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CURSO ON-LINE: AUDITORIA CONTÁBIL EM EXERCÍCIOS PARA ANALISTA BACEN PROFESSORES: DAVI BARRETO E FERNANDO GRAEFF AULA DEMONSTRATIVA

Introdução

01

Aula 00 – Demonstrativa

03

Lista de questões

11

Bibliografia

13

Introdução
Introdução

Prezado Aluno,

É com muita satisfação que ministraremos para você, a quatro mãos, o curso de Auditoria em exercícios para o concurso de Analista do Banco Central do Brasil – área 5.

Antes de darmos início a nossa aula demonstrativa, permitam-nos falar um pouco sobre nós.

Meu nome é Davi Barreto, sou cearense, me graduei em engenharia eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Atualmente, sou Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU), tendo obtido o 1° lugar no concurso de 2007, e mestrando em economia na UNB.

Meu nome é Fernando Graeff, sou Gaúcho de Caxias do Sul. Sou formado em Administração de Empresas e, antes de entrar no serviço público, trabalhei mais de 15 anos na iniciativa privada.

Sou ex-Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil, trabalhei nas Unidades Centrais deste Órgão. Atualmente, exerço o cargo de Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União. No serviço público, exerci ainda os cargos de Analista de Finanças e Controle da Secretaria do Tesouro Nacional - área contábil – em Brasília e de Analista de Orçamento do Ministério Público Federal em São Paulo.

Feitas as apresentações, vamos falar um pouco sobre nosso curso.

Neste curso trataremos exclusivamente da auditoria contábil que faz parte do conteúdo programático da disciplina de contabilidade da área 5.

Você deve saber que em um concurso tão concorrido como este, cada questão é importantíssima para a sua aprovação, assim, não podemos negligenciar nenhum dos conteúdos previstos nos editais, principalmente estes de peso 2.

Porém, como são muitas matérias e o tempo até a prova é curto, optamos por formatar um curso de exercícios, bem focado naquilo que é mais cobrado pelas bancas, principalmente pela Cesgranrio, especialmente desenvolvido para que você, na medida em que aprende a matéria, treine para o dia da prova.

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Vamos abordar todos os tópicos do edital, utilizaremos preferencialmente questões da Cesgranrio, relacionando os diversos conceitos que a matéria traz com as principais normas. Caso seja necessário, na falta de questões da Cesgranrio, utilizaremos questões de outras bancas com estilo semelhante (FCC, ESAF, etc.).

Muitas vezes, notamos que os alunos se esforçam muito tentanto decorar as diferentes normas de auditoria, sem entender os conceitos e a lógica que envolve essa disciplina.

Você verá que auditoria é uma ciência muito intuitiva e, se conseguir entender os diferentes conceitos envolvidos e compreender como as coisas se relacionam, não será difícil ter sucesso na hora da prova.

Nosso

curso

será

dividido em

duas aulas,

uma

por

semana. Esta aula

demonstrativa contém uma pequena parte do conteúdo da aula 01 para que

você avalie nossa forma de trabalho.

As aulas não serão muito extensas, pois como dissemos, seremos o mais objetivos possíveis, mas, sem deixar nada de importante passar em branco. Apesar de ser um curso de exercícios, traremos a base teórica necessário para seu perfeito entendimento.

O quadro abaixo resume como será distribuído nosso cronograma de aulas:

Aula

Data

Tópicos abordados

Aula 0

 

Demonstrativa

   

Auditoria. Diferenças entre auditoria externa e interna.

Aula 1

05-01-2010

Auditoria interna - conceito, funções, objetivos e atribuições.

Aula 2

12-01-2010

Avaliação dos controles internos, revisão analítica, conferência de cálculos, inspeção de documentos, programas de trabalho, segregação de funções, análise do custo dos controles x benefícios, confronto dos ativos com os registros contábeis e auxiliares e acompanhamento de inventários.

Outra coisa: sempre colocaremos as questões discutidas durante a aula no final do arquivo, caso você queira tentar resolver as questões antes de ver os comentários.

E, por último, participe do Fórum de dúvidas, que é um dos diferenciais do Ponto. Lá você poderá tirar suas dúvidas, auxiliar outras pessoas e nos ajudar no aprimoramento dos nossos cursos.

Dito isto, mãos à obra ...

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Aula 0 - Demonstrativa

1 - (Auditor/INEA – 2008 – Cesgranrio) De acordo com a NBC T 12, aprovada pela Resolução CFC no 986/03, Auditoria Interna

compreende exames, análises,

avaliações,

levantamentos e

comprovações, metodologicamente estruturados, para a avaliação da

integridade, adequação, eficácia, eficiência e

 

economicidade dos

processos,

dos

sistemas

de

informações

e

de

controles internos

integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a

assistir

(A)

à administração da entidade, no cumprimento de seus objetivos.

 

(B)

ao gestor da entidade, exclusivamente, visando a identificar riscos de

fraude.

(C)

ao conselho consultivo da entidade, na verificação dos resultados obtidos.

(D)

aos órgãos consultivos, com

a finalidade

de realizar

os

testes de

observância.

 

(E)

aos órgãos de comando da entidade, para realizar os testes substantivos.

Resolução:

Atenção: Antes de iniciarmos, queremos esclarecer que os comentários dessas primeiras questões serão um pouco mais extensos, no decorrer das aulas, na medida em que vamos tomando contato com novos conceitos, acumulando conhecimentos, eles vão ficando mais sucintos.

Desta forma, antes de comentar essa primeira questão, vamos aprender

alguns

conceitos

básicos

sobre

auditoria independente.

auditoria

interna

e

de

sua relação com

a

A auditoria interna é aquela executada pela própria organização, com o objetivo de garantir o atingimento de seus objetivos institucionais, por meio da avaliação contínua de seus procedimentos e controles internos.

Esse tipo de auditoria surgiu como uma evolução ou ramificação da auditoria independente.

Historicamente, as empresas passaram a sentir necessidade de dar mais

ênfase às normas e aos procedimentos internos, como forma de se antecipar

às demandas por

regularidade

do ambiente externo.

Contudo, de

nada

adiantava

criar

procedimentos,

sem

que

houvesse o

normas e avaliação

a

acompanhamento e

empregados.

se

estes estavam sendo seguidos pelos

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Enfim, a auditoria interna nasceu da necessidade de acompanhar e de avaliar a correta aplicação das normas e procedimentos internos da empresa.

É uma ramificação da auditoria independente para atender à necessidade dos administradores em avaliar e monitorar seus controles internos.

Por sua vez, os controles internos são o conjunto integrado de métodos e procedimentos adotados pela própria organização para proteção de seu patrimônio e promoção da confiabilidade e tempestividade dos seus registros contábeis.

Falaremos sobre os detalhes dos controles internos de uma organização em outra aula, contudo, queremos destacar que a auditoria interna funciona como um órgão de assessoramento da administração.

De acordo com o CFC 1 , a auditoria interna compreende os exames, análises, avaliações, levantamentos e comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao ambiente e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir à administração da entidade no cumprimento de seus objetivos.

Ainda, segundo a referida Resolução, a atividade da Auditoria Interna está estruturada em procedimentos, com enfoque técnico, objetivo, sistemático e disciplinado, e tem por finalidade agregar valor ao resultado da organização, apresentando subsídios para o aperfeiçoamento dos processos, da gestão e dos controles internos, por meio da recomendação de soluções para as não- conformidades apontadas nos relatórios.

Ou seja, a auditoria interna assessora a entidade no cumprimento de seus objetivos e tem por finalidade agregar valor ao resultado da organização.

Os principais objetivos da auditoria interna são:

verificar

se

as normas

relativas ao

sistema contábil e de controles

internos estão sendo cumpridas

promover medidas de incentivo para o cumprimento das normas contábeis e dos controles internos;

verificar

a

necessidade

de

aperfeiçoamento

e

propor

novas

normas para o sistema contábil e de controles internos.

1 Resolução CFC 986/03 - NBC T 12 (Normas de Auditoria Interna)

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Bom, agora vamos responder à questão.

O enunciado nos traz a literalidade da norma na definição da auditoria interna.

Mas,

como

entendemos

que

é

mais

importante

compreender

do

que

simplesmente decorar, vamos comentar item a item.

Item (A) – correto. De fato, a auditoria interna assessora a administração da entidade com vistas ao cumprimento dos objetivos da organização, ou seja, a auditoria interna é proativa.

Item (B) – errado. Cuidado com expressões como “exclusivamente”, pois, são limitadoras, e como sabemos, para quase toda regra existem alguma exceção. Nesse caso, é claro que a auditoria interna não tem o propósito exclusivo de identificar fraudes, sua abrangência é muito maior que isso.

Item (C) – errado. Como dissemos a auditoria interna é proativa e não reativa, ela busca o atingimento de objetivos e não a simples verificação do cumprimento desses objetivos.

Item

(D)

e

(E)

– errados.

Veremos mais adiante o

que

são

os

testes de

observância e substantivos, porém, podemos adiantar que eles são um meio

para o atingimento dos objetivos e não uma finalidade em si.

Gabarito: A

2. (Auditor Júnior/Refap – 2007 – Cesgranrio) A atividade da Auditoria Interna, fundamentada em procedimentos técnicos, objetivos, sistemáticos e disciplinados, tem por finalidade:

  • (A) agregar valor ao resultado da organização.

  • (B) apresentar relato fundamentado de auditoria.

  • (C) elaborar os procedimentos de controle interno.

  • (D) preparar as demonstrações para o exame da auditoria externa.

  • (E) planejar o trabalho de campo da auditoria interna.

Resolução:

Aqui temos outra questão que nos remete à literalidade da norma.

Vimos que a auditoria interna assessora a entidade no cumprimento de seus objetivos e tem por finalidade agregar valor ao resultado da organização.

Desta forma, de acordo com a parte final dessa afirmação, o item (A) está correto.

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Item (B) – errado. Veremos mais adiante que a auditoria interna produz um documento chamado relatório de auditoria e não um simples relato.

Item

(C)

– errado.

A auditoria

interna

não

tem

por

finalidade elaborar os

procedimentos de controle interno, mas: verificar se esses controles estão funcionando; promover medidas de incentivo para que eles funcionem; e, verificar a necessidade de aperfeiçoamento e propor novas normas de controles internos.

Item (D) – errado. Quem prepara as demonstrações é o sistema contábil da entidade e não a auditoria interna.

Item (E) – errado. Um meio, nesse caso, o planejamento, não pode ser uma finalidade.

Gabarito: A

3. (Auditor/INEA – 2008 – Cesgranrio) A NBC P 3, aprovada pela Resolução no CFC 781/95, em relação à cooperação do Auditor Interno com o Auditor Independente, determina que o Auditor Interno deve

  • (A) auxiliar o Auditor Independente em todas as etapas do trabalho, assinando

o relatório de conclusões em conjunto com aquele.

  • (B) manter uma postura de absoluta distância em relação ao Auditor

Independente, visando a não contaminar os exames realizados por aquele.

  • (C) informar ao Auditor Independente a situação em que se encontram os

controles internos, mas, jamais deverá entregar àquele seus papéis de

trabalho.

  • (D) trabalhar em perfeita consonância com o Auditor Independente, somente

se houver autorização do conselho deliberativo, partilhando com aquele seus

papéis de trabalho e assinando o relatório em conjunto.

  • (E) apresentar os papéis de trabalho ao Auditor Independente, desde que

estabelecido pela administração da entidade em que atua, e entregar-lhe

cópias, quando este julgar necessário.

Resolução:

Essa

questão

trata

da

NBC

P

3,

aprovada

pela Resolução no

CFC 781/95,

segundo a qual o auditor interno pode realizar trabalhos de forma

compartilhada com profissionais de outras áreas.

No que se refere à cooperação com o auditor independente, a norma dispõe que o auditor interno, quando previamente estabelecido com a administração da entidade em que atua, e no âmbito de planejamento conjunto do trabalho a realizar, deve apresentar os seus papéis de trabalho ao auditor independente e entregar-lhe cópias, quando este entender necessário.

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Ou seja, trata-se de mais uma questão literal.

Item (A) – errado. Veremos mais adiante que o Auditor Independente emite um parecer que é de sua exclusiva responsabilidade, o auditor interno não o assina conjuntamente.

Item (B) – errado. Pelo contrário, o auditor interno deve cooperar com o auditor independente nos seus trabalhos.

Item (C) - errado. Vimos que o auditor interno, desde que estabelecido pela administração da entidade, deve compartilhar seus papéis de trabalho.

Item (D) – errado. Já vimos que o auditor interno deve cooperar com o auditor independente, portanto o termo “somente” invalida a questão, além disso, o

auditor interno não independente.

compartilha

a

responsabilidade

com

o

auditor

Item (E) – correto. É a literalidade da norma.

Gabarito: E

Antes de encerrarmos esta aula, vamos falar mais um pouquinho sobre a comparação entre a auditoria interna e a externa. Preste bastante atenção, pois essas definições nos serão muito úteis nas próximas aulas.

Vimos nas questões comentadas até o momento que o auditor interno vai além da simples verificação da correta aplicação de normas e procedimentos. Ele atua como um consultor para a empresa, por exemplo, promovendo medidas de incentivo e propondo aperfeiçoamentos no funcionamento organizacional. Dizemos que, além da auditoria contábil, também realiza auditoria operacional.

Trata-se, portanto, de uma atuação muito mais proativa, quando comparada à do auditor externo ou independente.

Isso quer dizer que o auditor independente, no decorrer do seu trabalho, não pode propor melhorias à organização?

Claro que não! Contudo, esse não é o seu objetivo principal. A auditoria independente é, primordialmente, contábil, enquanto que a auditoria interna é contábil e operacional.

O

auditor

independente

pode

descrever

os

principais

problemas

organizacionais, constatados

no

curso

do

seu

trabalho,

e

emitir

recomendações, em um documento denominado relatório-comentário.

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Mas,

no

fundo,

qual é a principal diferença entre as auditorias interna e

externa?

 

É a finalidade do trabalho.

Na auditoria independente, o objetivo é a emissão de um parecer (=opinião) sobre as demonstrações contábeis, destinado, principalmente, ao público externo (acionistas, credores etc.).

Já na auditoria interna, o objetivo é a elaboração de um relatório que comunique os trabalhos realizados, as conclusões obtidas e as recomendações e providências a serem tomadas.

Importante! Guarde isso: o auditor independente emite parecer, o auditor interno emite um relatório. Isso é muito cobrado em provas de concurso.

Todavia, não esqueça que o auditor externo também pode emitir um tipo de relatório (relatório-comentário). Contudo, seu objetivo principal é emitir um parecer.

Outro ponto importante se refere à extensão do trabalho nesses dois tipos de auditoria.

Na auditoria

interna,

os

trabalhos

são

desenvolvidos

de

forma

contínua ao longo do tempo, pois isso é inerente às atividades de acompanhamento e avaliação.

Enquanto isso, na auditoria independente, os trabalhos são realizados esporadicamente, de acordo com as exigências legais ou outras demandas para esse tipo de auditoria.

Consequentemente, o volume de testes e procedimentos realizados pelo auditor interno é maior que aquele realizado pelo auditor externo.

Ficou claro, até aqui?

Vamos seguir com a comparação entre esses dois tipos de auditoria.

A auditoria interna, assim como a independente, pode ser exercida nas pessoas jurídicas de direito público, interno ou externo, e de direito privado. Além disso, o auditor interno também deve ser contador registrado no Conselho Regional de Contabilidade.

Outra

diferença que caracteriza

empresa auditada.

o

auditor

interno

é

a

sua subordinação à

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O auditor interno, geralmente, é um empregado da empresa. Isso não quer dizer que essa atividade não possa ser desenvolvida, de forma terceirizada,

por uma

firma

de auditoria.

O

que interessa

é

o grau de subordinação

existente, seja do “empregado pessoa

física”

ou do “empregado pessoa

jurídica”.

O auditor

externo ou

independente, como

o próprio

nome

remete, não

é

subordinado à administração, pois deve emitir uma opinião sobre

as

demonstrações contábeis, fidedigna e livre de qualquer pressão da empresa

auditada.

Ainda sobre esse tópico, apesar de ser subordinado à administração, o auditor interno deve ter certa autonomia, naturalmente, menor que a do auditor independente. Contudo, aquele auditor deve produzir um trabalho livre de interferências internas.

Dessa forma, a auditoria interna deve ser subordinada apenas ao mais alto nível da administração, como, por exemplo, à Presidência ou ao Conselho de Administração.

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Vamos resumir as principais diferenças entre a auditoria interna e a auditoria externa no quadro abaixo.

 

Auditor Interno

Auditor Externo ou Independente

Relação com a empresa

é empregado da empresa

não possui vínculo empregatício

Grau de independência

menor

maior

Finalidade

elaboração de um relatório que comunique os trabalhos realizados, as conclusões obtidas e as recomendações e providências a serem tomadas

emissão de um parecer sobre a adequação das demonstrações contábeis

Tipos de

   

auditoria

contábil e operacional

contábil

Documento que produz

relatório

parecer

Público alvo

interno

interno e externo (principalmente o último)

Duração

contínua

Pontual

Volume de

   

testes

maior

Menor

Quem exerce a atividade

contador com registro no CRC

Onde é

em pessoas jurídicas de direito público, interno ou externo, e de

realizada

direito privado.

Finalizamos, aqui, a nossa aula demonstrativa, esperamos que você tenha gostado de nossa metodologia, nos vemos na próxima aula.

Um grande abraço, Davi e Fernando

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Lista de Questões

1 - (Auditor INEA – 2008 – Cesgranrio) De acordo com a NBC T 12, aprovada pela Resolução CFC no 986/03, Auditoria Interna

compreende exames, análises,

avaliações,

 

levantamentos

e

comprovações, metodologicamente estruturados, para a avaliação da

integridade, adequação, eficácia, eficiência e

economicidade dos

de

processos,

dos

sistemas

de

informações

e

controles internos

integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a

assistir

(A)

à administração da entidade, no cumprimento de seus objetivos.

 

(B)

ao gestor da entidade, exclusivamente, visando a identificar riscos de

fraude.

(C)

ao conselho consultivo da entidade, na verificação dos resultados obtidos.

 

(D)

aos órgãos consultivos, com

a finalidade

de realizar

os testes

de

observância.

 

(E)

aos órgãos de comando da entidade, para realizar os testes substantivos.

 

2. (Auditor Júnior Refap – 2007 – Cesgranrio) A atividade da Auditoria Interna, fundamentada em procedimentos técnicos, objetivos, sistemáticos e disciplinados, tem por finalidade:

(A)

agregar valor ao resultado da organização.

(B)

apresentar relato fundamentado de auditoria.

 

(C)

elaborar os procedimentos de controle interno.

(D)

preparar as demonstrações para o exame da auditoria externa.

 

(E)

planejar o trabalho de campo da auditoria interna.

 

3. (Auditor INEA – 2008 – Cesgranrio)

A

NBC

P

3, aprovada

pela

Resolução no CFC 781/95, em relação à cooperação do Auditor Interno

com o Auditor Independente, determina que o Auditor Interno deve

 

(A)

auxiliar o Auditor Independente em todas as etapas do trabalho, assinando

o relatório de conclusões em conjunto com aquele.

 

(B)

manter uma postura de absoluta distância em relação ao Auditor

Independente, visando a não contaminar os exames realizados por aquele.

 

(C)

informar ao Auditor Independente a situação em que se encontram os

controles internos, mas, jamais deverá entregar àquele seus papéis de trabalho.

(D)

trabalhar em perfeita consonância com o Auditor Independente, somente

se houver autorização do conselho deliberativo, partilhando com aquele seus

papéis de trabalho e assinando o relatório em conjunto. Davi Barreto e Fernando Graeff www.pontodosconcursos.com.br 11

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(E) apresentar os papéis de trabalho ao Auditor Independente, desde que estabelecido pela administração da entidade em que atua, e entregar-lhe cópias, quando este julgar necessário.

Gabarito:

1.

A

2.

A

3.

E

 

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Bibliografia
Bibliografia

BRASIL. Conselho Federal de Contabilidade. Resolução CFC 953/03 - NBC T 11 (Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis).

BRASIL. Conselho Federal de Contabilidade. Resolução CFC 986/03 - NBC T 12 (Normas de Auditoria Interna).

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Ed. Atlas, 2007.

ATTIE, Wiliam. Auditoria – Conceitos e Aplicações. São Paulo: Ed. Atlas, 2009.

BOYNTON, Marcelo Willian C. Auditoria. São Paulo: Ed. Atlas, 2002.

BRAGA, Hugo Rocha & Almeida, Marcelo Cavalcanti. Mudanças Contábeis na Lei Societária. São Paulo: Ed. Atlas, 2009.

FERREIRA, Ricardo J. Manual de Auditoria: teoria e questões comentadas. Rio de Janeiro: Ed. Ferreira, 2009.

JUND, Sérgio. Auditoria: conceitos, normas, técnicas e procedimentos. Rio de Janeiro: Ed. Campus-Elsevier, 2006.