ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO..............................................................4
1.1. O que é Sistema de Informações Geográficas?.....................................................4
1.2. Componentes de um Sistema de Informações Geográficas..................................5
1.3. Formatos de Dados: Vetorial, Raster, Celular, TIN e Tabular.................................8
1.4. Planos de Informações ou layers.........................................................................10
1.5. Estrutura topológica dos dados.............................................................................11
1.6. Georreferenciamento............................................................................................12
1.7. Análises Espaciais................................................................................................13
1.8. Programas de SIG (Softwares).............................................................................13
1.9. Descrição e uso de funcionalidades de um SIG (Graça Abrantes, 1998)............14
1.10. Aplicabilidade de um sistema de informações geográficas (Graça Abrantes,
1998)............................................................................................................................16
1.12. Bibliografia..........................................................................................................17
2. Introdução ao ARCGIS®.............................................................................................18
2.1. ArcGIS® Desktop..................................................................................................18
2.2. Estrutura do ArcGIS..............................................................................................19
2.2.1. ArcView®.................................................................................................19
2.2.2. ArcEditor®...............................................................................................20
2.2.3. ArcInfo®..................................................................................................20
2.2.4. ArcReader ®...........................................................................................22
2.2.5. ArcGis® Desktop Extensions..................................................................22
1. ArcGIS 3D Analyst............................................................................23
2. ArcGIS Data Interoperability.............................................................23
3. ArcGIS Geostatistical Analyst...........................................................24
4. ArcGIS Network Analyst...................................................................24
5. ArcGIS Publisher..............................................................................25
6. ArcGIS Spatial Analyst.....................................................................25
2.3. Aplicações ArcGIS® Desktop...............................................................................26
2.3.1. ArcMap®.................................................................................................26
2.3.2. ArcCatalog®............................................................................................27
2.3.3. ArcToolbox®............................................................................................27
2.3.4. ModelBuilder...........................................................................................28
2.3.5. ArcGlobe.................................................................................................28
2.4.. Aprendendo a usar o ARCGIS.............................................................................29

2.4.1. Abrindo o programa................................................................................29
2.4.2. Criando um novo mapa...........................................................................30
Passo 1: Abrir um novo mapa..............................................................30
Passo 2: Adicionar dados.....................................................................30
Passo 3: Selecionar os shapes............................................................31
Passo 4: Colocar no formato de layout................................................32
Passo 5: Ajustar o tamanho do papel..................................................33
Passo 5: Ajustar o shape ao tamanho do papel..................................34
Passo 6: Criar uma borda para o mapa...............................................36
Passo 7: Adicionar grid de coordenadas..............................................38
Passo 8: Adicionar título ao mapa........................................................45
Passo 9: Modificar a cor da fonte do título...........................................46
Passo 10: Salvar o mapa.....................................................................47
Passo 11: Inserir os pontos cardeais...................................................48
Passo 12: Inserir escala gráfica...........................................................49
Passo 13: Modificar as propriedades da escala gráfica......................50
Passo 14: Modificar propriedades do Data Frame..............................53
Passo 15: Modificar propriedades do título..........................................56
Passo 16: Modificar os símbolos dos shapes......................................58
Passo 17: Colocar rótulos nos objetos (ex: nome dos rios)................62
Passo 18: Modificar cores de polígonos baseado em seus atributos. 66
Passo 19: Inserir Legenda...................................................................69
Passo 20: Imprimir o mapa..................................................................77

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1. INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO
Geoprocessamento é uma tecnologia transdisciplinar, que, através da localização e do
processamento de dados geográficos, integra várias disciplinas, equipamentos, programas,
processos, entidades, dados, metodologias e pessoas para coleta, tratamento, análise e
apresentação de informações associadas a mapas digitais georreferenciados. (ROCHA, 2000)
O Geoprocessamento engloba tecnologias tais como: Sensoriamento
Aeorofotogrametria, Sistemas de Informações Geográficas, GPS, Topografia, etc.

Remoto,

1.1. O que é Sistema de Informações Geográficas?
Texto retirado da Apostila de SIG da UNESP - Prudente
A definição mais completa de um Sistema de Informações Geográficas, a qual inclui
todos os componentes é: Uma coleção organizada de hardware, software, dados geográficos e
pessoal capacitado para eficientemente capturar, guardar, atualizar, manipular, analisar e
mostrar todas as formas de informações geograficamente referenciadas.
Existem algumas outras definições de Sistemas de Informações Geográficas apresentadas a
seguir:
 Classe ou categoria de sistema de informações caracterizada pela natureza espacial
das informações, tais como a identificação, descrição e localização de entidades,
atividades, limites e objetivos (Tomlinson, 1972).
 Sistemas voltados à aquisição, análise, armazenamento, manipulação e apresentação
de informações referenciadas espacialmente (Marble, 1984).
 SIGs constituem um conjunto de ferramentas para coleta, armazenamento,
recuperação, transformação e exibição de dados espaciais do mundo real para um
conjunto particular de propósitos (Burrough, 1989).
Para KIMERLING (1994), de um ponto de vista técnico, um SIG pode ser definido como um
conjunto integrado de hardware e software para a aquisição, armazenamento, estruturação,
manipulação, análise e exibição gráfica de dados espacialmente referenciados pelas
coordenadas geográficas. Esta definição técnica reflete com exatidão os componentes físicos
do SIG e as funções principais que tais sistemas executam, mas peca por não incluir o papel
que as pessoas representam no sistema. Pessoas, naturalmente, administram e usam SIG.
Realmente, nós vemos que do ponto de vista dos planejadores urbanos e rurais, cientistas
ambientais e muitos outros usuários de SIG, tais sistemas são ferramentas para realizar o
inventário de dados geográficos, fundir dados de muitas fontes, monitorar e avaliar a condição
de nosso ambiente e modelar ou predizer as conseqüências das alterações humanas no
ambiente. São necessários ambos os pontos de vista para definir por completo o que um SIG é
e entender o crescimento fenomenal do uso de SIG durante a última década.
GIS: Geographic Information System, ou Sistema de Informação Geográfica, é mais
recomendado para a análise de dados geográficos; pois define as relações espaciais entre
todos os elementos dos dados.
Esta convenção conhecida como topologia dos dados, vai além da mera descrição da
localização e geometria das feições cartográficas. A Topologia também descreve como as
feições lineares estão conectadas, como as áreas são limitadas, e quais áreas são contíguas.

3

Componentes de um Sistema de Informações Geográficas Os componentes de um Sistema de Informações Geográficas são os seguintes: • HARDWARE – Equipamentos – • SOFTWARE – Programas – • • Corresponde à parte material. manutenção e administração do próprio sistema. (Apostila UNESP) 1. que são os componentes físicos do sistema. além de dados geométricos espaciais. para serem inteligíveis pela CPU DADOS GEOGRÁFICOS – Base de dados – As bases de dados físicas são compostas por arquivos onde os dados são armazenados. provendo maiores informações descritivas. o SIG possibilita buscar o dado atributo e relacioná-lo com o dado espacial e vice-versa. 4 . os quais permitem executar rotinas de manutenção e controle. software. PESSOAL CAPACITADO Texto retirado da Apostila de SIG da UNESP . objetos e fenômenos do globo terrestre associados à sua localização sobre a superfície terrestre. Dados geográficos ou geo-referenciados são utilizados em SIGs e constituem uma classe particular de dados espaciais. bancos de dados e pessoal envolvido na operação.Para definir a topologia do mapa. No coração de qualquer SIG está o hardware. o GIS usa uma estrutura de dados especial. quando às bases de dados são associados a programas de gerenciamento. o que resulta são os bancos de dados. software é tido como: um conjunto de instruções arranjadas de forma lógica. O GIS também contém dados atributos. – Descreve fatos. ao mesmo tempo. Por permitir acesso a ambos os dados (espaciais e atributos). num certo instante ou período de tempo.Prudente Um modo útil de organizar os componentes de um SIG é como um núcleo técnico e administrativo cercado por um anel de usuários envolvidos com diferentes aplicações (Figura 1). os quais são associados com os elementos topológicos.2. empregando nós (nodes) arcos (lines) e áreas (polygons). Genericamente.

trazer os dados digitais obtidos de várias fontes num sistema de coordenadas geográficas comum. como latitude e longitude. Fonte: KIMMERLING (1994) Estes existem para tornar possível e facilitar um número de funções ou atividades que podem ser chamadas componentes do núcleo central do SIG:  Aquisição e armazenamento de dados – definir os tipos de dados necessários para satisfazer as exigências do usuário e adquirir estes dados em forma digital. em seguida transformar estes dados numa estrutura padrão de dados cartográficos requerida pelo SIG. A transformação deve ser feita para preservar as relações topológicas.o anel das aplicações e usuários típicos. conversão analógico-digital com uso de "scanner". uma vez que um formato geográfico padrão seja alcançado. ser ajustados ao mesmo nível de generalização e para o mesmo período de tempo. como pontos. como adjacência e conectividade. As fontes de materiais usados na aquisição de dados digitais invariavelmente estão em escalas diferentes. aquisição direta por levantamento de campo ou observações científicas. Estes diversos conjuntos de dados devem ser transformados num mesmo sistema de coordenadas geográficas.  Estruturação de dados . por digitalização de mapas. Estes dados também devem.Figura 1: Componentes centrais de um SIG . Comumente os dados são extraídos de bancos de dados digitais existentes. os dados devem ser transformados em "objetos cartográficos" digitais. Estes dados devem ser armazenados em dispositivos. tais como: fitas magnéticas. ou coordenadas UTM. linhas e limites de polígono. Nós veremos a seguir que isto é feito 5 . se possível. projeções cartográficas diferentes ou são adquiridas em anos ou épocas diferentes. discos rígidos e flexíveis ou CD-ROM. a partir de uma variedade de fontes.

e linhas. assegurar acesso apropriado e segurança do sistema. como a hidrografia. Relatórios tabulares de dados analisados são um produto de informação e alguns SIG's estenderam seu software de geração de relatório tabular para incluir a criação de gráficos e diagramas estatísticos. seja temporariamente em monitores CRT de alta resolução ou permanentemente copiadas usando uma variedade de hardware. solo e declividade. que roubo de hardware ou software não aconteça e só os usuários autorizados tenham acesso à certo tipo de informação. como obter comprimento de linha. Além da produção gráfica. como classes de uso da terra. podem ser copiados para arquivos digitais e serem lidos no futuro. software e bancos de dados. tabular ou em um formato de arquivo legível pelo computador. programação de uso do sistema e quanto tempo no sistema cada usuário terá também devem ser solucionadas. são conjunto de partes igualmente essenciais de qualquer SIG. de forma que seja gerada a informação geográfica útil que prediga a condição de um ou mais aspectos do ambiente. como uso da terra. mapas digitais e dados tabulares. como a habilidade para sobrepor digitalmente vários conjuntos de dados e extrair áreas que compartilhem características comuns. A maioria dos SIG's inclui funções cartométricas básicas.definindo pontos.colocar os resultados das manipulações dos dados e análises em formato cartográfico. Técnicas de análise de mapas.  Gerenciamento de SIG . Gerenciamento também inclui assegurar que o sistema não pode ser danificado fisicamente ou eletronicamente. coordenar os usuários dos sistemas. Devem ser concebidos e produzidos mapas que descrevam os resultados de análises de SIG e devem ser exibidos. e redes vinculadas de linhas. Esta responsabilidade se estende à avaliação da qualidade e usabilidade de novas aquisições.  Geração de informação . Um SIG não pode existir sem uma ou mais pessoas responsáveis pela instalação ou atualização de hardware.  Manipulação e análise de dados . como cadeias que inerentemente permitem que sejam formados polígonos fechados. comparar e modelar matematicamente ou estatisticamente os diferentes temas dos dados. software e bancos de dados. como nós. 6 . Perguntas sobre quem pode usar o sistema. que são os resultados de manipulações e análises por usuários. área da superfície e cálculo de declividade.instalar hardware.medir. Outras funções de análise importantes incluem a habilidade para determinar qual combinação de feições ambientais recaem dentro de uma determinada distância a partir de um ponto ou linha ou dentro de uma área irregular. que varia dos plotters de caneta às impressoras a laser.

linhas e áreas .uma seqüência de segmentos lineares sem nós.um objeto adimensional servindo como junção topológica a uma linha ou como ponto extremo (inicial ou final). d) Seqüência Linear (String) . incluindo o seguinte: Objetos Vetoriais a) Ponto (Point) . e) Cadeia (Chain) . b) Célula do Quadriculado (Grid cell) . TIN e Tabular Objetos cartográficos e atributos Dados geográficos para SIG não devem ser só geometricamente retificados. Raster. g) Poligono (Polygon) . Celular.uma seqüência de segmentos lineares com nó inicial e nó final.um anel e sua área interna. f) Anel (Ring) . c) Segmento Linear (Line segment) . Objetos Matriciais (Raster e Celular): a) Elemento Matricial (Pixel) .pontos. mas também devem ser tratados como objetos cartográficos com atributos.um objeto adimensional especificando localização geográfica por um conjunto de coordenadas.um objeto bidimensional representado num elemento de uma tesselação regular da superfície.3. b) Nó (Node) .um elemento bidimensional que é a menor parte não divisível em uma imagem. O Comitê Nacional Norte-Americano para Padrões de Dados Cartográficos Digitais (NCDCDS) definiu uma terminologia padrão e definições para objetos cartográficos (figura 2).uma seqüência de cadeias ou seqüências lineares que formam uma poligonal fechada.1.uma linha reta entre dois pontos. Objetos cartográficos são os componentes geométricos básicos da cartografia e dos bancos de dados do SIG que definem três entidades geométricas fundamentais . Formatos de Dados: Vetorial.que nós usamos para representar as características ambientais. 7 .

área. linha. quanto para obtenção de informações pontuais. ou polígono que compõem um arquivo de um SIG são armazenados em tabelas associadas aos elementos geográficos. perímetro. classe. além das coordenadas X e Y. é necessária uma terceira coordenada “Z” que representa a altitude em relação ao nível do mar. Para se obter essa coordenada geralmente são usados dados de curvas de nível. 8 . TIN O formato TIN é uma rede triangular irregular utilizado para representar a elevação do terreno. Essas tabelas são utilizadas tanto nas operações de modelagem e análise de dados.). ou a aquisição da altitude utilizando GPS. Formato Tabular (Atributos de Feições Espaciais) Os atributos de cada ponto. etc. Nessas tabelas. comprimento. Para tal.Figura 2: Objetos Cartográficos usados amplamente em SIG. nome. as informações são arquivadas em linhas que representam cada objeto e colunas que representam as características inerentes a cada objeto (ex: número identificador do objeto.

tal como um mapa de solos. como por exemplo. Essa informação é primordial para caracterização de uma área e definição de atividades econômicas adequadas para uma região. isto é. Já um arquivo constituído de rios e ou estradas só possui linhas como objetos cartográficos. tipo de solo encontrado em um determinado tipo de floresta.4. Esses planos de informações podem ser cruzados para a obtenção de novas informações.ELEMENTOS GEOGRÁFICOS DESCRIÇÃO DOS ELEMENTOS Polígono # 1 2 ARC LOCALIZAÇÃO Área 500 650 Classe 1 2 Tipo FA FD Descrição Floresta Aberta Floresta Densa INFO ATRIBUTOS 1. 9 . um tema que é representado por polígonos. só possui polígonos em sua composição. Planos de Informações ou layers Os planos de informações são conjuntos de arquivos que armazenam as informações de um tema especifico e são compostos por objetos similares.

10 . somente informações topológicas. parte do limite de uma feição de uma área. pontos (elementos simples). nós. devem ser estruturados dentro do banco de dados do SIG de forma que as análises destes utilizem um ou mais temas.Figura 3: Planos de informações que retratam uma determinada área. Dados redundantes (coordenadas) são eliminados porque um arco pode representar uma feição linear. (Portal do Governo do Estado de São Paulo – Comitê de Qualidade e Gestão Pública – Grupo Técnico de Gestão de Geoprocessamento). arcos. Por exemplo. áreas (série de arcos conectados) e rotas (séries de seções. Por exemplo."para". ou ambos. polígonos. As relações topológicas podem ser conceituadas como o relacionamento espacial entre objetos conectados (ex. Estrutura topológica dos dados Objetos cartográficos. Relações topológicas são construções de elementos simples em elementos complexos. Topologia é útil em SIG porque muitas operações de modelagem espacial não requerem coordenadas. Devem ser tratados a localização e atributos dos dados que descrevem cada objeto e estes devem ser estruturados para reterem as relações topológicas de adjacência e conectividade. que podem ser executados precisa e eficazmente. a topologia de um arco inclui nós "de" . pontos). e polígonos à esquerda e à direita. que são arcos ou porções de arcos). arcos (séries de pontos interligados). que existam entre as feições que constituem cada tema. 1. Coordenadas são necessárias somente para desenhar o caminho depois de ser calculado.5. para encontrar um caminho ótimo entre dois pontos é necessária uma lista de arcos que ligam um ao outro e o custo para atravessar cada arco em cada direção. que descrevem temas de dados (também conhecidos como layers ou camadas de informações).

+6).6.sp. Georreferenciamento O georreferenciamento é a associação de pontos. pois permite a sobreposição de temas e análise de dados. 1.http://www. objetos ou fatos a um lugar geográfico usando suas coordenadas. Na figura abaixo é mostrado um ponto com coordenadas X e Y.sistemas cartesianos. Um sistema de coordenadas representa pontos no espaço com 2 ou 3 dimensões. Em um SIG. onde X = + 7 e Y = + 6. para essas coordenadas (de arquivo) são atribuídas coordenadas geográficas que permitem a localização desse ponto tanto em mapas como no campo com a utilização de GPS.7.cqgp. René Descartes (1596-1650) introduziu sistemas de coordenadas baseadas em coordenadas ortogonais (ângulos retos) . que é expresso como par ordenado (+7. Ponto definido pelas coordenadas X e Y. Maior detalhamento de projeções cartográficas e sistemas de coordenadas será apresentado no módulo de cartografia. Figura 4: Coordenadas Cartesianas em um plano.gov. o georreferenciamento é essencial. Sistemas similares baseados em angulos são os chamados sistemas polares.br/grupos_tecnicos/gt_geo/glossario/alfabetico/glossarioT.shtml 1. No georreferenciamento. Análises Espaciais 11 . Os sistemas de coordenadas planas tem 2 dimensões que são definidas em relação a um plano. bem como a elaboração de mapas compostos por diferentes planos de informações.

por exemplo. as potencialidades e as limitações de forças de cada um. e assim por diante. Nestas operações cada mapa temático é tratado como uma variável. O grande número disponível às vezes torna difícil o discernimento das diferenças entre os sistemas. há muitos tipos diferentes de sistemas de software SIG. Freqüentemente sistemas de software SIG são especializados em apoiar certos tipos de tomadas de decisão. da aritmética e da estatística sobre dois mapas temáticos. Programas de SIG (Softwares) Texto extraído da Apostila de Introdução ao SIG da UNESP Nos dias atuais. redução do número de pontos utilizado na sua definição.8. atenuação de linhas. linhas ou polígonos. planejamento urbano. dezenas de sistemas de software SIG oferecem capacidades para tomada de decisão. análise de recursos ambientais. Nestas incluem-se as funções de interpolação e de filtro (muito utilizadas no processamento de imagens recolhidas por detecção remota para acentuar ou atenuar as formas).As análises espaciais são operações que permitem extrair informações novas por inferência sobre os dados existentes. 2. e generalizações complexas que podem incluir mudança do tipo do objeto. splines ou outras. Quer dizer. 12 . 1. As principais operações são: 1. 3. As operações de overlay — também designadas operações aritméticas multi-atributo — criam novos objetos por aplicação das várias operações da lógica booleana. Por exemplo. As operações de geração de buffers criam novos objetos que incluem outros mediante um critério especificado. localizar redes de drenagem ou identificar regiões de visibilidade. As operações de generalização simplificam objetos capturando apenas as suas características espaciais mais salientes. a esqueletos ou a retângulos. para reduzir ângulos mediante recurso a funções de Bezier. As operações de derivação sobre superfícies curvas envolvem a extração de informações tri-dimensionais. eles são melhorados para satisfazer necessidades específicas de planejamento demográfico. 4. e não serve bem para modelagem demográfica. Um SIG projetado com propósitos especiais para planejamento e manutenção de aeroportos. O ponto importante para se lembrar é que. isto é. mas eles também são limitados. Estes sistemas podem responder bem a problemas individuais. agregações de polígonos e detecção e correção de conflitos entre a localização dos objetos. polígonos podem ser reduzidos a centróides. Existem três categorias de operações de generalização: simplificação de linhas. Os buffers podem ser quadrados ou curvos e podem incluir pontos. assim como processos para tomada decisão. Outros filtros são utilizados para determinar o declive e a orientação de vertentes. planejamento de transporte.

Atualmente. frequentemente uma carta. poder-se-ia dizer que num SIG também se realizam perguntas. Efetivamente. como de Computer-Aided Design (CAD) ou de produção de cartografia. incluindo dados calculados também pelo próprio sistema. basicamente. acresce ainda que existem outras operações que se consideram também elementares nos SIG. MapInfo e ArcView tentam prover funções que serão valiosas em um ou mais dos grandes domínios de aplicação. 1998) Um SIG deve. Estabelecendo um paralelo com o que é usual fazer nos SI convencionais. sendo especificadas em termos meramente funcionais. Este fato reflete-se também nos dispositivos para individualização e seleção de objetos.9.Outros sistemas de software tais como o Arc/INFO (produzido pelo Instituto de Pesquisa de Sistemas Ambientais) ou o SPANS (da Tydac) ficaram famosos porque eles podem ser usados em um número grande de aplicações. Nesta perspectiva. bem como operações do tipo seleção sobre os valores dos vários atributos. uma aplicação. a característica mais relevante de um SIG é a sua capacidade para realizar de uma forma automática a síntese de dados geográficos de diversas naturezas. mas que é partilhada pela generalidade dos sistemas que incluem dados relativos a características espaciais da informação.por exemplo por armazenar registros de manutenção de um sistema de estrada ou por planejar a expansão de uma rede de distribuição de energia elétrica. não o sendo em outros sistemas que também têm vindo a ser utilizados no suporte de informação geográfica. a informação geográfica é.SI. apresentada ao sistema (na fase de entrada de dados) e ao utilizador (na saída de resultados) como uma imagem. Estes sistemas de propósito gerais também oferecem características que podem ser customizados para satisfazer várias necessidades individuais. que sejam selecionados dados existentes num SIG. por exemplo. 13 . permitir que se realizem com eficiência as operações elementares de adição. remoção e atualização dos dados. 1. Descrição e uso de funcionalidades de um SIG (Graça Abrantes. Assim. tradicionalmente um mouse cuja evolução conduziu aos mais recentes light-pen e data glove. Efetivamente. em análise demográfica ou pesquisa de marketing. nos SIG estas operações elementares constituem características especiais. ou até mesmo para só uma parte de um processo de tomada de decisão mais abrangente . a maior parte destas incorporam explicitamente relações espaciais para descrever restrições sobre os objetos espaciais que se pretendem tratar. há dúzias de sistemas de software muito especializados que são melhor adaptados a uma tarefa. Outros sistemas tais como Atlas*GIS. contrariamente ao que sucede nos outros SI. os SIG distinguem-se por produzir informação nova — qualidade distinta do acesso simples a dados previamente registrados — que pode ser utilizada para atualizar os dados desse mesmo SIG. Deste modo. recorrendo a operações diversas. tal como outros Sistemas de Informações . a distinção entre SIG e outros sistemas. O processo de visualizar. pode fazer-se recorrendo a um critério baseado na funcionalidade que cada um desses sistemas disponibiliza. representativa de um conjunto vasto de informações. A capacidade para suportar representações gráficas da informação pode-se considerar uma qualidade típica dos SIG. normalmente. Mas. num SIG as perguntas efetuam-se independentemente da sua semântica. processar ou analisar informação espacial requer. Ainda totalmente a parte destes sistemas mais gerais.

O aspecto da visualização nos SIG tem sido abordado especialmente na perspectiva da produção automática de cartas e a criação de novos métodos alternativos tem sido pouco explorada. a eficiência e qualidade destes componentes pode ter um papel determinante no comportamento da globalidade do sistema. 1. parcialmente. figuras. Atualmente. geralmente. sendo destacado o papel da visualização nos seus vários aspectos. podem distinguir-se quatro grandes grupos aplicacionais onde os SIG com dados geográficos têm frequentemente revelado excelentes resultados práticos: 14 . etiquetas. a colocação automática de nomes em cartas — sobretudo topográficas que se caracterizam por uma elevada densidade de informação — constituíu um problema que se encontra. como um meio eficaz de comunicar padrões complexos. tem como principal conseqüência permitir que uma grande quantidade de informação possa ser fornecida ao utilizador. Para cumprir este objetivo. padrões e cores. a obtenção de cartas com alguma qualidade.Assim. Esta codificação. Aplicabilidade de um sistema de informações geográficas (Graça Abrantes. A investigação neste campo levou à adoção de várias normas para produção de cartas. nomeadamente. Empiricamente.10. por exemplo. o desenvolvimento de procedimentos mais sofisticados para resolução de conflitos entre regras e a criação de novas regras para a produção de cartas temáticas e topográficas especiais ou de cartas utilizando projeções pouco habituais. O recurso à tecnologia só em casos pontuais tem servido para produzir imagens de tipo diferente daquelas que podem ser produzidas manualmente. o termo imagem é aqui utilizado para referir o que convencionalmente se designa por cartas. a maioria das quais exige que a plataforma de hardware exiba algumas capacidades gráficas. associada ao local onde ocorre. Durante muito tempo. os SIG permitem. ultrapassado pela adoção de algoritmos fornecendo soluções apropriadas e razoavelmente eficientes para a generalidade dos casos. 1998) Atualmente. Em [Buttenfield e Mackaness 91] esta questão é apresentada detalhadamente. tanto no que respeita a monitores. É possível que a investigação presentemente em curso. muitos produtos comerciais disponibilizam um conjunto de operações gráficas. venha alterar significativamente a situação atual. A visualização pode ser considerada como uma disciplina sob várias perspectivas. que o utilizador seja capaz de interpretar de um modo correto a imagem. em contrapartida. Conquanto a produção automática de cartas não seja o seu principal objetivo. de um modo simultaneamente compacto e compreensível. como a periféricos para saídas em papel. Assim. como formalização de princípios claros para uma apresentação de dados que otimize os meios de processamento visual e como um meio para sugerir e controlar o uso de cálculos analíticos para modelar e interpretar dados. Este processo requer. os esforços relativamente a este problema têm por objetivo o refinamento de regras. nomeadamente. são os sistemas cartográficos que melhor se adequam a este requisito. Aqui. a visualização é reconhecida como um meio privilegiado para se efetuarem reconhecimentos de padrões e tendências. a importância de visualizar em conjunto diversos objetos espaciais e os respectivos atributos determina que a funcionalidade dos sistemas inclua como característica fundamental. o suporte de imagens. bem como para se detectarem erros. a utilização do termo imagem pretende realçar o fato da informação ser codificada recorrendo. como um meio para selecionar a informação pertinente. versando a integração dos SIG em ambientes de Virtual Representation (VR). a símbolos.

Modelagem de aqüíferos e dispersão de poluentes 10. Gestão de florestas 2. Localização subterrânea de canalizações e cabos 2. Gestão dos leitos de cheias 7. Análise de localizações e seleção de locais 4. Distribuição de cargas em redes elétricas 3. Pesquisa de endereços 2. Planejamento da manutenção de infra-estruturas 4. Preservação de rios 4. Aplicações para gestão de infra-estruturas envolvendo 1. Zoneamento Ecológico-Econômico 13. Monitoramento Ambiental 14. tais como as correntes marítimas e outros fenômenos oceanográficos. Gestão de recursos para recreio 5. pedreiras. na realização de explorações geológicas e em estudos científicos de processos que ocorrem a 3 dimensões. Análise de habitats naturais e planejamento de vias de migração 3.1. Análise de visibilidade 12. Gestão Municipal 3. Aplicações envolvendo recursos naturais para 1. Verificação de impactos ambientais 4. Controle de tráfego aéreo Os sistemas que suportam as 3 dimensões do espaço têm vindo a ser utilizados para planejamento e gestão de empreendimentos tais como minas. Gestão e controle de telecomunicações 6. Controle e gestão de tráfego 3. Desenvolvimento de planos de evacuação 2. barragens e reservatórios. Aplicações baseadas em parcelas de terreno para 1. Aplicações baseadas em redes de ruas para 1. 15 . Preservação de áreas úmidas 8. Planejamento de zoneamento e subdivisão de terrenos 2. Análises de impacto ambiental 11. Monitoramento do uso de energia 5. Manutenção de registros de propriedade 4. Aquisição de terrenos 3. Gestão de terras agrícolas 9. Gestão da qualidade das águas 5. Gestão de aqüíferos 6.

Vinhas. S. C..dpi.unesp.html Casanova.usp. Universidade de São Paulo.br/Cursos/SensoriamentoRemoto/cartografia/01/sgc01. Câmara.prudente. UNESP.multimidia. M. Introdução ao ARCGIS® 16 . Câmara. 2005.br/gilberto/livro/introd/index. Monteiro. Disponível no endereço da WEB: http://www. Banco de Dados Geográficos.htm Druck. G. Brasília. G. (eds) "Análise Espacial de Dados Geográficos".R. 2004 (ISBN: 85-7383-260-6).html Apostila de Sistemas de Informações Geográficas e Cartografia. Sistemas de Informações Geográficas.M..utl. Disponível no endereço da WEB: http://www..br/gilberto/livro/introd/index. Editora MundoGeo.isa..multimidia.12.V. C..M. Carvalho. Disponível no endereço da WEB: http://www.. Introdução à Ciência da Geoinformação..dpi.html 2. Disponível http://www.. 1998. A.Campus de Presidente Prudente. Monteiro. G.inpe. G.prudente. EMBRAPA. Davis.S. 506 p. Disponível no endereço da WEB: http://www. G. PTREPUSP.ptr.br/cartosig/SIG no endereço da WEB: Apostila Princípios Básicos de Cartografia. A. Queiroz. Bibliografia Abrantes. Departamento de Informações Espaciais.V. L. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Disponível no site da WEB: http://www. M. Davis. Câmara.unesp.pt/dm/sig/sig/SIGconceitos. Unesp .1.inpe.br/cartosig/SIG Apostila Introdução ao SIG..

desta forma. Documentos de mapas. símbolos. por meio do ArcIMS® e do ArcGIS® Server. importar. Todos os produtos ArcGIS® Desktop compartilham a mesma arquitetura. definições de apresentação dos temas. 2. O conjunto ArcGIS Desktop é composto por quatro softwares e cada um acrescenta um nível superior de funcionalidades. Alem disso. dados. Esses softwares são usados para criar. analisar e publicar informações geográficas. minimizando desta forma a necessidade de aprender a manipular softwares diferentes na produção de seus resultados. editar. modelos de geoprocessamento. buscar. Isto significa que todos os usuários de GIS de uma organização podem se beneficiar de uma única e consistente interface e do mesmo conjunto de funcionalidades e dados. metadados. mapear. os mapas. podem ser intercambiados livremente entre os usuários destes softwares.2.2. usuários de quaisquer um dos softwares ArcGIS® Desktop podem compartilhar seu trabalho entre si. relatórios. dados e metadados criados no ArcGIS® Desktop podem ser compartilhados com muitos usuários por meio de aplicações customizadas com ArcGIS® Engine e sofisticados serviços de GIS para Web. ArcGIS® Desktop O ArcGIS® Desktop é um conjunto de softwares que roda em computadores padrões. interfaces e ferramentas customizadas entre outros. Estrutura do ArcGIS 17 .1.

ArcInfo®. Com o ArcView® é possível entender o contexto geográfico de seus dados. ArcView® O ArcView® é um software GIS rico em funcionalidades para visualização. 18 . Visualizar e analisar dados espaciais. O ArcView® simplifica a maneira de fazer análises ao permitir que as tarefas de processamento sejam definidas em um fluxo lógico de trabalho. Usuários aplicam funções de geoprocessamento para gerar dados de alta qualidade. Pode ser usado também na automação de muitos processos em lote em um GIS. ArcReader®. porque é uma ferramenta de fácil utilização. O ArcView® é o GIS desktop mais popular do mundo. e ArGis® Extensions. permitindo entender relacionamentos e identificar padrões de distribuição espacial. uso. intersecção. As duas principais partes que constituem esta estrutura de geoprocessamento são o ArcToolbox. O geoprocessamento é usado em muitas análises GIS como proximidade. O ArcView torna mais fácil as tarefas de gerenciar e editar seus dados geográficos. uma linguagem visual para diagramação de fluxos de trabalho e scripts. ele permite a elaboração de sofisticados mapas.2. O ArcGIS® é comercializado em módulos compostos por ArcView®. Gerenciar todos os seus arquivos e fontes de dados a partir de uma única aplicação. Com o ArcView® é possível:       Usar a informação geográfica para apoiar na tomada de decisão. realizar análises qualitativas e quantitativas de controle dos dados e validação de modelos e análises. gerenciamento. documentação e compartilhamento de modelos de geoprocessamento. Virtualmente qualquer provedor de conteúdo geográfico é capaz de fornecer seus dados em algum formato compatível com o ArcView. Usuários com algum conhecimento em programação poderão customizar o ArcView® a partir de linguagens de programação de mercado. O ArcView® é usado com sucesso por milhares de organizações para auxiliar nos processos de análises espaciais e suporte a tomada de decisão. O ArcGIS® Desktop oferece uma estrutura para geoprocessamento com ferramentas que podem ser executadas de diferentes formas:  ArcToolbox  Model Builder  Linha de comando  Scripts Esta estrutura facilita a criação. uma coleção de ferramentas organizadas com interfaces do tipo Wizard (passo a passo) e o ModelBuilder. Criar mapas com excelente qualidade. 2.1. permitindo que uma maior oferta de dados esteja disponível. Criar e manter conjuntos de dados de uma maneira fácil e intuitiva. conversão e compilação de dados. Com uma ampla variedade de símbolos e recursos cartográficos.O geoprocessamento consiste na obtenção de informações por meio da análise de dados espaciais já existentes e é uma função essencial em qualquer software de GIS. elaboração e análises de dados geográficos. ArcEditor®. Adaptar a interface para facilitar nas tarefas do dia-a-dia.

 Construir modelos e análises complexas para automação de processos GIS.  Criar bases de dados geográficos inteligentes.2..  Construir e manter integridade espacial incluindo relacionamentos topológicos entre as feições geográficas.  Localizar eventos sobre uma feição com base em uma referência linear e analisar estes eventos com relação a outras feições espaciais. etc.  Destacar partes de uma base de dados centralizada para trabalho de edição em campo (Edição desconectada). O ArcEditor® possui uma extensa coleção de ferramentas para entrada e manutenção de dados e também para design e versionamento.). Com o ArcEditor é possível:  Criar e editar feições GIS com ferramentas intuitivas de CAD (Computer Aids Design).  Aumentar a produtividade. a partir de uma interface fácil e intuitiva. conversão e tratamento dos dados. ArcEditor® O ArcEditor® é o sistema GIS desktop completo para edição e gerenciamento de conteúdo geográfico. O ArcEditor® suporta fluxos de edição simples ou processos colaborativos de edição entre vários editores. que ainda pode ser customizada por meio de modelos.. ArcInfo® O ArcInfo® é o mais completo e extensível software de GIS disponível. Além de incluir todos os recursos disponíveis no ArcView® e ArcEditor®. scripts e aplicações. O ArcInfo dispõe de todos os recursos necessários para a criação e o gerenciamento de uma estrutura inteligente de GIS.2. o ArcInfo® oferece um conjunto de aplicações que permitem ao usuário realizar operações sofisticadas de geoprocessamento e conversão de dados. bem como análises de proximidade e sobreposição. modelagem.  Modelar fluxos complexos de edição em ambiente multiusuário.3.2. 19 . esgoto.  Converter dados de muitos formatos e para muitos formatos. Com o ArcInfo você pode:  Construir poderosos modelos de geoprocessamento para descobrir relações. analisar e integrar dados espaciais.  Executar análises estatísticas.  Manter a integridade espacial entre layers temáticos e forçar a aplicação de lógica de negócio na entrada de dados. eletricidade. mais todos os recursos abrangentes de edição de dados GIS. Desde a concepção. às análises espaciais e elaboração de mapas para apresentação. O ArcInfo® oferece recursos que permitem aos usuários executar todas as atividades de GIS dentro de um fluxo de trabalho.  Gerenciar e explorar redes geométricas (usadas na representação de redes de utilidades como água. O ArcEditor® é parte da família ArcGIS® e inclui todas as funcionalidades disponíveis no ArcView®. 2.2.

Estaduais e Federais Defesa 20 . rotinas para análises de proximidade – Buffer. economizando tempo e aumentando a qualidade por meio da padronização de tarefas. poderosa ferramenta para vetorização semi-automática de dados. O ArcInfo® inclui a extensão ArcScan®. Elaborar mapas cartográficos usando sofisticadas técnicas de acabamento. O ArcInfo® inclui recursos exclusivos de geoprocessamento. Quem utiliza o ArcInfo?         Energia (Elétrica. que pode ser usada na conversão de acervos de plantas digitalizadas.  Gerenciamento de dados – Os recursos do ArcInfo® permitem ao usuário criar geodatabases por meio da conversão de outros formatos. *Coverage é a estrutura de dados nativa do ArcInfo Workstation e foi popularizada nos anos 90. Principais Características:  O ArcInfo® possui mais de 200 ferramentas para geoprocessamento que funcionam para todos os tipos de dados suportados na plataforma ArcGIS® e mais 50 ferramentas desenvolvidas especificamente para manipulação de dados em formato coverage* .  Análises e geoprocessamento – Os recursos para análise e geoprocessamento do ArcInfo® fazem dele um ambiente completo para modelagens e análises para suportar todos os tipos de interação com o usuário. incluindo regras para posicionamento automático e resolução de conflitos gráficos entre os elementos de mapa (linhas. O ArcInfo® permite a automação de processos de conversão.  Cartografia – O ArcInfo® possui ferramentas exclusivas para automação de tarefas relacionadas a elaboração de mapas cartográficos de alta qualidade. Com o ArcInfo® as rotinas de gerenciamento de dados podem ser executadas também a partir de scripts e modelos. tais como as rotinas de sobreposição – Intersect. Gás) Telecomunicações Esgoto e Fornecimento de água Transportes Hidrologia Óleo & Gás Governos Municipais. Near e Point Distance. incluindo CAD ou pela importação de esquemas pré-definidos em ferramentas CASE. O ArcInfo® ainda suporta todas as operações administrativas para a manutenção da integridade das bases de dados. O ArcInfo® inclui a extensão Maplex que permite ao usuário elaborar sofisticadas regras para solucionar conflitos decorrentes do posicionamento automático de textos nos mapas. Overlay e Union. polígonos. pontos e textos). permitindo ao usuário automatizar processos de criação e manutenção de seus dados. controle e análises de dados.

feitas pela ESRI ou por provedores de soluções para plataforma ESRI ArcGIS.4. 2.2.2. O ArcReader® é usado com documentos criados pela extensão ArcGIS® Publisher.2. Os desenvolvedores podem criar novas extensões para o ArcGIS Desktop. explorar e imprimir mapas.5. usando ArcObjects – a biblioteca de componentes dos softwares ArcGIS. Os ArcObjects podem ser 21 . O ArcReader® pode ser distribuído gratuitamente e pode ser entregue juntamente com seus dados para publicação de dados geográficos baseada em CD-ROM. O ArcReader® é uma ótima alternativa para a distribuição de mapas interativos que dão acesso a uma ampla diversidade de informações geográficas. análises geoestatísticas e uma série de automações de processos produtivos. ArcReader ® O ArcReader® é uma aplicação grátis e fácil de usar que permite ao usuário ver. visualização e manipulação de dados 3D. ArcGis® Desktop Extensions Novos recursos podem ser opcionalmente adicionados aos softwares desktop por meio de uma série de extensões para ArcGIS. Estas extensões permitem ao usuário realizar tarefas como geoprocessamento com dados matriciais.

Com o ArcGIS 3D Analyst é possível realizar vôos nestes ambientes simulados. 2. Java e Visual C++. realizar consultas aos dados de superfície. Spatial Analyst.  Analisar dados tridimensionais usando funções de corte e preenchimento.           3D Analyst.  Gerar vídeos a partir de vôos pelos cenários elaborados. Data Interoperability. é possível ver uma superfície a partir de múltiplas pontos de observação. Survey Analyst. tais como Visual Basic (VB). Com o ArcGIS Data Interoperability.  Navegar continuamente por meio de dados em múltiplas resoluções. Tracking Analyst. ArcScan. oferecendo o que há de mais moderno em tecnologia de acesso direto a dados.  Visualizar seus dados de uma perspectiva global ou local. Com o ArcGIS 3D Analyst é possível:  Criar vistas em três dimensões a partir de seus dados de GIS.NET. 1. Além disso. o usuário pode: 22 . de uma perspectiva local ou global.usados a partir de interfaces padrões de programação para Windows.  Realizar análises espaciais em duas ou três dimensões. grandes volumes de dados geográficos tridimensionais. sobrepondo dados vetoriais e imagens para simulação de ambientes realísticos. linha de intervisibilidade e modelo de terreno. Esta extensão permite ao usuário do ArcGIS usar e distribuir dados em muitos formatos. Usando o ArcGIS 3D Analyst.  Usar modelos tridimensionais e símbolos para compor cenários com realismo. Geostatistical Analyst. Publisher. O ArcGlobe dispõe os dados geográficos como temas sobre uma forma esférica tridimensional e oferece diversos recursos para que o usuário possa interagir com estes dados. ArcGIS Data Interoperability O ArcGIS Data Interoperability remove as barreiras para o compartilhamento de dados. ArcGIS 3D Analyst O ArcGIS 3D Analyst permite ao usuário visualizar e analisar dados de superfície de maneira efetiva. Production Line Toolset (PLTS). Network Analyst. . o software permite ainda que estes vôos sejam gravados em formatos padrões de vídeo digital O ArcGlobe é parte integrante do ArcGIS 3D Analyst e permite ao usuário controlar e visualizar. criar imagens em perspectiva.

redes hidrográficas. incluindo GML. além de oferecer soluções para geração de rotas. Analisar áreas de alcance de serviços. o usuário pode:      Explorar variabilidade dos dados. Autodesk DWG/DXF. MicroStation Design.  Promover integração com a estrutura de geoprocessamento (ModelBuilder) para adicionar manipulação de formatos de dado dentro de um modelo de processamento GIS. Examinar tendências. oferecendo poderosas ferramentas para análises geoestatísticas aos usuários de GIS. Gerar rotas ponto a ponto e ponto-multiponto. interpolação e pós-processamento. XML. Criar predição. Identificar o ponto mais próximo. Esta extensão permite ao usuário ArcGIS Desktop simular condições bastante realísticas para análises. Obter roteiros automáticos para navegação. utilizando vários modelos geoestatísticos. análises geoestatísticas. MapInfo MID/MIF e TAB. tais como: escolha do melhor ponto (site location) e tempo de deslocamento ponto a ponto e ponto-multiponto. Investigar autocorrelação entre os múltiplos conjuntos de dados. Identificar caminhos ótimos. Encontrar o melhor caminho. Com o ArcGIS Geostatistical Analyst. etc). bastante usado em soluções de logística de transporte.  Modelar e diagramar formatos customizados de dados usando um mecanismo para tradução semântica composto por mais de 150 funções de transformação. erros padrões de predição. Ler diretamente mais de 70 diferentes formatos de dados espaciais. visualização e apresentação de dados geográficos. ArcEditor e ArcView) que eleva a manipulação. O ArcGIS Geostatistical Analyst é um pacote completo para pré-processamento de dados espaciais.. Ele também inclui ferramentas gráficas interativas com parâmetros robustos pré-configurados para usuários sem experiência com análises geoestatísticas. ArcGIS Network Analyst O ArcGIS Network Analyst permite ao usuário criar e controlar conjuntos de dados com topologia de rede (malhas viárias. 3. O ArcGIS Network Analyst é uma extensão poderosa para roteirização e apresenta uma estrutura completa para análises. 4. Identificar outliers. Oracle e Oracle Spatial e Intergraph GeoMedia.  Exportar dados para mais de 50 formatos diferentes. ArcGIS Geostatistical Analyst O ArcGIS Geostatistical Analyst é uma extensão do ArcGIS Desktop (ArcInfo. Com o ArcGIS Network Analyst é possível:        Fazer análises de tempo de deslocamento. 23 .

mxd).  Criar versões customizadas do ArcReader de acordo com o perfil do seu público. 5. Tarefas como encontrar a rota mais eficiente. gerar roteiros de viagem. Com o ArcGIS Spatial Analyst é possível:      Achar locais adequados. ArcGIS Spatial Analyst O ArcGIS Spatial Analyst acrescenta ao ArcGIS Desktop um conjunto bastante abrangente de ferramentas para análises e modelagem de dados espaciais. descobrir um ponto de interesse mais próximo ou avaliar a atratividade de um serviço. Realizar análises estatísticas baseadas em proximidade. ArcGIS Publisher O ArcGIS Publisher oferece a possibilidade de compartilhar e distribuir mapas e dados GIS com grande facilidade. Os arquivos publicados são ideais para compartilhar mapas interativos que mantêm a riqueza cartográfica disponível nas aplicações ArcGIS Desktop. de uso inapropriado. permitindo que outros colegas vejam e interajam com os mapas.  Preservar seus mapas. baseando-se no tempo deslocamento até ele. a partir de qualquer projeto ArcMap (. Com o ArcGIS Publisher o usuário pode criar arquivos publicáveis no formato . Usando o ArcGIS Spatial Analyst.  Promover o acesso eficiente e controlado aos dados do seu GIS corporativo. 24 . por meio de redes ou ainda pela Internet.pmf. Esta abordagem possibilita que o profissional GIS publique e compartilhe seus dados. Realizar análises integradas com dados vetoriais e matriciais. permitindo ao usuário compartilhar livremente seus mapas com inúmeros usuários. o usuário pode derivar novas informações a partir de dados existentes. incluindo o ArcReader que pode ser baixado gratuitamente do site da ESRI. O ArcGIS Network Analyst permite ao usuário ArcGIS resolver uma variedade de problemas usando redes geográficas. 6. boa relação custobenefício e a capacidade de publicar mapas a partir do ArcGIS Desktop. Gerar matriz de origem-destino. Achar o melhor caminho entre dois pontos. analisar relacionamentos espaciais e construir modelos espaciais integrando funções essenciais do ArcGIS Desktop e ferramentas do ArcGIS Spatial Analyst. Realizar análises de distância e custo de deslocamento. Com o ArcGIS Publisher é possível:  Fornecer facilmente mapas interativos para seus usuários. se tornaram muito mais fáceis. O ArcGIS Publisher proporciona ao usuário uma maneira fácil. seja localmente. Os mapas publicados podem ser abertos por qualquer produto desktop. permitindo a superposição de mapas de delimitação de áreas.  Gerar pacotes com dados e mapas sob demanda para distribuição. incluindo as características cartográficas.

incluindo mapeamento. Gerar novos dados usando ferramentas para processamentos simples de dados matriciais. assim como nas análises dos mapas.3. do simples ao avançado.1. ArcMap® O ArcMap é a aplicação central do ArcGIS Desktop para todas as tarefas baseadas em mapas.  Realizar tratamento de dados para análises ou exibições futuras. Como o ArcGIS Spatial Analyst é fortemente integrado ao ambiente de geoprocessamento do ArcGIS Desktop. ArcMap é usado nas tarefas de mapeamento e edição. tais como escala.  Janela de diagramação da página (Page Layout View) – este ambiente combina os dados apresentados da Janela de dados geográficos com elementos de cartografia. O ArcMap é uma aplicação completa para criação de mapas dentro do ArcGIS Desktop. incluindo cartografia.  Interpolar valores de dados para estudo de superfícies a partir de amostras. 2. legenda. Esta tabela é utilizada na diagramação dos mapas para impressão e publicação. 2. visualização e geoprocessamento. é mais fácil do que nunca resolver análises espaciais sofisticadas. edição. Aplicações ArcGIS® Desktop O ArcGIS® Desktop é o conjunto das seguintes aplicações que funcionam de maneira integrada:      ArcMap ArcCatalog ArcToolbox ModelBuilder ArcGlobe (disponível com a extensão 3D Analyst) A combinação destas aplicações permite a realização de qualquer tarefa de GIS. análises e edição. O ArcMap oferece dois tipos de visualização de mapas:  Janela de dados geográficos — um ambiente onde os temas dos mapas são apresentados e caracterizados para edição e análise.3. compilação e gerenciamento de dados espaciais. 25 . análises geográficas. título e mapas de referência.

2. globos. visualizar e gerenciar metadados. modelos. ArcCatalog® O ArcCatalog é usado para organizar e gerenciar todo o tipo de informações GIS tais como mapas.2.3.3. exportar e importar esquemas e modelos lógicos de geodatabase.2. metadados e serviços. Definir. ArcToolbox® 26 . conjuntos de dados. Administrar um ArcGIS Server.3. Gravar. Ele possui ferramentas para:     Pesquisar por informações geográficas.

Análises vetoriais. O ModelBuilder é uma forma produtiva de compartilhar métodos e procedimentos com outros usuários. A exemplo do ArcMap.3. 2. 27 . Geocodificação. O ArcGlobe trabalha com dados em diversas resoluções ao permitir a configuração de intervalos de exibição dos níveis de detalhe em função da escala. ModelBuilder A interface ModelBuilder é uma interface com modelos gráficos para desenho e implementação de modelos de geoprocessamento que podem incluir ferramentas. Análises estatísticas O ArcToolbox é apresentado dentro do ArcCatalog e do ArcMap e está disponível no ArcView. ArcEditor e ArcInfo. ArcGlobe O ArcGlobe. Os modelos são fluxogramas que relacionam uma série de ferramentas e dados para criar procedimentos sofisticados que são processados em uma seqüência lógica. Processamento de coverages. proporciona uma visualização contínua e interativa da informação geográfica. scripts e dados.4.3. Com o ArcGlobe é possível organizar os dados dentro de um contexto comum. parte da extensão ArcGIS 3D Analyst.5.O ArcToolbox reúne uma abrangente coleção de funções para geoprocessamento incluindo ferramentas para:       Gerenciamento de dados. exibindo informações de um geodatabase ou de qualquer outro formato de dado GIS suportado. dentro ou fora de sua organização. 2. o ArcGlobe trabalha com os dados em camadas (layers). Conversão de dados.

2.. Abrindo o programa Na janela inicial do programa você pode escolher entre abrir um mapa novo onde você poderá criar o seu mapa ou abrir um modelo (template) onde os dados básicos (como carimbo. entrada e visualização de dados espaciais. logomarcas. Espera-se que o ArcGlobe venha a se tornar um aplicativo amplamente usado nas operações de análise. etc.Esta forma unificada e interativa de apresentar a informação geográfica amplia a capacidade do usuário de GIS em integrar e usar diferentes conjuntos de dados.4. Aprendendo a usar o ARCGIS.) já estão pré-formatados ou abrir um mapa existente.1. 28 .4. 2.

29 .

então procure o diretório onde se encontram os shapes que serão utilizados no seu mapa.2.2. 30 .4. Criando um novo mapa Passo 1: Abrir um novo mapa Selecionar a opção a new empty map Passo 2: Adicionar dados Clicar no ícone para adicionar dados e abrirá uma janela com os diretórios existentes.

Os shapes aparecem na tela com cores automáticas que irão ser editadas posteriormente. Após selecionados clique no add. 31 .Passo 3: Selecionar os shapes Selecionar os shapes que quer utilizar. Na figura abaixo o mapa é mostrado no formato de dados. aperte a tecla shift enquanto seleciona os shapes. pressione a tecla control e clique apenas nos shapes desejados. Para selecionar mais de um. caso queira adicionar vários shapes que estão alternados.

Selecionar Layout view.Passo 4: Colocar no formato de layout Clicar no menu view e uma lista aparecerá. 32 .

Passo 5: Ajustar o tamanho do papel No menu file selecionar page setup.Então aparece na tela a página como será impresso o mapa. 33 .

tipo de impressora ou plotter. Selecionar a opção landscape para o formato paisagem e configurar a impressora que será utilizada. da mesma forma que editamos figuras no Word. puxe para aumentar ou para diminuir. além de outras opções. Passo 5: Ajustar o shape ao tamanho do papel Neste passo ajustamos o tamanho da área que o mapa ocupará na folha.Aparecerá na tela uma janela para configuração do tamanho e formato do papel. então aparecem os quadrados azuis. Clica no shape para ativar o frame (área do mapa). coloca-se o mouse sobre eles e quando aparecer a seta. 34 . Neste caso estaremos usando o tamanho A4.

35 .

Passo 6: Criar uma borda para o mapa Selecionar um novo retângulo. pressionar o botão direito do mouse sobre esse retângulo e vai aparecer um menu. Vai aparecer um retângulo com cor sólida. Colocar o mouse no canto superior esquerdo manter pressionado o botão direito. caso queira manter essa cor. e puxar até o canto inferior direito e soltar o botão. 36 . Selecione order e send to back e obterá o fundo e borda dessa cor.

clique no ícone do balde. então selecione No color. Vai aparecer um menu de cores. O mapa ficará assim. 37 .Para retirar a cor do retângulo.

No Data Frame Properties.Passo 7: Adicionar grid de coordenadas Clicar com o botão direito do mouse sobre Layers e selecionar Properties. clique no Coordinate System. 38 . Vai aparecer em que sistema de coordenadas está o mapa. O frame deve estar selecionado como mostra a figura abaixo. Neste caso está aparecendo como desconhecido.

selecione qualquer um que esteja na projeção desejada e clique em Add.Clicar nas pastas dos Layers para ver em que projeção estão os layers. 39 . Selecionar Import. Vai aparecer uma janela para a seleção de um dos shapes.

Na mesma janela clicar na tab Grid e clicar em New Grid. 40 .Agora o frame está com uma projeção definida e podemos adicionar o grid.

Selecione Graticule para colocar latitude e longitude e caso o mapa esteja em UTM,
selecione a opção Measured Grid e clique em avançar.

Selecione Graticule and labels para ter o grid completo, ou Labels only para não
ter linhas dentro do mapa, ou Tick marks para ter as cruzes de coordenadas dentro do
mapa.

41

Ajuste o espaçamento entre as coordenadas e clique em avançar.

Selecione se quer todas as marcas de divisão e clique em avançar.

42

Selecione se que uma borda e clique em concluir.

Agora pressione aplicar.

43

volte no tab do Grid e selecione Properties e então marque as posições Right e Left para colocar os números da esquerda e da direita na posição vertical.O mapa agora já tem o grid de coordenadas. 44 . Para modificar a posição dos números das coordenadas no grid.

Passo 8: Adicionar título ao mapa Selecionar New Text.Agora os números estão na posição vertical. 45 .

Posicione o cursor no ponto desejado. será criada uma janela de texto e aí é só digitar o título. clicar em font color e selecionar a cor desejada. 46 . Passo 9: Modificar a cor da fonte do título Com o título selecionado.

Aparece uma janela para selecionar o diretório em que o mapa será salvo e você digita o nome que será dado ao mapa e clique em salvar. 47 . selecionar Save ou Save As.Passo 10: Salvar o mapa No menu File.

Passo 11: Inserir os pontos cardeais No menu Insert. selecionar North Arrow. 48 . Aparece uma janela para selecionar a seta.

Posicione o Norte clicando em cima dele com o botão direito do mouse. 49 . Passo 12: Inserir escala gráfica No menu Insert selecionar Scale Bar. segurando e arrastando para o local desejado.

Aparece uma janela na qual você escolhe a barra a ser utilizada. 50 . Passo 13: Modificar as propriedades da escala gráfica Selecionar Properties.

nesse caso utilizaremos Km. Selecionamos Adjust width para podermos definir o intervalo que será apresentado na escala (ex: divisões de 100 Km).Na Tab Scale and Units modificar a unidade. 51 .

Modificar o nome da unidade de distância e clicar em aplicar. 52 . nesse caso 100 Km.Definir o valor das divisões da escala.

selecionando e arrastando.Posicionar a escala no local desejado da mesma forma que foi ensinada para a seta de Norte. 53 . Passo 14: Modificar propriedades do Data Frame Clicar com o botão direito do mouse dentro da frame e selecionar propriedades.

Selecionar a Tab Frame. 54 . Modificar a cor do background.

Clicar em aplicar. 55 . Agora temos a área do Data Frame colorido.

Selecionar o título clicando em cima dele e pressionar o botão direito do mouse. 56 .Passo 15: Modificar propriedades do título. Então selecionar Properties. Clique em Change Symbol e depois na janela que abre clique em Properties.

O título está modificado apresentando uma caixa de texto da cor desejada. 57 . Selecione o formato desejado e clique em OK.Selecione a Tab Advanced Text e marque a opção Text Background e então clique em Properties.

58 . e a cor que será apresentado. Clique no quadrado do Symbol e na janela que abre selecione o símbolo desejado e modifique o tamanho.Passo 16: Modificar os símbolos dos shapes Selecionar o shape a ser modificado e clicar com o botão direito do mouse sobre ele e selecionar Properties.

59 . Modificar tamanho do símbolo.Modificar símbolo e cor.

Clique em OK. O símbolo do shape de localidades está modificado. 60 .

61 .Da mesma forma é feito para o shape de Vias Interurbanas. Modificar a cor das linhas das rodovias para vermelho.

Resultado do mapa com as localidades e as rodovias com novas cores. neste caso o nome dos rios. Passo 17: Colocar rótulos nos objetos (ex: nome dos rios) Após modificar a cor dos rios. 62 . selecionar a Tab Labels e escolher o atributo que vai aparecer no mapa.

basta clicar em Symbol e uma janela aparecerá na qual essas modificações são feitas. Janela para modificar a cor da fonte.Para modificar a cor e o tamanho da fonte a ser usada. 63 .

Selecionar a cor azul. Clicar em Label Placement Options para colocar os nomes seguindo o curso dos rios. 64 . Vai abrir uma janela como na figura abaixo.

65 . Clique em OK.Marcar a opção Produce labels that follow the curve of the line.

Passo 18: Modificar cores de polígonos baseado em seus atributos.Na figura abaixo aparece os rios com a cor modificada e com seus nomes seguindo as curvas das linhas. 66 . Selecionar o shape de polígonos e clicar com o botão direito do mouse e selecionar Properties conforme feito com os demais shapes.

No campo Valor Field. 67 . Clique em Add all values. selecionar Nome. Neste caso é o nome dos municípios do Estado do Acre.

Selecione um esquema de cores. 68 . Caso queira modificar as cores uma por uma. Clique na seta abaixo de Color Scheme. Clique em OK. As cores dos municípios mudará aleatoriamente seguindo o esquema de cores. é só clicar sobre cada legenda dentro da janela e aparecerá a janela de propriedades na qual você seleciona a nova cor desejada.

69 . Clique sobre o nome do shape de forma que nele apareça um retângulo onde é permitido que você edite o texto. Passo 19: Inserir Legenda Primeiro modificar os nomes dos shapes como devem aparecer na legenda. conforme figura abaixo.O mapa estará com as novas cores como na figura abaixo.

Entre na janela de Properties do shape de polígonos para editar o valor <all other values> que não queremos que apareça na Legenda. No menu Insert. 70 . apagando na parte onde está escrito Label. selecione Legend.

71 . Para inserir novo shape. E clique em avançar. Defina o número de colunas que você quer que apareça na legenda e os shapes. Para retirar shapes da lista selecionar na segunda coluna o shape que você não quer que apareça e clique na seta dupla para retirar. Clique em avançar.Aparecerá uma janela na qual você definirá as propriedades da legenda. selecione o shape na primeira coluna e clique na segunda seta dupla. Edite o título da legenda.

Se quiser colocar a legenda dentro de uma caixa selecione a cor da borda e depois a cor do background na caixa de diálogo conforme figura abaixo. Aparece uma caixa de diálogo onde as cores são definidas. 72 . clique em Properties para aparecer a caixa de diálogo de cores. Selecione as cores clique em OK e depois em avançar.

Na figura abaixo está selecionado o shape de polígonos. pontos e polígonos).Defina os símbolos que representarão os objetos (Linhas. Selecione o que melhor representa os rios. Clique sobre cada um dos shapes e selecione o tipo de símbolo desejado. 73 . Na figura abaixo está selecionado o shape de linhas dos rios.

Na figura abaixo está selecionado o shape de linhas das rodovias. Clique em avançar. Selecione o que melhor representa as rodovias. 74 .

75 . Coloque a legenda na melhor posição que não comprometa o equilíbrio do mapa. conforme feito com os demais objetos gráficos.Ajuste o tamanho e a localização da legenda.

O mapa está pronto para ser impresso. 76 .Modifique o espaçamento da caixa da legenda clicando com o botão direito do mouse sobre a legenda que está selecionada. Aparece uma caixa de diálogo onde você modifica a distancia do texto para a borda da caixa da legenda.

Depois selecione print. Tamanho e direção da folha e qualidade de impressão. Então pode mandar imprimir seu mapa. Verifique na caixa de dialogo que aparece se a impressora está correta e caso não esteja. clique em setup e modifique o que for necessário. 77 . selecione print preview para ver como seu mapa será impresso.Passo 20: Imprimir o mapa No menu file.

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