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Teoria_do_Estado_Democrático

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TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO

AUTOR: FELICIANO GUIMARÃES

GRADUAÇÃO 2011.1

Sumário

Teoria do Estado Democrático
ROTEIRO DAS AULAS ............................................................................................................................................ 5

Aula 1: Apresentação do Curso ...................................................................................................... 5 Aula 2: O significado das palavras e o feitiço da linguagem ............................................................ 6
PARTE I: POLÍTICA E CIÊNCIA POLÍTICA. .................................................................................................................... 7 AULA 3: POLÍTICA, PODER E ESTADO: CONHECENDO OS CONCEITOS ................................................................................. 7

Aula 4: O conceito de Estado moderno ......................................................................................... 8 Aula 5: Ideologia e dominação ....................................................................................................... 9
PARTE II: DEMOCRACIA E SUAS TEORIAS ................................................................................................................. 10

Aula 6: Democracia e liberalismo................................................................................................. 10 Aula 7 e 8: Os diferentes modelos institucionais das democracias contemporâneas e suas restrições à vontade da maioria. ............................................................................. 12 Aulas 9, 10 e 11: A democracia pluralista. .................................................................................... 13 Aulas 12, 13 e 14: A democracia minimalista............................................................................... 14 Aula 15 e 16: A democracia participativista. ................................................................................ 15
PARTE III: A DEMOCRACIA NO BRASIL .................................................................................................................... 16

Aulas 15 e 16: A transição democrática ........................................................................................ 16 Aula 17: As características do sistema político brasileiro (visão negativa). ..................................... 17 Aula 18: As características do sistema político brasileiro (visão positiva). ...................................... 18 Aula 19 e 20: Democracia e Reforma Política .............................................................................. 19 Aulas 21, 22 e 23: Democracia, Direito e Poder Judiciário ........................................................... 20
BIBLIOGRAFIA ADICIONAL .................................................................................................................................. 21 IV. ANEXO

Seleção de fotos e documentos sobre a democracia brasileira e a história política do país. ............. 24

TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO

1. APRESENTAÇÃO GERAL a) Tema. A democracia moderna é o tema do curso de Ciência Política. Ele constará de três partes: 1. O conceito de política; 2. Teorias da democracia; 3. A democracia no Brasil. A segunda parte será especialmente enfatizada. b) Abordagem: O curso buscará apresentar visões conflitantes sobre os assuntos tratados. c) Organização: O curso foi montado com base em tópicos, que serão analisados de maneiras distintas por diferentes autores. A ênfase nessas visões conflitantes justifica a extensão das leituras e a eventual repetição de assuntos ao longo do programa. A opção pelo estudo da democracia moderna levou necessariamente à exclusão de alguns autores clássicos na matéria, especialmente os mais antigos.

2. OBJETIVOS Os principais objetivos do curso são: • Apresentar os conceitos fundamentais da análise política contemporânea; • Identificar as idéias centrais das teorias do Estado democrático; • Examinar os principais problemas da construção democrática no Brasil do século XX. Uma preocupação constante do curso é a relação entre política e direito. Haverá ênfase na dimensão política do direito. O curso tem duas metas: primeiro, desenvolver nos alunos a capacidade de visualizar a política e a democracia de forma menos convencional; segundo, estimular os alunos a perceberem a democracia como um processo em permanente aperfeiçoamento, para o qual todos são chamados a participar.

3. MÉTODO DIDÁTICO O material didático do curso foi elaborado de modo a permitir que os alunos se preparem com antecedência para as aulas. O roteiro propõe questões sobre cada texto a ser trabalhado, enfatizando os principais pontos e temas a serem discutidos. A participação dos alunos será sempre estimulada.

FGV DIREITO RIO

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DESAFIOS E DIFICULDADES Foram escolhidos alguns dos melhores autores contemporâneos nacionais e estrangeiros. 5. b. do tipo “Introdução à Ciência Política”. P. independentemente da dificuldade dos textos. a futuros interesses dos alunos. Estes não seriam difíceis de ler. eventualmente. dariam aos alunos uma falsa sensação de segurança em assuntos muito controversos. AVALIAÇÃO Os alunos serão avaliados com base em: a. Uma prova final para aqueles que não obtiverem média semestral igual ou superior a sete (7. em acréscimo aos textos que deverão ser lidos pelos alunos. entretanto.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO 4. A outra opção seria adotar livros de divulgação. Duas provas escritas e participação em aula. Essa bibliografia será utilizada pelo professor. FGV DIREITO RIO 4 . poderá haver um trabalho escrito extra. entre outras limitações.O programa incorpora uma longa bibliografia.0). Cabe ao professor torná-los inteligíveis. e poderá servir. Eventualmente.S.

FGV DIREITO RIO 5 .TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO ROTEIRO DAS AULAS AULA 1: APRESENTAÇÃO DO CURSO Nesta primeira aula. o professor apresentará os objetivos do curso. a bibliografia a ser lida. Aproveite este momento para tirar suas dúvidas iniciais sobre o curso de Ciência Política. a dinâmica de trabalho a ser empregada e os métodos de avaliação que serão utilizados.

173-183.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULA 2: O SIGNIFICADO DAS PALAVRAS E O FEITIÇO DA LINGUAGEM Nesta aula será discutido o seguinte texto: LEITURA OBRIGATÓRIA: GIANNETTI. São Paulo: Companhia das Letras. QUESTÕES PROPOSTAS: • • • • Como se responde a uma pergunta sobre o significado de uma palavra? O que é uma definição? De onde surgem os significados das palavras? O que nos ensina a recomendação baconiana de “pensar como pensam os sábios. O Mercado das Crenças. Eduardo. mas falar como falam as pessoas comuns”? • Em que consiste a armadilha da falsa segurança? • O que você acha da idéia de que se leva mais a sério um texto obscuro do que um claro e preciso? FGV DIREITO RIO 6 . Trecho a ser lido: Capítulo 10. “Sobre o uso errôneo da linguagem”. TEMA CENTRAL: A IMPORTÂNCIA DO SIGNIFICADO DOS CONCEITOS. 2003. pp.

Norberto Bobbio: LEITURA OBRIGATÓRIA: BOBBIO. Como são essas relações no Brasil? Cite exemplos de países onde não exista separação entre esses poderes. 216. 232-238. Imagine exemplos. assim como de poder legal e poder arbitrário. 2003. Poder Político. Rio de Janeiro: Contraponto. 222-226. Basicamente. pp. mas o direito sem poder é vazio”.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO PARTE I: POLÍTICA E CIÊNCIA POLÍTICA. • Comente a seguinte frase: “o poder sem direito é cego. O Filósofo e a Política. TEMA CENTRAL: COMO SE DÁ A RELAÇÃO ENTRE PODER E DIREITO. p. os mesmos textos podem ser encontrados em: Bobbio. Norberto. Norberto. • Pense nas relações entre poder político e poderes econômico e religioso. pp. AULA 3: POLÍTICA. pp. pp. • Quais são as principais “formas de governo”? E as principais “formas de Estado”? FGV DIREITO RIO 7 . Trechos a serem lidos: Conceito de Política. Política e Sociedade. • É melhor o governo das leis ou o governo dos homens? Por quê? • Como podemos classificar as formas modernas de poder? • O que seria o poder político? Qual seria o seu fundamento mais visível? • O que é “Estado de Direito”? Reflita sobre a dupla relação entre poder político e ordem jurídica. QUESTÕES PROPOSTAS: • Qual é a origem etimológica da palavra “política”? E qual é o significado atual desse conceito? • Qual é a diferença entre definições descritivas e prescritivas de política? • Quais são os três elementos constitutivos do Estado? • O que se entende por “bem comum”? • O que Bobbio quer dizer com “fim mínimo” da política? • O que se entende por “poder”? E o que significa “autoridade”? • Pense em casos de poder legítimo e poder de fato. Política e Direito. 2000. 159-173. Teoria Geral da Política. PODER E ESTADO: CONHECENDO OS CONCEITOS As aulas que se seguem utilizarão um texto de um importante pensador italiano. 137-156. São Paulo: Campus. 243-257.

WEBER. TEMA CENTRAL: O CONCEITO WEBERIANO DE ESTADO MODERNO. Max. 59-62. in: WEBER. A Política como Vocação. São Paulo: Editora Cultrix. Ciência e Política: duas vocações. 2000 Trechos a serem lidos: 55-57.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULA 4: O CONCEITO DE ESTADO MODERNO Esta aula discute a classificação weberiana de Estado moderno. QUESTÕES PROPOSTAS: • Como Weber a questão da racionalidade no mundo moderno? Quais são os diferentes tipo de racionalidade para o autor? • Quais são os elementos que legitimam a autoridade na visão weberiana? • O que seria o “político profissional” para Weber? Você poderia identificar este tipo de político no Brasil contemporâneo? • Qual a diferença entre “ética da convicção” e “ética da responsabilidade”? Pense em políticos brasileiros que podem ser vistos como mais convictos ou mais responsáveis: FGV DIREITO RIO 8 . Max.

e os principais conceitos que serão utilizados. 2. 131-138. 23.) Este artigo apresenta uma teoria da ideologia política. socialização política e dominação”. os pressupostos de sua teoria. Mario Brockmann. a problemática central de sua reflexão. 1980. sem se deter em cada parte. (Ler. Talvez contenha também o embrião de uma teoria geral da política. pp. dominação.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULA 5: IDEOLOGIA E DOMINAÇÃO Nesta aula. definindo-lhes os significados empíricos e especificando as relações teóricas que se supõe existirem entre eles. ideologia. mas não deixe de registrar alguns conceitos centrais: sistema político. pp. Procure fazer uma leitura dinâmica. QUESTÕES PROPOSTAS: • O que Mario Machado entende por “processo de socialização política”? E quais são seus estágios? • De quais fatores depende a legitimação ideológica? • Quais são os quatro requisitos fundamentais da dominação estável? FGV DIREITO RIO 9 . passo a passo. “Ideologia. TEMA CENTRAL: COMO SE DÁ O PROCESSO DE LEGITIMAÇÃO IDEOLÓGICA DO GRUPO DOMINANTE. Dados. apenas. socialização política e atores políticos. 131-149. Observe como o autor apresenta. será discutido o seguinte texto: LEITURA OBRIGATÓRIA: MACHADO.

TEMA CENTRAL: A RELAÇÃO ENTRE O LIBERALISMO POLÍTICO (LIMITES AO PODER DO ESTADO) E A DEMOCRACIA (AMPLITUDE DO ACESSO ÀS POSIÇÕES DE MANDO). O que você pensa disso? O que é a apatia política? Você acha que ela existe no Brasil? Por quê? Por que se fala em uma suposta “ingovernabilidade da democracia”? Você acha que a democracia brasileira é ingovernável? Caracterize o “governo das leis” e o “governo dos homens”.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO PARTE II: DEMOCRACIA E SUAS TEORIAS AULA 6: DEMOCRACIA E LIBERALISMO Esta aula será baseada. 2. Norberto. Quais são as principais diferenças entre eles? Você acha que no Brasil temos um “governo das leis” ou um “governo dos homens”? Por quê? Qual é a relação entre liberalismo e democracia? Quais são os pressupostos e as principais características do Estado liberal? O que é o jusnaturalismo? Qual a sua relação com o liberalismo? O que é o contratualismo? O que o une à doutrina dos direitos do homem? Quais são os limites do poder do Estado? Quais são os mecanismos que impedem o uso abusivo desse poder? O que seria a “igualdade na liberdade”? Quais são os seus dois princípios fundamentais? Qual é o principal pressuposto comum entre liberalismo e democracia? FGV DIREITO RIO 10 . LEITURA OBRIGATÓRIA: BOBBIO. Trechos a serem lidos: capítulos 1. São Paulo: Brasiliense. 1988. qual é o fundamento de uma sociedade democrática? Quais são as promessas não cumpridas da democracia? “Excesso de democracia” é um tema bastante discutido. Liberalismo e Democracia. 3 e 8. em escritos de Norberto Bobbio. mais uma vez. QUESTÕES PROPOSTAS: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Como podemos ser governados sem sermos oprimidos? Qual é a diferença entre a democracia dos antigos e a democracia dos modernos? A democracia sempre foi valorizada positivamente? Por que a democracia dos antigos não faria mais sentido nos dias de hoje? O que é a regra da maioria? Quais são os seus limites? Quais são os argumentos a favor e contra a regra da maioria? Qual é o conteúdo mínimo do Estado democrático segundo Bobbio? De acordo com Bobbio.

Quais são os meios de evitá-la? • O que é o neoliberalismo? Em que ele se diferencia do liberalismo? • O que são as utopias? FGV DIREITO RIO 11 .TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO • Defina tirania da maioria.

Para esta aula a leitura será: LEITURA OBRIGATÓRIA: LIJPHART. TEMA CENTRAL: COMO OS MODELOS DE WESTMINSTER E CONSENSUAL LIMITAM À VONTADE DA MAIORIA. 2003. QUESTÕES PROPOSTAS: • • • • • Elenque as características fundamentais do modelo de Westminster: Elenque as características do modelo consensual: O atual sistema político brasileiro guarda quais características destes modelos? Quais são os limites às mudanças constitucionais nestes dois modelos? Como se dá a mudança constitucional brasileira? Qual destes dois modelos mais se assemelha ao processo de alteração constitucional no Brasil? • É possível impor limites democráticos ao poder legislativo das maiorias parlamentares? Como? • Quem deve decidir se uma lei é inconstitucional? Como as democracias estáveis lidam com esse problema? Como ele é tratado no Brasil? FGV DIREITO RIO 12 . 54-60. Trechos a serem lidos: pp. 247-261. 27-38.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULA 7 E 8: OS DIFERENTES MODELOS INSTITUCIONAIS DAS DEMOCRACIAS CONTEMPORÂNEAS E SUAS RESTRIÇÕES À VONTADE DA MAIORIA. Modelos de Democracia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Arend.

Você acha possível que um dia o ideal se torne real? • Quais são as vantagens da democracia em relação a qualquer alternativa viável? • Quais são as instituições políticas exigidas por uma moderna democracia representativa? • O que é a poliarquia ou a democracia poliárquica? • Descreva a “democracia de assembléia”. Como era a democracia em Atenas e em Roma? • Se a democracia refere-se ao mesmo tempo a um ideal e a uma realidade. Alexis. Trechos a serem lidos: capítulos 1. TEMA CENTRAL: A RELAÇÃO ENTRE O PLURALISMO DE GRUPOS DE PODER NA SOCIEDADE E O PODER DO ESTADO. Robert. 13 e 14. Sobre a Democracia. os principais adversários da democracia? • Faça um pequeno resumo das origens e dos primeiros desenvolvimentos da democracia. procedimentos. mecanismos. segundo o autor. A Democracia na América. LEITURA AUXILIAR: TOCQUEVILLE. São Paulo: EDUSP.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULAS 9. Você acredita que estas condições estejam presentes em nosso país? • Você concorda com Dahl quando ele afirma que o capitalismo de mercado favorece a democracia? E quando afirma que a prejudica? • Quais são as dificuldades da democracia? Como elas podem ser resolvidas? Com base em tudo o que você aprendeu neste livro de Dahl e nas demais aulas do curso até agora. tal como a conhecemos hoje? Por quê? • Quais são as condições essenciais para a democracia? E as condições favoráveis? Descreva-as. Nestas aulas será discutido um livro de um dos mais importantes cientistas políticos da atualidade: Robert Dahl. Brasília: Editora da Universidade de Brasília. 2. 8. 1977. LEITURA OBRIGATÓRIA: DAHL. QUESTÕES PROPOSTAS: • Quais seriam. Ela lhe parece melhor ou pior do que a democracia representativa. 2001. Use toda a sua imaginação! FGV DIREITO RIO 13 . tente inventar respostas. descreva o que é a democracia real e o que seria a democracia ideal em sua opinião. 10 E 11: A DEMOCRACIA PLURALISTA. instituições e experimentos possíveis para superar estas dificuldades.

LEITURA AUXILIAR: SCHUMPETER. 1994. Capitalismo. Democracia e Mercado. 13 E 14: A DEMOCRACIA MINIMALISTA. LEITURAS OBRIGATÓRIAS: PRZEWORSKI. Rio de Janeiro: Editora Zahar. QUESTÕES PROPOSTAS: • Como se dá no capitalismo a tensão entre mercado e Estado? E como a democracia se relaciona com essa tensão? • O que significa dizer que a democracia é um governo pro tempore? • Qual a relação entre democracia e incerteza? Você concorda que a incerteza é inerente à democracia? Que tipo de incerteza é essa? • O que leva os atores políticos a participar do jogo democrático? E o que os faz aceitar derrotas? • Qual foi o dilema eleitoral dos partidos socialistas europeus? • Qual a diferença entre reforma e revolução? • Qual seria a importância dos fatores econômicos na manutenção e durabilidade das democracias? FGV DIREITO RIO 14 . 43-44 e 56-60. Nestas duas aulas serão discutidas duas obras de outro autor central do curso. Rio de Janeiro: Relume-Dumará. TEMA CENTRAL: A DEMOCRACIA COMO UM PROCESSO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO DA INCERTEZA. o cientista político polonês Adam Przeworski.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULAS 12. 36-37. São Paulo: Companhia das Letras. PRZEWORSKI. 9-13. Capitalismo e Social-Democracia. Joseph. 1984. Trechos a serem lidos: pp. 25-31. cap. 37-44. Trechos a serem lidos: pp. Adam. Socialismo e Democracia. Adam. 1989. 21 e 22. 59-61.

2004. 1999. Roberto Mangabeira. Democracia. Estude os seguintes textos: UNGER. 207-219. pp. mudança e terceiro setor”. Trecho a ser lido: “democracia. LEITURA AUXILIAR: FALCÃO. QUESTÕES PROPOSTAS: • O que você entende por “experimentalismo democrático”? Como é possível reconstruir instituições? • Quais seriam os passos para se colocar em prática o experimentalismo democrático no Brasil? Quais são os riscos envolvidos? • Pense nas formas alternativas de participação organizadas pela sociedade civil: associações voluntárias. ONG’s etc. Identifique exemplos no caso brasileiro. pp. resumo. TEMA CENTRAL: A AMPLIAÇÃO DA DEMOCRACIA POPULAR (ADOÇÃO DOS MECANISMOS DE DEMOCRACIA DIRETA). Direito e Terceiro Setor. Trechos a serem lidos: experimentalismo democrático. São Paulo: Boitempo. pp. Democracia Realizada: a alternativa progressista. Rio de Janeiro: FGV. Joaquim. 49-67.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULA 15 E 16: A DEMOCRACIA PARTICIPATIVISTA. Nesta aula será finalizada a segunda parte do curso dedicada às teorias da democracia. • O que significa o termo “democracia concomitante”? FGV DIREITO RIO 15 .11-16.

• Qual o significado política da Lei de Anistia de 1979? • Quais as razões políticas da Lei Orgânica dos Partidos de 1979? • Quais instrumentos de poder da Constituição de 1967 que se pode encontrar na Constituição de 1988 no que tange ao Executivo? FGV DIREITO RIO 16 . 1979 E A CONSTITUIÇÃO DE 1988) QUESTÕES PROPOSTAS: Sobre o texto de Boris Fausto: • Qual é a importância da Guerra Fria para o entendimento de 1964? • O que significava a expressão “radicalização política”? • Como a ausência de uma ditadura pessoal durante os governos militares facilitou a transição para a democracia? Compare o caso brasileiro com o chileno. LEI ORGÂNICA DOS PARTIDOS. 2001. Nesta primeira aula analisaremos o processo de transição democrática (1979-1988).TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO PARTE III: A DEMOCRACIA NO BRASIL AULAS 15 E 16: A TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA Nestas duas aulas será iniciado o terceiro e último módulo do curso: a democracia no Brasil. São Paulo: EDUSP. 1994. Trecho a ser lido: “O regime militar e a transição para a Democracia”. São Paulo: EDUSP. História Concisa do Brasil. Boris. 251-310 (especialmente 251-262. TEMA CENTRAL: ENTENDER TRÊS MECANISMOS INSTITUCIONAIS DO PROCESSO DE TRANSIÇÃO (LEI DE ANISTIA. 1979. pp. 283-285 e 306-310). pp. FAUSTO. 457-515. Leitura alternativa do mesmo autor: História do Brasil.

LEITURA OBRIGATÓRIA: LAMOUNIER. Trechos a serem lidos: 1964. o regime federativo e a natureza fragmentada dos partidos. 2005. QUESTÕES PROPOSTAS: • Seriam os regimes parlamentaristas mais aptos a garantir a continuidade da democracia do que os regimes presidencialistas? • Por que a fragmentação partidária é vista como um problema? • Qual é o impacto das medidas provisórias na relação entre o Executivo e o Legislativo? • Como se dá a representação dos estados no Congresso? FGV DIREITO RIO 17 . pp.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULA 17: AS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA POLÍTICO BRASILEIRO (VISÃO NEGATIVA). 235-260. São Paulo: Augurium. reforma política. TEMA CENTRAL: O CARÁTER NEGATIVO DO PRESIDENCIALISMO. Bolívar. pp. democracia representativa e direta. 274-284. DO FEDERALISMO E DA FRAGMENTAÇÃO PARTIDÁRIA SEGUNDO BOLÍVAR LAMOUNIER. Da Independência a Lula: dois séculos de política brasileira. Nesta aula vamos discutir a visão negativa sobre as três características mais importantes do sistema político brasileiro: o presidencialismo. pp.133-135.

Executivo e Legislativo na Nova Ordem Constitucional.45. QUESTÕES PROPOSTAS: • Como Limongi e Figueiredo entendem o papel do presidente na formação da coalizão governante? Quais instrumentos de poder o presidente utiliza para formar esta coalizão? • Na visão de Limongi e Figueiredo os parlamentares cooperam com o presidente no processo legislativo? • Qual o efeito da fragmentação partidário sobre a formação da coalizão governante na visão de Limongi e Figueiredo? • Qual a importância do uso de MPs para a formação das coalizões governantes segundo Amorim Neto e Tafner? • Como a dubiedade da expressão constitucional “relevância e urgência” para o exercício das MPs abriu espaço para que o Executivo as utilizasse indiscriminadamente? FGV DIREITO RIO 18 . 41-55. o regime federativo e a natureza fragmentada dos partidos. LEITURAS OBRIGATÓRIAS: LIMONGI.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULA 18: AS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA POLÍTICO BRASILEIRO (VISÃO POSITIVA). 1999. DO FEDERALISMO E DA FRAGMENTAÇÃO PARTIDÁRIA SEGUNDO LIMONGI E FIGUEIREDO E AMORIM NETO E TAFNER. TEMA CENTRAL: O CARÁTER POSITIVO DO PRESIDENCIALISMO. 2002. no. Nesta aula vamos discutir a visão positiva sobre as três características mais importantes do sistema político brasileiro: o presidencialismo. Paulo. Rio de Janeiro. Trechos a serem lidos: pp. AMORIM NETO. Argelina. Trechos a serem lidos: 1-6. Octavio e TAFNER. São Paulo: Editora FGV. Fernando e FIGUEIREDO. Governos de Coalizão e Mecanismos de Alarme de Incêndio no Controle Legislativo das Medidas Provisórias Dados.4. vol.

• O que Wanderley Santos denomina de “engenharia doutrinária”? • Você considera pertinente a associação entre representação proporcional e fragmentação do eleitorado? Você acha que a adoção do sistema eleitoral majoritário resolveria esse suposto problema? • Qual seria a conseqüência do sistema eleitoral majoritário para as minorias políticas? • A fragmentação partidária sempre produz ingovernabilidade? FGV DIREITO RIO 19 . financiamento público de campanhas. voto em lista fechada. Trecho a ser lido: pp. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo/Instituto Cidadania. 121-144. Rio de Janeiro: Rocco. “Engenharia e Decantação”. Maria Victoria. Trecho a ser lido: pp. Fábio Wanderley. QUESTÕES PROPOSTAS: • Tendo como base a leitura de Fábio Reis posicione-se a respeito de algumas das recomendações de reforma política discutidas no Brasil nos últimos anos. 1998. In Benevides. cláusula de desempenho e proibição de coligação em eleições proporcionais. Wanderley Guilherme dos. fidelidade partidária. 20-32. voto facultativo. 2003.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULA 19 E 20: DEMOCRACIA E REFORMA POLÍTICA Para esta aula serão lidos os seguintes textos: LEITURA OBRIGATÓRIA: REIS. a saber: redução do número de partidos. voto distrital. Paulo Vannuchi e Fábio Kerche. orgs. Décadas de Espanto e uma Apologia Democrática. SANTOS. Reforma Política e Cidadania.

O que você pensa sobre isso? Concorda? Discorda? • Em que consiste a judicialização da política? Como ela ocorre no Brasil? • O que é o ativismo judicial? Você acha que ele constitui uma ameaça ao princípio da separação dos poderes? • O que é controle de constitucionalidade segundo Arantes? • Quais as principais diferenças entre sistema difuso clássico e centralizado clássico? Quais os principais exemplos? • Como funciona o sistema híbrido brasileiro? Este sistema aumenta o poder do STF? Por quê? FGV DIREITO RIO 20 . Rio de Janeiro: Fundação Konrad-Adenauer. Rogério Bastos. Trechos a serem lidos: 79-108 QUESTÕES PROPOSTAS: • O que Locke. Trechos a serem lidos: 5-9. 22 E 23: DEMOCRACIA. deverão ser lidos os seguintes textos: LEITURA OBRIGATÓRIA: MACHADO. “Judiciário: entre a justiça e a política”. 2004.). Sistema Político Brasileiro.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO AULAS 21. Monitor Público. 8.. In Lúcia Avelar e Antonio Octavio Cintra (orgs. “Raízes do controle externo do Judiciário”. Mario B. Montesquieu e os Federalistas podem nos ensinar sobre a separação de poderes? • Em que consiste o controle externo do Judiciário? • Por que o controle externo do Judiciário seria compatível e até mesmo requerido pelo princípio da separação dos poderes? Resuma e avalie os argumentos apresentados no texto. DIREITO E PODER JUDICIÁRIO Para estas duas últimas aulas temáticas do curso. 1996. ARANTES.

DUNN. HAMPTON. Diálogo em torno da República. COPP.I. 2006. Cambridge. Daron and ROBINSON. 1999. São Paulo. orgs. São Paulo/UNESP. A History of Democracy. 2004. John. FGV DIREITO RIO 21 . 2005. State-Building: governance and world order in the 21st century. ed. eds. Cidadania no Brasil. David. Viroli. 1993. Expanded edition. DAHL. Ma. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. CARDOSO. Brian. 1999. Presidencialismo e Governabilidade nas Américas. 2004. Michael. AVRITZER. 1998. Anthony. BARRY. Democracy. Cambridge.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO BIBLIOGRAFIA ADICIONAL ACEMOGLU. N. DAHL. 2007. Joaquim. Deliberative Democracy. 1962. Chicago: The University of Chicago Press.: The M. Cambridge: Cambridge University Press. Brasília: Senado Federal. Power.I. Cambridge: Cambridge University Press. Belo Horizonte: UFMG. 1998. EDUSP. Rio de Janeiro: Editora FGV/Konrad Adenauer Stiftung. John. FALCÃO. Uma Teoria Econômica da Democracia. Ma. Fernando Henrique. Rio de Janeiro: Campus. FUKUYAMA. A Arte da Política. 1991. Ithaca: Cornell University Press. Robert. 2006. 1989.Press. DAHL. John. 2002. James and TULLOCK. 2002. Ann Arbor: The University of Michigan Press. 1997. org. DOWNS. Pluralism and Libereal Democracy. 2003. James.T. FLATHMAN.: The M. Recife: Massangana/Bagaço. Francis. Leonardo e Fátima Anastásia. GIDDENS. José Murilo de. CUNNINGHAM. Economic Origins of Dictatorship and Democracy. HABERMAS. Gordon. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Baltimore: The Johns Hopkins University Press. Oxford: Clarendon Press. BOBBIO. Cambridge: Cambridge University Press. ELSTER. e M.Press. and Justice: essays in political theory 1. O Debate Global sobre a Terceira Via.T. 2006. 2006. 2006. Robert. São Paulo: EDUSP. Jean and ROEMER. BUCHANAN. CARVALHO. FREEDEN. New York: Atlantic Monthly Press. Richard. Theories of Democracy. Poliarquia. 2005.. Oxford: Oxford University Press. London: Routledge. Frank. AMORIM Neto. A Favor da Democracia. The Calculus of Consent: logical foundations of constitutional democracy. Between Facts and Norms. Ian Shapiro and José Antônio Cheibub. Reforma Política no Brasil. A Preface to Democratic Theory. Octavio. Pensamento e Ação de Rui Barbosa. Contributions to a discourse theory of law and democracy. Anthony. The New Liberalism: an ideology of social reform. Jürgen. (Há tradução da versão original pela Zahar. 2001. The Democratic Sourcebook. 1978. Casa de Rui Barbosa. Robert. The Idea of Democracy.

TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO HAMILTON. Citizenship and Social Class and Other Essays. São Paulo: Ática. RAWLS. MARX. (Cadernos do Nosso Tempo – nova série. Jay. A Reforma da Política. and Representation.B. MACHADO. eds. Larry. De Geisel a Collor: o balanço da transição. pp. Miles. A Democracia Liberal: origens e evolução.) MARTINS. London: Lawrence Wishart. Mario B. Rio de Janeiro. Karl and ENGELS. “The state of the State in world politics”.: Congressional Quarterly Books. 15. PATEMAN. Cambridge: Cambridge University Press. KRAMER. Samuel. Sustainable Democracy. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1999. J. Norton. Cambridge: Cambridge University Press. Participação e Teoria Democrática. 1985. Leôncio Martins e LAMOUNIER. 1987. Bolívar. Cambridge: Cambridge University Press. São Paulo: Ática. W. 7. eds. MOISÉS. New York: Cambridge University Press. Adam. 1996. “Presidencialismo já!”. KELSEN. LIPSET. David. Rio de Janeiro.. 2003. John. org. Cambridge: Polity Press. Fundação Casa de Rui Barbosa. 1994. ed. 1995. 2003. 2003. Estado Capitalista e Burocracia no Brasil pós-64. São Paulo: Paz e Terra. Bernard. Thomas H. Popular constitutionalism and judicial review.) HUNTINGTON. 88. 2002. MARSHALL. Carole. D. cit. MACPHERSON. The people themselves. Washington.C. Adam and STOKES. Bolívar. Brasília e São Paulo: CNPq/Editora Sumaré. Accountability. Reforma Constitucional. Models of Democracy. 2005. Edições do Fundo nacional de Cultura. Margaret. MANIN. PINHEIRO. Armando Castelar. “The state of the study of the State”. 1995. C. Seymour Martin. (Há tradução publicada pela Editora Paideia. José Álvaro. Hans. Reforma do Judiciário. [1788] HELD. Democracy. MARAVAL. In Katznelson and Milner. Susan. 1992. Adam. São Paulo: Martins Fontes. F. 1993. Teoria Geral do Direito e do Estado. New York: Cambridge University Press. In Katznelson and Milner. 2000. 56-83. The German Ideology. Os Brasileiros e a Democracia. José Maria and PRZEWORSKI. LAMOUNIER. 2004. KAHLER. (expanded edition) RODRIGUES.. 1950. Political Science – the state of the discipline 3. 1990. The Encyclopedia of Democracy. pp. 1965. A. 2003. Rio de Janeiro: Zahar. Rio de Janeiro: Bookling Publicações. 2nd. PRZEWORSKI. (Traduzido pela Zahar em 1967.. American Political Science Association and W. pp. Luciano. 1978. Democracy and the Rule of Law. Political Liberalism. Oxford: Oxford University Press. Madison and J. The Federalist. op. org. ed. 1995. LEVI.) FGV DIREITO RIO 22 . Ciência Hoje. A Terceira Onda: a democratização no final do século XX. PRZEWORSKI.33-55. 46-47.

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REVOLUÇÃO DE 1930 a) Getúlio Vargas no Paraná. E-mail: cpdoc@ fgv. com cerca de 1. Fonte: CPDOC 1 Fonte: CPDOC Estas fotos e documentos fazem parte do arquivo do CPDOC.00 h às 16. 190 14° Andar – Botafogo. Cep. Esses arquivos são abertos à consulta pública.30 h.5679. Seu acervo é uma fonte privilegiada de consulta no Rio de Janeiro: o CPDOC possui o mais importante acervo de arquivos pessoais de homens públicos do país. Telefone: (21) 2559.cpdoc.8 milhão de documentos. informatizada e disponível na internet por meio do site www. fgv. durante a Revolução de 1930.5676 / 2559.1 1. Rio de Janeiro. O endereço do CPDOC é: Praia de Botafogo. RJ.5677. Fax: (21) 2559.br.22253-900.br. O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) da Fundação Getulio Vargas abriga uma série de documentos relevantes sobre a história recente do país. O horário de atendimento da sala de consulta é de segunda a sextafeira. das 09. ANEXO: SELEÇÃO DE FOTOS E DOCUMENTOS SOBRE A DEMOCRACIA BRASILEIRA E A HISTÓRIA POLÍTICA DO PAÍS.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO IV. FGV DIREITO RIO 24 .

ESTADO NOVO Getúlio Vargas fala à nação por ocasião da instauração do Estado Novo. Fonte: CPDOC FGV DIREITO RIO 25 .TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO b) Cavalaria Gaúcha no Obelisco da Avenida Rio Branco. na presença de autoridades no palácio do Catete (1937). Fonte: CPDOC 2.

QUEDA DE VARGAS Bustos de Getúlio Vargas após a queda de seu governo em 1945. Fonte: CPDOC FGV DIREITO RIO 26 . 1964 a) Passagem das tropas de Minas Gerais por Petrópolis após a vitória do movimento militar.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO 3. Fonte: CPDOC 4.

24 de maio de 1964).TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO b) Parada da Vitória (Recife. Fonte: CPDOC FGV DIREITO RIO 27 .

em 09 de abril de 1964. FGV DIREITO RIO 28 .TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO c) Primeiro ‘Ato Institucional’ editado pelo regime militar.

TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO FGV DIREITO RIO 29 .

TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO FGV DIREITO RIO 30 .

TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO FGV DIREITO RIO 31 .

TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO FGV DIREITO RIO 32 .

CAMPANHA PELAS DIRETAS a) Comício pela campanha das diretas (1984).TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO Fonte: Arquivo Etelvino Lins / EL c 1964.04. Fonte: CPDOC FGV DIREITO RIO 33 .09 doc 3 / CPDOC 5.

Fonte: CPDOC Fonte: CPDOC FGV DIREITO RIO 34 .TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO b) Ulisses Guimarães e outros durante comício pró-diretas.

Congresso Nacional.TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO 6. Brasília: promulgação da Constituição de 1988 (05 de outubro de 1988) Fonte: CPDOC FGV DIREITO RIO 35 .

TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO FELICIANO GUIMARÃES Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP). Bacharel em Relações Internacionais pela Universidade Tuiuti do Paraná É pesquisador do Centro de Estudos das Negociações Internacionais do Depto. de Ciência Política da USP (CAENI-USP). Economia Internacional. Pesquisador Visitante em Ciência Política pela Yale University. FGV DIREITO RIO 36 . Tem experiência nas áreas de Teoria Política. Burocracias e Organizações Internacionais. Mestre em Relações Internacionais pela UNICAMP.

TEORIA DO ESTADO DEMOCRÁTICO FICHA TÉCNICA Fundação Getulio Vargas Carlos Ivan Simonsen Leal PRESIDENTE FGV DIREITO RIO Joaquim Falcão DIRETOR Sérgio Guerra VICE-DIRETOR DE PÓS-GRADUAÇÃO Evandro Menezes de Carvalho VICE-DIRETOR DA GRADUAÇÃO Thiago Bottino do Amaral COORDENADOR DA GRADUAÇÃO Rogério Barcelos Alves COORDENADOR DE METODOLOGIA E MATERIAL DIDÁTICO Paula Spieler COORDENADORA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Andre Pacheco Mendes COORDENADOR DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Marcelo Rangel Lennertz COORDENADOR DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA – CLÍNICAS Cláudia Pereira Nunes COORDENADORA DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA – OFICINAS Márcia Barroso NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA – PLACEMENT Diogo Pinheiro COORDENADOR DE FINANÇAS Rodrigo Vianna COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO E PUBLICAÇÕES Milena Brant COORDENADORA DE MARKETING ESTRATÉGICO E PLANEJAMENTO FGV DIREITO RIO 37 .

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