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EME734 – Técnicas Experimentais em Metalurgia ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid

EME734 Técnicas Experimentais em Metalurgia

ENSAIOS MECÂNICOS

Prof. Adriano Scheid

Introdução: Propriedades mecânicas indicam o comportamento dos materiais quando sujeitos a esforços de natureza

Introdução:

Propriedades mecânicas indicam o comportamento dos materiais

quando sujeitos a esforços de natureza mecânica, representando a

capacidade de resistir ou transmitir esforços sem romper ou deformar além do previsto.

Estas propriedades são determinadas a partir de ensaios mecânicos padronizados, como: ensaio de tração uniaxial, ensaio de impacto, ensaio de dureza, etc.

Ensaios Mecânicos

Ensaios Mecânicos

Tensão Propriedades Mecânicas em Tração Relação tensão-deformação Deformação Elástica Comportamento

Tensão

Propriedades Mecânicas em Tração

Relação tensão-deformação

Deformação Elástica

Comportamento tensão-Deformação

O grau com o qual a estrutura cristalina se deforma

depende da magnitude da tensão aplicada.

Para tensões baixas, a relação entre a tensão e a

deformação é dada por:

a relação entre a tensão e a deformação é dada por: Hooke, com a deformação, sendo

Hooke, com

a

deformação, sendo E a constante de proporcionalidade ou Módulo de Elasticidade ou Módulo de Young.

comportamento linear entre a tensão

Esta é conhecida como lei de

e

Descarregamento

Coeficiente angular =

Módulo de Elasticidade

Carregamento

Deformação

Propriedades Mecânicas em tração: Tensão e Deformação Deformação Elástica Na região de deformação elástica,

Propriedades Mecânicas em tração: Tensão e Deformação

Deformação Elástica

Na região de deformação elástica, o comportamento pode ser pensado como a rigidez do material ou resistência à

deformação Elástica.

Neste regime de deformação, uma vez que a carga for cessada, o componente retorna às suas dimensões originais.

Módulo de Elasticidade Metal ou Liga Alumínio Latão Cobre Magnésio Níquel Aço Titânio Tungstênio
Módulo de
Elasticidade
Metal ou Liga
Alumínio
Latão
Cobre
Magnésio
Níquel
Aço
Titânio
Tungstênio
Descarregamento Coeficiente angular = Módulo de Elasticidade Carregamento Deformação Tensão
Descarregamento
Coeficiente angular =
Módulo de Elasticidade
Carregamento
Deformação
Tensão
Propriedades Mecânicas: Tensão e Deformação Deformação Elástica Não Linear Alguns materiais (Ferro Fundido

Propriedades Mecânicas: Tensão e Deformação

Deformação Elástica Não Linear

Alguns materiais (Ferro Fundido Cinzento, Polímeros, Concreto) podem apresentar comportamento não linear, sendo

então representados pelos Módulos Tangente ou Secante.

O Módulo Tangente é calculado em uma determinada tensão e o Módulo Secante é sempre considerado da origem até um

dado valor de tensão.

Módulo Tangente (em  2 ) Módulo Secante (entre a origem e  1 )
Módulo Tangente (em  2 )
Módulo Secante (entre a
origem e  1 )
Deformação 
Tensão 
Propriedades Mecânicas: Deformação Elástica Energia Repulsiva E R Separação Interatômica r Energia Resultante E

Propriedades Mecânicas: Deformação Elástica

Energia Repulsiva E R Separação Interatômica r Energia Resultante E N Energia Atrativa E A
Energia Repulsiva E R
Separação Interatômica r
Energia Resultante E N
Energia Atrativa E A
Em escala atômica, a deformação
elástica é manifestada como
Energia Potencial E
Atração
Repulsão
Força Atrativa F A Separação Interatômica r Força Repulsiva F R Força Resultante F N
Força Atrativa F A
Separação Interatômica r
Força Repulsiva F R
Força Resultante F N
Força
Repulsão
Atração

pequenas mudanças no espaçamento atômico ou estiramento das ligações atômicas.

Propriedades Mecânicas: Deformação Elástica Material com Ligações Fortes Separação r Material com Ligações

Propriedades Mecânicas: Deformação Elástica

Material com Ligações Fortes Separação r Material com Ligações Fracas Força F
Material com Ligações
Fortes
Separação r
Material com Ligações
Fracas
Força F
Propriedades Mecânicas: Deformação Elástica O Módulo de Elasticidade é similar entre Metais e Cerâmicos, sendo

Propriedades Mecânicas: Deformação Elástica

O Módulo de Elasticidade é similar entre Metais e Cerâmicos, sendo

significativamente menor para os Polímeros, como conseqüência dos

diferentes tipos de ligação atômica de cada material.

Temperatura (ºF) Tungstênio Aços Alumínio Temperatura (ºC) Módulo de Elasticidade (GPa) Módulo de
Temperatura (ºF)
Tungstênio
Aços
Alumínio
Temperatura (ºC)
Módulo de Elasticidade (GPa)
Módulo de Elasticidade (10 6 psi)
Propriedades Mecânicas Propriedades Elásticas dos Materiais Como resultado da aplicação de tensão no eixo z,

Propriedades Mecânicas

Propriedades Elásticas dos Materiais

Como resultado da aplicação de tensão no eixo z, surgem deformações nos eixos x e y.

A razão de Poisson () é definida

como a razão da deformação no eixo x

e y em relação a z, conforme segue:

Módulo de Elasticidade Metal ou Liga Alumínio Latão Cobre Magnésio Níquel Aço Titânio Tungstênio
Módulo de
Elasticidade
Metal ou Liga
Alumínio
Latão
Cobre
Magnésio
Níquel
Aço
Titânio
Tungstênio
Razão de Poisson
Razão de
Poisson
Elasticidade Metal ou Liga Alumínio Latão Cobre Magnésio Níquel Aço Titânio Tungstênio Razão de Poisson
Elasticidade Metal ou Liga Alumínio Latão Cobre Magnésio Níquel Aço Titânio Tungstênio Razão de Poisson
Propriedades Mecânicas Limite de Escoamento Os projetos são concebidos para que o componente trabalhe no

Propriedades Mecânicas

Limite de Escoamento

Os projetos são concebidos para que o componente trabalhe no regime elástico, sob pena de perder as dimensões ou deixar de funcionar adequadamente se deformado plasticamente.

Limite de Escoamento de Engenharia

Elástica Plástica Tensão de Escoamento y Deformação 0,002 Tensão
Elástica
Plástica
Tensão de Escoamento y
Deformação
0,002
Tensão

Limite de Escoamento Nítido

Tensão de Escoamento Superior Tensão de Escoamento y Tensão de Escoamento Inferior Deformação Tensão
Tensão de
Escoamento
Superior
Tensão de Escoamento y
Tensão de
Escoamento
Inferior
Deformação
Tensão
Propriedades Mecânicas: Deformação Plástica dos Materiais A maioria dos materiais apresenta deformação no regime

Propriedades Mecânicas: Deformação Plástica dos Materiais

A maioria dos materiais apresenta deformação no regime elástico até cerca de

0,5%.

Quando a tensão promove deformações

superiores a este valor, surge um outro modo de deformação, chamado deformação Plástica. Neste regime, o

material não retorna à dimensão original

quando cessada a tensão.

Deformação Tensão
Deformação
Tensão

A deformação Plástica envolve a ruptura de ligações atômicas

com a formação ou estabelecimento das ligações em regiões

diferentes das anteriores no material. Este processo ocorre pela geração de movimentação de discordâncias.

Deformação Plástica Metais – Movimento de Discordâncias Tensão de Tensão de Tensão de Cisalhamento

Deformação Plástica Metais Movimento de Discordâncias

Plástica Metais – Movimento de Discordâncias Tensão de Tensão de Tensão de Cisalhamento
Tensão de Tensão de Tensão de Cisalhamento Cisalhamento Cisalhamento Plano de Escorre- Degrau de gamento
Tensão de
Tensão de
Tensão de
Cisalhamento
Cisalhamento
Cisalhamento
Plano de
Escorre-
Degrau de
gamento
Escorre-
gamento
em Cunha

Discordância

Deformação Plástica Metais – Movimento de Discordâncias (a) Sistema de Escorregamento {111} [110] da estrutura

Deformação Plástica Metais Movimento de Discordâncias

(a) Sistema de Escorregamento {111} [110] da estrutura CFC

(b) Plano (111) com as três direções de escorregamento [110]

Número de Sistemas Escorregamento

Plano Direção Metais Escorregamento Escorregamento Cúbica de Face Centrada Cúbica de Corpo Centrado Hexagonal
Plano
Direção
Metais
Escorregamento
Escorregamento
Cúbica de Face Centrada
Cúbica de Corpo Centrado
Hexagonal Compacto
Direção Metais Escorregamento Escorregamento Cúbica de Face Centrada Cúbica de Corpo Centrado Hexagonal Compacto
Direção Metais Escorregamento Escorregamento Cúbica de Face Centrada Cúbica de Corpo Centrado Hexagonal Compacto
Deformação Plástica - Metais Policristalinos Em materiais Policristalinos, a movimentação da discordância ocorre ao

Deformação Plástica - Metais Policristalinos

Em materiais Policristalinos, a movimentação da discordância ocorre ao longo do sistema de escorregamento que possui orientação mais favorável.

a movimentação da discordância ocorre ao longo do sistema de escorregamento que possui orientação mais favorável.
a movimentação da discordância ocorre ao longo do sistema de escorregamento que possui orientação mais favorável.
a movimentação da discordância ocorre ao longo do sistema de escorregamento que possui orientação mais favorável.
a movimentação da discordância ocorre ao longo do sistema de escorregamento que possui orientação mais favorável.
Propriedades Mecânicas Limite de Resistência à Tração A tensão máxima ou limite de Resistência à

Propriedades Mecânicas

Limite de Resistência à Tração

A tensão máxima ou limite de Resistência à tração é a máxima tensão suportada pelo material submetido a ensaio de tração. A partir do escoamento, o material:

a- se deforma plasticamente até o máximo M da curva (deformação uniforme) com encruamento associado.

b - Entre M e F, a tensão cai, como resultado

do coslescimento de microcavidades, o que resulta na estricção do corpo de prova.

Deformação Tensão
Deformação
Tensão
Propriedades Mecânicas: Ductilidade A ductilidade é uma medida do grau de deformação plástica até a

Propriedades Mecânicas: Ductilidade

A ductilidade é uma medida do grau de deformação plástica até a fratura.

Os materiais podem ser:

a- Frágeis: pequena (<5%) deformação plástica até a fratura. b- Dúcteis: apresentam grande deformação plástica até a fratura. É uma propriedade importante para referir a deformação até a ruptura e

para conhecer a capacidade de deformação plástica em processos.

Frágil Dúctil Deformação Tensão
Frágil
Dúctil
Deformação
Tensão
Propriedades Mecânicas Escoamento Resistência Ductilidade A (%) Liga Metálica MPa (ksi) MPa (ksi) em 50mm

Propriedades Mecânicas

Escoamento Resistência Ductilidade A (%) Liga Metálica MPa (ksi) MPa (ksi) em 50mm Alumínio Cobre
Escoamento
Resistência
Ductilidade A (%)
Liga Metálica
MPa (ksi)
MPa (ksi)
em 50mm
Alumínio
Cobre
Latão (70Cu-30Zn)
Ferro
Níquel
Aço (1020)
Titânio
Molibdênio

O limite de escoamento, a resistência mecânica e a ductilidade são sensíveis à temperatura.

Deformação Tensão (MPa) Tensão (10 3 psi)
Deformação
Tensão (MPa)
Tensão (10 3 psi)

Tensão

Tensão Propriedades Mecânicas Resiliência É a capacidade de absorver energia quando deformado elasticamente e,

Propriedades Mecânicas

Resiliência É a capacidade de absorver energia quando deformado elasticamente e, então, devolvê-la no descarregamento. O módulo de resiliência é dado por U r .

O módulo de resiliência é dado por U r . Tenacidade É a capacidade do material

Tenacidade

É a capacidade do material de absorver energia

até a fratura. Um material tenaz precisa ser resistente e dúctil. É uma medida da área abaixo da curva tensão-

deformação.

Deformação Tensão
Deformação
Tensão

Frágil

Dúctil

Deformação

Propriedades Mecânicas Curva Tensão-Deformação Verdadeira A curva tensão-deformação verdadeira considera a área

Propriedades Mecânicas

Curva Tensão-Deformação Verdadeira

A curva tensão-deformação verdadeira considera a área

instantânea da seção ao invés da área inicial do corpos de prova.

Para a região de estricção, surgem componentes de tensão

adicionais à tensão axial, de forma que surge a curva de tensão

verdadeira corrigida:

Verdadeira Corrigida Engenharia Deformação Tensão
Verdadeira
Corrigida
Engenharia
Deformação
Tensão
de forma que surge a curva de tensão verdadeira corrigida: Verdadeira Corrigida Engenharia Deformação Tensão
de forma que surge a curva de tensão verdadeira corrigida: Verdadeira Corrigida Engenharia Deformação Tensão
de forma que surge a curva de tensão verdadeira corrigida: Verdadeira Corrigida Engenharia Deformação Tensão
Propriedades Mecânicas Curva Tensão-Deformação Verdadeira Onde n é o expoente de encruamento, dependente de cada

Propriedades Mecânicas Curva Tensão-Deformação Verdadeira Onde n é o expoente de encruamento, dependente de cada material e K também é uma constante.

dependente de cada material e K também é uma constante. Material Aço Baixo Carbono (Recozido) Aço
Material Aço Baixo Carbono (Recozido) Aço Liga 4340 Temperado e Revenido a 315ºC) Aço Inoxidável
Material
Aço Baixo Carbono
(Recozido)
Aço Liga 4340 Temperado e
Revenido a 315ºC)
Aço Inoxidável 304
(Recozido)
Cobre
(Recozido)
Latão Naval
(Recozido)
Liga Alumínio 2024
(Trat. Térm. T3)
Liga Magnésio AZ-31B
(Recozida)
Propriedades Mecânicas Recuperação Elástica após Deformação Plástica Quando a deformação plástica é cessada,

Propriedades Mecânicas

Recuperação Elástica após Deformação Plástica

Quando a deformação plástica é cessada, ocorre uma recuperação

da deformação referente ao comportamento elástico. Esta recuperação é particularmente importante para processos de conformação mecânica a frio.

Descarga Reapli- cação da carga Deformação Recuperação Elástica Tensão
Descarga
Reapli-
cação da
carga
Deformação
Recuperação
Elástica
Tensão

Outro

efeito

importante

da

deformação

plástica

está

relacionado

ao

novo

limite

de

material

apresenta após ter sido deformado

escoamento

que

o

plasticamente.

O

maior

deformação plástica associada.

novo

Limite

que

de

o

Escoamento

original,

é

sem

Ensaio de Tração Uniaxial Conceito: O ensaio de tração consiste em submeter um corpo de

Ensaio de Tração Uniaxial

Conceito:

O ensaio de tração consiste em submeter um corpo de prova

padronizado a força de tração uniaxial crescente até a sua ruptura.

Máquinas Universais de Ensaios:

O ensaio é realizado em máquinas universais de ensaios (MUE), que podem ser hidráulicas ou mecânicas (fuso).

As máquinas hidráulicas (mais antigas) apresentam limitação de controle da velocidade de ensaio. Atualmente, máquinas com

acionamento servo-hidráulico podem controlar adequadamente a

velocidade;

As máquinas mecânicas (com fuso) apresentam controle de velocidade e apresentam menor investimento quando a finalidade é a

realização de ensaio de tração uniaxial.

Ensaio de Tração Uniaxial Procedimento de ensaio – Máquina Universal de Ensaios

Ensaio de Tração Uniaxial

Procedimento de ensaio Máquina Universal de Ensaios

Ensaio de Tração Uniaxial Procedimento de ensaio – Máquina Universal de Ensaios
Ensaio de Tração Uniaxial Procedimento de ensaio – Máquina Universal de Ensaios
Propriedades Mecânicas em Tração - Normas Outras Normas: NBR 6152 - Materiais metálicos – Ensaio

Propriedades Mecânicas em Tração - Normas

Propriedades Mecânicas em Tração - Normas Outras Normas: NBR 6152 - Materiais metálicos – Ensaio de

Outras Normas:

NBR 6152 - Materiais metálicos Ensaio de tração à temperatura ambiente.

ASTM E8 - Standard Test Methods for Tension Testing of Metallic Materials

ISO 6892 Metallic materials -Tensile testing at ambient temperature

DIN 50125 - Testing of metallic materials - Tensile test pieces (Foreign

Standard)

Propriedades Mecânicas em Tração Corpos de Prova: 1- Os corpos de prova para ensaio de

Propriedades Mecânicas em Tração

Corpos de Prova:

1- Os corpos de prova para ensaio de tração uniaxial deverão seguir

uma norma de referência;

2- As dimensões deverão ser adotadas respeitando a capacidade da máquina universal de ensaios.

3- Os corpos de prova apresentam seções normalmente circulares ou

retangulares, podendo ser semi-coroa circular quando forem

preparados a partir de tubos.

4- Os corpos de prova usados no ensaio de tração uniaxial apresentam três regiões distintas: região de agarre (cabeça), raio de

concordância e região útil.

Propriedades Mecânicas em Tração

Propriedades Mecânicas em Tração

Propriedades Mecânicas em Tração
Propriedades Mecânicas em Tração Ensaio em seções tubulares

Propriedades Mecânicas em Tração

Ensaio em seções tubulares

Propriedades Mecânicas em Tração Ensaio em seções tubulares
Propriedades Mecânicas em Tração Fixação dos Corpos de Prova na MUE a- por cunha, assentamento

Propriedades Mecânicas em Tração

Fixação dos Corpos de Prova na MUE

a- por cunha,

assentamento esférico.

b

por rosca,

c por flange

e

d

por

dos Corpos de Prova na MUE a- por cunha, assentamento esférico. b – por rosca, c
Propriedades Mecânicas em Tração – ASTM A 370

Propriedades Mecânicas em Tração ASTM A 370

Propriedades Mecânicas em Tração – ASTM A 370
Propriedades Mecânicas em Tração – ASTM A 370
Propriedades Mecânicas em Tração

Propriedades Mecânicas em Tração

Propriedades Mecânicas em Tração
Propriedades Mecânicas em Tração
Propriedades Mecânicas em Tração A padronização dos corpos de prova permite: 1- a fácil adaptação

Propriedades Mecânicas em Tração

A padronização dos corpos de prova permite:

1- a fácil adaptação do corpo de prova à MUE;

2- evitar sobredimensionamento e inviabilização do ensaio;

3- facilitar a determinação das propriedades em tração;

4- comparar valores de propriedades com outros ensaios;

5- eliminar falhas na fabricação dos corpos de prova que

interferem no ensaio.

Propriedades Mecânicas em Tração Limite de Escoamento ou resistência ao escoamento A resistência ao escoamento

Propriedades Mecânicas em Tração

Limite de Escoamento ou resistência ao escoamento

A resistência ao escoamento poderá ser determinada pela divisão da força de escoamento pela área da seção transversal inicial da região útil do corpo de prova. Neste caso, é dito Limite de Escoamento Nítido e poderá ser calculado como superior ou inferior.

R e = F e / A 0

Tensão de Escoamento Superior Tensão de Escoamento R e Tensão de Escoamento Inferior Deformação Tensão
Tensão de
Escoamento
Superior
Tensão de
Escoamento R e
Tensão de
Escoamento
Inferior
Deformação
Tensão
Propriedades Mecânicas em Tração Limite de Escoamento ou resistência ao escoamento A resistência ao escoamento

Propriedades Mecânicas em Tração

Limite de Escoamento ou resistência ao escoamento

A resistência ao escoamento poderá ser determinada pela divisão da força atingida em um percentual de deformação plástica pela área da seção transversal inicial da região útil do corpo de prova e será chamado de Limite de Escoamento de Engenharia ou convencional.

R 0,002 = F 0,002 / A 0

Elástica Plástica Tensão de Escoamento R 0,002 Deformação 0,002 Tensão
Elástica
Plástica
Tensão de
Escoamento R 0,002
Deformação
0,002
Tensão
Propriedades Mecânicas em Tração Limite de Resistência à Tração ou resistência mecânica A tensão máxima

Propriedades Mecânicas em Tração

Limite de Resistência à Tração ou resistência mecânica

A tensão máxima ou limite de

máxima

tensão suportada pelo material submetido a ensaio de tração. A partir do escoamento, o material:

a- se deforma plasticamente até o máximo M da curva (deformação uniforme) com encruamento associado.

Resistência à tração é a

b - Entre M

resultado do coaslescimento de microcavidades, o que resulta na estrição do corpo de prova.

como

e

F,

a tensão cai,

R m = F m / A 0

R r = F r / A 0 (menos usual)

F m R m M F F r Deformação Tensão
F
m
R
m
M
F
F
r
Deformação
Tensão
Propriedades Mecânicas em Tração A ductilidade é uma medida do grau de deformação plástica até

Propriedades Mecânicas em Tração

A ductilidade é uma medida do grau de deformação plástica até

a fratura. A ductilidade pode ser medida pelo aumento de comprimento a partir da marcação do corpo de prova ou por extensômetros.

Alongamento (A%):

A%
A%
medida pelo aumento de comprimento a partir da marcação do corpo de prova ou por extensômetros.
medida pelo aumento de comprimento a partir da marcação do corpo de prova ou por extensômetros.
Propriedades Mecânicas em Tração A ductilidade pode ser medida pela Estricção ou Redução de Área

Propriedades Mecânicas em Tração

A ductilidade pode ser medida pela Estricção ou Redução de

Área (Z%):

Mecânicas em Tração A ductilidade pode ser medida pela Estricção ou Redução de Área (Z%): Estricção

Estricção (Z%):

Z%
Z%
Propriedades Mecânicas em Tração – Uniões Soldadas Corpos de Prova Soldados Para ensaio de tração

Propriedades Mecânicas em Tração Uniões Soldadas

Corpos de Prova Soldados

Para ensaio de tração em soldas, os corpos de prova poderão ser retirados na direção do cordão, conforme segue:

Para ensaio de tração em soldas, os corpos de prova poderão ser retirados na direção do
Propriedades Mecânicas em Tração – Uniões Soldadas Corpos de Prova Soldados Os corpos de prova

Propriedades Mecânicas em Tração Uniões Soldadas

Corpos de Prova Soldados

Os corpos de prova poderão ser retirados com o cordão no seu centro, em referência à norma API 1104/1994:

As bordas deverão ser lisas e paralelas
As bordas deverão ser lisas e paralelas

O reforço da solda não deverá ser removido, conforme norma API

1104/94.

Propriedades Mecânicas em Tração – Uniões Soldadas Critérios de Avaliação conforme API 1104 / 1994

Propriedades Mecânicas em Tração Uniões Soldadas Critérios de Avaliação conforme API 1104 / 1994:

A resistência à tração da solda, incluindo a zona de fusão de cada

CP, deverá ser maior ou igual à resistência à tração especificada

para o material da tubulação, mas não necessáriamente superior à resistência do material usado.

1- Para ruptura fora do cordão (fora da zona de fusão): Quando a

resistência é igual ou superior à mínima tensão de tração especificada para a tubulação, a solda deverá ser aceita e considerada conforme os requisitos.

2- Para ruptura no cordão de solda (na zona de fusão): Quando a

resistência à tração é maior ou igual à especificação da tubulação e são atendidos requisitos de penetração, fusão, porosidade e inclusões (em nick- break), a solda deverá ser aceita.

3- Para ruptura abaixo da resistência mínima especificada para o

material da tubulação, a solda deverá ser rejeitada e outro teste deverá ser preparado.

Transição Dúctil-Frágil

Este tipo de comportamento ocorreu primeiramente em grandes e contínuas estruturas como vasos de pressão, tubulações, navios de guerra, pontes e outras estruturas, frequentemente construídas por soldagem.

Histórico: 250 navios na 2º guerra mundial apresentaram fratura frágil, tendo aços dúcteis como matéria-prima. Destes, 19 romperam ao meio.

Escala

Ponteiro CP Apoio
Ponteiro
CP
Apoio

Posição Inicial Pêndulo de Impacto

Altura final

Temperatura ( 0 F) Energia de Impacto Fratura por Cisalhamento Temperatura ( 0 C) Energia
Temperatura ( 0 F)
Energia de
Impacto
Fratura por
Cisalhamento
Temperatura ( 0 C)
Energia de Impacto (J)
Fratura por Cisalhamento (%)
Fratura Frágil
Fratura Frágil

Fratura Frágil

Fratura Frágil em Aços Normalmente Dúcteis

Fatores que devem estar presentes simultaneamente para causar fratura frágil:

1- Concentração de Tensões:

Pode ser um defeito de soldagem, uma trinca de fadiga, trinca

corrosão-fadiga ou entalhe de projeto como canto “vivo”, rasgo de

chaveta ou raio de concordância.

Concentrações de tensão estão freqüentemente presentes pelo projeto, em função da necessidade de cantos “vivos”, furos, chavetas e de forma não intencional por defeitos de fabricação ou uso.

Um grande cuidado tem sido dedicado à prevenção destes fatores que

geram concentração de tensão nos metais podendo, mesmo assim, ocorrer e influenciar no comportamento dos aços.

Fratura Frágil

Fratura Frágil em Aços Normalmente Dúcteis

Fatores que devem estar presentes simultaneamente para causar fratura frágil:

2- Tensão Trativa:

A tensão trativa deve apresentar magnitude suficiente para causar deformação plástica microscópica na concentração de tensão. Pode ser tanto uma tensão aplicada como uma tensão residual.

Durante o carregamento em serviço, o aparecimento de tensões trativas é muitas vezes inevitável. Por outro lado, cuidado especial pode ser dedicado para que tensões residuais estejam ausentes ou sejam minimizadas.

3- Temperatura Baixa:

Em baixas temperaturas, a possibilidade de ocorrência de fratura frágil será maior. A temperatura de transição dúctil/frágil pode ser superior à ambiente para alguns aços.

Para certas aplicações a temperatura pode ser controlada, mas não em todos os casos. Neste caso, o aço deve ser o fator de controle.

Ensaio de Impacto

Ensaio de Impacto

Ensaio de Impacto Charpy-Izod (ASTM A 370) Conceito: O ensaio de impacto consiste em submeter

Ensaio de Impacto Charpy-Izod (ASTM A 370)

Conceito:

O ensaio de impacto consiste em submeter um corpo de prova

pré-entalhado e apoiado a uma carga dinâmica aplicada por

meio de um pêndulo (martelo), liberado a partir de uma altura pré-determinada. O pêndulo atinge o centro do corpo de prova no lado oposto do entalhe (charpy) ou no lado do entalhe

(Izod), vindo a fraturá-lo.

Ensaio de Impacto Charpy-Izod (ASTM A 370) Tipos de ensaio de impacto:

Ensaio de Impacto Charpy-Izod (ASTM A 370) Tipos de ensaio de impacto:

Ensaio de Impacto Charpy-Izod (ASTM A 370) Tipos de ensaio de impacto:
Ensaio de Impacto Charpy-Izod (ASTM A 370) Tipos de ensaio de impacto:
Tenacidade em Impacto Charpy (ASTM A 370) Escala Ponteiro CP Apoio Posição Inicial Martelo de

Tenacidade em Impacto Charpy (ASTM A 370)

Escala

Ponteiro CP Apoio
Ponteiro
CP
Apoio

Posição Inicial Martelo de Impacto

Posição Final

Tenacidade em Impacto Charpy (ASTM A 370) Cutelo de Impacto CP Entalhe V

Tenacidade em Impacto Charpy (ASTM A 370)

Cutelo de Impacto CP Entalhe V
Cutelo de Impacto
CP
Entalhe V
Tenacidade em Impacto Charpy (ASTM A 370) Aspectos Importantes: 1- Padronização de Corpos de Prova,

Tenacidade em Impacto Charpy (ASTM A 370)

Aspectos Importantes:

1- Padronização de Corpos de Prova,

2- Acabamento superficial dos Corpos de Prova / Entalhe,

3- Tipo de Cutelo de Impacto,

4- Calibração dos Equipamentos (Comprimento do eixo de rotação ao centro de impacto, Massa do pêndulo, Perdas por atrito, Termopares / Termômetros).

Corpos de Prova para Impacto Charpy (ASTM A 370)

Corpos de Prova para Impacto Charpy (ASTM A 370)

Corpos de Prova para Impacto Charpy (ASTM A 370)
Corpo de Prova para Impacto Izod (ASTM A 370)

Corpo de Prova para Impacto Izod (ASTM A 370)

Corpo de Prova para Impacto Izod (ASTM A 370)
Tenacidade em Impacto Char Ensaio Charpy Detalhes Máquina

Tenacidade em Impacto Char

Ensaio Charpy Detalhes Máquina

Tenacidade em Impacto Char Ensaio Charpy Detalhes Máquina
Corpo de Prova padrão para Impacto Charpy (ASTM A 370)

Corpo de Prova padrão para Impacto Charpy (ASTM A 370)

Corpo de Prova padrão para Impacto Charpy (ASTM A 370)
Corpos de Prova Sub-size - Impacto Charpy (ASTM A 370)

Corpos de Prova Sub-size - Impacto Charpy (ASTM A 370)

Corpos de Prova Sub-size - Impacto Charpy (ASTM A 370)
Corpos de Prova Sub-size - Impacto Charpy (ASTM A 370)
Avaliações do Ensaio de Impacto Energia Absorvida em Corpo de Prova Padronizado Aspecto da Superfície

Avaliações do Ensaio de Impacto Energia Absorvida em Corpo de Prova Padronizado

Aspecto da Superfície de Fratura

Contração Lateral (medida da ductilidade)

Temperatura de Transição Dúctil-Frágil

Ensaio usado para:

- Avaliar a influência de elementos de liga

- Avaliar diferentes tratamentos térmicos - Controle de Qualidade e testes de aceitação de materiais.

Transição Dúctil-Frágil

Temperatura ( 0 F) Energia de Impacto Fratura por Cisalhamento Temperatura ( 0 C) Energia
Temperatura ( 0 F)
Energia de Impacto
Fratura por
Cisalhamento
Temperatura ( 0 C)
Energia de Impacto (J)
Fratura por Cisalhamento (%)

Transição Dúctil-Frágil

Alguns fatores que afetam a transição Dúctil-Frágil

Estrutura cristalina

Metais de Baixa Resistência – CFC e HC Metais de Baixa Resistência - CCC Materiais
Metais de Baixa Resistência – CFC e HC
Metais de Baixa Resistência - CCC
Materiais de Elevada Resistência
Temperatura ( 0 C)
Energia de Impacto (J)

Transição Dúctil-Frágil

Alguns fatores que afetam a transição Dúctil-Frágil em aços.

Teor de Carbono Eleva a temperatura de transição dúctil-frágil.

afetam a transição Dúctil-Frágil em aços. Teor de Carbono – Eleva a temperatura de transição dúctil-frágil.

Transição Dúctil-Frágil

Alguns fatores que afetam a transição Dúctil-Frágil em aços.

Direção de Conformação

Transição Dúctil-Frágil Alguns fatores que afetam a transição Dúctil-Frágil em aços. Direção de Conformação
Ensaio de Impacto Charpy Procedimento de Ensaio em temperatura ambiente 1- Posicionar o corpo de

Ensaio de Impacto Charpy

Procedimento de Ensaio em temperatura ambiente

1- Posicionar o corpo de prova pré-entalhado na posição de impacto, centralizando o mesmo a partir do entalhe

2- Zerar o ponteiro de arraste na escala do equipamento

3- Liberar o pêndulo de impacto e fraturar o corpo de prova

4- Realizar a leitura da energia absorvida na escala lateral

5- Medir a contração lateral com auxílio de paquímetro

Ensaio de Impacto Charpy Procedimento de Ensaio em baixa temperatura 1- Preparar a solução criogênica

Ensaio de Impacto Charpy

Procedimento de Ensaio em baixa temperatura

1- Preparar a solução criogênica (Nitrogênio líquido, gelo seco + álcool, Gelo seco + metil-etil-cetona, outros) e ajustar a temperatura com auxílio de termômetro ou termopar.

2- Mergulhar os corpos de prova pré-entalhados na mistura criogênica e mantê-los mergulhados por 5 minutos, mantendo na temperatura de interesse.

3- Zerar o ponteiro de arraste na escala do equipamento

4- Em tempo máximo de 5 segundos: colocar o corpo de prova pré-entalhado na posição de impacto, centralizá-lo a partir do entalhe, liberar o pêndulo e fraturar o corpo de prova.

5- Realizar a leitura da energia absorvida na escala lateral

Ensaio de Impacto Charpy Procedimento de Ensaio em Soldas 1- Definir a região da solda

Ensaio de Impacto Charpy Procedimento de Ensaio em Soldas

1- Definir a região da solda que será avaliada, podendo ser:

Metal base, ZAC ou Cordão de solda.

2- Usinar corpos de prova com comprimento maior que o CP padrão de 55mm.

3- Realizar macroataque químico, visando revelar as três regiões da solda.

4- Entalhar com brochadeira ou fresa a região de interesse

que será avaliada no ensaio.

5- Cortar os corpos de prova na dimensão de 55mm a partir da posição do entalhe.

anteriormente

mostrados.

6-

Realizar

ensaio

conforme

procedimentos

Propriedades Mecânicas Ensaios de Dureza Dureza - Conceito: “Resistência à deformação plástica localizada

Propriedades Mecânicas Ensaios de Dureza Dureza - Conceito:

“Resistência à deformação plástica localizada causada por um indentador”

Principais Métodos:

- Brinell

- Rockwell

- Vickers

- Knoop

Ensaio de Dureza

Aspectos Importantes:

1- Preparação de Corpos de Prova: Superfície isenta de óxidos, graxas, óleos, sujeiras. Superfície Plana e perpendicular ao Penetrador

2- Seleção do método de Dureza em função da

operacionalização, homogeneidade do material, espessura, objetivo do controle, entre outros.

3- Cuidado com o manuseio dos indentadores (instalação e desinstalação),

4- Calibração dos Equipamentos (Direta: força, dimensional do penetrador e sistema ótico (escala) ou relógio comparador. Indireta: Uso de blocos padrão de dureza certificados em cada escala a ser usada).

5- Verificação de funcionamento (blocos padrão).

Dureza Brinell J. A Brinell, 1900, primeiro método aceito e padronizado. O ensaio de dureza

Dureza Brinell

J. A Brinell, 1900, primeiro método aceito e padronizado.

O ensaio de dureza Brinell consiste em comprimir lentamente

uma esfera de aço, de diâmetro D, sobre uma superfície através de uma força F, durante um tempo t .

A compressão da esfera produz uma impressão permanente

em forma de calota esférica de diâmetro d, que é medida por meio de um micrômetro ótico (microscópio ou lupa graduada), depois de removida a força. A medida d é a média de duas

medições a 90º uma da outra.

Dureza Brinell Representação do Princípio:

Dureza Brinell

Representação do Princípio:

Dureza Brinell Representação do Princípio:
Dureza Brinell Representação do Princípio:
Dureza Brinell Escalas: A dureza Brinell é representada pelos seguintes símbolos: 1- HB ou HBS,

Dureza Brinell

Escalas:

A dureza Brinell é representada pelos seguintes símbolos:

1- HB ou HBS, quando o penetrador é uma esfera de aço;

utilizada em materiais que não excedam a dureza Brinell de

450.

2- HBW, quando o penetrador é uma esfera de metal duro,

utilizada em materiais que não excedam a dureza Brinell de

650.

Dureza Brinell Representação dos resultados: O número de dureza Brinell deve ser seguido pelo símbolo

Dureza Brinell

Representação dos resultados:

O número de dureza Brinell deve ser seguido pelo símbolo HB,

seguido pelo diâmetro da esfera, força e tempo de penetração.

Exemplo:

350 HBS 5/750 Dureza Brinell de 350, determinado com esfera de aço com 5mm de diâmetro e força de ensaio de 7355 N, durante 10 a 15 segundos.

Forças de Ensaio - Restrições

1-

O diâmetro da impressão (d) deve estar entre 0,24 e 0,60D

2-

A relação F/D² deve ser constante:

F/D² = 30 para durezas entre 95 e 415 kgf/mm² F/D² = 10 para durezas entre 30 e 140 kgf/mm² F/D² = 5 para durezas entre 15 e 70 kgf/mm² F/D² = 2,5 para durezas até 30kgf/mm²

Dureza Rockwell Stanley P. Rockwell, 1919, método de dureza que utiliza uma pré-carga. Alia a

Dureza Rockwell

Stanley P. Rockwell, 1919, método de dureza que utiliza uma pré-carga. Alia a rapidez, a facilidade de execução e o pequeno

tamanho de impressão.

O ensaio de dureza Rockwell está baseado na profundidade de penetração de uma ponta, subtraída da recuperação elástica

decorrente da retirada da carga principal.

A pré-carga serve para garantir o contato firme do penetrador com a superfície da peça cuja dureza será medida.

Dureza Rockwell Representação do Princípio: Rockwell Normal: Pré-carga de 10 kgf Rockwell Superficial: Pré-carga de

Dureza Rockwell

Representação do Princípio:

Rockwell Normal: Pré-carga de 10 kgf

Rockwell Superficial: Pré-carga de 3 kgf

Uma unidade Rockwell normal equivale a

2m de profundidade de penetração.

Uma unidade Rockwell superficial equivale a 1m de profundidade de penetração.

m de profundidade de penetração. Uma unidade Rockwell superficial equivale a 1  m de profundidade
Dureza Rockwell Escalas: A dureza Rockwell é representada pelos seguintes símbolos: 1- HR, que significa

Dureza Rockwell

Escalas:

A dureza Rockwell é representada pelos seguintes símbolos:

1- HR, que significa Hardness Rockwell,

2- Letras A, B, C, D e assim por diante, representam a escala de dureza utilizada para o ensaio.

Exemplo:

59 HRC Dureza Rockwell de 59, medida na escala C.

Dureza Vickers Smith e Sandland, 1925, levando o nome da Companhia Vickers-Armstrong Ltda, pioneira na

Dureza Vickers

Smith e Sandland, 1925, levando o nome da Companhia

Vickers-Armstrong Ltda, pioneira na fabricação deste tipo de

máquina de ensaio de dureza.

O ensaio de dureza Vickers está baseado na resistência à

penetração de uma pirâmide de diamante com base quadrada

e ângulo entre faces de 136º, sob determinada força.

Uma vez que o penetrador é de diamante e que as impressões de dureza tem o mesmo formato independentemente da carga usada, diz-se que o número de dureza é o mesmo quaisquer que sejam as formas usadas no ensaio, desde que os

materiais sejam homogêneos.

Dureza Vickers Representação do Princípio:

Dureza Vickers Representação do Princípio:

Dureza Vickers Representação do Princípio:
Dureza Vickers Representação do Princípio:
Dureza Vickers Escalas: A dureza Vickers é representada pelos seguintes símbolos: 1- HV, que significa

Dureza Vickers

Escalas:

A dureza Vickers é representada pelos seguintes símbolos:

1- HV, que significa Hardness Vickers,

2- A carga utilizada no ensaio em kgf.

Exemplo:

500 HV10 Dureza Vickers de 500, medida com carga de 10 kgf.

Dureza Knoop Frederick Knoop, National Bureau of Standards (agora NIST – USA), 1939. O ensaio

Dureza Knoop

Frederick Knoop, National Bureau of Standards (agora NIST

USA), 1939.

O ensaio de dureza Knoop está baseado na resistência à penetração de uma pirâmide de diamante com base rômbica e

ângulo entre faces de 130º e 172º30’, sob determinada força.

A profundidade de penetração é de cerca de 1/30 do seu comprimento.

Dureza Knoop Representação do Princípio:

Dureza Knoop Representação do Princípio:

Dureza Knoop Representação do Princípio:
Dureza Knoop Representação do Princípio:
Dureza Knoop Representação do Princípio:
Dureza Knoop Escalas: A dureza Knoop é representada pelos seguintes símbolos: 1- HK, que significa

Dureza Knoop

Escalas:

A dureza Knoop é representada pelos seguintes símbolos:

1- HK, que significa Hardness Knoop,

2- A carga utilizada no ensaio em kgf.

Exemplo:

500 HK1 Dureza Knoop de 500, medida com carga de 1kgf.