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160304 3ª

 CINV
 RNIT - 227º
 COM
 767º/837º
 398º
 539º ,762º/2,779º
 543º/2, 841º

 Motivo1:
o Uma opinião(não é inteiramente verdade): as duas teses clássica e
moderna, no resultado prático, que tese clássica for temporada com figura
do abuso do direito. Neste momento, quando nós falamos tese clássica,
apenas estamos a sancionar a responsabilização do terceiro, nos casos em
que além de ter conhecimento de existência de obrigação alheira, este
mesma terceiro, opta por contratar, fazê-lo de forma manifestamente
censurável e reprovável à alguns que podemos chamar os valores
dominante da nossa consciência jurídica colectiva. Ex, violente a
manifestamente a boa-fé e bons costumes.
o O que tese clássica admite, apenas só isto, é eu vou sanciona o
terceiro, apenas naqueles casos, em que um terceiro, não só obviamente
conhece a existência de obrigação alheira, mas isto não basta, é necessário
que aquele ao agir com forma manifestamente censurável. No fundo,
estamos basicamente só a resolver aqueles casos de manifesta falta, é
manifesta intenção de agir com vontade causado prejuízo, o terceiro com
este intenção de causar prejuízo relativamente com a pessoa de credor.
 聽左扛晒出黎都唔明 Ex: eu, terceiro, saber que há uma
pessoa, é um cliente de uma empresa com ele concorre no mercado,
só o terceiro, a fazer força para esse cliente, um devedor, com cumpre
a sua obrigação para com este mesma credor, oferecendo terceiro até
que para eventualmente indemnização em que este devedor venha
ser condenado. Devedor incumpre o seu contrato mantém com o
Credor empresa, eu, o terceiro, não quero saber se devedor vai ter de
pagar uma cláusula penal muito elevada, para deixar de trabalhar para
concorrência, devedor vem trabalhar com mim, porque em última
analisa se fosse condenada a pagar uma indemnização castrou eu,
para salvaguardar o pagamento deste indemnização. Isto é o facto
resolúvel a luz de tese clássica temperado com figura do abuso do
direito.
 Motivo2:
o Quando nós estamos a falar uma pura figura do abuso do direito, É
que nós queremos sancionar o comportamento de alguém, a luz de abuso
do direito, é evidente que por mais que nós procuramos, objectivar
identificando o comportamento imputável ao agente que agir o abuso do
direito, com sendo o comportamento claramente abusivo, há sempre o
risco de o julgador, que é pessoa estranha, é pessoa acompanhou o facto,
pode por simplesmente atender não há é o comportamento abusivo.

 É por estes dois motivos, eu entende que o tese mais adequada é a tese de
eficácia externa das obrigações obviamente que temporada com noção de abuso.
Claramente não acompanha tese eficácia externa das obrigações, se ele foi de ser
interpretada no sentido de que todo e qualquer terceira concorre na
responsabilidade civil, se com a sua conduta tiver em que ser acompanhando
contribuído para violação de direito de crédito alheiro.

 Nota:
o Se o terceiro conhece, não se abstenha de agir, ainda o seu
acompanhamento não seja censurável no quando o abuso do direito, eu
entende o terceiro deve ser responsabilizado.

 Esta matéria é utilizada para discutida no oral final do curso, para ver se o
aluno no fundo consegue alegar esta matéria para discutida nestes
questões, sem que ele obviamente fechadas.
 略-唔知佢講咩鬼 20min......nesta ambiente, se cada vez se sanciona em
termos positivos no sentido de se aprova comportamento deste natureza,
eu entende que tese clássica não é suficiente.

 Porque aplica o tese moderna? Eu olha para o direito positivo Pt, tem de ter
capacidade de reconhecer não há nenhum argumento seja suficientemente
de dar tese a errado. ......Desconhece completo porque ê o direito é natural,
admite uma realidade para jurídica, também cabe na nós, não conhece o
princípio de boa-fé, se tentar utilizar a boa-fé, alongo do prazo,......??......天
啊,佢講緊咩鬼 23min ...Portanto diz que, se a luz do direito Pt, eu vis o
base, a existência de uma norma reforça claramente decisiva, por muito
entender no ponto vista ideológico, no ponto vista de uma analisa mais
valorativa, uma tese moderna se mais adequada, eu nunca defende a tese
clássica.

 Existe algum argumento verdadeiramente decisivo, ele é argumento


art495º/3, que é última analisa em que dos leva mais na tese de eficácia
externa das obrigações.

 Motivo3:
o Olhando para os fundamentos ideológicos de cada uma das teses, e
subordina isto, o evidente apelo e quais sugestão imediato que o juízo deixa,
por toda aquele concepção perfeita lógica jurídica do professor Valera, eu
não possa deixa de não conhecer a tese moderna assenta em melhores
fundamentos.
o 25min 略......放過我......
o É ou não justo que um terceiro, tomando o conhecimento, da
existência de uma relação jurídica alheira, atua na uma forma liberal e
intencional para que essa relação jurídica que seja incompatível por parte e
terceiro, com isto retirar beneficio, não deverá este comportamento seja
censurável? Eu acho que. E como entende que, o fundamento ideológico
dessa tese, a conspecção clássica foi elaborada numa altura em que o valor
que atribuído ao riqueza mobiliária era que completamente diferente do
que atribuído co riqueza mobiliária neste tempo.
o Hoje em dia, com a inclusão dos sistema capitalista que como nós
sabemos, falência do banco, portanto, onde é que hoje em dia é
verdadeiramente segura e investir nosso dinheiro? Onde é que as pessoa
tenha muito dinheiro e capital que hoje em dia que estou a investir em
acções, em crédito, em valor do natureza mobiliária?
 Está a investir uma realidade que é, ex, água. Agua é um
bem imóvel.
 Pessoas que pensam mas água é o bem público......

 A água pode tornar-se o acto que é diferente hoje
em dia

Analisa de Acórdãos:

Acórdão1 - 16/Jun/1964:

Caso:
 Pacto de preferência
 Temos dois sócios, tem um contrato comercial, tinham acordado entre si, o
exercício dos seus dtos e obrigações enquanto naquele sociedade no âmbito do
instrumento societário, o contrato social chamada o acordo para social. É uma
acordo que sócio de uma sociedade, regula entre si com o seu comporto. É muito
frequentemente, obviamente nas sociedades que tem o preço e tem relevância, e
em que obviamente normalmente sucede, em que se pretende haja concentração
interesses entre sócios para aquele sociedade realizada.
 E neste acordo para social e próprio interesse, tinha fica com o acrodo
fundamentalmente de que, quando e qq destes dois sócios, se decidir a vender as
ações que lhe tinha na sociedade, queria dá a preferência ao outro.
 O que sucede - uma violação do direito de preferência.
 Tem uma sóciaA e sócioB, quando sócioA quis vender ações ao terceiro,
vendeu as ações a essa mesma terceira, ele não deu previamente a preferência ao
sócioB. O sócioB restringiu e intentou uma ação jurisdição ao tribunal, em
fundamentalmente pretendia ser indemnizado de todos prejuízos que tinha sido
causados com a violação deste pacto de preferência.
Nota:
 Para o efeito de facto de caso, estamos a falar o acordo e dum pacto de
preferência que tinha eficácia meramente obrigacional. Ou seja, não há possível
atribuir eficácia real ao pacto de preferência.
Tribunal:
 O tribunal de Justiça decidiu, diz que perante na plana vigência do código
civil, deciada , condenou o terceiro em indemnizar B. Com base de facto que o C,
quando comprou acções de A, saber que havia o pacto de preferência, e não
obstante este mesmo facto, ter agido no sentido de permitir concretizar este
mesma acção.
 Portanto, temos aqui um acordo que é no 1964, em plena vigência de código
civil deciada, em que contexto, económico, cultural, que claramente distingue com
actual, sancionou a eficácia externa das obrigação.
 O tribunal diga mais, que é parte mais interessante, é que o tribunal não só
condenou a C em indemnizar o credor, como eu diz, o credor tinha o direito de
exigir a transacções que fossem. Isto é altamente discutido. Porque o tribunal faz,
é que sancionar a eficácia real por pacto de preferência com efeitos meramente
obrigacionais.
Como nós se tivemos defender este decisão a luz do direito Pt com crime, este com
certeza de que o tribunal de justiça precisa de advogados no âmbito de uma ação de
responsabilidade civil que para se endentou que o acto praticado pelos seus órgãos, a
decisão judicial é ilegal, eu vou prejudicado?
 Nós podemos dizer no seguinte, é evidente que qual é o melhor crítica que
podemos atribuir para esta sentença? É sancionar na eficácia real no pacto de
preferência, quando o contrato tinha até por manifesta a decisão dos partes, a
eficácia meramente obrigacional, não há desrespeito porque há o princípio de
autonomia privada e liberdade contratuais.
 Defende esta tese e seguinte: o código civil dizia, havia uma norma igual,
quando aquele que se exige no código civil Pt, que é matéria de obrigação de
indemnizar, se formos devidamente rigorosos, conduz ao exacto resultado prático
deste decisão. Portanto, no fundo, naquele senhores podem aparentemente
fazem no 1964, é limitar as extrair todas as consequências possíveis da obrigação
indemnizar imposto ao terceiro com base duma lógica de eficácia externa das
obrigações.
 Onde está regulada pelo CC na matéria de obrigação de indemnizar? Art566º
e ss, são artigos que regulam obrigação de indemnizar, havendo este obrigação de
indemnizar, quer do principio de responsabilidade extra-contratual, quer do
princípio de responsabilidade contratual.
 Qual é o princípio geral que vigor em matéria de obrigação indemnizar?
o Quando alguém praticou um facto ilícito gera danos, a ver este nexo
causalidade entre o facto e danos, como se indemniza estes danos?
o Ao contrário com nós achamos, não é chega ao fazer uma
transferência voluntária, porque isto é excepção, a regra é uma
reconstituição natural. Deve ser reconstituir a situação que existia,antes de
prática do facto ilícito.
o Portanto, quando C é obrigado a restituir a transacções, mediante a
devolução do preço que ele próprio existia, ao credor e quem
ilegitimamente recebido, o que se no fundo está a fazer é sancionar este
princípio geral de reconstrução natural.
 Hoje em dia, usar o artigo413º e 421º CC, nenhum juízo que pode invocar
566º. Para quem que atribuir a eficácia real ao contrato promessa e pacto de
preferência......聽唔清...聽唔明 41min

Acórdão2 - 17/Jun/1979:

Caso: é o músico muito conhecido no final dos anos 1970 no Pt, chamado Refeal Sanjes.
 Entre A, sociedade determinada por Espanfos, e B, cantor Refeal
Maldesanjes, tinha celebrado o contrato, pelo qual o reflete no cantor, se obrigar a
gravar através de A todos as suas canções. C, uma empresa chamada Valentim
Carval. C convence este músico agravado para si, um conjunto de músicas que B
titular, comercializar, que atribuir designadamente em Pt. No processo judicial,
ficou dar comportado, o conhecimento de todos intervenientes de existência do
contrato anterior, mas não ficou aprovado a existência de qq comportamento de
gozo de parte de C.
 Ou seja, o C conhecia o contrato, mas ele ser tinha agir com forma
ideológico, não tinha actuar na forma manifestamente contrário A , e bons
costumes.
Nota:
 providencia cautelar: corresponde uma espécie de ação. No código processo
civil, um professor diz que todo direito reconhece de uma lei, corresponde uma
ação destinada ao fazê-lo em conhecer em prejuízo.
 Portanto, quando alguém ser lesado, ele tem de fazer é recorrer ao tribunal.
Obviamente na altura, em que por força de aquele que é normal duma ação
judicial, porque a justiça é feira pelos homens, e justiça pressupõem ao contrato
muito vezes que não é isso(?) maturação... Em que a justiça tem de ser por ordem.
Isto impossível haver justiça por ordem em determinados tipos das circunstâncias.
Portanto, é uma crítica muito fácil separar...(??)47min
 Normalmente, há duas formas para recorrer em tribunal. Há casos em que é
possível esperar, a intenta uma ação judicial. Mas há outro que não é possível
esperar.
o Ex. Eu sou o Podófio????? 心好累......47min
 Há situações só impensáveis. Como as pessoas fazem nestes tipos de casos?
Quer uma providência cautelar. Que é uma mecanismo jurídico, que com carácter
urgente 48 horas ou 24horas visam evitar uma determinado produção dos efeitos.
Tribunal:
 Neste caso, A requerer uma providencia cautelar para contra C, dizer todos
tiver sido gravado, veriam ser de A, não deveria, nunca comercializar sem o seu
consentimento.
 Tribunal deferiu a providência, avança e perante o tribunal de justiça,
revogar outro providencia.
 Parece o C, terceiro, não tinha tido dolo no sentido em que, embora tiver
aprovado comercia a existência do contrato, aquele não apor com o objectivo
evitar a produção de um determinado dano.
 Este acórdão ao contrário com o primeiro, capaz intender a tese clássicas.
 Precisamos verificar, Como a tese clássica, mesmo temporada com figura de
abuso do direito, não conduz no resultados práticos, de que a tese moderna.
Porque aqui não tinha vindo o dolo, não culpa, não havia responsabilização do
terceiro.
Acórdão3 - 25/out/1993:
Caso:
 Entre A e B tinham sido celebrado um contrato de transporte da uma
Categorias(??咩黎架). Nos termos de qual, A, na qualidade de uma
transportador, e devedor, se comprometer a efectuar do transportes certas
categorias disposto para corto.
 O que sucede é que, sem de B dizer se tiver informado, o devedor, A, sub-
contratou o transporte junto com outra empresa de transporte chamada C, em
que, a pessoa conta, no seu nome, no seu interesse efectuado o título de
transporte.
 O transportes de categorias foi feitas do Lisboa ao Porto.
 Porem, C, recusou-se, em certa altura, a entregar as categorias ao B,
alegando que era credor de A que não tinha pago determinadas despesas e
procurando a exercer uma espécie de direito de retenção, relativamente das
categorias que era pertence do B.
 O tribunal de justiça condenou a C em indemnizar o B, dizendo C, será
estranha da relação jurídica obrigacional, agir culposamente com sua conduta ao
recusa de entregar as categorias que era pertence de B, tendo contribuição para
violação do seu direito do crédito.
 Seja, o acordo sancionou a eficácia externa das obrigações.
 Eu diz concorda com a solução do caso, acha que é justa. Porque não haja
força necessário, entrar a analisa de questão de saber se o terceiro podia ou não
ser responsabilizado, porque nós na realidade e que temos, é violação de não de
direito de crédito de B, mas é um direito real que é propriedade que B tem sobre
uma categorias que ele pertencem.
 Direito de retenção: o direito de retenção é um direito real de garantia.
ARTIGO 754º (Quando existe)
O devedor que disponha de um crédito contra o seu credor goza do direito de
retenção se, estando obrigado a entregar certa coisa, o seu crédito resultar de
despesas feitas por causa dela ou de danos por ela causados.
 O que o direito de retenção pressupõem é que uma relação jurídica
obrigacional, é que alguém tem uma certa coisa, estão a obrigado a entregar, mas
suportou de uma determinadas despesas, ou se sofreu um determinados danos
por força desta mesma coisa.
 O C é o credor de A, enquanto não pagar, não vai entregar categoria que tens
de entregar ao B. Este é errado. Porque o direito de retenção, só pode exercer
sendo em relação que o C que são com propriedade do devedor. Não se pode
exercer o direito de retenção, em relação ao bem que não pertence ao devedor. Se
não, ele está a violar o direito de propriedade alheiro.

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Revista o programa :
 A relevância do interesse do credor no fim de obrigação
 Tema de Boa-fé
 Diferença entre o Dto de obrigações e outros dtos civis

Ideia: O dto da obrigações é constituído por conjunto das normas jurídicas que visa
disciplinar as relações jurídicas obrigacioanl estabelecem entre as partes, é todo ele
dominado, caracterizado por interesse que é uma satisfação de credor. Ou seja, quando
a obrigação nasce, e se reforma, que ele visa satisfazer o interesse de credor.

Temos no CC várias normas jurídicas que tal algumas maneira verifica este afirmação:
 767º
 837º
 398º

ARTIGO 767º (Quem pode fazer a prestação):


1. A prestação pode ser feita tanto pelo devedor como por terceiro, interessado ou não
no cumprimento da obrigação.
2. O credor não pode, todavia, ser constrangido a receber de terceiro a prestação,
quando se tenha acordado expressamente em que esta deve ser feita pelo devedor, ou
quando a substituição o prejudique.

Quando uma obrigação nasce, o devedor ou qualquer terceiro pode cumprir.


Ex, eu compromete perante Rita a pagar €5, se o João, sem falar comigo, pagar em

vez de €5 ao Rita, a obrigação que eu tinha paguei ao Rita extinga-se. Isto pressupõem
que no ponto vista de interesse de Rita, seja naturalmente indiferente receber dinheiro
do meu ou do João, é mesmo o dinheiro. Os meus €5 não são mais bonito do que €5 do
João. Obviamente este regra, tem uma excepção, que está no art767º/2. Há casos, em
que por força do mesmo interesse, o credor. Não é obrigado a aceitar a prestação do
terceiro.

Ex. Eu conhece o pintor altamente aparecido evocado no mercado. A nova .........

1h9min

 Art767 1h07min
 O dto de credor - cumprido além pelo devedor, tb outras pessoas
 Este artigo tem uma expecção
 Art398º - problema não é pecuniaria ou não, mas tem de digno de proteção
legal
 Art837~- 1h12min visa o interesse de credor--- tem de o consentimento
aceitado pelo credor.....???????
Problema:
762/2
 É o prorpio credor que tem de sujeita o princípio de boa-fé
 Se o credor com forma que exige o cumprimento de devedor mas é viola o
princípio de boa -fé que considera... Pode o dvedor recusa o cumprimento
779º
 Prazo tem de a favor do devedor...
 O devedor pode cumprir antes de prazo
 O credor não pode exigir antes de prazo
1h20min
Boa-fé
Subjectivo - boa ou mal fé
 Inoponibilidade ao terceiro de boa -fé

Objectiva
 Não psicológico de pessoa, mas é conduta
 O pº é boa -fé art227º - matéria de integração da lacuna
 Art227 e artXXX
 Sig não
 Primado de dignidade de pessoa humana

 CINV
 RNIT - 227º
 COM
 1h26min

Quando o obrigação nasce fora do fonte de obrigação, tem vários poderes de função.
Quando este obrigações ser violados, tem responsabilidade civil diferente.