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TEORIA MACROECONÔMICA II [A]

1/7/2009

TEORIA DOS CICLOS ECONÔMICOS

TEORIA DOS CICLOS ECONÔMICOS Prof. Giácomo Balbinotto Neto UFRGS Notas de Aula

Prof. Giácomo Balbinotto Neto UFRGS Notas de Aula

Introdução
Introdução

As economias tendem a crescer ao longo do tempo, mas de uma maneira irregular. Tendem a oscilar em torno de suas tendências de longo prazo.

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Definição
Definição

A cycle consists of expansions occurring at about the same time in many economic activities,followed by similarly general recessions,contractions,and revivals which merge into the expansion phase of the next cycle;this sequence of changes is recurrent but not periodic; in duration business cycles vary from more than one year to ten or twelve years; they are not divisible into shorter cycles of similar character with amplitudes approximating their own.

Burns e Mitchell (1946, p.3)

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Definição
Definição

O que é um ciclo econômico?

Um ciclo econômico é um movimento periódico, para cima e para baixo na produção, emprego, consumo, investimento e outras variáveis econômicas relevantes.

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investimento e outras variáveis econômicas relevantes. 4 O que é um ciclo econômico? Burns e Mitchell

O que é um ciclo econômico?

O que é um ciclo econômico?

Burns e Mitchell (Measuring Business Cycles, 1946) destacam 5 pontos principais sobre um ciclo econômico:

1 Os ciclos econômicos são flutuações da atividade econõmica

.

agregada e não de uma variável específica;

2.

Há expansões e contrações da atividade econômica;

3.

As variáveis econômicas mostram co-movimentos - e eles apresentam padrões regulares e predizíveis ao longo do ciclo econômico.

4.

O ciclo econômico é recorrente, mas não períódico.

5.

O ciclo econômico é persistente.

5

O ciclo econômico é recorrente, mas não períódico. 5. O ciclo econômico é persistente. 5 Um

Um Ciclo Econômico

O ciclo econômico é recorrente, mas não períódico. 5. O ciclo econômico é persistente. 5 Um

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Introdução
Introdução
 
 

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O que é um ciclo econômico?

Expansões e Contrações Depois de uma depresão ( ponto mis baixo de um ciclo ),

Expansões e Contrações Depois de uma depresão ( ponto mis baixo de um ciclo ), a atividade econômica aumenta gerando uma expansão ou um boom até atingir um pico (peak)

Uma recessão partcularmenete severa é chamada de depressão.

A sequência de um pico a outro é o que chamamos então de

ciclo econômico (business cycle).

Os pico (peaks) e vales (troughs) são os porntos de inflexão

(turning points) do ciclo econômico.

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As Fases de um Ciclo Econômico Iniciando de uma média, um boom é um aumento
As Fases de um Ciclo Econômico
Iniciando de uma média, um boom é um
aumento que dura até o pico; uma recessão é
uma queda do pico até a média; uma depressão
d
uma recuperação é um aumento do produto
até a média.
é
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Introdução
Introdução

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Ciclos Econômicos nos EUA: 1860 - 2000

Ciclos Econômicos nos EUA: 1860 - 2000 20 World War II Recovery World War I Civil
20 World War II Recovery World War I Civil of 1895 Korean War 10 War
20
World War II
Recovery
World War I
Civil
of 1895
Korean
War
10
War
Vietnam War
0
Panic
–10
of 1893
Panic
of 1907
Great
Depression
–20
1860
‘70
‘80
‘90
1900
‘10
‘20
‘30
‘40
‘50
‘60
‘70
‘80
‘90 2000 ‘10

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Ciclos Econômicos
Ciclos Econômicos

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Ciclos Econômicos
Ciclos Econômicos

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O Que é Um Ciclo Econômico?

O Que é Um Ciclo Econômico?

O ciclo econômico é recorrente, mas não periódico.

Recorrente significa que o padrão contraction– troughexpansionpeak ocorre de frequentemente

(occurs again and again).

Não sendo periódico significa que ele não ocorrea a intervalos regulares e predizíveis.

 

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Real Output (trillions of 2000 dollars)

O Produto na Economia Americana, 1869-2005

Real GNP 14 Recession
Real GNP
14
Recession
(2008…?) 12 Recession (2001) 10 Recession (1990 – 1991) 8 Recession (1981 – 1982) 6
(2008…?)
12
Recession
(2001)
10
Recession
(1990 – 1991)
8
Recession
(1981 – 1982)
6
Recession
(1973 – 1975)
Great Depression
World War II
4
(1929 – 1939)
(1939 – 1945)
World War 1
2
(1917 – 1918)
0

1869 1876 1883 1890 1897 1904 1911 1918 1925 1932 1939 1946 1953 1960 1967 1974 1981 1988 1995 2002

 

Year

 

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Questões?
Questões?

- Por que o produto flutua?

- A teoria dos ciclos econômicos está preocupada com o fato de porque as economias não crescem de modo suave, mas sim apresentam flutuações recorrentes.

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As flutuações econômicas e os ciclos econômicos

As flutuações econômicas e os ciclos econômicos A produção agregada flutua de modo marcante nas economias

A produção agregada flutua de modo marcante nas economias capitalistas. Elas possuem uma forte tendência (de crescimento econômico), mas longe de ser um crescimento suave, ele flutua em torno desta tendência com significativa amplitude.

Tais flutuações são chamadas de ciclos econômicos.

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Pontos Importantes
Pontos Importantes

(i) os ciclos econômicos são caracterizados por um co-

movimento de um grande número de atividades econômicas e não somente pelo movimento de uma única variável, tal como o PIB real;

(ii) os ciclos econômicos são um fenômeno que ocorrem

em economias de mercado descentralizadas;

(iii) os ciclos econômicos são caracterizados por

períodos de expansão e contração da atividade econômica;

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Pontos Importantes
Pontos Importantes

(iv) um ciclo econômico tem a duração superior a um

ano Nós podemos dizer também que os ciclos econômicos apresentam uma persistência, eles tendem a persistir por um período além do choque inicial;

(v) embora os ciclos econômicos se repitam, eles estão

longe de serem periódicos, sendo que sua duração têm

variado entre mais de um anos a 10-12 anos, e a severidade das recessões têm variado consideravelmente, com algumas recessões tornado-se depressões.

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As Fases de um Ciclo Econômico
As Fases de um
Ciclo Econômico

Schumpeter (1939) definiu quatro fases para um ciclo econômico:

(i)

boom;

(ii)

recessão;

(iii)

depressão;

(iv)

recuperação.

fases para um ciclo econômico: (i) boom; (ii) recessão; (iii) depressão; (iv) recuperação. 20

20

As Ondas Schumpeterianas de

Inovação Tecnológicas
Inovação Tecnológicas

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Ciclo Econômico . O produto corrente flutua em torno de sua tendência de crescimento de
Ciclo Econômico
.
O
produto corrente flutua
em torno de sua tendência
de
crescimento de longo prazo.
Produto
corrente
Tendência
do produto

0 tempo

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Fatos Estilizados Sobre os Ciclos Econômicos [Burda & Wyplosz (2005, cap. 14)]

os Ciclos Econômicos [Burda & Wyplosz (2005, cap. 14)] Fato #1 – em economias avançadas, o

Fato #1 – em economias avançadas, o crescimento do PIB real oscila de maneira recorrente, mas irregular, com uma duração média do ciclo de cinco a oito anos.

Fato # 2- medida em relação ao PIB médio e ao processo de crescimento, a amplitude das oscilações do ciclo econômico é pequena.

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Fatos Estilizados Sobre os Ciclos Econômicos [Burda & Wyplosz (2005, cap. 14)]

os Ciclos Econômicos [Burda & Wyplosz (2005, cap. 14)] Fato # 3 - os componentes dos

Fato # 3 - os componentes dos gastos privados são pró- cíclícos, enquanto o consumo médio do governo é acíclico.

Fato #4 – algumas variáveis sistematicamente saem na frente do PIB ao longo do ciclo (estoques, utilização da capacidade, preço das ações, saldos monetários reais) enquanto outros (inflação, desemprego) seguem atrás. Outras ainda (taxa de juros) são coincidentes.

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Fatos Estilizados Sobre os Ciclos Econômicos [Burda & Wyplosz (2005, cap. 14)]

Fatos Estilizados Sobre os Ciclos Econômicos [Burda & Wyplosz (2005, cap. 14)]

Fato #5 – o investimento – especialmente o investimento em estoque – é mais volátil, e o consumo, menos volátil que o PIB.

As exportações e as importações são altamente variáveis, enquanto as compras do governo são relativamente acíclicas.

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as compras do governo são relativamente acíclicas. 25 Fatos sobre os Ciclos Econômicos Todos os ciclos

Fatos sobre os Ciclos Econômicos

Fatos sobre os Ciclos Econômicos

Todos os ciclos econômicos tem as seguintes características em comum:

O comportamento cíclico de variáveis econômicas – direção e timing

Qual a direcão que uma variável se move com relação a atividade econômica agregada?

Procyiclica: na mesma direção; Contra ciclica: na direção oposta; Aciclica: sem nenhum padrão claramente definido.

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Fatos sobre os Ciclos Econômicos

Fatos sobre os Ciclos Econômicos O que é o timing dos movimentos de uma variável com

O que é o timing dos movimentos de uma variável com relação a atividade econômica agregada?

Leading: antecipada Coincident: ao mesmo tempo

Lagging: depois

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Fatos sobre os Ciclos Econômicos

Fatos sobre os Ciclos Econômicos Leading indicators Leading indicators são indicadores que nos aj udam a

Leading indicators

Leading indicators são indicadores que nos ajudam a predizer os picos (peaks) e vales (troughs) de um ciclo econômico.

O primeiro indíce foi desenvolvido por Mitchell e Burns no NBER em in 1938.

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Fatos sobre os Ciclos Econômicos

Fatos sobre os Ciclos Econômicos Comportamento ciclico das variáveis macroeconômicas chaves: Prociclica: Coincidente:

Comportamento ciclico das variáveis macroeconômicas chaves:

Prociclica:

Coincidente: produção industrial, consumo, investimento fixo, emprego.

Leading: investimento residencial, estoques, produtividade média do trabalho; crescimento monetário, preço das ações.

Lagging: inflação, taxa de juros nominal.

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Resumo dos Indicadores Variável Direção Timing Produção Produção Industrial Prociclica Coincident Gastos
Resumo dos Indicadores
Variável
Direção
Timing
Produção
Produção Industrial
Prociclica
Coincident
Gastos
Consumption
Business Fixed Investment
Residential Investment
Inventory investment
Government Purchases
Procyclical
Procyclical
Proc y clical
Procyclical
Procyclical
Coincident
Coincident
L
eading
Leading
Mercado de Trabalho
Desemprego
produtividade Média do trabalho
Salários reais
Procyclical
Coincident
Countercyclical
Unclassified
Procyclical
Leading
Procyclical
Crescimento Monetário e Inflação
Crescimento Monetário
Inflação
Procyclical
Leading
Procyclical
Leading
Variáveis Financeiras
Stock Prices
Nominal Interest Rates
Real Interest Rates
Procyclical
Leading
Procyclical
Lagging
Source: Conference Board
Acyclical
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Comportamento cíclico do índice de produção industrial

Comportamento cíclico do índice de produção industrial • Procíclico e coincidente 31

• Procíclico e

coincidente

31
31

Comportamento do Consumo e Investimento

Comportamento do Consumo e Investimento • Consumo: Procíclico e concidente • Investmento:- Procíclico e

• Consumo:

Procíclico e concidente

• Investmento:- Procíclico e concidente

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32
Comportamento do Emprego
Comportamento do Emprego

Procíclico e concidente

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33

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Comportamento da Taxa de Desemprego

Comportamento da Taxa de Desemprego • Desemprego:- contraciclico 34

• Desemprego:-

contraciclico

Comportamento da Taxa de Desemprego • Desemprego:- contraciclico 34

34

Comportamento da produtividade média e do salário real

Comportamento da produtividade média e do salário real Prociclica e Antecedente Salário real Prociclica 35

Prociclica e Antecedente

Salário real Prociclica

35
35

Comportamento da Taxa de Inflação e Crescimento Monetário

Comportamento da Taxa de Inflação e Crescimento Monetário • M2 :- Procíclico, Antecedente • Inflação:-

• M2 :-

Procíclico,

Antecedente

• Inflação:-

Procíclico e defasada

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Comportamento da Taxa Nominal de Juros

Comportamento da Taxa Nominal de Juros Procíclica e Defasada 37

Procíclica e Defasada

37
37

A Volatilidade das Variáveis

A Volatilidade das Variáveis Volatilidade A p rodu ção de bens duráveis é mais volátil do

Volatilidade

A produção de bens duráveis é mais volátil do que a de bens não duráveis.

Os gastos com investimentos são mais voláteis do que o consumo.

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A Volatilidade das Variáveis

Percent 10 Tx. De change cresciment from 4 8 Tx. De quarters o real do
Percent
10
Tx. De
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cresciment
from 4
8
Tx. De
quarters
o real do
PIB
crescimento do
consumo
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6
Tx. Média
4
de
crescimento
2
0
-2
-4

1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005

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A Volatilidade das Variáveis

Percent 40 change Investment from 4 30 growth rate quarters earlier 20 Real GDP grow
Percent
40
change
Investment
from 4
30
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quarters
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Real GDP
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Consumption
growth rate
-10
-20
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1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005

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Classificação dos Ciclos Econômicos: Duração

Classificação dos Ciclos Econômicos: Duração

Classificação dos Ciclos Econômicos:

Duração
Duração

a) Curto prazo: 3 – 4 anos [40 meses] –

Ciclos de Kitchin.

- evidências para os EUA

Cycles and Trends in Economic Factors, 1923, REStat.

Identificou um ciclo de estoques de 3 a 5 anos.

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Classificação dos Ciclos Econômicos: Duração

Classificação dos Ciclos Econômicos: Duração b) Ciclos de Juglar: 7 – 10 anos - duração entre
Classificação dos Ciclos Econômicos: Duração b) Ciclos de Juglar: 7 – 10 anos - duração entre

b) Ciclos de Juglar: 7 – 10 anos

- duração entre os vales de 7 a 10 anos;

- era um padrão associado ao RU no século XIX;

- evidências para o Reino Unido;

"Des crises commerciales", 1856, Annuaire de l'economie politique.

Des Crises commerciales et leur retour periodique en France, en Angleterre, et aux Etats-Unis, 1862. Du Change et de la liberte d'émission, 1868. Les Banques de depôt, d'escompte et d'émission, 1884

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Classificação dos Ciclos Econômicos:

Duração
Duração

c) Ciclos de Kuznets: 15-20 anos

é conhecido também como ciclo de constru ão e transporte.

-

ç

também como ciclo de constru ão e transporte. - ç http://nobelprize.org/economics/laureates/1971/press.html 44
também como ciclo de constru ão e transporte. - ç http://nobelprize.org/economics/laureates/1971/press.html 44

http://nobelprize.org/economics/laureates/1971/press.html

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Ciclos de Kondratiev
Ciclos de Kondratiev

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Classificação dos Ciclos Econômicos: Duração
Classificação dos Ciclos
Econômicos: Duração

d) Ciclos de Kondratiev – duração de 50 anos

- relacionados a mudanças tecnológicas;

- a duração e o tempo de maturação dos equipamentos

de capital é que explicariam a duração dos ciclos econômicos.

- os investimentos vêem em ondas;

- Kondratiev (1922) buscou computar os ciclos de longo prazo, destacando suas características cíclicas.

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Os Ciclos de Kondratiev [Kuznets (1940)]
Os Ciclos de Kondratiev
[Kuznets (1940)]

(1) A Revolução Industrial (1787-1842) constitui-se na mais famosa onda de Kondratiev: o boom iniciou por volta de 1787 e tornou-se uma depressão no inicio das

Guerras na oleônicas em 1801 e em 1814 a rofundou-

p

,

p

se numa depressão que durou até 1827, quando inicia

uma recuperação que dura até 1842.

Esta onda de Kondratiev baseou-se nas indústrias têxteis, ferro e das máquinas a vapor.

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Os Ciclos de Kondratiev [Kuznets (1940)]
Os Ciclos de Kondratiev
[Kuznets (1940)]

(2) The Bourgeois Kondratiev (1843-1897): após 1843, o boom reemergiu e uma nova onde de Kondratiev iniciou.

Ela foi resultado dos investimentos em ferrovias no Norte da Europa e Estados Unidos e foi acompanhada pela expansão das indústrias do fero e carvão.

O boom acabou em torno de 1857 quando se inicia uma

recessão. A recessão torna-se uma depressão em 1870,

a qual dura até 1885. A recuperação inicia depois de 1885 e dura até 1897.

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Os Ciclos de Kondratiev [Kuznets (1940)]
Os Ciclos de Kondratiev
[Kuznets (1940)]

(3) The Neo-Mercantilist Kondratiev (1898-1950?): O

boom inicia por volta de 1898 com a expansão do uso da energia elétrica e da indústria automobilística e duraria até 1911. A recessão que se segue torna-se uma depressão em torno de 1925 que iria durar até aproximadamentente 1935.

A recuperação incia-se após 1935 e dura até 1950.

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Os Ciclos de Kondratiev [Kuznets (1940)]
Os Ciclos de Kondratiev
[Kuznets (1940)]

(4) The Fourth Kondratiev (1950?- 2010?). Há muito debate sobre a datação da quarta onde de Kondratiev – em grande parte devido as confusões geradas pelas baixa flutuações nos níveis de preços e pelas políticas keynesianas de demanda agregada. Assim sendo este debate está ainda para ser resolvido. Talvez as datas mais aceitáveis seja que o boom tenha iniciado em torno de 1950 e tenha durado até 1974, onde se inicia uma recessão. Quando (e se) esta recessão se transforma em depressão é por volta de 1981.

Contudo, há um certo consenso de que a recuperação inicia-se por volta de 1992 e é projetada que dure até um próximo boom que se iniciará em torno de 2010 (?).

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TEORIA MACROECONÔMICA II [A] 1/7/2009 Os Ciclos de Kondratiev [Kuznets (1940)] Steam Engine Railroads Electrical

Os Ciclos de Kondratiev [Kuznets (1940)]

II [A] 1/7/2009 Os Ciclos de Kondratiev [Kuznets (1940)] Steam Engine Railroads Electrical Engineering
Steam Engine Railroads Electrical Engineering Petrochemicals Information Cotton Steel Chemistry Automobiles
Steam Engine
Railroads
Electrical Engineering
Petrochemicals
Information
Cotton
Steel
Chemistry
Automobiles
Technology
P
R
D
E
1800
1850
1900
1950
2000
P: boom
R: recessão
D: depressão
E: recuperação

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P: boom R: recessão D: depressão E: recuperação 52 Teorias dos Ciclos Econômicos: Principais Autores

Teorias dos Ciclos Econômicos:

Principais Autores
Principais Autores

Empiricistas

Joseph Kitchin "Cycles and Trends in Economic Factors", 1923, REStat.

Nikolai D. Kondratiev, 1892-1931?-

The World Economy and its Condition During and After the War, 1922

"The Long Waves in Economic Life", 1926, Archiv fur Sozialwissenschaft und

Sozialpolitik (transl. 1935, REStat) The Long Wave Cycle, 1928.

Wesley Clair Mitchell and the American Institutionalists

The Harvard Barometer Group (Bullock, Persons, Crum)

Moses Abramovitz, 1912-

53

Teorias dos Ciclos Econômicos:

Principais Autores
Principais Autores

Teoria dos Ciclos Climáticos (teorias meteorológicas) :

Teoria dos Ciclos Climáticos (teorias meteorológicas) : William Stanley Jevons , 1835-1882. Henry Ludwell Moore ,

William Stanley Jevons, 1835-1882. Henry Ludwell Moore, 1869-1958.

http://www.ecn.bris.ac.uk/het/moore/Backup%20of%20

index.wbk Johan Henryk Åkerman, 1896-1982

Rhythmics of Economic Life (1928),

C. Garcia-Mata e F. I, Shaffner. (1934), QJE

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Teorias dos Ciclos Econômicos: Teoria dos Ciclos Climáticos (Teorias Meteorológicas)

Teoria dos Ciclos Climáticos (Teorias Meteorológicas) W. Stanley Jevons (1875) afirmou que as variações na

W. Stanley Jevons (1875) afirmou que as variações na atmosfera do sol, manifestadas na freqüência e grandeza das manchas solares, determinariam as flutuações rítmicas da indústria.

na freqüência e grandeza das manchas solares, d eterminariam as flutuaçõ es r í tmicas d

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Teorias dos Ciclos Econômicos: Teoria dos Ciclos Climáticos (Teorias Meteorológicas)

Teorias dos Ciclos Econômicos: Teoria dos Ciclos Climáticos (Teorias Meteorológicas) 56
Teorias dos Ciclos Econômicos: Teoria dos Ciclos Climáticos (Teorias Meteorológicas) 56

56

Teorias dos Ciclos Econômicos:

Principais Autores
Principais Autores

Tradição Continental: Teóricos do superinvestimento

Clèment Juglar, 1819-1905. Mikhail Ivanovich Tugan-Baranovsky, 1865-1919. Arthur Spiethoff, 1873-1957. Gustav Cassel, 1866-1946. Dennis H. Robertson, 1890-1963. Joseph A. Schumpeter, 1883-1950. Jean Lescure, 1882-1947. Marco Fanno, 1878-1965 Adolph Lowe and the Kiel School

A. Schumpeter , 1883-1950. Jean Lescure , 1882-1947. Marco Fanno , 1878-1965 Adolph Lowe and the

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Teorias Pré-keynesianas do Ciclo Econômico

Teorias Pré-keynesianas do Ciclo Econômico (ii) Teorias não monetárias: explicavam a existência do ciclo econômico

(ii) Teorias não monetárias: explicavam a existência do ciclo econômico como uma decorrência do desajustamento entre o estoque de capital e o volume de demanda de consumo.

Autores:

Arthur Spientoff; Hobson (subconsumo); Gustav Cassel; Mikhail I. Tugan-Baranovsky (1894) - superinvestimento

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Arthur Spiethoff (1873-1957)
Arthur Spiethoff (1873-1957)

During the depression, loanable funds find no outlet, the rate of

interest falls continuously, whilst fixed interest rate securities rise. The decline in the yield of loan capital does not, however, lead to an expansion of fixed investment, because overproduction and the general tendency for prices to fall not only depress profits, but even

g investments deflects more and more capital into loans and tends to reduce the rate of interest. Only when it has become plain for all to see that the rate of interest compares unfavourably with profit on investment, will expectations act as a stimulus for bigger investment. It is necessary for such a difference in yield to be demonstrated as vividly as possible by a few firms or by some branch of industry brought into being by courageous entrepreneurs

constitute a dan er of loss on investment [

] The fear of a loss on

(Spiethoff [1925] 1953, p. 148).

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Arthur Spiethoff (1873-1957)
Arthur Spiethoff (1873-1957)

For most upswings we are told of industries which served as a stimulus and a starting point for investment. Mining and steelworks, railways and electricity were large industries of this kind. In Germany, the 1840’s showed clearly that good individual results were needed before the boom investments in railways started in 1844

[

has proved its value, then it can always become a fresh focus as soon as new fields of application are found; in such industries expectations regarded as assured may suffice to act as a stimulus. The same was true also for mining, iron works, electricity works, etc. (ibid., p. 149).

]

Once some industry, e.g. the railways in this case,

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Arthur Spiethoff (1873-1957)
Arthur Spiethoff (1873-1957)
 

Vorbemerkungen zu einer Theorie der Überproducktion", 1902, Schmoller's

Jahrbuch.

"Die Krisentheorien von M. v. Tugan- Baranovsky und L.Pohle", 1903, JfGVV.

 

Outline of General Economic History, 2 vols, 1900/04. "Business Cycles", 1923, Handworterbuch der Staatswissenschaften. "Krisen", 1925, Handworterbuch der Staatswissenschaften

"Die Allgemeine Volkswirtschaftslehre als Geschichtliche Theorie", Schmoller's

Jarhbuch, 1932.

"The Historical Character of Economic Theories", 1952, JEH. "Pure Theory and Economic Gestalt Theory", 1953, in Lane and Riemersma,

 

editors, Enterprise and Secular Change

 
 

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Teorias Pré-keynesianas do Ciclo Econômico

Teorias Pré-keynesianas do Ciclo Econômico
 

Teorias do Lado da Oferta – explica o ciclo econômicos devido as variações de custo e da margem de lucro das empresas.

 
 
 

Wesley Clair Mitchell, 1874-1948

 

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Teorias dos Ciclos Econômicos:

 
Principais Autores
Principais Autores

Teoria do Superinvestimentos: Teorias Monetárias

Ralph G. Hawtrey, 1879-1971. Friedrich A. Hayek, 1889-1992. Gottfried von Haberler, 1900- Knut Wicksell.

 
 

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Teorias Pré-Keynesianas do Ciclo Econômico: Teorias Monetárias
Teorias Pré-Keynesianas
do Ciclo Econômico: Teorias Monetárias

Teorias Monetárias do Ciclo Econômico:

relacionavam a explicação das flutuações do nível de produto as flutuações da taxa de juros, que geravam flutuações no nível de crédito da economia e consequentemente, flutuações no nível de investimento e renda.

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Teorias Pré-Keynesianas do Ciclo Econômico: Teorias Monetárias

Teorias Pré-Keynesianas do Ciclo Econômico: Teorias Monetárias
 

A teoria monetária do ciclo baseia-se nas seguintes proposições:

(i)

que o comportamento conhecido do ciclo não poderia ocorrer se não

houvesse uma oferta elástica de crédito;

 

(ii)

que a oferta monetária de todos os países com sistemas monetários é

elástica e capaz de expansão e contração;

 

(iii) quando ocorre uma expansão e contração, levam a uma expansão e contração cumulativa da indústria e são suficientes para explicar o ciclo econômico, mesmo quando não presentes outras causas;

(iv) que a conduta normal dos bancos produz estas contrações e expansões em vez de controlar a oferta monetária no interesse da estabilidade;

(v)

o ciclo econômico e, em essência, o resultado das variações na oferta de

crédito.

 

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Knut Wicksell
Knut Wicksell
 

A Teoria dos Ciclos de Wicksell baseia-se sobre os mecanismos indiretos através dos quais os fatores monetários podem ter um efeito sobre as variáveis reais.

Os mecanismos monetários do ciclo econômico funcionariam através da taxa de juros.

Wicksell faz a distinção entre a taxa real e de mercado da taxa de juros.

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Knut Wicksell
Knut Wicksell
 

A

taxa real de juros iguala a S e o I (baseadas

sobre as preferências temporais e a taxa real de

retorno, mas não é diretamente observável.

 

A

taxa de juros de mercado e determinada ou

fixada pelas bancos.

 
 

67

Knut Wicksell
Knut Wicksell
 

Se a taxa de marcado for fixada abaixo da

taxa real, temos que:

I

> S

e

DA > OA;

O

excesso de I sobre a poupança privada S

 

está sendo financiada pelos empréstimos

bancários;

 
 

68

Knut Wicksell
Knut Wicksell
 

Se a taxa de juros de mercado for fixada acima da

taxa real de juros, teremos que

S > I e a DA < OA;

Isto irá gerar uma queda nos preços e na renda dos fatores de produção. Os bancos por sua vez começam a acumular um excesso de reservas bancárias.

Para que a economia se estabilize é necessário que a taxa de juros de mercado se igual a taxa real de juros.

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Teorias dos Ciclos Econômicos:

 
Principais Autores
Principais Autores

Tradição Anglo-Americana

 

Alfred Marshall, 1842-1924.

i

i

h

Irv ng F s er, 1867-1947.

William H. Beveridge, 1879-1963. Wesley C. Mitchell, 1874-1948. Albert Aftalion, 1874-1956. Arthur C. Pigou, 1877-1959. John Maurice Clark, 1884-1963. George L.S. Shackle, 1903-1992.

 

70

Teorias dos Ciclos Econômicos:

 
Principais Autores
Principais Autores

Teóricos do Subconsumo:

 

John A.Hobson, 1858-1940.

William T. Foster, 1879-1950.

Waddill Catchings, 1879-1969

John Maynard Keynes, 1883-1946.

John Maynard Keynes , 1883-1946.  
 

71

Teorias dos Ciclos Econômicos:

Principais Autores
Principais Autores

Teóricos do Subconsumo: a causa fundamental das crises e das depressões periódicas é a incapacidade dos consumidores de adquirir produtos da indústria por preços que cubram seus custos.

O que produz interrupções periódicas na indústria é a incapacidade dos produtores , não de continuar a produção, mas de encontrar uma saída, a preços lucrativos para seus artigos e produtos.

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Teorias dos Ciclos Econômicos:

Principais Autores
Principais Autores

Teorias Keynesianas do Multiplicador-Acelerador:

Roy F. Harrod, 1900-78. l Lloyd A. Metzler, Sir John R.Hicks, 1904-1989. James S. Duesenberry, 1918- Luigi Pasinetti, 1930- Dale W. Jorgensen, 1933- Arthur Smithies.

Pau A. Samue son, 1915-

l

73

Arthur Smithies . Pau A. Samue son , 1915- l 73 Teorias dos Ciclos Econômicos: Principais

Teorias dos Ciclos Econômicos:

Principais Autores
Principais Autores

Teorias keynesianas do Ciclo (Endógenas)

Erik F.Lundberg, 1907-1987. Michal Kalecki, 1899-1970. Nicholas Kaldor, 1908-1986. Richard M. Goodwin, 1913-1996. Hyman P. Minsky, 1919-1997. Hugh Rose, 1920- Jean-Michel Grandmont, 1939-

74

Hugh Rose , 1920- Jean-Michel Grandmont , 1939- 74 Teorias dos Ciclos Econômicos: Principais Autores Teorias

Teorias dos Ciclos Econômicos:

Principais Autores
Principais Autores

Teorias do Ciclo Choque-Dependentes

Teorias do Ciclo Choque-Dependentes Ragnar A.K. Frisch 1895-1973. Eugene Slutsky , 1880-1948. Robert E. Lucas ,

Ragnar A.K. Frisch 1895-1973. Eugene Slutsky, 1880-1948. Robert E. Lucas, Jr., 1937- Real Business Cycle Theory

,

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Teoria Keynesiana do Ciclo Econômico

Teoria Keynesiana do Ciclo Econômico O modelo multiplicador-acelerador de Samuelson (1939) http://cepa.newschool.edu/h

O modelo multiplicador-acelerador de Samuelson (1939)

http://cepa.newschool.edu/het/profiles/samuelson.htm

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Teorias Pós Keynesianas do Ciclo Econômico M. Kalecki (1935) N. Kaldor (1940) R. Goodwin (1948)
Teorias Pós Keynesianas
do Ciclo Econômico
M.
Kalecki (1935)
N.
Kaldor (1940)
R.
Goodwin (1948)
Arrow-Domar (1948, 1949)
J. Hicks (1949)
A. Smithies (1957)
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Sugestão de Leituras Adicionais

Sugestão de Leituras Adicionais Mankiw, N. Gregory, 1990, ‘A Quick Refresher Course in Macroeconomics’, Journal of

Mankiw, N. Gregory, 1990, ‘A Quick Refresher Course in Macroeconomics’, Journal of

9-17.

Economic Literature, Dec 1990, 28:4, pp. 1645-1660

Kydland, F. and Edward Prescott, 1990, ‘Business Cycles: Real Facts and a Monetary Myth,’ Quarterly Review, Federal Reserve Bank of Minneapolis, Spring, 3-18. Pages

Cecchetti, S., A. Flores-Lagunes and S. Krause, ‘Assessing the Sources of Changes in

the Volatility of Real Growth’, in The Changing Nature of the Business Cycle, eds: C. Kent and D. Norman, October 2005, pp. 115-138 Romer, Christina, 1999, “Changes in Business Cycles: Evidence and Explanations”,

Journal of Economic Perspectives, 13:2, Spring 1999, pp. 23-44

Basu, S. and A. Taylor, 1999, “Business Cycles in International Historical

Perspective”, Journal of Economic Perspectives, 13:2, Spring 1999, pp. 45-68 Zarnowitz, V. , 1999, “Theory and History Behind Business Cycles: Are the 1990’s the Onset of a Golden Age?”, Journal of Economic Perspectives, 13:2, Spring 1999, pp.

69-90

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FIM
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Prof. Giácomo Balbinotto Neto UFRGS Notas de Aula

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