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Trauma Musculo Esquelético

Professor: Hugo Poiatt


Alunos:
Aline Abreu
Cinthya Castro
Fernanda Ferreira
Juliana de Oliveira
Luzia Maria
Gonçalina da Silva
Iolanda
Rebeca
Karolayne Marciana
Introdução

 Lesões musculoesqueléticas ou de
extremidades são muito comuns.
Pequenos acidentes domésticos,
recreativos ou esportivos levam a
esse tipo de lesão, na maioria das
vezes, sem maiores consequências. O
principal mecanismo pelos quais
essas lesões podem representar uma
ameaça à vida é a perda sanguínea,
que pode causar choque, dano a
vasos sanguíneos e nervos e até
Amputação do membro.
Lesões do Sistema Músculo Esquelético

• Ocorrem em 85% dos


doentes que sofrem
trauma fechado.
• Devem ser avaliadas
e tratadas
corretamente de tal
maneira que a vida e o
membro não corram
perigo.
Tipos de lesões músculo
esqueléticos

 Fraturas
 • Luxação
 • Entorse
 • Lesões
musculares
 • Esmagamento
 • Amputações
Fratura

 Lesão óssea de origem


traumática, produzida por
trauma direto ou indireto,
de alta ou baixa energia.
Pode ser fechadas ou
expostas. Desconfiar de
fratura: aparência ou função
anormal, dor local,
incapacidade de movimento,
posição anormal.
Classificação das Fraturas

 Incompleta – fratura parcial do segmento


ósseo.
 • Completa – fratura total do segmento
ósseo.
 • Fechada- não há comunicação do foco de
fratura com o meio externo.
 • Aberta ou exposta – quando há lesão da
pele e partes moles e com isto o foco de
fratura fica em contato com o meio ambiente
possibilitando a contaminação e infecção.
 • Desvio – pode ser com desvio do
alinhamento ósseo e sem desvio.
Distensão e Contusão

 Distensão – estiramento,
ruptura parcial ou total
destes músculos.
 Contusão - trauma das
partes moles do aparelho
locomotor,decorrente de
uma agressão, batida ou
queda.
Amputação traumática

 Representa risco de vida


por hemorragia, perda
definitiva do membro.
 • O músculo não tolera a
interrupção do fluxo
sanguíneo arterial por um
período maior que 6 horas
(necrose). • Os nervos são
muito sensíveis a anóxia.
Entorse

 Lesão nos ligamentos que estão em volta das


articulações, fazendo com que a estabilização
seja perdida.
 • Vasos sanguíneos se rompem causando o
edema, a articulação fica sensível e a pessoa
sente dor ao movimentar-se.
 • Classificação:
 • Grau I – dor, com dano mínimo ao ligamento
 • Grau II – gera um leve frouxidão da articulação
 • Grau III – articulação instável, ruptura total
ligamento.
Procedimentos gerais

 1º tratar condições de risco de


morte
 • 2º tratar condições de risco de
perda de membro
 • 3º tratar as demais condições
de trauma de extremidade
 • Estancar hemorragia, proteger
área lesada, imobilizar: uma
articulação acima e uma abaixo
(manual e com talas)
 • Reavaliar: perfusão, pulso, Tª
Complicações

 Síndrome compartimental;
 Úlcera de decúbito;
 Infecções secundárias;
 Atrofia muscular; e
 Rigidez articular.
Cuidados de Enfermagem

 Manter o membro em posição anatômica e elevada;


 Vigiar perfusão das extremidades;
 Observar a integridade do aparelho gessado;
 Deixar secar a tala gessada antes de abrir, por cerca de 24 horas, quando for
necessário, fazer curativos em ferimentos;
 Orientar o paciente a manter o membro alinhado;
 Estimular a movimentação das extremidades;
 Manter tração manual quando for necessária a retirada da tala gessada e/ou as
imperfeições ;
 Orientar o paciente a manter o membro alinhado;
 Estimular a movimentação das extremidades;
 Manter tração manual quando for necessária a retirada da tala gessada e/ou as
imperfeições ;
REFERÊNCIAS

 Atendimento Pré Hospitalar ao Traumatizado - Norman E.


McSwain - Scott Frame - Jeffrey P. Salomone 
Alberto Myiamoto. MD Fabio Roza, MD Julio Mizuta Jr., MD
Fernando Spencer Netto, MD PhD