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Manual de Utilização

Manual de Utilização Respirômetro 4.0C Sumário 1. APRESENTAÇÃO 3   2.1. C ARACTERÍSTICAS

Respirômetro 4.0C

Sumário

1.

APRESENTAÇÃO

3

 

2.1.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

4

2.

DESCRIÇÃO DO PROGRAMA

5

2.1. TELA PRINCIPAL

5

2.2. CONFIGURAÇÕES

8

GERAL

8

TCO

10

SENSOR

10

BOMBAS

11

ALARMES

12

OUTRAS

13

2.3. GRÁFICOS

14

2.4. AFERIÇÃO DO ELETRODO YSI

14

3. ARQUIVOS DE DADOS

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4. DESCRIÇÃO DO BELUGA

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4.1.

CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS

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2

1. Apresentação

O Respirômetro 4.0C é um programa, desenvolvido para o Windows,

para determinação da Taxa de Consumo de Oxigênio dissolvido (TCO) em um sistema de tratamento de efluentes em escala de bancada, utilizando um aparelho Beluga. O Respirômetro 4.0C e o Beluga realizam a aquisição de dados e o controle de dispositivos possibilitando a operação de uma unidade de tratamento de afluentes em escala de bancada, que deve ser constituída de um reator, aeradores, um agitador e um eletrodo ou medidor de oxigênio dissolvido (OD), como representado na Figura 1 1 . Para a determinação da TCO, o Respirômetro 4.0C realiza a medição direta da concentração de Oxigênio Dissolvido (OD), além da temperatura quando usando um eletrodo do tipo YSI5718 ou equivalente.

quando usando um eletrodo do tipo YSI5718 ou equivalente. Figura 1. Diagrama ilustrativo de operação de

Figura 1. Diagrama ilustrativo de operação de um sistema de tratamento de efluentes em escala de bancada.

O Respirômetro realiza o cálculo da TCO através do método clássico

compreendendo uma fase de aeração e uma de não aeração. Na primeira fase, o licor misto do reator do sistema em escala de bancada é aerado até que a concentração de OD atinja uma referência superior (definida pelo usuário). Nesse ponto, desliga-se a aeração iniciando-se a segunda etapa. Na segunda etapa, observa-se a diminuição do valor da concentração de OD com o tempo, até que esta atinja uma referência inferior (também definida pelo

1 O reator, aeradores e bombas não são fornecidos com Respirômetro

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usuário). Ao fim da segunda etapa, a TCO é calculada utilizando os dados adquiridos da diminuição da concentração de OD, através regressão linear. Entretanto, com a finalidade de acelerar o processo, a determinação da determinação pode ser antecipada, seguindo critérios definidos na configuração do Programa.

1.1. Características principais

Medição, visualização gráfica e numérica, e armazenamento de temperatura, concentração de OD e TCO;

Cálculo inteligente da TCO, com indicação do desvio padrão;

Medição e controle de um reator em escala de bancada, utilizando 5 saídas de acionamento;

Controle manual ou automático dos dispositivos externos;

Controle inteligente de aeração e agitação;

Utilização de aeração extra para aumentar a velocidade de aeração;

Controle de bombas dosadoras;

Indicação do estado da membrana do eletrodo de OD e intervalo de tempo desde a última aferição;

Possibilidade de utilização de um eletrodo de OD ou medidor externo;

Alarmes visuais de TCO máxima e mínima;

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2. Descrição do programa

O programa Respirômetro 4.0C não precisa de instalação e pode ser

disposto em uma pasta específica para ele, como exemplo c:\resp\. Na primeira execução, o programa é carregado usando os valores padrões de configuração. Quando o programa é finalizado, os valores de configurações (modificados ou não) são salvos em um arquivo chamado resps40c.ini ,

na mesma pasta do programa.

O Respirômetro 4.0C salva um arquivo de LOG (registro), chamado

reslog.txt dos principais eventos ocorridos durante a execução do programa, na mesma pasta do programa. Além disso, o Respirômetro 4.0C permite configurar uma pasta específica para o armazenamento dos dados adquiridos. Recomenda-se que esta pasta seja diferente da pasta do programa, afim de evitar confusões com arquivos, por exemplo c:\resp\dados\.

2.1. Tela principal

do

Respirômetro 4.0C sendo marcado com letras os principais objetos da interface com o usuário.

Os controles de ‘A’ até ‘D’ têm a finalidade de controlar a operação do instrumento. Cada controle é habilitado dependendo do modo de operação do instrumento e quando está desabilitado fica em um tom cinza claro:

Na

Figura

2

mostra-se

a

visualização

da

tela

principal

A. Conectar / Desconectar o instrumento. Realiza a conexão com o Beluga e inicia a aquisição de dados de temperatura e OD, sem iniciar os gráficos nem o cálculo da TCO. Permite a calibração do eletrodo de OD. Disponível também no menu: Respirômetro Conectar;

B. Iniciar. Inicia o método de cálculo da TCO, gráficos e armazenamento dos dados em arquivo. Essa função é disponível apenas quando a unidade está conectada (item A). Disponível também no menu: Respirômetro Iniciar;

C. Parar. Para o procedimento de cálculo da TCO. Para também a atualização dos gráficos e o armazenamento dos dados em arquivo. Disponível também no menu: Respirômetro Parar;

5

também no menu: Respirômetro → Parar ; 5 Figura 2. Tela principal do Respirômetro 4.0C. D.

Figura 2. Tela principal do Respirômetro 4.0C.

D. Aferir. Permite realizar a aferição do eletrodo de OD (YSI) do Beluga (Veja Aferição, página 14). Essa função é disponível apenas quando a unidade está conectada (item A) e o procedimento de cálculo da TCO não está ativado (item B). Disponível também no menu: Respirômetro Aferir;

E. Indicadores do estado Ligado (vermelho claro) ou Desligado (vermelho escuro) das saídas de controle dos dispositivos conectados ao Beluga: AG – Agitador, AE – Aerador, XAE – Aerador Extra 2 , B1 – Bomba 1 e B2 – Bomba 2 (veja Bombas, página 11). Possibilita o controle manual das saídas AG, AE e AEX caso o Beluga esteja conectado (item A) e o procedimento desativado (item C). Para as saídas B1 e B2 o controle manual é permitido somente quando o Beluga está conectado e as Bombas estão em Manual ou desativadas, no menu Opções configuração. Pode-se alternar manualmente o estado

2 A aeração extra tem a finalidade de prover uma aeração total mais potente que acelera o processo de aeração do reator, principalmente para valores altos da TCO, até que a concentração de OD atinja a referência superior.

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Ligado/desligado dos dispositivos clicando-se sobre o indicador respectivo;

F – H. Indicação dos valore medidos ou calculados de temperatura (F), OD (G) e TCO (H). Os valores de temperatura são medidos apenas quando é utilizado um eletrodo de OD conectado ao Beluga. No caso da utilização de um medidor externo, apenas os valores de OD são adquiridos;

I. Desvio padrão da medição de concentração de OD em mg/L. Indica o desvio padrão dos valores medidos de OD com relação à melhor reta de decaimento da concentração de OD no reator, na fase de não-aeração. O desvio padrão é uma estimativa do espalhamento dos valores medidos com relação aos os valores esperados;

J. Desvio padrão do cálculo da TCO em mg/L/h. Indica a estimativa do desvio padrão do valor calculado da TCO na fase de não aeração. O desvio padrão da TCO tende a diminuir com o aumento da quantidade de valores de OD medido com o tempo e pode ser utilizado como parâmetro para cálculo antecipado da TCO.

K. Indicador do número de horas desde a última calibração;

L. Indicador do estado da membrana do eletrodo de OD. O valor indica a sensibilidade atual da membrana em relação ao melhor valor de sensibilidade, definido quando a membrana é nova. Esse valor pode ser utilizado para indicar quando a membrana está velha ou danificada e deve ser trocada (Veja Aferição, página 14);

M. Indicador da entrada de medição de OD utilizada. Indica se a medição de concentração de OD é feita usando um eletrodo da YSI ou se é obtida através da entrada de 4 a 20 mA. Caso se deseje utilizar a entrada de 4-20 mA o medidor de concentração de OD tem que dispor desse tipo de sinal de saída. O tipo de entrada não é definido automaticamente, devendo o usuário indicar na configuração do programa qual o tipo de entrada que será usada;

N,O. Indicadores e opções de escolha da grandeza a ser mostrada em cada janela gráfica (1 ou 2). Cada janela poderá mostra uma série de valores de: temperatura (T), concentração de OD (OD) e valores calculados da TCO (TCO);

P. Indicadores de estado da comunicação do programa com o Beluga:

RX – informação recebida, TC – informação enviada. No

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funcionamento normal do programa e instrumento os dois indicadores devem piscar (alternar o tom de verde);

Q. Linha de estado: Fornece informações importante da operação do toxímetro, como também dicas de acordo com a posição do mouse;

R, S. Gráficos. O Respirômetro 4.0C possui duas janelas gráficas que podem mostrar independentemente valores de temperatura, concentração de OD e TCO. O intervalo de tempo total que é mostrado pode ser ajustado no menu configuração. Caso uma janela gráfica esteja selecionada para mostrar valores de TCO ela também apresentara os limites aceitáveis da TCO em vermelho. Fazendo dois cliques sobre o gráfico ativa a janela de configuração do gráfico (veja Gráficos, página 14). “Shift + arrastando o mouse” fornece um zoom da área selecionada. “Shift + clique do mouse” retorna ao tamanho de zoom inicial. A janela pode também ser redimensionada arrastando-se a barra de divisão entre os gráficos 1 e 2, para cima ou para baixo.

Os objetos e funções de A a P estão sobre o painel de controle, que pode ser ativado ou desativado a partir do menu: Opções Painel de controle. Com isso, obtém-se a maior extensão para os gráficos 1 e 2.

2.2. Configurações

As configurações do Respirômetro 4.0C estão disponíveis no menu

Opções Configuração

O menu configuração abre uma nova janela

chamada Configuração e é dividido em várias abas de acordo com o tipo de configuração, que são descritas a seguir.

Geral

A aba de configuração Geral permite configurar alguns parâmetros de funcionamento do programa, e de apresentação e armazenamento de dados (Figura 3) e são descritos a seguir.

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Figura 3. Menu Configuração Geral . O quadro Intervalo de Desenho permite configurar com que

Figura 3. Menu Configuração Geral.

O quadro Intervalo de Desenho permite configurar com que período

os valores de concentração de OD e de temperatura são desenhados nos gráficos e armazenados nos arquivos de dados (em segundos). Podem-se inserir quaisquer valores maiores ou iguais a 1 s. Entretanto, valores empíricos para uma operação normal são 5 s para OD e 30 s para temperatura. Os valores medidos são sempre armazenados nos arquivos específicos mesmo que as janelas gráficas não estejam selecionadas. Os valores de TCO são desenhados e armazenados na medida em que se é concluído um cálculo de TCO no final de cada período de aeração/não aeração.

O quadro Largura da Janela determina o intervalo total de tempo que

é apresentado no gráfico para cada uma das grandezas: concentração de OD, temperatura e TCO (em horas).

O quadro Porta de comunicação permite selecionar qual porta será

usada para comunicação com o Beluga COM 1 a COM 4. Para o funcionamento correto do sistema é necessário especificar qual a porta a ser utilizada.

O campo Diretório de dados permite configurar onde serão armazenados os dados adquiridos de TCO, OD e Temperatura. Se nenhum local for determinado, os valores serão armazenados na mesma pasta do programa Respirômetro 4.0C.

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TCO

A aba de configuração TCO permite configurar parâmetros relativos

ao procedimento de determinação da TCO, conforme apresentado na Figura

4.

de determinação da TCO, conforme apresentado na Figura 4. Figura 4. Menu Configuração TCO . O

Figura 4. Menu Configuração TCO.

O quadro Método Clássico permite configurar os valores das

referências superior e inferior do procedimento de cálculo da TCO. Essas referências são utilizadas para determinar o início e final de cada etapa do cálculo da TCO.

o

O quadro

Cálculo

antecipado

da

TCO

permite

configurar

procedimento para antecipar o cálculo da TCO segundo dois parâmetros:

O Tempo máx. (em minutos) informa o maior tempo que o

procedimento pode passar no cálculo da TCO, o que é útil nos

casos de valores baixos da TCO e nos quais a taxa de decaimento

da

concentração de OD é pequena;

O

Std(TCO) mín. permite antecipar o cálculo da TCO caso o

desvio padrão estimado (que pode ser considerado como incerteza)

da TCO seja inferior ao informado neste campo.

Sensor

A aba de configuração Sensor permite configurar parâmetros com

relação à utilização de um eletrodo YSI ou de um medidor remoto,

apresentado na Figura 5.

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Figura 5. Menu Configuração Sensor . O quadro Sensor de OD tem a finalidade de

Figura 5. Menu Configuração Sensor.

O quadro Sensor de OD tem a finalidade de informar ao programa qual tipo de entrada está sendo usada: Eletrodo de OD YSI ou um instrumento remoto de medição da concentração de OD. No caso do instrumento remoto a entrada de sinal do Beluga tem que ser no padrão 4 – 20 mA.

No quadro Sensor remoto (4 – 20 mA), o parâmetro Concentração de

OD para 20 mA deve conter a informação da concentração de OD máxima

medida correspondente à corrente de 20 mA, quando for utilizado o instrumento remoto para medição de concentração de OD.

Bombas

A aba Bombas permite ao usuário configurar os parâmetros de

funcionamento das saídas de controle para bombas dosadoras, e é apresentada na Figura 6.

11

para bombas dosadoras, e é apresentada na Figura 6. 11 Figura 6. Menu Configuração Bombas .

Figura 6. Menu Configuração Bombas.

O quadro Operação é utilizado para configurar a operação das bombas

em manual ou contínua. No caso de operação manual, o usuário pode ligar ou desligar as bombas clicando sobre os indicadores das bombas na tela principal (Figura 2 – E), quando o programa estiver conectado (Figura 2 – A).

O quadro Contínua informa se cada bomba individualmente está

habilitada para a operação contínua e os tempos em que as bombas irão permanecer ligadas e desligadas. Os ciclos de ligada / desligada são repetidos continuamente. Caso uma bomba não esteja habilitada para operação contínua, o estado desta poderá ser modificado conforme descrito na operação manual, no parágrafo anterior.

A operação contínua permite controlar a vazão de alimentação do

reator. Numa utilização típica, as bombas B1 e B2 podem ser utilizadas para alimentação do reator com efluente e lodo ativado.

Alarmes

A aba Alarmes permite definir os valores limites da TCO nos quadros

Alarme superior crítico, Alarme superior, Alarme inferior e Alarme inferior crítico (Figura 4). Esses alarmes servem para indicar quando a TCO sai dos seus valores normais de operação. Sempre quando isso ocorre, o programa indica na linha de estado (Figura 2 – Q) qual dos alarmes foi ultrapassado e registra o evento no arquivo histórico reslog.txt . Essa aba de

configuração é mostrada na Figura 7.

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Figura 7. Menu Configuração Alarmes . Outras A Janela Outras permite configurar os parâmetros do

Figura 7. Menu Configuração Alarmes.

Outras

A Janela Outras permite configurar os parâmetros do Respirômetro 4.0C: Inicialização automática indica se o procedimento de cálculo da TCO é iniciado automaticamente quando o programa for executado; Registrar histórico (toxlog.txt) indica se o arquivo histórico é registrado a cada evento. A aba de configuração Outras é apresentada na Figura 8.

A aba de configuração Outras é apresentada na Figura 8. Figura 8. Menu Configuração Outras .

Figura 8. Menu Configuração Outras.

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2.3. Gráficos

A aparência dos gráficos é configurada no menu Opções Gráfico 1

ou Opções Gráfico 2, conforme a janela gráfica desejada, ou clicando duas vezes sobre uma janela gráfica específica. Na Figura 9, apresenta-se a janela de configuração do gráfico.

9, apresenta-se a janela de configuração do gráfico. Figura 9. Janela Configuração do Gráfico . 2.4.

Figura 9. Janela Configuração do Gráfico.

2.4. Aferição do eletrodo YSI

Quando o Beluga utiliza como entrada um eletrodo de OD, se faz necessário realizar a aferição periódica deste devido principalmente ao envelhecimento da membrana. Para a aferição é necessário retirá-lo do Reator para o ar, limpar a membrana com água corrente e realizar a aferição.

A permeabilidade da membrana do eletrodo ao OD é dependente da

temperatura. Por esse motivo, quando usando o eletrodo, o instrumento também faz medições de temperatura. A janela de aferição, mostrada na Figura 10, é aberta através do menu Respirômetro Aferir, ou clicando no símbolo especifico na tela principal (Figura 2 – C).

Na janela de calibração, deve ser informada se a membrana e a concentração de OD de saturação. A concentração de OD de saturação depende da temperatura (além da altitude) na qual o eletrodo se encontra. Pode-se optar por utilizar a sugestão do programa, Sugestão de ODSat, que informa a concentração de OD de saturação para a temperatura corrente considerando uma altitude ao nível do mar.

Para facilitar a calibração do eletrodo, o Respirômetro 4.0C informa em sua tela principal o tempo decorrido desde a última aferição (Figura 2 –

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K) e a situação da membrana (Figura 2 – L). A situação da membrana é apresentada como a sensibilidade atual desta com relação à sensibilidade de quando ela era nova, por exemplo, M = 50 % indica que a membrana está com a metade da sensibilidade de quando era nova. Uma sensibilidade relativa muito pequena é uma indicação de que a membrana deve ser trocada.

é uma indicação de que a membrana deve ser trocada. Figura 10. Janela de calibração do

Figura 10. Janela de calibração do eletrodo de OD.

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3. Arquivos de Dados

Os arquivos de dados de concentração de OD e temperatura são gerados automaticamente e os dados são salvos de acordo com a configuração de intervalo de desenho (página 9, Configuração Geral, Intervalo de desenho) em arquivos de texto com prefixo ‘o’ e ‘t’, respectivamente, e com extensão ‘.tox’. Os dados de TCO são salvos a cada cálculo desta em arquivos com prefixo ‘r’ e extensão ‘.tox’. Os arquivos são diferenciados por dia, ou seja, a cada novo dia é gerado um novo arquivo. O nome do arquivo contém a data, invertida, em que os dados foram obtidos, no formato YYMMDD (ano, mês, dia). Assim por exemplo, os dados de TCO do dia 10/08/2007 são armazenados em um arquivo texto com nome

‘o070810.tox’.

Cada arquivo gerado contém as seguintes informações: um inteiro informando a data, a data em que foi gerado, um cabeçalho e os dados. Os dados armazenados são: A hora da aquisição ou cálculo, e o valor arredondado da grandeza medida multiplicado por 100. Para os valores da TCO, adicionalmente são também armazenados os valores arredondados do desvio padrão dos cálculos da TCO multiplicados por 100. Na Figura 11 mostram-se exemplos dos arquivos de dados de TCO, concentração de OD e temperatura.

de dados de TCO, concentração de OD e temperatura. Figura 11. Exemplos de arqui vos de
de dados de TCO, concentração de OD e temperatura. Figura 11. Exemplos de arqui vos de
de dados de TCO, concentração de OD e temperatura. Figura 11. Exemplos de arqui vos de

Figura 11. Exemplos de arquivos de dados de TCO, concentração de OD e temperatura.

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Os arquivos de dados podem ser importados diretamente no Excel usando o assistente de importação de texto. Para apresentação dos valores corretos das grandezas é necessário dividi-las por 100 no Excel.

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4. Descrição do Beluga

O instrumento Beluga permite a medição da concentração de OD utilizando um eletrodo de OD ou um medidor de OD com capacidade de fornecer um sinal no padrão de 4-20 mA. Além disso, ele permite o controle de liga/desliga de cinco dispositivos. Os diagramas dos painéis frontal e traseiro do Beluga são apresentados nas Figuras 12 e 13, respectivamente.

são apresentados nas Figuras 12 e 13, respectivamente. Figura 12. Diagrama do painel frontal do Beluga.

Figura 12. Diagrama do painel frontal do Beluga.

Figura 12. Diagrama do painel frontal do Beluga. Figura 13. Diagrama do painel traseiro do Beluga.

Figura 13. Diagrama do painel traseiro do Beluga.

4.1. Características elétricas

O Beluga tem as seguintes características elétricas:

Alimentação de 110 V ou 220 V selecionadas por chave;

Saídas de acionamento de 110 V ou 220 V, de acordo com a tensão selecionada para a alimentação;

Corrente máxima por saída de 1 A, total 5 A, com fusível de 5 A de proteção;

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Comunicação serial com computador, DB-9 Fêmea. A comunicação USB pode ser feita instalando no computador um conversor Serial-USB;

Conector para eletrodo de OD YSI5718 ou equivalente;

Entrada no padrão de 4-20 mA para medição de concentração de OD utilizando um medidor externo (remoto), utilizando um conector do tipo RCA. No conector RCA a entrada positiva (entrada de corrente) é central e a negativa (saída de corrente) é a externa;

Seletor para utilização de um medidor externo (4-20 mA) ou eletrodo de OD.

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