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AS PRINCIPAIS MUD AN ÇAS D A LEI 1 1 .6 38/07 E A S NOR MA S INTERNACIONAIS DE CONTABILID A D E - UM EST U DO DE C A SO EM UMA SOCIEDADE A N Ô NIMA

R E S UM O

Em 28 de d ezembro d e 2 0 0 7 f oi pr o mulgada

d

prop ost a ont áb e is

c

A

con tá b eis emitid as pela Comi ssão de V a lores M o b i l iários - CV M, que tem o objeti vo d e

nter nacionais . Em

v irt ude d a qu ant i da de de m udan ç as , da complex idade

f o i

da s m esmas e da s diversa s dúvidas d as

em it ir no r mas p a ra as compan h i as

a Lei 11 . 6 38 qu e a l tera e r evoga o s d i s pos i tivo s

da l egislação

de harmon i zar

s oc i etá r ia,

a Lei 6 . 4 0 4 / 76

(Le i d a s Soc i edad es

p or A ç ões). E s ta a l teração

pe l o Proje t o

d e Lei 3. 7 4l i OO , v eio c om o o bjetivo

de C o nt a bi l idad e,

a s norma s emit i d as pe l o Internati on a l

t oda s as normas

com as N orm as Int e r nac i ona i s

S t andards

ccoun ting

Board - I AS B . Fazem p ar te des ta h a rrnon i za çã o

a berta s d e a c or do co m o s pad r õe s

i

à a p lic ação da s a lte rações

d o exercício

mai o ri as d a s or ga niza ç õe s quanto

rea li zad o um estudo d e ca s o e m u m a So c ied a d e An ônima, onde , ao an a lisar s u as

d

mu d anç a s que ir ã o o c orrer com a v i gênc i a da s a l teraçõe s da Le i das Soci e d ad es por m ei o d e s ta an á lise foram ev i d e n c iad as diver sas c r íticas a tal leg i s l aç ã o .

d a l eg i s lação soc i e t á ria ,

id en tif i c a r

e mo n s tra ções

f in a nc e i ras

f in do em 200 7 , b u sc ou - se

as pr inci pa i s

p

or Ações. E ,

Pa l a vras C h ave : Norm as I nte r nacio n a i s, L e i 11 . 6 38 / 07, Harmonização Co ntábil.

I I N TRODUÇÃO

As em p re s as bra s ilei ra s e s p e ravam tempo, se f or l e va nd o em consi d eraçã o

p ass aram s ete a n os

ma i o ri a del as n ão v inh a s e prep a r a nd o

f i nanc e i ra s d as ma i s imp o rt a nt es Soc i e d ade s Anônimas

ma i oria del as pr ec i s a f a z er mudan ças sign i f i cati v as e m s uas demo n s tra ções .

uma mud a nça na leg i s l ação s oc i etária

há m u i t o

se

até a publica ç ã o d a Lei 1 1 . 6 38 e m 28 de de z emb r o de 2007 . N o e ntanto a

some nte o t e mpo do Pr o j e to d e Le i n ° 3.7 4 1 / 00 ,

p ara tais m uda n ças, bas t a o b s er va r as demo n s tra çõe s

brasilei ras

para ve r i ficar qu e a gra n de

Sa be- se q ue muita s alte r ações

com o t a mbém,

s ó pode rão se r r e alizad as a partir da vigên c i a da L e i ,

f in a nceir as d e

d e

por é m mui t as o u t r a s m u da n ças

mu itas empr esas ,

C o nt a bilid a d e .

j

á poderia m faze r p a rte da s d e m on s tra ç ões

o e s tu do po r p a rte d e l as, d as N ormas

Inte r n ac ion a i s

A

p ós mui t as e spec ulaç ões

a CVM se pronun c iou

no d ia 2 d e maio d e 2008

com a

Ins tru çã o

C VM

n ° 4 6 9

e dis p ôs

sob r e

a ap licação

da

L e i

11. 638 / 0 7 .

Com

e s t e

pr

o nun c i am e nto ,

que san o u a dú v id a de mu i t os , ficou m a i s cla r o a ap lic a ç ão de tal l e g i s lação .

IA n ov a l e g i s l ação t rou xe m u d an ça s mar ca n tes.

Uma de l as é o § 5 ° do Art . 1 77 , que

d e t erm ina qu e as norm as e x pedid as

ser e l a b o r a d as de a c o r do co m os padrõ e s i nterna c io n ais d e con t ab ilidad e ,

p ela C o m issã o d e Va lores M ob i liá rios (CVM ) d e v er ão

/

pela CVM e m

s u a In s trução n " 457 d e 13 d e j u l ho de 200 7, onde a mes ma r e g ul amenta qu e a pa rtir do

e

Es sa deter min ação

t r azida pela Lei 11 . 638 / 07 j á havia s ido a n tecipa d a

xe r cíci o f i n d o

e m 2 0 J O as comp an hi a s

abe r t a s deve rã o aprese ntar s u a s d e m ons t r ações

fi nance ir as con so lidad as adot an do o pa dr ão internaci o na l do Internacional A c c ounti ng

S

A s determi n ações da n ova l e i societária afetam uma gra nd e qu an t i d ad e de empresas,

t anda rd s B oa r d (IAS B ).

se c omp ararm o s co m a s que e r a m obr i gadas a s e guir o s p rec eit os da L ei 6. 4 0 4 / 76 . Is t o

d eco rre d o f ato que as s ociedad es de gr a nde p o r te (espec i f ic adas pel a L ei), m e s mo a s qu e n ã o

co n stit uíd as so b a for m a de s oci eda d es po r açõe s , te r ão de segu ir a s d e termin a çõe s d a Lei d as

A. En t re todas as exigênc i a s da Lei / a s s ocied a des de g r a n de p o r t e ter ão que ter, obri g ator i amente , a uditoria independente e m suas demo ns tra çõ e s fi nanceiras /

S

.

Como soc i e dad e d e grande p o rt e a Lei, con s i de r a " a s o c ie d a d e o u conjunto d e

s ocie dad es s obr e co ntrole comum que t ive r , n o exe r c í cio s o c i a l ant e ri o r , ati v o total s uperi o r a

2 4 0.0 00 .00 0 , 00 ( d u ze n tos e q u aren t a milh õe s e reai s ) ou r ece it a b rut a an ual s u perio r a R $

3000.000 , 00 (tre z entos mi l hõe s d e rea i s)."

D e n tre todo e ste emara n ha d o d e empr esas e s ta pesqui s a de l imita - se a u m a Soc i edade

Anônima, holding de um gr an d e gr u p o b ra s ile ir o, s e ndo um do s maiore s con g l o m era d os emp r es ari a i s p ri va d os d a Am ér i ca L a tin a . S egun do o Re lat ór i o Anu a l d e 200 7 d o G r up o e m que s tão , a h o ldin g "gerencia um port i fório d e negócios dive r si fi ca d o , só l i d o e . equi l ib r ado ,

q

conc e n tr a - s e em t rês grandes á reas de ne góci os, a ind u stria l , a de f i nanças e a de novos

n egóc io s.

E m v ir tu d e, d e o G rupo p esqui s ado s e r um G r u p o de c resc im e nto conti n u o, co m

inve s t i ment o s em vá r io s r amos de ati v idad e e de seu nome s e r con h e ci do p or u m a grande

m a ioria de i nd i ví du o s , o p re sente est udo o bjeti va v erific a r as mu danças r e l evante s nas

D e monst r a ções F i na n c e ira s f ind a s em 2007 d e e ntid a de encont r ada s no R e l a t ó rio Anua l 2007 ,

u e reúne mais de 50 companhias, ent r e c o nt ro l ad a s inte g r a is e par t icipaçõ e s. " O Grupo

ext r a ído d o s ite d a empr esa, com r e l ação às alte r açõe s da Le i S oci etá ri a .

2

METO DO L OG IA

O presente estudo car a cteri za - se p or u ma pesqui sa de scrit iv a, que seg undo S il v a (2006, p. 59) d e s cre ve as ca racte rí s t icas de dete r minad a po pul ação ou f e n ô m eno e ass im,

e s t a be l e c e relações ent r e as var i áve i s . Quan to ao deli nea mento, é u ma pe s quisa bi b l iográf i ca e

um es t udo d e caso , po i s, s e ba s e i a na l eg i s l aç ã o v i ge nte , em mater i ai s publica d os em l i vr o s, .

pe r ió d ico s e n a in t e r ne t , se concen tr ado e m um e s tu d o de ca s o esp ec í fico.

P a r a Gil ( 1999 , p. 73 ap ud B EUR E N , 2 006 , p. 84) " o estudo de c aso é c ar acteri za do

pelo e s tudo prof und o e e x aus ti v o de um o u de poucos o bj e t os , d e mane ir a a per m itir

co nhecimentos a mp l o s e detalhados d o me smo [

E m r e l ação às t i p ologia s de pesquisa quanto à abo r d a ge m do pr ob l ema , a pesqui s a é

qu al ita t i va . Par a Beur en (20 06, p.9 2) " n a pesq ui sa qu a lit a ti v a co nceb e m- s e a n á li s e s mai s

] " .

p

r o fund a s e m re l aç ão ao f enômeno que est á s end o e s tuda d o " .

3

LEI 1 1.638 / 0 7

Para Br aga e A lm e id a (2008 ) , o s padrões de c o nt abi l id ad e v i ge n te s a té e n tão no Paí s,

 

ofr e ram vá rias modi f ic ações c o m a Le i 1 1 . 63 8 / 0 7 , s end o s eu o b j e ti v o a convergên c i a ail i

s

22 :

0 nun c i a m e nt osintern a cion ais de conta bi lidade .

.

-

T

a i s pr on u n ci ame ntos

inte rn a cionai s

d e co ntabilid a de

sã o emitidos

(

Repor t i n g Sta n d ards) e do I A S ( In tern a tio n a l Accoun t ing S tand a rd s).

l nter nat io na l

A cco unting

St a nd a r ds

Boar d),

atra v és

do I FRS ( Inte rnati o n a l

pelos r A SB F i n a n c i a l

Estes

órgão s

in t ernac i ona i s

fun cionam

da

segu i nte

maneira :

os p r i mei ros

pronu n cia m en to s r ef e rentes às Norma s Inter nac i ona i s de Contabil idad e são c o nhe cidos como

I AS , s endo co mpo s to s por 33 p r o n uncia m ento s

p ronunc i a m en tos mais

de s te s ex i s tem também o s IFRlC que s ão in terpr e taçõe s mai s r ece n tes .

de I FRS 1 a I FR S 5. A lém

numerados de I A S 1 a I AS 4 1 ; os I F RS são os

rece nt es, s e n do 5 n o tota l , e numerado s

~

~

Os b ene fic io s

de toda essa norma tização

d as n orma s b r a s ileira s

c o m a s n o rm as

i

r essa ltam que a L e i 11.638/07, ao p oss ibil i t a r es s a conve r gê n c i a in tern a c io n a l ,

fu t u r o , o cu sto reduz ido e u m a t axa de risco s menores pa r a o aces s o d as emp re s as b r as ileir as a

nte rn a cion a i s já são co nhecid ó s

p o r todos e di ante d es te contex to Bra g a e Almeida (2008 )

irá permiti r , no

c

a

pi ta i s ex ter no s . ,

 

Ne s t e conte x t o ,

i nserem - s e

as m elhor es

pr ática s

d e go v ernança

corpo r ati v a ,

c on tr i bu i ndo para u ma ma i o r tran s pa r ên cia,

m o d o g e r al , afirmam Braga e Almeid a (2008 )

awne ntan d o

s ua e x posição

a o mercado de um

D e aco r d o co m Si l v a (2 0 06) o s benefíc i o s da Gove r nança Co rp orati va

vão muito além

da presta ç ã o de in f o r mações qu e fac ilita m o acompa nh a m e nt o e a f i sca liza ç ão do s ato s da

a dmini s tração ,

fornecem infor ma ç õ es

risco .

de a v alia ção de

o u inv es tidore s, q ue

po i s mos tram a os ac i o ni s t as,

de qu a lida d e,

seja m e l e s con trol a dore s

o qu e di m inu i a i nce rtez a d o pr ocesso

A p r ópria Bol s a

de Va l ores de São Pau l o (B O VES P A) ,

em 2000 crio u os N íve i s

iferenc i ados

D

objetivo

v

e o N o v o Mer cado de go v ernan ç a corp o rativa,

amb i ente que v en ha a promo v er

é f or n ecer um

al o rização d as com pa nhias .

relembra o i nteresse

Silv a (2006), onde o

e a

do s investid ore s

~

d as

ess as mud a nças,

que ve m oco r rendo,

t êm um o bj e tivo

e m co mu m, abr ir as

po rt a s d o m e rc ado bras ileiro para i n vesti d ore s e str ange iro s,

men o r es risco s . Es t a mo s entrando numa era d e G l o baliza ç ão C on ~

d a ndo a e l es mai s s e g ur a n ça

e

3.1 PRIN C I P AIS MU D ANÇAS

o Art . 176 mesmo, a pós

alt era ç ã o ~ c1ui a Demo n s t ração de Origen s e Ap l ica çõe s de Recu r sos (D6AR) como uma

da L e i 6404 / 7 6 ,

Primei r amente , e seg uindo a ord e m da leg i s l aç ão es tud a da , s e r á ve r ifica d o

s endo este , o primeir o artigo alt erado pela Lei 11.638/07./0

~

S

Í r ação

fí n a nc e ic a o bri gató ria ao f i m de c a da ex e r c ício e . a . s n hstitu i Re l a D emo nstr. a < ;ã o

~

Fluxo

de C ill . ~ C! lE . Ç1 ,. A l ém

desta subst ituição,

t or na - se o b riga tória ,

so m e n t e Rara . as

c omp a nhias aber tas, a elabora ção d a Demon str ação do V alor Ad i cionado LQ.Y.êJ.

O Ar t. 1 88 tr az as e spec i f i ca ç õ e s

m í n i mas q u e deverão c ont e r a D emon s tra ção

do

F

l u x o do C a i x a e a D emo n stração do Va l or Ad i c ionado .

 

A

DF C é um a dem on s t r a ç ã o comum n o â mbito finance i ro e a d m i ni s trat i v o, au x i l iando

n

a t omada de d e cis ã o. Iud i c i b us ( 1 995, p . 6 0 3 ) a fir m a qu e a DFC demon s tra

t ã o - somente

a s

v

ariaç ões

ocorrida s

no c a ixa como tam b ém a s ocorrida s

na s con t as co r rentes

bancária s . O

A ut o r menc i ona ( o b ser v e q u e a o a n o de public a ç ã o de s ta ediç ã o é de 1995) que :

" h á atualment e

uma ten dênc i a em algun s pa íses de adot a r- s e a d e m on s t r ação

& d6FÍuxo d e Ca i xa em s ub s tit u ição a Demons tr ação d e Or igens a a pl icações

j )~ e ,

~~

t\'rl4Ip1'~ 1 V ~L ~f

ck- ~.

-

- 1 ?

(

de rec u r sos. I s to d e v e - se b as i came n t e a m a i o r fa c i l idad e de en t endimento

d a quela pelos u s u á r i o s , o n d e é vi sua l iza d o de f o rma m a i s c lara o f l u x o d o s

r e c urs os fin a n c eiro s durante o p er í odo , ap e s a r de a D O AR se r mai s r ica e m

te rm os de i n fo r maç õe s . "

~ Com

i sto , obse rva - se

que há muit o t empo se es pera v a uma a ltera ç ã o da DOAR pe l a

DFC, por ém a n o v a l eg i s l ação não exc lui a DO A R e s im deix a de e x igir a obrigato r iedade

~ua publ i c a çã o

informações ma is nc a s pode e d eve conti n u ar e l a borando - a . y"

de

S

~ nd o a s si m ,

a s e m~ r e s a s

qu e acharem

que t a l demon s t r ação

f o rnece

 

A

D V A , po r é m , é um a d e m on s t r a ç ã o

mai s rece nt e, qu e conforme

afirma m B raga e

A

l me i da

(200 8 ) o su r g ime nt o

dela se d eu n a Europa ,

peja i n f luência

de pa í ses co m o a

I

nglaterra , Fr anç a e A leman h a, por p a lie d e u m a e x pressa recome ndação

da ONU . Marion

(

2008 ) af irm a q ue " a o a dotar a DV A o Br as i l s e c o loca ao lado de p a í s es d e primeiro mundo ."

~ D emon st r aç ã o do Valor A di cionad o , con f orme in t rodu ze m os a utore s s uprac i t a dos

"

val o r , e d e que fo rma e s s a riq u e z a fo i d i s t rib u ída

fi n a n cia d ores d e

N

da m ud ança da le g i s la ç ão , por é m , n ão fo r am pub lic as n o R e l a tóri o

n e m a D VA . N o e n t anto , s e g un do af i r m a a CVM em co mu n i ca d o ao merc ado n o d i a 1 4 de

a n e i ro d e 2008 , " a s a lt e raç õ e s in t r o d u z i das pe l a f t e i n ° 1 1 . 63 8 , d e 2 0 07 , ap l i ca m-s e à s

e v id e n c i a

o quant o de r i que z a um a e mpres a p r od uz iu ,

(

o u s eja , o q u anto ela adicion o u

de

entr e e mprega do s ; go verno , ac i on i s t as ,

c api tal e tc . ) e q ua n t o f i c o u reti d o n a e mp re s a ."

as D e m onst rações F in an ce i ra s

do Gr upo em q u es t ão t ê m - s e todas as ex i g i d a s ante s

Anu a l 2 00 7 nem a D F C e

j

d

emon s t r a ç õ e s

fI n a n c e ira s elabor a d a s

a pa r t ir do e x e rcício

s oc i a l i ni c iado e.m- j - < ; I , l " l g . j . Ç G - d e

2

00

"

Qu a nto ao Art . 1 77 , que s e g un do Br ag a e Alme i d a ( 2008) , t ev e o o bj e tiv o de p r e s ervar

a

q ua l i d a de d a infor ma ç ã o

contáb i l p a r a u t ili z açã o

p o r parte de se u s prin c ipai s

usuário s . O s

m

esm o s r e lembra r am

que o então M inis t r o d a Faz e n da , Prof. M á r io

Henr i que S imonsen , no

tópi co 7 ° , do obj e to de esc l arecim e n to

Soci e d a d e

com e r cia l e a fisca l , [

por A ç õe s

d o D e creto - Lei

d e m a n t e r

s eg uiu a orie nt a ção

[. "

n ° 1. 5 78 / 77 , n ítida se pa r a ç ã o

ex pô s que " a L ei d e entr e esc rit u ração

O

in c i s o II do refe ri do

A r t . de termin a

que

to d a a a l teração

rela tiva à leg i slação

tribu tá ri a

o u al g uma ou t ra especia l pod e se r a dotada pela companhi a ,

de s d e q u e, qua n do

h o u ve r di v e r g ên c ia s , efetuem aju s t e s c o m p l e men tare s na e s crituraç ão mercantil.

E

nt e nd e sse

que e s tes aju s t es pr o p ostos

p elo i n cis o lI, sã o a m a nuten ç ã o

L A LU R , por e x e m p lo ,

ond e o m es mo tem o o bj eti v o d e e s c rit ur a r

a s d i f e r e nça s

do Livr o e ntr e a

e

s c ri t u raçã o

co m e r cia l e a fi sca l . A l é m de d i ve r sos o u t r o s d eta lh es qu e d eve r ã o

e s tar c o n tido s

e

m No t as Ex pl i ca t ivas .

A

s

d e ma i s

a l t er a ç õe s

r esu m i d a m e n te , de t e rm i n a m:

no A r t .

1 77 f oram

os i ncis o s

5, 6 e 7 . O s mes mo s ,

• Q u e a s no rm as e x ped id as

p e l a CVM de v er ão s er e l a b o r a d a s

e

m con s onân c ia c o m

o

s p a d r õe s int e r n a c ion a i s d e co n t abil i da d e;

 

Q u e as c ompanh i a s f ec h adas p o d er ã o o ptar po r ob s e r v ar tai s n orma s ; e

 

Que quai s qu e r ajus t es efe t u a do s e xc l us i v ament e para a h a r m o n i z a çã o

das norma s

c

o n tá b e i s

n ão p o d e r á s er ba s e d e i n c id ê n c i a

d e imp os t os e co n tri b ui çõ e s

e nem t e r efeito s

trib ut á ri o s .

//"" Conform e s alientam Braga e Almeida (2008) o inciso 7 traz a e x pre s são harmonização

da sua

escrituração mercantil com as normas contábeis ema nadas pela Lei 6. 4 0 4 / 76 e também com

as normas ed i f ic adas pela CVM. Completando

entendesse que al é m dessa harrnonização , é nece ss ária também uma harmonização contábil

com as Norma s In t ernac i onais de Contabilid a de, conforme pre vê a própria legislação societária e a C VM . /

e m ercantil, têm efeito s br us cos se não forem

contábil, tal e xp r ess ão refere-se ao fato da s c o mpanhias cumprirem ,

no decorrer

o pensamento do s autores supracitados,

Tai s mud a nça s,

num âmbito tributário

corretamente ob s e rv adas. Empresas que queir am d e alguma forma , se va ler tributariamente com a alteraç ã o da legislação s ocietária esta r ã o c ometendo um ato ilícito, já que está

c l aramente e x plí c ita na legislação a proibiç ã o d e q uaisquer ajustes tributários em decorrência

da alteração d a l eg i s lação.

As N ota s Ex plicativas

do exercício de 2007 do Grupo trazem d e talhes quando aos :

cálculos dos principais impostos. Por exemplo: o imposto de renda e a contribuição social

diferido vêm e x plic a dos em forma de planilha comparativa, além de tra z er informações

benefícios fis c ai s de Companhias do Grupo qua n to ao cálculo de tais impo s tos.

Outra mudança marcante foi a dos grupo s de contas do Balanço P a t r imonial. O Ativo

de

Permanente,

ficou di v idido

em In ves timentos ,

Imobilizado ,

Intan gível

e Diferido;

o <::r-

Patrimônio

Líquido ficou dividido

em C a p ita l

Soci a l, Reservas

de Capital,

Ajustes de

Avaliação Patrimonial , Reservas de Lucro s , Aç ões em Tesouraria e Prejuízos Acumulados.

Tais alterações encontradas Patrimonial.

no Art . 1 7 8 modificam

nitidamente

a es trutura

do Balanço

/ Em virtude da s marcantes mudança s o c or r en t e s na estrutura do Balanço Patrimonial e

da mudança na escritur a ção de determinad os fa t o s, fic a difícil ima g inar que alguma empresa

possa ter se adiantando em relação a tal d e termina çã o .

2008 a CVM com a Instrução n° 469 e com a N ota E x plicativa de tal In s trução se pronunciou

A té porque s omente em 02 de Maio de

quanto

à contabilização

das mudanças na l e gislação societária. Até o momento surgiram

muitas

duvidas e especulações

quanto a tai s procedimentos.

Sendo

assim, as diversas

empresa s,

fazerem os ajustes necessários quanto a estas alt e rações. /

inclusive o Grupo estudado , terão de se organizar,

sem muito tempo hábil , para

As mesmas terão que, determinar, men s urar e registrar seus ativos intangíveis ; fazer os

ajustes de avaliação patrimonial

acumulados, já que agora às empresas não poderão mais ter a conta de lucros acumulados

somente a conta de prejuízos acumulados .

em s eu patrimônio

Líquido; e distribuir

seus lucros

e

A entidade

estuda possuía

no dia 31 de dezembro

de 2007,

em seu Balanço

Patrimonial consolidado o valor de 10.839 . 314 milhares de reais , valor este que deverá ser

transferido para alguma reserva de lucro. j ou incorporado ao seu capital social, ou até mesmo

distribuído como dividendos,

probl e ma, se assim poderíamos chamá-lo, não se aplicará apenas a esta entidade, mas sim a

todas as demais que possuem valore s exorbitantes em suas contas de lucros acumulados, cabe a elas, agora, a decisão de o que fazer com ele s .

Quanto aos Ativos Intangíveis, ainda falta muita regulamentação no que diz respeito à

quando um

ativo é identificado , os conceitos sobre benef í cio s futuros, o goodwill gerado internamente, entre outras questõe s ainda du v idosa s afirmam Braga e Almeida ( 2008). Como não se tem, até

o momento,

a

natureza destes diretos, as condições para definição dos mesmos, a explicação

ficando a crit é rio d a entidade a destinação

de tal recurso . Este

normas

claras qua n to

à contabili zação

dos mesmos,

de v e-se

seguir

regulamenta ç ã o das normas internacionai s, n este ca s o, do IAS 3 8 , q u e a borda as práticas contábeis par a ati v os intangíveis.

Em r e l ação aos ajustes de avaliação patrimonial a Lei t r o u x e v árias mudanças, diversas re s er v as fo ram eliminadas, Braga e Almeida (2008, p . 52) comentam essas eliminaçõe s d a s e g ui n t e f o r ma:

"

Entendemos

como um ganho d e re s u l t a d o

a) Reserva

de capital

de premio recebido

n a errnss ao de debêntures.

a ser apropriado pelo prazo da

que e ss e á gio na e missão

do títul o p a ss ará

d o ex ercício,

pro-r a t a tem p o ris,

debênture,

mediante

de taxa efetiva

d e ju r os

para computar

a

despesa financeira. [

utili z ação ]

 

b) Reser v as

 

de capital

de d o aç õe s

e reserva s

de cap ital

de subvençõ e s

g

overnamentais

para in ves t i m e ntos. Pela nova s i stemá ti ca essas transações

p

a ssarão

a ser computa das

co mo receita dir e t a m ente

no resultado

do

ex ercício.

[

]

c) Reservas de r eava liação .

e spontânea do s bens do ati v o imobilizado.

Foi eliminado o pro ce d i m e nto

[

]

de reavaliação

Não faz p a rte do patrimônio do Grupo a Reserva de capital d e p r ê mio recebido n a emissão de debêntures, a Reserva de capital de doações e a Reserva d e c a pital de subvenções governamentais para investimentos. Sendo a ssim , tai s alterações não a f etam o Grupo em questão até o momento.

A Reserva de reavaliação em controlada s do Grupo representa 17.047 milhares de reais. O Art. 4° da Instrução CVM 469 , de 2 de Maio de 2008, regulamenta os procedimentos quanto a Reserva de rea v aliação. Nele, é autori z ado que os saldos das re s ervas de reavaliação constituídos até a vigência da Lei 11.638 / 0 7 , poderão ser mantidos até a s ua efetiva realização ou até serem estornados. Quanto ao e s torno , à s companhias abertas pod e rão fazê-lo até o final

d o primeiro exer c ício social iniciado a partir de 1° de jan e i r o de 2008. É importante ressaltar

q u e a opção pelas alternativas previst a s no A r t . 4 ° de ve rá se dar até a apre sentação da 2 ° ITR do exercício findo em 2008.

Acrescentando , o Art. 4 ° em seu 1nci s o 5 ° regulamenta que " a s c ompanhias abertas deverão utilizar a mesma alternativa p a ra a s re a vali a ções próprias e reflexas e determinar a

suas controladas a adoção da mesma alt e rnati v a. [

Com isso o Grupo, poderá optar por urna da s duas formas previ s tas pela CVM e informá-Ia até a apresentação da Segunda Informação Trimestral do exercíc i o iniciado em 2008. Sendo que tal determinação deverá abranger todas as suas controladas.

Porém a reavaliação do ativo imobili z ado não poderá mais ser feito como antes. No entanto, existem muitas dúvidas quanto a isto , e como, na falta de regulamentação poderão ser utilizadas as Normas Internacionais de Contabilidade, a instrução a ser utilizada neste caso é o IAS 16.

]"

O 1nciso 3 ° do Ali . 182 da Lei 11.638 / 07 e s tabelece que:

"Serão classificad o s

com o a ju s tes de a v aliação patrimonial ,

enquanto não

computada s

n o re s ul ta do

do exercício

em obediência

ao regime

de

compe t ênci a ,

as contr a p a r ti da s

de aumentos

ou diminuições

de

valor

at ri buído a ele mentos d o ativ o [ av al i ação a p re ç o d e m e r c ad o . "

] e d o p a ss ivo, em d e corrê ncia d a s ua

B

r ag

P

d

at ri mo n i a l

e co rre nt e s

e A l meid a

( 2008) c l as s ifi ca m

q u e a na co nt a

de A j u s t es

d e A va l iaç ão

de ativo s e pa ss iv os

s t ar ã o à s co n tr apa rtida s

do s a j u s tes a pr eço de merc a do

a s tr an sações d e re e s t ru t ura ç õ e s

so c i e t á ria s,

de a v a liação de i n v es tim ento s

i n ance iros

f

e da s n orm as emi tida s pe l a CV M d e acor d o co m o s p a dr ões

Contab ilidad e .

in t e r n a cion a i s

de

o G rupo e s t u d ado po ss u i v á r io s in ve s t i men to s

de ne g óc i os

em v irtu d e d e u m d o s C o m e s t a a lte r a çã o

e xp r es s o s pe l a I ns t r u ç ã o CVM n ° 4 69 , e m s e u

fina nce i r o s, i ss o

pr i nc i pai s s eg me n t os

G rupo d e e adota r os s eg u in te s pro c edimen t os

Art . 8 ° , até qu e s e j a em it i d a n orma e s pec ífi ca s obre e ss a m até ria:

do g rup o se r d o r a m o fin anc e i r o .

o

1

.

A q u a ntifi cação

d o aju s t e

a va l or

pre s e n t e

de v erá

se r r e a liz a da

e m b a s e

 

e

x p o n e n c i al ,

a p a rt i r da o rige m d e c ada tra n s aç ã o ;

 

Il.

 

As re ersões do s a ju ste s a va l or p r e sente d o s a t i v o s e d o s pa s sivo s apr o pr i adas com o r e ceit as o u de s p esas f i na n ce ira s ;

de ve m s e r

I II

.

D e erão s e r d e t a l h a d a s,

em n otas e x p l ica tivas ,

as p r e m iss a s e f u nd a m e nt o s

q ue

jus t i f icam a s taxa s de d e s con to s ado t ad as p e l a ad m inistr aç ão ;

I O s auditore s in depe nde ntes d e verã o a va l iar q u a n to à r a z o a b i lid a d e e p e r t i n ê ncia

V .

 

as premi ssas e f und ame nt o s q ue just ifica r e m

a s e s t i m a tiva s

co n t á b e i s relat i va s a o

cá lc ul o d os aj ustes a va l or pr e s e n t e , inclu s ive a s tax a s de d e sco n t o s;

V .

D evem ser co n s i d e r a d a s

p a r a o cálc u l o do a j u s te a v a l o r p r ese n te a s di s p osiçõ e s

con t i d a s n a s D e l i b e raç õ es CVM

3 d e o ut ubro d e 2005 , n a s o p e r açõ e s o b jeto d e ss a s de libe r a ç õ es .

n ? 52 7, d e 1 ° de no vembro de

2007 e n ? 4 89 , de

Em r e l ação a Res erva d e Lu cro s a Real i zar , como e x p l ica Bra ga e A l m e i d a (2 0 0 8 ), o

q u e d e ve s e r d estinado

co m b ase no e s t a tu to d a em pre s a ou de a c o rd o c o m

r ea li za d a do l ucro l íqu i do do exe rcíc i o.

d e a ti v o s e p a ssi vos a v a l o r de m erc ado

pa ra a tal Re se r va é o m on t an t e

do d i v i d e n d o

o b r i g a t ório ,

c a l c ul a d o

a lei s ocie tária , qu e u l tra p a ssar a p a rce l a

foi à in c lu são do s a j u s te s

O qu e mud o u , b a s ica ment e,

na b a s e d e cálc ul o s d a re s e rva d e l uc r o s a r eali za r .

A C VM , nas Not a s E x pl icati v a s

da I nstr ução n ? 469, ex p ôs a s e gu i nt e s i tu açã o , q ua nto

a Av a l i açã o de I n v esti m e nto s e m C o l igad a s :

d a

e q ui va l ê n c i a p a tri m onial do s i n vestime nto s e m co lig a d a s c l assifi ca d as n o

at i vo pe r man ente . A o e limina r o c o nce ito d e r e l e v â n c i a e ao es tab ele c er a

fi g u r a da "i n f l uê n c i a s i g n ifica tiv a " , crio u- s e a p os s ibilid ade de a l g un s

i n v e s t i ment o s em c o lig a d a s e e qui par a das p a ss a r e m a s e r a v a l i ados pe l o métod o da e qui v alê n c i a p a trimo n i a l , e n quant o o utro s investim e nto s pode rã o

" A L e i J 1.6 3 8 , de 2 007, a l t e r o u o a l c an c e d a apli caç ã o d o método

d e i xa r de s e r ava lia d o s po r t a l m é tod o ."

Ap e na s c o m as i n for maçõe s

ex t ra í d as do Relató rio A nua l d a co mp a nh i a e studa d a ,

n ã o t e m como co ntrol a d a s.

d e fin i r o q u e m u d a e m r e l açã o à ava lia ção

de i nv es t imen tos

e m c ol i gada s

e

/ Q ua nt o

a D emonstr aç ã o

d o R esu l tado do e x e r cício ( D R E), a L e i Socie tária eli m i n o u

do i tem I V do A r t . 1 87 " o s aldo d a conta de cor r eção mon etária ",

parte d a d escrim ina ção d e t a l d e mon s tração . dev e c on t er n a DR E " as p a rtic i p açõ e s

ão fazen d o mai s, este,

D eu um a no v a r e d aç ã o ao ite m V J , di s pondo q u e ,

n

d

e d eb ên t u re s ,

d e e mp r e gado s

e adm inis t r ad o r e s,

- ~ in s t r u m en to s fin a n ceiros, e de i n s ti tuições ou f u n d os de ass i s tênc i a ou

=-:c .-.:-;;--"", .:.= e- - ' ;: ~ . o s , qu e n ã o s e c a r acterizem como d es pe s a " . E, p or último , re v og o u o

- ' --.

e ~ . : o = z c aum ent o d e va l or d e element os d o a t ivo e m virtude de no v as avaliações,

r eg i stra '0

serva de r eav aliação .

Ou

po n an t e é q u e a Reser va d e Lucr o s também

"ga nhou " l imite s, n ão

pod e ndo mzis sec ' al o r u l t rapa s sar o va lo r d o C ap i t al Soc i al , a f i rm a o Art. 1 99. Esta

dete r m in a ç ã o

cor r espo n de, a

I os C<L.'O:, e m qu e o va l o r da Re s erv a d e l u c ro s ultrapassa r o va l or do Capi t a l Soc i a l , a as s e mb l éia ge elib era rá s e aplic a r á o e x c esso n o C a pita l Soci a l ou n o v a l or na d i st rib uição de divid e ndo .

a trans o r maçã o, inco r poração, fu são e c i são a Le i t r ou x e a l g um as mod i ficações , assim co m o , n as R e se r as de i ncent i v os fi c a is. P orém , o estudo d e t ais f a to s merece uma pesq u i s a ma i s d eta lh ada e esp ecífi c a , de e n tidades, que estejam p ass ando p o r e s te s proce sso s ou q ue poss u e m e serva s de incenti vos f i scai s. Co m o n ã o s e tem in fo rm a ç ã o quant o à

t r an sfor maçã o , i c o rporacão, f u são e c i s ão de e mpre s a s col i ga d as e c o n tro l adas p e l o Grup o, e que o me smo nã p o ss u i a Res er va d e in cent i v o f i s cal, ta i s m odificaçõ e s n ão fo r a m e s t u d adas.

dev e ha v e r u m a

o

e ra , no momento , o g rup o e s tudado, poi s a Res er v a de L u c ro s d o v al or do Capit a l Soc ia l d e t a l e nt i dade.

C

om o,

segund a a pr ó pria

l egi s laç ã o s o c ietária d e t er min a ,

h

arm oniza ção contábi l com as N orm as Int e rnaciona i s de C o n ta bilid ad e , s e n d o assi m , segue

u

m quadr o re sumo dos p rin cipa i s f at o s e da s N o r ma s Inter n a c i o nais qu e o r eg ul am ent a m :

PRINC IP AIS F AT O S

N OR M A I NTE R N ACIO NA L COR R ES PO N D E NTE

D

emons t ração

d o F luxo do Ca ix a

I AS 0 7

D

em o ns t ração

d o Val o r Ad i cio nado

N ão é ex i g i da

A

ti v o s In t a n g í vei s

IAS 38

Ar r e n dam e nto M ercant i I

IAS 1 7

Reaval i aç ã o de Ben s do A ti v o Imobi l izado

I AS 16

Aju s t es a va l o r d e m ar c a d o de apl i c ações f i nanc e i r a s di s pon í v e i s

I AS 3 2 e I AS 39

p ar a venda

 

A ju ste s a va l o r d e m e r cado d e in s t rum e n to s fin a n ce ir os d e r i v ado s de

I AS

32 e I A S 39

proteção d e f l ux o s d e c ai xa

Aju s tes a v a lor d e m e rc ado d e in s trumento s financ e i ros d e ri v a do s d e I AS 39

p

r ote ç ão c a mbia l de in v e s time ntos no exter i or

 

Concentra ção d e ati v id ades e mpresarias

IFRS 0 3

A

v ali a çõ es de in v e s time n t os em Coligadas e C on tr o lad as

I AS 28

Reser v as d e Inc e nt i v os F i s c ais

I AS 20

3. 2 PRI N CIP A IS C RÍTICAS

Br aga e A lm e i da (2 0 0 8) a firm am qu e as a l tera ç ões conc e ituai s p ropo s tas no tex to d o

p r ojeto i n i ci a l da r e f erida l ei não for a m c on s i de r adas. Um a del as é a ex pr essão demonstr ações

f

i n ancei r as, qu e fo i man ti d a ,

c orr eta.

a o i n v és d e d em o ns trações c on t áb eis, qu e é a n omen c l a t u r a

 

S

e

g u n do Marion (2008) a DO AR é uma d e mon s t r ação

m ais completa , e m virtude

d a

q

u

an t i dad e

de i n for maç õ e s

que of e r ec e a o s us uário s, p o r ém, con c e itos , c o mo , a v aria ção

d o

- ativo c irc u l ante l í q uid o , n ã o são a ss i m ila d o s pela m a i o ria d e s e us u suário s , com i s so p r e fe riu -

s e a a do ç ã o d a D F C qu e , c o n fo r m e afir ma é mai s s impl e s e intuiti v a .

e

c

d e n t ro d o g ru p o d e c on t a s do p a s s i vo , contr a ria n do , a ss im, o p rin cípio da e n t i dad e . Ou t r a

críti ca r e l e vante é q ue a L e i n ão s eg r eg a,

i ten s deco rr e nte s da s a ti v id a de s u s u ais da c o mpan hi a .

a nt e r i o re s, pas s a , e n fim , a fazer

o s

Ao s e r e f e r irem ao Bala n ç o P atrim o n ial ,

q u e a Lei man teve

Br aga e Alm e i d a ( 2 008 ) fo ram

inci s iv o s

rít i cos, r ess alt a r am

a c l as s i f i cação

i n a d equ ada do pa t rim ô ni o l íq uid o

n o b a l anç o p atrim o n ial o u em not a ex plic a tiva ,

O I nt a ngí v el , t ã o c o m e n t a d o em d i v e r s as b i blio g r afia s

p a r te d o p a trimônio

s

i

um a r eg u l a mentaçã o ma i s e s pe cíf ica .

d a s e m pre sas br a s ile i r as.

in telectu a l

A go r a , a s mes m a s po derão m e n s ur a r o v alor de

o utro s ati vo s intan gívei s e provave l m ente

inta n g í ve i s,

é a guardado p or

pa lie d a C VM

e n tre

m e n s u r áv ei s . Q u a n t o a m e n s ur aç ão d os a t i vos

u a s m ar ca s ,

d e s e u capit a l

B rag a e A lm e ida (2 008 ), ressa lta ram

que o s re c ur s o s d es tin a do s

a o re s g ate d a s p ali e s

b en efici ár i as,

l

f i n a nc e ir o s

I.u

s endo e st e u m a r es e r va d e c a p ita l , c o n tinuar a m

f a zen do pa r te d o p a trimô n i o

re sga t áv e is

s ã o i n s t ru mento s

í qu i do ,

'""---Q

o q ue est a r ia err a d o , j á qu e as p arte s b e nef i ciá r i as

d e dív id a e n ão de c a p i tal .

íve l , tã o c o ment ad o em di v e r s as bi

.

: af ias - - a - rtte r i o r e s, pas sa , e n fim , a f az er

pa r te d o p a tri m ô nio d a s - e m

s

.

u as rn a r c

e u ca pi ta l intelectua l

s. Ago r a , a s m e s mas p od erã o

entre ou t ro s '

.

m en s u r a r o va l or d e ente

)E

U ltimam e nt e ,

não se fal a e m o ut r o assu n t o do qu e o tal B a l a nço

d

e e v idenc i a ção de i n f o r maç õe s

q u e a so c i ed ade

a tu a , d e pro du t iv i d a d e,

S o cia l , no e n t a n t o a de na tu reza s ocia l, de in f o rmações e sta s que

L e i 1 1 . 638 / 07 , nã o t r ás a n ec e ssid a de

qu e s egm e n t o

p o d e ria ser conhe c id as

re ssa ltam B ra ga e A l meid a (200 8) , " e ss a e xigên c i a ch a m ad o Bal anç o S o c ial . "

d e n e gó ci o

p o r m e i o d e no tas e x p lic a tiv as

ou qua d r o s a n a lít i c os. Conforme

c ria ria a po ss i bili d ad e d e n o rmatiz aç ão do

A I A S 1 4 tra ta do r e la t o d e s egment o s ,

no e nt an t o , a i nda n ão h á esta e x i g ên c i a na L e i

6 . 40 4 / 7 6 , o qu e não a harmon i za com a s No rma s I n tern ac i on a i s de C o nt a bili d ad e .

A L e i p o deri a, t e r s ub s t itu í do

a D e m o n stração

d e Lucr o s e P r ejuí z o s A cumu lado s

( D LPA ) pe l a De m o nst r aç ão da s Mutações do P atr i m ônio L íquid o ( D MPL ), já que a p r ime ira é c l a r a m e nt e e v id en c i a d a d e n tr o da D M P L

Co m ta n tas a lt e r ações, es per a d as e nã o e s p e r a d a s, é e vid ente qu e a m aior i a d a s

f in a n c e ira s . No

a in da

e m pr esa s b ra s i l e ir a s estão bu s c a ndo a h a r mo n izaçã o

en ta nto,

p a i r a m p e l o a r , e p r ec i s am s e r e sc l a r ec i d as e n o r m a tizada s

de s u a s d e mo n s t r a ções

fic a d i f íc il c o n seg u i r

e nc ont r a r um d e n o m i n a do r

c o mu m , o q ua n t o a ntes .

mu i t a s d ú v i das

R EF E R ÊNC IA S

_

_ i e

-

- :

za; _-\L E I D A , Ma r celo Cava l c anti A l mei da . Mudanças

ei fi " 11 . 6 38 , de 29 - 1 2 - 2 0 0 7 .

São P a ul o: At las, 2 0 08.

c

o n tábeis

n a

=- . : :~?~ . Il se _ Iari a ( org ) . C omo

-=-=-

elabor a r tra balh o s

- - e.,

:-6

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mo n og ráfi cos

em c o nt ab ili d a de :

_

--: " :

:

: : ~L_e i 6 . ' + 0 4, d e 15 de d ezemb r o

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p

o r Ações .

da L ei

=-< - 6 = o d a Lei 6 . 38 5 de 7 de d eze mbr o d e 19 7 6 , e es t a be l ece às socied a de s de gr a nde port e

:.>~.:

-~.

L ~ ' - . 638, d e 28 de d e zembro

de 2007 . A lte ra

e r ev o ga di s po sitivos

=-=-.,

siçõ es r e l ar i ' as à e l abo r ação

e di v u l gação

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- - - : <f E L: vww.pl analt o . g ov .br > .

Acess o e m: 15 ju1 2008.

o L ei 11.6 38 , d e 2 8 d e dezembro de 200 7. A l tera e revoga d isp ositivos

da Lei 6 . 404 de

de 197 6 , e da L ei 6.385 , de 7 d e de z embro d e 1 976. E estende à s socied a des

de g r ande p o rte d i sposi ç õ e s re l a ti vas à elab oração e di v ul g a çã o d e demo n s t r açõe s f i n anceira s.

D i spam

: - d e deze mbro

el e m : < hup J / www .plan a l to.g ov . br > .

Ace s so e m: 1 5 ju12008 .

CO:-'1I

Dispõe sobr e a e l abo r ação e divul g ação d a s d e monstrações

ba se no pad r ão c o máb il in te rnaciona l emitido pelo Internac i o n a l A c cou n tin g S t a n dard s B oar d

I n s tru ção CVM n ? 4 57 , de 13 d e julh o de 2007.

à O DE \-AL R E S M O B I L I Á RIO S .

financeiras conso lidada s, com

-

r A SB . Disp oní e l e m : < h ttp : // www.cv m . g ov . br > .

Ace ss o

em: 15 ju1 2008 .

o De li b e r a ç ã o

C VM n ° 539, de 14 d e março de 2008 . Aprova

o P ro nunciamento

C

o n c eitual

B á sico

do C PC q u e di spõe s o bre a Es trutura

Con ce itual p a r a a E l abo r aç ã o

e

A

Ace s s o em : 1 5 ju12008 .

pr ese nta ção

d as D e m o n s trações

Con t áb e i s . D i spo n ív el em: < h t t p: //www. c v m .gov . b r >.

o I n stru ç ã o

CV M n ° 469, de 02 de m a io de 2 008. D isp õe s ob re a a plic ação

da Le i

n O l1 . 638, de 28 de d e z embro de 2 0 0 7 . Al tera as In str u ções

C VM n ° 2 47 , de 2 7 d e m ar ço d e

A c esso e m: 1 5

1 996 e 331, de 4 d e a b ril de 2000 . Di s poní ve l e m : < h t tp . z/www.cvm . gov.br > .

ju1200 8 .

o N ota E x pl icati v a

à Ins tru ção

CVM n ? 469 , de 02 de mai o de 2008. R ef. In s trução

CVM n ? 469, de 2 de maio

dezembro de 2007 e a lt era a s In s tr uções C VM n ° 24 7 , de 27 de m arço d e 1 996 e 33 1 , de 4 de

de

de 2008, que di s p õ e sobre a apli cação da Lei n ° 1 1.638 , de 28

a bril de 2 00 0. D i s p o n ív e l em: < ht tp:/ / www.cv m. g o v . br > .

A c esso e m : 1 5 ju1 2 008 .

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U DÍ CI B U S ,

Se r g io de; MAR T I NS,

El iseu ; G ELBCKE,

E rn es to R ub ens .

Manua l

de

C

ont a bilidade

d as S ocied a des

por A ções . 4 a E d . S ão Paul o: Atlas , 1 995.

 

MARION,

Carlo s ;

RE I S, Arna l do ;

Sérgio . Con s ideraçõ e s

so bre

a s

mudanç a s

Jo s é na s

D e monstraçõe s

l U DICÍBUS , -

F inanc e ira s

L ei

1 1 . 638 / 07 .

Di s p on í ve l

em:

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h ttp : // m ar i o n. pr o.br> .

Acess o em: 22 a br 2008.

 

S

I L VA , A n tô ni o

Car l os Rib e iro

da

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M etodologi a

da pesquisa

aplica d a

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cont a b i lidade .

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S I LVA , Ed s on Co r deiro. G o v ern a nç a Cor po r a tiva

n as E mpresas.

São Pau l o : Atlas, 2006.

ESTRUTURA DE UM RESUMO

O resumo para artigos científicos e monografias é o do tipo indicativo e deve conter:

• 150 a 500 palavras (monografia, teses, dissertações e relatórios científicos).

• 100 a 250 palavras (artigo científico) .

• SO a 100 palavras os destinados a indicações breves.

" Os resumos críticos, por suas características especiais, não estão sujeitos

a limite de palavras.

• O resumo deve ser precedido da referência do documento, com exceção do resumo inserido no próprio documento.

• Frases concisas e afirmativas e não enumeração de tópicos.

• Parágrafo único e uma lauda(página).

• Escrito na 3~ pessoa do singular.

• A primeira frase deve ser significativa explicando o tema principal da monografia, depois texto sobre memória, estudo de caso , análise da situação, etc.

" Objetivo/finalidades,

• Verbo na voz ativa.

metodologia, resultados e conclusões.

• Logo após o resumo deve vir as palavras-chave que são palavras representativas do conteúdo do documento, escolhida, preferentemente, em vocabulário controlado.

• As palavras-chave devem ser separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto.

Devem-se evitar em um resumo:

a - Símbolos e contrações que não sejam de uso corrente;

b - Fórmulas, equações, diagramas etc., que não sejam absolutamente necessários; quando seu emprego for imprescindível, defini-Ios na primeira vez que aparecerem .