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Exercícios

de

Matemática Financeira

e

Informática de Gestão

Autor

Vítor M. Matos

–––––––––––––— Docentes: –––––––––––––—

Pedro Cosme Vieira Vítor M. Matos

pcosme@fep.up.pt

vmatos@fep.up.pt

Matemática Financeira e Informática de Gestão Curso de Gestão Faculdade de Economia da Universidade do Porto Outubro de 2009

1

Taxa de Juros, Capitalização, Desconto e Rendas

1.1 Enunciado dos Exercícios da Secção 1

Exercício 1 Admita que uma instituição de crédito ao consumo (i) prevê uma inflação de 2,3% ao ano; (ii) pretende uma taxa anual de remuneração de 2,5%; (iii) e cobra uma taxa anual de juros de 15%. Calcule qual a probabilidade de incumprimento estimada pela instituição.

Exercício 2 Uma dívida de 1000capitalizada durante dois anos à taxa de 10% ao ano atinge um valor: a) Inferior a 1200; b) Igual a 1200; c) Superior a 1200.

Exercício 3 Uma dívida de 1000capitalizada durante seis meses à taxa de 10% ao ano atinge um valor: a) Inferior a 1050; b) Igual a 1050; c) Superior a 1050.

Exercício 4 Calcule o valor que 1000terão daqui a dois anos e meio admitindo uma taxa de juro de 4% ao ano.

Exercício 5 Calcule a taxa de juro implícita num empréstimo de 1000o qual será saldado com apenas um pagamento de:

a) 1105passado um ano;

b) 1105passado dois anos e três meses.

Exercício 6 Calcule quanto terá que depositar hoje para obter 1200daqui a 5 anos a uma taxa de juro de 4% ao ano.

Exercício 7 Considere que receberá um prémio daqui a 4 anos no valor de 5000e outro daqui a 6 anos no valor de 10000. Para uma taxa de juro de 3% ao ano, calcule o valor actual do conjunto dos dois prémios.

Exercício 8 Se alguém considera que receber 1000hoje é equivalente a receber 2000daqui a 10 anos, calcule a taxa de juro anual implícita na avaliação que indivíduo faz. O que pode dizer da taxa de inflação?

Exercício 9 Considere que, a título de empréstimo, recebe hoje 1250e outros 1250daqui a seis meses. Sabendo que saldará a dívida com apenas um pagamento daqui 30 meses, calcule o valor do pagamento sabendo que taxa de juro é 5% por ano.

Exercício 10 Considere que deposita numa conta, no fim de cada mês, 100durante 15 meses. Calcule o valor em conta no final dos 15 meses admitindo que é remunerado à taxa de juro de 4% ao ano. Repita os cálculos para depósitos efectuados no início de cada mês.

Exercício 11 Considere que aluga um terreno vitaliciamente a 1800anuais, postecipados. Ad- mitindo uma taxa de juro de 9% ao ano, calcule o valor do terreno.

Exercício 12 Considere que contraiu um empréstimo no valor de 10000a uma taxa de juro de 8% ao ano e que salda a dívida efectuando pagamentos mensais, constantes e postecipados durante 10 anos.

a) Calcule o valor das mensalidades;

b) encontre uma expressão algébrica a dívida ao fim de n [1, 120] meses, D n ;

c) Faça o gráfico de D n em função de n. (Compare com outros, por exemplo, aumente o juro para

20% anual; mude de 10 para 30 anos de contrato, o que acontece?)

Exercício 13 Considere que para comprar um bem no valor de 1000aceita efectuar 13 pagamentos de 85. O primeiro no acto da compra e os seguintes em intervalos de um mês. Portanto, leva exactamente um ano a saldar a sua dívida.

a) Calcule a taxa de juro implícita no contrato;

b) Compare o resultado da alínea (a) com o obtido no Exercício 5.a. Comente a diferença das

taxas apesar de, nos dois casos, o valor pago ser o mesmo, 1105, assim como o tempo de duração do contrato, 1 ano .

2

Exercício 14 Considere que contrai uma dívida no valor de 2000a uma taxa de juro de 9% ao

ano. Pelo contrato paga uma prestação anual (postecipada) constante durante n anos, sem que salde a dívida, pelo que no fim do contrato continuará devendo. Calcule o valor em dívida ao fim desses n anos se:

a) A prestação é de 200anuais e n = 10.

b) A prestação é de 180anuais e n qualquer.

Exercício 15 Considere que recebe de um banco um empréstimo mensal, postecipado, no valor de 200durante 3 anos. Após esses 3 anos, pagará uma renda de 200mensais, também postecipada, durante 4 anos. Calcule a taxa de juro implícita no contrato (use o Excel).

Exercício 16 Considere que recebe de um banco um empréstimo mensal, postecipado, no valor de 200durante 3 anos. Calcule a taxa de juro implícita no contrato se após esses 3 anos pagar postecipada (use técnicas analíticas, evitando ao máximo usar um computador):

a) Uma renda perpétua de 200mensais;

b) Uma renda de 200durante outros 3 anos;

c) Uma renda de 200durante 4 anos (note que este é o Exercício 15).

Exercício 17 (*) Considere que concede um empréstimo sobre o qual receberá juros ao fim de dois anos. Contudo, haverá duas capitalizações compostas, a primeira ao fim de um ano e a outra ao fim de dois anos. Admita que o contrato lhe permite escolher as taxas de juro anuais praticadas em ambos os anos, desde que satisfaçam a restrição da soma ser 10% ao ano. Diga que as taxas anuais escolheria.

Exercício 18 Considere o depósito Sempre a Abrir, DSA, e o depósito Mais do Mesmo, DMM, ambos com capitalização mensal e sem possibilidade de levantamento do dinheiro antes do fim do contrato, que dura um ano. Na tabela abaixo são apresentadas as taxas anuais efectivas usadas em cada mês, para ambos os depósitos. Podemos constatar que a taxa média anual é igual a 3% ao ano nos dois casos. Diga qual o depósito mais vantajoso para o depositante.

   

Taxas de juro anuais efectivas

 

Mês

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

DSA

0.5%

0.5%

1.0%

1.0%

1.0%

1.0%

1.0%

2.0%

4.0%

6.0%

8.0%

10.0%

D

3.0%

3.0%

3.0%

3.0%

3.0%

3.0%

3.0%

3.0%

3.0%

3.0%

3.0%

3.0%

Exercício 19 Considere o seguinte contrato de crédito automóvel:

Valor do automóvel: 37000; Entrada: 12000; Taxa de abertura de processo: 175(pago no acto da compra); Doze mensalidades de 600postecipadas seguidas de outras vinte e quatro de 800; Taxa administrativa anual: 75no final de cada um dos três anos do contrato; No final do contrato existirá um do saldo remanescente em dívida no valor de 2500. Calcule a TAEG do contrato.

1.2 Resolução dos Exercícios da Secção 1

Exercício 1:

Temos 1 + i = (1 + π)(1 + r)

1p

p=1 (1 + π)(1 + r)

1+i

p=1 1.023 × 1.025

1.15

= 0.088 = 8.8%.

O risco de incumprimento é calculado em 8.8% ao ano.

Exercício 2:

A resposta correcta é a alínea c) pois (1 + i) n > 1 + ni para n > 1.

Exercício 3:

A resposta correcta é a alínea a) pois (1 + i) n < 1 + ni para 0 < n < 1.

Exercício 4:

V 2.5 =V 0 (1 + 4%) 2.5 = 1000 × 1.04 2.5 = 1103.

3

O valor daqui a 2 anos e meio será 1103.

Exercício 5:

V n =V 0 (1 + i) n i= V n

V

0

1

n 1

a)n=1,V 1 = 1105, V 0 = 1000 logo i =

1105

1000 1

1 1 = 0.105 = 10.5% ao ano.

b) n = 2.25, V 1 = 1300, V 0 = 1000 logo i =

1105

1000 1

2.25 1 = 0.04 54 = 4.54% ao ano.

Exercício 6:

V n =V 0 (1 + i) n V 0 =V n (1 + i) n

Com V n = 1200 e n = 5 obtemos V 0 = 1200 × (1.04) 5 = 986.31.

O valor actual dos 1200é de 940.23.

Exercício 7:

V 0 = 5000 × (1.03) 4 + 10000 × (1.03) 6 = 12817.

O valor actual dos dois prémios é de 12817.

Exercício 8:

Resolução 1 (Valor Futuro):

O

valor futuro de 1000, daqui a 10 anos, é 1000 × (1 + i) 10 que deverá igual o valor os 2000,

logo: 1000 × (1 + i) 10 = 2000 i =

2 1/10 1 = 7.2% ao ano.

Resolução 2 (Valor Actual):

O

valor actual dos 2000é 2000 × (1 + i) 10 que deverá igual a 1000, logo:

2000 × (1 + i) 10 = 1000 i =

Podemos concluir que o indivíduo espera que a inflação média dos 10 anos seguintes seja inferior

2 1 1/10 1 = 7.2% ao ano.

à taxa de juro (7, 2% anuais).

Exercício 9:

Resolução 1 (Valores Futuros):

Cálculo do valor dos empréstimos no mês 30 (i.e., no instante 30

12 = 2.5 anos).

1 o empréstimo será capitalizado 30 meses: V F 1 = 1250 × (1.05) 30/12 = 1412.20 2 o empréstimo será capitalizado 24 meses: V F 2 = 1250 × (1.05) 24/12 = 1378.10 Soma dos valores futuros dos empréstimos: V F 1 + V F 2 = 2790. 30

O pagamento deverá ser de 2790.30 de forma a saldar a dívida.

Resolução 2 (Valores Actuais):

Cálculo do valor actual dos empréstimos e do pagamento (P ). 1 o empréstimo: V A1 = 1250

2 o empréstimo será descontado 6 meses: V A2 = 1250 × (1.05) 6/12 = 1219.90

O pagamento será descontado 30 meses: P A = P × (1.05) 30/12

Soma dos valores actuais dos empréstimos: V A1 + V A2 = 2469. 90

O valor actual do pagamento terá que ser PA = 2469. 90 de forma a saldar a dívida, pelo que:

PA = P × (1.05) 30/12 P = 2469. 90 × (1.05) 30/12 = 2790. 30

O pagamento deverá ser de 2790.30 de forma a saldar a dívida.

Exercício 10:

Primeiro problema proposto:

Resolução usando computador:

Vamos calcular os valores futuros de cada depósito.

A2 := 1 B2 := 100 C2 := 15 A2

E2 := 0, 04

F 2 := (1 + E2)ˆ(1/12) 1

D2

D17 := SOMA(D2 : D16)

:= B2 (1 + $F $2)ˆC2

A3 := 2

Copiar até à linha 16 Copiar até à linha 16 Copiar até à linha 16 (ou 4%)

Copiar até à linha 16

O valor em conta ao fim dos 15 meses será 1534,87.

4

• Resolução usando duas rendas perpétuas: Se i a n u a l = 4%

Resolução usando duas rendas perpétuas:

Se i anual = 4% então i mensal = (1 + i anual ) 1/12 1 = 0, 3274% ao mês. O valor descontado, início do primeiro mês, da totalidade das 15 prestações de 100é

100 × (1 + 0, 3274%) 1 + 100 × (1 + 0, 3274%) 2 +

onde V 0 =

Para sabermos o valor das 15 prestações ao fim dos 15 meses, basta capitalizarmos, V 15 =V 0 (1 + 0, 003274) 15 = 1534, 87.

Variação ao problema proposto:

+ 100 × (1 + 0, 3274%) 15 =V 0

100

0, 003274 1 (1, 003274) 15 = 1461, 43 — pela soma de duas rendas perpétuas.

Resolução usando computador:

Única alteração: C2 := 16 A2 que resulta num valor de 1539,89.

Resolução usando duas rendas perpétuas:

1 (1 + i) N é a soma dos valores das N

prestações descontadas a um período antes da primeira prestação. Portanto, é necessário capitalizar 16 vezes o valor obtido pelas duas rendas perpétuas (V 0 ), dado que o intervalo de tempo que medeia entre um mês antes da primeira prestação e o final do 15 o mês são 16 meses. Assim, ao fim do 15 o mês, com prestações antecipadas, temos 1461, 43 × (1+ 0, 003274) 16 = 1539, 89.

Repare que o valor obtido pela fórmula V = P

i

Exercício 11:

Para rendas perpétuas temos V = P

i

, logo V = 1800 = 20000.

0.09

Exercício 12:

a) cálculo da prestação:

V = P

Resolução usando uma renda limitada.

i

1 + (1 + i) n P = iV × 1 (1 + i) n 1 .

Com V = 10000, n = 120 e i = (1 + 0.08) 1/12 1 = 0.6434% temos

P = 0.006434 × 10000 × 1 (1 + 0.006434) 120 1 = 119. 86

Logo a prestação mensal é de 119.86.

Resolução usando Excel usando valores actuais.

A2 := 1 D2 := 10000

A3 := 2 Copiar até à linha 121

F 2

:= 100

(Ou outro valor)

G2

:=

0, 08

(ou 8%)

B2 := $F $2 (1 + $G$2)ˆ(A2/12) Copiar até à linha 121 C2 := SOMA(B2 : B121) E2 := C2 D2 Ferramenta Objectivo

Definir célula

E2

Para valor

0

Por alteração da célula F 2

5

• Resolução usando Excel usando conta corrente. A 2 := 1   A 3 :=

Resolução usando Excel usando conta corrente.

A2 := 1

 

A3 := 2

Copiar até à linha 122

B2 := 10000

B3 := E2

Copiar até à linha 122

G2

:=

0, 08

(ou 8%)

F 2 := (1 + G2)ˆ(1/12) 1

H2 := 100

:= D2 := $H$2

C2

(Ou outro valor) até à linha 121

B2 $F $2

Copiar

Copiar até à linha 121

E2 := B2 + C2 D2 Copiar até à linha 121

Ferramenta Objectivo Definir célula

E121

Para valor

0

Por alteração da célula

G2

Pelo que obtemos uma prestação de 119,86mensais.

G 2 Pelo que obtemos uma prestação de 119,86 € mensais. b ) Vamos calcular o

b) Vamos calcular o valor da dívida inicial e o valor das primeiras n prestações daqui a n meses.

Temos V

dívida inicial

n

= 10000(1 + 8%) n/12 eV =

p

n

119,86

1 1 (1 + 8%) n/12 (1 + 8%) n/12 .

1.08

1/12

Logo, D n =V

n

dívida inicial

V = 10000(1+8%) n/12 119,86 1 1 (1 + 8%) n/12 (1 + 8%) n/12

p

n

1.08

1/12

D n = 18629, 07 8629, 07 × (1 + 8%) n/12 .

c) Podemos usar a expressão da alínea (b) ou os valores da conta corrente da alínea (a), B2:B122.

os valores da conta corrente da alínea ( a ) , B2:B122 . Fazendo as devidas

Fazendo as devidas alterações obtemos os outros dois gráficos. Notamos que aumentando o juro ou o tempo de contrato a dívida começa por diminuir mais lentamente, sendo sempre superior à anterior; mesmo quando, perto do final do contrato, a dívida decresce mais rapidamente.

6

Exercício 13: a ) • Resolução usando valores actuais. Calculamos o valor actual de todas

Exercício 13:

a)

Resolução usando valores actuais.

13: a ) • Resolução usando valores actuais. Calculamos o valor actual de todas as parcelas

Calculamos o valor actual de todas as parcelas para uma taxa de juro qualquer e computamos a

sua soma.

Descobrimos a taxa de juros implícita variando a taxa de juro de forma a que a soma dos valores actuais seja igual à dívida inicial.

A2 := 0 B2 := 85 C2 := A2 E2 := 0, 30

D2 := B2 (1 + $E$2)ˆ(C2/12) Copiar até à linha 14 D17 := SOMA(D2 : D14) Ferramenta Objectivo

A3 := 1 Copiar até à linha 14 Copiar até à linha 14 Copiar até à linha 14 (ou outro valor qualquer)

Definir célula

D15

Para valor

1000

Por alteração da célula

E2

Descobre-se uma taxa implícita de 22,6% ao ano.

E 2 Descobre-se uma taxa implícita de 22,6% ao ano. • Resolução usando conta corrente. Período

Resolução usando conta corrente.

Período a período iremos calcular o valor em dívida.

G2 := 0 H2 := 1000 I2 := 85

J2 := H2 I2 K2 := 0, 30 (ou outro valor qualquer) J3 := J2 (1 + $K$2)ˆ(1/12) I3 Copiar até à linha 14

G3 := 1 Copiar até à linha 14

Copiar até à linha 14

Ferramenta Objectivo Definir célula

J14

Para valor

0

Por alteração da célula K2 Descobre-se uma taxa implícita de 22,6% ao ano.

7

• Resolução usando duas rendas perpétuas. 85 i 1 − (1 + i ) 1

Resolução usando duas rendas perpétuas.

85 i 1 (1 + i) 13 é a soma do valor das parcelas um mês antes do primeiro pagamento.

1 (1 + i) 13 (1 + i) é a soma do valor das parcelas no momento do primeiro pagamento, ou seja, no início do primeiro mês.

× 1 (1 + i) 13 × (1 + i) = 1000. Esta equação

não tem solução algébrica, pelo que necessitamos resolvê-la numericamente. Podemos usar o excel conforme a figura a baixo para confirmar a taxa mensal de 1,71% e anual de 22,6%.

85

i

Temos que resolver em ordem a i a equação 85

i

85 i Temos que resolver em ordem a i a equação 8 5 i b )

b) No exercício 5.a a taxa anual é bastante menor, 10,5% contra 22,6%. Isto acontece porque no

Exercício 5.a efectua-se apenas um pagamento no futuro, o que vale menos que um pagamento no

presente, ou seja, corresponde uma taxa de juro menor.

Exercício 14:

a) Vamos calcular os valores ao fim de 10 anos.

Dívida inicial: D 10 = 2000 × 1.09 10 = 4734, 73.

Valor das 10 prestações de 200: V 10 =

200

0.09

× 1 1, 09 10 ×

1, 09 10 = 3038, 59.

O

saldo daqui a 10 anos será D 10 V 10 = 1696, 14.

b)

De forma idêntica:

Dívida inicial: D 10 = 2000 × 1.09 10 = 4734, 73.

Valor das 10 prestações de 180: V 10 =

O saldo daqui a 10 anos será D 10 V 10 = 2000.

180

0.09

× 1 1, 09 10 × 1, 09 10 =

2734, 73.

Concluímos que a dívida ao fim de 10 anos é igual à inicial. Mas isto não é estranho, pelo contrário,

dado que 2000 × 9% = 180 a prestação iguala o juro, ou seja, estamos na presença de uma renda perpétua. Portanto, a dívida mantêm-se em 2000no fim de cada período. Note que esta alínea é identica ao Exercício 11, apenas com valores 10 vezes inferiores.

c) De forma idêntica:

Dívida inicial: D 10 = 2000 × 1.09 10 = 4734, 73.

Valor das 10 prestações de 150: V 10 =

O saldo daqui a 10 anos será D 10 V 10 = 2455, 70.

Como pagamos menos que o juro a dívida aumenta.

150

0.09

× 1 1, 09 10 × 1, 09 10 = 2278, 94.

Exercício 15:

Vamos basear a resolução no valor actual de todas as parcelas, sendo negativas as que se recebe do banco e positivas as que se entregam ao banco.

A2 := 1 B2 := 200 B38 := 200 E2 := 0.01

C2 := B2 (1 + $E$2)ˆ(A2/12) Copiar até à linha 85

A3 := 2 Copiar até à linha 85 Copiar até à linha 37 Copiar até à linha 85 (Ou outro valor)

8

D2 := SOMA(C2 : C85) Ferramenta Objectivo Definir célula

D2

Para valor

0

Por alteração da célula E2 Pelo que a taxa de juro é de 8,63% ao ano.

da célula E 2 Pelo que a taxa de juro é de 8,63% ao ano. Exercício

Exercício 16:

Representamos a taxa de juros anual por i e a taxa mensal por j, logo j = (1 + i) 1/12 1, ou, i = (1 + j) 12 1. Nos cálculos vamos usar j. No primeiro passo da resolução vamos calcular o valor da dívida acumulada após se receber as 36 prestações do empréstimo, chamaremos essa dívida de D 36 . Nota: Geralmente usamos o instante inicial como o tempo de referência para todas as capitaliza- ções/descontos; neste exercício vamos tomar como referência o fim do 36 o mês.

Valor actual da totalidade dos empréstimos recebidos é V

Empr Actual = 200 j

1 (1 + j) 36 .

O valor da dívida no fim do 36 o mês é D 36 =V

Actual (1 + j) 36 = 200 j

Empr

1 (1 + j) 36 (1 + j) 36 .

a) Sabemos que a partir do fim do 37 o mês pagamos uma prestação mensal perpétua de 200,

. Das duas expressões para D 36 tiramos

logo temos D 36 = 200

j

200

j

1 (1 + j) 36 (1 + j) 36 = 200

j

(1 + j) 36 1=1j=2 1/36 1 = 1. 944%.

Logo a taxa anual é i = (1 + 0, 01944) 12 1 = 26, 0 %.

b) Pagamos 36 prestações de 200a partir do final do 37 o mês, então o valor destas prestações

no fim do 36 o mês é dado por:

36prest

V

36

=

200

j

1 (1 + i) 36

Dado que saldamos a dívida temos:

D 36 =V

36prest

36

200

j

1 (1 + j) 36 (1 + j) 36 = 200

j

j=1 1/36 1=0.

1 (1 + j) 36 (1 + j) 36 =1

Portanto, também i = 0%. Este resultado não é surpreendente, dado que, apesar do desfasamento temporal, paga-se um valor exactamente igual ao que se recebeu, 36×200, o que só acontece com juros nulos. Mas surpreendente é o facto de obtermos o resultado certo com uma resolução errada, pois para j = 0 as expressões de

não fazem sentido dado que incluem uma divisão por zero. Quando o juro é zero o

valor actual e futuro é sempre o mesmo, por isso, n prestações P valem nP em qualquer instante

presente ou futuro. Pelo que a resolução correcta para j = 0 é D 36 =V

V

c) Pagamos 48 prestações de 200a partir do final do 37 o mês, então o valor destas prestações

pois D 36 = 36 × 200 e

D 36 eV

36prest

36

36prest

36

36prest

36

= 36 × 200.

no fim do 36 o mês é dado por:

48prest

V

36

=

200

j

1 (1 + j) 48

Dado que saldamos a dívida temos:

D 36 =V

48prest

36

200

j

1 (1 + j) 36 (1 + j) 36 = 200

j

1 (1 + j) 48

(1 + j) 36 + (1 + j) 48 = 2

(1 + i) 3 + (1 + i) 4 =2.

Esta equação não tem solução algébrica, pelo que a solução só pode ser encontrada numericamente, por exemplo, usando Excel. Mas há um problema adicional, existem mais de uma solução para (1 + i) 3 + (1 + i) 4 = 2, vejamos:

Escolhendo A2 := 2% A1 := (1 + $A$2)ˆ3 + (1 + $A$2)ˆ(4)

9

Ferramenta Objectivo Definir célula

A1

Para valor

2

Por alteração da célula A2

De onde obtemos i = 0% — este resultado não é válido, apesar de claramente (1 + 0) 3 +

= 48 × 200 =

(1 + 0) 4 = 2. Repare que se j = 0% deveríamos usar D 36 = 36 × 200 = 7200 e V

9600, de onde fica claro que D 36 =V

36

36prest

.

36

36prest

fica claro que D 3 6 = V 36 36 prest . 36 36 prest •
fica claro que D 3 6 = V 36 36 prest . 36 36 prest •

Escolhendo A2 := 20% e voltando a fazer Ferramenta Objectivo

Definir célula

A1

Para valor

2

Por alteração da célula A2 obtemos i = 8, 63%, tal como no Exercício 15.

A 2 obtemos i = 8 , 63% , tal como no Exercício 15. Nota: Existe
A 2 obtemos i = 8 , 63% , tal como no Exercício 15. Nota: Existe

Nota: Existe ainda uma solução de juro negativo inferior a 100% (i = 179, 5%) que obviamente não tem relevância financeira. Repare que se capitalizar uma vez uma dívida com um juro inferior a 100% a dívida transforma-se em crédito (porque troca de sinal), o que não tem qualquer sentido económico. Contudo, a Matemática capta este absurdo.

Exercício 17:

A capitalização ao fim de 2 anos será C 2anos = (1 + i 1 ) (1 + i 2 )=1+i 1 +i 2 +i 1 ×i 2 . Temos i 1 +i 2 = 0.1, ou seja i 2 =0.1i 1 .

Substituindo obtemos C 2anos =1.1+i 1 (0.1 i 1 ) =

1.1+0.1ii 2 .

i=i 1

Dado que C 2anos é uma parábola voltada para baixo, o seu máximo de ocorre quando C 2 =0, i.e., 0.1 2i 2 = 0 i = 0.05. Portanto, o mais vantajosas seriam ter duas taxas iguais a 5% ao ano, i.e., i 1 =i 2 = 5%/ano. A maior taxa final é obtida com o maior equilíbrio entre as taxas, por exemplo:

- para i 1 = 5%/ano e i 2 = 5%/ano obtemos uma taxa de juro (1 + 0.05) 2 1 = 0.102 5 = 10.25%;

- para i 1 = 7%/ano e i 2 = 3%/ano obtemos uma taxa de juro (1 + 0.07)(1 + 0.03) 1 = 0.102 1 = 10.21%;

- para i 1 = 10%/ano e i 2 = 0%/ano obtemos uma taxa de juro (1 + 0.1)(1 + 0) 1 = 0.10 = 10%;

= 10%/ano obtemos uma taxa de juro (1 + 0.2)(1 0.1) 1 =

- para i 1 = 20%/ano e i 2 0.08 = 8%.

Exercício 18:

Para o DSA temos um juro anual de:

(1.005) 2/12 (1.01) 5/12 (1.02) 1/12 (1.04) 1/12 (1.06) 1/12 (1.08) 1/12 (1.10) 1/12 1 = 2. 95%. Para o DMM temos um juro anual de (1 + 0.03) 12/12 1 = 3, 00%.

10

Exercício 19:

Vamos calcular o valor actual de todos os pagamentos, abatimentos à dívida e taxas. O total desses valores actuais tem que ser igual à dívida (valor do automóvel).

A2 := 0

B2 := 12000 C2 := 175

B3 := 600 B15 := 800 C14 := 75 D2 := B2 + C2 J2 := 0.01 I2 := (1 + J2)ˆ12 1

C26 := 75

A3 := 1

Copiar até à linha 38

Copiar até à linha 14 Copiar até à linha 38 C38 := 75 Copiar até à linha 38 (Ou outro valor)

E2 := D2 (1 + $J$2)ˆ(A2) Copiar até à linha 37 F 2 := SOMA(E2 : E85) G2 := 2500 (1 + $J$2)ˆ(36) H2 := 37000 F 2 G2 Ferramenta Objectivo

Definir célula

H2

Para valor

0

Por alteração da célula J2 A TAEG aparece na célula G2, logo é 9,8%.

célula J 2 A TAEG aparece na célula G 2 , logo é 9,8%. 2 Preços

2 Preços Constantes e Correntes, VAL, TIR e q de Tobin

2.1 Enunciado dos Exercícios da Secção 2

Exercício 20 Comente a consistência da tabela abaixo que apresenta o preço de um bem entre 2005 e 2008 em preços constantes de 2005 e 2007.

Ano

2005

2006

2007

2008

Base 2005, P

n

2005

100

120

140

160

Base 2007, P

n

2007

60

80

100

120

Exercício 21 Considere a evolução do preço de um bem tal como dado pela tabela com dois tramos apresentada abaixo. Construa a tabela de base 100 para o ano 2008.

Ano

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

Base 1999

100

103

105

108

           

Base 2003

     

97

100

105

104

106

109

115

Exercício 22 Considere que, num certo país, o índice de preços (IP) e o preço de um certo bem em euros (PB) seguem a tabela abaixo.

a) Calcule a taxa de inflação acumulada entre Janeiro de 2008 e Agosto de 2008.

b) Calcule a taxa de inflação homóloga de todos os meses de 2008.

c) Calcule a taxa de inflação média de 2008.

d) Determine o preço real do bem em Dezembro de 2008 na base de Janeiro 2007, P

12/2008

1/2007 .

11

e) Determine o preço real do bem em Janeiro 2007 na base de Dezembro de 2008, P

1/2007

12/2008 .

2007

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

IP

112.3

112.4

113.0

112.9

113.1

113.4

113.6

113.9

113.8

114.2

114.8

115.2

PB ()

80.30

80.50

80.30

81.00

81.90

82.60

84.10

84.60

84.70

85.20

85.80

86.90

2008

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

IP

116.0

116.1

116.3

116.4

117.0

117.2

117.8

118.3

118.6

118.9

119.5

120.2

PB ()

88.20

89.40

90.20

91.20

93.70

95.20

97.00

97.80

98.40

98.90

99.10

99.40

Exercício 23 Com base na tabela (fictícia) de Índice de Preços apresentada abaixo, calcule:

a) a taxa de inflação média de 2005; b) Taxa de inflação acumulada de 2005.

IP

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

2004

150

151

152

153

154

155

156

157

158

159

160

161

2005

161

161

161

161

161

161

161

161

161

161

161

161

Exercício 24 Considere a tabela abaixo onde temos o IPC numa dada base (desconhecida) e o preço de um bilhete de comboio. Complete a tabela preenchendo os espaços em branco e ignorando os que estão cortados.

 

2006

2007

2008

IPC

157,0

168,0

184,8

Inflação

–—

   

Preço Corrente

8,00

8,80

10,12

% de Aumento do Preço Corrente

–—

   

Preço Constante Base 2006

     

Preço Constante Base 2008

     

% de Aumento do Real Preço

–—

 

–—

Exercício 25 Considere que em 2009 fez um planeamento de investimento dado pela tabela abaixo, cujos valores estão em milhares de euros em preços correntes.

a) Para uma taxa de juro de 5% ao ano, calcule o VAL do investimento.

b) Considere que lhe propõem que abdique do seu plano de investimento a troco de dois pagamen-

tos de 2000, um em 2012 e outro em 2015. Sabendo que não tem mais nenhuma prespectiva de investimento confiável, diga, justificando, se aceitaria a oferta.

Ano

2010

2011

2012

2013

2014

2015

Entregas

10

15

10

5

0

0

Recebimentos

0

0

5

15

15

15

Exercício 26 Considere que em 2009 fez um planeamento de investimento dado pela tabela do Exer- cício 25, mas agora admita que os valores estão em milhares de euros em preços constantes de 2009. Calcule o VAL do investimento para uma inflação de 3% ao ano e:

(a) uma taxa de juro anual de 3% + 5% = 8%; (b) uma taxa de juro anual i tal que 1 + i = (1 + 3%) (1 + 5%).

Exercício 27 Suponha o plano de investimento do Exercício 25 e calcule o TIR do investimento.

Exercício 28 Considere um projecto multianual em que o valor actual dos investimentos é de 150 milhões de euros enquanto que o valor actual das receitas previstas é de 180 milhões de euros.

Exercício 29 Considere que investe hoje um valor V e que receberá no final de cada um dos cinco anos seguinte 1000(preços correntes). Para uma taxa de juro de 8% ao ano e um q de Tobin igual a 1.12, calcule o valor V .

Exercício 30 Considere a tabela abaixo onde I são os valores programados de investimento, R são

os valores dos recebimentos estimados, ambos a preços constantes de 2009, e Inf é a taxa de inflação esperada.

a) Calcule o valor dos investimentos e recebimentos em valores correntes.

b) Considere que uma equipa de estudos estima que, para se cobrir o risco, a taxa de juro terá que

ser de 15%. Encontre o q de Tobin levando em conta a estimativa feita pela equipa.

c) Calcule o TIR do investimento.

12

 

Investimentos e Recebimentos em 1000

Ano

2010

2011

2012

2013

2014

2015

I

23

32

40

15

8

3

R

4

8

17

35

47

48

Inf

3.1%

4.3%

5.0%

2.9%

1.7%

1.3%

2.2 Resolução dos Exercícios da Secção 2

Exercício 20:

Em qualquer tabela, os valores entre duas bases têm que manter uma proporção constante. Na

tem que ser a mesma. Podemos

deste exercício também, logo, qualquer que seja o ano n a razão

verificar que isso não acontece, note:

2005

P

n

2007

P

n

P

2005

2005 = 100

2005

P

2007

60

= 1, 67; ii) P

P

2006

i)

Logo a tabela está toda errada.

2005 = 120

2006

80

2007

= 1, 50; iii)

P

2007

2008

2008

2005 = 140

2007

P

2007

100 = 1, 40; iv) P

P

2005 = 160

120

2007

= 1, 33.

Uma forma equivalente de identificar o erro basea-se no cálculo do valor de um tramo baseado

= 120. Então, 120 teria que ser o valor obtivo em

= 133. 33 = 120 (só para k = 2006

bateria certo, por cancelamento).

Uma terceira forma. Tomemos os anos de 2005 e 2006, pela base 2005 houve um aumento de

20% entre os dois anos, de 100 para 120. Contudo, na base 2007 o aumento foi de 60 para 80, que

resulta em 8060 crescimento.

= 33.3%. Qualquer outro par de anos resulta em absurdo semelhante na taxa de

P

no valor outro tramo. Por exemplo, temos P

2006

2005

P

k

P

2005

2006

2005

=P

2006 2005

2007

P

k

2007

60

para qualquer ano k, contudo P

2006 2005

2007

2005

P

2007

Exercício 21:

A tabela dá-nos os valores P 1999 para n ∈ {1999,

Queremos saber P 2005 para n ∈ {1999,

Primeiro, completamos a tabela para uma das bases. Há menos cálculos a fazer para a base 2003. Os valores entre as bases de 2003 e 1999 têm que manter a proporção constante, ou seja, qualquer

tem que ser a mesma. Dado que só conhecemos esta razão para

n

,

2002} e P 2003 para n ∈ {2002,

n

, 2008}.

n

, 2008}.

que seja o ano n a razão P

P

n

2003

n

1999

2002, temos P

P

n

2003

n

1999

= P

P

2002

2003

2002

1999

2003 = P

n

P

2002

2003

2002

1999

P

P 1999 . Ou seja, os valores da base de 1999 têm que ser

n

multiplicados por P

P

2002

2003

2002

1999

= 108 97 para se obter os da base 2003.

Assim, para n ∈ {1999,

, 2001} fazemos:

1999

P

2003

= 108 × 100 = 89.8; P

97

2000

2003

=

108 × 103 = 92. 5; P

97

2001

2003

=

97

108 × 105 = 94. 3.

Agora acerta-se o 100 para o ano 2005, i.e.,

Temos:

P

n

2005

P

n

2003

= P

P

2005

2005

2005

2003

2005 = P

P

2005

2005

2005

2003

P n

2003 = 100 104 P 2003 .

P

n

n

Ano

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

Base 2003

89.8

92.5

94.3

97

100

105

104

106

109

115

Base 2005

86.3

88.9

90.7

93.3

96.2

101.0

100.0

101.9

104.8

110.6

Exercício 22:

a) A inflação acumulada até Agosto de 2008 é π ac =

b) Tabela das inflações homólogas de 2008:

IP Ago/2008

IP Dez/2007 1= 118.3

115.2

Jan: 116.0

112.3

1 = 3.29%

Fev: 116.1

112.4

1 = 3. 29%

Mar: 116.3 1 = 2.92%

113

Mai: 117.0

113.1

1 = 3.45%

Jun: 117.2

113.4

1 = 3.35%

Jul: 117.8

113.6 1 = 3.70%

1 = 2. 69%.

Abr:

Ago:

116.4 1 = 3.10%

112.9

118.3

113.9 1 = 3.86%

Set: 118.6

113.8 1 = 4.22%

Out:

118.9 1 = 4.12%

114.2

Nov: 119.5

114.8 1 = 4.09%

Dez:

120.0 1 = 4.17%

115.2

c) Pela alínea (b) sabemos as inflações homólogas, logo, a inflação média é:

π= 3.29 + 3.29 + 2.92 + 3.10 + 3.45 + 3.35 + 3.70 + 3.86 + 4.22 + 4.12 + 4.09 + 4.17

12

= 3.63%

13

d)P

12/2008

1/2007

=P 12/2008 × IP

IP

1/2007

120.2

12/2008 = 99.40 × 112.3

caro do que em Janeiro de 2007 cujo preço era 80.30.

e)P

12/2008 =P 1/2007 ×

1/2007

IP 12/2008

IP 1/2007

=

80.30 × 112.3

120.2

= 92.87, pelo que em Dez/2008 está mais

1 = 85.95, pelo que em Jan/2007 estava

mais barato do que em Dezembro de 2008 cujo preço era 99.40.

Exercício 23:

Copiamos a tabela para o computador conforme a figura.

B4 := B3/B2 1

B5 := B3/$M $3 1

N 4 := M edia´ (B4:M 4)

Copiar até à coluna M Copiar até à coluna M Ou N 4 := AV ERAGE(B