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Morgado, Augusto César de O. - Análise Combinatória e Probabilidade

Morgado, Augusto César de O. - Análise Combinatória e Probabilidade

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Análise Combinatória e Probabilidade

Augusto César de Oliveira Morgado

João Bosco Pitombeira de Carvalho

Paulo Cesar Pinto Carvalho Pedro Fernandez

Conteúdo
1. Introdução 1.143 que é Combinatória? 1.2 Um Pouco de Histbria 1.3 Conjuntos 2. Combinações e Permutaçcies 17 2.1 Introdução 17 2.2 Permutações Simples 27 2.3 Combinações Simples 31 2.4 Permutações Circulares 41 2.5 Permutações de Elementos nem Todos Distintos 45 2.6 Combinações Completas 48

A

Q

~

I

S

I

C

A

~

~

~

~

ADQUIRIDO DE

3. Outros Métodos de Contagem 3 . 1 O Princípio da t nclusão-Exclusão
3.2 3.3 3.4 3.5

56
56 68 72 77 81

Permutações Caóticas 0 s Lemas de Kaplansky O Princípio da Reflexão O princípio de Dirichlet

4 Números Binomiais .
4 . 1 O Triângulo de Pascal 4.2 O Binômio de Newton 4.3 Polinômio de Leibniz

5 . Probabilidade

5.1 Introdução

118 118

5.2 Espaço Amostrat e Probabilidades de laplace 119 5.3 Espaços de Probabilidade 125 5.4 Probabilidades Condicionais 140 5.5 A Distribuição Binomial 165

Apêndice 1 Apêndice 2 Apêndice 3 Respostas dos Exercícios Bibliografia

Prefácio

Este l e x t o foi escrito como parte. de iim projeto de treinamento de professores de Matemática do 2Q grau, financiado pela Fundasão VITAE, e iniciado no Rio de Janeiro, em janeiro de 1991. Aproveitamos para agradecer h VITAE por esta iniciativa.

A Analise Combinatória tem sido frequentemente indicada por professores do 2Q grau como sendo a parte da Matemática
mais difícil de ensinar.

Apesar de repleta de problemas capazes de motivar os alunos, é considerada uma disciplina complicada, em que os alunos têm dificuldade de encontrar a fórmula correta para cada problema. Neste texto procuramos resolver problemas de contagem através do uso de alguns princípios fundamentais, evitando, sempre que possível, recorrer ao uso de fórmiilas.

O livro incorpora a experiência dos autores em ensinar Análise Combinatória a alunos de 2Q grau, especialmente por parte do
primeiro autor.

Rio de Janeiro, marco de 1991.

Augusto César de Oliveira Morgado João Bosco Pitombeira de Carvalho Paulo Cezar Pinto Carvalho Pedro Fernandez

arranjos e permutações. Pelo menos uma delas.1 O que é Combinatória ? O que é Análise Combinatória ou simplesmente Combinatória? A maior parte dos alunos do 2Q grau responderia que ela é o estudo das combinações. arranjos e permutações façam parte da Análise Combinatória. a teoria de Ramsey são exemplos de técnicas poderosas de Análise Combinatória. o princípio das gavetas de Dirichlet. N o entanto. Isso no entanto é uma resposta parcial pois. além das combinações. o principio das gavetas de Dirichlet. arranjos e permutações. De maneira mais geral. Introdução 1. sem que seja necessário enumerar seus elementos.I. as funções geradoras. de outras técnicas para atacá-los: o princípio da inclusk-exclusão. arranjos e permutações. embora conibinações. são conceitos que permitem resolver um tipo de problemas de Analise Combinatória: os de contagem de certos tipos de subconjuntos de um conjunto finito. podemos dizer que a Análise Combinatória é a parte da Matemática que analisa estruturas e relações discretas. Dois tipos de problemas que ocorrem frequentemente em . é mais simples ou pelo menos tão simples quanto o estudo das combinações. a Análise Combinatória trata de vários outros tipos de problemas e dispõe.

2 Introdução

Cap.1

Cap.1

h

Introdução

3

Anklise Comhinatorja são: 1) Demonstrar a existência de suhconjiintos de elementos de um conjunto finito dado e que satisfazem certas condições 2) Contar ou classificar os subconjuntos de um conjunto finito e que satisfazem certas condições dadas. Embora a Análise Combinatória disponha de técnicas gerais que permitem atacar certos tipos de problemas, é verdade cluc a soliição de iim problema combinatório cxige qiiase sempre e n g e nhosidade e a compreensão plena d a situaqão descrita pela problema. Essc i! um dos encantos desta parte da matemática, em que problemas fáceis de eniinciar revelam-se por vezes difíceis, exigindo uma alta dose de criatividade para sua solução. Por que privilegiar o estudo das combinaqões, arranjos e i permutações em um primeiro curso de Análise Combinatória?

torno dc: 300 a.C. O triângulo de Pascal era conhecido por Chu Shih-Chieh, na China, (cm torno de 1300) e antcs disso pelos hindiis e árabes. O matemático hindu Báskhara (1 114-1185?), conhecido geralmente pela "fórmula dc B áskhara" para a solução de equações do 2Q graii, sabia calcular o níimcro de permutações, de combinações c dc arranjos de 71 objetos. O mesmo aconteceu com o matemático e filósofo religoso francês Levi ben Gerson (1288-1344), que nasceu e trabalhou no siil da França, e que, entre outras coisas, tentou demonstrar o 5" Postulado de Euelides. O nome coeficiente binomial foi introduzido mais tardc por Michael Stifel (1486'7-1567), yiie mostrou, em torno dc 1550, como calcu)'' Sabemos lar ( I s)'&a partir do desenvolvimento de (1 i x'-. também qiie o matemático árabe Al-Karaji (fins do seciilo X) conhecia a lei de ror.mação dos elementos do triângulo de Pascal,

+

Em primeiro lugar, entre os vários tipos de "números para
contagem" da Análise Combinatória, eles são certamente os mais simples e de liso mais amplo. Além disso, eles permitem resolver uma grande quantidade de problemas de Análise Combinatória. Outra razão para sei1 estiido é a aplicalriilidade desses números a problemas de probabilidades finitas, um campo de aplicaqão impoi-tantc da Análise Combinatória.

O primeiro aparecimento do triângulo de Pascal no Ocidente foi
no fsontispício de um livro de Petrus Apianus (1495-1552). Niccal8 Fontana Tartaglia (1499-1559) relacionou os clernentos do trihgulo de Pascal com as potências de (a: ZJ). Pascal (16231662) piiblicou um tratado em 1654 mostrando como iitilizblos para achar os coeficientes do desenvolvimento de ( a h)". Jaime Bernoulli (1654-1705), em seu Ars Conjectandi, de 1713, usou a inlerpretação dc Pascal para demonstrar que

+

+

Por outro lado, se a aprendizagem destes conceitos se faz de maneira mecânica, limitando-se a empregá-los em situações padronizadas, sem procurar habituar o aluno com a análise cuidadosa de cada problema, cria-se a impressão dc que a Análise Combinakória é somente um jogo de fórmulas complicaclas.

A segunda parte deste livro de Jaime. Bernoiilli 6 dcdicada h teoria
das combinaqões e permiitações.

1.2 Um pouco de Hist8ria
O desei~volvimcntodo binômio (1 + z)" esth entre os primeiros problemas estudados ligados à Análise Combinatória. O caso n = 2 já pode ser encontrado nos Elementos de Euclides, em

Isaac Newton (1646-1727) mostrou como calciilar diretamentc (1 2)" sem antes calciilar (1 -t- s)"-'. Ele mostrou que c.ada coeficiente pode ser detei-minado, iisando o anterior, pela fósmilla

+

4 Introdução

Cap.1

Cap.1

Introdução

5

Em verdade: Newton foi além disso, e mostrou como desenvolver (x y)", onde ?. 6 iim níinieru racional, obtendo neste caso um desenvolvimento em síirie infinita.

+

A Ailálise Comhinatór-ia tcni tido iim c.r+escimento explosivo nas últimas ci6cadas. A irriportância dc problemas de enumeração
terri cr-esr:ido enormerrierite, devido a necessidades cm tcoria dos grafos, em análise de algoritmos, etc,. Muitos problemas importantes pode.m sei. mode.lados matematicamente cmmo problemas de teoria dos grafos (I>ioblemas de pesqiiisa operacional, de armazenamento de infoi-maqões em bancos de dados nos compiitadores, e tambkm problemas de matematica "riura" , como o famoso prohlerna das 4 cores).

lJma outra dircqão dc gciicraliza~ão t~?or.ema binômio do do é considerar potãicias da forma

o chamado teorema mutinomial, que foi descoberto por Leibniz (1646-1716) e demonsti-aclo também por Johann Bemoiilli (1667-

1748).
Abraham De Moivre (1667-1754), Daniel Bei-noulli (17001782) e Jacques Phillipc Marie Binet (1786-1856) mostraram como achar diretamente os níimeros de Fibonacci*, se? ser necessário calcular todos eles, até o qiie desejamos. Para isso, De Moivl-e utilizou pela primeira vez uma técnica extremamente poderosa, a das funções geradoras. Esta técnica, miiilo útil para estiidar sucessões recorrentes, foi bastante desenvolvida por Euler (17071783), em sei1 1ivr.o clássico Introductio in Analysan Infinitorum, onde ele a utiliza para, atacar o problema das partiqõcs de um inteiro. O interesse de Eiiler por este problema siirgiir devido a uma pergunta cliie lhe foi feita pelo matemátic.~ frances Phillipe Naudé, cliie trabalhava em Berlim, em uma carta, na qual, cntr-e outras coisas, ~iergiii~lava qiiantas maneiras iim níimeio pode de ser. esc,r.ito corno soma de inteiros positivos distintos. Esta pcrgunta, prontamente respondida por Euler: foi a origem da "teoria das partiqões" ou "11ai.ti tio numerorum" , c.omo esc.reveu Euler. Mas suas contribiiiç.ões h Análise C:omliii~atórianão se limitaram a isso. Várias obras suas, militas M a s sobre ~irobabilidades, contêm resiil tados importantes da Análise Combinaliiria. Em particiilar-, devemos a ele o eniinc,iado e ct solução do Probl~rnada.9 Sete Pontes d e Konigsberg, iim leor-ema da Teoria dos Gra,fos, parte miiito importante, atiialmente, da Analise C:ornbjnatória.
*Fibonacci. tambCiii conhecido par L ~ o t i n r d ode Pisa ( 11 7 5 ? - 1250?)

J k em 1937 o matemático híiiigaio-anieric:ano Cieorge Pólya (1887- 19S5) iiltroduziii nova e imy ortailte técnica de enumeraqão, qire se tem prestado as mais variadas aplicaçõe.~, permitindo tratar, de maneira iinificada, desdc a eniirncração do níimero de isômeros dc iima substância, ati! a eiiumeração de grafos, principalmente árvores, resolvendo problemas qiie ate então eram atacados sorrietlte por m6todos "ad hoc". Como dissc Pólya, sua teoria é lima maneira dc enumerar configuraqões não- equivalentes relativamente a iim grupo de permiitações dado. TJm exemplo simples de aplicação da teoria do Pólya éI o de determiizar o numero dc: tctraedros regulares "difer.entes" com faces pintadas com duas ('01-es,preto e braiico, por exemplo. Podemos ter iim tetraedro todo prcto, outro lodo bi-ai1c.0, um com uma face branca E? as oiitras pretas, etc. Dois tetraedros são considerados "diferentes" se iini deles ilão pode s ~ iobtido do oiiti-o por. meio de i-otaqões. .
Oiitra tcoria importante de Cornliinatáiia foi criada pelo lógico inglês F. P. ltamsey (1903- 1930); ela garante a existêiw.ia de certas configurações. 1.Jmdos exemplos mais simples do chamado leorema dc Ramsey afirma que se tivermos no plano um conjunto de 71. po~itos,com ?i 2 6 : rio qual não h& tres pontos colineares, então, se iiiiirmos todos os pontos dois a dois. iisando duas cores distintas, por- exemplo preto ri branco, para traqar os segmentos de rela qiie tinirao os pontos, então foi.qosarriente teremos formado um trjâilgulo ciijos lados são todos da mesma cor (preto ou 1 m n (-,o). )

*

Cap.1

Introdução

7

Diz-se geralmerile (1"" a Teoria das Probal>ilidadesorigii~ouse coni Blaise Pascal (1623-1 662) e I'ierre de Fyt-mat (1601-1665), devido ii. ciiriosidade dc iim cavall-ieir-o:o Chevalier- de Méré, jogador apaixonado, cliie em c,artas disciitiu com Pascal problemas relat'ivos h probabilidade de ganhar erri cei-lo jogos de cartas. Despertado seu intcressc pclo assiinto, Pascal corresliondeii-se com Fe.rmat sobre o que hoje chama~+iarnos probabi1idadc.s finit as. de
Mas erri verdade a teoria elementar- das probabilidades já

primeiro e G no segiindo.

Além de Cardano, Joha~inesKeplcr- (1571- 1630) fez alguruas obscrvaçõcs solrire pr-oliabilidaties, em um livro piiblicado em 1606 ( D e S t d l n nova in pede ,5'e~pcntarii), que estuda as difeem rentes opiniões sobre o apararecirnento dc lima cstrcla brilhai-ile

em 1604.
Tambbm Galileii (1 564-1642) preocupou-se com as probabilidades, estudando os jogos dc! dados, para responder a pergunta de um amigo: Com três dados, o i-iíirnel-o 9 e o níimero 10 podem ser obtidos de seis maneiras distintas, cada iirxi deles. No entanto, a experigncia mostra clric 10 é obtido rriajs freqiientemcnte do que 9. Como explicar isso? Galileii estiidou riiidadosamente as probabilidades eilvolvidas c: mos tsoii, corret amentc! cliie, de 2 16 casos possíveis, 27 são favoráveis ao aparecimento do niimero 10 e 25 são favorAveis ao aparecimento do i~úmero 9.
Malgrado investigaqões dcs tcs pi-eciirsores, a Teoria das Probabilidades só começa a se deseilvolvcr realmente a partir dos trabalhos de Pascal. Já vimos como Pasc.al estudou o triángulo aritmktico que leva seli nome. Ele o aplicou a o estiido dos jogos de carlas. C:hristiail Hiiygeiis (1629-1695) piitilicoii em 1657 o primeiro tratado de Teoria das Probabilidades, o De Ratóociniis in Ludo Aleae.

tinha sido objeto de atenqiio bem anles. Levando cm conta o fascínio que os jogos de azar sempre exerceram sobre os homens, estjmulai~do-os ac.har maneiras seguras de ganhar, não é de esa palitar que milito cedo problemas relativos a jogos dc cartas ou dc dados tcilham atraído a atenqão tle pessoas com mentes mais especulativas. Já na Divina CornLdia, de Dante Alighieri (12651321), há tinia referitncia a ~~robabilidades jo os de dados. Em em ver-dacle, o deseiivolvimento da Analise C:ombinat8ria deve-se em grande parte à 1iet:essidadc: de resolver prol>lernas cie contagem originados na teoria das lirobabiliciades.

5 .

A primeira obra conhecida em qiie se estudam as proljabilidades & o livro De Ludo Alearí, (Sobre os jogos de Azar), de
Jerbnimci Chr-dano (1501- 157F), piil~licadocm 1663. possível que o iritercsse de Clai-dano pelo assiiilto se deva a sua paixão pelos jogos de azar. Nas palavras de Isac Todhunter, em sua liistoria d a Teoria Mnfemúfica dn Probabilidade, "O livro pode ser bem descrito como iirn manual para jogadores. Contdm miii to sobre jogos, com dcscriqões de jogos e com as ]ir-eocupaqões que se deve terpara se proteger de adversários dispostos a ti+apacear;a discussão relativa as probabilidades são parte pcqiicna de seli tratado". IJma tradução para o ingles moderno do livro de Carclano encontra-se no livro Cardano, the Ciam,biing Scholar, de oystcn ore.

A Teoria das Probaliilidadcs iião dcspertoti logo grande jnteresse entre os matematicos quc SE: seguiram a l'asval e Fermat, os q u i s estavam atraídos pelas inves tigaqões relativas ao calciilo, criado por Newtoii e Leibnitz. No entanto, perccbcii-se imediatamente a utilidade da Teoria das Pt~ohabilicladespara estudarsituações como taxas dc mortaliriade, premios de seguros, etc. São iniirncras, ainda no seciilo XVIII, as publicações est;-tlistieas sobre impostos, doenq-as!condenaqões, et (:. organizadas pclos governos, qiie viram logo o podei. deste instrumento de obsei-vaqão soc.ia1. Em ? 662, John Graiint (1 620-1674) iitiliza os segistros de
!

Na parte dedicada probabilidade (:ardano mostra, entre outras coisas, de qiiantas riianeiras podemos obtci- um níimero, lançanrio dois dados. Assim, por exemplo, III pode scs obtido dc 3 maneiras: 5 em cada tiado, G no primeiro e 4 110 segundo, c 4 no
a

e sobre o problema. lima agiilha (I(.so. Os primeiros resiiltados estatísticos realmente iitilizados (pai' quase iirn século.~cliic! foi risacio clui-ante miiito tempo! o U o ~ ~ t t + i r i .nuis I . i 4 r / n c 1 .mktic:o cliic. Jaime Bernoulli fui o primeiro tie itma longa linhagem de matemáticos c sábios de lima família siiíqa.8 Introdução Cap. lioih retas ~i.cs cni vilcrios c. clc con1iec.o vcli stitil. ei~coi~trarnos teorema dc importincia decisiva em iirn Teoria das Probabilidades. após um grande número de experimentos eles terão sido obtidos aproximadamente o mesmo número de vezes.e csc'rrveii iirn tratacio soljre o assiiili. i t s l i 1iar-a rcstilvri vhrios problemas de PI-obabilidacles. cios cliiais c-ondiizerii ri i-csiiltaclos iriespcratlos algiiiis oii à prinic4i-a vista ~ ) a r . ])os ~ x r m p l ojh em sriii iiltimos anos rle vicia.. Outros se interessaram por este problema. com Li.foi oljrigado a reíiigiai-st~pni 1(iK. ( l Devemos ailida citar c) rnatrn-1Atic. que envolve matemátic. posteriormeilte utilizada por De Moivre. A primeira tentativa séria de cál<:ulo de rendas vitalícias é devida a Johan i c Wi t t (1625-1672) juntamente rorn Johan Hiidde (1628-1704).rii cussõcs filosiificas sol~i-c cpir h o acaso. ! ~ .ol)l~mas int ( ~ ~ . iitilizanclo os registros de falcc. pi'e fei to d e Ams t e r d a n ~ que consiil t avam freqiie~itement Hiiygens . siias vnilfoi *<:-nrEp9 l.rnrii. I'i*oteslaiitr fra~ic+s. clcst-i-ivolvr 1-1 teoria (?1e das sii(:tissfics i-eroircli~tc>s. por cxcmplo. fariioso lartil)bm 1iot.t. que já citamos.s. oiidr viveu at siia moi-L(>. Arr Cnjectandi.17fil).i-o matenihtico qii(>miiilo sr dcdicoii à teoria das probaIiilidades e qiic. ( : ~ i t a m e n l eo matc. ~ d : \ e r ~<. ( i .tlikt :L ~ [I ~ I J C < ? > . que dependem d a esperança dc vida. Euler (1710-1 761) e Simpson (1687-1768) também esludaram este problcma.il~lat:e. cliviclc dida eni faixas d~ largiiias igiiais. De 1loivi. I I ~ P R U L ~ ~( O I7I 0 7 .imento da diocese dc Northampton.s soliir> ~irobabilidades.oliabilidaclt:s clas caiisas de um evento oliscivaclo. qtr.c o SI. Dc N l o i ~ r . Passoii-se em seguida a utilizar a ideia de Crrauilt no cálculo de rcndas vitalícias. nome que lhe foi dado pelo matemático francês Siméon Poisso~i(1781-1840).il)ilidadede qiic a agiiHia corte urna das ~ ~ a r a l ~ l O srrsilltaclo. T J m ]. Alhm dt-! vArias invest igaqõt-.1 falecimentos para determinar a t a x a de mortalidade erri Londres..tGilidadcs c..5 i ~ t iIilglatcrra. A Teoria (Ias Pro1i. l > o s s i v ~ l n ~ c ~ i i t ~ . Ele afirma.1742) publicoii lima tabela de taxas de mortalidade em 1693. ~ s s a i ~ l r s .cliic3 levari tava 01) j q õ r s rio l'roi-cma de Bcriiorilli . 56 ~ici. O teorema permite tambem deduzir qual a probabilidade de cada um dos eventos acoritecei.it trtlo.iiit. niiiito conliecirlo. coni a 27' < n. aAcn. o CIUP SGO 1iiolia1)iidadc. ecoiiomia e política.4l~iaharri De h~loivr-e. o t t c .i~iiiiii liara a t. Newtoii.t. Este teosema foi a primeira tentativa de deduzir medidas estatísticas a partir de ~irobabilidades.i.ovávc:is. citi riluit o i-t.alclas L a i ~ c r stilwe ~ s t rcgigo. coniliiirnento 27-. 4 o cliamado pmblcrncr. o.t?oria das ])i-oliriliilir-lac-Irs I.o iilgli+s Thornas Bayes (1702.. (:m qii(' t:stão incliiícios do n-iuitos de seiis tialialhos. rliici iilicioii as iiivcst igaçors s o l i i ~ picil~lema de o a r h a i as 1ii.lmlios. ~. a ? .a. MaLt3rriátic.dc~ a Li-lplacc (1 749-1827) 1)at em cont riliiiiyões ao assiii~to. Em ~iai. i-clsliondeii "lirocJiii.do cliic cii" . pelas companhias de segiir-os inglesas). O astrônomo Edmiind Halley ( 1656. é lambem chamado de Lei dos Grandes Números.tani1ic.. sabendo como se comportaram em iirn grande níirnei'o tle experimcntos.-li.-i disrl't.~ssaiite.i ~ d t ) ~ a i ~ . cliie se dois evciltos são igiialmentc pi. Seu diário mostra qiie ele comeqoii a interessar-se pelos problcmas de combinatória e de probabilidades em toi-ilo de 1685.slit. mais coiit. Conhecido como Teorema de Bernoulli. Q i i d a pro1~. Oiit. são as tabelas calciiladas por 12ic.foi .i~l)alhos iniliorl.r estas coisas mcllioi.:ivista.i(-iilar-.c.oi1t61il miiitoq ~ii. plaiia.i-ol~lcniaiilt. Manteve longa correspondênc. No famoso livro de Jairn~dcrnouiii.hard Price (1723-1791) cm 1780. iiirlirrericlt~iitrh ~iii. ao llip ~iergnntarern .1 i ~ 3 ) . sol>re iirn problrnla dr rnfit~n~tltira.ia I solire o assiiiito com Lr~iliiziz.A Lei dos Grandes Níimeros deii origem a disciissõcs conccituais ou filosóficas sobre o eonccito de probahilidadc. (Ia agi~llia Hiifiiiil*: (lonsidcrc i i r i i a Arca. ao acaso.riz dado origem .

1..1 Ca p. 6 A rclaq. Observe que o coiijunto vazio C! subconjiinto de clualíluer conjunto A .3 Conjuntos Certamente o leitor desta monografia está familiai-ixado com os r-iidimentos da teoria dos cor~~iiintos. a int cgr-a1 L (1) representa o conjunto que tem como íinico elemento o número 1. Y .el)iesentatio por Fig. . onde atacou o psol>lema da estabilidade do sistema solar. Encoilt iamos nesle t rahalho! em pai-tieiilai. / ' e- dt.a~maiúsculas. z : w .:3).OS L e 3 ~ ~ 1 . A letra grega fi (ômega) representará o conjun. deveria haver um elemento x E 4 tal que x 4 A . 1.i-apidamen te essas iloqões básic.iit. o propósito dcste capitulo i sirnplesrriente revisar. se isso não fosse verdade. Usaremos o símbolo # A para repl-(!sentar o ní~mero elementos do conjunto de A . isto é. . aproxiniações para probaliilidades iisando os mhtodos do ciilciilo integral. comum a todos os seus elementos.n~át. onde são disr. o q i i ~ im~-iossiv~l. . diremos que A é um i subconjunto próprio de 3 .eti. Com efeito.1 Introdução 0 Cap. 1 Introdução 11 tribuições a.t o universal cm uma si tiiaqão delerminada. como por exemplo A . .1 ilustra esta situação. introduzidas tecnicas ~ioderosas! como a das fiinqões geradoras.1 - A = {1.ão de pertencer ser& indicada pela letra grega E e escsevescnios por exemplo. 8 1. Um conjiinto pode tambkm ser descrito por uma p~opriedade r . etci. Lctras minúsculas . . .2. = {x l x tem a propriedade n ) . Por exerriplo. diremos que A é iim subconjunto de B e escreveremos simbolicamente A C B . e escreveremos A Por exemplo. . ? j . Z . relacionada com a Distr.Assini. 1.onjiintos. O conjunto vazio será representado pela letra 4.as ! c. a . ao mesmo lempo. 5eus iníimeros trabalhos sobre as prol-iahilicladcs foram incorporados em seu monumental 'rsatado Analítico das Probabilidades. ( b não pcrtence a A ) .iliiiiqão Noi-niiil. descreve o coi~juntodos inteiros pares positivos. Se A C B mas existe um elemento 1 E B tal que 1i A .ii~dicaiãoelcrnentos desses conjiii~tos. iildicharão c. a cardinalidade de A . Um conjiinto com iim niiriicro reduzido de ele. a f A . oiitras áreas da matc. t. a.. fixar a notação qiie usarenios nos eapítiilos posteriores. o coiljiirito cliic consiste! 110s DI~MCI. A Figura 1.rnei~tos ser& iiirlicado sirri~ilesnici~te listando seus ~lemcntos.idcis iniimei-os problemas de probabilidades. Se todo elemento de um conjunto A é também elemento de um conjunto B.ica! c:onio a mecâriic:a analítica. .5.

A U B U C : ' = {w E I l l w E.le sombreada da Figura 1. B e C . a iii~ião ri. . definimos o conjunto intersecpio de A c L3 como o ronjiiiito tios elt~meiitosque pertencem simultaiieameiitc! a A c-: . 011 seja! . C. A ~iai. G i-eprcscntada por ~ € 1 3 oii w €C). A .2 ilustra o conjunto A U B . Dados clojs c.. 1." ser-á ieprese~-itatlo. . isto é. a int.eseritada por iliistr-a o caso d c ti-6s coizjuntos disjiiiltos. A Figura 1. o conjunto dos elementos qiie ~ierteiicema pe. AUI3 = {ÚJ f A parte da Figiira 1.iio d~ A coni I j . .12 Introdução Cap. A Q . 1.aso de termos por exeml~lotr-&scon. .A2. A . Sirnl)olicameiltc.toa se A í'B = 4. Qiiando temos mais dr! dois coiliimtos.ersecqão 6 rcl~reseiitada por A í' B fl C: Fig.3 iliistia a iilter-set:<ão de A C B. por A U B U c.4 oii A ixlterserqão tie ri. A. h l I r ~€ A 011 w E B).10 menos um dos conjuntos A e B.3 No c. 6 tiefinida dc A analogarrien te e re~ii.2 A iiilião de trEs coiljiintos A . B .1 Cap.onjiiiitos A c! B . Fig. Estc coniiinto 4 chamado uri.L B .. . . conjiii~tos I .1 Introdução 13 Dados dois c-onjuiltos A P B iildicavemos por A U B o conjunto dos elenicntos qiic pei-tcncem a A oii a R .. dizemos que eles são d i ~ ~ i i i i n tquando forem disjiintos tomados 2 a 2.jiintos.4 o Mais geralmciitc. Dixernos qur: dois c:oii*iuntosA e R são disjun. coiliiiiltos A i. .

A n (13 U C ) = ( A n B ) u ( A nc). lista. PW~L 10d0 roi~jiirito c fl. (AC)' = A : A C B se e soineiitc se BC: A".6 mostra a diferença deAcB. O Teroerna 1. o conjiinto _ A n B C = { w ~ S 1 1 w ~ eA w $ B ) Ii~trodusirnos agora a noqão ( 1 pro clu to c-artcsiano dc dois ~ con. C 10. ( A u B ) . Simbolicamente Se Fig. a difereiiça A - I1 cr! c. 4.i! cl-iamado conjiinto d i f ~ r e n q a A e B . Dados um conjiiilto A .oiljiintos A c H .iuiitos. A " = {w f R l w de A .B . A parte sombreada da Figura 1. A U A ' : = R.6 B C A . chamr-li-emos de prnduto . chamaremos conju. A C R se c sornenlcl se A í l B = A . A n (fi = 4 .5 h denions tr-aqão deste tcorema 6 deixada c:omo exercício. 9. A n A" = 4. diferença própria. A C B sc! e soineiite se A U I3 = B . ~ 11.nto complementar de A o conjiinto dos elementos de 61 qiie não pertencem a A. I .. 7. Fig. Dados dois conjuntos A e B . 3.eitos definidos anteriormente. as propriedades mais importantes que relacionam os conc. An(r3nc) ( A n ~ ) n c .A c n ~ 3 ~ . 1. ( A n 13)': = Ac u B c . 6. a scguii. A U ( B W C ) (AU1i)UC.eada da Figiir-a 1. 8 . 1. A S. i! i-epreseiitado geralmente de por A .hamatio. A).5 indica o r:omplementai- Teorema 1.A u 4 = A . 5. s/''= s. A u ( B n C ) = ( A u 1 3 ) n ( A L J C ) . @ = (1. Dados dois c. A parte sarnbi.

~Erii gri-al. o piricliitci c'art~siaiici 1 x A 2 x . noq.r~o A por 13 o <. Sinzholic. . enumerar os elementos dc um conjunto de forma a determinar quantos são os seus elementos. onde rr C iirii t~lpri~t~~iLo tlr /i tb h 6 iirii el<!rrierilo dr TJ.iiiiito ~). .ilos P ~ liigai tle ~ i a i . . .-lo rit~strlt:apít iilo 6 a . .ou seja.çin. .Iti Introducão Cap. h ) . A 2 .. A primeira líicnica malernritiça aprendida por uma crianqa 6 "contar'". .. sc tcmos I s.jiirzt.ai-lrsiailo cic t r& c~oi!j iiiilos 4 cletii~ido foi*rria dt? srrnrllzaiitr~ Iri~i~aiido trr. E A. 0 1 1 sclja. .4 A A.c*s dr~ dr cii. .ameilte O ~ ) ~ .j~irl t o.ertas regras. sem que scja necessário eniirnerar seus elemelitos. A 2 . . ( c l l ) .r.ão í: sempre introduzida em conexão com um problema de contagem: . r i 2 E A Z . a operação clc adiç. ..o~i.1 Introdução Neste capitiilo são apresentadas as ferramentas I>asic. 2. . ti<. . . A p .tc. as.ascple nos perrni tem determinar o ~iíimero elemeiltos de coiij untos formade dos de acordo com c. .tirilados (a. 1ji~rtiqã0 i i n ~ de con- DefiriiçZo: Sfi.ir. . . Combina~óes Permutações e rn~.onjuiil. .o das i~-ii~il. . A siro disjiiiitos dois-adois siiii iir-iião 6 o coiijiiiito A .1 2.-~s.os 1 . ot c l ~ i o (. i ) c~oii. . ( L . Por exemplo. TJma p n r t ~ q i o dr A 6 lima fariiilifi c l t ~c. os roi~iiintosA 1 .ir:ion orlo ~ic%los r-oiijiiiilos A 1. A íiltim.oiijini(. A 2 . A . o n ~ l e (r[] r i ] E '41.osA -i . .i A i i n ~ (doi-ijunto íiilito 1150-vazio. x . A k ..onio o c. clefiiiiclo t.. . . As operações aritmétjcas são também motivadas (c aprendidas pelas crianças) atravks de siia aplicação a problemas dc contagem. . . . todos não-vazios. Dizrmos tanibem que A foi ' po?*l. e tais cliic: A procura por tkcnicas dc contagem está dir-etamente vinculada 2t história da Matemática e à forma pela qual as pessoas tcm seii primeiro contato com esta disciplina. A k. .

~it'imcira listra). a segunda dc 2 modos (não podemos iisar a cor empregada no. de tomar as decisões d i e d z ) 6 3 x 4 = 12. decisão d i . oiitros 4 nos quais o homem é hz c outros 4 nos quais o homem é h3. podemos que chamar dc "Principio de Adição": constituído por todos os casais possíveis. com p e q elementos. o ônibus ou o avião.icla de 3 modos. Dc c~uantos modos pode ser colorida a bandeira? Solução: A primeira listra pode ser. Exemplo 2. ser tomada dc: 4 maneiras.neirrr. posso usar como transporte o trem. A resposta 6 3 x 2 x 2 x 2 = 24. consideramos o exemplo a scguir. no cxemplo.2: Uma bandeira 6 formada por cluatro listras. + Exemplo 2. li2. não devendo listras adjacentes ter a mesma cor. Paido-Rio. Note qiie o uso do Princípio de Multiplicação permite obter o número dc clcmcntos do c. Como d i pode ser tomada de 3 rnai1eii.a~ depois disso. Dc quantos modos é possível selecionar um c. que.1 ilustra iim princípio básico de co~ltageni.tos disjuntos.eiras então o numero de maneiras de se tomarem as decisões d i P d2 é mp. Depois disso. a terceira de 2 modos (não podemos usar a c-or empregada na segunda -listra) e a quarta de 2 modos (iião podemos usar a cor empregada na terceira listra).2 Combinações e Permutações 10 Assim. O 0 exemplo acima ilustra o Principio Fundamental da Enurnemção oii Principio da Multiplicação.ollier. Paro. e n t k o A U B possui p (I elementos.1 A figura 2. Niima sala há 3 homens e 4 mulheres. o níimcro de maneiras de se formar um casal (isto é.asal homeni-mulher? Chamando os homens dc hi. Se A e B são d o i s conjun. d z pode e.essário enumerar seus elementos. para formar um casal devemos tomar as decisões d l : escolha do homem. 2.onjuilto A u B Fig. o cliial diz: S P urna decisa"o rii pode ser tornada de :c m0.colot. O Exemplo 2. uma vez tom. De quantos modos posso escolher os transportes se não desejo iisai. na2. m3.ada a.a decisão d2 puder ser tomada dc y man.1: Para fazer uma viagcm Rio-S. rluc devem ser coloridas usando-se apenas as cores amarelo. d z : escolha da rniilhei. branco c cinza.s e se. o transportc: dc ida. ao lado do "Princípio da Adiqão".e.18 Combinações e P e r m u t a ç õ e s Cap. há duas alternativas para a volta. A resposta é 3 x 2 = 6. n a volta o mesnio meio de transporte iisado na ida? A scguir apresentamos o "Principio da Multiplicaqão".. constitiii a ferramenta básica para rcsolver os problemas dc contagem aliordados a nível de 2Q grau. sem qiie seja ncc. e as miilheres de ni1. O nrimero de casais é portanto 4 -t 4 + 4 = 3 x 4 = 12. motivar tal principio. respectivnmenf.3: Quantos niimcros natiirais de ti-&s algarismos distintos (na base 10) cxistem? . Solução: H& 3 modos de ess. mq 6 fácil ver qire há 4 casais nos quais o homem é h i .

Pai-o. o primeiro algai.o algarismo ( i ~ ã o i o r l ~ n i o s iiem o zero iwrri ~ iisar o algarismo jií iisatio 1 a iiltima casa) e 8 modos clr ~s(-oIhei.-l 8 6 (não poclerrios iisar.os dois algarismos já utilizados ai~tcrioimente). ' : Exemplo 2. Se u .s que sc .iri~eii.olhido 1 .-llga~.alga1 o i.isrno e aqiieles c u j o iiltimo algai-ismo i difei-ciitc de zero. z t ~ o teri~cis4 niodos dr rsrollicr o íillirizo algarismo (2.i~ldarles adiadas coslurr~arn ttar~sfomar-. o.sdiJijiculdndea. e agora estac! mos diatitci dc: iim ~>r. c l n devc s e r tornada c?n.eri~os diias al tesiiativas: a) ''abl-ir'' o ~ixoblema casos ( q u 6 a allei-nativa mais i~utiiral).e. teria ovorritlo se tivésscrnos comeqado yvla escolha do primriro algarismo do númcro.20 Combina~õese Permutações Cap. Logo. Sc o zcro não foi usado conio íiltirno algarismo.pai. a r(?s~ios í! 7 (não podemos usar nem o zero nem til os dois algar-ismos usados aiitcriormcntc). A a 1- A i-csposta c? 1 x 3 x 4 x 4 48.6 oii 8 ) .cilhe. zcro!). os dois algai-isnios já empregados ilas rasas rxtrcmas).ol)leri-ia: cliiai~tos de rriodos potfemos t?s<. l g ~ ~ m a c i s ã .. veil rer este imliasse. ilum total dc 1 x !I x 8 = 72 iiiimcros.es~iosl. 9 modos dc riscoll~ci.. Y c 1V iricliisive) segiiidas por quatro algarismos.ismo do número liodc sei. tlrn ~ Clontamos sc. o zt!ro foi iisaclo como iiltimo algai-ismo. i-csposta 6 9 x 9 x 8 648.isxtlo i10 nicio ( i ~ ã o ~iodemos lisai.os algarismos (o psinwii-o algiirismo i ~ ã o pode sei.oll-ieio do meio. já I claro cliic pssa dific:iilda& i ~ ã o ? . O primeiro algarisrrio pode ser csc.6 oii 81.s demais. Dai a iccomei~dação: I ' c q u m ~ sdijir:. os dois algarismos já empregados aiztei-ioi-n~eiitc).se.~ i l -algarismo o Tci-niiilantlo c-lrri zero t t ~ r ~ o smorlo ( 1 es(-0111~1.4..t?vem(na base 10) com tres algarismos distiiltos? Solupio: O últirno algai.t~scolhiclode 5 modos (0.2:4.adarnr?nt os iiíimeros que têm zero como íiltimo c! algai. Ultirrio 1 ~ O algai-ismo. O são Exemplo 2.ais cumplicada d~ k que r1..2 Cap. do qiie a dos tlois oiiti.7~dr. o primeiro algarisnio pode ser psc-olhicio de !I rriodos (não po dcmos iisar o algarismo já txmpregado lia íiltima (:asa). Qiiantas placas l-iodcm ser forniadas? de Snluçcio: Ckla letra pode ser ~scoll-iida 26 modos c cada algarismo clt! 10 modos distintos. depende! $1.3 cliic se come~ássemos pelo íiltimo algarismo teríamos 10 rnodos de esc.5: -4s lilacas dos aiiton~hvcis foi-rriatlas por duas leli-as ( I C .olhei-o íiltirno algarismo. potlem ser forrilados iisando-se apcilas os algarismos 2: 3: 4 e 5') Solu<:ão: Temos: filtimo algarismo -Primeiro algarismo S(?giinrlr. Caso coiitrário.tlgado ai~tei-ioi-mciiite) . o m.2 Combinacães e Permutacões 21 Solução: O primeiro algarismo pode sei. t.o algarismo iitilizado aiitcriormcnte) c o terceiro de 8 rnodos (não podemos iisai. pscolhido de 8 nzodos (iião liodemos iisar ncni o zero nem o . o ~ii-imeiioalgitrismo? A resposta e: depcndc! Se o algarismo zero tiver sido iisadu em alguma das últimas casas. (+seolhitio de 9 modos (i160 ~x)dernos usar o zcro!). primeiro lugar. h resposta í i E ii~tei-essailtri obscr-\lar no exemplo 2. . 8 modos dc cscolhei*o ~>i. esc-olha essa c~iic!6 mais prolilenlAlicii. 9 modos de escolher o primeiro c 8 modos de c~s(.: estni. pc~iíiltimo o algarismo (ilão podcmos iisar o algai-isri~o emlii.i. em gra.4: Quailtos iiúmeros natiirais de 4 algaijsmos (na base 10) qiie sejarri menores qiie 5000 e divisíveis por 5. o segiin(io algarismo de 9 rriodos (não podemos usar. ttlrnos 4 x 8 x X = 25Ci níirrieros - 1 modo (tem cluc ser 5) 3 modos (iião poth?scr 55) 4 modos 4 modos .ismo s i i podc sei. Exeniplo 2 6 Qiiantos são os iiirmei-os natiirais Iiai. algarismo T e n . Tpi-rninai~dorni i i n ~nlgarisrilo difcicilte dt.ismo emli-regado n a íiltima casa).

G exemplares igiiais da revista B e 10 cxcmplarcs iguais da revista C.2 Cap. modo que niio liaja duas torres na mesma linha nem lia mesma roliiria'? 12.efei. portanto 712 1 256 = 326.6oii 8 ) c 8 modos de escolher o do meio (rião podemos usar os dois algarismos já empregados nas casas extremas). Quantos ni1mci.. sendo 5 de frente e 5 do costas.o~ cluatio dígitos são maiorcs que 2400 e: dc a ) tem todos os dígitos diferentes. A resposta é. Quantas são as exti-aqões rias quais a primeira carta é de c:.jctoras f : A + U ? Quantos divisorcs riatusais possui o iií1rnei. Qiiantos sãoosgabaritos possíveis d e i i m t e s t e d e 10questões dc míiltipla-escolha.6. Ignorando o fato de zero i ~ ã o poder sei. Qitant. com cinco a1ternativas por questão? 3 Quantos inteiros há entre 1000 e 9999 ciijos algarismos são . Qiiantas c-oleqões não vazias de revistas dessa 1i. Eril uma banca há 5 yxemlilares igiiais da rcvista A .lho qiie tem 12 membros? * 4. De ~liia~ltos moilos os passageiros podem se sciitar.o 360? Quantos siio pai-es? 8. Qiiantos números diferentes podem ser formados multiplicando alguris (011 todos) dos níirneros 1. De qiiatitos modos 1-)odemosarrumai 8 torres igiiais em um t abiileiro de xadrez (8 x 8) (1. primeiro algarismo.ias'! . b) Ignorar uma das reslrzções (cliic: é. 4 modos r clt. 11. Qiiai~tassão as fiiiiçõcs f : A .320 = 328 níimeros.tric.5.32 = 328 níimeros. num total de 5 x t3 x 9 = :360 níinieros.It'da).a é possível formar? 13. I J m vagão de meti-o tem 10 bailcos individiiais. 7.2 Combinações e Permutações 23 terminados em iirn algai-ismo diferente dc zcro.9'? Exercícios 1.~rii sentar de frente.7. ele- claro tarnhém qiie poderíamos ter resolvido o problema dcterminaildo todos os ilíimeros de :I algarismos distintos (9 x 9 x 8 = 648) e abatendo os níimeros ímpares de :I algarismos distintos (5 na íiltima c. teríamos 5 modos de cscolher o último algarismo. De quantos modos 3 pessoas podem scritar-se em 5 cadeiras em fila? 15. 8 ila primeira c 8 na segunda. r~speitaiido-seas ~ii'eferFnc.etario dc: iirn consc. 360 .5 oii 6. 3 preferem sentar de costas e OS demais 1180 tem prcfcrfincia. O conjuilto A possui I elemenlos e o c-otljiix-ito U possui 7 elcmcntos. 5 .B'! Quantas são as i fiinqões ii1. Esscs 360 níimerso irieluern números cnnicçados por zero: cliie deverri ser descoiitados.os siibcoiljiintos possui um conjiinto qiie tem mentos'? . 6. Quantas palavras contendo 3 letras difcre~ites podem ser formadas com iirn alfabeto de 26 letras? 2. niim total de 5 x 8 x 8 = 320 ilúmeros). Começando em zero terrios 1 rnodo de ~ s c o l h e o primeiro algarismo ( O ) . c) tem as pro~irieclaclesa) e I>) simullãileamenle. I l r a 10 passageiros! 4 pi. portanto.9. 9. A resposta é. uma alternativa mais sofistic.22 Combinacões e Permutações Cap. A resposta seria 648 .7.ipas. escolher o íiltimo (2+4.9.asa.i. a segunda 6 iirn rei e a terceira não é uma dama'? 14.ri. num total dc: 1 x 4 x 8 = 32 níimeros. distintos? De quantos modos difereiites podem sercscolhidos um presidcntc: E! nni sec. i1 modos de escolher o primeiro e 8 modos de esrolher o do meio. Q i i a i ~ ~ o s os iiúrncros liatiirais de 4 dígitos qiie possiiem são pelo menos dois dígitos iguais? 10. 11) iião'tCm digitos iguais a 3. um baralho coriliim (52 cartas) sacam-sc sucessivamentc: e sem rcposi~ão três cartas.

a niiis i1ão i! a letra inicial da palavra'? a) 110s cliiais o iilgarismo 2 iigiira? I)) iios cliiitis o algarismo 2 ilão figiira'? 20.st-i'? 22. c.2. Firhas po dcm scr aziiis.. ~ p r e s e n t a i . da l ligatias por 10 estradas secund&ri:is.~ diito de ties ii~t.2 Cap. e ' Olj1C)S 86190).il)iiiclos'? b) R. (:onio 0. Qiiai~tosilíimci-osiiiteiros~iltrc r. CJiiariti~s"palavras" cixistem no código rrioi.o.al eslc. 2. Escrevem-sct i~íimeros ci~ico por zcro) crri cartões. Qiiailtos tipos dtl firlias rxis t ~ r i i ? . vermelhas o i i amarrlas. i ~ l ) ~ ~ ' a ])ara baixo c como Ci de c a l ~ c ç apara tjaixo se ticlilsformii c n ~ . 11111 9 só rarlão ~iodc: represeiltai. cluantos Ilr riiodos os votos podcm scr disti.io podc ser formada? 24.esei~la~it. o Distrito l+-dera1 os 2ti estatlos da fpo dcraqão tEm 3 repr.j. 25. c:ii. Fig.m iim prod diito dr dois iiltciros positivos'! 26.cfaqa o item a) suprimindo a palavra di.cI9c) s ã o i n ~ p a r c s c p o s 100 siit3ni 11-6sdígitos rlistiiltos? 18.2 a) Qual é a soma dos clivisoi-es inkt-!irost3 ~iositivosde 720'? b) De qiiailtos modos 720 podc ser clccomposto em iirri pi-odiito de dois iiiteiros l)ositivosn! 17. Escrev~m-seos ii~teii-oscl(? 1 ate 222 222. Deve-se formar. Quantas rotas livi-rs de . Eni iim coiiriirso h6 t r6s caiidiclatos c ririco ~xamiilaciores: devrndo cada cxamiiiatlor votar eni iini caiidi~lat~8. rorno lia iigiiia 2. Qiial f o iiúmcro rilíi~irno de cait6t. todos os níimc?ros de cinco dígitos'? No Senado k'ederal. Dc cliiailtos mciclos pssa c.s para ~ . H& (liias tstradas ~irii~cipais cidade A até i cidade B.a~diskiiitas ilc iim nlfabeto de 26 letras lias cjuais a letra A iigii1. rctangiilares oii triaiigiilares: finas ou grossas. as "'letras" sc-mdo ponto e t.2.1 Combinações e Permutações Cap.cs cada.orriissHo de modo qiie todos os eslados c o Disti*ito Fedc~i.1 I? 8 não st3 altriam (IP ( : .cniilares.~tinln.rayo.s eniin(10 ciado.omiss. a) Qiiaiitas siio as pala\~rast3r 5 1cti.dois i~íirrier-os( p o ~ ~ ~ x e r n ~ ~ 1 0 .i.-~iito-ii~tr.omliosto (.tm icpresentados por 1 oii 2 seiladores. 21.seqõesá de A ate H ? h dc dígitos (iiiclusive os romeqados 23.ciros positivos'? d) De qiiailtos modos 144 ~ i o ser~ ciec. O código moi-se lisa "palavras" coiitcndo de 1 a 4 "letihas".2 Com binacões e Permutações 25 16.iirrio. Qiiai~tasvezcs o algai-ismo zero 6 escrito? c ) De qiiantos modos 7110 pode ser d e c o m ~ i o s tclrn iirri 1ii.

oliit~r olijctu que o o(:iipari o iiltirrio lugar.2.2 Com binacões e Permutacões 27 27. ~ ' 1 ' 1 ~ 1f): = 7! == 5040. T .c.ai.o ( 1 xi-lcll.2 Permutações Simples Dados li.1 ct2. 132. 231. O n?im.A c40i~soai~lc iilichial po(h.tiit*ii-as i .(>es: 123.: (7 anagramas de l ~ l t . A .-i d~ 4 maiic+ii-as. c-lr qiiar-itos ri-iotlos 6 pos- a) De quanlos modos esse mapa pode ser coloi-iclo (cada país com lima cor. No caso gcr-xl (~rricisi niodos dc esrollier r o objcto rliic' ot4iiliar.para o mapa n a figura. 2.ez ~ ( 8 x 8):' b) Qiial seria.o~ igiiais? 2. Por exemplo.IA c]iit3 ~ '. para os objvtos 1. r r q ~ o srmples de ? i o j i j ~ t o s(> o i~iírnci. u c a) lle cliiailtos nzodos possívt31 cnolo(.o c l ~ .3 mostra iim mapa com 4 países 29. Assini o i1iin1oi... 1 riioclo t l t \ t~st.26 Combinações e Permutações Cap..á o ~ i i .. Poi.olliicl.i r i i t 3 i i . : (i.ossão os anagrarrias tla palavi-a P R . R12 e 321. . rc. objetos distiritos sível ordená-los'? Fig 2 3 .? i o~jetos distiritos c' Refaqa o ~iroblema aiiterioi. .4 Solu<:io: .I-'.. Assim. 6 0 Fig 2. s ~ i .-i orderiaqão das letras P . P0 Exemplo 2.t i ! (. as 5 lrhini-as i-rst>intc~s poc-leni .tdjaceiitt.ltla iinia p ~ m u i . ri.7: Qiiar-it. ?i ..3 h& G ordtwa<.s cie iini t uliii1cii.4 Cada oi-drilaqão dos li olijrtos 6 r1iiirri. . a consoailtr final dr A ni. A figura 2. i.60: Cada anagrama de I-'RATIC:~ iiacla rriais t.odc ~)cimiitayc?essirilpltls dc 11 objetos distintos rrlii-c~st~ribcld(ii o r .1 riiodos d~ txsc.tailto. ..erode modos d t o?dc?ra?. O! = I . oIiigai-. i. dcfillt>-s~ = 1). qiie iini.oliiei o que ciciipai-6 o srguiido liigar. países com u m a linha fronteira comiim não podeni ter a mesma cor) SP dispomos de X cores diferentes'? 1)) Qiial o menor valor clrt cliie perriiitc colorir o mapa? 28. a scsposta se fossem dois i-ris 1jranc.. C O. ~ ~ T J C : O ' Soluç. li.m i-ri i~cgi-o iinl lirarico cm casas riio . 213.

pois lia i.lima roda com 5 <:i-iaiiqas'? Se contamos S! divisões e cada divisão foi contada 2 .feito cle 5! = 120 motios.9: Dc qiiantos rriodos 5 rapazes 5 moqas ~ i o d e m s(: ir. P juntas nessa ordem? qiií? tGrn as letras C ! P juntas e m qiialqiier ordem'! A! qiie têm as vogais P as corisoantes iiltercaladas? quc têm a letra C no lu lugar e a lctra A ri6 2" liigar? f } que tem a letra C no 1" liigar oii a letra A no 2" Iiigar? g) qiie tênl a letra C no lQlugar ou a letra A 110 2Q lugar oii a lctra P no 3" liigar'? Permiitam-se de todos O S modos possíveis OS algarismos 1.ianq.as basta escoll-icr uma ordem para elas: o cliie poderia sci. temos cliie colocar ~ o S as 5 moqas nos 5 liigares rluc soliraram! o q i i c pode ser feito de 5! modos.da ordcm dos grupos.5 o : A primeira vista pai-ct.am cor-itacias como se fossem distintas.to de 4 modos P O ~ p ~ i i C ~lC2 nlocios.ttlaW d e cirico modos! a nossa c:oiltag~ni 120 rodas coiltoii <:.2 Combinações e Permutações 20 ser arrumadas entre essas diias consoaiitc?~ P5 = 5 ! modos. Eiitretanto. 4 ! 8! O vezes.' (I Soluçio: O ~ii-imciro rapaz pode esc. Excniplo 2.ntos cm cada griipo."vir. 2. ! Exercícios I. as sodas A B C D E e EABCIII são igiiais.li. o terreiro de (i ~ modos. 2. Al&m disso. divisões como rcbcd/c f g h e r n d b / e fgli.10: De cliiant os modos ~iorlt?mos formar.oliiei scii liigai. i O Exerriplo 2.ltiaroda 5 vezes cle c a resposta 6 120/5 = 24. ) ) . o segiiildo c l 8 motios. a i-csposta Iiarecx ser $! Eiltrei. 4! por. Não obstante. j .: que diferem pela ordem dos elerne.omeqam por corisoante e terminam ~ i o r vogal? qiie têm as lctr-as C:. Quantos siio os aiiagramas da palavra C:AP~TIJLO: Fig. A rí!sl>osta (r! 10 x B x ( x 4 x 2 x 5! = 4fiO 800. 7 *f! escrevem-se os números assim formados em ordem crescente. C : O ~ O C R ~ O OS raprizcs. Cada divisão foi c. ~s rrioclo qiic (>ri1 cada l-ianco firliitlm iim i+al)ax iiriia.2 Cap. d ) e n oiit. g .ai~to consiclcrenios a divisão I L ~ C L I / Cf g l ~ . c.P qiit! liasa formar iirria roda c. Como h á 8! modos de colocar as pessoas em fila.oda o qiie importa 6 a posiçiio relativi~das (:riancas c~ntrr: e a roda A U C D E pode sei "virada" si roda EABCID.Ela é idilntica a d i v i s k e f g l i / n b c d (os grupos formados s%oos mesrilos: um griipo í: { a .om as cinco ci.28 Combinações e Permutações Cap. . o cliiai. 4 ! . l i . 2. 6.de 1 0 modos. 4. cssas divisões fo~. (:orno cada roda podr sei.iitar em 3 liaiiros dois h ~ g a r cacla. A . o níimero de divisões i 2x4!x4! = 35.11: Dri cluailtos modos potlemos dividir 8 pessoas em dois grupos de 4 pessoas cada? Soluqão: A divisão pode ser feita colocanclo as 8 pesscias em fila e dividindo-as de modo cliic: iim dos gr+iipos seja formado pclas 4 primeiras pe. nioqa'. O Exemplo 2.i-o 6 {e.ssoas e o oiitro pclas 4 íaltirrias. causa d a orcleni dos c?lementos iio IU griilio e 4! por causa da ordem dos elemeiitos iio 2U griilio). apesar de identicas foram coiitadas como se fossem clistiiitas. a) b) c) d) e) cluc c.ontada 2 x /i! x A! vezes (2 por c-aliso. na nossa coiltagern de 8!. A dc resposta t: 4 x 3 x Ii!= 141211.

-ivailclo i~íimeros 1 a G sol>i-e dc rsstis f.a~ s~ em fila dr mocio (pie as nioyas firliirm juilLasn? 9.) (\nl uni gi-~lpo 5 P llrll g r ~ i ~ ) o 7'? rl) c3ni sois griilios d e 2? t3m dois griil>os de 4 dois gl~ilios 2'? dc (1) 8 . rlirwntos riiodos 7. 1)) números de 1 a 8. . d) ilíirneios de 1 .is~tiocsri-ito? d ) (liia1 i soma dos iiiínir%r-os i assjni forriiados? Resolva o problema ailterior para: a) i~iimeros 1 a 4. Um campeonato i: dispiitado por 12 c:liibes em rodadas de G jogos cada.oiljiiilto com A liiic>lo1.ii. . De qiiaiitos modos 4 ~iossívclrolocai.) qual 0 '200'j algiii.2. 10) nas cliiais o 7 ~ s t A . gi. ( ' s ~ ~ ~ l r (10 a3.t 20. c) niimeros de 1 a 1 2 . nas cliiais o elemento qiie ociipa a k.rniitaqR~sdos ~iiililri-os( 1 .iilios (I(.ii~litos'? 1Tn1 c u l ~ otle macic.isma de I-icxagoilal icgular: f ) níimeros de 1 a 5.onst~c. t i l. t ~ t r a e d r o de regiilai-.t\l ~ l iar 7 ~ I P S S O N Sr n c. Qiiai~tassãoaspermiitaçõessim~ilesdosi~íimei~os. de modo c ~ i i c : livi-os rlc. .lrliicl o o tlos Estados 1'~iido s i i o ~ l)o~lt\iii s~iltfil.. Poi-tiigal c-levrrii sorit.:]O Combinacões e Permutações Combinações e Permutações 31 a) q ~ 111gat. ~ii.rri (-ci1oc. 2. 13~ cluniitos rnocios isso 1io(l(~ feito st3 os del~g. (10 (I(. pirâmide qiiadi-angiilar reglilar.tr~~s (. 1)t~legatios 1 1~I1 ~ i a í s r s ( clevc1rn se stiiltar tmi 10 cadeiras cm fila. o(-tacclro regular. i-aliaatls c n i riioqas ~>odt. i ~ oriqia o iií1rli[31. .:id~ii-as em os s t ~ tila tltl motlo q i ~ (Irias (Ivt rrnii~iada..iitivosC? 13.-tr jiiiltos (. .itit3qamjiiiitos:' 6.r n ~ iirila prateleira 5 ( l livros de rnatcmitiw. D e qiiniitos riiocios ~iotlrriios dividir 12 pessoas: a ) r m (leis gr.a Lerri iima facc clr racia cor.o (i24 17'? li) cliial o iiiíriici o (~II(~O ~ I I I U I BG" liigai'! O Quailtos dados diferentes pode.nios formar gravando iiíimeros a G sobre as F&c:~s ixidistiriguíveis de iirri cubo cle madcira? c. l l t l (111alit rno(los (: 1)os~i'1. 3. - iiril c. Quai-itos dados ili ft3rrilt~s i o d r n i o s ~ foi.ic.-itlos Brasil e sci.ésima ~iosiqão inferior a k + 4 . icosaedro i-egiilar: e ) iliim~i-os 1 a 8. rml>ora i rd i12o rircrssai*i.iis'? 11 c l c n ~ ~ i l t oqii:ti~t.1~1)os 4! CIP ' (..ri1 r. Se A 6 J: A 5.Iirssoas d c s s a s 7 não ficliiem (~ i i i i l t as'? 4. o tio li.-issão as fiiilqões s. clotlec-adro icgiilar...irne~it[~ 1iig. siliiarlo à r l i w i t i t (10 2 C .. é para 7.mai.rii. li? 1)) vrii trbs g1. .tls? 10. Qiii~rltasSGO as lic11. I)t. 3 dc física 2 de estatistica. iini mrsmo assiiiltci I>ri. De qiiaiitos modos 6 possivel sclecioiiar os jogos de primeira rodada'? 14.

: 11.2 Combinações e Permutações 33 (1 iliírrie~. n : { ) .a~(\ foram c.t(.esposta 6 60/6 = 10.01he.o rlenoniinador por ( 1 1 . 1)ex-isai. caclcc coml~iilayãofoi contada ~ G vexes. O l ~ t c m o s ( l 4 homens.ttam~nt~ frutas 4 pod~mos forrnax. ( r . v ~ r i f i ((L canioi qiit1 as cnmbiiiaqfies {ai. O 4 mullieres Exeniplo 2. entre os treze: poiltos dados. 5 x 4 x 3 = 60.f ~ i t a 5 nioclos. O número de triâiigulos (10 l Q tipo i. C = 10. coiltando <. raz. rlc l de 3 rnodos.ode combiiiações sirril>lcs de c. objetos . Qiianlos triAngiilos cxistcm com vbrticcs erri . em um grupo de 7 homens e 4 mulheres? Solução: As alternativas são: Iírria cix yirtissiio a1tcli+i~ativa 1)ode ser oti t i ~ l amil1tiplicando o i~iiniei-ncioi. 4 o qiie pode ser feito dr = s'":jli = L10 modos. 3 liomens. s r clisponios c3e 10 fi. ( c 2 ) . s8o id6iihic.12: SoluqGo: Qiiailtas saladas contenc1oex. r ~ : ~ ) En? siirna. não situados ria niesma reta. { a 2 . A resposta 6 Exemplo 2. no.icla caorniiiil. st.i. { a l .is dc 3 pontos em R'. A resposta 6 esc.mos iiiirria comliiiiaqiio. resposla parccc sri. < . No caso gei.omamos um vértice c n ~ R e dois em R' oii tcimamos rim vkrticc em I$' e dois em R .%o lima vez para cada ordem de esrrever sriis elemc~i~tos.. por ~xf>rnl>lo i .6 pessoas.das 10 frutas. C'orii efeito. I L : ~ } .i~tas difersntcls? 1'. Corno em cada combinaqão os elernen tos podem s t escritos ~ r r iP:3 = 3! = 6: ordens. 2 mulheres 3 rnulhert!~ 2 homens. Logo.14: De cluantos modos ~~odernos inrliiindo pelo menos duas mulheres.al temos Soluça"~: Para formar iim triângiila ou t.13: hlai-ram-sc! 5 pontos sol:)i-e lima i-cta R e 8 pontos sohi-e iiriia reta R' paralela a H. C: r o do 2 O tipo 6 X C:. Desse total devcrnos retirar as C'. Entretanto. d~ 4 rnodos e a do 3".. Assini. sc rliss~rrioscliir h á 5 modos de t~scoll-ier 1" eleo mcnto da vorilhiriaqiio i porque es tamos considcraiido as escolhas : n 1 P 112 como dif(3rentes e portanto ~ s t a r n o s (. a g ) . O número do modos de cscolher 3 <ias 13 pontos 6 C?:<.C. 1 .I c1esscs 13 poiitos'? Poderíamos tamhkm contar toda as est:olhas de 6 pessoas C abater as escollias sem rniillicrcs (C!) e com agerias u m a mulher (4 . c l r .: escolhas de 3 pontos crn K r as 6 escolhas 8 possive.oiitando q. i do 2O. 5 .orili-ldas como se fossem diferentes.. Exemplo 2. a i. A rcsposta 6 Poderíamos tambíim pensar assim: Para formar iim triângulo devemos escoll-ier três pontos.32 Combinações e Permutações Cap. salada basta escoll-i~r. resposta 60 cstamos n .2 Cap.n 1.).lassc p clr: é represeritado por C:. <i3) rorrio dif~i-cliitrd r {(i2. n2.osta: a PS<-olha 1" clcmento da comclo l'iiiiaqão potle sei.p)!.4i1aliscmos rsta i-t3sl.ti-a formar uma. A r-espost a é (~7~) .

. seleqiio foi contada 3 vczes. Poi.34 Combinações e P e r m u t a ç õ e s Cap. ~ior3 lionieiis! MiiZ/12M:~I-11H~fI.{ a ..2.2 Combinações e Permutações 35 IJm erro muito comiim é o seguinte: Como o grupo dc 6 pcssoas devc conter pelo rrienos diias miilheres: primeiramerite escolhem-se duas miilheres (C:).aedro regiilar? d) um ciilrio? e) um prisma hexagonal rcgiilai'! Exeniplo 2. C x i. 8. A resposta parece.oi. obtem-se a rcspost a (errada) C': .tlac:antes. .onvcxos com vkrtices em a 4 desses 1. g .Ii e Mg foram as mulheres escoll-iidas iizirialmexite. . 4 mcios de.c as 9 qiie solirai-am (C:). O 11) Qiial seria a resposta se um dos homens não acxitasse partic. iima se1cg:ão c. Dc quantos modos 6 possível escalar a.. estritamerite crescentes? E interessante comparar esta soliiqão com a do exemplo 2.& = { I . Quailtos são os níimcros naturais de 7 dígitos nos cluais o dígito 4 figura exatamcnte 3 vezes c: o dígido 8 exalamente 2 vezes? Exercicios 1. 7 nieios de campo e 4 . d ) e foi coiltacla como se fosse dife! g renle. sobram 4 pessoas e só há 1 modo de formar o segundo grupo. Uma comissão formada por 3 homciis e 3 miilheres deve ser eseoll-iida em um gr-iipo dc 8 homens c 5 mu1hei. f . n z : .m ) e -t 1.ipar da cori~issão nela estivesse determinada miilher? se 2. d } ( c . b.e~.) nos quais: . Qiiantos qiiadr. . Quantos são os participailtes'? 7. 6 Ern um torneio iio cliial cada participante enfrenta todos os demais iinio.. r . ex~rriylo.i. Essa T Jma quando h. G zagiieiros. 4 xagtieiros. t ~ ) com . J & urna selesão com as 4 miilhei-es. . por exemplo. Assim. se cada um deve convidar 6 pcssoas? 9. l i ) {(L. c . . exemplo.ontada 6 vezes e obtem-se lima resposta errada muito maior qiie .e~e Considere. h) i idêntica a {c. . Quailtas são as fiinqõcs J : I. h . sei.2 Cap. a) Quan tas c.~.. o c:taedro i-egiilar? L) um icosaedro regiilar'? c) um dodec. n. Escohido o IY griipo. conta: mos cada divisão duas vezes. Quailtos são os p-siibcon.11.iláteros c.15: De cliiantos rriodos podemos dividir H pessoas em 2 grupos de 4 pessoas cada? Soluqão: O primeiro grupo pode ser escolhido (le modos.ju~itos (isto é.. .omissães ~ > o d e m forrria(ilts? ser 10. I. Sejam I . Para a sclcqão brasileira foram (:onvocados dois goleiros.om 3 mu1hri. lados? 4. 2.Tm homem tcm 5 amigas c 7 amigos.. A resposta i ! Tem-sc 5 lioiitos sol~rc: uma reta R. . O 1. siibconjiintos corn p elcmcntos) de ( n i . e H poi~tos sobre uma reta R' ~iaralela I<. De qiiantos modos eles podem convidar 6 amigas e ti amigos. são jogadas 780 partidas. campo c 2 atacantes? 3. = {1..6 x 126 = 756. única vez. .-t resposta c. A explicação do erro í! simples.3 pontos existem? 5. Sua esposa tem 7 amigas e 5 amigos. ni 5 n.cta. Quaiitos são os ~iúmcrosnaturais de 7 dígitos nos íluais o dígito 4 figiira exatameiite 3 vezes e o dígito 8 cxatarrienle 2 vezes? 11. M 1M2M3 M4H1H 2 foi c. seleção com 1 goleiro. C depois escolhcm-sc: 4 pessoas quaisqiier ei1ti. Quaiitas diagonais liossiii iim polígoiio de Quailtas cliagonais l~rissiii: a) iirri ?i. Eiitretanto.C$ . f . oiitra qiiando 1 I 1 c hd:3 foram as rniilheres escolhidas inicialmente C et(:.

a2 iigiira.ticc?.10.li. C:oilsidci-e r i ( ? ? . latlos tr? siiporiha cliie não h& diias de siias rliagonais cliie sejam ~iaialclas nem três cliie concorram eni iim mesrnti ponto qiie não se-\o. valete. O conjiinlo A possiii p elerrieiltos r o conjunto B possiii n sobrejetoi*as elemei~tos. Qiiai~tossãoosaiiagramasda~ialaviaC!AK.. espadas). oti tros gi-iipos difei.ão são interiores ao poligodr c) Qiiaiitos sko cxterior~s? De 20.a: h) n l i ~ ã o figura. Chnsidere iini coiljiiiito C de '20 ~ioiltosdo cspaqo qiic tem um siilriconjiinto C1 formado por 8 pontos colilanarcs. a ) Qiiantas siio as retas cliie c:olitGm dois desses pontos? 13) Qiial i: o iiíin~ero rriixirno cle ~ i o i ~ t o s interseqão dessas rle rctas'! 15. c ) nl e a! íigiiram.4TIJBA? Qiiantos começam por vogal? plailo. ? i pontos tais rliic entre as ic?tas por elcs determinadas não 11A duas r d a s pasalclas.9.as três crn ti. vki.ts do mesmo ilaipe.4C~liAr~. cliiaritos niodos fi casais podem se sentar ilessas 1iolt1. C:onsitlere iirn ~ioligoilocoi~vt-. vez qiie 4 poiitos (1s C são rolilanarc~s. Lima fila de cadeiras iio cinenia tem 20 ~ioltt-onas. rei e A de iirn s mcsmo iiaipc)? 12.2 Com b i n a ~ õ e s Permutações 37 e .a. ti.(7:8. oiitros. De um baralho d e ~icirlriei. n i o sendo clas de 5 gr-ii1~)s c:oriset:iilivos)'? i) um "straight flush" (5 cartas de griipos conscciitivos.36 Combinacões e Permutações Cap. dama.. ~ i t ã o e eles são ~ ~ o i l t o s ( { e C1. não sendo todas do mcsnio naipe)'? 17. : d) pelo merios iim dos cleme~itos L I . 12 e iim clc 8? LrGs griipos de G e um dc 2? 16. (1 ~ h) iirn "ffiish" (5 c:ai. entre os cliiais riso eni há 3 poiltos coliileares. > 2) ~ioritos iirri plailo. De cluantos modos 6 ~iossíveldividir 20 pcssoas: a) e n I)) em c) em d) em ~ dois gi-iipos de 10? cliiakro griipos dc 5 ? iirri gi-iipo dc. rei c ás. Siio dados. a) nl fig1ir. Iiaiis. todas do mesmo ilaipe)'? j) um "royal str-aight flusl-i" (10: valete: ({arria.Determine o iiíimcio dc! fiiilçõcs f : A para: - 13. [ c) cxatamcnte iim (10s ~lernt~iltos1 : C L íigli1. sacam-se simiiltaiieamentc 5 cartas. Qiiantos são.ei~tes) ? c) dois pares (diias cartas em iirn grupo. ilo máximo. CJiiantos são os plaiios cliic coiltem pelo merios trks pontos de G ? 14. duas em outro grupo e lima erri iini terceiro d ) lima ti-ii~ca t r k cartas e n ~ grupo e as oiitr-as duas em ( iirn dois oiitros griipos diferentes)? e) um "forir" (cliiatro cartas eni um grupo e uma em outro gru]>o)? C) um "f~illIiaild" (ti. 19.& cartas cm um griilio e duas em oiitro gr-u]>o) ? g) uma seqiienria (5 cartas de griipos conseciitivos.xo dri a) Qiiailtos são os pontos dc iillcrseqão drssas diagonais? li) Qiiai~tos desses ~iontos iiitcrscq. a) Qiiai~tas são as extraqfies possíveis? Qiiai~tas são as extrn~ões lias qiiais se forma: l i ) um par (diias cartas cm um mesmo griipo c as oiitr.oi-iascle modo que iiei-ifiiirn marido se sente separado tie siia rriiilliei-'! ?+ 110 . cada iirn desses griilios aliarecendo erri I naipes: copas. Sabe-se que toda. os pontos Cr i ~ ~ t e r s ~ q i ~ oS S retas que são distiiltos dos l C i ~ S ]x)ritosdados? 110 18.

a direita oii para ljaixo? h! M A M T h Í A T E M A 'I' E M A 'I' Ir.uI>a o :jU liigai-? 24. de qiiaiitos modos i possível formar a ! palavra " M A T E M Á T T C : ~ ~partindo de iim M e indo sempre para . cliiaiitas chaves cada cientista deve do ter? Depois de ter dado um ciirso. Ernpi-egaildo dcz consoantes c cinco vogais. os planos s#o giiai-dados erri tim cofre protegido por mitilos cadeados de modo que só 6 possível a1)i.os c:oi~vitessc elc não deseja cliic rim mesmo pai. 11) Idem. :r professores se distribuem em 8 bancas examii~adorasde. 29.simétricas. Qiiaritas sGo as eombir-iaçõesrias cliiais o elemenlo (18 oc. 27. a ) Determine o ~iúmero relaq-ões qiie podem ser construídas de eni A . n i 2 . de aliiiios cornpareqa a rnais de rim jantar? 23. . O conjunto A possiii ?i. lado a lado. as (luais são esc. de modo que os homens eriti-e si e as miilhcrcs entre si fiquem em ordcm cresccntc clc alturas? 22. cluanlos são os rnodos possíveis dos carros ociiparem as 11 vagas? 1)) Na sit i i a ~ ã o itern a ) . modo rliie cada ~irofessorparticipa de exatameiite diias bancas e cada diias bancas tem exatarriente um pro~ C S S O I 'e hd M T M M A A T T G E M M A A T I T I C I C A h 4 A ' I ' E M A T n~ c-ornrim. Por riuestGes de segurança. Em uma escola. elementos. ! mulheres. b) $e não são pcrmit idas repct. relaqões reflexivas: simdtricas c ailti. c) Idem. De rliiai-itos modos 15 jogadores podem ser divididos em 3 times de basqiiet. pode fazci. t ~ . e ) Idem. 31.diirantc 7 dias consecutivos. h!l A E M A T 25..em fila h homeils e m. calcule o numero de palavras de seis lelras qiie se podem formar sem uasr consoar-ites nerri vogais adj accnt cs: a) Se são permitidas rcpetiq-ões. deiiomiiiados esperança. . g) Idem.i-itas com os clcmcntos em ordem crescente dr: iildices.ada. Formam-sc! as comliinaqões simples de classe 5 dos clementos n l . Qiiantos são os jogos de um r. De qiiantos rriodos elv.í-10s t. iim ~-irofessor resolve sc despedir de seus 7 aliiilos of(<recendo.2 Combinações e Permutações 39 21. 7 jantares para 3 aluilos c. relaqões reflexivas c ant i-simírtricas.cbo1 de 5 jogadores cada. relações simétricas. De qiiantos modos i ~iossívelcolocar. De r~iiantosmodos se pode iluminar uma sala que possui m lâmpadas? 32.ões. f ) Idem.ojá estacionado. . rclaqões anti-simeti-icas. rl) Idem. i-elaqões reflexivas sirnkt ricas. relações sim4tricas c: ailti-simciitricas.iç. Se o 1" carro pode escohei qiialrliier vaga e cada iim dos outros carros ao eslacionar deve jiistapor-se a i i n ~ cnari. ( l No cliiaciro abaixo. . n 2 . confianqa e vito'ria? 28. carros estãoemfila~iaraentrai-emiirriestaeionamento que possiii 11 vagas. Novc cicntist as traball-iam niirn projcto sigiloso. no cyiial todos se enfrentam lima íinica vez? 30. Siilionhaclue ri.ampeonato dispiitado por 20 clulies.2 Cap. a) Qual 6 u níimei-o millimo ~iossivel cadeados? de 26.odos se liouver pelo menos 5 cientistas presentes. todos de alturas diferentes.38 Combinações e Permutações Cap. b) Idem! relações rcflcxivas.

isdisposiyc'irs pcictc~n~ (.niiitaqõ(+s rirrrrliticis dc: ? i oljjt-!l. caso dct no 11 = :I tt?mos $ $ .or.":32 ..c. 2.o.H i-epi-c~st~nt. . = .os c-lisliiltos.1 ol).& i divisível ! pai. 6 em geral.asas dos vkrtices da mesma roi-. C:. 2.õcjs c. b) eni cliiantos times cada pai. em todo tahiilciro 7 x 4 cujas casas são todas pretas oii Ijr-ancas. Prove qiie iim prodiito de p inteiros conseciitivos é sempre divisível por y ! .ai :3 o1)jrt.. natural.. 39. sempre existt? iin-i i. PI. 5 13(3]~. cliTt~i.qjas casas são todas pretas oii lirancas. niin-it?ro cie pel. Prove.itda (PC).oloc.2 cap. Mostre rliie.o pol. Qiiantos são os*?stadospossíveis no fim d a festa? 80rntaiilo as ti-& ~ii. (Ir morlo cliie r l s (X. iisaildo iim argiimcnto comliinatiirio.es não t6m riecessariamente coit?s diferentes).de atletas fica jiirito.o qiiv ~ ) ( ~ I ~ I ~ I ~ i r~ ~ ~)(l .. A resposta desse pi-ol~leriia se1. . A partir de um c.oii~c-iílir t. 40.o o mesmo oc.imcir. E f k i l ver qiie ( P C ) . rom i ~ si * i ~ i11t i m a s .6 '? 1):il. Todos os atletas participam de iim rriesnlo nuniero de tirnes t? cada par de atletas fica junto 110 mesmo time iim mesmo nilimero de vexes. iirn r.miit ac. iisando iim ai-giimenlo combiiiatório. c.40 Combinações e Permutações Cap.2 Combinaç6es e Perm utacões 41 a) Calciilc x.~~.abiileii*o casas adjaceiit.OVC qlK? L .4 Permutações Circulares Dci rjuailtos modos po~I(~111os colo(:a~.ros abaixo são iriteiros para qiialr~iiei. e r:onsitfer-sn-ios s ecluivnlentcs disliosiqficls qiir 1-jossan~ c.ntrcl si pai. 35. (Ol>servaqGo:no t.íi<+iilci. 7'! 33. De tei'rnirie: a ) de c~iiantos timcs cada atleta participa.6 37. No inicio dc lima festa há G rapazes dcsacorn~iai~hados 10 e mosas desacomliailhadas. S(->I ? 2 1. qiic i-ota~%..t~illr r. 38. n Fig.oiijiiilto dc o atlctas formam-se t times de k atietas cada.. Pai. 34. ~ o s s I i : l irii~)ori:ir~~ liigiir(-~s ~s os rllit* os objctos ochii]inn?iI<i passo (111(~ nas I )oi.. 36.itlir por rotaqão'! Mostrc: qiie existe iini tabuleiro G x 4.s clistiiltos eni i 3 lugares. qiie os númc. Prove.3! = ( niocios cio c. r?sc~riililo.jetos (Iisti~itosem r i 7 lugares eqiiiespacadcis t i n ~torno (I(.i-c.etAi-igulocujas 4 casas extreri~as tCni a mesma c m . b) Iletermii~e cliiantos professores há em cada banca.oiiic.1 dai-cs .ir. rio qiial nerihiim rc?tarigiilo tcm as 4 c.

2 Combinações e Permutações 43 o que importa é apenas a posiqão relativa dos objetos entre si. Podertios formar ( P C ) s= 4! rodas com as eirico outras Podcmos verificar que ( P C ) ..1 modos de colocar o n-iisimo e íiltimo objcto. 2. portanto. há 1 modo de colocar. 3 há modos de colocai. cliie precede 3.. qiie precede 2. ele será o íinico ob jeto no circiilo). o qtte importa não i o lugar de cada ! criança e sim a yosiqão relativa das crianças entre si. 1 precede 2. A resposta é .a A na roda. . Logo.. Há agora 5 modos de colocar a crianq. olhando os círculos em sentido antihorário. . = (71 . Logo.42 Combinações e Permutações Cap. Nas trGs últimas figuras.16: com ?L Quantas rodas de ciranda ~iodeni formadas ser Fig. qiic ])i-cccde 1. qire psececle 1. a ~iosiqão relativa dos olijetos 6 a mesma. cada pcrmutaqão circular é gerada por ?idjsposiqões. 1 preccde 3. A resposta é: Há agora 4 modos de <:olocar a cx-iança B na roda scm colocá-la junto de A .o 4Q objeto (imediatamei~te ap0s o 1' oii imcdiatamente após o 2' ou iniediatamcnte ap8s o 3') . a posiqão relativa dos objetos é o. há n .8 crianqas'? Solução: Como a roda gira. b) Corno o cpie impor-ta é a posiqão relativa dos objetos. Considerando a cqiiivalêincia. ter-íamos ?L! disposiqões.7 Exem plo 2 1 : De rliiantos modos podemos formar urna roda de ciranda com 7 cr-iaiiqas.I)! dc dois modos: a) Se não consid(~rássemas eq~iivalentesdis~iosiqõesque possam coincidir por rotação. de modo que duas determinadas dessas crianças não fiquem j i intas ? Solução: crianqas. portanto. Exeniplo 2.o 1 olijeto no circulo (onde quer giie o colot-luemos.2 Cap. há 1 modo de colocar o 2" olijeto (ele ser& o o1. mesma.ijeto imediatamente a~iíis o 1iá 2 modos de ~:olocar 3Q objeto (imeO diatamente ap8s o 1" oii imediatamente após o P). Nas três primeiras figuras.

I J m a prilsrira drve sei. Dc qiiaillos rilodos ? i casais podrni formar lima roda cle ciranda de modo c l i i ~ cada liornrrn permaileqil ao lado de siia miill-iei. 2R e 2T c n ~ liigarcs.o1)o(i(~~ i i t r a rna -a 1iii1srii. Logo. i~íirnerode aiiagramas de TÁRTARA. Depois i disso ternos C: rilodos rlc ciçcrilhc~i. oht.it . fiiialmentc. 2 de iguais a Ii e 2 iguais a i'. Analoganieilte contanzos cada anagrama 2! vezes Iior sereni igiiais 0 s R e 2! vezes por serrrn igiiais os T. lle qiiantos nio(kis 5 nie~iiiios 5 meiiiiias podem formar lima c xoda de c:ii. 3.riaiiqas pri.a >a RTA ~ . Quantos ?i-Ggotlos (iGo nec. 7. do cliie o cliic obtería. .li~ (Ir modo qiir as rniillicrcs I)ci.cis liigai-es oi-ide seião ccilocados os A i C.a i ~ ã o trni fcrl-io r o liraqo só ~ i o d c ciltrar na 1iiilsc. ' l ' A R l T A R . iim iiiiicn modo dc: csr:olhei. iirria ~ s m ~ r a l d a .cssaiian-iente coilvexos) cxis tem c.mitnryaril jiiiitas? da 8.nianrqam juntas? 1 2.2 Combinações e Permutações 45 Exercícios 1. .eprt?seri- 4. oii izíimcro de ~ j e r m u t a ~ õ c s 7 letras das cliiais 3 sao igiiais a A . (.2.44 Combinações e Permutações Cap.aiitia dtl rnoilo rliic pessoawle rncsrno sexo tiao ficliieni jiintils? 2.emos u m iiúmei-o de ailagramas meno]. &.ii..2 Cap.to lado (i(.a tios clois st~rit idos. D r cliiaiitos ~izodost i casais podem formar lima roda de ciranda clc riiodo rliie c'acla homem Iiprmaneqo. Qiiaiitos (iacios tlifei-eiitcs cxistrm sc a sonia das fwcs opostas devc S P ~ 7') Iri) Sc as letras fossem difert~rites. ~ r n ~ c l i o iim relógio ri~gastarlo110 kcho. f t1 li) clup a pii1st~ii.e qiic pessoas dc mesnio sexo i ~ ã o iiqiicm juiilas'? 5. iima Agiia-mariilha.ama 3! vezes. R os OS e. -------.ntem frcho. rravejado. I l t ~cliiai~l~os modos isso ~iocltlw r ftlilo siil)ondo: a) cluc\ a 1~ilseii. roch dr+ir. DP c1iiai-itos riiodos 5 mulhcres li h o n i c ~ ~ c i d ~ m ps for-mar iima p:"'"= cC"-c?35 x i 4 1= íj x 1 = 210.-tilagi. iima tiirriialina c lima amctista. 4 " ? i-esh i pusta n & o 6 P7 = 7! = 5010. ~ i o i c!xemlilo. os liigares para os T. Para deterrnii~ai. Pelo fato d~ b ' r ~ ' ht c ~ letras repetidas.olitcriamos P7 = 7!magramas. 7 O r1íimc:i. a ~ fosst3ni clistiiltos.2 C~F! ailagranlas dc: "TA 1U'A l t A " seiií i. C!omo os A são igiiais.o dc modos de cscolhei.os ailagranias ~iossiii pa1avi.mos s e as 1 ~ t i .T'+ ~ . Logo. o podcmos pensar de dois niodos: a) Para foi-mar iim ailagi-ania cie "TÁ H ~ ' A RA" t cimos qiic? ar-iiimar 3 A . contamos ( d a .. 2 A c TA R2T A lZ i A seiiam ailagramas difriic2iltes. r ) qiip it pii1srii. D r cliiaiitos ~ i ~ o d o is rriailqas podrm formar lima soda dc ? cii-aida d e niocio cluc drias dessas criancas permaiieqarn jiiritas? E (IP nwdo ~ 1 1 p (~p < 1 1 ) dessas c. iim lopázio.(i111 iim riilji.siia miilhci-'? O ilíimero tado por Pi :3. Siio dados ir ~>oilt»s círc-iilo.a rmi uni st>iiticlo: (1) cliicl a ~ ~ i l s r i i iião leni ft~c'hoc o l~i.5 Permutações de Elementos nem Todos Dis- tintos Qiiai~l.om vbi-tices i i ~ s s ~ iso i ~ t o s ? 6.liigai-es 1iai-a c-oIo~:a~.ii(.

( ... pode mover-se para o ponto (x l . a!(?]. 1 letra I e 1 letra E. a resposta é Exemplo 2. h ) .1. e. - A!(n . . .. . + 1 ) . onde n > + + + O .p ..9 represelita o mapa de uma cidade.k rt! - 11 ! ! A ! ! n!B!.1...6.0). k)! - Exercícios 1.a)! - a . para + 0+ + k + A = n.. o níimeco de permutações de Ir ohjetos dos qiiais ct são igiiais a a.X = n ) é + + Exemplo 2.0. z ) oii para o ponto ( x .1... chegar ao ponto ( n .. Assim.b. podcm ser formados usando apenas os algarismos 1. temos. nu IJ). z ) o i i para o ponto (2. Po 3 11.3.. 1). . c ) ..-.fl - p)! X qi-a-o = -. y 1 . . (n. g ../3 .fl. .A!' resposta a qual chegaríamos diret amente pelo segundo raciocínio. Y ) 011 para o ponto (x. X igiiais a l ( n .1.8.l em A e Pg'' começados em I . l ~ > O c ! C > O ? 5 . estando no ponto ( x . na qual há 7 avenidas na dirnção norte-si11 c! G avenidas na direqão leste-oeste. . 2 letras T .. começados Uma paticiila. .9 a) Qiiantos si20 os ti-ajctos de coniprimeiito mínimo ligando o ponto A ao ponto B ? b) Quantos desses trajetos passam por C ? 2. Qiiantos são os caminhos cliie a partícula pode tomar par.h TI. A figiir-a 2. partindo do ponto (0. 2 letras M .2 ct. Cap. Quantos níimei-os de 7 dígitos. .1.6.. z y.. ! - C. partindo do ponto (0.m)! / j ! ( ? l .stai~cia ponto ( 2 . * C. Quantos são os 9 caminhos cliie a partícula pode toniar para.46 Com binaçóes e Permutaç6es Cap.1 + + + E fácil ver que. maiores que G 000 000. .0). 1 letra C. pode mover-se para .8? 3 Uma partícula.19: Qiiantos sito os anagramas dc "URIJGTJAI" que começam por vogal? Solu(:ão: Temos P6 2'111"'1 comeqâdos em [ i . .18: MATICA" '? Qiiantos são os anagramas do.6.[I! .:. no caso geral. chegar ao ponto ( a . palavra "MATE- Solução: Como temos 3 letras A .n .2e 31 . y .i3 . A)! Fig. 2. A resposta c? 3.. z ) . onde n > O e h > O? 4.. 0 iguais a h .I. .. o ponto (x + 1. Quantos i~íimeras 5 algarismos podem ser formados usando de apenas os algarismos 1.2 Combinações e Permutações 47 p.I.

c?n-i Pai-n cfcliiar <.o) cliir? I. Volten-ios c:ornpi*i dos 4 soi-ir('t-(~s loja cliir os oF(ii-r>r..os.eiros não ~icgativos.lrT. C'.' Pnl ~ j ~ i i l i modos~ ~ t . rcpicsciitaq.50 iio cscliierna..s cornplctrrs tle chlassc4 ri(. 7 oIijet. i *7 ol>j(->tos de ~ c? distjiltos. 6 (i iiiin1~i. . ~irolilrma rc~pi*csriitada C R$. . cliias iilcógilitas). . seria o isto r-iií~i~cro modos de cnonilii.2 Ca p. .mos.Ógiiitas 6 4 . ra. valriidn clsc-o1hc. cla ii~cógnit cada traqo é usado a.I.c1 7 sal~ores. dist iiltos cli-tdos.valoics 1iar-a os vai-ikveis .. 4 o iií~nzei-o 1 1 Ora.xor-vcitks d i f v ~ . 4 holas (pois t3ni c..6 Combinações Completas 6 liossivt~l h o n ~ l ~ 4 asorvt~trs n itma loja rluP c .4 nfi . ní~rnrl+o 6 por de romb77irxcòr.itlos. para seliarai..I: 1 : .4 ol). oridr . I< chlai-oc ~ i i c a 1 . . ~ Chrnlirar 4 sorvetes cni lima loja C ~ U POS O~PI-PC'P vrn 7 sabores é tomar iima soliiq") p n ~ iiltciros 1150 nc~gativoscla cqiiaqiio Dv A i-r~sli<~sla o t: C'.t~c.ainli6ni iiilt!i-l>i. 6.rs. 2.I:I clr% i-iiodos dr rsrolliei.os distintos tliltrr Podc.vcLtls (10 7" siiljoi.. poitxiltci.r cl(vem sei.orillii-il rlcvrimos riscol11c:i.c!t. : 6 o iliimciro clc moclos d~ csccilh~i.r~s d l f r w n l ~ s c1iti. ti o1ijet. .I 1. d lom. b) C Iig 6 o i~úmc?i. s:ilicir.omplctas de classc 3 tios olijelus ( 1 . c ~ icni rlima loja dr 4 ~~ s (1uo os of(1rer.o soluqõcs da ecliiilqEri :c 1 i.10 l * l Pai-. . hbb rrr ddd ntch nnr riori i hbr hhd crri crL rrd d d t ~ c~br d d L nbd ddr nrd hrd Porlrrnos t.1~1.. ~ L i n l o s0 1 n i o . = 35. i~iteii-os.trlos 3 a 3 são crrrri O cluaclrti da ligiti-u 2. tima vez. . 2 Combinaqões e P e r m u t a ç õ e s 49 2.. isto 6. liola.ietos ~ i ~ t .1 Flg. vamos rialriilar C R $ . ~ .i-o Inclsnlo o l ~ j c t o mais rlc.48 Combinaqões e Permutações Cap.i: i150 iz<?gativns (isto 6 . olijeloh ( h s b a ~ t o s nRo pnti-e ? r ribjetos ou + . .o iilorlos ( 1 c\srolhri..10 rnostra algiirnas soliiqões d a ecluitqi-lci bem como siia. r . r ~ + Vanios agora rcsolvci.o prolilenia da chorriy dos soivctes .e2 + a::I +:e4 + + xfi t :r:? 25 = 4- Assini. ciilrr..as. qiic vanlos c.c2./.t .ompi-ar de sorvrtes do 2 ?sa1)nr .i: i k c1 cluailtidade quc vamos comprar' de sor\7etcs (-10 1" s. P C R . Dr moclo gt.r: os 7 salioi-t>sof~i. (I scria o nlodo cir rscoil~ci.= p dc: n: 2 eni iiit. lima i-rliicbseiitaqão rl~v<~riicis ai-i.i: + .-lrla soliiqão o total dc iinidac-lcs ilas iric. 0. i : ~ a rliiai~tidad(i i .c cm 7 saboi. por (lx~rnplo.R: dc dois modos: C a) C R $ 6 o iiílrnei-o cie modos de selc4cionar p o1 rt. : i : . .o~ distiiltos dados.travo (cada bola represei~ta iinza iinidade iio valoi.o d c soluqõ~scrri iiltriros i150 negativos da ecliiaqao . intc~rlii-dai.obC' p ti ol~jrtos distii~tos datlos. 7 snl~or<~s'. CR: 6 o 1iíirnei. niaioi-(2s o i i igllitis a xv1. r r ~ os *of~i-c~c. x .-il-ior.i forrnai. -4 ihc'slicisli[lcss~ . d i . . jot. : I : T j: a ( l i ~ a i ~ t i ~ l ~ P ~ Ic I O Scon-il>rarde ! C~U ~ l I V soi.iimai-em fila.c. (I(> o11tr-o ri-ioclo. coniI~ii-iaqGris as c.."li..-i~. . l'ortanto C R 4 .

omx>2. c '> O e .a "PIRAC:Isão GABA" qiie não possiiem duas letras A juntas? Soluqxio: O níimei-o de modos de ai-i-iimar as letras diferentes de A é P.(z folgas.5 c i i i e 6 ~ ~ : = ~ 2 = 5 6 .iáv(?is seildo maiores oii iguais a zero. .ões inteiras da eclua~ão z+I.-. C R g = c.o que existe lima correspondência liiunívoca entre as soluqões inteiras não-iicgativas c l ~ .c-tg+z+f.. o i~írmero de soliiqões inteiras não-negativas da ineqiiaqão z -I 3 z 5 5 6 igiial ao iiiimcro dr soliiqõcs inteiras não-negativaçc1e. Portanto. . Mas. algumas solirqões c as t.i: + y + z 5 5 ? Solupio: As soltiqões inteiras não-negativas tle x dividem-se em vários grupos: soluqões onde x + y .exrniplo..espci. Para fazeium problema recair no oiitro..ulai.z~2? Exemplo 2. lima dessas arriirnayões B Outra soluçcio: Em cada soliiqão inteira niio-negativa de . Foi. Logo. C R $ = C$ = 210. o iiíimei-o de modos de fazer isso é = 4) defina-se a folga da soliiyão por f = 5 . = 120.i. y. A resposta 6 A equaqão + + + - +3 +z < 5 + z = 5. onde z I z . Exemplo 2. No caso geral. 14 = 14 c. z > 2 e inteiros transformam-sc! cm n .z..50 Combinações e Permutações Cap.z 5 5 e as soliiqões iilteiibas nãon: negativas de x + + -1 z i -f = 3. + y -ta ) . A resposta 6 + y + z = 20 traiisfor-ma-st*em a + b + c = 14 e as z. CRrl.+ x T L= p teríamos p bolas e ? i . para calc. Excniplo 2. O.c.tssãoassolii~õesinteirasenãonegativas de :e -ty + z = 5? Logo.1 y -1.21: De qiiailtos modos podemos comprar 3 refiigcrantes cm lima loja onde 1 á 5 tipos de refrigerantes? 1 Soluçüo: C R = C.+ x 7 clue - e G traqos (para separar 7 incógnitas. O + Exemplo 2..23: Quantas são as soluç..rriostro.20: Qiiant.~'>2.. onde i'estriqões inteiros. pomos Exemplo 2 2 2 : Qiiailtas são as soluqões inteiras e iião-negativas da inequaqão ..aqos). ~ O O problema que sabemos resolver 6 contar as soliições inteiras com as vai. = 35. 1 0 1 O 1 1 1 1 x+y+z 5 1 0 3 3 1 E c1ai.tivas x 3 2 2. h .r: + ?I z = 4.2 Cap.1 traqos.'~''''''.2 Combinações e Permutações 51 i& z l + x 2 4-.24: Qiiai~tos os anagramas da 1)alavi. usamos 6 ti. isto 4. z Logo.+~=20c. f O 2 2 4 O quadro a segiiii.para determinar o iliimei-o de soliiqões intciiras c não negativas de x 1 +x2 -i-.

ilgo desc. Agora. Dcvemos escolher xl. Quantas são as soliições iiiteiras não-ricgativas de 2. nessas casas. R . ~ + + + Escolhidas cliianl as letras irão para cada espaço.rnos cle iim poiincimio hornog9neo do grau p coni H variáveis'! ! do 9. . x ~ . Faqamos Qiiant as sno as soluq.as liositivas de z -1 y + z = 10? 4.2 Cap.2 Combinações e Permutações 53 Agora temos cliie colocar as letras A 110s 8 cspaqos assinalados. Qual i o níimero mziximo de tc?i. D e q i i a n t o s m o d o s ~ ~ o d e m o s c o l o c a r e m i i l a 7 l e t r a s A ..o-iiegativas de Colocamos as leti-as A (1 modo) 3.resccntes'? L } . C .eii. } : Qiiantas são as + + + 7. -t e I = {1 I. devemos decidir cluantas letras colocaremos em cada um dos 4 espaqos.4 (z.. Quailtas (de caixas difer~nt~cs podem sei. 0-níirnero de modos de cscolher os espaqos rliic ocupasemos 6 ( 8 . C o cliie pode ser feito titi P7 2. Podci-íamos também pensar assim: Quaiitas são as soliicões inteiras 1iã.211. E . Qiiai~tas são as soliiqões intciras não-i~cgativas dc . que haja duas letras A juntas). Como em nenhum espaqo podcm cntrai. =nQ de letras 2 quc colocaremos no i-bsimo es~iaqo) inteiros iião-negativos tais qiie x1 22 x:j 2 4 = 7.aimos no l-iroblema de achar o número de soluq-ões inteiras nãonegativas de x i 712 y3 xq = 5. I = 1 fiinqões f : I. I . ciija resposta í: C R = C:. A resposta 6 12.i&veis'? e c.formadas? 11.52 Combinações e Permutações Cap. 73 A resposta i ! Exercicios 1.''1 modos.. duas leti-as A .. A fálirica X ])i-cidiiz 8 tipos de bomlrions qiie são veilditlos em caixas de 30 Irioml~o~is um mesmo tipo o11 sortidos). Qual 6 o iiíimero máximo de tel.. com sz 2 1 e x g 2 1 (para impedir. por exemplo. Qiiaiztas são as soliiqões int.ões intci1.a~ positivas de :C -1 p + z < 10? Qiiaiitas são as peqas de um domiiló comiiml 6.mos de iim l>olint">rnio grau p com 11. ocuparemos 3 espaços (uma letra A em cada) e deixaiemos 5 espaços vazios. 5. I . .. De cliiailtos modos podem ser pintadas (iokjetos igiiais usando 3 cores diferentes? t$mos agora cliie colocar as leti-as P.. Quaiitos i~íimercisinteiros entre 1 e 100 000 tem soma dos algarismos igiial a c'? 13. va~. c z . 10. 6leti-as B e 5 lctras C de moclo cliie riso liaja diias letras 13 juntas? 8 .

Os níimer-os inteiros corilpiheendidoseiltrc: 100 000 e 999 999 são divididos em classes de motlo cliie dois númcros diferentes estão n a mesma classe se C só se elcs tem os mesmos algarismos. se re~ieliçõessão perde mitidas. nas rluais de nao há 3 letras A acijaceiltes. Assim. 20.CR*. . 19. Também são usados os nomes arranjos c o n ~ reposiqão oii arranjos com repetição).2 Combinações e Permutações 5 5 nas cliiais exatamente 3 incógnitas são iiulas? Em quantas pelo merios três são i~iilas? d) Quantas são as fiinqões f : A + B não-decrescentes? e ) Sugira uma definiqão foi-mal para Cg.B esli+itarneiilecrescentes? . das ciiiajs devem ser escolhidas p a) O riílrnero A:. Q i i a n ~ a s ~>crmutações 7 letras A e 7 letras B . Determine: ?L bolas. 14. seleções que só diferem pela ordem são consideradas iguais). se repetições não siio ~icrmitidas. . não necessariamente distintos. i ~ o conjunto {I. d) O i~íimcro seleqões desordenadas. cle sclcqões ordenadas. por exemplo. #B - Sejam A e B conjrintos de níimeros naturais com # A = p e 71.olocar G ankis diferentes em 4 dedos? .se repetiq.54 Com binaçães e Permutações Cap. Quaiitas são as soliiqões inteiras não-negativas de x w = 20 nas qiiais x > Y? Seja A iim conjunto com # A = ri.ão n a mesma classe. Qiiaiitas classes são assim formadas? 15. De qiiantas maneiras 6 possível c. Ag e A R%. c) O iiíimeso AR$ de seleqões orde~iadas. De cluantos modos podemos escolher 3 iiíimcros. Quaiitos inteiros entre 1 e 100 000. iilclusivc. h) O níimevo de seleqõcs dcsordenadas (isto é. a) Quantas são as fiinqões j: A + A liijetoras? b) Siigii-a uma defi~iiqãoformal para PTL- + +z + ?j 21. . se repetições não são permitidas (essas seleqões são denominadas arranjos simples de classe p das r~ Iiolas). 552 221 e 125 252 est.2 Cap. Urna iirna contkm bolas. existema? 18. - . têm a propriedade: "cada dígito 6 menor o u igual ao seu sucessor"? 17. diferi~ido apenas na ordcm. 2 . E 16. a) Qiian~as são as fiiiqões f: A --+ B? Iri) Quantas são as fiinqões injetor-as f :A B? c) Quailtas são as fiinqões f : A . .ões são permitidas (cssas seleções são chamadas de arranjos completos de classe p das ?L bolas. 150) dc modo que a soma dos níimeros escolhidos seja divisível por 3'' E se os ilúmeros devcssem ser dislintos? 22.

Outros Métodos de C o n t a g e m 57 Outros Métodos de Contagem 3.1 #/-(A n)n ( A n c: . os elc!m~tltns rlc A f' R foi+:~mcoritados cliias vezes.1 O Princípio da Inclusão-Exclusão Na introduq-ão ao eapitiilo anterior fizemos refcriincio.i~tos A ( .t (y -t z ) .1). . {{(A u B u r )= //-A I- 11 -1 #. Para c:oi~lai.i ~clvmr!iitos (pie ]>crioi?(:<-~iii i>cii> merios um dos coi~jiii~tosc. liorlarito cic-:vrimos clest.lusão-Exclusão é uma fiirmula para contar o ~iiimcro clenientos cliie pertencem à iiiiião de vários condc jui~los iião neçessariameiltc! disi uiitos.3.o .rlcnieiltos dc A U U A os coritamos todos os ~leiiit.01-1 U taia st?giindci c:oilt agcn-i rlcsses t?lemt?i~los oktcmos r (I O Principio da Iiic./ ) A } A todos OS (1e R ( # B ) .lementos q i i e pertenq.. B. Temos # ( A u B ) =:e -t y + z .arn il. ( ti b) # ( A U 11) i o llurri(l~.~ / . B mas nao a A (ver ligura 3.{ I n r:) ) I i #(A nB n C:). . ele afirma qiie A justificativa pode ser obtida de dois modos diferentes: a) Supoilhamos cliic haja y elementos eorniins a A e 3 %que alem clisso haja z elementos cliie p e r t e n ~ a ma A e não a B e z c. dc Ao fazermos isso. a um principio elementar de contagem qiie estabelece que o i~iimeio elementos de da iinião de conjuiitos disjiintos 6 a soma rios iiíimeros de elcmentos de cada conjiiiito. itnla t?ni jf A oiiti-a (?ri1 -/I. / #A +#B -#(A n B ) = (X + g ) = .Y x + 3 + 4 = { { ( AU R ) . Na sua v e r s á ~ mais siniples.

.om os ~ilernent~os de A i7 C e B n C. sirljtraiildo os ilíirneros de dc: das jnlerseqões dois a dois. isto k .orijuntos tci-íamos Exemplo 3. devemos desc. # ( A n C )t-t # ( B n C ) .3 Outros Metodos de Contagem 59 Em srirna. modo a. obtida usando o 1. de R ( # B ) e dc C ( # C ) . Portanto.ttopode tarnti6ni sei. Devemos pois iiic.# ( ~B ) . rliie são divisíveis l>or 21). somando os das interseçõcs três a três.ontar lima vcz # ( A n B ) . o iiíimero de elementos da iiiliko 6 otiiido sorriando os níimero~ elemenlos <I<-!cada conjunto. oii A em z0 lugar. oii P e n 3" lugar ~ ou I em 4' lugar'! .{{(A n c ) . em # ( A n C) e em # ( B í l C ) ) .liií-10s na contagem c ob tcmos # ( A U B U C )= # A .58 Outros Métodos de Contagem Cap. A prova do Prii~cíl.JL 0 qiie têm C em 1" liigar. Chntados três vezes e descontados três vezes significa que eles não estão sendo contados.1: 3 ou 7? Solução: Oiitra justificativa: # ( A U B uC) i o i~íimero elemeiitos que pertencem a pelo menos ! cle um dos coiijuntos A .eiros ei-itrc 1 c 100(1 que são divisíveis por 7. tcnios Para quatro c..io (iisaiiclo o moclo b) esta ilo Ap&iidic~ IJma prova por ind~iq. 3 Conjiii~to dos iiit. Para coi~tar elemeiitos de A U B UC. Excniplo3. Mas então os elcmcntos cle A n B n C foram contados ti-& vezes (em # A : em # B e em # C ) (-! ciescontados três vezes (em # ( A fi R ) . Queremos calciilat. Mas então os elementos de A n B foram contados diias vezes (uma em # A e outra em # B ) ! o mesmo ocorre.# ( a n G ) n i { { ( An B - nc). os coiitanios os elenieiits dc A ( # A ) . siibtraindo os das iiitcrseqões quatro a quatro ctc. R e C.ndo c. ( A 8). Pelo Priiicipio da Iricliisão-I3xclusã0. C:APITI.Triri~os - .2: Quaiitos são os ailagi-amas da lialavi-a. (pois A í l B 6 o coiiiiiito dos itileiros entre 1 c 1000 que siio divisíveis por 3 e 7. .# C Quaiitos iilteiroseiltihc? e 10110 sãodivisíveis por 1 Defina-se: A = Conjiinto dos ii~teii-os cntrc 1 e 1000 cliie são divisiveis por 3.t # B -I.

JLO rliici tèm A em 2" Iiigai.JLO (lu(-:têm iirna letra fixa : 7! -. . A .o cilciririi tos de $1 qiic jic~i-tetireincz c?sataine~ile ( p 5 n ) dos rcii.C ~ P ~ T I J L O A qiic tem P em 3" lugiii.oiljiiilto ( b i s aiiagramas de C:APITIJLO cpit? têm G' cm 1" liigai. .-lii... 6 pelo rnciiios ~IIP <" a resposta. .e 1 o Teorerria: Sqjain 61 rltir c:ot~jiiiitri. ) = #(A2nA:3) A ) = ( A duas letras fixas = 6! = 720.os A 1 . - C:APITTJLO cliir: têm h) p(p Pelo P riiicipio (Ia 1iic:liisHci-fSxt:liisão.3 Outros Métodos de Contagem 61 A =. A = A +/(Ai n Az) = # ( A l n A : 3 ) = + / ( A In A . #(A2n 1 1 " c I ~ a n a g i ' a m a s d ~ ~ : ~ ~ í ~ r tem ~ 0 c ~ i i e 1~ = (obspivr que 112 C ~iai. 6 .i. Silva (1814-1878).. A. . Ali = corijiiiito dos .. A z.5040. da Escola Naval de I'orlugai. profcssoi. / / . 1 : coiliiiilto dos aiiagramas tl!..jrrii t. Pi-ovarcmos ilo Ap6ildic. A P = !:onjiinto dos anagramas dr! C:APITT.lrti. Ilanicl I\iigiist() do.n0 do aiiagranias de 1 4 l(~t. #A:< = / [ A 4 = 11" cle anagramas de C:AP~TT. ! A. siiliroi.c.JLO qiip têm 3 ~ letras fixas = 5! = 120.juiitos teorcmâ é devida ao mi~temritico portugiiês.ligt..{{(AI n n:3 n A 4 ) = # ( A 2 n A:<n A 4 ) = riu c l ariagramas dc C:APÍTT.. . . .i.ls clc! Cc\PITI JLO qiie lêni I cm 4" lugar. . ' : C Eri tão: # ( A 1 n A s n A S ) = # ( A I n A P n n 4 ) -. U A. .A A 2 .caliispnl SI. c3t?sst-! A parte c ) + c) O ~~riine~oeIilcrnc?titos do de cotljrliito A i U A2 U - .UO Outros Métodos de Contagem Cap. O ~iiirncr-(1 c?leinc+ri dc f1 qrre ~ierteiiceina de tos 5 ? L ) dos ccii!jr~iitns A I : A2.. .. de p a) O iiiíri~t. O I O P riiiciliio da Iilc-liisao-Ex t:liisiici pode scr generalizada.i-as fixas ri! = 24.: parcelas em Sz etr .( A n A 2 n A:3n A 4 ) .

3: 7 10'? E por pelo r n ~ i l o sdois'? Qiieremos calcular o ni1rnei.o de e1crnelltos tlue pertencem a exatamente dois dos conjiintos A i .tc a) d o koi-cm:~. ( 1 0 divide :c). Ii~tt?ira) que é a resposta da prinicira pergiinta. Queremos calriilai. ESSE! 11Umer0 6 R AI = {.3: Qiiaiitos s#o os inlciros. A2 = {:r E Si 1 3 ciivicle :i:). iio nomv de Tórmiila do [:i-ivo Svlvcst(?r (1814.i.A 2 .ti2 Outros Métodos de Contagem Cap. hl ] 2 divide : c ) . A:i = { : c f1 1 7 divide x). AIi. A/i Temos = {:r: E $1 (1 j = Pai-tc. 3. 6 devida ao malemático francês C:i'lmille Joidail (1858-1 922).onjiiiitos A 1. A:j.r: E = {x E Z 1 1 1 x 5 1CI00). . rio caso geral. chasoy = A par-t. i! conhccicla pclo 6 tl(widi-l ao algehrista iiigles J.1897).3 Cap. Esse níimero i ! que i! a resposta da scgunda pei-giinta.e a ) . cliic siio divisíveis por ílxt-ltamcnt~ ciois clos riiimeros 2. A2. Notc! cluc os valores de S o O e SI iião foram iililizados. corn~irccndidos cnti-e 1 c 10011 inrliisivc. Exeniplo 3.. A:3i A4.o n í i n ~ ~ i dc elerneiilos quc petencem a -o pelo menos dois dos c.3 Outros Métodos de Contagem 63 A 1)o. (I O .

- f1 == C:oiijiiiito clos iiitt-?ii*os positivos mrilorc3s ou igiiais a 7 1 . 5. : A . 3. A. 7129) 1iA 48ti iiiirilr>i-os])i. .0 intt~ii-os tlt. o iiiimcio de clcrnenlos de i1 clue n. oii seja. i i ~{ i l . Logo: 5 L' U -. i: l'ois o riíimvi-o dc elerriei~tos(i(\61 qiie p(:rtcnc.4: Pai-. . no ( . 7 c 1I.odos coiijiiiilos -4 1.iri~os corii 729.crn exatani<iiilezt!~. (j. . .2o pcrtciicerii n i-ienhiin~ dos c. A i == C:oiGiiiito cios elementos c]<! $1 q i i ~ nnílt. .-.i~cloo niirn~1. iião siilj(+~. . .5 Excriiplo 3. .t3s o i i igiiais a i r .3 Cap. o 1)l-inlos corri 120 t> no coii. .irnos cnorii71 li50 sno siiprrior-es il I r .-ic. o iiíini<?i-o c.o 6. - Qiicrcmos c1ttbt. o11 so. 120) 11232 11í1n1o1.5.ani 7 são piirrios corii 7 s 5 o I .los dc pi (1 5 &o .iii.iiiilto (1. .il. 4. ist.i-rniizai. 2 .1 Outros Métodos de Contagem Cap.l(?niei~tos 61 qiie sgo de de I"-imos corri 1 1 .io ~ ~ r i r i i o s 12 coiii 12 são 1.2 . . .i inltlii-o ~ i o s iivo 11 rlrtiiic-sr ( 1 1 ) como t st. c ~ ( 7 -) li 1x)is os intcli~. .# f k = ? l .: A 2 : .o ~ ~ . por ~ x c ~ n i l ) l~ ( 1 ' 2 ) 4 pois os iiilt3ii-os liosilivos cliic o. 'Temos v(?i) t~ e assim siicí~ssivameilltt..ti. 2.arii o s. Assini. q t i < ' 550 primos cJcirn7 1 e rneiioi.osclric3 nao siilic3i. .w iI. ~iositivos qiir são 1il.i 5 K).3 Outros Métodos d e Contagem 6.ospcisiti~.. r\ssiiii.iltl.01-ij iiiitos A 1 : A 2 .

.r i níveis distintos'? ( r m Física essa disti.I ) ? ) .10 rnexios lima iiicógnita 4 maior que 7? +y + c7 = 17.) l i ) l3n1 ciiiaiitas dessas distriLi1iqõc.pelo menos l i . / i partíciilas iguais poi. 3 ) ? Em qiia~itosdeles os inteiros 1. 9. . p ( p ) ' ? do t 15.i.ículaspor i~iveis t.s todos os níveis ficam o ciipaclos? ciiiai-itos riiodos ~iocieri-ios i-iljiiii /i partíciilas igiiais dist poi.&o pi-trt. 3. 1. Dc 11.ltan~eilte r iim dos iií1mei.ai-do liigai. 6 ~ dos níimeros 2: 3.tic-iilas cle tintas poi.ti. 8.. 18..ris motlcis pudemos distriliiiii. . t 2.ikiiiqão 6 charriacia de cstatístic.cic.. Se p 6 iim primo. 2 c 3 figriran~todos'? .osL? (eni I.'jsicn rssa clisti-il>iijq.o~ 3. . 3.) i Dr 7 . 11em ( i pai' 2. . 7 e 10? li) 14. Qiiantos são os iiltriios d r n dígitos. . direita? ~tc~ Exercícios I. .2.t de Bose-Eii~sttliil).. Qiiaiitos iiltciros cnti-e 1 e 1 000 000 não são iiem rliiatli.2. Qiiaiitos ii-iteiros ci11..teilcc. .titi O u t r o s Métodos de Contagem Cap. Iltllermiilr o 11U~ri~1-o p~i-miitaqõrsdas lctas A A R T3CCD D nas rliiais i1Bo 119 lrt. 7 c 10? c) são clivisivcis ~ i o cx. (1) sGo divisíveis poi.lirlo mciios iim (bis níin-ieros 2.( l i . Qiiai~tases~leriesde ~iolígonosregiilarcs de 101) lados cxistem? rião são divisíveis por ncnl-ium dos riíimeros 2.1-tl1 e 1000 i~ic'liisivc?: a) são cli\lisívcis lioi. .ailqarn-sc 3 dados.?i.cs talistica de k r n ~ iniiac). Oito criailqas ~ s t ã o qilantos riiodos elas ~ioclemt. 7 e 1O? 2. níveis djstiiitos s r iieiil-ium nivcl ~iriclrcont.3.110 de rim casrossel. a) De qiianlos rriocios podemos rlisliiliiiir 11.ras iguais acljac~ntes.gia6 rlianiada (I(.3 Outros Métodos de Contagem 67 o t 10. : 500) qiie são divisíveis por :I oii 5 mas não são divisíveis lioi. de modo cluc cada crianqa passe a tci. Em qiiantos dos 613 i-esiiltados possivcis soma dos ~ i o n t o s 12? 6 tias 4. i-iem por :I e i-iprri por S? 3. sentadas pnl t oi.ibui<(irs todos os i~íveisficam ociipados? Qiiaritos inteiros cXilti-c:1000 r IQ000 iilclusive iião são divisív~is iIcrn poih2. 7 e 1O? 13. rliiailto vale .ntes ao c-oi7jiinto { 1 .to as soliiq(it~s ii~teir-os não-negativas de x qiiais pc.iinia cariailycl d i f ( ~ r c ~ in siia. Qiiaiitos são os elenient. 7? rlis16. Detern~iilt~ iliinicro de p ~ r r r i uaqões de (1. ncm o pai. 2 . 12 Quantas s.ii~i. c~slalistica Boltzcle dc m a i ~ n.ão 6 chaniacla rl$.? i níveis <lisbint. .0~ conjiii~o (1.atlos ~ierfeitos iirni riilios pci-fritos'? - De cliiaiil. : 1 1 ) rias cluais não figiii-am (em posiqõ~scoiisccuti\ras r 113 ordt~mriada) nem o par 12.ei mais d c lima partíciila'? (em' Físic-a t-:ssa tlis Lriliiiiq. ~i. qiie tErii todos os dígitos pct. ti) I3m c~iiantastlessas tlisli.

~.+li) E7 .GX Outros Métodos de Contagem Cap. õ c:s2. . : A.o níimci-o de e l p r n ~ i ~ t o s vonjiinto f.2. : r i ) 6.o n i n e i .trític~. n ) . .2 Permutações Caóticas zoi-o dcs conjuritos A i ! A 2 ! .conjirilto das ~ ~ c ~ ~ .. A . (?I - I)! E TI. 6 al>roxirnadameiitr igiial a ? L ! / ( : . i r i i i 1 tivo. . I? intrrcssanttl ol)spi. . 2.. ~ x e m l i l o .! i -. pol. .o) qiiai~don c ~ i ~ h i i n ~ iiíii?ier. .. . . .-iyãotios iií~meros (1.ilciilai. .. 4123. rlefiiia-se A. d<il>ci.ci c>slA1 0 seti liigai. mais . 3121. '2.tsdr ( 1 ..2:. . 3. i a ) qtie l i ~ r t r i l c e m t3xatarneiltezero cic x clos chonjiiiitosA 1 . 6 [TIIIH l>ei.~ i i ..lir~icalciilai. Temos: . . Logo. . m i i ~ a q . ? a ) . . 2 . ~iermiitaqõrqcaóticas de ( 1.l os r10 rlas ~irrrniilaqõcs (1. Q i i ~ i * ~ n ic. . 2413. 2341.j -. i E {1.miit.i-&siniolugar. . o iiiirilero cie ~ieirriiitaqfitls c. as 1iermutaqOp5 2143 c! 3142 são catiticas mas 1342 1 1 6 1 t to I 1 i n i i o ) .I ) ! (1 -- = 7. .o D. = C /.3. . . dita caótica (ou desoi-dc1iameilt.vai-qiie i). 4321. Assim. A2... ? r ) e r r i (pie o iiíimero i ocupa clc! (1 o . .~i~iiti-lq+s caíiticas de (1.4) são 2143. 3241.1 i-l Assirii. 4312. Relilrneilt.112. . . . as 5112. . . P.3 Outros Métodos de Contagem ti9 3. 11) 4 s..12. .

'TO O u t r o s Métodos de Contagem
I

Outros Métodos d e Contagem

71

prec:is;irnent,c! D,, i o inlt?ii.o mais ~ii.óximocic i

ii!/e.

1 c para ri = 2. Olisci.ve cliie iiossa afirniaqão 6 v~rdadcira 1iai-a 7). Vamos ~>rovA-la liara r i > 2. Com efeito sahemos qiie

se ta > 2. Logo, para I r > 2, D,, 6 iim inteiro sitiiado a lima distância rrieilor qiie 1/2 do riíirnei+or i ! / r : . Assim, V,, ; o inteiro ! mais pr-óximci (IP ? & ! / C , SC? ?t > 2.

Exercicios
1. Suponho. # A = 71. Quantas são as fiinqões f : A + A para as cluais a ccliiaqão j ( : c ) I x não possiii soluq-ão? Qiiaiitas são as fiiilções f: A + A bijetoras para as cliiajs a ecliiaqão f ( x j - :c 1150 possiii soliicão?
2. Qiiantas são as p ~ i . m i i t a y ã ~l s (1.2,3.4,5.6.7) rlut3 têm t e n-icntc! 3 elen~ei~tos s e i i liigai pi-imitivo? 110

Ora, D,,a6 iillciro

P

3. Determine o i~íimcio pci-rniitaq0rs c'k1ótic.a~ (1,2,3,4,5,6,7. dr cle 8,9,10) nas qiiais os níimcros 1,2,3,4,5ociiriam. eni algiima ordem, os cinco primriii-os liiaai-cs.

5

li!

(

(I,

i- I ) !

-I(11

1

De cluaritos modos 6 possivcl colocar B t n r r ~ s F>i-aric.as em um tabuleiro de xadrcz h' x 8 de rriorlo cliit3 ii~nhiimatorrt. ficliw lia
4. -1* * *

+ 2)!

diagonal branca e 11Go haja diias torres lia nicsma lir-ihic oii na mesma coliina?

7 2 Outros Métodos de Conragem

Cap.3

Cap.3

Outros Métodos de Contagem

7.7

6.

Prove

cyiit?

(dciiiiiiiclo I_lo

1)

Ora, para formal- iim 3-siibcorijui~tosem elernentos conscciitivos devemos colocar :I sinais e :J sii-iais - Prn fila. sem rliic haja dois sinais conseciitivos. Para fazcr isso, rolocamos os sinais - (1 modo), c r.oloranios os sinais -1- 110s 4 rspaqos assinalados, na figura 3.2. c.om no miixinio iini sinal ~ i o i espaqo C * (: modos). A rt3sliost;-L e11tiio. 1 x C: = 4 . 6

+

+

diirailtc. iinio. nIesIila hora, fi 8. Dois ni6rlic.o~clcwem oxiiniii~ai-. l);i<'i~i~lcs. g;-istaiido 10 niiniitos c.om c.at1i-l ~iat.iriil(n.C:a(ia iim dos Ci 1)ariei-ilos dev(3 s t t~xaminaíiolic.10~ dois mítdic:os. DE cluantos ~ rriodos podc sci fcito u t i ~ l-ioriirio c.on~liativcl'?
9. Qiiitiitas sGo as liermiitaqões dc->(1 , 2, . . . , 2 7 1 ) nas quais rirriliiini i i í l ~ n ~ r o i~iiliar cdiipa o scii liigar pi'iiiiilivo? o

Fig. 3.2

No caso geral temos p sii-iais t , li - p siliais - para arrumar sem que haja dois siilais -t coi~s~ciitivos. Ternos I rilodo cle colocai P os sinais - t: C71-pil modos dcl co1ot:ai- os sinais

+.

Acabamos de obter o

3.3 Os Lemas de Kaplansky
ciiiatit,os rilorlos i. 1iossí\7rl formai. iim p-siilic.oiijiinto (islo .c: iim siiliroi~.i~ii~it p c!lcrrieritos) dv (1. 2, . . . , ? i ) iio qual i ~ ã o chorri liaja i-iíin1ei.o c:onst?c~iitivos'!Por exemplo, para ?i. = ti c? y - 3, ~iociemos oli ter a 1)artii. dc { 1, 2, R, 4 , 5: 6) os sc!griiiitcs :I-siilic:oi~jiiiilos ilos (liiitis iião 1iH c?leriic.iltoscoiiscciitivos:
llt.

Primeiro Lema d e Kaplarisky: O tii.íinr?i.ode p- sirbcot~jtrritcis dc 11,2, . . , 1 1 ) iios qrznis iião 1i;i iiiíiric+i.os co~iseciitivns . 6

Exemplo 3.5:

Poderíamos tci- concliiido qiie lia c1iiati.o B-çiiG c,cil~j iintos d ~ { 1,2.3, i 4 .??.G) sem c-!leri-ic~ii c.oiiscciitivos st:m i~cc:t?ssirladc! eniimci-Atos cie
10s c:xai.islivamc!i~tct. A r i foi-riiar iirn siiL coi1.iiiilto. riiai.c:aIi-ios corii o sinal -t os cilc~i~ciiitos c.oi-ijiiii o rlri(-: Tai.20 ~ ) a i . clo sul)coiijun [.o do t t~ e c-ori~ sirial - os e l o r n ~ i ~ t o s 1150 fai.Ho ~iai.L(i siil)c:oi~juiito. o que c10 Assim,
r
-,

As ti& provas de iim vestiliiilai. (levem sei. r-ealizadas na primeira semana do ano. D r qiiaiztos riiodos (: ~ i o s s i v ~ l escolher os dias das provas cle modo rliicl i ~ ã o haja ~ii.ovas pni dias coizsecutivos'?
Soluçãor Devcmos formar urii siili<-orijuiltocltl 3 cIcmcntos iio coiijunto (30s 7 dias da primeira spmana, dc: morlo que não haja dias (:oiiser.iitivos no siili c:oiij iiiito. A rcsl~osa é t

{1,3,5) seria rrlji-csriitado 1)or 1- - i- - -I--; (2.5.6) ( c p c 115o 6 iini S U I ~ C : O ~ ~ ~viili~lopois 2 c! R são I~I~~O c.oiisticiitivos) scria n-]arcado - - t - --i-.

+

Exeniplo 3 6 1Tmi-l fila tem 15 rarlciras lias cliinis (1evt.m serih~r.: se 5 homens. rlr niciclo rlii(' 1150 iicliiprri clois 11rin-ic.i-i~ st.ilt;tdos rm cadeiras roiitígiias. Dc. cliiant ris morlos iqso ~iotl(%t roi to'? s ~

74 Outros Métodos de Contagem

Cap.3

Cap.3

Outros Métodos

de Contagem 75

Solução: Devemos inicialmente escolher 5 cadeiras sem que haja 5 cadeiras conscc.utivas. Isso pode ser feito de f (15: 5 ) = C15-5+1 = modos; escolhidas as 5 c.adeiras, devemos designar a cada homem lima cadeira, o qiie pode ser feito cie P5 = 5! modos. A resposta é C , x 5 ! = 55 440. : O

Exemplo 3 7 Quantos são os anagramas da palavra MISSIS.: SIPI 110s quais não há diias letas i coilset:utivas? ;
Soluqão: abaixo:
Devemos colocar as letras de MISSISSIPI nas casas

Agora os elementos "1" e "n" são coilsecutivos. De quantos é possível formar iim p-sul>conjunto de {1,2!. . . ,?i) no qi~alnão haja números consecutivos? Ora, o número total de subconjiintos será a soma do número de siibr:onjiintos nos quais O elemento "1" figura com o ilúrnero de siibconjiintos nos quais o elemento "1" não figiira.

Devemos inicialmente escolher 4 casas sem que haja casas consecutivas para colocar as letras L;, o q i i e ~iotleser feito de J(10,4) = ~ f ( ) - ~= C = 35 modos. +~ :
Agora devemos arrumar as letras restantes (4 letras I , 1 letra M e 1 lctra P) nas 6 casas restantes, o cliie pode scr feito de

a) Siibconjiintos nos cliiais o elemento "1" figiira. Para formá10s devemos escoll~erp - 1 elementos em { 3 , 4 , . . . , ri. - 1) (pois se o "I" figura, o "2" e o "?L') xlão podem figlira~.)para serem os companheiros do "1" no siibconjiinto, não podendo ser escolhidos elementos conseciitivos. O níirnero de modos de qiie isso pode ser feito é

b) Siibconjiintos nos cliiais o elemcnto "1" iião figiira. Para forma-los devemos escoll-ier p elemei~los { 2 , 3 , . . . , n ) , não poem dendo ser escolhidos elemeritos conseciitivos. Isso pode sei. feito P modos. Portanto, a resposta é de f ( n 1 , p ) = CTi-l-p+l =

modos. A resposta é 35 x 30 = 1050.
Suponhamos agora que os elementos de { 1 , 2 , . . . jam arriirnados em c:ír.ciilo, como na figura 3.3.
,TI)

este-

-

(ti

- p - I)!p

+ (?a

-

p)!

p!(?l*- 2 p ) !

Fig. 3.3

Acaliamos de obter o

olhidos para o siibcoiljunto liaja. . 5 pessoas deverri se seiztai. .oitiuiito. quinta.alização do I " J. .oasecii~ivos seilclo o domingo e o sábado dias e conseciitjvos. Solz~cão: Hiigo cleve escolher 3 dos elerilentos do conjrinto domingo.a. r. cst.2. O iiíimcro dc modos dr! fazer isso i : Exercícios 1. . Quailtos s G o os ariagramas de nra. . Excmplo 3. (Generalização do 2U Lema ({e K.iihciilar. c os quc não contêm nenhum rios clementes { 1 .su kcoi~juntos de { 1 . igual a De qiiaiitos modos ~iodcmos formar. sesta. 2 .tic~s iiHo-c. . não podendo escolher dois dias c. no c.0) a (6. cliiaiitos são os ti-iiingiilos ciijos vbrtices são v&i. (Genet.adciras arljacentes? 2.lima setli'iencia de p clcmentos iguais a 2. = 6 . C S s i d e r a r i d o 1 e 71 coino caiisecutivos.. Dado iirn dcrágono. subado.ri de p. em 15 cadeiras coloc.ando 110 ponto (x.8: Hugo deve ter aula de tenis triis vezes por seniaiia. (Sugestão: divida os subconjiintos em dois grupos: aqueles qiie contêm algum tios elementos 1 .3 Cap. De quantos modos isso pode sei.4. que iiao possuem duas letras n coi~sec:ii tivas? 2. .! quarto. segunda. . clcmentos não cscolhidos ]>arao siibeoijunto? 8. 2 . Qiian~os são os modos de escolher os riias de aiila. 2 . . ?L) de modo cliie entre cada dois elementos csc. Xtefaqa o problema aliterios 110caso (.. 2 . terça. ) . y + 1 ) oiipai-ao ponto (x + 1 . o coi1.F)? 3.. . lielo menos r .3 Outros Métodos d e Contagem 77 Segurido Lerna de Kaplarisky: O iiiíinei. durante iirn semestre.& elementos. . zero não ~iorlernsei adjarenles'? .tplansky).7 6 Outros Métodos de Contagem Cap.erria de Kaplansky}.iipaqão simiil tinea de duas c.4 O Princípio da Reflexão Uma particiila. De qiiailtos modos p o d ~ m o sformar lima seqiienr. tomando n. pode se movimentar para Y oponto (z + 1 .rnqunr. 5 . . De cluiintos niodos 6 possível formar uma roda dc: ciranda com 7 meninas e 12 meninos sem que haja (liias meninas em ~iosições adj acentes'? Os Lcmas de Kalilaiisky foram constriiidos em 1943 pelo rriatemát ieo ~:ailadense-aniericano Irvjng Kaplansky para a resolucão do clzamado Problema de Lucas que se encontra no Apêndice 6.ia de p elernciilos igiiais a 1 c q elementos igiiais a O se dois clcmentos iguais a.I ) . De íliiantos modos 6 ~>ossível formar iim p-subconjiiiito de ( 1 . . a) Quantos são os trajetos possíveis (ia partícula tle (0. por exemplo.feita se não deve haver oc. .onseciitivos do deciigono? 3. .Nesse caso. entre fi e 4 há ti. y . (1 elcnientos iguais a 1 P r elementos igiiais a O se dois elementos igiiajs a zero não poclcm scr adjacentes? 4. enlre 5 ct 1 h& iirn elemento. . se Hiigo não deseja ter aiilas erri dias consecutivos? 7.6) 4 tal qiie eilti-e 1 e 4 hA c-lois elementos.aclas em torno de iima mesa circular. r i ) iios qr~ais i 5 0 há ~ilílnerc>s O I I S ~ C ~ L ~ ~ V O O I I r C é. . r ) ) .juiito {1.3.5.

D :(:c. 1'01.1 . exemplo. por lima reflexão em lorno da reta y = . .O) o primeiro toquc! na reta y = -1) em iim trajeto de (0.4) qiie toque na reta y = -1 pode sei.O) a (10. D = 3 e a Parafraseando. li& 120 niodos de marchar a apuraqão. + Todo trajeto de (0. c) Fig. S resposta 6 L : 7. em um trajeto do poi~to(0. Dai S 7 c D = 1.4)'! Temos S + D = 10 e S . eni unia eleiqão com 2 candidatos S e D e 10 eleitores. -2) até o ponto (10. Reciprocamente.1). -2) até o ponto (10.l) no gráfico do trajcto indica que quando o 3'voto acaba de ser apiirado. Se o candidato S ganha por G votos CIF! diferenqa. .4) que toca na reta y = -1.O) a (10.rito pela particula foi SSDSSSSS. 1) N a figura 3.78 Outros Métodos de Contagem Cap. transformado. P) 4 (s + I .3 Outros Métodos de Contagem 79 b) Quantos são os trajetos de (0. todo trajeto do ponto (0.O) a ( 8 .a cm cada ponto (z. de siitiida ou descida. P?' 8! = -= 7!1! 8.4).4) (um tal trajeto obrigatoriamente toca n a reta y = -1) pode ser transformado (poi.4 Quantos desses tsajetos tocam na reta y = -11 Os movimentos permitidos para a partícula são de subida S: ( s . Para qiie ela v& de (0.O) e o primeiro toclue na reta y = -1. +~ OU de descida. Clomo de (0. lima reflexão em torno da reta y = -1 do trecho entre (0. Logo. y ) quantos votos já foram apiii-ados (z) e qiial a vantagcm do canclidato A (y). a qual 6 vencida pelo candidato S por 4 votos de diferença. a presenç.D = 6 (cm cada movimento de subida a ordenada aumenta I iima iinidade e em cada niovimento de descida a ordenada diminui lima iinidade).a do ponto (3.4 o trajeto desr. - O niinicro de trajetos i.D = 4. de qiiantos modos pode marchar a apuração'? O gr&fico ii1dic. G ) devemos ter S D = 8 (eni cada movimento.6) siia abscissa avançou 8 iiiiidades. y ..TJ) + (x t. o total de movimentos de subida e descida deve ser 8) e .1 do trecho do trajeto entre (0.O) a (8. a abscissa da partícula avança iima unidade. IJma interessante paráfrase desse problema e a seguinte: numa eleiqão h á 8 eleitores e dois c:andidatos.O) e a (10. 3. o candidato S tem iima vantagem de um voto.

00. 3 .ri.olli~m-se ~ i o n t o s acaso sobrc! a superfície 5 ao de u m qiiadrado tie lado 2. ZOO).aseaiido.3 Outros Métodos de Contagem 8 1 Acaliamos de provar qiie o iiíimer-o cle trajetos dc (0. o ci~ndidato perdcdor c!rri algiiri-i ii~omeiztoc3stevt3 em vantagem.3 . Temos . 1 ~ 1 divide t z ~ .i . Ora.S D ... em primeiro lugar. Exercícios 1.andirlato A 1ierm. Por exemplo. 0 0 ~ ~ i ( 1 i . o quc sc deseja E: determinar a existencia oii ilão clc conju~itos satisf. Numa tlleiqão com dois caiididatos A c B . se ?i. A e i ~ t r a d a ciista R$ 5. . o Princ'ipio rlu. . ~ rr~cixirn.11: Esc. - Pai-afi. 2 .00'? de Exemplo 3. Mostre que pelo menos iim dos segmentos qiic eles determinarri tem c:ornliriniento mcnor clue oii igual a a. objetos forem colocados em. pelo menos • duas delas aniversariarri rio mesmo n i k .] = 2"Ib c 1i2 = Y 2 b .or. 5 .Lnece e r r i vantagem (nem sccliici. há 20 eleitores e o c.i. Prova: A thci~icaiisi-lda l i x a iesolvcr a liarte c) 6 conhecitia pelo nome (IP Pi-iiicíliio da R. A i.lorom dois c:antljdatos. 2 . P ~ i i r i i a <?I~iq.~ gu. ern 45 das 120 possivcis nini.inteiro n se escreve sob a forma 11 = Y b . No <-:iiLi~~it. Exeniplo 3. E iil tt~i-essanlc? ol~sei-var como as apai-6iic. . 7 1 . pessoas t e m r i o t a s d c R S 5 . Se 1 7 r2 < 1-1. Se. o i~íimerototal dc objetos nelas colocados O será. Mostr-P clii~. .aç. 1iá dois níinieros tais qiic um d ~ l e s divide o oiitro. li) Nas quais o c.liiii-aqã.O) a (10.1 ~ 2 divide 1 1 1 . onde r é iim iilteii-o não-negativo e . Sejam esses ní1rner. 36 h 22 9.5 O Principio de Dirichlet A Análise Cambinatória não se ociipa apenas com a contagem cie elementos dc coiljuiltos.. O candiclato S terri 70% da votaqão. .200).~.am ila reta ?J = -1 6 igiial ao ilíimero de caminhos de (O. entre os i-ifímeros escoll-iidos. no milximo. Militas vezes. IJrna ferramei~tasiinl>lcs para resolver algui~sdesses problemas i. : = 45. Soluçio: Obse. .10: Escoll-ia.lildidato A vcncr ]ioih 15 x 5. .9: Dado iim conjunto de 13 pessoas. r i .ão.o .lis si ir-do) Se cada iima das gavctas contiver.3 Cap. { I . l i ll-ietcria comcqa a trabalhar com rliias i ~ o t a s R$ 5.iiic~ma.o 45/120 = 37: 5% das apiii. - 4 2. c .has da . -2) a (10.aqões possívcis crn algum rm momcilto ele ~ s t A desvantagem.a~ são as filas CIIIF: ter20 problemas dri troco se a. 25 = ' .sem troco? c c:) Qii1-lnt.iaseilgailarii.OO.v~lrasd~ Dirirhlet". que qualcluei. Se r i < r 2 . h-umafiladec. a) Qiiailtas s8o as filas ~iossíveis? I)) Qiitiiltas s%o as filas cyiie terão proiilcmas de troco se a I->illielt~i. há 100 ~iossibilidadespara b. 199. .iao m t ? p a ti-aliall-iar. 711 < n t ) 11(lssoadtrn-i notas dc R $ 10. dentre os elementos r10 conjunto { 1 . escolherrios 101 números. Esse íilt imo i: fác:il de calciilai.rve.I gu. cmpata) (Iestle o piirneiro voto apurado'? r ) Nas cliiais o caiirlidato A permanece seniprt-! eni vailtagerri oii empatado com o candicli~toI ] ? Exemplo 3.. (por .25.c..o.cfl~xão.r 0 Outros Métodos d e Contagem 3 Cap.~ietascntão pelo m e n o s uma delas 71. O cliie coriclui a demonsti. em O Princípio das gavetas de Dirichlet: Se l i . um objeto. Qiiantas são as marchas da apiiraqão: a ) I'ossívcis'? Assim. .iro ímpar.6: sriiilo S = 8 II = L. 10 I e1ci toses! vcncicla ])~310 caililidato S por 4 votos de diferença. no máximo.4) (111~ i. 101 iiíirneros ao acaso. . dois deles Lerão o mesmo h.rspostil i P 3. o que 6 lima coritradição. 2 16 = 2 4 .. 6 iirn inte. conterci y ~ l o mcnos dois objetos. . .Ç + L ) = 10 .4).~zei~do ccrtas proa priedades. 11 = 2 9 e 1> 6 iini dos inteiros E ímpares 1 .

odas as oiitias 71. =j + 1.. . WL Se alguma dessas somas (digamos S j ) for djvisivcl por nL.3 Outros Métodos de Contagem 83 Soluçio: Considere as somas Fig.guiido liigar. IJsenios agora o principio de Dirichlet pondo ila 1" gaveta as pessoas que c. 1 .: Se n conhece b . primeira e a iíltima das gavetas não podem ser. deixará o i-csto nulo. .l ) / t t ] -i 1 objetos. que se alguma da. Como há n somas e h k apenas na .os iguais. (Obs: [x]í! o maior iiltciso menor que oii igiial a z). n . . pelo princípio de Diiic:hlet. portaillo.1 gavetas. Apesar de termos 71 gavetas. .1)/tã] objetos.. qiie clivididas por na cleixani rest. ) nenhuma dessas somas divididas por ni.ociipadas simiil taneamente. .. níimeros inteiros ( n > 1). Obscivc. Os restos possíveis são.82 Outros Métodos de Contagem Cap. a demonstração está concluída (nesse caso r = 1 e I j . no máximo. "c.1 outras. Exeniplo 3. 2 .) ! Soluqno: Observe.a. + + Soluçrio: Divida o riuadi-ado de lado 2 em cl~ialroquadrados de lado 1. na ?ia gaveta as pessoas cliie conhccem ~t .jiinto de ?i pessoas há sempre duas pessoas ~111~: c.13: I dado iim conjiinto A = { a l . Suponha i > j . Prova: Se cada gaveta contiver no máximo então o níimero de objetos serii no mikimo Exeniplo 3.s pessoas coi~hece t.+i f h + a [ é miiltiplo de nt. ou i seja. quc qualquer das pessoas tio coiijiinto coiihecc: no mínimo O e 110 má. tais qiie (L. 3 6 . r] [(?!L. Então é mííltiplo de nt e o resiiltado está demonstrado O princípio de Dirichlet pode ser reformuIado do modo seguinte: . na 2" gaveta as pessoas qiie conhecem 1 outra.a. Most r-e q11e existem nattir'ais r e 1.o colocados em ri. 5 I <_ nz. - (1. que chamaremos de Si e . 1 conhece a .on. . entiío pelo menos urna gaveta contém [(nk. Caso contrário. I = i). a. ri. em s~.1 pessoas então é impossível que haja alguma pessoa c.oilhecetn exatamente o mesmo número de pessoas da conjiinto...?e nt objefos sã.onheccr" i iima i-elaqão sim6tric.onhecem O outras. -i. .3 Cap. há duas delas. n 2 .12: Mostre que cirii um c. A distância eiitrc esses dois pontos será no máximo igual à diagonal do quadrado qiie 6: h. gavetas. (Obs.oiilicceiido O outras. ~ o que é lima contradiqão. . .1 restos possíveis. . em primeiro lugar. ..o que conclui a 1 < 1 . pois pela segiincla observação H.ximo 72 .) de ? . as ? L pessoas são colot-adas em. Dos 5 poiitos.1.Sj. . pelo mcnos dois pei-teilcerão a iim mesmo cliiadrado de lado 1.1 das outras pessoas.

pclo menos iima gavrta c o i i t ~ r á 40-1 + 1 = 4 o l > j ~ t o s . sucessl:~iam. 3 Assim o número total dc coincidências scrri.I--I L ~ ~ ) / T Ifor rna.o total de coincidiincias 6 C L ~ n2 ... lima prova do veslil'iiilar (25 questões de múltipla-escolha com 5 altei. + (L.1 ubjetos. Logo. se iirna mPdia aritmética de números for maior O então pelo mcnos iini dos iiíimcros 6 maior cpe 1-1. em algiirna posiqão o iiíimei-o de coiilcidEncias 6 maior qiie oii igiial a 100. No disco A hii 100 setoias lii-ancos c 100 setores prctos. ccilovando cada pessoa (objeto) na gaveta do 'scii signo.~n. objetos n a ?i. 11. Gire A dc um sctor (isto i de 3Ci0°/200) maiztendo B fixo. . i" gavetc~..ssim. cliie p Excrcicios Em siima. h Sejam gaveta.re . de Prova: Colo~~iic? sobre R .de meias da mesma cor'? 63 127 cai~didatosromprti-eccram a.o dc: setoi-cs de B .vetas con. ou se-ia. Qual é o 2. Coloquemos objelos n. gaveta. Conside.io o níimei.ior que p. Chiltiniie com esse processo ate obter Ei11. Coloqiiemos o disco A sohi-e o (lis(:o B .. 5 n p . um.-I afii-rnaq. rodando o disco A ...nativas por qiiestão). fossern menores que p + 1.20: "Pelo menos dois r. Solupio: C:om efvito.as(? 12meiaspretí~s. algiim n i 6 maior qiie oii igiial a 100.-esirno. 100 vezes o ní1mei. nz objetos na P g a v e t a E: a. em ordem dcscoi~hecida. Prova: Se todos os (L.antliciatos responderam dc rriodo idêntico as k primeiras questões da ~irova". m.fixe iim setoi.(CZ(JJ = 100 x 200. e Se a riihdia i n-iaior quc 99. O o qiie é iima coiitradiçiio. 12meiasbi-an<. Em siima. . do disco U (preto. Como A tcm 100 sctores pretos.15: São dados dois discos A e B . (LI + n2 + . terianlos Com er(+ito. E. por exemplo).enos p 4.terd pelo m.14: Em iim griipo de 40 pessoas. O possivcl cntão.3 - Outros Metodos de Contagem 85 Exeniplo 3. p d o menos 4 pessoas tem o mesmo signo.3 Cap.^ c s g a p.. . i n t ~ i r v positivo dado.84 Outros Métodos de Contagem Cap. Exemplo 3. os qirais estão pintados de branco 200 ou de lireto. Seja nl o níimero de setores soA lirepostos qiie tem cores coint:identes. E m u r n a g a v e t a h á .. at& E n l â o s e o.~e CL. de modo que os setoi-es dc! A ficliism exatameilte sohre os setores de 1. Svja então rt2 o i~rirnei-ode se! tores solrirepostos cliic t6m cores coincidentcs. ternos ni = 40 P ? i = 12. obter iirna posição na qiial pelo meilos 100 sctorcs de A tenham a mesma cor que os corres~ion(iei~tes B.kdia f nl a2 4-. Quantas meias devemos retirar ao acaso para termos certeza de obter um pai. cada um deles dividido e n ~ setores igiiais. l-iclo mcnos um dos ( t i é também maior ! que 99. Daí temos Daí.u. + + + + uma d a s ga. havcilt 100 posiq-õcs em que esse setor de 1 ter& a mesma cor que o r:orresyontiente setor de A .No clisco B não sal>emos rluantos setoi-es são braiicos.

no máximo. . Prove qiie em qualcliier coniiinto de 52 iiiteiros existe iirn par de inteiros c i i j a soma oii ruja diferença é divisível por 100.les coiitérn mais de 1327 desses poiltos. Mostre qiie em todo ( 1 1 . : 1978) í! par tido em 6 subconjiintos. .3 Outros Métodos de Contagem 87 maior valor de k para o qiial podcmos garantir qiie a afirmação acima é verdadeira? 3. . S e j a ~ ~ i i m i n t e i r o í r n p a r r n a i o r q u~ l q j a A es iiriiamatriznx t z simetrica tal quc cada linha e cada coliiila dc A 6 formada pclos níimeros {1. . . TJrn ponto (x. . durante onze semanas. . 5 . 10. 15. . .ididalos responde.2. apenas com os algarismos O e I .2. i possível obter dois subconjuntos disjuntos ! ciijos elementos tem a mesma soma. n ) est.ritos em alguma ordem. . conjunto de dez inteiros positivos de dois dígitos cada. 13.3 Cap. 8. 12. pelo meilos uma partida por dia mas não mais CIIIF! doze partidas por seniaila. não iiecessariamenle distintos. (11 . . Um mestre de xadrez: preparanclo-se para iim torneio.iija distancia a algum inteiro d. . 9. I )-siilric. 1 1 . Qiial é o níirncro mínimo de pcssoas cluc deve haver em iirn griipo para c l i i ~possarrios garantir cliie nele haja pclo menos 5 pessoas nascidas no mcsmo mks'? 6. são inteiras. 14.Mostre qiie enlre os níimeros s. Mostre que cada iirn dos inteiros { 1 . . 4. ) aparecr na diagoiial principal de A. tais cliie cada um cle. Prove qiie todo níimei-o iialiiral tem um míiltiplo que se escreve. Mostrc qiie se escolhemos 800 pontos dentro de um cubo de aresta 10. Prove qiie se o corijunto { I . pelo menos 1in-i dos segmentos determinados por esses pontos teni comprimento menor que 2. do mesmo siibconjuiito. Sz. tkni iiiterseqão não-vazia. joga. . C!onsider. + 7. . .l ) x existe uni c. na base 10. Prove que dado cliialcliiei. .86 Outros Métodos de Contagem Cap. . l/tt. : 11) De iirn exemplo de iini c. Mostic cliie o ponto mkdio de algum dos segmentos que ligam esses pontos i inteiro. z ) do R ' 6 inteiro se todas suas coordenadas y ~ a) Consiclere iirn conjrinto de nove pontos inteiros do R3 . 2. 11.e 1990 pontos em um plano.onjuilto de oito pontos inteiros do R" tais qiie i~enhiim(10s pontos n16dios dos segmentos que ligam csses pontos í! inteiro. 2 . 2 n ) há tirn par de elemeritos lais qiie iirn deles divide o oiitro.ram de modo idêntico as k primeiras questões da p i-ova" . . 3 2 . em algiim desses subconjiintos existe iirn elemento que é igual a a soma de dois elementos. Prove que qiiaisquer trks semiplanos. Sejam z um iliirnero real e 11 iim inteiro ~iositivo.onjunto de {1. Refaqa o problema antcrior para a afirmaqão: "Pelo menos 4 ca. Prove rliie existe iirn conjunto de dias consecutivos durante os rliiais ele joga exatameri te 20 partidas.. .

Repare que no triAngiilo dc Pascal a lirilia ? L chomeqacrn C e ter: mina em C::.1 O Triângulo de Pascal Chamamos de Triângulo de Pascal o quadro Como o ilúnirlro total cle siibgriipos ti! a sorna do níirnei-o de subgriipos dos qiiais a niiill-iei. 4.de C12é 'cF2. 'TL+ + Rclagão de Stifel: C: + CP+' :=: C' 1 Ou seja.secutivos de uma mesma linha oblemos o e l e m e n t o situado abaixo da última parcela.$. elcm. terrios formado pelos iiúmeros Cg (chamados ~Vumeros Binomiais.s ou ainda Numeros Combinatdrios).4 Números Binomiais 83 um subgrupo formado por p 1 pessoas 6 ~1). por c?xemplo! a comy lemeiiti-li. na linha 71 avanqado em p coluna sem relação ao inicio da linha) e C.9 d o s ~zttrmo. O iiíirncro de modos de sclccionai.s i o i. Se contamos as linhas c colunas do Triângulo começando em zero.participa coni o 11rirriei. : Urna pi-o~iriedade dos niímeros binomiais que nos permite construis rapidamente o Triângulo de Pascal 6 a 71. Númet. Coeficientes Binorniai. Assim.i-p (que está na linha rc atrasado em p coliiilas em rclação ao fim da linha) são elementos da liiiha ?L que estão situados err1 posiqõcs ecliiiclistarites dos extremos. somando dois elementos con.e por p homens C: 1 x C = C$ e o número dc modos de selecionar um : subgrupo de p 1 pessoas formado só por homens ó C:+ + + '. a . em um. Portanto C: (que rlst.á.iini subgi-iipo formado ~ielamulhci.4.os como Cz e C'::-p são clzamaclos de Combinaqões 4 Gomplemen talrs.cntos equidàstantp. o elemento da linha I L e coluna p i! C.o de siibgrupos dos quais a miilliei não participa.qunis.n rnes~na linfia d o tricingulo d e Pnscnl. O níirnei-o de modos de selecionar nesse grupo Relação das Conibiriações Coniplcrrieritares: C: = Ou seja. Justificativa: Consideremos um grupo forrnatfo por uma mulher e n homens. Números Binorniais Cap.

para formar um subc. .4 Números Binomiais 91 Jiist ificativa: O C! f . Mas. : elel~lell C ~ I esta to I ~ avaiiqado irrna lililia e rIin.2 ?L = k= 1 C"(i' (?t - I)! Justificativa: Apliqiiemos a relaqão de S tifel aos elementos da I)!(?. a soina dos elernel~tosda. .k ) ! .z coluiia sobre a iiItiina liarccda da soma. Como o iiíimei-o de rnodos de marcar os clementos é.(iiidicando que o elemento não foi escolhido).1: Soluçào: + + c.2. ?a vaie YL. 2 x 2 x . : Teorema das Lirihas: C. x 2 .C:. C: Ou seja. .ovamos C ~ U C iliimei-o de siiliconjuntos O de um conjiii~loroni 7 1 elerrientos C! Justificativa: + + Teorema das Colirrias: Exemplo 4. .90 Números Binomiais Cap..+ c. .olhido para o subcoi~juiito)oii com o sirial .onjunto de A = {1. .2": p1.+ ." é o níimero total'de siihcoi~iintos(1s A . n ) . 1EI i ~ o to C g1 . Qiial 6 o valor da soma L i Fig. . 4. O 1 Orl seja. ? a } devemos marcar cada elemento de A com o sinal + (iiidicanclo cliip (i elemento foi csc. .:= y l .-i. L .i C = 2'". .. . a solna dos c l e l n c ~ ~ lde iiina ctiliiiict do tiliAiigr1lo (cornqa~ido t~s iio pi<inej~*o c-IIeii~~ii d a C'OIIIIIR) i . + + C: 6 o níinicro de siibc. + c. . . liiilia. .. .oiljuntos com p elementos do conjrinto A = (I. Então C: C: i C: ....

-tYL2*? Soluçâo: A sorna lirdidit 6 ( i = CkZ..2: Qual rl: o valor da soma Então.aiztio ~ > a r t : ~ liguais qiie apar-eccm em as merribrus opostos) obtemos O exemplo anterior iios rnoslioii como c~alculailima soma na qual cada parccla 6 iim 111-ocliitorle inteiros coi~secutivos. . k-1 Somaildo (c simpli fic. ~ de prodiitos de inteiros c:oiis(?ciitivos. isto é: vamos tc.Vamos tentar Iraiisforrriar o poliiiômio do 2v grau k 2 cm um polinomio do 2u grau no qual apai-eqani c n vez de ~~rocliitos iiiteiros iguais.iltar oljtcr uma identidade clo tipo Temos isto 6 .. Excniplo 4.3: Qiial 6 o valor da soma S .4 Números Binomiais 93 Exemplo 4.92 Números Binomiais Cap.1'L+22+.

94 Números Binomiais Números Binomiais 95 Excrnplo 4.. : d e 111na paiaiela a Iiipo teririsn).o gile c+sstá iinediatamente abaiso da iil tiina...ori:diJ) 6 igiid :%c) e1einenl. parcclrt. iiina Orr seja. do tl-iiiiigiilo de PczscnI (c»meçaridn tio pi-iineji+o eleineri tu da diag.4: Calciilc o valor da soma Tecweina das Diaggorinis: Temos U 1 c. t. . 2 t . a soina dos elein(?iitrisde ~Ijl-~g'O~id (isto ... - . + c.- + c:+p c:+...+ c.

6 C+ .ilrei-r. % Ocm orckxn cleci-csccilte (cada termo í! maior que o anterior. o Teorema i~il dris Cloliiiliis c C:onil>ii-i. < O se :' ri. por exemplo. temos () . desde qiis p seja iim inteiro positivo. O Ilri-i oiitr-o fato irnl~oi-la1-il.?i rtwl e cliialcluri.2 p . Defini I-(\moscilt ao para rlualquci. i - ( i )( .3ti N Úmeros Binomiais Cap.õcs Clomplcment ares.e o sriguiiitc é faz s ~ i l t i d o 13a1. sinal de o 1 . - 1 .) e que 1 3 segunda :' x metade os elementos V S ~ . C: < C .p in teiio liao-iiegativo o 1)iiioniial de ? L sobre p por J i i s t ificativa: Assim.4 Números Binomiais 97 Como r r ! . ( p o rilesmo dc r i + I)! - c ( 1 1 . : xia O que sigiliii('a esse teoit~ma? l < l ~ aiirnia qiie El.-irnosesta.<lemcrescente (cada termo Ê mcilor qiic o scguiiite.C.2 p < O: Fig. seqiio com algiimas oLscrvaqõ(~s: u expressão iisantio s i i c e s s i ~ ~ a nte C:oml )inaq.7 ) ( h ) (-6) = 71) 4! .-lyões Clon~pl~mcntares.JI)! são ~iositivos.rr real. CZ" - CT. Justificativa: Ti'rr~ios lirimeira metade dc cada linha os clementes cstão eni oi. Logo.a qiialrlriri. C > C:+')..

Se A possiii 5 clemciitos. e 4. X é um subronjunlo prbpi-io de A sc X C A e X # A . íliie E interessante observar qiie mesmo sc n não for iim inteiro não-negativo coiztjnua sendo verdade a Relação de Stifel supondo 71. usando um argumento combinatório. a relação de $tifel: É claro que se 7t í: inteiro não-negativo. não têm sentido se ?i. cliial 6 a ní~mei-o elementos dc! de A? 7. 6 igual a C. C: não tem sentido mas 2. Tem-se Ta comprimidos de siilistkncias distiiitas. cluaiitos são os siibcorijuatos ~>ro~-ii-ios dc A? Quantos são os subconjiintos não-triviais de A? 9. solíiveis em ágiia e incapazes de reagir entre si.( - 7 . Prove.A e X # 4 . iliimero de p-siibconjuntos de um conjunto c. supoi~do urn re. que C = C7ldP. fazendo as contas.om n elementos. 8. Se ?a iGo 6 inteiro não-negativo. por um processo análogo ao iisado no texto para provar a relação de Stifel. e o Terirema das Diagonais um real cliialc~iiei' p inteiro não-negativo. Prove." ( ? L p + 1. P! continua tendo sentido..al qualquer e p inteiro não-negativo. Determine iim c! r:onj iinto qiie possiia exak arnente 48 subco~i-\ o Teorema das Combinações Complementares juiztos. 3. Enquanto qiie o Teorema das Linhas 5. escreva as sete prirrieiras linhas do triâilgulo de l'ascal.4 Números Binomiais 99 Exercícios 1. : n o Teorema das Coluilas S .98 Números Binomiais Cap. fazendo as contas. A possiii 512 subconjiintos. Quantas soliiqões distintas . Prove. 6. ilão for iim inteiro nãenegativo. X k um subconjiinto não-trivial de A se A. 1Jsando a relação de Stifel.C A ti X j/. qrie ( . Prove.

iisaildo iim ai-giimento c:omI)inatí>i.as cle duas oii mais liebidas) podem sei.'? 14.4 C a p.4).. Ao chegar ao pi. C:alcule o valor da soma 18. Prove. A 4 o zetho&imo ci.. 16.uzameilto da linha zcro.~zamento.. .hegam ao késimo criizamci~to 1inl-i. i i ~ d ~ ~ qO a ! ã Tcorcnia das C:oliinas.4 2 3 . C:alcule o valor dc k=O 15. Do ponto A pai.4 N Úmeros Binomiais 101 po dc~m oli tidas dissolveiido-se iim oii mais desses cornpr-imidos serem iini copo com ágiia? 10..de 7 ingie(1ienles distiiitos'? 2 1. por indiição.100 Números Binamiais Cap.C. 4. Em uma sala h# 7 liirnliadas. Niimrvemos as linhas e os r:ruzamcntos e n ~ cada lii~liaa partir do zero. Tem-se lima rede de caminhos (figura 4. Quantos liori~ensc.t.mula de Eide~. C a l r i i i ~ valor de o I1 k k 2 C.~ da ?I. 11. 17..irrieiro r. assim. Calc. Calcule o valor da soma 25. C:al(:iileo valor de 20. Prove q i i e todo poliomio P(:c) de grair p pode scr. Mctade parte ila dircqão I! c mctade ria diieqão ni.io. Prove. o Teorrima das Linhas.escrito na fo~.rria 19. .feitos a partii. 1)m. t C ? L ' - .i-to1 : a outra na direqão nz.ten? 21000 homens.iilc o valor da soma Fig. a l~í>i. 22.. Pi-ovc.riizameiito cada gi-ripo se rlivide: lima metade segiie n a riiiec. C:alculc: o valor de O 1 S = C. Dc cjuantos modos podc seiiliinii~iacla sala? a ?L 13. O mesmo ocorre cm cada ci. Quaiitos (:oqucteis (mistiii.

c.. a Fiirmula de Lagrange (1736-1813) Provc cliie &..ermine p liara qiie Resolva a ccluação C:] 31. Y ara cluc valor de k .-'c. p < ?a.. Prove qiie 29. A i: o conjuiito { 1 ! 2 . . 32. !?i. Fig.erna das Diagoilais. o '. J3etei.. . seja máximo. 4.. -1 .4 Números Binomiais 103 26.) 35.. a partir da Fiii-miila dc Eiilei.I'eoi. Calcule o valor da soma s = O 2 c. Prove. 37.c.5 Provc. i: definido como a soma dos elemeritos da 11-@sima"diagorial iilv~rsa"do Triâi~giilo Pzlscal: de (11.L--= FTItl+ I.c&-1 - 30.....oliina zero) os elemena los do trikilgiilo d~ Pascttl estão em orrlern crescente. por incliiqão. 2~ 9-P Resolva a eqiiaqão C15-p= CIR-p. c. Prov~ qiic-!em cada coliiiia ( ~ x c e t o c. 34.mine p paro....102 Números Binomiais Cap. Qiiaiito vale a media ari t~netica clesses míi~imos'! 36. + 4 a) Qiianlos são os p-suliconjuiltos de A lios cliiais o elcmerito mínimo k igiiãl a I.. .ul lal qiie 1 < 27. Det..4 Cap. que seja máximo. e p 6 iim natut.'? 11) Foi-rnados todos os p-siibc:onjiintos rle A : erri cada iim deles eoi~sidcia-sco clem~iitoniínimo do sii1)r:oiljuiito. O nfimeso de Filioi~acciI. dado) é nxiximo? 40. 33.+ c.

k 71-k est:olhido erri li.3a2x1 + l a 3zo = x 3 -1.sscgiindo as potGiicias decrcsccrites de s ). de ii) Os cocilicic~iles drscrivolviin~ritcidc? (z t .i e r l tos d i l i l l l l i ~ I . O termo em x 2 é .O 5 k 5 ?i.6: Determine o coeficiente de x2 no descnvolvimento de (x3 .2 O Binôrnio de Newton Exemplo 4. o tci-ino d c ui. oi.a)" siio os e l e do t i . L } . 2 + a ) 3 = 1a0x3 + 3a1x2 -1.5: Olhando para o triângulo de Pascal Obtemos ( z + a ) O = i a Ox O = 1 i) O dc?seiivoIviine111. + + 2a1s1+ l a 2 x 0 = x 2 + 2 a x "I-.mos n cm b: dos ~ ~ a r k i i t ~ sz sse14 se c . escol11ei.aiiclo-sr escolliiclos. k = S . nk:eTL+li.3. Solução: O termo genérico do desenvolvimento é Cada termo do produto 6 obtido escolliendo-se cm cada yarkntescs u n ~ oii iini n c ri~iilti~ilic.1) (z -1 a)" possui ri. + 1 te]-mos.4 O = la"s2 Prova: Temos Exemplo 4.inos clo cleseiivolviir~c-11 iin or-dein aciina os to (isto 6.dcri: I. para cada k t O 1. . . iii) E~scr-c+vr~idci tei. 1 6 (z+n)'=la ox 1 i . Eirtão ( 2 : n)'l 6 uma sarna onde há. parcelas iguais o. .l/s2)'. k .zdo.4 Números Binomiais 105 4.104 Números Binomiais Cap.l a1 z o = x + a (x + a ) 2 (i.k (-10s ~iaiílnteses o piodiitn será igiial a n z c (O k 7 1 ) . Isso p«<ie ser feito de rnodus. d o Triiiiigl~lo ~ I d~ PEZSCFLI.5k = 2. Para cada valor :c os de L-. islo < < (i) (1) + No termò em x 2 temos 27 . .x2 + 3a2x + a3 (x + a ) 4 = 1a0x4 + 4n1x3 + 6u2x2 + 4a3x1 + 1a4x0 = 24 + 4as% 66G2 + + .cleii. .

Exclusão.0 do desenvo~vimentoé Em suma.126.k)! 3k-1 Assim. usado i 0 1 Apêndice 1 para provas o O isto é.1. isto k . n = -1 ol>temos k ! ( 6 5 . • temos Exemplo 4.8: Q i i a l i a soma dos coeficientes do desenvolvi! mento de (x3 .s. . cada termo 6 maior cliic: o anterior) se Exemplo 4.651.k ) ! 3 k ' (k . 1 < 16. . . Tk+l < Tk para k f {17.9: obtemos Se lia fórmiila do l-iiiliimio fizermos s = n = 1. analogamente.k)! ! 3k 65! rliie 6 resultado importante. Exemplo 4. isto é. (66 .4 Números Binomiais 107 Resposta: . Principio da Iilclusão.. • Exemplo 4. 16) c. cntão. a soma dos coeficientes de iim polinõmio em z é o valor niimérico do polinõmio liara x = I.2.2x2)I5? SoIi~ção: Ora.k > L . .10: Calciile: 65 1 Segue-se.1)!(66 . 113)'~. Logo. que o termo máximo 6 ti^ = (li6)5"65 Resposta: (iB) 1 v.18.4 Cap. O ternio geiiéi-ic. Se na fórmula dá do binômio fizermos x = 1. Tk+i> Tk : para k f (1. A resposta k . c~uc! uma oiilra prova do Teorema das Linhas.106 Nijmeros Binomiais Cap.. se Solução: . 3 . 66 . Logo.7: Determine o termo máximo do desenvolvimento de ( I -t. . Solução: ~ ( 1= Ao ) + A1 + AP + + A?&. . portanto Tk+l > Tk (o11seja.

para obter Tktl partir de Tk basta aumentar o a expoente de n em iima unidade. diminuir o expoente de x em uma unidade e miiltiplicai. Solução: Temos Daí e T +T4 + .12: No desenvolvimento de (x modo usual. = (x + a)'" 2 (x -0)'" I O Uma soIução mais sofisticada seria Exemplo 4. .4 Números Binomiais 109 Exemplo 4. Por exemplo. temos + a)" ordenado de e Derivando obtemos Dai resulta Multiplicando ambos os membros por x obtemos 'n / \ c) Fazendo s - 1 em b) obtemos Portanto. desse desenvolviment o. Calcule a soma dos termos de ordem par. segundo as potências decrescentes de x.11: Considere o desenvolvimento dc (x i. e dividir o yroduto pelo expoente de n (em Tk) alimentado de um unidade. isto é." 2 que é a resposta.ordenado do modo usual.o coeficiente de T pelo expoente de x em k Tc.108 Números Binomiais Ca p. Isso nos permite obter rapidamente desenvolimentos.

Exercícios 1.) 2 ( 1 + x ) ~ ~ . (i . 6. Detcrmiiie o quinto termo do desenvolvimento de 8. Determii~e termo central do desenvolvimento de o 7 Para que valores de . 9. . real.4 Números Binomiais 111 Os c-oeficien~es foram obtidos assim: 3 Determiiic: o termo iiidependente de . Qiial i o maior. Assim.4 Cap.dos nítrneros ! tr= 10150 P h = 1 0 0 ~ ~ + 9 9 ~ ' ? .oeficientc de 110 desenvolvimento de < 1 c todo ti. ! por exemplo. o desenvolvimento de possui um termo independente de x'? 2.r no desenvolvirnento de Encerramos esta seção observando que na realidade a fórmula do binômio 00 .se (veja algum livro de Cálciilo qiie fale sobre a skrie Ginomial) qiie a fórmula acima i valida para todo x tal que 1x1 > Ia]. 11. Calcule o termo máximo e o termo mínimo do desenvolvirncnto de (1 -t 1/2)lZ0.110 Números Binomiais Cap. Prova.1y. 10. da b) Supoiido-o ordenado segundo as potencias decrescentes da primeira parcela. 5. li. Determine o coeficiente de x 3 110 desenvolvimento dc é válida ainda que 11. i 4. niiio seja um inteiro positivo. . C:alciile a soma dos coeficientes dos tcrmos dc ordem par do desei~volvirnentode (2x2 . para todo n tal que Inl Determine 0 c.3?/)". Determine o coeficiente de x28 no desenvolvjmento de (X + qZ0(52 . Determiile a sonia dos do desenvolvimento dc C a) Stipondo o desenvolvimento ordenado segundo as potências crescei~tes primeira pai-cela.

Partindo de e igualando coeficientes adequados. prove mais uma vez a Fórmula de Euler 14.112 Números Binomiais Cap. = qP? 18. 21. 25. Qual é o termo máximo da sequência de termo geral a. Calcule o valor das somas 23. Calcule o valor de: 15. Calcule o valor da soma 16. Determine o coeficiente de x6 no desenvolvimento de 20. prove mais uma vez a Fórmula de Lagrange: 19. Prove que 4747 + 7777 é divisível por 4. A é um conjiinto com n elementos e B é um seu p-subconjunto. + On]ímpar para todo n natural é (Obs: 17. Partindo de . a) Quantos são os conjuntos X tais que B C X C A? b) Quantos são os pares ordenados (Y. Demonstre por indução a Fórmula do Binômio.4 Números Binomiais 113 12. Calcule 6:~~. Caicule o valor da soma 22. Prove que [(2 [ ]=parte inteira). 2 ) tais que Y C Z C A? 24.. e igualando coeficientes adequados.

( n l .er.. Solução: . a:j são inteiros não-negativos tais que 0 1 +a2 +arj. Prova: O terrno genérico c10 prodiitri é obtido escolheiido-se em cada parênteses iini x i e mi.114 Números Binomiais Cap. se em os dos par~ntescs~scolhcimosxl.2 (:orno fatos ctc. Logo. .3. . . . O termo ~(1'222.aisqrrenli c u 2 + . ) ..4. rr3 e os coresp ondentes termos do desenvolvimentri. + n P = ? i .~ltiplicando-st: escolhidos. n p i. .cr2 . n2. n2. Ora. n::' x ? . .. pai. xgr aparece no desenvolvimento L \ Somando c: reduzindo os termos semelhantes o\>temos vezes.e tantas vezes rliiantos são os modos de escolhermos nos ?i.ioa todos tis vaIores j i t ~ i r o 11Ro-negativos ~ s dc?ciil..I 1 onde ai. em f i z dos parênteses escolhermos 22 etc.114 = . . n.iinteses 0 1 deles 11~1-il. .nl. x O P p apai. . . Polinômio de Leibniz P<idemosobter uma geiler-alixaqão da fórmula do bin6mio. nz dentre os que soI>raranlpara pttgw-mos o n. . . esteiiderido-se 0 soniatcii. (n:2 + sx .4 Números Binomiais 115 4. olrtriernos :ryl 22' .pegarmos o z J para fatcli-. Abaixo temos tima tabela dos valores y ossíveis rle cri.Mas isso pode ser feito de + + + + + motlos... inteiros não-iicgativos c ctl nz -t n p = 1 1 . .

. é portanto. o quadrado de um polinômio é igual à soma dos quadrados dos seus termos mais a soma dos duplos produtos dos seus termos. ( x . .2 + 2)6.14: Determine o coeficiente de x 4 no desenvolvimento de (' . por exemplo. Solução: -. Para que o expoente de x seja 4 devemos ter isto é. = 2. As soluções são ffl n2 '33 Termo O 1 2 4 2 O 2 3 4 602" 480x4 240x4 Exercícios 1. • 2. a .116 Números Binomiais Cap.4 Cap. Logo. I-Iá dois tipos de soluções para a equação acima. o termo em z 4 do desenvolvimento i 780x4. Obteremos então termos da. + + + 4. Quantos termos possui o desenvolvimento de (z1+ 22 + 2 3 + zq)20? onde ai. Obteremos então termos da foram sf (1 5 i 1 n ) .3~ ~ + p2. Determine o coeficiente de 2 1 7 no desenvolvimento de (1-1-s5+x ) 7 20 Somando.são inteiros não-negativos tais que ni a2 . .4 Números Binomiais 117 Exemplo 4. Assim.. 3. Deduza uma fórrniila para o cálculo do cubo de um polinômio. ii) Dois dos n são iguais a 1 e os demais são iguais a zero. as. Determine a soma dos coeficientes do desenvolvimento de Exemplo 4. forma 2 x i x J (1 5 i < j 5 n ) .15: Dediiza u m a fórmula para o cálculo do quadrado de um polinômio. . A resposta . a. E i) Um dos n E igual a 2 c os demais são iguais a zero. 780. E .

a qual é portanto uma fração cujo numerador é o número de casos favoráveis e cujo denominador é o número de todos os casos possíveis. desenvolve e em geral pesquisa modelos que podem ser utilizados para estudar cxpcrimentos oii fenômenos aleatórios. como veremos. A pro habilidade introduzida nesta scção tem. Elas serao tomadas como definição de uma fiinqão de conjunto que também chamaremos probabilidade na seqão seguinte. . e em determinar o i~úmero casos favoráveis ao acontecimento de cuja probabilidade é buscada. A definiqiio de probabilidade como quoc.atura m k i m a no próximo domiiigo? Qual será o iiíimero de ganhadores da Loteria Esportiva? Quantos habitantes tes&o Brasil n o ano 2000? A Teoria das Probabilidadcs é o ramo da Matemática cluc cria.iim fenômeno aleatório particular varia em siia complexidade matemática. dependendo do fenômeno estudado. Este caso particular é muito importante. e fixar uma série de idéias e noções que são totalmente gerais. ou seja. Os experimentos que repetidos sob as mesmas condições pro duzern i-esiiltados gei-almeritediferentes sesão chamados cxperimentos aleato'rios. A teoria do azar consiste em reduzir todos os acontecimentos do mesmo gênero a um certo número de casos igualmente possíveis. A razão deste número para o de todos os casos possíveis é a medida dessa probabilidade. O modelo matemático utilizado para estudar. c apareceu pela primeira vez em forma clara na obra Liber de Ludo Aleae de Jerônimo Cardano (1501-1576). São frequentes perguntas tais como: choverá amanhã? Qual será a tempe. Pierre Simon Laplace Ensaio filosófico sobre as Probabilidades 5.Cap.5 Probabilidade 119 Probabilidade idênticos. O qiie vamos fazer agora é estudar uma série de fenômenos aleatórios relat ivarnent e simples e int eressantes. Mas todos esses modelos têm ingredientes básicos comuns. Consideremos o seguinte experimento aleatório: jogue um dado e observe o número mostrado na face de cima.1 Introdução Uma das aplicações mais importantes dos resultados anteriores é na Teoria das Probabilidades. Fenômenos aleatórios acontecem constante mente em nossaavida ditiiia. tais que estejamos igualmente inseguros sobre sua existência. Diremos que um experimento é determinz'stico quando repetido em condições semelhantes conduz a resultados essencialmente de "casos favorávejs" sobre o número de "casos possíveis" foi a primeira definição formal de probabilidade. e a maior parte dos exemplos e exercícios deste capitulo são relativos a esta seção.icnte do número 5. várias propriedades.i.2 Espaço Amostra1 e Probabilidades de Laplace Nesta secão vamos tratar de iim caso particular da sitiiaqão geral que sei-a desenvolvida na seção seguinte.

2.. Consideremos o caso do evento A = {2.. Suponha que os experimentos aleatórios têm as seguintes características: a) Há irm i~úmero finito (digamos ?a) de eventos clementarcs (casos possiveis). da seguinte forma Conscquências imediatas desla definição são as seguintes propriedades: #(A) probabilidade deA = -.5 Probabilidade 121 A primeira tarefa consiste em descrever todos os possíveis resultados do experimento e calcular o seu numero.. é o evento que acontece se o número mostrado na face de cima é par. c) Todo evento A é um união de m eventos elementares onde m 5 n.P ( B ) . Este conjunto é chamado Espaço Arnostrai. O que está por trás dessa intuiçiio é o seguinte: Definimos então Probabilidade de A = P ( A ) = níimero de casos favoráveis níimero de casos possíveis a) os eventos elementares são todos igualmente "prováveis" . Por exemplo. o subconjunto espaço amos tral 6 eram chamados casos possíweis. Os subconjuntos do espaço amostral serão chamados eventos. Os elementos do Exemplo 5. ou seja o evento A vai ocorrer mais ou menos a metade das vezes. 6 #(R)=6. que permitem a iitilização desta definição de pr-obabilidade. o espaço amostral R. 2) P ( R ) = 1. O P ( A ) 5 1. E claro intuitivamente que se repetimos o experimento um grande número de vezes obteremos um número par em aproximadamente a metade dos casos. b) o número de elementos de A ( # ( A ) = 3) é justamente a metade dos elementos de (#(a) 6 ) .3 - #(a) 6 5' 1 1) Para todo evento A . Qual é a probabilidade de obter 2 caras? Qiial é a probabilidade de obter pelo menos 2 caras'? .120 Probabilidade Cap. E fácil descrevê-lo em nosso exemplo: ={1. Os eIementos do espaço amostral são chamados eventos elementares. b) Os eventos elementares são igualmente provhveis. = Estas considerações motiva a definição de probabilidade de um evento como A .1: TI-&moedas são jogadas simitltai-ieamente. De outra forma: explicatar qual é o conjunto de possáueis resultados do experimento e calcular o número de elementos contidos nele.5 Cap. 3) P(4) = O (porque # ( 4 ) = 0). 4) Se A í' B = 4 então P ( A U B ) = P ( A ) -1.4. < Laplace referia-se aos elementos de A (ou eventos elementares que compõem A ) como os casos favordveis. A iiniiio de todos os eventos elerrient ares é.6) de nosso exemplo.. Passamos agora à segunda etapa: a de calcular a probabilidade de um evento A . Defina então 1 probabilidade = níimero de casos favoráveis níimero de casos possíveis ' Vamos então resumir as considerações feitas até agora.

Donde: fl = { ( H H H ) . ( T H T ) . ( H H T ) . A figura 5. cara e com T coroa. Seja A o conjunto dos pares ( i . Calcular a probabilidade de que a soma dos números mostrados nas faces de cima seja 7.1 descreve o espaço amost ral completamente. ( H T H ) .j ) onde i e j são inteiros positivos compreendidos entre 1 e 6. mas o leitor i aconselhado em ! todos os casos a defini-lo com precisão. Nos exemplos seguintes não descrcverernos precisamente o Espaqo Amostral.3: Dois dados são jogados simultaneamente. O espaço amostral é então . Solução: O espaqo amostral S1 consiste de todos os pares (i. (.1 Se B denota o evento "obter pelo menos duas caras" temos O número de eventos elementares (casos passíveis) é igual a #{R) = 36. Calcular a probabilidade de que o máximo seja maior ou igual a 3. T T ) ) T # (fl) = casos possíveis = 8.122 Probabilidade Cap. Esses pares estão sombreados na figura 5. 5.1). O Exemplo 5.2: Dois dados são jogados simultaneamente. Temos que #(A) = 6 e portanto 4 1 Resulta que #(B) = 4 e P(B)= 8 = 7.5 Cap. Solução: Os pares tais qiie o máximo e menor que 3 são (1. O Exemplo 5. ( 2 1 e .ou igual a 3 é 32 e probabilidade procurada 32/36 = 819. ( H T T ) .0 Amostral não é descrito com tanto cuidado.1. Se A indica o evento "obter 2 caras" temos que Assim # ( A ) = 3 e portanto Flg.( T T H ) .j) tais que i + j = 7. 2 Portanto o níimero daqueies nos quais o máximo é maioi. Na maior parte dos problemas concretos o Espaq.( T H H ) .5 Probabilidade 123 Solução: Vamos indicar com H . Este é um costume generalizado (e às vezes perigoso). O .2).

restam para B três lugares c os times restantes podem ser dispostos em 22! formas diferentes. 11 0.os.03 0.75 0. calcular a probabilidade de que dois países determinados A e B se encontrem no mesmo grupo. qiie Uma aplicação interessante deste resultado é ti seguinte: suponhamos qiie o aniversário de uma pessoiepossa cair com igual probabilidade em qualquer dos dias do ano. Se r pessoas são escolhidas ao acaso. O número de casos favoráveis é igual a 71 (71. . a probabilidade de duas delas tercm nascido no mesmo dia do ano.30 O . a probabilidadc! de que toda4 façam anos em dias diferentes é dada pela fórmula anterior com ?i365.59 0.3 Espaços de Probabilidade 1 Vamos inti.5 Probabilidade 125 Suponi-iamos que de ? L objetos escolhemos r ao acaso com reposição. por exemplo. 19 0.1)( n . (aniversários no mesmo dia) é maior do que 80%. em um grupo com 35 pessoas.2 representa os 24 times divididos em G griipos. Supondo que a escolha do grupo de cada país é fcita ao acaso. por exemplo. para diferentes valores de r .ões por excesso desta probabilidade. A probabilidadc é portanto igual a + Exemplo 5.114 35 40 50 60 Tabela 0. para r = 30 a ~ii'obabilidade menor do que 0.2.L) ( n .ot1uzir agora a noqão geral de probabilidade e provar várias propriedades qiie são c.124 Probabilidade Cap. com 4 paiscs cada um. Os rcsultados são bastantes é surpreendentes.89 0. oii scja o níirnero de casos possíveis é 24! Consideremos o diagrama d a figura 5.006 5.r 1) ( r fatores). r Probabilidade 5 5 1O 15 20 25 30 0.4: Soluçlao: O número de casos possíveis é igual a ?iy. Portanto o número de permutações com A c B no primeiro grupo é A probabilidade procurada é portanto 5. Quantas permutações existem tais que A e B pertencem ao primeiro grupo? A pode ser colocado cm 4 lugares. 5.98 0. (Na realidade a escolha não é feita cic forma completamente aleatória).onseíliiências mais oii menos imediata da definição.5 Cap. Qual é a probabilidade de que nenhum objeto seja escolhido mais de lima vez? Exemplo 5. Solução: Vamos tomar como espaço amostra1 o conjunto de todas as permutações de 24 clcment. = A tabela 5.5: Para a Copa do Mundo 24 países são divididos em seis grupos.1 dá aproximaç. .30.1 + + + Fig.

P ( A n B).P ( A ) . n níimeros não-negativos e tais que p l p2 . 2 e 3 da definição 5. C B então P ( A ) 5 P ( B ) . 1) e l definindo Se A cB então P ( A ) = P ( R ) .A ) O (porque P é uma probabilidade) resulta que P ( A ) 5 P ( B ) . = p . . . sejam fi um conjunto com n elementos.B ) + P ( B .2.P ( B . ~ ( a ) 1 = 1.. p 2 . = 1. Existem muitas probabilidadks (ou seja.A ) e P ( B .P ( B - A).P ( B .A ) + P ( A í l R ) + P ( A í l B). = l / n obtemos a probabilidade dc Laplace como caso particular. para A C I). p. 2) ~ ( $ = o. Em geral cla é diferente da probabilidade de Laplacc) introduzida na seção 5.p. . Dcrnonstração: Sabemos que < Portanto P ( A ~= 1 .A ) Demonstração: Como B = A U ( B .2..P ( A ) . i = 1. . .1: Seja iim espaço amostra1 (conjunto). P(B) = P(B -A) Somando: P(A) +P ( AnB). e p i . . U m a função P definida para todos os subconjuntos de R (chamados eventos) é chamada uma probabilidade se 1) O 5 P ( A ) 1.2: A probabilidade que usamos até agora e que continuaremos usando na maior parte deste trabalho é a que se obtém definido P ( A ) como o quociente do iiiimero de elementos contidos em A (casos favoráveis) pelo número de elementos de fl (casos possíveis).126 Probabilidade Cap. funções com as propriedades 1. para todo evento A C S1.B ) + P ( A n B). Demonstração: Como P ( A ) = P ( B ). temos P ( R ) = P ( A u ( B . .A ) . Um exemplo simples se obtém tomando f = {O. Se p l = p2 = ..A ) . O Corolário: Se A Em geral. e portanto P ( A ) = P ( B ) .1: P ( A c ) =. Portanto Várias conseqüências simples e úteis d&definição de probabilidade estão contidas nas seguintes proposições.1) que não são desta forma particular.5 Probabilidade 127 I Definição 5.3: P ( A U B ) = P ( A ) > O + P ( B ) . ... .A ) ) = P ( A )+ P ( B . ' Proposição 5. Proposição 5.1 . A fiinção P assim obtida é uma probabilidade sobre ri. O ) + Um resultado mais geral está contido n a seguinte Proposição 5. n e . em geral. + P ( 3 ) = P ( A . . 3 ) Se A e B são eventos disjuntos (também chamados mutuamente exclusivos) P ( A U 3 )= P ( A ) P ( B ) . + + + + Demonstração: Temos que P ( A ) = P ( A . P ( A ) =soma dos P ( ( w i ) ) =soma dos pi com wi E A (ou seja P ( A ) é a soma das probabilidades dos elementos pertencentes a A ) . Definamos P ( { w i ) ) = p.

mas estes ficaram totalmente misturados.liisão-Exc:liis#(i pode-se estabelecer uma fórmula para P ( A -L U A 2 U A. como o que estarnos . Um fenomeno aleatório é representado matema.P) é chamado Espaço d e Proba bilidndes.epresentc?mos como ariteriormente cara e coroa com as letras H c T. Mas. Como. Deeidiii. . I como definimos 3 P2? Se qiieremos iim modelo que "represente" o fenômerio rcal (no sentido tle qiie as frcqiiiincias relativas "aproximcm" as probabilidades do modelo) deveríamos definir Pz da seguinte forma Proposição 5. elementos.bilidade P definida sobrt: os sii1ic:onjiintos (eventos) de fk. 2 ) correspondente a observar O cai-as.) onde A 1. A prohahilidade sei$ qiiase sempre a introduzida na seqão 5. eventos. são ?i. .6: Uma rec. (E interessante tentar adivinhar o comportamento dessa probabilidade qiiando n i gr-andc.ondições da dcfiniqão 5.ão 6 a mesma. Calcular a probabiliclade cie que nenhiim homem r. Note-se que sobre o o r n e s m oespaço amostrak (1 é posshel definzr muitas probabilidades diferentes. A 2 .ec. 1 cara! ou 2 caras. enunciamos o resiiltado scm apresentar iima prova. que é 1 1 ! .ebao seu. Ii-iti-odiizinios a ~ioqão Espaqo Amostra1 como um objcto de iinivocamentc dctcrminado por iim dado fcnômeno aleatói-ici.parte dos casos sem referência específica. Podcmos tomar como espaqo amost. Existe alP2) gum motiva qtw determine a preferencia de um moclelo solrire um outr-o? A resposta é afirmativa: um modelo cm que os eventos elementares sejam igiialmeiite prováveis i! mais conveniente porque facilita geralmcnt. seção 3. .5 Probabilidade 129 Com as mesmas tecnicas usadas pai-a descrever e provas O Princípio da 1nr.2 e é igual a e como Pl a ~ii.ra1 Temos então dois espaqos de pioliakilidades (111. P 1 ) e (R2.aç.t demoristi.le por um par de o bjetos: o espaço amostral f (ou l conjunto dc eventos elemeiltares) E! lima pro ba.oliabilidatIe cliie faz todos os eventos elementares (pontos de rll) igiialmcntc prováveis. . podcriamos tomar como espaço amostral o c.ticnrrien. O liar (a. Este niimero foi cal<:iiladono. seja! para cliialqi~er ou fiinção de coiljiintos satisfazcndo as c. A.2. O i~íimero casos favoraveis 6 igiial ao dc dos permutaqões caóticas de um coiijiinto con1 ?a elementos. Isso não é estritamente certo.onjunto f12 = {O: 1 .~iiobabilidade. IC. Exemplo 5.1. os As técnicas desenvolvidas nos C:apitulos 2 e 3 podem scr utilizadas com proveito. Nos exemplos seguintes as propriedades das probabilidades serão iisadas na maior. antcs de efet iiar o cálculo.ões i de ?i.orrio ~iodemos pclo seguinte exemplo ver simplcs: jogucmos uma moeda duas vezes c: observemos o níimero dc caras obtidas.4: As propriedades provadas nas proposições anteriores são válidas pai-a cliialqiier. qiie representam o mesmo fenômeno aleatório. então devolvê-los a esmo. c..128 Probabilidade Cap. silvo madificaqõcs evidentes.) ! Solução: O niimero de casos possíveis i igual ao das perniiitaç. .xpcrimcnto 6 o niimero de caras.epcionista recebeu ? L chapéus.5 Cap.~ cáiciilos dc quase todas as probabilidades. observando neste r.

ou equivalentement e. É interessante observar a conclusão deste resultado: jogar tudo Esta probabilidade se estabiliza rapidamente qiiando n aumenta. I7 I I > Exemplo 5. (O limite desta expressão qiiando n + oo i e-' N 0. Temos agora: e a de ganhar Temos que comparar agora n / N e 1. 4 . Portanto a probabilidade de não ganhar i! igual a Exemplo 5. (Ambos os jogadores apostam porthnto a mesma importância). Qual é a probabilidade de ciiie. Afirmamos a ue Portanto. A2 o conjunto das distribuições que deixam vazia a segunda urna e A3 das distribuições que deixam vazia a terceira. em geral. Para calcular a outra probabilidade procedemos da seguinte maneira.(1.um prêmio. Vamos calcular primeiro a probabilidade de não ganhar. o níimero de casos possíveis é Para contar os casos favoráveis sejam A i o conjunto de distribuições de bolas pelas ui-nzts que deixam vazia a primeira urna.130 Probabilidade Cap.7: 1Jma loteria tem N números e só .8: Seis bolas diferentcs são colocadas em três umas diferentes. Os casos favoráveis (neste caso não ganhar) são ( N .37. Logo. é portanto igual a i A demonstração desta desigualdade e feita no Apêndice 3. pelo Princípio da Multiplicação. para 11 4 a varia+ é menor que 0. porque joga-se menos tempo). todas as urnas estejam ocupadas? Soluçio: A escolha da urna em que cada uma das 6 bolas é colocada pode ser feita de 3 modos diferentes.5 Cap. Outro compra só um bilhete %emn exti+açõesdiferentes. O número de casos possivcis é igiial a Nn. Qual deles tem maior probabilidade de ganhar o prêmio? Solução: Se todo o dinheiro é jogado numa única vez a probabilidade de ganhar é n / N . Esta conclusão é válida em geral para quase todos os jogos de azar.) : d e urna só vez é melhor d o que ir jogando aos poucos. Em outras palavras./ N ) ".5 Probabilidade 131 A probabilidade buscada 6 igual ao quociente destes números. o jogo "frio" é melhor (porém.Ol. Um jogador compra n bilhetes em lima extração. parece provocar menos "satisfação" .1)". pelo Princípio de Inclusão-Exclusão.

esponde a que C ganhe o torneio.10: TJm torneio é disputado por 4 times A . Provc que: a ) P ( A u B ) $. Sejam A e B eventos tais 2 4 cliie P ( A ) = 5 e P ( B ) = 9. wd corresponde a qiic D ganhe o torncio. É 3 vezes mais provável que A vença do que B . Soluçãor Vamos indicar c.om Solução: a) P ( A u 8 )2 P ( A ) = $: . e os divisiveis por 3 e 5 simultaneamente são 300115 = 20. Portanto Assim. 2 vezes mais pi.ováve1 que B vença%o q i i e C e é 3 vezes mais provável qiie C vença do cliie D . Calcular a probabilidadc dc! q i i e ele seja divisível por 3 ou por 5..9: Um número entre 1 e 300 é escolhido aleatoriamcntc. + + ou seja 28p = 1. ou Aivisíveis por 5 são 300/5 = 60. Qiiais as ~irobaliilidadesde ganhar para cada um dos times? Y Exemplo 5.132 Probabilidade Cap. Excrriplo 5.ori. Exemplo 5. b) P ( A n B C )5 %< > C) 5 P ( A n B ) < i. cle onde p = 1 z. Temos Como a soma das probabilidades têm qiie ser igual a 1. Temos que calcular P ( A U B).orrcsponde a quc A ganhe o torncio. Tcmos y ortanto w2 corresponde a que R ganhe o torneio. i. resulta que p . w~ c. Solução: Scjam A e E os eventos ciiic acontecem se o número escolhido for divisivel por 3 c por 5 i-espectivamente. Os números entre 1 e 300 divisíveis pai' 3 são 100. B. C e D. a probabilidade procurada é o espaço amostral que consiste dos qilatro possíveis resullados do experimento: u11 c. t 3 p 6 p 18p = 1.11: Seja P iima probabilidade sobre os everitos (subconjiintos) de um espaço amostral R. Seja p = P ( w 4 ) .5 Probabilidade 133 Assim.

.2. Supondo qiie se sentararri aleatoriamente nas 10 cadeiras. Ilma amostra de 10 peças é extraída. Exercícios 1. b) só um jornal.5 são escritos em 5 cartões diferentes. A8 = uma sequência. Este cartões sito escolhidos (sem reposição) aleatoriamente e os algarismos que vão aparecendo são escritos da esquerda para a direita. 7000 leem A e B. dois pares.8. calcular: a) A probabilidade de qile homens e niiilheies se sentem em cadeiras alternadas. .idade tem 30000 habitantes e très jornais A .4.3. formando um níimero de cinco algarismos. b) A probabilidade de qiie as rxiiilheres se sentem juntas. A5 = fiill (três iguais e dois iguais). 8 000 lêem E . Calcular a probabilidade de que ao menos lima peça na amostra seja defeituosa. 5 homens e 5 mulheres compram 10 cadeiras consecutivas na mesma fila de um teatro. 500 lêem A .om reposiqão qual seria a probabilidade? 5. Qual 4 a probabilidade de que um habitante leia: a) pelo menos um joi-nal. três iguais. 4500 lêem A e C. a) Calciilar a probabilidade de que o níimero escrito seja par. Dez pessoas são separadas em dois grupos de 5 pessoas cada um. Ai todos diferentes. um par.2. = A2 = A3 = A4 = 6 . 2 . 1000 lêem L3 e C. B e C . Calcular a probabilidade de que exat amente uma urna seja deixada desocupada. (Pôquer com dados) Cinco dados são jogados simiiltaneamente e os resultados sito classif cados em: 4.5 Probabilidade 135 b) 3. B e C. Uma caixa contém 20 peças em boas condiqões e 15 em más condições. 6 000 lêem C .. . Calcular as probabilidades de A i i = 1. A6 7 quatro iguais (pôquer). Os algarismos 1. Uma pesquisa de opinião revela que: 12000 lêem A . . b) Se a escolha fosse c. Qual 6 a probabilidade de clue duas pessoas determinadas A e B façam parte do mesmo gi-iipo? 7. Colocam-se aleatoriamente b bolas em b urnas. A7 = 'cinco iguais. Uma c.134 Probabilidade Cap.

d) P ( A n W). 15. . Três dados são jogados simultaneamente. Dois dados são jogados simultaneamente. uma amoslra de r bulas. a vitória do time 2 oii o empate. b) siipondo a extração sem reposição.Ol . 4 bolas pi-etas e 4 bolas vermelhas. 6 (Sena Principal) das dezenas por ele escolhidas ou se as dezenas sorteadas são escolhidas aumentadas (Sena Anterior) ou diminuídas (Sena Posterior) de uma unidade (50 1 = 01.2. Qual a probabilidade de quc exatamente k das bolas nessa amostra sejam brancas. Urna urna contém 4 bolas brancas. 4 (quadra) ou 5 (quina) das dezenas escolhidas. f ) p ( A Cn B ~ ) . escolhe 6 dessas 50 dezenas e é premiado se são sorteadas 4 (quadra). Calcular. N a Loteria Esportiva há 13 jogos e o apostador.omo sorna dos resultados dos três dados.00. O apostador. C) P ( B C ) .50. 13. 16. O 5 k 5 ?i. Aos números inteiros entrc 1 e são designadas prohabilidades proporcionais aos scus valores..7.1 = 50).02 .5 Probabilidade 137 entre 1 e 200 í:escolhido aleatoriamente. vezes. Sacam-se 6 bolas dessa iirna. 10. das qiiais 71 1 2 1 são brancas c r t 2 1 são pretas com ?a = 7 ~ 1 71. b) com 11 pontos. Uma moeda foi cunhada de tal forma que i. sc O 5 k 5 r .8. Um jogador é premiado: a) com 10 pontos. deve indicar em cada iim delcs a vitória do time 1. c) a quina. Consideremos lima iirna c.a probabilidade dc obter-se exatamente k caras. No jogo da Loto sso sortcadas 5 dezenas distintas entre as dezenas 01 . e ) P ( A c n B). Determine a probabilidade de serem sacadas 2 bolas de cada cor: a) supondo a extração com reposição.ontenclo ? L bolas. Calcular8. Sejam A e H eventos tais cjuc 18. Escolhe-se. No jogo da Sena são sorteadas 6 dezenas distintas entre as dezenas 01 -02.9 ou 10 dezenas e é premiado se são sorteadas 3 (terno). se acerta os resultados dos 10 primeiros jogos e acerta apenas um dos resultados dos 3 íiltimos. O tipostador escolhe 6. 19. Determine a probabiiidade de um apostador fazer: + > + a) uma quadra. TJma nioeda cquililracla (probabildade de cara = protiabilidade de c. b) uma quadra. 11. 17.136 Probabilidade Cap. b) uma quina. com r 5 1 1 1 e r 5 rc2. ao acaso.99 . b) P ( A C ) . Calciilar as probabilidade de cara dar e coroa. 5 (quina).5 Cap. .esultados. Calciilar P ( i ) para 1 5 i 5 n. 14. c) a Senã Principal. . d) a Sena Anterior ou a Posterior. 9. Determine a probabilidade de um apostador que escolheu 10 dezenas fazer: a} um terno. 12.oroa = 1/2) 6 jogada ri. Calcular aprobabilidade de obter 12 c. sc acerta os resultados dos 10 primeiros jogos e erra os dos 3 últimos. 4 vezes mais ~irovável cara do que coroa. ' a) P ( A U B ) . Calcular a probaliilidade de obter 7 como soma dos i. IJrri rií~mero a probabilidade de que seja divisível por 5 oii por 7.

duas em cada. se acerta os resiiltados dos 10 primeiros jogos e acerta apenas dois dos resultados dos 3 últimos. qual é a probabilidade de haver exatamente m pessoas entre João e Pedro? Uma caixa contém 2n sorvetes. Qual é a probabilidade de duas determinadas pessoas ficarem no mesmo grupo? Em um armário há 71 pares de sapatos. determine a probabilidade de um apostador ser premiado: a) b) c) d) 26. a (a c n ) pessoas preferem coco e I> (I> < ? L ) pessoas preferem chocolate. Determine a probabilidade das 6 dezenas sorteadas: 20. Bolas são colocadas ao acaso nas urnas. mesma linha.5 Probabilidade 139 c) com 12 pontos. Supondo que em cada jogo os resiiltados possíveis tenham probabilidade iguais. a) Qual C a probabilidade das vagas vazias serem consecutivas? I>) Qual é a probabilidade de náo haver duas vagas vazias conseciitivas? a) pertencerem à. Qual é a probabilidacle de todas as 1ireferênc. b) pertencerem a apenas duas linhas. uma de cada vez. 5 numa linha e 1 na outra. Colocam-se ao acaso n botões em um tabuleiro n x n . não sendo permitido haver dois botões em uma mesma casa. Qual é a probabilidade das duas vagas adjacentes ao seu carro 29. com com com com 10 pontos. Quando o dono retorna ainda estão estacionados m dos n carros. Qual é a probabilidade de colocarmos exatamente p bolas nas urnas? Cinco horriens e cinco miilheres sentam-se aleatoriamente em dez cadeiras em círculo. 27. Um carro estaciona entre n outros em fila e não numa ponta. Há 8 carros estacionados em 12 vagas em fila. d) idem. d) com 13 pontos. Qual a probabilidade de haver entre esses pks exatamente k pares de sapatos? 24. Calcule: 22. 13 pontos. são postos ao acaso em uma fila. as dezenas são apresentadas em um quadro com 5 linhas e 10 colunas. Tem-se n urnas.ias serem respeitadas? 31. As demais não têm preferência. Escolhem-se ao acaso duas peqas de um dominó. c) idem. Em um grupo de 2n pessoas. 11 pontos. 3 numa linha e 3 na outra. 12 pontos. Qual é a probabilidade de uma particular pessoa ser sorteada? 32. 28. Qual é a probabilidade de não haver dois botões nem na mesma linha nem na mesma coluna? 25. quatro são sorteadas para ganhar um prêmio. entre os quais João e Pedro. estarem vazias? 30. .5 Cap. Um polígono regular de 2n 1 lados está inscrito em um circulo. Escolhem-se 3 dos seus vértices. Retiram-se ao acaso p pes de sapatos desse armário. Se n homens. f ) pertencerem a linhas diferentes. até que alguma urna receba duas bolas. Os sorvetes são distribiiídos ao acaso. 23. Em um grupo de 10 pessoas. e) pertencerem a apenas très linhas.138 Probabilidade Cap. se acerta os resultados dos 13 jogos. 4 numa linha e 2 na outra. Qual é a probabilidade do centro do circulo se interior ao triangulo? + . Qual é a probabildadc delas possuirem um número comum? 21. b} A probabilidade das mulhel-es se sentarem juntas. a) A psoba1)ildade de os homens c as mulheres se sentarem em Iiigares alternados. n de côco e n de chocolate. Nos cartões da Sena. Doze pessoas são divididas em três grupos de 4. formando-se um triângulo.

se B n C = 4 . alguém nos Antes de passar aos exemplos indicaremos algumas propriedades básicas da noção de probabilidade condicional. . O5 P ( B / A ) < I. P ( A ~ B = 6 . Qual é a probabilidade do result. b) P [ A . Esta opinião é quantificada com a introdução de uma "probabilidade a posteriori" ou. n pessoas. .P ( A ri B n C ) A. 6 } . Representaremos este número pelo símbolo P ( B / A ) . 4 . ) Seja A tal que P ( A ) > O. . d) No máximo dois desses eventos. aprobabilidade condicional de B dado A é o níimero P ( A nB ) / P ( A ). Sejam 0 = { I .1) C também escrita como Se P ( B ) > O temos também 5 -4. Qual é a probabilidade de duas determinadas dessas pessoas ficarem juntas? 34. já que.ado de João ser maior ou igual ao resultado de Pedro? 35.C. " 4. e) No máximo um desses eventos. 5. Temos então simbolicamente 37. probabilidade condicional de B dado A . . B . . . Qual é a probabilidade de lima permutação dos números (1. A = { 2 .am. de ocorrência de: a) Exatamente um dos eventos A . Em iim roda são colocadas. C ) P ( A n ( B ü C)]. OU seja.140 Probabilidade Cap. como vamos chamá-la doravante. Nossa opinião sobre a ocorrência de B se modifica com esta informação. Probabilidades Condicionais Consideremos o experimento que consiste em jogar um dado nãoviciado. que A ocorreu. 24). somente poderá ter ocorrido B se o resultado do experimento tiver. C. B . Temos que P ( B ) ( B ) / # ( n ) = 316 = 1/2. quer dizer. Siiponhamos que. p ( A n C ) = ) Note-se que este niimero só está definido quando P ( A ) > 0. Esta é a probabilidade # de B a práori. sido 2.( A ~ I B= i. d) P(L(A n B )u c1 1 Definição 5. + . P ( A ) = P(B nC)= A.5: a P(4/A)= O . . Proposição 5. uma vez realizado o experimento.P ( 6 ) = = 1 Q.P ( B ) 4. ao acaso. b) Exatamente dois dos eventos A . 6 ) e B = { I . isto é. antes que o experimento se realize. Calcule: 2. 10) ter exatamente 5 elementos no seu lugar primitivo? informe que o resultado do mesmo é um número par.5 Probabilidade 141 33.5 Cap.. P I A ) = P(B) = P(C) = P ( B C ) = O. fixado A a proba bjljdade coridicional é oii tra pro habilidade sobre o espaço arnostral R. A equação (5.Determine a probabilidade = 4.2.(3 U C)]. João e Pedro lanç. Então P ( f i / A ) = I. b) P ( ( R u c ) / A ) = P ( B / A ) P ( c / A ) . 2. c) Pelo menos dois desses eventos. então. i. cada um. ( A ~ C= P ) P ) Introduzimos em geral a seguinte a) P ( A u B u C). definida por 36. um dado não-tendencioso.2: DadosdoiseventosA e U .

. Sabendo-se que esta pessoa fala francês. + homens mulheres 92 101 + Escolhe-se lima pessoa ao acaso. Temos Solução: Proposição 5. Exemplo 5.12: Um grupo dc pessoas es t. # então e portanto . . No caso geral o raciocínio é semelhante e usa o Principio de Indução Completa.P(BnA) P(CnA) P(A) P(A) = P(B/A) P(c/A).2). coincide com (5.142 Probabilidade Cap.á classficado da seguinte forma: fala inglês - fala alemão 35 33 fala francês 47 52 P ( ( 3 n A) u (C n A ) ) P(A) . A 2 e As. qual é a probabilidade de que seja homem? Seja A o cvento que ocorre se a pessoa escolhida fala francès e B se a pessoa escolhida é homem. n ~ . ) O. Verifiquemos a fórmula é para três conjuntos ( 7 1 = 3) A I .5 Probabilidade 143 Demonstração: Esboço da Demonstração: Para dois conjiintos A I e A2 a fbrrn~ila válida proque. isto é.6: (Teorema do produto) Se P ( A i n A 2 n . Temos Como O 5 P ( A n B ) < P ( A ) temos que é 0 resultado desejado.

O Exemplo 5.144 Probabilidade Cap. 14 = O. b) Qual a probabilidade do pênalti ser convertido? Solução: a) Há 27 = 128 possibilidades e portanto P [acertas os 7 testes] = 1 - b) Seja A o conjunto de todos OS pontos com mais respostas "V" do que "F". / \ Y / F C . poderíamos ter escrito: P ( F í l C )= P ( C ) . Temos que 128 ' Solução: Note que. Para fazer uso dessas pro babiiidades condicionais. 2 x Logo.5 Probabilidade 145 Note-se que Pelo Teorema do Produto: Isto sempre acontecerá se. P(C)= P(F nc) + ~ ( F n c ) . 32 + 0. Exemplo 5. p ( F n c )= P ( F ). L Y O diagrama apropriado para o problema em questão é dado na figura 5. A probabilidade dc um pênalti ser convertido é de 40% se o cobrador for do Flarnengo e de 70% em caso contrário. O. do enunciado. 46. P ( F n C) = P ( F ) . Tais diagramas são úteis sempre que o experimento aIeatório possua diversos estágios.14.14: Sabe-se que 80% dos pênaltis marcados a favor do Brasil são cobrados por jogadores do Flamengo.13: Numa prova h&7 perguntas do tipo verdadeirofalso.32. Um pênalti a favor do Brasil acabou de ser marcado: a) Qual a probabilidade do pênalti ser colirado por um jogador do Flamengo e ser convertido? Cada uma das probabilidade do lado direito pode ser calculada com auxilio do Teorema do Produto. 7 = 0.P ( C / F ) = 0 . decompomos o evento C : "o pênalti é convertido" na união de dois eventos disjuntos: "o cobrador é do Flamengo e o pènalti é convertido" e "o cobrador não é do Flamengo e o pênalti é convertido". A probabilidade desejada 6: P ("cobrador é do Flamengo" e "pènalti é convertido)') = P ( ~ f l C } . Isto é: c = ( F n c ) u (Fnc). Note que. P ( F / C ) . na probabilidade considerada.3. dado que o batedor seja do Flamengo ou pertença a um outro clube. No entanto. Logo e portanto a probabilidade buscada é igual a 1/64. ainda pelo Teorema do Produto. todos os pontos do espaço amostra1 são igualmente prováveis. Calcular a probabilidade de acertarmos todas as 7 se: a) escolhcrrnos aleatoriamente as 7 respostas. apenas sabemos as probabilidades condicionais do pênalti ser convertido. 8 x 0 . b) escolhermos aleatoriamente as respostas mas sabendo que há mais respostas "vcrdadeiro" do que "falso". Solução: Uma forma prática de resolver problemas como este é recorrer a diagrama d e Qrvore. 4 = 0. as probabilidades que ocorrem no lado direito da igualdade não estão explícitas no enunciado. P ( C ) = O .P ( c / F ) = 0 .

146 Probabilidade Cap. 5 4 (siga os caminhos na árvore que levam a "não verte").5 Probabilidade 147 r--'---------A'---------------------.4 Os níimeros em cada ramo representam as probabilidades condicionais do evento associado ao final do ramo.3 \ Converte (C) NGo do F1aTgO Fig. tomando-se todos os caminhos sobre a árvore que levam a este evento. 5. O .2 Fig. 5. Qual é a probabilidade de que o cobrador tenha sido iim jogador do Flamengo? Solução: A probabilidade pedida é uma probabilidade condiqtie cional ( P ( F / C ) ) não é explicitamentc dada no enunciado. I__________________----------------- ~ ã Converte o (€1 j 0.8).3 \\ ~ ã Converte (C) o A decomposição do evento "pènalti é convertido" em eventos disjuntos é feita. c) Um pênalti foi marcado a favor do Brasil e acabou de ser desperdiçado. no diagrama. 6 + 0 . 3 = 0 . 2 x 0 .89) fosse maior do que a probabilidade "a priori" do jogador escolhido ser do Flamengo (0. (Observe que o fato de o pênalti ter sido desperdiçado fez com que a probabilidade "a posteriori" do batedor ser do Flamengo (0. temos novamente: (siga o caminho correspondente na árvore). 8 x 0 . A probabilidade correspondente a cada caminho é calculada usando o Teorema do Produto. dado a sequência de eventos que nos conduziu ao início do ramo.). P@) = 0 . Temos Desta forma. 0. Não Converte (C) --+ j Não do Barnengo r-----------------------------------. ' Converte (C) Para calculá-la recorremos h definição de probabilidade codicional e ao diagrama de árvore introduzido no item (b).

qual é a probabilidade condicional de que Marina não a tenha escrito? Solução: Entrega 9y Solução: Não perde / Escreve / / Dois uns 2/10 \ ~ ã escreve o Fig.7: (Teorema da Probabilidade Total) Se B é um evento contido numa união de eventos disjuntos Exempo 5.5 Probabilidade 149 Exemplo 5.. A probabilidade de que Marina escreva a carta é de 8/10. ) > O. Proposição 5. . obtendo-se dois uns. .5 Temos + P (não escreve lnão recebe) 1 1 P[observar dois iins] = . P ( A . = P ( ( 6 ) ) = 1/10. . 5.15: Consideremos dois dados: um deles equilibrado = P ( ( 6 ) ) = 1/61 e outro viciado com (P((1)) = P ( ( 2 ) ) = P((1)) = 1/2 c ~ ( ( 2 ) ) = . 2 4 = - 1 +2 -= 1 36 5 - 36' P (não escreve) P (não recebe) 2/10 - 1 1 1 P[dado viciado e dois uns] = .5 Cap.148 Probabilidade Cap. .. 5. QuaI a probabilidade condicional de que o dado escolhido tenha sido o viciado? de que o carteiro a entregue é de 9/10.16: Marina quer enviar uma carta a Verõnica.6 Fig.. Dado que Verõnica não recebeu a carta. P ( A 2 ) > O .= 2 4 8' 2 _ + & ' _ + 8 9 ' _4 ' -4 10 10 10 10 10 10 25 - O A probabilidade buscada é então igual a Os três últimos exemplos poderiam também ter sido resolvidos utilizando os dois resultados gerais a seguir. . Escolhe-se um . .dos dados ao acaso e se efetuarn dois lançamentos. A probabilidade P ( A 1 ) > O. A probabilidade de que o correio não a perca é de 9/10. .

qual a probabilidade de que nesse dia? Utilizando o Teorema de Bayes temos Solução: - Demonstração: Temos que P[choveu]P[ganhou/choYeu] Plchoveu ] P[ganhou/chow~i] +P[não choveu]P[ganhoii/não choveu] Então.2.. Portanto.7 ilustra a situação do teorema. para i.150 Probabilidade Cap. Exemplo 5. Se cle deu a resposta correta para uma das perguntas.las 6 certa. ) . . para cada pergunta.5 Probabilidade 151 então p(B) = P ( A I } P ( B / A+ P ( A ~ ) P ( B I A ~ ) ~) Demonstração: Temos que +.0 . Usando a identidade obtida na proposição anterior obtemos O a fórmula pedida.18: Proposição 5. 3 0 ~ 1 16' .a. i = 1. um aluno tem probabilidade 1/3 de escolher a resposta certa se ele está adivinhando e 1 se sabe a respost.17: Durante o mês de agosto a probabilidade de chuva em um dia determinado é de 4/10. ) P ( B / A .+P ( A . P(Ai/B)1 P ( B n Ai) P(B) A figura 5. qual é a probabilidade de que a adivinhou? Solução: Utilizando o Teorema de Bayes temos 1 0. Exemplo 5. Sabendo-se que o Fluminense ganhou um jogo naquele dia de agosto. n . 7 0 x $ i . Um estudante sabe 30% das resposta do exame. . 70 x 3 h P[adivinhou/resposta correta] = 7 - 0 .8: (Teorema de Bayes) Nas condições da pr* posições anterior. Num exame há 3 respostas para cadapergunta e apenas uma de. então. . O Fluminense ganha um jogo em iim dia com chuva com probabilidade 6/10 e em um dia sem chuva com probabilidade de 4/10. se P ( B) > 0. .

l porque. . Provar que A e B são independentes. é feita naturalmente pensando no Teorcma do Produto. Esta identidade é equivalente a Portanto P ( A n B ) = P ( A )P ( B ) ou seja A e B são evcntos indcO pendentes. Esta idéia é formalizada dizendo que a probabilidade condicional de B dado A é igual a probabilidade de B .5 Cap. A definição que se encontra mais abaixo capta a idéia intuitiva da não influência de um evento A sobre a ocorrência ou não de outro evento B. se A é um evento. .152 Probabilidade Cap. então: Resposta errada Exemplo 5. Resposta correta ' Uma conseqüência imediata desta definição é que o vazio C$ e o espaço amostra1 f são independentes de qualqiier outro evento.Resposta cometa 1 Definição 5. De outra forma: a ocorrência de A não melhora nossa posição para "predizer" a ocorrência de B. Seja A o evento "o ás dc copas está entre as 13 cartas" e B o evento "as 13 cartas são do mesmo naipe". Dizemos que eles são independentes se para toda est:olha de . Isto é: A extensão da noção de independência para n eventos A i . (que é válida mesmo que se tenha P ( A ) = O). A 2 .8. Esta última identidade é tomada como definição da independência de dois eventos. I A . Temos então Sabe 03/ . / 0.70 \ Adivinhou ' 7 .3: se Dois eventos A e B são chamados independentes P ( A n B ) = P ( A ) . Em símbolos P ( B / A ) = P ( B ) ( P ( A ) > O). So Eução: Introduzimos finalmente a noção de independência de eventos.0 . .19: Treze cartas são escolhidas de um baralho comum de 52 cartas.5 Probabilidade 153 A árvore corespondente é dada na figura 5.P ( B ) .

pois A . ganha de 3 e ganha de A ) A probabilidade do jogador vencer se escolher a segunda série BAR é Fig. a probabilidade da interseção é igual ao produto das probabilidades. são independentes se V k .9 com 4 pontos w i . ganha de B ou perde para A . A .n . Ou seja. respectivamente. Os resultadas dos jogos são independentes e as probabilidades dele ganhar de A e de B são 1/3 e 2/3 respectivamente. Não é suficiente vcrificar todas as identidades tomando os suhconj untos de a dois elementos. como o seguinte exemplo mostra. Formalmente: Sejam Definição 5.ri. Em geral. comparece .. i k .ui3 e wd. A 2 . w2. Este resultado pode parecer surpreendente. .9 Ou seja. Mas os três simultaneamente não são independentes porque Exemplo 5.1 é igual ao número de subconjuntso com 2 ou mais elementos contidos num conjunto de n elementos). Que série de jogos é mais favorável para o jogador: A B A ou BAB? Solução: A probabilidade do jogador vencer se escolher a primeira série A B A é (ganha de A .5 Cap.1/4.e P a pr-ohabilidade que associa a cada ponto o valor. e .1 identidades (2n . tem-se três eventos correspondentes à primeira coluna. . i z . Para provar que 3 eventos são independentes temos qiie verificar 4 identidades. a primeira série é mais favorável.4: ' V i l .5 Probabilidade 155 um níimero arbitrário deles. o adversário mais difícil. . 5.?t . eventos são independentes. Seja St o espaço amostra1 apresentado na figura 5. dois outros A e B. .154 Probabilidade Cap. . é necessário verificar 2'' . para provar que . em um torneio. Resulta que Nota: Para provar que 2 eventos são independentes só devemos vcrificar uma identidade. k segunda linha e à diagonal. A i . tomados dois a dois os eventos são independentes.20: Um jogador deve enfrentar. de um série de 3. . O jogador vencerá o torneio se ganhar dois jogos consecutivos.

qual é a probabilidade de que haja corrente circulando entre os terminais AeB? Solução: Seja A i o evento que ocorre se o relé está fechado. Na primeira série. Seja C o evento que ocorre se há corrente entre os terminais A e B .5 Probabilidade 157 duas vezes na primeira série.10 No calculo utilizamos a fórmula para calcular a probabilidade da união de 4 eventos não disjuntos e o fato dos eventos serem independentes. O < p < 1.5. Logo . Queremos calcular P (C). Observe que para circular corrente entre A e B é necessário que o relé 1 esteja fechado e que pelo menos um entre 2 e 4 e pelo menos um entre 3 e 5 também o estejam. Se todos os relés funcionam independentemente.3.156 Probabilidade Cap. O ' Exemplo 5. 5.21: A probabilidade de fechamento de cada relé do rjrcuito apresentado na figura 5. i = 1. o jogador tem duas chances para derrotar A . O que acontece intuitivamente é que o jogo com A na segunda série é decisivo.10 é igual a p .2. Temos Obtemos uma solução mais simples para o problema se prestarmos mais atenção à estrutura do circuito. DestaformaC = A 1 n ( A 2 U A 4 ) n ( A J U A 5 ) . Flg.4.

Qual é a probabilidade condicional de que a urna escolhida foi a II? 10. primo qual é a probabilidade de que seja ímpar? 2. . Três urnas I. Com as mesmas hipóteses do exemplo 5. Uma moeda é jogada 4 vezes. sabendo que a soma dos resultados foi 7.158 Probabilidade Cap. Uma moeda equilibrada é jogada duas vezes. 2 brancas e 1 preta e 3 brancas e 2 pretas.II e III contêm respectivamente 1 bola branca e 2 pretas.5 Cap.. Sabendo-se que no primeiro lançamento dei1 coroa.. 5 . Provar que se A . dá a resposta correta. . obter pelo menos 2 caras. B: cara na segunda jogada.11 Calcule a probabilidade de que haja corrente circulando entre os terminais A e B. então a) A . . calcular a probabilidade condicional de que o número de caras nos seis lançamentos supere o número de coroas. . B C são independentes. b) A C . Qual é a probabilidade de que a peça tenha sido produzida pela máquina A? 6 . e nos outros casos decide na cara ou coroa. Sabendo que o primeiro resultado foi cara.5 Probabilidade 159 Exercícios 1. Calcule a probabilidade condicional de obter 3 na primeira jogada.A . das quais 1%são defeituosas. . Sejam A e E os eventos: 4.2. C C são independentes. 11. . das quais 3% são defeituosas. Duas máquinas A e B produzem 3000 peças em um dia. então Bi. Um estudante resolve um teste com questões do tipo verdadeiro-falso. A máquina B produz as restantes 2000. B. que e branca. qual é a probabilidade de que ele sabia a resposta? 8. P ( A Cu B C ) e P ( A Cn B ) . r . Quando ele responde uma questão cuja solução conhece. Verifique que A e B são independentes. Se 12. Escolhe-se ao acaso um número entre 1 e 50. são independentes onde Bi é igual a algum dos A j OU A. são independentes. Da produção total de um dia uma peça é escolhida ao acaso e. P ( Au B ) . A e B são eventos independentes tais que Em geral se A i. constata-se que 6 defeituosa. 3. e P ( A U B ) = 1/3. A 2 . P ( A ) = 1/4 Calcule P (3). Ele sabe dar a so~uçáo correta para 40% das questões. . . Se o número Calcule é 9. calcular a probabilidade condicional de.. examinando-a. A: cara na primeira jogada. R e C são eventos independentes. . Se uma questão foi respondida corretamente. 7 . i = 1. Sejam A e B dois eventos independentes tais que Uma moeda é jogada 6 vezes. Nota: . Jogeu um dado duas vezes. B2.. A máquina A produz 1000 peças.B . Uma urna é escolhida ao acaso e dela é retirada uma bola.

(Problema de Chevalier de Méré) Determine a probabilidade de obter: a) ao menos um 6 em quatro lançamentos de um dado b) ao menos um duplo 6 em 24 lançamentos de um par de dados. k . 21. C= a soma dos resultados é par. ao acaso. Sejam X e Y respectivamente o mínimo e o máximo dos números das bolas sacadas. . (Problema dos Encontros de Montmort*) Forma-se. Calcule: 17. sucessivamente e sem reposição. B e C? N~ n SI n E I n Wl f ) )V3 n W1 g) ( N 2 U S 2 ) n E2 h} E2. A probabilidade de iirn homem ser canhoto é h. dizemos que há um encontro na posição 1. S. Urna pessoa com um molho de n chaves tenta abrir uma porta. W . Calcule a probabilidade de a 1" carta ser uma dama e a 2" ser de copas. . na certeza de Wl. d) haver um encontro na posição i dado que não há encontro na posição j (i # j ) . 18. W k . duas cartas de um baralho comum (52 cartas). Sacam-se. Repartem-se as 52 cartas de um baralho comum por 4 parceiros. c) haver iim encontro na posição i e não haver um encontro na posição j (i # j ) . recebendo cada um 13 cartas.W3 e) 1 . Entretanto o teste aponta um resultado "falso positivo" para 1% das pessoas sadias testadas. 4 ) defina NI.160 Probabilidade Cap. E. Sacam-se.5 Cap. 4 bolas dessa urna. Para cada k E { 1 . 19. 2 . 3 . n Sf d) Wn . com reposição. como sendo o evento " N recebeu pelo menos k ases" e defina analogamente Sk. uma permutação simples dos números 1 . 2 . B= o resultado do 2Qlançamento é par. Uma urna contém 10 bolas numeradas de 1 a 10. Um exame de laboratório tem eficiência de 95% para detectar uma doença quando essa doença existe de fato. Qual é a probabilidade de. qual é a probabilidade de uma pessoa ter a doença dado que o seu exame foi positivo? 16. Qual é a probabilidade dela só coseguir abrir a porta na k. . em um grupo de 10 homens. 20. . A e B são independentes? e A e C? e B e C? e A .1710) . Jogue um dado duas vezes. Caso o número i ocupe o i-ésimo lugar. Se 0. N .5 Probabilidade 161 13.éisima tentativa: a) supondo que após cada tentativa mal sucedida ela descarta a chave usada. 15. b) haver um encontro na posição i dado que há exatamente k encontros na permutação. Apenas uma das chaves consegue abrir a porta. haver pelo menos um canhoto? *Picrrc Rernond de Montrnnrt (1878. Calcule as probabiliE dades de a> Wf b) N2 n S 2 C) N . T I . Considere os eventos: 4 A= o resultado do 1" lançamento é par.5% da população tem a doença. Calcule a probabilidade de na permutação formada: a) haver exat amente k encontros (k 5 n ) . b) supondo que ela não faz isso.

falado a verdade? 29. Qual é a probabilidade de A sacar a bola vermelha? 2 7 .a a vezes. você captura vinte 35. ao acaso. Uma iii-na contém n bolas aziiis e 1i bolas brancas. Qual é a probabilidade de dois jogadores A e B se enfrentarem durante o torneio? Qual é a probabilidade do jogador A jogar exatamcnte k partidas? 26. 31. Outro júri tem probabilidade p de tomar. Eles são divididos cm grupos de 2. Sacamsc sucessivamente bolas dessa urna e. 2 N rapazes e 2N moças são divididos ao acaso em dois grupos de 2 N pessoas cada. Qual i a probabilidade de A ter : 28. A vence B ). encontrar dois peixes marcados? . A e I3 sacam alternadamente. Qiial a probabilidade de em cada grupo haver tantos rapazers quanto moças? 30.s de encontrar pelo menos uma que aniversarie hoje? 25. bolas dessa urna até que uma bola vermelha seja retirada. uma decisão correta. Qual é a probabilidade do segundo melhor jogador ser vice-campeão do torneio? + 32. Qiial é a probabilidade de A obter mais 71 + 1 vezes 24. 33. Em lima cidade. 2n jogadores de igual habilidade disputam um torneio. com reposição.9? 34. capturando vinte peixes. Qual dos júris tem maior probabilidade de acerto? Um dia você captura dez peixes em um lago. se deve lançar um dado não tendencioso para que a probabilidade de obter algum 6 seja superior a 0. a qual por siia vez o conta para tima terceira pessoa. Dois dias após. ?a 23. A lanqa uma moeda não-viciada . ela é devolvida a urna e são acrescentadas h urna mais p bolas de mesma cor qiic a bola sacada. n ( 7 1 > 1) bolas de uma urna que contém 9 bolas numeradas de 1 a 9. no mínimo. qual era a probabilidade de. 5. cada vez que uma bola é sacada. Os perdedores são eliminados e os vencedores são divididos novamente en grupos de 2 e assim por diante até restar apenas um jogador que é proclamado campeão. Calcule Um júri de 3 pessoas tem dois jurados que decidem corretamente (cada um) com probabilidade p e um terceiro jurado quc decide por cara ou coroa. b) sem repetir nenhiima pessoa. Quantas pessoas você deve entrevistar para terh probabilidade igual ou superior a 0.mesma moeda caras que B? c B lanc. Calciile a probabilidade do boato ser contado m vezes: a) sem retomar k primeira pessoa.. a) se o lago possui k peixes. As decisões são tomadas por maioria.162 Probabilidade Cap.5 Probabilidade 163 22. e jogadores de um mesmo grupo jogam entre si. Em uma cidade com n 1 habitantes. as pessoas falam a verdade com probabilidade Suponha que A faz uma afirmação e que D diz que C diz que B diz que A faloii a verdade. Em um torneio como o descrito no exercício anterior. Uma urna contém 3 bolas vermelhas e 7 liolas brancas. peixes no mesmo lago e constata que dois desses peixes haviam sido marcados por você. sem reposição. marca-os e coloca-os de novo no lago. A saca a 1" bola. uma pessoa conta um boato para uma outra pessoa. os jogadores tem habilidades diferentes e não há surpresas nos resultados (se A é melhor que B. Resolva o problema anterior supondo extraçáo sem reposição. Scja Ai o evento "a i-ésima bola sacada é azul". Sacam-se. etc.. Qual é a probabilidade do produto dos niimeros das n bolas extraídas ser divisível por 10? Quantas vezes.

se for coroa. outro signo? e) todas serem signos diferentes? 38. Assim. sua estimativa de p? m. Como deve proceder o prisioneiro para maximizar a probabilidade de ser libertado? 39. I) Você usa drogas? 11) seu aniversário é anterior ao dia 2 de julho? Pede-se ao entrevistado que jogue uma moeda. outro signo? d) três terem um mesmo signo e . no caso n = 3 jogamos a moeda três vezes. fmcnsso = coroa. uma amostra de 10 "chips" reveloii 1 "chip" defeituoso. responda A segunda pergunta. 6 . de olhos fechados. longe das vistas do entrevistador. jogamos o dado triis vezes. b) Determine o valor de k que maximiza a probabilidade calculada no ítem a}. 37. Deseja-se estimar a probabilidade p de um habitante de determinada cidade ser um consumidor de drogas. então. Uma firma fabrica "chips" dc computador.5 Probabilidade 165 b) para que valor de k essa probabildade é máxima? 36. b) Jogamos um dado não viciado e pomos sucesso = o resultado é 5 ou 6. Adotase então o seguinte procedimento: propõe-se ao entrevistado duas perguntas do tipo SIM-NÃO: 5. Em um lote de 1000 "chips". o que seria pior. sacamos succssivarnente 3 bolas da urna. as outras duas. 6 e 4 respectivamente.p a probabilidade de fracasso.3 ou 4. escolher uma urna e.2. em um grupo de 4 pessoas: a) haver alguma coincidência de signos zodiacais? b) as quatro terem o mesmo signo? c) duas terem um mesmo signo e.5 Cap. Supondo que no lote houvesse k "chips" defeituosos: a) Calcule a probabilidade de em uma amostra de 20 "chips" haver exatamente iim "chip" defeituoso. Suponhamos ainda que a probabilidade p de sucesso mantenha-se constante ao longo das provas. significa . Um prisioneiro possui 50 bolas brancas. A Distribuição Binomial Consideremos agora iim experimento com apenas dois resultados possíveis. Se a bola for branca ele será libertado e . e que se O resultado for cara. que chamaremos de sucesso e fracasso. qual é a relação entre p e p l ? I>) se foram realizadas 1000 entrevistas c obtidos 600 sim é razoável imaginar que p i N 0 . sacamos uma bola e pomos sucesso = a bola é preta. nesta urna. c) De uma urna que contém 6 bolas brancas e 4 bolas pretas. Isso. O prisioneiro deve colocar do modo que preferir as bolas nas duas uinas (nenhuma das urnas pode ficar vazia). Para iso realizamse entrevistas com alguns habitantes da cidade. fracasso = o resultado é 1. N5o se deseja perguntar diretamente ao entrevistado se ele usa drogas. 50 bolas pretas e duas urnas iguais. Suponhamos agora que façamos repetições (provas) do nosso experimento. a) sendo p i a probabilidade de um habitante da cidade responder sim. mentir.5. As urnas serão embaralhadas e o prisioneiro devera. pois ele poderia se recusar a responder ou. a outra. Por exemplo: a) Jogamos uma moeda não-viciada e pomos sucesso = cara. responda it primeira pergunta e. no exemplo a . Qual seria. Chamaremos de p a probabilidade de sucesso e g = 1 . condenado.1 2 sao 2 . Nos nossos exemplos os valores de p . fmcasso = a bola é branca. realizando-o um número fixo n de vezes. caso contrário. uma bola.164 Probabilidade Cap. Qual é a probabilidade de. por exemplo.

os succssos na k primeiras provas e os fracassos nas demais: v ' k vezes 71-k SS---SFF---F vezes Exemplo 5. isto é. Qual í! a probabilidadc dcle acertar exatamente 4 questões? Pondo sucesso = acerto. Qual é a probabilidade de otilei-mos exatamente 5 caras? Soluçúo: Pondo sucesso = cara. ( l . que o c. a resposta é i! o seguinte: Qual é a probabilidade de o b t e m o s k sucessos nesses n provas? q i i e queremos resolver O problema A probabilidade de nessas n provas obtermos k sucessos e.onhecimento do resultados de algumas provas não altere as probabilidades dos resultados das demais. Qiieremos achar a probabilidadc dc k = 5 sucessos em n = 10 provas. na qual de a probabilidade de suce. e as provas são indcpenclerites.p) é ) (para escolher uma ordem baí ta escolher em quais das n provas ocorrerão os k siicessos).5 Cap. .( l . A probabilidade pk dele acertar k questões é a probabilidade dele obter k sucessos em 11 = 10 provas.k fracassos em qualquer ordem é ?L-k multiplicado pelo número de ordem possíveis que pk(l . a probabilidade seria a mesma pois apenas a ordem cios fatores se alteraria.P ) .23: 1/2. .5 Probabilidade 167 que a probabilidade de obter cara em qualquer dos lançamentos é Exemplo 5. Solução: p p p . temos p = 115 cm cada prova. no exemplo c.166 Probabilidade Cap. Isso. A probabilidade de obtermos k sucessos e n .. Suponhamos finalmente que as provas sejam independentes. Pelo teorerna binomial.P ) n-k ) k fatores n .24: T Jm aluno marca ao acaso as respostas em iim teste múltipla-escolha com 10 qiiestões e cinco alternativas por qiiestão. por exemplo. significa que as bolas são sacadas com reposição. em outra ordem.sso em cada prova é p . Jogamos uma moeda não-viciada 10 vezes. temos p = 1/2 em cada prova e as provas são independentes.k fracassos em uma ordem pré-determinada. Pelo teorema binomial. E claro que.~ = p k (1 .. Acabamos de provar o Teorema Binoniial: A probabilidade de ocorrerem exatamente k sucessos ern tima sequê~icia n provas independentes. p .k fatores pois as provas são independentes.71 . em eonseqii&ncias. é igual a A pi-obabiliclade dele acertar exatamente k = 4 questões é E a probabilidadc dele accrtar pelo menos 4 cluestões é .

4 bolas de uma urna que contém 7 bolas brancas e 3 bolas pretas.4 de dar cara. a) Qual é a ~robabilidadedo primeiro filho ser um recessivo puro? b) Qual é a probabilidade de exatamente um dos 4 filhos ser um recessivo puro? 7. de modo que quando ele retira o último palito de uma caixa. Qual a probabilidade de serem sacadas 2 bolas de cada cor? Qual seria a resposta no caso sem reposição? 2. Qual é a probabilidade de A *Stefan Banach (1892-1945). Assim um indivíduo com genes A A é dominante puro.Lança-se repetidamente um par de dados não tendenciosos.vião com 5 motores? 6. por exemplo) dependa de um par de genes. um com genes aa é um recessivo puro e um com genes Aa é um híbrido. com reposição.25: Joga-se uma moeda não-viciada.168 Probabilidade Cap. Toda vez que ele quer acender um cigarro. O primeiro que obtiver 12 vitórias ganha a série. Suponha que pai e mãe sejam híbridos e tenham 4 filhos. Qual é a probabilidade de obtermos duas somas iguais a 7 antes de obtermos três somas iguais a 3? 9. O matemático é meio distraído. Qual é a probabilidade de nesse momento a outra caixa conter exatamente k (O 5 k 5 n ) palitos? 8.5 Probabilidade 169 Exernplo 5. A probabilidade de A ganhar uma partida é 0. Lança-se um dado não viciado até a obtenção do terceiro 6.4 e 0.6 e não há empates. em certa hora ele pega uma caixa e constata que ela está vazia. Suponha que uma caracteristica (como a cor dos olhos. ele não percebe que a caixa fica vazia. Seja X o número do 1a.6? 5. Como a probabilidade de k sucessos em 7 provas S a resposta é ganhar a série sabendo que em cada partida as probabilidades de A e B vencerem são respectivamente 0. cada uma com n palitos. ele pega (ao acaso) uma das caixas e retira daí um palito. ( Oproblema das caixas de fósforos de Banach*) Um matemático sai de casa todos os dias com duas caixas de fósforos. Motores de avião funcionam independentemente e cada motor tem um probabilidade p de falhar durante um voo. Dois adversários A e: B disputam uma série de partidas.idas.nçamento em que isso ocorre. Como ele fuma muito. No momento o resultado 6 6 x 4 a favor de A . Dominantes puros e híbridos são semelhantes em relação à caracterist ica. Uma moeda tem probabilidade 0. Ora. Para que valores de p um avião com 3 motores é preferível a um a. Representemos por A um gen dominante e por a um gen recessivo. m i t e m l t i c o polonês . Sacam-se. Lançando-a 12 vezes qual o mais provável valor do número de caras obtidas? Exercicios 1. Qual é a probabilidade de serem obtidas 5 caras antes de 3 coroas? Solução: Pondo sucesso = cara. Filhos recebem um gen do pai e um da mãe.5 Cap. ocorrerão 5 sucessos antes que ocorram 3 fracassos se e só se nas 7 primeiras provas ocorrerem pelo menos 5 sucessos. queremos a probabilidade de ocorrerem 5 siicessos antes que ocorram 3 fi-acassos. Dois adversários A e B disputam um série de 10 part. Calcule: 3. Qual é a probabilidade de A ganhar a série? 4. Um avião voa com segurança se a maioria de seus motores funciona.

. . é contado uma vez em S p e não é contado em Sp+i. A . .Sp+2. . + (i z) (PP) +j (j > das . A n subconjuntos de R e sejam Demonstração do caso a Como é óbvio que. então ele não é contado na soma ap. .. A 2 . se um elemento : de S1 pertence a menos do que p dos conjuntos A i . . Ora. A 2 . é c) O número de elementos do conjunto A i U A U. .UA. . A 2 . . a soma a p é então: a) O número de elementos de Si que pertencem a exatamente p dos conjuntos A i . A. A . .. . . ele é contado 1 = 1 vez. . é contado em parcelas de S p . . . A 2 . . . A z . l Sejam A i . . Sn.Apêndice 1 Apêndice 1 171 b} O número de elementos de fl que pertecem a pelo menos p dos conjuntos A i .. . Seja f um conjunto. A 2 . . é Um elemento de (It que pertence a exatamente p dos conjuntos A I . A 2 . . . . é Demonstração do Principio da Inclusão-Exclusão. . Logo. . (E) Um elemento de R que pertence a exatamente p O . . . A n . o que devemos provar é que se um elemento de (n pertence a exatamente p dos conjuntos então ele é contado uma vez na soma a p e que se um elemento pertence a mais do que p dos conjuntos A i . . p j < n ) dos conjuntos A i . . em das parcelas de Sp+i etc. ele não é contado na soma a p . . . . A . A . .

p) no 2P membro é (O "-P k p+k = &(-I) k=O j ( . .) ( ) p+j p+k C k=O - (P k ) ! ( p j ) ! k!p!(p+ L)!(j. o número de vezes que ele é contado na soma ap é: 0 coeficiente de SpFSj 5 j 5 n .k)! p! j ! k=O Demonstração do caso b: Temos Demonstração do caso c: De modo análogo.k)! + + (P + j)! p! c(-~)E i I k=O k!(j . prova-se a versão probabilistica do princípio da Inclusão-Exclusão.Apêndice 1 Apêndice 1 173 Logo.

M4. devemos colocar os homens nos lugares a eles reservados (n! modos). . onde U. M2 . M3.5 de modo que Mi não pode ocupar os lugares 5 e 1. An é c) A probabilidade de ocorrência do evento A i U A:. . sendo vedada a colocação de alguma mulher ao lado de seu marido. Calculemos U . . . . . . De quantos modos isso pode ser feito? Numeremos os lugares de 1 a 2n. ent 50: a) A probabilidade de ocorrência de exatamente p dos eventos A l . A s . An eventos e sejam A Solução de Kaplansky para o Problema de Lucas. . .Apêndice 1 Apêndice 2 Sejam A i . A exigência de pessoas de mesmo sexo não se sentarem juntas exige que os homens ocupem os lugares pares e as mulheres os impares ou vice-versa.4. A p .2. . Devemos colocar as cinco mulheres M l .3. Só falta agora colocar as n mulheres nos n lugares restantes. A n é Tem-se n ( n > 1) casais que devem se sentar em 2n cadeiras diferentes em torno de um círculo de modo que pessoas de mesmo sexo não se sentem juntas e que nenhum homem fique ao lado de sua mulher. é o número de modos de colocar as n mulheres nos n lugares vazios. M p . A 2 .U A . . 5 nos lugares agora numerados M 1. b) A probabilidade de ocorrência de pelo menos p dos eventos A I .. Escolhido qual o sexo que ocupará os lugares impares (2 modos). é A resposta do problema de Lucas é 2 ( n ! ) U . . sendo vedada a colocação de alguma mulher ao lado de seu marido. U . A figura A I ilustra o caso n = 5. ..

A i . A ..A:. portanto. os em círculo!) é vazia..176 Apêndice 2 Apêndice 2 177 não pode ocupar 1 e 2. . .k ( 2n-k ) intrrreqõer do tipo ii) - k)! e com as demais parcelas nulas. M 3 não pode ocupar 2 e 3. pelo segundo Lema de Kaplansky. A i . ocupa o i-ésimo lugar. A. número de elementos de 0 que não pertencem a nenhum dos conjuntos A. (OBS: 1 . A1 parcelas iguais a (n Portanto. .. para I 5 i 5 n . n . Por excmplo: Ai n A i n é vazifi pois M l não pode ocupar simultaneamente os lugares 1 e n. Arrumemos os 2n conjuntos na ordem (Observe que essa fórmula vale para k = O pois So = n ! ) . . A. + + . que contenha dois conjuntos consecutivos (imaginando. = conjunto das permutações das mulheres. qiie não contcnha dois conjuntos consecutivos (imaginando-os em circiilos) é uma permutação de n. 2n . . e a resposta do problema de Lucas* é + A i = conjunto das permutações das mulheres em que M .. A I . iii) Há. 2 . Para calcular Sk observemos que: i) Uma interseção de k dos conjuntos A i . Logo. n A. ( n > 1). A. í: vazia pois o n-ésimo lugar não pode ser ocupado simultaneamente por M. M4 não pode ocupar 3 e 4 e M 5 não pode ocupar 4 e 5. . . ( 2) =21i. ii) Uma interseção de k dos conjuntos A i .... Queremos determinar U. . .1)-ésimo lugar. A . ~ kA 2 . A: = conjunto das permutações das mulheres em que Má ocupa o ( E . Pelo Princípio da Inclusão-Exclusão. A. ) . Sk é uma soma com H 5 Flg. A . . . ( n ! U.. A 2 ..k)! elementos (k 5 n ) . .. Definamos. .. As. possui ( n .1 = n ) . . e M1. A $ . elementos com k elementos em posições pré-fixadas e.

Apêndice 3 Apêndice 3 e finalmente n-n (I-. N Demonstrasão da desigualdade (1 - h)n> 1 - Com o mesmo raciocínio aplicado agora a e portanto Continuando temos .) o que prova a desigualdade. - n N 1 n .

3) 3 600. 7b) 5775. 26) 5333280. 14i) . 4b) 36. 28a) 2 ' ~ ~2%) . . 24) H. 3) . 5) 30. 32b) 7 . 32a) 28. l b ) 434. 7e) 51 975.4 + Seção 2. 1%) = 13b) ~ . 9) 12960. Seção 2. 22 = 4 x 1016. 13d) 543 182640. 4c) 100. 1%) C:. 18) n'"-1''n-2'("-31. 40) Não." 28c) 2 : . 4) n!.. 14g) 4080. Z h g ) 2''. l e ) 720. 15b) 7 24 1 16) 1085. 2a) 81' 2b) 46721. 8) 267 148.: x 1 = 125 970.1 488 864376. 10) 14976. ~35n . 13a) = 92378. . 3) 4a) 3. . 21h} 70. l d ) 9360. 17b) 6 985 440. 4e) 18. 33a) 33b) . r 1 ) . 7a) 462. l f ) 2c) 1. 5) 8 640. i i d ) ~ C ~ Z : + C ~ I . !. 19c) n(n-3)(n-4)(7i-5) . 1152. 25) 2 26) 2"-'. 6) 604800. ]Sc) (n+Z)!n(3n+l) 16. l b ) 210. 7) C r . 7d) 10 395. 13c) C. 1 la) 11 520. 12c) 7983 360. 23) 126. 14h) 208. 2 ) 6300. 9) 564480. =C~-C:-~.1 0 . 28f) 3+. 2) 300.34). 12a) 2. x c ~ ~ x-~ n4-6n3+lln2+2n. B B P P . 27) nZ-7. B P B P . 756 756. 8 ( 10) 720. 17a) 12 972 960. l l a ) C:. 28d) 2 " ~ 3 2 - Seção 2. 8 lSb) n(7z-l)(n-2)(n-3) 19a) i ( n 3 . 4d) 4. . '+ . :: llb) C l l c ) C::. P B P B . 14f) 1344. 30b) 86400. 20) 138378240.a a-1 34a) As linhas são P P R B .Respostas dos Exercícios Respostas dos Exercícios 181 / I1 Seção 2 3 . 14b) 107520. 31) 2m . P B B P . a B P P B . 4) w. 512. 12e) 3 360. l l e ) ZC~I. 7c) 792. 8 w. Seção 2. 28h) 1. 2 ~ ~ . 21a) 126. 24 . 14c) 24192.x ~ 3! + 151 200. 28e) I*. 13) 60 15) 2 x 3"-2. 14a) 201 376. 14) 6 x 4n-3.5 i a ) 462. 14j) 4. 37) 424051.. x . 14d) 10 752.!. 12f) 30.t . 6 ) 40. $ . 22) 12 4! ~ o x ~ . 11) 30. lg) 13080. 14e) 224. l b ) 720. 15a) n ! .1. 30a) 250000. 5 ) 280. 12b) 1680. 29) 190. i a ) 560.2 lc) 4320. 12d) 10 395.

2a) T5 = T . Seção 3. 2) 126. é. 18b) n! 19d) 6. 2c) 10659. 10) 120. 7) n múltiplo de 5 . ld) 714. 27) 28) n-1 ~ L C ~ . C: é o número de funções f : A -+ B estritamente crescentes.p. 32) = 3. 11) a. 15) 825. lc) (m+n)!. 8a) 31. 13a) 3420.2 la) ( n . 14) 5 004.182 Respostas dos Exercícios Respostas dos Exercícios 183 Seção 2. n. 21a) 191 300. 8b) 30. 5) 755. Seção 4. e0 1 k 1936. 13b) 3 711. 1. 2b) 7752. 1 8 ~ )nP.+ n + q ] 2) 315. #B = n.. Q número de funções f : A + B não-decrescentes. 6) - [h . 2"+' -1 11) 127.~ 29) p = 5 . 3) 2 5 . : 35b) .4n-'. 8) .3 6) . 16) 2001. Seção 3. 5 ) 28.1 ia) 62. . 20a) n!. C RP. .1. 20) 6n4 +20nS -3n2 -571 . ) n! lb -560 280 1) T = 70x4. lc) 419. 14) 24.1 ) k Cn(2n.359072.l)n. 12) 210.1 5) x(-l) P k C k ( p . 3) 36. 30) p = 10 ou p = 11. 8) O 4) -1760. 9) 11 . é o número de bijeções f:A t A onde # A = R . 13) 3n . 21b) 183 800. 4) 14 833. 18a) .~ . 7) Impossível. = 14. 4) 45. 17) 1016. 17) 301 750.3 n-l 6) 9. 39) (n+m n Seção 3. g 3) T5 = 210. 9) 2" . 3) termo máximo é T41 = -#e o termo mínimo é T 2 = p. 6) 504. 12) (n+2)2"-'. 38) . k=O . 2a) 15 504. 14) 1 . l b ) $ ( m + n ) ! . n-1 . n.p. n2-5n+2 .k)!. 31) p = 1 ou . 12) 3". 4) 84. 11) 28. 8) 190 800 9) C ( . 22) 60 480. 22) c: . 24) C 6 6 7 2"(3.k)".5 Seção 3. 1 3 ) ( 7 1 + l ) n 2 " . 7a) 3". 35a) C: :.6 1) 20. 18) 9 n(n+1)(4n+5). lb) 286. 2 1000-n .1. T. 37) k = O . . Seção 3. 10) l-1Y"'5n . A: é 0 número de funções f: A -+ B injetoras e ARK é o número de funções f:A t B . 2) 2400. 7b) 3" . 20b) P. 9) . 7) 10) 10295472. ) a k=O 21) (-l)Pc:-. 2b) T5 = F.4 Ia) ( n + n ) ! .

38b) 39a) ). Aproximadamente O.~-k r . P ( A 3 ) = 1 m 1 P ( A 4 ) = m.tb . 7. 38a) p i = T. 6a) a. 34) As probabilidades são iguais. (n-ly. g.?8. 2c) 898 223 5038848 = 2a) O.l8.43 5 ) p > 8) 9) 5 . 13. 1 8) B.26d6. 2007 25 25 6) 5. . ( zoo> ' Seção 5. 37e) 1 492. 37d) h. Sb) E. i.999 aproximadamente. 15a) i 1 5 b ) . Sim. 3 P(A7) = 1 5) 10) *a$&. 1 .184 Respostas dos Exercícios Respostas dos Exercícios 185 Seção 4. 4) '7 05. 4 1 a. . 3 6 ) Uma urna recebe uma bola branca e a outra recebe 41 as 99 bolas restantes. P ( A 5 ) = P(A6) = m 5 7 1 P ( A 8 ) = m. 576 :Ooo- 3%) 99 ou 100.63.7.P ( A 2 )3 $. 2) P ( A l ) = 3 . S i m e N ã o . 9) 5 e j.4 '"' - 14) Sim.5 Ia) 0. lb) Oi3. 35a) -w. 48) . 37a) gs.3 5 1) 0. 3a) E. 1679616 78 125 1953125 2b) 2519424 . " 3) Aproximadamente 0. 0. . 37b) 3 7 4 -. 4b) 25 ijjgi 25 a. 7 4 25 216' 4 m.3 Seção 5. 22. Seção 5. 6b) a. 13) 7b) 41. b l! 11) - 12) . 0.

Editora Mir . Funções Gerat rizes . contém 439 problemas. Colorações.São Paulo .158 páginas.1972 .Editora Mir . 1 1 "Lições de Análise Combinatória)' .Bibliografia Bibliografia 187 1 1 "i de Cuantas Formas?" . o Lema de Sperner.Rio de Janeiro .Nova Iorque 1984 . todos resolvidos ou com solução indicada.Editora Fundo de Cultura .Livraria Nobel . o Problema das Quatro Cores.1972 . The L.2" Edição .C.38 páginas. números de Catalán. Funpóes Gerat rizes.447 páginas. Uspenski-. A. [4] "Triângulo de Pasca17' . Singer Company . Funções Gerat rizes .Tradução para o espanhol de L.1956 . Part içóes de Inteiros. Análise Combinat6ria Os lavros abaixo abordam mais ou menos as mesmas coisas que e s t e livro. Números de Fibonacci.158 páginas.John Wiley and Sons . Polinõmios Cromáticos. [I] "Mathematics of Choice" . em sua maioria resolvidos. Contém cerca de 100 exercícios resolvidos e aborda também funções - (31 'Lições de Análise Combinatória" .Moscou . Circuitos Eulerianos e Hamiltonianos. Princípio da Inclusão-Exclusão. Aborda Permutações e Combinações. Redes. Teoria da Contagem de Polya. Quadrados Latinos e Partições de Inteiros.300 páginas. Teoria da . Relações de Recorrência.393 páginas. W . Árvores.1968 .Nova Iorque . Liu .202 páginas.2 1 9 paginas. Princípio de Dirichlet.Moscou . Programação Linear. Ermoláev .1978 . ' [6] "Introduction to Combinatorics" . Pavimentações do Plano. Os livros a seguir abordam principalmente tópicos um pouco mais avançados.Nova Iorque .E'.Ivan Niven-Random House. Çircui tos Eulerianos e Hamiltonianos.N. Um curso sob a forma de problemas.4a Edição .197'2 . A borda Permutações e Combinações.1972 . Vilenkin 5 Tradução para o espanhol de Juan Jose Tolosa . Polinômios de Torres.Rio Nogueira . Mapas na esfera. [7] "Introduction to Combinatorial Mathematics" . Números de Stirling. Aborda Grafos. B. funções geratrizes e partições de um inteiro.Londres . Aborda também números de Fibonacci. Relações de recorrência. Aborda também relações de recorrência. Perrnut ações e Combinações. Princípio da Inclusão-Exclusão. Configurações Comhinatórias.Coleçáo "New Mathematical Library" volume 15 . Números Cromáticos. Teorema de Euler. Programação Dinâmica e Designações.Gerald Berman e K. Relações de Recorrência. Contém 180 problemas.Alan Tucker .28 Edição 2 . Polinômios de Torres. Redes. [8] "Applied Cominatorics" . Lacaz Netto .V.McGraw Hill . L. Configurações Combinatórias. Permutações com Posições Restritas. D. Principio da Inclusão-Exclusão. com o mesmo grau de complexidade. Permutações com Posições Restritas. Grafos. Frye~ Academic Press . A .

Teoria de Ramsey. Modelagem Combinatória em Teoria da Computação e Jogos com Grafos. . Funções Geratrizes. Princípio da Inclusão-Exclusão. Permanentes.Califórnia . Números de Stirling c de Catalán. Geratrizes.Nova Iorque . Permutações e Combinações. Probabilidade [I61 "Fifty Chailenging Problems in Probability with Solutioris" - [12]"Applied Cumbinatorics" Fred S.606 páginas. Binômio de New ton. 12oberts .1965 .233 páginas. Aborda Permutaçóes e Combinações. [I11 "A First Course in Combinatorial Mathematics" derson . 9 Cohen .Cor11 don and Breach . Teorema de Ramsey.2a Edição .The Mathematical Association of America . Binômio de Newton e Polinômio de Leibniz.188 Bibliografia Bibliografia 189 Contagem de Polya. todos resolvidos. Relações de Reeorrência.387 paginas. Funções Gerat rizes . . Circuitos Eulerianos e Hamiltonianos.Daniel I.1978 . Principio da Inclusão. 11 "Basic Techniques of Combinatorial Theory" . Permutações Caóticas. Partições de Inteiros. Os livros a seguir sóo excelentes textos pam um curso de probabilidade em n. Relações de RecorrÊncia.Nova Iorque . Relações de Rccorrência.z'vel de GrnduaçGo. Teorema de Ramsey. Permutações e Combinações. Funqões Geratrizes. Matrizes de zeros e uns.1969 . Grafos. Rrualdi . A. 1 0 "Elementary Combinatorial Analysis" .The Carus Mathematical Monographs volume 14 . Triângulo de Pascal. Princípio de Dirichlet. Sistemas de Representantes Distintos e Problemas de O timização. Recorrència. Funções s. TriBngulo de Pascal .88 páginas.The Benjamin Cummings Publishing Co. Frederick Mosteller .134 A borda Induqão . Principio da Inclusão-Exclusão. . Aborda Principio de Dirichlet. Designayões e Colorações. Probabilidade. Polinômios de Torres. Principio da Inclusão-Exclusão.1987 .New Jersey .1984 . Códigos Corretores de Erros e Empacotamento de Esferas. - 1151 "Discrcte Mathematics: Applied Combinatorics and Graph Theory" .John Wiley and Sons .Ian AnOxford . Códigos Corretores de Erros. Designações. Teoria da Contagem de Polya. [13]"Introductory Combinatorics" .Herbert John Ryser . Funqões Geratrizes. Relações de Recorrència.Clarendon Press páginas. Princípio da lnclusáo-Exclusão. Aborda o Princípio da Incliisáo-Exclusão. Colorações e Problemas de O tjmização.Martin Eisen . Combinações e Prrmutaqões. Configurações Combinatórias. A borda Permiit açóes e Combinações. Inc.1989 .Richard A .Prcnticc Hall . Configurações Combinatórias.North Holland . Configurações Combinatórias. Teoria da Contagem de Polya e Grafos.Exclusão. Triângulo de Pascal. Configurações Combinatórias. A borda PermiitaqOes e Combinações. - Aborda História da Combinatória. Teorema de Ramsey.154 paginas. 1 4 "Combinatoriai Mathematics" 11 . G rafos. Principio de Dirichlet.1977 . Probabilidade. - Wesley - Massachussets - Contém 56 ~>roblemas intcressantissimos de Probabilidade.297 páginas. Fiinçáo de Moebius e Teoria da Contagem de Polya.374 páginas.Michael Townsend .Nova Iorque .Addison 1965 . Princípio da Inclusão-Exclusclo. o Problema de Lucas. ~ l ~ o r i t m dGrafos.

Stone . Esperanças. Variáveis Aleatórias Mult idimensionais . Funções Geratrizes de Momentos e finçoes Características.1983 . Passeio Aleatório.Livraria Interciência . Aborda Combinatória. Variáveis Aleatórias Unidimensionais . Sidney C.426 páginas. Charles 3.Paul L.464 páginas. Probabilidade. Distribuições Discretas Univariadas.Mac Mil11 lan Publishing Company.Nova Iorque .1976 . Esperanças. Distribuição Normal. Funções Geratrizes de Momentos.Ema11 nuel Parzen .305 páginas.Rio de Janeiro . Aborda Combinatória.190 Bibliografia Bibliografia 17 "A First Course in Probability" . Aborda Combinatória. Probabilidade. 119) "Probabilidade: Aplicações A estatística" . Confiabilidade.LTC .269 páginas. Titulo original: "Iiltroduction to Probability Theory".1978-. Inc . Distribuições Amostrais. A tradução para o Português contém Ò 10 primeiros capítulos do s primeiro volume. Teoremas Limites.Paul G. Meyer .Japão 1960 . Tradução de Flávio Wagner Rodrigues e Maria Elisa Fini.John Wiley and Sons e Toppan Printing Company LTD .Sheldon Ross . Estimação e Testes.1976 . 1 8 "Modern Probability Theory and its Applications" . Este é um clássico. Titulo original: "Introductory Probability and Statistical Applications" . é em dois volumes com 17 capitulos no primeiro volume e 19 no segundo volume. Hoel. Passeio Aleatório e Processo de Poisson. Variáveis Aleatórias Unidimensionais e Multidimensionais e Teoremas Limites. Probabilidade. l Aborda Combinatória. um livro que influenciou várias geraçks (a primeira edição é de 1950).Tradução de Fernando Yassov Chiyoshi . Esperanças e Teoretnas Limites. Aborda Probabilidade. . Esperanças e Teoremas Limites. Variáveis Aleatórias Unidimensionais e Mult idirnensionais. Port.236 páginas. Funções de Variáveis Aleatúrias . O livro. Variáveis Aleatórias Unidimensionais e Bidimensionais.Tradução de Ruy Lourenço Filho .William Feller . 1 1 L'Introduçáoh Teoria das Probabilidades e suas Aplicações" 21 . Teoremas Limites.Edgard Blucher . [20] "Introdução à Teoria da Probabilidade" .2" edição .São Paulo . no original. Probabilidade.Rio de Janeiro .

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