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Motivação Pastoral

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Eu penso que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a glória que há de ser revelada em nós. (...)Sabemos que toda a criação, até o presente, está gemendo como que em dores de parto, e não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito (...).
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Da mesma forma, o Espírito vem em socorro de nossa fraqueza. Pois não sabemos que pedir nem como pedir; é o próprio Espírito que intercede em nosso favor, com gemidos inefáveis. Sabemos que tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu desígnio. (cf. Rom. 8, 18-30)
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“Pedimo-vos, irmãos:

chamai a atenção dos que levam vida desordenada, animai os tímidos, sustentai os fracos, sede pacientes para com todos.”
1 Tes. 5, 14

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PARA BEM COMEÇAR

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“É necessário que as famílias de nosso tempo tomem novamente altura! É necessário que sigam a Cristo.”
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O trabalho Pastoral Familiar divide-se em 3 setores:

MATRIMONIAL

PRÉ

MATRIMONIAL

PÓS

ESPECIAIS

CASOS

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1)

PRÉ-MATRIMONIAL

PÓS-MATRIMONIAL

CONTINUIDADE

2)

PRÉ-MATRIMONIAL PÓS-MATRIMONIAL

PARALELISMO

3)

PRÉ MATRIM

PÓS MATRIM

CÍCLICO

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...é uma combinação dos três fatores apresentados:
CÍCLICO
PRÉ PÓS

PARALELISMO
PRÉ

PÓS

CONTINUIDADE
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• Na Gaudium et Spes a preocupação expressa é sobre o matrimônio e a família. • “A salvação da pessoa e da sociedade humana e cristã está intimamente ligada com uma favorável situação da comunidade conjugal e familiar” (nº 47)
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• • • • •

2ª PARTE Santidade do matrimônio e da família. O amor conjugal. A fecundidade do matrimônio. Harmonização do amor conjugal com o respeito da vida humana. O empenho de todos para o bem do matrimônio e da família.

• No Familiaris Consortio, na segunda parte, a preocupação está centrada sobre o “Desígnio de Deus sobre o Matrimônio e a Família”, logo após a análise das “Luzes e sombras da família hoje”

“A comunhão de amor entre Deus e os homens, conteúdo fundamental da Revelação e da experiência de fé de Israel, encontra uma significativa expressão na aliança nupcial, que se instaura entre o homem e a mulher”.

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• No Diretório da Pastoral Familiar, encontramos no capítulo 2: “Conceito e finalidades do matrimônio” • Na primeira parte também é colocada “a situação da família hoje”.

Chamados ao amor “Deus coloca no centro da criação o homem e a mulher, com suas diferenças e semelhanças, mas com igual dignidade. Deus criou-os a sua imagem e semelhança, chamando-os à existência do amor e para amar”

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Abordagem pedagógica atual Abordagem situacional
Dia do Matrimônio Dia do Matrimônio

Vida pessoa / casal

PRÉ-MATRIMONIAL

PÓS-MATRIMONIAL

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Abordagem prática comunitária

CÍCLICO
PRÉ PÓS

PARALELISMO
PRÉ

Dia do Matrimônio

PÓS

CONTINUIDADE
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• “Não é bom que o homem esteja só” (Gn 2, 17) • “O Senhor Deus transformou a costela que tirara do homem em uma mulher e levou-a a ele.” (Gn 2, 22) • “Osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela se chamará humana, pois do humano (homem) foi tirada.” (Gn 2, 23) • “Por isso o homem deixa seu pai e sua mãe para ligar-se à sua mulher, e se tornam uma só carne.” (Gn 2, 24)
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• “Alegremo-nos, exultemos e demos glória a ele, porque chegaram as núpcias do Cordeiro. Sua esposa se preparou: foi-lhe dado vestirse de um linho resplandescente e puro, (...) Felizes os convidados ao banquete das núpcias do Cordeiro!” (cf. Ap 19, 7.9) • “Aproxima-te, vou mostrar-te a noiva, a esposa do Cordeiro. (...) e mostrou-me a cidade santa, Jerusalém, que descia do céu, de junto de Deus” (cf. Ap 21, 9-10) • Catecismo, nº 1602
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O FAMILIARIS CONSORTIO

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• O n° 69 é o único subcapítulo onde o Sínodo trata o Setor Pós-matrimonial. • Pede concretamente o envolvimento da comunidade eclesial (onde o casal frequenta) na vivência da vocação e da missão matrimonial. • Ajuda e formação de cada um dos membros da família com relação às suas responsabilidades na família – na ajuda mútua e na com-participação ativa.
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• Ajuda e formação de cada um dos membros da família:
– HOMEM / ESPOSO / PAI – MULHER / ESPOSA / MÃE – NOVAS PESSOAS / FILHOS

• Aponta principalmente para os jovens casais que precisam ser mais ajudados. • Pede a ajuda “discreta”, “delicada” e “generosa” de outros casais com mais experiência e vivência matrimonial.
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• Os problemas enfrentados pelos jovens casais:
– Adaptação aos novos valores e responsabilidade advindos do matrimônio. – Adaptação à vida em comum – O nascimento dos filhos

• Pede para se realizar um intercâmbio entre todas as famílias da comunidade, forma mais simples e eficaz de propagação capilar dos valores cristãos. • Partilhar: experiência humana + dons da fé e da graça.
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• Pede que seja animada de “verdadeiro espírito apostólico”. • Os valores cristãos difundidos são o ponto de partida e de chegada do trabalho pastoral. (de toda a pastoral) • As jovens famílias se comprometem a ajudar outras famílias enriquecendoas com seu testemunho de vida.

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• Nesta ação pastoral se deve visar:
– Educar o casal a viver responsavelmente o amor conjugal em relação às exigências da comunhão e de serviço à vida. – Que o casal concilie a intimidade da vida de casa com a obra comum e generosa de edificar a Igreja e a sociedade humana. – Que o casal se torne de verdade uma família, no sentido pleno e específico, na chegada dos filhos. Como?
• Amando-os à luz recebida do Senhor da Vida; • Assumindo com alegria a fadiga (trabalho/encargo/tarefa) de os servir no seu crescimento humano e cristão.
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MAS É SÓ ISSO? UM NÚMERO APENAS?
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Obviamente, não. • Veja que toda a Terceira parte fala sobre muitos aspectos da ação familiar pósmatrimônio. • Vamos ver os pontos:

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• Família, torna-te aquilo que és! • Quatro deveres gerais:
– A formação da uma comunidade de pessoas; – O serviço à vida; – A participação no desenvolvimento da sociedade; – A participação na vida e na missão da Igreja.
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FAMÍLIA = IGREJA DOMÉSTICA FC, nº 49 Lumen Gentium, nº 11 “Nesta que se poderia chamar Igreja doméstica, os pais devem ser para os filhos, pela palavra e pelo exemplo, os primeiros arautos da fé, e fomentar a vocação própria de cada um, com especial cuidado para a vocação sagrada.”
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ONDE MAIS NOS APOIAMOS?

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• Aponta para os diversos aspectos já estudados no Familiaris Consortio; • Enfatiza a necessidade da busca pela santidade conjugal e familiar; • Afirma que a família e seus membros devem ter uma atitude única dentro e fora de casa. • A família deve buscar a DEUS! • A importância da Eucaristia na vida familiar. • A necessidade da escuta da Palavra e da oração em família.
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“É nessa atitude que, em família, queremos e devemos querer ver Jesus, Caminho, Verdade e Vida. Não há outra alternativa: ou buscamos encontrar o Senhor em nossa vida de todos os dias, ou não o encontraremos nunca.” (n° 315)
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As 4 metas fundamentais (cf. Santo Domingo): 1. Viver, crescer e aperfeiçoar-se como comunidade de pessoas. (Social) 2. Ser “santuário da vida” servidora da vida, já que o direito à vida é a base de todos os direitos humanos. (Assistencial) 3. “Ser célula primeira e vital da sociedade”: por natureza e vocação, a família é chamada a ser promotora do desenvolvimento. (Político) 4. “Ser Igreja doméstica” (Espiritual)
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A FAMÍLIA É... • Uma comunidade íntima de vida e de amor, querida pelo próprio DEUS (FC, 11) • Um dos bens mais preciosos da humanidade; • Fundamento da própria sociedade; (GS 52, FC 1) • Primeira escola das virtudes sociais (FC 42)

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E é dentro desses fundamentos que precisamos desenvolver o Pós-matrimonial

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A PASTORAL FAMILIAR É AÇÃO. QUER TRANSFORMAR. É IMPORTANTE E NECESSÁRIA PARA A IGREJA E A SOCIEDADE.
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POR QUE NÃO TEMOS AGENTES?

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O PROBLEMA É A COMUNICAÇÃO

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R5

R4

R2

R3

R2 R1

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• Falta de comprometimento das pessoas:
– Descrença nas instituições – Descrença nas pessoas – Descrença na própria família – Receio da intromissão na vida das outras famílias – Visão distorcida da Religião
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• Geradas pela:
– Falta de vivência de uma fé testemunhada de amordoação – Compreensão de que a “Religião é para eu receber de Deus” – “Deus me dá”, “Deus me ajuda”, “Eu preciso de ti” – Falta de aprofundamento na Palavra através de uma catequese / estudo maduro, adulto
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• Falta a adesão ao Cristo que se entrega por nós. Se pretende seguir um Jesus que faz milagres, que dá pão, emprego, alegria... Não se deseja conhecer a face do Cristo que sofre para que todos tenham vida. (Vide Evangelho de Marcos)
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• Não se busca um Cristo ressuscitado e vivo entre nós, presente nos irmãos. • No caso do trabalho com as famílias não estamos falando dos necessitados de pão, mas dos que precisam da Palavra e do amor.
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• A doença moderna do “não tenho tempo para isso”, ligada à busca de sucesso, dinheiro e satisfação pessoal nos afasta desse Jesus da verdadeira fé. • Falta uma consciência do “de onde vim” e “para onde vou”.
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• Por fim, estamos esquecendo a verdadeira Maria. A devoção Mariana hoje é a de filhos que suplicam à mãe e pouquíssimo dos filhos que imitam a mãe. • Maria deve ser para nós exemplo de serviço e doação à causa de Deus, mas muitos ainda preferem e se estabelecem na Maria que intercede por mim.
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• Isso é reflexo de uma situação social onde há muitos empobrecidos e necessitados. • O que precisa ser pregado é que a Igreja é comunhão de todos e, principalmente dos que muito têm a oferecer do pouco que possuem.
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Fica sempre. Um pouco de perfume Nas mãos que oferecem rosas Nas mãos que sabem ser generosas. 1) Dar do pouco que se tem Ao que tem menos ainda Enriquece o doador Faz sua alma ainda mais linda.
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2) Dar ao próximo alegria Parece coisa tão singela Aos olhos de Deus porém É das artes a mais bela.

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AÇÕES NO SETOR

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Recémcasados

Gestação

A educação dos filhos

Ação transformadora

Formação

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Gestação

1ª infância

Infância e adolescência

Namoro e noivado

Dia do casamento

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IDENTIFICAR QUAL É A REALIDADE DA PARÓQUIA

PLANEJAR JUNTO COM O PÁROCO

REALIZAR O TRABALHO

QUAIS SÃO AS SITUAÇÕES FAMILIARES QUE MAIS OCORREM NA PARÓQUIA?

VER ONDE E COMO INICIAR O TRABALHO

AVALIAR, ATUALIZAR, ACOMPANHAR, CONTINUAR

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Qual forma de trabalho daria o melhor resultado hoje? 1. Atendimento personalizado; 2. Ardor missionário – busca; 3. Continuidade periódica. É preciso compreender que os encontros pastorais (trabalhos) são resultados ou pontos de partida, mas não o final em si.
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Exemplo: encontro para recém-casados
1.Montamos a equipe
Convidamos, Formamos, Distribuímos tarefas.

2.Preparamos o encontro
Chamamos jovens casais , Organizamos roteiro, Levantamos doações, Preparamos local, Etc...

3.Realizamos o encontro
Fazemos um dia (ou dois, ou ½ dia) de encontro, animamos os casais e conquistamos a sua atenção.

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• E pior:
– – – – Não telefonamos Não mandamos e-mail Não visitamos Não falamos com eles quando nos encontramos pela vida – Não os acolhemos

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A equipe desanima, porque quer trabalhar e se sentir útil...
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Os jovens acabam desacreditando, porque querem continuar sendo atendidos – acolhida, atenção, informação e orientação – mas isso não acontece.
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• O trabalho mais efetivo é o que se inicia a partir da acolhida e do atendimento constante. • Quando se faz o encontro é preciso que já exista uma estrutura de atendimento personalizada.
– Ex.: grupos organizados para partilha da Palavra e da vida.
SETOR PÓS-MATRIMONIAL / FORMAÇÃO 54

• O encontro passa a ser o ponto alto do trabalho e não o início dele. Passa a ser um evento que reforça e anima a caminhada dos grupos. • E se faz uma continuidade da acolhida e da vivência em comunhão, tanto eclesial quanto social.
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No exemplo do encontro para recém-casados
1. Organizar grupos de recém-casados que sejam atendidos em grupo semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente. 3.Preparamos o encontro

2.Montamos a equipe

4.Realizamos o encontro

5. E depois voltamos aos encontros periódico, até a organização de um novo evento / encontro.
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AÇÕES NO SETOR

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• Organizar o trabalho com os CASAIS antes e depois da chegada dos filhos. Quanto mais cedo começar, melhor. • Fazê-los abrirem-se para a realidade espiritual e também social, a fim de que sejam agentes transformadores.
SETOR PÓS-MATRIMONIAL / FORMAÇÃO 58

- Preparar o homem e a mulher para serem pais e mães responsáveis por:
- Educar os filhos na fé; - Educar e ensinar aos filhos os princípios norteadores da vida, principalmente sobre a justiça, a moral e a sexualidade - Preparar os filhos para a vida futura e para ouvir o chamado vocacional.
SETOR PÓS-MATRIMONIAL / FORMAÇÃO 59

-Organizar as famílias para que possam dar uma resposta rápida e firme às questões que surgem no mundo atual. Para isso é necessário:
-Palestras, -Formações permanentes, -Organização de grupos de estudo e círculos, -Associações de famílias, -Entre outros.
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- Organizar as famílias da comunidade alertando-as para uma preocupação comum sobre todos os lares que compõem a grande família dos filhos de Deus – a Igreja. - Trabalhar com a visitação das famílias com o objetivo de aproximá-las de Deus e da Comunidade.
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• O acompanhamento dos recémcasados inicia com a acolhida da equipe de preparação de noivos; • “Estatísticas indicam que a maior parte dos divórcios ocorre na primeira década do casamento. Esse fato exige que a Pastoral Familiar acompanhe os casais especialmente nessa fase do seu desenvolvimento matrimonial.” DPF nº 279
SETOR PÓS-MATRIMONIAL / FORMAÇÃO 62

• Subsídio da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) • Preparação Contínua, que prepara os pais para receber o filho(a) com amor, como dom de Deus, alertando-os para diversos aspectos da vida futura da criança.
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• Encontros para orientação dos pais, com o auxílio de outras pastorais como a Catequese, Pastoral da Juventude, etc. E inclusive com o auxílio de outras entidades e instituições como a escola pública e particular.

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• Encontros onde se ressaltam:
– Importância da educação religiosa dos filhos; – Questão da importância da afetividade; – Questão da sexualidade como forma de expressão do ser humano total e não apenas reduzindo a pessoa à uma sexualidade banal e sem sentido.
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• Preparar constantemente os agentes para poderem agir efetivamente junto às famílias e às comunidades através de palestras, formações e círculos de estudos, notadamente da Palavra. • A preparação deve seguir, preferencialmente, os subsídio existentes na Igreja, que são vários.

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• Visita às famílias da comunidade:
– Bênção do lar – Oração pelos recémnascidos, aniversariantes, doentes, etc. – Reza devocional: terço, novenas, trezenas, campanhas, etc. – Acolhida aos afastados – Visita bíblica (trecho da Palavra e oração)
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• Fazer um préatendimento de famílias que estão começando a passar por problemas. • Triagem importante para as equipes de Casos Especiais. • Mostra a acolhida e a preocupação pela vida daquela família.
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ESPIRITUALIDADE

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A equipe de trabalho que não se preocupar com a comunicação com DEUS em sintonia, juntos, não conseguirá ouvi-lo. •Formação permanente. •Retiros para a equipe. •Tardes de oração. •Missas para a equipe.
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“O futuro da humanidade passa pela família!” “É, pois, indispensável e urgente que cada homem de boa vontade se empenhe em salvar e promover os valores e as exigências da família.”
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www.andrekaw.com andrekaw@uol.com.br (11) 8105-0679 (11) 4789-2302
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