P. 1
Cartografia No Ensino Fundamental

Cartografia No Ensino Fundamental

|Views: 354|Likes:
Publicado porALEXSANDRASOUSA

More info:

Published by: ALEXSANDRASOUSA on Apr 16, 2012
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

09/16/2014

pdf

text

original

A CARTOGRAFIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: CONSTRUINDO O ESPAÇO SOCIAL A PARTIR DA PERCEPÇÃO DO ALUNO.

Catarina Maria dos Santos*

RESUMO

PALAVRAS-CHAVE: CARTOGRAFIA, EDUCAÇÃO E PRÁTICA
Neste artigo pretende-se fazer uma breve apresentação da dissertação de mestrado em educação como forma de avaliar o processo de alfabetização cartográfica, implantado no Instituto Dom Barreto (IDB), de Teresina PI, na 4a série do Ensino Fundamental, a partir de 1995, visando identificar como esse método vem facilitar a compreensão dos conteúdos cartográficos e contribuirem para estimular o interesse pela Geografia, através de sua vivência cotidiana. Para tanto, recorrem-se a contribuições de teóricos, como Piaget, Simielli, Le Sann, Paganelli, dentre outros, capazes de fornecer ao professor um modelo de alfabetização cartográfica que possa servir de instrumento pedagógico, indispensável à apreensão de conceitos geográficos, relativos à construção e representação do espaço, a partir da vivência do aluno. Fez-se uma análise comparativa dos níveis de aprendizagem dos alunos da 5a à 8a séries do Ensino Fundamental e da 1a série do Ensino Médio. Chegou-se à conclusão de que os estudos teórico-práticos de Cartografia, ministrados de uma maneira sistematizada, confirmam a tese segundo a qual o ensino de Geografia, mediante aplicação do método de alfabetização cartográfica, sugerido neste trabalho, poderá concorrer para que o aluno obtenha, com mais eficácia, conhecimentos sobre o espaço geográfico e suas representações.

ABSTRACT

KEY WORDS: CARTOGRAPHY, EDUCATION PRACTICE
In this article it is intended to make a brief presentation concerning the Education Master Degree thesis as a medium of evaluation the process of cartographic alphabetization implemented at the Dom Barreto Institute in Teresina Piaui, in the 4th grade of the elementary school since 1995, aiming to identify in what way this method is facilitating the understanding of the cartographic contents as wellas contributing to stimulate in the students, the interest in Geography, through a real learning experience which start from their own daily life. In order to get that, we analyse contributions of theoreticians such as Piaget, Simielli, Le Sann; Paganelli among others who are able to provide the teacher a cartographic alphabetization model which can serve as a pedagogical instrument, indispensable for the geographic concepts learning related to the construction and representation of the space through the students living experiences. To get to these objectives, a comparative analysis of the learning levels of the elementary students from the fifth to the eighth grades as well as the first grade High School was done, among them the ones who studied the fourth grade in this school and the ones who started studying there since the fifth grade. We got to the conclusion that the theorical and practical studies of cartography, when taught in a systematized way , _________________________________  Catarina Maria dos Santos é licenciada em Geografia pela UFPI. Especialista em Geografia Humana pela PUC-MG. Mestre em Educação pela UFPI. Coordenadora do Curso de Bacharelado em Turismo da FAETE – Faculdade das Atividades Empresariais de Teresina. Professora de Geografia do Instituto Dom Barreto. Professora de Geografia Geral no Curso de Bacharelado em Turismo da Faculdade São Judas Tadeu.

notadamente com relação às concepções teórico-metodológicas. estudar situações. interferem variáveis que compõem sua própria dinâmica. Nesse processo de mudanças. mas principalmente decorrentes da ação do homem sobre seu ambiente. (Mário Quintana) INTRODUÇÃO Nas últimas décadas. As fronteiras foram riscadas no mapa. não apenas sob a ação da natureza. como a leitura e a compreensão das informações. em primeiro lugar. essas transformações têm ocorrido de modo mais amplo e. desde os mapas náuticos mais remotos até os mapeamentos sofisticados mais recentes. the Geography teaching. por intermédio da Linguagem Cartográfica. para obter informações e representar a especialidade dos fenômenos geográficos. “A Geografia – isso serve. pois. mas sempre garantindo formas de dominação de uma sociedade sobre a outra. entre outras coisas – sempre envolvendo a idéia de produção do espaço. até predatórios. A leitura dos Parâmetros Curriculares Nacionais (1998) nos remete ao conceito de Cartografia como um conhecimento que vem se desenvolvendo desde a Pré-História até os dias de hoje e que. técnicas essas que muito têm contribuído para o desenvolvimento dos estudos geográficos. sua organização e distribuição. Para a continuidade e manutenção da hegemonia. expressar conhecimentos. a utilização da linguagem cartográfica. quanto para a compreensão. assim. entre as pesquisas de aperfeiçoamento tecnológico. will surely contribute to the effective learning of the students concerning the knowledg related to the geographical space and its representations as well its practical purpose. daqueles ligados à exploração de recursos naturais e às questões políticas. São ainda os Parâmetros Curriculares que reafirmam a importância da Cartografia. Destaque-se que a Cartografia sempre esteve no cerne dos conhecimentos geográficos. applied through the cartographic alphabetizacion method.confirm the thesis according to which. para fazer a guerra”. se torna possível sintetizar informações. Nas sociedades capitalistas. onde elencam conteúdos. Tais recursos utilizam imagens de satélites e o processamento das informações em computadores. tem contribuído tanto para o processo de descobertas e conquistas do espaço pelo homem. podem ser citadas. . sugerindo blocos temáticos. suggested in this paper. a terra não sabe disso: são para ela tão inexistentes como esses meridianos com que os velhos sábios a recortam como se fosse melão. desde o seu nascimento. a Geografia passou por uma série de transformações. em alguns níveis. ao colocarem como um dos objetivos do estudo de Geografia no Ensino Fundamental. em virtude de os avanços tecnológicos estarem cada vez mais ousados. que são expressas em linguagem cartográfica. Esses estudos podem ser traduzidos na expressão que intitula a obra de Yves Lacoste (1986).

Nas escolas brasileiras. nos quais se centram este estudo. um pensamento e um desejo de comunicação com outrem [. que considera as etapas de desenvolvimento cognitivo da criança. a presente sistematização do modelo de Alfabetização Cartográfica2. Com relação aos aspectos metodológicos. Teoria da Aprendizagem..representação e conhecimento do objeto da Geografia: o espaço geográfico. 2 Modelo desenvolvido por Simielli. entende-se a compreensão. porque contribui para a construção e a representação das relações sociais em interação com o espaço concreto (ambiente). visa fundamentalmente desenvolver e aplicar uma linguagem gráfica. conforme Souza (1994. bem como de suas representações. passo a passo. vinculam-se a três grandes linhas: Metodologia de Ensino. 1 Por Saber Geográfico. através da simbologia. p. de localização. e que o habilite a construir conceitos geográficos. tendo por base as teorias de Piaget e Vigotsky.. segundo Joly (1990. como também para que desenvolvam habilidades e capacidades relativas à representação e leitura do espaço geográfico. indispensáveis ao seu desenvolvimento cognitivo e psicomotor. Na escola. que organize.1 Por sua vez. a apreensão do espaço vivido pelo aluno. partindo do espaço vivenciado e dimensionado na escola. aplicado à 4ª série do Ensino Fundamental.8).96). de forma gradual e contínua. p. o entendimento e as noções de mundo geográfico de um indivíduo. no âmbito das relações de orientação. esse processo tornase imprescindível para atingir os níveis de abstração necessários à construção do saber geográfico. Técnicas e Comunicações Cartográficas. essa linguagem possibilita à criança desenvolver a capacidade de percepção do seu espaço de vivência. capaz de codificar as informações para representar a espacialidade dos fenômenos geográficos. o desenvolvimento da linguagem gráfica torna-se importante desde o início da escolaridade. “pelo emprego de um sistema de signos. Nesse contexto. o desenvolvimento da linguagem cartográfica tem sido legitimado.]”. a Cartografia integra o corpo do conhecimento geográfico. partindo dos estudos e processos de apreensão e representação do espaço. . os trabalhos realizados junto à área de Cartografia e Ensino. porque contribui não apenas para que os alunos venham a compreender e a utilizar os mapas. Dessa forma. Desta forma.

a referência básica no desenvolvimento do trabalho. para o nível da 4ª série. e sendo usados por economistas. Joly (1990. entretanto. em gabinetes de políticos e empresários. por ser nesse momento da vida do cidadão que devem ser iniciados os processos de apreensão dos conhecimentos e da aquisição de habilidades para lidar. durante o período de um bimestre letivo. Estudar esse tema torna-se importante também como contribuição ao processo de adoção de referenciais mais eficientes na área do estudo geográfico. jornais e noticiários de televisão. não somente através do ensino formal. uma vez que grande parte dos professores do Ensino Fundamental encontra dificuldades para lecionar os conteúdos cartográficos. onde o seu uso deve se fazer indispensável é a sala de aula do Ensino Fundamental. O local. servindo também para orientar pessoas em suas viagens.. portanto. . Essa abordagem tem sido.. quando se desenvolveram atividades docentes com alunos dos níveis de Ensino Fundamental e 3 A metodologia tradicional privilegia a memorização por repetição de conhecimentos prontos. pôde-se constatar essa realidade. desde o ano de 1995. engenheiros e militares. além de geógrafos.10) destaca que “conhecer e representar a Terra foram os primeiros objetivos da Cartografia.A abordagem.3 A dificuldade no desenvolvimento da apreensão e entendimento dos conteúdos é notada e comentada entre os profissionais da área de Geografia de uma forma geral. busca discutir e elaborar técnicas de aprendizagem. Especificamente. principalmente por utilizar um enfoque metodológico na perspectiva tradicional. através da linha Metodologia de Ensino. uma vez que se constitui a base da representação e compreensão do objeto da Geografia: o Espaço Geográfico. que vem sendo realizado em uma escola de Teresina com turmas de alunos da 4ª série do Ensino Fundamental. Pode-se perceber a importância dos mapas na vida das sociedades. aparecendo em revistas. urbanistas. entender e representar a realidade. A esse respeito. A escolha do tema – Cartografia e Ensino – deve-se à importância da Cartografia para o temário geográfico.]”. p. sem que o educando e até mesmo o professor conheçam e entendam os processos que lhes deram origem. presentes na maioria dos livros didáticos. para facilitar a construção dos conceitos geográficos. mas também da observação de que eles se fazem presentes nos mais variados usos e atividades. E ainda hoje é a sua maior preocupação [.

para a construção do conceito de espaço geográfico. na escola citada. como a cidade. ao lecionar Geografia para a 4 a série do Ensino Fundamental. possibilitou à autora dessa pesquisa a ampliação dos estudos e o início de um trabalho em sala de aula. também porque o estudaram na perspectiva tradicional. o estado. Essa metodologia se torna adequada porque favorece a apreensão gradativa das noções recebidas e vivenciadas pelo aluno. a partir de 1995.5 encontra-se o fato de que grande parte dos professores que ministram esses conteúdos geográficos têm uma formação acadêmica em outras áreas do conhecimento. ainda como agravante dessa situação. desenvolvendo um conjunto de conceitos e técnicas que 4 Instituição de Educação Básica nos níveis de Educação Infantil. pela implantação da linha metodológica que rompe com essa perspectiva tradicional . através do envolvimento de aspectos cognitivo e psicomotor. onde também se desenvolvem atividades pedagógicas no âmbito do ensino e da pesquisa.para chegar à representação de grandes áreas. adotando práticas de medição. no curso de pósgraduação da PUC-MG em 1994.considerada renovadora. tendo em vista que os próprios professores sentem dificuldades em trabalhar esse conteúdo. comparação e representação de elementos próximos do aluno em sala de aula e em outros espaços da escola. E. Gil Sodero de Toledo” em Julho de 1999. juntamente com a professora MS Iracilde Maria de Moura Fé Lima. a sala de aula. . Dr. levando à formação de um círculo vicioso: o professor não ensina porque não sabe e não sabe porque não aprendeu na escola. Optou-se. Nesse sentido.Médio. a inclusão do ensino desse conjunto de conteúdos e habilidades. no Instituto Dom Barreto4. teve por base a teoria psicogenética de Piaget. por constituir uma proposta de ensino/aprendizagem que envolve um conjunto de procedimentos que permite ao professor e ao educando participarem da construção dos conhecimentos de Cartografia. Ensino Fundamental e Médio. A inquietude ante essa situação gerou uma necessidade crescente de encontrar uma metodologia que envolvesse os alunos da disciplina Estudos Sociais. Dessa forma. utilizando essa metodologia. dificultando ainda mais o processo de construção da noção de espaço pelos alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental. o país e o planeta. o que vai se refletir em todos os níveis de ensino. na 4a série do Ensino Fundamental. a rua e a escola . o contato com professores que trabalham com a perspectiva metodológica considerada renovadora. E essa apreensão é gradualmente construída. 5 Observações discutidas pelos professores de Geografia do Instituto Dom Barreto. Destaque-se que essa situação não é recente. de forma diferenciada da tradicional. escala e representação cartográfica. no Laboratório de Geografia “Prof. numa aprendizagem mais participativa. que lhes permitirão fazer a passagem do concreto para o abstrato – do simples para o complexo  começando pela representação de pequenas áreas tais como o quarto de dormir. construída a partir do espaço vivenciado por eles e das noções de espaço.

foi possível constatar resultados qualitativos na aprendizagem desses educandos.6 Esse trabalho também foi apresentado como uma experiência em ensino de Geografia no 6o Encuentro de Geógrafos da América Latina. como ferramenta de análise dos elementos espaciais. Dessa forma. publicado no 7o Encuentro de Geógrafos da América Latina em Porto Rico. para obter informações e representações dos fenômenos geográficos. este trabalho procura: 6 Espaço Cultural destinado a implementar projetos culturais e educacionais no Estado do Piauí. desenvolvidas pela Oficina da Palavra. a utilização dessas práticas de estudo aqui analisadas se coloca como forma de contribuição para fortalecer um modelo de Alfabetização Cartográfica. e como mapeador consciente do seu espaço de vivência. Conversando com os professores da 5 a série que acompanhavam os alunos que vivenciaram essa nova abordagem do estudo cartográfico na 4a série. utilizando-os numa linguagem gráfica. Floriano. a orientação e a ultrapassagem do nível da simples localização e. colocada a leitura crítica que possibilite a compreensão. contidos no temário da Geografia. Essas observações possibilitaram à autora dessa dissertação a localizar/estudar bibliografias referentes ao tema. capaz de superar as dificuldades encontradas por alunos e professores no processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos cartográficos. buscando avaliar essa metodologia. oportunidades em que se discutiu com outros profissionais a importância dessa abordagem da Cartografia no ensino da Geografia. Tudo isso fortaleceu o desejo de elaborar o presente estudo/pesquisa. vinculadas ao projeto “Mão-Dupla: a cara alegre do Piauí”. criado e coordenado pelo professor Cineas Santos desde 1980. .1998) e no 1 o Congresso Regional em Educação (UFPI – 1999) em Teresina – PI. a escrever artigos. Desta forma. Neste sentido. no 1o Congresso Internacional em Educação (UFPI . em Buenos Aires (1997). e no XII Encontro Nacional de Geógrafos (UFSC – 2000) em Florianópolis-SC. enfim envolver o aluno como participante do processo de Alfabetização Cartográfica. bem como a montar oficinas para professores do Ensino Fundamental e Médio nas cidades de Teresina.os levassem a uma leitura crítica dos aspectos do espaço vivido e sua representação cartográfica. São Raimundo Nonato e Anísio de Abreu. Esses professores informaram que o procedimento utilizado facilitou o trabalho na 5 a série com relação à leitura de mapas. São João do Piauí.

 Sistematizar uma metodologia dentro do modelo de Alfabetização Cartográfica. tomando como base os estudos de Piaget. a percepção do espaço. identificou-se o referencial teórico.  Identificar a contribuição do estudo teórico-prático de Cartografia. já iniciados nos estudos teórico-práticos de Cartografia. a partir dos resultados da verificação dos conhecimentos e habilidades demonstrados por alunos que passaram por esse processo em relação aos alunos que não vivenciaram essa metodologia de ensino. na 4ª série do Ensino Fundamental. No terceiro capítulo. No primeiro. procurou-se fazer a avaliação dos níveis de aprendizagem proporcionados pela aplicação do modelo de Alfabetização Cartográfica. através dos conteúdos geográficos. que utilizam esse modelo. de forma gradativa. procurando demonstrar o processo por que passa a criança na construção de referenciais que lhe permita construir. partindo do concreto até atingir níveis de abstração crescentes. a partir de sua vivência. na 4ª série do Ensino Fundamental. objeto de estudo deste trabalho. presentes no Ensino Fundamental e Médio. caracterizando o local onde se desenvolveu a pesquisa. São destacados autores que atualmente vêm se dedicando a essas questões teóricas. através de um conjunto de dados . no processo de aquisição de um conjunto de conhecimentos e habilidades. que facilite ao aluno a apreensão de conceitos geográficos. Buscando atingir esses objetivos. através de uma análise comparativa. Analisar as contribuições da Cartografia para o processo de ensinoaprendizagem. O quarto capítulo corresponde à apresentação e a análise comparativa dos dados do processo de Alfabetização Cartográfica. necessários à compreensão gradual do Espaço Geográfico pelos alunos do Ensino Fundamental e Médio. relatam-se. relativos à construção da representação do espaço geográfico.  Comparar os níveis de aprendizagem dos alunos de 5 a a 8 a séries do Ensino Fundamental e 1a série do Ensino Médio. No segundo capítulo. as etapas da historicidade do processo de Alfabetização Cartográfica. contribuindo para o desenvolvimento da Alfabetização Cartográfica. estruturou-se o corpo do trabalho em cinco capítulos. de forma organizada. em relação aos alunos que não passaram por esse processo.

propiciando entendimento e contextualizações que levem à compreensão dos espaços vivenciados. fazendo uma interpretação do espaço onde está localizada a criança até atingir escalas espaciais regional e global. demonstrando os resultados desta experiência de ensino.apresentados em tabelas e gráficos. . principalmente com relação às construções e representações espaciais. elementos imprescindíveis à compreensão do temário geográfico. E finalmente foram feitas algumas conclusões acerca da importância deste trabalho para o processo de ensino/aprendizagem dos conteúdos cartográficos.

VYGOTSKY.). Metodologia do ensino de história e geografia. v. ed. 1993. Belo Horizonte. Representações do espaço: multidisciplinaridade na educação.) Antônio Carlos Castrogiovani. (Coleção Repensando e Ensino). Rosângela D. 1994. Algumas reflexões. ver. Marcello Martinelli. do concreto ao abstrato. ALMEIDA. Pensamento e linguagem. Escala de mapa: passo a passo. de A. 1985. São Paulo: Hucitec. O espaço geográfico: ensino e representação. de. NIDELCOFF. Mapas – a realidade no papel: coleção um passo a frente. et alii. 1994. BALCHIN. Antônio Carlos. São Paulo: USP/Instituto de Geografia. O que é geografia. ed. Inquietações geográficas. São Paulo: HUCITEC. MOREIRA. Metamorfoses do espaço habitado. Graficácia. Braga. E atual. 1987. São Paulo: AGB/Marco Zero. 1979.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABREU. O ensino de geografia em questão e outros temas. Comunicação cartográfica. MORAES. . Rui. 6 (s/n. Ângela Massuni. (Mimeo). _____. 2000. 1997. 1987. 1974. ANDRADE. A formação social da mente. 2. OLIVEIRA. Elza Y. PIAGET. A construção do pensamento geográfico. W. PENTEADO. Ariovaldo U. (Org. I. Ernesta. 1978. Rio Claro: AGETEO. A escola e a compreensão da realidade. Porto Alegre: UFRGS/seção Porto Alegre. São Paulo: Atlas. 1-3. CHIANCO. São Paulo: Martins Fontes. 1989. (Org. 1999. Manuel Correia de. Orientação. Antônio : ZAMBONI. Heloísa. Geografia: pequena história crítica. 1996. V. _____. Petrópolis: Vozes.) Para onde vai o ensino de geografia? São Paulo: Contexto. Rosalina B. Formação do símbolo na criança. BECKER. FERREIRA. Geografia. 1993. KATUTA. III. São Paulo: Contexto. Geografia em mapas: noções básicas de Geografia. Ângela Maria Vieira de. 1988. Alfabetização cartográfica e/ou leiturização Cartográfica? NUENCES. Alda Judith. (org. 1998. Milton.). São Paulo: Martins Fontes. Epistemologia do professor: o cotidiano da escola. setembro. 3. : PASSINI. 1989. n. BRAGA. et alii. São Paulo: Pioneira. São Paulo: Ática. 1993. ALVES_MAZZOTTI. São Paulo: Brasiliense. Geografia em sala de aula: práticas e reflexões. 1985. MIGUEL. Rosaly M. São Paulo: Moderna 2000. Campinas: Autores Associados. Rio de Janeiro: Zahar. TERRA LIVRE. CASTROGIOVANI. 1997. 2. Antônio Carlos R. SANTOS. L. G. Geografia ciência da sociedade: uma introdução à análise do pensamento geográfico. São Paulo: Cortez. São Paulo: Brasiliense. Jean. Fernando. 1982. Maria Teresa. S. O método nas ciências naturais e sociais. Graça Maria Lemos. Porto Alegre: Edição dos Autores.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->