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Evolução e a datação de Fósseis com Carbono 14

Evolução e a datação de Fósseis com Carbono 14

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Publicado porMarcelo_J_Negreiros
Alerta sobre datação de fósseis com a utilização do C-14, mostrando-se imprecisa principalmente quando se trata de eras remotas.
Alerta sobre datação de fósseis com a utilização do C-14, mostrando-se imprecisa principalmente quando se trata de eras remotas.

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Published by: Marcelo_J_Negreiros on Feb 12, 2009
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02/01/2013

Datação de Fósseis com Carbono 14 Já ouvimos falar muito sobre fósseis de animais encontrados cujas idades chegam a milhões

de anos, fazendo-nos acreditar que a terra é realmente muito velha. Mas como é que os cientistas, paleontologistas conseguem mensurar a idade de um fóssil ?Conhecemos que, para isto, é usado o método de datação através do carbono 14 ou C-14 como é conhecido. O esquema é, em linhas gerais, o que foi citado pelo prof. Ray Smith: “O método C-14 (Carbono 14) foi inventado pelo Dr. Libby, em 1947, e ele recebeu o Prêmio Nobel. As plantas retiram o seu carbono da atmosfera, e os animais o retiram das plantas que comem. A maior parte do carbono da atmosfera é C-12 (Carbono 12). Este carbono é estável e conserva a sua identidade. O C-14 é um isótopo de carbono e é menos abundante. Um isótopo emite raios e é radioativo. Esta radioatividade transforma o C-14 em nitrogênio. Num período de 5730 anos, metade de uma dada quantidade de C-14 é transformada em nitrogênio. Como um ser vivo não absorve mais carbono depois de sua morte, os cientistas crêem que podem calcular, com o contador Geiger, o tempo da sua morte. Há algumas coisas que tornam este método questionável. Não podemos estar certos da quantidade de C-14 presente ao tempo da morte do ser vivo. Não estamos certos de que o C-14 da atmosfera foi sempre estável. O C-14 é produzido pelos raios cósmicos que bombardeiam o nitrogênio, em grandes altitudes, na atmosfera. Esses bombardeamentos são causados pelo que é comumente chamado de "Northern Lights" (Aurora Boreal) e pelas manchas solares que, às vezes, cobrem quase um sexto da superfície solar. Como isto afeta a quantidade de C-14, na atmosfera? Quanto C-14 se perde pela filtração? Os cientistas nos dizem que os campos magnéticos dos polos têm mudado algumas vezes, e isto também afetaria a quantidade de C-14, na atmosfera. Na Sibéria foram encontrados mamutes congelados, com vegetação tropical parcialmente digerida no seu estômago. No Alasca há grandes quantidades de óleo e restos de animais semitropicais, e no oeste dos Estados Unidos têm sido encontrados restos de dinossauro. Afirma-se que os maiores dinossauros comiam até 500 quilos de alimento por dia.” O prof. Smith continua, mostrando as desvantagens do C-14 para as teorias evolucionistas: “Num gigantesco empreendimento internacional, em que mais de 90 universidades e museus colaboraram, mais de 15.000 restos daquilo que, tempos antes, haviam sido seres vivos, foram datados pelo revisado método do C-14. Os resultados foram publicados na revista anual Radiocarbon. Aqui estão alguns resultados: Um homem de Neanderthal de 32.000 anos e outro de 40.000 anos. Carvão antes datado de 200 a 300 milhões de anos, foi datado em 1680 anos. Homem da Rodésia ou 'Broken Hill" datado em 9.000 anos. Ossos de Thamesville e Catham, no Ontário, datados de 8.900. Ossos de mamíferos encontrados no mesmo sítio onde o Dr. Leakey encontrou o seu "crânio hominídio", aos quais foi dada a idade de 600.000 anos, receberam depois a idade de 10.000 anos. Ossos do vale de Orno, da Etiópia, dos quais se disse serem mais velhos do que os encontrados pelo Dr. Leakey, foram datados de 15.000 anos. Observe-se que coisa alguma é datada em mais de 40.000 anos.” Pressupostos usados na determinação de idades por carbono-14. (http://www.scb.org.br/pergresp/datacaocarbono14.htm) A interpretação dos resultados é baseada em vários pressupostos. Acredita-se que a taxa de decaimento radioativo do carbono-14 não tem mudado ao longo dos anos. Não há nenhuma evidência contra este pressuposto, e ele parece ser confiável. Supõe-se também que não haja perda ou contaminação de C-14 na amostra. A confiabilidade deste pressuposto provavelmente depende do ambiente em que a amostra se encontra. Uma amostra isolada, relativamente à troca de átomos com o ambiente, terá mais probabilidade

de evitar a contaminação ou perda do que uma amostra que se encontre freqüentemente exposta ao escoamento de água. Freqüentemente são identificados erros cometidos quanto a este pressuposto. Outros três pressupostos são feitos ao aplicar o método . Primeiro, a taxa de produção do carbono-14 deve ter sido relativamente constante. Sabe-se que ocorreram variações, mas acredita-se que se pode fazer a correção devida. Segundo, as quantidades de carbono-14 presentes em reservatórios geofísicos devem ser constantes. Os reservatórios geofísicos incluem a atmosfera, os oceanos, a biosfera e os sedimentos. Este pressuposto tem sido questionado recentemente. Terceiro, as várias taxas de fluxo do carbono-14 entre os reservatórios geofísicos devem ser constantes, e o tempo de residência do carbono-14 nos vários reservatórios deve ser curto em relação à sua meia-vida. Se estas três condições forem satisfeitas, o resultado é que a concentração inicial de C-14 na amostra pode ser estimada. Este resultado parece funcionar bem quando pode ser verificado. Entretanto, seria completamente invalidado para material que estivesse vivo antes do dilúvio. O dilúvio deve ter alterado drasticamente a concentração do C-14. Isto porque o C-14 antediluviano estaria grandemente diluído em grandes quantidades de C-12 que agora estão enterradas na forma de carvão mineral e petróleo. Isto reduziria grandemente a concentração de C-14 antes do dilúvio, fazendo com que uma amostra da época parecesse muito mais velha do que é realmente. De acordo com esta interpretação, se plantas que viveram antes do dilúvio fossem datadas por C-14 usando os padrões atuais, pareceriam muito mais antigas mesmo quando ainda vivas. Isto significa que aqueles que crêem em um dilúvio mundial devem esperar encontrar idades muito grandes para organismos que viveram antes do dilúvio. O mesmo se aplicaria a plantas e animais que viveram logo após o dilúvio, antes que o novo nível de concentração de C-14 fosse atingido. CONCLUSÃO: Pelo que podemos ver, a datação através do C-14 não deve ser utilizada como algo exato, principalmente por não se conhecer a concentração exata de C-14 em tempos remotos. Essa variação pode fazer uma amostra parecer bem mais velha do que realmente é. Fontes: http://str.com.br/Debate/debate0101e.htm http://ciencia.hsw.uol.com.br/carbono-142.htm http://www.scb.org.br/pergresp/datacaocarbono14.htm http://www.answersingenesis.org – Arq. “CarbonDating.pdf” baixado do site em 22/11/2005

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