QUESTÕES MINISTERIO DO TRABALHO CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS DECRETO 5.

063 DE 3 DE MAIO DE 2004 E SUAS ALTERAÇÕES DECRETO 6341/08 001 Os regimentos internos dos órgãos do Ministério do Trabalho e Emprego serão aprovados pelo Secretário de Gestão e publicados no Diário Oficial da União, no prazo de noventa dias, contado da data de publicação deste Decreto. 002 A publicação dos regimentos internos dos órgãos do TEM serão publicados no prazo mínimo de 90 dias úteis de sua publicação. 003 O Ministério do Trabalho e Emprego, é um órgão da administração federal indireta, e tem como uma de suas competências a fiscalização do trabalho. 004 Compete exclusivamente ao Presidente da República e seus assessores auxiliar o Ministro do Trabalho e Emprego na formulação de políticas públicas, na definição de diretrizes para a geração de empregos e renda e de apoio ao trabalhador. 005 Compete à Secretaria-Executiva assistir ao Ministro de Estado na supervisão de atividades das secretarias e entidades vinculadas ao Ministério do Trabalho e Emprego. 006 Compõem a Estrutura Organizacional do Ministério do Trabalho e Emprego os seguintes órgãos: órgão de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado; órgãos específicos singulares; as superintendências regionais do trabalho e emprego, que são unidades descentralizadas; órgãos colegiados e a entidade vinculada FUNDACENTRO. 007 Os órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado é composto por: Gabinete e Secretaria de Inspeção do Trabalho. 008 A Corregedoria faz parte da Secretaria-Executiva que tem em uma de suas competências verificar os aspectos disciplinares dos procedimentos fiscais e administrativos. 009 Assim como a Corregedoria, à Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração, juntamente com à Coordenação-Geral do FGTS são órgãos que integram a Secretaria-Executiva, esta que dá assistência direta e imediata ao Ministro do Trabalho e Emprego. 010 Controlar a execução das atividades orçamentárias e financeiras de gestão do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, é uma das competências da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração, que integra à Secretaria-Executiva. 011 Compete a Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração planejar, executar, avaliar as atividades disciplinares e de correição desenvolvidas no âmbito do Ministério e de suas unidades descentralizadas. 012 À Coordenação Geral do FGTS tem competência para planejar, executar e coordenar, mas não de controlar os serviços de secretaria-Executiva, pois quem controla esses serviços é a Corregedoria.

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013 Cabe à Corregedoria propor ao Secretário Executivo a instauração de sindicância ou processo administrativo, principalmente quando constatada a omissão de autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público e não apurar de imediato os fatos, então o Secretario Executivo verificará se cabe ou não a instauração. 014 Acompanhar o andamento dos projetos de interesse do Ministério que estão em tramitação no Congresso Nacional, é competência da Secretaria-Executiva. 015 Compete ao Gabinete providenciar a publicação oficial e a divulgação das matérias relacionadas com a área de atuação do Ministério. 016 Compete ao Gabinete assessorar o Ministro em assuntos de natureza jurídica e também de exercer a coordenação e a supervisão das atividades do órgão jurídico da entidade vinculada. 017 São órgãos de assistência direta e imediato do Ministro de Estado: o Gabinete, a Secretaria-Executiva, a Consultoria Jurídica e a Ouvidoria-Geral. 018 À Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração tem a incumbência de acompanhar e promover a avaliação de projetos e atividades. 019 À Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração é um órgão setorial da Corregedoria em que esta faz parte da Secretaria-Executiva que também é um órgão de assistência ao Ministro do Trabalho e Emprego. 020 Compete à Secretaria de Políticas Públicas de Emprego examinar ordens de sentenças judiciais, fornecer subsídios e emitir pareceres para a defesa dos direitos e interesses da União e de autoridades do Ministério. 021 São órgãos Específicos Singulares que fazem parte da Estrutura Organizacional do MTE: A Secretaria de Políticas Públicas de Emprego; A Secretaria de Inspeção do Trabalho; A Secretaria de Relações do Trabalho e a Secretaria Nacional de Economia Solidária. 022 As Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego que são unidades descentralizadas, fazem parte da Estrutura Organizacional do Ministério do Trabalho e Emprego. 023 O Ministério do Trabalho e Emprego , órgão da administração federal direta , tem como área de competência dentre outro os seguintes assuntos .: - política e diretrizes para a geração de emprego e renda e de apoio ao trabalhador ; - segurança , saúde no trabalho e previdência social .

024 O Ministério do Trabalho e Emprego tem a seguinte estrutura organizacional : - Órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado ; - Órgãos específicos singulares ; - Unidades descentralizadas : Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego ; - Órgãos colegiados , - Entidade Vinculada : FUNDACENTRO

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025 Formular e propor as diretrizes da fiscalização dos recolhimentos do FGTS é competência da Secretaria de Inspeção do Trabalho

026 Ao Departamento de Fiscalização compete supervisionar a remessa da legislação e atos administrativos de interesse da fiscalização do trabalho às Delegacias Regionais do Trabalho .

027 Supervisionar e avaliar a execução dos projetos e atividades do Ministério é incumbência do Secretario – Executivo

028 Aos Secretários incumbe planejar, dirigir, coordenar, orientar, acompanhar e avaliar a execução das atividades dos órgãos da respectiva Secretaria e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas em regimento interno .

029 Dentre outros , aos Delegados e Subdelegados incube planejar , dirigir , coordenar e orientar a execução das atividades das respectivas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas , em suas respectivas áreas de competência .

030 A coordenação Geral do FGTS , órgão da Secretaria Executiva , que por sua vez é órgão de Assistência Direta ao Ministro de Estado .

031 São órgãos colegiados os 5 Conselhos citados no art. 2º / IV da Lei 5063 ,dentre os quais podemos destacar o Conselho Nacional do Trabalho ;

032 Verificar os aspectos disciplinares dos procedimentos fiscais e administrativos é da competência da Consultoria Jurídica .

033 Uma das funções da Secretaria de Políticas Publica de Emprego é planejar , coordenar , monitorar e avaliar as ações do estimulo ao primeiro emprego para a juventude

034 Planejar , supervisionar , orientar , coordenar e controlar as ações e atividades de inspeção do trabalho na área de segurança e saúde e uma das competências do Departamento de Fiscalização do Trabalho.

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011-F => Compete à Corregedoria que integra a Secretaria-Executiva e que esta faz parte dos órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado e não da Subsecretaria de Planejamento. Decreto 5063 art. Decreto 5063 art.b. que é um órgão setorial da Advocacia Geral da União. V.2. mas cada uma tem suas competências distintas. a. 3 e art. 006-V => Decreto 5063 art. Decreto 5063 art. I. Decreto 5063 art. 018-V => Decreto 5063 art.I. não diz que é tempo mínimo e nem fala sobre dias úteis. I e II. 007-F => Fazem parte: o Gabinete. 002-E => O Decreto n°5. 016-F => Compete à Consultoria Jurídica.com. 5. VI.br Atualizado até 10/11/2008 Página 4 . B. Consultoria Jurídica e Ouvidoria-Geral. coordenar e também de controlar os serviços de Secretaria-Executiva. 3. 005-V => À Secretaria-Executiva faz parte da Estrutura Organizacional do Ministério e foram atribuídas a este órgão algumas competências e essa sem dúvida é uma das citadas no decreto 5063art. 3. executar. b. Orçamento e Administração que também faz parte da Secretaria-Executiva. 010-V => Decreto 5063 art. 5. 7. 4°. 4°. 2 capitulo II. que é um órgão de assistência direta e imediata ao Ministro do Trabalho e Emprego. 017-V => É o que diz o decreto 5063 art.063 3 de maio de 2004 art. sempre será de competência de uma Corregedoria. 015-V=> É justamente o que diz o decreto 5063 art. A Secretaria de Inspeção do Trabalho faz parte do Órgão Específico Singular. 1. 2. 8. Macete: Sempre que uma competência vier com a expressão CORREIÇÃO. Luizjandaia@uol.Gabarito 001-E => Os regimentos serão aprovados pelo Ministro de Estado do Trabalho e Emprego (Carlos Roberto Lupi) de acordo com Decreto n°5. 013-V => Decreto 5063 art. 7.063 3 de maio de 2004 art. I.d. 012. A Corregedoria controla as atividades disciplinares no âmbito do Ministério e suas unidades descentralizadas. Decreto 5063 art.e 3. IV. I. III. o restante está de acordo com o decreto 5063 art. anexo I. 5. 4 anexo I. II.F => À Coordenação Geral do FGTS tem competência si para planejar. 2. 009-V => Decreto 5063 art. 014-F => É de competência do Gabinete e não da Secretaria-Executiva. IV. 4. II anexo I. 5. IV conjuntamente com art. 008-V => Decreto 5063 art. 1 anexo I. 004-E => Compete à Secretaria-Executiva. anexo I. 2. Com certeza deve entender como dias corridos. 003-E => O TEM é um órgão da administração Federal direta e não indireta. Secretaria-Executiva. fala somente no prazo de 90 dias.c.

023-F => Decreto 5063 Art. 14º VI 026-E => Art. III. 5 III A competência é da corregedoria 033-C => Decreto 5063 Art. 021-V => Decreto 5063 art. 2. b/2 031-C => Decreto 5063 Art. 2º / I . IV e V 025-C=> Decreto 5063 Art.019-V => Decreto 5063 art. 10. 16 IV é do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho Luizjandaia@uol. 28 029-E => Art. 2. II. IV 034-E => Decreto 5063 Art.15º VII Nova redação dada pela Dec. anexo I.29 ver nova redação dada pelo Decreto 6341 030-C => Decreto 5063 Art. III.com. 2. 2. 6341/2008 027-C => Decreto 5063 Art. 8. Decreto 5063 art.br Atualizado até 10/11/2008 Página 5 . VIII e IX. I. 27º III 028-C => Decreto 5063 Art. 1 º I e VI do anexo I 024-C => Decreto 5063 Art. 2. 020-F => Compete à Consultoria Jurídica. II . 022-V => Decreto 5063 art. IV 032-E => Decreto 5063 Art.

A multa é calculada de acordo com o tempo de atraso e quantidade de empregados omitidos . Luizjandaia@uol. até 6 meses depois da cessação desse regime admitir novos empregados .br Atualizado até 10/11/2008 Página 6 . 007 O prazo de entrega do CAGED é até o dia 7 do mês subseqüente ao mês de referencia 008 A omissão ou atraso na declaração acarretará ao estabelecimento de multa automática . mensalmente até o dia 15 do mês subseqüente . nos termos do art. do qual constará também a indicação da Carteira Profissional ou. DE 23 DE DEZEMBRO DE 1965 001 É de caráter provisório o registro das admissões e dispensas de empregados nas empresas abrangidas pelo sistema da Consolidação das Leis do Trabalho. por trabalhador não registrado. no Ministério do Trabalho e Previdência Social. por um pequeno período de 6 meses prorrogável por igual período. da jornada de trabalho e o número de dias trabalhados. projetos e programas ligados ao mercado de trabalho. julgue os itens a seguir : 004 As empresas que dispensarem ou admitirem empregados ficam obrigadas a fazer a respectiva comunicação às Delegacias Regionais do Trabalho . 003 A empresa que mantiver empregado não registrado. incorrerá na multa de valor igual a um salário-mínimo regional. 41 e seu parágrafo único da Consolidação das Leis do Trabalho. ao mesmo tempo em que subsidia a tomada de decisões para ações governameentais. antes de readmitirem os que tenham sido dispensados pelos motivos que hajam justificado a citada redução ou comprovarem que não atenderam . ou seja que tenha efetuado qualquer tipo de movimentação em seu quadro de emprego .com. não poderão . em relação nominal por estabelecimento . 009 A multa poderá ser paga mesmo após qualquer procedimento fiscal por parte do MTE 010 Todo o estabelecimento que tenha admitido . desligado ou transferido empregado com contrato de trabalho regido pela CLT . pesquisas . 002 Uma empresa com dificuldades econômicas. 006 O CAGED ( Cadastro Geral de Empregados e Desempregados ) serve como base para a elaboração de estudos . 2º e seus parágrafos . 005 As empresas que tiverem autorização para redução de tempo de trabalho . acrescido de igual valor em cada reincidência. nos termos do art . devera informar ao MTE . para os que não a possuírem . poderá mediante prévio acordo com a entidade sindical representativa dos seus empregados. mas sempre respeitando o limite máximo de redução do salário que jamais seja superior a 25% do salário contratual e também respeitando o valor do salário mínimo atual.QUESTÕES MINISTERIO DO TRABALHO CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS DECRETO LEI No 4. constante da Lei 4923/65 . homologado pela Delegacia do Regional do Trabalho pedir redução do salário mensal. * Com relação ao CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS – CAGED . devidamente comprovadas. no prazo de 8 dias . ao chamado para a readmissão . nos termos da Lei os dados indispensáveis a sua identificação pessoal.923.

DE 23 DE DEZEMBRO DE 1965 em seu artigo 2°.923.923.com. é obrigatório que depois dos 3 meses se faça nova avaliação para ser aprovado pelo sindicato e homologado pela DRT se caso for necessário novamente. mas nunca com prazo excedente a 3 meses prorrogável. DE 23 DE DEZEMBRO DE 1965 em seu artigo 1°.923. 004-E => Art.F => É de caráter permanente de acordo com a LEI No 4. 003. LEI No 4. pois o tempo é de 3 meses prorrogável por igual período e não de 6 meses prorrogável por mais 6 meses. OBS. DE 23 DE DEZEMBRO DE 1965.F => O item é falso.GABARITO 001. realmente a empresa pode pedir a redução de salário e jornada de trabalho quando comprovada sua dificuldade econômica. O restante está correto. Exemplo: Não pode ser por um período de 6 meses diretamente.V => É justamente isso que diz o artigo 11 da LEI No 4.br Atualizado até 10/11/2008 Página 7 . 1º parágrafo 1º da Lei 4923/65 005-C => Art 3º Lei 4923/65 006-C => Comentários do site do MTE 007-C=> Comentários do site do MTE 008-C => Comentários do site do MTE 009-C => Comentários do site do MTE 010-E => A multa deve ser paga antes de qualquer procedimento fiscal Luizjandaia@uol. 002.: Mas tudo isso com consentimento dos empregados por maioria de votos em assembléia realizada pelo sindicato da empresa.

900.com. Gera dados para os sistemas CAGED. Constitui um instrumento imprescindível para o cumprimento das normas legais. 005 A Relação Anual das Informações Sociais . e sempre relativa ao ano-base anterior. Abono Salarial. de 23/12/75. sempre se referindo ao mês anterior. 004 A RAIS é um Registro Administrativo. 002 A RAIS será obrigatória. Em 14 de dezembro de 2000 foi publicada a Portaria Nº 945. Luizjandaia@uol. DE 23 DE DEZEMBRO DE 1975 001 A RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) é um relatório de informações sócio-econômicas solicitado pelo Ministério do Trabalho e Emprego brasileiro às pessoas jurídicas e outros empregadores anualmente.br Atualizado até 10/11/2008 Página 8 . FGTS e para sistemas do IBGE e do INSS. PASEP. Fornece informações estatísticas para as decisões governamentais. de periodicidade anual. que dispõe sobre normas gerais de declaração da RAIS e recebimento apenas por meios eletrônicos. Foi instituída pelo Decreto nº 76. para as empresas. 003 A RAIS trata dos vínculos empregatícios da administração pública e privada (CGC). PIS. como também é de fundamental importância para o acompanhamento e a caracterização do mercado de trabalho formal. 006 A RAIS tem natureza Administrativa e sua periodicidade é mensal. criada com a finalidade de suprir as necessidades de controle.RAIS foi instituída pelo Decreto nº 76. e empregadores cadastrados no INSS (CEI). de estatísticas e de informações às entidades governamentais da área social.QUESTÕES MINISTERIO DO TRABALHO CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS DECRETO Nº 76. de 2 de Dezembro de 1975.900. Seguro Desemprego.900.

gov.V => DECRETO Nº 76.asp Luizjandaia@uol.br/estudiosospesquisadores/pdet/conteudo/rais_default. e referem-se sempre ao ano anterior. DE 23 DE DEZEMBRO DE 1975 002. http://www.com.900.mte. Informações retiradas do Sítio do MTE. http://www.br/estudiosospesquisadores/pdet/conteudo/rais_default.V => DECRETO Nº 76.br Atualizado até 10/11/2008 Página 9 . DE 23 DE DEZEMBRO DE 1975 004.900. mas sua periodicidade é anual e não mensal. http://www.F => Realmente a RAIS tem natureza administrativa. DE 23 DE DEZEMBRO DE 1975 003.gov.V => DECRETO Nº 76.asp 005.gov.mte.br/estudiosospesquisadores/pdet/conteudo/rais_default.V => Informações retiradas do Sítio do MTE. As declarações são prestadas geralmente no período de janeiro a março.900.V => Informações retiradas do Sítio do MTE.GABARITO 001.asp 006.mte.

Luizjandaia@uol. inclusive a indireta. em virtude de dispensa sem justa causa. farão jus a três parcelas do benefício. como por exemplo a Qualificação Profissional que é custeada pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT. ou seja. os trabalhadores que estejam em situação de desemprego involuntário pelo período compreendido entre doze e dezoito meses.00 (cem reais). ininterruptos. correspondente cada uma a R$ 100. 006 O programa de Seguro-Desemprego além de dar assistência financeira devera auxiliar os trabalhadores na busca ou preservação do emprego. quando for dispensado involuntariamente.QUESTÕES MINISTERIO DO TRABALHO CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS LEI N. que é computado como período de experiência. 008 O Programa Seguro Desemprego promove ações integradas de orientação. é aquele onde o trabalhador é resgatado sem justa causa do trabalho de regime forçado ou da condição análoga à de escravo.com. 002 O Seguro Desemprego é de direito a todos os trabalhadores com carteira assinada por um período mínimo de 3 meses.998. em decorrência da fiscalização do MTE.º 7. 003 Em caráter excepcional e pelo prazo de seis meses. e que já tenham sido beneficiados com o recebimento do Seguro-Desemprego. 007 Empregado Resgatado. DE 11 DE JANEIRO DE 1990 001 O Seguro Desemprego serve para prover assistência financeira temporária ao trabalhador desempregado em virtude de dispensa sem justa causa.br Atualizado até 10/11/2008 Página 10 . 005 A finalidade do Seguro-Desemprego é promover a assistência financeira temporária ao trabalhador desempregado. 004 O Seguro-Desemprego é um benefício integrante da seguridade social. e está garantido na Constituição Federal de 1998. capacitando assim o desempregado a se aperfeiçoar em um determinado curso para ser inserido o quanto antes no mercado de trabalho novamente. recolocação e qualificação profissional para auxiliá-lo na manutenção e busca de emprego.

009 O empregado que trabalhou durante 3 anos em uma empresa privada regido pela CLT. 013 O Adicional de Insalubridade. desconto semanal remunerado. 012 O Salário-base é igual a remuneração acrescidas das vantagens pessoais. ou seja. passou em um concurso público federal.br Atualizado até 10/11/2008 Página 11 . 011 O empregado que usar a dispensa indireta fará jus ao benefício do Seguro Desemprego. Luizjandaia@uol. pois no novo cargo não é regido pela CLT. então pediu demissão para exercer o novo cargo. adicional noturno são vantagens pessoais que são acrescidas e incorporadas ao Salário-base. 010 A dispensa sem justa causa é aquela que ocorre contra a vontade do trabalhador. não assinará a CTPS onde proibiria a possibilidade do benefício.com. Nesse caso o empregado terá direito ao benefício do Seguro-Desemprego. diárias para viagens em valor superior a 50% do salário.

II. só terá direito se ele for demitido involuntariamente ou sem justa causa. pois nem todos os trabalhadores terão esse direito. 005-V => Lei 7998 Art. a remuneração que é o Salário-base acrescido das vantagens pessoais. inciso I.br Atualizado até 10/11/2008 Página 12 .2°. Artigo 1°. com a instituição FAT. onde cada uma delas tem o valor de um salário-mínimo. Lei 7998 Art. 002./88 no Art.GABARITO 001. Então por isso o trabalhador que for dispensado indiretamente fará jus ao benefício. I. 004.F => O período mínimo de trabalho com carteira assinada é de 6 meses e não de 3 meses. Esse Programa veio para auxiliar o desemprego involuntário na busca de um novo emprego. ou seja.F. sem o consentimento do empregado. 012-F => É o oposto. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: II=> Seguro-Desemprego em caso de desemprego involuntário.º 7.V => O Seguro-Desemprego é um dos benefícios que integram a Seguridade Social.com.998 de 1990.V =>É o que diz a LEI N. 007-V => Lei 7998 Art.2°B.2°. Luizjandaia@uol.2°-C. de forma alguma será beneficiado pelo Seguro-Desemprego se o trabalhador pedir demissão.998. O Salário junto com os benefícios é que fazem parte da remuneração. II e Art. 008-V => O Programa Seguro Desemprego foi criado pela Lei 7998 que também deliberou a fonte de custeio.998 003. 011-V => A Dispensa Indireta é aquela que ocorre quando o empregado solicita judicialmente a dispensa do trabalho. seguindo prazos e normas estabelecidas. “no caso da dispensa sem justa causa”. 006. São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais.V => É o que diz o artigo 2°B da lei 7. § 2°. desde que tenha trabalhado pelo menos 6 meses antes do pedido de dispensa. 013-F => Essas vantagens pessoais são acrescidas e incorporadas na remuneração e não no Salário-base.F => O único erro da questão é quando diz que DEVERÁ auxiliar os trabalhadores. Lei 7. Terá direito aqueles que estiver em acordo com a lei. Este também está garantido na C. sendo que na verdade ele PODERÁ. 009-F => Independentemente do motivo que veio a sair da empresa. Esse resgatado terá direito ao benefício de SeguroDesemprego em três parcelas. Este empregado também receberá o auxilio de Qualificação Profissional para ser inserido no mercado de trabalho.7°. Os beneficiários também estão integrados na CF/88. alegando que o empregador não está cumprindo as disposições do contrato. 010-V => A dispensa é sempre contra a vontade do trabalhador. O resgate de um empregado é quando o TEM em fiscalização retira um empregado de um trabalho forçado ou escravo.

Luizjandaia@uol. o empregador poderá contratar temporariamente.049 de 1995 CARTEIRA DE TRABALHO ART. e no ato de admissão poderá ser contratado verbalmente até que o funcionário tire sua Carteira de Trabalho. o empregador terá que fornecer um histórico que conste toda a relação de trabalho no período trabalhado. já que o empregado ainda não a possui.QUESTÕES MINISTERIO DO TRABALHO LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA DECRETO No 926 de 1969 e LEI 9. 004 A empresa situada em uma localidade onde não emite CTPS. 13 DA CLT. 003 Em hipótese alguma uma empresa poderá contratar um empregado sem Carteira de Trabalho. 005 O empregado temporariamente admitido sem a CTPS for demitido antes mesmo de possuí-la. 001 O Decreto 926 altera dispositivos da CLT e do Estatuto do Trabalhador Rural.br Atualizado até 10/11/2008 Página 13 .com. 002 A Carteira de Trabalho e Previdência Social é obrigatória para o exercício de qualquer emprego.

013 O menor aprendiz de 13 anos completos de idade poderá solicitar a sua Carteira de Trabalho junto ao órgão emitente. Luizjandaia@uol. 007 De acordo com o decreto 926 que trata da CTPS poderá o interessado obter a Carteira de Trabalho solicitando ao TEM via internet. 012 A Carteira de Trabalho contém informações sobre a qualificação e a vida profissional do trabalhador e anotações sobre sua filiação ao INSS.com. 011 A Carteira de Trabalho pode ser considerada um documento que reproduz a vida funcional do trabalhador. 14 a 21 DA CLT. pelos órgãos federais. 008 Para que seja emitida uma CTPS ao interessado. deverá obter uma outra que terá a mesma numeração para evitar conflitos burocráticos posteriores. estaduais e municipais da administração direta e indireta.br Atualizado até 10/11/2008 Página 14 . 014 Os brasileiros natos e naturalizados seguirão os mesmos procedimentos. 006 A Carteira de Trabalho será emitida pelas Delegacias Regionais do Trabalho ou mediante convênio. como seguro-desemprego. benefícios previdenciários e FGTS. as mesmas normas para a emissão de sua Carteira de Trabalho.EMISSÃO DA CARTEIRA DE TRABALHO DECRETO 926 DE 1969 ART. 010 O empregado que tiver esgotado todos os espaços em sua Carteira de Trabalho destinados a anotações e registros. preenchendo o cadastro no Sítio do Ministério do Trabalho e Emprego. este terá que apresentar um atestado médico de capacidade física e mental dentre outros elementos. E assim garante o acesso a alguns dos principais direitos trabalhistas. que é obrigatório. 009 A comprovação de alistamento ou de quitação com o serviço militar é um elemento essencial para a emissão de uma CTPS.

Decreto 926 art. e da qual constarão o número e a série da anterior. Luizjandaia@uol. 21). emitir uma verdadeira história da passagem do funcionário na empresa.br Atualizado até 10/11/2008 Página 15 . II). 006-E => O decreto 926 diz exatamente isso. No ato da admissão não poderá ser verbalmente. menos que isso não terá direito a solicitação da emissão de sua Carteira de Trabalho. a natureza do trabalho. 2 (art. pois este ainda não está naturalizado. 2 (art. 005-C => Decreto 926 art. como período de entra e saída em uma empresa. 13. único.3 (art. O decreto 6341/2008 excluiu as Delegacias e incluiu as Superintendências Regionais do Trabalho. está trabalhando no país temporariamente. 16 p. § 4. salários.com. Quando esgotado os espaços de anotações e registros o interessado terá que tirar outra CTPS mas essa nova terá uma numeração própria. 007-E => O decreto 926 é de 1969 e com certeza nessa época a internet nem era tão usada nesse tipo de serviço nos órgão públicos. como por exemplo: Uma empresa estiver localizada em uma área onde não se emita a Carteira de Trabalho. O estrangeiro sim. promoções dentre outras coisas. 008-C => Decreto 926 art. 2 (art. 012-C => Na CTPS contém todas essas informações. único. este seguirá outros procedimentos. o empregador tem que fornecer ao empregado um documento onde conste a data de admissão. 010-E => Decreto 926 art. O restante do item esta correto. o menor aprendiz poderá sim solicita a CTPS desde que comprove a sua condição de menor aprendiz. 003-E => Poderá somente em casos excepcionais. A Carteira de Trabalho é obrigatória em todo emprego.GABARITO: 001-C 002-C => Decreto 926 art. 2° (art. Então caso o CESPE fale em DRT pode considerar o item incorreto. F). o interessado na Carteira de Trabalho terá que comparecer pessoalmente ao órgão emitente. 004-E => Decreto 926 art. 014-C => Não existe nenhuma distinção entre nato e naturalizado neste caso. I). férias. 009-C => Decreto 926 art. 13 § 4. 13.3 (art. Decreto 926 art. 16 p. mas esta está desatualizado. Mesmo sem a Carteira de Trabalho o empregador é obrigado a emitir um histórico ao empregado constando salário. E).3 (art. 13). 011-C => Sem a Carteira de Trabalho o interessado não será beneficiado por esses direitos citados.2 (art. pois foi alterado para Superintendência pelo próprio decreto 6341/2008 que foi pedido no edital de 2008. quantos dias trabalhou. ainda que em caráter temporário. assim poderá o empregador admitir o funcionário temporariamente até que o empregado tire sua carteira. § 3°). 15). para isso o empregador é obrigado a permitir que o empregado vá até um posto que emita a CTPS mais próximo. mas nem hoje em dia também é possível. o salário e a forma de pagamento. não admite um empregado sem a CTPS. inclusive é obrigatória para os trabalhadores rurais. 013-E => O menor aprendiz tem que ter a idade entre 14 e 16 anos.

na formação da relação de emprego? 010) Qual a duração máxima do contrato de experiência? 011) Quais as espécies existentes de contrato de trabalho? 012) O que é contrato de trabalho individual? 013) O que é contrato de trabalho coletivo? 014) É possível haver negociação coletiva entre o empregador e os trabalhadores. para fins trabalhistas? 006) Quem o legislador considera empregado. diretamente? 015) O que é contrato de trabalho de equipe? 016) Pessoa jurídica pode ser considerada empregado? 017) Ficará caracterizada a relação de emprego.com.br Atualizado até 10/11/2008 Página 16 . caso um trabalhador eventual substitua empregado regular? 018) Quais as espécies de punição aplicáveis pelo empregador ao empregado? Luizjandaia@uol.LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA COM CONSTITUCIONAL 001) O que são negociações trabalhistas individuais? 002) O que são negociações trabalhistas coletivas? 003) Em que época podem ser conduzidas as negociações trabalhistas individuais? 004) Qual a posição dos sindicatos durante as negociações trabalhistas coletivas? 005) Quem o legislador considera empregador. para fins trabalhistas? 007) Todo trabalhador é empregado? 008) Em que condições fica caracterizada a relação de emprego? 009) De que formas pode ser manifestada a vontade das partes contratantes.

que se encarrega de revendêlas.019) Uma costureira recebe. cortes de tecido. em seu domicílio. para devolver ao empregado. todas as semanas. a CTPS recebida para anotações? 029) Qual o prazo dado para o empregador. recebe-a de volta sem as anotações devidas. se o trabalhador não dispuser de CTPS? 027) O trabalhador pode começar a trabalhar sem dispor de CTPS? 028) Quanto tempo terá o empregador. tendo entre que sua CTPS à empresa. a uma mesma empresa. após alguns dias. ou então tem o documento retido por prazo superior ao legal? 035) Como se desenvolve o processo administrativo instaurado após a diligência de instrução? 036) O que se considera jornada normal de trabalho? Luizjandaia@uol. para devolver ao empregado. Ficará caracterizada a relação de emprego mesmo nunca tendo a costureira trabalhado no interior do estabelecimento? 020) É permitido o trabalho de um empregado para duas empresas? 021) A esposa pode ser empregada do marido? 022) Como é feita a inscrição previdenciária do empregado doméstico? 023) Os servidores públicos podem ser sindicalizados? 024) Para que serve a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)? 025) As anotações efetuadas na CTPS são tidas como absolutamente verdadeiras? 026) Como pode ser provada a existência de relação empregatícia. ou que se recusa a efetuá-las nos casos previstos em lei? 032) Dar exemplos de anotações típicas e usuais. feitas pelo empregador na CTPS do empregado. 033) Que tipo de anotações são vedadas ao empregador efetuar? 034) Que direito assiste ao empregado que.com. a CTPS recebida para anotações. para serem transformados em roupas prontas.br Atualizado até 10/11/2008 Página 17 . que devem ser entregues. nas localidades em que inexistir órgão emissor do documento? 030) Em que momentos são feitas as anotações na CTPS? 031) Qual a sanção a que está sujeito o empregador que não efetua as anotações corretas na CTPS.

para demais efeitos legais? 052) O que se entende por salário "in natura"? 053) Em que consiste o princípio da irredutibilidade do salário? 054) Qua1 a importância da garantia da irredutibilidade do salário? Luizjandaia@uol. perderá o direito a ele? 049) Qual o período considerado noturno. perante a legislação trabalhista? 050) Como se distingue salário de remuneração? 051) A gorjeta é considerada parte integrante do salário. que atende chamados e avisa outros empregados que deverão executar determinados serviços. de duração diversas das de 8 ou de 6 horas. será considerado como estando à disposição do empregador.com. para categorias profissionais específicas.br Atualizado até 10/11/2008 Página 18 . para efeitos de pagamento de horas extras? 045) As horas da jornada normal podem ser compensadas? 046) Em que consiste o descanso semanal remunerado? 047) Como deve ser gozado o descanso semanal? 048) Se o empregado faltar. em um dos seis dia que antecedem o descanso semanal.037) Como poderá ser efetuada a redução legal da jornada de trabalho? 038) Qual deverá ser a jornada de trabalho no caso de empregado que trabalhem em turnos ininterruptos de revezamento? 039) Dar exemplos de jornadas diárias normais. 040) O que se consideram horas extras? 041) O empregado pode recusar-se a trabalhar horas extras? 042) Como pode ser prorrogada a jornada normal de trabalho? 043) De que forma deverá ser remunerada a hora extra? 044) O empregado que permanece em sua própria casa. munido de "bip" ou telefone celular cedidos pela empresa. injustificadamente.

da concessão de férias após o período de 12 meses subseqüentes à aquisição do direito a gozá-las? Luizjandaia@uol. mais de 5 vezes no ano? 065) Um empregado tem seu contrato de trabalho suspenso por 15 dias.055) Em que casos é possível excepcionar o princípio da irredutibilidade? 056) O que é salário mínimo? 057) Levam-se em conta as gorjetas. que não são computadas como faltas ao serviço. falta.br Atualizado até 10/11/2008 Página 19 . 7 dias. em um só período? 069) A concessão de férias depende de pedido ou do consentimento do empregado? 070) Como deverão ser concedidas as férias. Terá direito quantos dias de férias? 066) Citar cinco exemplos de ausências do empregado ao trabalho. 067) Citar três hipóteses em que a falta do trabalhador acarreta perda do direito a férias. para o empregador. no cálculo do salário mínimo? 058) O que é salário mínimo profissional? 059) Qual a conseqüência. menor de 18 anos? 072) Qual a conseqüência. para o empregador. que paga salário inferior ao mínimo. se mais de um membro de uma família trabalhar na mesma empresa? 071) Como deverão ser concedidas as férias de empregado estudante. permitidas pela legislação. no caso de o trabalhador faltar injustificadamente. para o empregado? 060) O empregador poderá pagar menos de um salário mínimo para trabalhador menor de 18 anos? 061) Qual o conceito de menor aprendiz. na legislação trabalhista? 062) Qual a importante inovação introduzida pela CF de 1988. 068) As férias devem ser concedidas obrigatoriamente. durante o ano. relativamente às férias anuais? 063) Qual o período de férias anuais? 064) De quantos dias deverão ser as férias.com. injustificadamente.

que executa atividade insalubre. no caso de férias coletivas? 077) O que é abono de férias? 078) A conversão da remuneração de férias em dinheiro depende de concordância do empregador? 079) É possível o pagamento do abono de férias aos trabalhadores. então. que já completou o período aquisitivo. possa ser prorrogada? 088) Qual a conseqüência do exercício de trabalho em condições de insalubridade. Ao receber seu contra-cheque. qualquer que seja a causa? 083) Um empregado trabalhou 31 meses e 16 dias em determinada empresa.com. terá o empregado direito a exigir o pagamento integral da diferença? 074) De que forma podem ser concedidas férias coletivas. incluindo férias.br Atualizado até 10/11/2008 Página 20 . e dar quitação dos valores. para que as goze 2 meses após o término do período subseqüente à aquisição do direito. para que a jornada de trabalho do empregado. no 13º mês e no 25º mês. sendo que gozou dois períodos de férias. acima dos limites de tolerância estabelecidos pelo MT. numa empresa? 075) Qual deverá ser o procedimento da empresa que desejar conceder férias coletivas a seus empregados? 076) Como fica a situação dos empregados admitidos há menos de 12 meses. quando da cessação do contrato de trabalho. Qual a remuneração de férias que lhe é devida? 084) Em que casos o empregado que trabalhou menos de 12 meses na empresa tem direito a remuneração proporcional ao tempo de trabalho? 085) Quando prescreve o direito de reclamar a concessão de férias e o pagamento da respectiva remuneração? 086) O que são atividades insalubres? 087) Qual a exigência legal. o empregado nota que o empregador somente lhe pagara o valor normal das férias. Apesar de dar quitação dos valores. sobre o salário do empregado? 089) Como se remuneram as horas extras do trabalhador horista. Foi. no caso de férias coletivas? 080) Quando deverá ser efetuado o pagamento da remuneração das férias? 081) De que formas pode cessar o contrato de trabalho? 082) Qual a remuneração de férias devida ao empregado. despedido sem justa causa.073) O empregador fixa o período de férias do empregado. quanto ao adicional de insalubridade? 090) Qual a tipificação legal de periculosidade? Luizjandaia@uol. sem ainda gozá-lo.

perante o Direito brasileiro? 102) Quantas organizações sindicais podem ser criadas por categoria. trabalhando em condições de insalubridade. na mesma base territorial. constitucionalmente asseguradas ao sindicato. nas vias administrativa e judicial. de tamanho mínimo igual ao de um Município? 103) É obrigatória a filiação dos trabalhadores ao sindicato da categoria? 104) Os servidores públicos podem constituir sindicato? 105) Quais as prerrogativas.com. quanto aos direitos da categoria? 106) Quais as importantes ampliações das prerrogativas do sindicato. relativamente à situação anterior? 107) Quais os deveres dos sindicatos? 108) De quem é a competência para julgar as ações judiciais sobre eleições sindicais e dos conflitos dos sindicatos com seus associados? Luizjandaia@uol. gera a cessação do pagamento dos adicionais respectivos? 094) Como é feita a caracterização da insalubridade e da periculosidade? 095) Quem pode solicitar a realização de perícias para a caracterização de insalubridade ou periculosidade? 096) Quem tem competência para determinar a elaboração do laudo pericial? 097) A partir de que momento passam a incidir sobre a remuneração do empregado os adicionais de insalubridade ou de periculosidade? 098) O que é sindicato? 099) De que espécies podem ser os sindicatos? 100) Em que diploma legal se assegura a livre constituição de sindicatos? 101) Qual a natureza jurídica dos sindicatos.br Atualizado até 10/11/2008 Página 21 . introduzidas pela CF de 1988.091) Qual a percentagem correspondente ao adicional de periculosidade? 092) É possível ao empregado receber simultaneamente adicionais de insalubridade e periculosidade? 093) O fornecimento de equipamento de proteção a empregado.

relativamente ao ordenamento jurídico? 120) Quais as espécies de greve. nos diversos sistemas jurídicos? 117) O que é greve selvagem? 118) Qual o fundamento jurídico da greve como direito? 119) Quais as espécies de greve.com. relativamente à sua finalidade? 121) Quais os atos não compreendidos pela proteção constitucional à greve? 122) O que se entende por boicote? 123) O que se entende por ocupação de estabelecimento? 124) O que se entende por sabotagem. quanto à lei brasileira? 127) O que são serviços e atividades essenciais? Luizjandaia@uol.br Atualizado até 10/11/2008 Página 22 . no âmbito trabalhista? 125) Quais as limitações ao direito de greve? 126) Quais as limitações ao direito de greve. perante a Justiça? 113) Qual a finalidade da solução dos conflitos coletivos do trabalho? 114) O que é greve? 115) Qual o objetivo da greve? 116) Quais as tendências de tratamento às greves.109) Em que consiste o Direito Coletivo do Trabalho? 110) Quais as condições necessárias para o reconhecimento da existência de um conflito coletivo de trabalho? 111) Como se distingue o conflito coletivo de uma pluralidade de conflitos individuais simultâneos? 112) É possível que um só trabalhador suscite conflito coletivo de trabalho.

no Brasil? 144) Sobre quem incidirão as penas. em caso de greve ou ameaça de greve em serviços e atividades essenciais? 129) O que a lei considera legítimo exercício do direito de greve? 130) Quais os principais direitos assegurados aos grevistas durante a greve? 131) O que se considera atos abusivos.128) Quem tem atribuição para a propositura de ação civil pública para garantir a prestação de serviços.br Atualizado até 10/11/2008 Página 23 . à saúde ou à segurança da população. em níveis que evitem risco à vida.com. na vigência de acordo ou Convenção Coletiva? 137) Quais as limitações ao direito de greve. praticados durante a greve? 132) Quais as espécies de penalidades a que estão sujeitos os grevistas. relativamente à forma? 138) É lícito o início de uma greve com a ocupação do estabelecimento do empregador? 139) O que é lockout? 140) Qual a diferença entre greve e lockout? 141) Qual a situação usual de utilização do lockout? 142) O lockout é permitido pela legislação brasileira? 143) Qual a conseqüência da prática de lockout. caso a greve seja declarada abusiva? 133) Quais as limitações ao direito de greve. relativamente à finalidade? 135) Quais as limitações ao direito de greve. relativamente ao momento? 136) Qual o fundamento jurídico para a vedação de greve. no caso de o empregador ser pessoa jurídica? 145) Quais as penalidades aplicáveis se o empregador que decretou o lockout for concessionário de serviço público? Luizjandaia@uol. relativamente às pessoas? 134) Quais as limitações ao direito de greve.

008 R. 006 R. da CF de 1988 impõe participação obrigatória dos sindicatos.: A vontade das partes pode ser manifestada: a) de forma escrita. subordinação. VI. individual e mediante remuneração. singularmente considerados.: Contrato de trabalho coletivo (ou Convenção Coletiva de Trabalho) é o acordo de caráter normativo. visando a auto-composição de seus conflitos coletivos.: Antes da CF de 1988. 012 R. 8º. e c) de forma tácita.: Negociações trabalhistas coletivas são aquelas empregadas por trabalhadores e empregadores. 005 R. por ocasião das negociações coletivas.: A relação de emprego fica caracterizada quando o trabalho executado apresentar as seguintes características: pessoalidade. firmado entre empregador e empregado.: Negociações trabalhistas individuais são aquelas empreendidas diretamente. entre empregado e empregador. da CF dispõe que é obrigatória a participação dos sindicatos representativos da categoria. trabalhos executados voluntariamente por qualquer pessoa. onerosidade e exclusividade. visando a auto-composição de seus conflitos coletivos de trabalho. mas a recíproca não é verdadeira. em troca de salário. se delegar a tarefa. 014 R.GABARITO: 001 R.: O contrato de trabalho pode ser individual. 002 R. mas o art. profissional qualificado ou não.: Empregador é toda entidade que se utiliza de trabalhadores subordinados. durante o desenvolvimento do contrato de trabalho e também por ocasião de sua extinção. a CLT permitia (art. 617. Todo empregado é trabalhador. b) de forma oral (ou verbal). mas não eventual) a empregador. 003 R. prestando serviços contínuos. § 1º) essa forma de entendimento direto. para a prestação de serviço pessoal.com. nas negociações coletivas. Luizjandaia@uol.: Podem ser conduzidas na época de formação do vínculo empregatício. coletivo ou de equipe. Além disso. firmado por uma ou mais empresas com entidades sindicais representativas dos empregados de determinadas categorias. VI.: 90 dias. visando o ajuste de cláusulas do contrato de trabalho entre ambos. 013 R. 011 R. 007 R. não será considerado empregado.: Contrato de trabalho individual é o acordo. 004 R. contendo os elementos que caracterizam uma relação de emprego. tácito ou expresso. 8º. 010 R.: Não. 009 R. de forma subordinada. não a caracterizam como empregado. continuidade.: Empregado é qualquer pessoa física que presta serviços de forma permanente (ou por tempo determinado. podendo ser pessoa física ou jurídica.br Atualizado até 10/11/2008 Página 24 .: O art. Por exemplo: o empregado deverá prestar serviços pessoalmente a terceiro.

c) de participação em fundo especial (como o PIS). mas aceita pela doutrina e pela jurisprudência. fora do âmbito da CLT. certidão de nascimento. Tanto a jurisprudência quanto a doutrina consideram as anotações efetuadas na CTPS como gozando de presunção juris tantum. a costureira não tem contato com o consumidor e seu trabalho reveste-se das características típicas da relação de emprego. em lugar de um trabalhador regular. 023 R. CPF e título de eleitor. As leis trabalhistas não distinguem entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador e o executado no próprio domicílio do empregado. A partir da CF de I 988. 019 R. de modo que o empregador não tem sobre os trabalhadores do grupo os mesmos direitos que teria sobre cada indivíduo (no caso de contrato individual). representados por um chefe. dirigindo-se aos postos da Previdência Social ou às agências dos Correios. Empregado somente pode ser pessoa física. admitindo prova em contrário. Não existe vedação legal a que o empregado trabalhe para duas empresas.: Sim.: Sim. relativa. 020 R. diminuindo. Luizjandaia@uol. 017 R. No caso.: Não.com.: Sim.br Atualizado até 10/11/2008 Página 25 .: O empregador terá 48 horas de prazo para proceder às anotações.: Não. a responsabilidade da empresa.: Sim. caracteriza relação de emprego. b) de cláusulas importantes ou não usuais contidas no contrato de trabalho. 024 R.: Inexistindo órgão emissor da CTPS. O empregado não poderá ser admitido se não dispuser de CTPS. somente poderá ser empregada de pessoa jurídica. 016 R. A CTPS serve como prova das relações empregatícias anteriores e seu tempo de duração. desde que o trabalho realizado caracterize a existência de uma relação laboral. 029 R. assim. o prazo é de 30 dias. 021 R. inclusive prova testemunhal. A prestação de serviços por pessoa jurídica é regulada por contrato de prestação de serviços.: A CTPS serve como meio de prova: a) da relação de emprego.: A esposa não pode ser empregada do marido. documento de identidade. 018 R. 028 R. contra recibo. após sua apresentação.: Contrato de trabalho de equipe é aquele firmado entre a empresa e um conjunto de empregados. A jurisprudência considera que a prestação de serviços por trabalhador individual. É forma contratual não prevista expressamente na legislação trabalhista brasileira. suspensão e dispensa (ou demissão). em que o marido for sócio.015 R. 027 R.: O contrato de trabalho pode ser provado por todos os meios em Direito admitidos. isto é. que não se presumem. 026 R. 025 R.: O próprio empregado deverá inscrever-se. enquanto pessoa física. e apresentando a CTPS já preenchida pelo empregador.: O empregador pode punir o empregado com advertência. a sindicalização dos servidores públicos passou a ser permitida. e d) dados de interesse da Previdência Social. refletindo a vida profissional do trabalhador. 022 R.: Não.

042 R. por Fiscal do Trabalho. Se o empregador comparecer e continuar se recusando a fazer as anotações. para que seja instaurado o processo correspondente. pessoalmente ou por meio do sindicato da categoria. no caso de turnos que se sucedem. salvo negociação coletiva.: Horas extras são aquelas trabalhadas além da jornada normal de cada empregado. após seis meses de restalebelecimento dos valores anteriores. será lavrado um termo de comparecimento. 036 R. Para que empregador possa legitimamente exigir trabalho em horas suplementares.: Salário.: A jornada normal de trabalho somente poderá ser prorrogada: a) até duas horas. b) no momento da rescisão contratual. 040 R.: As anotações devem ser feitas: a) na data-base da categoria. e c) pela lei. excetuadas as horas extraordinárias. contrato por tempo determinado). 7º. somente por motivo de força maior. comum ou reduzida.: A empresa será notificada para prestar esclarecimentos ou efetuar as devidas anotações ou entregar a CTPS. 038 R. deverá haver acordo escrito entre as partes ou norma coletiva. substituindo-se sempre no mesmo posto de trabalho. sua duração deverá ser de até 8 horas diárias. art. CGC do empregador. médicos. quando a necessidade for imperativa.com. Nos termos da CF. será o reclamado considerado revel e confesso. com limite máximo de 85 ou 100 horas/mês jornalistas. data de admissão. exceto nos casos de força maior ou necessidade imperativa. e d) a qualquer tempo. b) por convenção coletiva. o que traria ao empregado evidente prejuízo. b) nas empresas que tenham reduzido os salários em função de conjuntura econômica desfavorável. o processo subirá à autoridade administrativa de primeira instância. condições especiais (tempo de experiência. 4 horas. para novas diligências ou julgamento do feito.: Deverá ser de 6 horas. 035 R.br Atualizado até 10/11/2008 Página 26 .: O empregador estará sujeito a autuação. 034 R. e 44 horas semanais. e as anotações serão feitas por despacho da autoridade que processou a reclamação. 039 R. Após o prazo. 032 R. desabonadoras à conduta do empregado.: O empregado poderá comparecer perante Às Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego ou o órgão autorizado. a fim de ser realizada diligência para instrução do feito. acidentes do trabalho banco depositário do FGTS.: Aeronautas: 15 horas. Luizjandaia@uol. 5 horas. 037 R. devendo ser lavrado termo de reclamação. 041 R.: O empregador não poderá fazer anotações na CTPS. que comunicará a falta de anotação ao órgão competente. A recusa será legítima. c) quando houver necessidade de comprovação perante a Previdência Social.: Sim.: A redução da jornada de trabalho poderá ser feita: a) pelas partes de comum acordo. férias. 033 R. salvo em caso de força maior ou dentro de limites estritos. c) no caso de menores de 18 anos. sendo-lhe assegurado prazo de 48 horas para apresentação de defesa.: A jornada normal de trabalho será o espaço de tempo durante o qual o empregado deverá prestar serviço ou permanecer à disposição do empregador. sempre que solicitado pelo empregado. com habitualidade.030 R. XIII. Não comparecendo. 031 R.

7º. : Não. art. embora não esteja inserida em cláusula do contrato de trabalho pois consiste em valor imprevisível e variável. por contrato individual de trabalho (desde que não atentem contra direitos indisponíveis) ou conforme convenção coletiva de trabalho. 053 R. nada impede que sejam compensadas as horas em outro dia da semana. 052 R. 048 R. retenções ou compensações. após determinado número de dias ou de horas de trabalho por semana.: Sim. em casos excepcionais. 055 R.: Embora os dois termos sejam utilizados indistintamente. possui o salário caráter alimentar.: O princípio da irredutibilidade consiste na garantia constitucional(CF. 7º.: Para o trabalho urbano. no mínimo. pelo trabalho realizado. o descanso semana deverá ser efetuado em sistema de revezamento. medida de caráter social. sempre amparados por dispositivo legal. desde que o limite diário não ultrapasse 10 horas. para o trabalho agrícola. será considerada como parte integrante do salário para praticamente todos os efeitos legais. art. de acordo coletivo. por exemplo). no caso concreto. higiênico e recreativo. 050 R. visando a recuperação física e mental do trabalhador. Nos serviços que exigirem trabalho aos domingo (exceção feita aos elencos de teatro e congêneres). perdendo.: Salário in natura é aquele pago em utilidades. considera-se noturno aquele realizado entre as 22 horas de um dia. 044 R. que é matéria de ordem social. o direito à remuneração pelo dia de descanso semanal. inclusive para as leis da Previdência Social e de acidentes do trabalho. por motivos específicos.com. com o domingo. 049 R. a real participação do empregado. o período deve ser de 24 horas consecutivas.: Sim.043 R. 054 R. ou de diminuir o valor devido. entre 20 e 4 horas. 047 R.: Descanso semanal é a folga a que tem direito o empregado. afastando-se a possibilidade de diminuição do quantum. ou de injustificados descontos. entre 21 e 5 horas. no todo ou em parte. contudo. fixando valores intermediários entre o limite de 24 horas diárias e os minutos de sua efetiva intervenção. de acordo individual ou de sentença normativa. XVI). 045 R. É folga paga pelo empregador. XIII). e as 5 horas do dia seguinte. art. a fim de determinar a exata disponibilidade do empregado. Embora o horário de compensação tenha sido previsto para ser cumprido no sábado.: Em princípio.: A fim de evitar abusos.: O juiz deverá examinar. O empregado continuará a ter direito ao descanso. permite-se. enquanto remuneração é o conjunto dos valores que o empregado recebe. ou habitação. necessitando de autorização prévia da autoridade competente em matéria de trabalho. constitui séria ameaça ao equilíbrio do orçamento doméstico do empregado. e não em dinheiro. 046 R. em 50% acima do valor da hora normal. que o empregador efetue certos descontos. por força de lei.: Indiscutivelmente. deverá a hora extra ser remunerada. 051 R. preferencialmente (CF. Luizjandaia@uol. e qualquer forma de retardar-lhe o pagamento. 7º. alimentos. VI) de assegurar que o salário deverá ser pago de forma integral. percentual esse que poderá ser maior. para o trabalho pecuário. tais como transporte.: Por determinação constitucional (CF. direta ou indiretamente (caso de gorjetas. a diferença feita pela doutrina é a seguinte: salário é a importância paga diretamente pelo empregador ao empregado.br Atualizado até 10/11/2008 Página 27 . que deverão coincidir. constante de escala mensalmente organizada e sujeita à fiscalização.

: O período de férias anuais deve ser de 30 dias corridos. ao valor do salário normal. b) permaneça em gozo de licença.: Não. d) 1 dia. higiene. se faltar de 15 a 23 dias. c) 1 dia. somente as cláusulas ilegais. Luizjandaia@uol. transporte e Previdência Social.: O requisito para que o empregado adquira direito a férias é a vigência do contrato de trabalho. regra anteriormente inexistente. 058 R. como a que estipula salário inferior ao mínimo vigente. 7º. saúde. 065 R. 057 R.: Atualmente não mais existe distinção entre maiores e menores de idade quanto ao salário a ser pago. mais de 5 vezes ao serviço. o contrato não será todo nulo. A gorjeta é valor pago por terceiros.: É o menor valor a ser pago a empregados.com. b) até 3 dias consecutivos. somente são computados os valores pagos diretamente pelo empregador ao empregado. e e) durante a suspensão preventiva. não o número de dias efetivamente trabalhados. na segunda metade. O empregador estará sujeito à multa. parágrafo único da CLT. As faltas do empregado ao serviço não serão descontadas das férias. no caso de falecimento de cônjuge. recebendo salários. para doação de sangue comprovada. quando for impronunciado ou absolvido.br Atualizado até 10/11/2008 Página 28 .: O empregado pode rescindir o contrato. 062 R. direito a férias. No cálculo do salário mínimo. que receberá pelo menos meio salário mínimo durante a primeira metade da duração máxima prevista para seu aprendizado. para que atenda às suas necessidades básicas e às de sua família com moradia. pertencentes a determinadas categorias profissionais. se o trabalhador não tiver faltado injustificadamente. por mais de 30 dias. após o nascimento de filho. 066 R. 067 R. acima de 32 faltas: não terá o empregado. será de 24 dias corridos. os dias em que o empregado não comparecer por motivo da suspensão (ou da interrupção) do contrato. XVII. para responder a inquérito administrativo ou de prisão preventiva. e sim. ao infringir qualquer dispositivo relativo a salário mínimo.: As seguintes ausências são permitidas: a) até 2 dias consecutivos. não sendo readmitido nos 60 dias subseqüentes à sua saída. irmão ou dependente econômico declarado como tal na CTPS. caso: a) deixe o emprego. multa que será dobrada em caso de reincidência. de 3 a 120 valores de referência regionais. 064 R. sujeito à formação profissional metódica do ofício em que exerça o trabalho.: Salário mínimo é o menor valor da contraprestação devida e paga pelo empregador a todo trabalhador. em pelo menos um terço.: O trabalhador perderá o direito a férias. e pelo menos 2!3 do salário mínimo. alimentação. por motivo de casamento. remuneração de férias em valor superior. mesmo descontínuos.056 R. de 18 dias corridos. já que terá somente 7 faltas assinaladas. para a mesma tarefa.086.: A CF estipula em seu art. Essa a nova redação do art. 061 R. 80. geralmente profissionais liberais.07. são computados como se tivessem sido efetivamente trabalhados. 063 R. a cada 12 meses. lazer. vestuário. de12 dias corridos. dada pela Lei nº 6. pela falta de cumprimento de obrigação legal. ascendente. descendente. Logo. 059 R.: Se o trabalhador faltar de 6 a 14 vezes.1974. Assim. 060 R. durante a primeira semana.: Considera-se aprendiz o menor de 12 a 18 anos. A única exceção é o menor aprendiz. e c) tenha recebido na Previdência Social prestações de acidente de trabalho ou de auxilio-doença por mais de 6 meses. o trabalhador terá direito a 24 dias corridos de férias. de 15. se faltar de 24 a 32 dias.

O direito ao dobro do valor permanece.: O pagamento da remuneração de férias e do abono. 074 R.: O empregado estudante. para serem gozadas em dois períodos anuais. o abono de férias deverá ser objeto de acordo entre o empregador e o sindicato da categoria. no máximo. facultativamente. 077 R.: A empresa deverá comunicar ao órgão local do Ministério do Trabalho. que pode ou não exercê-lo. Nas hipóteses a e b. 081 R. Excepcionalmente. b) por iniciativa do empregado: c) pelo decurso do tempo do contrato. 080 R. e d) pela morte do empregado. a determinados estabelecimentos. que pode ser requerido. com antecedência mínima de 15 dias. Se desejar receber abono de férias. Dessa comunicação ao MT estão isentas as microempresas e as empresas de pequeno porte.: O empregador deverá pagar em dobro a respectiva remuneração.: Não. 071 R. nenhum deles inferior a 10 dias corridos. dos dias correspondentes às férias. se disso não resultar prejuízo para o serviço. terão direito à fixação de suas férias no mesmo período.: Os membros de uma família que trabalharem na mesma empresa. e afixando cópia de aviso nos locais de trabalho.068 R. ao término das férias.: Não. para as férias do empregado.: Para os menores de 18 anos e maiores de 50 anos. o empregador não poderá recusar-se a pagá-lo. ou somente a certos setores da empresa. um deles nunca inferior a 10 dias corridos. 076 R. no caso de ser por prazo determinado. 078 R. enviando cópia da comunicação aos sindicatos representativos da respectiva categoria profissional. Para os demais trabalhadores. terá direito a período de férias coincidente com o de suas férias escolares. as férias deverão ser concedidas para serem gozadas.: No caso de férias coletivas.: Sim. em geral. ao empregador. é obrigatório o gozo de férias em um só período. 1/3 da remuneração que seria devida ao empregado. no período devido.: Podem ser concedidas a todos os trabalhadores. também. A concessão de férias independe de pedido ou de consentimento do trabalhador. 069 R. pois é ato exclusivo do empregador.com. até 15 dias antes do término do período aquisitivo. menor de 18 anos. Luizjandaia@uol. correspondente a. 072 R. apesar da quitação. se for o caso. 075 R. iniciar-se-á a contagem de novo período aquisitivo. deverá ser efetuado até ? dias antes do início do período fixado pelo empregador. em um só período. o empregador poderá conceder férias em dois períodos.: É a conversão parcial em dinheiro. 079 R. É direito do empregado. 070 R.: Suas férias serão computadas proporcionalmente. caso não conceda férias ao empregado.: O contrato de trabalho pode cessar: a) por iniciativa do empregador.br Atualizado até 10/11/2008 Página 29 . 073 R. pode cessar o contrato por justa causa ou sem justa causa.

: O empregado receberá. e tendo ele trabalhado 7 meses e 16 dias durante o terceiro período aquisitivo. 087 R. 093 R. parágrafo único. conforme estipula a lei ("fração superior a 14 dias" . 086 R. além do salário normal.: Trabalhando o empregado menos de 12 meses na empresa. em condições de risco acentuado. 088 R.: A remuneração de férias deverá ser igual à remuneração simples. a empresa efetuar a fiscalização de seu emprego. Juridicamente. 20 ou 10%. receberá remuneração proporcional nos seguintes casos: a) extinção do contrato de trabalho por prazo determinado. é paga calculando-se o adicional sobre o valor do salário mínimo horário da região. não terá direito a remuneração proporcional.: Não. pela natureza ou métodos de trabalho. da CLT). ou se pediu demissão. coloquem o trabalhador em contato permanente com explosivos. conforme o caso. efetivamente.br Atualizado até 10/11/2008 Página 30 .: Para inflamáveis e explosivos: 30%c sobre o salário básico. 084 R. eliminadas do ambiente de trabalho. a partir do dia em que o pagamento deveria ter sido efetuado. excluídas gratificações. obrigatoriamente. materiais ionizantes.: Atividades insalubres são aquelas que expõem os empregados a agentes nocivos à saúde. 20% ou 10% sobre o salário mínimo da região.art. acima dos limites legais permitidos. a ser paga ao empregado que trabalha em condições de insalubridade. segundo as normas do MT. Os pagamentos somente cessarão se os equipamentos forem usados. A lei permite somente o pagamento de um dos dois. sendo correspondente ao período cujo direito tenha adquirido. ou materiais inflamáveis. quando decorrido o tempo do contrato. ou do dia da cessação do contrato de trabalho. a cargo de médico ou de engenheiro do trabalho. à escolha do empregado. conforme o grau. conforme o grau de insalubridade. 085 R.: A caracterização é feita por meio de perícia. deverá. ou em dobro.: Prescreve em 5 anos. eletricidade. 092 R: Não.: A lei considera atividades ou operações perigosas todas aquelas que. 094 R. substâncias radioativas. Se despedido por justa causa.082 R. portanto. 090 R. a insalubridade somente é reconhecida quando a atividade ou operação passa a ser incluída em relação baixada pelo Ministério do Trabalho.: Exige-se licença prévia das autoridades competentes em higiene do trabalho. nos percentuais de 40.146. 091 R.com. de 30% sobre o salário recebido. Luizjandaia@uol. 089 R. Os 16 dias são contados como mês completo. receber ?/3 (correspondentes a 8 meses trabalhados sobre 12) da remuneração simples. calculado em 40%. b) despedida sem justa causa. um adicional correspondente à insalubridade. prêmios e participação nos lucros.: Supondo-se que as duas férias gozadas tenham sido regularmente pagas. desde que a exposição não seja eventual. para eletricidade. 083 R. e a insalubridade ou a periculosidade forem. no caso de permanência habitual em área de risco.: A hora extra.

O inciso V do art. 104 R. vedadas ao Poder Público interferência e a intervenção na organização sindical". e assegurar a representação e a defesa dos associados em juízo. 099 R. e d) manter. ou de empregadores. a representação passou a ser de toda a categoria.: Os sindicatos podem ser de empregados e de empregadores (ou patronais).: A CLT concedia aos sindicatos o poder de representar as respectivas categorias profissionais quanto a seus interesses coletivos e. 105 R. também empresas e sindicatos das categorias podem solicitar a realização de perícias. independentemente de associação de todos os empregados ao sindicato. 8º. 102 R. norma que recebe críticas de grande parte da doutrina. 107 R. 8º. que podem e devem realizá-las ex officio. Além disso.095 R. o inciso I garante que "a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato ressalvado o registro no órgão competente. VI). 8" assegura que ninguém será obrigado a filiar-se ou manter-se filiado a qualquer sindicato. Luizjandaia@uol.: Sindicato é a associação de membros de uma profissão. 098 R. art.: Os sindicatos.br Atualizado até 10/11/2008 Página 31 .: A competência é da Justiça Comum.: Dispositivo constitucional expresso (art. em caráter exclusivo. a CF de 1988 tornou obrigatória a presença do sindicato nas negociações coletivas de trabalho (art. dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria. sempre que acionados para tal. § 5º). 106 R. art. III. 100 R. 097 R.: A CF de 1988. perante o Direito brasileiro. para promover a cooperação operacional na empresa e a integração profissional na classe.: Conforme dispõe o art. também. 108 R. um assistente social em seu quadro. inclusive em questões administrativas e judiciais. são considerados pessoa jurídicas de direito privado. 096 R.: Os sindicatos devem: a) colaborar com os Poderes Públicos no desenvolvimento da solidariedade social. da CF) limita somente um sindicato por categoria. 37. destinados a defender seus interesses econômicos e laborais comuns. na mesma base territorial.: Os servidores públicos civis têm direito à livre associação sindical (CF.com. II. 42. 8º. Além disso. sem necessidade de procuração. VI). embora cada empregado possa intervir no processo. b) manter serviços de assistência judiciária para os associados: c) promover a conciliação nos dissídios de trabalho.: A partir do momento em que a atividade é incluída nos quadros aprovados pelo MT.: Além dos órgãos oficiais competentes.: Não. afastando o sindicato. segundo seus associados sejam. Após a CF de 1988. da mesma profissão (sindicatos de determinada categoria profissional) ou empregadores do mesmo ramo de atividade. respectivamente. os interesses individuais de seus associados. em seu art. 8º. 101 R. mas aos militares são proibidas tanto a sindicalização quanto a greve (CF. não da Justiça do Trabalho. se possível. que a considera obstáculo à ampla negociação coletiva.: Tanto o Poder Executivo quanto o Poder Judiciário. ao sindicato cabe a defesa. dispõe que "é livre a associação profissional ou sindical". 103 R.

instituído pela empresa.: Sim. por exemplo. enquanto não atendidas suas reivindicações. 116 R. É o caso. pois configuram abuso de direito. embora possam ter o mesmo objeto. 123 R. 122 R. ocupação de estabelecimento ou sabotagem.: Para que seja reconhecida a existência de conflito coletivo do trabalho. 113 R. na pluralidade de conflitos individuais. tolerada por alguns regimes (como. concedidas por meio de negociação direta com os empregadores. as condições que devem estar presentes são: a) um grupo de assalariados (qualidade das partes . 112 R. quando esse equilíbrio é rompido. 110 R. aparentemente individual.: O fundamento jurídico é a liberdade de trabalho. 115 R. sem autorização. na Inglaterra) e regulamentada por outros países (principalmente os democráticos). visando à satisfação do interesse coletivo. as normas. não gozando. 111 R.br Atualizado até 10/11/2008 Página 32 . 119 R. antigamente. e regidas por Convenção Coletiva. : A greve visa ao atendimento de reivindicações da categoria.condição objetiva. 121 R. 114 R.: Boicote é a recusa infundada de colaboração dos trabalhadores com a empresa. essas manifestações. observa-se a existência de uma unidade de conjunto das pretensões. pode representar direitos e interesses homogêneos. buscando um fim normativo.: Ocupação de estabelecimento caracteriza esbulho possessório. manifestado como recusa a trabalhar ou a comparecer aos postos de trabalho devidos.: Greve é o direito individual do empregado. conforme o objetivo seja a obtenção de novas condições de trabalho.: Direito Coletivo do Trabalho é o campo do Direito que estuda os princípios.: A greve é reprimida no campo penal (países totalitários).: A greve pode ser legal ou ilegal.: O Direito não tolera a anomia. como forma de protesto trabalhista.: Não são admitidos atos coletivos tais como boicote. ato que consiste na invasão de propriedade alheia. mas também a existência de normas conflitantes com situações de fato relacionadas a valores predominantes na sociedade. de exercício coletivo de pressões dirigidas contra a empresa. no sentido de melhorar as condições de trabalho ou de remuneração. daquele que se opõe a determinado sistema de premiação. de proteção legal. 117 R.condição subjetiva). Luizjandaia@uol.com. entendida não apenas como a ausência de normas. ou determinadas pela Justiça do Trabalho. a solução dos conflitos coletivos visa à pacificação das relações laborais. que interessam a toda a categoria. O conflito. que resulta da solidariedade entre os membros do grupo. sem a observância dos requisitos formais para sua decretação. 120 R. como as negociações prévias e a aprovação pela assembléia do sindicato.109 R.: Greve selvagem ("wild strike") é aquela que eclode abrupta e espontaneamente. conforme seja realizada de acordo ou contra o que dispuser a legislação vigente. já que o tema interessa a todos os demais trabalhadores da empresa. Assim. para a obtenção de vantagens. os conflitos e as soluções das controvérsias existentes nas relações entre grupos de trabalhadores e o patronato. de forma a suprir o regramento que faltava para que essas relações prossigam de forma equilibrada. verifica-se que cada uma das ações individuais representa pretensões independentes.: A greve pode ser de reivindicação ou de cumprimento. 118 R.: No conflito coletivo. e b) a existência de um conflito coletivo a defender (objeto do litígio . ou o comportamento de acordo com as obrigações existentes.

quaisquer atos que excedam os limites da boa-fé. 134 R. de forma a atender às necessidades inadiáveis da comunidade. 2º e 3º. 128 R. 136 R. os Estados. estarão os grevistas sujeitos a penas nas esferas trabalhista. 131 R. de modo a não deixar desassistida a comunidade. a empregador. a greve está sujeita a requisitos legais. tais como negociação prévia. etc. às pessoas. o de arrecadar fundos. sem deixar de atender às necessidades mínimas de seus serviços. eletricidade. a qualquer título.: Somente pode ocorrer greve em período em que não estiver em vigor acordo ou Convenção Coletiva. suspende-se de forma coletiva. 136 da CF de 1988. à finalidade. ou do próprio direito de greve. sujeitas às conseqüências da greve (paralisação de serviços de transporte público. ou impossibilitada a via arbitral.: Têm competência concorrente: a União.: O fundamento jurídico é o princípio de que o acordo deve ser observado porque faz lei entre as partes. água) e coíbe também.: As greves são limitadas em relação à lei.: A CF impõe limitações à greve no caso de serviços e atividades essenciais. ou ainda. 137 R. sabotagem e greve selvagem. dos bons costumes. Luizjandaia@uol. a prática de atos abusivos durante a greve.: São aqueles cuja paralisação implica em riscos à vida. 135 R. a prestação pessoal de serviços. frustradas as negociações entre as partes. nos termos e limites de lei especial. os Municípios e o Ministério Público do Trabalho. bem como o de divulgar livremente o movimento. antes de sua decretação.br Atualizado até 10/11/2008 Página 33 .: Os grevistas terão assegurados. os servidores públicos civis podem fazê-lo. o de empregar meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve.com.783/89.: Sabotagem é manifestação que consiste na destruição de bens de propriedade da empresa. ocupação de estabelecimento. não sendo toleradas aquelas que atentam contra a defesa do Estado. em seus arts. ao momento e à forma. 125 R. 132 R. 127 R. considera que o direito de greve é legitimamente exercido quando. temporária e pacífica. dentre outros direitos.: São terminantemente proibidos de fazerem greve os servidores públicos militares.: Sendo ato jurídico formal. configuram atos abusivos. total ou parcialmente. declaração de greve aviso prévio ao empregador. como forma de protesto trabalhista.: São permitidas as greves trabalhistas e as de solidariedade. a violação ou restrição a direitos de terceiros. 129 R. os trabalhadores empregados em serviços essenciais somente podem entrar em greve dentro de condições restritas.: A Lei nº 7. 133 R.: Além de boicote. com a aplicação das penas da lei. à saúde e à segurança dos membros da comunidade que deles se utilizam. conforme o art. 126 R. 130 R.124 R. civil e criminal.: Em caso de greve julgada abusiva.

: Nesse caso. as penas serão aplicáveis em dobro. é comumente utilizado para esvaziar uma greve iminente. e à suspensão. pois o ato de ocupação constitui ilegalidade. 141 R. ou dificultar o atendimento das reivindicações dos empregados. se o estiver exercendo. 139 R.783. pelo prazo de 2 a 5 anos.: As penas de perda do cargo de representação profissional e do direito à eleição para cargo de representação incidirão sobre os administradores responsáveis.138 R. A Lei nº 7. do direito de ser eleito para cargos de representação profissional. 145 R. em seu art. serão devidos os salários dos empregados durante a paralisação. ameaçado de depredação. ordenada pelo empregador ou empregadores. Na greve.: Não. Se pessoa jurídica.06. a iniciativa é do empregador. 144 R.br Atualizado até 10/11/2008 Página 34 .1989.: Se o empregador decretar lockout. os administradores responsáveis poderão ser afastados pelo Juiz que proferir a decisão. à perda do cargo de representação profissional. sem prejuízo do cumprimento das demais penalidades cabíveis. para a defesa do patrimônio da empresa. Além disso. frustrar negociações. enfraquecendo a unidade do movimento grevista. 140 R. 143 R.: Ambos provocam a paralisação das atividades da empresa. deixando alguém do lado de fora. ficará descaracterizada a greve. no lockout. que disciplina o direito de greve veda expressamente o lockout. de 28. 142 R. de forma a pressionar os empregados a aceitar-lhes as imposições. e sob pena de ser revogada a concessão. Ocorrendo a ocupação do estabelecimento do empregador. o empregador estará sujeito à multa. Consiste na paralisação de uma ou mais empresas. Luizjandaia@uol.: Nos países onde esse mecanismo é permitido.: Literalmente.17.: Não.com. a iniciativa é dos trabalhadores. ou ainda. lockout significa fechar.

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