloro-soda. pilhas. as fontes artificiais de mercúrio são mais diversificadas do que as naturais. Alguns compostos de mercúrio têm sido utilizados na agricultura.000 a 10. têm sido desenvolvidas na Bacia Amazônica. fabricação de tintas. provavelmente. são consideradas as maiores consumidoras de mercúrio. são considerados os principais fatores para a contaminação deste ecossistema. respectivamente. pela evaporação dos oceanos. além do mais. considerado o maior afluente do rio .

a ocorrência de fibrose pulmonar. provavelmente. fígado e rins o mercúrio é oxidado à forma divalente. dentistas e pessoas ligadas à odontologia podem também se contaminar quando o amálgama de mercúrio é preparado sem proteção adequada ou com ajuda de um aparelho mal conservado. A contaminação pelos diversos compostos de mercúrio também está associada a condições clínicas relacionadas à enfermidades cutâneas. Isto se deve. seus vapores quando inalados. No sangue. têm demonstrado que o mercúrio está presente em todos os compartimentos do meio ambiente. finalmente. podem facilmente atravessar a membrana alveolar até atingir a circulação sanguínea. Dentre os compostos de mercúrio orgânico. Por outro lado. à sua lenta eliminação. O processo de biotransformação do mercúrio inorgânico em metilmercúrio nos ambientes aquáticos é bem conhecido o que torna viável a exposição e contaminação humana pelo consumo de peixes contaminados. Duas horas após a exposição. Portanto. ele não é considerado nocivo se ingerido. uma exposição acima de 1-2 mg/m3 de vapor de mercúrio elementar. muito mais que a forma metálica. TOXICIDADE DO MERCÚRIO: O mercúrio sob forma líquida é muito pouco absorvido pelo trato gastrointestinal. o metilmercúrio é o mais tóxico. Além disto. Este tipo de mercúrio representa a maior fonte de intoxicação verificada em laboratórios industriais e de pesquisa. esta eliminação leva um tempo considerável (até mesmo alguns anos). Embora o nível fatal de mercúrio não seja conhecido. . e é responsável pelos danos mais importantes à saúde observados em humanos. por algumas. Esta forma é também liberada por evaporação na boca de pacientes que possuem amálgamas dentários preparados com mercúrio. observase danos ao pulmão através da formação de uma membrana hialina e. o que pode resultar em uma intoxicação dependendo da quantidade presente de amálgamas. No cérebro e rins. horas causa bronquiolite química aguda e pneumonite.Amazonas.

. coma e morte. A insônia é reconhecida entre um dos sintomas de contaminação crônica do mercúrio há vários anos e desde os primeiros estudos ela vem sendo relacionada à irritabilidade. a disartria (problemas nas articulações das palavras). a parestesia (perda da sensibilidade nas extremidades das mãos e pés e em torno da boca). existe a possibilidade de que a disfunção imune possa influenciar no desenvolvimento e progressão do câncer. resulta em disfunções imunológicas. Os primeiros sintomas afetam geralmente a região perianal e aparecem alguns dias após a exposição. Uma contaminação severa pode causar cegueira. consideradas paradoxais. O mecanismo pelo qual os compostos de mercúrio atuam no sistema imune não está bem esclarecido e as seqüelas clínicas decorrentes da exposição são. áreas específicas do cérebro. como a insônia. Acredita-se que estas alterações no ciclo de sono possam ser explicadas por um severo prejuízo neuropatológico. visão de túnel (constrição do campo visual) e perda da audição. o mercúrio pode ser capaz de desencadear doenças imunológicas (como doença auto-imune) ou promover infecção crônica. portanto. O período médio de latência varia. freqüentemente. além do mais. perda de memória. apatia e baixa estima acentuada. freqüentemente. onde afeta.O sistema nervoso central é o alvo principal do metilmercúrio. alguns estudos têm demonstrado uma relação do mercúrio inorgânico com sintomas neurológicos. estudos recentes apontam a apoptose de linfócitos e monócitos induzida por mercúrio. dificuldade na concentração. como tendo um papel importante na disfunção imune causada por este metal. No entanto. incluindo o mercúrio. associados com a absorção e a ação do mercúrio pelo sistema nervoso central. de 16 a 38 dias. principalmente. como cerebelo e lobos temporais. A intoxicação por metilmercúrio se caracteriza por ataxia (perda da coordenação dos movimentos voluntários). Evidências em um número grande de fontes indicam que a exposição crônica à baixas concentrações de metais pesados. incluindo múltiplos circuitos neurais. Tais disfunções podem gerar deficiências imunoregulatórias. Apesar dos distúrbios neurológicos estarem mais relacionados à contaminação por mercúrio orgânico (principalmente metilmercúrio).

A maioria dos leigos nem sabe os gigantescos malefícios que os metais causam em nosso organismo. Pretendemos mudar essa situação dando informações e explicações aos visitantes. .CONCLUSÃO: Concluímos que a contaminação por metais pesados é importante demais para que não seja tratada com importância pelos meios de comunicação em massa.

Anders. 1852 (Isopodacirolanidade): Implicações para o Modelo do Ligante Biológico. 2004.br/port/conama/res/res05/res35705. 2000. Manufacture.ca/pdf > Acesso em: 20 maio 2007. Copper Its Trade. New York: Longman Scientific & Technical. Indianara. BOBER. Disponível em: www. Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama. 2001. Mariana. KONRAD.mma. . Christopher Frank. Joseph. CARDOSO. 2. e dá outras providências. Kundig. bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes.pdf Acesso em:17 maio 2007.uqam. Ministério do Meio Ambiente. Rio Grande: Furg. Fate. MASON. Liminares e Mecanismos de Toxicidade da Prata no Copépode Eurialino. Biology of freshwater pollution. 1991. Rio Grande: Furg. Use. and Environmental Status. ANDREN. 2006. Disponível em: < www. Ohio: ASM International. North Carolina: SETAC. and Effects. Thomas.BIBLIOGRAFIA: BARCAROLLI. C. ed. PEDROSO. Classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento. Silver in the environment: Transport.gov. F. Mercúrio.facome. Mecanismos e Liminares de Toxicidade Aguda do Cobre no Isópodo Eurialino Excirolana armata Dana. GÜNTER.

8 11.01 mg/L Ag 0.000 cel/mL ou 2 mm3/L 500 mg/L VALOR MÁXIMO 0.34 8.14 Com essa tabela mostraremos o motivo destes metais serem pesados.ÁGUAS DOCES PADRÕES PARÂMETROS Clorofila a Densidade de cianobactérias Sólidos dissolvidos totais PARÂMETROS INORGÂNICOS Cádmio total Chumbo total Cobre dissolvido Cromo total Mercúrio total Níquel total Prata total Zinco total VALOR MÁXIMO 10 ìg/L 20. .001 mg/L Cd 0.92 5.0002 mg/L Hg 0.01mg/L Pb 0.14 8.18 mg/L Zn Com esta tabela falaremos sobre uma lei federal que limita a liberação destes metais no meio ambiente. TABELA INDICANDO A TAXA DE LIBERAÇÃO DOS METAIS PESADOS NO MEIO AMBIENTE PERMITIDO PELO GOVERNO FEDERAL: TABELA I .43 7.6 10.05 mg/L Cr 0.025 mg/L Ni 0.CLASSE 1 .5 7.009 mg/L Cu 0.Anexos: TABELA DE DENSIDADE DOS METAIS PESADOS ELEMENTO Cobre Mercúrio Cromo Níquel Chumbo Cádmio Prata Zinco SÍMBOLO Cu Hg Cr Ni Pb Cd Ag Zn DENSIDADE g/cm3 8.

Recursos: - Local para colocar cartazes Clipes 3 pares de luvas Amostras de metais 1 aquário Maquete 3 mesas .

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful