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FACULDADE JESUS MARIA E JOSE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES EDERVALDO RIBEIRO DE JUSUS FERNANDO

FACULDADE JESUS MARIA E JOSE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES

EDERVALDO RIBEIRO DE JUSUS FERNANDO MARTINS DA SILVA MICHEL GALENO RICARDO CESARIO DE ARAUJO

ESTRUTURA DE BANCO DE DADOS

TAGUATINGA-DF

2013

EDERVALDO RIBEIRO DE JUSUS FERNANDO MARTINS DA SILVA MICHEL GALENO RICARDO CESARIO DE ARAUJO

MARTINS DA SILVA MICHEL GALENO RICARDO CESARIO DE ARAUJO ESTRUTURA DE BANCO DE DADOS Trabalho apresentado

ESTRUTURA DE BANCO DE DADOS

Trabalho apresentado por avaliação do rendimento escolar na disciplina de Banco de Dados do curso de Tecnologia em Redes de Computadores da Faculdade Jesus Maria e Jose ministrada pelo professor Moises Faustino.

TAGUATINGA-DF

2013

EDERVALDO RIBEIRO DE JUSUS FERNANDO MARTINS DA SILVA MICHEL GALENO RICARDO CESARIO DE ARAUJO

MARTINS DA SILVA MICHEL GALENO RICARDO CESARIO DE ARAUJO ESTRUTURA DE BANCO DE DADOS Trabalho apresentado

ESTRUTURA DE BANCO DE DADOS

Trabalho apresentado por avaliação do rendimento escolar na disciplina de Banco de Dados do curso de Tecnologia em Redes de Computadores da Faculdade Jesus Maria e Jose ministrada pelo professor Moises Faustino.

DATA:

/

/

RESULTADO:

BANCA EXAMINADORA

PROF. DR

ASSINATURA

PROF. DR

ASSINATURA

RESUMO

Através de diversos modelos relacionais pode ser implementado um determinado modelo que contenha as informações especificadas pelo diagrama ER. Diferentes modelos podem resultar em diferentes performance do sistema construído no banco de dados o que pode facilitar ou complicar a construção ou manutenção do modelo de banco de dados. Para a transformação do modelo ER em relacional tem que se seguir passos definidos, como tradução das entidades e atributos, tradução de relacionamentos e atributos, generalização e especializações. Um fator determinante e adotar a tradução de caso de relacionamentos e a cardinalidade mínima e máxima. A terceira forma de implementar um relacionamentos e com a fusão entre as entidades envolvidas no relacionamento. Algumas entidades tem participação mínima e outras tem sua participação de caráter obrigatório. Em outros casos ambas tem participação obrigatória. A engenharia reversa no modelo relacional de uma forma geral pode ser definido como uma abstração, um processo que resulta em um modelo conceitual, que vai descrever abstratamente a implementação.

em um modelo conceitual, que vai descrever abstratamente a implementação. Palavras chaves: Modelo. Atributos. Diagrama.

Palavras chaves: Modelo. Atributos. Diagrama.

SUMÁRIO

1 PROBLEMA

06

2 OBJETIVOS

07

 

2.1 Objetivos Gerais

07

2.2 Objetivos Específicos

07

3 JUSTIFICATIVA

08

4 METODOLOGIA

09

4.1 Abordagens do Problema

09

 

4.2 Procedimentos Técnicos

09

4.3 População e Amostra

09

4.4 Coleta de Dados

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REFERÊNCIAL TÉORICO

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5.1 Conceito

11

5.2 Transformações ER para relacional

11

5.3 Relacionamento identificador

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5.4 Implementação de generalização/especialização

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REFERÊNCIA

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1 PROBLEMA

E cada vez mais importante um planejamento eficiente para a construção de um banco de dados tais como informações, quantidades de dados, registros, relacionamentos, grupos e outras informações necessárias para o funcionamento do sistema. Sendo assim, um projeto de banco de dados contribuiria para um melhor desempenho de armazenamento da informações?

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2 OBJETIVOS

2.1 Objetivos gerais

Promover melhorias e mostrar a eficiência e rapidez que um sistema de banco de dados pode oferecer a uma órgão especifica ou uma empresa privada para se adequar e utilizar os recursos e ferramentas tecnológicas de Banco de Dados.

2.2 Objetivos Específicos

Encontrar ou seja identificar quais recursos e o que pode ser melhorado para que um sistema de banco de dados possa atender uma determinada entidade seja ela particular ou governamental, dentro de suas necessidades e estratégias.

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3. JUSTIFICATIVA

De acordo com os avanços tecnológicos hoje e de extrema importância mantermos um conjunto de informações, uma coleção de dados que se agrupam para tratar de um determinado assunto. SEGUNDO ASSUMPÇÃO:

O governo é o maior gerador de dados nesse espaço territorial e, por isso,

deve se preocupar constantemente com a interação entre seus órgãos e os cidadãos. “O acesso a esses dados e a capacidade de trabalhá-los é muito importante. Na Dataprev, boa parte dos bancos de dados já é colocada para utilização do público. O que está mudando hoje é a formatação disso para que

reforce cada vez mais a cidadania,” destacou.

para-a-ampliacao-das-acoes-de-e-gov) Seguindo essa linha de raciocínio e imprescindível a implantação dessa ideia que por sua vez permite maior acessibilidade a documentos governamentais e empresariais de forma rápida e objetiva, no futuro essa aderência será cada vez maior, por isso a importância e facilidade na busca de dados e informações. De Acordo com FACHIN:

(

A pesquisa documental é toda informação de forma oral, escrita ou visualizada que consiste na coleta, classificação, seleção difusa, e na utilização de toda espécie de informações, compreendendo também as técnicas e métodos que facilitam sua busca e identificação. (2001, pag. 152)

Hoje a necessidade de gerenciar as informações, controlar e proteger os dados cresceram muito, além disso eles precisam ser acessados e encontrados com rapidez e praticidade. Por isso a importância de implementar sistemas e banco de dados, depois desse acontecimento passou-se a ter um controle mais eficiente das informações com eficiência e rapidez, o fato e que com apenas um clique os usuários teriam as informações necessárias na frente do monitor, podendo extrair vários tipos de informações.

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4 METODOLOGIA

4.1 Abordagens do Problema

Foi realizado através de pesquisas qualitativas - com o uso de métodos de pesquisa com grandes indicadores em base de estudos sobre Transformação de Modelos para analisar os meios de funcionamento, sendo analisadas as formas técnicas de conhecimentos para melhores resoluções a que venha ajudar a manter os processos de Banco de Dados e sanar erros procedentes aos trabalhos.

4.2 Procedimentos Técnicos

No estudo foram utilizadas pesquisas bibliográficas com fonte de informação para definições de conceito trazendo abordagem relacional, abordagem ER com o intuito de trazer entendimento em seus termos, sistemas e periféricos para sanar duvidas de pessoas leigas e entendidas no assunto, sendo de grande abrangência de conhecimento pretendendo trazer dados reais que ilustrem constantes formas de trabalho de empresas em função do sistema.

4.3 População e Amostra

As pessoas avaliadas neste processo são profissionais de tecnologia. Podendo ser de ambos os sexos, de ambas as idades e funções. Todos deverão informar direta ou indiretamente seus conceitos e técnicas desenvolvidas tendo como instrutor um profissional de tecnologia.

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4.4 Coleta de Dados

A forma de coleta de dados serão, em pesquisas em livros técnicos acadêmicos, sites de pesquisa, artigos relacionados ao tema, e outras fontes de informações relacionadas ao tema, um questionário conterá 5 perguntas nas quais serão livres para gerir informações precisas, será aplicada individualmente por critério de avaliação.

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5. REFERENCIAL TÉORICO

5.1 Conceito

Num projeto de banco de dados tem a composição de três fases que são a modelagem conceitual, o projeto lógico e físico. A modelagem conceitual é independente de aspectos tecnológicos, é a representação dos dados. No que diz Gonçalves, um relacionamento nada mais é do que uma “ligação” entre duas entidades (agora, Tabelas) que juntas criam informações complexas (2007. p. 1).

5.2 Transformações ER para relacional

No conceito do professor Nélio Alessandro:

O modelo de entidades e relacionamentos é um modelo conceitual onde descrevemos o nosso banco de dados. Representamos esse modelo por um diagrama de Entidade e Relacionamento (ER). No diagrama ER, utilizamos símbolos gráficos para representar os requisitos dos usuários.( 2013. p. 1).

Existem algumas regras a serem seguidas no modelo ER buscando em ter uma bom performance de instruções e também haverá uma simplificação e o desenvolvimento e a manutenção de aplicações. No que diz o autor Heuser:

Obter boa performance significa basicamente diminuir o número de acessos a disco, já que estes consomem o maior tempo na execução de uma instrução de banco de dados.(1998. p. 98).

Uma das metas do banco de dados e que ocupe o menor espaço possível em disco e ao mesmo tempo alcançando uma ótima performance. A vários princípios a ser seguido que são:

Evitar junções quer dizer que os dados são armazenados em uma sequencia no disco. Sendo bem mais simples para se encontrar os dados na tabela. Preferindo os dados necessários a uma consulta em uma única linha.

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Diminuir o numero de chaves primarias tentar usar menos chaves. Por exemplo: Cliente(CodCliente,Nome,Telefone).

Evitar campos opcionais - se tiver um controle de campo opcional isto pode acarretar um problema na programação. Exemplo de uma implementação inicial de entidades:

Admissão

Nascimento

implementação inicial de entidades: Admissão Nascimento PESSOA NOME CODIGO ENDEREÇO Pessoa ( CodigoPess

PESSOA

NOME

CODIGOinicial de entidades: Admissão Nascimento PESSOA NOME ENDEREÇO Pessoa ( CodigoPess ,Nome,Endereço,Nasc,Adm)

ENDEREÇO de entidades: Admissão Nascimento PESSOA NOME CODIGO Pessoa ( CodigoPess ,Nome,Endereço,Nasc,Adm) Neste caso

Pessoa (CodigoPess,Nome,Endereço,Nasc,Adm)

Neste caso esta criando um índice por código de pessoa. Tendo o atributo código é identificador da entidade.

5.3 Relacionamento identificador

O relacionamento identificador é identificado por uma linha mais densa. Cada entidade deve possuir um identificador. E existe varias formas distintas para identificarmos uma entidade. Imaginemos uma auto peças onde as peças ficam armazenados em prateleiras. E elas estão em uma sala organizada em prateleiras. Para ter a identificação exata tem que haver o numero de identificação da prateleira. Então seria assim:

prateleira

prateleira
da prateleira. Então seria assim: prateleira Numero da prateleira Nome da peça Fabricante Um exemplo de

Numero da prateleira

Então seria assim: prateleira Numero da prateleira Nome da peça Fabricante Um exemplo de relacionamento

Nome da peça Fabricante da prateleira. Então seria assim: prateleira Numero da prateleira Um exemplo de relacionamento identificador:
Nome da peça Fabricante

Um exemplo de relacionamento identificador:

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Número

seqüência Nome Código Nome Estudante Grupo (1,1) (0,n)
seqüência
Nome
Código
Nome
Estudante
Grupo
(1,1)
(0,n)

Grupo(CodigoEmp,NSeq,Nome)

O grupo será identificado com o código do estudante que terá uma sequencia.

5.4 Implementação de generalização/especialização

No que diz Heuser,

de

generalização/especialização na abordagem relacional, há duas alternativas a considerar: (1) uso de uma tabela para cada entidade e (2) uso de uma única tabela para toda hierarquia de generalização/especialização (1998. p. 111).

Para

a

implementação

de

hierarquias

Neste mecanismo as entidades terá uma representação apenas uma vez no

nível alto.

Transcrevendo uma tabela por hierarquia as entidades genéricas serão feitas

na mesma tabela. E conterá: chave primaria, coluna atribuindo a entidade, outras

colunas com alternativas de adicionar colunas de entidade genérica, colunas para

entidades especializadas que contenha modificações de colocar colunas a tabela

entidade. No que refere Heuser:

Uma entidade especializada pode não gerar nenhuma coluna na implementação. Isto ocorrerá caso a entidade especializada não tenha atributos e caso todos relacionamentos dos quais ele participe sejam implementados através de tabelas próprias.(1998. p. 111).

Então poderá adicionar colunas com algumas alternativas a desejar.

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Seguindo o exemplo de Viana alvares:

14 Seguindo o exemplo de Viana alvares: Estes atributos de acordo a figura acima será representado

Estes atributos de acordo a figura acima será representado numa unica entidade que contem um nível alto com sua hierarquia.

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REFERÊNCIAS

ALVARES, Reinaldo Viana. Disponível em: http://www.devmedia.com.br/tecnologias- de-banco-de-dados-e-modelagem-de-dados-parte-final/2106. Acesso em 01 de set. de 2013. p. 1

CACHO, Nélio Alessandro Azevedo. Disponível em:

FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva. 2001. p. 152.

HEUSER, Carlos Alberto. Projeto de banco de dados. Rio Grande do Sul. Ed. Artmed. 1998. p. 98.

Projeto de banco de dados. Rio Grande do Sul. Ed. Artmed. 1998. p. 111.

dados. Rio Grande do Sul. Ed. Artmed. 1998. p. 98. Projeto de banco de dados. Rio