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A POSTILA P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS

APOSTILA P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E DEMAIS CONTRIBUIÇÕES

I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES A BRIL DE 2010 DESS E
I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES A BRIL DE 2010 DESS E
I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES A BRIL DE 2010 DESS E

ABRIL DE 2010 DESS E ENPB – ESCOLA DE NEGÓCIOS DA PARAÍBA

AUTOR :

W ILSON GALDINO

A BRIL DE 2010 DESS E ENPB – E SCOLA DE N EGÓCIOS DA P ARAÍBA

Página 2

Página 2 P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C

P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES   C ONTATOS C ONTATO C
I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES   C ONTATOS C ONTATO C
I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES   C ONTATOS C ONTATO C
I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES   C ONTATOS C ONTATO C
I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES   C ONTATOS C ONTATO C
 

CONTATOS

C

ONTATO

C

OMERCIAL

EMPRESA

ESCOLA DE NEGÓCIOS DA P ARAÍBA

TELEFONES

0 XX 83 3512 8991

 

EMAIL E HOME P AGE

WWW .ENPPB .COM.BR

 

A

UTOR

W ILSON GALDINO

WILSON @ DESS . COM.BR

INSTRUTOR

W ILSON GALDINO

WILSON @ DESS . COM.BR

W ILSON G ALDINO WILSON @ DESS . COM . BR Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX

Instrutor: Wilson Galdino

www.enppb.com.br

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1. S OBRE A O BRA : P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE

1.

S OBRE A OBRA :

P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

Página 3

MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES Página 3 T ÍTULO DO C URSO
MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES Página 3 T ÍTULO DO C URSO
MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES Página 3 T ÍTULO DO C URSO

T ÍTULO DO CURSO :

A

UTOR:

PRÁTICO DE R ETENÇÕES EM 2010 WILSON G ALDINO

A

TUALIZAÇÃO :

Nº 003/2010

D ATA: 15.07.2010

2. T ELEFONES E C ONTATOS :

T ELEFONES :

0 XX 11 4177 1096, 4063 3674 ( VONO ) E 91057000 ( CEL .)

PROFESSOR WILSON : WILSON@ DESS. COM . BR

3. S OBRE A E QUIPE T ÉCNICA:

A UTOR E I NSTRUTOR: WILSON G ALDINO:

Contador, Economista, Instrutor de Cursos Empresariais, Consultor Empresarial em Contabilidade e Tributos, autor e atualizador de obras;

Sóciodiretor da DESS Cursos e Treinamentos Empresariais, com participação ativa no território brasileiro em Cursos, Seminários, Palestras e Consultoria Tributária;

Cargos Ocupados: em empresas multinacionais nos setores de indústria metalúrgica, comércio e serviços em operações no Brasil e no Exterior (Brasil, Chile, Estados Unidos, Portugal e Alemanha).

4. T ÍTULOS DE C URSOS M INISTRADOS :

C ONTABILIDADE:

Novo Ativo Permanente Investimentos, Imobilizado, Intangível e Diferido;

A Contabilidade na Apuração e Gestão de Tributos;

Conciliações e Análises Contábeis;

Contabilidade Direcionada Não Contadores e Empresarios;

Contabilidade Geral:

Demonstrações Contábeis e Gerenciais: elaboração e análises;

Encerramento de Balanços e Períodos Mensais:

Nova Lei e Práticas Contábeis: introdutória, fair value

básica, intermediária e avançada

regras e procedimentos;

e em ativos não

circulantes;

Plano de Contas e Reestruturação Contábil: elaboração, atualização, I.F – Inteligência Fiscal;

SPED Contábil e ECD:

implantação e tratamento na inteligência fiscal.

implantação e tratamento na inteligência fiscal. Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

Instrutor: Wilson Galdino

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P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES A PURAÇÃO E T RIBUTOS :

A PURAÇÃO E TRIBUTOS :

Créditos Tributários:

Fcont Novo Livro Fiscal: Regras, Técnicas e Escrituração;

E Lalur (Lalur e Lacs em 2010): regras na escrituração e nos controles;

Lucro Real – Como Apurar e Aplicar a Nova Lei Contábil;

Planejamento Tributário Estratégico;

PIS e Cofins e Dacon em 2010: apuração, controles e aproveitamento de créditos;

Prático de Auditoria em Tributos Federais em 2010;

Prático em Retenções Tributárias:

Preços de Transferência: apuração, controles, gerenciamento e efeitos tributários;

origem, controles e formas de aproveitamento;

novas regras em tributos e contribuições;

O BRIGAÇÕES ACESSÓRIAS – RECEITA F EDERAL DO B RASIL:

Revisão de Declarações da RFB;

Nova DCTF e PER/Dcomps em 2010;

Novo Dacon em 2010;

DIPJ em 2010:

recálculos, preparo e detalhes no preenchimento.

Este material é de uso exclusivo nos cursos e treinamentos empresariais ministrados diretamente pelo autor acima identificado ou por qualquer outro profissional previamente autorizado, sendo proibido a reprodução total ou parcial por qualquer meio. (Leis de nºs 9.609 e 9.610 de 1998, combinadas com o art. 184 do Código Penal)

1998, combinadas com o art. 184 do Código Penal) Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

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P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

ÍNDICES

Página 5

ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES Í NDICES Página 5 1. Sobre a Obra:   3
ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES Í NDICES Página 5 1. Sobre a Obra:   3
ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES Í NDICES Página 5 1. Sobre a Obra:   3

1. Sobre a Obra:

 

3

2. Telefones e Contatos:

 

3

3. Sobre a Equipe Técnica:

3

4. Títulos de Cursos Ministrados:

3

Í NDICES

5

A PRESENTAÇÃO DO S EMINÁRIO

 

10

C ONCEITOS E D EFINIÇÕES G ERAIS

 

11

1.

Princípios Constitucionais

11

1.1.

Princípio

da

11

1.2.

Princípio da

12

1.3.

Principio da

12

2.

Tributos Federais Conceitos e Definições

 

13

2.1.

Responsabilidade

13

2.2.

14

3.

Crédito

15

3.1.

15

3.2

Quitação do Crédito

15

4.

Fato

16

4.1

Imposto de Renda:

17

4.2

Contribuições Sociais:

20

5

Idoneidade dos Documentos Fiscais

 

20

5.1

Aquisição de Bens e

21

5.2

Prestação de Serviços por Pessoa

21

5.3

Prestação de Serviços por Pessoa

23

5.4

Nota Fiscal

23

5.5

Mapas de

23

6.

Procedimentos – Supersimples – Retenções e Dispensas

 

24

7.

Contribuintes do Imposto – Pessoa Física

26

8.

Contribuintes – Pessoas

28

9.

Retenções e Efeitos Contábeis

28

9.1

Valores Retidos e Seus Efeitos na Contabilidade

28

9.2

Empresas Sujeitas a Responsabilidade

30

28 9.2 Empresas Sujeitas a Responsabilidade 30 Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

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Página 6 P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C

P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES 9.3 Empresas que se Sujeitaram às

9.3 Empresas que se Sujeitaram às

31

9.4 Casos e Sugestões de Registros Contábeis

31

T RIBUTAÇÃO DAS PESSOAS F ÍSICAS – DOMICILIADAS NO B

 

35

1.

Contribuintes.

35

2.

35

3

Tabela

36

3.

Rendimento

.37

4.

Rendimentos Tributáveis

 

37

4.1

Rendimentos

do

37

4.1.5

Modelo de Controle

44

4.2.

Rendimentos de

45

4.3.

Reembolso de

47

4.4

Outros

48

4.5

Outros Rendimentos Tributáveis da Pessoa

48

5.

Formação da Base Tributável Deduções

 

50

5.1

Contribuição

51

5.2

51

5.3.

Pensão

53

5.2.

Outras

58

5.4

Deduções no Recebimento de Alugueis

58

5.5

Gastos Necessários na Percepção do

59

6

Multas e Vantagens por Rescisão de

 

60

7.

Disposições Especiais sobre o Imposto de renda

60

7.1.

A Retenção – Obrigação de

60

7.2

Ônus Assumido pela Fonte

62

7.3

A Dispensa da

67

7.4

A Centralização e o

68

7.5.

Recolhimento fora do Prazo

69

7.6

Desconto ou Pagamento Indevido ou a

70

7.6.2

Pagamento Indevido ou a

70

7.7

Códigos de recolhimento

71

A T RIBUTAÇÃO DAS PESSOAS J URÍDICAS DOMICILIADAS NO B

 

72

1. Serviços Prestados por Cooperativas de

72

2. Serviços Prestados por Empresas Cadastradas no

72

2. Serviços Prestados por Empresas Cadastradas no 72 Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

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Página 7

Página 7 P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C

P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES 3. Serviços Prestados por Pessoas 73

3.

Serviços Prestados por Pessoas

73

3.1

Lista de Serviços – Art. 647 do RIR

73

3.2

modelo de Controles de Serviços:

75

3.3.

Pessoas Jurídicas

76

3.4.

Serviços de Limpeza, Conservação, Segurança, Vigilância e Locação de Mão de

76

3.5.

Comissões, Corretagens, Propaganda e

76

3.3.

Condomínio de Edifícios

77

4

Multas e Vantagens por Rescisão de Contratos – Pessoas

77

5

Disposições Especiais sobre o Imposto de Renda

77

5.1.

A Retenção – Obrigação de

78

5.2

Ônus Assumido pela Fonte

78

5.3

A Dispensa da

80

5.4

A Centralização e o

80

5.5.

Recolhimento fora do Prazo

81

5.6

Desconto ou Pagamento Indevido ou a

81

5.7

Pagamento Indevido ou a

81

5.8

Códigos de Recolhimento

81

IRRF O UTRAS O PERAÇÕES

 

82

1.

Aplicações

82

1.1

Renda

82

1.2

Fundos de

84

1.3

Renda

85

2.

Prêmios e Sorteios em

85

2.1.

Prêmios em Dinheiro

85

2.2.

Prêmios em Bens e

86

2.3.

Títulos de

86

3.

Rendimentos Auferidos por Domiciliados no

86

3.1

87

3.2

Casos em que se Aplicam

87

3.3

Relação de Países em o Brasil Mantêm Acordo:

88

3.4

Trabalho Assalariado no

89

R ETENÇÃO DAS C ONTRIBUIÇÕES S OCIAIS – EMPRESAS EM G ERAL

 

90

1.

90

2.

fato

90

EM G ERAL   90 1. 90 2. fato 90 Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83

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Página 8 P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C

P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES 2. Alíquotas 91 2.1 Regra Geral

2.

Alíquotas

91

2.1

Regra Geral

91

2.2

Pessoa Jurídica Amparada por Medida Judicial

91

3.

Serviços Sujeitos às Retenções

 

91

3.1

Regra Geral

91

3.2

Análise Da Lista Dos Serviços Sujeitos às Retenções

92

4

dispensa de retenção

 

92

4.1

Regra Geral

92

4.2

como se aplica o limite de R$ 5.000,00 para a dispensa de retenção

93

5

Situações Especiais em Relação às

 

94

5.1

Empresas Dispensadas de Realizar as Retenções

94

5.2

Empresas Dispensadas De Sofrer As Retenções

95

6

Procedimentos Na Emissão Da Nota Fiscal

 

96

7.

Compensação Dos Valores Retidos Pelo Prestador De Serviços

96

8.

Periodicidade

e

Forma

de Recolhimento

97

8.1

Periodicidade e Novos Prazos de Recolhimento

97

8.2

Forma De Recolhimento

 

97

9.

Considerações Finais

 

98

9.1

Tratamento Dos Valores Retidos

98

9.2

Informações Na DIRF

 

98

9.3

Tratamento No Preenchimento da DCTF e Da Per/dcomp

98

9.4

Comprovante Anual De Retenções Das Contribuições

99

O UTRAS HIPÓTESES DE RETENÇÕES DE C ONTRIBUIÇÕES

 

100

1. Retenções Art. 34 da Lei nº. 10.833 de

100

2. Retenções Art. da Lei nº. 10.485 de

103

S OBRE O ISS – LC . 116. DE 2003

 

104

1.

Contribuintes

104

2.

Fato Gerador

104

2.1

Incidência

104

2.2

Não

Incidência

 

105

3

ISS Local de Pagamento

 

105

4

ISS Retenção do Imposto

105

5

ISS base de cálculo

106

6

ISS alíquota do Imposto

106

106 6 ISS ‐ alíquota do Imposto 106 Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

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P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES 7 ISS procedimentos especiais – Simples

7 ISS procedimentos especiais Simples nacional

 

106

8 ISS Destaque em Nota Fiscal

106

C ASOS PRÁTICOS E S OLUÇÕES

 

107

1.

Relação de Beneficiários para o Exemplo Prático

 

107

1.1

Dados Para os Casos – Pessoas Físicas

107

1.2

Dados Para os Casos – Pessoas

108

2.

Casos Práticos Beneficiários – Pessoas Físicas

 

109

2.1

Beneficiários

Pessoas Físicas

109

2.2

Beneficiários Jurídicas

115

O BRIGAÇÕES A CESSÓRIAS – DIRF E I NFORME DE RENDIMENTOS

 

117

1.

DIRF – Breve Relato

117

2.

Obrigatoriedade e Dispensa

 

118

3

Prazos a Observar

119

3.1

Prazos a Observar

119

4.

Penalidades

119

5.

confronto dos dados Informados

 

120

5.1

DIRF x DIRPF – Declaração de Imposto de renda da Pessoa Física

120

5.2

DIRF x DIPJ – Declaração de informações sócio econômicas da Pessoa Jurídica

120

5.3

DIRF x PER/DCOMP Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e Declaração de

Compensação

 

121

ESTRUTURA DO PROGRAMA E CUIDADOS ESPECIAIS

 

122

1.

Estrutura do Programa e Cuidados Especiais

122

1.1

Pasta Informações:

123

1.2

Pasta Beneficiários:

123

1.3

Pasta

Resumo:

128

1.4

Pasta Comprovante de Rendimentos:

129

128 1.4 Pasta Comprovante de Rendimentos: 129 Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

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P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

APRESENTAÇÃO DO SEMINÁRIO

Página 10

ONTRIBUIÇÕES A PRESENTAÇÃO DO S EMINÁRIO Página 10 As empresas cumprem um papel fundamental para a
ONTRIBUIÇÕES A PRESENTAÇÃO DO S EMINÁRIO Página 10 As empresas cumprem um papel fundamental para a
ONTRIBUIÇÕES A PRESENTAÇÃO DO S EMINÁRIO Página 10 As empresas cumprem um papel fundamental para a

As empresas cumprem um papel fundamental para a administração tributária, tanto no que se refere ao pagamento de seus tributos (obrigação) quanto na retenção de valores de outros contribuintes (responsabilidade) e a prestação de informações ao fisco.

Observamos ainda, que em tese, compete a fonte pagadora no recolhimento dos tributos, mesmo que não o tenham retido e é neste ponto é que reside a necessidade de uma maior análise das situações relacionadas com a “responsabilidade da fonte pagadora”, visto que a interpretação parcial de algumas normas resultaram em transtornos administrativos e financeiros.

a) Administrativos: tais como:

Recusa da retenção pelo prestador;

Malha Fina da SRF X Declaração de Rendimentos da PF;

Não Homologação de PER/DCOMP e Pendências Diversas na SRF.

b) Financeiros: tais como:

Assumissão de ônus pela fonte pagadora;

Multas de Ofício em 75%.

Observamos que não se trata de uma ato simples, visto que as informações prestadas devem refletir a realidade dos fatos relacionados com a aplicação das normas tributárias, assim entendido como a segregação dos rendimentos conforme a espécie, a aplicação das deduções cabíveis e o recolhimento das importâncias nos prazos devidos.

Outro ponto a ser observado reside quanto ao fato do cruzamento das informações entre as outras de pleno conhecimento do fisco e o desencontro poderá resultar em pendências com transtornos para ambas as partes (prestadores, beneficiários e fontes pagadoras).

Bom Treinamento

Minhas Anotações e Recomendações do Instrutor
Minhas Anotações e Recomendações do Instrutor
Minhas Anotações e Recomendações do Instrutor Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

Instrutor: Wilson Galdino

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P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

CONCEITOS E DEFINIÇÕES GERAIS

Página 11

C ONCEITOS E D EFINIÇÕES G ERAIS Página 11 A meta de todo o contribuinte, seja
C ONCEITOS E D EFINIÇÕES G ERAIS Página 11 A meta de todo o contribuinte, seja
C ONCEITOS E D EFINIÇÕES G ERAIS Página 11 A meta de todo o contribuinte, seja

A meta de todo o contribuinte, seja ele pessoa física ou jurídica é cumprir com as

suas obrigações e responsabilidades, entretanto muitos fatores podem prejudicar este processo, sendo assim, apresentamos neste módulo alguns conceitos que visam a facilitar

a interpretação das normas tributárias.

1. PRINCÍPIOS C ONSTITUCIONAIS T RIBUTÁRIOS .

Nos termos do art. 153, III, da Constituição Federal , promulgada em 05.10.1988, é da competência da União instituir imposto sobre a renda e proventos qualquer natureza e o CTN – Código Tributário Nacional em seu art. 43, incisos I e II , define a renda como sendo

o produto do capital, do trabalho ou da combinação de ambos. Os proventos de qualquer natureza são definido como sendo os acréscimos patrimoniais não compreendidos como renda.

Para a análise sobre a aplicação de tais conceitos, devemos associálos aos “Princípios”, os quais possuem uma importância fundamental no Direito Tributário, como uma das suas fontes e apesar de baixo grau de complexidade, estes indicam padrões a serem buscados ou resultados que se espera ser obtido , interelacionando regras e normas.

As doutrinas apresentam várias situações atreladas ao termo “Princípios”, tais como:

a isonomia, a anterioridade, a legalidade, a pessoalidade, a capacidade econômica do contribuinte, a generalidade, a universalidade e a progressividade, mas para maior objetividade nos concentraremo apenas nos três últimos.

1.1. PRINCÍPIO DA GENERALIDADE.

Indica que toda e qualquer forma de renda ou provento deve ser tributada nos limites e condições da lei, ou seja, deve alcançar por igual todo e qualquer aumento de patrimônio, independentemente de sua fonte produtora, conforme CF 88, ART. 150.

Sem prejuízo de outras garantias ao Distrito Federal e aos Municípios:

I

,

é vedado à União, aos Estados,

II – instituir tratamento desigual entre os contribuintes que se encontrem em situações equivalentes, proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida, independentemente da denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos ;

jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos ; Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

Instrutor: Wilson Galdino

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Página 12 P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C

P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES A aplicação de tal princípio é

A aplicação de tal princípio é de suma importância, inclusive nos casos de pagamento

de rendimentos a pessoas físicas ligadas ligadas de forma direta com pessoa jurídica imune

ou isenta.

O RIR 99, acolhendo este princípio, em seu art. , dispõe que “a renda e os

proventos de qualquer natureza percebidos no País por residentes ou domiciliados no

exterior ou a eles equiparados, disposições do Livro III

, estão sujeitos ao imposto de acordo com as

1.2. PRINCÍPIO DA U NIVERSALIDADE.

Por este princípio, o tributo deverá ser cobrado de todos os que auferirem renda, nos termos previstos em Lei, não havendo distinção de nacionalidade, sexo, cor , religião profissão, alcançando assim a totalidade do patrimônio do contribuinte, devendo abranger “todos”.

Por este princípio, exigese que se tribute todo o aumento patrimonial a determinado período definido em lei, sem a distinção das espécies de rendas e proventos, ajustandoo ao princípio da generalidade e a incidência ocorre sobre o eventual acréscimo, posto que nos ajuste a determinado período, tal incoerência será corrigida.

O RIR 99, em seu art. dispõe que “as pessoas físicas domiciliadas ou residentes no

Brasil, titulares de disponibilidade econômica ou jurídica de renda ou proventos de qualquer natureza, inclusive rendimentos e ganhos de capital, são contribuintes do imposto de renda, sem distinção da nacionalidade, sexo, idade, estado civil ou profissão”.

1.3. PRINCIPIO DA PROGRESSIVIDADE.

Por este princípio a renda e os proventos serão graduados por faixas, de forma que as alíquotas maiores venham a recair sobre as faixas maiores e somente será eficiente se for atrelado aos anteriores (generalidade e universalidade), visto que a alíquota progressiva irá recair sobre a totalidade das rendas, independentemente do efetivo acréscimo do patrimônio.

O exemplo mais comum é a aplicação da “tabela progressiva”, com a faixas de

isenção e de tributação e que em primeiro momento será permitido ajustes ao rendimento (dependentes, contribuições para a previdência, parcelas isentas), o qual será submetido a tributação de acordo com a sua faixa, sendolhe aplicado ainda os efeitos tributários das faixas anteriores.

O papel da fonte pagadora é a aplicação das normas vigentes, e as vezes, estas

normas a coloca em situação difícil perantes os contribuintes, que por serem leigos, não compreendem o “porquê” da não dedução de determinados gastos, que de “boa fé” foram por eles suportados, tais como, doações, ajudas, dependentes e outros.

tais como, doações, ajudas, dependentes e outros. Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

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P RÁTICO DE R ETENÇÕES I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES

I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES O RIR 99 , no art

O RIR 99, no art 620 determina que “os rendimentos de que trata este Capítulo estão sujeitos à incidência do imposto na fonte, mediante aplicação de alíquotas progressivas, de acordo com as seguintes tabelas em Reais”.

Minhas Anotações e Recomendações do Instrutor
Minhas Anotações e Recomendações do Instrutor

2. TRIBUTOS F EDERAIS C ONCEITOS E D EFINIÇÕES GERAIS .

Temos observado que os contribuintes são prejudicados com pendências na SRF, e em grande parte estes erros estão associados com a interpretação parcial de alguns conceitos, sendo assim, comentaremos de forma prática, o que facilitará a aplicação dos demais conceitos relacionados com o Imposto de Renda Retido na Fonte.

2.1. R ESPONSABILIDADE T RIBUTÁRIA .

Conforme CTN, art. 128, a responsabilidade será sempre do sujeito passivo ou nas hipóteses definidas em lei, quando a pessoa jurídica assume a responsabilidade de reter e recolher IR (ou INSS) sobre os serviços pagos por ela a beneficiários (PJ ou PF), bem como a prestação de Informações na DIRF , nos Informes de Rendimentos e na DCTF.

Nota do Autor:

A partir de 1996 foram incluídas outras responsabilidades para as fontes pagadoras, tais como:

a) Retenções (IRPJ, CSLL, PIS e Cofins) pelos Órgãos da Administração Pública Federal

(art. 64 da Lei 9.430 de 1996 e alterações);.

b) Retenções (CLLL, PIS e Cofins) pelos tomadores de serviços profissionais (art. 30 da

Lei 10.833 de 2003 e alterações);

c) Retenções (IRPJ, CSLL, PIS e Cofins) pelas empresas públicas federais, bem como as

sociedades de economia mista e as sujeitas ao SIAF (art. 34 da Lei 10.833 de 2003 e

alterações);

d) Retenções de PIS e de Cofins no setor de autopeças (art. 3º da lei nº. 10.485 de

2002);

e) Os valores retidos se sujeitam às mesmas regras quanto a prestação de informações

na DIRF e nos comprovantes de rendimentos.

na DIRF e nos comprovantes de rendimentos. Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

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I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES 2.2. T RIBUTO . É toda

2.2. T RIBUTO .

É toda a prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor que nela se

possa exprimir, que não se constitua sanção de ato ilícito , instituida em Lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada e a sua constituição amparada pela competência privativa da autoridade administrativa; pela ocorrência do fato gerador; por matérias tributáveis; pela determinação do montante devido; pela identificação do sujeito passivo e a aplicação de penalidades (CTN, art. 142), sendo essas condições cumulativas e na falta de alguns dos itens, a constituição poderá ser questionada judicialmente.

Observamos que as entidades sindicais, no interesse de seus associados estão em constante análise destas normas, como por exemplo, a tributação na fonte nos casos relacionados com o PDV – Programa de Demissão Voluntária, os rendimentos de férias interrompidas por necessidade funcional, indenizações diversas, PLR Participação nos Lucros ou nos Resultados e outros.

2.2.1 IMPOSTO .

O art. 16 do CTN, o define como “tributo pago, cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal relativa ao contribuinte”, instituído e aplicado livremente nas atividades estatais, como por exemplo o IRPJ, o IRPF, o IPI e o IOF.

Melhor definição é “imposto é Imposto por que foi Imposto”

2.2.2. C ONTRIBUIÇÃO.

É o tributo pago em dinheiro, pelas pessoas designadas na Lei (contribuintes), para a

manutenção dos serviços públicos adminstrados pelo Estado, ou seja, existe a necessidade específica, tais como o de financiar a seguridade social (CSLL e Cofins), de custear o programa de segurodesemprego e abono anual (PIS) e outras (CPMF e CIDE

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C RÉDITO TRIBUTÁRIO .

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C ONTRIBUIÇÕES C RÉDITO T RIBUTÁRIO . Página 15 3.1. L ANÇAMENTO . Uma vez constituído,
C ONTRIBUIÇÕES C RÉDITO T RIBUTÁRIO . Página 15 3.1. L ANÇAMENTO . Uma vez constituído,
C ONTRIBUIÇÕES C RÉDITO T RIBUTÁRIO . Página 15 3.1. L ANÇAMENTO . Uma vez constituído,

3.1. L ANÇAMENTO .

Uma vez constituído, o crédito tributário será lançado ( CTN, art. 147), sendo este lançamento efetuado com base na declaração do sujeito passivo (DIRPF, DIPJ, DCTF) ou de terceiros (DIRF), quando um outro presta informações a autoridade tributária sobre a matéria de fato, indispensáveis para a sua efetivação, ou seja, não basta a fonte pagadora aplicar a legislação no que se refere a retenção e ao recolhimento do imposto, devendo esta também prestar informações na DIRF, bem como promover a entrega dos respectivos informes de rendimento.

Sendo assim, considerando o valor elevado das multas a serem, aplicadas pelo Fisco (atraso, erros e ausência de informes), a fonte pagadora deverá manter controle de todas as operações relaciondas com os beneficiários dos rendimentos.

3.2 QUITAÇÃO DO C RÉDITO TRIBUTÁRIO .

Uma vez lançado o crédito, o contribuinte deverá promover a sua quitação, o que em regra implica em “Extinção” ou “Suspensão” deste e a não quitação nos casos relacionados com a responsabilidade tributária será considerada pelo Fisco como apropriação indébita e o responsável como “Depositário Infiel”.

3.2.1 E XTINÇÃO DO C RÉDITO T RIBUTÁRIO .

É qualquer ato ou fato que libera o devedor da obrigação tributária, nas seguintes modalidades:

a) Pagamento: em se tratando de IRRF, será mais correto como recolhimento, em DARF (CTN art. 157 a 164);

b) Compensação: encontro de contas de crédito tributários líquidos e certos (CTN art. 170 e Novo Código Civil, art. 368), o que implica na entrega da PER/DCOMP a partir de 01.10.2002;

Nota DESS: Temos observado que apesar de tais compensações serem previstas pela legislação vigente, o fisco tem retido os lotes de restituições das pessoas físicas, sob alegação de ausência de recolhimentos pelas fontes pagadoras, sem qualquer embasamento legal e o não recolhemento das importâncias retidas resulta em crime contra a ordem tributária (Depositário Infiel).

contra a ordem tributária (Depositário Infiel). Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

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I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES c) Decadência: direto de constituir crédito

c) Decadência: direto de constituir crédito tributário extingue se em 5 anos contados do primeiro dia do exercício seguinte ou da data em que se tornar definitiva a decisão ( CTN art. 173), entretanto em relação a “retenções”, não se aplica tal dispositivo;

d) Prescrição: Ação de cobrança prescreve em 5 anos contados da sua constituição ( CTN art. 174), também não se aplicando em relação à responsabilidade tributária.

e) Outras: tais como Remissão (anistia) e Transação (cessão de créditos multiplos), sendo este vedado administrativamente pela IN SRF.

3.2.2. S USPENSÃO DO C RÉDITO T RIBUTÁRIO.

O art. 151 do CTN o define nas seguintes situações:

a) Moratória: ou parcelamento;

b) Depósito do seu Montante:

visa eximir o contribuinte de multa e juros;

c) Reclamações e Recursos: contribuinte recorre nos contenciosos administrativos.

Estando nestas condições o Estado não pode exigir do contribuinte o pagamento do principal, entretanto, o mesmo não estará dispensado das obrigações acessórias.

Minhas Anotações e Recomendações do Instrutor
Minhas Anotações e Recomendações do Instrutor

4. F ATO GERADOR .

Uma das maiores dúvidas em todos os contribuintes reside no momento em que deve ocorrer a retenção do imposto de renda, cujas situações podem resultar em penalidades de multas.

Em regra o CTN em seu art. 43, dispõe que: O imposto, de competência da União, sobre a renda e proventos de qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica.

Observe que o legislador apresenta duas condições vinculadas com a fonte pagadora, ou seja, o registro contábil da obrigação (competência) ou o efetivo pagamento (regime de caixa), entretanto as principais dúvidas decorrem do fato do registro contábil pelo prestador de serviços como um direito a receber do tomador de serviços, se ocorre ou não a disponibilidade jurídica, caracterizando assim o fato gerador.

jurídica, caracterizando assim o fato gerador. Instrutor: Wilson Galdino www.enppb.com.br 0XX 83 3512

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I MPOSTO DE R ENDA E D EMAIS C ONTRIBUIÇÕES Apesar de tais conceitos serem abordados

Apesar de tais conceitos serem abordados neste título, observamos que do ato de emissão do documento fiscal até o reconhecimento desta obrigação, os valores poderão sofrer alterações, sendo assim, entendemos que a capacidade jurídica somente será plena no momento que o tomador registre a obrigação de pagar em sua escrituração contábil.

4.1 IMPOSTO DE R ENDA :

No tópico anterior apresentamos uma situação geral, prevista no CTN, entretanto temos que alertar que existem regras aplicáveis em relação aos beneficiários dos rendimentos pessoas físicas ou jurídicas e outras específicas em relação às espécies de rendimentos.

4.1.1 BENEFICIÁRIOS PESSOAS JURÍDICAS :

Neste caso será aplicado os princípios do art. 43 do CTN, combinado com o RIR 99, nas condições a seguir:

a) Crédito Contábil ou Pagamento: Regime de Caixa ou de Competência,