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InspeÁ„o de Caldeiras de RecuperaÁ„o 19 Semin·rio sobre RecuperaÁ„o e Energia 24 e 25 de Maio
InspeÁ„o de Caldeiras de RecuperaÁ„o
19 Semin·rio sobre RecuperaÁ„o e Energia
24 e 25 de Maio de 2012
FÌbria -Unidade JacareÌ ñJacareÌ/SP
Roteiro ïPor que inspecionar? ïO que inspecionar? ïQuando inspecionar? ïComo inspecionar? 2
Roteiro
ïPor que inspecionar?
ïO que inspecionar?
ïQuando inspecionar?
ïComo inspecionar?
2
Por que inspecionar? ïcaldeiras em operaÁ„o apresentam mecanismos de degradaÁ„o que podem comprometer a resistÍncia ou
Por que inspecionar?
ïcaldeiras
em
operaÁ„o
apresentam
mecanismos
de
degradaÁ„o
que
podem
comprometer a resistÍncia ou
o
desempenho de seus componentes;
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Por que inspecionar? ïinspeÁ„o visa detectar n„o conformidades, defeitos eprocessos de degradaÁ„o que possam comprometer aseguranÁa,
Por que inspecionar?
ïinspeÁ„o visa detectar n„o conformidades,
defeitos eprocessos de degradaÁ„o que
possam comprometer aseguranÁa, a
performance ou adisponibilidade do
equipamento.
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Quando inspecionar ? ïna fabricaÁ„o emontagem: ñdetectar defeitos origin·rios dos processos de fabricaÁ„o emontagem 5
Quando inspecionar ?
ïna fabricaÁ„o emontagem:
ñdetectar defeitos origin·rios dos processos de
fabricaÁ„o emontagem
5
Quando inspecionar ? ïapÛs perÌodos de operaÁ„o: ñdetectar precocemente processos de degradaÁ„o, que possam comprometer a
Quando inspecionar ?
ïapÛs perÌodos de operaÁ„o:
ñdetectar precocemente processos de
degradaÁ„o, que possam comprometer a
seguranÁa, a performance ou a
disponibilidade da caldeira.
ñpermitir planejar manutenÁ„o.
ñorientar inspeÁıes futuras.
ñorientar aoperaÁ„o da caldeira.
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O que, quando e como inspecionar? ïn„o h· normas tÈcnicas que estabeleÁam o escopo, afreq¸Íncia eos
O que, quando e como inspecionar?
ïn„o h· normas tÈcnicas que estabeleÁam o
escopo, afreq¸Íncia eos mÈtodos de inspeÁ„o.
ïlegislaÁ„o: NR-13 estabelece periodicidade das
inspeÁıes externas einternas; escopo e
mÈtodos s„o definidos pelo engenheiro
respons·vel.
ïpublicaÁıes erecomendaÁıes: TAPPI, AFPA,
National Board, ABTCP....
ñABTCP(CSCRB): Guia para inspeÁ„o periÛdica de
caldeiras de recuperaÁ„o
7
Guia da ABTCP (CSCRB) InspeÁ„o periÛdica de caldeiras de recuperaÁ„o 8
Guia da ABTCP (CSCRB)
InspeÁ„o periÛdica de caldeiras de recuperaÁ„o
8
Processos de DegradaÁ„o ïReduÁ„o de espessura: ñsem concentradores de tens„o: corros„o,abras„o, eros„o ñcom concentradores de tens„o:
Processos de DegradaÁ„o
ïReduÁ„o de espessura:
ñsem concentradores de tens„o: corros„o,abras„o,
eros„o
ñcom concentradores de tens„o: trincas, pitting
ïEfeitos de altas temperaturas
ñfluÍncia
ñalteraÁıes metal˙rgicas
ñfadiga tÈrmica
ñalteraÁıes quÌmico-metal˙rgicas
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Corros„o 10
Corros„o
10
Corros„o 11
Corros„o
11
Abras„o 12
Abras„o
12
Eros„o 13
Eros„o
13
Trincas 14
Trincas
14
Trincas Clips entre tubos de superaquecedor Ponteira de lanÁa de soprador de fuligem 15
Trincas
Clips entre tubos de superaquecedor Ponteira de lanÁa de soprador de fuligem
15
AlteraÁıes metal˙rgicas ïExposiÁ„o prolongada a altas temperaturas 16
AlteraÁıes metal˙rgicas
ïExposiÁ„o prolongada a altas temperaturas
16
Fadiga TÈrmica 17
Fadiga TÈrmica
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FormaÁ„o de depÛsitos, incrustaÁıes ïLado ·gua: ñtratamento dí·gua inadequado: ïesclerosamento de tubos; superaquecimento 18
FormaÁ„o de depÛsitos,
incrustaÁıes
ïLado ·gua:
ñtratamento dí·gua inadequado:
ïesclerosamento de tubos; superaquecimento
18
FormaÁ„o de depÛsitos, incrustaÁıes 19
FormaÁ„o de depÛsitos,
incrustaÁıes
19
FormaÁ„o de depÛsitos, incrustaÁıes ïLado gases: ñentupimentos nos superaquecedores, bancada e economizadores: ïperda de rendimento, caminhos
FormaÁ„o de depÛsitos,
incrustaÁıes
ïLado gases:
ñentupimentos nos superaquecedores, bancada
e economizadores:
ïperda de rendimento, caminhos preferenciais,
eros„o;
20
O que inspecionar? 21
O que inspecionar?
21
O que inspecionar? Regi„o inferior da fornalha: -tubos do piso -tubos compostos -tubos pinados -aberturas de
O que inspecionar?
Regi„o inferior da
fornalha:
-tubos do piso
-tubos
compostos
-tubos pinados
-aberturas de
smelt
-entradas de ar
-queimadores
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O que inspecionar? Regi„o superior da caldeira: -superaquecedores -nariz -cortina d·gua(screen) -sopradores de fuligem -passagem dos
O que inspecionar?
Regi„o superior da
caldeira:
-superaquecedores
-nariz
-cortina
d·gua(screen)
-sopradores de
fuligem
-passagem dos
tubos pelo teto
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O que inspecionar? Bancada e economizadores -tubos -elementos de suportaÁ„o -tirantes, espaÁadores e braÁadeiras -sopradores de
O que inspecionar?
Bancada e economizadores
-tubos
-elementos de
suportaÁ„o
-tirantes, espaÁadores e
braÁadeiras
-sopradores de fuligem
-tubos curvos
-coletores
-chaparia de conduÁ„o
dos gases
-funil de cinzas
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Como inspecionar? ñInspeÁ„o visual ñEnsaios n„o destrutivos convencionais ñEnsaios n„o destrutivos especiais 25
Como inspecionar?
ñInspeÁ„o visual
ñEnsaios n„o destrutivos convencionais
ñEnsaios n„o destrutivos especiais
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InspeÁ„o Visual ñestado geral ñinscrustaÁıes, depÛsitos, corrosıes ñdeformaÁıes, fissuras, fraturas ñdesgastes, obstruÁıes, queimados 26
InspeÁ„o Visual
ñestado geral
ñinscrustaÁıes, depÛsitos, corrosıes
ñdeformaÁıes, fissuras, fraturas
ñdesgastes, obstruÁıes, queimados
26
Ensaios n„o destrutivos ñmediÁ„o de espessuras ïultra-som ïcorrentes parasitas (camada de inox em tubos compostos) ñdetecÁ„o
Ensaios n„o destrutivos
ñmediÁ„o de espessuras
ïultra-som
ïcorrentes parasitas (camada de inox em tubos
compostos)
ñdetecÁ„o de trincas superficiais
ïlÌquidos penetrantes
ïpartÌculas magnÈticas
ï(ultrassom e correntes parasitas)
ñdetecÁ„o de defeitos internos
ïradiografia
ïultrassom
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Ensaios Especiais ïendoscopia ïrÈplicas metalogr·ficas ïmediÁ„o de espessura: B-Scan, IRIS, EMAT ïemiss„o ac˙stica ïcorrentes parasitas (SLOFEC)
Ensaios Especiais
ïendoscopia
ïrÈplicas metalogr·ficas
ïmediÁ„o de espessura: B-Scan, IRIS, EMAT
ïemiss„o ac˙stica
ïcorrentes parasitas (SLOFEC)
ïradiografia digital
ïraios-x pulsados
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LÌquidos penetrantes 29
LÌquidos penetrantes
29
LÌquidos penetrantes InspeÁ„o de aberturas de smelt 30
LÌquidos penetrantes
InspeÁ„o de aberturas de smelt
30
LÌquidos penetrantes LP em tubos compostos de piso de fornalha 31
LÌquidos penetrantes
LP em tubos compostos
de piso de fornalha
31
LÌquidos penetrantes LP em tubos compostos de piso de fornalha LP fluorescente LP colorido 32
LÌquidos penetrantes
LP em tubos compostos
de piso de fornalha
LP fluorescente
LP colorido
32
LÌquidos penetrantes InspeÁ„o de tubos das paredes, no nÌvel do smelt 33
LÌquidos penetrantes
InspeÁ„o de tubos das paredes, no nÌvel do smelt
33
LÌquidos penetrantes InspeÁ„o de entradas de ar prim·rio 34
LÌquidos penetrantes
InspeÁ„o de entradas
de ar prim·rio
34
LÌquidos penetrantes InspeÁ„o de entradas de ar prim·rio 35
LÌquidos penetrantes
InspeÁ„o de entradas de ar prim·rio
35
MediÁ„o de espessura por ultrassom 36
MediÁ„o de espessura por ultrassom
36
MediÁ„o de espessura por ultrassom 37
MediÁ„o de espessura por ultrassom
37
MediÁ„o de espessura por ultrassom Nariz Mat.: ASTM-A-210-A1 Dia. Nom. (mm) :2,5" Contagem da PLE/PLD Esp.
MediÁ„o de espessura por ultrassom
Nariz
Mat.: ASTM-A-210-A1
Dia. Nom. (mm) :2,5"
Contagem da PLE/PLD
Esp. Nom. (mm) :5,00
Obs.: Ver croqui n 01.
Esp. Rec. (mm) :3,40
Esp .MÌn. (mm) :2,72
N
A
N
A
N
A
N
A
Tubo
1997
1998
Dif.
Tubo
1997
1998
Dif.
Tubo
1997
1998
Dif.
Tubo
1997
1998
Dif.
1
5,4
5,5
0,1
51
5,5
5,4
-0,1
101
5,5
5,3
-0,2
151
5,5
5,3
-0,2
2
5,4
5,4
0,0
52
5,4
5,3
-0,1
102
5,5
5,4
-0,1
152
5,4
5,4
0,0
3
5,4
5,2
-0,2
53
5,6
5,5
-0,1
103
5,5
5,3
-0,2
153
5,5
5,3
-0,2
4
5,6
5,5
-0,1
54
5,6
5,3
-0,3
104
5,5
5,3
-0,2
154
5,7
5,4
-0,3
5
5,6
5,3
-0,3
55
5,5
5,4
-0,1
105
5,5
5,5
0,0
155
5,4
5,4
0,0
6
5,5
5,3
-0,2
56
5,4
5,2
-0,2
106
5,4
5,4
0,0
156
5,4
5,3
-0,1
7
5,2
5,2
0,0
57
5,4
5,2
-0,2
107
5,7
5,5
-0,2
MÈd.
5,50
5,34
-0,16
8
5,4
5,2
-0,2
58
5,4
5,4
0,0
108
5,4
5,4
0,0
MÌn.
5,20
5,10
9
5,5
5,5
0,0
59
5,6
5,4
-0,2
109
5,4
5,2
-0,2
apresentaÁ„o
10
5,5
5,4
-0,1
60
5,4
5,2
-0,2
110
5,6
5,4
-0,2
11
5,5
5,4
-0,1
61
5,5
5,3
-0,2
111
5,5
5,2
-0,3
12
5,4
5,2
-0,2
62
5,5
5,3
-0,2
112
5,4
5,2
-0,2
dos
13
5,5
5,5
0,0
63
5,4
5,4
0,0
113
5,6
5,3
-0,3
14
5,5
5,4
-0,1
64
5,5
5,4
-0,1
114
5,6
5,4
-0,2
15
5,4
5,2
-0,2
65
5,5
5,4
-0,1
115
5,5
5,3
-0,2
resultados:
16
5,5
5,5
0,0
66
5,6
5,4
-0,2
116
5,7
5,5
-0,2
17
5,6
5,4
-0,2
67
5,6
5,4
-0,2
117
5,5
5,2
-0,3
18
5,4
5,4
0,0
68
5,5
5,3
-0,2
118
5,6
5,3
-0,3
tabela
19
5,5
5,4
-0,1
69
5,5
5,3
-0,2
119
5,4
5,3
-0,1
20
5,4
5,3
-0,1
70
5,5
5,3
-0,2
120
5,5
5,4
-0,1
21
5,3
5,1
-0,2
71
5,5
5,2
-0,3
121
5,5
5,3
-0,2
22
5,4
5,1
-0,3
72
5,4
5,3
-0,1
122
5,4
5,2
-0,2
23
5,5
5,3
-0,2
73
5,4
5,2
-0,2
123
5,5
5,3
-0,2
24
5,5
5,2
-0,3
74
5,7
5,4
-0,3
124
5,4
5,2
-0,2
25
5,4
5,2
-0,2
75
5,5
5,3
-0,2
125
5,5
5,2
-0,3
26
5,5
5,1
-0,4
76
5,5
5,3
-0,2
126
5,7
5,4
-0,3
27
5,6
5,3
-0,3
77
5,5
5,4
-0,1
127
5,6
5,4
-0,2
28
5,6
5,4
-0,2
78
5,5
5,4
-0,1
128
5,6
5,3
-0,3
29
5,6
5,4
-0,2
79
5,6
5,3
-0,3
129
5,5
5,3
-0,2
30
5,5
5,4
-0,1
80
5,5
5,4
-0,1
130
5,5
5,3
-0,2
38
MediÁ„o de espessura por ultrassom apresentaÁ„o dos resultados: gr·ficos Nariz A 1997 A 1998 5,8 5,7
MediÁ„o de espessura por ultrassom
apresentaÁ„o dos resultados: gr·ficos
Nariz
A 1997
A 1998
5,8
5,7
5,6
5,5
5,4
5,3
5,2
5,1
5,0
39
1
7
13
19
25
31
37
43
49
55
61
67
73
79
85
91
97
103
109
115
121
127
133
139
145
151
MediÁ„o de espessura por ultrassom B-Scan 40
MediÁ„o de espessura por ultrassom
B-Scan
40
MediÁ„o de espessura por ultrassom B-Scan InspeÁ„o em parede dí·gua de fornalha de caldeira de recuperaÁ„o
MediÁ„o de espessura por ultrassom
B-Scan
InspeÁ„o em parede dí·gua de fornalha de caldeira de recuperaÁ„o
tubo novo
tubo com 19
anos de uso
41
EMAT 42
EMAT
42
EMAT 43
EMAT
43
EMAT -Resultados 44
EMAT -Resultados
44
IRIS -Internal Rotatory Inspection System 45
IRIS -Internal Rotatory Inspection System
45
IRIS -Internal Rotatory Inspection System 46
IRIS -Internal Rotatory Inspection System
46
47
47
Ultra-som
Ultra-som
DetecÁ„o de trincas por ultra-som Fornalha -paredes dí·gua Tubo composto trincado 49
DetecÁ„o de trincas por ultra-som
Fornalha -paredes dí·gua
Tubo composto trincado
49
DetecÁ„o de trincas por ultra-som 50
DetecÁ„o de trincas por ultra-som
50
DetecÁ„o de trincas por ultra-som 51
DetecÁ„o de trincas por ultra-som
51
DetecÁ„o de trincas por ultra-som 52
DetecÁ„o de trincas por ultra-som
52
PartÌculas magnÈticas 53
PartÌculas magnÈticas
53
PartÌculas magnÈticas Yoke magnÈtico 54
PartÌculas magnÈticas
Yoke magnÈtico
54
PartÌculas magnÈticas Yoke de pernas articuladas Lumin·ria UV PartÌculas fluorescentes 55
PartÌculas magnÈticas
Yoke de pernas articuladas
Lumin·ria
UV
PartÌculas
fluorescentes
55
Radiografia 56
Radiografia
56
Endoscopia 57
Endoscopia
57
Endoscopia 58
Endoscopia
58
Endoscopia 59
Endoscopia
59
Endoscopia 60
Endoscopia
60
Endoscopia 61
Endoscopia
61
Emiss„o Ac˙stica 62
Emiss„o Ac˙stica
62
Emiss„o Ac˙stica 63
Emiss„o Ac˙stica
63
Emiss„o Ac˙stica 64
Emiss„o Ac˙stica
64
Emiss„o Ac˙stica 65
Emiss„o Ac˙stica
65
RÈplicas Metalogr·ficas 66
RÈplicas Metalogr·ficas
66
Conclusıes ña inspeÁ„o competente de caldeiras permite uma utilizaÁ„o segura, confi·vel e com custos de manutenÁ„o
Conclusıes
ña inspeÁ„o competente de caldeiras
permite uma utilizaÁ„o segura, confi·vel e
com custos de manutenÁ„o minimizados;
ña coordenaÁ„o tÈcnica da inspeÁ„o deve
ser confiada a inspetores experientes, e
que conduzam a inspeÁ„o visual;
67
Conclusıes ïos ensaios n„o destrutivos adequados devem ser aplicados em locais definidos pela experiÍncia do inspetor,
Conclusıes
ïos ensaios n„o destrutivos adequados
devem ser aplicados em locais definidos
pela experiÍncia do inspetor, pelo histÛrico
anterior da caldeira e de outras caldeiras
semelhantes e em funÁ„o dos resultados da
inspeÁ„o visual inicial.
68
InspeÁ„o de Caldeiras de RecuperaÁ„o Eng. Mec. Milton Mentz SNQC/END N3 (RX/US/LP/PM/EV) MKS ServiÁos Especiais de
InspeÁ„o de Caldeiras de RecuperaÁ„o
Eng. Mec. Milton Mentz
SNQC/END N3 (RX/US/LP/PM/EV)
MKS ServiÁos Especiais de Engenharia
milton@mksservices.com.br