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MATEMÁTIA !Á"IA
#$%&$T#"
Conjunto é um grupo de objeto e cada objeto que forma o conjunto é
chamado elemento.
Ex.: Conjunto de vogais do alfabeto
Elementos: a, e, i, o, u
Conjunto das cores da bandeira brasileira
Elementos: verde, amarelo, azul, branco

Quando precisamos dar nome a um conjunto, empregamos uma letra
maiscula do alfabeto:
!, ", C, #, $, etc.
! % conjunto de vogais do alfabeto
! % &a, e, i, o, u'
" % conjunto de cores da bandeira brasileira
" % &verde, amarelo, azul, ranco'

Existem duas maneiras para descrevermos os elementos de um
conjunto:
1. notação entre chaves ( os elementos do conjunto s)o colocados
entre chaves e separados por v*rgulas:
! % conjunto de vogais do alfabeto
! % &a, e, i, o, u'
" % conjunto de cores da bandeira brasileira
" % &verde, amarelo, azul, branco'

2. Diagrama ( os elementos do conjunto s)o colocados dentro de uma
linha fechada:
! "


'ertin(ncia
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+bservando o conjunto de vogais do alfabeto, podemos dizer que ,u,
pertence ao conjunto ! e que ,c, n)o pertence a !.
Em -atem.tica escrevemos isso assim:
u

"
c

!
/oc0 viu, ent)o que

é colocado entre um elemento e um conjunto
para indicar que o elemento pertence ao conjunto e

para indicar que
o elemento n)o pertence ao conjunto.
onjunto &nit)rio
1 o conjunto que possui um nico elemento:
Conjunto de letras que recebem cedilha ! % &2'

onjunto Va*io
1 o conjunto que n)o possui nenhum elemento, o que é representado
por: & ' ou . 
Conjunto de vogais que recebem cedilha ! % & '
/eja este exemplo:
Conjunto de nmeros de 3 a 4
! % 3, 5, 6, 7, 8, 9, 4
Conjunto de nmeros pares de 3 a 9
" % 5, 7, 9
+bserve que todo elemento de " é também elemento de !, isto é, "
est. contido em !.
:odemos ent)o utilizar os s*mbolos

;contém< e=

;n)o contém<>

;est. contido< e representar assim:
!

" ;! contém "<
"

=! ;" est. contido em !<
?emos ent)o um subconjunto quando um conjunto est. contido no
outro.
@magine que :aulo, :edro, Aosé, Brancisco e -auro s)o atletas. :aulo
e :edro pertencem ao time de futebol, Aosé e Brancisco ao time de
vClei e -auro pertence aos dois times:
! % :aulo, :edro, -auro
" % Aosé, Brancisco, -auro
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:odemos representar isso assim:
! "
C % !

" ;leia ! inter "<

+ sistema de numera2)o que usamos chama(se decimal, pois os
elementos ;ou unidades< s)o contados em grupos de dez:
#ezena: grupo de dez unidades
Centena: grupo de cem unidades
-ilhar: grupo de mil unidades
Embora existam infinitos nmeros naturais, é poss*vel representar
qualquer um deles utilizando os dez algarismos, uma vez que o valor
dos algarismos é relativo, dependendo da posi2)o que ocupam:
7 569 85D EF3 % quatro bilhGes, duzentos e trinta e seis milhGes,
quinhentos e vinte e nove milhares, oitocentos e uma unidades
Ho nmero acima temos quatro classes ;classe dos bilhGes, dos
milhGes, dos milhares e das unidades< e cada classe tem tr0s ordens
ou casas ;unidade, centena e milhar<.
unidad
es
dezena
s
centena
s
classe das
unidades

unidade de
milhar
dezena de
milhar
centena de
milhar
classe dos
milhares

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unidade de
milh)o
dezena de
milh)o
centena de
milh)o
classe dos
milhGes

unidade de
bilh)o
dezena de
bilh)o
centena de
bilh)o
classe dos
bilhGes

1. Primeira Operação: Adição
/amos reunir dois conjuntos:
! " ! I " ;! uni)o "<
Jeunimos um conjunto ! de dois elementos com um conjunto " de
quatro elementos e formamos o conjunto ! I " com seis elementos.
Essa opera2)o chama(se adição e é indicada pelo sinal + .
:odemos indicar isso de duas maneiras:
ou
ou a K b % c

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Propriedades da Adição
propriedade comutativa ( a ordem das parcelas n)o altera a soma, isto
é, trocando a ordem das parcelas o resultado é o mesmo:
5K7 % 9 e 7K5 % 9 ;expressGes numéricas< ou aKb % bKa
propriedade associativa ( na adi2)o de tr0s ou mais nmeros naturais,
podemos substituir duas parcelas quaisquer pela sua soma:

5FKEK37 % 75 e
5EK35 % 37
5FKEK37 % 75 e
5FK55 % 75
ExpressGes
numéricas ou
;aKb<Kc % aK;bKc<
O Elemento Neutro da Adição
+ nmero F é o elemento neutro da adi2)o, uma vez que n)o interfere
no resultado:
67KFK55 % 67K55

Segunda Operação: Subtração
A subtração é o inverso da adição; Em vez de adicionar, o que se faz
é subtrair, retirar. A subtração é indicada pelo sinal .
Podemos indicar a subtração de duas maneiras:
!" # $ ou
minuendo
! " subtraendo
!!!!!!!!
$ diferença ou resto
%bservação: se o subtraendo é retirado do minuendo, é claro que o
minuendo deve ser sempre maior:
Podemos subtrair & de '(, mas não podemos subtrair '( de &.

Propriedade )undamental da *ubtração ! a diferença é o n+mero que,
somado ao subtraendo,
resulta no minuendo:
,-!2$ # 22 e 2$.22 # ,- ou a!b # c e b.c # a
Essa propriedade é bastante +til para voc/ verificar se a subtração
est0 correta.
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O Elemento Neutro da Subtração
% n+mero ( é o elemento neutro da subtração, pois não interfere no
resultado:
' ! ( # '

!erceira Operação: "ultiplicação
! opera2)o da multiplica2)o é empregada para somar muitas vezes o
mesmo nmero, pois ,multi, significa muitos,. ! multiplica2)o é
indicada pelo sinal , ou . ;ponto<.
/eja um exemplo:
-aria comprou quatro dzias de laranjas. Le cada dzia s)o doze
laranjas, ent)o quatro dzias ser)o quatro vezes doze. !ssim:

Propriedades da 1ultiplicação
'. propriedade Comutativa ( a ordem dos fatores n)o altera o produto,
isto é, trocamos a ordem dos fatores e o resultado é sempre o mesmo:
3FxE % EF % Ex3F % EF
ou
axb % c % bxa % c

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5. propriedade associativa ( para calcularmos o produto de tr0s
nmeros, multiplicamos os dois primeiros e, a seguir, multiplicamos o
resultado obtido pelo terceiro:
5 x 8 x 9 % ;5 x 8< x 9 % 3F x 9 % 9F
ou
a x b x c % ;a x b< x c

6. propriedade distributiva da multiplica2)o em rela2)o M adi2)o e M
subtra2)o ( h. duas diferentes maneiras para se chegar a um mesmo
resultado:
6.;7K9< % 6.3F % 6F ou a.;b K c<
6.7 K 6.9 % 35 K 3E % 6F ou a. b K a. c

O Elemento Neutro da "ultiplicação
+ nmero 3 é o elemento neutro da multiplica2)o, porque, ao
multiplicarmos um nmero por
3, esse nmero n)o sofre altera2)o, n)o interferindo no resultado:
D x 3 % D
HNs podemos, ent)o, suprimir os fatores iguais a 3:
8.3.6.3 % 8.6 % 38
#uarta Operação Divisão:
#ivis)o é a opera2)o que permite separar um nmero em v.rias
partes. Ela é indicada pelos sinais O ou : ;dois pontos<.
/eja este exemplo:
:aulo tem oito biscoitos e quer dividi(los entre os dois filhos:

:odemos representar isso assim:
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Propriedade $undamental da Divisão
E%ata ( o quociente é o nmero que, multiplicado pelo divisor, é igual
ao dividendo:
E P 5 % 7 ou 7 x 5 % E
! divis)o pode ser: exata ;como no caso acima< ou com resto.

Divisão com &esto
Hem sempre a divis)o é exata. /amos ver um exemplo:
+bserva2Ges:
a< para que a divis)o seja realizada, é preciso que o dividendo seja
maior que o divisor ou igual a ele:
9 P 6 % 5
9 P 9 % 3
E P D (((( n)o é poss*vel realizar a divis)o
b< n)o existe divis)o por zero.
-ivisibilidade
+bserve estas divisGes de nmeros naturais:
Como voc0 v0, em algumas o resto é igual a zero, isto é, a divis)o é
exata.
Quando isso acontece dizemos que o dividendo é divis*vel pelo
divisor:
7E é divis*vel por 7 e 96 é divis*vel por 6.

Divisibilidade de alguns n'meros ( voc0 pode saber se um nmero
é divis*vel por 5, por 6, por 7, por 8, por 9 ou por D sem efetuar a
divis)o. "asta saber que:
( um nmero é divis*vel por 5 quando é par, como 579>
( um nmero é divis*vel por 6 quando a soma dos seus algarismos é
divis*vel por 6, como 395>
( um nmero acima de DD é divis*vel por 7 quando os dois ltimos
algarismos formam um nmero
- divis*vel por 7, como 55E>
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( um nmero é divis*vel por 8 quando seu numeral apresenta, na
ordem das unidades, o algarismo
F ou o 8, ou seja, ( quando termina em F ou 8, como 6FF e E8>
( um nmero é divis*vel por 9 quando é divis*vel por 5 e por 6>
( um nmero é divis*vel por D.

$.meros 'rimos
?odo nmero natural é divis*vel por 3 e por ele mesmo, porém alguns
nmeros, como j. vimos, s)o divis*veis por outros nmeros, alem
desses dois:
3 é divis*vel por 3
5 é divis*vel por 3 e por 5
6 é divis*vel por 3 e por 6
7 é divis*vel por 3, por 5 e por 7
8 é divis*vel por 3 e por 8
9 é divis*vel por 3, por 5, por 6 e por 9
4 é divis*vel por 3 e por 4
E é divis*vel por 3, por 5, por 7 e por E
D é divis*vel por 3, por 6 e por D

Hmeros primos s)o aqueles que sN s)o divis*veis por dois nmeros:
por 3 e por ele mesmo.
+s nmeros que s)o divis*veis por mais de dois nmeros distintos,
chamam(se nmeros compostos.
+bserva2)o: o nmero 3 n)o é primo nem composto, é o nico
nmero divis*vel apenas por um nmero, ele mesmo.
:ara saber se um nmero é primo, é preciso descobrir se ele é
divis*vel por um dos nmeros primos. !o efetuar a divis)o o quociente
deve ser menor ou igual ao divisor:
Tabela dos $.meros 'rimos de 1 a /0
5, 6, 8, 4, 33, 36, 34, 3D, 56, 5D, 63, 64, 73, 76, 74.
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M.lti1los
-ltiplo de a é todo resultado da multiplica2)o de um nmero natural
por a.
/eja um exemplo:
7 . 9 % 57, portanto 57 é um mltiplo de 9 ou 7 .
a % 57, portanto 57 é um mltiplo de a.
:ara obter todos os mltiplos de 9, voc0 deve multiplicar 9 pelos
nmeros naturais:
9 . F % F 9 . 3 % 9 9 . 5 % 35 9 . 6 % 3E
9 . 7 % 57 9 . 8 % 6F 9 . 9 % 69 9 . 4 % 75
9 . E % 7E 9 . D % 87
+I: 9K9%35K9%3EK9%57K9%6FK9%69K9%75K9%7EK9%87
-ecom1osi23o em 4atores 'rimos
#ecompor um nmero natural em fatores primos é escrever esse
nmero na forma de uma multiplica2)o em que todos os fatores s)o
nmeros primos.
+bserve as v.rias maneiras de se decompor um nmero em produto:
5F % 3.5 5F % 5 .3F 5F % 7 . 8 5F % 3 . 3 . 5F 5F % 3 . 5 . 3F
5F % 3 . 7 . 8 5F % 5 . 5 . 8 5F % 3 . 3 . 5 . 3F 5F % 3 . 3 . 5 . 5 . 8
/oc0 pode notar que em um dos casos todos os fatores s)o nmeros
primos:
5F % 5 . 5 . 8
+ nmero 5F pode ser decomposto em um produto de nmeros
primos. ! mesma coisa ocorre com todos os nmeros compostos n)o
nulos.
Qembre(se: todo nmero natural maior do que 3 ou é primo ou pode
ser decomposto em um produto de fatores primos.

/amos decompor o nmero 5F em fatores primos:
3R escrevemos o nmero e colocamos um tra2o vertical ao lado dele:
5R descobrimos o menor nmero primo pelo qual o nmero dado é
divis*vel
;podemos consultar a tabela de nmeros primos<. Colocamos esse
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nmero
primo no outro lado do tra2o:
6R efetuamos a divis)o e colocamos o quociente sob o nmero dado:
7R repetimos o processo para o quociente obtido, até encontrarmos
quociente
igual a 3:
8R escrevemos a decomposi2)o, que pode seu dada usando
pot0ncias:
5F % 5 . 5 . 8 ou 5F % 5S . 8

-ivisores de um $.mero
Im nmero natural n)o nulo b é divisor do nmero natural a
quando a é divis*vel por b ;sendo o resto F<:
7 é divisor de 35 porque 35 é divis*vel por 7
E é divisor de 65 porque 65 é divis*vel por E
+bserva2)o: 3 é divisor de qualquer nmero natural.

onjunto dos -ivisores de um $.mero
+ conjunto dos divisores de um nmero natural a é o conjunto -5a6,
formado por todos os nmeros naturais que s)o divisores de a.
+bserve a maneira mais simples para obter o conjunto dos divisores
de um nmero, sendo ele maior que 3. /eja como encontrar os
divisores de 3E:
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Em primeiro lugar vamos fatorar o nmero dado:
! seguir colocamos um tra2o vertical ao lado dos fatores primos> ao
lado desse tra2o colocam os o nmero 3 na linha de cima e repetimos
o primeiro fator primo:
Ent)o, na linha de cada fator primo devemos colocar os
produtos dele pelos nmeros j. colocados nas linhas de cima:
#;3E< % &3, 5, 6, 9, D, 3E'
/oc0 ver. que as repeti2Ges s)o ilimitadas.
/oc0 pode calcular o mmc de dois ou mais nmeros,
simultaneamente. /amos calcular o mmc de 3E, 38 e 58:
Escreva primeiramente os nmeros, coloque um tra2o vertical apNs o
ltimo e, depois do tra2o, coloque o menor dos fatores primos dos
nmeros dados:

Em baixo de cada nmero divis*vel pelo fator colocado apNs o tra2o,
escreva o quociente da divis)o ;os nmeros n)o divis*veis pelo fator
que est. do outro lado do tra2o ser)o repetidos<:

Continue até chegar ao nmero 3 sob cada um dos nmeros dados.
+ mmc é o produto dos fatores primos enfileirados apNs o tra2o:
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3. :artindo de dois ou mais nmeros naturais n)o nulos, voc0 pode
calcular o mdc e o mmc de maneira bem simples. /amos ver um
exemplo com os nmeros 57F e 585:
/amos fatorar, separadamente, os nmeros 57F e 585:

5. o mdc é o produto dos fatores primos comuns, tomando cada um
com o menor expoente apresentado nas fatora2Ges:
57F % 5
7
. 6 . 8
585 % 5
5
. 6
5
. 4
mdc ;57F, 585< % 5
5
. 6 % 7 . 6 % 35

6. + mmc é o produto dos fatores comuns e n)o comuns, tomando
cada um com o maior expoente apresentado nas fatora2Ges:
mmc ;57F, 585< % 5
7
. 6
5
. 8 . 4 % 39 . D . 8 . 4 % 8F7F

+bserva2)o ( n)o se esque2a de algo importante: quando os nmeros
n)o t0m fator primo comum, isso significa que eles s)o primos entre si
e, ent)o, o mdc é 3.

1( propriedade7 mdc e mmc de dois n'meros sendo um divis)vel
pelo outro7 quando a é divis*vel por b, o mdc 5a8 b6 9 b e o mmc 5a8
b6 9 a.
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/eja um exemplo com os nmeros EF e 5F:
+ nmero EF é divis*vel por 5F. + maior divisor de 5F é ele mesmo.
Conclus)o: o m.ximo divisor comum de EF e 5F é 5F ou mdc ;EF, 5F<
% 5F ou mdc 5a8 b6 9 b.
+ nmero EF é mltiplo de 5F, n)o éT E EF é o menor mltiplo n)o
nulo de EF. Conclus)o:
+ m*nimo mltiplo comum de EF e 5F é EF ou mmc ;EF, 5F< % EF ou
mmc 5a8b69 a.

*( propriedade7 mdc e mmc de dois n'meros primos entre si7
quando dois nmeros s)o primos entre si, o mdc 5a8 b6 9 1 e o mmc
5a8 b6 9 5a8 b6.
/eja um exemplo com os nmeros 7 e D:
7 % 5
5
D % 6
5

mmc ;7, D< % 5
5
. 6
5
% 7 . D % 69
Qembre(se ent)o: Le dois nmeros s)o primos, o mdc é 3 e o mmc é o
produto dos dois.

+( propriedade: c,lculo de mmc de dois n'meros usando o mdc7
para dois nmeros naturais a e b n)o nulos, podemos determinar o
mmc 5a8 b6 dividindo o 1roduto a . b 1elo mdc 5a . b6.
/eja um exemplo com os nmeros 38 e 3E:
mdc ;38, 3E< % 6
mmc ;38, 3E< % ;38 . 3E< : 6 % DF

+ procedimento de fatora2)o consiste em transformar adi2Ges e
subtra2Ges em multiplica2Ges e pot0ncias. Cada express)o, a
princ*pio, tem um ,caminho, de fatora2)o. :orém, observamos que
muitas situa2Ges s)o parecidas e se repetem com certa freqU0ncia,
por isso achamos interessante agrupar as expressGes cujas
fatora2Ges seguem desenvolvimento matem.tico semelhante e
cham.(los de casos de :atora23o. Essas situa2Ges semelhantes, que
se repetem com freqU0ncia no c.lculo algébrico chamam(se produtos
not.veis. /amos ver os casos de fatora2)o mais comuns:

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A ; <uadrado da "oma de -ois Termos
;a K b<
5
% ;a K b< . ;a K b< % a
5
K ab K ab K b
5
% a
5
K 5 ab Kb
5

! ; <uadrado da -i:eren2a de -ois Termos
;a ( b<
5
% ;a ( b< . ;a ( b< % a
5
( ab ( ab K b
5
% a
5
( 5 ab K b
5

; 'roduto da "oma 'ela -i:eren2a de -ois Termos
;a K b< . ;a ( b< % a
5
( ab K ab K b
5
% a
5
( b
5

- ; ubo da "oma de -ois Termos
;a K b<
6
% ;a K b< . ;a K b<
5

% ;a K b< . ;a
5
K 5ab K b
5
<
% ;a
6
K b< K 5a
5
b % ab
5
% a
5
b % 5ab
5
K b
6

E ; ubo da -i:eren2a de -ois Termos
;a ( b<
6
% ;a ( b< . ;a ( b<
5

% ;a ( b< . ;a
5
( 5ab K b
5
<
% a
6
( 5a
5
b K ab
5
( a
5
b K 5ab
5
( b
6

% a
6
( 6a
5
b K 6a
5
b ( b
6


Quando dizemos que a temperatura de :aris é de 5 graus cent*grados
e a de -il)o est. 7 graus mais baixa, devemos subtrair 7 de 5.
/oc0 se lembra da reta ;chamada reta numerada< onde
representamos os nmeros naturaisT Vavia uma semi(reta M direita do
zero e uma outra M esquerda:
+s nmeros colocados a partir do zero s)o positivos e os colocados
antes do zero s)o negativos. Ho caso da temperatura em -il)o ;5 ( 7<
dizemos que est. 5 graus abaixo de zero
e representamos assim: ( 5

+bserva2)o: voc0 deve ter notado que o nmero zero n)o é
classificado nem como positivo, nem como negativo.
3, 5, 6, 7, 8, 9, 4, E, D, 3F, 33, 35, etc. e
(3, ( 5, ( 6, ( 7, (8, (9, (4, (E, (D, ( 3F, (33, (35, etc.

+ conjunto de todos os nmeros inteiros chama(se conjunto
de nmeros inteiros e é representado pela letra .
/amos ver outra vez a reta numerada:

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+bserve que os nmeros K 7 ;7 positivo< e ( 7 ;7 negativo< mantém a
mesma distWncia em rela2)o ao zero. #izemos ent)o que 7 e (7 s)o
nmeros opostos ou simétricos, ou ainda que 7 é o oposto ;ou
simétrico< de ( 7 e ( 7 é o oposto ;ou simétrico< de 7.

+bserve que o nmero menor é sempre o que fica M esquerda do
outro, ou seja:
K3 X K6 (6 X (3

'odemos ent3o :a*er as seguintes a:irma2=es7
a< todo nmero positivo é maior do que zero
K3 F
b< de dois nmeros positivos, o menor é o que tem menor valor
absoluto K7 X K8
c< todo nmero negativo é menor que qualquer nmero positivo (9 X
K5
d< todo nmero negativo é menor do que zero (3 X F
e< de dois nmeros negativos, o menor é o que tem maior valor
absoluto (8 X (6

1> o1era23o7 adi23o
/amos usar agora nmeros positivos e negativos.
/oc0 j. sabe que:
+ nmero de sinal positivo e mNdulo igual a 9 é K 9
+ nmero de sinal negativo e mNdulo igual a 9 é ( 9.
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/ejamos caso a caso:
a2 os n+meros dados são positivos ( a soma de dois nmeros
positivos é sempre um nmero que tem sinal positivo e cujo
mNdulo é igual M soma dos mNdulos dos nmeros dados:
b2 b2 os n+meros dados são ne3ativos ( a soma de dois nmeros
negativos é sempre um nmero que tem sinal negativo e cujo
mNdulo é igual M soma dos mNdulos dos nmeros dados:
c2 os n+meros dados são opostos ( a soma de dois nmeros opostos é
zero:
;K 7< K ;( 7< % F porque K 7 e ( 7 s)o opostos
d2 os n+meros dados t/m sinais contr0rios e m4dulos diferentes ( a
soma de dois nmeros de sinais contr.rios, n)o opostos, é o nmero
que tem o sinal do nmero de maior mNdulo e cujo mNdulo é igual M
diferen2a dos mNdulos dos nmeros dados:
e2 um dos nmeros dados é zero ( a soma ser. igual ao outro nmero:
;K 8< K F % K 8 F K ;( 8< % ( 8
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?> o1era23o7 subtra23o
+bserve que a diferen2a entre dois nmeros é o nmero que,
adicionado ao segundo d. como resultado o primeiro:
35 ( 7 % E assim como 7 K E % 35
+bserve também que a diferen2a entre dois nmeros inteiros é igual M
soma do primeiro com o
oposto do segundo:
;( 4< ( ;( 8< % ( 4 K 8 % ( 5
/eja outros exemplos:
3E ( ;( 4< % 3E K 4 % 58 ( 33 ( ;( 3< % ( 33 K 3 % ( 3F

@> o1era23o7 multi1lica23o
Quando multiplicamos dois nmeros ;ou fatores<, obtemos um nmero
que o produto dos dois:
7F x 7 % 39F
:odemos multiplicar:
a2 n+meros de sinais i3uais ;ambos positivos ou ambos negativos< (
multiplicamos os nmeros
b2 e damos ao resultado o sinal positi
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b2 n+meros de sinais contr0rios ( multiplicamos os nmeros e damos
ao resultado o sinal negativo:

+bserva2Ges:
a< os nmeros positivos podem ser escritos com ou sem o sinal K e
estar ou n)o entre par0nteses, porém os negativos devem ter sempre
o sinal ( e estar entre par0nteses:
;K5< . ;(6< 5 . ;( 6<

b< voc0 pode indicar o produto de dois nmeros inteiros sem utilizar os
sinais . ou ,, porém o
uso dos par0nteses ser. obrigatNrio:
;K 6<;K 7< % K 35 ; ( 5<; ( 8< % K 3F

-ultiplica2)o de tr0s ou mais nmeros
:ara multiplicar tr0s ou mais nmeros é preciso multiplicar os dois
primeiros e depois cada um dos seguintes:
+bserva2)o: n)o se esque2a de que o nmero K 3 é um elemento
neutro na multiplica2)o.

A> o1era23o7 divis3o
A. vimos, quando estudamos nmeros naturais, que a divis)o pode
ser exata ou com resto.
/amos ver agora a divis)o exata nos inteiros e voc0 n)o deve
esquecer que, na divis)o exata, o quociente é o nmero que
multiplicado pelo divisor d. o dividendo.
Exemplos:
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;K 38< : ;K 8< % K 6 porque ;K 6< . ;K8< % K38
; ( 38< : ;K 8< % ( 6 porque ;( 6< . ;K 8< % ( 38
a< o dividendo e o divisor t0m sinais iguais ;ambos positivos ou ambos
negativos< ( dividimos os mNdulos e damos ao resultado o sinal
positivo:
b< o dividendo e o divisor t0m sinais contr.rios ;um é positivo e o outro
é negativo< ( dividimos os mNdulos e damos ao resultado o sinal
negativo:

+bserve estas curvas:
Le voc0 fizer as mesmas curvas com um fio, ao estic.(lo ter. um
segmento de reta com o tamanho igual ao da curva. :ara medir a
extens)o de uma curva simples, podemos convert0(la em um
segmento de reta de igual tamanho e, ent)o, medir esse segmento.
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:ara medir um segmento de reta , voc0 escolher. um segmento
unit.rio u, ou seja, um segmento que ser. unidade de medida. !
seguir, deve descobrir quantas vezes u cabe em .
! medida de na unidade é o comprimento de .
Exemplo:
% 7u
+ comprimento de é 7
Qualquer segmento pode ser escolhido para unidade de comprimento,
que deve ser sempre a mesma, para que possa ser conhecida de
todas as pessoas. ! unidade padr)o de comprimento é o metro ;m<.

M.lti1los e subm.lti1los
Embora tenhamos uma unidade principal de comprimento, que é o
metro, quando é necess.rio medir grandes extensGes, o metro é uma
unidade pequena. :odemos, nesses casos, usar como unidade um
dos mltiplos do metro, como :
decWmetro ;dam< ( hectCmetro;hm< ( quilCmetro ;Ym<
?emos ainda a situa2)o inversa, isto é, casos em que precisamos
medir pequenas extensGes:
! espessura de uma t.bua ou de um vidro. :odemos usar como
unidade um dos submltiplos do metro, como:
dec*metro ;dm< ( cent*metro ;cm< ( mil*metro ; mm<
+s mltiplos e submltiplos do metro chamam(se unidades
secund0rias de comprimento.
/eja os quadros abaixo:

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Cada unidade de comprimento é igual a dez vezes a unidade
imediatamente inferior. @sso significa que cada uma delas é igual a 3
décimo da unidade imediatamente superior. /eja:
3 Ym % 3F hm 3 hm % 3F dam 3 dam % 3F m
3 m % 3F dm 3 dm % 3F cm 3 cm % 3F mm

Beitura de om1rimento
/ejamos como devemos ler as medidas de comprimento:
F,FF3 m % 3 milésimo de metro ou 3 mil*metro
F,F6 m % 6 centésimos de metro ou 6 cent*metros
F,9 m % 9 décimos de metro ou 9 dec*metros
E,7F m % E metros e 7F cent*metros
5,88 hm % 5 hectCmetros e 88 metros

Mudan2as de &nidade
Est)o relacionadas a seguir algumas regras pr.ticas nas mudan2as de
unidade:
3. para passar de uma unidade para outra imediatamente inferior
multiplique por 3F, deslocando a v*rgula um algarismo para a direita:
8,69 dam % ;8,69 x 3F< % 86,9 m
5. para passar de uma unidade para outra imediatamente superior
divida por 3F, deslocando a v*rgula um algarismo para a esquerda:
E8,8 cm % ;E8,8 : 3F< % E,88 dm

6. para passar de uma unidade para outra qualquer aplique
sucessivamente uma das duas regras anteriores.
Bembre;se de Cue todo ser ou objeto D constituEdo de matDria e
ocu1a um determinado es1a2o.
+bserve estes sNlidos geométricos:
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Quando voc0 deseja medir a quantidade de espa2o ocupada por um
sNlido, deve escolher uma unidade de medida e verificar quantas
vezes ela cabe no sNlido.
! medida encontrada chama(se volume do sNlido.
! unidade de volume padr)o é o metro cbico ;m
6
<, que é um cubo
cuja aresta mede 3 metro:
M.lti1los e "ubm.lti1los
:ara medir o espa2o ocupado por corpos muito grandes, usamos
como unidade os mltiplos do metro cbico e para medir o espa2o
ocupado por corpos muito pequenos usamos os submltiplos. Eis o
quadro com cada unidade de volume, seu s*mbolo e valor:
Beitura de Volumes
Labemos que cada unidade de volume é igual a 3FFF vezes a unidade
imediatamente inferior e é igual a um milésimo da unidade
imediatamente superior.
Exemplos:
3 Ym6 % 3FFF hm
6
3 mm6 % F,FF3 cm
6



Mudan2as de &nidade
Empregue, para mudar de unidade, estas regras:
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3. para passar de uma unidade para outra imediatamente inferior
multiplique por 3FFF, deslocando a v*rgula tr0s algarismos para a
direita:
9,EE m
6
% ;9,EE x 3FFF< dm
6
% 9EEF dm
6
5. para passar de uma unidade para outra imediatamente superior
divida por 3FFF, deslocando a v*rgula tr0s algarismos para a esquerda:
7,86F dm
6
% ;7,86F : 3FFF< m
6
% 7, 86F m
6
6. para passar de uma unidade para outra qualquer, aplique
sucessivas vezes uma das duas regras anteriores.
#e um modo geral os l*quidos e os gazes tomam a forma do recipiente
que os contém. ! capacidade é, pois, um volume e pode ser medida
com a unidade metro cubico, seus mltiplos e submltiplos. 1, porém
comum medir a capacidade de recipientes com a unidade litro ; l <,
seus mltiplos e submltiplos.
+ litro é a capacidade de um cubo que tem aresta de 3 dm, ou seja:
3 @ % 3 dm
6

/amos ver o quadro com as unidades de capacidade:

/eja como essas medidas s)o lidas:
F,F3 % 3 centilitro 6,579 % 6 litros e 34E mililitros

"e enchermos iguais
Le pegarmos duas vasilhas iguais e enchermos uma com .gua e a
outra com Nleo, descobriremos que a vasilha com .gua pesa mais do
que a outra, isso porque a vasilha com .gua contém mais matéria do
que a outra. ! massa de .gua é maior que a massa de Nleo.
#e um modo geral, massa é a medida da quantidade de matéria que
um corpo contém.
#ois corpos t0m massas iguais quando, colocados nos pratos de uma
balan2a, equilibram(se.
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! unidade padr)o de massa é o grama ; g<.

Veja os Cuadros com as unidades de massa7

/amos ler algumas medidas de massa:
F,FF3 g 3 miligrama 7,8 g quatro gramas e 8 decigramas
Ha vida di.ria, estamos sempre precisando medir o tempo: o tempo de
dura2)o de uma aula, de um filme ou do intervalo de uma partida de
futebol.
:ara medir o tempo de dura2)o de qualquer atividade, é preciso
escolher uma unidade de medida de tempo.
A unidade 1adr3o de tem1o D o segundo.
+s mltiplos do segundo s)o:
-inuto Vora #ia -0s!no
min h # me a
Im minuto % 9F segundos 3 m % 9F s
Ima hora % 9F minutos 3 h % 9F min
Im dia % 57 horas 3 d % 57 h
3 m0s % 6F dias 3 me % 6F d
3 ano % 35 meses 3 a % 35 a
E,istem outras medidas de tem1o7
semana ;% 4 dia< quinzena ;% 38 dias<
bimestre ;% 5 meses< trimestre ;% tr0s meses<
semestre ;% seis meses< bi0nio ;% dois anos<
tri0nio ;% tr0s anos< lustro ou qUinqU0nio ;% 8 anos<
década ;% dez ans< século ;3FF anos<
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