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DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011.( É a regulamentação da lei 8080)

A lei 8080 foi feita no ano de 1990 , porem ela só foi regulamentada em 2011 através desta lei 7508 que veremos a seguir.

Os objetivos do decreto é regulamentar a lei 8080 para dispor sobre a organização SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa.

Conceitos que caem;

Região de Saúde - espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde;

Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde ( COAPS) - acordo de colaboração firmado entre entes federativos com a finalidade de organizar e integrar as ações e serviços de saúde na rede regionalizada e hierarquizada, com definição de responsabilidades, indicadores e metas de saúde, critérios de avaliação de desempenho, recursos financeiros que serão disponibilizados, forma de controle e fiscalização de sua execução e demais elementos necessários à implementação integrada das ações e serviços de saúde; é um acordo de colaborações, um contrato ( então para que um região de saúde funcione devemos fazer um acordo de cooperação que é o COAPS). Vale ressaltar que o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde garante maior segurança jurídica à avença interfederativa, obrigando os entes ao seu cumprimento, sob pena de as cláusulas penais serem executadas, o que difere dotermo de compromisso do Pacto pela Saúde de 2006 que não garantia essa segurança jurídica aos seus signatários.

Portas de Entrada - serviços de atendimento inicial à saúde do usuário no SUS;( o primeiro atendimento inicial que o cara vai, ex. atendimento básico, emergências etc ) ..

Comissões Intergestores ( cai muito em prova) - instâncias de pactuação consensual entre os entes federativos para definição das regras da gestão compartilhada do SUS;

Comissões intergestores

<a href=DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. ( É a regulamentação da lei 8080) A lei 8080 foi feita no ano de 1990 , porem ela só foi regulamentada em 2011 através desta lei 7508 que veremos a seguir. Os objetivos do decreto é regulamentar a lei 8080 para dispor sobre a organização SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa. Conceitos que caem; Região de Saúde - espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde; Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde ( COAPS) - acordo de colaboração firmado entre entes federativos com a finalidade de organizar e integrar as ações e serviços de saúde na rede regionalizada e hierarquizada, com definição de responsabilidades, indicadores e metas de saúde, critérios de avaliação de desempenho, recursos financeiros que serão disponibilizados, forma de controle e fiscalização de sua execução e demais elementos necessários à implementação integrada das ações e serviços de saúde; é um acordo de colaborações, um contrato ( então para que um região de saúde funcione devemos fazer um acordo de cooperação que é o COAPS). Vale ressaltar que o Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde garante maior segurança jurídica à avença interfederativa, obrigando os entes ao seu cumprimento, sob pena de as cláusulas penais serem executadas, o que difere do termo de compromisso do Pacto pela Saúde de 2006 que não garantia essa segurança jurídica aos seus signatários. Portas de Entrada - serviços de atendimento inicial à saúde do usuário no SUS;( o primeiro atendimento inicial que o cara vai, ex. atendimento básico, emergências etc ) .. Comissões Intergestores ( cai muito em prova) - instâncias de pactuação consensual entre os entes federativos para definição das regras da gestão compartilhada do SUS ; Comissões intergestores CIB = BIPARTITE CIT = TRIPARTITE CIR = REGIONAL Já em relação as Comissões Intergestores o Decreto 7508 criou além das existentes CIT e CIB a Comissão Intergestores Regional - CIR , no âmbito regional, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde para efeitos administrativos e operacionais, devendo observar as diretrizes da CIB. Mapa da Saúde - descrição geográfica da distribuição de recursos humanos e de ações e serviços de saúde ofertados pelo SUS e pela iniciativa privada, considerando-se a capacidade instalada existente, os investimentos e o desempenho aferido a partir dos indicadores de saúde do sistema; Rede de Atenção à Saúde - conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de complexidade crescente, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde; " id="pdf-obj-0-36" src="pdf-obj-0-36.jpg">

CIB = BIPARTITE

CIT = TRIPARTITE

CIR = REGIONAL

em

relação

as

Comissões

Intergestores

o

Decreto

7508

criou

além

das

existentes CIT e CIB a Comissão Intergestores Regional - CIR, no âmbito regional, vinculada à

Secretaria Estadual de Saúde para efeitos administrativos e operacionais, devendo observar as diretrizes da CIB.

Mapa da Saúde - descrição geográfica da distribuição de recursos humanos e de ações e serviços de saúde ofertados pelo SUS e pela iniciativa privada, considerando-se a capacidade instalada existente, os investimentos e o desempenho aferido a partir dos indicadores de saúde do sistema;

Rede de Atenção à Saúde - conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de complexidade crescente, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde;

Serviços Especiais de Acesso Aberto - serviços de saúde específicos para o atendimento da pessoa que, em razão de agravo ou de situação laboral, necessita de atendimento especial;

Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica ( protocolo = documento) documento que estabelece: critérios para o diagnóstico da doença ou do agravo à saúde; o tratamento preconizado, com os medicamentos e demais produtos apropriados, quando couber; as posologias recomendadas; os mecanismos de controle clínico; e o acompanhamento e a verificação dos resultados terapêuticos, a serem seguidos pelos gestores do SUS.

No

âmbito hierárquico

do

sistema

o

Decreto

estabeleceu

ainda

que

a Atenção

primária seja ordenadora do SUS (aos demais serviços). O decreto cobra maior resolutividade e

atenção

integral dos municípios

e,

somente os serviços que

não forem possíveis para um

determinado

município

ofertar,

serão

prestados

nas

regiões

de

saúde.

Por último, porém não menos importante, o Decreto criou a Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde - RENASES:

- compreende todas as ações e serviços que o SUS oferece ao usuário para atendimento da integralidade da assistência à saúde.

e, a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME:

- A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME compreende a seleção e a padronização de medicamentos indicados para atendimento de doenças ou de agravos no âmbito do SUS.

Fica bem claro, portanto, que o objetivo principal do Decreto 7508 foi de determinar as responsabilidades de cada ente federativo sobre a oferta e organização das ações e serviços de saúde, por meio de contrato jurídico; estabelecer requisitos mínimos para a definição das Regiões de Saúde; priorizar a atenção primária como a principal porta de entrada do SUS; impor metas e indicadores para o planejamento da saúde; e definir o padrão da integralidade da assistência. O decreto consolida normas que estão na Lei 8.080, porém não explicitadas até então, possibilitando maior transparência para a gestão da Saúde e, com isso, fortalecendo o controle social. Somado a essas mudanças positivas que o Decreto 7508 trouxe para Saúde Pública Brasileira está a Regulamentação da Emenda Constitucional 29 pela Lei Complementar 141, que trata do financiamento do SUS e que se faz muito importante, uma vez

que, não poderia sair do papel o Decreto 7508 se não houvesse uma regulamentação da questão da EC 29 e um fortalecimento do financiamento do SUS, embora esse tema está ainda em discussão

pela participação mais “acentuada” da união no financiamento da Saúde Pública.

DA ORGANIZAÇÃO DO SUS

Art. 3 o O SUS é constituído pela conjugação das ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde executados pelos entes federativos, de forma direta ou indireta, mediante a participação complementar da iniciativa privada, sendo organizado de forma regionalizada e hierarquizada.

Das Regiões de Saúde

4 .As Regiões de Saúde serão instituídas pelo Estado, em articulação com os Municípios, respeitadas as diretrizes gerais pactuadas na Comissão Intergestores Tripartite - CIT a que se refere o inciso I do art. 30.

O estado determina que tais municípios vão fazer uma região de saúde, não é só determinar não e isso tem que ter diretrizes para isso( tem a mesma cultura, tem distancia favorável para levar e trazer as pessoas , um município tem mais ou menos a renda do outro, um não vai gastar mais do que o outro e assim por diante, tem vários critérios tudo é determinado pela comissão intergestores tripartite.

Comissão gestora Tripartite ( 3 esferas)

É regida por

DA ORGANIZAÇÃO DO SUS Art. 3 O SUS é constituído pela conjugação das ações e serviços

Entre a federação

O estado

Município

Comissão gestora Bipartite ( 2 esferas ) É regida por
Comissão gestora Bipartite
( 2 esferas )
É regida por

Estado

Municipio

A instituição de Regiões de Saúde situadas em áreas de fronteira com outros países deverá respeitar as normas que regem as relações internacionais.

Art. 5 o Para ser instituída, a Região de Saúde deve conter, no mínimo, ações e serviços de:

I - atenção primária; ( que é atenção básica, postinho de saúde)

II - urgência e emergência;

III - atenção psicossocial;

IV - atenção ambulatorial especializada e hospitalar; ( tem q ter o ginecologista, o pediatra,

psiquiatra, o cardiologista etc

...

)

V - vigilância em saúde.

Não precisa ser naquele municípios , mas sim naquela região que eu quero forma deve ter no mínimo isso ai citado, se n tiver n posso formar.

Parágrafo único. A instituição das Regiões de Saúde observará cronograma pactuado nas Comissões Intergestores. As regiões de saúde tem que observar as diretrizes da comissão intergestores CIT( tripartite).

Art. 7 o As Redes de Atenção à Saúde estarão compreendidas no âmbito de uma Região de Saúde, ou de várias delas, em consonância com diretrizes pactuadas nas Comissões Intergestores.

Parágrafo único. Os entes federativos definirão os seguintes elementos em relação às Regiões de Saúde:

  • I - seus limites geográficos;

    • II - população usuária das ações e serviços;

      • III - rol de ações e serviços que serão ofertados; e

IV - respectivas responsabilidades, critérios de acessibilidade e escala para conformação dos serviços.

Da Hierarquização ( do mais baixo para o mal alto)

Art. 8 o O acesso universal, igualitário e ordenado( do mais baixo para o mais alto nivel) às ações e serviços de saúde se inicia pelas Portas de Entrada do SUS ( primeiro atendimento) e se completa na rede regionalizada e hierarquizada, de acordo com a complexidade do serviço.

Art. 9 o São Portas de Entrada às ações e aos serviços de saúde nas Redes de Atenção à Saúde os serviços:

  • I - de atenção primária;

    • II - de atenção de urgência e emergência;

      • III - de atenção psicossocial; e

IV - especiais de acesso aberto. Ex. hospital especializado

Parágrafo único. Mediante justificativa técnica e de acordo com o pactuado nas Comissões Intergestores, os entes federativos poderão criar novas Portas de Entrada às ações e serviços de saúde, considerando as características da Região de Saúde. Ex . um barco para levar o povo

Art. 10. Os serviços de atenção hospitalar e os ambulatoriais especializados, entre outros de maior

complexidade e densidade tecnológica, serão referenciados pelas Portas de Entrada de que trata o art.

9

o .

Art. 11. O acesso universal e igualitário às ações e aos serviços de saúde será ordenado pela atenção primária e deve ser fundado na avaliação da gravidade do risco individual e coletivo e no critério cronológico, observadas as especificidades previstas para pessoas com proteção especial, conforme legislação vigente.

O acesso tem que começar na atenção primaria, pois 80 % das doenças se resolve nesta etapa. Depois sim se hierarquiza, mas claro se a pessoa tem um proteção especial, necessidade especial pode ser mudado

Parágrafo único. A população indígena contará com regramentos diferenciados de acesso, compatíveis com suas especificidades e com a necessidade de assistência integral à sua saúde, de acordo com disposições do Ministério da Saúde. Exemplo. Em vez de o índio ir no posto é o posto que tem q ir ate ele por exemplo ..

Art. 12. Ao usuário será assegurada a continuidade do cuidado em saúde, em todas as suas modalidades, nos serviços, hospitais e em outras unidades integrantes da rede de atenção da respectiva região.

Parágrafo único. As Comissões Intergestores pactuarão as regras de continuidade do acesso às ações e aos serviços de saúde na respectiva área de atuação.

Art. 13. Para assegurar ao usuário o acesso universal, igualitário e ordenado às ações e serviços de saúde do SUS, caberá aos entes federativos, além de outras atribuições que venham a ser pactuadas pelas Comissões Intergestores:

I - garantir a transparência, a integralidade e a equidade no acesso às ações e aos serviços de saúde;

II - orientar e ordenar os fluxos das ações e dos serviços de saúde;

III - monitorar o acesso às ações e aos serviços de saúde;

IV - ofertar regionalmente as ações e os serviços de saúde.

Art. 14. O Ministério da Saúde( vai auxiliar ) disporá sobre critérios, diretrizes, procedimentos e demais medidas que auxiliem os entes federativos no cumprimento das atribuições previstas no art.

13.

DO PLANEJAMENTO DA SAÚDE

Art. 15. O processo de planejamento da saúde será ascendente e integrado, do nível local até o federal, ouvidos os respectivos Conselhos de Saúde, compatibilizando-se as necessidades das políticas de saúde com a disponibilidade de recursos financeiros.

§ 1 o O planejamento da saúde é obrigatório ( Sem ele não se faz nada no SUS) para os entes públicos e será indutor de políticas para a iniciativa privada.

§ 2 o A compatibilização de que trata o caput será efetuada no âmbito dos planos de saúde, os quais serão resultado do planejamento integrado dos entes federativos, e deverão conter metas de saúde.

§ 3 o

O

Conselho

Nacional de Saúde

estabelecerá as diretrizes a serem observadas na

elaboração dos planos de saúde, de acordo com as características epidemiológicas e da

organização de serviços nos entes federativos e nas Regiões de Saúde.

Art. 16. No planejamento devem ser considerados os serviços e as ações prestados pela iniciativa privada, de forma complementar ou não ao SUS, os quais deverão compor os Mapas da Saúde regional, estadual e nacional.

No planejamento deve ter se vai iniciativa privada trabalhando no SUS ou não e quanto que vai gastar dentro daquele mapa

Art. 17. O Mapa da Saúde ( recursos) será utilizado na identificação das necessidades de saúde e orientará o planejamento integrado dos entes federativos, contribuindo para o estabelecimento de metas de saúde.

Art. 18.

O

planejamento

da

saúde

em

âmbito estadual deve ser realizado de maneira

regionalizada, a partir das necessidades dos Municípios, considerando o estabelecimento de metas de saúde.

O município ele tem objetivos na saúde, tem metas vai reunir com seu conselho municipal de saúde estipular estas metas e objetivos e vai fazer um planejamento, um plano municipal de saúde vai levar isso ao estado e o estado vai levar para federação, quem vai determinar mesmo é o conselho nacional de saúde.

Art. 19.

Compete à Comissão Intergestores Bipartite - CIB de que trata o inciso II do art. 30

pactuar as etapas do processo e os prazos do planejamento municipal em consonância com os

planejamentos estadual e nacional.

Quando o município faz um planejamento ele vai levar ao estado, a comissão inergestores Bipartite CIB ( que é municipal e estadual), vai analisar este planejamento, vai estipular metas, objetivos vai fazer um documento e vai levar isso lá comissão intergestores TRipartitie sempre de acordo com o planejamento nacional, vai organizar integrando o município e o estado com o planejamento nacional.

Função da CIB regionalizar organizar o planejamento municipal ( são feitos nos municípios e julgados la na CIB), este ve o que é bom ou o que é ruim e vai levar para CIT.

DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE

Art. 20. A integralidade da assistência à saúde se inicia e se completa na Rede de Atenção à Saúde, mediante referenciamento do usuário na rede regional e interestadual, conforme pactuado nas Comissões Intergestores.

Porque vimos que a região tem que dar todo o suporte, a rede não ta dentro da região ou de varias regiões , então a integralidade da assistência a saúde tem iniciar e terminar na rede de saúde. Deve ser tratado dentro de sua rede de saúde.

Da Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde - RENASES

Art. 21. A Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde - RENASES compreende todas as ações e serviços que o SUS oferece ao usuário para atendimento da integralidade da assistência à saúde.

RENASES compreende a ser uma lista de serviços e ações que o SUS faz para atendimento integral da pessoa e da coletividade, esta lista se chama RENASES.

Art. 22.

O Ministério da Saúde disporá sobre a RENASES em âmbito nacional, observadas as

diretrizes pactuadas pela CIT.

Parágrafo único. A

cada

dois anos,

o

Ministério

da

Saúde

consolidará

e

publicará

as

atualizações da RENASES.

Art. 23. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios pactuarão nas respectivas Comissões Intergestores as suas responsabilidades em relação ao rol de ações e serviços constantes da RENASES.

Art. 24.

Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão adotar relações específicas e

complementares de ações e serviços de saúde, em consonância com a RENASES, respeitadas as

responsabilidades dos entes pelo seu financiamento, de acordo com o pactuado nas Comissões Intergestores.

Não precisa fazer somente o que ta na renases, eles poderam fazer coisa fora da renases, mas sempre respeitando o que foi estipulado pela comissão intergestores.

Da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME

Art. 25. A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME compreende a seleção e a padronização de medicamentos indicados para atendimento de doenças ou de agravos no âmbito do SUS.

Parágrafo único. A RENAME será acompanhada do Formulário Terapêutico Nacional - FTN que subsidiará a prescrição, a dispensação e o uso dos seus medicamentos.

La na lista de medicamentos padronizados vai vir junto o formulário terapêutico nacional (FTN ele vai das prescrição -dipirona, tantos mg em tantas horas em tantas horas, dispensação comprimidos liquido, charope e o uso deste medicamento )

Art. 26.

O Ministério da

Saúde é o órgão competente para

dispor sobre a

RENAME e os

Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas em âmbito nacional, observadas as diretrizes

pactuadas pela CIT.

Parágrafo único. A

cada

dois anos,

o

Ministério

da

Saúde

consolidará

e

publicará

as

atualizações da RENAME, do respectivo FTN e dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas.

Art. 27. O Estado, o Distrito Federal e o Município poderão adotar relações específicas e complementares de medicamentos, em consonância com a RENAME, respeitadas as responsabilidades dos entes pelo financiamento de medicamentos, de acordo com o pactuado nas Comissões Intergestores.

REPASSE FINAL ATE AQUI aula 2.4 FINal

Para poder receber o remédio la no posto.

Art. 28.

O

acesso

cumulativamente:

universal

e

igualitário

à assistência farmacêutica pressupõe,

I - estar o usuário assistido por ações e serviços de saúde do SUS;

II - ter o medicamento sido prescrito por profissional de saúde, no exercício regular de suas funções no SUS;

III - estar a prescrição em conformidade com a RENAME e os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas ou com a relação específica complementar estadual, distrital ou municipal de medicamentos; e

IV - ter a dispensação ocorrido em unidades indicadas pela direção do SUS.

O cara vai ter todos os remédios quando for assistido no SUS, quando o medico do SUS passar o remédio para ele um profissional habilitado, quando a prescrição estiver de acordo com a rename (lista dos medicamentos ) com os protocolos clínicos e diretrizes farmacêuticos 0), pode os municípios colocarem alguns remédios q n estejam no rename.

§ 1 o Os entes federativos( municípios, estados, união) poderão ampliar o acesso do usuário à assistência farmacêutica, desde que questões de saúde pública o justifiquem.

Se o município ou estado quiserem colocar mais remédio pode , desde que n invente muito para tirar dinheiro dos cofres públicos, sendo dentro da saúde publica e que justifique tal gasto dai pode.

§ 2 o

O

Ministério

da

Saúde

poderá

estabelecer regras diferenciadas de acesso a

medicamentos de caráter especializado.

Art. 29. A RENAME e a relação específica complementar estadual, distrital ou municipal de medicamentos somente poderão conter produtos com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA.

Das Comissões Intergestores

Art. 30. As Comissões Intergestores pactuarão a organização e o funcionamento das ações e serviços de saúde integrados em redes de atenção à saúde, sendo:

I - a CIT, no âmbito da União, vinculada ao Ministério da Saúde para efeitos administrativos e operacionais;

II - a

CIB,

no âmbito do Estado, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde

administrativos e operacionais; e

para efeitos

III - a Comissão Intergestores Regional - CIR, no âmbito regional, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde para efeitos administrativos e operacionais, devendo observar as diretrizes da CIB.

Art. 31. Nas Comissões Intergestores, os gestores públicos de saúde poderão ser representados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde - CONASS, pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde - CONASEMS e pelo Conselho Estadual de Secretarias Municipais de Saúde - COSEMS. Se habituar com as siglas.

Art. 32. As Comissões Intergestores pactuarão:

I - aspectos operacionais, financeiros e administrativos da gestão compartilhada do SUS, de acordo com a definição da política de saúde dos entes federativos, consubstanciada nos seus planos de saúde, aprovados pelos respectivos conselhos de saúde;

II - diretrizes gerais sobre Regiões de Saúde, integração de limites geográficos, referência e contrarreferência e demais aspectos vinculados à integração das ações e serviços de saúde entre os entes federativos;

III - diretrizes de âmbito nacional, estadual, regional e interestadual, a respeito da organização das redes de atenção à saúde, principalmente no tocante à gestão institucional e à integração das ações e serviços dos entes federativos;

IV - responsabilidades dos entes federativos na Rede de Atenção à Saúde, de acordo com o seu porte demográfico e seu desenvolvimento econômico-financeiro, estabelecendo as responsabilidades individuais e as solidárias; e

V - referências das regiões intraestaduais e atendimento da integralidade da assistência.

interestaduais de atenção à saúde

para

o

Parágrafo único. Serão de competência exclusiva da CIT a pactuação:

I - das diretrizes gerais para a composição da RENASES;

II - dos critérios para o planejamento integrado das ações e serviços de saúde da Região de Saúde, em razão do compartilhamento da gestão;

III - das diretrizes nacionais, do financiamento e das questões operacionais das Regiões de Saúde situadas em fronteiras com outros países, respeitadas, em todos os casos, as normas que regem as relações internacionais.

Do Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde ( COAPS)

Art. 33. O acordo de colaboração entre os entes federativos para a organização da rede interfederativa de atenção à saúde será firmado por meio de Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde.

Para que um município tenha um acordo com outro município para firmar uma rede de saúde ele tem q fazer um contrato, o COAPS. Vai acontecer alguma coisa entre os municípios, ou estados devemos fazer um contrato e este contrato se chama, COAPS.

Art. 34. O objeto do Contrato Organizativo de Ação Pública da Saúde é a organização e a integração das ações e dos serviços de saúde, sob a responsabilidade dos entes federativos em uma Região de Saúde, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência aos usuários.

Parágrafo único. O Contrato Organizativo de Ação Pública da Saúde resultará da integração dos planos de saúde dos entes federativos na Rede de Atenção à Saúde, tendo como fundamento as pactuações estabelecidas pela CIT.

Art. 35. O Contrato Organizativo de Ação Pública da Saúde definirá as responsabilidades individuais ( de cada município, de cada estado) e solidárias dos entes federativos com relação às ações e serviços de saúde, os indicadores e as metas de saúde, os critérios de avaliação de desempenho, os recursos financeiros que serão disponibilizados, a forma de controle e fiscalização da sua execução e demais elementos necessários à implementação integrada das ações e serviços de saúde.

Ele para ser assinado vai falar, olha fulano vc quer entrar em nossa rede de saúde, vai ter fazer

80 raio x por mês no mínimo , se vc n fizer vc n pode entrar, e destes 80 raio x 10 tem q ser

digital

ta

tudo escrito la são as responsabilidades, isso tanto para um hospital Zinho quanto

... município , quanto ao estado. Tudo de acordo com as diretrizes da CIT. Em outras palavrsa tudo que vai ser feito entre um município e outro, entre um estado e outro tem q ter um contrato, tem q ter o COAPS, e neste documento deve ser escrito cada responsabilidade de cada pessoa, seja na ação

serviços, seja sofre financeiro ..

tipo

quanto vai gastar, quanto vai pagar . E tudo que vai ser feito

para ser colocado dentro de COAPS deve ser feito respeitando as diretrizes do CIT.

A forma que

é utilizada para

ver

se tudo esta

sendo feito corretamente dentro do que foi

estabelecido no COAPS, é verificar no sistema( SIS)

corretamento

...

concluo

verificando

e vendo que tudo esta sendo feito

.. que o COAPS esta sendo respeitado, senão caso contrario não sendo

respeitado o COAPS vai ter que sofrer mudanças. Assim um município ou estado pode ser responsabilizado do seu desempenho

Art. 36. O Contrato Organizativo da Ação Pública de Saúde conterá as seguintes disposições essenciais:

I - identificação das necessidades de saúde locais e regionais;

II - oferta de ações e serviços de vigilância em saúde, promoção, proteção e recuperação da saúde em âmbito regional e inter-regional;

III - responsabilidades assumidas pelos entes federativos perante a população no processo de regionalização, as quais serão estabelecidas de forma individualizada, de acordo com o perfil, a organização e a capacidade de prestação das ações e dos serviços de cada ente federativo da Região de Saúde;

IV - indicadores e metas de saúde;

V - estratégias para a melhoria das ações e serviços de saúde;

VI - critérios de avaliação dos resultados e forma de monitoramento permanente;

VII - adequação das ações e dos serviços dos entes federativos em relação às atualizações realizadas na RENASES;

VIII - investimentos na rede de serviços e as respectivas responsabilidades; e

IX - recursos financeiros que serão disponibilizados por cada um dos partícipes para sua execução.

Parágrafo único. O Ministério da Saúde poderá instituir formas de incentivo ao cumprimento das metas de saúde e à melhoria das ações e serviços de saúde.

Não só no COAPS

..

em

qualquer anto da saúde ele pode instituir incentivos

Art. 37. O Contrato Organizativo de Ação Pública de Saúde observará as seguintes diretrizes básicas para fins de garantia da gestão participativa: falou em diretrizes se lembra da CIT, pois tudo deve ser de acordo com as comissões intergestores .

I - estabelecimento de estratégias que incorporem a avaliação do usuário das ações e dos serviços, como ferramenta de sua melhoria;

II - apuração permanente das necessidades e interesses do usuário;

III - publicidade dos direitos e deveres do usuário na saúde em todas as unidades de saúde do SUS, inclusive nas unidades privadas que dele participem de forma complementar.

Art. 38.

A

humanização

do

atendimento

do

usuário

será

fator

determinante

para

o

estabelecimento das metas de saúde previstas no Contrato Organizativo de Ação Pública de Saúde.

Art. 39. As normas de elaboração e fluxos do Contrato Organizativo de Ação Pública de Saúde serão pactuados pelo CIT, cabendo à Secretaria de Saúde Estadual coordenar a sua implementação.

Art. 40.

O

Sistema

Nacional

de

Auditoria

e

Avaliação

do

SUS,

por

meio

de

serviço

especializado, fará o controle e a fiscalização do Contrato Organizativo de Ação Pública da Saúde.

Art. 41. Aos partícipes caberá monitorar e avaliar a execução do Contrato Organizativo de Ação Pública de Saúde, em relação ao cumprimento das metas estabelecidas, ao seu desempenho e à aplicação dos recursos disponibilizados.

Parágrafo único. Os partícipes incluirão dados sobre o Contrato Organizativo de Ação Pública de Saúde no sistema de informações em saúde organizado pelo Ministério da Saúde( o SIS) e os encaminhará ao respectivo Conselho de Saúde para monitoramento.

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 42. Sem prejuízo das outras providências legais, o Ministério da Saúde informará aos órgãos de controle interno e externo:

I - o descumprimento injustificado de responsabilidades na prestação de ações e serviços de saúde e de outras obrigações previstas neste Decreto;

II - a não apresentação do Relatório de Gestão a que se refere o inciso IV do art. 4º da Lei no 8.142, de 1990;

III - a não aplicação, malversação ou desvio de recursos financeiros; e

IV - outros atos de natureza ilícita de que tiver conhecimento.

Vão deixar de receber e serão punidos nos rigores da lei.

Art. 43. A primeira RENASES é a somatória de todas as ações e serviços de saúde que na data da publicação deste Decreto são ofertados pelo SUS à população, por meio dos entes federados, de forma direta ou indireta.

Art. 44. O Conselho Nacional de Saúde estabelecerá as diretrizes de que trata o § 3 o do art. 15 no prazo de cento e oitenta dias a partir da publicação deste Decreto.

Aula 3.1 revisão.