MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão.

Esplanada dos Ministérios, Bloco L, 2º andar – sala 200 – CEP: 70.047-900 Brasília, Distrito Federal. Fone: (61) 2022-9217/9218 – Fax: (61) 2022-9020

PROGRAMA ESCOLA ACESSÍVEL

MANUAL DO PROGRAMA ESCOLA ACESSÍVEL

...................................... 07 3............................................................1.2 ..............................................................BIBLIOGRAFIA.........................................................................................................................................PRESTAÇÃO DE CONTAS. 08 4............................. 11 6.........1 – ATRIBUIÇÕES DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ......................................18 8 ................................ 08 4...................1 .................................SUMÁRIO APRESENTAÇÃO .....................10 6 . 09 4.................................. 07 4 – IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA ESCOLA ACESSÍVEL EM 2011 ........................................................................................................................3 – ESCOLAS (UEx) .............................................................................1 – SECADI ...................1.................ELABORAÇÃO DO PLANO DE ATENDIMENTO 6................................................................ASPECTOS LEGAIS E PEDAGÓGICOS .1 – OBJETIVO GERAL ......................................................................1...........................................FINANCIAMENTO.................................................................ORIENTAÇÕES PARA CADASTRO E ELABORAÇÃO DO PLANO DE ATENDIMENTO........................................................ 09 4................................3 .19 2 ........................................................CADASTRO PARA ACESSO AO PROGRAMA ESCOLA ACESSÍVEL POR MEIO DO SIMEC 6...............2 ............................................................ 03 1 ....... 09 5 ......................... 11 12 12 13 17 ................ 04 2 – HISTÓRICO..................2 – SECRETARIAS DE EDUCAÇÃO (EEx) .................................................................1 ..........................PRIMEIRO ACESSO 6......................................................................................................................................................................................................... 07 3.....................................................................................................1.............................VALIDAÇÃO DO PLANO DE ATENDIMENTO 7 ..........................................................2 – FNDE ... 08 4............PARA USUÁRIOS NÃO CADASTRADOS 6..................................................................2 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS ... 06 3 – OBJETIVOS .........

previsto no projeto político pedagógico da escola. Nesta perspectiva. transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação no contexto escolar. O presente documento objetiva orientar os sistemas de ensino na implementação do Programa Escola Acessível. condição indispensável para uma educação de qualidade.APRESENTAÇÃO O Ministério da Educação em parceria com os Sistemas de Ensino implementa políticas públicas visando assegurar o direito à educação e promover autonomia e independência das pessoas com deficiência. 3 . os sistemas de ensino modificam sua organização. assegurando aos estudantes público alvo da educação especial. O Programa Escola Acessível constitui uma medida estruturante para a consolidação de um sistema educacional inclusivo. matrícula nas classes comuns e oferta do atendimento educacional especializado. em 2011. concorrendo para a efetivação da meta de inclusão plena.

dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação. e n° 10. Ao promulgar a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência – CMDPD (ONU/2006). espaço. No artigo 24. ao meio 4 . mobiliário. ginásios e instalações desportivas.296/2004. áreas de lazer e sanitários. por meio dos Decretos nº 186/2008 e nº 6. define no artigo 2° que “Acessibilidade é a possibilidade e condição de alcance para utilização. FUNDAMENTOS LEGAIS E PEDAGÓGICOS De acordo com as Normas TÉCNICAS Brasileiras de Acessibilidade (ABNT/NBR – 9050/2004). O Decreto n° 5. percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações. “acessibilidade é a possibilidade e condição de alcance. etapa ou modalidade. os Estados Partes tomarão as medidas apropriadas para assegurar às pessoas com deficiência o acesso. O Decreto supracitado define ainda que. que trata especificamente da acessibilidade. públicos ou privados. O artigo 9º da CDPD.1. com segurança e autonomia.048/2000. “barreira é qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso. das edificações. laboratórios. afirma que os estabelecimentos de ensino de qualquer nível. auditórios.098/2000 e estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção de acessibilidade às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. assegura que: A fim de possibilitar às pessoas com deficiência viver de forma independente e participar plenamente de todos os aspectos da vida. de forma que não sejam excluídas do sistema educacional geral em razão da deficiência. equipamento urbano e elementos”. inclusive salas de aula. bibliotecas. que regulamenta as leis n° 10. o Brasil assume o compromisso de assegurar o acesso das pessoas com deficiência a um sistema educacional inclusivo em todos os níveis e de adotar medidas que garantam as condições para sua efetiva participação. em igualdade de oportunidades com as demais pessoas. por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida”. proporcionarão condições de acesso e utilização de todos os seus ambientes ou compartimentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. mobiliários e equipamentos urbanos. a liberdade de movimento e a circulação com segurança das pessoas”. dos espaços.949/2009.

tanto na zona urbana como na rural. o Programa Escola Acessível caracteriza-se como uma efetiva medida de eliminação de barreiras e promoção de autonomia aos estudantes público alvo da educação especial. arquitetônica. na comunicação e informação. Respaldado nos marcos legais. Ao estabelecer as diretrizes para transformação dos sistemas educacionais em sistemas educacionais inclusivos. acima expostos. Fundamentada nos princípios de igualdade de condições de acesso à participação em um sistema educacional inclusivo. 5 . elaboração. visando prover condições de acesso. que disponibiliza recursos e serviços e o Atendimento Educacional Especializado – AEE. a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC/2008) define a Educação Especial como modalidade de ensino transversal a todos os níveis. produção e distribuição de recursos educacionais para a acessibilidade. ao transporte. bem como a outros serviços e instalações abertos ao público ou de uso público. transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação no ensino regular. inclusive aos sistemas e tecnologias da informação e comunicação. à informação e comunicação.físico. participação e aprendizagem no ensino regular aos alunos público alvo da educação especial. de forma complementar ou suplementar. nos mobiliários e equipamentos. etapas e modalidades. aos estudantes com deficiência. políticos e pedagógicos..] acessibilidade urbanística.. O Decreto nº 6.571/2008 assegura que o Ministério da Educação prestará apoio técnico e financeiro para a adequação arquitetônica de prédios escolares. este documento determina a garantia de [. nos transportes.

HISTÓRICO O Ministério da Educação.094/2007. no Censo escolar MEC/INEP/2010. Em 2010. tendo como uma das ações de apoio aos sistemas de ensino. estabeleceu as orientações e diretrizes para a assistência financeira suplementar a projetos educacionais da Educação Especial. contempladas no período de 2005 a 2008. matrícula de estudantes público alvo da educação especial em classes comuns do ensino regular. A Resolução CD/FNDE nº 26/2007. no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE. passa a ser feito. municipais e distrital. adequação de escolas para acessibilidade física. o Programa contemplará escolas de educação básica com Salas de Recursos Multifuncionais implantadas em 2009. por meio do Decreto n°6. foi instituído o Programa escola Acessível. de 2003 a 2006. que registraram no Censo Escolar MEC/INEP/2009. Em 2007. em classes comuns do ensino regular. o Programa Escola Acessível atendeu as escolas públicas de educação básica das redes estaduais. A partir de 2008. Com essa medida. apoiou projetos de adequação arquitetônica para promoção de acessibilidade propostos pelas secretarias de educação e aprovados pela Secretaria de Educação Especial.2. o Programa Escola Acessível. pelo Programa Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais.PTA. que tenham registrado. Em 2011. por meio da apresentação de Planos de Trabalho . 6 . o processo de transferência dos recursos financeiros para acessibilidade. diretamente às unidades executoras das escolas. de acordo com a Resolução CD/FNDE nº10/2010. matrículas de estudantes público alvo da educação especial. passa a integrar o Programa de Desenvolvimento da Escola. por meio do Compromisso Todos Pela Educação e do Plano de Ações Articuladas – PAR. sob a égide da Resolução CD/FNDE n° 3/2010.

instalar corrimão e colocar sinalização tátil e visual. material desportivo acessível e outros recursos de tecnologia assistiva. por meio da acessibilidade ao ambiente físico. os espaços físicos reservados à instalação e funcionamento de salas de recursos multifuncionais. assegurando-lhes o direito de compartilharem os espaços comuns de aprendizagem. alargar portas e vias de acesso. a fim de atender os requisitos de acessibilidade. Objetivo geral Promover a acessibilidade e inclusão de alunos com deficiência. Objetivos específicos • Adequar arquitetônica ou estruturalmente. aos recursos didáticos e pedagógicos e às comunicações e informações. 3. cadeira de rodas.2. 7 . • Adquirir mobiliário acessível. construir rampas.1. • Adequar sanitários.3. OBJETIVOS 3. transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação matriculados em classes comuns do ensino regular.

como os recursos de acessibilidade ao computador e aqueles destinados à comunicação aumentativa e alternativa. os sistemas de ensino deverão orientar-se pelo principio do desenho universal. além daqueles existentes nas Salas de Recursos Multifuncionais. compreendem-se os produtos.Comitê de Ajudas Técnicas ATA VII) Considerando a abrangência do conceito de tecnologia assistiva. 4. de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. as atribuições de cada ente envolvido.SECADI e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação . a possibilidade de aquisição de recursos de tecnologia assistiva. favorecendo sua autonomia e independência nas atividades acadêmicas.949/2009 e pelo Manual de Acessibilidade Espacial para Escolas: o direito à escola acessível. Não obstante. prevê. práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade.FNDE. independência e inclusão educacional. Por tecnologia assistiva. Sabendo que o desenvolvimento desta ação resulta da parceria entre o Ministério da Educação. Diversidade e Inclusão . por meio da Secretaria de Educação Continuada. Convém destacar que o Programa Escola Acessível objetiva. Atribuições do Ministério da Educação 8 . (CORDE.1. também. destacam-se. relacionada à atividade e participação. metodologias. pelas normas de acessibilidade previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT/NBR 9050). sejam utilizados para a aquisição de equipamentos ou aplicativos de alta tecnologia. estratégias. recursos. Alfabetização. recomenda-se que os recursos financeiros. IMPLEMENTAÇÃO Na implementação do programa. visando sua autonomia.4. a seguir. oriundos do Programa Escola Acessível. que atendam às especificidades educacionais dos estudantes público alvo da educação especial. prioritariamente. promover acessibilidade arquitetônica dos prédios escolares. pelo decreto 6. das Prefeituras e Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal (Entidades Executoras – EEx) e das escolas (Unidades Executoras Próprias – UEx) contempladas.

4. de maneira a garantir a regular aplicação dos recursos em favor das aludidas unidades escolares e o cumprimento das metas preestabelecidas. após validação pelo MEC/SECADI.1. SECADI • Elaborar documento para orientar a implementação do programa. e realizar atividades de acompanhamento.fnde.1. • Prestar assistência técnica às UEx das escolas beneficiadas e às Secretarias.fnde. a relação nominal das escolas com os respectivos códigos no censo escolar das unidades educacionais que serão contempladas. ao MEC/SECADI. nos moldes e sobre égide das Resoluções FNDE nº 17 e 27/2011. 4. • Destinar.2. recursos financeiros de custeio e capital. • Garantir livre acesso às suas dependências a representantes do MEC/SECADI e do FNDE. quando em missão de MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO. às escolas com matrículas de estudantes público alvo da educação especial. fornecendo-lhes as orientações necessárias para execução do programa . os planos de atendimento elaborados pelas escolas. consolidar e encaminhar. por meio do sítio eletrônico: www.4. formalmente. FNDE • Divulgar a relação nominal das escolas a serem contempladas. a que essas se vinculam. • Analisar e aprovar a prestação de contas feita pela UEx.br.br. 9 . • Disponibilizar ao FNDE. por intermédio de suas UEx.gov. Prefeitura e Secretaria de Educação do Estado e do Distrito Federal (EEx) : • Examinar.1.2.gov. • Manter articulação às UEx das escolas beneficiadas e respectivas EEx. conforme orientações e normas disponíveis em WWW.

Orçamento e Finanças do Ministério da Educação – SIMEC. • Remeter à Secretaria de educação à qual se vincula. • Zelar para que as UEx. • Fazer constar dos documentos probatórios das despesas realizadas com os recursos financeiros de custeio e capital (notas fiscais. 4. Estabelecimento de Ensino (UEx): • Elaborar Plano de Atendimento por meio do Sistema Integrado de Planejamento. contenha os lançamentos correspondentes e seja acompanhada dos comprovantes referentes à destinação dada aos recursos liberados sob o amparo das Resoluções CD/FNDE nº 17 e 27/2011. • Garantir livre acesso às suas dependências a representantes do MEC/SECADI e do FNDE quando em missão de acompanhamento e auditoria. Para tanto. recibos) a expressão “pagos com recursos do FNDE/PDDE/Acessibilidade”.mec. faturas. para validação. durante a elaboração do plano de atendimento. dispõe sobre a destinação de recursos 10 .gov. • Observar.• A EEx prestará assessoria técnica às escolas/UEx na implementação do programa. a Resolução FNDE Nº 27/2011. nos moldes e sob a égide das Resoluções CD/FNDE nº 17 e 27/2011. • Zelar para que a prestação referida no item anterior.3. • Proceder à execução e prestação de contas dos recursos do Programa. FINANCIAMENTO Conforme estabelecido pelo Decreto Nº 6571/2008. a União apóia as ações de acessibilidade arquitetônica. representativas das escolas integrantes da sua rede de ensino. as normas de acessibilidade previstas pela ABNT/NBR/9050. o plano de atendimento. 5. disponível no sitio: http://simec. por meio do SIMEC.br. cumpram as atribuições de sua competência. bem como aquelas destinadas à disponibilização de tecnologia assistiva.

Caso o Secretário de Educação e/ou Diretor da escola possuam senha de acesso ao PDE Escola e/ou Mais Educação.1.200.200.1.800. Cadastro para acesso ao Programa Escola Acessível por meio do SIMEC Para acessar o Escola Acessível. A seguir apresentam-se as instruções para orientar os usuários do sistema.00 6.000. 6.00 5.600.00 7.00 Capital – R$ (20%) 1. não haverá necessidade de um novo cadastro.00 7.00 9.600.800.gov.mec. Para Usuários não Cadastrados 11 . a fim de implementar o Programa Escola Acessível. os referidos recursos serão destinados tomando como parâmetros os intervalos de classe de número de alunos e os correspondentes valores. devendo utilizar a mesma senha de acesso no sitio eletrônico: http://simec.br e clicar no módulo Escola Acessível. a Secretaria de Educação e as escolas público alvo do programa deverão se cadastrar junto ao SIMEC.00 8. ELABORAÇÃO DO PLANO DE ATENDIMENTO A elaboração do Plano de Atendimento para a execução do Programa Escola Acessível deverá ocorrer por meio do SIMEC.financeiros.400.000.00 Total – R$ 6. no âmbito do Programa Dinheiro Direto na Escola – PDDE.000.00 1. utilizado também para o monitoramento da implementação do Programa. indicados na tabela a seguir: Intervalo de Classe de Número de Alunos Até 199 200 a 499 500 a 1000 Acima de 1000 Custeio – R$ (80%) 4.000. De acordo com o artigo 4º da Resolução CD/FNDE nº 27/2011.00 6.400.00 1.1. 6.00 1.

No campo denominado Tipo do Órgão/Instituição. Clique em “ENTRAR”. Em seguida. a senha recebida e clique no botão “ENTRAR”. • O Secretário de Educação deve selecionar o perfil: Secretaria Municipal . clique em “Continuar” para que seja exibida a ficha completa.br/ Ao visualizar a tela inicial do sistema clique no botão “solicitar cadastro”.Escola Acessível. Concluída a atualização da senha.Escola Acessível ou Secretaria Estadual . clique no botão “Enviar Solicitação”. que o habilitará para o primeiro acesso ao sistema. Para alterar sua senha preencha os campos: Senha atual. O sistema apresentará a tela de Cadastramento do Plano de Atendimento da Escola. Preencha todos os campos solicitados na ficha.gov. o número do CPF do usuário.mec. clique o botão “Atualizar”.2.1. A solicitação será analisada pela equipe da SECADI/DPEE/MEC. selecione a opção “Outros” e no campo Órgão/Instituição digite o nome da escola. na primeira fase da solicitação de cadastro. 6. que enviará uma senha provisória para o e-mail informado na ficha de cadastro. 12 . Logo após. Primeiro Acesso Ao acessar pela primeira vez o sistema.O usuário não cadastrado deverá preencher a ficha de solicitação de cadastro no sitio eletrônico: http://simec. digite nos campos correspondentes na tela de acesso. O perfil de acesso no campo perfil desejado caracterizará a atribuição do responsável: • O Diretor da escola deve selecionar o perfil: Cadastrador .Escola Acessível. Após o preenchimento da ficha de solicitação de cadastro de usuário. Nova Senha e Confirma Nova Senha. selecione módulo “ESCOLA” e informe o número do CPF do usuário (Secretário de Educação ou Diretor da Escola). digite o número do CPF e a nova senha. Ao abrir a próxima tela.

Ao clicar na primeira ou na segunda opção (ões). 13 . • • 2ª etapa – Clique na aba “Dados do Diretor” preencha todos os campos disponíveis e ao final clique em “GRAVAR”. clique na segunda opção. Se necessário. clique na primeira opção “( ) Sim. As informações sobre a escola estarão preenchidas e devem ser conferidas. selecione a(s) opção(ões) que indique(m) a(s) ação(ões) desenvolvida(s) pela(s) instituição(ões) parceira(s): ( ) Oferta do atendimento educacional especializado complementar à escolarização. abrirá uma janela na qual deverá ser informado o código INEP da(s) instituição (ões) parceira (s). com instituição de educação especial pública”. conforme o Artigo 3º da Resolução MEC/FNDE nº.6. Se a escola matriculou alunos oriundos de instituições especializadas de educação especial privadas sem fins lucrativos e/ou conta com apoio destas instituições para promoção do acesso e permanência dos alunos público alvo da educação especial no ensino regular. 27/2011. Se a escola matriculou alunos oriundos de instituições especializadas de educação especial públicas e/ou conta com apoio destas instituições para promoção do acesso e permanência dos alunos público alvo da educação especial no ensino regular. clique na terceira opção. com instituição de educação especial privada sem fins lucrativos”.2. 3ª Etapa – Clique na aba “Parceria”. Caso a escola não possua parceria com tais instituições. “( ) Sim. Elaboração do Plano de Atendimento O cadastramento do Plano de Atendimento da Escola Acessível se divide em quatro etapas: • 1ª etapa . atualize as informações alteráveis e clique em “GRAVAR”. “( ) não tem parceria com instituição de educação especial” e em seguida clique no botão “salvar”.Dados da escola. Esta informação definirá os recursos financeiros disponibilizados para o Plano de Atendimento. Se a escola possui parceria.

descrição do item – Saco de Cimento. material desportivo acessível e outros recursos de tecnologia assistiva. Na seqüência especifique a descrição do item. clique no botão “Salvar”.) Item financiável . Exemplo: Saco de cimento..Adequação arquitetônica ou estrutural de espaço físico reservado à instalação e funcionamento de Salas de Recursos Multifuncionais. o número correspondente à quantidade do item financiável especificado anteriormente. Concluídas as etapas anteriores preencha o plano de atendimento do Escola Acessível: Ao abrir esta tela selecione na janela “Ação”. colocação de sinalização tátil e visual. uma das ações indicadas: 1 – Adequação arquitetônica ou estrutural de espaço físico reservado à instalação e funcionamento de salas de recursos multifuncionais. Exemplo: Material de construção. Construção de rampas. cadeiras de rodas. Exemplo: Imediatamente preencha na janela quantidade. Em seguida selecione um item financiável. ( ) Disponibilização de recursos. Exemplo: 3. alargamento de portas e vias de acesso. Exemplo: Ação . ( ) Promoção de ações intersetoriais para a avaliação do plano de atendimento educacional especializado – AEE do aluno. 3 – Aquisição de mobiliário acessível.. Após a seleção.Material de construção.4ª etapa – Clique na aba “Plano de Atendimento”. Exemplo: Ação .( ) Promoção da formação continuada de professores. serviços e materiais didáticos e pedagógicos para a acessibilidade. instalação de corrimão. . 14 . necessário à implementação da ação anteriormente indicada.Adequação arquitetônica ou estrutural de espaço físico(. 2 – Adequação de sanitários.

Quantidade – 3.Exemplo: Ação .Material de construção. descrição do item – Cimento quantidade 3 Valor total de Custeio – R$ 60. clique no botão “Salvar”. cadeiras de rodas.) Item Financiável – Material de Construção... Exemplo: Ação . Assim. consulte a Portaria nº 448.Adequação arquitetônica ou estrutural de espaço físico(..) Item financiável . 15 .00. Para discriminar itens de Custeio ou Capital.3. descrição do item – Saco de Cimento . descrição do item – Saco de Cimento ..Adequação arquitetônica ou estrutural de espaço físico(. deverá repetir o mesmo procedimento. que será automaticamente multiplicado pelo valor indicado na janela quantidade e diminuído do total de recursos de custeio disponíveis. Observe mais um exemplo: Ação . Exemplo: Ação .R$ 20.Aquisição de mobiliário acessível. Valor unitário de Custeio . Podendo ser para a mesma. material desportivo acessível e outros recursos de tecnologia assistiva.Adequação arquitetônica ou estrutural de espaço físico(. Inserido o valor unitário de custeio ou capital.) Item financiável . Quantidade . de 13/09/2002.. o custo unitário do item descrito. Para novos registros. o registro do primeiro item financiável para a ação desejada estará efetuado. ou para outras ações.00.Material de construção. A seguir informe na janela valor unitário de custeio. do Ministério da Fazenda..

Ação . cadeiras de rodas.Selecione um item financiável. do Ministério da Fazenda. Inserido o valor unitário de custeio ou capital. Para novos registros. Exemplo: Ação ..Aquisição de mobiliário acessível. o custo unitário do item descrito. material desportivo acessível (. descrição do item – Bola com guizo para prática de futebol. Exemplo: Material desportivo acessível Na sequência especifique a descrição do item. o número correspondente à quantidade do item financiável especificado anteriormente. material desportivo acessível Item Financiável – Material desportivo.Aquisição de mobiliário acessível. ou para outras ações. Podendo ser para a mesma.Material desportivo.Material desportivo. que será automaticamente multiplicado pelo valor indicado na janela quantidade e diminuído do total de recursos de custeio disponíveis. Exemplo: 2 I Ação . Note que ao lado das janelas do “valor unitário de custeio” e “valor unitário de capital”.Aquisição de mobiliário acessível. estão os valores de custeio e capital restantes para o Plano de Atendimento. necessário à implementação da ação anteriormente indicada. consulte a Portaria nº 448 de 13/09/2002. descrição do item – Bola com guizo para prática de futebol quantidade 2 Valor unitário de Custeio – R$ 35. Imediatamente preencha na janela quantidade.) Item financiável . 16 . Quantidade . deverá repetir o mesmo procedimento. o registro de mais um item financiável para a ação desejada estará efetuado.2 A seguir informe na janela Valor unitário de Custeio.. Assim. cadeiras de rodas.00. descrição do item – Bola de Guizo para prática de futebol. material desportivo acessível Item financiável . Exemplo: Bola de Guizo para prática de futebol de salão. cadeiras de rodas. clique no botão “Salvar”. Para discriminar itens de Custeio ou Capital.

Validação do Plano de Atendimento Caberá ao Secretário de Educação validar a proposta enviada pela escola e remetê-la ao MEC /SECADI/DPEE. O MEC/SECADI/DPEE ao analisar o Plano de Atendimento poderá propor ajustes ou aprová-lo. Clique em “Pesquisar”. Enviar para avaliação do MEC. 6. O plano de atendimento da escola será aberto. a ação registrada aparecerá automaticamente no campo “Ações que promoverão acessibilidade ao(s) aluno(s) público Alvo da educação especial”. Clique na aba “Plano de Atendimento”.Após clicar no botão salvar. Para analisar o plano da escola. 17 . deverá acessar o SIMEC e clicar no “Módulo Escola Acessível. o Secretário de Educação Municipal ou Estadual. localizado na parte inferior da tela.3. Concluído o plano de atendimento acesse o menu à direita da tela e clique na opção Enviar para Secretaria Municipal ou Estadual de Educação. Para validar o Plano de Atendimento. caso esteja de acordo com o plano de atendimento apresentado. o Secretário Municipal ou Estadual deve selecionar a escola clicando na coluna “Ação da escola correspondente”. Selecione na janela Situação. caso haja necessidade de ajuste a ser feita pela escola ou. A tela exibirá a relação nominal das escolas que enviaram o Plano de Atendimento para análise e validação. Deverão ser analisados os dados da escola. Conclusão do Plano de Atendimento do Escola Acessível. do diretor. a opção Em Avaliação na Secretaria Municipal ou Estadual. da parceria e as ações registradas no plano de atendimento da escola. acesse o menu à direita da tela e clique a opção desejada: Enviar para correção (cadastramento).

Para a secretaria identificar a finalização do processo pelo MEC/SECADI/DPEE. ao MEC/SECADI/DPEE. necessário para o desenvolvimento do Programa Escola Acessível. o Plano de Atendimento será devolvido à Secretaria de Educação a quem compete orientar a escola para efetuar os ajustes necessários. poderá ser acompanhado na opção Histórico. caberá ao secretário de educação o encaminhamento formal do Plano de Atendimento Global Consolidado. aprovação e envio para pagamento. Quando todos os planos de atendimento das escolas vinculadas à Secretaria de Educação estiverem finalizados (validados pelo MEC/SECADI/DPEE). acesse o módulo Escola Acessível e selecione na janela Situação a opção Finalizada. a SECADI/DPEE validará o Plano de Atendimento finalizado à Secretaria de Educação. 18 . 7. análise. conforme disposto na Resolução CD/FNDE nº 17/2011. à UEx desta ação caberá efetuar a prestação de contas junto ao FNDE.No primeiro caso. PRESTAÇÃO DE CONTAS Após a execução do Plano de Atendimento. O histórico da tramitação do processo de elaboração. No segundo caso.

26 de agosto de 2009. Ministério da Educação.p. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Resolução nº 04. Disponível em: www. 2009.br/cne. Ministério da Educação/Secretaria de Educação Especial. de 13 de novembro de 2007. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. de 25 de agosto de 2009. Acesso em: 29.gov. Diário Oficial da União Brasília.br/ccivil_03/Leis/L10098. Lei nº10. Conselho Nacional de Educação.394.2009. ______. de 20 de dezembro de 1996. Vera Helena Moro Bins.8. Presidência da República. Monna Michelle Faleiros da cunha. Resolução nº 04. _____.098. de 13 de julho de 2010. Seção 01. nº190.mec. Dispõe sobre o atendimento educacional especializado. 05 de outubro de 2009.p. Manual de Acessibilidade Espacial para Escolas: o direito a escola acessível. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Conselho Nacional de Educação. nº163. 19 . 6.p. Disponível em http://www. Que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Seção 01.planalto. mobiliário.br/seesp.751. Decreto nº 5. e dá outras providências. de 02 de dezembro de 2004.agosto. _____. Institui as Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica – Modalidade Educação Especial. de 19 de dezembro de 200. 9.949. e acrescenta dispositivo ao Decreto n. Ministério da Educação.mec. Decreto nº 6. 2 ed.estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.253. Seção 01.17. ______. 2008. Decreto nº 6. Marta. Ministério da Educação.3. NBR 9050: acessibilidade e edificações.2010.2010. Acesso em: 29. ELY. Rio de Janeiro: ABNT. ______. 2004.60 da Lei n. DISCHINGER. Presidência da República. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo.26. espaços e equipamentos urbanos.agosto. Diário Oficial da União. Disponível em: www. Brasília.gov. Acesso em: 14 abr. BORGES.296. Brasília. de 17 de março de 2008. e dá outras providências. Secretaria de Educação Especial. _____ . Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Diário Oficial da União. 18 de setembro de 2008. Presidência da República.HTM. de 02 de outubro de 2009. nº188.gov. regulamenta o parágrafo único do art.

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