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From: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>


Date: 2009/3/13
Subject: email PROVOCATIVO de um NÃO ANÔNIMO
To: ouvidoria@cnj.jus.br

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From: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Date: 2009/3/13
Subject: email PROVOCATIVO de um NÃO ANÔNIMO
To: ouvidoria@cnj.jus.br

Petição - TJMT Anular Exigência de limite de idade NÃO fere Princípio


Conselho Nacional de Justiça
Supremo Tribunal Federal - Anexo I
Praça dos Tres Poderes
70175-900 - Brasília – DF
Email PROVOCATIVO

Ao Excelentíssimo Ministro-Corregedor do Conselho Nacional de Justiça

Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE


1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I - DOS
DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º Todos são iguais perante
a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos
estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à
igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIV - são a todos
assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos
Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder,

Venho, mui respeitosamente, SUGERIR, através deste email PROVOCATIVO, que


Esta Corregedoria, envida Todos os Esforços, utilizando-se de TODOS os Meios que
dispuser, para que, o Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso, reveja a decisão,
tomada no Mandado de Segurança nº 19.602/2008, pela Primeira Turma de Câmaras
Cíveis Reunidas, que por unanimidade, reconheceu que a função exige a necessidade
de plena capacidade física para o desempenho das atividades e que cabe ao Estado,
por meio de lei específica, dispor sobre os limites de idade.

1ª. Premissa Motivacional - Conforme email, abaixo parcialmente


reproduzido, apresentamos nosso entendimento, cuja razoabiliadade, me permite
afirmar, que as Atribuições, e Responsabilidades, do Conselho Nacional de Justiça,
são, efetivamente, amplas, chegando a garantia da subordinação do STF à
Constituição Federal de 1988 e ao Estatuto da Magistratura, uma vez que, a
última palavra sempre será do STF, quanto mais a subordinação do
Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso, portanto, a decisão, em
questão, por ter uma fundamentação equivocada, "sem pé nem cabeça", pode, e
deve, ser REVISTA, pelo Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso, por
provocação Desta Corregedoria, de tal forma, que o Direito Constituído, não a
sustenta.

From: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>


Date: 2009/2/12
Subject: Re: Portal CNJ: Manifestação enviada ao STF
To: ouvidoria@cnj.jus.br
Cc: Corregedoria@cnj.jus.br

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Concordamos com o colocado no item 4, da ementa acima listada, que nos apresenta O
Conselho Nacional de Justiça não tem nenhuma competência sobre o Supremo Tribunal
Federal e seus ministros, sendo esse o órgão máximo do Poder Judiciário nacional, a que
aquele está sujeito, porem, ACREDITAMOS que em existindo alguma decisão não
fundamentada, com fundamentação inadequada, ou mesmo, algum vício, CABE ao Conselho
Nacional de Justiça, apresentar ao Supremo Tribunal Federal, com a própria
razoabilidade, a questão, de tal forma, ser premente, e necessária, a reavaliação da Decisão
Anterior, uma vez que, apenas o Supremo Tribunal Federal tem o condão de ANULAR, ou
ALTERAR, uma sua Decisão Anterior, como ja foi colocado pelo então, Excelentíssimo
Presidente do STF e atual Ministro da Defesa. Portanto, reafirmo, que a avaliação, pelo
CNJ, de Decisões do STF, relativas controle da atuação administrativa e financeira do Poder
Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes, cabendo-lhe, além de outras
atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura, em hipótese alguma
pode, e deve, ser reconhecidas como subordinação do STF ao CNJ, pelo contrário, as
mesmas necessariamente podem, e devem, ser reconhecidas como subordinação do STF à
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, e ao Estatuto da Magistratura,
onde suas premissas base são Constitucionais, da qual ressalto o Art. 93. Lei complementar,
de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura,
observados os seguintes princípios: IX - todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário
serão públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade, podendo a lei
limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou
somente a estes, em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no
sigilo não prejudique o interesse público à informação; Quando então, mais uma vez, chamo
sua atenção para o Documento Ratificacao de to Ao CNJ, http://www.scribd.com/
doc/8518939/Ratificacao-de-to-Ao-CNJ , que relaciona algumas situações, que supomos, pela
ausência de resposta, serem concretas.

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Portanto, entendo que a Constituição da República Federativa do Brasil, define entre as


Responsabilidades e Atribuições Desta Corregedoria, o cumprimento, pelos Senhores
Magistrados, dos Preceitos e Conceitos existentes Na Mesma, bem como, do Estatuto da
Magistratura.

2ª. Premissa Motivacional - Conforme email, abaixo parcialmente


reproduzido, apresentamos nosso entendimento, cuja razoabiliadade, me permite
afirmar, que, por "não ser um Anônimo", bem como, pela "razoabilidade intríseca"
à SUGESTÃO (calcada na Constituição "EM DEFESA DE DIREITO") formalizada
neste email, estamos de maneira informal PROVOCANDO Esta Corregedoria a
Avaliar, a se Pronunciar sobre e com base no Direito Constiruído, e se assim entender,
AGIR em conformidade às sua Atribuições Institucionais que o Direito Constituído lhe
OUTORGA.

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From: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Date: 2009/3/11
Subject: O Judiciário Brasileiro é um Poder Institucional BUROCRATA acima de tudo,
ou não ?
To: Corregedoria@cnj.jus.br

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From: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Date: 2009/3/11
Subject: Re: Portal CNJ: Manifestação enviada ao STF
To: Ouvidoria CNJ <ouvidoria@cnj.jus.br>
Este email tem por finalidade a premente e necessária, quiçá visceral, intenção de
provocar o esclarecimento, sobre o quão importante são os ritos processuais,
intrínseco nas respectivas formalizações, dos questionamentos enviados a Esta
Corregedoria, através de Petições Sugestões, calcadas na Constituição da República
Federativa do Brasil de 1988, feitas por um Cidadão Brasileiro, Leigo, uma vez que,
em sendo razoáveis, tais considerações, deveriam, no mínimo, serem avaliadas e
produzir considerações resultantes, como consequências naturais, podendo,
inclusive, em função destas avaliações, a Autoridade Provocada, entender, que AGIR
tambem seja outra consequência natural, de tal forma, a Zelar, Preservar e Fazer
Cumprir o Direito Constituído.
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Aproveitamos para chamar a atenção para o Regimento Interno do Conselho


Nacional de Justiça, " Título II - DOS ÓRGÃOS DO CONSELHO, Capítulo II - DO PLENÁRIO, Art.
19. Ao Plenário do Conselho compete o controle da atuação administrativa e financeira
do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos magistrados,
cabendo-lhe, além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da
Magistratura, o seguinte: I - zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo
cumprimento do Estatuto da Magistratura, podendo expedir atos regulamentares, no
âmbito de sua competência, ou recomendar providências; II - zelar pela observância
do art. 37 da Constituição Federal (Art. 37. A administração pública direta e indireta
de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e
eficiência e, também, ao seguinte:) e apreciar, de ofício ou mediante provocação, a
legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder
Judiciário, podendo desconstituí-los, revê-los ou fixar prazo para que se adotem as
providências necessárias ao exato cumprimento da lei, sem prejuízo da competência
do Tribunal de Contas da União e dos Tribunais de Contas dos Estados; V - propor a
realização pelo Ministro-Corregedor de correições, inspeções e sindicâncias em
varas, tribunais e cartórios; Capítulo IV - DA CORREGEDORIA NACIONAL DE
JUSTIÇA, Art. 31. Compete ao Ministro-Corregedor, além de outras atribuições que lhe
forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: I - receber as reclamações e
denúncias de qualquer interessado, relativas aos magistrados e aos serviços
judiciários auxiliares, serventias, órgãos prestadores de serviços notariais e de registro
que atuem por delegação do poder público ou oficializados, determinando o
arquivamento sumário das anônimas, das prescritas e daquelas que se apresentem
manifestamente improcedentes ou despidas de elementos mínimos para a sua
compreensão, de tudo dando ciência ao reclamante; II - determinar o processamento
das reclamações que atendam aos requisitos mínimos de admissibilidade, recebendo
as correspondentes defesas prévias e propondo perante o Plenário a rejeição do
pedido ou a instauração do competente processo administrativo disciplinar;
@@@...

Isto fica ainda maior, quando, depois, de tantos esforços, em ser reconhecido como
um "NÃO ANÔNIMO", me vejo na eminente, possibilidade, de continuar como "UM
ANÔNIMO", uma vez que, Minhas Petições, foram, em alguns casos, RESPONDIDAS,
pelos Excelentíssimos Presidentes, por delegação, do Supremo Tribunal Federal,
Superior Tribunal de Justiça, Tribunal Superior Eleitoral, Tribunal de Justiça do Estado
do Rio de Janeiro e pelos Excelentissimos Procuradores da República e do Estado de
São Paulo, sem que fôsse, necessário, o envio da Carteira de Identidade e
comprovante de residência, solicitados e enviados, digitalizações constante de CD
formalmente entregue, a Esta Corregedoria, quando então, posso concluir que o
Conselho Nacional de Justiça, me parece ser mais BUROCRATA, embora seja um
òrgão Institucional recente, e tenha como principal Atribuição: Zelar e Preservar o
Poder Judiciário e o Direito Constituído, onde a pura conscientização de uma
irregularidade, se comprovada, deveria, efetivamente, provocar desdobramentos,
independentemente de qualquer outra coisa, principalmente, quando seu emissor se
identifica e qualifica, pelo menos, através de um Órgão Institucional, como os
Correios e Telégrafos, pois, várias de suas correspondências, foram formalizadas
através de Carta Registrada com Aviso de Recebimento a ser entregue pelos
Correios e Telégrafos, onde Nome e Endereço, são informações imprescindíveis, bem
como, todas as informações pessoais necessárias, e a própria assinatura nos
documentos enviados.
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Portanto, por não ser um "ANÔNIMO", bem como, pela razoabilidade


apresentada, entendo, ser este email, uma PROVOCAÇÃO LEGÍTIMA, que
merecerá, por parte Desta Corregedoria, o necessário, premente, quiçá visceral,
reconhecimento, quando então, será avaliada, produzindo considerações resultantes,
ou possivelmente, até ações condígnas às Atribuições de Zelar, Preservar e Fazer
CUMPRIR a Constituição da República Federativa do Brasil e o Estatuto da
Magistratura.

3ª. Premissa Motivacional - Entendemos que esta decisão agride de forma MORTAL
a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988; CAPÍTULO
III - DO PODER JUDICIÁRIO; Seção I - DISPOSIÇÕES GERAIS; Art. 93. Lei
complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da
Magistratura, observados os seguintes princípios: IX todos os julgamentos dos órgãos
do Poder Judiciário serão públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena
de nulidade, podendo a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias
partes e a seus advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação do
direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à
informação;

Portanto, qualquer decisão, em não estando fundamentada , ou com


fundamentação EQUIVOCADA, no Direito Constituído, é NULA, principalmente,
quando Este tambem é Constitucional.
4ª. Premissa Motivacional - Entendemos que esta decisão agride de forma
MORTAL a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988;
TÍTULO I - Dos Princípios Fundamentais; Art. 1º - A República Federativa do Brasil,
formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal,
constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: II - a
cidadania; III - a dignidade da pessoa humana; IV - os valores sociais do trabalho e
da livre iniciativa; Art. 3º - Constituem objetivos fundamentais da República
Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária; II - garantir o
desenvolvimento nacional; III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as
desigualdades sociais e regionais; IV - promover o bem de todos, sem preconceitos
de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Portanto, para que possamos alcançar os Fundamentos e os Objetivos Fundamentais de


Nossa Constituição, devemos reconhecer a importância de que TODOS os Brasileiros,
APTOS a exercerem a Atividade de Soldados da Polícia Militar de Minas Gerais,
independente de quaisquer outros possíveis, e injustificados, requisitos, possam concorrer
às vagas, e se APROVADOS, as assuma.

5ª. Premissa Motivacional - Entendemos que esta decisão agride de forma


MORTAL a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988;
TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I - DOS DIREITOS E
DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: I - homens e mulheres são iguais
em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição; II - ninguém será obrigado a
fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; XIII - é livre o exercício
de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais
que a lei estabelecer; XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos
direitos e liberdades fundamentais;

Portanto, quando Nossa Constituição, de forma contundente e CLARA, nos


assegura a igualdade perante à Lei sem distinção de qualquer natureza (inclusa a
idade), temos a certeza, de que estas distinções, quando existem, estão
relacionadas a Qualificação, a Responsabilidade, a Segurança e/ou a Saúde, pois,
não conseguimos vislumbrar, outros aspectos que possam IMPEDIR o exercício de
qualquer trabalho. Na questão ora apresentada, a restrição da idade Máxima, do
candidato, não possui nenhum embasamento, concreto, exceção, a um possível,
indecoroso e presunçoso, "achismo", algo que não se sustenta, quando verificamos
que a maioria dos Policiais Militares, EM ATIVIDADE, possue mais de 25 anos, que é
a idade limite especificada no Concurso Público.

Aproveitamos, para chamar a atenção, para o fato de que os exames de Saúde tem,
obrigatóriamente, caráter ELIMINATÓRIO, pois, sem a saúde, necessária, não há
como exercer a profissão. Contudo, os exames físicos, devem ser Eliminatórios,
enquando os índices MÍNIMOS não forem atingidos, isto é, os índices Mínimos devem
ser compatíveis aos utilizados, nas avaliações periódicas, feitas nos Soldados, em
atividade, da Polícia Militar, uma vez que, deveriam caracterizar a situação de
INAPTO para o exercício das atividades tanto os Candidatos como os já Soldados da
Polícia Militar. Ressaltamos, que a partir do índice mínimo, estes resultados devem
ter caráter CLASSIFICATÓRIO, de tal forma, permitir sempre o aproveitamento dos
Melhores Colocados, até que todas as vagas estejam ocupadas, ou que não haja
mais candidato classificado. Tais entendimentos reconhecem que as provas físicas
(avaliação Médica e Esforço Físico) tem como preocupação, a certeza, da plena
capacidade física, razão pela qual, podemos afirmar que, alguns, que não eu, não
conseguem entender que o corpo humano, responde diferentemente, aos anos,
pois, uns, que o preservam, conseguem dele, muito mais, e por muito mais tempo,
outros, no entanto, por puro descaso, acabam com ele, na flor da idade.

Reconhecemos, que a preocupação da Lei punir qualquer discriminação


atentatória dos direitos e liberdades fundamentais, nos assegure, a certeza, de
que, qualquer lei que restrinja direitos e liberdades fundamentais, intrísecamente,
tenha esta restrição sem qualquer efeito. No caso, em questão, a idade máxima, não
possui qualquer embasamento legítimo, portanto, mesmo estando especificada em
Lei, seu efeito é, ou deveria ser, NULO.

SUGESTÃO - Que o Excelentíssimo Ministro-Corregedor, avalie as premissas


motivacionais acima citadas, e através de suas prerrogativas, utilizando-se dos meios
que dispuser, para garantir o Mandato de Segurança nº 19.602/2008 (TJMT), de tal
forma, serem Reconhecidos e Respeitados todos os Preceitos e Direitos
Constitucionais.

Atenciosamente,

Plinio Marcos Moreira da Rocha


Analista de Sistemas
CPF 385.112.907/53
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Rua Gustavo Samapaio nº 112 apto. 603
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