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George Gamov 1

George Gamov
George Anthony Gamov (russo Георгий Антонович Гамов/Georgi Antonowitsch Gamow; 20 de fevereiro/4 de
março de 1904, Odessa, Rússia - 19 de agosto de 1968, Boulder, Colorado) foi um físico russo-estadunidense.
Gamow tornou-se cidadão estado-unidense em 1940.
George Gamow concebeu um importante trabalho sobre Cosmogonia com Ralph Alpher que foi publicado como a
Teoria Alpher-Bethe-Gamov em 1948. Gamow adicionou o nome de Hans Bethe (que não participara da concepção
do trabalho) para fazer um trocadilho com as três primeiras letras do alfabeto grego, alpha beta gamma. O trabalho
delineava como os níveis atuais de hidrogênio e hélio no universo (dos quais se pensava, e ainda se pensa, que
correspondem a 99% de toda a matéria do universo) poderiam ser perfeitamente explicados por reações que
ocorreram durante o "Big Bang". Essa teoria trouxe apoio à teoria do Big Bang, proposta pelo padre Georges
Lemaître em 1927, embora não explicasse a presença de elementos mais pesados do que o hélio (isso foi feito mais
tarde por Fred Hoyle). Gamow era um forte defensor da teoria do Big Bang, e postulou em 1946 a existência e fez
uma estimativa da intensidade da radiação cósmica de fundo residual. No entanto, os astrônomos e cientistas não
fizeram o mínimo esforço para detectar essa radiação na época, devido à falta de interesse e à falta de maturidade da
observação de microondas. Como conseqüência, essa importante observação de apoio do Big Bang não foi feita até
sua descoberta, em 1965, por Arno Penzias e Robert Woodrow Wilson, do Bell Telephone Laboratories.
todos nóis sabemos do george Anthony Gamov, ele nasceu em 1847 e infelizmente morreu no ano de 1984
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Georges Lemaître 1

Georges Lemaître
Georges-Henri Édouard Lemaître (17 de julho de 1894,
Charleroi – 20 de junho de 1966, Louvain) foi um padre católico,
astrônomo e físico belga. Lemaître propôs o que ficou conhecido
como teoria da origem do Universo do Big Bang, que ele chamava
de "hipótese da átomo primordial".[1] [2] , que posteriormente foi
desenvolvida por George Gamow.

O asteróide 1565 Lemaître foi assim chamado em sua


homenagem.

Biografia
Lemaître estudou Matemática e Ciências Físicas na Universidade
de Louvain. Ele entra no seminário em 1920 para ser ordenado
padre em 1923. Em seguida, interessa-se particularmente pela
Teoria da relatividade de Albert Einstein, que ele encontra
diversas vezes. Trabalha no Observatório de Cambridge sob a
direção de Arthur Stanley Eddington, e depois no Massachusetts
Institute of Technology, onde redige sua tese sobre os campos
gravitacionais da Relatividade geral. Retorna à Bélgica em 1925, Georges Lemaître

onde foi nomeado professor na Universidade de Louvain, onde


ensina até 1964.

Trabalhos
Em 1927, independentemente dos trabalhos de Alexander Friedmann, Georges Lemaître afirma que o universo está
em expansão, baseando-se nos trabalhos de Vesto Slipher, o que foi mais tarde confirmado por Edwin Hubble. Ele
foi o primeiro a formular a lei de proporcionalidade entre distância e velocidade de afastamento das galáxias. Essa
lei, figurando em seu artigo de 1927 redigido em francês, não será traduzida na sua versão inglesa realizada por
Arthur Eddington, e será descoberta empiricamente por Hubble alguns anos mais tarde. Nela, Lemaître propõe uma
evolução a partir de um « átomo primitivo ».
A hipótese de Lemaître estipula que todo o universo (não somente a matéria, mas também o próprio espaço) estava
comprimido num único átomo chamado de "átomo primordial" ou "ovo cósmico". O estudioso afirmava que a
matéria comprimida naquele átomo se fragmentou numa quantidade descomunal de pedaços e cada um acabou se
fragmentando em outros menores sucessivamente até chegar aos átomos atuais numa gigantesca fissão nuclear.
Foi Lemaître portanto quem propôs a Teoria do Big Bang, mais tarde desenvolvida por George Gamow.
Essa teoria foi chamada sarcasticamente de « Big Bang » por Fred Hoyle, fervente defensor da Teoria do universo
estacionário, em 1948 ou 1950, durante uma transmissão de rádio.
Em 1965, um ano antes de sua morte e já doente em um hospital, recebe com alegria a notícia de que sua Teoria do
Big Bang fora confirmada pelos experimentos de Arno Penzias e Robert Woodrow Wilson e era tida como a teoria
padrão pela comunidade científica.
Georges Lemaître 2

Bibliografia
• Mgr Georges Lemaître, savant et croyant: actes du colloque tenu à Louvain-la-Neuve le 4 novembre 1994 [suivi
de] La physique d'Einstein, texte inédit de Georges Lemaître édités par Jean-François STOFFEL, Turnhout,
Brepols, 1996, 371 p.

Ver também
• Métrica de Friedmann-Lemaître-Robertson-Walker

Referências
[1] A Science Odyssey: People and Discoveries: Big bang theory is introduced (http:/ / www. pbs. org/ wgbh/ aso/ databank/ entries/ dp27bi.
html)
[2] Lemaître - Big Bang (http:/ / www. chemsoc. org/ timeline/ pages/ 1927. html)
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Glúon 1

Glúon
O glúonPB ou gluãoPE é um bóson vetorial de massa nula, associado ao campo de cor, na teoria da cromodinâmica
quântica, mediador das interações fortes entre quarks, e responsável pela força de coesão que mantém os quarks
unidos para formar hádrons.
No século XX foi confirmada a existência do átomo e das partículas, que se pensavam ser elementares, que o
constituem: os prótons, nêutrons e elétrons. Alguns anos depois foi descoberta a existência dos quarks (partículas
constituintes dos protóns e neutrons). Três quarks formam um próton. O glúon, até onde se sabe, é uma partícula
menor que o quark e faz parte da composição deste. a existência dos quarks ainda não foi provada, porém existem
evidências disso

Partículas na física - partículas elementares

Férmions : Quarks | Léptons

Quarks: u | d | s | c | b | t

Léptons: Elétron/Pósitron | Múon | Tau | Neutrinos

Bósons de calibre : Fóton | Bósons W e Z | Glúons

Não observadas: Bóson de Higgs | Gráviton | ...


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Gravidade 1

Gravidade
A gravidade é a força de atração mútua que os corpos materiais
exercem uns sobre os outros. Classicamente, é descrita pela lei de
Newton da gravitação universal. Foi descoberta primeiramente
pelo físico inglês Isaac Newton e desenvolvida e estudada ao
longo dos anos.
Albert Einstein descreveu-a como consequência da estrutura
geométrica do espaço-tempo.
Do ponto de vista prático, a atração gravitacional da Terra confere
Por que uma maçã cai da macieira para o chão, em
peso aos objetos e faz com que caiam ao chão quando são soltos vez de flutuar? A suposta situação de Isaac Newton
no ar (como a atração é mútua, a Terra também se move em gerou toda uma área especial para os estudos da
direção aos objetos, mas apenas por uma ínfima fração). Ademais, gravidade.

a gravitação é o motivo pelo qual a Terra, o Sol e outros corpos


celestiais existem: sem ela, a matéria não se teria aglutinado para formar aqueles corpos e a vida como a entendemos
não teria surgido. A gravidade também é responsável por manter a Terra e os outros planetas em suas respectivas
órbitas em torno do Sol e a Lua em órbita em volta da Terra, bem como pela formação das marés e por muitos outros
fenômenos naturais.

Etimologia
"Gravidade" provém do latim ´gravitas´, formado a partir do adjetivo ´gravis´ (pesado, importante). Ambos os
vocábulos trazem a raiz ´gru-´, do antigo tronco pré-histórico indo-europeu, de onde se deriva também a voz grega
´barus´ (pesado) que, entre outros vocábulos, deu lugar a barítono (de voz grave). Em sânscrito – a milenária língua
sagrada dos brâmanes – formou-se a palavra guru (grave, solene), também a partir da raiz indo-européia ´gru-´, para
designar os respeitados mestres espirituais e chefes religiosos do hinduismo.

Gravitação
Gravitação é a força de atração que existe entre todas as partículas com massa no universo.
A gravitação é responsável por prender objectos à superfície de planetas e, de acordo com as lei da inércia de
Newton, é responsável por manter objectos em órbita em torno uns dos outros.
A gravidade faz muito mais do que simplesmente segurar-nos às nossas cadeiras. Foi Isaac Newton quem a
reconheceu. Newton escreveu numa das suas memórias que na altura em que estava a tentar compreender o que
mantinha a Lua no céu viu uma maçã cair no seu pomar, e compreendeu que a Lua não estava suspensa no céu mas
sim que caía continuamente, como se fosse uma bola de canhão que fosse disparada com tanta velocidade que nunca
atinge o chão por este também "cair" devido à curvatura da Terra.
Se quisermos ser precisos, devemos distinguir entre a gravitação, que é a força de atracção universal, e a gravidade,
que é a resultante, à superfície da Terra, da atracção da massa da Terra e da pseudo-força centrífuga causada pela
rotação do planeta. Nas discussões casuais, gravidade e gravitação usam-se como sinónimos.
Segundo a terceira lei de Newton, quaisquer dois objectos exercem uma atracção gravitacional um sobre o outro de
igual valor e sentido oposto.
Gravidade 2

Lei de Newton de Gravitação Universal


Pouco se sabia sobre gravitação até o século XVII, pois acreditava-se que leis diferentes governavam os céus e a
Terra. A força que mantinha a Lua pendurada no céu nada tinha a ver com a força que nos mantém presos à Terra.
Isaac Newton foi o primeiro a pensar na hipótese das duas forças possuírem as mesmas naturezas; até então, havia
apenas a teoria magnetista de Johannes Kepler, que dizia que era o magnetismo que fazia os planetas orbitarem o Sol
Newton explica, "Todos os objectos no Universo atraem todos os outros objectos com uma força direccionada ao
longo da linha que passa pelos centros dos dois objectos, e que é proporcional ao produto das suas massas e
inversamente proporcional ao quadrado da separação entre os dois objectos."
Newton acabou por publicar a sua, ainda hoje famosa, lei da gravitação universal, no seu Principia Mathematica,
como:

onde:
• F = força gravitacional entre dois objectos
• m1 = massa do primeiro objecto
• m2 = massa do segundo objecto
• r = distância entre os centros de massa dos objectos
• G = constante universal da gravitação
A força de atração entre dois objetos é chamada de peso.
Rigorosamente falando, esta lei aplica-se apenas a objectos semelhantes a pontos. Se os objectos possuírem extensão
espacial, a verdadeira força terá de ser encontrada pela integração das forças entre os vários pontos. Por outro lado,
pode provar-se que para um objecto com uma distribuição de massa esfericamente simétrica, a integral resulta na
mesma atracção gravitacional que teria se fosse uma massa pontual.
Foi este obstáculo que levou Newton a adiar por vários anos a publicação da sua teoria, já que ele não conseguia
mostrar que a gravitação exercida pela Terra sobre um corpo à sua superfície era a mesma como se toda a massa da
Terra estivesse concentrada em seu centro.[1]

Forma Vectorial
A forma acima descrita é uma versão simplificada. Ela é expressa mais propriamente pela forma que segue, a qual é
vetorialmente completa. (Todas as grandezas em negrito representam grandezas vetoriais)

onde:
• é a força exercida em por
• e são as massas
• e são os vectores posição das duas massas respectivas
• é a constante gravitacional
Para a força na massa dois, simplesmente tome o oposto do vetor

A principal diferença entre as duas formulações é que a segunda forma usa a diferença na posição para construir um
vetor que aponta de uma massa para a outra, e de seguida divide o vetor pelo seu módulo para evitar que mude a
magnitude da força.
Gravidade 3

Aceleração da gravidade
Para saber a aceleração da gravidade de um astro ou corpo, a fórmula matemática é parecida:

onde:
• A = aceleração da gravidade
• m = massa do astro
• r = distância do centro do objecto
• G = constante universal da gravitação

Comparação com a força eletromagnética


A atração gravitacional dos prótons é aproximadamente um fator 10 36 mais fraco que a repulsão electromagnética.
Este fator é independente de distância, porque ambas as forças são inversamente proporcionais ao quadrado da
distância. Isso significa que, numa balança atômica, a gravidade mútua é desprezável. Porém, a força principal entre
os objetos comuns e a Terra e entre corpos celestiais é a gravidade, quando pelo menos um deles é eletricamente
neutro, ou quase. Contudo se em ambos os corpos houvesse um excesso ou déficit de único elétron para cada 10 18
prótons isto já seria suficiente para cancelar a gravidade (ou no caso de um excesso num e um déficit no outro:
duplicar a atração).
A relativa fraqueza da gravidade pode ser demonstrada com um pequeno ímã, que vai atraindo para cima pedaços de
ferro pousados no chão. O minúsculo ímã consegue anular a força gravitacional da Terra inteira.
A gravidade é pequena, a menos que um dos dois corpos seja grande, mas a pequena força gravitacional exercida por
corpos de tamanho ordinário pode ser demonstrada com razoável facilidade por experiências como a da barra de
torção de Cavendish.

Sistema Auto-Gravitacional
Um sistema auto-gravitacional é um sistema de massas mantidas juntas pela sua gravidade mútua. Um exemplo de
tal é uma estrela.

História
Ninguém tem certeza se o conto sobre Newton e a maçã é verídico, mas o raciocínio, com certeza, tem seu valor.
Ninguém antes dele ousou contrariar Aristóteles e dizer que a mesma força que atrai uma maçã para o chão mantém
a Lua, a Terra, e todos os planetas em suas órbitas.
Newton não foi o único a fazer contribuições significativas para o entendimento da gravidade. Antes dele, Galileu
Galilei corrigiu uma noção comum, partida do mesmo Aristóteles, de que objetos de massas diferentes caem com
velocidades diferentes. Para Aristóteles, simplesmente fazia sentido que objetos de massas diferentes demorassem
tempos diferentes a cair da mesma altura e isso era o bastante para ele. Galileu, no entanto, tentou de fato lançar
objetos de massas diferentes ao mesmo tempo e da mesma altura. Desprezando as diferenças devido ao arraste do ar,
Galileu observou que todas as massas aceleravam igualmente. Podemos deduzir isso usando a Segunda Lei de
Newton, . Se considerarmos dois corpos com massas e muito menores do que massa da terra
, obtemos as equações:

Dividindo a primeira equação por e a segunda por obtemos:


Gravidade 4

ou seja, .

A teoria geral da gravidade de Einstein


A formulação da gravidade por Newton é bastante precisa para a
maioria dos propósitos práticos. Existem, no entanto, alguns
problemas:
1. Assume que alterações na força gravitacional são transmitidas
instantaneamente quando a posição dos corpos gravitantes muda.
Porém, isto contradiz o fato que existe uma velocidade limite a que
podem ser transmitidos os sinais (velocidade da luz no vácuo).
2. O pressuposto de espaço e tempo absolutos contradiz a teoria de
Representação da curvatura do espaço-tempo em
relatividade especial de Einstein. torno de uma massa formando um campo
3. Prediz que a luz é desviada pela gravidade apenas metade do que é gravitacional
efectivamente observado.

4. Não explica ondas gravitacionais ou buracos negros, que no entanto também nunca foram observados
diretamente.
5. De acordo com a gravidade newtoniana (com transmissão instantânea de força gravitacional), se o Universo é
euclidiano, estático, de densidade uniforme em média positiva e infinito, a força gravitacional total num ponto é
uma série divergente. Por outras palavras, a gravidade newtoniana é incompatível com um Universo com estas
propriedades.
Para o primeiro destes problemas, Einstein e Hilbert desenvolveram uma nova teoria da gravidade chamada
relatividade geral, publicada em 1915. Esta teoria prediz que a presença de matéria "distorce" o ambiente de
espaço-tempo local, fazendo com que linhas aparentemente "rectas" no espaço e no tempo tenham características que
são normalmente associadas a linha "curvas".
Embora a relatividade geral seja, enquanto teoria, mais precisa que a lei de Newton, requer também um formalismo
matemático significativamente mais complexo. Em vez de descrever o efeito de gravitação como uma "força",
Einstein introduziu o conceito de espaço-tempo curvo, onde os corpos se movem ao longo de trajetórias curvas.
A teoria da relatividade de Einstein prediz que a velocidade da gravidade (definida como a velocidade a que
mudanças na localização de uma massa são propagadas a outras massas) deve ser consistente com a velocidade da
luz. Em 2002, a experiência de Fomalont-Kopeikin produziu medições da velocidade da gravidade que
corresponderam a esta predição. No entanto, esta experiência ainda não sofreu um processo amplo de revisão pelos
pares, e está a encontrar cepticismo por parte dos que afirmam que Fomalont-Kopeikin não fez mais do que medir a
velocidade da luz de uma forma intrincada.
Gravidade 5

Constante cosmológica
Ao escrever a equação da gravitação segundo a Relatividade Geral, Einstein introduziu um termo chamado de
constante cosmológica, para que a solução das equações fossem um universo estático. Ao tomar conhecimento da
expansão do Universo, Einstein removeu este termo, dizendo que este foi o seu maior erro.
Esta constante tem sido objeto de estudo, para explicar o período conhecido como inflação cósmica. O efeito da
constante cosmológica seria análogo a uma "gravidade repulsiva", e, no tempo presente, causaria uma aceleração da
expansão do Universo.

Mecânica quântica
A força da gravidade é, das quatro forças da natureza, a única que obstinadamente se recusa a ser quantizada (as
outras três - o eletromagnetismo, a força forte e a força fraca podem ser quantizadas). Quantização significa que a
força pode ser medida em partes discretas que não podem ser diminuídas em tamanho, não importando o que
aconteça; alternativamente, essa interação gravitacional é transmitida por partículas chamadas gravitons. Cientistas
têm estudado sobre o graviton por anos, mas têm tido apenas frustrações nas suas buscas para encontrar uma
consistente teoria quântica sobre isso. Muitos acreditam que a Teoria de cordas alcançará o grande objetivo de unir
Relatividade Geral e Mecânica Quântica, mas essa promessa ainda não se realizou.

Aplicações Especiais de Gravidade


Uma diferença de altura pode possibilitar uma útil pressão num líquido, como no caso do gotejamento intravenoso
(Intravenous Drip) e a Torre de Água.
A massa suspensa por um cabo através de uma polia possibilita uma tensão constante no cabo, incluindo no outro
lado da polia.

Comparação da força da gravidade em diferentes planetas


A aceleração devido à gravidade à superfície da Terra é 9,80665 m/s² (o valor real varia ligeiramente ao longo da
superfície da Terra; ver g para mais detalhes). Esta medida é conhecida como gn, ge, g0, ou simplesmente g. A lista
que se segue apresenta a força da gravidade (em múltiplos de g) na superfície dos planetas do Sistema Solar:

Mercúrio 0.376

Vénus 0.903

Terra = 1

Marte 0.38

2.34
Júpiter1

1.16
Saturno1

1.15
Urano1

1.19
Netuno1

Nota: (1) Os gigantes gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) não tem uma superfície sólida. Nesse caso foi
considerado para o cálculo a distância ao centro do planeta onde a pressão atmosférica é de 1 atm, igual à pressão
atmosférica ao nível do mar na Terra.
Nota: para efeito de comparação, em Plutão, a força da gravidade é 0.066.
Nos corpos esféricos, a gravidade superficial em m/s² é 2.8 × 10−10 vezes o raio em m vezes a densidade média em
kg/m³.
Gravidade 6

Outras teorias gravitacionais


• Teoria aristotélica da gravitação
• Teoria gravitacional de Le Sage (1784) proposta por Georges-Louis Le Sage
• Teoria de gravitação de Nordström (1912, 1913)
• Teoria de gravitação de Whitehead (1922)
• Teoria de Brans–Dicke(1961)
• Gravidade induzida (1967), uma proposta de Andrei Sakharov segundo a qual a teoria da relatividade geral teria
origem na teoria quântica de campos
• Na dinâmina newtoniana modificada (MOND) (1981), Mordehai Milgrom propõe uma modificação na segunda
lei de Newton para pequenas acelerações.
• Teorias gravitacionais de cosmologia de autocriação, de G.A. Barber, no qual a teoria de Brans-Dicke é
modificada para permitir a criação em massa.
• Teoria da gravitação assimétrica (NGT) (1994) de John Moffat
• Gravidade tensor-vetor-escalar (TeVeS) (2004), uma modificação relativística de MOND por Jacob Bekenstein

Ver também
• Onda gravitacional
• Peso
• Massa
• Constante gravitacional universal
• dedução da lei de gravitação universal
• Efeito de Eötvös
• Força de Coriolis
[1] A history of astronomy, autor Anton Pannekoek
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Gravitação quântica 1

Gravitação quântica
Gravidade Quântica é o campo da física teórica que busca unificar a teoria da mecânica quântica, a qual descreve
três das forças fundamentais, com a relatividade geral, a teoria da quarta força fundamental: gravidade. O desafio
final de alguns é um arcabouço unificado de todas as forças fundamentais — uma teoria do tudo.
Muito da dificuldade em se fundir estas teorias origina-se das hipóteses radicalmente diferentes que estas teorias
utilizam para explicar como nosso universo funciona. Enquanto a teoria de campo quântico baseia-se em campo de
partículas embutidas no espaço-tempo da relatividade restrita, a relatividade geral modela a gravidade como uma
curvatura no espaço-tempo que afeta o movimento das massas.
O caminho mais óbvio para combinar estas duas (que é tratar a gravidade como simplesmente outro campo de
partícula) conduz rapidamente para aquilo que conhecemos como problema da renormalização. Partículas de
gravidade devem atrair-se mutuamente, somando juntas todas as interações, resultando em muitos valores infinitos
os quais não podem ser facilmente cancelados sem ajuste sensível. Isto contrasta com a eletrodinâmica quântica onde
algumas vezes se atinge resultados infinitos, mas estes, por serem bem poucos, podem ser removidos via
renormalização.
Ambas, mecânica quântica e relatividade geral tem sido altamente bem sucedidas. Infelizmente, a energia e as
condições na qual a gravitação quântica se torna importante são inacessíveis aos experimentos laboratoriais atuais.
O resultado disto é que não há dados observacionais que possam prover qualquer auxílio para combinar as duas.
A abordagem geral tomada na geração de uma teoria quântica da gravidade é assumir que o a teoria em questão
será simples e elegante e então procurar nas teorias atuais por simetrias e dicas de como combiná-las em uma teoria
mais abrangente. Um problema com esta abordagem é que não sabemos se a resultante será uma teoria simples e
elegante. No entanto, tal teoria se faz necessária no sentido de compreender problemas onde estão envolvidas uma
combinação de grandes massas e energias com dimensões espaciais muito reduzidas, tais como o comportamento de
buracos negros, e a origem do universo.

Perspectiva histórica
Historicamente, tem havido duas reações à aparente inconsistência da teoria quântica com a necessária
independência-básica da teoria da relatividade geral. A primeira é que a interpretação geométrica da relatividade
geral não é fundamental, mas surge qualitativamente de alguma teoria mais primordial. Isto é explicitado, por
exemplo, no livro-texto clássico de Steven Weinberg Gravitation and Cosmology. Um ponto de vista oposto é que a
independencia-fundo é fundamental, e que a mecânica quântica necessita ser generalizada por parâmetros onde
não foi especificado, a priori, o tempo. O ponto de vista geométrico está exposto no texto clássico Gravitation, de
Misner, Wheeler e Thorne.
Os dois livros, editados por gigantes da física teórica, expressam visões completamente opostas do significado da
gravitação. Foram publicados quase simultaneamente no inicio de 1970. A razão foi que um impasse tinha sido
alcançado, uma situação que levou Richard Feynman (que por si mesmo tinha feito importantes tentativas para
compreender a gravitação quântica) a escrever, em desespero, "Lembre-me de não voltar a mais nenhuma
conferência de gravitação" em uma carta para sua esposa no inicio de 1960.
Progressos foram alcançados nas duas frentes, conduzindo, em 2004, à teoria das cordas por um lado, e por outro
lado à gravitação quântica em loop.
Gravitação quântica 2

A incompatibilidade entre mecânica quântica e relatividade geral


Harmonizar a teoria da relatividade geral, que descreve a gravitação e suas aplicações em estruturas de larga-escala
(estrelas, planetas e galáxias) com a mecânica quântica, que descreve as outras três forças fundamentais atuando em
escala microscópica é, atualmente, um dos maiores problemas da física teórica.
Uma lição fundamental da relatividade geral é que não existe um referencial preferencial para o espaço-tempo, como
exposto na mecânica Newtoniana e na relatividade restrita, ou seja, a geometria do espaço-tempo é dinâmica.
Apesar da fácil aceitação em princípio, esta idéia é de difícil compreensão no que tange à relatividade geral, e suas
conseqüências são profundas, mas não totalmente exploradas, mesmo ao nível clássico.
Em um certo sentido, a relatividade geral pode ser vista como uma teoria relacional, na qual a única informação
física relevante é a relação entre diferentes eventos no espaço-tempo.
Por outro lado, a mecânica quântica possui uma dependência desde sua concepção de estrutura (não-dinâmica) de
fundo. No caso da mecânica quântica, o tempo é dinâmico e não determinado, como na mecânica clássica
newtoniana. Na teoria quântica de campo relativística, tal como em uma teoria clássica de campo, o espaço-tempo
Minkowski é fixado no arcabouço da teoria.
A teoria das cordas, foi concebida como uma generalização da teoria quântica de campo onde, ao invés de partículas
pontuais, objetos parecidos com cordas propagam-se num arcabouço de espaço-tempo fixo. Embora a teoria das
cordas tenha origem no estudo do confinamento de quark e não da gravitação quântica, foi logo descoberto que o seu
espectro contem o graviton, e que a "condensação" de certos modos vibracionais da corda é equivalente à
modificação do arcabouço original.
A Teoria quântica de campo (não-Minkowskian) curvado, embora não seja uma teoria quântica da gravidade,
tem mostrado que algumas hipóteses da teoria quântica não podem ser consideradas sob espaço-tempo curvo. Em
particular, mesmo a noção quântica de vácuo depende do caminho que o observador segue através do espaço-tempo
(veja efeito Unruh). Também, o conceito de campo parece ser mais fundamental que o conceito de partícula (o qual
surge como um meio conveniente para descrever interações localizadas). Este caminho, contudo, não é livre de
controvérsia, sendo contrário à forma como a teoria quântica de campo foi desenvolvida por Steven Weinberg no
livro Quantum Field Theory.
A gravitação quântica de loop é fruto de um esforço para formular uma teoria quântica independente do arcabouço.
A teoria quântica de campo topológica fornece um exemplo de teoria quântica independente do arcabouço, mas com
nenhum grau de liberdade local, e somente com finitos graus de liberdade globais. Isto é inadequado para descrever
a gravidade em 3+1 dimensões, na qual mesmo no vácuo têm-se graus de liberdade locais de acordo com a
relatividade geral. Em 2+1 dimensões, contudo, a gravidade é uma teoria de campo topológica que teve sua
quantização bem sucedida de várias maneiras, incluindo redes de spin.
Há três outros pontos de tensão entre a mecânica quântica e a relatividade geral.
Primeiro, a relatividade geral prediz uma quebra de paradigma nas singularidades, e a mecânica quântica se tornaria
inconsistente nas vizinhanças das singularidades.
Segundo, não está claro como determinar o campo gravitacional de uma partícula se, em relação ao princípio da
incerteza de Heisenberg da mecânica quântica, a localização e velocidade não podem ser conhecidas com precisão
absoluta.
Terceiro, há uma tensão, mas não uma contradição lógica, entre a violação da desigualdade de Bell na mecânica
quântica, a qual indica uma influência superluminal, e a velocidade da luz como uma velocidade limite na
relatividade. A resolução destes dois primeiros pontos deve vir de uma melhor compreensão da relatividade geral
[1].
Gravitação quântica 3

Teorias
Há inúmeras propostas de teoria de gravitação quântica:
• Teoria das cordas
• Supergravitação
• AdS/CFT
• Equação Wheeler-deWitt
• Gravitação quântica de Loop de Ashtekar, Smolin e Rovelli
• Gravitação quântica Euclidiana
• Geometria não comutativa de Alain Connes
• Teoria Twistor de Roger Penrose
• Gravitação quântica discreta de Lorentzian
• Gravitação induzida Sakharov
• Calculo Regge
• Métrica acústica e outros modelos análogos de gravitação
• Processos Físicos
• Teoria do campo unificado

Ver também
• Evento Centauro
• Teoria-M
• Gravitação semiclassica
• Teoria de campo quântico no espaço tempo curvo
• Processo Físico
• Uma nova idéia, a gravidade gerada pelos átomos. [2]
• Grávitons

Na cultura popular
A famosa parodia do pós-modernismo por Alan Sokal (veja Sokal Affair) foi intitulada Transgressing the
Boundaries: Toward a Transformative Hermeneutics of Quantum Gravity.

Ligações externas
• The shape of things to come [3] New Scientist, 30 de Julho 2005
• Conceito de Massa na Mecânica Relacional e na Relatividade Geral- A. K. T. Assis- Instituto de Física - Unicamp
[4]

Referências
[1] http:/ / arxiv. org/ abs/ astro-ph/ 0506506
[2] http:/ / rolfguthmann. sites. uol. com. br/
[3] http:/ / www. newscientist. com/ article. ns?id=mg18725101. 800
[4] http:/ / www. ufrn. br/ sites/ producao_ct/ sec7_10. html|O
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Gravitação quântica  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18527099  Contribuidores: Alessandro70, Cesariouspin, Danprata, Leonardo.stabile, Luiza Teles, Quiumen,
Rafael.afonso, Rolfguthmann, 21 edições anónimas

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