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roteiro da experiencia conservaçao de energia

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Published by: Fabio Lanna da Costa on Nov 04, 2010
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS Conservação do Momento Linear

Professor: Fábio Lanna da Costa Aluno(a): _____________________________________Turma: _______ Data: ________ RELATÓRIO DO EXPERIMENTO Conceito de conservação do momento linear: O momento linear ou quantidade de movimento de uma partícula é um vetor p definido como o produto da massa dessa partícula, m, pela sua velocidade, V. Assim se utilizarmos o conceito intuitivo a quantidade de movimento ou momento linear de um móvel é a quantidade de matéria em movimento.

  p=m∗V No SI a unidade do momento linear é kg.m.s-1. Uma aplicações mais importantes do conceito de quantidade de movimento é encontrada no estudo de interações de curta duração, entre partes de um sistema de corpos, como em uma explosão ou colisão. Em qualquer interação de curta duração entre partículas que constituem um sistema, verifica-se que a quantidade de movimento total (do sistema) se conserva. Isso ocorre pois quando duas esferas colidem elas exercem forças muito grandes uma sobre a outra. Essas forças, por se manifestarem entre uma partícula e outra do sistema são denominadas forças internas. Pela terceira lei de Newton (igualdade da ação e reação), podemos concluir que as variações das quantidades de movimento que essas forças são iguais e de sentidos contrários. Assim é evidente que a ação dessas forças (de módulos iguais) não provoca variação de quantidade de movimento total do sistema. Em sistemas bidimensionais isso também ocorre pois a conservação ocorrerá nos dois eixos (x e y) podendo ser analisados cada eixo independentemente.

Antes

Depois

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PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA – PIBID

Depois da colisão.d) deixam de serem iguais.d + v2.a = v1.a) e afastamento (vrel. raciocínio análogo leva-a A conservação da quantidade de movimento implica que: pa = pd As colisões podem ser elásticas ou inelásticas. portanto a velocidade relativa de aproximação (antes da colisão) dos corpos é igual a velocidade relativa de afastamento (após a colisão). Equação Horária do Movimento Uniforme 2 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA – PIBID . onde apenas uma direção é importante.a + v2. no exemplo acima temos: ou na conversão de sinal adotada: v1. esta equação pode ser escrita: onde o sentido da esquerda para a direita foi tomado como positivo.d Quando a colisão é inelástica há sempre uma perda de energia e em conseqüência as velocidades relativas de aproximação (vrel. A colisão elástica é aquela na qual nenhuma energia é perdida na colisão e.Consideremos o exemplo de uma colisão entre duas bolas de bilhar que ocorre numa linha (uma dimensão): Antes da colisão o momento total do sistema é a soma dos momentos de cada corpo: neste caso.

• 2 tipos de líquidos de diferentes densidades (detergente e limpador multi-uso que não sejam transparentes). • 1 cronômetro. Assim. Material Necessário: • Uma régua de 60 cm (O aluno pode construir sua própria régua por meio de um suporte de madeira e uma fita adesiva branca). porém diferentes. Esquema geral de montagem: Procedimento: Parte 1 3 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA – PIBID . Uma bolha nestas condições possui a curiosa (porém explicável) propriedade de se deslocar com velocidade constante. com o auxílio de um relógio ou cronômetro. até o final. porém preenchidos com líquidos de diferente viscosidade. encha. vede com as tampinhas um dos lados de cada uma das duas mangueiras. cada mangueira com um líquido de densidade diferente. se não o seque. verifique se a tampinha para fechamento está com seu lado interior bem seco. para apoio. Pode-se comprovar com razoável qualidade que a bolha se desloca com velocidade constante.A equação horária do MU serve para prever como o espaço vai variar de acordo com o tempo. Montagem do experimento: • • • • • cole as duas mangueiras na régua paralelamente à escala. • 4 tampinhas do fundo da caneta bic. Feche o sistema. é possível ainda fazer experimentos de "ultrapassagem" de objetos que se movem com velocidades constantes. colocando a tampinha verticalmente de modo que ela empurre o líquido para baixo e que ao virar a régua de cabeça para baixo verifique-se uma bolha subindo. • cola de secagem rápida. • 2 mangueiras de 4 mm de diâmetro e comprimento igual a 60 cm. Faz-se uma montagem onde o suporte do tubo é uma régua. • Um livro ou caderno. quando este é deixado em repouso e com uma certa inclinação. Se tivermos dois tubos idênticos sobre o mesmo suporte. Então: FIQUEI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Idéia do Experimento: O experimento consiste em observar o movimento de uma bolha criada em um tubo transparente preenchido com um líquido viscoso. pode-se medir distâncias e tempos de intervalos sucessivos.

Inicialmente analisaremos apenas a bolha formada em um dos líquidos. etc. preencha a tabela a seguir com os valores obtidos. Para tanto. 2 s. 3 s. Tabela 2 Instantes t (s) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 Posição da bolha S (cm) Na tabela a seguir registre os intervalos de tempo (∆t) e os deslocamentos (∆S) da tabela anterior. Para facilitar esta parte você pode pré-determinar algumas posições distintas na escala e registrar o tempo que a bolha gastará pra chegar até essas. Inclinem um pouquinho a outra extremidade da régua apoiando-a sobre um livro ou caderno. Tabela 3 Intervalos de tempo . Ajeitem a peça de forma que a bolha de ar fique na extremidade inicial da régua.∆S (cm) 4 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA – PIBID . Repita esse procedimento anotando na tabela a seguir as posições da bolha correspondentes aos segundos marcados pelo cronômetro. Tabela 1 Instantes t (s) Posição da bolha S (cm) Com base nos valores obtidos e sabendo que esses valores devem aumentar numa razão praticamente constante. Observe o que acontece com a bolha.∆t (s) 5 5 Deslocamentos da bolha .). 4 cm. você pode ficar com o cronômetro perto da posição escolhida narrando a situação (por exemplo: 3 cm. Lembre-se: o cronômetro deve ser acionado assim que a bolha começar a se movimentar.

1) Vm1 2) Vm2 3) Vm3 4) Vm4 5) Vm5 6) Vm6 7) Vm7 8) Vm8 5 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA – PIBID .5 5 5 5 5 5 Por meio da tabela anterior calcule a velocidade média da bolha em cada intervalo de tempo demarcado.

Rapidamente coloca-se a régua sobre a mesa. você deve ficar inclinando a régua de um lado para o outro até que se consiga fazer a bolha mais rápida chegar a uma das pontas da mangueira enquanto a outra se acha no meio do caminho. Observações: ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ _________________ Bom Trabalho! 6 PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA – PIBID . Descreva o método detalhadamente nas linhas a seguir. Procedimento: Parte 2 Para fazer o experimento da ultrapassagem. anotando-se com presteza a posição inicial da bolha mais lenta.Calcule a velocidade média da bolha ao longo de todo o percurso. pois o experimento já começou! Crie um método eficiente para calcular a velocidade de uma bolha em relação à outra (velocidade relativa).

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