3 Mat2
3 Mat2
MATEMÁTICA
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Álgebra FRENTE 1
MATEMÁTICA
MÓDULO 16 Fatorial e Números Binomiais
Consequência
Exemplo
6! = 6 . 5 . 4 . 3 . 2 . 1 = 720
1. (UA-AM) – Simplifique a expressão:
2. Números Binomiais (n + 1)! + n!
–––––––––––––, (n ∈ ⺞, n ≥ 1)
(n + 2)!
Definição
Resolução
Sendo n, k ∈ ⺞, o número binomial de ordem n e
(n + 1)! + n!
classe k, ou binomial de n sobre k, representado por A experessão –––––––––––––, pode ser reescrita
(n + 2)!
n
k , é definido por da forma:
(n + 1) . n! + n!
n n!
k = ––––––––––––, se n ≥ k
k! (n – k)!
––––––––––––––––––
(n + 2) . (n + 1) . n!
n
k = 0, se n < k No numerador da fração, n! é fator comum,
então podemos colocá-lo em evidência:
Exemplos n! [(n + 1) + 1]
––––––––––––––––––
(n + 2) . (n + 1) . n!
1. 2 = 0, pois 2 < 7.
7
Simplificando n! do númerador com n! do deno-
10! 10 . 9 . 8 . 7!
2. 10 = ––––– = –––––––––––– = 120
3 3! 7! 3 . 2 . 1 . 7!
minador, obteremos:
(n + 1) + 1 (n + 2)
10! –––––––––––––– = ––––––––––––––
3. 10 = ––––– = 10 =120
7 7! 3! 3 (n + 2) . (n + 1) (n + 2) . (n + 1)
–1
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número natural n.
21! – 20! a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4
b) –––––––––– =
19!
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO: 2016
2–
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MATEMÁTICA
a) = ––––––– = –––––––––––––––––––– = 792
5 5! 7! 5 . 4 . 3 . 2 . 1 . 7! a) par b) primo
c) múltiplo de 5 d) quadrado perfeito
e) cubo perfeito
RESOLUÇÃO:
7=
12
12! 12
b) ––––––– = = 792
7! 5! 5
n 3+ 3 ⇔
4. n+2 =
2
(n + 2)! (n + 3)!
⇔ 4 . –––––––––––––– = –––––––––––––– ⇔
2! (n + 2 – 2)! 3! (n + 3 – 3)!
0=
5 5!
c) ––––––– = 1
0! 5! (n + 2)(n + 1)n! (n + 3)(n + 2)(n + 1)n!
⇔ 4 . –––––––––––––––– = ––––––––––––––––––––– ⇔
2 . n! 6 . n!
(n + 3)
⇔ 2 = –––––––– ⇔ n + 3 = 12 ⇔ n = 9
= –––––––
5 5! 6
d) 5 =1
5! 0!
Resposta: D
2x – 5 = x ⫽ 0.
13 13
4. Resolver, em ⺪, a equação
RESOLUÇÃO:
2x – 5 = x ⇔ x = 5 ou 2x – 5 + x = 13 ⇔ x = 6
Resposta: V = {5; 6}
–3
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Saiba mais
Triângulo de Pascal
1
O Triângulo de Pascal tem várias aplicações na área
de análise combinatória e probabilidade, facilitando 1 1
cálculos graças às suas propriedades.
O Triângulo de Pascal é uma ferramenta bastante 1 2 1
antiga da Matemática. Ao longo da história, ele recebeu
vários nomes, mas os mais adotados atualmente são 1 3 3 1
triângulo aritmético e Triângulo de Pascal. O segundo
nome é uma homenagem ao matemático que fez 1 4 6 4 1
várias contribuições no estudo desse triângulo, o que
não significa que o triângulo foi inventado por ele, mas 1 5 10 10 5 1
foi ele quem fez um estudo mais aprofundado dessa
ferramenta.
1
0
1
1
1 3 3 1
1 4 6 4 1
2
0
2
1
2
2 ...……………………………………
30 31 32 33 Observações
1. Se dois números binomiais têm o mesmo
.....................................................
“numerador”, dizemos que estão na mesma
.....................................................
linha do triângulo.
n n n n n n 2. Se dois números binomiais têm o mesmo
0 1 2 3 4 … n “denominador”, dizemos que estão na mesma
..................................................... coluna do triângulo.
.....................................................
4–
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2. Propriedades Em símbolos
k + =k + 1
k k+1 k+2 n n+1
1. A soma de dois números binomiais consecutivos de + +…+
k k k
MATEMÁTICA
uma mesma linha é igual àquele situado na linha se-
guinte e na coluna do que possui maior “deno- 4. A soma dos binomiais de uma diagonal (“paralela ao
minador” (Relação de Stifel). lado oblíquo do triângulo”), a partir do primeiro, é igual
ao binomial abaixo da última parcela.
Em símbolos
Em símbolos
n n n+1
+ =
0 + = n – k
k k+1 k+1 k k+1 k+2 n n+1
+ +…+
1 2 n–k
2. A soma de todos os binomiais da linha n é 2n.
5. Em qualquer linha, a partir da segunda, dois binomiais
=2
n n n n n equidistantes dos extremos são iguais, pois são
+ + +…+
0 1 2 n binomiais complementares.
1. O Triângulo de Pascal é uma tabela de números Reescreva o triângulo, substituindo cada número binomial
binomiais, dispostos como se segue. pelo seu valor e, em seguida, verifique as seguintes
propriedades: dos binomiais equidistantes dos extremos,
das linhas, das colunas e das diagonais.
0
0
0 1
1 1
20 21 22
30 1 32 33
3
40 41 42 43 44
.....................................................................................
.....................................................................................
.....................................................................................
n0 n1 n2 … nn
–5
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n +2 1 + n +3 1 = 38 é
MATEMÁTICA
a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6
RESOLUÇÃO:
3 ⇔
8
3 ⇔
n+1 n+1 8 n+2
+ = =
2 3 3
⇔n+2=8⇔n=6
Resposta: E
4. Calcular o valor de
+ é:
20 20
2. O valor de
13 14
60 + 61 + 62 + 36 + 64 + 65 + 66 .
15 14
20 20 21
a) b) c)
14
RESOLUÇÃO:
15 13
21 21
d) e) 60 + 61 + 62 + 63 + 46 + 65 + 66 = 26 = 64
RESOLUÇÃO: Resposta: 64
20
13
+ 20
14
↓
21
14
Resposta: C
6–
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4 10
5. Calculando n+7
n , obtém-se 6. O valor de 3n é
n=0 n=3
MATEMÁTICA
a) 120 b) 464 c) 495 d) 792 e) 912 a) 120 b) 165 c) 210 d) 330 e) 360
RESOLUÇÃO: RESOLUÇÃO:
10
n3 = 33 + 43 + 53 + …+ 103
4
n+7
n
7
8 9 11 12
= 0 + 1 + 2 + …+ 4 = 4
n=3
n=0
(soma na diagonal do Triângulo de Pascal) 33
07 43
81 53
29
10
3
114 114
=
12 . 11 . 10 . 9 Resposta: D
124 = ––––––––––––– = 495
4.3.2.1
Resposta: C
–7
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A importância de 1. Teorema
MATEMÁTICA
BINÔMIO DE NEWTON
kn x n – ky k n x0yn
n
+ + ... +
Exemplo
k xk y n – k
tação do polinômio gerado a partir da potência de n
Tk + 1 = , para os expoentes de x em
um binômio.
Observadas essas regularidades, tornou-se ordem crescente.
possível também encontrar somente um dos
termos do polinômio, sem ter de calculá-lo todo, 3. Soma dos Coeficientes
utilizando a fórmula do termo geral de um binômio.
Além disso, Newton percebeu uma relação entre a Para obter a soma S dos coeficientes dos termos do
Análise Combinatória e os binômios, que depois desenvolvimento de (ax ± by)n, em que a, b ∈ ⺢* são
seriam ditos binômios de Newton, o que fez do constantes e x, y ∈ ⺢* são as variáveis, basta substituir,
Triângulo de Pascal uma ótima ferramenta para o em (ax ± by)n, x e y por 1.
desenvolvimento mais prático de um binômio de
Assim, S = (a ± b)n .
Newton.
8–
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MATEMÁTICA
12
1 é:
x + –––
a) (x + y)0 = 1 x3
a) 26 b) 169 c) 220 d) 280 e) 310
b) (x + y)1 = 1x + 1y
RESOLUÇÃO:
c) (x + y)2 = 1x2 + 2xy + 1y2 12
1
O termo geral do desenvolvimento de x + ––– é
d) (x + y)3 = 1x2 + 3x2y + 3xy2 + 1y3 x3
k
f) (x + y)5 = 1x5 + 5x4y + 10x3y2 + 10x2y3 + 5xy4 + 1y5 com k ∈ {0; 1; 2; ...; 12}
RESOLUÇÃO:
15 15 5. A soma dos coeficientes do desenvolvimento de
T6 = T5 + 1 = 5 .x 15 – 5 y5 = 5 x 10y5 = 3003x10y5
(7x – 6y)39 é
RESOLUÇÃO:
Substituindo x por 1 e y por 1 em (7x – 6y) 39
3. Obtenha o quarto termo do desenvolvimento de obtém-se a soma pedida que é
9
x + –––
x
1 S = (7 . 1 – 6 . 1) 39 = 1 39 = 1
para os expoentes de x em ordem decrescente.
2
Resposta: B
RESOLUÇÃO:
n
Sendo Tk + 1 = k xn – k . yk temos
3
9
T4 = x9 – 3 . (x – 2) 3 =
9!
3 3 3
9 9 9
= x6 . x –6 = x0 = = –––––– = 84
3! 6!
–9
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Exemplo 1 2 3
Em um restaurante, é oferecido o famoso prato feito.
Todos os pratos possuem arroz, e o cliente pode escolher 4 5 6
uma combinação entre 3 possibilidades de carne (bovina,
de frango e vegetariana), 2 tipos de feijão (caldo ou 7 8 9
tropeiro) e 2 tipos de bebida (suco ou refrigerante). De
quantas maneiras distintas um cliente pode fazer o D C
pedido?
Para saber quantos quadrados podem ser des-
suco
vegetariano
refrigerante
tacados do desenho, devemos levar em conta que, além
suco do quadrado ABCD e dos 9 “quadradinhos”, numerados
caldo bovino
refrigerante de 1 a 9, temos mais 4 de lado 2 centímetros cada um.
suco
frango O total, portanto, é 1 + 4 + 9 = 14 quadrados.
refrigerante
Essa contagem pode ser feita como se segue.
vegetariano
suco I) 1 quadrado de lado 3 centímetros;
refrigerante
II) 4 quadrados de lado 2 centímetros, que são os
suco
tropeiro bovino constituídos pela união dos “quadradinhos” (1, 2, 4, 5),
refrigerante
suco (2, 3, 5, 6), (4, 5, 7, 8) e (5, 6, 8, 9);
frango
refrigerante
III) 9 quadrados de lado 1 centímetro.
10 –
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MATEMÁTICA
A e B, sendo exatamente 3 deles iguais a “A” e que utilizados em Análise Combinatória: arranjos e combi-
devem estar em posições consecutivas, não é difícil nações.
escrever e contar as 5 possibilidades, que são (A, A, A, Para diferenciar um do outro, tomemos os seguintes
B, B, B, B), (B, A, A, A, B, B, B), (B, B, A, A, A, B, B), (B, B, B, exemplos:
A, A, A, B) e (B, B, B, B, A, A, A). Exemplo 1
Conclui-se, entretanto, que, sem nenhuma res- Considere quatro pontos, A, B, C e D, distintos de um
trição, são 128 sequências com 7 elementos cada uma, mesmo plano, de modo que três quaisquer deles não
formadas com A e B. Porém, chegar a tal número de estejam alinhados, como na figura.
sequências, escrevendo e contando todas, seria uma
A• •B
tarefa muito trabalhosa. Veremos, a seguir, como resolver
D• C•
esse tipo de problema utilizando o Princípio Fundamental
da Contagem.
Os triângulos ABC e ABD são diferentes. Diferem
pela natureza (C ⫽ D) de pelo menos um de seus
3. Princípio Fundamental da Contagem elementos.
No entanto, ABC e ACB representam o mesmo
Considere um acontecimento composto de dois triângulo. A ordem de leitura dos vértices não dife-
estágios sucessivos e independentes. rencia um do outro.
Se o primeiro estágio pode ocorrer de m modos Esses agrupamentos que diferem apenas pela
distintos e, em seguida, o segundo estágio pode ocorrer natureza de pelo menos um de seus elementos (não pela
de n modos distintos, então o número de maneiras de ordem) são chamados combinações.
ocorrer esse acontecimento é igual ao produto m.n.
No caso das sequências com os elementos A e B, Exemplo 2
sem restrições, citadas anteriormente, devemos notar Considere, agora, os algarismos 1, 2, 3 e 4.
que cada uma pode iniciar-se de dois modos distintos Os números 123 (cento e vinte e três) e 124 (cento e
(A ou B). Para cada uma dessas possibilidades, existem vinte e quatro) são diferentes. Diferem pela natureza
outras duas (A ou B) para a segunda posição e assim (3 ⫽ 4) de pelo menos um de seus elementos.
sucessivamente. Os números 123 e 132, embora constituídos pelos
Até o terceiro estágio, os 8 casos podem ser mesmos algarismos, também são diferentes. Diferem
dispostos de acordo com o seguinte diagrama: pela ordem de seus elementos.
Esses agrupamentos que diferem pela natureza de
pelo menos um de seus elementos e também diferem
pela ordem deles são chamados arranjos.
5. Arranjos Simples
n!
An,k = n(n – 1)(n – 2)…(n – k + 1) = ––––––––
Observe que, seguindo esse raciocínio, chega-se ao (n – k)!
número total, que é 2 . 2 . 2 . 2 . 2 . 2 . 2 = 27 = 128.
– 11
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Exemplo 1 Exemplo 3
Com os algarismos de 1 a 9 podem ser formados
10! 10 . 9 . 8 . 7!
A10,3 = –––––––––– = –––––––––––––– = A9,4 = 3024 números de 4 algarismos distintos. Note que
(10 – 3)! 7!
MATEMÁTICA
= 9 . 8 . 7 . 6 = 3024 A*n, k = nk
1. Num avião, uma fila tem 7 poltronas dispostas como 2. (FATEC) – Dispondo de cinco cores distintas, uma
na figura abaixo. pessoa pretende pintar as letras da palavra FATEC de
corredor corredor
acordo com os seguintes critérios:
Os modos de João e Maria ocuparem duas poltronas • na palavra, letras que são equidistantes da letra T terão
dessa fila, de modo que não haja um corredor entre eles, a mesma cor;
são em número de: • letras adjacentes serão pintadas de cores distintas, e
a) 6 b) 7 c) 8 d) 10 e) 12 • cada letra será pintada com uma única cor.
O número de modos distintos de se realizar essa pintura
RESOLUÇÃO:
é
J M
a) 120. b) 90. c) 80. d) 50. e) 40.
M J
J M
RESOLUÇÃO:
M J O número de modos distintos de se realizar essa
J M pintura é 5 . 4 . 4 . 1 . 1 = 80
M J
Resposta: C
J M
M J
M J 10 modos
J M Resposta: D
12 –
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3. (PUC) – Uma pessoa coloca, em seu celular, uma 5. (FUVEST) – Um aplicativo de videoconferências
senha de 4 dígitos, todos diferentes de zero, de modo estabelece, para cada reunião, um código de 10 letras,
que o primeiro e o quarto dígitos sejam iguais, e o usando um alfabeto completo de 26 letras. A quantidade
MATEMÁTICA
segundo dígito seja o dobro do terceiro. Sabendo que o de códigos distintos possíveis está entre
segundo e o terceiro dígitos são sempre diferentes do a) 10 bilhões e 100 bilhões.
primeiro, então o número de possibilidades que essa b) 100 bilhões e 1 trilhão.
pessoa tem de montar essa senha é c) 1 trilhão e 10 trilhões.
a) 36. b) 32. c) 28. d) 24. d) 10 trilhões e 100 trilhões.
e) 100 trilhões e 1 quatrilhão.
RESOLUÇÃO: Note e adote: log1013 1,114; 1 bi = 109
Existem 4 possibilidades de o segundo dígito da
senha ser o dobro do terceiro: RESOLUÇÃO:
2 1 4 2 6 3 A quantidade de códigos existentes é:
; ; e
26 . 26 . 26 . 26 . 26 . 26 . 26 . 26 . 26 . 26 = 2610
8 4 2610 = (2 . 13)10 = 210 . 1310 = 1024 . 1310
Do enunciado, tem-se: log1013 1,114
O primeiro e o quarto algarismos são iguais e podem
101,114 = 13 ⇔ (101,114)10 = (13)10 ⇔ 1011,14 = 1310
ser escolhidos de 7 maneiras diferentes, pois não
Assim, a quantidade de códigos pode ser escrita
podem ser iguais a zero e nem iguais aos dois dígitos
como
centrais.
1024 . 1310 = 1,024 . 103 . 1011,14 = 1,024 . 1014,14 ⇔
O número total de possibilidades é, pois, 4 . 7 = 28
⇔ 1014 < 1,024 . 1014,14 < 1015 ⇔
Resposta: C
⇔ 1 . 1014 < 1,024 . 1014,14 < 10 . 1014
Este número está entre 100 trilhões e 1 quatrilhão.
Resposta: E
RESOLUÇÃO:
a) 1o. modo: 9 . 9 . 8 = 648
2o. modo: A10,3 – A9,2 = 720 – 72 = 648
b) Os terminados por 0 (zero) são 9 . 8 = 72.
Os terminados por 2, por 4, por 6 e por 8 são
4 . 8 . 8 = 256.
Então, a quantidade de números pares com
3 algarismos distintos do sistema decimal de
numeração é igual a 72 + 256 = 328.
c) Os maiores que 500 são os que começam por
5, 6, 7, 8 ou 9 e totalizam 5 . 9 . 8 = 360
Respostas: a) 648 b) 328 c) 360
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Saiba mais
A diferença entre a permutação com repetição e a permutação simples é que na permutação simples
temos mais possibilidades de agrupamentos, pois ela não tem repetição.
A quantidade de números com três algarismos que podemos formar com os algarismos
{1, 2, 2} é diferente da quantidade de números com três algarismos que podemos formar com os algarismos
{1, 2, 3}.
Acontece que quando há repetição, a inversão de números repetidos não gera novos agrupamentos. Já na
permutação sem repetição, a inversão dos números será um novo agrupamento, pois a ordem desses números
importa.
14 –
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MATEMÁTICA
calcule: nos quais as duas letras M não aparecem juntas é
a) quantos são no total; a) 18 b) 24 c) 36 d) 48 e) 60
b) quantos começam em vogal e terminam em
consoante; RESOLUÇÃO:
c) quantos começam em vogal ou terminam em 1) Anagramas da palavra COMUM:
consoante; 2 5! 120
P = –––– = –––– = 60
d) quantos têm as vogais juntas. 5
2! 2
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3. (UNICAMP) – Cinco pessoas devem ficar em pé, Obtenha o número de maneiras possíveis de Eddie se
uma ao lado da outra, para tirar uma fotografia, sendo que deslocar:
duas delas se recusam a ficar lado a lado. O número de a) de A até B; b) de A até C;
MATEMÁTICA
posições distintas para as cinco pessoas serem c) de C até B; d) de A até B passando por C.
fotografadas juntas é igual a
a) 48. b) 72. c) 96. d) 120. RESOLUÇÃO:
Respostas: a) 252 b) 15 c) 4 d) 60
4. (UFU) – Um projeto piloto desenvolvido em um curso
de Engenharia Mecânica prevê a construção do robô
“Eddie”, cujos movimentos estão limitados apenas a
andar para frente (F) e para a direita (D). Suponha que
Eddie está na posição A e deseja-se que ele se desloque
até chegar à posição B, valendo-se dos movimentos que
lhe são permitidos. Admita que cada movimento feito por
Eddie o leve a uma posição consecutiva conforme ilustra
um esquema a seguir, em que foram realizados 10
movimentos (as posições possíveis estão marcadas por
pontos e o percurso de A até B é representado pela
sequência ordenada de movimentos DFDDFFDFFD).
16 –
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1. Combinações Simples
MATEMÁTICA
São agrupamentos que diferem entre si apenas pela
natureza de seus elementos.
Podemos dizer que uma combinação de n elementos
distintos tomados k a k ( n ≥ k) é uma escolha não
ordenada de k dos n elementos dados.
Por exemplo, as combinações dos 4 elementos
distintos A, B, C e D, tomados 3 a 3, são ABC, ABD, ACD
e BCD. Um time de futebol é composto de 11 jogadores,
É bom notar que ABC e BAC, bem como todas as
sendo 1 goleiro, 4 zagueiros, 4 meio campistas e
permutações de A, B e C, representam a mesma com-
binação. O mesmo acontece com cada um dos agrupa- 2 atacantes. Considerando-se que o técnico dispõe
mentos ABC, ACD e BCD. de 3 goleiros, 8 zagueiros, 10 meio campistas e
O número de combinações simples de n elementos, 6 atacantes, determine o número de maneiras
tomados k a k, ou classe k (n ≥ k), é dado por possíveis que esse time pode ser formado.
An,k n!
n Resolução
Cn,k = –––––– = –––––––––– =
Pk k!(n – k)! k
C3,1 · C8,4 · C10,4 · C6,2 = 3 · 70 · 210 · 15 =
n! = 661 500 maneiras possíveis.
Cn,k = ––––––––––
k!(n – k)!
Saiba mais
– 17
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1. (FUVEST-2023) – Um professor precisa elaborar uma 2. Um grupo é formado por 7 enfermeiros e 5 médicos.
MATEMÁTICA
prova multidisciplinar que consta de duas questões de Considerando esses 12 elementos, obtenha quantas
Matemática e seis de Física. Ele deve escolher questões comissões de 5 pessoas
de um banco de dados que contém três questões de a) podem ser formadas no total;
Matemática e oito de Física. O número de provas distintas b) são constituídas por 3 enfermeiros e 2 médicos;
possíveis, sem levar em conta a ordem em que as c) possuem exatamente 1 médico;
d) possuem pelo menos 1 médico.
questões aparecem, é:
a) 42 b) 54 c) 62 d) 72 e) 84
RESOLUÇÃO:
a) C12,5 = 792
RESOLUÇÃO:
b) C7,3 . C5,2 = 35 . 10 = 350
3! c) C7,4 . C5,1 = 35 . 5 = 175
Existem C3,2 = –––––– = 3 modos de escolher as duas
2! . 1! d) C12,5 – C7,5 = 792 – 21 = 771;
8! neste item pode-se fazer
questões de matemática e existem C8,6 = –––––– = 28
6! . 2!
C5,1 . C7,4 + C5,2 . C7,3 + C5,3 . C7,2 + C5,4 . C7,1 + C5,5 =
modos de escolher as seis questões de Física. = 5 . 35 + 10 . 35 + 10 . 21 + 5 . 7 + 1 =
Portanto, o número de provas distintas é dado por = 175 + 350 + 210 + 35 + 1 = 771
3 . 28 = 84. Respostas: a) 792 b) 350 c) 175 d) 771
Resposta: E
18 –
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MATEMÁTICA
duas dessas nutricionistas, por motivos pessoais, não figura.
poderão participar juntas dessa mesa de debates, é
correto concluir que o número de maneiras diferentes que
a comissão organizadora terá para formar essa mesa será:
a) 15 b) 13 c) 11 d) 14 e) 12
RESOLUÇÃO:
1) O número total possível de escolhas das cinco
nutricionistas, entre as sete participantes é
C7,5 = 21. O número de triângulos distintos que podem ser dese-
2) O número de maneiras das duas nutricionistas, que nhados com os vértices nos pontos assinalados é
não poderão participar juntas dessa mesa de a) 200. b) 204. c) 208. d) 212. e) 220.
debates, estarem juntas é C (7 – 2),3 = C5,3 = 10
De (1) e (2) temos que o número de maneiras RESOLUÇÃO:
diferentes das duas referidas nutricionistas não
participarem juntas da mesa de debates é
C7,5 – C5,3 = 21 – 10 = 11.
Resposta: C
– 19
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P’n = (n – 1)! .
E B D A C E B D A C
D C C B B A A E E D
Outra forma de chegar à fórmula de permutação circular é fixar um elemento para ser o “referencial”. Assim, os
elementos ficam em posições relativas a este referencial e o valor da permutação circular é a permutação dos outros
elementos: (n – 1)!.
A combinação com repetição ou combinação completa é um entre os vários tipos de agrupamentos possíveis,
estudados na Análise Combinatória. Em um conjunto com n elementos, encontraremos a quantidade de
agrupamentos não ordenados que podemos formar com k elementos, todos pertencentes ao conjunto, sabendo que
um mesmo elemento pode ser escolhido mais de uma vez.
Veja uma situação que envolve uma combinação com repetição: dado um conjunto {A, B, C, D}, encontraremos
todos os conjuntos possíveis com dois elementos.
Sabemos que, em um conjunto, a ordem dos elementos não é importante, ou seja, {A, B} e {B, A} formam um
mesmo conjunto. Além disso, como é uma combinação com repetição, um mesmo elemento do conjunto pode repetir-
se, então, as combinações possíveis são: {A, A}; {B, B}; {C, C}; {D, D}; {A, B}; {A, C}; {A, D}; {B, C}; {B, D}; {C, D}
O número de combinações com repetição de n elementos k a k é dado por
n+k–1
C*n,k = Cn+k – 1,k = .
k
20 –
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1. (UFG) – Um restaurante tem em seu cardápio oito 2. Uma família é composta por seis pessoas: o pai, a
MATEMÁTICA
pratos de diferentes tipos de massas, e esses pratos são mãe e quatro filhos. Num restaurante, essa família vai
dispostos, para os clientes se servirem, em uma mesa ocupar uma mesa redonda. Em quantas disposições
circular, conforme a figura a seguir. diferentres essas pessoas podem se sentar em torno da
mesa de modo que o pai e a mãe fiquem juntos?
RESOLUÇÃO:
Sabendo que pai e mãe devem ficar juntos, vamos
amarrar os dois e tratá-los como se fossem um único
elemento. Veja a figura 1 abaixo:
RESOLUÇÃO:
Esses oito pratos poderão ser dispostos na mesa de Ao tratar o pai e mãe como um único elemento,
P8’ = (8 – 1)! = 7! = 5040 passamos a ter somente 5 elementos. Portanto,
Resposta: B utilizando a permutação circular de 5 elementos,
calculamos o número de possibilidades desta família
sentar-se ao redor da mesa com pai e mãe juntos
sendo que o pai está à esquerda da mãe.
Permutação circular (P’) de 5 elementos calcula-se:
P’5 = (5–1)! = 4! = 4.3.2.1 = 24
Portanto, para o pai a esquerda da mãe, temos
24 posições diferentes. Mas o pai pode estar a direita
da mãe, como na figura 2, e então teremos mais
24 posições diferentes para contar (novamente P’5 ).
Portanto, o número total de disposições é 48.
– 21
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3. (UNESP) – Paulo quer comprar um sorvete com 4. Doze notas de R$ 50,00 deverão ser distribuídas
4 bolas em uma sorveteria que possui três sabores de entre quatro pessoas de modo que cada uma receba no
sorvete: chocolate, morango e uva. De quantos modos mínimo duas notas. O número de maneiras de se fazer
MATEMÁTICA
RESOLUÇÃO: RESOLUÇÃO:
6! Sejam A, B, C e D os números de notas das 4 pessoas.
C*3,4 = C3 + 4 – 1, 4 = C6,4 = ––––– = 15 Então,
2!4!
A=2+x
Poder-se-iam, também, escrever as 15 soluções pos- B=2+y
⇒ x + y + z + w + 8 = 12 ⇒ x + y + z + w = 4
síveis. Representando por C, M e U os sabores C=2+z
D=2+w
chocolate, morango e uva, as soluções são:
• C C C C, M M M M, U U U U O número de maneiras de se fazer a distribuição é
• C C C U, C C C M, M M M C, M M M U, U U U C, igual ao número de soluções inteiras e não negativas
UUUM da equação x + y + z + w = 4, isto é,
C*4;4 = C4 + 4 – 1, 4 = C7, 4 = 35 ou
• C C M M, C C U U, M M U U
• C C U M, M M U C, U U M C (4, 3) 7!
1+1+1+1 P7 = ––––– = 35
Resposta: E 4! 3!
Resposta: B
22 –
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Combinações Simples e
MÓDULO 23
Arranjos e Combinações com Repetição
MATEMÁTICA
1. (UNESP) – Quantos são os números naturais que 3. Deseja-se criar uma senha para os usuários de um
podem ser decompostos em um produto de quatro sistema, começando por três letras escolhidas entre A,
fatores primos, positivos e distintos, considerando que os B, C, D e E seguidas de quatro algarismos escolhidos
quatro sejam menores que 30? entre 0, 2, 4, 6 e 8.
Calcule
RESOLUÇÃO: a) quantas senhas são possíveis no total;
I) Os fatores primos positivos, menores que 30, são b) o número total de senhas possíveis se entre as letras
10; são eles: 2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29. puder haver repetição mas se os algarismos forem
todos distintos;
II) Supondo que os números citados no enunciado
c) o número total de senhas possíveis se entre os algaris-
tenham somente quatro fatores e que os quatro
mos puder haver repetição mas se as letras forem
sejam distintos, a quantidade desses números é
todas distintas.
10!
C10,4 = ––––– = 210
4!6!
RESOLUÇÃO:
Resposta: 210 a) A*5,3 . A*5,4 = 53 . 54 = 78.125
b) A*5,3 . A5,4 = 53 . (5 . 4 . 3 . 2) = 15.000
c) A5,3 . A*5,4 = (5 . 4 . 3) . 54 = 37.500
Respostas: a)78.125 b) 15.000 c) 37.500
2. Obtenha o número de soluções inteiras e não 4. (CESGRANRIO) – Solicitou-se que João criasse uma
negativas das equações: senha de segurança bancária formada por 5 dígitos, a
a) x + y = 3 serem tomados entre 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9, de tal
b) x + y + z + w = 6 forma que o segundo dígito fosse par, o primeiro dígito
fosse igual ao quarto dígito, e o terceiro dígito fosse igual
RESOLUÇÃO: ao quinto dígito.
Seguindo tais critérios, quantas senhas distintas podem
a) C*2,3 = C2 + 3 – 1, 3 = C4, 3 = 4
ser criadas por João?
b) C*4,6 = C4 + 6 – 1,6 = C9,6 = 84 a) 25 b) 27 c) 450 d) 500 e) 1.000
ou
RESOLUÇÃO:
(3) 4! 1) Para o primeiro e o quarto dígito, temos 10 . 1 = 10
a) 1 1+1 : P 4 = –––– = 4
3! possibilidades;
(6, 3) 9! 2) Para o segundo dígito ser par, são cinco hipóteses;
b) 1 1+1+1 1+1 : P 9
= –––––– = 84 3) Para o terceiro e o quinto dígito, existem 10 . 1 = 10
6! 3!
possibilidades.
Respostas: a) 4
Assim, de (1), (2) e (3), o número de senhas distintas
b) 84
que podem ser criadas por João é
10 . 1 . 5 . 10 . 1 = 500.
Resposta: D
– 23
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2. Propriedades
• 0 ≤ P(A) ≤ 1
P(A B) = P(A) + P(B) = 1
—
• P(A) + P(A) = 1
24 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 25
Além disso, se A1, A2, A3, ... , An são, dois a dois, mutuamente exclusivos, então eles são eventos exaustivos.
MATEMÁTICA
Assim sendo, P(A1 A2 A3 ... An) = P(A1) + P(A2) + P(A3) + ... + P(An) = 1
Regra do “E”
Aplicação em Genética
Em Genética, podemos calcular a probabilidade de um casal ter dois filhos, por exemplo, sendo um menino e
uma menina. O fato de um dos filhos do casal ser um menino não influencia o sexo do segundo filho, pois são
eventos independentes. A probabilidade de nascer uma criança do sexo masculino é de 1 em 2 (1/2). Assim, a
probabilidade do segundo filho nascer com sexo feminino também é de 1/2. Para saber a probabilidade de um filho
do casal ser menino e o outro ser uma menina, utilizamos a regra do “e” e multiplicamos as duas probabilidades:
1/2 x 1/2= 1/4 ou 0,25.
Resultado em porcentagem
Podemos apresentar esse resultado também em porcentagem. Basta multiplicar o resultado por
– 25
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 26
MATEMÁTICA
Numa urna, existem 10 bolas numeradas de 1 a 5) P(A B) = P(A) + P(B) – P(A B).
10. Retirando-se, ao acaso, uma bola dessa urna, Logo,
qual a probabilidade de se ter 5 3 1 7
a) um múltiplo de 2 ou um múltiplo de 3? P(A B) = ––– + ––– – ––– = ––– = 70%
10 10 10 10
b) um número ímpar ou um múltiplo de 6?
b)1) O evento “número ímpar” é
Resolução
A = {1; 3; 5; 7; 9} e n(A) = 5.
O espaço amostral é
2) O evento “múltiplo de 6” é
S = {1; 2; 3; ... ; 10} e n(S) = 10.
B = {6} e n(B) = 1.
a) 1) O evento “múltiplo de 2” é 3) A B = Ø e n(A B) = 0
A = {2; 4; 6; 8; 10} e n(A) = 5. (A e B são mutuamente exclusivos).
2) O evento “múltiplo de 3” é n(A) 5
4) P(A) = ––––– = ––– ,
B = {3; 6; 9} e n(B) = 3. n(S) 10
3) A B = {6} e n(A B) = 1. n(B) 1
P(B) = –––– = ––– e
n(A) 5 n(S) 10
4) P(A) = ––––– = ––– ,
n(S) 10 P(A B) = 0.
5) P(A B) = P(A) + P(B) – P(A B) = P(A) + P(B)
n(B) 3
P(B) = ––––– = ––– e Logo,
n(S) 10 5 1 6
P(AB)= –– + –– = –– = 60%.
n(A B) 1 10 10 10
P(A B) = –––––––– = ––– .
n(S) 10 Respostas: a) 70% b) 60%
26 –
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2. (ALBERT EINSTEIN) – Estudantes de uma classe 3. (FGV) – Uma loteria consta de 20 bilhetes,
composta por homens e mulheres tiveram o direito de numerados de 1 a 20, que são vendidos aos apostadores.
escolher uma de duas opções para a data de uma prova. O sorteio é feito da seguinte forma: 20 bolinhas são
MATEMÁTICA
A tabela mostra alguns dados da apuração, em que os numeradas de 1 a 20 e duas bolinhas são sorteadas
dados correspondentes às células pintadas foram sucessivamente e sem reposição. O portador do primeiro
omitidos. número sorteado ganha um prêmio de
Estudantes Opção 1 Opção 2 Total R$ 5 000,00 e o do segundo, de R$3 000,00.
Se um apostador comprar bilhetes com os números 5, 7,
Mulheres 4
12 e 18, a probabilidade dele ganhar ao menos um prêmio
Homens 10 é um número:
a) maior que 0,5. b) menor que 0,2.
Total 19 30 c) entre 0,3 e 0,4. d) entre 0,4 e 0,5.
Sorteando-se ao acaso um estudante dessa classe, a e) entre 0,2 e 0,3.
probabilidade de que seja uma mulher ou que tenha
votado na opção 1 é igual a RESOLUÇÃO:
6 2 8 1 2 Tendo comprado 4 dos 20 bilhetes, a probabilidade
a) –– b) –– c) ––– d) –– e) ––
5 3 15 2 5 de nenhum dos dois serem premiados é
RESOLUÇÃO: 16 15 240
P(nenhum) = –––– . –––– = ––––
20 19 380
Estudantes Opção 1 Opção 2 Total
A probabilidade de ganhar pelo menos um prêmio é
Mulheres 4 9 13 240 140 7
P(ao menos um) = 1 – –––– = –––– = ––– ≅ 0,37
Homens 7 10 17 380 380 19
Resposta: C
Total 11 19 30
– 27
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4. (ALBERT EINSTEIN) – Em uma urna vazia foram 5. (UNICAMP) – Um caixa eletrônico de certo banco
colocadas fichas iguais, em cada uma das quais foi escrito dispõe apenas de cédulas de 20 e 50 reais. No caso de
apenas um dos anagramas da palavra HOSPITAL. A um saque de 400 reais, a probabilidade do número de
MATEMÁTICA
probabilidade de que, ao sortear-se uma única ficha dessa cédulas entregues ser ímpar é igual a
urna, no anagrama nela marcado as letras inicial e final a) 1/4. b) 2/3. c) 2/5. d) 3/5.
sejam ambas consoantes é
5 3 4 9 RESOLUÇÃO:
––
a) 14 b) –– c) –– ––
d) 14
7 7 A tabela a seguir mostra todas as possibilidades de
se retirar R$ 400,00 desse caixa eletrônico.
RESOLUÇÃO: Notas de Notas de Total de
I) O número total de anagramas da palavra R$ 50,00 R$ 20,00 cédulas
HOSPITAL é P8 = 8!
8 0 8
II) O número de anagramas da palavra HOSPITAL
que começam e terminam em consoante é 6 5 11
5 . 4 . P6 = 20 . P6 = 20 . 6! 4 10 14
III) A probabilidade pedida é
2 15 17
20 . 6! 20 . 6! 20 5
––––––– = –––––––– = ––––– = –––
8! 8 . 7 . 6! 8.7 14 0 20 20
Resposta: A
Dos cinco casos possíveis, em apenas dois o total de
cédulas entregues é ímpar. A probabilidade desse fato
2
ocorrer é ––– .
5
Resposta: C
28 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 19/12/2023 10:17 Página 29
MATEMÁTICA
1. Probabilidade Condicional 2. Eventos Independentes
MÓDULO 25 RESOLUÇÃO:
O diagrama correspondente é do tipo
1. Em um grupo de 600 mulheres e 400 homens, a mulheres homens total
probabilidade de uma mulher estar com tuberculose é de
10% e a probabilidade de um homem estar com com tuberculose 60 20 80
tuberculose é de 5%.
sem tuberculose 540 380 920
Escolhe-se, ao acaso, uma pessoa desse grupo.
a) Obtenha a probabilidade de essa pessoa estar com 600 400 1000
tuberculose;
b) Se a pessoa escolhida está com tuberculose, calcule a 80
a) p = –––––– = 0,08 = 8%
probabilidade de ela ser uma mulher. 1000
60 3
b) p = –––– = ––– = 0,75 = 75%
80 4
– 29
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 30
3 5
a) p = ––– b) p = –––
8 8
c) Neste caso devem ser consideradas duas hipó-
teses:
1) Laércio tirar uma bala de chocolate de A, colocá-
la em B e, após este fato ocorrer, Maurício tirar
uma bala de chocolate de B. A probabilidade,
3 7 21
nesta hipótese, é p1 = –– . –– = ––––
8 9 72
A probabilidade pedida é
21 30 51 17
p = p1 + p2 = ––– + ––– = ––– = –––
72 72 72 24
3 5 17
Respostas: a) –– b) –– c) –––
8 8 24
30 –
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MATEMÁTICA
áreas I, II, III, IV e V existentes. O esquema ilustra o mapa
do parque, com a localização da entrada, das cinco áreas
com os brinquedos disponíveis e dos possíveis caminhos
para se chegar a cada área. O adolescente não tem
conhecimento do mapa do parque e decide ir caminhando
da entrada até chegar à área IV.
RESOLUÇÃO:
A probabilidade pedida é
1 1 1 1 1 1 1 1 5
––– . ––– . ––– + ––– . ––– . ––– = ––– + ––– = –––
2 2 2 2 2 3 8 12 24
Resposta: C
– 31
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MATEMÁTICA
Preferência
Sexo
Doce Salgado
Masculino 80 20
3. (VUNESP) - Entre as várias questões de uma prova
Feminino 60 40 de Matemática, uma delas é sobre Trigonometria e outra
sobre Estatística. Sabendo que a probabilidade de acerto
Considerando-se os dados apresentados na tabela, a da questão de Trigonometria é 0,2, que a probabilidade
probabilidade de um desses indivíduos preferir o prato de acerto da questão de Estatística é 0,4 e que esses
típico doce, sabendo-se que ele é do sexo feminino, é de: eventos são independentes, a probabilidade de um aluno
a) 0,43 b) 0,50 c) 0,60 d) 0,70 acertar pelo menos uma dessas duas questões é:
a) 0,48 b) 0,52 c) 0,54 d) 0,50 e) 0,56
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO 2:
A probabilidade de o aluno acertar pelo menos uma
2. (EFOMM) – Um juiz de futebol trapalhão tem no
das duas questões é 1 menos a probabilidade de ele
bolso um cartão amarelo, um cartão vermelho e um
errar ambas. Resulta, então, que a probabilidade
cartão com uma face amarela e uma outra face vermelha.
procurada é p = 1 – 0,8 . 0,6 = 1 – 0,48 = 0,52.
Depois de uma jogada violenta, o juiz mostra um cartão,
Resposta: B
retirado do bolso ao acaso, para um atleta. Se a face que
o jogador vê é amarela, a probabilidade de a face voltada
para o juiz ser vermelha será:
1 1 2 1 3
a) –– b) –– c) –– d) –– e) ––
6 3 3 2 2
RESOLUÇÃO:
Se a face que o jogador vê é amarela, então a face
voltada para o juíz será amarela se o cartão escolhido
ao acaso possuir as duas faces amarelas ou vermelha
se o cartão em questão possuir faces de cores
diferentes.
32 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 33
MATEMÁTICA
viciados. Se o jogador obtém números diferentes nos
148 37
dados, ele avança um total de casas igual à soma dos = ––––– = –––––
1296 324
pontos obtidos nos dados, encerrando-se a jogada. Por
outro lado. se o jogador obtém números iguais nos dados, Resposta: A
ele lança novamente o par de dados e avança seu peão
pela soma dos pontos obtidos nos dois lançamentos,
encerrando-se a jogada.
A figura a seguir indica a posição do peão no tabuleiro
desse jogo antes do início de uma jogada.
23 23
d) ––––– e) –––––
135 216
RESOLUÇÃO:
O peão chegará à casa que contém a bomba nos
seguintes 3 casos possíveis:
1) Se os números encontrados nos dois dados forem
1;5 ou 2;4 ou 4;2 ou 5;1 e a probabilidade disso
4
acontecer é ––– .
36
– 33
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 34
2. Resolução do Problema
P = Cn,k · pk · (1 – p)n – k
c) As k vezes em que ocorre o evento A são
quaisquer entre as n vezes possíveis. O número de ma- P = C5,2 · 0,12 · (1 – 0,1)5 – 2
neiras de escolher k vezes o evento A é, pois, Cn, k. P = 10 · 0,12 · 0,93
d) Existem, portanto, Cn,k eventos diferentes, todos
P = 10 · 0,01 · 0,729
com a mesma probabilidade pk . (1 – p)n – k e, assim
P = 0,0729
sendo, a probabilidade procurada é
P = 7,29%
Cn,k . pk . (1 – p)n – k
34 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 35
MATEMÁTICA
alvo é 80%. Considerando que ele dê 4 tiros consecu- causa de uma pane no sistema, os semá-
tivos, nesse alvo, calcule a probabilidade de esse atirador foros ficaram sem controle durante uma hora, e fixaram
a) acertar o 1o. e o 2o. tiro; suas luzes unicamente em verde ou vermelho. Os
b) acertar apenas o 1o. e o 2o. tiro; semáforos funcionam de forma independente; a proba-
c) acertar apenas o 2o. e o 4o. tiro; 2
bilidade de acusar a cor verde é de –– e a de acusar a cor
d) acertar apenas 2 tiros; 3
1
e) acertar apenas 3 tiros; vermelha é de –– . Uma pessoa percorreu a pé toda essa
3
f) acertar pelo menos 1 tiro.
avenida durante o período da pane, observando a cor da
luz de cada um desses semáforos.
RESOLUÇÃO:
Qual a probabilidade de que esta pessoa tenha observado
a) p = 0,8 . 0,8 . 1 . 1 = 0,64 = 64%
exatamente um sinal na cor verde?
b) p = 0,8 . 0,8 . 0,2 , 0,2 = (0,8)2 . (0,2)2 = 0,0256 = 2,56%
c) p = 0,2 . 0,8 . 0,2 . 0,8 = (0,8)2 . (0,2)2 = 2,56% 10 x 2 10 x 29 210
a) ––––––– b) ––––––– c) –––––
d) p = C4,2 . (0,8)2 . (0,2)2 = 6 . 0,0256 = 0,1536 = 15,36% 310 310 3100
e) p = C4,3 . (0,8)3 . (0,2) = 4 . 0,512 . 0,2 = 290 2
d) –––––– e) ––––
= 0,4096 = 40,96% 3100 310
f) p = 1 – (0,2)4 = 1 – 0,0016 = 0,9984 = 99,84%
Respostas: a) 64% b) 2,56% c) 2,56%
RESOLUÇÃO:
d) 15,36% e) 40,96% f) 99,84%
Dos 10 semáforos, temos 1 verde e, consequente-
mente, 9 vermelhos. A probabilidade pode ser
expressa por:
1 9
2 1 2 1 10 x 2
p = C10;1 . –– . –– = 10 . –– . ––– = –––––––
3 3 3 39 310
Resposta: A
– 35
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2 4 20 16
RESOLUÇÃO: a) ––– b) ––– c) –––– d) ––––
A probabilidade de que no máximo dois dos quatro 3 9 27 81
filhos do casal tenham olhos azuis é RESOLUÇÃO:
0 4 1 3
. ––3 . ––3
1 2 1 2 2
p = C4,0 . –– + C4,1 . –– +
3 3 Sabendo que –– é a probabilidade de vencer, a
3
2 2
1
probabilidade de não vencer é –– . Para ser campeão,
1 2 16 8 4
+ C4,2 . –– . –– = ––– + 4 . ––– + 6 . ––– = 3
3 3 81 81 81
é necessário vencer pelo menos 2 das 3 provas.
72 8
= ––– = –– Assim, temos:
81 9
2
2 1 2 3
Resposta: C p = C3;2 .
3
–– . –– + ––
3 3
14444244443 123
vencer 2 provas vencer
e não vencer 1 3 provas
4 1 8
p = 3 . –– . –– + –––
9 3 27
12 8
p = ––– + –––
27 27
20
p = –––
27
Resposta: C
36 –
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Álgebra FRENTE 2
MATEMÁTICA
MÓDULO 11 Progressões Aritméticas
1. Definição de Sequências a1 = 2
a2 = a1 + 2 . 1 = 2 + 2 = 4
Chama-se SEQUÊNCIA DE NÚMEROS REAIS, ou, a3 = a2 + 2 . 2 = 4 + 4 = 8
simplesmente, sequência real, a qualquer função f de a4 = a2 + 2 . 3 = 8 + 6 = 14
⺞* em ⺢.
f : ⺞* → ⺢
Se (an) = (a1, a2, a3, …, an,…) = (2, 4, 8, 14, 22, …),
n → f(n) = an
então:
D(f) = ⺞*, CD(f) = ⺢,
lm(f) = {2, 4, 8, 14, 22,…}.
Sequências monotônicas
1. (an) é ESTRITAMENTE CRESCENTE se, e somente
Notações se, an < an+1, ᭙n ∈ ⺞*.
2. (an) é CRESCENTE se, e somente se, an ⭐ an+1,
f = (an) = (a1, a2, a3, …, an, …)
᭙n ∈ ⺞*.
Os números reais a1, a2, a3, …, an, … são chama-
3. (an) é ESTRITAMENTE DECRESCENTE se, e
dos TERMOS da sequência.
somente se, an > an+1, ᭙n ∈ ⺞*.
Exemplo 4. (an) é DECRESCENTE se, e somente se, an ⭓ an+1,
Determine o domínio, o contradomínio e a imagem ᭙n ∈ ⺞*.
da sequência f : ⺞* → ⺢, tal que f(n) = an = (–1)n+1. 5. (an) é CONSTANTE se, e somente se, an = an+1,
᭙n ∈ ⺞*.
a1 = (–1)1+1 = (–1)2 = 1
a2 = (–1)2+1 = (–1)3 = –1
a3 = (–1)3+1 = (–1)4 = 1 Sequências alternantes
a4 = (–1)4+1 = (–1)5 = –1 Uma sequência (an) é ALTERNANTE se, e somente
se, (an) NÃO é MONOTÔNICA.
Se (an) = (a1,a2,a3,…,an,…) = (1; –1; 1;…(–1)n+1,…),
então: D(f) = ⺞*, CD(f) = ⺢, lm(f) = {–1, 1}. 4. Definição de PA
2. Leis de Formação
Sejam a e r dois números reais. Chama-se PRO-
Lei de recorrência GRESSÃO ARITMÉTICA (PA) à SEQUÊNCIA f = (an), tal
Fornece o 1o. termo a1 e expressa um termo qualquer que:
an+1 em função do seu antecedente an.
a
a1 = a
n + 1 = an + r, ᭙n ∈ ⺞*,
Exemplo
Determine o domínio, o contradomínio e a imagem
ou seja, (an) = (a, a + r, a + 2r, a + 3r, ...).
da sequência f : ⺞* → ⺢, tal que a1 = 2 e an+1 = an + 2n.
– 37
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 38
⇒a
O número real r chama-se RAZÃO da PA a10 = a1 + (10 – 1) . r
10 = 5 + 9 . 3 = 32
Segue da definição que: a1 = 5 e r = 3
r = an + 1 – an, ᭙n ∈ ⺞* ou
MATEMÁTICA
Assim, r = a2 – a1 = a3 – a2 = a4 – a3 = ...
a10 = a3 + (10 – 3) . r
a3 = 11 e r = 3 ⇒a 10 = 11 + 7 . 3 = 32
Exemplos
(an) = (– 10, – 8, – 6, – 4, ...) é uma PA de razão 2. Saiba mais
(an) = (10, 8, 6, 4,...) é uma PA de razão – 2.
(an) = (10, 10, 10, 10, ...) é uma PA de razão 0. Juros simples, funções e
progressões aritméticas (PA)
j(em reais)
t j
6. Termo Geral de uma PA
0 0
300
Pela definição de PA, podemos concluir que: 1 100
2 200 200
an = a1 + (n – 1) . r
3 300 100
38 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 39
MATEMÁTICA
1. (UNICAMP) – No centro de um mosaico formado Assim, na 10.a camada cinza, existem
apenas por pequenos ladrilhos, um artista colocou (16 . 10 – 12) = 148 quadrados cinza.
4 ladrilhos cinza. Em torno dos ladrilhos centrais, o Resposta: D
artista colocou uma camada de ladrilhos brancos,
seguida por uma camada de ladrilhos cinza, e assim 2. (UNESP) – Carla foi escrevendo nas casas de um
sucessivamente, alternando camadas de ladrilhos tabuleiro 100 por 100 os múltiplos positivos de 5, em
brancos e cinza, como ilustra a figura abaixo, que ordem crescente, conforme a figura:
mostra apenas a parte central do mosaico. Observando
5 10 15 20 25 ... 495 500
a figura, podemos concluir que a 10a. camada de
ladrilhos cinza contém 1000 995 990 985 980 ... 510 505
1005 → → → → ... → →
...
→ → → → → → → →
1.a camada cinza ← ← ← ← ← ← ← ←
1.a camada branca
2.a camada cinza → → → → → → → →
2.a camada branca
3.a camada cinza U
(4n - 2) quadradinhos
– 39
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 40
RESOLUÇÃO:
Observando o padrão de formação da sequência
temos o 8°, o 16°, o 24° termos iguais a 4, ou seja, os
termos cuja posição é um múltiplo positivo de 8 são
iguais a 4.
Assim, o 2016° termo é igual a 4 e portanto o 2015°
termo é igual a 3 que corresponde a uma caixa de
direção.
5, 4, 3, 2, 1, 2, 3, 4 / 5, 4, 3, 2, 1, 2, 3, 4 / …
8o. 16o.
…5, 4, 3, 2, 1, 2, 3, 4
2016.o
2015.o
Resposta: E
40 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 41
2. O isopor é um material composto por um polímero chamado poliestireno. Todos os produtos de isopor
são 100% recicláveis, assim como os plásticos em sua totalidade. O gráfico mostra a quantidade de
isopor, em tonelada, que foi reciclada no Brasil nos anos de 2007, 2008 e 2009. Considere que o aumento da quantidade
MATEMÁTICA
de isopor reciclado ocorrida de 2008 para 2009 repita-se ano a ano de 2009 até 2013 e, a partir daí, a quantidade total
reciclada anualmente permaneça inalterada por um período de 10 anos.
Qual é a quantidade prevista para reciclagem de isopor, em tonelada, para o ano de 2020?
a) 21 840 b) 21 600 c) 13 440 d) 13 200 e) 9 800
RESOLUÇÃO:
Considerando a produção por ano, em toneladas:
2008: 7200
+ 1200
2009: 8400
+ 1200
2010: 9600
+ 1200
2011: 10800
+ 1200
2012: 12000
+ 1200
2013: 13200
Como a quantidade será mantida nos próximos 10 anos, em 2020 ela será de 13 200 toneladas.
Resposta: D
– 41
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RESOLUÇÃO:
O número de acessos forma uma progressão
aritmética (PA) de primeiro termo 152 e razão 2,
portanto: a10 = a1 + 9 . r ⇒ a10 = 152 + 9 . 2 = 170
Resposta: B
42 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 43
MATEMÁTICA
(a1 + an) . n
Definição Sn = ———––––––– (1 + 2n – 1) . n
2 ⇒ Sn = ———––––––––– = n2
Dois termos são chamados equidistantes dos ex- 2
a1 = 1 e an = 2n – 1
tremos se o número de termos que precede um deles é
igual ao número que sucede o outro.
a1,............, ap,............, ak,..........., an
(p – 1) termos (n – k) termos
p–1=n–k⇔ p+k=1+n
Teorema
A soma de dois termos equidistantes dos extremos
1. Ronaldo é um garoto que adora brincar
é igual à soma dos extremos, isto é,
com números. Numa dessas brinca-
ap + ak = a1 + an deiras, empilhou caixas numeradas de acordo com a
sequência, conforme mostrada no esquema a seguir.
2. Propriedade da Progressão Aritmética
1
“Cada termo de uma PA é a MÉDIA ARITMÉTICA 1 2 1
entre o termo anterior e o posterior.”
1 2 3 2 1
Seja a PA: (a1, a2, a3, ..., ap–1, ap, ap+1, ...), então:
1 2 3 4 3 2 1
ap – 1 + ap + 1
ap = ––––––––––––––– …
2
Ele percebeu que a soma dos números em cada
3. Soma dos Primeiros n Termos de uma PA
linha tinha uma propriedade e que, por meio dessa
Teorema propriedade, era possível prever a soma de qualquer
linha posterior às já construídas.
Se (an) é uma PA e Sn é a SOMA DOS PRIMEIROS n
A partir dessa propriedade, qual será a soma da
termos de (an), então:
9a. linha da sequência de caixas empilhadas por
(a1 + an) . n Ronaldo?
Sn = –——––—––– a) 9 b) 45 c) 64 d) 81 e) 285
2
Resolução
Exemplo
A soma dos elementos da linha n é dada por
Obter a soma dos n primeiros números naturais ím-
(1 + n) . n
pares: Sn = 2 . ––––––––– – n = n2
2
Resolução
A soma da 9.a linha da sequência de caixas é
Na PA (an) = (1, 3, 5, 7, …), tem-se:
S9 = 92 = 81
an = a1 + (n – 1). r
a1 = 1 e r = 2 ⇒ Resposta: D
⇒ an = 1 + (n –1) . 2 ⇒ an = 2n – 1
– 43
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 44
2π . 20
cujo vigésimo termo é ––––––– .
2
–––––––
2π . 1
2
+ –––––––. 20
2π . 20
2
–––––––––––––––––––––––– = 210 π
2
25π
a) Determine a área da região destacada na figura. Respostas: a) –––––– cm2
2
b) Determine o comprimento da curva composta pelos
primeiros 20 arcos de circunferência. b) 210π cm
44 –
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MATEMÁTICA
afirmar que entre 1601 e 2007 ocorreram
1. (UFF-RJ) – A Terra demora aproximadamente a) 97 anos bissextos.
365,2422 dias para dar uma volta completa ao redor do b) 98 anos bissextos.
Sol, enquanto o ano-calendário comum (por convenção) c) 99 anos bissextos.
tem 365 dias solares. As horas excedentes são somadas d) 100 anos bissextos.
e adicionadas ao calendário na forma inteira de um dia e) 101 anos bissextos.
(4 . 6h = 1 dia). Assim, surge a ideia de se criar, para efeito
de correção, o ano bissexto. No calendário juliano, o ano RESOLUÇÃO:
bissexto ocorria de três em três anos, tendo passado a No período de 1601 a 2007, foram bissextos os anos
ocorrer de quatro em quatro anos no calendário dados pelos termos da progressão aritmética (1604,
augustiano. Já a regra atual (no calendário gregoriano) é 1608, 1612, ..., 2004), com exceção dos anos 1700,
dada da seguinte forma: 1800 e 1900. Assim, sendo a1 = 1604 e an = 2004,
temos:
an = a1 + (n – 1) . r ⇒
⇒ 2004 = 1604 + (n – 1) . 4 ⇒ n = 101
Excluídos os três anos acima, temos 101 – 3 = 98 anos
bissextos.
Resposta: B
RESOLUÇÃO:
2 + 3n + 1 – 4n 1
1) – 5n = ––––––––––––––– ⇔ 3 – n = –10n ⇔ n = – –––
2 3
1
2) n = – ––– pertence ao intervalo [–1; 0]
3
• São bissextos todos os anos múltiplos de 4 e não
múltiplos de 100. Resposta: D
• Também são bissextos todos os anos múltiplos de
400.
• Não são bissextos todos os demais anos.
– 45
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 46
a) 1,5 m2. b) 3,0 m2. c) 2,0 m2. d) 3,5 m2. que o mais novo. A soma das idades daqueles cuja idades
são quadrados perfeitos é:
RESOLUÇÃO: a) 53 b) 58 c) 65 d) 85 e) 130
Sendo x – r, x e x + r as medidas, em metros, dos
lados do triângulo, tem-se: RESOLUÇÃO:
Sendo a1, a2, a3, a4 e a5 as idades das cinco pessoas
tais que (a1, a2, a3, a4, a5) é uma progressão aritmética
de razão r temos:
a1 = x – 2r, a2 = x – r, a3 = x, a4 = x + r e a5 = x + 2r.
Além disso,
(x + 2r) – (x – 2r) = 44
(x – 2r) + (x – r) + x + (x + r) + (x + 2r) = 190
⇔
1 3
2 . 2 – –– 2 . ––
x . (x – r) 2 2 3
–––––––––– = ––––––––––––– = –––––––– = ––– = 1,5
2 2 2 2
Resposta: A
46 –
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MATEMÁTICA
tivos (1, 3, 5, 7, ...). Calcule:
1. (PASUSP) – Na Grécia Antiga, Pitágoras estudou a) a soma dos 25 primeiros termos;
várias propriedades dos chamados números figurados, b) a soma dos n primeiros termos, em função de n.
como, por exemplo, os números triangulares. Os
primeiros cinco números triangulares são: RESOLUÇÃO:
a25 = 1 + (25 – 1) . 2
a25 = 49
(a1 + a25) . 25
a) S25 = ––––––––––––––
2
(1 + 49) . 25 50 . 25
S25 = ––––––––––––– = ––––––– = 252 = 625
O número triangular Tn é a soma dos n números naturais 2 2
de 1 a n. A soma da sequência dos números inteiros de b) an = 1 + (n – 1) . 2 = 2n – 1
1 a n pode ser obtida considerando-se que a soma do
(a1 + an) . n
primeiro termo com o último é igual à do segundo termo Sn = ––––––––––––
com o penúltimo e assim por diante. Desse modo, o 2
resultado pode ser obtido somando-se o primeiro termo
(1 + 2n – 1) . n 2n2
ao último e multiplicando-se o valor encontrado pela Sn = ––––––––––––––– = ––––– = n2
metade do número de termos da sequência. 2 2
O nono número triangular T9 é:
Observe:
a) 66 b) 55 c) 45 d) 36 e) 28
1 = 12 = 1 1→ ● ● ● ●
1 + 3 = 22 = 4 3→ ● ● ● ●
RESOLUÇÃO:
1 + 3 + 5 = 32 = 9 5→ ● ● ● ●
A partir da definição de número triangular, temos:
1 + 3 + 5 + 7 = 42 = 16 7→ ● ● ● ●
T9 = S9 = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 + 8 + 9
que pode ser obtido por:
(1 + 9) . 9
T9 = S9 = —–———––––––––– = 45
2
Resposta: C
– 47
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3. (IFSP) – Numa progressão aritmética, a soma de seus 4. (FUVEST) – Uma empresa construiu um poço para
n primeiros termos é 4n2 + n. O décimo termo dessa armazenar água de reúso. O custo para construir o
sequência é: primeiro metro foi de R$ 1 000,00, e cada novo metro
MATEMÁTICA
⇒ (9 + n) . n = 486 ⇒ n = 18 (n > 0)
Resposta: B
48 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 49
MATEMÁTICA
Sejam a e q dois números reais. Chama-se Na PG (an) = (1, 2, 4, 8, ...), o décimo termo pode ser
tal que: a10 = a1.q10 – 1
⇒ a10 = 1 . 29 = 512
a1 = 1 e q = 2
a1 = a
an + 1 = an . q, ᭙n ∈ ⺞* ou
a10 = a4.q10 – 4
Portanto: ⇒ a10 = 8 . 26 = 512
a4 = 8 e q = 2
(an) = (a, aq, aq2, aq3,...)
a1 > 0 e q > 1
meio da equação M = C . (1+ i)t ⇒
⇒ ou
⇒ M = 1000 (1 + 0,10)t ⇔ M = 1000(1,10)t
a1 < 0 e 0 < q < 1
(exponencial).
• (an) é ESTRITAMENTE DECRESCENTE
a1 > 0 e 0 < q < 1 M(em reais)
t M
⇒ ou 1331
0 1000
a1 < 0 e q > 1
1 1100
• (an) é CONSTANTE ⇒ q = 1 e a1 ≠ 0 2 1210 1210
Pela definição de PG, podemos concluir que: E os montantes obtidos, mês a mês, são termos de
uma PG, de primeiro termo 1000 e razão 1,10.
an = a1 . qn – 1
(1000; 1100; 1210; 1331; …)
Se an e am são dois termos quaisquer de uma PG
(1000; 1100; 1210; 1331; …)
NÃO SINGULAR, então:
x1,10 x1,10 x1,10
an = am . qn – m
– 49
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MATEMÁTICA
4
–– .
3
Resposta: C
––––– cm –––––
4!3!
6! 5! que cresce rapidamente, fazendo sombra para as
a) b) cm
4!3! espécies de árvores de crescimento mais lento, mas
de vida mais longa.
5 6
cm
4 4 (Pesquisa FAPESP, janeiro de 2012. Adaptado.)
c) ––– cm d) –––
3 3
50 –
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MATEMÁTICA
que em 31 de outubro de 2011 sua altura era de 2,5 m
e admitindo ainda que suas alturas, ao final de cada
ano de plantio, nesta fase de crescimento, formem
uma progressão geométrica, a razão deste cresci-
mento, no período de dois anos, foi de
a) 0,5 b) 5 × 10–1/2 c) 5
d) 5 × 101/2 e) 50
Resolução
Admitindo que as alturas, ao final de cada ano, formam
uma progressão geométrica de razão q, temos:
a3 = a1 . q2 ⇔ 25 = 1 . q2 ⇔ q = 5, pois q > 0
(w3.ufsm.br/herbarioflorestal) Resposta: C
an = 3 . 2n – 1
RESOLUÇÃO:
a1 = 3 . 21–1 = 3
a2 = 3 . 22–1 = 6
a3 = 3 . 23–1 = 12
a4 = 3 . 24–1 = 24
a5 = 3 . 25–1 = 48
(an) = (3; 6; 12; 24; 48; …)
– 51
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 52
2. O segundo e o quinto termos da progressão 4. (UNICAMP) – Considere que as medidas dos lados
8 e 25. O sétimo
geométrica valem respectivamente ––– de um triângulo retângulo estão em progressão
5 geométrica. Sendo a a medida do menor lado e A a área
termo dessa progressão é
MATEMÁTICA
a2 = a1 . q = ––– RESOLUÇÃO:
5 a1q4 25
⇒ ––––– = ––––– ⇔
a5 = a1 . q4 = 25 a1 q 8
–––
5
125 5
⇔ q3 = –––– ⇔ q = –––
8 2
5 8 16
Dessa forma, a1 . ––– = ––– ⇔ a1 = ––– e
2 5 25
16 5 625
25 2 4
a7 = a1 . q7–1 = ––– . ––– = ––––
Seja q ∈ ⺢, com q > 1 a razão da Progressão
Resposta: B Geométrica.
RESOLUÇÃO: a2 2 5 + 2
⇒ A = ––––––––––––
1) A progressão geométrica (a1, a2, a3, …) = 4
3 3 Resposta: A
= –– ; a2; a3; a4; –– . 54; …
8 8
2) A progressão geométrica (b1, b2, b3, …) =
3
; …
5
= b1; b2; b3; b1 . ––
2
3) Como a5 = b4, temos:
3
= ––8 . 54 ⇔ b1 . ––––
5 3 125 3
b1. –– = –– . 625 ⇔ b1 = 15
2 8 8
Resposta: D
52 –
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Progressão Geométrica:
MÓDULO 15
Propriedades e Fórmula do Produto
MATEMÁTICA
1. Termos Equidistantes a2 –3
• q = –––– = –––– = – 3
a1 1
“O produto de dois termos equidistantes dos extre-
mos é igual ao produto dos extremos.” • a8 = a1 . q7 ⇒ a8 = 1.(–3)7 = (–1) . 37
⇔ P8 = 328
2. Média Geométrica
• Dos 8 termos, 4 são estritamente positivos e 4 são
“Cada termo de uma PG, a partir do segundo, é a estritamente negativos.
MÉDIA GEOMÉTRICA entre o termo anterior e o Assim, como a quantidade dos negativos é par (4), o
posterior”. produto será positivo.
Logo, P8 = 328
Seja a PG: (a1, a2, ..., ap – 1, ap, ap + 1...)
4. Soma dos n Primeiros Termos de uma PG
Então: a2p = ap – 1 . ap + 1
Teorema
Exemplo
Se (an) é uma PG de razão q e Sn é a soma dos n
Se (an) = (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256, ...) é uma
primeiros termos de (an), então:
PG, então
2
a1 . a9 = a2 . a8 = a3 . a7 = a4 . a6 = a5 , Sn = n . a1 , se q = 1
pois 1 . 256 = 2 . 128 = 4 . 64 = 8 . 32 = 162
a1 . (1 – q n )
3. Produto dos n Primeiros Termos de uma PG Sn = —————––– ou
1–q
Teorema
Se (an) é uma PG e Pn é PRODUTO DOS n PRIMEI- a1 . (q n – 1)
Sn = ——–——–– , se q ⫽ 1
ROS TERMOS, então: q–1
– 53
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MATEMÁTICA
54 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 55
1. A sequência de números reais positivos dada por 3. A progressão geométrica (a1, 2, a3, …) é tal que
MATEMÁTICA
(x – 3; x + 1; 3x + 3; …) é uma progressão geométrica, a4 . a12 = 46. Determine o décimo quarto termo desta
cuja soma do sexto termo com a razão é progressão.
a) 489 b) 497 c) 503 d) 529 e) 635
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO: a4 . a12 = a2 . a14 = 46, pois 4 + 12 = 2 + 14,
Se (x – 3; x + 1; 3x + 3; …) é uma PG de termos Assim, temos: a14 . 2 = 46 ⬖ a14 = 23
positivos então Resposta: 23
(x + 1)2 = (x – 3) (3x + 3) e x – 3 > 0 ⇔
⇒ x2 + 2x + 1 = 3x2 + 3x – 9x – 9 e x > 3 ⇔
⇔ x2 – 4x – 5 = 0 e x > 3 ⇔ x = 5
A progressão geométrica é (2; 6; 18; 54; 162; 486; …)
4. O produto dos 7 primeiros termos da progressão
cuja razão é 3.
geométrica (2; 4; 8; …) é:
A soma do sexto termo com a razão é 486 + 3 = 489
a) 264 b) 432 c) 816 d) 642 e) 1284
Resposta: A
RESOLUÇÃO:
– 55
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Exemplo
De fato
A soma dos dez primeiros termos da PG
–1<q<1→ lim (qn) = 0, portanto,
1 1 1 1023 n → +∞
(an) = 1, –– , –– , –– , ... é ––––– , pois
2 4 8 512
S = a1 + a2 + a3 + ... = lim Sn =
n → +∞
1 10
a1 . (1 – q10)
1 . 1 – ––
2
1023 a1 . (1 – qn) a1 . (1 – 0) a1
S10 = ––––––––––––– = ––––––––––––––– = –––––– –––––––––––– = ––––––––––––
1–q 1 512 = lim = –––––––
n → +∞ 1–q
1 – ––– 1–q 1–q
2
2. Progressão Harmônica (PH) Assim sendo, a soma dos infinitos termos de uma PG
––– a
1 1 1 1
1, –––
; –––; –––; …; ––– … é uma PA. (an) = 1 1 1
, –––, –––, … é 2, pois
a1 a a 2 3 n 2 4 8
Exemplo 1 1
S = a1 + a2 + a3 + ... = 1 + ––– + ––– + ... é o limite
2 4
O nono termo da PH
1
9
1 , 1 , 1 , … é – 1 , pois:
(an) = ––– ––– –––
7 5
–––
7 de Sn quando n tende a infinito com a1 = 1 e q = –––.
2
1 , 1 , 1 , … é PH, então (9, 7, 5 …) é PA.
• Se ––– ––– –––
9 7 5
Assim,
a1(1 – qn)
S= lim S lim
n = n → +∞ ––––––––––– =
• Na PA (9, 7, 5, ...), o nono termo é: n → +∞ 1–q
a9 = a1 + 8r ⇒ a9 = 9 + 8 . (– 2) ⇒ a9 = – 7
a1 1
1 = –––––– = –––––––– = 2
1 1–q 1
• O nono termo da PH é ––––– = – ––– 1 – ––
–7 7 2
56 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 57
Saiba mais
MATEMÁTICA
As principais fórmulas de PA e PG estão na tabela a seguir.
PA de razão R PG de razão q
(a1; a2; a3; a4;…; an)
(a1; a1 + R; a1 + 2R; a1 + 3R; …) (a1; a1·q; a1·q2;…)
an = a1 + (n – 1)·R an = a1·qn–1
Termo geral a10 = a1 + 9·R a10 = a1·q9
a10 = a4 + 6·R a10 = a4·q6
(a + c)
(a; b; c) b = ––––––– b2 = a·c
2
a
Representações especiais (…; a – 2R; a – R; a; a + R; a + 2R; …)
…; –––
q
; a; a·q; …
Termos equidistantes
a1 + a6 = a2 + a5 = a3 + a4
(a1; a2; a3; a4; a5; a6) a1·a6 = a2·a5 = a3·a4
a1(qn – 1)
Sn = ––––––––– ; (q ≠ 1)
q–1
Soma dos n (a1 + an) · n
Sn = ––––––––––––
primeiros termos 2
a1
S∞ = –––––– ; (–1 < q < 1)
1–q
– 57
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MATEMÁTICA
1. (UNESP) – Uma partícula em movimento descreve O comprimento da trajetória é a soma desses arcos, a
sua trajetória sobre semicircunferências traçadas a saber:
partir de um ponto P0, localizado em uma reta a1 πR
horizontal r, com deslocamento sempre no sentido S = –––––– = –––––––– = 2π R
1–q 1
horário. A figura mostra a trajetória da partícula, até o 1 – ––
2
ponto P3, em r. Na figura, O, O1 e O2 são os centros
das três primeiras semicircunferências traçadas e R, Observação: O enunciado não condiz com a figura, pois
Resposta: E
––74 π . R
Resolução
d) e) 2 . π . R
A tabela abaixo fornece o número de palavras possíveis
Resolução de serem escritas, com apenas 2 símbolos (#, *), em
Os comprimentos das semicircunferências que função do comprimento da palavra.
compõem a trajetória descrita pela partícula são os
comprimento
termos da progressão geométrica: 1 2 3 4 … N
da palavra
58 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 59
a) O número de palavras de comprimento menor que 3. (UNESP) – Para cada n natural, seja o número
6 é:
2 . (25 – 1)
MATEMÁTICA
21 + 22 + 23 + 24 + 25 = –––––––––– = 2 . 31 = 62 Kn = 3 . 3 . 3.(…). 3 – 2 . 2 . 2.(…). 2
2–1 144424443 144424443
n vezes n vezes
b) O valor de N para o qual é possível formar 1 000 000
Se n → + ∞, para que valor se aproxima Kn?
de palavras de tamanho menor ou igual a N é tal
que: Resolução
2 . (2N – 1)
–––––––––– > 1 000 000 ⇔ 2N – 1 > 500 000 ⇔ Kn = 3. 3. 3.(…). 3 – 2. 2. 2.(…). 2 =
2–1
1 1
1 1 1 ––– 1 1 1 –––
–– –– –– –– –– ––
2n 2n
⇔ 2N > 500 001 =3
2
.3
4
.3
8
. (…) . 3 –2
2
.2
4
.2
8
. (…) . 2 =
1 1 1 1 1 1
Observando que ––
2 + ––
4 + ––
8 +… ––
2 + ––
4 + ––
8 +…
=3 –2 =
218 = 210 . 28 = 1024 . 256 = 262 144
2 19 = 210 . 29 = 1024 . 512 = 524 288
1
––
2
–––––––
1
––
2
–––––––
1 1
1 – –– 1 – ––
2 2
concluímos que o menor valor de N é 19. =3 –2 = 3 1 – 21 = 1
Respostas: a) 62 b) 19 Resposta: 1
MÓDULO 16
RESOLUÇÃO:
As quantias em reais, diárias recebidas por José são
os termos da progressão geométrica (0,01; 0,02;
0,04; …) cuja soma dos quatorze primeiros termos é
– 59
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2. (FAMERP) – José deseja fazer uma poupança mensal 1) A partir da semelhança de triângulos, conclui-se
durante 10 anos, sempre acrescentando 0,5% a mais em que cada lado do 2o. triângulo é a metade do
relação ao valor poupado no mês anterior. Adotando correspondente lado paralelo do 1o. triângulo e,
MATEMÁTICA
1,005120 = 1,819 em seu cálculo final, se José começar portanto, o perímetro do 2o. triângulo é a metade
sua poupança depositando R$ 100,00 no primeiro mês, do perímetro do 1.o triângulo. Isso acontece
ao final do último mês de depósito ele terá depositado sucessivamente com os outros triângulos assim
um total de construídos.
a) R$ 69.600,00. b) R$ 6.645,00. 2) Trata-se de calcular a soma dos termos da PG
c) R$ 32.760,00. d) R$ 16.380,00. 1
infinita com a1 = 20 e q = ––
e) R$ 6.500,00. 2
5 20
3) 20 + 10 + 5 + –– + … = ––––––– = 40
RESOLUÇÃO: 2 1
1 – ––
Os depósitos mensais, começando com R$ 100,00 e 2
Resposta: 40
sempre acrescentando 0,5% a mais em relação ao
valor poupado no mês anterior, formam uma
progressão geométrica de primeiro termo R$ 100,00
e razão q = 1,005.
Logo, ao final de 10 anos, o total depositado, em
reais, será:
a1 . (qn – 1) 100 . (1,005120 – 1)
Sn = –––––––––––– = –––––––––––––––––– =
q–1 1,005 – 1
4. (FUVEST) – Seja Sn a soma dos n primeiros termos
100 . (0,819)
= –––––––––––– = 16380 da sequência infinita: 10–1, 10–2, 10–3, ..., 10–n,...
0,005 a) Calcule S5.
Resposta: D b) Qual o limite de Sn, quando n tende a ∞?
RESOLUÇÃO:
1 1 1 1 1
a) S5 = ––– + –––– + ––––– + –––––– + –––––––
10 100 1 000 10 000 100 000
RESOLUÇÃO:
60 –
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MATEMÁTICA
bn + 1
bn = 2n2, cn = an + 1 – an e dn = –––––– , definidas para
––3 , a, 24 , em que a > 0,
2
1. (FMABC) – A sequência bn
– 61
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3. (FUVEST) – Os números a1, a2, a3 formam uma 4. (UNICAMP) – Dizemos que uma sequência de
progressão aritmética de razão r, de tal modo que números reais não nulos (a1, a2, a3, a4, …) é uma
a1 + 3, a2 – 3, a3 – 3 estejam em progressão geométrica. progressão harmônica se a sequência dos inversos
MATEMÁTICA
Dado ainda que a1 > 0 e a2 = 2, conclui-se que r é igual a (1/a1, 1/a2, 1/a3, 1/a4, …) é uma progressão aritmética
(PA).
3 3
a) 3 + 3 b) 3 + –––– c) 3 + –––– a) Dada a progressão harmônica (2/5, 4/9, 1/2, …),
2 4
encontre o seu sexto termo.
3
d) 3 – –––– e) 3 – 3 b) Sejam a, b e c termos consecutivos de uma progressão
2
harmônica. Verifique que b = 2ac/(a + c).
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO:
Se (a1, a2, a3, …) é uma PA de razão r, com a2 = 2,
2 4 1
a) (I) Já que –– , –– , –– ,... é uma progressão
temos 5 9 2
(2 – r; 2; 2 + r).
harmônica, ––5 , ––
2 4
9 , 2,... é uma progressão
Se (a1 + 3; a2 – 3; a3 – 3) é uma PG, temos 9 5 1
aritmética de razão –– – –– = – ––
(2 – r + 3; 2 – 3; 2 + r – 3) = (5 – r; –1; r – 1) e, portanto: 4 2 4
aritmética e portanto:
1 1 1 2 a+c 2ac
2 . –– = –– + –– ⇔ –– = –––––– ⇔ b = –––––
b a c b ac a+c
4
Respostas: a) –– b) Demonstração
5
62 –
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MATEMÁTICA
Definição de matriz m x n In = (xij)nxn tal que:
m ⫽ n ⇒ matriz retangular 1 0 0
I3 = 0 1 0
m = n ⇒ matriz quadrada 0 0 1
– 63
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1 Exemplo
M = 2
3 1 2 c d
2. Igualdade + =
a b 3 4
Sendo A = (aij)mxn e B = (bij)mxn, define-se
A = B ⇔ aij = bij 1 + c 2 + d
=
a + 3 b + 4
a11 a12 ... a1n b11 b12 ... b1n
…………………... = ………………….. ⇔
am1 am2 ... amn bm1 bm2 ... bmn Subtração
A – B = A + (– B)
a11 a12 a13 a14 a15 a16
1. (UNICAMP) – Em uma matriz, chamam-se a21 a22 a23 a24 a25 a26
elementos internos aqueles que não pertencem à
M= a31 a32 a33 a34 a35 a36
primeira nem à última linha ou coluna. O número de
elementos internos em uma matriz com 5 linhas e a41 a42 a43 a44 a45 a46
6 colunas é igual a a51 a52 a53 a54 a55 a56
a) 12 b) 15 c) 16 d) 20 Para obtermos os elementos internos, devemos excluir
Resolução a primeira e a última linha, e a primeira e a última coluna,
Uma matriz com 5 linhas e 6 colunas possui resultando uma nova matriz com 3 linhas, 4 colunas e,
5x6 = 30 elementos, conforme exemplo a seguir: portanto, 12 elementos.
Resposta: A
64 –
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x 1
+ 2 y
= 3 2
, resulta: x 1
+
2 y
=
3 2
⇔
MATEMÁTICA
1 2 0 –1 z t
1 2 0 –1 z t
a) x = y = z = t = 1
b) x = 1, y = 2, z = t = 0 x+2=3 x=1
c) x = 1, y = 1, z = 3, t = 2 1+y=2 y=1
⇔ ⇔
d) x = 2, y = 0, z = 2, t = 3 1+0=z z=1
2–1=t t=1
3
e) x = –– , y = 2, z = 0, t = – 2
2 Resposta: A
1. Uma empresa avaliou os cinco aparelhos Logo, o aparelho celular avaliado como melhor é o T4.
de celulares (T1, T2, T3, T4 e T5) mais Resposta: D
vendidos no último ano, nos itens: câmera, custo-
benefício, design, desempenho da bateria e tela, repre-
sentados por I1, I2, I3, I4 e I5, respectivamente. A empresa
atribuiu notas de 0 a 10 para cada item avaliado e
organizou essas notas em uma matriz A, em que cada
elemento aij significa a nota dada pela empresa ao
2. A matriz quadrada A, de ordem 3, tem seus
aparelho Ti no item Ij. A empresa considera que o melhor
elementos definidos por aij = (i + j)i. A soma dos
aparelho de celular é aquele que obtém a maior soma das
notas obtidas nos cinco itens avaliados. elementos da 3a. linha da matriz transposta de A é
a) 405 b) 144 c) 245 d) 9 e) 75
6 9 9 9 8
9 6 7 8 10
RESOLUÇÃO:
A= 7 10 10 7 10
Sr. Professor, aproveite esta questão para definir
8 8 10 10 9
8 8 8 9 9 matriz transposta de A.
a11 = (1 + 1)1 = 2 a21 = (2 + 1)2 = 9
Com base nessas informações, o aparelho de celular que
a31 = (3 + 1)3 = 64 a12 = (1 + 2)1 = 3
a empresa avaliou como sendo o melhor é o
a22 = (2 + 2)2 = 16 a32 = (3 + 2)3 = 125
a) T1. b) T2. c) T3. d) T4. e) T5. a13 = (1 + 3)1 = 4 a23 = (2 + 3)2 = 25
a33 = (3 + 3)3 = 216
RESOLUÇÃO:
2 3 4 2 9 64
i (linha) → tipo (Ti)
aij A= 9 16 25 e At = 3 16 125
j (coluna) → item (Ij) 64 125 216 4 25 216
Melhor celular → melhor soma nos cinco itens A soma dos elementos da 3a. linha de At é
T1 = 6 + 9 + 9 + 9 + 8 = 41 4 + 25 + 216 = 245
T2 = 9 + 6 + 7 + 8 + 10 = 40 Resposta: C
T3 = 7 + 10 + 10 + 7 + 10 = 44
T4 = 8 + 8 + 10 + 10 + 9 = 45 (T4)
T5 = 8 + 8 + 8 + 9 + 9 = 42
– 65
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 66
0 3 –4
MATEMÁTICA
X = B – A + 3 I é igual a:
B= –3 0 z .
a) 9 b) 15 c) 21 d) 27 e) 30
4 –2 0
RESOLUÇÃO: Se A é simétrica e B é antissimétrica então o valor de
(x + y)z é:
10 11 1 2 1 0
X= – +3. =
12 13 4 1 0 1
a) 36 b) 49 c) 64 d) 81 e) 144
+ ⇔X=
9 9 3 0 12 9
= 0 3
8 12 8 15 RESOLUÇÃO:
Assim, T(x) = 12 + 15 = 27 Se A é simétrica então, AT = A. Ao transpor, ela
Resposta: D continua igual a ela mesma. Isto só ocorre se os
elementos situados de um lado da diagonal principal
são respectivamente iguais aos elementos situados
do outro lado. Assim, x = 2 e y = 7.
Se B é antissimétrica então BT = – B. Ao transpor, seus
elementos trocam de sinal. Para isto acontecer os
elementos situados na diagonal principal são nulos e
4. (UNICENTRO-adaptado) – Considerando-se as os elementos situados de um lado são os opostos dos
101
3 elementos situados do outro lado. Assim, z = 2.
matrizes X e Y, tais que X + Y = e
– 10 Desta forma (x + y)z = (2 + 7)2 = 81.
3X – Y = 72 5
6 , pode-se afirmar que a soma dos elementos Resposta: D
da matriz X é igual a:
a) – 10 b) – 8 c) 0 d) 6 e) 10
RESOLUÇÃO:
+ ⇔
1 3 7 5
(X + Y) + (3X – Y) = 10 – 10 2 6
⇔ X = ––– ⇔
8 8 1 8 8
⇔ 4X = 12 – 4 .
4 12 – 4
⇔X=
2 2
3 –1
, cuja soma dos elementos é
2 + 2 + 3 + (– 1) = 6
Resposta: D
66 –
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MATEMÁTICA
Estudo das Variações do Período e
MÓDULO 11
do Gráfico das Funções Trigonométricas
e seja y = g(x) uma outra função, obtida de y = f(x), com (caso IV)
período P. Sendo K um número real não nulo, as relações
6) y = cos x tem período p = 2π
entre p e P, nos quatro casos importantes que se
seguem, são as seguintes: y = 1 + 3 . cos(π . x) tem
2 .π 2π
I g(x) = K + f(x), verifica-se que P = p período P = ––––– = ––– = 2
π
| | π
II g(x) = K . f(x), verifica-se que P = p (casos I, II e IV)
5) y = tg x tem período p = π || ||
quando K > 1 ou fecha quando K < 1. Se K < 0, além
x
y = tg –– tem período dessa deformação, o gráfico gira 180° em torno do eixo x.
2
– 67
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 68
função g(x) será o intervalo [–1. |K|; 1 . K ]. Representação gráfica da função y = 3 . sen(2 . x), em
um período.
MATEMÁTICA
de f(x) desloca para a direita quando K < 0 ou para a (caso II ), temos o seguinte gráfico para a função:
[– 1;1].
P = 2π Im = [0; 2]
A alteração que ocorre com o gráfico da função
y = k + sen x é o deslocamento na vertical (sobe ou
desce) do gráfico da função y = sen x; o período não se
altera. Nesse caso, haverá apenas mudança na
imagem da função.
Conclusões:
Período: P =
Imagem: Im =
68 –
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MATEMÁTICA
Conclusões:
Período: P = Imagem: Im =
RESOLUÇÃO:
Conclusões:
Período: P = Imagem: Im =
RESOLUÇÃO:
P = 2π Im(f) = [–1; 1]
A alteração que ocorre com o gráfico da função
y = sen(k + x) é o deslocamento na horizontal (direita ou
esquerda) da função y = sen x. O período e a imagem
da função não se alteram.
P = 2π Im = [– 2; 2]
A alteração que ocorre com o gráfico da função
y = k . sen x é uma deformação na vertical (aumenta
ou diminui) do gráfico da função y = sen x; o período
não se altera. Nesse caso, haverá apenas mudança na
imagem da função.
Obs.: Se a constante que multiplica a função for
negativa, então o gráfico “girará” em torno do eixo x.
– 69
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4. Esboce um período do gráfico da função 5. (FUVEST) – A figura abaixo mostra parte do gráfico
y = sen (2 . x). da função
MATEMÁTICA
x
a) cos x b) 2 . cos –– c) 2 . cos x
2
Conclusões:
Período: P = d) 2 . cos (2x) e) cos 2x
Imagem: Im =
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO: O aspecto do gráfico é o da função cosseno.
Observando que
––2
x
1o. ) P = 4π = 2 . (2π) resulta
x
y = 2 . cos ––
2
Resposta: B
2π
P = ––– = π Im = [–1; 1]
2
70 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 71
MATEMÁTICA
P e Q.
T(x)
0 p 7p x
2 6
Q
RESOLUÇÃO:
Senfo f(x) = x . sen (x), temos:
π π π π π
I) f –– = –– . sen –– = –– . 1 = ––
2 2 2 2 2
7π
7π 7π 7π 7π 1
II) f ––– = ––– . sen ––– = ––– . – –– = – –––
6 6 6 6 2 12
π 7π π 7π π
Logo, P = –– , Q = – ––– e P + Q = –– – ––– = – –––
2 12 2 12 12
Resposta: A
– 71
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se que:
sen(a + b)
Cosseno de (a + b) tg(a + b) = –––––––––––– =
cos(a + b)
cos(a + b) = cos a . cos b – sen a . sen b
sen a . cos b + cos a . sen b
= ––––––––––––––––––––––––––
cos a . cos b – sen a . sen b
Cosseno de (a – b)
cos(a – b) = cos[a + (– b)] = Dividindo o numerador e o denominador por
= cos a . cos(– b) – sen a . sen (– b) cos a . cos b ⫽ 0, temos
Como cos (– b) = cos b e sen (– b) = – sen b, temos:
sen a sen b
—–—— + ––——–
100cos(a – b) = cos a . cos b + sen a . sen b cos a cos b
tg(a + b) = ––––––––––––––––––––
sen a sen b
1 – ——— . –——–
cos a cos b
Seno de (a + b)
Portanto:
π
sen (a + b ) = cos ––– – (a + b) =
2 tg a + tg b
tg(a + b) = —–––——–––—––
1 – tg a . tg b
π
= cos –––
2
–a – b =
Observação
π π π
= cos ––– – a
2 . cos b + sen –––
2
– a . sen b a, b e (a + b) devem ser diferentes de ––– + n . π
2
(n ∈ ⺪).
π
Como cos –––
2
– a = sen a
Tangente de (a – b)
e tg a + tg (– b)
π tg (a – b) = tg [a + (– b)] = –––––––––––––––––
sen ––– – a
2 = cos a, temos: 1 – tg a . tg (– b)
tg a – tg b
Seno de (a – b) tg(a – b) = —––——–––—–––
1 + tg a . tg b
sen(a – b) = sen[a + (– b)] =
= sen a . cos(– b) + cos a . sen (– b)
Como cos (– b) = cos b e Observação
π
sen (– b) = – sen b, temos: a, b e (a – b) devem ser diferentes de ––– + n . π
2
sen(a – b) = sen a . cos b – cos a . sen b (n ∈ ⺪).
72 –
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MATEMÁTICA
1. (MACKENZIE) – A circunferência da figura tem raio 2 2. (INSPER) – Na figura abaixo, em que o quadrado
e centro O. Se sen 10° + cos 10° = a, a área do triângulo PQRS está inscrito na circunferência trigonométrica, os
OAB é igual arcos AP e AQ têm medidas iguais a α e β,
respectivamente, com 0 < α < β < π.
2
a) a 2 b) 2a2 c) 2a 2 d) a2 2 e) –––– . a
2
2 2
= ––– . (sen 10° + cos 10°) = ––– . a
2 2
A área do triângulo OAB é igual a:
2
2 . 2 . –––– . a
OA . OB . sen 55° 2 2
S = ––––––––––––––––– = ––––––––––––––––– = ––– . a
2 2 2
Resposta: E
π
1) Sendo 0 < α < ––– e cos x = 0,8, temos sen α = 0,6,
2
pois sen2 α + cos2 α = 1
– 73
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3. (FUVEST) – Nos triângulos retângulos da figura, 4. (UNICAMP) – A figura abaixo exibe um quadrado
AC = 1cm, BC = 7 cm, AD = BD. ABCD em que M é o ponto médio do lado CD.
Sabendo que sen(a – b) = sen a . cos b – cos a . sen b, o
MATEMÁTICA
valor de sen x é
RESOLUÇÃO:
a)
AB2 = 12 + 72 = 50 ⇒ AB = 50
7 1
sen θ = ––––– e cos θ = –––––
50 50 Seja a medida do lado do quadrado.
I) No triângulo BCM, temos:
b) Como Δ ABD é isósceles e retângulo, temos
^
BAD = 45° tg α = –––––– ⇒ tg α = 2
–––
c) x = θ – 45° ⇒ sen x = sen (θ – 45°) = 2
= sen θ . cos 45° – cos θ . sen 45° = II) No triângulo CEM, temos:
Logo, tg θ + tg α = 3 + 2 = 5
Resposta: C
74 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 75
MATEMÁTICA
• cos (a + b) = cos a . cos b – sen a . sen b
cos (2 . a) = 1 – 2 . sen2a
• sen (a + b) = sen a . cos b + cos a . sen b
tg a + tg b
• tg (a + b) = ––––––––––––––– Cálculo de sen (2.a)
1 – tg a . tg b
sen (2.a) = sen (a + a) = sen a . cos a + cos a . sen a
podemos obter as fórmulas do arco duplo.
Fórmulas do arco duplo Assim,
São as expressões das funções trigonométricas de
arcos da forma 2.a. É um caso particular de adição de sen (2 . a) = 2 . sen a . cos a
arcos. É suficiente fazer b = a nas fórmulas acima.
Cálculo de tg (2.a)
Cálculo de cos (2.a)
tg a + tg a
cos (2. a) = cos (a + a) = cos a . cos a – sen a . sen a tg(2.a) = tg (a + a) = ––––––––––––––
Assim, 1 – tg a . tg a
Assim,
cos (2 . a) = cos2a – sen2a ou ainda 2 . tg a
tg (2 . a) = –––––––––––
a) cos (2.a) = cos2a – (1 – cos2a) = cos2a – 1 + cos2a 1 – tg2a
cos (2 . a) = 2 . cos2a – 1 π + n . π e a ⫽ π + n . π (n ∈ ⺪)
com a ⫽ –– –– ––
2 4 2
Assim: sen x = 0 e 0 ⭐ x ⭐ 2π ⇒ x = 0, x = π, x = 2π
1 π 5π
cos x = –– e 0 ⭐ x ⭐ 2π ⇒ x = –– , x = –––
2 3 3
Logo, a equação tem cinco soluções, no intervalo
[0; 2π].
Resposta: E
– 75
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 76
AC > 0, portanto, 2 7
1 – ––––
BC 2 16
^
cos (B CA) = cos α = –––– = ––––
AC 5 4 2
Resposta: tg θ = ––––––
^ 7
II) cos (BCD) = cos(2α) = 2 . cos2α – 1 =
2
2 3
=2. –––– – 1 = –––
5 5
Resposta: C
1 1 2 3
a) – 3 b) – –– c) –– d) –– e) ––
3 3 3 4
RESOLUÇÃO:
Com tg θ = 2, temos:
cos (2 θ) cos2θ – sen2θ
–––––––––––– = –––––––––––––––––––––––––––– =
1 + sen (2θ) sen2θ + cos2θ + 2 sen θ cos θ
3. (UNIFESP) – Um observador, em P, enxerga uma (cos θ + sen θ) (cos θ – sen θ) cos θ – sen θ
= ––––––––––––––––––––––––––––– = –––––––––––––– =
circunferência de centro O e raio 1 metro sob um ângulo (sen θ + cos θ) 2 cos θ + sen θ
θ, conforme mostra a figura.
sen θ
T 1 – ––––––
cos θ 1 – tg θ 1–2 1
= ––––––––––– = ––––––––– = –––––– = – –––
sen θ 1 + tg θ 1+2 3
1 + ––––––
O cos θ
q
P Resposta: B
S
RESOLUÇÃO:
Se OP = 3, então:
1) 32 = 12 + (PT)2 ⇔ (PT)2 = 8 ⇔ PT = 2 2
1 2
2) tg α = ––––––– = ––––
2 2 4
76 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 77
p+q
MATEMÁTICA
a = –––––––
2
a–b=q
São as expressões das funções trigonométricas de a+b=p ⇔
p – q , obtêm-se:
arcos da forma 3 . a. b = –––––––
2
Cálculo de cos (3 . a)
p+q p–q
I + II: cos p + cos q = 2 . cos ––––– . cos –––––
cos (3a) = cos (2a + a) 2 2
cos (3a) = cos (2a) . cos a – sen (2a) . sen a p+q p–q
cos (3a) = (2 . cos2a – 1). cos a – (2. sen a . cos a) . sen a
I – II:
cos p – cos q = – 2 . sen ––––– . sen –––––
2 2
cos (3a) = 2 . cos3a – cos a – 2 . cos a . (1 – cos2a)
p+q p–q
cos (3a) = 2 . cos3 a – cos a – 2 . cos a + 2 . cos3a
III + IV: sen p + sen q = 2 . sen ––––– . cos –––––
2 2
Assim,
p+q p–q
cos(3 . a) = 4 . cos3a – 3 . cos a
III – IV:
2
sen p – sen q = 2 . cos ––––– . sen –––––
2
que são chamadas Fórmulas de Transformação em
Cálculo do sen (3 . a) Produto ou Fórmulas de Prostaférese.
sen (3a) = sen (2a + a)
sen (3a) = sen (2a) . cos a + cos (2a) . sen a
Aplicação
sen (3a) = 2 . sen a . cos a . cos a +
+ (1 – 2 . sen2a) . sen a
• Transformar em produto a expressão:
sen (3a) = 2 . sen a . (1 – sen2a) + sen a – 2 . sen3a
cos 5x + cos 3x
sen (3a) = 2 . sen a – 2 . sen3a + sen a – 2 . sen3a
Resolução
Assim,
cos 5x + cos 3x =
sen (3 . a) = 3 . sen a – 4 . sen3a
=
5x + 3x 5x – 3x
= 2.cos ––––––– .cos –––––––
2 2
2. Fórmulas de Transformação em Produto = 2 . cos (4x) . cos x
sen 7x + sen 3x
O problema consiste em transformar certas expres- • Simplificar a expressão: E = ––––––––––––––––
cos 7x + cos 3x
sões em que aparecem soma de funções trigonométricas
Resolução
de um ou mais arcos em expressões em que aparecem
sen 7x + sen 3x
apenas produtos de funções trigonométricas dos E = ––––––––––––––––– =
cos 7x + cos 3x
mesmos arcos ou de outros arcos com eles relacionados.
7x + 3x 7x – 3x
Foi visto que: 2.sen –––––––– .cos ––––––––
2 2
cos (a + b) = cos a . cos b – sen a . sen b (I) = ––––––––––––––––––––––––––––––– =
cos (a – b) = cos a . cos b + sen a . sen b (II) 7x + 3x 7x – 3x
2.cos –––––––– .cos ––––––––
sen (a + b) = sen a . cos b + cos a . sen b (III) 2 2
sen (a – b) = sen a . cos b – cos a . sen b (IV)
2 . sen (5x) . cos (2x)
= ––––––––––––––––––––– = tg (5x)
2 . cos (5x) . cos (2x)
Somando-se (ou subtraindo-se) convenientemente
estas expressões, e fazendo-se
– 77
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 78
1. (FUVEST – Adaptada) – Calcule sen (3x) e cos (3x) 3. (MACKENZIE) – Se cos 15°, cos (a) e cos 75°
MATEMÁTICA
em função de sen x e cos x, respectivamente. formam, nessa ordem, uma progressão aritmética, o valor
de cos (a) é:
RESOLUÇÃO:
2 6 3 6 2
sen (3x) = sen (2x + x) = sen 2x . cos x + cos 2x . sen x = a) –––– b) –––– c) –––– d) –––– e) ––––
3 3 4 4 4
= 2 sen x . cos x . cos x . cos x + (1 – 2 sen2x) sen x =
= 2 sen x . (1 – sen2x) + (1 – 2 sen1x) . sen x =
RESOLUÇÃO:
= 3 . sen x – 4 . sen3x
Como cos 15°, cos (a) e cos 75° formam, nessa ordem,
cos (3x) = cos (2x + x) = cos 2x – cos x – sen 2x . sen x =
uma progressão aritmética, temos:
= (2 cos1 x – 1) . cos x – 2 . sen x . cos x . sen x =
cos 75° + cos 15°
= (2 cos2 x – 1) . cos x – 2 . cos x (1 – cos2 x) = cos(a) = ––––––––––––––––– =
2
= 4 . cos3 x – 3 . cos x.
RESOLUÇÃO:
sen (3x) – sen x
1) y = –––––––––––––––– = 4. (FUVEST) – Considere a função f(x) = sen 5x + sen x.
cos (2x)
Determine os valores de x, 0 ⭐ x ⭐ π, tais que f(x) = 0.
3x + x 3x – x
2 . cos ––––––– . sen –––––––
2 2 RESOLUÇÃO:
= ––––––––––––––––––––––––––––––––– =
cos (2x) f(x) = sen 5x + sen x =
78 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 79
Relações Trigonométricas
MÓDULO 15
em um Triângulo Qualquer
MATEMÁTICA
A trigonometria permite determinar elementos (lados
BC BC
ou ângulos) não dados de um triângulo. ⇔ sen D = –––––– ⇔ 2R = ––––––
2.R sen D
A obtenção desses elementos, em um triângulo qual-
quer, fundamenta-se em relações existentes entre os ^ ^
II) Como BAC BDC (são ângulos inscritos determi-
elementos (lados e ângulos) do triângulo. As relações 짰
nando o mesmo arco BC), então sen D = sen A.
mais importantes são conhecidas como Lei dos Senos e
Lei dos Cossenos. De I e II, resulta que:
BC a
2 . R = ––––––– ⇔ 2 . R = ––––––
Lei dos Senos sen A sen A
“Em todo triângulo, as medidas dos lados são pro-
Analogamente se demonstra que:
porcionais aos senos dos ângulos opostos e a razão de
proporcionalidade é a medida do diâmetro da circun- b c
2 . R = –––––– e 2 . R = ––––––
ferência circunscrita ao triângulo.” sen B sen C
Consideremos o triângulo ABC, inscrito na circunfe-
rência de raio R. Verifica-se que: Lei dos Cossenos
“Em todo triângulo, o quadrado da medida de um
a b c
–––––– = –––––– = –––––– = 2 . R lado é igual à soma dos quadrados das medidas dos ou-
sen A sen B sen C tros lados, menos o dobro do produto dessas medidas
pelo cosseno do ângulo que eles formam.”
Seja o triângulo ABC, da figura. Verifica-se que:
Demonstração:
a2 = b2 + c2 – 2 . b . c . cos A
Seja o triângulo ABC (da figura abaixo), inscrito na
circunferência de raio R:
b2 = a2 + c2 – 2 . a . c . cos B
c2 = a2 + b2 – 2 . a . b . cos C
Demonstração:
__
I) Se BD = 2 . R é diâmetro da circunferência, então
^
C = 90° e, portanto,
BC
sen D = ––––– ⇔
BD
– 79
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 80
Seja o triângulo ABC (da figura anterior) e h a altura a2 – (b – c . cos A)2 = c2 – (c . cos A)2 ⇔
relativa ao lado AC: ⇔ a2 – b2 + 2 . b . c . cos A – c2 . cos2A =
I) No Δ ABD, temos: = c2 – c2 . cos2A ⇔
MATEMÁTICA
AD ⇔ a2 = b2 + c2 – 2 . b . c . cos A.
cos A = –––– ⇔ AD = c . cos A
AB
Tomando-se as outras alturas do triângulo, de modo
II) CD = b – AD ⇔ CD = b – c . cos A
análogo, obtêm-se:
De I e II e como h2 = c2 – AD2 == a2 – CD2 (Teorema b2 = a2 + c2 – 2 . a . c . cos B
de Pitágoras), resulta que: c2 = a2 + b2 – 2 . a . b . cos C
RESOLUÇÃO:
x 5 5 6
a) ––––––– = ––––––– ⇔ x = ––––––
sen 45° sen 60° 3
b) y2 = 42 + 62 – 2 . 4 . 6 . cos 60° ⇔
y = – 2 7 (não convém)
⇔ ou
y=2 7
80 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 81
MATEMÁTICA
O valor de sen α é:
24 5 1 3
(8 3)2 = (x + 11)2 + 82 – 2 . (x + 11) . 8 . cos 60° a) ––– b) –– c) –– d) –––
25 6 2 2
x2 + 14x – 95 = 0 ⇔ x = 5, pois x > 0
Logo, a extensão máxima horizontal do braço RESOLUÇÃO:
Resposta: A
– 81
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 82
mostra a figura.
RESOLUÇÃO:
82 –
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MATEMÁTICA
Introdução
P ∈ Ox ⇔ y = 0
→ →
Considere dois eixos, Ox (eixo das abscissas) e Oy
(eixo das ordenadas), perpendiculares no ponto O. O
plano determinado pelos 2 eixos fica dividido em 4 qua-
drantes, numerados conforme a figura.
→
P ∈ Oy ⇔ x = 0
Observe que:
• Sinais dos pontos nos quadrantes
—– →
AB paralelo a Oy ⇔ xA = xB
– 83
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 84
MATEMÁTICA
1. (UNESP) – Considere os pontos do plano (0,0), (0,1), 2. (MACKENZIE) – Em relação a um sistema cartesiano
(2,1), (2,3), (5,3) e (7,0). Representando geometricamente ortogonal, com os eixos graduados em quilômetros, uma
esses pontos no plano cartesiano e ligando-os por meio lancha sai do ponto (– 6,– 4), navega 7 km para leste, 6 km
de segmentos de retas obedecendo à sequência dada, para o norte e 3 km para oeste, encontrando um porto.
após ligar o último ponto ao primeiro obtém-se uma Depois continua a navegação, indo 3 km para norte e
região limitada do plano. 4 km para leste, encontrando um outro porto. A distância,
Se a unidade de medida é dada em centímetros, a área em quilômetros, entre os portos é
dessa região, em cm2, é: a) 7 b) 3 5 c) 2 3 d) 7 e) 5
a) 9 b) 10 c) 13 d) 14 e) 15
RESOLUÇÃO:
RESOLUÇÃO:
84 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 85
3. Devido ao aumento do fluxo de pas- O novo ponto T deve ser instalado nesse percurso e
sageiros, uma empresa de transporte
a distância percorrida entre os pontos P e T deve ser
coletivo urbano está fazendo estudos para a implantação 820
igual a ––––– = 410, assim, o ponto T é
MATEMÁTICA
de um novo ponto de parada em uma determinada rota. 2
A figura mostra o percurso, indicado pelas setas, realizado
por um ônibus nessa rota e a localização de dois de seus (30 + 410; 20) = (440; 20)
atuais pontos de parada, representados por P e Q. Resposta: E
RESOLUÇÃO:
4.h
Então AΔ = 16 ⇒ ––––– = 16 ⇒ h = 8
2
Como a < 0, resulta a = – 4
Resposta: B
Adotando o sistema de coordenadas ortogonais
dado, temos P(30; 20) e Q(550; 320).
A distância percorrida pelo ônibus entre as paradas
P e Q, pelo percurso indicado no enunciado, é:
(550 – 30) + (320 – 20) = 820.
– 85
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 86
xA + xB yA + yB
M ––––––––– ; –––––––––
2 2
xA + xB
xM = –––––––––
2
Sejam A (xA; yA) e B (xB; yB). Pelo Teorema de
e Pitágoras, temos:
y A + yB
yM = –––––––––– d = (xB – xA)2 + (yB –yA)2
2
RESOLUÇÃO:
Tomando-se eixos coordenados (de modo convenien-
te), podemos obter os pontos A (– 3; 0) B (5; 15)
86 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 87
2. (FUVEST) – No plano cartesiano Oxy, a circun- 4. (FGV) – Dados dois pontos A(a,b) e B(c,d) em um
ferência C é tangente ao eixo Ox no ponto de abscissa 5 sistema de coordenadas cartesianas, definimos a
e contém o ponto (1; 2). Nessas condições, o raio de C “distância do taxista” entre os pontos A e B, represen-
MATEMÁTICA
vale tada por d(A,B), como sendo
a) 5 b) 2 5 c) 5 d) 3 5 e) 10 d(A, B) = a − c + b − d
A distância do taxista para ir do ponto A(−3, 2) ao ponto
RESOLUÇÃO: B(1, −2) e a seguir do ponto B ao ponto C(4, 3) é
a) 13 b) 14 c) 15 d) 16 e) 17
RESOLUÇÃO:
Da definição apresentada temos:
d(A,B) + d(B,C) = – 3 –1 + 2 + 2 + 1 – 4 + –2 –3 =
= – 4 + 4 + –3 + –5 = 4 + 4 + 3 + 5 = 16.
Resposta: D
⇒ 16 + r2 – 4r + 4 = r2 ⇔ 4r = 20 ⇔ r = 5
Resposta: C
a+6
⇔ x2 – 6x + 9 + 1 = x2 – 4x + 4 + 4 ⇔ 2x = 2 ⇔ x = 1 ––––– = 4
2
Resposta: B b+1
a=2
5 ⇔ b=4
––––– = –––
2 2
Logo, o produto a . b = 2 . 4 = 8
Resposta: E
– 87
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 88
Considerando-se o determinante
| |
xA yA 1
D= xB yB 1 ,
xC yC 1
constituído pelos pontos A, B e C, verifica-se que: Seja s uma curva num sistema de coordenadas carte-
• a condição necessária e suficiente para que A, B e sianas ortogonais e f (x; y) = 0 a sua equação. Note que
• todos os pontos da curva s satisfazem à equação;
C sejam colineares é D = 0 ;
• todas as soluções da equação representam pon-
• a condição necessária e suficiente para que A, B e tos da curva s.
C formem um triângulo é D ⫽ 0 ;
Observações
• se A, B e C formam um triângulo, sua área será Dentre as principais curvas, estudaremos com
igual a detalhes a reta e a circunferência.
No estudo das curvas, dois problemas devem ser
|D|
SΔABC = –––– destacados.
2
1o. ) Interceptos (intersecção da curva com os eixos
coordenados).
Exemplos
Lembrando que, para se obter pontos de uma
1) Obter a área do triângulo com vértices A (– 2; 3), curva, basta atribuir valores a x ou y na equação
B (4; 0) e C (1; 5). da curva, a determinação dos interceptos é feita
Resolução da seguinte maneira:
• interceptos no eixo x: faz-se y = 0, na
| |
–2 3 1
D= 4 0 1 = 3 + 20 – 12 + 10 = 21 equação da curva, calculando-se o valor de x.
1 5 1 • interceptos no eixo y: faz-se x = 0, na
|D| 21 equação da curva, calculando-se o valor de y.
SΔABC = –––– = ––– = 10,5 u.a.
2 2
1
|
A, B, C alinhados ⇔ D = 0 ⇔ – 1
1
3
0 1 |
1 =0⇔
88 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 89
MATEMÁTICA
encontro entre elas.
– 89
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 90
3. (FEMA) – A figura indica o gráfico de uma função 4. Um dos grandes desafios do Brasil é o
polinomial do 1.o grau, de ⺢ em ⺢, no plano cartesiano de gerenciamento dos seus recursos
eixos ortogonais. naturais, sobretudo os recursos hídricos. Existe uma
MATEMÁTICA
O gráfico dessa função intersecta o eixo y em um ponto Nas condições dadas, qual o tempo mínimo, após o sexto
de ordenada igual a mês, para que o reservatório atinja o nível zero de sua
a) 62,5 b) 31,5 c) 161 capacidade?
d) 34,5 e) 80,5 a) 2 meses e meio. b) 3 meses e meio.
c) 1 mês e meio. d) 4 meses.
RESOLUÇÃO: e) 1 mês.
A reta contém os pontos A(21; 3) e B(23; 0). A inter-
secção dessa reta com o eixo y é um ponto P(0; y). RESOLUÇÃO:
Como A, B e P estão alinhados, resulta Seja x, em meses, o tempo mínimo, após o início do
monitoramento, para que o reservatório atinja o seu
21 3 1
23 0 1 = 0 ⇒ y = 34,5. nível zero.
0 y 1 Os pontos (1; 30), (6; 10) e (x; 0) pertencem à mesma
reta representada no gráfico apresentado. Sendo
Resposta: D assim, temos:
1 30 1
6 10 1 = 0 ⇒ x = 8,5
x 0 1
Assim, em meses, o tempo mínimo, após o sexto
mês, para que o reservatório atinja o seu nível zero é
8,5 – 6,0 = 2,5.
Resposta: A
90 –
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MATEMÁTICA
MÓDULO 11 Teorema de Pitágoras
Enunciado c H b
D C
Num triângulo retângulo ABC, reto em A, vale a
seguinte relação: (BC)2 = (AB)2 + (AC)2 ou “o quadrado
c
da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados a
das medidas dos catetos”. b a G
Demonstração
Seja o triângulo ABC da figura seguinte, no qual
__ __ __ __
AB ⬜ AC e AD ⬜ BC. E
a
b
a
c
A b F c B
AB BC 2 ⇒ a2 + 2bc = b2 + 2bc + c2 ⇒ a2 = b2 + c2
––––– = ––––– ⇔ BC . BD = (AB) (I)
DB BA
Cálculo da medida da diagonal de um quadrado
Os triângulos ABC e DAC são semelhantes pelo em função da medida do seu lado
critério (AA~).
Seja ABCD um quadrado de lado ᐉ e de diagonal d.
Assim:
AC BC
––––– = ––––– ⇔ BC . DC = (AC)2 (II)
DC AC
BC . BD + BC . DC = (AB)2 + (AC)2 ⇔
⇔ BC . BC = (AB)2 + (AC)2 ⇔
Existem várias maneiras de demonstrar o Teorema retângulo ABD, temos: (BD)2 = (AB)2 + (AD)2
de Pitágoras. A seguir, temos uma demonstração do Assim:
Teorema de Pitágoras na qual foi usada a “área das
d2 = ᐉ2 + ᐉ2 ⇔ d2 = 2ᐉ2 ⇔ d =
2ᐉ2 ⇔ d = ᐉ
2
figuras planas”.
– 91
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 92
Cálculo da altura h de um triângulo equilátero em Os triângulos MBA e MCA são congruentes pelo
função do lado critério LLL e assim são retângulos em M.
—
ponto médio do lado BC é M. Aplicando o Teorema de Pitágoras a um deles, temos:
2
h2 + =
–––
2
2 32
⇔ h2 = ––––
2
⇔h=
32
–––– ⇔
4
3
⇔ h = ––––––
2
Aplicação
No exercício a seguir, temos uma aplicação Na figura ao lado, que representa o projeto de uma
prática do Teorema de Pitágoras. escada com 5 degraus de mesma altura, o comprimento
total do corrimão é igual a
a) 1,8m b) 1,9m c) 2,0 m
d) 2,1m e) 2,2 m
Resolução
92 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 93
1. A altura de um triângulo equilátero de lado “” mede: 2. (UFPE) – Na figura abaixo, o triângulo ABC é equilá-
MATEMÁTICA
—
tero e cada um de seus lados mede 8 cm. Se AD é uma
2 3 —
a) ––– b) ––––– c) 2 d) ––––– e) 3 altura do triângulo ABC e M é o ponto médio de AD, então
2 2 2 —
a medida de CM é:
RESOLUÇÃO:
1
3
a) –– cm b) ––– cm c)
7 cm
2 2
No triângulo retângulo MBC, de acordo com o
Teorema de Pitágoras, tem-se:
2
d) 2
7 cm e) ––– cm
2
32 2
3
h2 + ––
2
= 2 ⇔ h2 = –––– ⇔ h = –––––
4 2
RESOLUÇÃO:
Resposta: D
AB 3 8 3
1) AD = ––––––– ⇔ AD = ––––– ⇔ AD = 4 3
2 2
BC 8
2) DC = –––– ⇔ DC = ––– ⇔ DC = 4
2 2
AD 4 3
3) DM = –––– ⇔ DM = ––––– ⇔ DM = 2 3
2 2
⇔ CM = ⇔ CM = 2 7
28
Resposta: D
– 93
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 94
3. (FUVEST) – No jogo de bocha, disputado num 4. (UNICAMP) – Para trocar uma lâmpada, Roberto
terreno plano, o objetivo é conseguir lançar uma bola de encostou uma escada na parede de sua casa, de forma
raio 8 o mais próximo possível de uma bola menor, de raio que o topo da escada ficou a uma altura de 4 m. Enquanto
MATEMÁTICA
4. Num lançamento, um jogador conseguiu fazer com que Roberto subia os degraus, a base da escada escorregou
as duas bolas ficassem encostadas, conforme ilustra a por 1 m, tocando o muro paralelo à parede, conforme
figura abaixo. A distância entre os pontos A e B, em que ilustração abaixo. Refeito do susto, Roberto reparou que,
as bolas tocam o chão, é: após deslizar, a escada passou a fazer um ângulo de 45°
com o piso horizontal.
a) 8 b) 6 2 c) 8 2 d) 4 3 e) 6 3
RESOLUÇÃO:
Na figura 2, temos y2 = x2 + x2 ⇔ y = x
2.
Na figura 1, temos y2 = 42 + (x – 1)2.
2
Assim, (x
2 ) = 42 + (x – 1)2 ⇔ 2x2 = 16 + x2 – 2x + 1 ⇔
⇔ x2 + 2x – 17 = 0 ⇔ x = 3
2 – 1, pois x > 1.
Resposta: B
94 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 95
MATEMÁTICA
^
–– a) ΔAHB ΔCAB pelo critério (AA), pois o ângulo B
Dados um segmento de reta AB e uma reta r, cha- ^ ^
–– é comum e AHB = CAB = 90°.
ma-se projeção ortogonal de AB sobre r o segmento de
— b) ΔAHC ΔBAC pelo critério (AA), pois o ângulo
reta A’B’ determinado pela intersecção da reta r com as re-
^ ^ ^
tas que passam pelos pontos A e B e são perpendiculares C é comum e AHC = BAC = 90°.
a r. Da semelhança dos triângulos, obtêm-se as seguin-
tes relações:
1) O quadrado da medida de um cateto é igual ao
produto da medida da hipotenusa pela medida da
projeção ortogonal deste cateto sobre a hipotenusa
(Relação de Euclides).
Assim, temos:
2. Elementos de um Triângulo Retângulo
c2 = a . m e b2 = a . n
No triângulo retângulo ABC da figura, temos:
Demonstrações
• A, B, e C são vértices;
–––
• a é a medida da hipotenusa BC ; I) ΔAHB ΔCAB II) ΔAHC ΔBAC
–– ––
• b e c são as medidas dos catetos AC e AB, respec-
AB BH AC CH
tivamente; –––– = –––– –––– = ––––
CB BA BC CA
––
• h é a medida da altura AH relativa à hipotenusa;
––– c m b n
• m é a medida da projeção ortogonal BH do cate- ––– = ––– ––– = –––
–– a c a b
to AB sobre a hipotenusa;
–– c2 = a . m
• n é a medida da projeção ortogonal CH do cateto b2 = a . n
––
AC sobre a hipotenusa.
2) Num triângulo retângulo, o quadrado da me-
dida da hipotenusa é igual à soma dos quadrados das
medidas dos catetos (Teorema de Pitágoras).
Assim, temos:
a 2 = b2 + c 2
c2 = a . m
+
b2 = a . n
––––––––––––––
b2 + c2 = a . m + a . n ⇔ b2 + c2 = a . (m + n) ⇔
⇔ b2 + c2 = a . a ⇔ a2 = b2 + c2
– 95
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 96
Demonstração Demonstração
AH HB HA AB
ΔAHB ΔCHA ⇔ –––– = –––– ⇔ ΔHAB ΔACB ⇔ –––– = –––– ⇔
CH HA AC CB
h m h c
⇔ ––– = ––– ⇔ h 2 = m . n ⇔ ––– = ––– ⇔ a . h = b . c
n h b a
Aplicações
2. (PUC-SP) – No esquema abaixo, a reta AB
representa a trajetória de um navio e no ponto I localiza-
Nos exercícios a seguir, temos aplicações práticas
se uma ilha.Quando o navio se encontra no ponto A,
das relações métricas nos triângulos retângulos.
AI = 60km e, quando o navio está em B, BI = 48km. Se
BI é a menor das distâncias do navio à ilha, quando o
1. (MACKENZIE) – Considere um poste perpendicular
navio estiver em C, a distância dele à ilha será, em
ao plano do chão. Uma aranha está no chão, a 2m do
quilômetros:
poste, e começa a se aproximar dele no mesmo
instante em que uma formiga começa a subir no poste.
A velocidade da aranha é de 16cm por segundo e a da
formiga é de 10cm por segundo. Após 5 segundos do
início dos movimentos, a menor distância entre a aranha
a) 40 b) 60 c) 80 d) 100 e) 120
e a formiga é:
Resolução
a) 2,0m b) 1,3m c) 1,5m d) 2,2m e) 1,8m
Resolução
—
Como BI é a menor das distâncias do navio a ilha, pode-
— — —
mos concluir que BI é perpendicular a AC e, portanto, BI
é altura relativa à hipotenusa do triângulo retângulo IAC.
I) No ΔABI, temos:
Após 5 segundos, a aranha andou
(AI)2 = (AB)2 + (BI)2 ⇔ 602 = (AB)2 + 482 ⇒ AB = 36 km
16cm . 5 = 80cm = 0,8m e está a 1,2m do poste.
Após os mesmos 5 segundos, a formiga subiu II) No ΔAIC, temos:
10cm . 5 = 50cm = 0,5m do solo. (AI)2 = (AC) . (AB) ⇔ 602 = (AC) . 36 ⇒ AC = 100 km
Nesse instante, a menor distância entre a aranha e a III) No ΔAIC, temos:
— (AC)2 = (AI)2 + (CI)2 ⇔ 1002 = 602 + (CI)2 ⇒ CI = 80 km
formiga é dada pela hipotenusa AF do triângulo AFP.
Assim sendo, AF2 = AP2 + PF2 ⇒ AF2 = 1,22 + 0,52 ⇔ Assim, quando o navio estiver em C, a distância dele à
⇔ AF = 1,3 m ilha será de 80 km.
Resposta: B Resposta: C
96 –
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MATEMÁTICA
—
AB = 4 e BC = 3, o segmento DM é perpendicular à retângulo ABCD, um losango AICJ com vértice I sobre o
— —
diagonal AC. O segmento AM mede: lado AB do retângulo e vértice J sobre o lado CD. Se as
medidas dos lados do retângulo são AB = 25 cm e
BC = 15 cm, então a medida do lado do losango é:
a) 13 cm b) 15 cm c) 17 cm
d) 18 cm e) 15 2 cm
RESOLUÇÃO:
3 12 5 9
a) ––– b) ––– c) ––– d) ––– e) 2
2 5 2 5
RESOLUÇÃO:
AC = 42 + 32 = 5.
– 97
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 98
3. (FUVEST) – Uma folha de papel ABCD de formato 4. (UFTM-MG) – A partir de um quadrado ABCD de lado
—
retangular é dobrada em torno do segmento EF de medindo 8 cm, desenha-se uma circunferência que passa
—
maneira que o ponto A ocupe a posição de G como pelos vértices A e D e é tangente ao lado BC. A medida
MATEMÁTICA
3 5 7 5
a) ––––– b) ––––– RESOLUÇÃO:
2 8
3 5 3 5
c) ––––– d) –––––
4 5
5
e) ––––
3
RESOLUÇÃO:
(EH)2 + 22 = 32 ⇔ EH = 5
temos:
98 –
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MATEMÁTICA
1. Triângulo Acutângulo
c2 – (a + n)2 = b2 – n2 ⇔ c2 = a2 + b2 + 2 an
3. Natureza de Triângulos
Demonstração
1) c2 = h2 + m2 ⇔ h2 = c2 – m2 ⇔ h2 = c2 – (a – n)2
2) b2 = h2 + n2 ⇔ h2 = b2 – n2
c2 – (a – n)2 = b2 – n2 ⇔ c2 = a2 + b2 – 2 an
– 99
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 100
Aplicação
MATEMÁTICA
RESOLUÇÃO:
(AB)2 = 9
⇒ (AB)2 + (AC)2 = 45
(AC)2 = 36
(BC)2 = 49
Portanto: (BC)2 ⬎ (AB)2 + (AC)2 RESOLUÇÃO:
Resposta: E
Agudo, pois:
(AF)2 = 152 ⇔ (AF)2 = 225
(AE)2 = 132 ⇔ (AE)2 = 169
(EF)2 = 72 + 32 ⇔ (EF)2 = 58
Como 225 ⬍ 169 + 58, então: α ⬍ 90°
Resposta: agudo.
100 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 19/12/2023 10:42 Página 101
MATEMÁTICA
a)
1 b)
2 c)
3 d)
5 e)
15
RESOLUÇÃO:
x2 + h2 = 5
(5 – x)2 + h2 = 10
⇒ x2 – (5 – x)2 = – 5 ⇔ 10x = 20 ⇔ x = 2
5
a)
11 b)
7 c)
13 d) –– e) 3
Assim, 22 + h2 =5⇒ h2 = 1 ⇒ h =
1. 2
Resposta: A
RESOLUÇÃO:
a2 + d2 = x2
b2 + c2 = 42 ⇒a 2 + b2 + c2 + d2 = x2 + 16 (I)
a2 + c2 = 22
b2 + d2 = 52 ⇒a 2 + b2 + c2 + d2 = 29 (II)
– 101
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 102
Dadas duas figuras planas, F1 e F2, a distância d entre Uma figura é um lugar geométrico se, e somente se,
elas é a medida do menor segmento de reta que se todos os seus pontos e apenas eles possuem uma
pode obter, tomando um ponto em cada figura. certa propriedade. Apresentaremos, a seguir, os principais
lugares geométricos.
3. Circunferência
Exemplos
1) Ponto e reta
4. Par de Paralelas
5) Reta e circunferência
102 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 103
5. Mediatriz
MATEMÁTICA
plano que equidistam dos extremos de um segmento
deste plano.
8. Bissetriz no Triângulo
Exemplo
— — —
ASA, BSB e CSC são as bissetrizes internas do triân-
gulo ABC.
I é o INCENTRO.
7. Mediana
Observação
É o segmento com extremos num vértice e no ponto As bissetrizes externas interceptam-se duas a duas
médio do lado oposto. em três pontos denominados EX-INCENTROS e
Todo triângulo tem três medianas, que se intercep- estes são centros das circunferências que tan-
tam num ponto chamado "BARICENTRO". genciam as retas suportes dos lados do triângulo.
O baricentro divide cada mediana na razão 2:1.
Exemplo 9. Mediatriz no Triângulo
–— –— –—
AMA, BMB e CMC são as medianas do triângulo ABC.
É a reta perpendicular ao lado no ponto médio.
G é o BARICENTRO.
Todo triângulo tem três mediatrizes que se inter-
AG BG CG 2 ceptam num ponto chamado “CIRCUNCENTRO”.
–––––– = –––––– = –––––– = ––– O circuncentro é o centro da circunferência que contém
GMA GMB GMC 1
os vértices do triângulo (circunferência circunscrita).
– 103
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 104
Aplicações
Observação
1. (FGV) – A cidade D localiza-se à mesma distân-
O circuncentro de um triângulo é interno, ponto
cia das cidades A e B, e dista 10 km da cidade C. Em
médio da hipotenusa ou externo ao triângulo,
um mapa rodoviário de escala 1:100 000, a
conforme este seja acutângulo, retângulo ou obtu-
sângulo, respectivamente. localização das cidades A, B, C e D mostra que A, B
e C não estão alinhadas. Nesse mapa, a cidade D
está localizada na intersecção entre
10. Altura
a) a mediatriz de AB e a circunferência de centro C
É o segmento com extremos num vértice e na reta e raio 10cm.
suporte do lado oposto, sendo perpendicular a esta. b) a mediatriz de AB e a circunferência de centro C
Todo triângulo tem três alturas, cujas retas suportes e raio 1cm.
c) as circunferências de raio 10cm e centros A, B e C.
interceptam-se num ponto chamado "ORTOCENTRO". ^ ^
Exemplo d) as bissetrizes de CAB e CBA e a circunferência de
–—
— –— –— centro C e raio 10cm.
AHA, BHB e CHC são, respectivamente, as alturas ^ ^
e) as bissetrizes de CAB e CBA e a circunferência de
— — —
relativas aos lados BC, AC e AB. centro C e raio 1cm.
Resolução
O é o ORTOCENTRO.
A figura a seguir ilustra uma possível distribuição das
O triângulo HAHBHC é denominado triângulo órtico. cidades A, B, C e D, de acordo com os dados do
enunciado.
Observação
O ortocentro de um triângulo é interno, vértice do
ângulo reto ou externo ao triângulo, conforme este
seja acutângulo, retângulo ou obtusângulo, respec-
tivamente.
104 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 105
I. A cidade D equidista das cidades A e B e, portanto, podemos afirmar que este triângulo
está na mediatriz do segmento AB. a) é acutângulo. b) é retângulo.
MATEMÁTICA
II. A cidade D dista 10km = 1.000.000cm da cidade c) é obtusângulo. d) não é isósceles.
C. Assim, em um mapa de escala 1 : 100 000, a e) pode ser equilátero.
cidade D está na circunferência de centro C e raio Resolução
10cm.
III. De I e II, conclui-se que a cidade D está localizada
na intersecção entre a mediatriz de AB e a
circunferência de centro C e raio 10cm.
Resposta: A
RESOLUÇÃO:
I é o incentro do triângulo ABC e, portanto, trata-se
do ponto de intersecção das bissetrizes dos ângulos
internos do triângulo ABC.
Resposta: D
– 105
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RESOLUÇÃO:
C é o circuncentro do triângulo DEF e, portanto, trata- a) 45° b) 50° c) 60° d) 70° e) 80°
se do ponto de intersecção das mediatrizes dos lados
do triângulo DEF. RESOLUÇÃO:
Resposta: E
x + y = 50° e α + 2x + 2y = 180°
Assim: α + 2 . 50° = 180° ⇔ α = 80°
Resposta: E
106 –
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MATEMÁTICA
trizes dos lados do triângulo.
Incentro é o ponto de intersecção das bissetrizes O circuncentro equidista dos vértices do triângulo e é
internas do triângulo. o centro da circunferência circunscrita (que contém os
O incentro equidista dos lados do triângulo e é o cen- vértices) ao triângulo.
tro da circunferência inscrita (circunferência tangente
aos lados) no triângulo.
É importante saber que:
a) O circuncentro do triângulo
acutângulo é sempre um ponto da
região interior do triângulo.
b) O circuncentro do triângulo
obtusângulo é sempre um ponto da
Ex-incentros região exterior do triângulo.
As bissetrizes externas interceptam-se duas a duas
c) O circuncentro do triângulo
em três pontos, denominados ex-incentros, e estes são
retângulo é o ponto médio da hipo-
centros de circunferências que tangenciam as retas
tenusa.
suportes dos lados do triângulo.
3. Baricentro
2. Circuncentro
Assim, PB QB RB 2
––––– = ––––– = ––––– = –––
BMP BMQ BMR 1
– 107
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4. Ortocentro 5. Particularidades
Ortocentro é o ponto de intersecção das retas su- a) No triângulo isósceles, os quatro pontos notáveis
MATEMÁTICA
a) O ortocentro do triângulo
acutângulo é sempre um
ponto da região interior do
triângulo.
b) O ortocentro do triângulo
obtusângulo é sempre um
ponto da região exterior do b) No triângulo equilátero, os quatro pontos notá-
triângulo. veis são coincidentes.
c) O ortocentro do triângulo
retângulo é o vértice do
ângulo reto.
Triângulo órtico
Aplicação
Num triângulo acutângulo ABC, os pontos HA, HB e
— No exercício a seguir, temos uma aplicação prática
HC, que são, respectivamente, os pés das alturas AHA,
de pontos notáveis do triângulo.
— —
BHB e CHC, determinam um triângulo denominado órtico.
Três canos de forma cilíndrica e de
mesmo raio r, dispostos como
O ortocentro do triângulo ABC é o incentro do triân- indica a figura ao lado, devem ser
gulo órtico. colocados dentro de outro cano
cilíndrico de raio R, de modo a
ficarem presos sem folga. Expresse
o valor de R em termos de r para que isso seja
possível.
Resolução
R = OC + r ⇔
2 2r 3
⇔ R = –––
3 . 2 +r⇔
–––––
2 3 r + 3r
⇔ R = ––––––––––– ⇔
3
r(3 + 2 3 )
⇔ R = –––––––––––
O é o incentro do triângulo HA HB HC. 3
r(3 + 2 3 )
Resposta: R = –––––––––––
3
108 –
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MATEMÁTICA
→ →
que cada lado mede 6 cm. O raio do círculo circunscrito a As semirretas AI e BI são as bissetrizes dos ângulos
esse triângulo, em centímetros, mede: ^ ^
CAB e CBA, respectivamente.
a) 3 b) 2 3 c) 4 d) 3 2 e) 3 3
RESOLUÇÃO:
––
Calcule a medida do segmento DN.
a) 14 b) 15 c) 16 d) 17 e) 18
– 109
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RESOLUÇÃO:
E
10 cm
D
2 2 C
Assim, DN = –– . DA ⇔ DN = –– . 6 ⇔ DN = 4 cm.
3 3 30 cm
R
cm
Resposta: DN = 4 cm
60
O
A B
110 –
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MATEMÁTICA
t ⬜ OT e dist (T; O) = r
Numa circunferência de centro O e raio r, define-se:
a) Corda
Corda de uma circunferência é qualquer segmento
de reta cujas extremidades são pontos distintos da cir-
cunferência.
b) Diâmetro
Diâmetro de uma circunferência é qualquer corda
que passa pelo centro da circunferência.
A medida do diâmetro da circunferência é o dobro do
raio. Secante
Toda reta que possui dois pontos em comum com
uma circunferência é chamada reta secante ou simples-
mente secante à circunferência.
A distância do centro da circunferência a uma reta
secante é menor que o raio.
Externa
Toda reta que não possui ponto em comum com uma
circunferência é chamada reta externa ou simplesmente
c) Arco
externa à circunferência.
Arco de circunferência é cada uma das partes em
A distância do centro da circunferência a uma reta
que fica dividida uma circunferência quando tomamos
externa é maior que o raio.
dois pontos distintos nela.
d) Semicircunferência
Semicircunferência é todo arco cujas extremidades
são também extremidades de um diâmetro da circun-
ferência.
3. Ângulos na Circunferência
– 111
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짰
Na figura, AB é o arco correspondente ao ângulo Ângulo excêntrico interior
^
central AOB. Ângulo excêntrico interior é todo ângulo que tem
Se tomarmos para unidade de arco (arco unitário), o como vértice um ponto (distinto do centro) da região
MATEMÁTICA
arco definido na circunferência por um ângulo central uni- interior de uma circunferência.
^
tário, teremos a medida do ângulo AOB igual à medida
짰
do arco AB .
짰
Assim, α = AB .
Ângulo inscrito
Ângulo inscrito numa circunferência é todo ângulo
que tem o vértice na circunferência e os lados secantes
^
a ela. Na figura, o ângulo APB é excêntrico interior e deter-
짰 ↔ ↔
mina na circunferência o arco AB. As retas PA e PB
interceptam a circunferência nos pontos C e D, respec-
짰
tivamente, determinando o arco CD.
^
A medida do ângulo AP B é a metade da soma dos
짰 짰
arcos AB e CD .
^
Na figura anterior, o ângulo APB é excêntrico exterior
Na figura, α é um ângulo de segmento e ele deter- 짰 짰
e determina na circunferência os arcos AB e CD.
mina na circunferência o arco ABy. ^
A medida do ângulo de segmento é a metade da A medida do ângulo A PB é a metade da diferença
짰 짰
medida do arco por ele determinado. entre os arcos AB e CD, por ele determinados.
짰 짰 짰
AB AB – CD
α = –––– . Assim, α = ––––––––– .
2
2
112 –
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Aplicação Resolução
Como α é um ângulo
No exercício a seguir, temos uma aplicação prática inscrito, que determina
MATEMÁTICA
de ângulos na circunferência. na circunferência de
centro O, circunscrita
(FUVEST) – Na figura abaixo, ABCDE é um petágono ao pentágono regular, o
짰
regular. A medida, em graus, do ângulo α é: arco CD, temos:
짰 360°
CD = ––––– = 72°
5
짰
CD 72°
Assim: α = ––––– = ––––– = 36°
2 2
^
1. (FGV) – A medida do ângulo ADC, inscrito na circun- RESOLUÇÃO:
ferência de centro O, é
C
D
a
70º
35º
A B
O
180º
^
a) 125° b) 110° c) 120° d) 100° e) 135° O ângulo ADC é do tipo inscrito e determina um arco
de 180° + 70°. Assim, a sua medida α é dada por
180° + 70°
α = –––––––––– ⇔ α = 125°
2
Resposta: A
– 113
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—
2. (MACKENZIE) – Na figura, as circunferências têm o 3. Na figura seguinte, BC é lado do triângulo equilátero
짰 짰 —
mesmo centro O e os menores arcos AB e EF são tais e DE é lado do hexágono regular inscritos na
짰 짰 짰
que AB = EF = 40°. circunferência. A medida do menor arco EC é:
MATEMÁTICA
짰
A medida do menor arco CD é:
a) 50° b) 70° c) 65° d) 60° e) 80° a) 104° b) 114° c) 124° d) 134° e) 144°
RESOLUÇÃO: RESOLUÇÃO:
a
A B
40º
C D
x
E 40º F
40°
α = ––––
2 x – 40° 40°
⇒ ––––––– = –––– ⇒ x = 80°
x – 40° 2 2
α = ––––––– I) x + 120° + y + 60° = 360° ⇒ x + y = 180°
2
x–y
Resposta: E II) –––––– = 54° ⇒ x – y = 108°
2
III) xx +– yy == 108°
180°
⇒
x = 144°
y = 36°
Resposta: E
114 –
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MATEMÁTICA
6 e 7.
RESOLUÇÃO:
A
a
7K
V
U
6K
5K
b g
B T C
7K + 5K – 6K
3.o) β = ––––––––––––– = 3K = 60°
2
6K + 7K – 5K
4.o) γ = ––––––––––––– = 4K = 80o
2
Resposta: A
– 115
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Potência de um Ponto em
MÓDULO 17
Relação a uma Circunferência
MATEMÁTICA
Dados um ponto P e uma circunferência λ, consideremos uma reta r que passa por P e intercepta λ nos pontos
A e B.
— —
Chama-se potência do ponto P em relação a λ, o produto das medidas dos segmentos PA e PB .
Potência de P em relação a λ = PA . PB
A potência é uma característica do ponto em relação à circunferência, portanto, não depende da reta escolhida,
desde que intercepte a circunferência.
116 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 117
^ ^
A seguir, vamos demonstrar as propriedades de D AP B CP, pois são ângulos inscritos que deter-
potência de ponto. minam mesmo arco.
a)
MATEMÁTICA
Como P é ângulo comum, podemos concluir que os
triângulos PAD e PCB são semelhantes.
Assim:
PA PD
––– = ––– ⇔ PA . PB = PC . PD
PC PB
PA . PB = PC . PD c)
Demonstração
D B
A C
PA . PB = (PT)2
^ ^
D AP B CP, pois são ângulos inscritos que deter- Demonstração
minam mesmo arco.
^ ^
Como A PD CPB são opostos pelo vértice,
podemos concluir que os triângulos PAD e PCB são
semelhantes.
Assim:
PA PD
––– = ––– ⇔ PA . PB = PC . PD
PC PB
^ ^ ^
A BT ATP, pois A BT é um ângulo inscrito que deter-
짰 ^
b) mina o menor arco AT e ATP é um ângulo de segmento
짰
que determina o menor AT.
d)
Demonstração
A
B
D
C
PA = PB
– 117
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 118
Demonstração
Seja O o centro da circunferência.
— — —
Como OA OB (raios) e PO é lado comum, podemos
MATEMÁTICA
Assim, PA = PB .
1. (UNIFESP) – Na figura, o segmento AC é per- 2. (UNESP) – Em uma residência, há uma área de lazer
pendicular à reta r. Sabe-se que o ângulo AÔB, com O com uma piscina redonda de 5m de diâmetro. Nessa área
sendo um ponto da reta r, será máximo quando O for há um coqueiro, representado na figura por um ponto Q.
o ponto onde r tangencia uma circunferência que
passa por A e B. Se AB representa uma estátua de
3,6m sobre um pedestal BC de 6,4 m, a distância OC,
para que o ângulo AÔB de visão da estátua seja
máximo, é
6
T
QP . QR = (QT)2 ⇒ d . (d + 5) = 36 ⇔
⇔ d2 + 5d – 36 = 0 ⇒ d = 4, pois d > 0
Resposta: A
118 –
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—
1. (FUVEST) – O valor de x, na figura abaixo, é: 3. (MACKENZIE-SP) – Na figura, se MB = 18 cm e A,
MATEMÁTICA
a) 20/3 B e C são pontos de tangência, o perímetro do triângulo
b) 3/5 assinalado é igual a
c) 1
d) 4
e) 15
RESOLUÇÃO:
3
x . 10 = 3 . 2 ⇔ x = ––
5
Resposta: B a) 30 cm b) 32 cm c) 34 cm
d) 36 cm e) 38 cm
RESOLUÇÃO:
De acordo com a figura, e sendo MB = 18 cm, temos:
a) 2 b) 4,5 c) 10 d) 16 e) 24
RESOLUÇÃO:
1) MB = MC = 18 cm
x . (x + 8) = 12 . (12 + 3) ⇔ x = 10, pois x > 0
2) PA = PB ⇒ MP + PA = MB = 18 cm
Resposta: C
3) QC = QA ⇒ MQ + QA = MC = 18 cm
4) MP + PQ + MQ = (MP + PA) + (QA + MQ) =
= MB + MC = 18 cm + 18 cm = 36 cm
Resposta: D
– 119
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 120
–––
tivamente. A corda AF da circunferência intercepta o
–––
segmento ED no ponto G. Se EB = 5, BA = 7, EC = 4,
GD = 3 e AG = 6, então GF vale
a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5
RESOLUÇÃO:
120 –
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 121
MATEMÁTICA
Área de uma figura é um número, associado à sua
superfície, que exprime a relação existente entre esta su-
perfície e a superfície de um quadrado de lado unitário.
Dizemos que duas superfícies são equivalentes
quando possuem a mesma área.
Assim, S=b.h .
2. Área do Retângulo
5. Área do Losango
A área S de um retângulo é o produto das medidas
a e b de dois de seus lados consecutivos. O retângulo ABCD está dividido em oito triângulos
retângulos congruentes. O losango PQRS, cujas diago-
nais medem D e d, é composto por quatro desses triân-
gulos. A área S do losango é, portanto, a metade da área
do retângulo.
Assim,
4. Área do Paralelogramo
– 121
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 122
semiperímetro.
Assim,
S=p.r .
Assim,
b.h Em função de dois lados e do ângulo entre eles
S = –––––– .
2
Sejam a e b as medidas de dois lados de um triân-
Triângulo equilátero gulo ABC e α a medida do ângulo entre eles:
a . b . sen α
S = –––––––––––––
2
3 .h
Lembrando que h = ––––– e S = ––––– , temos:
2 2 Em função do raio da circunferência circunscrita
122 –
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MATEMÁTICA
Nos exercícios a seguir, temos aplicações práticas
de área das figuras planas.
– 123
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 124
3) Supondo que a velocidade da água não se altere e Nessa figura, temos quatro quadrados de lados 4cm,
sendo v a vazão após a reforma, em m3/s, temos: 3cm, 2cm e 1cm, respectivamente, colocados em um
MATEMÁTICA
Resposta: A
RESOLUÇÃO:
I) A área do trapézio do esquema I, em cm2, é
(600 + 360) . 580
Esquema I: área restritiva antes de 2010 ––––––––––––––––– = 278 400
2
Visando atender as orientações do Comitê Central da II) A área do retângulo do esquema II, em cm2, é
Federação lnternacional de Basquete (Fiba) em 2010, que 580 . 490 = 284 200
unificou as marcações das diversas ligas, foi prevista uma
III)O aumento da área, em cm2, foi de
modificação nos garrafões das quadras, que passariam a
284 200 – 278 400 = 5 800
ser retângulos, como mostra o Esquema II.
Resposta: A
124 –
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2. (FGV-SP) – Na figura plana abaixo, os triângulos ABC 3. (FUVEST) – A figura representa sete hexágonos
e CDE são equiláteros. regulares de lado 1 e um hexágono maior, cujos vértices
coincidem com os centros de seis dos hexágonos
MATEMÁTICA
menores. Então a área do pentágono hachurado é igual a
a) 3 3
b) 2 3
3 3
Os lados medem 4 cm e 6 cm, respectivamente. c) –––––
2
Calcule a área do quadrilátero ABDE.
d) 3
RESOLUÇÃO:
3
e) ––––
2
RESOLUÇÃO:
A área S do pentágono hachurado é igual à soma das
áreas de dois triângulos equiláteros congruentes de
Sendo S a área do quadrilátero ABDE, em cen- lado 1.
tímetros quadrados, e supondo A, C e E alinhados,
temos:
S = SABC + SCDE + SBCD =
42 3 62 3 4 . 6 . sen60°
= ––––––– + ––––––– + ––––––––––––– =
4 4 2
= 4 3 + 9 3 + 6 3 = 19 3
Assim:
12 . 3 3
S = 2 . –––––––– ⇔ S = ––––
4 2
Resposta: E
– 125
C2_3aSERIE_LARANJA_2024_MATEMATICA_ROSE.qxp 18/12/2023 13:45 Página 126
––
e o ponto F pertence à hipotenusa AC, de tal forma que
DECF seja um paralelogramo. Se DE = 3/2, então a área
do paralelogramo DECF vale
63 12 58 56 11
a) ––– b) ––– c) ––– d) ––– e) –––
25 5 25 25 5
RESOLUÇÃO:
3 21
–– b = –––
3–b 2 h 10
–––––– = –––– = ––– ⇒
3 5 4 6
h = ––
5
Assim, sendo S a área do paralelogramo DECF, tem-se:
21 6 63
S = b . h ⇔ S = ––– . ––– ⇔ S = –––
10 5 25
Resposta: A
126 –