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ESB)- Encino Superor bureay June) DiREITO AMBIENTAL Lumend Juris Gdirore ‘yw.lumenjuris.com.br Etsine Supe iar Bureau Jurlico eee see Aa NF 902 iat io Luiz da Silva Almeida oa coMpRA. ESB! Enso Seretor Szeau vata CONSELHO EDITORIAL, ‘Aosndve Frias Cina Frederice Pe Grech Marca hoe ‘Alosadie Moris da Rove ‘Geni Lo Prado ror Jaron Vea Sts ‘aay toes Gantvo Sinichl de Goffado —_‘Méniea Gurmo (ate Rabe Bence leo Hin Po Nation Ror (Cano Choos de Fras Jean Garo ferme, ‘Mio Busta {Gros Péuado Adiao Joust Joo Cas Suto Pode Bes Anmucer ‘Gate Carmo Foto Marcelo de Lima Asai Pano Rangel (Cenieno Rodger Joatdor Sante Crvatbe Fito ——-Radigo Kippel ipo Dense. [eto Antilo Guumon fanier Slo de Carvalho snneron Gari LiCl Aleterad Steg Anse Rocke ras nan Chou ‘Manoa Mess Paina Sivey Goer ebppe Borriag Rocka Maret Pole Lima CONSELHHO CONSULTIVO Alvaro Byrn da Coma eve Fons Jol Theotnio Mendes de Alneide ‘hasten Bes de Gavel By Nemes Filho Fe ‘Andree Mendes de Almeida ia Lager ce Case ‘ictdo Misimo Gomes Ferm) ‘Seherer Naver Francico de Asie. Tavares Serge Demoro amon Astonio Calo Maries Soares Gin Crain ‘eras Name Seo Janse ‘Ate de rt Gus Sours ‘umber Dala Bereta de Victor Gane Drasond {aio de Ofvet Lim Pike lee acto (Coa = Ban Anta, 10 Loe (ee o1t-7 Cones ode acto) LGD 01-9 FeO. ‘a= Arei dn Asin 290 Le ‘Unrenade Bn dest (Gaps Tr fbn CEP 2650-011 Buds Tyee Ride 8) ‘Ta ei) 262.2467 3190.1980 0 Pale in Carel Vargas, 8 ~ CHP O48 010 ‘is Geman So Pl SP ee (1) 9080205087772 SOLS quai, 02 xo D = 1208 ‘ra gnmas see Fog 399-52 (CE 0180 1i0~ Bao Fes fl Heron “MO Tag en [Rate Jo Pec, 509 ~ 508505 ‘Sirdor” BA Te 1) OH-9646 ‘io Grande 501 ua Race, 138-Cro (CEP 901027 = Poa Ae 5 Tet @1) 521-0700, en Conn Sol 522-1 (ab 5-0 Sam Ls TG Sassen 3075-1558 ESB Enso Superior Bureau Jutfice ‘PAULO DE BESSA ANTUNES Advogado Mestre (UCR) e Doutor (UER)) em Direio Professor Adjunto de Direito Ambiental da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO Direrro AMBIENTAL “128 edigao ‘Amplamente reformulada 2 tiragem EDITORA LUMEN JURIS Rio de Janeiro min Copyright © 2010 by Paulo de Bessa Antunes ‘Categoria: Direito Ambiental Propug&o EprronaL Livraria e Béitora Lumen Juris Leda ALLIVRARIA E EDITORA LUMEN JURIS LTDA. fo se responssbiliza pela originalidade desta obra. I proibida a reproducio total ou parcial, por qualquer meio ou process, inclusive quanto is caracrersticas grificase/ou editeriais. A violagio de direitos autorats ‘onstitui crime (Cédigo Penal, art. 184 e §§, ¢ Lei n® 10.695, de 12/07/2008), sujeitando-se & busca e apreensio © indenizacdes diversas (Lei n® 9.610198). ‘Todos os direitos reservados & Livraria e Editora Lumen Juris Leda. Impresso no Brasil Printed in Brazil CIP-BRASTL.. CATALOGAGAO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ 642d ed. Antunes, Paulo de Bessa Direito ambiental / Paulo de Bessa Antunes. - 12.ed. - Rio de Janeiro : Lumen Juris, 2010. “Amplamente reformuleda” ISBN 978-85-375-0616-5 1. Dizeito ambiental - Brasil. I. Talo, 10-0161. COU: 349.6:347.9(81) 1301.10 1401.10 017109 i i i i I | | | E88) Ensino Superior Bureau Juriica Este livro 6 dedicado aos meus filhos Ana Carolina, Raftel, Paula, Carina e Gabriel. co (BS8J-Ensno Superior Breau rio Ee Glossario Cotes - Companhia Estadual de Tecnologia e Saneamento Bésico FEEMA ~FundacZo Estadual de Engenharia do Meio Ambiente st Superior Tribunal de Justiga STF _~Supremo Tribunal Federal TORS Tribunal de Tustica do Estado do Rio de Janeiro ‘TSP Tribunal de Justica do Estado de Sao Paulo TIMG —~ Tribunal de Justiga do Estado de Minas Gerais ‘TJRS __~ Tribunal de Justica do Estado do Rio Grande do Sul TPR ~Tribunal de Justica do Estado do Parand CONAMA —Conselho Nacional de Meio Ambiental ANA ~Agéncia Nacional de Aguas NEEL — Agencia Nacional de Energia Elétrica IBAMA _ — Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renovéveis CNUMAD ~ Conferéncia das Nagbes Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvi- mento ONU ~~ Organizagio das Nagdes Unidas DA. ~Direito Ambiental Flo ~ Cédigo Florestal CBD ~ Convengio da Diversidade Biolégica SNUC ~Sistema Nacional de Unidades de Conservagio cc ~ Cédigo Civil CPC = Céidigo de Processo Civil CRFB — ~Constituigdo da Repiblica Federatva do Brasil cr ~ Constituigéo Federal DAdm — ~Direito Administrativo TRF = Tribunal Regional Federal PNMA — ~ Politica Nacional do Meio Ambiente SISNAMA, ~ Sistema Nacional de Meio Ambiente i i : ' i a ; a a ‘BSBY - Enano Superior Broan ries Sumario Nota & 12 eds... xxi PRIMETRA PARTE ‘TEORIA GERAL DO DIREITO AMBIENTAT. Capitulo t= 0 Direito Ambiental 3 1. Apromtesio 3 2. Direito Ambiental: conceito. 4 24. A vertenteeconémica do Direito Ambiental 2 2.2. A vertente humana do Direito Ambiental 1S 3. A metadologia do Direito Ambiental. » 3.1 Autonomia do Direito Ambiental 9 32. Principio do Direito Ambiental a z a 32.1. Natureza dos princpios do DA 2 322, Principio da dignidade da pessoa humana. 2 3.23. Prinefpio do desenvolvimento... 4 3.2.4, Principio democritico. 26 325, Principio da precausio. 8 3.251. Ginese do Principio da Procaaio 28 3252. Breve definigio.. 2» 3253. Rio 92 e Principio da Precaugio 3 3.254. Constituigio e Principio da Precaucio . 36 3255. Principio da Precausioe liigiosjudicinis.- 38 3.256, Principio da Precaugto: a busca de um conceito opera ona. 3.26. Principio da Prevencio. 3.2.7, Principio do equilfbri 3.28, Principio da capacidade de suport. 3.29, Prinelpio da responssbilidade, 3.2.10. Principio do Poluidor Pagador 32.11. Cones wn 3.3. Fontes do Direito Ambiental 3.3.1, Fontes materiis..... 3.3.1.1. Movimentos populares. 3.3.1.2. Descobertas cientifica.. 33.1.3. Doutrina jurfica.. 3.3.2. Fontes formais. 54 ‘Relagoes do Direito Ainbientai com outros ramos do Direto. 35 35. Metodologia do Dizeito Ambiental. 56 Capitulo I-A Ordem Constitucional do Meio Ambiente, 59 Le Ente 0dtg 0 59 Fr ‘SHU -Lnsina SupertorBivaze Aen i ‘Sunéio Diceito Asien ge f He o | 4.1, Inerodusio 46 Secu ae see a | 42.0 Licenciamento Ambiental como Processo Administrativa 9 i dasene a i toes. a 4.2.1. Dificuldades do Licenciamento Ambiental Sh 34 Apes Gerais da Consist de 42.1.1 Coniitos entre Orgios Administratives Ambientas 155 32. O Artigo 225 da Lei Fundamental de 1988. oa eee eeeetereae tei 3.21, Conceito normativo de meio ambiente. 21 elses Lerritoetaly Linh de Boos ¢ Lsserisement 3.2.1.1. Direito Ambiental ¢ Direitos Humancs... 9 Federal 156 44. Aplisbiidade die Normas n 42.1.2. Localizagio do Estado Prévio de Impacto Ambiental 158 5. A Integragio de Conceitos Exteriores 20 Diceito na Constitugio. mF 43,0 Licenciamento Feder ovo : 160 5 43.1, Responsabilidade pela emisslo das licengas ambient vv 164 (Capitalo IIL - Competéncias Constitucionais em Matéria Ambiental... n 4 43.2. 0 Sistema Estabelecido pela Resolusio ne 237, de 19 de Devem- 1. Tatrodugdo... seta conven ean Gee a 2. Competéncia Federal aoe 4.3.2.1. Itinerixio pera 0 Licenciamento. 167 211 Onis incontcionaa a | 433. Licencamento de Peesles io 22. Gompetinla Enda eee 434, Licenciamento Arabiental para Empreendimentos Elétricos de Pe ompeténcia Municy . g queno Porte.. sesansossensssnses os 170 2.3.1. Berio da conpeténcia comer mediante «eich de kis priprias. $9 peyieere 7 3. A questio da aplicagio da norma mais restritiva . ea 1 43.42. Campo de Incidéncia da Resolugio CONAMA m» 279, de eee a 27 de Junho de 2001 in ‘Capitulo IV ~ Polica «Sinema Nacional de Malo Ambient... 7 3 43.4.3, Glossdrio da Resolugio. 172 1. O Papel de Cada um dos Poderes da Repiblica 97 i 43.4.4, Procedimentos. 173 1.1. AtribuigSes do Congresso Nacional | 4345, Prazos 174 1.2. Atribuigées do Poder Judicidrio. 100 43.46. Reuniéo Técnica Informativa.... 175 1.21, Atsibuigées do Judiciério e separagio de pels | 43.47, Publicidade 175 1.3, Atribuigées do Ministério Pablico 106 435, Agentes Ambientais Voluntirios. 176 2. OSISNAMA. wr | 436, Licenga Especial para Fins Cientificos 7 3. Orgies Integrantes do SISNAMA. uo | 43.7. Licenciamento Ambiental de Postos de Gasolina 179 3.1. 0 CONAMA. Z uz ¥ 43.7.1. Minas Gerais, semen 185 3.11. 0 Conama ea delegacao de comperéncias m5 F 4372. Rio de Jencironnnn, 186 ‘3.1.2. Composigaio do CONAMA: sepa de par «aon do i i 4.3.7.3. Sio Paulo. 187 inério Public... eee 49,8, Licenciamento Ambiental das Atividades de Dragagett necvecee 188 3.1.2, Ministéio do Meio Ambiente. BF 3.1.21, Antecedentes Bo 191 32. Insito Brasleio do Meio Ambiente e dos Recursos Naturis Reno i 191 véveis ~ BAMA, se wows 15 194 32.1. Atribuigbes do IBAMA.... - my 195 3.3. Instituto Chico Mendes de oe da Biodiversidade — Instituto i 195, Chico Mendes i ms | “ 196 : ee i 33. Zoneamento Municipal 197 Ray oe aa ir rhiaretamemten eat 3.4, Zoneamento Ambiental Urbano. 197 Ad aaadhoessis manner nen ea m | ‘34.1. Zonas de Uso Industrial (ZUD... 198 1.1. Concelto Normativo de Poder de Policia. : 3.4.1.1 Direito de Pré-Ocupagio e Relocalizagao. 199 2.2. Ordem Piilica do Meio Ambiente. is | aa Poaees aoe rae ca 3 AMbatacs Anton ee eeeuaa: 7 = ao 3 43. Zona de Uso Predominantemente Industrial eee 204 3.1.1. Fiscalizaglo e Exercicio de ProfissGes Regulamentadas 4 1 otto i 3.44, Zona de Uso Diversificado (ZUD)... : 208 Disco Arebientl Zoneamento Agricola, 5. Zoneamento Costeiro, Caplealo VII Responsebilidade Ambiental 1. Introdusto. 2. Aesponsabilidede na CF 3. A Responsabilidade Ambiental... 3.1. Fundamento ds Responsabilidae. 3.1.1 A Responsabilidade por Risco 311.11, Responsabilidade por Risco em Matéra Ambiental. S..1L1. Poluidr indict eResposailidade Obeiva 3.1.1.12. A Inverafo do Oaus da Prova 3.1.2. Responsabldade de Instituigdes Financeiras, 3.13. Responsabilidade Ambiental das Instituigees de Crédito Imobi- 3.14. Grédito Rural e Meio Ambiente: Responsabilidade 32. A Tarifagto da Responsabilidade Ambiental. 3.21. Poluicio Maritima Decorrente de Atividedes Petroiferas 3.2.1.1, Campo de Aplicacio, Conceitos e Definigdes 3.2.1.2. Prevencao, Controle e Combate da Poluisto. 32.1.3. Transporte de Cleo e Substincias Nocivas ou Perigosss 32.1.4, Descarga de Gleo, Substincias Nocivas ou Perigosas Lixo. 3.2.15. Inftagdes e Sangves.. 32.1.6. Responsabilidades pelo Cumprimento da Let. 32.1.7. Prazo para Adaptagio as Normas Legis. 32.118. 0 Consetho Monetirio Nacional eo Meio Ambiente 4. OConceito de Dano : 4.1.0 Dano Ambiental 5, Reparagio do Dano Ambiental. 5.1, Concepsio Edueativa 5.2. A Apuracio do Dano Ambiental Capitulo VII ~ Educagio Ambiental. 1, Introdugio... 2) ALeint 9.795, de 27 de abril de 1999 2.1. Da Educagéo Ambiental 2.2, Da Politica Nacional de Educagio Ambiental 2.2.1. Disposigées Gerais... 2.2.2. Bducagio Ambiental no Ensino Formal. 2.23, Educagio Ambiental Nio-Formal 3. Haecuso de Poies Nacional de Hdueste Ambien 4. Conclusio.. SEGUNDA PARTE. ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAI Introdusao 205 an 21 2a 212 212 216 265, see esos OR RC soe ats OES ESB) Encino Superior Bureaus Capitulo IX~ 0 Conceito de Impacto Ambiental 1. Definigées de Meio Ambiente e de Impacto bien 1.1. Definigdes Seminticas.rnn 1.2. Definigdes Cientificas . 13. Defines Jurca de Meo Ambiente de Impacto Ambictl 13.1. Meio Ambiente 7 Bee 1.3.2 Impacto Ambients 133. Conceito Juridico de Impacto Ambiental. Capitulo X~ O Estudo de Impacto no Direito Estrangeiro 1. Introdugao. 2. Importanciatnternacional dos Estados de Impacto Ambiental. 2.1. O Banco Mundial e os Estudos de Impacto Ambiental... 2.2, Bstad0s Unid08...onons se 2.2.1, Antecedentes 2.22 National Environment Policy Act ~NEPA.. 23, Franca, 23.1. A Base Legal do Sistema de Avaliagdo de Lanpactos Ambicntais. 2.3.2. O Sistema Francés de Andlise de Impactos Ambientais 7 232.1, Mininoticia de Impacto .. 23.22. Noticia de Impacto. 23.23. Estado de Impacto. (pel 1 ~Baonde Impact Ambleota Bases Consipatonsis ‘A Exigencia Constitucional dos Estudos de Impacto Ambiental 2A Legislaczo Ordindria. 2.1 Areas Critcas de Poluigao e Avaliagdo de limpactos Ambientais 2.2, A Avaliagio dos Impactos Ambientais Prevista na Lei n° 6,803, de 2 de Junho de 1980... 23.0 Bstudo de Impacto Ambiental na Lei n° 6.988/81 3. Ato administrativo praticedo pelo Poder Executivo, (Capitulo XII — Natureza Juridica do Estado de Impacto Ambiental. 1. Navureza Juridica dos FLAs... 1.2, Natareza Formal do Estudo de Impacto Ambiental 2. OFIAea Administracio Publica 2.1, Publicidade e Obrigatoriedade..... 2.2. Vinculagio da Administracio a0 BIA (Capitulo XIII —Requisttos do EIA... 1. Apresentagio 2. Requisitos de Conteudo. 2.1, Alternativas Tecnolégicas e de Implantacio - ~~ 267 267 267 270 270 am 273 25 2 276 276 278 278 P| Dire Ambient 2.2, Impacts Aabienais Grados na Fase de planta « a Fase de Ope- ragio. 23, Area Geogrifica a Ser Diretamente Atingida... 2.4, Consideracdo de Planos e Programas Governamentais . 25. Impactos Sociais ¢ Humanos a 3. Requisitos Técnicos. 4. Requisitos Formais 4.1, Equipe Técnica Habiltada.. 41.1 Independéncia da Equipe Técnica 4.1.11 Revogaclo do Attigo 7 da Resolugio n° 1/86 do CONAMA. 4.1.2, Responsabilidade dos Elaboradores do EIA... ‘| 142. Nespesas e Independéncia Técnica . 4.2.1, Cadastro Técnico Federal de Atividades ¢ Instrumentos de Defesa Ambiental 43, O Relator de Impacto Ambiental ~ RIMA.. 5. Audiéncia Paiblica 5.1. Convocacto. 9. Realizagso da Audiéncia. 5.3. Fangio da Audiéncia.... ‘TERCEIRA PARTE ‘MEIO AMBIENTE URBANO epee IVA Protago Ambienal do Ambient Usteno Introdugio...- 2 Preece Conscious 3, Instrumentos da Politica Urbane 311. Instrumentos com Imediata Repercussio Ambiental LLL. Diteito de Preempcio. 7 3.1.2. Transferéncia do Direito de Construir. 3.1.3. Concessdo de Uso Especial 3.1.4, Estudo de Impacto de Vizinhanca, 3.1.41. Estudo de Impacto de Vizinhanga no Municipio de Sie Paulo 3.414.1.1, Mecanismo de Andlise do RIVI 3.2. Plano Diretor e Gestio Democratica da Cidade... 3.2.1. Blaboracio Democritica das Normas do Plano Diretor 3.2.2. Obrigatoriedade do Plano Diretor.. 3.23. Gestio Democritica da Cidade. QUARTA PARTE PROTEGAO JURIDICA DA DIVERSIDADE BIOLOGICA Captelo XV ~ A Perda da Diversidae Bilégica como um Problema Contem- poring... 307 ais 316 317 317 318 318 321 321 32 324 324 324 326 326 327 333 - [ | ES0)- Enero Sipotor Bean leo 1. Inerodugao.. : 2, A Dimensto da Atal Perda de Diversidade Bioldgica... 2.1. O Banco Mundial ea Perda de Diversidade Biolégica 2.2.0 Brasil ea Perda da Diversidade Bioldgica 22.1. O Dificil Relacionamento com os Povos Autéctones 2.2.2. Novos PovE wenn 3. Perda de Diversidade Biol6gica nos Biomas Brasileiros 3.1, Perda de Diversidade Biolégica na Amazénia., 5.2, Perda de Diversidade Biolégica no Bioma Mata Atlintica.. 4, Diversidade Biol6gica ¢ Anividade Econdmica.. a 4.1, Diversidade Biolégica e Propriedade Intelectial ‘4.1.1, Base Constieucional para v Paveuveumento de Organismos Gene ticamente Modificados (OGM) een 5. Concluséo. Cano XVI ~Proepo TIntermacionl da Diversidad Bl Pretest ica ini 1. Introdupio, 2. Principals Documentos intemacionis Assinados plo Bra 21. Convento nee Diver lg (CDP) ZL. Pref w 2.12. Objeives da CDB 2.13, Glosirio da Convengao sobre Diversidade Bislgice Gos) 2.14. Soberaniae Diversidade Biclbgica 2.15, Medidas de Provcto da Divesidade Biologic 2.1.9. Acesso & Tecnologia e sua Transferencia 2.1.9.1. Gestdo da Biotecnologia e Distibuicio de seus Benefiios. 2.1.9.2, Relagies entre Diversidade Biolégica e Produgio de Me- dicamentos.. . 22. Agenda 21 23. Convensio de RAMSAR, 23.1. Presmbulo. 2.3.2. Glossério da Convengao 2.83. Indicacio pelas Partes de dreas a Serem Incluidas na Lista de Zo- nas Unidas de Importincia Internacional, ft 2.3.3.1, Obrigagdes com relagdo as Areas a List 2.33.2. Acompanhamento da Implementacio da Convento 2.33.3, Conferéncia das Partes Contratantes 233.4, Competéncia da Conferéncia das Parte 23.35, Aurbuigées do Bureau 24, Convengio sobre Comércio Internacions Selvagemn em Perigo de Extingao ~ CITES 2.4.1. Abrangtneia da CITES: Contesicin doe Anew.” 367 369 370 370 371 371 372 373 373 374 374 375 375 242. Ci da Cours 76 2:26. aco ecologists de Tecnlogi ¢Re 28 deca os Gane inet | care a patsaiel! "oan 2.27. repaint pe aaa Regan 4 its po Bal mt Tir bectae @ Pineihas cie beatcne sos Ane du Be 1a, Cts Consens Copa th ae er cice: GAMA solnbie asCTES, 378 oleae naeieceane a eter eee tae 248 Poco Neca 2 Condo Intnl pee 200 Mamie es epee : its Fear ese sce id CTE) | 2250 tntaroes sdmneres ts nas Gene ohn ES Sto 2135 Racine Atma a 248 Nis eins ao Noms CGS Pd Deere - Cpe XVI Blower. 38s ering 7 Cee ee ee ei iit i megs 3s Pelee Nacional do idle a b QUES ooeengn as Seguro, 3 snes pec aces Gas oP a Bid Hi Gnade Naconl de osegung : 3es ota ; ‘oh anemia econpatecae 333 Prlonata e TE Compassion 3es Tid Cais Bide Paco Pouca Cnc cise 1a henna Rial Roepe Giles BP oa os MP eta da Cv Saucier Ei Rasp Rak Wo Acs ts Cakalnencas 222 Rendonents dn CN 3s eee tec : 7 Pani Andee buen 390 2.2. Divina Pele Nein de ised o coer a ont Wc ir comalico ss eae cer ee e es Nesonal Se Bdicaade 7 229, Ganpounan CIN : 390 3. Conc. to STs bse becca wena ee 32s Ronee eaters cont 293 Gl etn es ete ise - 4 23, Gomisséo Interna de Biosseguranga 338 2. Leide Acesso& Diversidade Bioldgies do Fwado do Acre 448 24, Registro de OGM ict 2.1, Ambito de Aplieacdo da Norma. 443 a eeeTidls Gui Adainnse Peal co 8 2 Amo de os “s Con XV~ Ane Dern lige Bh. wo 25 posed voc pds de Norma % oc a Fe a iecctbaas a oir Pio e 2 Sean ie is hc Blend ‘or 7 Ree pens Gente eam 2 einnlo Gena we ISP eer cinagoe Sa ; % aaa ees das Norma Wag ro AoE Caines Sanaa de Keates 8 32 Gelisaa pectnt Gente % asz bout tens % Bee eee Been haptemencra ‘os ST ee icmpabmanadataawslstow, St Sree « eaconameme = 73) eee a 728 pean baeor © 1335 Bote Gas eieees Gaus aos & 2335 Comput. i Fane cra ncn seca 2 8 Fat setae a 26, Acu astcare em Coin BS ‘ie 224 Aco aoe enuon Gunn ra 1 peas Conheinent Tsisonl Asoc sou Roca Gon S507 Ringenmne de oe ie 2 ior oss nec ae na Denivahneis Wasa ie Rio & 225 beneath a 25 aiid naan & 22551 conte tei ae 3. Lede nets Dneradae Bigs do Eada do np Fe 3250 Segue ra Si bien Gor a 226 Auaooefememn a 3 Actos So Pos Pics Boa & Ea Dizeito Ambit 3,3. Acesso aos Recursos Genéticos. 3.31. Introdusdo de Recursos Genéticos no Amepé.. 34, Desenvolvimento e Transferencia de Tecnologia... 35S. SangSes Administrativas iu 3.6. Conclusao. Capitulo X00 Dro di do Conc Talnal Asin 1. Introdugio. 2. Direitos das Comunidades indigenes e da Comunidade Local. 2.1, Comunidades Indfgenas... 2.1.1. Usafruto Indigens .. 2.2. Comunidades Locais 22.1, Remanescentes de Quilombos. 2.2.2. Populagdes Tradicionais 2.3. DigposigGes Comuns. 24. Conclusto... 4a, Eiperiénca Bratoina de Utlzagao do Conhecimento Tradiional Asociado. 3.1, Carta de So Luts do Maranhio..... 7 4, Registro do Conhecimento Tradicional Associado 4L1 Origens do Reconhecimento dos Conhecimentos Tadiionais Asociados. 4.1.1, Abrangéncia do Termo : 7 4.1.2. Bvolugio da Matéri. q 42. Experiéncias de Reconhecimento de Conhecimentos Tradicionsis 4.2.1, América Latina. 42.1.1. Costa Rica... {2111 Forma de Reconhecimento do Conhecimento Tradicional Associado. 42.112, Acordo Instituto Nacional de Biodiversidade (INBio) e Merck® 42.11.21. Andlise do desenvolvimento do acordo. 42.1.2, Panamé. 2 7 422. Comunidade de Paises Andinos. 422.1. Bolivia. 42.22. Coldmbia 4.2.23. Equador. 42.24 Peru... 4225. Venemela 423, Austilia e Nova Zelindia. 42311, Austeslia 4.23.2. Nove Zelindia. 4.24. Registro do Patrimonio Tmateril no Brasil. 4241 Limitagées do Registro do Patriménio Tmateril.. 42.42. Banco de Dados Nacional... a 7 Capfealo XXII ~ As Florestas e sua Protesio Legal L. Yitr0dUG80.vevenenn 2. Oe Diversee Tiper de Florestae. 458 460 460 461 mn ESB). Enseio Superior Bureau Juridica 2. Floresta Boreal. 22, Ploreres Tempers 23, Floresta Tropical 23.1 Forests Brasileira ‘A Legilagio Brasileira de Protgio Floresta 3.1. Bvolugio da Legislagto Nacional. 3111. Perfodo Colonial. eon 3112. Periodo Imperial. 3.13, Periodo Republican. 32. 0 Cédigo Forestal (Leine 471, de 15 de setembro de 1965) 3.2.1. CompeténciaLegisiativa em Matéria Floresta 32.11. Da Carta de 1994 até a de 1969 32.12. Consttuigao de 1988 3.3. Politica Florestal dos Estados.. 34.0 Regime juridico das Floresta. 3.1. 0 Conceizo Jaridico de Floresta 34.11, As Diferentes Florestas Tratadas pelo Gédigo Floresta 34.1411, Forests de Preservagio Permanente pelo Feito do Cédigo Floresta enn BALL, Protecio da gua 3.1.1.1. Lei Geral sobre Florestas ~ Cédigo Flo- restal 3.4,1.1.1.3. Reconhecimento judicial da Legislaczo Estadual sobre Florestas 341.14, Poder Regulamentar do Presidente da Repiiblica. 3.41.1.15. Poder Regulamentar do CONAMA..... 3.4.1.1.1.5.1, Natureza Juridica das Resolugées do CONAMA. 341.141.52 Jarisprudéncia Relativa aos Li- rites das Resolugdes: 3.4,1,1.153, Flagrante llegalidade das Reso- Tages n*s 302 303, de 20 de argo de 2002, do CONAMA 3A.L1.1.5.4, Violagio do Principio do De~ senvolvimento Sustentivel e da Protego das Comunidades Hu- 34.1.1.1.6, Protecio das Encostas e das Elevagées. 3A4.1.1.1,7, Protecio das Restingas _ B.4.1.1.1.8, Areas de Preservacio Permanente em Regides Urbanas. 3A.1.1.2. Florestas de Preservasio Permanente por Ato Poder Publico... vs 3.41.13. Terras Indigenas como Floresuas de Heserngto Permanente .. 7 510 Su 514 sia 516 3i7 518 520 521 522 525, 528 528 529 531 532 534 Diniz Ambrent ‘4. O Exercicio do Dizeito de Propriedade em Areas Florestais 4.1, Contorno Juridico da Propriedade Florestl 42. As Limitagdes Decorrentes da Condigdo de Bem de Intereste Comum 43. Reserva Florestal Legal 43:1, Conceito Normativo de Reserva Florestal Legal ~ 43.2. A Reserva Legal como Tnteresse dos Habitantes do Pais. 433. A Reserva Legal como Obriga¢l0..- 43.3.1. Prazos para RecomposigSo da Reserva Legal. 4332. A Delimitagdo, pela Autoridade Publica, da Area a Ser Preservada, 3. Percents qu Deve er Manis como Revere Lag 43.3.3.1, Reserva Legal e Pequena Propriedade Rural. 43.3.3.2. Posse e Reserva Legal 433.33. Reserva Florestal Legale os eservatério de hi- Mr6CH8 on : 4.4, Protegio Florestal e Desapropriagio.. A Floresta, os Desmatamentos e a Utilizagio de FOgO..-nu-- 5.1, Desflorestamento ¢ Queimadas... 5.2. Regime Legal da Utilizagto do Fogo. : 5.2.1. Proibigio do Uso de Fogo. 5.2.2. Permissio do Emprego de Fogo. 5.2.2.1, Requisites para a Queima Contrelada... 5.2.3. Ordenamento e Suspensio Temporiria do Emprego de Fogo... 52.4 Rede Grndatin do Exprego de Fog, g 5.3, Conctusto. (ipelo 0GT— Areas de Presario Pemmanent Unidas de Conse Fundamentos Constirucionais das Areas Protegidas e das Unidades de Con- servacio.. 1.1, Areas Protegidas Diretamente pela CF. 1.2, Patriménio Nacional. ‘As Diferentes Areas Protegidas 2.1, Breve Histérico da Legislagio.. ‘As Unidades de Conservagéo. 3.1, Sistema Nacional de Unidades de Conservacio como Sistema Federal de Unidades de Conservacio. 3.11. Gonceitos Normativos Aplicéveis is Unidades de Conservacio... 3.12 Griagto das Unidades de Conservacao 3.2 DefinigSo e Objetivos do Sistema Nacional de Unidades de Conserva- ‘gl0 - SNUC. : cue 3.3, Orgs Integrantes do SNUC... 3.4. As Unidades de Conservacio: Seus Diferentes Tipe Fangs. 3.4.1. Unidades de Provegao Invegral 3.4.1.1. Bstacio Ecologica. 34111 Novo Regine ric as aoe esis . 3.4.1.1. Intervensoes Admitidas.. 535, 535, 537 538 538 539 542 a3 54 546 546 546 547 551 553 554 555, 555, 356 556 557 558, 558 561 56 363 564 565 565, 366 566 568 570 572 573 574 374 574 576 376 34.1.3. Reserva Biolégica 3.41.4, Parque Nacional 3.4.1.4.1, Aspectos Historicos. 3A.1.42. Regime Juridico.. 3.4.1.42.1, Reassentamento de Populagées Tradi- 3.4.1.6. Refigio de Vida Silvestre. 3.42. Unidades de Uso Sustentivel 34.2.1. Areas de Protesao Ambiental. 3.42.11. Histérico Legisiativo... 34.2.2 Area de Relevante Interesse Ecolégic 3.42.21. Histérico da Legislacso. 3.4.2.2.2, Novo Regime Juridice. 34.2.3, Floresta Nacional. 3.4.23.1 Titularidade das Terme Brasileira. 3.42322. Servico Florestal Brasileiro. 3BA23.3. Cédigo Florestal de 1934 3.42.33.1, Florestas de Dominio Pitblico: Nacionais. Estaduais e Munieipais 3423.4. Cédigo Florestal de 1965 34.2.3.4.1. Florestas Piblicas: Nacionais, Estaduais e ‘Municipais.. 3.4.23.4.1.1, A inadequada colocagéo das Hlo- estas Nacionais no SNUG: Lei 29985, de dejo de 200, 3.42.4, Reserva Exraivist 34.2.4.1. Historico da Legislasio. 3:42:42. Novo Regime Juridico. 3.425, Reserva de Fauna... 3.42.6, Reserva de Desenvolvimento Suarentével 3.42.7, Reserva Particular do Patriménio Natural 3.43. Criagéo, Implancaci e Gestio des Unidades de Conservag0 3431. Normas Gerais 343.11. Gesio 3:45.1.1.1. Gestio Compartithada com OSCIP 3.43.1.1.2. NaturezaJuridiea das OSCIP'S 3.432. Normas Aplicaveis is Unidades de Uso Sustentivel 3432.1. Zonas de Amorteciment 3.43.22. Normas Aplicaveis a Diferentes Unidades Conservagzo de um Mesmo Ecosistema.. 3:43:22.1, Mosaico de Unidades de Conservagao 343.23, Plano de Manejo 343.24. Atvidades Pri i sad de Coser. 343.25, Orglo Ges0r on | itera Ambiental 3.43.26. Recursos Econémicos.. i 343.261, Exploragao de Bens © Servigos. 3.43.2.6..1, Utilizagio de imagens de unida- des de conservasio 34827, Unidedes de Comservagé ¢ Compensasto por Impacts Ambientais Negativos 343.2.7.1, Regulamentagio 4. A Exigibilidade Legal da Compensacio Ambiental: Delimitagdo dos Danos. 4.1. As intervencées aptas a gerar a compensacio ambiental 4.1.1. A navureza dos danos capazes de gerar compensagéo ambiental. 4.1.2. 0 impacto significativo e no mitigivel 41.2.1, Comentérios sobre 2 ADI n® 3378-6 4.13, Compensagio ambiental e rsco. 5. ABigibilidade de Compensagio Ambiental: Arpectos Formais. 5.1. Termo inicial (dies a quo) para a exigéncia da compensagio ambiental. 5,2. Implantacio do empreendimento: conceito. : 5.21, Compensagdo ambiental e empreendimentesj implancados 5.2.2. Exensio da compensagzo ambiental em relagio ao volume de re- cursos investidos pelo empreendedor 6. Ampla Defesa e Compensasio Ambiental... 6.1. Reserva da Biosfera 6.1.1. Regulamentagio.... 61.2. Outras Unidades de Conservagio 6.1.2.1. Jardins Botanices... 6.1.22. Jardins Zool6gicos 1 21 On Agroutsicos na CF eas Constittgdes Exaduais 3. Antecedentes Legislativor da Lei n° 7.802, de 11 de Julho de 1989... 4. ALei ne 7.80289... ‘£1. Repartigdes de Competéncias Administrative no Interior da Adminis tagio Federal. 4:12. Gampttcs do Minin de Agr Pera Abinto 4.13. Competéncia do Ministério da Satie : 4.1.4, Competéncia do Ministério do Meio Ambiente o 4.1.5. Competéncias do Ministério do Trabalho e Emprego 4.2, Definigio Legal de Agrotsxico, Seus Componentes e Afins. 43, Controle de Qualidade, Inspecio e Fiscalizagdo dos Agrotéxicos, 43.1. Controle de Qualidade... 7 43.2. Inset «Fain de Agro cu Gmponents oor 43.2.1, Competéncia federal... 4322. omfettci dos Baad iso Feer. 4.3.3. Atribuigies da Fiscalizagio.. 433.1. Produgao de Prova 610 ei ei 612 613, eld out as. eat 63 654 655 655 656 656 7 8 4.4, Registro de Pessoas Fisica e Juridica... 45. Alerca de Orgenizagbes Internacionais e seus Reflexos no Brasil... 46, Registro do Produto 46, Produc pn Export 5. Responsabilidade . i 5.1. Responsabilidade Crisninal.... 5.2, Responsubilidade Administrativa 5.2.1. Infrapoes.. 5.2.1.1. Sengées Administrativas 52.111 Apap de Senger ‘Adminiserativas 6. Comercializagao dos Agrotéxicos. 6.1. Receitwirio Agromdmiea, 6.2. Embalagem, Fracionamento e Rotulagem.. 6.3, Destinacio Final dos Agrotéxicos. Capitulo XXV ~ Controle de Produtos Téicos Te Tntr0dag¥0. 2. Controle de Prods Perigoros 2.1, Convengbes Internacionas. 2.11. Convensto de Basil. 2.1.2. Gonvensio de Roterdé 2113, Convensio de Estocolmo 2.2. Norms internas 22.1. Asbesos (Amiante) 224.1 Uilzagdo do Amiant 22.1.2. Amianto ea Saéde Humana. 22.2. Quadro Legal sobre a Matias 22.2.1, Regulamentagdo do CONAMA.... 222.2, Poraria m1, de 28 de mai de 1991 Certara Naina do Trabalho) 2.2221. Providéncias Ambient. 22.25, Lei n# 9.055, de 19 de junho de 1995. 2.2234, Decreto n°2.350, de 15 de ourubro de 1997 2.23, Competéncia Concorente ¢ Amianto. ; 2.2.4. Conclusao 23, Macatee : 233.1. Portariaintermiisterial n 19, de 29 de janeiro 23.2. Resolugio Conama x6, de 15 de janho de 1988, 24, Mereério 24.1. 0 Controle dos Metsis Prados no Breil. 242 Limite Legal d Concenaso de Merci nm ‘aun 23, Benzeno 2.6, Coto... ; 26.4. Importincia do Cloro... 262. A Regulamentagio Legal da Produglo de Cloro no Brasil 2.6.21, Controle da Preenga de Mercirio no Processo Produtivo, gi Diseito Ambiental 2.62.2. Controle da Presenca de Amianto 2.6.2.3. Aspoctos de Seguranca e Saide do Trabalhador 2.6.2.4. Monitorament0 en 263. Ampiaco e Modiseaio de Indstrias ja Insealadas 2.64, Penalidades 27, Phase Bateria. 27.1. Aspectos Gerais. 27.2. Definigio de Pilhas e Baterias 27.3, Obrigagies 27-4. Conclusto. 3. Transport de Produtos Téxico 3.1. Condigdes de Transport. 4, Transport de Produtos Pergosos entre Brasil, Argentina, Paragusie Urugual 4.1, Acordo de Alcance Parcial par a Facilitagio do Transporte de Produtos Pexigoios.. 4.1.1. Embalagene 4.12. Velculos. 4.2. Normas Técnicas 5. Transporte Ferrovidro.. 5.1. Aplicabilidade do Regulamento Capfeulo XXVI— A Importincia das Aguas conn Capitulo XXVII— Regime Juridico dos Recursos Hidricos 1. A Agua nas Constivigdes Brasileira. we 11. As Aguas nas Constiaigses Anteriores 3 1988 1.L1. Constiuicio Imperi 112. Perfodo Repuiblicano, 1.1.2.1. Consciuigéo de 1891 1.1.22. Conseieuigao de 1934 1.1.23, Constituigéo de 1937. 11.2.4 Constinuigao de 1946... 11.25, Constituigdes de 1967 ¢ 1969 1.2. As Aguas na Constituigio de 1988... 1.21. Dominio da Unizo. 1.22. Dominio das Estados e dos Munieipios. 1.23. Competéncia Legiaativa. 1.24. Mudanca de Concepedo 2 O Regime Juridico dos Recursos Hidzicos. 2.1, Agua: Sua Definiga : 2.2, Conceitos Basicos do Codigo de Aguas... 22.1. Outeos Conceitos Importantes nn 22.11. Rio... 2.2.1.2. Lago e Lagoa. 22.13. Corrente... 23, Legslagio Exravagente de Protecio aos Recursos Hidrices. 3. 0 Valor Econdmico dos Recursos Hidrces.. : 732 sunio 3.1, Desapropriagio de Recursos Hidricos 738 3.2 Obrigagio de Conservagio da Qualidade das Aguas 733 3.2.1. A Regulamentacdo Administrativa das Aguas. 734 32.1.1, Exabelecimento das Classes de Aguas 734 4. As Aguas Submetidas 20 Regime Juridico de Direito Privado 736 4.1. Normas Gerais Extabelecidas pelo Cédigo Givil Brasileiro. 736 A\LL. Regime de Preserig20 7 42. Normas do Cédigo de Aguas Referentes a0 Aproveiamento ae eau Comins e Particuares 738 5, A Politica Nacional de Recursos Hidricos 738 51. Prncipios Gerais da Politica Nacional de Recursos Fidricos PRE. 738 5.1.1. Objetivos 739 52. Instrumentot.. 79 5.2.1. Outorgs de Direico de Uno de Recursos Hidricos.-. 740 5.2.2. Cobranca pela Usilizagio dos Recursos Hidricos ma 5.2.3. Adminlstragao dos Recursos Hidricos... m 5.2.3.1, Constitaigdo e Competéncias do Conselho Nacional dos Recursos Hidicos. ra 743 5282, Comics de Baca Hidopéicn 744 5.3 Infacbes e Penalidades... 4s 5.4, Agéncia de Agua ae 76 5.4.1. Orgunizagdes Civis de Recursos Hidricos “a 5.42. Agencia Nacional de Aguas ~ ANA. 77 5.42.1, Apresentagio . ur 5.4.2.2. Competéncias da Agéncia Nacional de Aguas. 148 5422.1, Bxcegies &s Atribuigdes da ANA. 49 5.42.22. A Outorga Administrativa como Taseramento de Gestdo de Recursos Hidrces.. 750 5.42.22.1, Limite e Condigbes da Outorga 750 5.42.2.2.2, Outorga Preventiva e Declaragao de Re- serva de Disponibilidade Hidrica 7 5.43. Esrutura Administrativa da Agéncia Nacional de Aguas- ANA. 752 5.43.1. Dixetoria: Composigl0 wn 732 5.432. Atividades Vedadas aos Dirigentes 753 5.43.3. AtribuigSes da Diretoria. 734 Capteulo XVI Mineragio 737 1. A Mineragio nas Consticuigbee Bresileias 71 11 Consttuigdes Anteriores. 37 12, A Mineragio na Constituigio de 1988. ee 759 1.2.1, Disposigbies Constitucionais 739 122. Breve Adve dis Depots Cnc) urd Aigo 25, Be. 72 2. 0 Cédigo de Mineragio ns 783 2.1, Classficagdo des Jazidas Minera. 76 22, 0 Gédigo de Minas ea Protesio do Meio Ambiente 78 Diaz Arabintl ‘Mineragio em Terras Indigenas tet Mineragio e Meio Ambiente.. 7 4.1. Licenciamento das Atividades de Mineragi 42. Estudos de Impacto Ambiental e Atividades de Mineracéo. 42.1, Hegalidades Existentes na Resolugao n° 9/90 do CONAMA .. 42.2. A Extingio das Classes Minerais e os Estudos de Impacto Ambiental. 423. Atividades com Repercussdes Ambientais em Areas Indigenss. 43, Obrigasio de Recuperagio Ambiental da Area Degradada, Capitulo XXIX- A Protegio Judicial e Administrativa do Meio Ambiente... L epteto 200 - Pols Energia Nacional eProteio Ambiental 1 2. Inula es cla Ft a Bl hn 21 8st Pee fed Tao rss Abie 2A undo adres rote Amen O wins Plc. S1A Bese Contnonal da hag do in Png Mes Judas de Proeio Ambiental fo Gi Pibca- ATT Goapele is is Ci ils : ttn Poul. ; “Eni a Bocas cies Winds Hemeos 412. tepinidade Aa eee 3. ante Pibies nad deep Calvo dAsto Pope Denpornto Toman ‘tbangem io Aan QUINTA PARTE POLITICA ENERGETICA E MEIO AMBIENTE Introd Politica Energética Nacional. i 2.1. Prinefpios e Objetives da Politica Energética Nacional. 2.2. Conselho Nacional de Politica Energétic 2.2.1. Finalidade e Composica0 2.2.1.1. Auibuighes do Presidente do Consellho Nacional de Poli- tea Energética ~ CNPE.. Seeeeree reer 22.1.2. Plenétio. 2.2.12.1, Funcionamento do CNPE. 2.2.13, Secretaria-Executiva. DD.1.A. Astectoria Téonica 768 768 769 770 ™m 773, 113. TA 7 7 178 779 779 780 781 781 eu ail sit 812 812 2.2.1.4.1. Comités Técnicos 3. © Petréleo na Politica Energética Nacional 3.1. A Exploracdo e Produgao (E&P) de Petréleo no Brasil. 3.2, Regime Legal do Petrdleo no Brasil... 3.2.1, Dispositivos Constitucionais 3.2.1.1, Bxercicio do Monopéli... 3.2.2. Glossério da Lei n# 9.478, de 6 de agosto de 1997 3.2.3. Agéncia Nacional do Petréleo. 3.23.1. Caso Concreto de Confito entre Autoridades Ambiontais em Matéria de Perréleo 3.2.4, Explorago e Produséo (Aspectos Ambientais) 3.2.41. Informagies Técaieas, 3.242. Contratos de Concessio . 3.2.4.2.1. Cléusulas Cogentes dos Contratos de Concessio 3.2.4.2.2, Direitos e Obrigagées do Concessionéri 3.24.23. Bxtingao das Concess608.ronsen 3.24.23.1. Descomissionamento. 3242511 Abandon de Foo. 3.2.4.3, Aspectos Ambientais da Licitagéo. 4, Politica Nacional de Conservacio de Energia 4.1. Penalidadee... 4.2, Regulamentacdo da Politica Nacional de Conservagao de Energia 42.1, Composicio e Atribuigbes do Comité Gestor de Indicadores ¢ Ni- veis de Hficiéncia Energética - CGIEE. 42.1.1, Audiéncias Publicas 43, Energia Renovivel: Iniciativa Energética. Capftulo XXXI — A Energia Nuclear na Constituigio Federal. 4, Competéncias em Matéria Nuclea “13.1. A Experiincia Norte-Americana em Matésa de Compoténcis 1.4 Insereio da Atividade Nuclear na Ordem Econémica.. (© Nuclear nas Anteriores Constituicdes Federais. (© Nuclear nas Constitulgdes dos Estados-Membros ‘Tratamento Democrético do Problema Nuclear na Constituigio de (© Brasil na Comunidade Nuclear Internacional. etd Ciao XX ~ Prntion Contin de Uzapo da Borge Noo 1. Os Prinetpios Estabelecidos pela Constituiséo da Repiblica Federativa do Brasil 1d. Atividade Nuclear para Fins Pacificos 1.2. Controle Nemweritice da Atividade Nuclear Dict Asien 12, A Localizagéo das Usinas Nucleares nn 3.1. 0 Entorno da Usina Nuclear como Reserva Ecolégics. 3. Os Prinefpios..n. Sa 3.1. Princfpio da Atividade Controlada .. 3.2. Principio da Responsabilidade Objetiva... 33.0 Regime de Monopélio... oe Capiuulo XXXII Responsabilidade Criminal em Matéria Nuclear 1. A Responsabilidade Criminal etm Matéxia Nuclear. 41.1. Os Crimes Previstos na Lei ne 6.453/7% 1.1.1. O Tipos Legais Previstos na Lei n? 1.2. A Uslizagio do Cédigo Penal. ‘Capitulo XXXIV ~ Os Rejeitos Nucleares 1. Os Rejeitas Nucleares: Breve Definicio. 2. Alguns Aspectos Internacionais do Problema.. 3, 0 Problema no Brasil. 3.1. O Césio 13% : 3.2, Destinagio Final de Rejeitos Radiostivos 43.2.1. Responsabilidade pelos Rejeitos Radioatives. 3.2.2, Tipos de Depésitas de Rejeitos Radioativos. : ; 3.2.2.1, Selegao de Locais para Depésitos de Rejeitos Radioativos.. 3.2.2.2. Licenciamento e Fiscalizagio dos Depésitos ee 3.2.23, Administracio e Operagdo dos Depésites.. 3.2.2.3.1. Depésitos Provis6ti08 nn 322A. Remogio dos Rejeitos.. 3.2.3. Responsabilidade Civil... Capitulo XXKV ~ Energia Nuclear... 1. Os Primeiros Protestos contra o Nuclear. 2. Os Segredos Nucleares: Uma Histéria de Tragédias. 2. Atividades Cvs... 7 : 2.1.1. Estados Unidos ~ Los Alamos National Laboratory . 2.1.2. Ex-Uniso Sovittica ~ Tcheliabinsk.. 2.2, Atividades Militares 7 2.2.1. Contaminagao Radioativa em Centros de Produgdo de Armamen~ 108 — BUA 3. A Utlizagéo Pacifica da Energia Nuclear... 3.1. Three Mile Island.. 3.2. Chernobil.. 33. Goitnia. 4, O Mundo Desativa « Energia 4.1, Uma Tecnologia Cara.. 5, A Energia Nuclear no Brasil. 5.1. O Subsidio & Energia Nuclear no Brasil. 45:11. Os Custos da Central Nuclear Almirante Alvaro Alberto. ‘Nuclear. 349, 352 352 853 857 858 SEXTA PARTE ‘TERRAS INDIGENAS Introdugio . Capitulo XXXVI — Evoluglo Hist6rica da Legislagio Indigenista. 1, Qs Primeiros Contatos com o Colonizador 1.1, O Regimento de Tomé de Souza. 12, A Escravizacio dos Indigenas. 2. O Indio nas Constituigdes Brasileiras 2.1. Dispositivos da Constituigdo de 1988, 2.1.1. Dispositivos Espectfic 2.2. Conclusio. a (Capfeulo XXXVI ~ As Terras Indfgenas. 1. Hist6rico da Legislagdo enn : LLL. Do Periodo Colonial até o Século XTX... 1.2, 0 Perfode Republicano. 2. As Terras Indigenas na Constitiga0 de 1988 wv 2.1, Direitos Adquiridos sobre as Terras Indigent... 222 Classifcaga das Terres Indigenas pelo Estetuto do Indio 2.3. A Extragao de Madeira nas Terras Indigenas. 2.4. Terras Indigenas e Scberania Nacional. 3, A Demarcagdo das Terras Indigenas 3.1. O Decreto n® 1.775, de 8 de janeiro de 1996. ‘Capivalo XXVIII ~ A Legislagdo Penal e os Indfgenas... 1, Aspectos Gerais... . 2. Legislagio Penal Expecifica (Lei n° 6.001/73) ew 2.1. Prinelpiologia em Relagio a0 Agente Indigena 2.2. Crimes Praticados contra os Indigenss e suas Com 2.2.1, Crimes Previstos no Estatuto do {ndio (Lei n* 6.001 22.2, Genocidio (Let nt 2,889/56)... : 2253. Crimes Resultantes de Preconceitos de Raga ou 7.716189), . 2.2.4, Lavea Garimpeira (Lei n° 7. 2.25. Crimes Praticados pelos {ndios, Referéncias Bibliogrificas. lades. 1/73). ae Cor (Lei ar a7 937 S84. Enso Superior Bureaw bait q t t Nota 812 etisto Ez Nota & 128 edicao Direito Ambienzal chega 3 sua 11* edigfo, o que pare mim é motivo de grande orgulho e responsabilidade, pois os milhares de leitoras ¢ leitores que me deram a honra de utilizar o livro para as suas necessidades académicas e profissionais jé esta ‘vam a merecer uma ampla revisto do trabalho, baja vista que as sucessivas atualiza- ses, por mais minuciosas que possam ser, nio estio isentas do risco de se transfor- Inarem em wm amontoado desconexo de novos pontos de Vista, analises e definicbes. ‘Isso acarreta uma perda de coeréncia no texto do livro como um todo e, no raras, ‘vezes, contradigSes entre capitulos ¢ posicionamentes doutrindrios. Ciente dessas ‘questdes, desde longa data ja havia me decidido a promover uma revisio total de Direito Ambiental e, de certa forma, reescrevé-lo, Contudo, varias questes comtri- ‘buiram para que o projeto viesse sendo adiado. A primeira e mais relevante questo, certamente, foi a dimensio da tarefa, pois rever obra com cerca de mil paginas é tra- balho que exige muito folego. Nio menos importante é a constante mudanga legis- Iativa na drea ambiental, o que faz com que os trabalhos se desatualizem muito rapi- damente e que, na pritica, o langamento de obras totalmente atualizadas seja virtual- ‘mente impossivel. Cot langemento do Manual de Direito Ambiental obra especatmente dedi cada aos cursos universitirios e aqueles que necessitam de uma visio geral do direi- ‘to ambiental como conhecimento juridico, optei por dar uma nova formatagdo a este Dizeito Ambiental, destinando-o a piblico mais especializado e que necessita de tra- balho pormenorizado e detalhado. Embora a presente edicio guarde uma evidente linha de continuidade com as dez que a precederam, ela é totalmente diferente das sdemais, sobretudo em razzo de importantes modificagdes no meu pensar sobre 0 DA. «,principalmente, pelo grau de minticia e profundidade que prevende ostentar. Assim, a presente edigto de Direito Ambiental tem por objetivo desempenhar © papel muito mais de uma obra de consulta e referéncia do que o de livro didatico. Evidentemente que 2 obra poderi continuar a ser utilizada como livro diditico, sendo recomendada para aqueles estudantes que tenham interesse maior sobre a dis- Ee ize Arcblenta! b) Agéo Civil Pablica E aso constivucional (antigo 129, I) que somente pode ser proposta por deter rminadas pessoas juridieas ou pelo Ministério Pablico, que so dotados de legiima~ fo extraordiniria para a tutela dos interesses protegidos pela norma processtal consticucional. 3.25. Principio da precaucio 1 dentre os principios do Direito Ambiental aquele objeto das mais aciradas polémicas e debates, com grande repercussio nos foros judicits, na imprensa ¢ em toda a sociedade. O Direito Ambiental, diferentemente das areas tradicionais do mundo juridic, é dotado de uma forisima caractersticatransdscipinar, pois néo Feconhece fronteiras entre diferentes campos do saber humane. Mites éress do Conbecimento humano esti diretamente envolvidas nas questOes ambientais e, por consequéncia, repercatem no contexto normative do meio ambiente, Em varios ‘casos, a norma deve inidir sobre realidades facaais e se localizam ra fronteira da snvestgasio cientificae, por isso, nem sempre a cigncia pode oferecer ao Dieito a trangulldade da certeza. Aquilo que hoje é visto como indeuo amanha poderd ser considerado extremamente perigoso e vice-versa. 3.2.5.1. Génese do Principio da Precaucao © Principio da Precaucéo tem origem no Direito Alemdo e, certamente, é uma ‘de suas principais contribuigdes 20 DA. Foi ma década de 70 do século XX que © Direito alemfo comegou a se preocupar com a necessidade de avalingio prévia das consequéncias sabre o meio ambiente dos diferentes projetos e empreendimentos aque se encontravam em curso ou em vias de implantacio. Da‘ surgi aideia de pre usin. A. concepeie foi incorporada no projeto de lei de protest da qualidade do ar que, fialmente, foi aprovado em 1974 e que estabelecia controles para uma série de atividades potencialmente danosas, tais como rufdos, vibragées e muita outras relacionadas & limpeza atmosférica, Na sua formulacdo original, o principio estabe- lecia que a precausio era desenvolver em todos os etores da economia processos que reduzissem significativamente as cargas ambientas, principalmente aquelas origina das por substincias perigosas-4 Outras formulagées do Principio foram sendo cons- GR nen pars lao abn de ps Popular ma pide BO nerewe pills eae eto order, tsaide a economia pablcas alegas pela Agavadabasearae, to-somente, see ‘lidade do servigo de ener elzicae or Benefits dccorrences da comsruso das sina Capi Sranco fT fore qi, neu somadoe queso relative no aspect econbmic, oladaments, pine Dlieate no caso ue ao oan corpovndon oa guaniszedar eventual prjlzce gues Bebe, a2 [Mort s Suspense Sepang. 4 gars Regen sean ~ Dect confmndn 43. O slow do Coat de ign Focal Qatar fg bara?) regiaea 62 enzadas pra pinctio ds precnie",confome vata reliads ace 28082007 44 Hap lancndovaneencrinagel001 7001395 1957Re pf capomdo ae 1S de junho de 207. (Dies Ambiental aa tudas e, em pouco tempo, o Vorsorgepzinzip se expandiu para o Direito Interna ional e para divers direitos intemnos, inclusive o brasileiro. Apesar disso, 6 impor- tante ressaltar que ndo existe um consenso internacional quanto ao seu significado. Contudo, & possivel identificar nas diferentes vis6es alguns pontos comuns, como por exemplo: “A cotal ban may not be 2 proportional respanse to a potential risk in all cases” como ressaltado no documento da Unesco elaborado sobre a matér 3.2.5.2. Breve definicio ‘Ante a inexisténcia de um consenso, entre estudiosos ¢ partes envolvidas, a 1e3- peito do contetido concreto do principio da precaucio, hi tendéncia & adogdo de uma clefinigio negativa do prinetpio, on definicio do que ele ngo é “To avoid misunders- tandings and confusions, itis useful to elaborate on what the PP is not. The PP is not based on ‘ero risks’ but aims to achieve lower or more acceptable risks or hazards. It isnot based on anxiety or emotion, but isa rational decision rule, based in ethics, that aims to use the best ofthe ‘systems sciences’ of complex processes to make wiser deci- sions. Finay, like any other principle, the PP in selfs nota decision algorithm and ‘thus cannor guarantee consistency between cases Just as in legal court cases, each ‘case will be somewhat different, having its own facts, uncertainties, circumstances, and decision-makers, and the element of judgment cannot be eliminated.” Desnecessirio dizer que, ao se estabelecer a precaucio como principio, esta no pode ser interpretada como uma cléusula gera, aberta e indeterminada. E necessério que se defina o que se pretende prevenir e qual 0 risco a ser evitado. Isto, contudo, 96 pode ser feito diante da andlise das diferentes alternativas que se apresentam para & implementagio ou néo de determinado empreendimento ou atividade. A precauséo, inclusive, deve levar em conta os riscos da nao-implementagao do projeto proposto, Rodrigues expressa muito bem a concepefo de boa parte da doutrina: “Tem se utilizado 0 postulado da precaugio quando pretende-se evitar 0 risco minimo 20 ‘meio ambiente, nos casos de incerteza cientifica acerca da sua degradacio. Assim, ‘quando houver ditvida cientifiea da potencialidade do dano a0 meio ambiente acer- ‘ca de qualquer condata que pretenda ser tomada (ex. liberacao ¢ descarte de orga~ nismo geneticamente modificado no meio ambiente, utilizasio de fertilizantes ou defensivos agricolas, instalagio de atividades ou obra, et.) incide o principio da pre~ ‘caugdo para prevenir o meio ambiente de um risco faturo."8 Na verdade, na concep¢do acima, hi uma visio unilateral do risco e este é con- fandido com o préprio dano. Se tomarmos como exemplo 0 DDT, que vern sendo fortemente combatido desde a publicagio de Silent Spring de Rachel Garson.!6 em fungao de alegados danos & satide humana e ao meio ambiente, poderemos ver que a BW Vinsio Atetta Rodrigues, insides de Ditito Ambiental, Vol (parce ger), Seo Paul: Max eon. 2002p. 150. 45. Hispliwwnnchelerson.org. a Disco Ambien ‘sua virtual eliminagio causou danos muito maiores do que a continuidade de seu uso de forma adequada, conforme tem sido reconhecico por pesquisadores da érea médi- a quando relacionados com os problemas de maliria: “O controle sistematico de ‘combate aos vetores dla doenca iniciou-se na AmazOnia, em 1945, nas localidades de Brevese Santa Ménica, Paré. Bm setembro de 1947, i havia sido utilizado em outras Tocalidades do estado, no estado do Amazonas ¢ em Guaporé (atual Rondénia) ¢ “Amapé, cerritdrios federais na época. Segundo Roberts, o reaparecimento da malaria zna América do Sul deve-se ao faro de os paises rerem deixado de utilizar DDT nos ‘programas de controle. Os dois unices paises onde 2 maliria ndo reapareceu foram Venezuela e Equador, devido ao fato de 0 DDT néo ter sido proibido. Aiguns mala- riologistas argumentam que a splicago dentro de residéncias, que seria prejudicial & satide humana, nfo é convincenta, E que em virios pafees a nso de inseticidas orga rocloredos é o nico meio economicamente viivel de controle, assim como para a Teishmaniose. Seus escassos orgamentos para as campanhas de saiide nao possibilita iam substituir satisftoriamente os inseticidas organoclorados, tendo em vista 0s presos mais elevados de possiveis aluernacivas."7 ‘Um dos pontos centrais da argumentacio em favor de uma plicagéo maxima- lista do Principio da Precaucio é a chamada equidade intergeracional, de forma que as nossas agées presentes devem ser pautadas por um comportamento ético em rela- (glo as geragbes do porvir. Kiss 8 juseamente considerado um dos maiores autores mundiais do Direito ‘Ambiental, com o pragmatismo cartesiano que caracteriza a cultura francesa, assim tata do asunto: “O enfogue inicial do direito das geragbes freuras levou & concli- sio de que o direito buscou proteger as opeSes que temos atualmente ¢ procuroa transmit-lae as geragdes futuras. Entretanto, essa abordagem nfo é necessariamente satisfatéria porque coloca excessiva énfase nos deveres da geracio presente. Néo con- sidere 0 fato de que a propria natureza do conceito exige que seja aplicado ao long dos séculos. Como pode a mesma quantidade de espaco, de regides naturais, de égua limpa, de animais selvagens ser garantia para infinitas geracées com miimero cade vez maior de individues? Deve 0 mundo ser transformado em um museu ocupado sempre com maior mimero de monumentos, de artefaros e locais histéricos? Mesmo ‘sea humanidade atual pudesse aceitar essa abordagem, no poderia ser aceitével para as geragdes futuras, Como podemos saber as preferéncias das geragdes fururas daqui 2 por exemplo, cinguenta ou cem anos?” ‘Como ainda nao temes a capacidade de prever o futuro, ¢ extremamente dificil imaginarmos qual o pensamento das geracées de amanhd com as nossas atitudes de hoje. Aliés, do ponto de vista ético, a prevengio do que ainda no ocorreu ¢ muito Gaulle DIAMATO; [oto P.M TORRES; Olaf MALM.. DDT (tichlorodiphenytichloroethane) cxicky tnd environmental conraination ~a review. Quin. Nova, Sto Palo v5, 6, 2002 Dispenive nt “Dep erscil cla pp erptns aetpiaS0100 AD427002000500017eAngeedenrn-s ‘Aes om 13 Jona 2007. Pre peblcato 488 Alexaadre Kis Os dio ites das prarbes fara 0 pracipo da precio ia Marcelo Dies Y= folie Aaa Hiv Barrow Plt, Princtpo da press. PSMPU/Dal Rey: Belo Horizonte. 2004.7 (2 ODircio Ambien S&S complexa, pois o fururo pode nao ser exatamente como imaginamos que ele seré. Um excelente ensaio sobre a questao da previséo do futuro e da antecipaao do que pode 4 ocorter nos é dado pelo notével conto Minority Report? ‘Na versio cinematogréfica, a histéria € mais ou menos assim: “Washington D.C, 2054, Hi seis anos que se encontra em funcionamento 0 departamento policial de Pré-Crime, que recorre a trésindividus com poderes ps{quicos que, igados a um sistema informético, conseguem prever com exatido a ocorréncia de homicides. Tal leva a uma virtual erradicagio destes crimes em Washington e ha planes para ampliar 0 programa para todas os Estados Unidos. John Anderton (Cruise), 0 chefe do departamento, dedica-se de corpo e alma ao projeto, no qual acredica piamente, depois de uma tragédia que levou a desintegrasio da sua familia, Danny Witwer (Garrell) € wn agente do FBI determinado a encontrar falkas no sistema, antes do ‘mesmo passar a ter Ambito nacional. Certo dis, Anderton vé-se forcado a por em causa o sistema em que depositou a sua fé ea fugir pare conseguir provar set inocen~ te de um crime que ainda nfo cometeu."50 ‘Ainda que voltado para o Direito Penal, as circunstincias do conto podem ser pensadas em termos de precaucio ambiental e da sua relago com os prineipios cons tinucionais da presungfo de inocéncia, do devido processo legal ¢ muitos outros. Sera {que 0 Principio da Precaugio pode ser alargado até o ponto de criar uma presunciio de culpa antes do evento danoso ter ocorrido? Seré que a simples possibilidade de doterminadas atividades virem a ser exercidas e a inexisténcia de uma certeza abso- ura quanto aos seus efeitos podem determinar uma presuncéo de nocividade? Estes sio questdes que ainda nao foram respondidas. Um aspecto do Principio da Precaugo que tem sido muito pouco ressaltado ‘que prevenir riscos ou danos implica escolher quais os riscos ou danos pretendemos prevenir e quais aceitamos correr. Se feita racionalmente a escolha, escolheremos 0 isco menor em preferéncia 20 maior. Contudo, nem sempre as escolhas sto feitas racionalmente, pois a percepsio do risco nem sempre guarda alguma relagdo com 0 isco real e, muitas vezes, a escolha é feita com base na percepcio e nfo no risco real Pensemos no seguinte exemplo: O risco de se morrer afogado ao se tomar banho em ‘uma banbeira , por exemplo, iniimeras vezes mator do que o isco de acidente nuclear, que ¢ de 10-14, Segundo o Harvard Center for Risk Analisys! um tenor de anheiro corre o risco de 1 em 840.000 chances de morrer afogado. Muito maior do que 0 “risco nuclear”. Por outro lado, ser atingido por um raio implica um risco de 1 para 3 milhoes, segundo a mesma fonte. BD Willpk Dick aot Report «aoa leads de Ans Lara Borg), Rio denen: Record 2002, pits 50 Hisp/iwww ciate com/minoiy_reporthem, expert aot 15 defo de 2007 Si Burson bea hervardedulqaz hen, capario ss 14 de junko d 207 ea Diets Ambien ‘Se com base no Prinefpio da Precaugio tomamos uma atitude contréria 8 ener- sia nuclear, nfo podemos utilizé-lo contra os combustiveis fésseis, visto que consi deramos como risco maior a energia nuclear. Por outro lado, seo utiligamos contra 0s combustiveisfésseis, pois temos fundados receios quanto a0 aquecimento global, rio podemos nos insurgir contra as hidrelétricas. Contudo, jalgamos necessirio que © principio da precaucio seja utlizado para a defesa da diversidade biolégica, logo nio podemos argumentar contra o nuclear ou os combustiveisfésseis. Na verdade, tals dilemas s6 existem quando nao estamos preparados, como sociedad, para cenfrentar os custos de nossas decistes ¢ fazer as escolhas necessérias, arcando com as consequéncias que dai advém. A incapacidade de escolher nos leva & paralisia, como no poema da grande Cecilia Meizeles. (Ou se tem chuva e nfo se tem sol ou se tem sol e néo se tem chuval Ou se calga 2 lnva e nao se poe 0 anel, ‘ou se ple 0 anel e nfo se calca a luval Quem sobe nos ares ndo fica no chio, ‘quem fica mo chao nao sobe nos ares. E-uma grande pena que nio se possa estar a0 mesmo tempo em dois lugares! Ou guardo 0 dinkeiro e ndo compro o doce, ‘ou compro 0 doce e gasto 0 dinkeiro. (0u isto ou aquilo: ou isto on aquilo ¢ vivo escolhendo o dia inteiro! [Nao sei se brinco, nio sei se estudo, se saio correndo ou fico trangiilo. Mas nfo consegui entender ainda qual 6 melhor: se isto ou aquilo. Hoje é uma pritica recorrente que, em matéria de prevengio de isco, se opere com 0 chamado cenério do pior caso. Até que ponto isto é racional? O pior ceniirio uma probabilidade, nfo uma fatalidade. Entretanto, a consideragdo da probabilida- de nem sempre ¢ levada em conta e a mera possibilidade de danos se transforma em dano atual ¢ no meramente potencial. "Probability neglect is especially large when pen Se isne Supener guremy ates © Dest Ambient a ‘people focus on the worst possible case or otherwise are subject to strong emotion”, ‘conforme o licido comentario de Sunstein.32 ‘Um exemplo interessante que Sunstein oferece & 0 caso da proibigfo e substi- ‘tuigdo dos asbestos nas escolas de Nova Torque. Segundo o autor, a medida era mu popular'e, na verdade, foi solicitada pelos pais do alunos. Como ele nos informa, 0 risco de uma crianca contrair céncer devido aos asbestos era 1/3 do isco de que ela fosse atingida por um raio. “But when it emerged that the removal would cause schools to be closed for a period of weeks, and when the closing caused parents to become greatly inconvenienced, parental attitudes turned right around, and asbes~ tas removal seemed like a really bad ides. As the costs of the removal came on- screen, parents thought muck more like exports, and the risks of asbestos seemed tolerable. Statistically small, and on balance worth incurring. "58 Nao se tome a afir~ ‘mativa como verdade absoluta, mas pensemos um pouco sobre ela. Em nossa vida diria buscamos evitar os riscos conhecidos, muito embora nfo vivamos tentando evitar os riscos desconhecidos ~ ou as surpresas. Evitamos andar em locais cujo indice de criminalidade seja elevado, muito embora néo demonstre- ‘mos preocupacio ao caminharmos no Jardim Botinico, A segunda hipétese indica ‘uma preocupacéo desnecesséria. Admitimos que algo possa ocorrer, todavia a proba- bilidade ¢ de tal maneira remota que nao chega a justficar uma preacupacto real. As balas perdidas so motives suficientes para que nio saiamos de casa? ‘A mesma logica deve presidir a aplicagio do chamado prinefpio da precaucio, se & que estejamos falando do principio como medida racional para evitar danos pos- siveis e proviveis. Nao se pode esquecer, também, o papel que © principio exerce ‘como um elemento relevante na guerra comercial entre empresas e paises. 3.2.5.3. Rio 92 e Principio da Precaucéo (© grande lancamento internacional do Principio da Precaugio ocorreu com a Conferéneia das Nasdes Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento ~ CNU- MAD, que ficou conhecida como Rio 92. Na oportunidade, foi proclamada a Declaragio do Rio que, muito embora nd sejajuridicamente Vinculante para os seus signatirios, tem gozado de enorme prestigio e servido de inspiragio para grande parte das normas que foram produzidas posteriormente. © Principio da Precaucio foi redigido como o principio mimero 15 da Decla- zagio do Rio da seguinte maneira: “De modo a proteger o meio ambiente, o princt- io da precausio deve ser amplamente observado pelos Estados, de acordo com suas capacidades. Quando houver ameaga de danos sérios on irreversiveis.a.auséncia de absoluta certeza cientifics [grifo PBA] nio deve ser utilizada como razio para pos- ‘SE GHP sunstem aso Fear —Heyond the Precruconary Prine Cate: Cambrige Univesity Pres. 2005. 53 Gun R Suncein, Fas of Fear ~ Beyond the Precusonary Painipe, Cambridge: Cambridge Univenscy Pres 2005, p48. Direc Ambion texgar medidas effcazes e economicamente visveis para prevenir degradacio ambiental". ‘Varios documentos internacionais dotados de forca obrigatéria tém expressa: mente assumido o Principio da Precausio como um de seus fundamentos. Permito- sme citar alguns: Protocolo de Cartagena: & um documento internacional que encontra suas ori- _gens na Convensio sobre Diversidade Biol4gica, cujo objetivo fundamental é estabe- Tecer normas de biosseguranga no que se refere & transferéncia, & manipulagio ¢ a0 ‘uso dos organismos vivos modificadas (OVMs) resultantes da biotecnologia moder- ‘na que possam ter efeitos adversos na conservacdo e no uso sustentivel da diversida- de biolbgica, levando em conta os riscos para u sade lusmana, decorrentes do movi mento transfronteira, Tal documento foi promulgado pelo Decreto 5.705, de 16 de fevereiro de 2006, Convengio de Estocolmo Sobre Poluentes Orginicos Persstentes. Tal. Con- vvenclo, promulgada pelo Decreto 5.472, de 20 de junho de 2005, estabelece em seu artigo 1* que: “Tendo presente o Prinefpio da Precatigo consagrado no Principio 15 da ‘Declaracio do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, 0 objetivo da presente ‘Convensio ¢ protegera sade humana e 0 meio ambiente dos poluentes orgdnicas per- ssventes.” Esta mesma Convencéo, na sus Parte TV, reconhtece que a utlizagéo das melhores vécnicas dispontveis para prevenir a liberagio de poluentes orginicos persis- tentes deve levar em conta uma andlise custo-beneficio quanto da aplicagdo de medi- das do precaugio e prevengéo. ’O conceito de melhores técnices disponiveis ado esté