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ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE (APP) E PERCEPÇÃO AMBIENTAL NA LOCALIDADE TIBIRI, SÃO LUÍS – MA Perla

ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE (APP) E PERCEPÇÃO AMBIENTAL NA LOCALIDADE TIBIRI, SÃO LUÍS MA

Perla do Nascimento Rocha Graduanda do curso de Geografia - DEGEO/UFMA perla.ahcor@hotmail.com Francisco das Chagas Miranda Carvalho Júnior Graduando do curso de Geografia DEGEO/UFMA juniorcarvalho.lf@hotmail.com Ricardo Sousa Almeida Graduando do curso de Geografia - DEGEO/UFMA

ricardo.sousa23@hotmail.com

Profª Dra. Maria da Glória Rocha Ferreira (DEGEO/UFMA) Prof. Me Luiz Jorge B. Dias (DEGEO/UFMA)

RESUMO

O processo de urbanização é um fator-chave na configuração espacial de determinada área. Porém, quando esse processo ocorre de maneira desordenada, sem a fiscalização e monitoramento dos órgãos governamentais, principalmente em Áreas de Preservação Permanente (APP’s), são desencadeados diversos problemas ambientais, como a retirada excessiva da vegetação nativa, poluição dos solos e, principalmente, dos recursos hídricos. Esse é um caso evidenciado na localidade Tibiri (São Luís MA), onde a partir de visitas a campo e da utilização do método empírico-analítico foi possível a identificação de problemas como o descarte de resíduos sólidos em áreas inadequadas, a supressão da vegetação local por espécies exóticas e o assoreamento dos rios. Com a análise dessa problemática, percebe- se a carência de informações por parte dos moradores no que se refere à relação homem e ambiente. Foram propostas algumas medidas mitigadoras para que se possa melhorar a qualidade ambiental do referido bairro, como a necessidade de planejamento e gestão de práticas que propiciem melhores condições de bem-estar para aquela população e para a manutenção e bom aproveitamento dos recursos naturais que lá se têm disponíveis.

Palavras-Chave: Urbanização. Áreas de Preservação Permanente. São Luís (MA) Tibiri.

Universidade Federal do Maranhão Grupo de Estudos e Pesquisa em Pedologia e Edafologia GEPEPE Curso de Geografia (segunda licenciatura - PROFEBPAR) de Magalhães de Almeida MA Anais do I Seminário Magalhense de Geografia ISBN: 978-85-7862-240-4

INTRODUÇÃO O desenvolvimento de importantes atividades humanas só é possível devido à existência de elementos naturais

INTRODUÇÃO

O desenvolvimento de importantes atividades humanas só é possível devido à existência de elementos naturais como a água, solos e vegetação. Porém, devido à má ou descuidada utilização de tais elementos, os meios físicos e ecológicos tendem a sofrer sérias consequências. Ao longo dos anos, com o acelerado crescimento industrial, o aprimoramento de técnicas agrícolas e também com o intenso processo de urbanização, foram gerados diversos problemas ambientais, a exemplo dos deslizamentos de terra por causa da retirada da cobertura vegetal, a contaminação do solo e, paralelo a isso, dos reservatórios subterrâneos e superficiais de águas, principalmente devido ao uso de defensivos agrícolas, além dos conflitos de terra. A partir de tais fatos, sentiu-se a necessidade de conhecer como se dá a interação entre o homem e o ambiente em locais distantes dos grandes centros urbanizados, escolhendo-se para isso a localidade Tibiri, localizado próximo ao Distrito Industrial de São Luis (DISAL), na Ilha do Maranhão, (Figura 1). O espaço analisado por este trabalho ainda apresenta forte presença de Áreas de Preservação Permanentes (APPs), dotadas de certa concentração de biodiversidade nativa, embora haja comunidades rurais que desenvolvem técnica de pesca predatória, extração de laterita e areia como forma de subsistência, bem como procedem a alterações substanciais nas margens dos cursos d’água, em função da expansão urbana ora em curso. Com as informações obtidas durante a pesquisa, principalmente com as verdades de campo procedidas, buscou-se conhecer e examinar os fatores ou agentes responsáveis pela atual configuração espacial da localidade Tibiri, para que se pudesse entendê-los e chegar a respostas minimizadoras das problemáticas que ocorrem naquele local.

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Figura 01: Carta de Localização do bairro Tibiri. Fonte: Dados da pesquisa. METODOLOGIA Os procedimentos desenvolvidos
Figura 01: Carta de Localização do bairro Tibiri. Fonte: Dados da pesquisa. METODOLOGIA Os procedimentos desenvolvidos

Figura 01: Carta de Localização do bairro Tibiri. Fonte: Dados da pesquisa.

METODOLOGIA

Os procedimentos desenvolvidos neste trabalho incluem visitas de campo, em que foram priorizados certos pontos onde problemas relacionados aos conflitos ambientais são mais relevantes. Nessas visitas foram realizadas entrevistas informais com alguns moradores, com quem foram discutidas questões relacionadas à problemática ambiental vivenciada pela comunidade. Utilizou-se também o método empírico-analítico, que consistiu na observação direta ou percepção socioambiental. Como forma de complementação desta metodologia, fez- se o uso de outros tipos de procedimentos metodológicos, dentre eles:

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 Registros fotográficos;  Elaboração de projeção cartográfica, utilizando-se softwares Google Earth, bem como o Arview
  • Registros fotográficos;

  • Elaboração de projeção cartográfica, utilizando-se softwares Google

Earth, bem como o Arview 9.2.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Observa-se que nos dias atuais o ambiente vem sofrendo diversas transformações

decorrentes das ações antrópicas constituindo a modificações no espaço natural tendo como

discurso de "desenvolvimento". Dentro dessa perspectiva o “desenvolvimento” acaba

ocasionando mudanças e percas significativas de elementos essenciais ao equilíbrio dos recursos ambientais interligando-se as práticas sociais, cujas práticas são imprescindíveis ao meio. Assim, os recursos naturais como a água, solo e vegetação acabam sendo alterados. Sabe-se que os recursos hídricos são distribuídos em águas superficiais (rios, lagos, lagoas, cachoeiras, etc.) e em águas subterrâneas (aquíferos). Apresentam alta capacidade de absorção e diluição, por isso, poluidores de fácil disseminação como fertilizantes, pesticidas e metais pesados, acabam favorecendo a redução quantitativa e qualitativa das águas. Inúmeros documentos oficiais, como leis, fornecem subsídio ao controle socioambiental, pode-se destacar: a Política Nacional de Meio Ambiente (Lei Federal nº 6.938/1981), a Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei Federal nº 9.433/1997), a Política

Nacional do Saneamento Básico (Lei Federal n° 11.445/2007), a Política Nacional da Educação Ambiental (Lei Federal nº. 9.795/1999) e o Código Florestal Brasileiro (Lei Federal nº 12.651/2012). Todas elas garantem o direto aos cidadãos, visando modificar comportamentos com caráter sustentável voltadas para a conservação do meio ambiente.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2000) “todas as pessoas,

em quaisquer estágios de desenvolvimento e condições sócio-econômicas têm o direito de ter

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acesso a um suprimento adequa do de água potável e segura”. Assim, os recursos hídricos têm

acesso a um suprimento adequado de água potável e segura”. Assim, os recursos hídricos têm influência direta sobre a saúde, a qualidade de vida e o desenvolvimento do ser humano. A utilização de mananciais subterrâneos de São Luís faz-se de forma descontrolada, através de poços que abastecem determinadas zonas do município junto com o Sistema Italuís, incluindo também as indústrias instaladas no distrito industrial. Cabe salientar que a água proveniente dos compartimentos subterrâneos (aqüíferos) não dispõem necessariamente de tratamento e está sendo distribuída irregularmente à população (Tucci, 2008), o que propicia a diminuição da sua qualidade por invasão da cunha salina, elevada carga orgânica e agentes microbiológicos (bactérias e vírus), provocando afecção como hepatite, cólera, esquistossomose, ascaridíase, dermatite, etc. É nessa conjuntura que a capital do Maranhão, São Luís, apresenta grandes perdas das fontes dos mananciais que abastecem um número elevado dos habitantes da cidade. No caso específico da localidade Tibiri, não é diferente, pois o crescimento urbano acelerado, a partir da década de 1980, com a instalação de grandes indústrias, atraiu a população do interior do Estado para essa localidade. Tal fato contribuiu para modificação expressiva dos recursos naturais. Desta forma, o rio Tibiri, situado no referido bairro, compõe de um conjunto de rios importantes para o equilíbrio na Ilha do Maranhão (principalmente no Sudeste do Município de São Luís). Contudo, esse estratégico curso hídrico tem sofrido sérios processos de poluição pelos diferentes tipos de usos do solo. O bairro apresenta um relevo bastante irregular, com a presença de elevações de altimetrias variáveis. Tais elevações não permitem com que a água das precipitações pluviométricas tenha uma boa infiltração vertical, sendo em grande parte escoada para o leito do rio.

Faz-se necessário ressaltar que há diversas Áreas de Preservação Permanentes (APP's) inseridas na comunidade do Tibiri, com predominância relativa de vegetação nativa ou não, com o objetivo de preservar ou conservar todos os compostos ambientais físicos e

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biológicos locais e regionais, levando em consideração a dinamicidade entre os ecossistemas existentes e as atividadesnº 12.651, de 25 de maio de 2012, que dispõe de normas com intuito de "proteger o uso sustentável das florestas e demais formas de vegetação nativa em harmonia com a promoção do desenvolvimento econômico". De acordo com a referida lei, as faixas de proteção de margens permanece com 30 a 500 metros ao redor dos rios, porém passam a ser medidas a partir do leito regular. O Código não considera como APP’s as várzeas fora dos limites em torno dos rios, as veredas e os manguezais em toda sua extensão. Contudo, apresenta algumas brechas para sua má interpretação por parte de alguns empreendedores, como por exemplo, a função ecológica do manguezal estiver comprometida, o corte de sua vegetação nativa somente poderá ser autorizado para obras habitacionais e de urbanização nas áreas urbanas consolidadas ocupadas por população de baixa renda. A partir disso pode-se verificar um tipo de problemática ambiental, a poluição desse leito e, consequentemente, do solo, causada principalmente por resíduos sólidos transportados e depositados pelas enxurradas, provenientes muitas vezes das casas construídas nas encostas das elevações. Existe, além disso, em alguns trechos do rio o aparecimento de seixos, que são indicativos de destruição da nascente por ocupação desordenada da mesma (Figura 2). Universidade Federal do Maranhão Grupo de Estudos e Pesquisa em Pedologia e Edafologia – GEPEPE Curso de Geografia (segunda licenciatura - PROFEBPAR) de Magalhães de Almeida – MA Anais do I Seminário Magalhense de Geografia – ISBN: 978-85-7862-240-4 " id="pdf-obj-5-2" src="pdf-obj-5-2.jpg">

biológicos locais e regionais, levando em consideração a dinamicidade entre os ecossistemas existentes e as atividades humanas, assegurando o bem estar de ambos. Cabe destacar o Novo Código Florestal, criado de acordo com a Lei Federal nº 12.651, de 25 de maio de 2012, que dispõe de normas com intuito de "proteger o uso sustentável das florestas e demais formas de vegetação nativa em harmonia com a promoção do desenvolvimento econômico". De acordo com a referida lei, as faixas de proteção de margens permanece com 30 a 500 metros ao redor dos rios, porém passam a ser medidas a partir do leito regular. O Código não considera como APP’s as várzeas fora dos limites em torno dos rios, as veredas e os manguezais em toda sua extensão. Contudo, apresenta algumas brechas para sua má interpretação por parte de alguns empreendedores, como por exemplo, a função ecológica do manguezal estiver comprometida, o corte de sua vegetação nativa somente poderá ser autorizado para obras habitacionais e de urbanização nas áreas urbanas consolidadas ocupadas por população de baixa renda. A partir disso pode-se verificar um tipo de problemática ambiental, a poluição desse leito e, consequentemente, do solo, causada principalmente por resíduos sólidos transportados e depositados pelas enxurradas, provenientes muitas vezes das casas construídas nas encostas das elevações. Existe, além disso, em alguns trechos do rio o aparecimento de seixos, que são indicativos de destruição da nascente por ocupação desordenada da mesma (Figura 2).

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Figura 2 : Seixos rolados ao longo do rio. Fonte : Dados da pesquisa É perceptível,
Figura 2 : Seixos rolados ao longo do rio. Fonte : Dados da pesquisa É perceptível,

Figura 2: Seixos rolados ao longo do rio. Fonte: Dados da pesquisa

É perceptível, ainda, nas APPs contidas na localidade Tibiri a presença de uma grande quantidade de vegetação, porém com predominância de espécies exóticas, destacando-se os bambuzais e as amendoeiras, que tiveram sua proliferação acentuada pela ação antrópica. Há uma maior ocorrência dos bambuzais (Figura 3), o que pode gerar problemas para o solo, pois o bambu é um tipo de planta que o esgota de seus nutrientes preferidos, consumindo muito nitrogênio, bem como fósforo e potássio. Isso pode acabar impedindo o crescimento ou o surgimento de organismos vegetais ou animais nativos daquele local.

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Figura 3 : Bambuzais em APPs de afluente do Rio Tibiri. Fonte : Dados da pesquisa
Figura 3 : Bambuzais em APPs de afluente do Rio Tibiri. Fonte : Dados da pesquisa

Figura 3: Bambuzais em APPs de afluente do Rio Tibiri. Fonte: Dados da pesquisa

No que se refere à tipologia de solos, no Tibiri é possível verificar claramente o tipo dominante no estado e Ilha do Maranhão, o latossolo, mais precisamente o podzólico vermelho-amarelo (Figura 4), caracterizado por ser bastante profundo, bem ou moderadamente drenado, com textura argilosa a muito argilosa, e que possui limitações de ordem química para a produção agrícola. A sua composição é originária de materiais retrabalhados da Formação Barreiras, que data da era Cenozóica, período Terciário, formada por conglomerado, folhelhos, cascalhos, areias, siltitos e argilas mal selecionadas. Uma evidência disso seria a coloração amarelo a avermelhada da água do rio, que nos permite inferir que ela é proveniente do aquífero barreiras. Vale destacar que esses tipos de coberturas pedológicas são facilmente passíveis de erosão e de lixiviação dos nutrientes, principalmente quando associados à retirada da cobertura vegetal nativa (exposição do contato solo atmosfera), a exploração mineral (argilas, areias e concreções ferruginosas, p. ex.) e o uso

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inadequado para as ocupações humanas (como para a construção de moradias), levando tais espaços a sofrerem

inadequado para as ocupações humanas (como para a construção de moradias), levando tais espaços a sofrerem sérios riscos de caráter pedo-geomorfológicos.

inadequado para as ocupações humanas (como para a construção de moradias), levando tais espaços a sofrerem

Figura 4: Solos encontrados na área. Fonte: Dados da pesquisa

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir do desenvolvimento deste trabalho é possível perceber o quão são relevantes as ações do homem no tocante às modificações físicas do ambiente. Há a necessidade de planejamento e gestão de práticas que produzem condições para a saúde e bem-estar da população. O que acontece no Tibiri concorre para a consolidação sistemática e rápida de problemáticas socioambientais graves, que tendem a serem somadas extensivamente às

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muitas existentes dentro da Ilha do Maranhão. Revela-se ainda a carência por parte da comunidade no

muitas existentes dentro da Ilha do Maranhão. Revela-se ainda a carência por parte da comunidade no sentido de informações inerentes à relação entre o homem e o meio ambiente. Fazem-se necessárias ações que possibilitem reflexões e mudanças no comportamento dos moradores, para que paulatinamente aconteçam mudanças em hábitos que causam reações negativas no espaço. A educação ambiental (EA) aparece como uma técnica, quando bem trabalhada pode modificar comportamentos, atitudes perante as situações que prejudicam coletivamente e individualmente o espaço. Nessa concepção a EA entra em efeito quando a população se apropria de projetos e ações contribuintes para a construção de uma “consciência coletiva de integração com o meio, e de responsabilidade de cada um para com o bem-estar de todos”. (BRASIL, 2005, p.

67).

Nessa perspectiva, a sociedade e os órgãos competentes têm como responsabilidade cuidar dos recursos naturais os quais são essenciais para a vida. Sendo assim, é imprescindível a disponibilização de informações e alertas à população daquele bairro, pois é conhecendo o local em que se vive que é possível entender os fenômenos que nele se sucedem, passando-se assim a agir de uma forma que não venha a causar transtornos no presente e, principalmente, no futuro, tanto para o meio natural, quanto para o homem.

REFERÊNCIAS

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