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Próteses

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DANIEL TELLES ++ ALOÍSIO BORGES COELHO

com Autores: Daniel Telles Aloísio Borges Coelho © www.sobreimplantes. Qualquer uma destas condições podem ser renunciadas. ISBN: Este livro está disponibilizado de acordo com os termos de uma Licença Creative Commons. da forma especificada pelo autor ou licenciante. Você não pode alterar.5 Brasil Você pode copiar. exibir e executar a obra sob as seguintes condições: Atribuição. ou qualquer outro direito protegido pela legislação local.com Todos os direitos reservados para O Lugar – Comunicações e projetos educacionais ltda.Título: Próteses SobreImplantes. Uso Não-Comercial. distribuir. transformar ou criar outra obra com base nesta. Você não pode utilizar esta obra com finalidades comerciais. Vedada a Criação de Obras Derivadas. desde que Você obtenha permissão do autor. Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas 2. Qualquer direito de uso legítimo (ou "fair use") concedido por lei. 2 . Você deve dar crédito ao autor original. não são em hipótese alguma afetados pelo disposto acima.    Para cada novo uso ou distribuição. você deve deixar claro para outros os termos da licença desta obra.

E-mail: aloisio@sobreimplantes. E-mail: daniel@sobreimplantes. Co-autor dos livros “Prótese Total convencional e sobre implantes” e “Planejamento em Reabilitação Oral com Prótese Parcial Removível”. Professor Adjunto do Departamento de Prótese da FO-UERJ. Autor dos livros “Prótese Total convencional e sobre implantes” e “Planejamento em Reabilitação Oral com Prótese Parcial Removível”. Mestre em Reabilitação Oral pela FOB-USP (Bauru). Coordenador do Curso de Especialização em Prótese Dentária da ABO-MG (BH). Clínica particular no Rio de Janeiro.com 3 . Professor do Curso de Odontologia do Centro Universitário Newton Paiva (BH). Especialista em Prótese Dentária pela FO-UERJ. Coordenador do Curso de Mestrado em Prótese Dentária da FO-UERJ.com ++ ALOÍSIO BORGES COELHO ++        Graduado pela Faculdade de Odontologia da UFMG. Clínica particular em Belo Horizonte. Especialista em Prótese Dentária pela FOB-USP (Bauru). Mestre e Doutor em Reabilitação Oral pela FOB-USP (Bauru).Autores ++ DANIEL TELLES ++        Graduado pela Faculdade de Odontologia da UERJ.

............................143 Unir dentes a implantes seria por si só um motivo de preocupação ? ....... 49 Intermediário cônico angulado de perfil baixo........ 168 Capítulo IX – O conceito do Guia Multifuncional...................................................................................... 27 Planejamento racional ....................... 179 1o dia – cirurgia e confecção da barra metálica ...............................................208 Moldagem ....... 147 Capítulo VIII – Prótese total fixa tipo protocolo ...........................Aspectos emocionais relacionados às perdas dos dentes............................................................................................. 42 Intermediários cônicos.. 12 Modelos e guias .............................................................................................................................................................. 32 Capítulo III – Intermediários e componentes protéticos ................................ 11 Exame extra-oral..................................................................................................... 58 Intermediários personalizados.......................................................................................................................................................................................... 143 Os dentes ajudariam os implantes a suportarem as cargas?.............................................................................................................................................................. utilizando-se componentes tipo UCLA.....................................................177 Preparos prévios e planejamento cirúrgico.......................................................................................... 68 Técnica da moldeira fechada............. 110 Intermediário individualizado metálico tipo UCLA............................................................................................................................................ 81 Moldagem com registro do perfil de emergência ...................................... 196 Considerações a respeito da técnica ..........Sumário Capítulo I ............................................................................................................................................................................................................................................................................................. 98 Intermediário preparável metálico ................................................................................................................................................. 22 Prototipagem rápida...................................................................................... 46 Intermediário cônico angulado...... 63 Capítulo IV – Moldagem em próteses sobreimplantes ............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 13 Exames radiográficos...................................................................................................................................... 144 Que complicações podem ocorrer? ............................................................................. 147 Como unir dentes a implantes?............................................................................................................................................................................................................................................... 188 2o dia – término e instalação da prótese...................................... 52 UCLA ............................................................................................................................................................................................. 56 Intermediários preparáveis ........................................................................................................................................................................................... 145 Qual tipo de conexão utilizar? ...... 53 Intermediário sextavado.................. 210 4 ............................................................................................... 161 Oclusão em próteses tipo protocolo ..........................129 Prótese Parcial Fixa parafusada diretamente nos implantes.................................................... 205 Capítulo X – Sobredentaduras – overdentures.................. 11 Remodelação do rebordo residual..................................................................................................................... 34 Chaves e parafusos .............................. 44 Intermediário cônico de perfil baixo............................................................................................................................................. 162 Qual o tamanho dos cantilevers nas próteses totais fixas? . 146 Quando unir dentes a implantes? .................... 10 Anamnese ........ 125 Capítulo VI – Próteses parciais fixas ............................................................................................. ..................................................................................................................... 137 Capítulo VII – Próteses fixas com união de implantes a dentes naturais ...................................................................................160 Componentes protéticos para próteses tipo protocolo ....Planejando a Prótese Sobre Implantes...................................................................................................................... 6 Por que se preocupar com o ‘ser emocional’ em volta da boca?............................................................................................. 117 Intermediário individualizado cerâmico Procera® ................................................................................................................................................................................................ 11 Exame intra-oral .................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 163 Qual a importância das próteses provisórias? .................................................................................................................................................................................... 27 Espaço protético .......................................................................................... 90 Capítulo V – Coroas unitárias ....................................................... 6 Capítulo II .......................... 107 Intermediário preparável cerâmico ................. 41 Intermediário convencional .................................................................................................................................................................................................................................... 131 Prótese Parcial Fixa cimentada em intermediários protéticos................... 61 Seleção de intermediários .................................................................................................................................................................................................. 38 Intermediários e componentes protéticos .............................................................................................................................................................................................................. 130 Prótese Parcial Fixa parafusada em intermediários protéticos............... 66 Técnica da moldeira aberta ................................................................... 209 Moldagem anatômica ............. 164 Seqüência clínica ...................................................................................................................................................................................................................................................................................................... ......................................................................................................................................... 97 Intermediário sextavado ............................................................................................................... 21 Exames tomográficos...............

................................................................................ 230 Sistemas tipo magnético..................................................................................................................................................................................................................... 244 5 ...................................................................................................................... 244 Quais as características de uma oclusão ideal em Prótese Total?.......Moldagem funcional ........................... 214 Qual o sistema de retenção ideal para as sobredentaduras?........................................ 219 Sistemas tipo anel de retenção ................................................... 240 Oclusão ...................................................................................................................................................................................................................................................... 218 Sistemas tipo barra/clipe ...... 240 Comparações entre os diversos tipos de sistemas de retenção ........................................................

Por que se preocupar com o ‘ser emocional’ em volta da boca? As mudanças físicas e psicológicas que ocorrem no decorrer da idade. para que muitos fatores relacionados à conduta psicológica de um paciente sejam assim compreendidos. tornando a relação paciente/profissional de acordo com as expectativas de cada um.Capítulo I . Durante o período de desenvolvimento denominado por FREUD de fase oral. pelos órgãos sensitivos e pela pele. o profissional que se propõe a ter como pacientes indivíduos que perderam os dentes deve estar consciente da existência de dois pré-requisitos fundamentais para se tornar apto a realizar o tratamento: extrema empatia pelo problema alheio e conhecimento pleno do alcance e das limitações das técnicas que podem ser utilizadas para reabilitar esses indivíduos e devolver-lhes a qualidade de vida. Logo. de forma não muito diferente do que faziam ao fim do século XIX. pois através destes. dando origem ao psiquismo humano.Aspectos emocionais relacionados às perdas dos dentes Veridiana Salles Daniel Telles Apesar de a ciência odontológica ter evoluído notavelmente nos últimos 100 anos. como o ato de sucção. especialmente os que sofreram perdas dentárias. inevitavelmente resultam em mudanças na personalidade. Quando os dentes irrompem. Todas as experiências de prazer e desprazer estão relacionadas com este órgão fundamental. Este local permite à criança a incorporação do sustento biológico e o ato de receber o leite faz com que as primeiras impressões se registrem. o desenvolvimento da criança baseia-se em estágios que se organizam de acordo com a maturação de determinadas regiões do corpo que são sensíveis a excitações do tipo sexual. mas também na absorção. o bebê pode causar dano ao mundo exterior. O principal aspecto psicológico da primeira dentição reside na 6 . É necessário que se tenha conhecimento do mecanismo pelo qual se forma a personalidade de uma pessoa. A fase oral é muito importante não só pela alimentação. Além da conotação de força e capacidade de agressão. a boca corresponde à região onde os estímulos recebidos proporcionam excitação para a cavidade bucal e para os lábios. a incorporação pela sucção é substituída pela mordida. Nesta fase. mas por permitir que a criança refaça seu vínculo com a mãe. bem como o prazer de sugar pelo prazer de morder. os Cirurgiões-Dentistas (CDs) chegam ao início do século XXI ainda tendo que tratar uma parcela significativa de pacientes. os dentes são também sentidos como um instrumento de defesa. a região bucal é a principal fonte das excitações e também o local de realização das trocas do bebê com o mundo. Esse aparente anacronismo tecnológico pode ser minimizado à medida que o profissional empenhe seus melhores esforços para compreender os problemas provenientes da falta dos dentes. Primeiramente. Este órgão se torna foco de uma forma de aproximação dominante – a incorporação – que intervém não somente na sucção do seio materno. de todos os estímulos que entram no campo acessível à criança.

alegria. bem como a identidade social e familiar. Alguns se mostram inconformados. pois destrói a postura desejável. os dentes auxiliam na ampliação do conceito do “eu”. como a rejeição de familiares. de agressão. É uma mensagem ritual de oferenda e receptividade. Ela é adquirida. Para os seres humanos. O homem constitui-se pelo somatório de suas experiências. segurança. No processo de incorporação. As alterações culturais.Aspectos emocionais relacionados às perdas dos dentes mudança de atitude de “passivo receptor” para “ativo destruidor”. Desde a formação do seu “eu”. e descreve sintomas de isolamento social e depressão. incapacidade e ansiedade. com sentimentos de impotência. desde as mais remotas até as mais atuais. O paciente idoso reage à perda dos dentes de duas formas distintas. prejudicando o convívio social. contribui sobremaneira para o total declínio da auto-estima do paciente edentado. sofrendo sucessivas modificações na relação do sujeito com aspectos internos e externos. conseguida no contínuo contato com o mundo. podendo a perda dos dentes ser um desses fatores. Sob tais circunstâncias. impede a demonstração da alegria e do acolhimento. sociais e corporais refletem-se nesta configuração que se expressa por meio dos sentimentos e conhecimentos que o sujeito tem de si. A auto-imagem organiza-se a partir das percepções que o indivíduo tem de si em relação a suas experiências de interação com os outros e com o meio ambiente. Enquanto o envelhecimento é visto como um processo gradual. Esse declínio faz com que as pessoas se sintam menos valorizadas e mais dependentes. pode-se dizer que. de atitude ativa. A imagem que um indivíduo faz de si não é um fenômeno estático. que são conseqüências de um estado de desequilíbrio. perda ou evento que o precipita. buscando evitar esta perda a qualquer custo e dispondo-se a qualquer sacrifício para restaurar a estética. comportamento e autoconceito. boa acolhida à aproximação. satisfação em relação a si e ao outro. por sua vez. inclusive a imagem corporal. se o nascimento dos dentes constitui parte importante na organização psíquica. Esta auto-estima também é afetada por fatores sociais. Isto lhe é imposto de fora e se constrói a partir dos valores. a falta de expectativa de vida. o sorriso tem conotações bastante significativas: anuncia bem-estar. A inibição do sorriso tem conseqüências. Portanto. Uma concepção narcisista da cultura atual faz com que as pessoas se tornem muito envolvidas com suas imagens. esses padrões sofrem uma espécie de metabolismo que fará com que cada indivíduo seja singular em seu modo de apreensão da realidade. das críticas. diminui a auto-estima. encarando a perda dos dentes como algo inerente à idade. Ao sentir que não está de acordo com o ideal estético. a perda dos dentes que resulta no desequilíbrio das funções mastigatórias. a criança se vê confrontada com o ideal de comparar-se. sua perda poderá implicar em alterações com conseqüências desfavoráveis para a vida emocional do sujeito. os dentes passam a ser símbolos de força. o sentimento de “ser velho” realmente ocorre como resultado de algo abrupto. deglutição. A perda dos dentes pode ser sentida como um ataque à própria identidade do indivíduo. e a preocupação com a estética é maior do que com a função dos dentes. onde este ritual é influenciado pela aparência dos dentes. Nesta sociedade. a pessoa retrai-se. já outros reagem de maneira conformista e depressiva. construída. fala e estética. mostrando-se passivos diante da situação e do tratamento. A auto-estima de um indivíduo está diretamente relacionada à auto-imagem que este tem de si e à imagem ideal que a sociedade impõe àqueles que nela vivem. e das exigências familiares que. Segundo este raciocínio. ou mesmo a perda de pessoas importantes. Busca-se a prótese como 7 . A reposição de dentes por meio de prótese ou implante visa um retorno à aparência anterior. o que pode resultar em danos a sua auto-estima. A construção da identidade do sujeito subordina-se aos padrões culturais específicos e ao conjunto de símbolos que ali se expressam. O indivíduo com idade mais avançada não se sente tão forte e capaz como se sentiria se fosse mais jovem. O uso da prótese visa à superação de uma falha corporal. refletem o sistema de valores do campo social. e por isso perdê-los pode significar insegurança e nova onda de ansiedade.

têm sido tradicionalmente considerados entidades separadas. quando. O seu objetivo é criar uma experiência de reaprendizagem. e o potencial para a melhora da função. levar em consideração alguns determinantes que agem favoravelmente à aceitação positiva do paciente. pois eventualmente são muito tímidos para colocar o que pensam frente ao profissional. 3) Interpretar e explicar o problema. 4) Oferecer uma solução para o problema. Os pacientes freqüentemente se submetem a tratamentos que conflitam com seus desejos. as exigências estéticas e funcionais dos pacientes podem estar acima da realidade. estão totalmente interrelacionados. A entrevista iatrossedativa é composta de quatro partes: 2) Explorar e identificar o problema. (2) condição bucal. Por essa razão.adaptação. função e estética . sendo estes: (1) qualidade da prótese. (5) experiências anteriores. O paciente insatisfeito está nesta condição por deficiências em sua prótese atual. se possível. o CD deve evitar assumir uma postura de superioridade frente ao paciente. O paciente satisfeito não procura tratamento com freqüência e na maioria das vezes já utiliza prótese há muitos anos. (4) atitude do paciente frente a próteses. tempo de tratamento. o qual é facilmente intimidável. o CD atuará eliminando as condições desfavoráveis da prótese atual. 1) Reconhecer e entender o problema. no planejamento o CD deve discutir as vantagens e as desvantagens de diferentes tipos de tratamento. custo. Para este tipo de paciente. e (7) fatores socioeconômicos. Há atualmente uma perceptível pressão dos usuários para que suas dentaduras pareçam com dentes naturais e. Essa manipulação da aceitação do tratamento pelo paciente pode produzir um sucesso temporário. e que é exigida por uma sociedade que valoriza basicamente as possibilidades produtivas do sujeito e sua conformidade a um determinado padrão estético. assumir uma aparência estética não atraente. e uma nova concepção de sentimentos será gerada como uma conseqüência da interação entre o paciente e seu dentista. e retorna para o tratamento pela necessidade da reposição da prótese já existente. portanto. Entretanto. Por outro lado. o sucesso da reabilitação não será alcançado. Os elementos de uma reabilitação protética . assim. Se o CD não reconhecer e abordar os aspectos psicológicos do paciente edentado como aborda os aspectos tecnológicos do seu tratamento. é fundamental a participação do paciente durante o tratamento. (3) relação paciente/profissional. A reconstrução da aparência estética por meio de prótese ou implante dentário resolverá o problema emocional que havia se criado. amenizando a sua ansiedade frente a uma insatisfação antiga. A definição de iatrossedação é “fazer o paciente ficar calmo pelo comportamento do CD”. A partir deste momento. No planejamento do tratamento para o paciente edentado. de fato. O paciente pode responder negativamente. agindo de forma discordante com os princípios do tratamento e. inclusive no aspecto funcional. Deve-se. mas pode também levar a situações de rejeição difíceis de serem controladas pelo profissional. O CD deve discernir quando as solicitações e expectativas de melhora estética do paciente são razoáveis e sinérgicas com as 8 . com seus próprios dentes quando eles ainda os possuíam. o senso de perda e a certeza de uma vida de desconforto e descontentamento são fortes indícios para a criação de desesperança. onde os sentimentos aprendidos originalmente serão desaprendidos. mesmo com uma prótese executada de forma tecnicamente correta. (6) personalidade do paciente. Um paciente perturbado. duas categorias de pacientes devem ser consideradas: o paciente satisfeito com a prótese e o paciente insatisfeito. Para o paciente portador de próteses mal adaptadas. fatores relacionados com a posse de um corpo jovem. desde que atenda às expectativas do paciente. A iatrossedação é uma técnica utilizada para reduzir ou eliminar a maioria dos “medos odontológicos” presentes em clínica.Aspectos emocionais relacionados às perdas dos dentes um recurso de retorno à imagem que se queria continuar tendo. bem como o potencial para falhas ou complicações. geralmente não está satisfeito. ou por problemas em sua conduta emocional. o que conseqüentemente auxiliará na melhora da conduta emocional.

Nesses casos. Seu trabalho deve visar a recomposição das estruturas dentária e facial e da aparência estética de pessoas que têm sentimentos. evitando dores. O CD deve estar atento não apenas aos aspectos técnicos do trabalho. Estando empenhado em compreender os sentimentos e as expectativas de seu paciente. desajustes e frustrações desnecessárias. mas também aos fatores psicológicos e às questões subjetivas que envolvem a situação. Mais do que uma substituição de dentes. 9 . o paciente deseja que o trabalho odontológico permita-lhe refazer sua imagem pessoal e social. Devem-se prever múltiplas consultas para prova dos dentes em cera e incluí-las no preço do tratamento.Aspectos emocionais relacionados às perdas dos dentes técnicas protéticas convencionais. desejos e fantasias inconscientes e que. deve-se ter o cuidado de incluir o paciente em todas as decisões concernentes à estética. Esse grau de expectativa vai solicitar uma maior ou menor ênfase no início do tratamento ao verdadeiro potencial de melhora do caso. nem sempre sabem nomear o que sentem ou o que querem. Se a aparência é a queixa principal do paciente. o CD poderá melhor orientá-lo na situação de extração e substituição dos dentes. a prótese nunca deve ser terminada até que o paciente tenha concordado plenamente com o padrão estético obtido com as provas em cera. este estará buscando também a reconstrução de sua integridade física perdida. portanto. Quando o paciente vai ao consultório odontológico para a colocação de prótese ou implante dentário.