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Panorama Econômico

do Rio Grande do Sul


2014

Unidade de Estudos Econômicos


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ÍNDICE
1. Área territorial
2. Indicadores Demográficos
3. Indicadores Sociais
4. Educação
5. Mercado de trabalho
6. Perfil de Consumo
7. PIB
8. Agricultura
9. Pecuária
10. Silvicultura
11. Indústria
12. Comércio
13. Serviços
14. Setor externo
15. Infraestrutura
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ÁREA TERRITORIAL

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


ÁREA TERRITORIAL

DIVISÃO POLÍTICA
Divisão municipal e rede urbana do RS

Área territorial do Estado do Rio


Grande do Sul:

281.748,5 Km²

O RS possui uma área


equivalente a 3,32% da
extensão territorial
brasileira e está dividido
em 496 municípios.

Sua área territorial é igual a


do Equador

Fonte: SCP/Atlas Socioeconômico do RS UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


ÁREA TERRITORIAL

DIVISÃO POLÍTICA
Divisão municipal e rede urbana do RS

Área territorial do Estado do Rio


Grande do Sul:

281.748,5 Km²

No RS 79,6% das cidades


possuem menos de 20.000
habitantes.

Fonte: SCP/Atlas Socioeconômico do RS UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


ÁREA TERRITORIAL

DIVISÃO GEOGRÁFICA DO RIO GRANDE DO SUL


Percentual da área total por mesorregião

Maiores municípios
Maiores municípios
(em km²):
(em km²):
• São Francisco de Paula: 3.273;
• Santo Antônio das Missões: 1.714;
• Bossoroca: 1.596;
24,1 • Bom Jesus: 2.626;
• Vacaria: 2.124.
• Palmeira das Missões: 1.416.
9,6
Maiores municípios
(em km²): 9,7
• Santiago: 2.413;
• Cacequi: 2.370; 23,3 6,4 11,1 Maiores municípios
• Tupanciretã: 2.252. (em km²):
• Cachoeira do Sul: 3.735;
• Rio Pardo: 2.051;
Maiores municípios • Candelária: 944.
(em km²):
• Alegrete: 7.804; 15,8
• Santana do Livramento: 6.950;
• Uruguaiana: 5.716.
Maiores municípios
(em km²):
Maiores municípios • Mostardas: 1.983;
(em km²): • Camaquã: 1.680;
• Santa Vitória do Palmar: 5.244; • Viamão: 1.494.
• Piratini: 3.561;
• Canguçu: 3.525.
Fonte: FEE UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ÁREA TERRITORIAL

A CAPITAL – PORTO ALEGRE

Porto Alegre possui uma extensão territorial de


496,8 Km², o equivalente a 0,18% da área territorial
rio-grandense.

A capital possui 1.417.721 habitantes, que


representa 13,14% da população gaúcha.

Fonte: FEE – Dados de 2010. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


ÁREA TERRITORIAL

BACIAS HIDROGRÁFICAS
Bacias hidrográficas do RS
O território gaúcho é formado
por três grandes bacias
hidrográficas:

• Bacia do Uruguai que faz parte


da Bacia do Rio da Prata e
abrange cerca de 57% da área
total do Estado; está vinculado
principalmente às atividades
agropecuárias e agroindustriais.

•Bacia do Guaíba com 30% do


total, apresenta áreas de grande
concentração industrial e urbana,
sendo a mais densamente
povoada do Estado. Além disso,
é a sede de atividades
diversificadas incluindo indústria,
agropecuária e agroindústria,
entre outras.

•Bacia Litorânea com 13% do


total, apresenta usos do solo
predominantemente vinculados
às atividades agropecuárias e
industriais.

Fonte: SCP/Atlas Socioeconômico do RS UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDICADORES DEMOGRÁFICOS

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDICADORES DEMOGRÁFICOS

DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO
População absoluta do Rio Grande do Sul: 10,8 milhões

População do RS por gênero


(%)

Brasil
Homem 48,7%
48,7 51,3
Mulher 51,3%

Na zona urbana, as mulheres


são a maioria (51,8%).
Mulher Homem Já na zona rural, o mesmo
não ocorre. As mulheres
População do RS por situação de domicílio representam 48,8% do total.
(%)
15,9
Brasil
Urbana 84,8%
Rural 15,2%
84,1

Urbana Rural
Fonte: FEE. IBGE/PNAD 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDICADORES DEMOGRÁFICOS

DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO
População absoluta do Rio Grande do Sul: 10,8 milhões
População por mesorregião
Municípios mais populosos (%)
(em mil habitantes): Municípios mais populosos
• Passo Fundo: 187,5; (em mil habitantes):
• Erechim: 97,2; • Caxias do Sul: 439,9;
• Ijuí: 79,5.
18,2 • Bento Gonçalves: 108,2;
18,1 • Farroupilha: 64,1.
9,9
9,9
Municípios mais 5,0 Municípios mais populosos
populosos 5,0 7,3
(em mil habitantes): 7,3 44,4 (em mil habitantes):
• Santa Maria: 263,6; 44,5 • Porto Alegre: 1.417,7;
• Santiago: 49,0;
6,7 • Canoas: 329,1;
• São Sepé: 23,6.
6,7 • Gravataí: 259,8.
8,5
8,5
Municípios mais populosos Municípios mais populosos
(em mil habitantes): (em mil habitantes):
• Uruguaiana: 126,0; • Santa Cruz do Sul: 119,9;
• Bagé: 117,4; Municípios mais populosos • Cachoeira do Sul: 83,4;
• Santana do Livramento: 81,4. (em mil habitantes): • Lajeado: 73,2.
• Pelotas: 330,2;
• Rio Grande: 198,8;
• Canguçu: 53,4.
Fonte: IBGE. FEE/Núcleo de Produtos Estatísticos - 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDICADORES DEMOGRÁFICOS

DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO
População absoluta do Rio Grande do Sul: 10,8 milhões

População residente por cor ou raça


(%)
80,3

Brasil RS

46,2 45,0

13,7
7,9 5,7
0,5 0,1 0,3 0,3
Branca Preta Amarela Parda Indígena

Mais de 80% dos gaúchos se declaram brancos. Este alto percentual se


deve, principalmente, à origem da população colonizadora. Quando é
analisado o total do Brasil, o percentual de brancos cai para 46,2%.

Fonte: FEE. IBGE/ PNAD 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDICADORES DEMOGRÁFICOS

DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO
População absoluta do Rio Grande do Sul: 10,8 milhões

População residente no RS por faixa etária


(%)
70 ou mais 6,8
65 a 69 4,1 Mais de 42% dos
60 a 64 5,2 gaúchos possuem idade
55 a 59 6,0 até 29 anos. Apesar de
50 a 54 6,7 apresentar uma
45 a 49 7,6 população bastante
40 a 44 6,9 jovem, o Estado está se
35 a 39 6,8 aproximando da
30 a 34 7,2 estrutura etária de
25 a 29 7,2 países desenvolvidos.
20 a 24 7,4
15 a 19 8,4
10 a 14 7,8
5a9 6,2
0a4 5,6

Fonte: FEE. IBGE/ PNAD 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDICADORES DEMOGRÁFICOS

MIGRAÇÕES
Imigrantes no RS por local de nascimento
(%)

2,3 Da população residente no


12,9 Estado, 3,7% são imigrantes.
5,3
7,3 41,4
Destes, quase 60% vêm dos
outros estados da Região
13,4 Sul, e 13,4% vêm de outros
17,4 países.

Santa Catarina Paraná País estrangeiro São Paulo Destino dos emigrantes do RS
Rio de Janeiro Minas Gerais Outros (%)
3,5 11,7
Atualmente, mais de 1 3,9 38,6
milhão de gaúchos vivem em 7,7
outros estados do Brasil.
9,1
Destes, mais de 64% vivem
nos outros Estados da 25,5
Região Sul, sendo Santa
Catarina o principal destino.
Santa Catarina Paraná Mato Grosso
São Paulo Rio de Janeiro Mato Grosso do Sul
Fonte: IBGE/PNAD 2012 Outros UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDICADORES DEMOGRÁFICOS

EVOLUÇÃO DA PIRÂMIDE ETÁRIA GAÚCHA


2012 1996

Mulheres Homens
Mulheres Homens
A mudança ao longo dos anos na pirâmide etária do RS
é evidente. Em 1996 ela se assemelhava àquelas
No RS, 6,8% da população tem 70 anos observadas para países subdesenvolvidos.
ou mais, percentual superior ao
observado para o Brasil (5,6%). Isto se 2025 – projeção
deve, principalmente, à maior
expectativa de vida no Estado.

A variação deste resultado é


consideravelmente alto através dos
municípios gaúchos. Tal faixa etária
representa 3,1% em Nova Hartz – na Mulheres Homens
região Metropolitana – e 15,0% em A projeção para 2025, é que a maior parte da população
Santa Tereza esteja em idade potencial para o trabalho, ou seja, o
– na região Nordeste Estado experimentará sua “época de ouro”, na qual
poupança e investimentos tendem a se intensificar.

Fonte: IBGE/ PNAD 2012. FEE/CIE/NPE. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDICADORES DEMOGRÁFICOS

ASPECTOS DEMOGRÁFICOS – RIO GRANDE DO SUL


Distribuição da população População potencialmente ativa (PPA)
versus
2012 2025 Razão de dependência (RD)
70,1 68,1
64,0 64,0
19,6% 0 – 14 anos 17,2% - 230,3

56,2 56,4
15,9% 15 – 24 anos 12,0% - 390,3 46,9
42,6
21,1% 25 – 39 anos 22,6% + 212,7

1991
1996
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2008
2009
2010
2011
2012
2015
2020
2025
2030
2035
2040
2045
2050
14,5% 40 – 49 anos 14,7% + 55,4
PPA RD

12,7% 50 – 59 anos 12,6% + 12,8


A PPA compreende as pessoas que
compõem a mão-de-obra potencial de uma
9,3% 60 – 69 anos 11,4% + 250,7 região, classificadas como aquelas que
possuem entre 15 e 64 anos.
6,8% 70 anos ou mais 9,6% + 317,4

100% Total 100% + 228,6 A razão de dependência mede o peso da


população inativa – aquelas pessoas que
Diferença populacional no possuem entre 0 e 14 anos ou 65 ou mais –
período (em mil pessoas). sobre a PPA.
Fonte: IBGE/ PNAD 2012. FEE. Elaboração: FIERGS/UEE. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDICADORES DEMOGRÁFICOS

ASPECTOS DEMOGRÁFICOS – RIO GRANDE DO SUL


Distribuição da população População potencialmente ativa (PPA)
versus
2012 2025 Razão de dependência (RD)
70,1 68,1
64,0 64,0
19,6% 0 – 14 anos 17,2% - 230,3

56,2 56,4
15,9% 15 – 24 anos 12,0% - 390,3 46,9
42,6
21,1% 25 – 39 anos 22,6% + 212,7

1991
1996
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2008
2009
2010
2011
2012
2015
2020
2025
2030
2035
2040
2045
2050
14,5% 40 – 49 anos 14,7% + 55,4
PPA RD

12,7% 50 – 59 anos 12,6% + 12,8


O “Bônus Demográfico” no RS ocorrerá em 2015, ano no
qual a diferença entre a PPA e a razão de dependência
9,3% 60 – 69 anos 11,4% + 250,7
será mais acentuada. Após este período, a população terá
um peso cada vez maior de pessoas inativas.
6,8% 70 anos ou mais 9,6% + 317,4

100% Total 100% + 228,6 No Brasil, o “Bônus Demográfico” ocorrerá em 2022, oito
anos mais tarde. Isso é em parte explicado pela menor
Diferença populacional no taxa de natalidade e de fecundidade e maior esperança de
vida ao nascer observadas para o Estado.
período (em mil pessoas).
Fonte: IBGE/ PNAD 2012. FEE. Elaboração: FIERGS/UEE. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDICADORES DEMOGRÁFICOS

ASPECTOS DEMOGRÁFICOS
76,6 Índice de Envelhecimento (IE)
(número de idosos para cada 100 crianças)
Esperança de vida 74,5
ao nascer 2050
(em anos)
1996 2012 2025
179
161
RS BR
86
1,8
49 59
Taxa de fecundidade 1,6 24 16
29
total
RS BR RS BR RS BR
(por mulher) RS BR

RS BR

15,6 Razão de Dependência dos Idosos e das Crianças


14,0
Taxa bruta de 51,2
natalidade 42,6
(por mil habitantes) 36,1 36,2 35,8
28,5 27,4
25,2 22,2
21,7 20,2
RS BR 16,2
14,0
10,0 8,0 10,5
15,7

10,8 RS BR RS BR RS BR RS BR
Taxa de mortalidade 1996 2012 2025 2050
infantil RD-idosos RD-crianças

(por mil crianças nascidas vivas)

RS BR
RD – idosos: nº. de idosos para cada 100 pessoas em idade potencialmente ativa
RD – crianças: nº. de crianças para cada 100 pessoas em idade potencialmente ativa
Fonte: IBGE/ PNAD 2012. FEE. Elaboração: FIERGS/UEE. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDICADORES SOCIAIS

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDICADORES SOCIAIS

RENDA E CONDIÇÕES DE EMPREGO


Média de anos de estudo das pessoas ocupadas
10,7 10,2
9,2 9,0
Proporção de pessoas em 7,3 7,3
empregos formais - % 6,1 6,6
(em relação ao total de pessoas de 16 anos Brasil
ou mais ocupadas)
RS
61,4

Homens Mulheres Homens Mulheres


Trabalhos formais Trabalhos informais

Média horas semanais trabalhadas pelas


Brasil
pessoas ocupadas
56,9 RS
43,1
42,5
Homens: 62,9%
Homens: 57,7%
Mulheres: 59,5%
Mulheres: 55,8%
Brasil
36,5 36,2
Brasil RS RS

Trabalhos formais Trabalhos informais


Fonte: IBGE. PNAD. 2012. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDICADORES SOCIAIS

RENDA E CONDIÇÕES DE EMPREGO


Desigualdade de rendimentos

% médio do rendimento % médio do rendimento


dos trabalhadores das mulheres em relação
informais em relação aos aos homens
trabalhadores formais

65,2 73,3

71,7
55,6

Brasil RS Brasil RS

Fonte: IBGE. PNAD. 2012. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDICADORES SOCIAIS

RENDA E CONDIÇÕES DE EMPREGO


Renda domiciliar - participação por décimo
da população (%) 41,90

37,45

Na média, os rendimentos no
RS são mais elevados em
comparação com a média
brasileira, para todos os
estratos sociais exceto o mais
alto. 15,53 15,47
11,29
10,92
9,04
7,28 8,37
6,14 6,90
5,08 5,49
3,96 4,29
2,85 3,28
1,44 2,29
1,02

1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º
Brasil Rio Grande do Sul

Fonte: IBGE. PNAD. 2012. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDICADORES SOCIAIS

RENDA E CONDIÇÕES DE EMPREGO


% da população com renda menor
Índice de GINI da Renda
do que ½ do salário mínimo
29,23 domiciliar per capita
Brasil
17,08
0,5277
Urbana: 24,52
Urbana: 15,66% Rio Grande do Sul
Rural: 54,85%
Rural: 24,51%
0,4747
Rio Grande do Sul Brasil

% da população com renda menor


Razão de Renda
(nº de vezes que a renda dos 20% mais ricos
do que ¼ do salário mínimo supera a dos 20% mais pobres)
10,42
Brasil

4,49 Urbana: 7,45%


17,1
Urbana: 3,73% Rural: 26,59% Rio Grande do Sul
Rural: 8,47%
12,2
Rio Grande do Sul Brasil
Fonte: IBGE. PNAD. 2012. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDICADORES SOCIAIS

RENDA E CONDIÇÕES DE EMPREGO


Distribuição percentual do rendimento por
origem do rendimento
77,0
72,9

Brasil
RS
22,6
17,9

5,1 4,5

Trabalho Aposentadoria e Outras


pensão

Em média, mais de 70% dos rendimentos da famílias é advindo do trabalho.


Ainda, a aposentadoria e pensões são mais representativas para o rendimento
das famílias gaúchas, em comparação à média brasileira.

Fonte: IBGE. PNAD. 2012. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDICADORES SOCIAIS

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO – IDESE

IDESE
(mesorregiões do RS)
1
ALTO
Total desenvolvimento
0,799
Nordeste 0,773
0,727
Metropolitana 0,735 MÉDIO (RS)
Centro-Ocidental 0,696 desenvolvimento

Sudoeste 0,675 0,499

Sudeste 0,675
Noroeste 0,727 BAIXO
desenvolvimento
Centro-Oriental 0,729
0

Fonte: FEE 2010 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


EDUCAÇÃO

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


EDUCAÇÃO

TAXA DE ALFABETIZAÇÃO
Taxa de alfabetização das pessoas com 5
anos ou mais – 2012
(%) O estado do RS é o 5º colocado em
94,32 relação aos demais estados do Brasil,
permanecendo atrás de SC, DF, RJ e
SP, respectivamente. O pior colocado
é o Estado do Maranhão com uma taxa
90,08 de 77,69% de alfabetizados.

Brasil Rio Grande do Sul


Taxa de alfabetização Taxa de alfabetização – RS
nas mesorregiões do RS – 2010
No Estado, os
(%)
homens são mais
Total Homens Mulheres alfabetizados do que
Nordeste 96,80 97,10 96,60 as mulheres.
Metropolitana 96,70 96,90 96,50 Entretanto, na
Centro-Ocidental 95,50 95,40 95,60 comparação entre as
mesorregiões, isso
Centro-Oriental 95,00 95,20 94,80
não é constatado no
Sudoeste 94,60 94,20 95,00
Sudoeste e no
Noroeste 94,40 94,60 94,20 Sudeste.
Sudeste 94,20 94,20 94,30
Fonte: IBGE/Censo Demográfico 2010 e PNAD 2012. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
EDUCAÇÃO

NÍVEL DE INSTRUÇÃO
Nível de instrução
(Pessoas com 10 anos ou mais, em %)

Brasil Rio Grande do Sul

0,3 0,2
2,4 2,4
11,6 12,3

29,2 56,5 25,6


59,5

Sem instrução e fundamental incompleto Fundamental completo e médio incompleto


Médio completo Superior incompleto ou mais
Não determinado

Fonte: IBGE/PNAD 2012


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
EDUCAÇÃO

ENSINO BÁSICO – FREQUÊNCIA ESCOLAR

Pessoas que frequentam escola ou creche por faixa etária


(% da população naquela faixa etária)

Brasil Rio Grande do Sul


96,0 92,9
92,8 92,6

43,9
31,1 36,5 37,3
23,2 26,9

4,1 3,8

0 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 17 anos 18 a 19 anos 20 a 24 anos 25 anos ou 0 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 17 anos 18 a 19 anos 20 a 24 anos 25 anos ou
mais mais

Dentre os que frequentam No Rio Grande do Sul, dentre a


escolas ou creches, 76,8% população que frequentou
provêm de escolas públicas escolas ou creches, 75,6%
e 23,2% de escolas provêm de escolas públicas e
particulares. 24,4% de particulares.

Fonte: IBGE/PNAD 2012


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
EDUCAÇÃO

ENSINO BÁSICO – IDEB 2013


IDEB – Total
O Índice de Desenvolvimento da Educação
5,6
Básica (IDEB) expressa os resultados de
5,2
aprendizagem e fluxo da educação, sendo um
importante condutor de políticas públicas
voltadas a melhorar a qualidade do ensino. O
4,2 4,2
3,9
Plano de Desenvolvimento da Educação
3,7 coloca como meta para o Brasil a marca de 6,0
do IDEB em 2020 – o que corresponderia a um
Até a 4ª série 5ª a 8ª série Ensino Médio sistema educacional de qualidade quando
Regular
comparado com países desenvolvidos.
RS BR

IDEB – Ensino Público IDEB – Ensino Privado


5,4 7,2
4,9
6,7

4,0 4,0 6,1


5,9
5,7
3,4 5,4

Até a 4ª série 5ª a 8ª série Ensino Médio Até a 4ª série 5ª a 8ª série Ensino Médio
Regular* Regular
RS BR RS BR
Fonte: INEP/2013. *Não existem resultados para a série informada.
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
EDUCAÇÃO

ENSINO BÁSICO – INSTRUÇÃO DOS DOCENTES

Escolaridade dos Docentes na


Educação Básica – RS
(%)

0,5 Dos docentes na educação básica


8,1 com Formação Superior, 90,7% tem
11,6 formação em Educação; 2,0%
Ciências Sociais, Negócios e Direito;
1,8% Humanidades e Artes; 1,5%
79,7 Ciências, Matemática e Computação;
1,1% Saúde e Bem-estar social, e
2,9% em outras áreas de formação
superior.
Superior Ensino Médio - Magistério Ensino Médio Fundamental

Fonte: MEC/Inep/Deed 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
EDUCAÇÃO

ENSINO SUPERIOR
Número de Instituições de Matrículas de Graduação
Educação Superior por Turno – RS
(%)
Part. % no 74,9
Pública Privada Total 71,5
Brasil 64,4
São Paulo 86 512 598 24,8
Minas Gerais 29 317 346 14,3
Paraná 21 174 195 8,1
35,6
Rio de Janeiro 24 117 141 5,8 28,5
25,1
Bahia 8 108 116 4,8
Rio Grande do Sul 10 105 115 4,8
Santa Catarina 18 81 99 4,1
Pública Privada Total
Pernambuco 29 67 96 4,0
Outros 79 631 710 29,4 Diurno Noturno

Brasil 304 2112 2416 100,0 Docentes por grau de formação – RS


(%)
2,6
Do total das Instituições superiores
15,1
no Rio Grande do Sul, 27% estão
43,5
localizadas em Porto Alegre, dentre
elas 30% das universidades 38,8
públicas do Estado e 27% das
particulares.

Mestrado Doutorado Especialização Graduação


Fonte: MEC/Inep/Deed 2012
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
EDUCAÇÃO

DESPESAS COM EDUCAÇÃO


Aplicação das receitas de impostos e
transferências em Educação – RS
(%) 31,18
De acordo com a Constituição 30,2 29,96
Federal, os estados devem investir
pelo menos 25% de sua 28,3
arrecadação líquida de impostos 27,7
em educação. A Constituição do 27,0
Estado do Rio Grande do Sul 25,6
requer a destinação de 35% desta
receita.

2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

O Estado possui gastos com educação acima do mínimo exigido pela


Constituição Federal, mas abaixo do imposto pela Constituição Estadual.

Fonte: Parecer Prévio TCE-RS 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
EDUCAÇÃO

DESPESAS COM EDUCAÇÃO


Despesa por nível educacional – RS
(% em relação ao gasto total em educação)

2008 0,47 2012


0,52
6,96 O Estado destina grande parte de seus
21,61
recursos para a educação
70,44 fundamental. Mas a preocupação com
o ensino médio, que vinha
aumentando, reduziu-se em 2012.
Ensino fundamental Ensino médio
Educação superior Educação infantil
Gasto educacional por aluno do
Outros
ensino básico 5.170
(em R$) 4.693
4.461
4.222
Nos últimos anos o gasto com a
educação de cada aluno foi inferior 3.412

no RS quando comparado com o 2.570


2.848
2.689
2.365
dispêndio médio dos outros estados.
Essa tendência foi revertida somente 1.568

em 2011 e, assim, é mantida em 2012.


2008 2009 2010 2011 2012
BR RS
Fonte: SIOPE
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EDUCAÇÃO

QUALIDADE DO ENSINO – SAEB/PROVA BRASIL 2011


Nível de Proficiência (Português) Escala de Língua Portuguesa
5º ano - Ensino Fundamental Nível Nota Descrição
(nota média dos alunos ) Não localizam informação. Não reconhecem o sentido de
0 125 ou menos
227 recursos gráficos.
222,7 Localizam informação explícita em texto curto. Identificam
1 125 a 150
aspectos textuais.
Localizam informação explícita em texto complexo - verbal e
194,5 193 2 150 a 175 não verbal. Identificam aspectos textuais. Interpretação
190,6 textos curtos.
185,7
(*) Interpretação de textos complexos. Reconhecem
3 175 a 200
elementos da narrativa. Vocabulário complexo.
(*) Tipos de Discurso. Localizam informações explícitas e
Total Pública Privada 4 200 a 225 implícitas. Domínio de algumas funções de linguagem.
Pronomes.
Brasil Rio Grande do Sul
(*) Uso da pontuação. Funções de linguagem. Advérbios e
Nível de Proficiência (Português) 5 225 a 250 conjunções. Interpretação gráfica. Reconhecimento de tipos e
gêneros textuais.
9º ano Ensino Fundamental
(*) Identificam assunto e finalidade de textos. Recursos
(nota média dos alunos ) 6 250 a 275 ortográficos e/ou morfossintáticos. Relações lógicas entre
282,1 283,7 elementos da narrativa - longa e complexa.
(*) Locuções adverbiais. Inferem informações implícitas em
7 275 a 300 textos subjetivos. Reconhecem diferentes formas de
apresentar a mesma informação.
250,2
243 246 (*) Texto informativo com vocabulário complexo. Idewntificam
236,9 8 300 a 325 partes principais e secundárias, tese e conflito gerador do
texto. Pontuação e notações.
(*) Habilidades de leitura com compreensão global do texto -
9 325 ou mais longo e vocabulário complexo. Compreendem textos da
Total Pública Privada Literatura Clássica.
Brasil Rio Grande do Sul (*) Soma-se à capacitação do aluno as descrições anteriores.
Fonte: Inep/Daep 2011
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EDUCAÇÃO

QUALIDADE DO ENSINO – SAEB/PROVA BRASIL 2011


Escala de Matemática
Nível de Proficiência (Matemática) Nível Nota Descrição
5º Ano - Ensino Fundamental Não somam/subtraem números decimais. Não operam com
0 125 ou menos
(nota média dos alunos ) frações. Não multiplicam/dividem com dois algorismo.
Resolvem problemas de cálculo de áreas - contagens
249,1 1 125 a 150
unitárias.
242,8
2 150 a 175 (*) Números naturais. Interpretam gráficos e mapas simples.
(*) Operações com três algorismos - com material dourado.
3 175 a 200
213,2 Escrita por extenso dos números.
209,6 211,6
204,6 (*) Interpretam tabelas. Reconhecem sequências numéricas.
4 200 a 225
Porcentagem. Adição/subtração de números racionais.
(*) Perímetro de figuras planas. Números naturais na forma
5 225 a 250 polinomial. (**) Propriedades de poliedros e corpos redontos -
Total Pública Privada planos e tridimencionais.
(*) Área de figuras planas - malha quadriculada. Comparam
Brasil Rio Grande do Sul medidas de grandeza e tempo. Identificam figuras pelo
6 250 a 275
número de lados e tipo de ângulo. (**) Identificam décimos,
Nível de Proficiência (Matemática) centésimos e milésimos.
(*) Paralelismo. Divisão com resto diferente de zero. (**)
9º Ano Ensino Fundamental 7 275 a 300
Equações de 1º grau e Potência. Plano Cartesiano.
(nota média dos alunos ) 8 300 a 325 (*) Unidades de medidas padronizadas.
301,7 (*) Equações de 1º grau com uma incógnita. (**) Elementos
298,3
9 325 a 350 da circunferência. Equações de 2º grau. Relações métricas
do triângulo retângulo.
(*) Unidades de medidas convencionais e não. (**) Teorema
261,7 10 350 a 375 de Tales e de Pitágoras. Volume. Lados paralelos,
256,6 perpendiculares e concorrentes. Somatório e raiz quadrada.
250,6
243,2 (*) (**) Propriedades dos polígonos - soma de ângulos
11 375 a 400
internos, número de diagonais.
(*) (**) Diâmetro de circunferências concêntricas. Variação
12 400 ou mais
proporcional - direta e inversa.
Total Pública Privada (*) Soma-se à capacitação do aluno as descrições anteriores.
(**) Refere-se apenas a alunos do 9º ano do Ensino Fundamental.
Brasil Rio Grande do Sul
Fonte: Inep/Daep 2011
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EDUCAÇÃO

QUALIDADE DO ENSINO – SAEB/PROVA BRASIL 2011

Nível de Proficiência (Português)


3º Ano - Ensino Médio Escala de Língua Portuguesa
(nota média dos alunos ) Nível Nota Descrição
0 150 ou menos Não localizam informações explícitas.
320,2 1 150 a 175 Localizam informações explícitas - textos narrativos curtos.
312,7
2 175 a250 (*) Identificam finalidade do texto informativo.
(*) Localizam informação implícita em diferentes tipos de
3 250 a 300 texto. Estrutura sintática. Composição das palavras.
280,1 Estruturas gramaticais.
273 (*) Compreendem literatura moderna. Processo de formação
267,6 4 300 a 350
260,6 de palavras e conectores. Níveis de linguagem.
(*) Conjunções e locuções conjuntivas. Identificam marcas
5 350 a 375
linguísticas - regional, popular, etc.
(*) Pontuação. Intrerpretação de textos complexos dos
6 375 ou mais
diferentes tipos e gêneros.
Total Pública Privada
(*) Soma-se à capacitação do aluno as descrições anteriores.
Brasil Rio Grande do Sul

Fonte: Inep/Daep 2011


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
EDUCAÇÃO

QUALIDADE DO ENSINO – SAEB/PROVA BRASIL 2011

Nível de Proficiência (Matemática)


Escala de Matemática
3º Ano - Ensino Médio Nível Nota Descrição
(nota média dos alunos ) 0 250 ou menos Não interpretam tabelas com dados combinados.
Progressão Aritmética. Intrepretam tabelas com diversas
1 250 a 300
342,8 entradas de dados.
332,8 (*) Função de 1º grau. Probalibidade simples.
2 300 a 350 Comportamento gráfico de uma função. Progressão
geométrica.
3 350 a 375 Não houve itens que permitissem a descrição do nível.
294,9
286,2 (*) Operam no plano cartesiano - intersecção de retas.
273,9 4 375 a 400 Calculam distâncias e alturas usando razões trigonométricas.
264,6 Permutação. Polonômios - fatoração.
(*) Calculam a distância entre dois pontos. Área de figuras
5 400 a 425 espaciais. Função exponencial. Funções trigonométricas.
Matrizes.
Total Pública Privada 6 425 ou mais (*) Volume de sólidos simples. Circunferências.
(*) Soma-se à capacitação do aluno as descrições anteriores.
Brasil Rio Grande do Sul

Fonte: Inep/Daep 2011


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
MERCADO DE TRABALHO

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


MERCADO DE TRABALHO

CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO FORMAL – RS


Mercado de trabalho formal do Rio Grande do Sul:
3.082.991 trabalhadores

Trabalhadores por gênero Trabalhadores por faixa etária


(%) (%)
28,2

21,6
45,5 54,7 16,6 15,8
15,0

1,8 0,9
Masculino Feminino
Ate 17 anos 18 a 24 25 a 29 30 a 39 40 a 49 50 a 64 65 ou mais

Fonte: MTE/RAIS 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
MERCADO DE TRABALHO

CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO FORMAL – RS


Mercado de trabalho formal do Rio Grande do Sul:
3.082.991 trabalhadores

Trabalhadores por grau de instrução


(%)

Doutorado 0,2
Mestrado 0,5
O percentual de
Superior Completo 15,5 trabalhadores gaúchos
Superior Incompleto 6,1 com instrução maior ou
Médio Completo 41,2 igual ao ensino médio
Médio Incompleto 8,7
completo é de 63,5%,
enquanto que, no Brasil,
Fundamental Completo 12,7
tal proporção sobe para
6ª a 9ª Fundamental 9,6 67,5%.
5ª Completo Fundamental 3,0
Até 5ª Incompleto 2,4
Analfabeto 0,2

Fonte: MTE/RAIS 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
MERCADO DE TRABALHO

CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO FORMAL – RS

Trabalhadores por mesorregião A distribuição dos trabalhadores formais


(%) ao longo do Estado acompanha a
distribuição populacional. A exceção é a
mesorregião Centro-Oriental, que em
termos populacionais ocupa a 5ª
posição, enquanto que, quando é
14,4 considerado o número de trabalhadores,
12,5 esta sobe para a 4ª colocação. Isto se
deve à forte presença da indústria do
3,6 tabaco na região.
6,5 52,8
4,0
Trabalhadores formais por ramo de atividade
(em mil)
6,1 Part. % no
Estado
Serviços 1.454,7 47,2
Indústria de Transformação 722,8 23,4
Comércio 624,9 20,3
Construção Civil 156,7 5,1
Agropecuária 83,8 2,7
SIUP 33,0 1,1
Indústria Extrativa 7,1 0,2
Total 3.083,0 100
Fonte: MTE/RAIS 2013
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
MERCADO DE TRABALHO

CARACTERÍSTICAS DO TRABALHO FORMAL – RS


Remuneração média mensal por trabalhador
Maiores remunerações
Maiores remunerações médias médias
(em salários mínimos): (em salários mínimos):
• Ubiretama: 3,1; • Carlos Barbosa: 3,2;
• Salto do Jacuí: 3,0; 2,3 • Caxias do Sul: 3,2;
• Horizontina: 3,0. • Nova Bassano: 3,1.
2,8
Maiores remunerações médias 2,7 2,3 Maiores remunerações
(em salários mínimos): 3,3 médias
• Pinhal Grande: 3,3; (em salários mínimos):
• Santa Maria: 3,1; 2,2 • Triunfo: 5,2;
• Ivorá: 2,6. • Porto Alegre: 4,0;
• Eldorado do Sul: 3,9.

2,8
Maiores remunerações médias Maiores remunerações médias
(em salários mínimos): (em salários mínimos):
• Guarruchos: 3,7; • Imigrante: 3,0;
• Hulha Negra: 3,0; • Passa Sete: 3,0;
Maiores remunerações médias
• Bagé: 2,6. • Coqueiro Baixo: 2,9.
(em salários mínimos):
• Candiota: 6,5;
• Rio Grande: 3,6;
• São José do Norte: 3,0.
Fonte: MTE/RAIS 2013
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
MERCADO DE TRABALHO

MERCADO DE TRABALHO FORMAL DA INDÚSTRIA


Trabalhadores formais por UF
(em mil) O setor industrial agregado
Extrativa Transformação
Construção
SIUP Total Part.% engloba a indústria
Civil
São Paulo 21,3 2.679,8 747,1 125,3 3.573,4 30,5
extrativa, a indústria de
Minas Gerais 65,7 822,3 360,6 44,3 1.292,9 11,0 transformação, a
Rio Grande do Sul 7,1 722,8 156,7 33,0 919,6 7,8 construção civil e os
Paraná 6,5 685,1 159,7 29,9 881,2 7,5
serviços industriais de
Rio de Janeiro 51,2 414,0 316,3 60,8 842,2 7,2
Santa Catarina 8,7 663,2 111,6 21,9 805,4 6,9 utilidade pública.
Bahia 16,3 217,8 186,6 23,4 444,2 3,8
Pernambuco 2,8 226,9 156,5 20,4 406,6 3,5
Goiás 3,6 254,9 95,0 8,9 362,4 3,1
Ceará 8,7 241,5 92,6 12,9 355,7 3,0
Espírito Santo 19,2 82,5 109,1 8,3 219,2 1,9 As regiões Sul e Sudeste
Pará 13,8 117,4 64,6 11,1 206,8 1,8 concentram, juntas, mais de
Amazonas 2,0 133,4 37,9 7,1 180,4 1,5 72,7% dos trabalhadores da
Mato Grosso 4,3 104,9 50,8 6,2 166,2 1,4
Alagoas 2,8 92,4 39,3 5,5 139,9 1,2 indústria brasileira. A região
Paraíba 1,5 77,7 50,4 8,2 137,7 1,2 Norte é a que tem menor
Mato Grosso do Sul 1,0 91,5 34,0 5,3 131,8 1,1 representatividade, com
Rio Grande do Norte 11,2 64,0 46,1 6,6 128,0 1,1
Distrito Federal 0,4 29,3 79,8 11,4 120,9 1,0 apenas 4,6% do total. As
Maranhão 2,5 40,1 59,9 5,8 108,3 0,9 regiões Nordeste e Centro-
Sergipe 4,6 45,2 32,7 6,1 88,7 0,8 Oeste concentram,
Rondônia 1,6 36,1 35,7 4,1 77,5 0,7
Piauí 0,9 28,3 38,4 5,1 72,7 0,6 respectivamente, 16,0% e
Tocantins 1,3 16,4 13,1 3,2 34,1 0,3 6,7% dos trabalhadores da
Acre 0,3 6,6 7,9 1,3 16,1 0,1 indústria.
Amapá 2,0 3,3 8,3 1,8 15,3 0,1
Roraima 0,1 2,6 3,5 1,6 7,8 0,1
Brasil 261,4 7.900,1 3.094,2 479,5 11.735,2 100
Fonte: MTE/ RAIS 2013 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
MERCADO DE TRABALHO

MERCADO DE TRABALHO FORMAL DA INDÚSTRIA GAÚCHA

Trabalhadores formais na indústria do Rio Grande do Sul: 919.609

Percentual de trabalhadores da indústria


do RS por mesorregião
Quase 50% dos empregados da
indústria geral do Estado
14,1 encontram-se na região
Metropolitana de Porto Alegre, com
20,9 destaque para o setor de couro e
calçados, que emprega 124.750
2,1
8,9 47,5
trabalhadores.
A região Nordeste, com 192.226
1,8 trabalhadores, representa 20,9% do
total do Estado. Os setores que se
4,6 sobressaem são os de fabricação
de veículos automotores, reboques
e carrocerias, o de produtos de
metal e o de móveis.

Fonte: MTE/RAIS 2013. Dados para a indústria extrativa, de transformação, construção civil e SIUP.
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
MERCADO DE TRABALHO

TRABALHADORES DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO GAÚCHA

Trabalhadores por setor de atividade Municípios gaúchos que mais empregam


Part. %
Nº de trabalhadores Part. % no
Couros e Calçados 124.750 17,3
(em mil) Estado
Alimentos 120.541 16,7
Caxias do Sul 81,0 11,2
Máquinas e Equipamentos 69.217 9,6
Porto Alegre 39,5 5,5
Produtos de Metal 66.134 9,1
Novo Hamburgo 27,6 3,8
Veículos Automotores 55.368 7,7
Gravatai 26,9 3,7
Móveis 42.129 5,8
Bento Goncalves 17,6 2,4
Borracha e Plástico 40.472 5,6
Sao Leopoldo 19,7 2,7
Vestuários e Acessórios 24.338 3,4
Sapiranga 17,3 2,4
Minerais não-metálicos 20.966 2,9
Canoas 15,2 2,1
Produtos de Madeira 17.454 2,4
Erechim 13,1 1,8
Químicos 17.237 2,4
Campo Bom 14,7 2,0
Produtos Diversos 14.119 2,0
Outros 450,3 62,3
Material Elétrico 14.060 1,9
Total RS 722,8 100
Metalurgia 13.110 1,8
Equipamentos de Informática e Eletron. 12.803 1,8
Manut e Rep de Maq e Equiptos 11.260 1,6
Celulose e Papel 10.537 1,5 Em Caxias do Sul,
Bebidas 10.108 1,4 destaca-se o setor de
Têxteis 9.677 1,3 fabricação de veículos
Outros Equiptos de Transporte 9.154 1,3 automotores, reboques e
Impressão e Reprodução 7.804 1,1
carrocerias, com 27.085
Tabaco 6.473 0,9
Refino de Petróleo 2.735 0,4 trabalhadores.
Farmacêuticos 2.359 0,3
Indústria de transformação 722.805 100
Fonte: MTE/RAIS 2013 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
PERFIL DE CONSUMO

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Despesa média mensal
por família - 2008
em R$
1º Distrito Federal 3.068,47 Uma família gaúcha gasta, em média, R$


Santa Catarina
São Paulo
2.804,09
2.728,59
2.395,07 em consumo – a 5ª maior média
4º Rio de Janeiro 2.667,83 dentre os estados brasileiros.
5º Rio Grande do Sul 2.395,07
6º Paraná 2.282,69
7º Minas Gerais 2.075,22
8º Amapá 2.050,02
9º Espírito Santo 2.044,59
10º Mato Grosso do Sul 1.946,80 A despesa média mensal do Distrito
11º Goiás 1.919,25
12º Rondônia 1.866,38 Federal, que é o 1º colocado, é cerca de
13º Acre 1.678,53 28% maior do que a do Rio Grande do Sul.
14º Tocantins 1.672,91
15º Pará 1.662,07
16º Bahia 1.648,06
17º Amazonas 1.602,12
18º Mato Grosso 1.593,96
19º Sergipe 1.542,57
20º Pernambuco 1.468,15
A despesa média mensal gaúcha é cerca
21º Paraíba 1.444,88 de 12% maior do que a média brasileira.
22º Rio Grande do Norte 1.438,31
23º Roraima 1.433,30
24º Piauí 1.398,94
25º Ceará 1.248,31
26º Maranhão 1.206,64
27º Alagoas 1.064,60
Brasil 2.134,77
Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas - Habitação
(% médio) (média)
RS Brasil RS BR
Habitação 34,8 35,9 Em R$ % Em R$ %
Aluguel 357,15 42,9 334,89 43,7
Alimentação 19,8 19,8
Aluguel monetário 38,59 4,6 47,48 6,2
Transporte 19,7 19,6 Aluguel não-monetário 318,55 38,2 287,41 37,5
Assistência à saúde 7,3 7,2 Condomínio 18,31 2,2 22,22 2,9
Vestuário 6,0 5,5 Serviços e taxas 211,22 25,4 183,9 24,0
Despesas diversas 3,7 2,9 Energia elétrica 68,10 8,2 60,27 7,9
Telefone fixo 26,78 3,2 27,18 3,5
Educação 2,7 3,0
Telefone celular 33,74 4,0 26,19 3,4
Higiene pessoal 2,2 2,4 Pacote de telefone, TV e internet 15,40 1,8 15,05 2,0
Recreação e cultura 2,2 2,0 Gás doméstico 21,86 2,6 20,63 2,7
Serviços pessoais 0,9 1,1 Água e esgoto 31,97 3,8 23,08 3,0
Fumo 0,7 0,5 Outros 13,36 1,6 11,52 1,5
Manutenção do lar 100,01 12,0 102,51 13,4
Total 100 100
Artigos de limpeza 15,39 1,8 15 2,0
Mobiliários e artigos do lar 63,85 7,7 46,46 6,1
Eletrodomésticos 59,85 7,2 54,63 7,1
Consertos de artigos do lar 7,32 0,9 6,28 0,8
Tanto no Rio Grande do Sul quanto no Total de Habitação 833,11 100 765,89 100
Brasil, a habitação é o item de maior
representatividade na despesa média
Para a média das famílias, o
das famílias, englobando,
aluguel é a despesa mais elevada
respectivamente, 34,8% e 35,9% do
do item habitação.
orçamento das mesmas.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com habitação
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 42,5 40,7 39,7
39,7
37,2 37,5
Alimentação 19,8 19,8 34,2 35,9 33,0 34,9 34,0
30,8 32,2 32,0
Transporte 19,7 19,6
Assistência à saúde 7,3 7,2
RS
Vestuário 6,0 5,5
BR
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4
Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
Recreação e cultura 2,2 2,0 2.490 4.150 6.225 10.375 10.375
Serviços pessoais 0,9 1,1
Fumo 0,7 0,5
Total 100 100

Por se configurar como uma despesa básica,


os gastos com habitação possuem maior
representatividade na despesa média de
famílias com remunerações mais baixas.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas – RS
(% médio) (part. % em relação ao total gasto com habitação)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 Até Mais de
Média
Alimentação 19,8 19,8 R$ 830 R$ 10.375
Transporte 19,7 19,6
Assistência à saúde 7,3 7,2 Aluguel 45,2 42,9 43,3
Aluguel monetário 14,7 10,8 6,2
Vestuário 6,0 5,5
Aluguel não-monetário 85,3 89,2 93,8
Despesas diversas 3,7 2,9
Condomínio 1,1 2,2 3,2
Educação 2,7 3,0
Serviços e taxas 25,4 25,4 20,7
Higiene pessoal 2,2 2,4 Energia elétrica 39,7 32,2 22,8
Recreação e cultura 2,2 2,0 Telefone fixo 4,5 12,7 8,2
Serviços pessoais 0,9 1,1 Telefone celular 10,5 16,0 23,8
Fumo 0,7 0,5 Pacote de telefone, TV e internet 1,2 7,3 15,3
Total 100 100 Gás doméstico 19,3 10,3 4,8
Água e esgoto 24,1 15,1 7,0
Outros 0,7 6,3 18,1
Manutenção do lar 11,0 12,0 14,2
Artigos de limpeza 2,5 1,8 0,8
Independente da classe de Mobiliários e artigos do lar 6,5 7,7 11,9
rendimentos, o aluguel é o Eletrodomésticos 7,8 7,2 5,3
Consertos de artigos do lar 0,6 0,9 0,5
principal componente das Total das despesas com habitação 100 100 100
despesas com habitação.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas - Alimentação
(% médio) (média)
RS Brasil RS BR
Em R$ % Em R$ %
Habitação 34,8 35,9
Alimentação no domicílio 343,46 72,5 290,39 68,9
Alimentação 19,8 19,8
Cereais, leg. e oleaginosas 18,48 3,9 23,21 5,5
Transporte 19,7 19,6 Farinhas, féculas e massas 15,77 3,3 13,28 3,1
Assistência à saúde 7,3 7,2 Tubérculos e raízes 7,90 1,7 4,46 1,1
Vestuário 6,0 5,5 Açúcares e derivados 18,91 4,0 13,45 3,2
Despesas diversas 3,7 2,9 Legumes e verduras 11,88 2,5 9,65 2,3
Frutas 16,19 3,4 13,43 3,2
Educação 2,7 3,0
Carnes, vísceras e pescados 80,52 17,0 63,55 15,1
Higiene pessoal 2,2 2,4 Aves e ovos 21,71 4,6 20,06 4,8
Recreação e cultura 2,2 2,0 Leites e derivados 43,73 9,2 33,27 7,9
Serviços pessoais 0,9 1,1 Panificados 35,20 7,4 30,25 7,2
Óleos e gorduras 7,68 1,6 6,59 1,6
Fumo 0,7 0,5
Bebidas e infusões 40,69 8,6 28,06 6,7
Total 100 100
Enlatados e conservas 3,18 0,7 2,66 0,6
Alimentos preparados 9,48 2,0 8,44 2,0
As despesas em alimentação, em média, Outros 5,13 1,1 13,72 3,3
Alimentação fora do domicílio 130,60 27,5 131,33 31,1
representam 19,8% do orçamento total das Almoço e jantar 85,85 18,1 82,31 19,5
famílias, tanto no Brasil como no RS. Café, leite, café/leite e chocolate 1,81 0,4 1,73 0,4
Sanduíches e salgados 7,85 1,7 8,66 2,1
Refrig. e outras beb. não alcoólicas 6,99 1,5 7,19 1,7
Lanches 11,27 2,4 13,15 3,1
A alimentação no domicílio é o principal Cerv., chopes e outras beb. alcoólicas 6,43 1,4 9,24 2,2
gasto deste item, com destaque para Alimentação na escola 3,33 0,7 2,84 0,7
Alim. fora do domicílio - light e diet 0,51 0,1 0,51 0,1
carnes, vísceras e pescados. 6,57 1,4 5,69 1,3
Outras
Total das despesas com alimentação 474,06 100 421,72 100
Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Avaliação das famílias da quantidade de
alimento consumido
(distribuição das famílias – %)
O Rio Grande do Sul é o estado com menor
percentual de famílias que consideram a
Rio Grande do Sul Brasil quantidade de alimento “normalmente
4,5 insuficiente” e “às vezes insuficiente”.
14,7 9,2

26,3
80,7 64,5

Avaliação do tipo de alimento consumido


Sempre suficiente Às vezes insuficiente Normalmente insuficiente (distribuição das famílias – %)
Rio Grande do Sul Brasil
7,0 13,0
Em relação ao tipo de alimento consumido, a 35,2
avaliação das famílias gaúchas também 44,2
apresenta melhor resultado em comparação 48,8
51,8
com a média do Brasil. Enquanto que no RS
mais de 44% das famílias dizem consumir
sempre o tipo preferido de alimento, no país
a média cai para 35,2% Nem sempre do tipo Sempre do tipo Raramente do tipo preferido
preferido preferido

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com alimentação
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 29,6
27,1 27,0
Alimentação 19,8 19,8 25,2 24,1 23,6
Transporte 19,7 19,6 20,1 19,8
18,1 17,3
Assistência à saúde 7,3 7,2 15,2 15,0 RS
12,7 12,7
Vestuário 6,0 5,5 BR
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4 Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
Recreação e cultura 2,2 2,0 2.490 4.150 6.225 10.375 10.375

Serviços pessoais 0,9 1,1


Fumo 0,7 0,5
Total 100 100

Alimentação também se configura


como uma despesa básica,
representando, portanto, um percentual
importante do orçamento total nas
famílias com rendimentos mais baixos.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas – RS
(% médio) (part. % em relação ao total gasto com alimentação)
RS Brasil Até Mais de
Média
Habitação 34,8 35,9 R$ 830 R$ 10.375
Alimentação no domicílio 82,1 72,5 49,8
Alimentação 19,8 19,8
Cereais, leg. e oleaginosas 8,5 3,9 1,4
Transporte 19,7 19,6 Farinhas, féculas e massas 4,3 3,3 1,9
Assistência à saúde 7,3 7,2 Tubérculos e raízes 2,1 1,7 0,7
Vestuário 6,0 5,5 Açúcares e derivados 3,4 4,0 2,2
Despesas diversas 3,7 2,9 Legumes e verduras 2,6 2,5 2,0
Frutas 2,8 3,4 2,7
Educação 2,7 3,0
Carnes, vísceras e pescados 16,8 17,0 10,3
Higiene pessoal 2,2 2,4 Aves e ovos 6,7 4,6 2,2
Recreação e cultura 2,2 2,0 Leites e derivados 10,6 9,2 7,5
Serviços pessoais 0,9 1,1 Panificados 9,0 7,4 6,0
Óleos e gorduras 2,4 1,6 0,6
Fumo 0,7 0,5
Bebidas e infusões 8,1 8,6 6,3
Total 100 100 Enlatados e conservas 3,3 3,0 1,5
Alimentos preparados 1,9 2,0 2,1
Outros 0,6 1,1 1,9
Alimentação fora do domicílio 17,9 27,5 50,2
Em famílias com baixa renda, cerca Almoço e jantar 9,4 18,1 39,7
de 82% da despesa total com Café, leite, café/leite e chocolate 0,2 0,4 0,6
Sanduíches e salgados 1,8 1,7 1,2
alimentação é no domicílio. Por outro Refrig. e outras beb. não alcoólicas 1,4 1,5 1,5
lado, para famílias com rendimento Lanches 1,3 2,4 4,1
elevado, este item representa menos Cerv., chopes e outras beb. alcoólicas 1,1 1,4 1,4
Alimentação na escola 0,4 0,7 -
de 50% dos gastos com alimentação.
Alim. fora do domicílio - light e diet 0,1 0,1 0,1
Outras 2,2 1,4 1,5
Total das despesas com alimentação 100 100 100

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas – Transporte
(% médio) (média)
RS Brasil
RS BR
Habitação 34,8 35,9
Em R$ % Em R$ %
Alimentação 19,8 19,8
Transporte urbano 43,91 9,3 59,06 14,1
Transporte 19,7 19,6 Gasolina - veículo próprio 100,04 21,2 69,18 16,5
Assistência à saúde 7,3 7,2 Álcool - veículo próprio 7,01 1,5 12,16 2,9
Vestuário 6,0 5,5 Manutenção e acessórios 59,46 12,6 43,73 10,4
Despesas diversas 3,7 2,9 Aquisição de veículos 202,8 42,9 181,7 43,3
Viagens esporádicas 33,96 7,2 32,43 7,7
Educação 2,7 3,0 Outras 25,51 5,4 20,92 5,0
Higiene pessoal 2,2 2,4 Total de Transporte 472,69 100 419,19 100
Recreação e cultura 2,2 2,0
Serviços pessoais 0,9 1,1
Fumo 0,7 0,5
Total 100 100
Destacam-se os gastos com aquisição de
veículos e com gasolina, que representam mais
de 60% das despesas com este item.
Os gastos com transporte também
configuram um importante item do
orçamento das famílias,
representado quase 20% do
mesmo, tanto no Rio Grande do
Sul quanto no Brasil.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com transporte
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 27,1 26,3
25,6 25,4
Alimentação 19,8 19,8
20,2 19,7 21,1 22,1
Transporte 19,7 19,6
Assistência à saúde 7,3 7,2 15,3 15,4
11,9 12,0 RS
Vestuário 6,0 5,5 10,3
8,8 BR
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4
Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
Recreação e cultura 2,2 2,0 2.490 4.150 6.225 10.375 10.375
Serviços pessoais 0,9 1,1
Fumo 0,7 0,5
Total 100 100
Distribuição das despesas – RS
(part. % em relação ao total gasto com transporte)

O transporte difere de habitação e Até Mais de


Média
alimentação, sendo mais representativo para R$ 830 R$ 10.375
as famílias com rendimentos mais elevados. Transporte urbano 38,6 9,3 1,4
Gasolina - veículo próprio 23,6 21,2 18,5
Álcool - veículo próprio 0,4 1,5 1,0
Ainda, destaca-se que, para as famílias com Manutenção e acessórios 9,5 12,6 11,7
baixo rendimento, o principal gasto deste Aquisição de veículos 18,3 42,9 48,2
item é com transporte urbano. Viagens esporádicas 8,0 7,2 12,0
Outras 1,6 5,4 7,3
Total das despesas com transporte 100 100 100

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas – Assistência à saúde
(% médio) (média)
RS Brasil RS BR
Habitação 34,8 35,9 Em R$ % Em R$ %
Alimentação 19,8 19,8 Remédios 89,55 51,4 74,74 48,6
Transporte 19,7 19,6 Plano/Seguro saúde 43,54 25,0 45,86 29,8
Consulta e tratamento dentário 6,33 3,6 7,29 4,7
Assistência à saúde 7,3 7,2
Consulta médica 7,05 4,1 5,94 3,9
Vestuário 6,0 5,5
Tratamento médico e ambulatorial 2,29 1,3 2,86 1,9
Despesas diversas 3,7 2,9 Serviços de cirurgia 7,44 4,3 4,31 2,8
Educação 2,7 3,0 Hospitalização 1,72 1,0 1,03 0,7
Higiene pessoal 2,2 2,4 Exames diversos 6,17 3,5 4,53 2,9
Material de tratamento 8,71 5,0 6,08 4,0
Recreação e cultura 2,2 2,0
Outras 1,28 0,7 1,19 0,8
Serviços pessoais 0,9 1,1 Assistência à saúde 174,07 100 153,81 100
Fumo 0,7 0,5
Total 100 100

As principais despesas com assistência à


saúde são aquelas relacionadas a remédios
Tanto no Rio Grande do Sul quanto no e plano de saúde, representando, juntas,
Brasil, as despesas com assistência à mais de 75% deste item.
saúde representam, em média, cerca
de 7% do total dos gastos das famílias.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com assistência à saúde
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 8,2 8,1 7,8 8,3

Alimentação 19,8 19,8 7,1 6,8 7,0 7,0 7,2


6,3 6,5 6,5
Transporte 19,7 19,6 5,6 5,8
Assistência à saúde 7,3 7,2
RS
Vestuário 6,0 5,5
BR
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4
Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
Recreação e cultura 2,2 2,0 2.490 4.150 6.225 10.375 10.375

Serviços pessoais 0,9 1,1


Fumo 0,7 0,5
Total 100 100
Distribuição das despesas – RS
(part. % em relação ao total gasto com assistência à saúde)

Até Mais de
Média
R$ 830 R$ 10.375
Em famílias com baixa renda, cerca de
82% da despesa total com assistência à Remédios 81,8 51,4 41,5
Plano/Seguro saúde 1,6 25,0 42,3
saúde é gasta com remédios. Por outro Consulta e tratamento dentário 1,0 3,6 4,0
Consulta médica 5,5 4,1 3,0
lado, nas famílias com rendimento Tratamento médico e ambulatorial 0,7 1,3 2,0
elevado, os principais gastos são com Serviços de cirurgia 0,0 4,3 0,0
Hospitalização 0,0 1,0 0,1
remédios e plano de saúde. Exames diversos 3,2 3,5 1,7
Material de tratamento 5,8 5,0 4,5
Outras 0,5 0,7 0,7
Total das despesas com assistência à saúde 100 100 100

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas – Vestuário
(% médio)
(média)
RS Brasil
RS BR
Habitação 34,8 35,9
Em R$ % Em R$ %
Alimentação 19,8 19,8
Roupa de homem 33,92 23,7 28,62 24,2
Transporte 19,7 19,6 Roupa de mulher 42,80 29,9 35,83 30,3
Assistência à saúde 7,3 7,2 Roupa de criança 16,23 11,4 13,52 11,4
Vestuário 6,0 5,5 Calçados e apetrechos 43,20 30,2 33,44 28,3
Despesas diversas 3,7 2,9 Jóias e bijuterias 5,85 4,1 5,48 4,6
Tecidos e armarinhos 0,93 0,7 1,34 1,1
Educação 2,7 3,0 Vestuário 142,93 100 118,22 100
Higiene pessoal 2,2 2,4
Recreação e cultura 2,2 2,0
Serviços pessoais 0,9 1,1
Fumo 0,7 0,5
Gastos com roupas para mulher e com
Total 100 100 calçados e apetrechos são as principais
despesas deste item, representando quase
60% dos gastos com vestuários.

O item vestuário é 5º na distribuição


das despesas das famílias,
representando, em média, cerca de 6%
do orçamento total.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com vestuário
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 6,1 6,0 6,3
5,8 5,9 5,8 5,9 6,0
Alimentação 19,8 19,8 5,5 5,5 5,7 5,3 5,1
4,8
Transporte 19,7 19,6
Assistência à saúde 7,3 7,2
RS
Vestuário 6,0 5,5
BR
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4
Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
Recreação e cultura 2,2 2,0 2.490 4.150 6.225 10.375 10.375
Serviços pessoais 0,9 1,1
Fumo 0,7 0,5
Total 100 100 Distribuição das despesas – RS
(part. % em relação ao total gasto com vestuário)
O percentual do orçamento despendido
com vestuário é semelhante para todas as Até
Média
Mais de
R$ 830 R$ 10.375
classes de rendimento.
Roupa de homem 26,3 23,7 22,5
Roupa de mulher 25,7 29,9 32,2
A participação dos gastos com roupa de Roupa de criança 16,3 11,4 11,5
Calçados e apetrechos 29,2 30,2 24,7
mulher em relação ao total do item Jóias e bijuterias 2,0 4,1 8,8
vestuário aumenta quando a renda é maior. Tecidos e armarinhos 0,5 0,7 0,3
Total das despesas com vestuário 100 100 100

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas – Despesas diversas
(% médio) (média)
RS Brasil
RS BR
Habitação 34,8 35,9 Em R$ % Em R$ %
Alimentação 19,8 19,8 Jogos e apostas 5,92 6,7 5,8 9,4
Transporte 19,7 19,6 Comunicação 3,25 3,7 5,24 8,5
Assistência à saúde 7,3 7,2 Cerimônias e festas 19,41 21,8 14,54 23,5
Serviços profissionais 31,61 35,6 13,24 21,4
Vestuário 6,0 5,5
Imóveis de uso ocasional 5,11 5,7 5,94 9,6
Despesas diversas 3,7 2,9 Outras 23,57 26,5 17,12 27,7
Educação 2,7 3,0 Despesas diversas 88,87 100 61,87 100
Higiene pessoal 2,2 2,4
Recreação e cultura 2,2 2,0
Serviços pessoais 0,9 1,1 Neste item, destacam-se os gastos com serviços
Fumo 0,7 0,5 profissionais e com festas e cerimônias, que
Total 100 100 representam, juntas, mais de 40% do total.

As despesas diversas
representam mais do orçamento
das famílias gaúchas (3,7%) do
que da média das famílias
brasileiras (2,9%).

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com despesas diversas
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 6,9
Alimentação 19,8 19,8
Transporte 19,7 19,6 4,8
4,1 4,1
Assistência à saúde 7,3 7,2 3,5 3,6 RS
3,1 3,2
2,7
Vestuário 6,0 5,5 2,3 2,2 2,3 BR
1,9 1,8
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4 Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
Recreação e cultura 2,2 2,0 2.490 4.150 6.225 10.375 10.375

Serviços pessoais 0,9 1,1


Fumo 0,7 0,5
Total 100 100
Distribuição das despesas – RS
(part. % em relação ao total gasto com despesas diversas)

Até Mais de
Média
R$ 830 R$ 10.375
Os gastos com serviços
profissionais são o de maior Jogos e apostas 4,1 6,7 1,0
Comunicação 7,0 3,7 0,9
representatividade no item
Cerimônias e festas 9,7 21,8 17,1
despesas diversas independente Serviços profissionais 46,5 35,6 48,8
do nível de renda familiar. Imóveis de uso ocasional 2,5 5,7 3,0
Outras 30,2 26,5 29,1
Total das despesas com despesas diversas 100 100 100

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas – Educação
(% médio) (média)
RS Brasil RS BR
Habitação 34,8 35,9 Em R$ % Em R$ %
Alimentação 19,8 19,8 Cursos regulares 11,29 17,2 16,83 26,0
Transporte 19,7 19,6 Cursos superiores 27,49 42,0 20,48 31,6
Outros cursos e atividades 16,21 24,8 15,52 23,9
Assistência à saúde 7,3 7,2
Livros didáticos e revistas técnicas 1,66 2,5 2,76 4,3
Vestuário 6,0 5,5
Artigos escolares 5,23 8,0 5,31 8,2
Despesas diversas 3,7 2,9 Outras 3,62 5,5 3,91 6,0
Educação 2,7 3,0 Educação 65,49 100 64,81 100
Higiene pessoal 2,2 2,4
Recreação e cultura 2,2 2,0
Serviços pessoais 0,9 1,1 As despesas com cursos de ensino
Fumo 0,7 0,5 superior são os de maior destaque neste
Total 100 100 item, representando 42% do total no Rio
Grande do Sul e 31,6% no Brasil.

A educação coloca-se como o 7º


item no orçamento das famílias
gaúchas, representando apenas
2,7% do gasto total das mesmas.

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com educação
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 5,1
Alimentação 19,8 19,8 4,6
4,1 3,8 4,3
Transporte 19,7 19,6
3,3
Assistência à saúde 7,3 7,2 2,8
RS
Vestuário 6,0 5,5 2,2 2,0
1,8 BR
1,5
Despesas diversas 3,7 2,9 1,3
1,0 1,0
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4
Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
Recreação e cultura 2,2 2,0 2.490 4.150 6.225 10.375 10.375
Serviços pessoais 0,9 1,1
Fumo 0,7 0,5
Total 100 100
Distribuição das despesas – RS
(part. % em relação ao total gasto com educação)
As famílias de maior rendimento apresentam Até Mais de
Média
um maior gastos com educação, como R$ 830 R$ 10.375
proporção de seu orçamento.
Cursos regulares 17,2 17,2 36,1
Cursos superiores 0,0 42,0 23,6
Outros cursos e atividades 20,4 24,8 28,0
Em famílias com renda baixa, as despesas com Livros didáticos e revistas técnicas 7,3 2,5 2,7
artigos escolares representam cerca de 48% Artigos escolares 48,2 8,0 5,0
dos gastos com educação. Por outro lado, nas Outras 7,0 5,5 4,5
Total das despesas com educação 100 100 100
famílias com rendimento mais elevado, o
principal gasto é com cursos regulares.
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas – Higiene pessoal
(% médio) (média)
RS Brasil RS BR
Habitação 34,8 35,9 Em R$ % Em R$ %
Alimentação 19,8 19,8 Perfume 17,51 33,0 20,62 40,4
Transporte 19,7 19,6 Produtos para cabelo 5,44 10,3 4,35 8,5
Sabonete 2,74 5,2 2,72 5,3
Assistência à saúde 7,3 7,2
Instrumentos e produtos de uso pessoal 27,33 51,5 23,33 45,7
Vestuário 6,0 5,5 Higiene pessoal 53,02 100 51,02 100
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4
Recreação e cultura 2,2 2,0 Neste item, os destaques são os gastos
Serviços pessoais 0,9 1,1 com instrumentos e produtos de uso
Fumo 0,7 0,5 pessoal e perfumes, que, juntos,
Total 100 100 representam mais de 80% do total.

As despesas com higiene pessoal


representam pouco mais de 2%
do orçamento das famílias.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com higiene pessoal
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 2,9 2,9 2,9
Alimentação 19,8 19,8 2,5 2,6 2,5
2,2 2,3
Transporte 19,7 19,6 2,2 2,2
2,0 1,9
RS
Assistência à saúde 7,3 7,2 1,4 1,5 BR
Vestuário 6,0 5,5
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4 Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
Recreação e cultura 2,2 2,0 2.490 4.150 6.225 10.375 10.375

Serviços pessoais 0,9 1,1


Fumo 0,7 0,5
Total 100 100
Distribuição das despesas – RS
(part. % em relação ao total gasto com higiene pessoal)

Até Mais de
Média
Produtos de higiene pessoal são R$ 830 R$ 10.375
considerados básicos, Perfume 28,9 33,0 35,5
representando, portanto, um Produtos para cabelo 8,0 10,3 9,7
maior percentual do orçamento Sabonete 7,3 5,2 3,4
Instrumentos e produtos de uso pessoal 55,8 51,5 51,4
das famílias com menor Total das despesas com higiene pessoal 100 100 100
rendimento.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas – Recreação e cultura
(% médio) (média)
RS Brasil RS BR
Habitação 34,8 35,9 Em R$ % Em R$ %
Alimentação 19,8 19,8 Brinquedos e jogos 7,37 14,1 6,44 15,1
Transporte 19,7 19,6 Celular e acessórios 6,53 12,5 7,77 18,2
Periódicos, livros e revistas não-didáticas 8,32 15,9 6,96 16,3
Assistência à saúde 7,3 7,2
Recreações e esportes 18,40 35,2 12,06 28,2
Vestuário 6,0 5,5 Outras 11,64 22,3 9,54 22,3
Despesas diversas 3,7 2,9 Recreação e cultura 52,26 100 42,76 100
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4
Recreação e cultura 2,2 2,0
Neste item, o maior destaque é o gasto com
Serviços pessoais 0,9 1,1
Fumo 0,7 0,5
recreações e esportes, que representam
Total 100 100 35,2% do total no Rio Grande do Sul e
28,2% no Brasil.

Os gastos com recreação e cultura


representam 2,2% do orçamento das
famílias gaúchas e 2% do orçamento
das famílias brasileiras.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com recreação e cultura
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 3,0
2,7
Alimentação 19,8 19,8 2,5
2,3 2,3 2,4
Transporte 19,7 19,6 2,0 2,0 2,0
1,7
Assistência à saúde 7,3 7,2 1,5 1,4 1,4 RS
1,2
Vestuário 6,0 5,5 BR
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4 Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
Recreação e cultura 2,2 2,0 2.490 4.150 6.225 10.375 10.375

Serviços pessoais 0,9 1,1


Fumo 0,7 0,5
Total 100 100
Distribuição das despesas – RS
(part. % em relação ao total gasto com recreação e cultura)
Como esperado, os gastos com recreação e
Até Mais de
cultura são mais representativos no orçamento R$ 830
Média
R$ 10.375
das famílias com rendimentos mais elevados.
Brinquedos e jogos 16,9 14,1 12,9
Celular e acessórios 21,9 12,5 4,5
Em famílias com renda baixa, as despesas com Periódicos, livros e revistas não-didáticas 12,9 15,9 14,2
Recreações e esportes 16,1 35,2 45,5
celulares e acessórios são as mais
Outras 32,2 22,3 23,0
representativas deste item. Por outro lado, nas Total das despesas com recreação e cultura 100 100 100
famílias com rendimento mais elevado, o
principal gasto é com recreação e esportes.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Distribuição das despesas – Serviços Pessoais
(% médio) (média)
RS Brasil RS BR
Habitação 34,8 35,9 Em R$ % Em R$ %
Alimentação 19,8 19,8 Cabeleireiro 14,02 65,7 15,78 66,2
Transporte 19,7 19,6 Manicuro e pedicuro 3,72 17,4 4,74 19,9
Consertos de artigos pessoais 0,69 3,2 0,44 1,8
Assistência à saúde 7,3 7,2
Outras 2,89 13,5 2,89 12,1
Vestuário 6,0 5,5
Serviços pessoais 21,33 100 23,85 100
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4
Recreação e cultura 2,2 2,0
Neste item, o maior destaque são os gastos
Serviços pessoais 0,9 1,1
com cabeleireiro, manicuro e pedicuro.
Fumo 0,7 0,5
Total 100 100

Os serviços pessoais representam


0,9% do orçamento das famílias
gaúchas e 1,1% do orçamento das
famílias brasileiras.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com serviços pessoais
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
Habitação 34,8 35,9 1,3 1,2 1,3
1,2 1,2
Alimentação 19,8 19,8 1,1
1,0
0,9
Transporte 19,7 19,6 0,8
0,9 0,9
0,7
Assistência à saúde 7,3 7,2
0,6 0,6 RS
Vestuário 6,0 5,5
BR
Despesas diversas 3,7 2,9
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4
Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
Recreação e cultura 2,2 2,0 2.490 4.150 6.225 10.375 10.375
Serviços pessoais 0,9 1,1
Fumo 0,7 0,5
Total 100 100
Distribuição das despesas – RS
(part. % em relação ao total gasto com serviços pessoais)

Até Mais de
O percentual da renda R$ 830
Média
R$ 10.375
despendido com serviços
Cabeleireiro 78,0 65,7 54,4
pessoais não sofre grandes Manicuro e pedicuro 4,5 17,4 23,2
alterações entre os diferentes Consertos de artigos pessoais 9,7 3,2 0,8
níveis de rendimento. Outras 8,0 13,5 21,6
Total das despesas com serviços pessoais 100 100 100

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PERFIL DE CONSUMO

DESPESAS DE CONSUMO
Distribuição das despesas Gasto médio mensal das famílias com fumo
(% médio) (part. % em relação ao gasto total médio mensal)
RS Brasil
1,8
Habitação 34,8 35,9
Alimentação 19,8 19,8 1,4
Transporte 19,7 19,6 1,1
1,0
Assistência à saúde 7,3 7,2 0,9 RS
0,8
Vestuário 6,0 5,5 0,6
0,5 BR
0,4 0,4
Despesas diversas 3,7 2,9 0,3 0,3 0,3
0,1
Educação 2,7 3,0
Higiene pessoal 2,2 2,4 Até R$ 830 R$ 830 a 1.245 R$ 1.245 a R$ 2.490 a R$ 4.150 a R$ 6.225 a Mais R$
2.490 4.150 6.225 10.375 10.375
Recreação e cultura 2,2 2,0
Serviços pessoais 0,9 1,1
Fumo 0,7 0,5
Total 100 100

Os gastos com fumo representam 0,7% do orçamento das famílias gaúchas e


0,5% do orçamento da média das famílias brasileiras.

As famílias com menor rendimento têm um maior percentual de suas


despesas comprometido com este item.

Fonte: IBGE/POF 2008 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PRODUTO INTERNO BRUTO

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PIB

PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS NO PIB BRASILEIRO


2011
Participação Participação do RS no PIB do BR
(% ) (Var. %)
São Paulo 32,6
Rio de Janeiro 11,2 A participação do
Minas Gerais 9,3 Estado no PIB do 6,9
Rio Grande do Sul 6,4 Brasil vem
Paraná 5,8
Santa Catarina 4,1 diminuindo ao longo
do tempo. 6,4
Distrito Federal 4,0
Bahia 3,9
Goiás 2,7
Pernambuco 2,5

1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
Espírito Santo 2,4
Pará 2,1
Ceará 2,1
Mato Grosso 1,7 2013*
Amazonas 1,6
Maranhão 1,3
Brasil RS
Mato Grosso do Sul 1,2
Rio Grande do Norte 0,9 PIB (em R$ bilhões) 4.845 312,0
Paraíba 0,9
Alagoas 0,7
Rondônia 0,7 PIB (em US$ bilhões**) 2.245 144,6
Sergipe 0,6
Piauí 0,6
Tocantins 0,4 PIB per capita (em R$*) 24.100 27.944
Amapá 0,2
Acre 0,2 *Estimativas preliminares
Roraima 0,2 **Taxa de câmbio – venda – média 2013.
Fonte: IBGE. FEE. BACEN. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
PIB

TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL DO PIB (%)

Crescimento
Brasil Rio Grande do Sul
Crescimento
% médio 7,5
% médio 6,7
6,5 6,3
3,33 5,7 6,1 2,85
5,2 5,1
4,3 4,3 4,7
4,0
3,2 3,3
2,7 2,7 2,5 2,7
2,0 1,7 1,6
1,3 1,2 1,0

-0,3 -0,4
-1,4
-2,8
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012*2013*

O ano de 2009 é marcado pelo efeito As performances diferentes das


da crise subprime que afetou o verificadas no Brasil nos anos de
Estado mais fortemente se 2005 e 2012, devem-se,
comparado ao Brasil, devido, principalmente, aos efeitos
principalmente, ao seu maior grau negativos da seca no Estado
de abertura econômica. gaúcho.

Fonte: IBGE. FEE. BACEN. *Estimativas preliminares. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PIB

COMPOSIÇÃO DO VALOR ADICIONADO BRUTO (%) – 2011


Brasil
VAB versus PIB
5,5 O Valor Adicionado Bruto é obtido pela diferença
27,5 entre o valor total da produção e o valor das
matérias-primas utilizadas no processo produtivo.
O Produto Interno Bruto consiste na soma entre
67,0 o VAB e os impostos (líquidos de subsídios) sobre
produtos, não incluídos no valor da produção.
Portanto, é comum o uso do VAB como
aproximação do PIB.

Agropecuária Indústria Serviços


Rio Grande do Sul
Características da Indústria Gaúcha: 9,2
 Forte ligação com a agropecuária;
 Voltada para o mercado externo; 26,9
 Diversificada, porém com destaque
64,0
significativo a alguns setores.

O RS está mais sujeito a refletir crises


agrícolas que a média brasileira
Agropecuária Indústria Serviços

Fonte: IBGE/FEE. Elaboração: FIERGS/UEE UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PIB

EVOLUÇÃO DO VALOR ADICIONADO BRUTO DO RS


Composição do VAB
(%)
1996 20039,2 2011
9,2 12,8 26,9 9,2
27,7 26,9
28,1
63,1 64,0 59,0
64,0

Agropecuária Indústria Serviços

Evolução do VAB setorial real


(número índice 1995 = 100) Pode-se observar que, entre os anos de
211,2
1996 e 2011, a indústria perdeu
representatividade no VAB gaúcho.
Agropecuária
Indústria 160,3
Serviços
Entretanto, essa perda se dá não pela
diminuição do VAB industrial, mas sim
132,4
pelo crescimento mais acentuado do
100,0 115,0 VAB dos demais setores de atividade.
102,3 99,7
2013*
2012*
1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

Fonte: FEE UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PIB

EVOLUÇÃO DO VALOR ADICIONADO BRUTO DO RS


Composição do VAB
(%)
1996 20039,2 2011
9,2 12,8 26,9 9,2
27,7 26,9
28,1
63,1 64,0 59,0
64,0

Agropecuária Indústria Serviços

Evolução do VAB setorial real VAB 2013 por setor de atividade


(número índice 1995 = 100) Var. %
211,2
Agropecuária 39,7
Indústria 4,5
Extrativa mineral -
Agropecuária
Transformação 5,7
Indústria 160,3
Construção civil 2,3
Serviços
SIUP -
Serviços 3,3
132,4 Comércio 4,2
Transporte, armazenagem e correio 6,8
100,0 115,0 Administração, saúde e educ. pública 2,7
102,3 99,7 Demais serviços -
2013*
2012*
1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

VAB 6,4
PIB 6,3
Fonte: FEE UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
PIB

DISTRIBUIÇÃO DO PIB DO RS
PIB por mesorregiões PIB per capita por mesorregiões
(%) (R$ mil)

A Região Metropolitana é a
16,9 mais representativa em 22,9
12,6 termos de participação no 31,3
3,6 PIB do Estado. 17,6 25,2
7,5 47,5 26,2
4,7 17,2
7,3 Em termos de PIB per
20,9
capita, a Região Nordeste
apresenta a maior média:
R$ 31,3 mil.

Composição do VAB por mesorregiões


(%)
Agropecuária Indústria Serviços
Centro-Ocidental 7,2 2,0 4,1 O VAB do setor agropecuário gaúcho é
Centro-Oriental 12,1 9,2 6,3 constituído principalmente na região
Metropolitana 9,9 48,8 50,8 Noroeste do Estado; o setor industrial e o
Nordeste 12,2 17,9 10,4
de serviços têm a maior parte de seu VAB
Noroeste 40,1 12,9 16,8
Sudeste 7,7 6,4 7,1
constituído na Região Metropolitana.
Sudoeste 10,9 2,8 4,4
Total 100 100 100

Fonte: FEE 2011 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PIB

DISTRIBUIÇÃO DO PIB DO RS
PIB por mesorregiões PIB per capita por mesorregiões
(%) (R$ mil)

A Região Metropolitana é a
16,9 mais representativa em 22,9
12,6 termos de participação no 31,3
3,6 PIB do Estado. 17,6 25,2
7,5 47,5 26,2
4,7 17,2
7,3 Em termos de PIB per
20,9
capita, a Região Nordeste
apresenta a maior média:
R$ 31,3 mil.

Composição do VAB por mesorregiões


(%)
Agropecuária Indústria Serviços Total
Centro-Ocidental 17,1 14,1 68,8 100 O setor de Serviços é o
Centro-Oriental 14,6 32,3 53,1 100 principal componente do VAB
Metropolitana 1,9 28,2 69,9 100 em todas as mesorregiões do
Nordeste 9,0 38,3 52,8 100 Rio Grande do Sul.
Noroeste 20,5 19,4 60,1 100
Sudeste 10,1 24,8 65,1 100
Sudoeste 21,8 16,4 61,8 100
Fonte: FEE 2011 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
PIB

PIB DO MUNICÍPIOS GAÚCHOS – 2011

Principais municípios do Estado


Valor do PIB Part. no PIB PIB per capita
(em R$ milhões) do RS (% ) (em R$)
Porto Alegre 45.506,0 17,3 32.203,1
Caxias do Sul 16.636,9 6,3 37.696,9
Canoas 15.515,1 5,9 47.711,1
Rio Grande 8.194,6 3,1 41.376,4
Gravataí 7.304,7 2,8 28.375,6
Triunfo 5.932,3 2,3 227.536,9
Novo Hamburgo 5.502,8 2,1 23.009,7
Pelotas 5.422,4 2,1 16.488,1
Passo Fundo 4.989,7 1,9 26.814,3
Santa Cruz do Sul 4.943,6 1,9 41.473,8
Rio Grande do Sul 263.633,4 100 24.556,3

Porto Alegre é a cidade que O maior PIB per capita é


possui o maior PIB do Estado, observado no município de
representando 17,3% do total do Triunfo devido, principalmente, à
Rio Grande do Sul. presença do Polo Petroquímico.

Fonte FEE.
Fonte: FEE 2011 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
PIB

CONCENTRAÇÃO DAS ATIVIDADES SETORIAIS NO RS


ÍNDICE DE GINI DO PRODUTO INTERNO BRUTO E DO VALOR ADICIONADO BRUTO

É obtido a partir da Curva de


Lorenz, sendo que quanto mais
esta se distancia da reta de 45º,
maior é o grau de concentração

Curva de Lorenz Setorial – RS – 2011

Na agropecuária, 20% dos municípios


são responsáveis por metade da
atividade do setor. Já nos serviços e na
indústria, este percentual é de 2,22% e
2,02% dos municípios,
respectivamente, demonstrando um
grau de concentração muito maior
nesses setores.

Fonte: FEE 2011. Elaboração FIERGS/UEE. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PIB

CONCENTRAÇÃO DAS ATIVIDADES SETORIAIS NO RS


ÍNDICE DE GINI DO PRODUTO INTERNO BRUTO E DO VALOR ADICIONADO BRUTO

É obtido a partir da Curva de Seu valor varia de 0 a 1, sendo


Lorenz, sendo que quanto mais que quanto mais próximo de 1
esta se distancia da reta de 45º, mais concentrada é a atividade
maior é o grau de concentração econômica considerada.

Curva de Lorenz Setorial – RS – 2011

Índice de Gini Setorial – 2011


BR RS
Agropecuária 0,59 0,44
Indústria 0,90 0,86
Serviços 0,86 0,81
PIB Total 0,86 0,79

Fonte: FEE 2011. Elaboração FIERGS/UEE. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

AGRICULTURA

A agricultura divide-se em:


• Lavouras temporárias: são culturas de curto ou médio ciclo vegetativo, na maioria das vezes
inferior a um ano, as quais precisam de novo plantio após a colheita para produzir.
• Lavouras permanentes: são culturas de longo ciclo vegetativo, as quais permitem colheitas
sucessivas sem a necessidade de novo plantio.

Composição por tipo de lavoura


Lavouras Temporárias Lavouras Permanentes

Abacaxi, algodão herbáceo, alho, Abacate, algodão arbóreo, azeitona,


amendoim, arroz, aveia, batata-doce, banana, borracha, cacau, café, caqui
batata-inglesa, cana-de-açúcar, castanha de caju, chá-da-índia, coco-
cebola, centeio, cevada, ervilha, fava, da-baía, dendê, erva-mate, figo,
feijão, fumo, girassol, juta, linho, goiaba, guaraná, laranja, limão, maçã,
malva, mamona, mandioca, melancia, mamão, manga, maracujá, marmelo,
melão, milho, rami, soja, sorgo, noz, palmito, pera, pêssego, pimenta-
tomate, trigo, triticale. do-reino, sisal ou agave, tangerina,
tungue, urucum, uva.

Fonte: IBGE/PAM. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


LAVOURAS TEMPORÁRIAS

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS TEMPORÁRIAS
Evolução da produção de grãos – Brasil
188,7191,2
(em milhões de toneladas)
162,8166,2
149,3
131,8
144,1
135,1 Os resultados dos últimos
123,2 119,1
114,7
122,5
anos no Brasil sinalizam a
100,3 96,8
consolidação de um novo
81,1 78,4 76,6 82,4 83,0
68,3
76,0 73,6 patamar de produção após a
safra 2012/13.
1996/97

2006/07
1992/93

1993/94

1994/95

1995/96

1997/98

1998/99

1999/00

2000/01

2001/02

2002/03

2003/04

2004/05

2005/06

2007/08

2008/09

2009/10

2010/11

2011/12

2012/13

2013/14*
*Previsão

Evolução da produção de grãos – Rio Grande do Sul


(em milhões de toneladas) 29,7 30,0
28,8

25,4

22,4
23,5
22,6 22,6 No Rio Grande do Sul, a
21,3 20,9
20,2
18,2
safra 2013/14 será recorde.
18,0
16,9
16,2 15,8
14,9 15,3
16,6 O desempenho de 2011/12
14,1
13,1 13,2 foi prejudicado pela
estiagem.
1995/96

1996/97
1992/93

1993/94

1994/95

1997/98

1998/99

1999/00

2000/01

2001/02

2002/03

2003/04

2004/05

2006/07

2007/08

2008/09

2009/10

2010/11

2011/12

2012/13

2013/2014*
2005/06

*Previsão

Produtos selecionados: caroço de algodão, amendoim (1ª e 2ª safras), arroz, aveia, canola, centeio,
cevada, feijão (1ª, 2ª e 3ª safras), girassol, mamona, milho (1ª e 2ª safras), soja, sorgo, trigo e triticale.
Fonte: CONAB. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
AGRICULTURA

LAVOURAS TEMPORÁRIAS – 10 PRINCIPAIS CULTURAS


Quantidade produzida no RS e Brasil em 2012 Produção de arroz no RS – 1992 a 2012
(em mil toneladas) (em milhões de toneladas)

8,9
Part. % 8,0
RS Brasil 7,3 6,9
7,7
(RS/BR) 6,3 6,1 6,8 6,3
5,6
4,6 5,0 4,2 5,0 4,4 4,1 5,0 5,3 5,5 4,7
Arroz (em casca) 7.692,2 11.549,9 66,6 3,6

Soja (em grão) 5.945,2 65.848,9 9,0


Milho (em grão) 3.155,1 71.072,8 4,4

1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Trigo (em grão) 1.866,3 4.418,4 42,2
Mandioca 1.191,2 23.044,6 5,2
Cana-de-açúcar 981,6 721.077,3 0,1 Produção de arroz – RS
Fumo (em folha) 396,9 810,6 49,0 (2012 – em toneladas)
Batata-inglesa 359,0 3.731,8 9,6
Melancia 343,4 2.079,5 16,5
Aveia (em grão) 218,8 431,0 50,8

O arroz é a principal cultura


para o Estado em termos de
quantidade produzida.

Fonte: IBGE/PAM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS TEMPORÁRIAS – 10 PRINCIPAIS CULTURAS


Quantidade produzida no RS e Brasil em 2012 Produção de soja no RS – 1992 a 2012
(em mil toneladas) (em milhões de toneladas)

Part. % 11,7
RS Brasil 9,6 9,9 10,5
(RS/BR)
7,6 7,7 8,0
6,5 7,0
Arroz (em casca) 7.692,2 11.549,9 66,6 5,6 6,1 5,4 5,8 5,6 5,5 5,9
4,2 4,8 4,5 4,8
Soja (em grão) 5.945,2 65.848,9 9,0 2,4

Milho (em grão) 3.155,1 71.072,8 4,4

1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Trigo (em grão) 1.866,3 4.418,4 42,2
Mandioca 1.191,2 23.044,6 5,2
Cana-de-açúcar 981,6 721.077,3 0,1 Produção de soja – RS
Fumo (em folha) 396,9 810,6 49,0 (2012 – em toneladas)
Batata-inglesa 359,0 3.731,8 9,6
Melancia 343,4 2.079,5 16,5
Aveia (em grão) 218,8 431,0 50,8

O Estado é responsável por 9% da


produção nacional de soja. Em geral, essa
costuma ser a cultura mais expressiva em
termos de quantidade produzida. No entanto,
foi prejudicada pela estiagem de 2012.

Fonte: IBGE/PAM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS TEMPORÁRIAS – 10 PRINCIPAIS CULTURAS


Quantidade produzida no RS e Brasil em 2012 Produção de milho no RS – 1992 a 2012
(em mil toneladas) (em milhões de toneladas)

Part. % 5,9 6,1 6,0


5,5 5,4 5,6 5,8
RS Brasil 5,2
(RS/BR) 4,6 4,8 4,5
4,1 4,4 3,9 3,9 4,2
3,0 3,2 3,4 3,2
Arroz (em casca) 7.692,2 11.549,9 66,6
1,5
Soja (em grão) 5.945,2 65.848,9 9,0
Milho (em grão) 3.155,1 71.072,8 4,4

1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Trigo (em grão) 1.866,3 4.418,4 42,2
Mandioca 1.191,2 23.044,6 5,2
Cana-de-açúcar 981,6 721.077,3 0,1 Produção de milho – RS
Fumo (em folha) 396,9 810,6 49,0 (2012 – em toneladas)
Batata-inglesa 359,0 3.731,8 9,6
Melancia 343,4 2.079,5 16,5
Aveia (em grão) 218,8 431,0 50,8

O milho é a terceira cultura em


termos de quantidade produzida no
RS. A região Noroeste representa
54,9% da produção do Estado.

Fonte: IBGE/PAM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS TEMPORÁRIAS – 10 PRINCIPAIS CULTURAS


Quantidade produzida no RS e Brasil em 2012 Produção de trigo no RS – 1992 a 2012
(em mil toneladas) (em milhões de toneladas)
2,7
Part. % 2,4
RS Brasil 2,1 2,2 2,1
(RS/BR) 1,7
1,9 1,9
1,4
Arroz (em casca) 7.692,2 11.549,9 66,6 0,9 0,9 0,8 1,0 1,1 1,1
0,9 0,8
0,6 0,5 0,7
Soja (em grão) 5.945,2 65.848,9 9,0 0,3
Milho (em grão) 3.155,1 71.072,8 4,4

1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Trigo (em grão) 1.866,3 4.418,4 42,2
Mandioca 1.191,2 23.044,6 5,2
Cana-de-açúcar 981,6 721.077,3 0,1 Produção de trigo – RS
Fumo (em folha) 396,9 810,6 49,0 (2012 – em toneladas)
Batata-inglesa 359,0 3.731,8 9,6
Melancia 343,4 2.079,5 16,5
Aveia (em grão) 218,8 431,0 50,8

O Estado é responsável por 42,2%


da produção nacional de trigo. O
destaque fica por conta da região
Noroeste, com 74,2% do total
produzido no Estado.

Fonte: IBGE/PAM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS TEMPORÁRIAS – 10 PRINCIPAIS CULTURAS


Quantidade produzida no RS e Brasil em 2012 Produção de fumo no RS – 1992 a 2012
(em mil toneladas) (em mil toneladas)

Part. % 483 473475 446 499


RS Brasil 430 444
(RS/BR) 340 322 344
397
319 306 298
280 274 295
Arroz (em casca) 7.692,2 11.549,9 66,6 230
223 207
236

Soja (em grão) 5.945,2 65.848,9 9,0


Milho (em grão) 3.155,1 71.072,8 4,4

1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Trigo (em grão) 1.866,3 4.418,4 42,2
Mandioca 1.191,2 23.044,6 5,2
Cana-de-açúcar 981,6 721.077,3 0,1 Produção de fumo – RS
Fumo (em folha) 396,9 810,6 49,0 (2012 – em toneladas)
Batata-inglesa 359,0 3.731,8 9,6
Melancia 343,4 2.079,5 16,5
Aveia (em grão) 218,8 431,0 50,8

Mais de 49% da produção nacional de


fumo tem sua origem no Rio Grande do
Sul, principalmente na região Centro-
oriental, que representa 45,2% da
produção do Estado.

Fonte: IBGE/PAM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS TEMPORÁRIAS – POR MESORREGIÃO


Noroeste Quantidade produzida Mais de 3,5 milhões de toneladas de
(em toneladas) soja foram produzidas na região
Part % Noroeste em 2012. A região figura
no Estado
Soja (em grão) 3.585.710 60,3
como principal produtora da
Milho (em grão) 1.731.219 54,9 oleaginosa no Estado.
Trigo (em grão) 1.385.194 74,2
Cana-de-açúcar 577.060 58,8
Mandioca 543.460 45,6
Aveia (em grão) 167.021 76,4
A região também é responsável por
Batata-inglesa 55.137 15,4 99,6% do centeio produzido no Estado.
Cevada (em grão) 54.290 62,1
Fumo (em folha) 46.707 11,8
Feijão (em grão)
Arroz (em casca)
41.623
36.910
48,6
0,5
Produção de centeio – RS
Batata-doce 32.283 21,0
(2012 – em toneladas)
Melancia 32.204 9,4
Cebola 18.926 9,1
Triticale (em grão) 10.828 93,1
Tomate 8.924 8,3
Linho (semente) 7.014 95,6
Girassol (em grão) 4.970 96,6
Melão 3.429 16,6
Amendoim (em casca) 2.768 56,1
Ervilha (em grão) 2.572 85,4
Centeio (em grão) 2.218 99,6
Sorgo (em grão) 2.092 5,9
Alho 1.650 9,4
Abacaxi (Mil frutos) 983 18,8
Fava (em grão) 20 18,2

Fonte: IBGE/PAM. 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS TEMPORÁRIAS – POR MESORREGIÃO


Nordeste Centro-Ocidental
Quantidade produzida Quantidade produzida
(em toneladas) (em toneladas)
Part % Part %
no Estado no Estado
Milho (em grão) 627.548 19,9 Arroz (em casca) 721.915 9,4
Soja (em grão) 483.855 8,1 Soja (em grão) 695.016 11,7
Batata-inglesa 221.894 61,8 Trigo (em grão) 206.772 11,1
Trigo (em grão) 112.437 6,0 Mandioca 111.417 9,4
Tomate 70.268 65,3 Cana-de-açúcar 107.479 10,9
Cebola 35.857 17,3 Milho (em grão) 90.148 2,9
Aveia (em grão) 22.789 10,4 Batata-inglesa 34.662 9,7
Cana-de-açúcar 20.654 2,1 Melancia 32.780 9,5
Mandioca 18.888 1,6 Fumo (em folha) 26.537 6,7
Feijão (em grão) 16.694 19,5 Aveia (em grão) 19.590 9,0
Alho 14.204 81,2 Cevada (em grão) 9.759 11,2
Fumo (em folha) 13.501 3,4 Batata-doce 7.575 4,9
Batata-doce 10.551 6,9 Feijão (em grão) 5.623 6,6
Cevada (em grão) 7.261 8,3 Tomate 2.488 2,3
Melancia 1.037 0,3 Cebola 1.853 0,9
Triticale (em grão) 800 6,9 Sorgo (em grão) 844 2,4
Melão 786 3,8 Ervilha (em grão) 313 10,4
Amendoim (em casca) 425 8,6 Amendoim (em casca) 291 5,9
Ervilha (em grão) 77 2,6 Melão 215 1,0
Sorgo (em grão) 60 0,2 Linho (semente) 144 2,0
Arroz (em casca) 52 0,0 Alho 126 0,7
Fava (em grão) 34 30,9 Girassol (em grão) 18 0,3

Fonte: IBGE/PAM. 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS TEMPORÁRIAS – POR MESORREGIÃO


Sudoeste Metropolitana
Quantidade produzida Quantidade produzida
(em toneladas) (em toneladas)
Part % Part %
no Estado no Estado
Arroz (em casca) 3.213.304 41,8 Arroz (em casca) 1.804.992 23,5
Soja (em grão) 464.144 7,8 Mandioca 232.194 19,5
Trigo (em grão) 112.364 6,0 Milho (em grão) 162.932 5,2
Milho (em grão) 53.097 1,7 Cana-de-açúcar 151.566 15,4
Cana-de-açúcar 46.080 4,7 Melancia 141.744 41,3

Melancia 44.900 13,1 Soja (em grão) 92.590 1,6


Fumo (em folha) 65.220 16,4
Mandioca 38.875 3,3
Batata-doce 52.059 33,9
Sorgo (em grão) 21.829 61,3
Cebola 48.821 23,6
Aveia (em grão) 6.882 3,1
Batata-inglesa 18.547 5,2
Batata-doce 6.340 4,1
Melão 13.329 64,5
Cevada (em grão) 4.995 5,7
Tomate 11.265 10,5
Fumo (em folha) 2.500 0,6
Feijão (em grão) 6.402 7,5
Melão 879 4,3
Abacaxi (Mil frutos) 4.168 79,7
Feijão (em grão) 671 0,8
Trigo (em grão) 2.253 0,1
Tomate 580 0,5 Cevada (em grão) 765 0,9
Linho (semente) 180 2,5 Alho 434 2,5
Girassol (em grão) 120 2,3 Amendoim (em casca) 297 6,0
Cebola 79 0,0 Sorgo (em grão) 123 0,3
Alho 4 0,0 Girassol (em grão) 17 0,3
Ervilha (em grão) 14 0,5
Aveia (em grão) 6 0,0
Fava (em grão) 2 1,8

Fonte: IBGE/PAM. 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS TEMPORÁRIAS – POR MESORREGIÃO


Centro-Oriental Sudeste
Quantidade produzida Quantidade produzida
(em toneladas) (em toneladas)
Part % Part %
no Estado no Estado
Arroz (em casca) 509.926 6,6 Arroz (em casca) 1.405.124 18,3
Milho (em grão) 319.492 10,1 Soja (em grão) 305.648 5,1
Soja (em grão) 318.280 5,4 Milho (em grão) 170.625 5,4
Mandioca 240.015 20,1 Cebola 98.157 47,4
Fumo (em folha) 179.361 45,2 Fumo (em folha) 63.035 15,9
Cana-de-açúcar 78.405 8,0 Melancia 51.484 15,0
Melancia 39.216 11,4
Trigo (em grão) 21.648 1,2
Batata-doce 30.364 19,7
Batata-inglesa 18.944 5,3
Trigo (em grão) 25.586 1,4
Batata-doce 14.598 9,5
Batata-inglesa 9.847 2,7
Tomate 11.426 10,6
Feijão (em grão) 8.576 10,0
Sorgo (em grão) 10.522 29,5
Cebola 3.396 1,6
Cevada (em grão) 7.880 9,0
Tomate 2.634 2,4
Mandioca 6.353 0,5
Cevada (em grão) 2.460 2,8
Feijão (em grão) 5.984 7,0
Melão 815 3,9
Amendoim (em casca) 807 16,4
Aveia (em grão) 2.453 1,1
Alho 354 2,0 Melão 1.221 5,9
Sorgo (em grão) 142 0,4 Alho 716 4,1
Abacaxi (Mil frutos) 81 1,5 Cana-de-açúcar 350 0,0
Fava (em grão) 42 38,2 Amendoim (em casca) 343 7,0
Ervilha (em grão) 31 1,0 Mamona (baga) 36 100,0
Aveia (em grão) 13 0,0 Fava (em grão) 12 10,9
Girassol (em grão) 9 0,2 Girassol (em grão) 9 0,2
Centeio (em grão) 8 0,4 Ervilha (em grão) 3 0,1

Fonte: IBGE/PAM. 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


LAVOURAS PERMANENTES

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS PERMANENTES – 10 PRINCIPAIS CULTURAS


Quantidade produzida no RS e Brasil em 2012 Produção de uva no RS – 2001 a 2012
(em mil toneladas) (em mil toneladas)
830 840
Part. % 777 737
RS Brasil 697 704 695
(RS/BR) 570 612 624
498 489
Uva 840,3 1.514,8 55,5
Maçã 620,8 1.339,8 46,3
Laranja 362,1 18.012,6 2,0
Erva-mate (folha verde) 260,9 513,3 50,8

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012
Tangerina 144,6 959,7 15,1
Pêssego 132,7 233,0 57,0 Produção de uva – RS
Banana (cacho) 110,6 6.902,2 1,6 (2012 – em toneladas)
Caqui 34,1 158,2 21,5
Limão 18,1 1.208,3 1,5
Pera 10,6 22,0 48,1

A uva é a principal cultura


para o Estado em termos de
quantidade produzida.

Fonte: IBGE/PAM. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS PERMANENTES – 10 PRINCIPAIS CULTURAS


Quantidade produzida no RS e Brasil em 2012 Produção de maçã no RS – 2001 a 2012
(em mil toneladas) (em mil toneladas)
634 621
Part. % 557 538
RS Brasil 515
(RS/BR) 469
347 329 353
Uva 840,3 1.514,8 55,5 304 300 328

Maçã 620,8 1.339,8 46,3


Laranja 362,1 18.012,6 2,0
Erva-mate (folha verde) 260,9 513,3 50,8

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012
Tangerina 144,6 959,7 15,1
Pêssego 132,7 233,0 57,0 Produção de maçã – RS
Banana (cacho) 110,6 6.902,2 1,6 (2012 – em toneladas)
Caqui 34,1 158,2 21,5
Limão 18,1 1.208,3 1,5
Pera 10,6 22,0 48,1

O Estado é responsável por 46,3%


da produção nacional de maçã.

Fonte: IBGE/PAM. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS PERMANENTES – 10 PRINCIPAIS CULTURAS


Quantidade produzida no RS e Brasil em 2012 Produção de erva-mate no RS – 2001 a 2012
(em mil toneladas) (em mil toneladas)
259 256 259 260 273 261
Part. % 252 240 239
223 219 230
RS Brasil
(RS/BR)
Uva 840,3 1.514,8 55,5
Maçã 620,8 1.339,8 46,3
Laranja 362,1 18.012,6 2,0

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012
Erva-mate (folha verde) 260,9 513,3 50,8
Tangerina 144,6 959,7 15,1
Pêssego 132,7 233,0 57,0 Produção de erva-mate – RS
Banana (cacho) 110,6 6.902,2 1,6 (2012 – em toneladas)
Caqui 34,1 158,2 21,5
Limão 18,1 1.208,3 1,5
Pera 10,6 22,0 48,1

As regiões Nordeste e Noroeste


têm uma participação de 51,7%
e 43,3%, respectivamente, da
produção de erva-mate do RS.

Fonte: IBGE/PAM. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS PERMANENTES – 10 PRINCIPAIS CULTURAS


Quantidade produzida no RS e Brasil em 2012 Produção de pêssego no RS – 2001 a 2012
(em mil toneladas) (em mil toneladas)
141
Part. % 129 133 129 133
RS Brasil 109 111 112
123 119
(RS/BR) 94
87
Uva 840,3 1.514,8 55,5
Maçã 620,8 1.339,8 46,3
Laranja 362,1 18.012,6 2,0
Erva-mate (folha verde) 260,9 513,3 50,8

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012
Tangerina 144,6 959,7 15,1
Pêssego 132,7 233,0 57,0 Produção de pêssego – RS
Banana (cacho) 110,6 6.902,2 1,6 (2012 – em toneladas)
Caqui 34,1 158,2 21,5
Limão 18,1 1.208,3 1,5
Pera 10,6 22,0 48,1

A região Sudeste representa


45,7% da produção de pêssego
do Estado.

Fonte: IBGE/PAM. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS PERMANENTES
Nordeste
Quantidade produzida
(em toneladas)
Part %
no Estado
Uva 710.313 84,5
Maçã 614.470 99,0
A região Nordeste tem como principal cultura a
Erva-mate (folha verde) 134.786 51,7 uva. Em 2012, a região produziu mais de 710 mil
Pêssego 47.549 35,8 toneladas desta, o equivalente a 84,5% do total
Laranja 32.129 8,9 da produção do RS.
Caqui 25.606 75,1
Tangerina 12.552 8,7
Pera 6.416 60,7
Figo 2.083 20,8
Goiaba 1.040 17,4
Limão 946 5,2
Abacate 813 14,2
Também destaca-se o cultivo da maçã. A região
Banana (cacho) 477 0,4 é responsável por 99,0% da quantidade
Noz (fruto seco) 296 13,5 produzida da fruta no Estado.
Tungue (fruto seco) 225 100,0
Marmelo 85 37,3
Mamão 53 3,1
Manga 1 0,1

Fonte: IBGE/PAM 2012. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS PERMANENTES – POR MESORREGIÃO


Noroeste Centro-Oriental
Quantidade produzida Quantidade produzida
(em toneladas) (em toneladas)
Part % Part %
no Estado no Estado

Laranja 176.618 48,8 Laranja 25.630 7,1


Uva 14.628 1,7
Erva-mate (folha verde) 112.891 43,3
Erva-mate (folha verde) 13.135 5,0
Uva 71.442 8,5
Tangerina 8.518 5,9
Tangerina 31.689 21,9
Pêssego 3.383 2,5
Pêssego 13.357 10,1 Banana (cacho) 1.500 1,4
Banana (cacho) 4.650 4,2 Abacate 1.280 22,4
Caqui 3.945 11,6 Limão 1.259 7,0
Limão 3.910 21,6 Caqui 1.202 3,5
Figo 2.977 29,7 Goiaba 1.167 19,5
Maçã 2.516 0,4 Noz (fruto seco) 1.088 49,6
Pera 941 8,9
Abacate 2.323 40,6
Figo 705 7,0
Pera 2.082 19,7
Mamão 226 13,3
Mamão 1.317 77,6
Maçã 81 0,0
Goiaba 1.252 20,9 Azeitona 80 55,2
Noz (fruto seco) 582 26,5 Marmelo 68 29,8
Manga 494 50,7 Manga 34 3,5

Fonte: IBGE/PAM 2012. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS PERMANENTES – POR MESORREGIÃO


Sudoeste Sudeste
Quantidade produzida Quantidade produzida
(em toneladas) (em toneladas)

Part % Part %
no Estado no Estado
Laranja 12.909 4,1 Pêssego 60.664 45,7
Uva 12.539 1,0 Laranja 8.958 2,5
Uva 6.284 0,7
Tangerina 6.476 3,4
Maçã 2.256 0,4
Pêssego 1.091 1,5
Tangerina 1.198 0,8
Pera 132 1,8
Figo 981 9,8
Limão 125 0,7
Goiaba 205 3,4
Maçã 50 1,0 Caqui 184 0,5
Noz (fruto seco) 50 1,1 Banana (cacho) 168 0,2
Figo 26 0,0 Pera 117 1,1
Azeitona 24 0,2 Limão 116 0,6
Marmelo 68 29,8
Azeitona 41 28,3
Abacate 25 0,4
Noz (fruto seco) 9 0,4

Fonte: IBGE/PAM 2012. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


AGRICULTURA

LAVOURAS PERMANENTES – POR MESORREGIÃO


Centro-Ocidental Metropolitana
Quantidade produzida Quantidade produzida
(em toneladas) (em toneladas)
Part % Part %
no Estado no Estado
Banana (cacho) 103.044 93,2
Laranja 17.967 5,0
Laranja 87.862 24,3
Uva 8.437 1,0 Tangerina 80.900 55,9
Tangerina 3.272 2,3 Uva 16.608 2,0
Pêssego 1.715 1,3 Limão 11.315 62,5
Banana (cacho) 719 0,7 Pêssego 4.977 3,7
Figo 2.904 28,9
Pera 457 4,3
Caqui 2.693 7,9
Caqui 452 1,3
Goiaba 2.201 36,7
Limão 429 2,4 Maracujá 2.133 100,0
Figo 356 3,5 Maçã 1.423 0,2
Abacate 228 4,0 Abacate 1.050 18,4
Goiaba 129 2,2 Manga 446 45,7
Pera 431 4,1
Maçã 45 0,0
Noz (fruto seco) 138 6,3
Noz (fruto seco) 30 1,4
Mamão 102 6,0
Erva-mate (folha verde) 54 0,0
Marmelo 7 3,1

Fonte: IBGE/PAM 2012. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

EFETIVO DE ANIMAIS – 2012


Efetivo dos rebanhos
(em mil cabeças)

RS Brasil
Participação percentual dos rebanhos do
RS no Brasil
Galos, frangas, frangos e pintos 129.002 1.032.039
Galinhas 20.171 213.230 Coelhos 40,9
Bovino 14.141 211.279 Ovino 24,4
Suíno 6.213 38.796
Suíno 16,0
Ovino 4.096 16.789
Galos, frangas, frangos e pintos 12,5
Equino 546 16.436
Codornas 469 5.363 Galinhas 9,5
Caprino 100 8.646 Codornas 8,7
Coelhos 84 205
Bovino 6,7
Bubalino 75 1.262
Muar 3 1.222 Bubalino 5,9

Asinino 2 903 Equino 3,3

Caprino 1,2
O maior rebanho efetivo do Estado, Muar 0,2
assim como o brasileiro, é o de galos,
Asinino 0,2
frangas, frangos e pintos, com
129.001.542 cabeças.

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

EFETIVO DE ANIMAIS – 2012


Efetivo dos rebanhos
(em mil cabeças)

RS Brasil
Participação percentual dos rebanhos do
RS no Brasil
Galos, frangas, frangos e pintos 129.002 1.032.039
Galinhas 20.171 213.230 Coelhos 40,9
Bovino 14.141 211.279 Ovino 24,4
Suíno 6.213 38.796
Suíno 16,0
Ovino 4.096 16.789
Galos, frangas, frangos e pintos 12,5
Equino 546 16.436
Codornas 469 5.363 Galinhas 9,5
Caprino 100 8.646 Codornas 8,7
Coelhos 84 205
Bovino 6,7
Bubalino 75 1.262
Muar 3 1.222 Bubalino 5,9
Destaca-se o rebanho
Asinino 2 903 Equino 3,3
de coelhos, com uma
Caprino 1,2 participação de 40,9%
O maior rebanho efetivo do Estado, Muar 0,2
no rebanho brasileiro.
assim como o brasileiro, é o de galos,
Asinino 0,2
frangas, frangos e pintos, com
129.001.542 cabeças.

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

EFETIVOS DE ANIMAIS POR MESORREGIÃO – 2012


Noroeste
A maior concentração do
Efetivo dos rebanhos rebanho suíno no RS está nas
(em mil cabeças) regiões Noroeste, Nordeste
Part. % e Centro-oriental.
no Estado
Galos, frangas, frangos e pintos 42.324,3 32,8
Galinhas 5.092,9 25,2
Suíno
Bovino
3.509,6
2.907,9
56,5
20,6
Rebanho suíno – RS
Ovino 300,2 7,3
Equino 51,0 10,9
Codornas 45,4 8,3
Demais animais 62,3 23,6

O maior rebanho da região


Noroeste, em número de
cabeças, é o de galos,
frangas, frangos e pintos.

Entretanto, em termos de
representatividade no
Estado, o rebanho mais
expressivo é o suíno.

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

EFETIVOS DE ANIMAIS POR MESORREGIÃO – 2012


Nordeste
A maior concentração do rebanho de
Efetivo dos rebanhos galos, frangas, frangos e pintos no
(em mil cabeças) RS está nas regiões Nordeste e
Part. % Centro-oridental.
no Estado
Galos, frangas, frangos e pintos 39.239,8 30,4
Galinhas 4.988,4 24,7
Bovino 892,9 6,3 Rebanho de galos, frangas,
Suíno 763,7 12,3
Codornas 113,9 20,9 frangos e pintos – RS
Ovino 72,8 1,8
Equino 21,5 4,6
Demais animais 20,4 7,7

O maior rebanho da região


nordeste, em número de cabeças,
é o de galos, frangas, frangos e
pintos. Além disso, entre todos os
rebanhos presentes na região,
este é o que apresenta maior
representatividade em termos de
participação no Estado.

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

EFETIVOS DE ANIMAIS POR MESORREGIÃO – 2012


Centro-Ocidental
A maior concentração do
Efetivo dos rebanhos rebanho bovino no RS está nas
(em mil cabeças) regiões Sudoeste, Noroeste e
Sudeste.
Part. %
no Estado
Bovino 1.630,4 11,5
Galinhas 460,2 2,3
Ovino
Galos, frangas, frangos e pintos
347,3
334,7
8,5
0,3
Rebanho bovino – RS
Suíno 102,2 1,6
Equino 43,2 9,2
Codornas 13,8 2,5
Demais animais 16,9 6,4

O maior rebanho da região


Centro-ocidental , em número
de cabeças, é o bovino. Ainda,
entre todos os rebanhos
presentes na região, este é o
que apresenta maior
representatividade em termos
de participação no Estado.

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

EFETIVOS DE ANIMAIS POR MESORREGIÃO – 2012


Centro-Oriental
Efetivo dos rebanhos
(em mil cabeças)
Part. %
no Estado
Galos, frangas, frangos e pintos 34.936,1 27,1
Galinhas 3.421,0 17,0
Suíno 1.039,5 16,7
Bovino 764,9 5,4
Codornas 244,3 44,7
Ovino 107,4 2,6
Equino 20,4 4,3
Demais animais 35,0 13,3 O maior rebanho das regiões
Centro-oriental e
Metropolitana, em número de
Metropolitana cabeças, é o de galos,
Efetivo dos rebanhos frangas, frangos e pintos.
(em mil cabeças)
Part. %
no Estado
Galos, frangas, frangos e pintos 10.797,4 8,4
Galinhas 5.188,9 25,7
Bovino 1.045,6 7,4
Suíno 568,6 9,2
Ovino 157,5 3,8
Codornas 123,7 22,7
Equino 68,7 14,7
Demais animais 59,2 22,5

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

EFETIVOS DE ANIMAIS POR MESORREGIÃO – 2012


Centro-Oriental
Efetivo dos rebanhos Entretanto, em termos de
(em mil cabeças) representatividade no Estado,
Part. %
o rebanho mais expressivo na
no Estado região Centro-oriental é o de
Galos, frangas, frangos e pintos 34.936,1 27,1 codornas, e o na região
Galinhas 3.421,0 17,0
Suíno 1.039,5 16,7
Metropolitana e o de galinhas.
Bovino 764,9 5,4
Codornas
Ovino
244,3
107,4
44,7
2,6
Rebanho de codornas – RS
Equino 20,4 4,3
Demais animais 35,0 13,3

Metropolitana
Efetivo dos rebanhos
(em mil cabeças)
Part. %
no Estado
Galos, frangas, frangos e pintos 10.797,4 8,4
Galinhas 5.188,9 25,7
Bovino 1.045,6 7,4
Suíno 568,6 9,2
Ovino 157,5 3,8
Codornas 123,7 22,7
Equino 68,7 14,7
Demais animais 59,2 22,5

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

EFETIVOS DE ANIMAIS POR MESORREGIÃO – 2012


Sudoeste
Efetivo dos rebanhos
(em mil cabeças)
Part. %
no Estado
Bovino 4.731,4 33,5
Ovino 2.075,8 50,7
Galinhas 339,2 1,7
Galos, frangas, frangos e pintos 269,9 0,2 Em número de cabeças, o
Equino 171,4 36,6 maior rebanho das regiões
Suíno 116,2 1,9
Bubalino 20,2 27,0 Sudoeste e Sudeste é o de
Demais animais 14,3 1,9 bovinos.

Sudeste
Efetivo dos rebanhos
(em mil cabeças)
Part. %
no Estado
Bovino 2.167,4 15,3
Galos, frangas, frangos e pintos 1.099,4 0,9
Ovino 1.034,7 25,3
Galinhas 680,6 3,4
Suíno 113,5 1,8
Equino 92,4 19,7
Caprino 22,9 22,8
Demais animais 17,4 2,5

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

EFETIVOS DE ANIMAIS POR MESORREGIÃO – 2012


Sudoeste
Efetivo dos rebanhos Entretanto, em termos de
(em mil cabeças) representatividade no Estado, o
Part. % rebanho mais expressivo em
no Estado ambas as regiões é o de ovinos.
Bovino 4.731,4 33,5
Ovino 2.075,8 50,7
Galinhas 339,2 1,7
Galos, frangas, frangos e pintos 269,9 0,2
Equino
Suíno
171,4
116,2
36,6
1,9
Rebanho de ovinos – RS
Bubalino 20,2 27,0
Demais animais 14,3 1,9

Sudeste
Efetivo dos rebanhos
(em mil cabeças)
Part. %
no Estado
Bovino 2.167,4 15,3
Galos, frangas, frangos e pintos 1.099,4 0,9
Ovino 1.034,7 25,3
Galinhas 680,6 3,4
Suíno 113,5 1,8
Equino 92,4 19,7
Caprino 22,9 22,8
Demais animais 17,4 2,5

Fonte: IBGE/PPM. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL – 2012


Produção de origem animal por tipo de produto
Part. %
RS Brasil
(RS/BR)
Lã (Quilogramas) 10.946 11.994 91,3
Mel de abelha (Quilogramas) 6.774 33.932 20,0
Leite (Mil litros) 4.049 32.304 12,5
Ovos de galinha (Mil dúzias) 325 3.473 9,4
Ovos de codorna (Mil dúzias) 10 285 3,7
Casulos do bicho-da-seda (Quilogramas) - 2.731 -
Total 21.695 86.408 26,1

Principais produtores de lã do RS
(em toneladas)

O RS é responsável por 91,3% da


Sant'Ana do Livramento 1.421,3 produção nacional de lã.
Alegrete 718,5 Os municípios de Sant’Ana do
Uruguaiana 616,9 Livramento, Alegrete, Uruguaiana,
Dom Pedrito 527,4 Dom Pedrito e Quaraí produzem
Quaraí 524,6 34,2% do total do Estado.
Total 3.808,6

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

PRODUÇÃO DE ORIGEM ANIMAL POR MESORREGIÃO – 2012


Noroeste
Principais produtos
Part. % no
Estado
Leite (Mil litros) 2.681,1 66,2
Mel de abelha (Quilogramas) 2.203,2 32,5
Ovos de galinha (Mil dúzias) 66,4 20,4
Lã (Quilogramas) 621,3 5,7
Ovos de codorna (Mil dúzias) 0,4 4,0 Produção de leite – RS
(em mil litros)

O leite é o principal produto de


origem animal produzido na região
Noroeste em termos de
representatividade no Estado.

Destacam-se também nessa região


a produção de mel e de ovos de
galinha.

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

PRODUÇÃO DE ORIGEM ANIMAL POR MESORREGIÃO – 2012


Nordeste
Também recebem destaque na
Principais produtos produção de ovos de galinha
Part. % no as regiões Noroeste e
Estado
Ovos de galinha (Mil dúzias) 98,4 30,3
Metropolitana.
Ovos de codorna (Mil dúzias) 2,6 24,5
Mel de abelha (Quilogramas) 961,7 14,2
Leite (Mil litros) 410,5 10,1
Lã (Quilogramas) 125,6 1,1 Produção de ovos de galinha – RS
(mil dúzias)

O ovo de galinha é o principal


produto de origem animal
produzido na região Nordeste
em termos de
representatividade no Estado.

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

PRODUÇÃO DE ORIGEM ANIMAL POR MESORREGIÃO – 2012


Centro-Ocidental
Principais produtos
Part. % no
Estado
Mel de abelha (Quilogramas) 542,7 8,0
Lã (Quilogramas) 892,0 7,4
Leite (Mil litros) 88,1 2,2
Ovos de codorna (Mil dúzias) 0,1 1,1
Ovos de galinha (Mil dúzias) 2,8 0,9
Produção de mel – RS
(em quilogramas)

O mel de abelha é o principal


produto de origem animal
produzido na região Centro-
ocidental em termos de
representatividade no Estado.

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

PRODUÇÃO DE ORIGEM ANIMAL POR MESORREGIÃO – 2012


Centro-Oriental O ovo de codorna é o principal
Principais produtos produto de origem animal produzido
Part. % no na região Centro-oriental e o ovo de
Estado galinha é o principal na região
Ovos de codorna (Mil dúzias) 5,1 48,4 Metropolitana, ambos em termos de
Ovos de galinha (Mil dúzias) 57,3 17,6 representatividade no Estado.
Mel de abelha (Quilogramas) 700,9 10,3
Leite (Mil litros) 369,6 9,1
Lã (Quilogramas) 102,1 0,9 Produção de ovos de codorna – RS
(em mil dúzias)

Metropolitana
Principais produtos
Part. % no
Estado
Ovos de galinha (Mil dúzias) 89,0 27,4
Ovos de codorna (Mil dúzias) 2,3 21,6
Mel de abelha (Quilogramas) 1.021,9 15,1
Leite (Mil litros) 206,7 5,1
Lã (Quilogramas) 275,0 2,5

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


PECUÁRIA

PRODUÇÃO DE ORIGEM ANIMAL POR MESORREGIÃO – 2012


Sudoeste
A lã é o principal produto de origem
Principais produtos
animal produzido nas regiões
Part. % no
Sudoeste e Sudeste em termos de
Estado
Lã (Quilogramas) 6.405,3 58,5 representatividade no Estado.
Mel de abelha (Quilogramas) 700,2 10,3
Leite (Mil litros) 140,4 3,5
Ovos de galinha (Mil dúzias) 3,1 1,0
Ovos de codorna (Mil dúzias) 0,00 0,0
Produção de lã – RS
(em quilogramas)

Sudeste
Principais produtos
Part. % no
Estado
Lã (Quilogramas) 2.525,1 23,1
Mel de abelha (Quilogramas) 643,7 9,5
Leite (Mil litros) 153,0 3,8
Ovos de galinha (Mil dúzias) 8,0 2,4
Ovos de codorna (Mil dúzias) 0,03 0,3

Fonte: IBGE/PPM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SILVICULTURA

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SILVICULTURA

EXTRAÇÃO VEGETAL – 2012

Quantidade produzida por tipo de produto

Part. %
RS Brasil
(RS/BR)

Carvão vegetal (t) 49.534 5.097.809 1,0


Lenha (m³) 14.510.329 56.761.788 25,6
Madeira em tora (m³) 7.928.109 131.878.975 6,0
Para papel e celulose (m³) 2.652.004 73.837.128 3,6
Para outras finalidades (m³) 5.276.105 58.041.847 9,1
Outros produtos (t) 123.789 223.256 55,4
Acácia-negra (casca) (t) 103.006 103.006 100,0
Resina (t) 20.783 73.776 28,2

O Estado é responsável pelo total da


produção de Acácia-negra do Brasil.

Fonte: IBGE/PEVS. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SILVICULTURA

EXTRAÇÃO VEGETAL – CULTURAS MAIS REPRESENTATIVAS – 2012


Noroeste Nordeste
Quantidade produzida Quantidade produzida
Part. % no Part. % no
Estado Estado
Carvão vegetal (t) 1.085 2,2 Carvão vegetal (t) 794 1,6
Lenha (m³) 2.006.381 13,8 Lenha (m³) 1.601.676 11,0
Madeira em tora (m³) 335.933 4,2 Madeira em tora (m³) 1.672.044 21,1
Para outras finalidades (m³) 335.933 6,4 Para papel e celulose (m³) 254.539 9,6
Para outras finalidades (m³) 1.417.505 26,9
Outros produtos (t) 2.787 2,3
Acácia-negra (casca) (t) 2.787 2,7

Centro-Ocidental Centro-Oriental
Quantidade produzida Quantidade produzida
Part. % no Part. % no
Estado Estado
Carvão vegetal (t) 604 1,2 Carvão vegetal (t) 15.280 30,8
Lenha (m³) 478.184 3,3 Lenha (m³) 4.578.143 31,6
Madeira em tora (m³) 136.597 1,7 Madeira em tora (m³) 2.205.163 27,8
Para outras finalidades (m³) 136.597 2,6 Para papel e celulose (m³) 705.000 26,6
Para outras finalidades (m³) 1.500.163 28,4
Outros produtos (t) 9.264 7,5
Acácia-negra (casca) (t) 8.867 8,6
Resina (t) 397 1,9

Fonte: IBGE/PEVS. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SILVICULTURA

EXTRAÇÃO VEGETAL – CULTURAS MAIS REPRESENTATIVAS – 2012


Metropolitana Sudoeste
Quantidade produzida Quantidade produzida
Part. % Part. %
no Estado no Estado
Carvão vegetal (t) 31.044 62,7 Carvão vegetal (t) 59 0,1
Lenha (m³) 4.025.281 27,7 Lenha (m³) 297.171 2,0
Madeira em tora (m³) 2.815.890 35,5 Madeira em tora (m³) 22.738 0,3
Para papel e celulose (m³) 1.627.451 61,4 Para outras finalidades (m³) 22.738 0,4
Para outras finalidades (m³) 1.188.439 22,5
Outros produtos (t) 89.258 72,1
Acácia-negra (casca) (t) 81.624 79,2
Resina (t) 7.634 36,7
Produção de lenha – RS
(em metros cúbicos)
Sudeste
Quantidade produzida
Part. %
no Estado
Carvão vegetal (t) 668 1,3
Lenha (m³) 1.523.493 10,5
Madeira em tora (m³) 739.744 9,3
Para papel e celulose (m³) 65.014 2,5
Para outras finalidades (m³) 674.730 12,8
Outros produtos (t) 22.479 18,2
Acácia-negra (casca) (t) 9.728 9,4
Resina (t) 12.751 61,4

Fonte: IBGE/PEVS. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDÚSTRIA

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDÚSTRIA

DISTRIBUIÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS INDUSTRIAIS


Estabelecimentos por UF
Construção
Extrativa Transformação SIUP Total Part.%
Civil
São Paulo 1.016 93.682 50.613 3.205 148.516 25,1
Minas Gerais 1.958 43.378 33.271 913 79.520 13,4
Rio Grande do Sul 736 37.272 19.547 1.273 58.828 9,9
Paraná 472 32.511 20.583 870 54.436 9,2
Santa Catarina 413 33.705 14.814 991 49.923 8,4
Rio de Janeiro 656 17.071 11.682 791 30.200 5,1
Goiás
Bahia
374
447
13.346
10.948
8.562
8.740
531
453
22.813
20.588
3,9
3,5
O Rio Grande do Sul é o
Ceará 192 10.351 6.819 337 17.699 3,0 terceiro Estado em número
Pernambuco 163 10.191 5.336 353 16.043 2,7
Espírito Santo 618 7.209 4.961 294 13.082 2,2
de estabelecimentos
Mato Grosso 264 5.908 4.701 293 11.166 1,9 industriais no Brasil, com
Distrito Federal 34 2.635 5.942 119 8.730 1,5
Rio Grande do Norte 235 3.360 4.504 138 8.237 1,4
uma participação de 9,9%,
Pará 191 4.062 3.102 321 7.676 1,3 atrás apenas de São Paulo e
Paraíba 128 3.222 4.063 190 7.603 1,3
Mato Grosso do Sul 103 3.406 2.953 240 6.702 1,1 Minas Gerais.
Maranhão 85 2.177 2.294 197 4.753 0,8
Piauí 85 2.223 2.138 197 4.643 0,8
Rondônia 122 2.343 1.633 115 4.213 0,7
Alagoas 45 1.699 1.778 124 3.646 0,6
Sergipe 76 1.933 1.452 109 3.570 0,6
Amazonas 30 1.743 1.494 193 3.460 0,6
Tocantins 96 1.198 1.468 152 2.914 0,5
Acre 18 539 655 27 1.239 0,2
Amapá 35 305 389 26 755 0,1
Roraima 9 243 279 14 545 0,1
Brasil 8.601 346.660 223.773 12.466 591.500 100
Fonte: MTE/RAIS 2013
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

ESTRUTURA DO VALOR ADICIONADO BRUTO


VAB industrial
(2011 – participação percentual)

RS Brasil No RS, mais de 48% da atividade


industrial está concentrada na Região
Extrativa mineral 0,8 14,8
Metropolitana de Porto Alegre.
Transformação 71,0 53,0
Construção civil 16,9 21,0
SIUP 11,3 11,2 VAB industrial gaúcho por mesorregião
(2011 – participação percentual)
Total 100 100

12,9
17,9
Tanto no Rio Grande do Sul
2,0 9,2
quanto no Brasil, a indústria 48,8
de transformação representa a 2,8
maior parte do Valor
Adicionado Bruto Industrial. 6,4

Fonte: FEE.IBGE.
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA EXTRATIVA

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDÚSTRIA

INDÚSTRIA EXTRATIVA NO RIO GRANDE DO SUL


Por grupo de atividade
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Extração de minerais não-metálicos 691 93,9 6.116 85,7 291,2 71,0
Extração de carvão mineral 10 1,4 759 10,6 117,7 -
Atividades de apoio à extração de minerais 27 3,7 227 3,2 - -
Extração de minerais metálicos 7 1,0 18 0,3 - -
Extração de petróleo e gás natural 1 0,1 15 0,2 - -
Total 736 100 7.135 100 410,2 100

Indústria extrativa - estabelecimentos


por mesorregião (%)

14,4 Minerais não-metálicos por subgrupo


28,0
4,1 VTI
8,3 32,6 (R$ m ilhões)
Extração de minerais não-metálicos 291,2
3,7 Extração de pedra, areia e argila 246,9
9,0 Extração de outros minerais não-metálicos 44,3

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO
GERAL

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDÚSTRIA

VARIÁVEIS ESTRUTURAIS
Estabelecimentos por
Setores da indústria – Rio Grande do Sul mesorregião
Estabelecimentos Empregados VTI
(%)
nº (%) (em mil) (%) (R$ milhões) (%)
Alimentos 4.326 11,6 120,5 16,7 11.038,9 16,1
Químicos 778 2,1 17,2 2,4 5.556,7 8,1
Veículos automotores 737 2,0 55,4 7,7 8.843,4 12,9
16,7
Máquinas e equipamentos 2.280 6,1 69,2 9,6 6.879,7 10,1 21,9
Couro e calçados 4.550 12,2 124,8 17,3 4.876,2 7,1
Produtos de metal 5.413 14,5 66,1 9,1 4.960,6 7,3 2,8
Fumo 65 0,2 6,5 0,9 4,8
8,6 44,6
3.250,1
Metalurgia 466 1,3 13,1 1,8 1.525,3 2,2 1,9
Borracha e plástico 1.559 4,2 40,5 5,6 2.687,1 3,9
Móveis 2.883 7,7 42,1 5,8 2.691,3 3,9
3,4
Bebidas 330 0,9 10,1 1,4 2.041,5 3,0
Minerais não metálicos 2.217 5,9 21,0 2,9 2.065,9 3,0
Celulose e papel 454 1,2 10,5 1,5 1.243,0 1,8
Material elétrico 505 1,4 14,1 1,9 1.338,9 2,0
Produtos de madeira 2.404 6,4 17,5 2,4 854,6 1,2
Produtos diversos 1.376 3,7 14,1 2,0 1.296,6 1,9
Equiptos de informática e eletron. 347 0,9 12,8 1,8 958,0 1,4
Vestuário e acessórios 3.146 8,4 24,3 3,4 776,4 1,1
Refino de petróleo 24 0,1 2,7 0,4 2.338,8 3,4 A Região Metropolitana de Porto
Têxteis 687 1,8 9,7 1,3 596,9 0,9 Alegre concentra mais de 44% dos
Manut e rep de maq e equiptos 1.389 3,7 11,3 1,6 996,8 1,5
estabelecimentos da indústria de
Impressão e reprodução 1.172 3,1 7,8 1,1 473,4 0,7
Outros equiptos de transporte 107 0,3 9,2 1,3 969,9 1,4 transformação do Estado.
Farmacêuticos 57 0,2 2,4 0,3 148,7 0,2
Indústrias de transformação 37.272 100 722,8 100 68.408,7 100

Fonte: IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

VARIÁVEIS CONJUNTURAIS
Índice de Desempenho Industrial do RS
(var % acumulada no ano)

10,0
8,0 8,7
5,5 6,2
3,5 4,0 4,2 5,2 4,3 4,7 3,8 5,3 4,5
2,3 3,1
1,1

-0,4
-1,9
-5,3-5,5

-12,1
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
O IDI/RS é um indicador que expressa o nível de atividade da indústria de
transformação gaúcha. É composto a partir da média ponderada das
seguintes variáveis: Faturamento, Compras, Horas Trabalhadas, Emprego,
Massa Salarial e Utilização da Capacidade Instalada.
Fonte: FIERGS/UEE
Fonte: FIERGS/UEE. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

IDI-RS: COMPONENTES
Faturamento
(var % acumulada no ano)

10,9 11,5
9,8 9,1
8,1
7,0 7,0 6,5
5,4
3,9
1,3 2,7 3,2 1,9 2,5

-0,5
-1,6 -2,5
-5,2
-6,6
-10,2
-11,4
Compras industriais
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
(var % acumulada no ano)
31,6

20,7 19,2
10,3 11,3 9,7 12,1 11,1
7,5
4,1 3,1
1,3 3,6 2,9 2,0

-0,3
-4,2 -4,5
-9,0-8,8 -6,6

-23,8
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Fonte: FIERGS/UEE
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

IDI-RS: COMPONENTES
Pessoal empregado na indústria
(var % acumulada no ano)
5,3 5,1
4,0 4,4 4,2

2,1 2,3 2,1


1,4 1,7
0,4

-0,3-0,4
-1,1 -1,8 -1,6

-3,7 -4,2 -4,6


-5,8
-6,6 -6,9 Horas trabalhadas na produção
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
(var % acumulada no ano)
7,6 7,9 6,5
6,0
4,4
3,1 3,2
1,3 1,8 1,6 2,0

-2,0 -2,1 -2,6


-2,8
-4,3
-5,0
-5,7 -6,3 -5,5 -6,2

-12,6
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
Fonte: FIERGS/UEE
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
jun/08

10,3
ago/08
out/08
dez/08

9,6
fev/09
abr/09

4,4
jun/09
ago/09

-5,8
out/09

Fonte: FIERGS/UEE
dez/09

-7,5
fev/10
abr/10

-4,3
jun/10

3,0
ago/10
out/10
dez/10 8,0
fev/11
10,0

abr/11
jun/11
ago/11
7,0

out/11
dez/11
IDI-RS: COMPONENTES

fev/12
abr/12
jun/12
6,1

ago/12
out/12
dez/12
5,9
(var % acumulada em 12 meses)

fev/13
abr/13
2,9

jun/13
ago/13
out/13
dez/13
fev/14
Remunerações pagas aos trabalhadores

3,7

abr/14
1992 jun/14
3,2

76,8
1993

80,2
1994
1995
79,4
1996
81,8

1997
1998
82,2

1999
2000
84,9

2001
2002
84,0

2003
82,1

2004
84,2

2005
2006
82,5
(grau médio % no ano)

2007
85,2

2008
86,3

2009
2010
80,4

2011
79,5 79,7
Utilização da Capacidade Instalada

2012
2013
77,6

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDÚSTRIA
INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO
SETORES

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDÚSTRIA

ALIMENTOS
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Abate e fabricação de produtos de carne 598 13,8 54.187 45,0 3.169,6 28,7
Moagem, fab de prod. amiláceos e de alim. para animais 691 16 18.298 15,2 3361,3 30
Laticínios 446 10,3 9.484 7,9 1.239,4 11,2
Fabricação de outros produtos alimentícios 2.297 53,1 27.784 23,0 1.330,2 12,0
Fab de óleos e gorduras vegetais e animais 59 1,4 3.962 3,3 1.528,6 13,8
Fab de conservas de frutas, legumes e outros vegetais 176 4,1 5.407 4,5 290,3 2,6
Preserv. do pescado e fab de produtos do pescado 26 0,6 1.169 1,0 53,1 0,5
Torrefação e moagem de café 21 0,5 198 0,2 58,2 0,5
Fabricação e refino de açúcar 12 0,3 52 0,0 8,3 0,1
Total 4.326 100 120.541 100 11.038,9 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)

10,6 11 11,5 11,5 24,2


8,4 8,5 15,2
5,4 4,8 5,1
4,6 45
2,4 2,4 2,1 11,5 29,7
1,7 1,7 0,6
5,9
-0,6
8,6
-3,9
-4,3 -5,4
-6,7
-7,2
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013

Fonte: FIERGS/UEE. IBGE/PIA 2010. MTE/RAIS 2011. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDÚSTRIA

BEBIDAS
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de bebidas não-alcoólicas 64 19,4 5.347 52,9 1.045,8 51,2
Fabricação de bebidas alcoólicas 266 80,6 4.761 47,1 995,8 48,8
Total 330 100 10.108 100 2.042 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
36,0
31,6 10,9
28,2
56,4
16,4 2,7
14,3
13,3 3,3 19,1
9,3
7,9 7,1 7 7,3 5,7
4,1 4,7 4,1 4,1
1,7 3,6

3,9
-5,7 -5,3 -2,9

-11,0 -9,3
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

TABACO

Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Processamento industrial do fumo 23 35,4 2.554 39,5 1.517,5 46,7
Fabricação de produtos do fumo 42 64,6 3.919 60,5 1.732,6 53,3
Total 65 100 6.473 100 3.250,1 100

Índice de Desempenho Industrial Estabelecimentos por mesorregião


(var % acumulada no ano) (%)
1.455

1,5
0,0
816
0,0
659 75,4 15,4
455 433 0,0
325
244
194
224
198 7,7
13,4 9,8 7,6 1,8

-18,8-10,9-28,4-1,4 -9,8 -7,6 -0,2


-12,7
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

TÊXTEIS
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fab. de artefatos têxteis, exceto vestuário 446 64,9 4.778 49,4 398,5 66,8
Preparação e fiação de fibras têxteis 34 4,9 1.594 16,5 60,1 10,1
Fabricação de tecidos de malha 69 10,0 1.902 19,7 63,3 10,6
Tecelagem, exceto malha 19 2,8 488 5,0 37,8 6,3
Acabamentos em fios, tecidos e artef. têxteis 119 17,3 915 9,5 37,2 6,2
Total 687 100 9.677 100 596,9 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
45,8
18,3
31,9 20,5

20,3 21,4 2,0


16,0 18,2 6,8 48,9
9 9,3 8,7 8,6
6,8 6,7 1,6
5,0
2,2
0,2 0,5
1,7
-2,8 -4,8
-9,3 -7,7 -10
-12,8
2004

2009
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003

2005
2006
2007
2008

2010
2011
2012
2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS

Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Confecção de art. do vestuário e acessórios 2.781 88,4 21.359 87,8 623,8 80,3
Fabricação de art. de malharia e tricotagem 365 11,6 2.979 12,2 152,6 19,7
Total 3.146 100 24.338 100 776 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)

14,5 13,3 19,6


4,1 4,6 26,5
2,1
2,5
-0,7 9,6 36,0
-3,6
-6,8 -5,4 2,1
-12,6 -11,3

3,6

-36,4
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

COURO E CALÇADOS
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de calçados 3.204 70,4 97.768 78,4 3.575,3 73,3
Curtimento e outras preparações de couro 197 4,3 10.561 8,5 529,8 10,9
Fab de partes para calçados, de qualquer material 573 12,6 10.533 8,4 545,1 11,2
Fab de art. para viagem e de artef. diversos de couro 576 12,7 5.888 4,7 226,0 4,6
Total 4.550 100 124.750 100 4.876,2 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
12,9
3,8
7,0
5,1
1,0 1,2
6,1 82,9
-0,8 -0,5 -1,3
-2,1 -2,4 0,3
-3,7
-7,6 0,5
-9,1
-13,9

2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

PRODUTOS DE MADEIRA

Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fab de prod. de madeira, cortiça e mat. trançado, exceto móveis 1.277 53,1 10.193 58,4 557,1 65,2
Desdobramento de madeira 1.127 46,9 7.261 41,6 297,5 34,8
Total 2.404 100 17.454 100 854,6 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)

40,5
22,9
20,1
17,9
4,2
9,4 8,9 12,3 34,9
6,0
3,8 1,4 2,7
1,2
1,5
-0,1 -0,6
-2,0 -4,7 -3,9 -1,0
-8,8 -9,8 -6,3 4,2
-10,5
-15,2
-20,3 -19,1
1993

2001

2009
1992

1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000

2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008

2010
2011
2012
2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

CELULOSE E PAPEL

Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fab de embalagens de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado 210 46,3 5.552 52,7 553,0 44,5
Fab de prod. diversos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado 216 47,6 3.142 29,8 344,4 27,7
Fab de celulose e outras pastas para a fabric. de papel 3 0,7 656 6,2 255,5 20,6
Fabricação de papel, cartolina e papel-cartão 25 5,5 1.187 11,3 90,1 7,2
Total 454 100 10.537 100 1.243,0 100

Estabelecimentos por mesorregião


(%)

13,9
24,7
0,9
8,1 51,3
0,0

1,1

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

IMPRESSÃO E REPRODUÇÃO

Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Atividade de impressão 859 73,3 6.077 77,9 336,6 71,1
Serviços de pré-impressão e acabamentos gráficos 308 26,3 1.638 21,0 - -
Reprodução de mat. gravados em qualquer suporte 5 0,4 89 1,14 - -
Total 1.172 100 7.804 100 473 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
12,1
8,8 14,8
5,1 17,0
3,5 3,1
3,2
6,6 50,3

-4,4 3,6

-11,0 -11,3 -11,3 4,5

-16,1
2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

REFINO DE PETRÓLEO

Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fab de prod. derivados do petróleo 13 54,2 1.832 67,0 1.911,7 81,7
Fabricação de biocombustíveis 11 45,8 903 33,0 427,1 18,3
Coquerias 0 0,0 0 0,0 - -
Total 24 100 2.735 100 2.339 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
17,1
25,0
20,8
6,5 5,8 4,2
4,4 4,2
2,3 33,3
8,3
-1,7 -1,7
-3,0 4,2
-7,4
-10,1 -9,2
-12,0
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

QUÍMICOS
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de produtos químicos orgânicos 52 6,7 2.036 11,8 1.422,4 25,6
Fabricação de resinas e elastômeros 25 3,2 1.432 8,3 1.905,1 34,3
Fabricação de produtos químicos inorgânicos 98 12,6 3.980 23,1 1.425,5 25,7
Fabricação de defensivos agrícolas e desinfestantes domissanitários 21 2,7 338 2,0 58,4 1,1
Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins 96 12,3 1.806 10,5 210,9 3,8
Fabricação de produtos e preparados químicos diversos 208 26,7 3.576 20,7 275,6 5,0
Fabricação de fibras artificiais e sintéticas 7 0,9 113 0,7 16,1 0,3
Fab de sabões, deterg., prod. de limpeza, cosmét., perfum. e de hig. pessoal 271 34,8 3.956 23,0 242,9 4,4
Total 778 100 17.237 100 5.556,7 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
22,1

16,1 10,5
16,4
14,3
12,9 15,7
10,4
7,9 1,8
4,1 3,3 4,0 9,6 56,6
1,8 1,6
1,0
-0,4 -0,2
-2,1 -1,3
-2,7
-6,3 -4,9 4,8
-7,3 -6,0

-15,6
1996
1992
1993
1994
1995

1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

FARMACÊUTICOS

Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de produtos farmacêuticos 46 80,7 2.049 86,9 141,1 94,9
Fabricação de produtos farmoquímicos 11 19,3 310 13,1 7,6 5,1
Total 57 100 2.359 100 148,7 100

Estabelecimentos por mesorregião


(%)

19,3
12,3
1,8
0,0 57,9
5,3

3,5

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

BORRACHA E PLÁSTICO

Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de produtos de material plástico 1.298 83,3 29.746 73,5 1.657,6 61,7
Fabricação de produtos de borracha 261 16,7 10.726 26,5 1.029,5 38,3
Total 1.559 100 40.472 100 2.687,1 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
13,4
11,8
9,1
7,4
5,6 6,0 30,0
2,6 3,7
1,2 0,7 1,3
4,0 53,8
0,8

-8,6 -7,5 1,0

-14,7

2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

MINERAIS NÃO-METÁLICOS
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Aparelhamento de pedras e fab de outros prod. de minerais não-metálicos 535 24,1 3.622 17,3 589,0 28,5
Fab de artef. de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e mat. semelhantes 998 45,0 8.376 40,0 704,7 34,1
Fabricação de cimento 6 0,3 179 0,9 274,1 13,3
Fabricação de vidro e de produtos do vidro 99 4,5 2.415 11,5 204,2 9,9
Fabricação de produtos cerâmicos 579 26,1 6.374 30,4 293,9 14,2
Total 2.217 100 20.966 100 2.065,9 100

Estabelecimentos por mesorregião


(%)

24,8
16,8
4,4
11,8 34,4
2,0

5,8

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

METALURGIA
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Siderurgia 47 10,1 3.490 26,6 1.027,4 67,4
Fundição 214 45,9 6.961 53,1 283,5 18,6
Prod. de tubos de aço, exceto tubos sem costura 33 7,1 1.150 8,8 135,3 8,9
Metalurgia dos metais não-ferrosos 165 35,4 1.483 11,3 79,1 5,2
Produção de ferro-gusa e de ferroligas 7 1,5 26 0,2 - -
Total 466 100 13.110 100 1.525,3 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
17,1
12,6 11,7 9,7
3,9 4,2 29,6
0,2 0,3 0,2
0,4
-1,0 -0,5 5,4 51,7

-11,3
0,2

3,0

-33,3
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

PRODUTOS DE METAL
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de artigos de cutelaria, de serralheria e ferramentas 1.020 18,8 14.386 21,8 1.360,7 27,4
Fabricação de produtos de metal não especificados anteriormente 1.513 28,0 23.846 36,1 1.353,5 27,3
Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada 1.866 34,5 13.387 20,2 1.090,7 22,0
Forjaria, estamparia, metalurgia do pó e serviços de tratamento de metais 926 17,1 10.242 15,5 503,9 10,2
Fabricação de equipamento bélico pesado, armas de fogo e munições 6 0,1 2.979 4,5 560,1 11,3
Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras 82 1,5 1.294 2,0 91,7 1,8
Total 5.413 100 66.134 100 4.960,6 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)

14,2 17,5
10,3 26,6
9,2 9,3
2,5
4,6 7,6 41,5
0,4 0,9
1,4

-3,7 2,7
-8,2 -7,2 -6,1
-10,9
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA E ELETRÔNICOS


Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de componentes eletrônicos 108 31,1 4.582 36 197 21
Fabricação de equipamentos de informática e periféricos 49 14,1 1.661 13 110 12
Fabricação de equipamentos de comunicação 22 6,3 1.274 10 147 15
Fab de aparelhos de recepção, reprod., gravação e amplificação de áudio e vídeo 31 8,9 1.223 10 98 10
Fab de aparelhos e instrum. de medida, teste e controle; cronômetros e relógios 116 33,4 3.573 28 367 38
Fab de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equip. de irradiação 7 2,0 113 1 20 2
Fab de equipto e instrum. ópticos, fotográficos e cinematográficos 13 3,7 342 3 - -
Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas 1 0,3 35 0 - -
Total 347 100,0 12.803 100 958

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
12,0
17,5
5,8
26,6
3,1
2,5
7,6 41,5
-3,2
-5,6
1,4
-9,4 -8,7
2,7
-13,2 -13,5
-19,3

2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013
Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

MATERIAL ELÉTRICO
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos 64 12,7 3.035 21,6 534,7 39,9
Fab de equipto para distribuição e controle de energia elétrica 170 33,7 5.977 42,5 397,7 29,7
Fab de equipto e aparelhos elétricos não especificados anteriormente 159 31,5 2.198 15,6 233,7 17,5
Fabricação de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação 49 9,7 836 5,9 104,1 7,8
Fabricação de eletrodomésticos 45 8,9 1.761 12,5 56,6 4,2
Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos 18 3,6 253 1,8 12,1 0,9
Total 505 100 14.060 100 1.338,9 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
18,6
15,0 12,5
11,1 9,9 30,3
3,3
3,2
6,7 44,8
-0,7
-3,9 -3,0 0,8
-5,9 -7,5
1,8

-23,3 -21,5

2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fab de tratores e de máq. e equip. para a agricultura e pecuária 506 22,2 30.426 44,0 2.903,6 42,2
Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral 726 31,8 17.599 25,4 1.686,8 24,5
Fab de máquinas e equipamentos de uso industrial específico 722 31,7 12.026 17,4 953,7 13,9
Fab de motores, bombas, compressores e equip. de transmissão 136 6,0 4.101 5,9 597,9 8,7
Fabricação de máquinas-ferramenta 164 7,2 3.496 5,1 561,2 8,2
Fab de máq. e equipto de uso na extração mineral e na construção 26 1,1 1.569 2,3 176,4 2,6
Total 2.280 100 69.217 100 6.879,7 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
23,9 24,0 25,1
21,5 18,3
17,7 17,5
13,3 13,5 12,5 28,6
10,8 10,6 9,4
9,7 8,9 7,1
4,9 6,3 1,4
2,2 7,7 42,3
0,5
-9,5 -9,0
1,1
-16,7
-23,0
1996
1992
1993
1994
1995

1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

VEÍCULOS AUTOMOTORES
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de peças e acessórios para veíc. automot. 392 53,2 26.007 47,0 2.715,0 30,7
Fab de cabines, carrocerias e reboques para veic. automot. 230 31,2 20.759 37,5 2.328,6 26,3
Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 10 1,4 5.309 9,6 3.550,9 40,2
Fabricação de caminhões e ônibus 16 2,2 2.781 5,0 227,4 2,6
Recondic. e recup. de motores para veic. automotores 89 12,1 512 0,9 21,5 0,2
Total 737 100 55.368 100 8.843,4 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
45,7
11,9
32,6 39,9
22,9 1,8
18,6 18,7 15,2 16,5 6,6 36,1
16,2
12,8
10,1 10,2 10,1 9,9
7,7 1,4
1,4 1,8
2,3
-0,7
-3,3 -3,0
-5,3
-10,5
-12,9
1992

2001

2011
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000

2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010

2012
2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

OUTROS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE


Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fab de equiptos de transporte não especificados anteriormente 54 50,5 973 10,6 36,4 3,8
Construção de embarcações 47 43,9 8.060 88,0 917,5 94,6
Fabricação de veículos ferroviários 1 0,9 94 1,0 - -
Fabricação de aeronaves 5 4,7 27 0,3 - -
Fabricação de veículos militares de combate 0 0,0 0 0,0 - -
Total 107 100 9.154 100 969,9 100

Estabelecimentos por mesorregião


(%)

10,3
20,6
0,0
9,3 32,1
1,9

15,9

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

MÓVEIS

Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de móveis 2.883 100 42.129 100 2.691,3 100
Total 2.883 100 42.129 100 2.691,3 100

Estabelecimentos por mesorregião


Índice de Desempenho Industrial (%)
(var % acumulada no ano)
22,4
17,9
35,0
12,7
9,9 10,0 11,1
7,6
7,6
3,5
5,8 4,7 5,4 9,4 31,6
3,1 3,6 2,8 3,0
0,7 1,0 1,1
0,2

-2,2 -1,5 1,4


-4,3
-6,9
-11,0
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

PRODUTOS DIVERSOS
Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Fabricação de produtos diversos 643 46,7 6.679 47,3 871,3 67,2
Fab de instrum. e mat. para uso médico e odontológico e de art. ópticos 285 20,7 3.008 21,3 155,3 12,0
Fabricação de artigos de joalheria, bijuteria e semelhantes 355 25,8 3.716 26,3 176,6 13,6
Fabricação de brinquedos e jogos recreativos 43 3,1 393 2,8 75,2 5,8
Fabricação de artefatos para pesca e esporte 39 2,8 238 1,7 15,0 1,2
Fabricação de instrumentos musicais 11 0,8 85 0,6 3,2 0,2
Total 1.376 100 14.119 100 1.296,6 100,0

Estabelecimentos por mesorregião


(%)

22,3
26,2
3,3
6,8 36,6
1,7

3,1

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

Subsetores
Estabelecimentos Empregados VTI
nº (%) nº (%) (R$ milhões) (%)
Manut. e rep. de máquinas e equipamentos 995 71,6 8.636 76,7 935,3 93,8
Instalação de máquinas e equipamentos 394 28,4 2.624 23,3 61,5 6,2
Total 1.389 100 11.260 100 996,8 100

Estabelecimentos por mesorregião


(%)

15,8
14,3
3,3
8,6 48,1
3,7

6,1

Fonte: FIERGS/UEE; IBGE/PIA2012; MTE/RAIS2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
CONSTRUÇÃO CIVIL

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


INDÚSTRIA

CONSTRUÇÃO CIVIL NO RIO GRANDE DO SUL


Trabalhadores Formais
(partic. %)
Subsetores
Estabelecimentos Empregados 14,1
nº (%) nº (%)
11,4
Construção de edifícios 10.070 51,5 75.714 48,3
Incorporação de empreendimentos imobiliários 1.882 18,7 14.585 19,3 3,7
6,2 55,9
Construção de edifícios 8188 81,3 61.129 80,7
Obras de infra-estrutura 1.965 10,1 38.999 24,9 2,5
Construção de rodovias e ferrovias 415 21,1 9.569 24,5
Construção de obras de arte especiais 35 1,8 4170 10,7 6,2
Obras de urbanização ruas, praças e calçadas 322 16,4 2.060 5,3
Obras p/ geração distribuição de energia elétrica e p/ telecomunicações 210 10,7 8.058 20,7
Constr. de redes de abastec. de água, coleta de esgoto e constr. correlatas 74 3,8 589 1,5
Constr. de redes de transportes por dutos, exceto para água e esgoto 2 0,1 7 0,0
Obras portuárias, marítimas e fluviais 7 0,4 93 0,2
Montagem de instalações industriais e de estruturas metálicas 315 16,0 9.469 24,3
Obras de engenharia civil não especificadas anteriormente 585 29,8 4.984 12,8 Estabelecimentos
Serviços especializados para construção 7.512 38,4 41.996 26,8 (partic. %)
Demolição e preparação de canteiros de obras 62 0,8 305 0,7
Perfurações e sondagens 28 0,4 111 0,3
Obras de terraplenagem 720 9,6 4.065 9,7 19,6
Serviços de preparação do terreno não especificados anteriormente 28 0,4 588 1,4
Instalações elétricas 1.234 16,4 6.811 16,2 14,9
Instalações hidráulicas, de sistemas de ventilação e refrigeração 557 7,4 3.907 9,3 6,2
Obras de instalações em construções não especificadas anteriormente 260 3,5 3.379 8,0 9,3 40,8
Obras de acabamento 1.908 25,4 8.591 20,5 3,8
Obras de fundações 95 1,3 860 2,0
Serviços especializados para construção não especificados anteriormente 2.620 34,9 13.379 31,9 5,3
Total 19.547 100 156.709 100

Fonte: MTE/RAIS2013
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INDÚSTRIA

DADOS GERAIS DAS EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL


Estrutura das Empresas com sede no RS
(com 5 funcionários ou mais*)
2012
Dada a existência de Número de empresas 5.007
empresas que realizam Pessoal ocupado 125.601
obras em múltiplas Total de custos e despesas (R$ mil) 10.419.809
localizações, a Pesquisa Gastos de pessoal (R$ mil) 3.273.373
Anual da Indústria da Custos das obras e/ou serviços da construção (R$ mil) 4.799.983
Construção faz a Custos de incorporações de imóveis construídos por terceiros (R$ mil) 181.173
regionalização de duas Outros custos e despesas (R$ mil) 2.165.281
formas: Receita bruta total (R$ mil) 14.208.981
Receita líquida (R$ mil) 13.357.849
(a) segundo a UF da sede Valor das incorporações, obras e/ou serviços da construção (R$ mil) 13.879.657
da empresa; Consumo intermediário - total (R$ mil) 5.918.177
(b) segundo UF’s em que a Valor bruto da produção (R$ mil) 13.420.032
empresa atua Valor adicionado (R$ mil) 7.501.855

Estrutura das Empresas que atuam no RS


(com 5 funcionários ou mais*)
2012
Número de empresas 5.174
Pessoal ocupado 136.432
Custos das obras e/ou serviços da construção (R$ mil) 6.231.226
Valor das incorporações, obras e/ou serviços da construção (R$ mil) 16.537.336

* Para empresas com 30 ou mais funcionários os dados são censitários e para aquelas com menos de 30 funcionários, os dados são amostrais.
Fonte: IBGE/ PAIC UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
COMÉRCIO

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


COMÉRCIO

RANKING DOS ESTADOS


Pessoal ocupado* Receita Bruta de Revenda *
(Mil pessoas) (R$ milhões)
Mil pessoas % R$ milhões %
1º São Paulo 2.997,6 29,3 1º São Paulo 880.631,0 32,7
2º Minas Gerais 1.171,6 11,5 2º Minas Gerais 247.122,1 9,2
3º Rio de Janeiro 972,4 9,5 3º Rio de Janeiro 226.362,4 8,4
4º Paraná 779,5 7,6 4º Paraná 198.525,5 7,4
5º Rio Grande do Sul 697,7 6,8 5º Rio Grande do Sul 183.238,1 6,8
6º Santa Catarina 498,8 4,9 6º Santa Catarina 130.559,3 4,9
7º Bahia 436,3 4,3 7º Bahia 107.764,3 4,0
8º Goiás 337,8 3,3 8º Goiás 90.585,7 3,4
9º Pernambuco 326,0 3,2 9º Espírito Santo 84.580,6 3,1
10º Ceará 288,3 2,8 10º Pernambuco 81.863,6 3,0
Demais Estados 1.717,7 16,8 Demais Estados 460.651,0 17,1
Brasil 10.223,7 100 Brasil 2.691.883,7 100

Em ambos os casos, o Rio Grande do Sul é o 5º no ranking dos Estados. Sendo


responsável por cerca de 6,8% do número total de pessoal ocupado e da receita bruta de
revenda

A Receita Bruta de Revenda é aquela proveniente da atividade comercial


exercida pela empresa, sem deduções dos impostos e contribuições das vendas canceladas,
abatimentos e descontos incondicionais relativos à comercialização de mercadorias.

* Os dados são censitários para as empresas com 20 ou mais funcionários e amostrais para as com menos de 20 funcionários.
Fonte: IBGE/PAC 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
COMÉRCIO

DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL POR GRUPO DE ATIVIDADE


Pessoal ocupado*
Tanto no Brasil quanto no RS, o comércio varejista
Brasil RS concentra quase ¾ do pessoal empregado

9,3 Nos últimos anos, observa-se um aumento dessa


16,9 concentração. Em 2007, o comércio varejista era
responsável por 73,1% e 72,1% do pessoal
73,7
ocupado no BR e no RS, respectivamente.

Veículos, peças e motocicletas Atacado Varejista

Receita Bruta de Revenda *

Brasil RS
Embora no Brasil o percentual de pessoas
trabalhando no comércio por atacado seja
menor em relação ao RS, a receita bruta de
revenda gerada é comparativamente mais 9,3
16,9
concentrada neste setor.
73,7

Veículos, peças e motocicletas Atacado Varejista

* Os dados são censitários para as empresas com 20 ou mais funcionários e amostrais para as com menos de 20 funcionários.
Fonte: IBGE/PAC 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
COMÉRCIO

RIO GRANDE DO SUL – SUBSETORES


Pessoal Ocupado e Receita Bruta de Revenda por Subsetores

Pessoal Part Receita Bruta de Part


Ocupado (% ) Revenda - R$ mil (% )
Veículos, peças e motocicletas 65.992 9,5 24.291.769 13,3
Atacado 122.125 17,5 74.881.028 40,9
Representantes e agentes do comércio 11.310 1,6 1.035.910 0,6
Matérias-primas agrícolas e animais vivos 16.044 2,3 9.716.905 5,3
Produtos alimentícios, bebidas e fumo 27.876 4,0 14.952.924 8,2
Equipamentos e artigos de uso pessoal e doméstico 17.515 2,5 8.501.023 4,6
Produtos intermediários, resíduos e sucatas 25.228 3,6 28.645.810 15,6
Equipamentos e produtos de tecnologia de informação e comunicação1.925 0,3 741.992 0,4
Máquinas, aparelhos e equipamentos 11.430 1,6 5.315.353 2,9
Comércio não-especializado 10.797 1,5 5.971.111 3,3
Varejista 509.590 73,0 84.065.258 45,9
Comércio não-especializado 142.099 20,4 27.244.781 14,9
Produtos alimentícios, bebidas e fumo 25.432 3,6 2.422.621 1,3
Tecidos, artigos de armarinho, vestuário e calçados 83.872 12,0 9.314.039 5,1
Combustíveis e lubrificantes 30.549 4,4 13.574.686 7,4
Equipamentos de informática e comunicação 12.421 1,8 990.990 0,5
Outros produtos em lojas especializadas 214.564 30,8 30.499.151 16,6
Artigos usados 653 0,1 18.990 0,0
Total 697.707 100 183.238.055 100

* Os dados são censitários para as empresas com 20 ou mais funcionários e amostrais para as com menos de 20 funcionários.
Fonte: IBGE/PAC 2012 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SERVIÇOS

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SERVIÇOS

SERVIÇOS

Características do segmento empresarial não-financeiro do RS

Rec. bruta de Sal., retiradas e Pessoal Número de


serviços outras remun. ocupado empresas
(Milhões de Reais) (Milhões de Reais) (Mil Pessoas) (Mil Unidades)

Serviços prestados às famílias 6.832,8 1.606,4 156,3 28,9


Serviços de alojamento e alimentação 5.658,1 1.278,2 125,8 22,4
Atividades culturais, recreativas e esportivas 306,5 71,0 7,8 2,2
Serviços pessoais 414,3 98,9 8,9 2,4
Atividades de ensino continuado 453,9 158,3 13,8 1,9
Serviços de informação e comunicação 13.442,6 1.530,8 51,6 6,9
Serviços prestados às empresas 15.677,6 3.400,0 245,6 28,5
Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio 20.116,5 2.909,9 160,0 17,4
Transporte rodoviário 14.650,2 1.993,9 120,3 14,4
Outros transportes 1.717,8 184,5 5,2 0,1
Armazenamento e serviços auxiliares aos transportes 2.804,2 442,3 21,8 2,1
Correio e outras atividades de entrega 944,2 289,2 12,7 0,8
Atividades imobiliárias 1.498,4 159,1 10,9 2,4
Serviços de manutenção e reparação 864,3 335,5 26,3 8,5
Outras atividades de serviços 2.021,5 400,3 23,3 2,4
TOTAL 60.453,7 10.341,9 674,0 95,0

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SERVIÇOS

PART. DOS SEGMENTOS NOS SERVIÇOS NÃO-FINANCEIROS NO RS


Receita bruta
(%)
3,3 2,5 1,4
Os setor de transportes,
11,3 33,3 serviços auxiliares aos
transportes e correio é o
22,2 mais representativo para
a formação da receita
25,9 bruta, seguido pelos
serviços prestados às
empresas.
Número de empresas
(%)
2,5
2,6 8,9 18,3 A maior parte das
empresas está alocada
no setor de serviços
30,5 3,3 2,5 1,4
33,3 prestados às famílias.
11,3
30,0
22,2 Em seguida, estão
7,2 25,9
aquelas de serviços
prestados às empresas.
Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio Prestados às empresas
De informação e comunicação Prestados às famílias
Outras atividades de serviços Atividades imobiliárias
Manutenção e reparação
Fonte: IBGE/PAS 2011 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SERVIÇOS

PART. DOS SEGMENTOS NOS SERVIÇOS NÃO-FINANCEIROS NO RS


Pessoal ocupado
3,5 1,6 3,9
Os setor de transportes,
23,7
23,2
serviços auxiliares aos
transportes e correio é o
mais representativo para
7,7 a formação da receita
36,4
bruta, seguido pelos
serviços prestados às
empresas.
Salários, retiradas e outras
remunerações
1,5 3,2
3,9
A maior parte das
28,1
15,5 empresas está alocada
no setor de serviços
14,8 3,3 2,5 1,4
33,3 prestados às famílias.
11,3
22,2 Em seguida, estão
32,9 25,9
aquelas de serviços
prestados às empresas.
Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio Prestados às empresas
De informação e comunicação Prestados às famílias
Outras atividades de serviços Atividades imobiliárias
Manutenção e reparação
Fonte: IBGE/PAS 2011 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SERVIÇOS

OS CINCO ESTADOS COM MAIOR REPRESENTATIVIDADE NO BRASIL


Salários, retiradas e outras
Receita bruta remunerações
(em bilhões) (em bilhões)
Part. % Part. %
1º São Paulo 480,6 43,0 1º São Paulo 86,2 42,5
2º Rio de Janeiro 158,6 14,2 2º Rio de Janeiro 30,3 15,0
3º Minas Gerais 83,6 7,5 3º Minas Gerais 16,5 8,1
4º Rio Grande do Sul 60,5 5,4 4º Paraná 10,8 5,3
5º Paraná 54,1 4,8 5º Rio Grande do Sul 10,3 5,1
Outros 279,1 25,0 Outros 48,5 23,9
Brasil 1.116,4 100 Brasil 202,7 100

Pessoal ocupado Número de empresas


(em mil pessoas) (em mil unidades)
Part. % Part. %
1º São Paulo 4.144,3 36,4 1º São Paulo 404,5 37,4
2º Rio de Janeiro 1.456,4 12,8 2º Minas Gerais 117,0 10,8
3º Minas Gerais 1.084,5 9,5 3º Rio de Janeiro 101,4 9,4
4º Rio Grande do Sul 674,0 5,9 4º Rio Grande do Sul 95,0 8,8
5º Paraná 655,5 5,8 5º Paraná 89,9 8,3
Outros 3.383,5 29,7 Outros 288,8 26,7
Brasil 11.398,3 100 Brasil 1.081,0 100
Fonte: IBGE/PAS 2011
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SETOR EXTERNO

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SETOR EXTERNO

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS
Por UF em 2013 Participação nas exportações brasileiras
US$ milhões
(%)
1º São Paulo 56.172,5
2º Minas Gerais 33.436,9
3º Rio Grande do Sul 25.093,7 23,2 23,2
4º Rio de Janeiro 21.273,0
5º Paraná 18.239,2
6º Pará 15.852,1
7º Mato Grosso 15.816,0 6,5
8º Espírito Santo 10.908,5 13,8
9º Bahia 10.091,7 6,5
10º Santa Catarina 8.688,8
11º Goiás 7.042,7 7,5 10,4
12º Mato Grosso do Sul 5.256,3
13º Maranhão 2.341,9
8,8
14º Pernambuco 1.991,5
15º Ceará 1.420,5
16º Amazonas 1.057,9
17º Rondônia 1.040,8
18º Alagoas 742,3
São Paulo Minas Gerais Rio Grande do Sul
19º Tocantins 702,3
20º Amapá 416,2 Rio de Janeiro Paraná Pará
21º Distritito Fedreal 262,8 Mato Grosso Demais
22º Rio Grande do Norte 247,9
23º Paraíba 188,0
24º Piauí 161,8
25º Sergipe 84,6 O Rio Grande do Sul ocupa a 3ª posição no ranking de
26º Acre 11,4
27º Roraima 8,0
exportação dos estados brasileiros. Em 2013, o Estado
Consumo de Bordo 1.389,5 exportou cerca de US$ 25,1 bilhões, equivalente a 10,4%
Mercadoria nacionalizada 1.377,3
Reexportação 710,7 do valor total exportado pelo país.
Exterior 6,8
Não declarada 0,0
Total 242.033,6

Fonte: MDIC/SECEX. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SETOR EXTERNO

IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS
Por UF em 2013 Participação nas importações brasileiras
(%)
US$ milhões

1º São Paulo 89.760,6


2º Rio de Janeiro 21.575,6
3º Paraná 19.345,8
21,8
4º Rio Grande do Sul 16.763,5 37,2
5º Santa Catarina 14.779,1
6º Amazonas 14.125,7
5,1
7º Minas Gerais 12.343,9 5,9
8º Bahia 8.892,1
9º Espírito Santo 7.435,6 6,1
10º Maranhão 6.832,9 6,9 8,9
11º Pernambuco 6.824,6 8,0
12º Mato Grosso do Sul 5.655,5
13º Goiás 4.840,0
14º Ceará 3.301,7
15º Mato Grosso 1.705,1
16º Distrito Federal 1.351,5 São Paulo Rio de Janeiro Paraná
17º Pará 1.111,0
Rio Grande do Sul Santa Catarina Amazonas
18º Paraíba 656,0
Minas Gerais Demais
19º Rondônia 615,1
20º Alagoas 495,9
21º Sergipe 290,5
22º Rio Grande do Norte 266,0 O Rio Grande do Sul ocupa a 4ª posição no ranking de
23º Piauí 196,7
24º Tocantins 186,9
importação dos estados brasileiros. Em 2013, o Estado
25º Amapá 95,9 importou cerca de US$ 16,8 bilhões, equivalente a 7,0%
26º Roraima 6,9 do valor total importado pelo país.
27º Acre 2,0
Não declarada 174,2
Total 239.630,5

Fonte: MDIC/SECEX. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SETOR EXTERNO

EXPORTAÇÕES DO RIO GRANDE DO SUL E DO BRASIL


Por setor da indústria em 2013
(US$ milhões)
Part.
RS Brasil
RS/BR (%) O setor de Material de transporte é o
Material de transporte 4.803 13.965 34,4 de maior participação nas
Alimentos 4.213 43.107 9,8
Tabaco 2.323 3.226 72,0 exportações do Rio Grande do Sul,
Químicos 2.222 10.465 21,2 com receita de mais de US$ 4,8
Veículos automotores, reboques e carrocerias 1.354 16.947 8,0
Máquinas e equipamentos 1.185 8.735 13,6 bilhões em 2013.
Couro e calçados 1.018 3.798 26,8
Produtos de metal 494 2.508 19,7
Coque e derivados do petróleo e de biocombustíveis 388 6.724 5,8
Borracha e plástico 359 2.867 12,5
Esse valor é explicado pela
Materiais elétricos 245 3.372 7,3 contabilização como exportação de
Móveis 210 676 31,1 três plataformas de petróleo e gás,
Celulose e Papel 181 7.214 2,5
Metalurgia 168 17.344 1,0 que somaram US$ 4,77 bi
Produtos diversos 134 1.116 12,0
Madeira 128 1.944 6,6
Têxteis 93 2.001 4,6
Minerais não-metálicos 91 2.242 4,1 Essas operações fazem parte do
Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos 53 1.619 3,3 Regime Repetro, onde subsidiárias
Vestuário e acessórios 45 193 23,3
Farmoquímicos e farmacêuticos 23 1.543 1,5 da Petrobras compram esses
Extrativa mineral 21 48.678 0,0 equipamentos que, posteriormente,
Bebidas 17 461 3,7
Impressão e reprodução de gravações 1 45 2,2 são internalizados pelo Brasil via
Indústrias diversas - 12 0,0 arrendamento. O objetivo é obter
Total da Indústria 19.769 200.802 9,8
Básicos 5.090 36.274 14,0
isenção de tributos federais.
Serviços - 129 0,0
Transações Especiais 235 4.829 4,9
Total Geral 25.094 242.034 10,4
Fonte: MDIC/SECEX. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SETOR EXTERNO

IMPORTAÇÕES DO BRASIL E DO RIO GRANDE DO SUL


Principais grupos de produtos importados pelo Brasil em 2013*
US$ milhões Part. (% )
Óleos petróleo/minerais betuminosos, exceto óleos brutos 17.757,0 7,4
Óleos brutos de petróleo/minerais betuminosos 16.320,7 6,8
Automóveis depassageiros 9.081,2 3,8
Partes e acessórios de veículos/automóveis 8.296,5 3,5
Gás de petróleo e outros hidrocarbonetos gasosos 7.997,9 3,3
Aparelhos elétricos pra telefonia 5.036,1 2,1
Circuitos integraos e microconjuntos electrónicos 4.748,8 2,0
Medicamentos 3.735,7 1,6
Partes de aparelhos emissores de radiotelefonia/televisão 3.565,7 1,5
Adubos/fertilizantes potássicos 3.356,1 1,4
Total do Grupo 79.895,9 33,3
Total Geral 239.630,5 100

Principais grupos de produtos importados pelo RS em 2013*


US$ milhões Part. (% )
Óleos brutos de petróleo/ minerais betuminosos 3.679,0 21,9
Óleos de petróleo/minerais betuminosos, exceto óleos brutos 1.708,2 10,2
Automóveis de passageiros 1.367,3 8,2
Veículos/automóveis para transporte de mercadorias 1.303,1 7,8
Adubos/fertilizantes contendo azoto, fósforo e/ou potássio 568,7 3,4
Partes e acessórios de veículos/automóveis 554,6 3,3
Adubos/fertilizantes potássicos 465,0 2,8
Adubos/fertilizantes azotados 442,1 2,6
Trigo e mistura de trigo com centeio 185,9 1,1
Veios de transmissão e manivelas 177,8 1,1
Total do Grupo 10.451,5 62,3
Total Geral 16.763,5 100
Fonte: MDIC/SECEX. *Sistema Harmonizado – 4 dígitos. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SETOR EXTERNO

EXPORTAÇÕES DO RS


Principais
Destinos 1º


2013
US$ milhões Part.(% )
1º China 4.550 18,1
2º Panamá 2.897 11,5
3º Holanda 2.522 10,1
4º Argentina 1.897 7,6
5º Estados Unidos 1.641 6,5
6º Paraguai 715 2,8
7º Coreia do Sul 647 2,6 Principais produtos*:
8º Alemanha 565 2,3
 China: soja e tabaco.
9º Bélgica 545 2,2
10º Uruguai 484 1,9  Panamá: plataformas de perfuração/exploração.
Total Do Grupo 16.463 65,6  Holanda: plataformas de perfuração/exploração.
Total Geral 25.093 100

Fonte: MDIC/SECEX. *Sistema Harmonizado – 8 dígitos. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SETOR EXTERNO

IMPORTAÇÕES DO RS

Principais
Origens 3º

2013 2º

US$ milhões Part(% )


1º Argentina 3.780 22,5
2º Nigéria 1.790 10,7 1º
3º Argélia 1.285 7,7
4º Estados Unidos 1.274 7,6
5º China 1.232 7,3
6º Alemanha 723 4,3
7º Venezuela 665 4,0 Principais produtos*:
8º México 468 2,8  Argentina: veículos de transporte e óleos de petróleo.
9º Marrocos 408 2,4
10º Itália 385 2,3
 Nigéria: óleos brutos de petróleo e peles curtidas.
Total do Grupo 12.010 71,6  Argélia: óleos brutos de petróleo e naftas para
Total Geral 16.763 100 petroquímica.

Fonte: MDIC/SECEX. *Sistema Harmonizado – 8 dígitos. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SETOR EXTERNO

PRINCIPAIS EMPRESAS EXPORTADORAS E IMPORTADORAS DO RS


Exportadoras – 2013
US$ milhões Part%
1º Quip S/A 3.563,4 14,2
2º Braskem S/A 1.833,7 7,3
3º CQC Construções Offshore S/A 1.209,3 4,8
4º Bunge Alimentos S/A 1.099,2 4,4
5º BRF - Brasil Foods S/A 974,1 3,9
6º Cargill Agrícola S/A 895,9 3,6
7º Bianchini S/A Indústria Comércio e Agricultura 838,0 3,3
8º Louis Dreyfus Commodities Brasil S/A 694,1 2,8
9º Nidera Sementes Ltda 561,1 2,2
10º General Motors do Brasil Ltda 453,9 1,8
Total do Grupo 12.122,7 48,3
Total do Rio Grande do Sul 25.093,7 100

Importadoras – 2013
US$ milhões Part%
1º Petróleo Brasileiro S/A Petrobras 3.425,0 20,4
2º Braskem S/A 2.072,0 12,4
3º Toyota do Brasil Ltda 1.727,0 10,3
4º Cisa Trading S/A 937,0 5,6
5º John Deere Brasil Ltda 565,0 3,4
6º Yara Brasil Fertilizantes S/A 485,0 2,9
7º General Motors do Brasil Ltda 285,0 1,7
8º Quip S/A 271,0 1,6
9º Bunge Fertilizantes S/A 216,0 1,3
10º AGCO do Brasil Comércio e Indústria Ltda 207,0 1,2
Total do Grupo 10.190,0 60,8
Total do Rio Grande do Sul 16.763,3 100
Fonte: MDIC/SECEX
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SETOR EXTERNO

PRINCIPAIS MUNICÍPIOS EXPORTADORES E IMPORTADORES DO RS


Balança comercial por município – 2013 – US$ milhões
Exportação Importação Saldo
US$ milhões Part. % US$ milhões Part. % US$ milhões
1º Rio Grande 7.435,3 29,6 2.503,5 14,9 4.931,7
2º Porto Alegre 2.544,8 10,1 1.290,1 7,7 1.254,7
3º Triunfo 1.961,3 7,8 2.170,6 12,9 -209,3
4º Santa Cruz Do Sul 1.527,7 6,1 99,1 0,6 1.428,6
5º Cruz Alta 1.143,7 4,6 4,7 0,0 1.139,0
6º Passo Fundo 1.026,6 4,1 117,7 0,7 908,9
7º Caxias do Sul 925,4 3,7 538,9 3,2 386,5
8º Gravataí 899,0 3,6 809,4 4,8 89,6
9º Canoas 857,1 3,4 4.091,1 24,4 -3.234,0
10º Venâncio Aires 800,5 3,2 21,4 0,1 779,1
11º Montenegro 488,9 1,9 336,5 2,0 152,5
12º São Leopoldo 427,2 1,7 329,9 2,0 97,4
13º Santa Rosa 359,2 1,4 62,5 0,4 296,6
14º Horizontina 183,6 0,7 288,2 1,7 -104,7
15º Guaíba 171,9 0,7 1.781,0 10,6 -1.609,1
Total do Grupo 20.752,1 82,7 14.444,6 86,2 6.307,5
Rio Grande do Sul 25.093,7 100 16.763,5 100 8.330,2

Fonte: MDIC/SECEX
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SETOR EXTERNO

INTENSIDADE TECNOLÓGICA DAS EXPORTAÇÕES DO RS


Produtos exportados por
intensidade tecnológica – RS
(US$ milhões) Part. % sobre o total de exportações por
Produtos industriais - tecnologia Prod. não-
intensidade tecnológica
23,8
Alta Baixa Média-alta Média-baixa industriais
Total 30,0
2000 70 2.854 1.453 357 1.049 5.783 2000 2013
2001 79 3.164 1.315 337 1.457 6.352 1,2
2002 82 3.199 1.455 340 1.308 6.384 18,1 30,0 23,8
2003 130 3.628 1.949 434 1.886 8.027
0,8 49,4
2004 163 4.379 2.611 574 2.174 9.901 24,8
197 4.636 755 1.650 10.476
25,1 20,6
2005 3.238 24,8
2006 243 4.818 3.457 1.073 2.210 11.801 20,6
6,2
2007 204 5.315 4.330 1.463 3.706 15.018 0,8
2008 172 7.104 4.650 2.393 4.067 18.386
2009 125 5.189 3.180 1.355 5.386 15.235
2010 161 5.845 4.099 1.271 4.006 15.382
2011 188 6.906 5.389 1.328 5.616 19.427
2012 184 6.173 6.173 1.185 5.045 18.760
Baixa Média-baixa Média-alta Alta Prod. não-industriais
2013 196 5.979 5.168 6.224 7.527 25.094

Os produtos intensivos em alta e média-alta tecnologia representaram cerca de 21,4%


das exportações do Estado em 2013.

Fonte: MDIC/SECEX
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SETOR EXTERNO

BALANÇA COMERCIAL DO RIO GRANDE DO SUL


Em US$ bilhões

25,1

Exportações

Importações 19,4
18,4
17,4 16,8
Saldo comercial
15,0 15,2 15,4 15,7 15,4
14,5
13,3
11,8
10,5 10,2
9,9
9,5
8,0 7,9
6,3 6,4 6,4 6,7
5,7 5,6 5,8 5,3
5,0
3,7 4,3 4,1 4,2
4,0 3,5
3,4 3,3

1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Fonte: MDIC/SECEX
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SETOR EXTERNO

BALANÇA COMERCIAL DO RIO GRANDE DO SUL


Em R$ bilhões – deflacionado pelo IPCA*

Exportações
57,8
Importações
49,3
46,3
Saldo comercial 44,1
42,7
39,3 40,4 39,2 39,6
38,5 38,4 38,4
36,5
33,9 34,2 34,0
31,1
28,8 29,5
25,5 26,3 24,6
25,9 25,4
23,4 23,0
21,2 21,5
18,9 17,6
17,0 17,5
15,1
13,4
11,1
9,9

1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Fonte: MDIC/SECEX. A preços de maio/2014.


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
INFRAESTRUTURA
ENERGIA
REDES MODAIS
SANEAMENTO
ACESSO À COMUNICAÇÃO

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


ENERGIA

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


ENERGIA

CAPACIDADE INSTALADA – BRASIL

Capacidade instalada por Unidade da Federação


(%)

São Paulo 15,31


Capacidade
UF
Minas Gerais 11,86 Instalada (MW)

Paraná São Paulo 25.396,5


11,03
Minas Gerais 19.676,5
Goiás 6,43 Paraná 18.298,2
Goiás 10.671,7
Bahia 6,13 Bahia 10.171,6
Pará 5,56 Pará 9.217,3
Rio Grande do Sul 9.074,6
Rio Grande do Sul 5,47 Rio de Janeiro 9.058,8
Mato Grosso do Sul 8.842,7
Rio de Janeiro 5,46 Alagoas 7.749,1
Mato Grosso do Sul 5,33 Outros Estados 37.749,3
Total 165.906,3
Alagoas 4,67
Outros Estados 22,75

* Os valores não fecham 100% porque há usinas instaladas nas divisas territoriais. Nestes casos, a capacidade instalada é
considerada em ambas as unidades da federação.

Fonte: ANEEL
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

EXISTÊNCIA DE ENERGIA ELÉTRICA


Domicílios com acesso à Energia Elétrica
(%)

Brasil Rio Grande do Sul Taxas médias de crescimento do PIB


e OIE* no BR de 1970 a 2012
(%)
8,6

5,5
4,8
3,8 3,9
3,5
3,2 3,4
2,7 2,8 2,8
1,8 1,7
1,3

Segundo o Censo Demográfico 2010 o


Distrito Federal é o Estado que mais 1970-80 1980-85 1985-93 1993-97 1997-07 2007-12 1970-12

possui casas com energia elétrica, com PIB OIE


99,9%, seguido por RJ e SP, estando o * OIE - Oferta Interna de Energia.
RS na 6ª colocação. Roraima é o Estado
brasileiro com a menor existência de
casas com energia elétrica.

Fonte: IBGE/Censo Demográfico 2010. ANEEL/ Balanço Energético 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

CAPACIDADE INSTALADA NO RIO GRANDE DO SUL

Usinas hidrelétricas Usinas termelétricas


Itá
Machadinho

Sepé
Tiaraju

Uruguaiana

Presidente
Médici A e B
0 a 400 MW 0 a 50 MW

401 a 800 MW 51 a 100 MW

801 a 1500 MW 101 a 650 MW

Fonte: ANEEL/Balanço Energético 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

USINAS E PEQ. CENTRAIS HIDRELÉTRICAS (PCH) EM CONSTRUÇÃO

Usinas Hidrelétricas Usinas Termelétricas PCH

Trincheira

Abranjo I

0 a 60 MW 0 a 10 MW
60 a 100 MW 3,8 MW 10 a 16 MW

100 a 860 MW 12,5 MW 16 a 25 MW

Fonte: ANEEL/Balanço Energético 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA


Fontes alternativas de energia – RS
O Rio Grande do Sul conta com
geração de energia elétrica por
fontes alternativas, tais como
pequenas centrais
hidrelétricas, usinas
termelétricas à biomassa e
unidades em estudo que
aproveitam os resíduos da
madeira e casca de arroz.

Além disso, destacam-se os


parques eólicos de Osório,
Sangradouro e Índio,
inaugurados em 2006.
Com 75 aerogeradores com
potência de 2MW cada, eles se
conformam no maior parque
eólico da América Latina.

Fonte: SCP/Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

EVOLUÇÃO DA POTÊNCIA INSTALADA

Evolução da potência instalada – RS


(em MW)

A capacidade de geração
9.111
8.585 de energia elétrica do RS
cresceu 314% entre 1999
6.826 e 2013, permitindo a
ampliação dos níveis de
consumo não só no
3.818 Estado, mas também no
País, através da
2.200 operação do sistema
interligado de geração e
distribuição.

1999 2002 2008 2010 2013

Fonte: SCP/Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul 2013.


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

POTÊNCIA INSTALADA NO RIO GRANDE DO SUL

Por tipo de unidade de geração – 2013


(%)

6,0 0,0

22,6

71,4

Hídrica Térmica Eólica Solar

Fonte: ANEEL/Balanço Energético 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO RIO GRANDE DO SUL


Participação no mercado de Concessionárias de distribuição de energia elétrica
distribuição de energia elétrica – 2012
Energia Vendida
Consumidores Part. %
(em MWh)
CEEE D 1.534.107 8.292.283 31,3
AES Sul 1.240.089 8.234.421 31,1
RGE 1.354.533 8.156.445 30,8
Outros 363.318 1.772.353 6,7
Total RS 4.492.047 26.455.502 100

CEE, AES Sul e RGE


concentram 93,3% do
mercado de distribuição de
energia elétrica no Estado.

Fonte: ANEEL/Balanço Energético 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

GERAÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA


Geração e transmissão de energia elétrica – RS

No Rio Grande do Sul existem três


grandes empresas que são
responsáveis pelas maiores
parcelas de geração de energia
elétrica: Tractebel Energia S/A ,
CEEE-GT e CGTEE. Existem ainda
empresas de médio porte como a
AES Uruguaiana e outras de menor
porte.

O sistema elétrico do País está


praticamente interligado,
especialmente nas regiões Sul,
Sudeste e Nordeste. Uma parcela
expressiva da energia elétrica
consumida no Estado flui pelas
linhas de transmissão do Sistema
Interligado Nacional - SIN, como
também acontece em outros
estados da federação.

Fonte: SCP/Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul 2014. ANEEL/ Balanço Energético 2013
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO RIO GRANDE DO SUL

Geração proporcional por fontes – 2012


(%)

0,9 0,3
6,9
10,0

45,9
10,3

25,7

UHE Carvão PCH Eólica Óleo Gás Biomassa

Fonte: ANEEL/Balanço Energético 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA NO RIO GRANDE DO SUL


Consumo de Energia Elétrica por
Município do RS – 2012
(%)

Por setor da economia – 2012


(%)

8,0
8,5
34,6

19,7

29,3

Industrial Residencial Comercial Rural Livre

Fonte: ANEEL/Balanço Energético 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ENERGIA

CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA NO RIO GRANDE DO SUL


Evolução da demanda máxima e da
capacidade de atendimento
(MW)

7.100
Demanda Máxima Instantânea 6.494
6.332 6.902
Capacidade de Atendimento 6.079
5.900 6.280
5.900
5.470 5.961
5.470
5.100 5.547
4.900
5.268
4.600 4.615 4.615
4.697 4.823 4.814
4.100 4.517
3.800 4.367
4.216
3.545
3.945 3.957 4.075
3.783
3.400
1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014

A situação crítica dessa série histórica


ocorreu em 1999, quando a demanda
máxima de energia foi maior que a
capacidade de atendimento.

Fonte: Balanço Energético do Rio Grande do Sul 2013


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
REDES MODAIS

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


REDES MODAIS

REDES MODAIS
Matriz modal do RS - 2005
Redes Modais do RS (%)
3,7 2,2
8,8

85,3

Rodoviário Ferroviário Hidroviário¹ Dutoviário²

Matriz modal do Brasil – 2005


2,7 (%)
5,1
23,7

68,6

Rodoviário Ferroviário Hidroviário¹ Dutoviário


¹ Não inclui cabotagem marítima
² Apenas petróleo cru e derivados
Fonte: SCP/Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
REDES MODAIS

RODOVIA
Malha rodoviária gaúcha Frota de veículos no Rio Grande do Sul
(Junho – 2014)
Unidades
Automóvel 3.715.549
Motocicleta 976.558
Caminhonete 414.623
Motoneta 210.795
Camioneta 194.929
Caminhão 167.884
Reboque 136.918
Semi-reboque 66.067
Ônibus 52.094
Caminhão trator 37.485
Utilitário 34.896
Microônibus 19.047
Ciclomotor 7.047
Trator rodas 4.459
Triciclo 3.785
Outros 853
Side-car 423
Chassi plataforma 189
Trator esteira 38
A frota total do RS é 6.043.680 veículos, Quadriciclo 38
esta representa 7,2% do total do país. Bonde 3
Total 6.043.680
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
REDES MODAIS

RODOVIA
Principais rodovias gaúchas

A BR-101 é uma das


maiores rodovias
pavimentadas em extensão
do País. Começa em
Touros (RN) e termina em
São José do Norte (RS).

Fonte: SCP/Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
REDES MODAIS

RODOVIA
Características das rodovias do RS
(em km – 2013)

Estaduais Federais Total


Pavimentadas 7.814 5.493 13.307

Não-pavimentadas 3698 141 3.839

Total 11.512 5.634 17.146

Avaliação das rodovias do RS e Sudeste – 2013


Rio Grande do Sul Sudeste
2% 4% 4% Componentes da avaliação final
(%)
9% 5%
Pavimento Sinalização Geometria da via
17% 17%
24% 24% RS Sudeste RS Sudeste RS Sudeste
Ótimo 49,3 54,0 8,6 27,1 2,5 10,9
Bom 10,6 6,2 43,4 26,1 19,6 19,6
40% 44%
Regular 34,6 27,8 33,9 28,2 40,7 29,7
28% 28%
27% 27% Ruim 3,9 8,0 11,4 13,1 17,3 13,7
Péssimo 1,6 4,0 2,6 5,5 20,0 26,2

Ótimo Bom Regular Ruim Péssimo


Ótimo BomRio Grande
Regular Ruim Péssimo
mo Fonte:
BomSCP/Atlas
RegularSocioeconômico
Ruim do Péssimo do Sul. CNT/Pesquisa CNT de Rodovias 2013 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
REDES MODAIS

FERROVIA
Estrutura ferroviária gaúcha
O Rio Grande do Sul
possui hoje uma malha de
3.259 km de linhas e
ramais ferroviários,
utilizada para o transporte
de cargas.

Terminais com maior


concentração de cargas:
Região Metropolitana
Passo Fundo
Cruz Alta
Uruguaiana

Principais produtos
transportados:
Combustíveis
Adubos
Soja

Fonte: SCP/Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
REDES MODAIS

HIDROVIAS E PORTOS
Hidrovias, portos e principais
aeroportos gaúchos Principal rota hidroviária do Estado:
Porto Alegre – Rio Grande.

Principais cargas transportadas:


No sentido Rio Grande: produtos
petroquímicos, farelo e óleo de soja
e celulose.

No sentido Porto Alegre: fertilizantes,


sal, clínquer e bobinas de papel.

O porto de Rio Grande é o quarto maior


porto brasileiro em movimentação de
contêineres alcançando 626.095
Teu´s em 2013 e o quarto em
movimentação de cargas. Seu volume
geral de cargas, no mesmo ano, chegou
a 20,5 milhões de toneladas.

Fonte: SCP/Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul. SUPRG. ANTAQ/Anuário Estatístico Aquaviário 2013
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
REDES MODAIS

PORTO DE RIO GRANDE


Movimentação Total das Cargas
(%)
12,6

14,3

73,1
O porto de Rio Grande é forte na movimentação
de produtos agrícolas, representando 2,2% de
toda a movimentação portuária brasileira.
Longo Curso Cabotagem Outras Navegações Destacam-se as movimentações de: soja,
fertilizantes e adubos, combustíveis e óleos
Principais Produtos Movimentados em 2013 minerais e arroz.
(em toneladas)

Embarque Desembarque
Sementes, frutos oleaginosos e grãos 8.206.221 Adubos ou fertilizantes 3.529.606
Cereais 3.047.204 Sal; enxofre; pedras; gesso, cal e cimento 526.473
Alimentos preparados para animais 2.501.517 Cereais 475.900
Madeira ecarvão vegetal 918.841 Produtos químicos inorgânicos 300.322
Carnes e miudezas, comestíveis 576.058 Reatores nucleares; instrumentos mecânicos 131.551
Produtos químicos orgânicos 505.483 Veículos automóveis e outros veículos terrestres 106.312
Fumo (tabaco) 447.271 Produtos químicos orgânicos 101.561
Plásticos 428.567 Plásticos e suas obras 85.491
Transações especiais 302.667 Ferro fundido, ferro e aço 77.836
Papel ou cartão de reciclar (desperdícios) 297.320 Borracha e suas obras 69.444
Fonte: SUPRG. ANTAQ/Anuário Estatístico Aquaviário 2013. UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SANEAMENTO

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


SANEAMENTO

ABASTECIMENTO DE ÁGUA
Percentual da população atendida Percentual da população atendida
por forma de abastecimento com esgoto sanitário
Brasil Brasil RS
2,6 0,5
5,3

97,4 99,5
94,7
2,3
Rio Grande do Sul 12,2
0,6
35,6
Forma de coleta do esgoto sanitário
(%)
Brasil RS
3,1 2,3
12,2
17,0
49,9 35,6

99,4
21,2 58,6
49,9

Rede coletora Fossa séptica Fossa rudimentar Outro


Fonte: IBGE/PNAD 2012
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
SANEAMENTO

COLETA DE LIXO

Destino do lixo por tipo de coleta


(%)

Brasil Rio Grande do Sul

5,3 7,9 4,7


11,2

83,4 87,4

Coletado diretamente Outro destino Coletado indiretamente

Fonte: IBGE/PNAD 2012


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ACESSO À COMUNICAÇÃO

UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


ACESSO À COMUNICAÇÃO

TELEFONIA FIXA

Telefonia fixa por município no Rio Grande do Sul

Quantidade de acessos fixos por


tipo de acesso no RS e Brasil*
RS Brasil
Acessos fixos instalados 2.667.750 44.334.704
Acessos fixos em serviço 1.510.918 27.918.429
Acessos fixos individuais 1.463.300 27.076.337
Acessos individuais classe especial 4.151 141.160
* Não inclui dados sobre telefones de uso público.

Fonte: SCP/ Atlas socioeconômico do Rio Grande do Sul/ ANATEL – Dados de Junho de 2014.
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ACESSO À COMUNICAÇÃO

TELEFONIA MÓVEL NO BRASIL


Quantidade de acessos por plano de serviço por região
Pré-Pago Pós-Pago Total
Norte 17.122.842 2.913.078 20.035.920
Nordeste 60.150.949 9.233.621 69.384.570
Sudeste 86.322.207 35.927.118 122.249.325
Sul 29.669.299 10.711.974 40.381.273
Centro-Oeste 18.961.941 5.140.082 24.102.023
Total 212.227.238 63.925.873 276.153.111

Pré-pago Pós-pago
(%) (%)
8,9 8,1 8,0 4,6
14,0 14,4
16,8
28,3

40,7
56,2

Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste

Fonte: ANATEL – Dados de Julho de 2014


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ACESSO À COMUNICAÇÃO

TELEFONIA MÓVEL
Quantidade de acessos por plano de serviço – Região Sul
Pré-Pago Pós-Pago Total
Rio Grande do Sul 11.610.372 4.883.164 16.493.536
Paraná 11.269.626 3.680.315 14.949.941
Santa Catarina 6.789.301 2.148.495 8.937.796
Total 29.669.299 10.711.974 40.381.273

Quantidade de acessos por operadora de telefonia no Rio Grande do Sul

16,4
Acessos Part. %
41,0
VIVO 6.765.383 41,0 13,2
CLARO 4.848.431 29,4
TIM 2.172.666 13,2
OI 2.707.045 16,4
29,4
Total 16.493.525 100

VIVO CLARO TIM OI

Fonte: ANATEL – Dados de Julho de 2014


UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ACESSO À COMUNICAÇÃO

TELEFONIA MÓVEL

Fonte: ANATEL
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ACESSO À COMUNICAÇÃO

TELEVISÃO E RÁDIO

Presença de televisão – RS Presença de rádio – RS


(2013 – milhares de domicílios) (2013 – milhares de domicílios)
63
434

3.537
3.908

Com televisão Sem Televisão Com Rádio Sem Rádio

A televisão está presente Enquanto 89,1% dos


em 98,4% dos domicílios domicílios do RS tem rádio,
gaúchos. No Brasil, essa essa proporção cai para
razão cai para 97,2%. 75,7% no Brasil.

Fonte: PNAD.
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ACESSO À COMUNICAÇÃO

TV POR ASSINATURA
Número de assinaturas –
2013
Assinaturas Part. %
Em 2013, o número de assinaturas
São Paulo 6.901.313 38,3
Rio de Janeiro 2.482.534 13,8 cresceu 12,9% no RS e 11,3% no BR
Minas Gerais 1.476.182 8,2 na comparação com 2012.
Rio Grande do Sul 1.189.973 6,6
Paraná 906.536 5,0
Santa Catarina 646.296 3,6
Bahia 624.793 3,5
Densidade de assinaturas
Distrito Federal 458.237 2,5 (assinaturas por 100 domicílios)
Goiás 390.463 2,2 Distrito Federal 53,53
Pernambuco 377.479 2,1 São Paulo 48,89
Ceará 354.268 2,0 Rio de Janeiro 44,34
Rio Grande do Sul 31,01
Pará 303.067 1,7 Amazonas 30,44
Amazonas 279.048 1,5 Santa Catarina 30,23
Espírito Santo 255.282 1,4 Brasil 28,42
Paraná 24,6
Mato Grosso 216.085 1,2 Minas Gerais 22,02
Rio Grande do Norte 211.130 1,2 Espírito Santo 21,98
Mato Grosso do Sul 189.113 1,0 Mato Grosso do Sul 21,93
Rio Grande do Norte 21
Maranhão 148.859 0,8 Mato Grosso 20,7
Paraíba 146.525 0,8 Goiás 18,73
Alagoas 115.949 0,6 Amapá 17,97
Roraima 17,3
Sergipe 74.144 0,4 Rondônia 14,88
Rondônia 73.276 0,4 Acre 14,88
Pará 14,21
Piauí 69.368 0,4
Ceará 13,49
Tocantins 44.522 0,2 Pernambuco 13,27
Amapá 32.790 0,2 Bahia 13,15
Paraíba 12,26
Acre 30.101 0,2 Alagoas 12,2
Roraima 22.344 0,1 Sergipe 11,45
Brasil 18.019.677 100,0 Tocantins 10,76
Maranhão 7,97
Fonte: ANATEL. Piauí 7,14 UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
ACESSO À COMUNICAÇÃO

COMPUTADOR E ACESSO A INTERNET


Presença de computadores e internet – RS Presença de computadores e internet – BR
(2013 – % dos domicílios) (2013 – % dos domicílios)

7,5 6,4

48,4 50,5
43,1
44,1

Micro com Internet Sem Micro Micro sem Internet Sem Micro Micro com Internet Micro sem Internet
Domicílios com computador e internet – RS
(por faixa de renda – 2013 – %)
92,6
85,9

44,0

Fonte: PNAD. Até 10 SM Entre 10 e 20 SM Mais de 20 SM UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS


ACESSO À COMUNICAÇÃO

BANDA LARGA
Número de acessos fixos – 2011*
Acessos Part. %
Região Norte 333.964 2,2
Acre 21.608 0,1 Em números absolutos, o Rio Grande
Amazonas 73.851 0,5
Amapá 6.388 0,0
do Sul tem o 5º maior número de
Pará 118.383 0,8 acessos a internet banda larga.
Rondônia 60.483 0,4
Roraima 6.280 0,0
Tocantins 46.971 0,3
Região Nordeste 1.412.404 9,1 Acessos por velocidade
Alagoas 75.880 0,5
Bahia 412.275 2,7
Ceará 275.496 1,8
BR Part. % BR RS Part. % RS
Maranhão 76.901 0,5 0 a 64 kbps 1.509.901 9,8 83.396 8,0
Paraíba 111.797 0,7
Pernambuco 255.950 1,7 64 a 512 kbps 2.958.649 19,1 206.725 19,8
Piauí 57.188 0,4 512 a 2 Mbps 7.844.592 50,7 479.114 46,0
Rio Grande do Norte 85.992 0,6
Sergipe 60.925 0,4 2 a 34 Mbps 3.109.250 20,1 269.539 25,9
Região Sudeste 9.645.244 62,3 Acima de 34 Mbps 50.646 0,3 2.838 0,3
Espírito Santo 239.199 1,5
Minas Gerais 1.401.680 9,1 Total de Acessos 15.473.038 100 1.041.612 100
Rio de Janeiro 1.640.290 10,6
São Paulo 6.364.075 41,1
Região Sul 2.850.332 18,4
Paraná 1.145.096 7,4
Rio Grande do Sul 1.041.612 6,7 Na comparação com a média
Santa Catarina 663.624 4,3
Região Centro-Oeste 1.231.094 8,0 brasileira, o RS apresenta
Distrito Federal 462.557 3,0 proporcionalmente conexões de maior
Goiás 420.952 2,7
Mato Grosso do Sul 175.561 1,1
velocidade (2Mbps ou superior).
Mato Grosso 172.024 1,1
Brasil 15.473.038 100
Fonte: ANATEL. * Não inclui os acessos através de dispositivos como celulares, tablets, entre outros.
UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS
Economista-Chefe
André Francisco Nunes de Nunes
andre.nunes@fiergs.org.br

Núcleo de Análise de Conjuntura

Economistas
Assistente Administrativa:
Oscar André Frank Jr.
oscar.frank@fiergs.org.br Cristina Castro
cristina.castro@fiergs.org.br
Thais Waideman Niquito
thais.niquito@fiergs.org.br Estagiários
Camila Perez
Vanessa Neumann Sulzbach camila.perez@fiergs.org.br
vanessa.sulzbach@fiergs.org.br
Letícia Medeiros
leticia.medeiros@fiergs.org.br
Núcleo Estatístico
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