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CURSO DE TÉCNICOS INSTALADORES SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS

OS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES

Trabalho Realizado no âmbito do:

Módulo de CP 4

Processos Identitários

Paulo Teixeira - Albino Neves - Joel Bento

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ÍNDICE

Introdução 4

E a viagem começa 5

A Descoberta do Brasil 7

Chegada dos Portugueses e a sociedade indígena 9

A escravatura no Brasil 10

Os Bandeirantes 12

Imigração para o Brasil 13

Independência do Brasil 15

Conclusão 17

Conclusão 18

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Introdução

Este trabalho foi escolhido por este Grupo de formandos, para darmos a conhecer, a
importância que Os Descobrimentos Portugueses tiveram para Portugal e para o Mundo.

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E a viagem começa…

É durante o reinado de
D. João I, e sob comando
do Infante D. Henrique
que se dá o
redescobrimento da
Madeira, numa
expedição às Canárias
em 1424 e o
descobrimento dos
Açores.

O redescobrimento da
Madeira deu-se em
1419/20. Em 1419 a ilha
de Porto Santo foi
redescoberta por João Gonçalves Zarco e em 1420 a ilha da Madeira por Tristão Vaz Teixeira.
Trata-se de um redescobrimento porque já havia conhecimento da existência das ilhas da Madeira
no século XIV. Isso é-nos revelado na cartografia do século XIV. Em 1424 inicia-se a colonização da
Madeira.

Em 1427, inicia-se o descobrimento do arquipélago dos Açores. Nesse ano é descoberto o grupo
oriental dos Açores (S. Miguel e Santa Maria). Segue-se o descobrimento do grupo central
(Terceira, Graciosa, S. Jorge, Pico e Faial). Em 1452 o grupo ocidental (Flores e Corvo) é descoberto
por João de Teive.

Na regência de D. Duarte, Gil Eanes dobra o Cabo Bojador em 1434. A partir daqui, o Infante D.
Henrique promove o descobrimento da costa africana, por sua própria iniciativa, sem intervenção
da coroa, até 1460.

Já na regência de D. Afonso V, em 1441 Nuno Tristão chega ao Cabo Branco, em 1443 a Arguim e
em 1444 à Terra dos Negros.

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Em 1444, Dinis Dias descobre Cabo Verde e segue-se a ocupação das ilhas ainda no século XV,
povoamento este que se prolongou até ao século XIX.

Em 1445, António Fernandos chega a Cabo dos Mastos.

Em 1460, Pêro de Sintra atinge a Serra Leoa. Neste mesmo ano faleceu o Infante D. Henrique.

A missão antes comandada pelo Infante D. Henrique vai parar às mãos do Infante D. Fernando. Em
1469, D. Afonso V entrega esta missão a um mercador da cidade de Lisboa, Fernão Gomes.

Em 1471, inicia-se o descobrimento do arquipélago


de S. Tomé e Príncipe. Em 21 de Dezembro de 1474,
João de Santarém descobre a ilha de S. Tomé. Pêro
Escovar descobre a 17 de Janeiro de 1475 a ilha de
Príncipe. A ilha de Ano Bom é descoberta já no
reinado de D. João II, em 1 de Janeiro de 1405,
hipoteticamente por Diogo Cão.

Em 1472, Gaspar Corte Real descobre a Terra Nova, e em 1473 Lopes Gonçalves ultrapassou o
Equador.

Desde 1474/75 o príncipe D. João, futuro rei, fica responsável pela tarefa dos descobrimentos.
Este sobe ao trono em 1482.Nesse mesmo ano organiza a primeira viagem de Diogo Cão. Este faz
o reconhecimento de toda a costa até à região do Padrão de Santo Agostinho. Em 1485, Diogo
Cão, leva a cabo uma segunda viagem estendendo-se até à Serra Parda.

Em 1487, Bartolomeu Dias, comandando uma expedição com três caravelas, atinge o Cabo da Boa
Esperança.

Face à chegada de Cristóvão Colombo, em 1492 à América, segue-se a promulgação de três bulas
papais as Bulas Alexandrinas que concediam ao reino de Espanha o domínio dessas terras.

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Será esta decisão de Alexandre II que irá vingar. Face a isso, D. João II consegue uma renegociação,
mas só entre os dois estados, sem a intervenção do papa. Assim, em 1494 é assinado o Tratado de
Tordesilhas: o Mundo é dividido em duas áreas de exploração: a portuguesa e a espanhola. O
mundo seria dividido em função de um semi-meridiano que deveria passar a 370 léguas de Cabo
Verde.

No reinado de D. Manuel I, parte do Restelo, a 8 de Junho de 1497, a armada chefiada por Vasco
da Gama. Tratava-se de uma expedição composto por três embarcações. É a partir da viagem de
Vasco da Gama que se introduzem as naus. A 9 de Maio de 1498 Vasco da Gama chega a Calecut.

Em 1500, parte a segunda expedição para a Índia comandada por Pedro Álvares Cabral. Era uma
expedição composta por três embarcações. Só que Pedro Álvares Cabral, por alturas de Cabo
Verde, desvia-se da rota e em Abril de 1500 chega a uma terra denominada de Vera Cruz, mais
tarde chamada Brasil.

A Descoberta do Brasil

O Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral, um


navegador português, em 1500. Esta foi uma das
descobertas mais importantes da História dos
Descobrimentos Portugueses.

Em Fevereiro de 1500, D. Manuel I (o rei de Portugal


na altura) escolheu Pedro Álvares Cabral para ser o
capitão-mor de uma armada de 13 navios que deveria
seguir para a Índia.

Vasco da Gama já tinha regressado da primeira


viagem marítima à Índia e o rei português queria que
outro navegador lá voltasse para assegurar o domínio daquelas terras.

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Ao contrário da armada de Vasco da
Gama, que era constituída por 4 navios e
170 homens, a armada de Pedro Álvares
Cabral era composta por 13 navios e 1500
homens.

O rei achava que, com mais navios, mais


homens e mais armamento, seriam mais
fácil conseguir ficar com o domínio sobre
a rota das especiarias que passava pela
Índia.

No dia 9 de Março de 1500, a armada de Pedro Álvares Cabral partiu de Lisboa (do Restelo) em
direcção à Índia.

Quando já estavam perto de Cabo Verde, os navios começaram a desviar o seu percurso para
sudoeste.

Não se sabe se este desvio foi


propositado (diz-se que os
portugueses podiam já saber da
existência do Brasil) ou se foi obra
do acaso.

O que é certo é que, no dia 22 de


Abril de 1500, a armada de Pedro
Álvares Cabral avista as Terras de Vera Cruz (o Brasil).

Ao perceber que tinha feito uma descoberta tão importante, o capitão-mor enviou uma nau para
o reino com a boa notícia.

Pedro Álvares Cabral e os seus homens ficaram lá alguns dias, estabelecendo relações com os
índios e celebrando missas (porque nos navios iam também sacerdotes).

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Em Julho de 1501, Pedro Álvares Cabral e a sua armada regressam a Portugal. Antes de
regressarem, foram a Calecut (Índia) para cumprirem os objectivos que o rei tinha traçado no
início da viagem.

Embora tenha iniciado a viagem com 13 navios, a armada de Pedro Álvares Cabral regressou ao
reino com apenas seis.

Os outros sete navios que compunham a armada tiveram fins diferentes: um deles perdeu-se nos
mares do arquipélago de Cabo Verde, outro regressou a Portugal com a notícia da descoberta,
quatro afundaram-se num violento temporal durante a viagem e um outro andou à deriva, tendo
reencontrado os outros navios a meio da viagem de regresso.

Até hoje, não se sabe se este descobrimento foi obra do acaso ou se os portugueses já sabiam da
existência do continente americano.

Chegada dos Portugueses e a sociedade indígena

O primeiro contacto entre os índios brasileiros e os


portugueses foi em 1500. As duas culturas eram
muito diferentes e pertenciam a mundos
completamente distintos. Os indígenas que
habitavam o Brasil em 1500 viviam da caça, da
pesca e da agricultura de milho, amendoim, feijão,
abóbora, batata-doce e principalmente mandioca.

A organização social dos índios:


Entre os indígenas não havia classes sociais como a do homem branco. Todos têm os mesmos
direitos e recebem o mesmo tratamento. A terra, por exemplo, pertence a todos e quando um
índio caçava, costumava dividir a caça com os habitantes de sua tribo.

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Canibalismos:
Algumas tribos eram canibais como, por exemplo, os
Tupinambás que habitavam o litoral da região sudeste do
Brasil. A antropofagia era praticada, pois acreditavam que
ao comerem carne humana do inimigo estariam
incorporando a sabedoria, valentia e conhecimentos.
Desta forma, não se alimentavam da carne de pessoas
fracas ou covardes. A prática do canibalismo era feira em
rituais simbólicos.
Religião Indígena:
Cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos diferenciados. Porém, todas as tribos
acreditavam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados efectuando rituais,
cerimónias e festas.

A escravatura no Brasil

No Brasil, a escravidão
teve início com a
produção de açúcar na
primeira metade do
século XVI. Os
portugueses traziam os
negros africanos de suas
colónias em África para
utilizar como mão-de-
obra escrava nos
engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os
africanos como se fossem mercadorias no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro
daqueles mais fracos ou velhos.

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O transporte era feito da África para o Brasil nos porões dos navios negreiros. Amontoados,
em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos
eram lançados ao mar.

Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram
tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de
roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas (galeões
escuros, húmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente
castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no Brasil Colónia.

Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais
africanos. Tinham que seguir a
religião católica, imposta
pelos senhores de engenho,
adoptar a língua portuguesa
na comunicação. Mesmo com
todas as imposições e
restrições, não deixaram a
cultura africana desaparecer.
Escondidos, realizavam
seus rituais, praticavam
suas festas, mantiveram suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de
luta: A capoeira.

As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores do


engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos.
Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas-de-leite foram comuns naqueles tempos da
colónia.

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Os Bandeirantes

Os Bandeirantes foram os homens valentes, que no princípio da colonização do Brasil, foram


usados pelos portugueses
com o objectivo de lutar com
indígenas rebeldes e escravos
fugitivos.

Estes homens, dirigiam-se


para o interior do Brasil
caminhando através de
florestas e também seguindo
caminho por rios, o Rio Tietê
foi um dos principais meios
de acesso para o interior de
São Paulo. Estas explorações
territoriais eram chamadas de Entradas ou Bandeiras. Enquanto as Entradas eram expedições
oficiais organizadas pelo governo, as Bandeiras eram financiadas por particulares (senhores de
engenho, donos de minas e comerciantes).

Estas expedições tinham como objectivo predominante capturar os índios e procurar por pedras
e metais preciosos. Contudo, estes homens ficaram historicamente conhecidos como os
responsáveis pela conquista de grande parte do território brasileiro. Alguns chegaram até fora
do território brasileiro, em locais como a Bolívia e o Uruguai.

Do século XVII em diante, o interesse dos portugueses passou a ser a procura por ouro e pedras
preciosas. Então os bandeirantes Fernão Dias Pais e seu genro Manuel Borba Gato se
concentraram nestas buscas desbravando Minas Gerais. Depois outros bandeirantes foram para
além da linha do Tratado de Tordesilhas e descobriram entre muitos metais preciosos, o ouro.
Muitos aventureiros os seguiram, e, estes permaneceram em Goiás e Mato Grosso dando início

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a formação das primeiras cidades. Nessa ocasião destacaram-se: António Pedroso, e
Bartolomeu Bueno da Veiga.

Outros bandeirantes que fizeram nome neste período foram: Jerónimo Leitão (primeira
bandeira conhecida), Nicolau Barreto (seguiu trajecto pelo Tietê e Paraná e regressou com
índios capturados), António Raposo Tavares (atacou missões jesuítas espanholas para capturar
índios), Francisco Bueno (missões no Sul até o Uruguai)

Como conclusão, pode-se dizer que os bandeirantes foram responsáveis pela expansão do
território brasileiro, desbravando os sertões além do Tratado de Tordesilhas. Por outro lado,
agiram de forma violenta na caça de indígenas e de escravos foragidos, contribuindo para a
manutenção do sistema de escravatura que vigorava no Brasil Colónia.

Imigração
para o Brasil
Podemos considerar o
início da imigração no
Brasil o ano de 1530, pois
a partir deste
momento os portugueses
vieram para a colónia para
dar início à plantação de
cana-de-açúcar. Porém, a imigração intensificou-se a partir de 1818, com a chegada dos primeiros
imigrantes não portugueses, que vieram para cá durante a regência de D. João VI. Devido ao
enorme tamanho do território brasileiro e ao desenvolvimento das plantações de café, a imigração
teve uma grande importância para o desenvolvimento do país, no século XIX.

Em busca de oportunidades na terra nova, foram os suíços, que chegaram em 1819 e se


instalaram no Rio de Janeiro (Nova Friburgo), os alemães, que vieram logo depois, em 1824, e

foram para o Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo, São Leopoldo, Santa Catarina, Blumenau,
Joinville e Brusque), os eslavos, originários da Ucrânia e Polónia, para o Paraná, os turcos e os

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árabes, que se concentraram na Amazónia, os italianos de Veneza, Génova, Calábria, e Lombardia,
que em sua maior parte vieram para São Paulo, os japoneses, entre outros. O maior número de
imigrantes para Brasil foi os portugueses.

Após a abolição da escravatura (1888), o governo brasileiro incentivou a entrada de


imigrantes europeus par a território. Com a necessidade de mão-de-obra qualificada, para
substituir os escravos, milhares de italianos e alemães chegaram para trabalhar nas fazendas
de café do interior de São Paulo, nas
indústrias e na zona rural do sul do
país.

Todos estes povos vieram e se


fixaram no território brasileiro com os
mais variados ramos de negócio,
como por exemplo, o ramo cafeeiro,
as actividades artesanais, a actividade
madeireira, a produção de borracha,
a vinicultura, etc.

Nos dias actuais, observamos um novo grupo imigrando para o Brasil: os coreanos. Estes não
são diferentes dos anteriores, pois da mesma forma, vieram acreditando que poderão
encontrar oportunidades aqui que não encontram em seu país de origem. Eles se destacam
no comércio, vendendo produtos dos mais variados tipos (alimentos, calçados, vestuário,
acessórios até artigos electrónicos).

O processo imigratório foi de extrema importância para a formação da cultura brasileira. Esta,
foi, ao longo dos anos, incorporando características dos quatro cantos do mundo. Basta
pararmos para pensar nas influências trazidas pelos imigrantes, que teremos um leque
enorme de resultados: o idioma português, a culinária italiana, as técnicas agrícolas alemãs,
as batidas musicais africanas e muito mais,dando origem no país a múltiplas cores e sabores.
Um povo com uma cultura diversificada e de grande valor histórico.

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Independência do Brasil

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes do país, pois marca o fim do
domínio português e a conquista da autonomia.
Em 9 de Janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno
para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta ideia, pois pretendiam recolnizar o Brasil
e a presença de D. Pedro impediam este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos
chamados de Portugal e proclamou: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao
povo que fico. Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a
metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma
Assembleia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem
para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem “o
cumpra-se”, ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o
povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem às Minas Gerais e a São Paulo para acalmar sectores da
sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimentos, pois acreditavam que tudo
isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova
carta de Portugal que anulava a Assembleia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a
metrópole.

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Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São
Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou: " Independência ou Morte!".
Este fato ocorreu no dia 7 de Setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de
Dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

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Conclusão

Podemos afirmar que foram os nossos antepassados Portugueses, que deram início, ao que nos
nossos dias, é tanto comentado: A GLOBALIZAÇÃO
Destacámos o Brasil, porque no passado, Portugal, ganhou imenso com as riquezas naturais da sua
antiga colónia, como por exemplo: Ouro, prata, pedras preciosas, açúcar, pau do Brasil, ect.
Actualmente o Brasil é o país que tem maior percentagem de pessoas, que fala a Língua
Portuguesa, dando uma determinada importância, à nossa língua e que a mesma esteja incluída
entre as cinco línguas mais faladas do Mundo.

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Webografia

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DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES

Paulo Teixeira

Albino Neves

Joel Bento

CP4 - C51/09 - Técnicos de Sistemas Solares Térmicos

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