Constituição da República Federativa do Trinity
Constituição da República Federativa do Trinity
PREÂMBULO
Nós, representantes do povo da Trinity RP, reunidos em Assembleia Nacional Constituinte para
instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e
individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça
como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na
harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das
controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA
REPÚBLICA FEDERATIVA DO TRINITY.
TÍTULO I
DOS DIREITOS UNIVERSAIS DAS PESSOAS
Art. 3º - Toda mulher tem o direito ao respeito e isso deve ser garantido dentro da cidade da
Trinity, qualquer ato contra a mulher como: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial terá
uma pena de banimento da cidade, o processo pode ser feito diretamente na prefeitura, ou
caso chegue alguma denúncia até as autoridades da cidade, essa será encaminhada
diretamente para a prefeitura.
Art. 4º - Todo cidadão deve ter seus direitos de gênero respeitados, a sexualidade do cidadão
não pode ser contestada em nenhum momento, a partir que ele(a) se sente bem com a sua
opção, críticas e zombarias sobre a sua condição se caracteriza homofobia, que perante a lei da
cidade causa banimento a quem causar o perseguir ou tentar o diminuir em qualquer nível:
deveres, xingamentos, além da sentença não ser perdoada dentro da cidade.
Art. 6º - Todo cidadão tem direito de saber sobre processos que o envolvem, desde que não
sejam CONFIDENCIAIS, SIGILOSOS OU INVESTIGATIVOS.
Parágrafo único - Em regra, os processos devem ser averiguados por um(a) advogado(a) ou
membro da Corte Superior.
TÍTULO III
DA ABERTURA DE UM PROCESSO CIVIL
III – O processo inicia-se com a petição da parte autora. Pode ser feita pelo advogado do autor
e/ou por um relator (desembargador ou juiz).
IV – As partes montam a argumentação por escrito e anexam ao processo para análise do juiz.
Na argumentação deve-se constar uma lista das testemunhas arroladas, caso houverem.
VI – O(s) réu(s) podem ser interrogados por ambas as partes. O Juiz define o tempo máximo de
perguntas de cada parte. Após serão ouvidas as testemunhas. Onde as duas partes podem
fazer perguntas.
VII – O(s) réu(s) devem ser informados que podem exercer o direito de permanecer calados e
evitar assim a autoincriminação.
VIII – Por fim, o juiz pode ou não ceder um tempo máximo de 10 min para cada parte fazer a
argumentação final.
Parágrafo Único - Se caso houver acordo entre as partes, O(a) Juiz(a) de Direito irá homologar
o acordo firmado, sendo este publicado no diário oficial do Fórum da Trinity RP.
Art. 9º - O valor da causa será estabelecido na petição inicial, ao qual o Juízo não está
vinculado, mas limitado a ele.
Art. 10º - Fica estabelecido que a parte que perder a ação, pagará ao ADVOGADO(A) da parte
vencedora, honorários sucumbenciais de até 30% sobre o valor da causa ou condenação, a ser
estabelecido pelo(a) Juiz(a) de Direito, que deverá levar em consideração a complexidade da
causa, o empenho e trabalho realizado pelo(a) advogado(a).
TÍTULO IV
DA ABERTURA DE PROCESSOS CRIMINAIS INVESTIGATIVOS COMUNS
Art. 11º - Compete à Polícia Militar e à Polícia Civil, abertura de processo criminal comumaos
crimes e investigações necessárias recorrentes ao cotidiano da cidade, desde que:
III - Seja expedido posterior mandado pela Juíza responsável pelo caso.
Art. 12º - Todo indivíduo que possuir três ou mais reincidências, deve obrigatoriamente fazer
sua limpeza de nome junto a um(a) advogado(a) ou membro da Corte Superior, sob pena de
um processo novo.
TÍTULO V
DO REQUERIMENTO DE PORTE DE ARMA
Art. 13º - Todo cidadão com a ficha limpa e maior de 18 (dezoito) anos, pode entrar com
requerimento de porte de arma de uso permitido.
Art. 14º - Os cidadãos devem se dirigir ao hospital e marcar uma avaliação com psicólogo(a). Se
reprovado no teste psicotécnico, o cidadão deverá pagar novamente o teste para o profissional
médico, que só poderá ser realizado após 24 (vinte e quatro) horas (tempo de nárnia).
Parágrafo único - O valor do processo é R$: 150.000 (cento e cinquenta mil).
Art. 15º - Após emissão do laudo, o cidadão deve procurar um(a) advogado(a) ou membro da
corte superior para o registro de porte de arma de fogo.
Art. 16º – A única arma autorizada para porte de arma de fogo é a Glock e limitado a 50
(cinquenta) munições equipadas em sua arma; O restante das munições deverá ser
acondicionado em cofre de residência.
I - Em caráter de exceção, membros do judiciário podem transportar no porta-malas dos
veículos armamentos destinados a porte de armas, limitados a 4 GLOCKS e 200 munições.
Parágrafo único – O valor dos honorários do(a) advogado(a) ou membro da corte superior fica
estipulado em R$: 75.000 (setenta e cinco mil), não incluso a GLOCK e 50 munições para
cidadão com ficha limpa.
I - O valor de limpeza da ficha é por artigo, dependendo do nível, tem seu valor diferente a ser
cobrado por crime inserido no tablet (MDT):
II - O valor dos honorários do(a) advogado(a) será de R$: 10.000 (cinquenta mil) adicionado ao
valor total resultante do somatório dos crimes.
II - Caso o porte tenha sido aplicado sem ter laudo, ou sem ter sido aplicado no DC do Jurídico
pelo profissional competente.
III - Na limpeza de ficha caso o cidadão tenha porte de arma o mesmo será retirado, e o
cidadão terá que refazer todo o processo de retirada de porte;
III - Cometer qualquer ato infracional, ilegal, ser preso ou responder a um processo criminal;
Art. 18º - O porte de arma de fogo é pessoal, intransferível e revogável a qualquer tempo e
será válido apenas em relação à GLOCK.
Parágrafo Único - Estão isentos da renovação obrigatória do porte de armas, pela prerrogativa
da função, Oficiais Públicos, Militares e Agentes Federais.
TÍTULO VI
DO CASAMENTO
IV - O STF tem prazo de 48h para emitir e publicar a certidão de casamento no cartório.
TÍTULO VII
DO DIVÓRCIO
Art. 21° - A separação consensual e o divórcio consensual, deverá ser realizado através de
um(a) advogado(a) ou membro da corte superior, o qual elaborará uma certidão de divórcio
consensual com a descrição da partilha dos bens comuns e à pensão alimentícia, ainda, ao
acordo quanto à retomada pelo cônjuge de seu nome de solteiro ou à manutenção do nome
adotado quando se deu o casamento.
Parágrafo único - Os honorários advocatícios ficam estipulados de R$: 500.000 (quinhentos mil).
Art. 22° - A separação e divórcio litigioso, ou seja, sem o consenso de pelo menos uma das
partes, deverá ser realizado através de um(a) advogado(a) ou membro da corte superior.
Havendo concordância de uma das partes fica estipulado uma multa indenizatória de no
mínimo R$1.000.000 (um milhão) para parte que não aceitar o divórcio. O advogado
elaborará uma certidão de divórcio litigioso com a descrição da partilha dos bens comuns e a
pensão alimentícia, ainda, ao acordo quanto à retomada pelo cônjuge de seu nome de solteiro
ou à manutenção do nome adotado quando se deu o casamento.
Parágrafo único - Os honorários advocatícios ficam estipulados de R$: 100.000 (cento e
cinquenta).
TÍTULO VIII
DA PENSÃO ALIMENTÍCIA
Art. 23° - No momento do divórcio, havendo filhos menores incapazes, fica estipulado uma
pensão alimentícia de no mínimo R$: 100.000 (cem mil) para o progenitor que ficar com aguarda
do menor. Tal pensão, deverá cobrir os custos como educação, alimentação e
desenvolvimento da criança ou adolescente.
Parágrafo único - Os honorários advocatícios ficam estipulados de R$: 100.000 (cem mil)para
elaboração da petição alimentícia de cada filho menor incapaz.
TÍTULO IX
DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Art. 24° - Toda criança nascida na cidade Trinity RP tem o direito de ser registrada em cartório,
através de um(a) advogado(a) ou membro da corte superior. Na certidão de nascimento
(Reconhecimento Paternal) deve constar o nome dos progenitores responsáveis. O mesmo se
aplica nos casos de adoção.
Parágrafo único - Os honorários advocatícios ficam estipulados de R$: 100.000 (cem mil).
Art. 25° - Configura crime de abandono de incapaz, abandonar pessoa que está sob seu
cuidado, guarda, vigilância ou autoridade, e, por qualquer motivo, incapaz de defender-se dos
riscos resultantes do abandono: Pena – multa de R$: 1.000.000 (um milhão) que deve ser
destinada à criança ou adolescente abandonado(a) e detenção, de 5 a 20 meses.
TÍTULO X
DAS LEIS TRABALHISTAS
Art. 27° - O assédio moral no trabalho desestabiliza o empregado, tanto na vida profissional
quanto pessoal, interferindo na sua autoestima, o que gera desmotivação e perda da
capacidade de tomar decisões. A humilhação repetitiva e de longa duração também
compromete a dignidade e identidade do trabalhador, afetando suas relações afetivas e sociais.
A prática constante pode causar graves danos à saúde física e psicológica, evoluir para uma
incapacidade laborativa e, em alguns casos, para a morte do trabalhador.
Art. 30° - Além das penalidades do Art 4° o agressor pode ser julgado criminalmente por crime
contra liberdade individual e estar sujeito a uma pena de 30 meses de reclusão.
TÍTULO XI
LEI DE PROTEÇÃO AOS VEÍCULOS DE IMPRENSA
Art. 31° - Todo profissional da imprensa, devidamente credenciado, tem o direito a uma
escolta policial em coberturas jornalísticas que ofereçam risco de vida, tal escolta será
concedida mediante solicitação contendo os motivos da necessidade de proteção.
Art. 32° - É expressamente proibido a utilização da escolta para fins pessoais, sendo
exclusivamente para segurança dos(as) profissionais à trabalho.
Art. 33° - A escolta policial deve ser proporcional a periculosidade que a cobertura jornalística
oferece, sendo no mínimo uma viatura com 2 policiais. Em casos de coberturas jornalísticas
que necessitam o uso de helicóptero da imprensa, os(as) profissionais devem ser escoltados
por pelo menos uma aeronave da polícia com 3 policiais. Em casos de extremo risco à vida,
os(as) profissionais poderão utilizar veículos blindados cedidos pela prefeitura da Trinity RP.
Art. 34° - Todo atentado contra a vida de um profissional da imprensa em serviço será
considerado crime hediondo e será julgado conforme a legislação vigente.
TÍTULO XII
DO SISTEMA JUDICIÁRIO E DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA
Art. 35° O Sistema Judiciário da Trinity RP, responsável pela Secretaria de Segurança do
Estado,é composto em sua hierarquia, pelos seguintes cargos públicos e privados:
I - MINISTRO(A)
II – DESEMBARGADOR
III - JUIZ
IV – PROMOTOR DE JUSTIÇA
V – OFICIAL DE JUSTIÇA
VI - ADVOGADO SENIOR
VII - ADVOGADO JUNIOR
VII - ESTAGIARIO
TÍTULO XIII
DAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DO STF
I - Analisar, proceder e julgar os processos das varas cíveis, criminais e da família em segunda
instância;
II - Atualizar os ordenamentos jurídicos presentes;
V - Aplicar a analogia juris, caso não haja legislação vigente sobre o assunto;
I - Analisar, proceder e julgar os processos, de acordo com sua vara específica, em primeira
instância;
VII - Acompanhar diretamente o trabalho dos agentes públicos do governo e auxiliados no que
for necessário, sendo eles, patrulhamentos, ações e investigações do Departamento de Polícia
Militar e Federal;
VIII - Expedir recomendações para órgãos, pessoas jurídicas, instituições e afins, para que
cumpram determinados dispositivos constitucionais e legais.
IX - Ser responsável pela defesa das instituições do Estado, sendo elas: HP, Polícias, Bombeiros
e Judiciário;
III - Acompanhar as decisões do(a) Juiz(a) de Direito e sempre manter os clientes informados;
I - Deter qualquer cidadão, em legítima defesa, algemando até que a autoridade da polícia
federal chegue ao local;
VI - Só poderá ser revistado por um superior da hierarquia policial, após identificação como
membro do judiciário e com o devido uniforme.
TÍTULO XIV
DEPARTAMENTOS DE POLÍCIA MILITAR E CIVIL
Art. 42° - Em caso de processos cíveis contra qualquer um dos Departamentos de Polícia
caberá a defesa da instituição a um(a) advogado(a) particular contratado(a) a critério do
Comando/Delegado responsável.
Art. 44° - O servidor público deverá informar a sua identificação (nome e sobrenome),
juntamente com o passaporte a qualquer pessoa que solicitar.
Art. 45° - Todo o cidadão possui o direito da ampla defesa, assim, sempre deverá ser aferido o
direito a uma ligação e a contratação de um(a) advogado(a);
III - O Aviso de Miranda consiste na obrigação de informar o(a) acusado(a) de seu direito ao
silêncio, de que tudo o que disser poderá ser usado contra si e da garantia de assistência
jurídica, assim como o direito a uma ligação monitorada. O silêncio se refere apenas aos fatos
imputados e não à identificação do indivíduo.
IV - O procedimento de aplicação da Lei Miranda, deverá ser no ato e momento da apreensão,
sob pena de nulidade.
V - Os valores das multas deverão ser repassados ao Oficial Policial responsável e o pela
representação do indivíduo;
Art. 46° - As atividades do Departamento da Polícia Federal são extremamente secretas, deste
modo, o Serviço não é de acesso público;
TÍTULO XV
NEGLIGÊNCIA
Art. 47° - Age com negligência quem, por não proceder com o cuidado a que, segundo as
circunstâncias, está obrigado e de que é capaz:
I - Representar como possível a realização de um facto que preenche um tipo de crime mas
atuar sem se conformar com essa realização;
I - É punível como cúmplice quem, dolosamente e por qualquer forma, prestar auxílio material
ou moral à prática por outrem de um facto doloso.
Art. 49° - Constitui legítima defesa o facto praticado como meio necessário para repelir a
agressão atual e ilícita de interesses juridicamente protegidos do agente ou de terceiros.
TÍTULO XVIII
EXCESSO DE LEGÍTIMA DEFESA
I - Se houver excesso dos meios empregados em legítima defesa, o facto é ilícito, mas a pena
pode ser especialmente atenuada.
II - O agente não é punido se o excesso resultar de perturbação, medo ou susto, não
censuráveis.
TÍTULO XIX
SUBSTITUIÇÃO DA PRISÃO POR MULTA
I - A pena de prisão aplicada em medida não superior a vinte-cinco meses é substituída por
pena de multa ou por outra pena não privativa da liberdade aplicável, exceto se a execução da
prisão for exigida pela necessidade de prevenir o cometimento de futuros crimes.
II - Se a multa não for paga, o condenado cumpre a pena de prisão aplicada na sentença.
III - O limite máximo da pena de prisão é de 200 serviços nos casos previstos na lei.
TÍTULO XX
PROIBIÇÃO DO EXERCÍCIO DE PROFISSÃO, FUNÇÃO OU ATIVIDADE
I - A pena de prisão aplicada em medida não superior a quinze meses é substituída por pena de
proibição, por um período decidido pelo órgão penal, do exercício de profissão, função ou
atividade, públicas ou privadas, quando o crime tenha sido cometido pelo arguido no
respectivo exercício, sempre que o tribunal concluir que por este meio se realizam de forma
adequada e suficiente as finalidades da punição.
a) Violar a proibição;
b) Cometer crime pelo qual venha a ser condenado e revelar que as finalidades da pena de
proibição do exercício de profissão, função ou atividade não puderam por meio dela ser
alcançadas.
NESTES TERMOS