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Bárion 1

Bárion
(português brasileiro)
Bárion ou barião
(português europeu)
é a designação
genérica de partículas subatômicas
sensíveis a interações fortes (hádrons)
e compostas de três quarks. O bárion
mais leve e estável é o próton. O
número de bárions menos o número de
antibárions é o número bariônico,
conservado pela interação forte.

Octeto bariônio (s=1/2).

Decupleto bariônio (s=3/2).


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Bárion  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18251459  Contribuidores: Angeloleithold, Darwinius, E2m, Pikolas, 2 edições anónimas

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Big Bang 1

Big Bang
Em cosmologia, Big Bang é a teoria científica que defende
surgimento do universo a partir de um estado extremamente denso
e quente há cerca de 13,7 bilhões de anos. Ela baseia-se em
diversas observações que indicam que o universo está em
expansão de acordo com um modelo
Friedmann-Robertson-Walker baseado na teoria da Relatividade
Geral, dentre as quais a mais tradicional e importante é relação
entre os redshifts e distâncias de objetos longínquos, conhecida
como Lei de Hubble, e na aplicação do princípio cosmológico.

Em um sentido mais estrito, o termo "Big Bang" designa a fase


densa e quente pela qual passou o universo. Essa fase marcante, de
início da expansão comparada a uma explosão, foi assim chamada
pela primeira vez, de maneira desdenhosa, pelo físico inglês Fred Imagem do nascimento de estrelas a 12 bilhões de
Hoyle no programa "The Nature of Things" da rádio BBC. Hoyle, anos-luz da Terra

proponente do modelo (hoje abandonado) do universo


estacionário, ridicularizava.

Apesar de sua origem, a expressão"Big Bang" acabou perdendo sua conotação pejorativa e irônica para tornar-se o
nome científico da época densa e quente pela qual passou o universo.

História
Em 1927, o padre e cosmólogo belga Georges Lemaître (1894-1966) derivou independentemente as equações de
Friedmann a partir das equações de campo de Einstein e propôs que os desvios espectrais observados em nebulosas
se deviam a expansão do universo, que por sua vez seria o resultado da "explosão" de um "átomo primordial".
Em 1929, Edwin Hubble forneceu base observacional para a teoria de Lemaitre ao medir um desvio para o vermelho
no espectro ("redshift") de galáxias distantes e verificar que este era proporcional às suas distâncias. Porem os
calculos de Huble eram incertos(quando [1] , o que ficou conhecido como Lei de Hubble-Homason

Controvérsias
A teoria do Big Bang não é um acontecimento igual a uma explosão da forma que conhecemos, embora o universo
observável com a ajuda das lentes dos modernos telescópios espaciais ainda descreva um resultado de uma explosão
(uma fuga cósmica) há quem levante dúvidas se realmente houve algo que explodiu ou se foi uma explosão a causa
dessa dilatação observada.
Alguns afirmam que o termo "Big Bang" é utilizado como uma aproximação para designar aquilo que também se
costuma chamar de "Modelo Cosmológico Padrão". Este consiste numa aplicação da Relatividade Geral ao Universo
como um todo. Isso é feito, em um primeiro momento, assumindo-se que o universo é homogêneo e isotrópico em
larga escala. Em um segundo momento se introduz flutuações de densidade no modelo e estuda-se a evolução destas
até a formação de galáxias.
O modelo cosmológico padrão é extremamente bem testado experimentalmente e possibilitou a previsão da radiação
cósmica de fundo e da razão entre as abundâncias de hidrogênio e hélio.
Os dados observacionais atualmente são bons o suficiente para saber como é a geometria do universo.
Exemplificando: Se for imaginado um triângulo, com lados maiores do que milhares de vezes o raio de uma Galáxia
observável qualquer, se poderá saber da validade do teorema de Pitágoras pela observação direta. Porém, não se tem
Big Bang 2

idéia de qual é a topologia do universo em larga escala atualmente. Ou, é sabido se ele é infinito ou finito no espaço.
O termo Big Bang também designa o instante inicial (singular) no qual o fator de escala (que caracteriza como
crescem as distâncias com a expansão) tende a 0.
Alguns afirmam que as equações da Relatividade Geral falham no instante 0 (pois,são singulares). Eventos como o
big bang simplesmente não estão definidos.
Portanto acreditam alguns que, segundo Relatividade Geral não faz sentido se referir a eventos antes do Big Bang.
Sabe-se que as condições físicas do universo muito jovem estão fora do domínio de validade da Relatividade Geral
devida densidade ambiental e não se espera que as respostas sejam corretas na situação de densidade infinita e tempo
zero.
Atualmente a Teoria do Big Bang é a mais aceita pelos cientistas. Porém há pessoas que afirmam que nela existem
contradições que não podem explicar alguns pontos.
• Sobre os tópicos acima:
1. Zeilik, Michael. Astronomy: The Envolving Universe. New York: Harper and Row, 1979.

A grande explosão térmica


O Big Bang, ou grande explosão, também conhecido
como modelo da grande explosão térmica, parte do
princípio de Friedmann, onde, enquanto o Universo se
expande, a radiação contida e a matéria se esfriam. Para
entender a teoria do Big Bang, deve-se em primeiro
lugar entender a expansão do Universo, de um ponto A
para um ponto B, assim, podemos, a partir deste
momento retroceder no espaço, portanto no tempo, até
o Big Bang. O Wilkinson Microwave Anisotropy Probe (WMAP) é um sistema
de sensoreamento térmico da energia remanescente de fundo, ou
• Sobre este tópico: ruído térmico de fundo do Universo conhecido. Esta imagem é um
1. Zeilik, Michael. Astronomy: The Envolving mapeamento em microondas do Universo conhecido cuja energia que
chega ao sistema está reverberando desde 379000 anos depois do
Universe. New York: Harper and Row, 1979.
Big-bang, há 13 bilhões de anos (presume-se). A temperatura está
dividida entre nuances que vêm do mais frio ao mais morno, do azul
Temperatura e expansão ao vermelho respectivamente, sendo o mais frio, a matéria ou o
"éter", onde a energia térmica de fundo está mais fria, demonstrando
Como a temperatura é a medida da energia média das
regiões mais antigas. A comparação, feita pelo autor da imagem, é
partículas, e esta é proporcional à matéria do universo, como se tivéssemos tirado uma fotografia de uma pessoa de oitenta
de uma forma simplificada, ao dobrar o tamanho do anos, mas, no dia de seu nascimento.
universo, sua temperatura média cairá pela metade. Isto
é, ao reduzir o tecido universal, portanto aumentando sua densidade, aquela dobrará; podemos ter um ponto de
partida de temperatura máxima, e massa concentrada numa singularidade, que nos dará o tempo aproximado do
início da aceleração da expansão do tecido universal, e sua gradual e constante desaceleração térmica. Para entender
este processo, há que se usar um exemplo prático, a visão deve ser quadridimensional. Como os sentidos humanos
somente percebem o espaço tridimensional (Coordenadas x,y,z), ilustrando a partir de um modelo em três dimensões
fica mais compreensível, pois o tempo estaria numa coordenada "d", o que dificulta ao leitor comum a compreensão
da evolução do tempo e espaço simultaneamente.
Big Bang 3

Imaginemos uma bolha de sabão, suponhamos que esta bolha seja


preenchida por um fluido, deixemos o fluido de lado e
concentremo-nos na superfície propriamente dita da bolha. Esta no
início é um ponto de água com sabão, por algum motivo
desconhecido, que não importa, começa a aumentar através da
inserção de um gás, tomando a forma esférica. Observemos que,
na medida em que o ar penetra preenchendo o interior da bolha de
sabão (a exemplo de uma bexiga), começa a haver a expansão
volumétrica do objeto. Nos concentremos no diâmetro da bolha e
na espessura da parede. Verificaremos que, à medida em que seu
As estrelas ou corpos celestes marcados com círculos diâmetro aumenta, a espessura diminui, ficando mais e mais tênue,
são os mais distantes, logo os mais antigos já pois a matéria está se desconcentrando e se espalhando em todas
observados pelos humanos. A coloração avermelhada é
as direções. De uma maneira simplificada, podemos afirmar que o
devida ao efeito Doppler. Quando um corpo se afasta
deu um suposto centro, mais a sua imagem desvia para
aumento do diâmetro da bolha é o universo em expansão, o
o vermelho, e quando se aproxima, ao contrário o aumento da área da superfície é a diminuição da densidade
desvio é para o azul. Como o afastamento é quase para material, a redução da espessura da parede é a constante térmica
o vermelho de tonalidade mais escura, isto indica que
que diminui à medida em que o universo se expande.
se dá em altíssimas velocidades, (suas distâncias estão
beirando os treze bilhões de anos-luz), algo bastante
• Sobre os tópicos acima:
próximo do Big-bang. Estas formações indicam um
Universo infantil, onde as grandes galáxias 1. Gamow, George. One, Two, Three... Infinity. New York:
(presumivelmente) ainda não se haviam formado. Bantam Books, 1971.
1. Zeilik, Michael. Astronomy: The Envolving Universe. New
York: Harper and Row, 1979.

Modelo quadridimensional

No modelo quadridimensional, não existe a fronteira, ou a parede; o conceito é volumétrico no domínio tempo,
portanto, só visualizável através de cálculo. Porém pode-se tentar mostrar algo sobre a quarta dimensão, basta um
pouco de imaginação e uma boa dose de visualização tridimensional.
Big Bang 4

Para que entendamos um objeto


tridimensional em visualização
bidimensional, temos que desenhá-lo de
forma que enxerguemos uma parte de cada
vez.
Imagine o mesmo exemplo da bolha, agora
vista em duas dimensões, temos largura e
profundidade, mas não temos noção da
dimensão altura. Para que possamos
representá-la e entendê-la, precisaremos
fazer diversos desenhos no domínio da
Altura, iniciando na parte mais baixa e
assim por diante, representando círculos
que, se vistos bidimensionalmente
sobrepostos, apresentarão um círculo dentro Embora não se deva imaginar a expansão Universo como uma bolha crescendo
vista do lado de fora, (O lado de fora não existe, a matéria e o tempo tiveram seu
do outro, (semelhantes aos mapas
início a partir do ponto zero), esta é uma das poucas maneiras de se tentar
topográficos). Porém, devidas limitações no vislumbrar um espaço quadridimensional do Universo em expansão (Não se deve
desenho, a primeira impressão que teremos também assumir uma visão antropocêntrica). Ao centro, está representada em
(se não soubermos que é uma esfera) não amarelo a Via Láctea, os círculos coloridos excêntricos são todos os corpos
celestes se afastando, azul para frente e vermelho para trás devido ao efeito
será de uma esfera, e sim de meia esfera.
Doppler, as esferas sem cor representam a posição real dos astros

Para a representação tridimensional, os


eixos (x,y,z), e o eixo tempo (t) inserido, (isto é, em quatro dimensões, porém representada em três), a analogia é
semelhante, poderemos vislumbrar a meia esfera de acordo com nossas observações e medições, a outra metade
somente poderemos teorizar.
Podemos inclusive usar a mesma esfera, porém , em vez de olharmos um círculo dentro de outro, representando a
imagem topográfica, imaginemos uma esfera dentro de outra, maior e maior, como se o fotografássemos em
momentos em que estivesse inflando , assim temos uma visão quadridimensional num universo tridimensional, onde
a superfície da esfera, aumentando a cada passar de tempo, seria a expansão quadridimensional do Universo. Esta
visão não deve ser encarada como antropocêntrica, pois de qualquer ponto do espaço vemos o Universo se
expandindo em todas as direções, ou seja, sempre nos parecerá estarmos no centro, não importa de qual ponto
estejamos observando. Portanto, devemos imaginar, não estando no centro da esfera, mas num ponto onde
absolutamente tudo se afasta em todas as direções, embora os nossos sentidos nos digam estarmos no centro.

• Sobre este tópico:


1. Gamow, George. One, Two, Three... Infinity. New York: Bantam Books, 1971.

O início da teoria da grande explosão


Conforme descrito no início do artigo, em 1927, o padre e cosmólogo belga Georges Lemaître (1894-1966), derivou
independentemente as equações de Friedmann a partir das equações de Einstein e propôs que os desvios espectrais
observados em nebulosas se deviam a expansão do universo, que por sua vez seria o resultado da "explosão" de um
"átomo primordial". A teoria do Big Bang, grande explosão, tornou-se a explicação da expansão do universo desde
suas origens, no tempo, (arbitrando-se o conceito de que o tempo teve uma origem).
Segundo essa teoria, o universo surgiu há pelo menos 13,7 bilhões de anos, a partir de um estado inicial de
temperatura e densidade altamente elevadas. Embora essa explicação tenha sido proposta na década de 1920, sua
versão atual é da década de 1940 e deve-se sobretudo ao grupo de George Gamow que deduziu que o Universo teria
surgido após uma grande explosão resultante da compressão de energia.
Big Bang 5

• Sobre este tópico:


1. Gamow, George. One, Two, Three... Infinity. New York: Bantam Books, 1971.

Edwin Hubble
Voltando no tempo..., no início do século XX, a Astronomia desviou sua atenção das estrelas e dos planetas. Nos
últimos oitenta anos a Cosmologia se voltou para as galáxias e espaço exterior. Um dos muitos responsáveis por esta
mudança de perspectiva foi Edwin Hubble, do Observatório Monte Wilson. Em 1924, foram publicadas fotografias
provando que as manchas de luz difusas e distantes, chamadas de Nebulosas, (este nome devido à crença de que se
tratava de massas informes de gás e poeira), na verdade eram gigantescos sistemas de aglomerados de estrelas,
semelhantes à Via Láctea.

Os movimentos galáticos e a Lei de Hubble-Homason


Hubble dedicou-se ao estudo das galáxias, medindo suas distâncias, localizando sua distribuição no espaço e
analisando seus movimentos. Com o passar do tempo, notou-se que aqueles movimentos não eram ao acaso, como o
deslocamento das moléculas de um gás na termodinâmica, porém obedecem a uma trajetória centrífuga. Cada
galáxia distante afasta-se da Via Láctea numa velocidade proporcional à distância em que se encontra desta, quanto
maior a distância, maior a velocidade.
Hubble e seu colega Milton L. Homason pesquisaram para descobrir a proporção dos movimentos e sua aceleração,
deduzindo uma equação conhecida como Lei de Hubble-Homason em que: Vm=16r, onde Vm é a velocidade de
afastamento da galáxia, dada em quilômetros por segundo, e r expressa a distância entre a Terra e a galáxia em
estudo, dada em unidades de milhões de anos luz, e, segundo esta, se uma galáxia estiver situada a cem milhões de
anos luz, esta se afasta a 1600 quilômetros por segundo.
Aparentemente, o Universo está se expandindo em torno de nós, novamente é afirmado que isto não deve ser
encarado como antropocentrismo, pois todos os pontos do universo estão se afastando relativamente uns aos outros
simultaneamente, conforme já explicado. A observação, feita em 1929 por Hubble, significa que no início do
tempo-espaço a matéria estaria de tal forma compactada que os objetos estariam muito mais próximos uns dos
outros. Mais tarde, observou-se em simulações que de fato exista aparentemente a confirmação de que entre dez a
vinte bilhões de anos atrás toda a matéria estava exatamente no mesmo lugar, portanto, a densidade do Universo
seria infinita.
As observações em modelos e as conjecturas dos cientistas apontam para a direção em que o Universo foi
infinitesimalmente minúsculo, e infinitamente denso. Nessas condições, as leis convencionais da física não podem
ser aplicadas, pois quando se tem a dimensão nula e a massa infinita, qualquer evento antes desta singularidade não
pode afetar o tempo atual, pois ao iniciar o universo, expandindo a massa e ao mesmo tempo se desenvolvendo em
todas as direções, indica que o tempo também esteve nesta singularidade, logo o tempo era nulo.
• Sobre este tópico:
1. Gamow, George. One, Two, Three... Infinity. New York: Bantam Books, 1971.
1. Zeilik, Michael. Astronomy: The Envolving Universe. New York: Harper and Row, 1979.
Big Bang 6

Gamow, a explosão e a teoria da expansão


Segundo Gamow, na expansão do universo a partir de seu estado inicial de alta compressão, numa explosão
repentina, o resultado foi uma violentíssima redução de densidade e temperatura; após este ímpeto inicial, a matéria
passou a predominar sobre a antimatéria.
Ainda segundo Gamow toda a matéria existente hoje no universo encontrava-se concentrada no chamado "átomo
inicial", ou "ovo cósmico", e que uma incalculável quantidade de energia, depois de intensamente comprimida,
repentinamente explodiu, formando ao avançar do tempo gases, estrelas e planetas.
A temperatura média do universo diminui à medida em que se expande. Alguns autores afirmam que a partir de um
determinado momento, quando universo for totalmente resfriado, ele vai começar a diminuir de tamanho novamente,
voltando a sua primeira forma, do átomo inicial.
• Sobre este tópico:
1. Gamow, George. One, Two, Three... Infinity. New York: Bantam Books, 1971.
2. Berendzen, Richard, Hart, Richard and Seeley, Daniel. Man Discovers the Galaxies. New York: Science History
Publications, 1977.
3. Lucretius. The Nature of the Universe. New York: Penguin, 1951.

O paradoxo do tempo
Se o tempo iniciou numa grande explosão, juntamente com o espaço e com a matéria-energia no Universo mutável,
num Universo imutável um começo no tempo é necessário se impor para que se possa ter uma visão dinâmica do
processo da criação inicial (não confundir com Criação Teológica), esta se deu tanto numa maneira de se ver o início
da dualidade tempo matéria, quanto em outra. Partindo-se da premissa de que o Universo é mutável no domínio do
tempo, pois de outra forma não se consegue observar a expansão deste, deve haver razões físicas para que o
Universo realmente tivesse um começo, pois não se consegue imaginar a existência de um universo antes do Big
Bang, e se não existia nada antes, o que fez o desequilíbrio da singularidade que acabou criando um Universo caótico
e em mutação? Voltando-se no tempo e espaço, chega-se que desde o começo, o Universo se expande de acordo com
leis bastante regulares. É portanto razoável que estas se mantenham durante e antes da grande explosão, logo na
singularidade está a chave para se descobrir como houve o momento de aceleração inicial nos eventos iniciais do
Universo atual. Uma suposição é de que em nosso Universo atual predomina a dualidade matéria-energia, lógico se
torna que provavelmente antes do evento que gerou o impulso inicial, houve um avanço antitemporal, da antimatéria,
com acúmulo de antienergia, que redundou no atual trinômio tempo-espaço-matéria.
Existe uma outra teoria, entre muitas que, antes do big bang, houve outro universo, idêntico ao atual onde as galáxias
ao invés de se afastarem, se aproximariam (O dia em que o universo quicou - [[Gravidade quântica em
loop|Gravitação quântica em laços [2]]]).
• Sobre este tópico:
1. Barnet, Lincoln. The Universe and Dr. Einstein. New York: Sloane, 1956.
2. Gamow, George. Mr. Tompkins in Paperback. Cambridge: Cambridge University Press, 1965.
3. Mermin, David. Space and Time and Relativity. New York: McGraw-Hill, 1968.
4. Weinberg, Steven. The Firts Three Minutes: A Modern View of The Origin of The Universe. New York: Basic
Books, 1977.
Big Bang 7

A formação dos primeiros átomos


A nucleossíntese [3] foi a formação inicial
dos primeiros núcleos atômicos elementares
(hidrogênio e hélio). Ela ocorreu porque a
atuação da Força Nuclear Forte acabou
atraindo prótons e nêutrons que se
comprimiram em núcleos primitivos.
Sabe-se que esta força nuclear forte só é
eficaz em distâncias da ordem de 10-13 cm.
Presume-se que a nucleossíntese ocorreu
100 segundos após o impulso inicial, e que
esta foi seguida de um processo de repentino
resfriamento devido à irradiação que,
segundo alguns, ocasionou o surgimento dos
núcleos — segundo outros, o surgimento
Radiação de Fundo resultante do Big-Bang
dos núcleos ocasionou o resfriamento. Em
função da nucleossíntese, a matéria
propriamente dita passou a dominar o universo primitivo, pois sabe-se que a densidade de energia em forma de
matéria passou, a partir daquele momento, a ser maior do que a densidade em forma de radiação. Isso se deu em
torno de 10 mil anos após o impulso inicial. Com a queda da temperatura universal, os núcleos atômicos de
hidrogênio, hélio e lítio recém-formados se ligaram aos elétrons, formando assim átomos completos desses
elementos. Presume-se que isso se deu em torno de 300 mil anos após o chamado marco zero. A temperatura
universal estava então em torno de 3.000 K.

O processo, ou a era da formação atômica, segundo alguns pesquisadores, durou cerca de um milhão de anos
aproximadamente. À medida que se expandia a matéria, a radiação que permeava o meio se expandia
simultaneamente pelo espaço, porém em velocidade muito maior, ultrapassando a primeira. Daquela energia
irradiada sobraram alguns resquícios em forma de micro-ondas, que foram detectadas em 1965 por Arno A. Penzias
e Robert W. Wilson, tendo sido chamada de radiação de fundo. O "som" característico da radiação propagada é
semelhante ao ruído térmico, ou seja, um silvo branco (ruído branco contendo todas as frequências), contínuo, linear
igual ao ruído que se ouve num receptor de televisão, ou de receptores de frequência modulada quando estão fora de
sintonia. O som característico é um "sssssss" constante, ou um ruído de cachoeira.
O satélite COBE, em 1992, descobriu flutuações na radiação de fundo recebida que explicariam a formação das
galáxias logo após a Grande Explosão.
Um exemplo ilustrativo da expansão repentina a que se seguiu após o evento inicial, seria que a matéria comprimida
num volume hipotético do tamanho de uma cabeça de alfinete, em torno de 1 mm de diâmetro, se expandiria para
cerca de 2 mil vezes o tamanho do nosso sol.
Antes de completar um segundo de idade, o Universo estava na era da formação dos prótons e nêutrons. Os nêutrons
tendem a decair expontaneamente em prótons, porém prótons recém formados pelo decaimento não decaem. Devido
a experimentos em aceleradores de partículas, sabe-se que o universo naquela era, (1 segundo aproximadamente),
ficou com 7 prótons para cada nêutron — uma massa turbilhonante das partículas mais elementares. Era também
mais denso do que o ferro e tão opaco que nenhuma luz conseguiria penetrá-lo.
Outro dado apontado pelas pesquisas realizadas leva à cifra de aproximadamente 500 mil anos, em média, do
resfriamento universal acelerado. Supõe-se que as partículas elementares, ao se fundirem formando hidrogênio e
hélio, formaram imensos bolsões de gás que poderiam ter sido causados por pequenas alterações da gravidade,
resultando assim em protogaláxias que teriam originado estrelas entre 1 e 2 bilhões de anos após o Big Bang.
Big Bang 8

A evolução estelar aponta para as gigantes vermelhas e supernovas, que durante a sua vida, geraram o carbono e
demais átomos. Todos os elementos, presume-se, seriam espalhados no meio interestelar a partir das supernovas;
uma data limítrofe para esses eventos estaria em torno de 1,1 bilhão de anos após a explosão inicial.
As supernovas semearam nas galáxias a matéria-prima para posteriores nascimentos de estrelas.
• Veja:
1. animações dos eventos descritos acima. [3]
2. Weinberg, Steven. The Firts Three Minutes: A Modern View of The Origin of The Universe. New York: Basic
Books, 1977.
3. O dia em que o universo quicou - UNESP [2]
4. Supernovas-Boletim brasileiro de Astronomia [4]

Os dois pré-supostos
A Teoria do Big Bang baseia-se em dois pré-supostos: o primeiro é a Teoria da Relatividade Geral de Albert
Einstein, que explica a interação gravitacional da matéria; o segundo pressuposto é o conhecido princípio
cosmológico, que diz que o aspecto do universo independe da posição do observador (não há um ponto de
observação priviliegiado — o universo é isotrópico) e da direção em que ele olhe (o universo apresenta o mesmo
aspecto não importando a direção em que se o olhe — o universo é homogêneo).

A unificação das origens


Da teoria da gravidade de Newton sabe-se que a força gravitacional entre dois corpos depende somente de suas
massas e não da matéria de que são constituídos. A teoria geral da relatividade descreve a estrutura do universo e a
força da gravidade, isto é, o macro-universo ou as interações do trinômio energia-tempo-matéria, no qual as massas
são mais importantes* que as cargas. A mecânica quântica descreve o micro-universo e as interações também do
trinômio energia-tempo-matéria, no qual as massas são menos **relevantes que as cargas, embora tratem da mesma
natureza, obviamente diferenciando-se o tamanho. As interações, em muitos aspectos, são idênticas às teorias, porém
estas são incompatíveis e não se completam. Portanto, falta a chave que teoricamente as une, pois não podem estar
ao mesmo tempo corretas e erradas. Portanto, pode-se deparar com muitas teorias a respeito do início do universo,
mas por enquanto apenas uma trata do seu início, ou seja, a teoria do Big-Bang — é a que une as duas teorias de
macro e micro-universo.

• A questão da relevância é discutível. Acredita-se que o termo mais correto seria ênfase devido às comparações
entre os tamanhos e das interações no cosmo.
• Sobre este tópico:
1. Weinberg, Steven. The Firts Three Minutes: A Modern View of The Origin of The Universe. New York: Basic
Books, 1977.
Big Bang 9

As massas, as ondas e as leis da física na singularidade

Uma dúvida ainda persistente para os astrofísicos é quanto à natureza da matéria e as distorções que ocorrem nas leis
que a regem quando ela começa a ser comprimida ao cair em objetos densíssimos. Os buracos negros são, por
natureza, um exercício de abstração intelectual. Não há como saber se as leis da natureza se aplicam em condições
tão extremas de compressão gravitacional e distorção do espaço-tempo. Na prática, é impossível criar as condições
dos efeitos gravitacionais de um objeto tão denso na Terra; porém, já existem métodos pelos quais é possível a
simulação dos efeitos de forma virtual, ou seja, em sistemas de ensaio operados por poderosos supercomputadores.
Mesmo com simulações e construção de objetos densíssimos em ambiente virtual, restam questões quanto à
possibilidade de compressão de massa cujo volume aplicado é nulo e a densidade infinita — a isso se dá o nome de
singularidade de Schwarzschild.
Einstein acreditava que o aumento da intensidade da gravidade cria uma distorção que retarda a percepção temporal.
Noutras palavras, objetos muito densos, como buracos negros ou estrelas de nêutrons, retardam o tempo devido aos
efeitos gravitacionais. Se fosse possível observar a queda de objetos num buraco negro, presume-se que se veria um
objeto mover-se cada vez mais devagar, ao contrário do que poderia naturalmente supor, pois à medida que este se
aproxima da singularidade, a distorção temporal agiria de tal forma que não o veríamos parar. Segundo Einstein, há o
desvio para o vermelho e este também é dependente da intensidade gravitacional. Se se analisar sob o ponto de vista
corpuscular, imaginando-se que a luz é um pacote quântico com massa e que esta partícula ocupa um determinado
lugar no espaço, e está acelerada energeticamente (isto é, vibrando), a oscilação gera o comprimento de onda de luz,
que se propaga como frente de onda em espaço livre. Longe de campo gravitacional intenso, a frequência emitida
tende para o azul. Na medida em que o campo gravitacional começa a agir sobre a partícula, esta começará a se
movimentar, ou vibrar, com menos intensidade, logo sua emissão desviará para o vermelho, pois a oscilação foi
retardada. Nesse ponto, a análise funde a dualidade matéria-energia. Sabe-se que não é possível analisar a partícula
como matéria e energia ao mesmo tempo: ou se considera o ponto de vista vibratório ou o corpuscular. Porém,
próximo à singularidade, temos que fazer este exercício de raciocínio, pois a atração gravitacional é tão forte que
pode fazer parar o movimento oscilatório, e ao mesmo tempo atrair o objeto para si. Portanto, qualquer que seja o
ângulo de observação, a gravidade prende a radiação em si mesma. Logo, a conclusão é que não se pode observar
absolutamente nada o que ocorre dentro do raio de Schwarzschild, ou singularidade.
Como antes do Big-Bang o Universo era uma singularidade, presume-se que o tempo então não existia, pois se
objetos densos tendem a retardar o tempo, logo quando se tem matéria infinita em espaço nulo a singularidade é tal
que o tempo para.
• Sobre os tópicos acima:
1. Campbell, Joseph. The Mythic Image.Princeton: Princeton University, 1974.
2. Ferrys, Timothy. The Red Limit: The Search by Astronomers for the Edge of the Universe. New York:William
Morrow, 1977.
3. Gingeric, Owen. Cosmolology +1 . A Scientific American Book. San Francisco: W.H. Freeman, 1977.
Big Bang 10

Novas Possibilidades
Apesar de ser uma tendência da cosmologia
investir num princípio, devemos considerar que
o argumento que endossa a teoria do Big Bang é
uma expansão do universo que pode ser
observada. No entanto, essa dilatação pode ser
um fenômeno regional, existente apenas nos
limites do universo observável ou no alcance do
atual telescópio Espacial Hubble. Diante disso,
existe a possiblidade desse fenômeno não
atender todo o universo. Nesse caso, o que até
hoje foi observado seria somente um processo de
dilatação regional de causa ainda desconhecida,e
somente o desenvolvimento de telescópios de
maior alcance e resolução poderiam confirmá-lo.

Não aceitar a constante de afastamento das galáxias mais distantes como uma verdade absoluta, implica endossar
outras teorias que melhor se identificariam com o efeito sonda encontrado na informação de luz emitida de fontes
muito distantes. A observação da propagação no meio inter-espacial da energia eletromagnética de supernovas,
(verdadeiros tsunamis de energia que constantemente varrem o espaço), com a nova tecnologia dos futuros
telescópios e radiotelescópios espaciais, brevemente poderá identificar e esclarecer muitas dúvidas sobre o
comportamento da luz através da matéria escura. Independente disso, e embora ainda não possa ser confirmado com
as imagens de fundo provindas dos limites de observação, habitar e observar apenas parte de um hipotético universo
que se desloca linearmente, e, em paralelo com velocidade acelerada, seria uma dessas teorias que atendem a região
que esta sendo mapeada. Essa teoria estima que estaríamos em meio a um universo acelerado em paralelo, e cujo
efeito retardado da informação da luz que nos chega só seria permitido observar as ondas luminosas com desvio do
espectro para o vermelho.

Em linguagem matemática, o ponto de vista das informações "emitidas e recebidas" entre duas partículas que se
movem com velocidades próximas à da luz e em paralelo poderiam melhor explicar o fenômeno da expansão.

Formação em particulas
A teoria mais aceita para a origem do universo propõe que ele seja o resultado duma grande explosão, logo após a
qual a matéria estava extemamente densa, comprimida e quente. Essa matéria primordial era composta,
principalmente, de partículas elementares, como quarks e elétrons. Á medida que ela ia se espandindo e esfriando, os
quarks se uniam formando partículas maiores chmadas hádrons, os quais podem conter 3 quarks (bárions) ou 2
quarks (mésons). Os prótons e nêutrons formados (que são bárions) se agrupavam em núcleos e os elétrons eram
capturados em órbitas em torno dos núcleos, formando átomos.
Os núcleos maiores e mais pesados foram criados no interior de estrelas, as quais por sua vez se formaram pela
aglomeração de grandes quantidades da matéria primordial. Algumas dessas estrelas ejetaram parte de sua massa
para o espaço interestrelar, levando à formação de estrelas menores, planetas, nebulosas etc. As substâncias químicas
foram criadas pela aglomeração dos átomos em moléculas e, finalmente, os seres vivos originaram-se do
agrupamento de vários tipos de moléculas em estruturas complexas.
• Sobre este tópico:
1. Ferrys, Timothy. The Red Limit: The Search by Astronomers for the Edge of the Universe. New York:William
Morrow, 1977.
2. Gingeric, Owen. Cosmolology +1 . A Scientific American Book. San Francisco: W.H. Freeman, 1977.
Big Bang 11

[1] Hubble, Edwin. Porem os calculos de Huble eram incertos. Ele mediu a velocidade de expansão do Universo, fazendo uma estimativa de sua
idade, afirmando que o Universo tinha aproximadamente 2 bilhões de anos, o que não foi bem aceito pelos físicos da época. " A Relation
between Distance and Radial Velocity among Extra-Galactic Nebulae (http:/ / adsabs. harvard. edu/ cgi-bin/
nph-bib_query?bibcode=1929PNAS. . . 15. . 168H& amp;db_key=AST& amp;data_type=HTML& amp;format=&
amp;high=42ca922c9c30954)" (1929) Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, Volume 15, Issue 3,
pp. 168-173 ( Full article (http:/ / www. pnas. org/ cgi/ reprint/ 15/ 3/ 168), PDF)
[2] http:/ / www. unesp. br/ universofisico/ texto. php?id_noticia=01050606
[3] http:/ / pckepler. if. ufrgs. br/ univ/ eras. htm
[4] http:/ / www. cdcc. sc. usp. br/ cda/ boletim-supernovas/ 2006/ bsn-09212006. html

Ver também
• Inflação cósmica
• Big freeze
• Big Crunch

Ligações externas
Em português
• O Big-Bang e os acontecimentos depois do evento inicial. (http://pckepler.if.ufrgs.br/univ/eras.htm)
Em inglês
• Peacock, John. Cosmological Physics (http://nedwww.ipac.caltech.edu/level5/Peacock/frames.html) Bom
livro texto de cosmologia.
• WMAP Introcdution to Cosmology (http://map.gsfc.nasa.gov/universe/)
Livro Introdução á Fisica Nuclear - Helio Schechter e Carlos A. Bertulani
Fontes e Editores da Página 12

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Big Bang  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=19213507  Contribuidores: Adailton, Adelino de Santi Júnior, Alchimista, Amandha12, André Teixeira Lima, Angeloleithold,
Bitolado, Caduaraxa, Campani, Castelobranco, Cesarakg, Cesariouspin, Chaud, ChristianH, CommonsDelinker, Curinga, Daimore, Danielcz, Davemustaine, Der kenner, Ditonuts, Doctor Z,
Dr.right, Esimiao, Everton137, FML, Fernando S. Aldado, Franciscoz, Gabriel Wahl, Gandhiano, Get It, Gunnex, Gustavo Siqueira, Heberop, Heitor C. Jorge, Higor Douglas, Igorf, Indech, Jo
Lorib, Joaopaulo1511, LSB, Lechatjaune, LeonardoG, LeonardoRob0t, Leslie, Luizfelippesr, Luís Felipe Braga, Lxxxii, Manuel Anastácio, Marcelo Meneses, Maria Alice Linda, Mello Correa,
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Bósons W e Z 1

Bósons W e Z
Na física de partículas, bósons W e Z são as partículas (mais especificamente, bósons) mediadoras da força nuclear
fraca. Sua descoberta no CERN em 1983 foi um dos grandes sucessos do Modelo Padrão. O bóson W foi nomeado
por causa do "W" de "Weak nuclear force".
O bóson Z recebeu a última letra do alfabeto porque humoristicamente seria a última partícula a ser descoberta.
Também "Z" é a inicial de "zero", a carga que o bósons possui, em contraposição aos seus parceiros Ws que são
carregados.

Partículas na física - partículas elementares

Férmions : Quarks | Léptons

Quarks: u | d | s | c | b | t

Léptons: Elétron/Pósitron | Múon | Tau | Neutrinos

Bósons de calibre : Fóton | Bósons W e Z | Glúons

Não observadas: Bóson de Higgs | Gráviton | ...


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Bósons W e Z  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18856609  Contribuidores: Bisbis, E2m, Gökhan, Luiz R.

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Buraco negro 1

Buraco negro
|
Um buraco negro clássico é um objeto com campo gravitacional tão
intenso que a velocidade de escape excede a velocidade da luz
(299.792.458 m/s, equivalente a 1.079.252.848,8 km/h). Nem mesmo a
luz pode escapar do seu interior, por isso o termo "negro" (cor aparente
de um objeto que não emite nem reflete luz, tornando-o de fato
invisível). A expressão "buraco negro", para designar tal fenômeno, foi
cunhada pela primeira vez em 1968 pelo físico americano John
Archibald Wheeler, em um artigo científico histórico chamado The
Known and the Unknown, publicado no American Scholar e no
American Scientist. O termo "buraco" não tem o sentido usual, mas Um desenho artístico de um disco de acreção de
traduz a propriedade de que os eventos em seu interior não são vistos plasma quente orbitando um buraco negro
por observadores externos. (fonte: NASA)

Teoricamente, o "buraco negro" pode ter qualquer tamanho, de microscópico a astronômico (alguns com dias-luz de
diâmetro, formados por fusões de vários outros), e com apenas três características: massa, momento angular (spin) e
carga elétrica, ou seja, buracos negros com essas três grandezas iguais são indistinguíveis (diz-se por isso que "um
buraco negro não tem cabelos"). Uma vez que, depois de formado, o seu tamanho tende para zero, isso implica que a
"densidade tenda para infinito".

A percepção espaço-temporal
Os buracos negros, assim como outros objetos cuja atração gravitacional é extrema, retardam o tempo
significativamente devido aos efeitos gravitacionais.
As estrelas de nêutrons e buracos negros causam de fato distorção espaço-temporal notável, relacionada com o efeito
de lente gravitacional.
As precessões dos corpos celestes orbitando tais corpos, similarmente a precessão do periélio de Mercúrio no nosso
sistema solar, são muito mais notáveis e significativas, e envolvem inclusive estrelas de sistemas binários, ou mesmo
múltiplos.[1] [2]

Colapso de Oppenheimer-Snyder
O modelo deste colapso descreve uma bola de pó que inexoravelmente colide para formar buraco negro. Esta é uma
solução exata para as equações de campo relativísticas gerais. Os estágios do colapso são:
i) Fase estacionária antes do colapso. A estrela poderia estar imersa em uma bola de fluido de simetria esférica
perfeita. O tensor de momentum:

onde , p, e gik são a densidade, pressão e métrica, respectivamente.


ii) Fim da queima nuclear e começo do colapso, a pressão se quebra (p=0). Então:

A bola fica por um momento em repouso.


iii)Fase de colapso. Desde que não haja pressão a bola começará a encolher. Para poeira espera-se a contração e
posterior colapso resultando em um buraco negro.
Obviamente poeira não reflete a complexidade química do material das estrelas que formam o buraco negro.
Buraco negro 2

Colapso não-esférico
Os primeiros estudos sobre colapsos não-esféricos começou nos anos 60. [3] Estes estudos mostraram que
perturbações em torno da simetria esféricas não previnem a formação de um buraco negro. [4] [5] E que, quando
atingido o estado estacionário, existe uma simetria esférica exata do horizonte. O problema para grandes desvios da
simetria esférica foi respondido de maneira completamente diferente por Werner Israel em 1967 [6]. Sem aparelhos
muito modernos conseguiu estabelecer um teorema:
"Um buraco negro estático, e no vácuo, com um horizonte de evento regular deve ser a solução de Schwarzschild."
Esta foi um base sólida para a elaboração de muitos teoremas posteriores que culminaram no teorema da calvície:
"Buracos negros podem ser caracterizados apenas pela massa, momentum angular e carga elétrica."

O Buraco negro de Schwarzschild


Karl Schwarzschild, no ano de 1916, encontrou a solução para a teoria da relatividade que representa o buraco negro
como tendo uma forma esférica. Ele demonstrou que, se a massa de uma estrela estiver concentrada em uma região
suficientemente pequena, ela gerará um campo gravitacional tão grande na superfície da estrela que nem mesmo a
luz conseguirá escapar dele. Este é o chamado buraco negro. Einstein e muitos físicos não acreditavam que tal
fenômeno pudesse acontecer no universo real. Porém, provou-se que esse fenômeno de fato acontece. Considerando
um campo gravitacional esférico no vácuo, a solução para a Equação de Einstein tem a seguinte forma:

- (1.1)

G é a constante de Gravitação Universal.


Uma propriedade importante desta solução é que ela é independente do tempo t. A solução é determinada
simplesmente pelo parâmetro M, que é a massa total da fonte que produz o campo. A interpretação deste parâmetro
surge imediatamente da forma assintótica da métrica. Longe do centro de gravidade, o espaço-tempo aproxima-se do
espaço-tempo plano de Minkowski com a métrica:
- (1.2)
E o campo gravitacional pode ser descrito usando a aproximação do campo fraco. Comprando esta aproximação e a
métrica (1.1) temos que M é a massa do sistema que está gravitando.

Termodinâmica de um buraco negro clássico


Um buraco negro, fisicamente, é um lugar de onde nem mesmo a luz pode escapar. Um descrição matemática precisa
dele é dada pelo espaço-tempo assintoticamente plano. A fronteira de um buraco negro é chamado de horizonte do
evento. Schoen e Yau em 1983 formularam que uma superfície dentro de uma armadilha pode ser formada desde que
uma quantidade suficiente de massa esteja confinada em um espaço suficientemente pequeno. Segue-se então dos
teoremas de relatividade geral (Hawking e Hellis (1973)) que uma singularidade do espaço-tempo deve surgir. A
partir destas grandes descobertas seguiram-se várias conclusões importantes como a solução da Equação de
Maxwell-Einstein independente do tempo mostrando que buracos negros podem ser descritos por três simples
parâmetros (massa, carga e momentum angular). Além disso foi mostrado que energia pode ser extraída de buracos
negros estacionários que estão girando ou carregados (Efeito Hawking). Foi, porém, a descoberta de uma analogia
matemática entre buracos negros e a termodinâmica ordinária o maior avanço destas investigações (Bardeen et al ,
1973). Nesta analogia a massa faz o papel de energia e, gravidade da superfície do buraco negro faz o papel da
temperatura e a área do horizonte, da entropia. A analogia entre buracos negros e termodinâmica pode ser estendida
além do formal, similaridade matemática pode ser encontrada no fato de que quantidades de pares de análogos são de
fato fisicamente análogos. De acordo com a relatividade geral a massa total do buraco negro tem a mesma
quantidade de sua energia total. [7]
Buraco negro 3

Esta analogia é quebrada na Teoria Clássica, que considera a temperatura de um buraco negro igual ao zero absoluto.

Entropia
Entropia é uma medida que caracteriza o número de estados internos de um buraco negro. A fórmula da entropia foi
desenvolvida em 1974 pelo físico britânico Stephen Hawking:

Legenda:
• : Entropia
• : Área
• : Constante de Boltzmann
• : Constante de Planck normalizada
• : Constante Gravitacional Universal de Newton
• : Velocidade da luz no vácuo
Esta equação pôde ser formulada levando-se em conta a teoria quântica. Então, admite-se que buracos negros emitem
radiação térmica:

No caso especial da métrica de Schwarzschild:

A formulação de Bekenstein-Hawking obtida da combinação entre a primeira lei e do fato de que .


No Caso do buraco de Schwarzschild, esta formulação fica:

A entropia do buraco negro é muito maior que a entropia da estrela que se colapsou para que ele fosse gerado.

Evaporação do Buraco Negro


A principal limitação do Efeito Hawking é que ele é baseado em aproximações. Este efeito não está de acordo com o
princípio de conservação de energia, uma vez que a irradiação de energia do buraco negro deveria ser
contrabalanceada pela diminuição de sua massa, na mesma taxa de saída de energia. No entanto, para buracos negros
macroscópicos a temperatura é muito baixa. A luminosidade do buraco negro é uma estimativa da vida de um buraco
negro não-rotativo integrando-se a equação:

Onde é uma constante adimensional.


E o processo total de evaporação requer um grande tempo:

mp é a massa de Planck, a saber: 0.000022 g.


Buraco negro 4

Informação no Buraco Negro


Há com o efeito da formação e subsequente evaporação do buraco negro uma consequência dramática: a perda de
informação. Esta questão foi levantada em 1976 por Stephen Hawking. Entende-se que em um sentido refinado
informação quântica seria perdida, o que desafiaria então Primeria Lei da Termodinâmica. A discussão era fácil e
perssuasiva e baseava-se na única ferramenta disponível naquela época:a teoria quântica de campo. Apesar da
conclusão de Hawking estar sem dúvida errada, pos em movimento velhas idéias que há muito tempo permaneciam
paradas, desafiando-as com um novo paradigma. A teoria quântica apresenta um sério problema quan
[1] Karas, V.; Vokrouhlicky, D.; Relativistic precession of the orbit or a star near a supermassive black hole (http:/ / adsabs. harvard. edu/ abs/
1994ApJ. . . 422. . 208K); Astrophysical Journal, Part 1 (ISSN 0004-637X), vol. 422, no. 1, p. 208-218 - adsabs.harvard.edu (em inglês)
[2] K. J. Orford; Evidence for the free precession of a neutron star (http:/ / www. springerlink. com/ content/ k6280443526r6865/ ); Astrophysics
and Space Science; Volume 129, Number 1 / January, 1987; DOI 10.1007/BF00717868
[3] http:/ / adsabs. harvard. edu/ full/ 1966ApJ. . . 144. . 599G
[4] http:/ / prola. aps. org/ abstract/ PRL/ v56/ i8/ p789_1
[5] http:/ / books. google. com. br/ books?id=gUhZZtb6yA8C& printsec=frontcover& dq=black+ hole& source=gbs_similarbooks_s&
cad=1#v=onepage& q=& f=false
[6] http:/ / prola. aps. org/ abstract/ PR/ v164/ i5/ p1776_1
[7] http:/ / books. google. com. br/ books?id=4MLvI7FO1VYC& printsec=frontcover& dq=black+ hole& lr=&
ei=h30zS4zqDp7AzgSjruHBAQ& cd=14#v=onepage& q=& f=false

do descreve sistemas com horizontes. Ela fornece uma densidade infinita de entropia em um buraco negro, diferente
da densidade de Bekenstein-Hawking .

Numa possibilidade final de se estabelecer uma saída lógica para este problema foi proposta a possibilidade dos
buracos negros não evaporar completamente. No lugar disso, vivem de maneira estável como remanescentes de
massa de Planck que contém toda a informação perdida. Obviamente estes remanescentes deveriam conter uma
enorme, ou talvez infinita entropia. (http:/ / books. google. com. br/ books?id=cxJCBRUNmVYC&
printsec=frontcover& dq=information+ black+ hole& ei=DV8yS-jXB4viyAT58enEAQ& cd=2#v=onepage&
q=information&f=false)

A queda no buraco negro e a natureza quântica


Se conseguíssemos observar uma queda real de um
objeto num buraco negro, de acordo com as simulações
virtuais, veríamos este mover-se cada vez mais devagar
à medida que se aproximasse do núcleo massivo.
Segundo Einstein, há um desvio para o vermelho, e este
também é dependente da intensidade gravitacional. Isto
se dá porque, sob o ponto de vista corpuscular, a luz é
um pacote quântico com massa e ocupa lugar no
espaço, portanto tem obrigatoriamente uma
determinada velocidade de escape. Ao mesmo tempo,
este pacote é onda de natureza eletromagnética e esta se
propaga no espaço livre. É sabido que longe de campo
gravitacional intenso, a frequência emitida tende para o
extremo superior (no caso da luz visível, para o
violeta).
Imagens do Hubble Space Telescope, Chandra X-ray Observatory e
do Spitzer Space Telescope
Buraco negro 5

À medida em que o campo gravitacional começa a agir sobre a partícula (luz), esta aumentará seu comprimento de
onda, logo desviará para o vermelho. Devido à dualidade matéria-energia não é possível analisar a partícula como
matéria e energia ao mesmo tempo: ou se a enxerga sob o ponto de vista vibratório ou corpuscular.

A luz e a singularidade
Em simulações no espaço virtual, descobriu-se que próximo a campos massivos ocupando lugares singulares, a
atração gravitacional é tão forte que pode fazer parar o movimento oscilatório, no caso da luz enxergada como
comprimento de onda, esta literalmente se apaga. No caso da luz enxergada como objeto que possui velocidade de
escape esta é atraída de volta à região de onde foi gerada, pois a velocidade de escape deve ser igual à velocidade de
propagação, ambas sendo iguais, a luz matéria é atraída de volta. Logo, a radiação sendo atraída de volta, entra em
colapso gravitacional, juntamente à massa que a criou, caindo sobre si mesma.

Simulação computadorizada
É possível simular em um computador as
condições físicas que levam à formação de um
buraco negro, como consequência do colapso
gravitacional de uma estrela supergigante ou
supernova. Para isso, os astrofísicos teóricos
implementam complexos programas, que recriam
as condições físicas da matéria e do espaço-tempo
durante o processo de implosão das estrelas, as
quais esgotam seu combustível nuclear e colapsam,
com o transcorrer do tempo, devido a seu peso
gravitacional, formando um objeto de densidade e
curvatura do espaço-tempo infinita. Desses
objetos, nada --- nem mesmo a luz consegue
escapar. O resultado é a formação de uma
Visão simulada de um buraco negro em frente a Grande Nuvem de
singularidade gravitacional contida num buraco Magalhães. A razão entre o raio de Schwarzschild do buraco negro e a
negro de Schwarzschild. distância do observador é 1:9.

O buraco negro é um fenômeno do universo que


suga qualquer planeta, estrela, cometa, meteoro, ou até mesmo luz, que chegue ao seu alcance. Ele aumenta de
tamanho graças à energia desses objetos. Mas como? Por causa dos átomos. Os anéis dos átomos giram em volta do
núcleo. Todos os objetos tem muitos átomos. O buraco negro, “espreme”, graças à pressão, todos os objetos. Então,
os átomos também ficarão mais juntos. Seus anéis terão menos espaço para girar, e girarão mais rápido, causando
mais energia que aumenta o tamanho e a força do buraco negro.

Um método para simulação computacional de um buraco negro é o Monte Carlo. Adaptando-se o método Fortran em
um programa de linguagem C++. Neste método é possível a simulação de um buraco negro microscópico. O gerador
de eventos de Monte Carlo neste método é o CATFISH (Collider grAviTational FIeld Simulator for black Holes),
desenvolvido na Universidade do Mississippi. (http://www.phy.olemiss.edu/GR/catfish/introduction.html)
Buraco negro 6

Referências
Black hole physics: basic concepts and new developments Por Valeriĭ Pavlovich Frolov,Igorʹ Dmitrievich Novikov
(http:/ / books. google. com. br/ books?id=n0kHI6CVWZUC& printsec=frontcover& dq=black+ hole&
ei=BTYyS7OzIJDazQTlsc25AQ&cd=1#v=onepage&q=&f=false)
Modeling black hole evaporation Por Alessandro Fabbri,José Navarro-Salas (http:/ / books. google. com. br/
books?id=gUhZZtb6yA8C& printsec=frontcover& dq=black+ hole& source=gbs_similarbooks_s&
cad=1#v=onepage&q=&f=false)
Black holes: theory and observation : proceedings of the 179th W.E. Heraeus ... Por Friedrich W. Hehl,Claus
Kiefer,Ralph J. K. Metzler (http:/ / books. google. com. br/ books?id=khM219HEmd0C& printsec=frontcover&
dq=black+hole&source=gbs_similarbooks_s&cad=1#v=onepage&q=black hole&f=false)
An introduction to black holes, information and the string theory revolution ... Por Leonard Susskind,James Lindesay

Ver também
• Estrela
• Big-Bang
• Buraco branco
• Cosmologia
• Buraco negro em rotação
• Buraco-de-minhoca

Ligações externas
• (em inglês) Buraco negro (http://hubblesite.org/discoveries/black_holes/)
• (em inglês) Buraco Negro (http://cosmology.berkeley.edu/Education/BHfaq.html) FAQ
Fontes e Editores da Página 7

Fontes e Editores da Página


Buraco negro  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=19214751  Contribuidores: 333, Albmont, Andretaff, Angeloleithold, Aparicio99, Arley, Arthemius x, Beremiz, Bisbis, Bolsoni,
Campani, Chrisarlin, Ciclope2000, DCandido, Death SS, Delemon, E2m, Eamaral, Ebalter, Eduardo P, Eduardoferreira, EuTuga, Fredusko, GOE, GRS73, Gabbhh, Giro720, Guttemberg, Hyju,
João Carvalho, KalEl, Kleiner, LeonardoRob0t, Lijealso, Luckas Blade, Luenguito, Marcelo-Silva, Maxtremus, Mschlindwein, NH, Naidel Caturello, OS2Warp, Osias, Palica, Pedrocabaca,
Pietro Roveri, Portega06, Quiumen, Ravem, Rei-artur, Robin Hood, Rui Malheiro, Rui Silva, Ruy Pugliesi, Salim douad, SallesNeto BR, Saltshaker770, Samrocha, Selenium, Suisui, Theus PR,
Tonico, Ts42, Tumnus, Ughi, V. D. Bessa, Weasel 69, Xsuhh, Yanguas, Zee, 177 edições anónimas

Fontes, licenças e editores da imagem


Ficheiro:BlackHole.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ficheiro:BlackHole.jpg  Licença: Public Domain  Contribuidores: Holycharly, Mattes, Shellabella17, St0rm, TheDJ,
Vanderdecken, 4 edições anónimas
Ficheiro:BlackHole1.jpg  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ficheiro:BlackHole1.jpg  Licença: desconhecido  Contribuidores: Angeloleithold, Clh288, Duesentrieb, Friendlystar,
Lars Lindberg Christensen, Tano4595, Tevatron, 1 edições anónimas
Image:BH_LMC.png  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ficheiro:BH_LMC.png  Licença: Creative Commons Attribution-Sharealike 2.5  Contribuidores: Alain r, CyclePat,
David.Monniaux, Myself488, The RedBurn, 3 edições anónimas

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