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AGESC

ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DOS GEÓLOGOS DO ESTADO DE SANTA CATARINA

TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA TRABALHOS EM GEOLOGIA

ANO EM EXERCÍCIO 2009

Florianópolis Dezembro de 2008

com 2 .ANO DE EXERCÍCIO 2009 APOIO: AGESC ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DOS GEÓLOGOS DO ESTADO DE SANTA CATARINA Endereço: Rua Dom Jaime Câmara. nº 248 – Centro CEP: 88015-120 – Florianópolis – SC Fone/Fax: (48) 3222-0908 e-mail do Presidente – satogeo@hotmail.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC .

com.br Florianópolis – Janeiro de 2009 3 . tornando-se assim válida para TODOS os profissionais do Estado. foram estabelecidos pela comunidade técnica do estado e será reajustada anualmente. Após a edição de 1997. então presidente da AGESC.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC . Agradecemos aos vários geólogos que colaboram para a atualização desta nova tabela com sugestões ou revisão dos valores apresentados. corrigida e melhorada para o ano em Exercício de 2009. melhor explicado no final deste caderno. com valores estabelecidos em BNT e reformulada pelo mesmo em nova tentativa em 1997. Geólogo Rodrigo Del Olmo Sato Presidente da AGESC Moderador do Grupo AGESC geol_agesc@yahoogrupos. com valores estabelecidos em HT (Horas Técnicas). criada pelo Geólogo Giácomo Liberatore. Os valores em moeda nacional. a nossa profissão. Como já citado na edição anterior esta tabela foi originalmente concebida em 1987 pela AGESC. pelos índices econômicos do Governo. pois este trabalho é necessário para fixarmos um lastro sobre os trabalhos e com isso evitar o aviltamento da profissão que vem ocorrendo com o passar dos anos. o Geólogo Giácomo Liberatore. Esta nova tabela foi reajustada e esperamos que seja usada por todos os profissionais do Estado.ANO DE EXERCÍCIO 2009 APRESENTAÇÃO Caros Profissionais da área de Geologia. Esta tabela tem sido usada inclusive por profissionais de outras áreas e de outras Associações como forma de unificar. nada mais foi atualizado e a Tabela caiu em desuso. o REAL. o IGPM. Desde seu lançamento só recebemos elogios. cadastrados ou não na AGESC. pois a mesma encontra-se homologada pelo CREA-SC. mesmo que parcialmente. Novamente entregamos a todos a TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS para trabalhos de Geologia.

...... da Agronomia....... CARVÃO... RESPONSABILIDADE TÉCNICA OU CONSULTA TÉCNICA) 7 1 REQUERIMENTOS DE PESQUISA.....ENDEREÇOS DOS LABORATÓRIOS CITADOS________________________________________12 16 ..... da Arquitetura............................ FERTILIZANTES...............15 4 ........ANO DE EXERCÍCIO 2009 Sumário ART__________________________________________________________________________________5 1 – GERAIS (ASSESSORIA MENSAL.... da Geologia......... LICENCIAMENTO E PLANO DE PESQUISA________________7 2 ROCHAS E MINERAIS INDUSTRIAIS____________________________________________________7 3 MINERAIS METÁLICOS..............TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC ...... PIROBETUMINOSAS E ROCHAS HALÓIDES ____________________________________________________________________________8 4 HIDROGEOLOGIA_____________________________________________________________________8 5 GEOFÍSICA___________________________________________________________________________8 6 GEOLOGIA AMBIENTAL_______________________________________________________________9 7 MAPEAMENTO / MODELAGENS DIGITAIS_______________________________________________9 8 GEOTECNIA__________________________________________________________________________9 9 TRABALHOS ESPECÍFICOS____________________________________________________________9 10 AVALIAÇÃO E PERÍCIA TÉCNICA____________________________________________________10 11 ECONOMIA MINERAL_______________________________________________________________10 12 DESLOCAMENTOS / DIÁRIAS________________________________________________________10 13 ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS ESPECÍFICAS E LABORATÓRIOS CAPACITADOS___________11 15 . da Geografia e da Meteorologia.....................LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS NÃO CITADOS NA TABELA____________________________12 Rodrigo Del Olmo Sato– Hidrogeólogo______________________________________________________14 Presidente da AGESC -2008-2010__________________________________________________________14 APÊNDICE 01_________________________________________________________________________15 Código de Ética Profissional______________________________________________________________15 Código de Ética Profissional da Engenharia................

00 (quinze reais): I .000.00 De 60. com requerimento e documentos para análise. pois o valor será de acordo com o contrato fechado entre cliente e técnico. c) Para ARTs de elaboração de projetos.000. f) Para ARTs do profissional que projetar.01 até 22. Nesse caso o profissional deverá ter vínculo técnico devidamente aprovado no CREA-SC e registrado através de ART de cargo ou função. II .00 750. em caso de calamidade pública.00 110.000. d) Para ARTs de obras ou serviços.00 150.000.00 De 15.00 450.00 De 22.00 De 150. ambas anotadas no mesmo dia. referentes ao mesmo contrato. 5 . c) R$ 15. oficialmente decretada.01 até 30.000. b) R$ 10. do mesmo profissional.000. a uma ou mais ARTs já cadastradas.ANO DE EXERCÍCIO 2009 ART A ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.000.00 (dez reais): Para elaboração de projetos e execução de edificações econômicas cujas ARTs de projetos tenham sido previamente aprovadas em Programa de Moradia Econômica registrado no Crea/SC. g) Para ARTs de obra/serviço executado para empresa ou instituição que não necessite de registro no CREA-SC mas tenha seção ligada ao exercício profissional inerentes ao sistema CONFEA/CREA’s.00 De 8.00 600.01 até 15. e) Para ARTs de desempenho de cargo ou função técnica.000. direção e execução de obras ou serviços para entidades beneficentes.00 Acima de 300. por co-autoria ou co-responsabilidade. dirigir ou executar obra ou serviço residencial para uso próprio.01 até 150. b) Para ARTs de vinculação.00 VALOR (R$) 30.00 (um real): Para ART referente à emissão de cada Receita Agronômica e de cada Inspeção Técnica de Segurança Veicular.00 (trinta reais): a) Para ARTs de complementação. em entidade pública ou privada.Para ART complementar por falta de espaço no campo Atividades Técnicas da ART inicial. desde que não seja referente a alterações ou aditivos contratuais.000. NÃO está incluída nos valores dos trabalhos.000.000.Para cada contrato anotado em ART Múltipla Mensal para as atividades instituídas pelo Crea/SC.00 TAXAS ESPECIAIS: a) R$ 1.000.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC .00 De 30.00 75. total ou parcial.000.01 até 60. Tabela I .00 300.01 até 300. TAXA MÍNIMA de ART .Valor do Contrato/Obra Número de Ordem 1 2 3 4 5 6 7 8 Valor do Contrato/Obra (R$) Até 8.000. com requerimento e documentos para análise.R$ 30.

VII Em situação de distrato de contrato.Itacorubi CEP : 88034-001 . 2125 .ANO DE EXERCÍCIO 2009 h) Para Projeto de Crédido Rural e/ou Assistência Técnica à agricultura familiar dentro do Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar .Florianópolis .org. VI Não tenha sido emitida a Certidão de Acervo Técnico – CAT da ART a ser retificada. no quantitativo ou no valor do contrato. Fonte: CREA-SC em Dezembro de 2008 . do mesmo profissional. ou VIII Quando solicitado pelo CREA/SC nos casos de exorbitância de atribuições ou de adequação de atividades e quantitativos para registro em acervo técnico.643/000164 Telefone : (0**48) 3331-2000 Fax: (0**48) 3027-2005 E-Mail: crea-sc@crea-sc. para anotação das atividades e quantitativos da obra ou serviço concluídos sob a sua responsabilidade. ISENÇÃO DE TAXA de ART: Para as ARTs de substituição. do mesmo profissional.511.SC CGC: 82.RESOLUÇÃO Nº 0502/2007 DO CONFEA CREA-SC Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia de Santa Catarina Endereço : Rodovia Admar Gonzaga. nos casos em que: I Não seja alterado o profissional responsável. III Não haja acréscimo no valor da taxa da ART. i) Para ARTs de substituição. para correção de dados que não insida nos casos de isenção de taxa. IV Não ocorra alteração na atividade.PRONAF. II Não seja alterada a empresa contratada. desde que não ocorra acréscimo na quantidade. no valor do contrato ou na taxa da ART.br Expediente interno: 08:00 às 18:30hs Atendimento: 12:00 às 18:00hs 6 .TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC . V A ART não tenha sido retificada anteriormente.

500.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC .00 35.00 55.00 R$ 1. rotativa. etc) (por metro) Planta de Usina de Britagem.1 Requerimento de Pesquisa + Plano de Pesquisa .600. R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 330.12 1.00 7 .00 3.00 1.00 6.06 3.U – Diário Oficial da União R$ 40.00 60. etc) Análises Físico-químicas (Cor. Peneiramento.2 Requerimento de Licenciamento – Qualquer Substância (Não incluídas as Taxas) 2 3.00 180.00 3.ANO DE EXERCÍCIO 2009 VALORES VIGENTES ATÉ JANEIRO DE 2010 1 – GERAIS (ASSESSORIA MENSAL.00 280.300.O.00 120.O.01 3.6 Defesa de Autos de Infração (Exige análise primária) 1.00 2.3 Acompanhamento mensal do Processo junto ao DNPM e FATMA 1.10 1.02 3. Fusibilidade.14 3.300.00 530.16 3.00 850. Teor.00 55.00 230.00 4. RESPONSABILIDADE TÉCNICA OU CONSULTA TÉCNICA) 1.100.00 3.8 Visita Técnica quando necessário (Não incluída a Taxa de deslocamento) 1.15 3.5 Avaliação de Autos de Infração 1.00 130.200. Cubagem ou reavaliação de Cubagem (qualquer método).03 3. Análise Petrográfica Macroscópica (Amostra de mão).00 330.00 180.00 2.00 60.00 530. LICENCIAMENTO E PLANO DE PESQUISA R$ 1.20 ROCHAS E MINERAIS INDUSTRIAIS Locação de Pontos para Sondagem/Pesquisa (GPS) Coleta / Amostragem (Preliminar.1 Consulta no D.00 1.14 Audiência junto ao DNPM / FATMA / IBAMA / CREA DIPEM – Declaração de Investimento em Pesquisa Mineral TCFA – Taxa de Controle de Fiscalização Ambiental (IBAMA) Emissão de Guia de Taxa Anual por Hectare Solicitação e Renovação de Guia de Utilização 1 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 230. Calha.00 530.00 10.12 3.000 Planta / Mapa específico (Temático) escala superior a 1:50.00 35.19 3.04 3.13 3.600.11 3.00 REQUERIMENTOS DE PESQUISA.00 5.00 550. Relatório de Suspensão e Paralisação de Lavra e fechamento de mina.11 1. etc) com emissão de laudo (Não incluída o custo laboratorial) Análise Petrográfica em lâmina delgada (por lâmina).7 Acompanhamento da CFEM (Exige acompanhamento do Contador da empresa) 1.00 180.800.000 Edital de Disponibilidade – Qualquer substância Sondagem a Trado em Terra Firme (por Furo até 10 m) Sondagem a Trado em Leito de Rio (por Furo até 10 m) Sondagem com perfuratriz (roto-pneumática.05 3.2 Acompanhamento mensal do D. Análise de Rochas Ornamentais (resistência mecânica.00 1.13 1. extensiva.17 3. Estudo de Disposição de Rejeitos.07 3. química e grau de polimento) Relatório Parcial de Pesquisa até 50 ha Relatório Parcial de Pesquisa acima de 50 ha (acréscimo por cada ha) Relatório Final de Pesquisa até 50 ha Relatório Final de Pesquisa acima de 50 ha (acréscimo por cada ha) Planta / Mapa específico (Temático) escala 1:1 até 1:50.00 1.500.Qualquer Substância (Não incluídas as Taxas e emolumentos) 2.09 3.4 Renovação de Licenças Ambientais (Não incluídas as Taxas e emolumentos) 1.18 3.10 3. Pontual.00 120.300.600.U – Diário Oficial da União 1. SiO2.9 Protocolo junto ao DNPM / FATMA / IBAMA / CREA 1.08 3.

200.300.15 Planta de Usina de Beneficiamento.01 6. etc) Acompanhamento laboratorial e laudo Hidrogeológico (Não incluída o custo laboratorial) 5.500.02 5.00 R$ 4.19 Outorga do Uso de Águas Subterrâneas 5 6.00 4 5.05 5.00 R$ 3.07 HIDROGEOLOGIA R$ 4.08 Montagem de Plantas de Indústria de Envase de Água Mineral 5.04 GEOFÍSICA Sondagem Elétrica Vertical – SEV (por sondagem até 50 m de profundidade) Sondagem Elétrica Vertical – SEV (por sondagem acima de 50 m de profundidade) Sísmica de Refração (por medida) Sísmica de Reflexão (por medida) R$ 800.000 4.000.00 R$ 3.09 Relatório Final de Pesquisa acima de 50 ha (acréscimo por ha) 4.00 R$ 280.00 R$ 1.00 R$ 180.14 Acompanhamento da Equipe de Perfuração e Descrição do Perfil Litológico 5. densidade.00 R$ 8.02 4.00 R$ 2.000.300.800.04 Análise Petrográfica em lâmina delgada (por lâmina).05 Análise Petrográfica Macroscópica (Amostra de mão).200.00 R$ 10.00 R$ 15.06 5.000.GPS) Coleta / Amostragem (Preliminar.02 6.200.000.000.ANO DE EXERCÍCIO 2009 3 4.00 R$ 150.01 5. extensiva.04 5.000.00 R$ 8.00 R$ 2.00 R$ 1.18 Estudo de influência hidrodinâmica entre poços 5.16 Relatório de Suspensão e Paralisação de Lavra e fechamento de mina. Calha. 4. Pontual. poder calórico.00 R$ 3.000.13 Sondagem a Trado em Terra Firme (por Furo até 10 m) 4.800.000 4.18 Cubagem ou reavaliação de Cubagem (qualquer método).00 R$ 6.500.00 R$ 20.000.17 Estudo de Disposição de Rejeitos.00 R$ 1.00 R$ 3. 4.11 Estudo de área de Proteção (em área com portaria de lavra anteriores à Portaria.500.200.03 MINERAIS METÁLICOS.00 R$ 230.08 Relatório Final de Pesquisa até 50 ha 4.00 430.231. emissão de sulfetos.00 Locação de Pontos para Sondagem (Sistema de Posicionamento Global .03 5.00 R$ 15.12 Edital de Disponibilidade (para pesquisa) 5. 4.00 R$ 6. 4.06 Relatório Parcial de Pesquisa até 50 ha 4.14 Sondagem a Trado em Leito de Rio (por Furo até 10 m) 4.03 6.000.07 Relatório Parcial de Pesquisa acima de 50 ha (acréscimo por ha) 4.00 R$ 2.10 Planta / Mapa específico (Temático) escala 1:1 até 1:50. etc) com emissão de laudo (Não inclui o custo laboratorial) 4.100.00 R$ 3. BTEX. Físico-química.00 8 .00 R$ 2.200.00 R$ 6.300.200.00 R$ 430.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC .00 Adequação e Ampliação de Indústria de Envase de Água Mineral Locação de Poços Tubulares Profundos / Monitoramento / Caixas de Captação Assepsia de Poço tubular Profundo / Caixa de Captação Teste de Vazão unitário (método do tambor calibrado ou tubo de pitot) Teste de Bombeamento (acompanhamento mínimo 24 hrs) Coleta Específica (Bacteriológica.09 Relatório preliminar de viabilidade econômica para Água Mineral / Balneário 5.15 Modelagem e Construção de Caixas de Captação de Fontes 5.12 Edital de Disponibilidade – Qualquer substância 4. etc) Análises Físico-químicas (Teor.00 R$ 4.00 R$ 230. FERTILIZANTES. D.500.11 Planta / Mapa específico (Temático) escala superior a 1:50.U.13 Edital de Disponibilidade (para lavra) 5.O. R$ 530.16 Modelagem matemática 2D de Fluxo de Água ou Contaminantes subterrâneos 5.00 R$ 900.00 R$ 550.17 Modelagem matemática 3D de Fluxo de Água ou Contaminantes subterrâneos 5.300.10 Relatório Final de Pesquisa e Estudo de área de proteção para Água Mineral Envase e/ou Balneário 5.00 R$ 2.00 R$ 550. PIROBETUMINOSAS E ROCHAS HALÓIDES R$ R$ 350. Turbidez.00 R$ 130.00 R$ 2. 4.00 R$ 5.600. CARVÃO.01 4. 07/08/1998) 5.

00 R$ 6.00 1.Tamanho A2 até A0 Modelagem Digital 3D (Modelos Digitais de Terreno) 8 GEOTECNIA R$ 2. Geotécnico e Hidrogeológico para Hidrelétricas (até 50 ha) Estudo Geológico.200.10 RCA – Relatório de Controle Ambiental (até 50 ha) 7.02 8.tamanho A2 até A0 Mapeamento Digital 2D (com digitalização de cartas e mapas) escala acima de 1:50.800. LAI.500.tamanho A4 até A2 Mapeamento Digital 2D (com digitalização de cartas e mapas) escala 1:1 até 1:50.04 8.Plano de Recuperação Ambiental de área Degradada (acima de 50 ha. Cumprimento de Exigência de Terceiros (trab.05 Coleta de Pontos com GPS (Incluída a Consulta de disponibilidade no DNPM) Consulta no DNPM de disponibilidade de área (Quando fornecidos os pontos) Análise preliminar de viabilidade econômica de Jazidas.02 9.00 120.200.02 10.000 .11 DIA .05 MAPEAMENTO / MODELAGENS DIGITAIS R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.07 PRAP .03 7.00 550.00 R$ 4. acréscimo por ha) 7.00 R$ 5. LAO ) – Terra Firme Licenciamento Ambiental (LAP.00 R$ 3.00 2.Plano de Controle Ambiental (até 50 ha) 7.01 8.200.00 8.300.00 1.00 R$ 900.800.00 2.03 8.02 7.04 7.Plano de Recuperação Ambiental de área Degradada (até 50 ha) PRAD .06 Gravimetria (por medida) Magnetometria (por medida) 6.08 PRAP .00 R$ 12.03 10.00 850.não incluído o vôo) R$ R$ R$ R$ R$ 280.00 170. Geotécnico e Hidrogeológico para Hidrelétricas (acima de 50 ha – acréscimo por ha) Estudo Geotécnico de estabilidade de Taludes (Obras diversas) (até 50 ha) 9 TRABALHOS ESPECÍFICOS R$ 600.600.04 Análise de Permeabilidade de Solos – com laudo (por análise) Estudo Geológico.Plano de Recuperação Ambiental Paisagístico (acima de 50 ha.00 5.200.Diagnóstico Ambiental e Auditoria Ambiental na Mineração (até 50 ha) 7.03 9.00 Licenciamento Ambiental (LAP.00 330.05 7.01 9. LAO ) – Leito de Rio Licenciamento Ambiental (LAP.12* EIA /RIMA– Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental 7.200.Caminhamento Elétrico (por metro linear) 6 7.13 Relatórios técnicos de monitoramento ambiental (durante a vigência da LAO) 7 8. LAO ) – Águas Subterrâneas Consulta FATMA / IBAMA / POLICIA AMBIENTAL PRAD .04 10.09 PCA .01 7.00 R$ 2.06 GEOLOGIA AMBIENTAL R$ 3.000 .00 2.300.tamanho A4 até A2 Mapeamento Digital 2D (com digitalização de cartas e mapas) escala acima de 1:50. LAI.00 R$ 1.300. realizados por outros profissionais) Levantamento por foto aérea (Vôo Doméstico.00 R$ 2.00 Mapeamento Digital 2D (com digitalização de cartas e mapas) escala 1:1 até 1:50. acréscimo por ha) 7.200.00 1.00 10.Plano de Recuperação Ambiental Paisagístico (até 50 ha) 7.00 9 .200.000 .ANO DE EXERCÍCIO 2009 6. sem escala .200.00 Livre 900.00 2.01 10.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC .300.000 .7 Eletrorresistividade . LAI.00 9.05 6.

000) Pesquisa Geológica para Arqueologia / Paleontologia (cada 50 ha) Pesquisa Gemológica / Mineralógica (Avaliação e Gemas e Minerais) – por análise com laudo Projeto Técnico de Extração.00 11.100.200.000) Cessão Parcial (Requerimento de Pesquisa / Portaria de Lavra) Cessão Total (Requerimento de Pesquisa / Portaria de Lavra) Mapeamento Geológico de Detalhe (até 50 ha.14 10.00 3.05 Relatório Anual de Lavra – RAL – com Guia de Utilização Relatório Anual de Lavra – RAL – Licenciamento sem PAE Relatório Anual de Lavra – RAL – Licenciamento com PAE Relatório Anual de Lavra – RAL – com Decreto de Lavra e/ou Portaria de Lavra Reavaliação de Jazidas 12 DESLOCAMENTOS / DIÁRIAS 13.00 R$ 5. escala até 1:500.00 5.01 Laudo Pericial de ingresso judicial em área de pesquisa (até 50 ha) 11.09 10.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC .200.00 35.acréscimo por ha) 10 AVALIAÇÃO E PERÍCIA TÉCNICA R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1.00 R$ 650.07 10.00 880.00 R$ 1.02 13.00 380.13 10.000) Mapeamento Geológico de Semi-detalhe (até 50 ha.ANO DE EXERCÍCIO 2009 10.6 Diária do Técnico (Alimentação + Hospedagem) R$ 3.200.04 12.00 180. Segurança de Saúde Parecer Técnico geológico para Loteamentos (até 5 ha) Parecer Técnico geológico para Loteamentos (entre 5 e 15 ha) Parecer Técnico geológico para Loteamentos (acima de 15 ha .00 2.03 13.01 12.16 10.00 3.Fotointepretação (escala 1:25.100.200.000) Mapeamento Geológico Regional (até 100 ha.04 13.00 R$ 1.05 Deslocamento 0 km a 50 km (Considerando Ida e Retorno) Deslocamento 50 km a 150 km (Considerando Ida e Retorno) Deslocamento 150 km a 300 km (Considerando Ida e Retorno) Deslocamento 300 km a 500 km (Considerando Ida e Retorno) Deslocamento > 500 km (Considerando Ida e Retorno) por Km adicional 13.00 230.200. Recuperação Ambiental.00 10 .00 550.02 12.08 10.000.500.02 Laudo Pericial de ingresso judicial em área de pesquisa (acima de 50 ha) 11 ECONOMIA MINERAL 12.12 10.300.00 5.00 1.15 10. escala até 1:25.11 10.200.01 13.00 4.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ 120.200.00 R$ 650.00 1.00 R$ 2.50 130. escala até 1:50.600.00 1.06 10.17 Levantamento por Foto Aérea .10 10.03 12.800.

teores < de 1000ppm de Cu. nitratos. K. Sólidos Totais Dissolvidos. boro. Cor Aparente. As. bicarbonatos. estrôncio. Pb. Salinidade. cromo. dureza em CaCO3. Co. manganês. zinco) Análise Química de Fritas X Análise Química Elementar (Ca. Zn. Pt e Pd – mét. pH. Ag. Turbidez) X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Análise Térmica Diferencial – ATD Análise Termogravimétrica – ATG Coração Negro Confecção de lâmina petrográfica delgada Dilatometria – AD Determinação argilo-minerais– difratometria de raio-X Det. Coliformes Totais. Amônia. tungstênio. oxigênio consumido. brometos. vanádio. lítio. fosfatos. Ca. Li. amônio. resíduo de evaporação. arsênio. Cloretos. cálcio. Mo Min. Cr. Ortofosfato. Ba. Fe. Dureza Total. selênio. nitrogênio amoniacal e albuminóide em NH3. abaixamento crioscópico. X X Pb. X X fluoretos. potássio. Condutividade. LAMIN RJ . Ferro Total. ferro total. silício. chumbo. sólidos totais dissolvidos.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC . de argila – pérola fundida – 10 óxidos maiores Minerais do grupo do talco– pérola fundida– 10 óxidos maiores Perda ao Fogo Preparação de Amostras (moagem. etc) X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 11 . sódio. Nitrito. Manganês. pressão osmótica. Pb. nitritos. RC e Auger. Ni. Coliformes Fecais. insolúveis em HCl (rochas Carbonáticas) Determinação de Cloreto Solúvel e Enxofre Total Determinação de Sais Solúveis (Na. Cu. pH. Ni. Co e Cr Análise de Potabilidade Total (Alcalinidade Total. maiores e Elem. V) XAnálises de Overlimits – P/ amostras de Drill Core. Fire Assay/ AAS X Análise de viscosidade X Análise granulométrica – granulômetro a laser X X Análise granulométrica – peneiramento via seca e Via úmido X X X Análise petrográfica macroscópica 3 X Análise Química Hidrogeológica (Aspecto natural. magnésio. turbidez. titânio. Mg) Determinação de Carbonatos Determinação de Curva de Greisificação Determinação do índice de Plasticidade Determinação da Densidade (aparente e real) Determinação de Fusibilidade Determinação de Retração de Queima e Secagem Determinação de Absorção de água Determinação de Cor de Queima Determinação de Curva de Compactação Determinação do Módulo de resistência a flexão ICP – determinação multi-elementar para Cu. Traços X Análise de teor de Au. Sn. cobre. sulfatos. quarteamento. Ni. cobalto. cor. cloretos. escândio. Na. Mn. carbonatos. bário.ANO DE EXERCÍCIO 2009 13 ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS ESPECÍFICAS E LABORATÓRIOS CAPACITADOS PRINCIPAIS ANÁLISES LAMIR UFPR Curitiba CET SENAI Tijucas HIDRO CLÍNICA Florianóp. K. Oxigênio Consumido. molibdênio. condutividade. níquel.RJ BONDAR CLEGG GO CTCmat SENAI Criciúma Análise de dilatação linear X Análise de porosidade aparente X Análise de resistência mecânica a flexão X Análise de solo – pastilha prensada – 10 óxid. Nitrato. berílio. odor. Zn. Zn. de minerais de rocha – difratometria de raios-X Determinação de Cálcio expresso em CaO (Para rochas Carbonáticas) Determinação de Magnésio expresso em MgO ( rochas Carbonáticas) Determinação de substânc. cádmio. alumínio.

Gerente Técnico: Gilda de Souza Rodrigues da Silva Fone: (48) 431-7515 E-mail: laec@satc.Modulo 22. .edu.br 3 – HIDROCLÍNICA . centro – Tijucas – SC. CINZAS. de Janeiro CEP: 22290-240 – Tel: (021) 295-0032. Fone: (48) 3233-3013 Celular: 9982-2001 Web: hidroclinica. ENSAIO DENSIMÉTRICO) 2 – Laboratório de Análises Sedimentológicas – UFSC.E-mail: Hidroclinica@hidroclinica. e-mail: tijucas@senai-sc.com. Rua Francisco H. Pasteur.Fax: 48-433. Edson Avila ou Eliane dos Santos.: 48-431.LAEC/SATC . Postal 3247 CEP 88802-230.BONDAR CLEGG Brasil Ltda. ENSAIO DE MOABILIDADE – HGI. HIGROSCOPIA). Fax: (021) 542-3647 5 .LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS NÃO CITADOS NA TABELA 1 . telhas ) X X X 15 . Luziania.Br .Jardim das Américas .Centro Politécnico .7100 . 12 . Rua General Lauro Sodré. SUPERFICIAL.ind.CENTRO DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS – CTCmat.Cep: 81. ORGÂNICO). 101. ENSAIO GRANULOMÉTRICO.br (Realizam ensaios AMOSTRAGEM EM CAMPO. Coqueiros. SULFÁTICO. 404 Urca .Av. RESIDUAL. Km 163. PODER CALORÍFICO SUPERIOR.Criciúma SC Brasil Tel. 48-8807 2402 – Tratar com o Geól.Laboratório de Análises e Ensaios do Carvão . 100 .Caixa Postal: 19062 .br 4 – LAMIN – CPRM – Laboratório de análises Minerais .ENDEREÇOS DOS LABORATÓRIOS CITADOS 1 .edu.com.Fone: (41) 3361 3281 .S. Fone/Fax (48) 263-8600. n° 300 Santa Mônica CEP: 88035-400 Florianópolis/ SC. Consult Ltda .Rua Papa João XXIII 340. 300 Cx.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC . dos Santos. MATÉRIA VOLÁTIL. Brasil Tel.Curitiba – Paraná Contato . 3 – Análises Petrográficas Macro e Micro .531-980 .R.LAMIR – Laboratório de análises Minerais. GO. Quadra 27 VPD-DAIL. SC – Tel: 48-3028 1476 – cel. UMIDADE (TOTAL. 55 61 620 1858 Fax 55 61 620 1633 6 .br ou gilda@satc. Florianópolis. INDICE DE LIVRE INCHAMENTO – FSI.ANO DE EXERCÍCIO 2009 Rochas calcárias/silicatadas – pérola fundida – 10 óxidos maiores Ensaios Gerais em Peças Cerâmicas (Tijolos. CEP:88200-000. CARBONO FIXO.A. PIRÍTICO.0052 16 . DENSIDADE "IN SITU".Rua Eurico Hosterno.Fax: (41) 3361 3671 2 – SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Br. ENXOFRE (TOTAL.

TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC .ANO DE EXERCÍCIO 2009 13 .

com 14 .01 Coleta de Pontos com GPS (Incluída a Consulta de disponibilidade no DNPM) R$ 280.ANO DE EXERCÍCIO 2009 OBSERVAÇÕES: 1 – Áreas da geologia com pouca aplicabilidade no cenário atual do Estado serão. 2 – Novas sugestões de trabalhos que não constem na Tabela Mínima de Honorários podeão ser encaminhadas ao Presidente da AGESC no endereço eletrônico satogeo@hotmail. 3 – Os diversos trabalhos englobados foram subdivididos em partes para que se torne mais prático a análise parcial ou seqüencial de um empreendimento.02 Deslocamento 50 km a 150 km (Considerado Ida e Retorno) R$ 180. Rodrigo Del Olmo Sato– Hidrogeólogo Presidente da AGESC -2008-2010 satogeo@hotmail. da Fundação Getúlio Vargas. como por exemplo: Contrato para determinar se uma área específica está localizada dentro de um alvará de pesquisa na cidade de Tijucas (o técnico encontra-se em Florianópolis). Pela tabela o procedimento de montagem do orçamento será: 10. agregadas na tabela e com isso ela será constantemente atualizada.00 __________ ____________ Valor total do contrato: R$ 460.00 + 13.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC . com o passar do tempo.com para serem analisadas e encartadas oportunamente.00 CORREÇÕES MONETÁRIAS As correções serão anuais e levarão em conta o índice econômico do IGPM/ FGV.

com igualdade de tratamento entre os profissionais e com lealdade na competição.Os profissionais são detentores do saber especializado de suas profissões e os sujeitos próativos do desenvolvimento. nas gerações atual e futura. e na incolumidade das pessoas. Artigo 6º . da Arquitetura.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC . Do Relacionamento Profissional: A profissão é praticada pelo relacionamento honesto. preceitos próprios de conduta atinentes às suas peculiaridades e especificidades. justo e com espírito progressista dos profissionais para com os gestores. de seu ambiente e de seus valores.ANO DE EXERCÍCIO 2009 APÊNDICE 01 Código de Ética Profissional Código de Ética Profissional da Engenharia.As modalidades e especializações profissionais poderão estabelecer.O código de ética profissional enuncia os fundamentos éticos e as condutas necessárias à boa e honesta prática das profissões da Engenharia. tendo como objetivos maiores a preservação e o desenvolvimento harmônico do ser humano. preservação.O objetivo das profissões e a ação dos profissionais volta-se para o bem estar e o desenvolvimento do homem. pelas expressões artísticas que utilizam e pelos resultados sociais. econômicos e ambientais do trabalho que realizam. Artigo 2º . adoção. assegurando os resultados propostos e a qualidade satisfatória nos serviços e produtos e observando a segurança nos seus procedimentos. da Agronomia. nas suas raízes históricas. em seu ambiente e em suas diversas dimensões: como indivíduo. Da Eficácia Profissional: A profissão realiza-se pelo cumprimento responsável e competente dos compromissos profissionais munindo-se de técnicas adequadas. manifestando-se pela prática tecnológica.Os preceitos deste Código de Ética Profissional têm alcance sobre os profissionais em geral. Artigo 3º . divulgação.A prática da profissão é fundada nos seguintes princípios éticos aos quais o profissional deve pautar sua conduta: Do Objetivo da Profissão: A profissão é bem social da humanidade e o profissional é o agente capaz de exercê-la. destinatários. Da Honradez da Profissão: A profissão é alto título de honra e sua prática exige conduta honesta. 15 .As profissões são caracterizadas por seus perfis próprios. da Geografia e da Meteorologia e relaciona direitos e deveres correlatos de seus profissionais. nação. ordenadores. da Geologia. e aplicação. Da Identidade das Profissões e dos Profissionais: Artigo 4º . e seus bens e de seus valores.As entidades instituições e conselhos integrantes da organização profissional são igualmente permeados pelos preceitos éticos das profissões e participantes solidários em sua permanente construção. da Agronomia. comunidade. sociedade. beneficiários e colaboradores de seus serviços. da Geologia. e humanidade. digna e cidadã. quaisquer que sejam seus níveis de formação. Da Intervenção Profissional sobre o Meio: A profissão é exercida com base nos preceitos de desenvolvimento sustentável na intervenção sobre os ambientes natural e construído. colocado a serviço da melhoria da qualidade de vida do homem. Artigo 5º . Da Natureza da Profissão: A profissão é bem cultural da humanidade construído permanentemente pelos conhecimentos técnicos e científicos e pela criação artística. em consonância com este Código de Ética Profissional. modalidades ou especializações. Dos Princípios Éticos: Artigo 8º . família. da Geografia e da Meteorologia Preâmbulo: Artigo 1º . da Arquitetura. Artigo 7º . pelo saber cientifico e tecnológico que incorporam.

Atuar com imparcialidade e impessoalidade em atos arbitrais e periciais. Manter-se informado sobre as normas que regulamentam o exercício da profissão. Divulgar os conhecimentos científicos. e da coibição das transgressões éticas. Dos Deveres: Artigo 9º . Alertar sobre os riscos e responsabilidades relativos às prescrições técnicas e às conseqüências presumíveis de sua inobservância.No exercício da profissão são condutas vedadas ao profissional: Ante o ser humano e seus valores: 16 . Considerar o direito de escolha do destinatário dos serviços. aos princípios e recomendações de conservação de energia e de minimização dos impactos ambientais. artísticos e tecnológicos inerentes à profissão. Ante o Meio: • • • Orientar o exercício das atividades profissionais pelos preceitos do desenvolvimento sustentável. Preservar e defender os diretos profissionais. alternativas viáveis e adequadas às demandas em suas propostas. Harmonizar os interesses pessoais aos coletivos.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC . Fornecer informação certa. Contribuir para a preservação da incolumidade pública. Considerar em todos os planos. Das Condutas Vedadas: Artigo 10º . Resguardar o sigilo profissional quando do interesse de seu cliente ou empregador. salvo se havendo obrigação legal de divulgação ou da informação. Desempenhar sua profissão ou função nos limites de suas atribuições e de sua capacidade pessoal de realização. Conservar e desenvolver a cultura da profissão. projetos e serviços as diretrizes e disposições concernentes à preservação e ao desenvolvimento dos patrimônios sócio-cultural e ambiental. Preservar o bom conceito e o apreço social da profissão. Nas Relações com os Demais Profissionais: • • • Atuar com lealdade no mercado de trabalho. ofertando-lhe.No exercício da profissão são deveres do profissional: Ante o ser humano e a seus valores: • • • • Oferecer seu saber para o bem estar da humanidade. sempre que possível. Ante a Profissão: • • • • • Identificar-se e dedicar-se com zelo a profissão. Nas relações com os clientes. precisa e objetiva em publicidade e propaganda pessoal.ANO DE EXERCÍCIO 2009 Da Liberdade e Segurança Profissional: A profissão é de livre exercício aos qualificados. empregados e colaboradores: • • • • • • • Dispensar tratamento justo a terceiros. Atender. Empenhar-se junto aos organismos profissionais para a consolidação da cidadania e da solidariedade profissional. sendo a segurança de sua prática interesse coletivo. observando o princípio de igualdade de condição. execução de obras ou criação de novos produtos. observando o princípio da equidade. Adequar sua forma de expressão técnica às necessidades do cliente e as normas vigentes aplicáveis. quando da elaboração de projetos.

de forma injustificada e sem prévia comunicação. discriminatórios ou para auferir vantagens pessoais. Utilizar indevida ou abusivamente do privilégio de exclusividade de direito profissional. À representação institucional. ou conquista de contratos.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC . destacadamente: • • • • À livre associação e organização em corporações profissionais. Empregados e Colaboradores: • • • • • • • Formular proposta de salários inferiores ao mínimo profissional legal. emprego. à saúde humana ou ao patrimônio cultural. Usar de privilégios profissionais ou faculdade decorrente da função de forma abusiva. prescrição técnica ou qualquer ato profissional que possa resultar em dano ao ambiente natural. Usar de artifícios ou expedientes enganosos que impeçam o legítimo acesso dos colaboradores às devidas promoções ou desenvolvimento profissional. Impor ritmo de trabalho excessivo ou exercer pressão psicológica ou assedio moral sobre seus colaboradores.São reconhecidos os direitos individuais universais inerentes aos profissionais. Agir descriminatoriamente em detrimento de outro profissional ou profissão. À exclusividade do ato de ofício a que se dedicar. ganhos marginais.São reconhecidos os direitos coletivos universais inerentes às profissões. 17 . Descuidar-se com as medidas de segurança e saúde do trabalho sob sua coordenação. Dos Direitos: Artigo 11º . Ao reconhecimento legal. Omitir ou ocultar fato de seu conhecimento que transgrida a ética profissional. Usar de artifícios ou expedientes enganosos para a obtenção de vantagens indevidas. função ou tarefa para os quais não tenha efetiva qualificação. procedimentos e forma de expressão. proposta. Referir-se preconceituosamente a outro profissional ou profissão. Prestar de má fé orientação. contrato. suas modalidades e especializações. Apresentar proposta de honorários com valores vis ou extorsivos ou desrespeitando tabelas de honorários mínimos aplicáveis. Nas Relações com Clientes. Ante a Profissão: • • • Aceitar trabalho. À liberdade de escolha de métodos. Ao gozo da exclusividade do exercício profissional. para fins. facultados para o exercício de sua profissão. prescrição técnica ou qualquer ato profissional que possa resultar em dano às pessoas ou a seus bens patrimoniais. Artigo 12º . Ante o Meio: • Prestar de má fé orientação. Suspender serviços contratados. Ao uso do título profissional. Atentar contra a liberdade do exercício da profissão ou contra os direitos de outro profissional. Nas Relações com os Demais Profissionais: • • • • Intervir em trabalho de outro profissional sem a devida autorização de seu titular salvo no exercício do dever legal. destacadamente: • • • • À liberdade de escolha de especialização. proposta.ANO DE EXERCÍCIO 2009 • • • Descumprir voluntária e injustificadamente com os deveres do ofício.

Arquitetura e Agronomia de Santa Catarina – CREA-SC 18 . descumpra os deveres do oficio. À competição honesta no mercado de trabalho. a partir das disposições deste Código de Ética Profissional.Constitui-se infração ética todo ato cometido pelo profissional que atente contra os princípios éticos.TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS – AGESC . À recusa ou interrupção de trabalho. contrato. emprego.ANO DE EXERCÍCIO 2009 • • • • • • • • À justa remuneração proporcional à sua capacidade e dedicação e aos graus de complexidade. Ao provimento de meios e condições de trabalho dignos. função ou tarefa quando julgar incompatível com sua titulação. pratique condutas expressamente vedadas ou lese direitos reconhecidos de outrem. e de seu trabalho. capacidade ou dignidade pessoais. experiência e especialização requeridos por sua tarefa. na forma que a lei determinar. À proteção do seu título de seus contratos. Artigo 14º . risco. À proteção da propriedade intelectual sobre a criação. Fonte : Conselho Regional de Engenharia. À propriedade de seu acervo técnico profissional.A tipificação da infração ética para efeito de processo disciplinar será estabelecida. À liberdade de associar-se a corporações profissionais. eficazes e seguros. Da Infração Ética: Artigo 13º .