Você está na página 1de 14

Seminário Virtual

Sídrome de Down com bastante interação


Grupo E:

Leíze de Azevedo Maciel

Naira Cristina Vieira Lemos

Marcelle Tavares Santa Rosa

Maria das Graças de Lima Souza Santos

Regiane Ferreira Rosa
Turma: RJ04 – Mediadora: Taís Rabetti Gianella
Doenças Cromossômicas

Introdução
As doenças cromossômicas são resultantes de
aberrações dos cromossomos e do processo de
duplicação durante a divisão celular .O mecanismo
de aberração estrutural consiste na quebra e
religação de cromossomos, resultando deficiências,
duplicações, inversões e translocações. As
irregularidades no número, tais como a perda de um
ou ganho de um ou mais cromossomos, são
associadas com as síndromes anormais.
A não-disjunção de cromossomos na meiose
explica a maioria das variedades aneuploides. Dentre
as aneuploidias podemos citar algumas síndromes, tais
como: Trissomia do 13, Trissomia do 18, síndrome de
Turner, síndrome de Klinefelter, Triplo X e a síndrome
de Down; que terá uma total ênfase no presente
trabalho.
Sídrome de Down

Nosso corpo é formado por várias células, cada


célula possui 46 cromossomos, 23 da mãe e 23 do pai.
Quando por algum motivo a célula ganha mais um
cromossomo, aí temos nossa anomalia.
A síndrome de down é caracterizada pelo aumento
do cromossomo 21, ou seja, possuímos 23 pares de
cromossomos e o portador de síndrome de down no 21º
par ao invés de serem dois cromossomos são três. O
risco de ter um filho com síndrome de down aumenta
conforme a idade da mãe.
Os portadores com síndrome de
down ficam com o desenvolvimento
físico e mental mais lento que varia
entre leve a moderado.
Possuem características
específicas que ajudam o médico a
identificar a síndrome de down entre
elas: cabeça achatada atrás, pregas
nos cantos dos olhos, orelha
diminuída, boca pequena, tônus
muscular diminuído, pés e mãos
pequenos.
Até os dias de hoje não há cura para a síndrome de
down, pois a mesma é um erro genético do próprio
corpo não existe remédios nem vacinas contra essa
anomalia. Deve-se fazer acompanhamento médico para
ajudar no desenvolvimento da fala, da audição, da
visão e constantes exames para monitorar o coração e o
intestino.
Características da Síndrome de Down:

Dentre as principais, podemos


destacar:

• Retardo mental;
• Fraqueza muscular;
• Anomalia cardíaca;
• Baixa estatura;
• Olhos com fendas palpebrais
oblíquas;
• Perfil achatado;
• Prega única na palma da mão.
Doenças ocasionadas
- no coração;
- má-formação gastrintestinal;
- imperfuração anal;
- doença de Hirschsprung;
- um tipo de leucemia (10 a 20 vezes mais que nos ditos normais)
- perda auditiva;
- Alzheimer (mais precocemente);
- problemas oculares (estrabismo, miopia, catarata);
- hipotireodismo;
- problemas ortopédicos;
- convulsões;
- apnéia do sono;
- problemas de pele.
A criança com síndrome de Down e a escola


A escola mais adequada para a criança
com Down é a escola regular, pois a
convivência de crianças portadoras da
síndrome de down com crianças ditas
normais, ajuda no desenvolvimento da
criança portadora da síndrome.
Apesar de algumas diferenças no
desenvolvimento é importante a relação e
convivência de crianças portadoras da
síndrome de Down com crianças ditas
normais, pois essa relação ajuda no
desenvolvimento da criança portadora da
síndrome e da dita normal que aprende a
viver com as diferenças sem preconceito.
Esse é um dos motivos que a inclusão é tão
importante para a criança com Down, pois
a escola não é um ambiente somente para
aprender o português e a matemática, mas
é um local de socialização.

A educação da criança com Down deve ser
igual à de qualquer outra criança, com limites
e disciplina e sem muita proteção e cuidados
excessivos. As crianças com Down podem ser
alfabetizadas, apesar da limitação cognitiva
que torna a aprendizagem diferente. Muita
estimulação, principalmente quando bebê.
A criança com síndrome de Down, deve ser
educada pelos pais com limites, e sem
permissão para fazer tudo o que quiser. É
necessário um maior cuidado e atenção, pois a
criança demora mais a aprender as coisas.
Como têm uma limitação cognitiva, podem
achar as aulas chatas, por não conseguirem
realizar alguma atividade, por isso é
importante o planejamento para as crianças
com Down, para que as aulas sejam
estimulantes para elas e caso o aluno não
conseguir realizar determinada atividade é
importante o (a) professor (a) adaptar a
atividade para que o aluno possa participar
sem se sentir incapaz.

Freqüentar a escola permite a criança com
Down adquirir, progressivamente,
conhecimentos, cada vez mais complexos
que serão exigidos da sociedade e cujas
bases são indispensáveis para a formação
de qualquer indivíduo.
O lúdico atrai muito as crianças, e é
importante, pois permite o
desenvolvimento global da criança através
da estimulação de diferentes áreas.
As crianças com síndrome de Down não
conseguem absorver um grande número de
informações,por isso é preciso que a
aprendizagem ocorrá de forma facilitada,
através de momentos prazerosos.
É importante que o (a) professor (a)
promova o desenvolvimento da
aprendizagem nas situações diárias da
criança, e a evolução gradativa da
aprendizagem deve ser respeitada.
Dúvidas frequentes
1- Síndrome de Down é contagioso?
Não, Síndrome de Down não é uma doença e sim uma anomalia genética.
2- Existem outros tipos de Síndrome de Down?
São três os tipos existentes:
• trissomia simples, que é o exposto acima, ou seja trissomia do 21
• translocação, onde observa-se a trissomia, mas nem todos estão no par 21
• mosaicismo, caracterizado por mostrar a trissomia em algumas células e outras não
3- A culpa pode ser do pai ou da mãe?
Não se pode atribuir a culpa a nenhum dos dois, o problema acontece assim que o espermatozóide
fecunda o óvulo.
4- Um tombo, um susto ou drogas poderiam contribuir para esta aberração?
Não, o problema é única e exclusivamente genético e suas causas são desconhecidas.
5- Existe uma idade que poderia ser considera de risco no que diz respeito a geração de um
criança Down?
A algum tempo alguns médicos defendiam que mulheres acima de 35 anos de idade correriam um
risco maior, mas esta teoria não foi confirmada, na verdade este é um risco que qualquer casal em
qualquer idade corre, a probabilidade é de 1 a cada 700 nascimentos em média, mas alguns
experimentos feitos recentemente comprovam que o risco de mães com menos de 25 anos terem
trissomia é de aproximadamente 1 em 1500 nascimentos ;com 40 anos 1 em 100 nascimentos; e
com 45 anos 1 em 40 nascimentos .

6- É possível evitar a doença ?


Não é possível evitar a doença, mas pode-se detecta-la logo nas primeiras semanas de vida
fazendo exame de pré-natal,onde o médico toma uma amostra do fluido do amnio de uma mulher
grávida posteriormente cultivando as células fetais que poderão ser observadas em divisão.Se
estão presentes três cromossomos 21 confirma-se a síndrome de Down.Este processo é
denominado amniocentese.
Conclusão

Não devemos fixar metas muito elevadas que


possam de alguma forma inibir ou desmotivar a
criança, o que realmente conta é a superação dos seus
próprios limites no dia a dia, por menor que seja. É
preciso paciência e compreensão para com elas pois há
uma ignorância muito grande por parte da população
que desconhece a doença e os tratam com indiferença.