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Universidade Federal de Campina Grande

Centro de Engenharia Elétrica e Informática


Departamento de Engenharia Elétrica

O Medidor Eletrônico de Energia Elétrica

Campina Grande, Paraíba, Fevereiro de 2018


Dionísio Virginio Pereira
Rui Francisco Urtiga Junior

Técnicas de Medição
2º Estágio

O Medidor Eletrônico de Energia Elétrica

Este trabalho é referente ao segundo estágio da disciplina de


Técnicas de Medição na Universidade Federal de Campina
Grande, ministrada pelo professor Ubirajara Rocha Meira e
trata-se de uma análise acerca do medidor eletrônico de
energia elétrica.
SUMÁRIO

Sumário .......................................................................................................................................................iii
1 Introdução ............................................................................................................................................. 1
2 Evolução dos medidores de energia ..................................................................................................... 2
3 Medidores Eletrônicos .......................................................................................................................... 5
3.1 Princípio de Funcionamento........................................................................................................... 6
3.2 Precisão .......................................................................................................................................... 7
3.3 Limitações ...................................................................................................................................... 7
3.4 Evolução para os Medidores Inteligentes ....................................................................................... 8
3.4.1 Vantagens .................................................................................................................................. 8
3.5 Medidor Bidirecional ..................................................................................................................... 9
4 Aspectos socioeconômicos e ambientais ............................................................................................ 10
4.1 Os medidores e a sociedade ......................................................................................................... 10
4.2 Os medidores e a economia .......................................................................................................... 11
4.3 Os medidores e o meio ambiente ................................................................................................. 12
5 Conclusão ........................................................................................................................................... 13
6 Bibliografia ......................................................................................................................................... 14
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1 INTRODUÇÃO

Medidor de energia elétrica é um dispositivo ou equipamento eletromecânico


e/ou eletrônico capaz de mensurar o consumo de energia elétrica. A unidade mais usada
é kWh. Está presente na maioria de casas e habitações no mundo moderno. Pode ser
ligado diretamente entre a rede elétrica e a carga (casa) ou através de transformadores
de acoplamento de tensão e/ou corrente.
Os medidores de acordo com suas características construtivas podem ser de dois
tipos: eletromecânicos e eletrônicos.
Os primeiros medidores eletrônicos comerciais surgiram entre as décadas de 70
e 80 e faziam uso de circuitos discretos. Em seguida foram desenvolvidos os medidores
com processamento digital de sinal e finalmente, com circuitos integrados dedicados.
A tecnologia atual de medição eletrônica garante melhor exatidão que os
medidores eletromecânicos, oferecendo informações detalhadas sobre o consumo.
Nesse trabalho veremos aspectos dos medidores eletrônicos com relação a sua
precisão e a sua limitação.
A principal motivação para a realização deste trabalho é mostrar o
desenvolvimento dos medidores de energia elétrica, até os dias atuais, destacando a
importância desses equipamentos do ponto de vista econômico, social e até ambiental.
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2 EVOLUÇÃO DOS MEDIDORES DE ENERGIA

O primeiro medidor destinado à quantificação do consumo de energia elétrica


conhecido foi desenvolvido e patenteado por Samuel Gardiner, em 1872. Tratava-se de
um medidor de lâmpada-hora para aplicação em corrente contínua, que indicava o
período que uma lâmpada permanecia acesa. Por ser uma carga conhecida, com corrente
praticamente constante, o cálculo do consumo resumia-se ao produto do tempo ligado
pela potência nominal da carga. A figura 1.1 representa o medidor de Samuel Gardiner.

Figura 1.1 Medidor de lâmpada-hora de Samuel Gardiner

Em 1878, J.B. Fuller desenvolveu um medidor de lâmpada-hora para operação


em corrente alternada, composto por um relógio cujo mecanismo de escape era
acionado por um par de bobinas que vibravam à freqüência de alimentação, produzindo
assim o avanço da contagem. Este medidor é exibido na figura 1.2.
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Figura 1.2 Medidor de Lâmpada-Hora de 1878, J.B. Fuller.

O uso de medidores de lâmpada-hora mostrava-se eficiente apenas quando


usados com cargas conhecidas que na maioria eram lâmpadas, deixando a desejar
quando as cargas apresentavam variações de potência ao longo do período de operação.
Entre 1878 e 1880, Edison desenvolveu o primeiro medidor de quantidade de
eletricidade, em vez de quanto tempo o circuito ficou energizado. Tratava-se de um
medidor químico, conforme pode ser visto na foto representada pela figura 1.3.

Figura 1.3 Medidor químico de energia de Edison.

Em meados da década de 1880, Elihu Thomsom, com o auxílio de Thomas


Duncan, desenvolveu um wattímetro-registrador destinado à medição de consumo de
energia, capaz de operar em corrente alternada ou contínua. Foi usado intensivamente
em 1889, e permaneceu como o principal meio de medição de consumo até 1892,
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quando foi substituído por medidores de watthora. A figura 1.4 representa o protótipo
do wattímetro-registrador.

Figura 1.4 Wattímetro-registrador de Thomsom e Duncan.

Os primeiros medidores de watt-hora com precisão e confiabilidade suficientes


para a aplicação em medição de consumo de energia foram desenvolvidos em 1892, por
Thomas Duncan. Inicialmente construídos para a medição em circuitos monofásicos,
foram logo adaptados à medição polifásica de energia. Modelos capazes de operar em
sistemas de corrente contínua e alternada também foram desenvolvidos, permitindo a
aplicação do instrumento a todos os sistemas de distribuição existentes, conforme figura
1.5.

Figura 1.5 Medidor de Watt-hora de Duncan.


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3 MEDIDORES ELETRÔNICOS

Medidor de energia elétrica é um dispositivo eletromecânico e/ou eletrônico


capaz de mensurar o consumo de energia elétrica. A unidade mais usada é kWh. Está
presente na maioria de casas e habitações no mundo moderno. Pode ser ligado
diretamente entre a rede elétrica e a carga (casa) ou através de transformadores de
acoplamento de tensão e/ou corrente.
Os primeiros medidores eletrônicos comerciais surgiram entre as décadas de 70
e 80 e faziam uso de circuitos discretos. Em seguida foram desenvolvidos os medidores
com processamento digital de sinal e finalmente, com circuitos integrados dedicados.
A tecnologia atual de medição eletrônica garante melhor exatidão que os
medidores eletromecânicos, oferecendo informações detalhadas sobre o consumo.
Em um medidor eletrônico de potência ativa, conforme pode ser visto na figura
1, uma amostra da tensão e da corrente fornecida à carga é transferida a um sistema
microprocessado que, de forma digital, calcula a potência e a energia consumida pela
carga e a indicação é feita através de uma telinha de LCD.

Figura 1 – Funcionamento do Medidor Eletrônico de Energia Elétrica.


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Os medidores eletrônicos permitem que o cliente confira o seu consumo a


qualquer momento através do display digital em sua casa. E o monitoramento da rede
elétrica é realizado diariamente, o que possibilita a identificação rápida de qualquer caso
de interrupção, falha de abastecimento ou picos de luz. Assim, a concessionária pode
solucionar eventuais problemas no menor tempo possível.

3.1 PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

Na Figura 2 fica evidenciado o princípio de funcionamento através do diagrama


de blocos do medidor de energia comercial do tipo eletrônico.

Figura 2 - Diagrama de blocos do medidor eletrônico de energia.

Os transdutores de tensão e de corrente fazem a aquisição e adequação dos sinais


de entrada. O Multiplicador determina a potência instantânea através da multiplicação
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dos sinais de tensão e de corrente vindos dos Transdutores. A energia é obtida pela
integração da potência instantânea que é realizada pelo Integrador. Por fim, o resultado
é mostrado no Registrador.

3.2 PRECISÃO

Os medidores eletrônicos aferem as medidas de energia elétrica e garantem


melhor exatidão que os medidores eletromecânicos, oferecendo informações detalhadas
sobre o consumo.
O medidor pode ainda ser monitorado à distância via internet, por exemplo,
dependendo do modelo, e através destes dados, o sistema de distribuição de energia
pode ser melhor dimensionado e o consumidor de energia elétrica pode, com isso, ter
uma energia de melhor qualidade, com menos variação e menos interrupção no
fornecimento. Contudo, estas novas tecnologias devem, assim como com o medidor
eletromecânico, garantir confiabilidade e robustez ao medidor eletrônico.
Dentre as principais vantagens da utilização do medidor eletrônico podemos
destacar: automação do processo de aquisição e tratamento de dados dos consumidores
para fins de faturamento, e ganhos na exatidão.
Os medidores eletrônicos de energia são construídos normalmente na classe
0.8%, porém a maioria dos medidores encontrados no mercado possui classe de
precisão de 0.5% a 2%. A facilidade em se obter instrumentos de precisão mais elevada
decorre principalmente do fato de inexistir limitações mecânicas nos elementos
envolvidos no processo de medição e registro, e também da possibilidade de se
empregar sensores de maior precisão.

3.3 LIMITAÇÕES

Pelo fato do emprego de circuitos e dispositivos baseados em semicondutores, o


medidor eletrônico pode se mostrar um equipamento sensível a surtos de tensão
eventualmente presentes no sistema de distribuição. O projeto do dispositivo envolve
necessariamente cuidados para que estes tipos de eventos não comprometam o
funcionamento dos componentes sensíveis, preservando a confiabilidade e precisão do
equipamento de medida.
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3.4 EVOLUÇÃO PARA OS MEDIDORES INTELIGENTES

O conceito dos medidores inteligentes traz grandes vantagens que excedem as


funcionalidades básicas dos medidores eletromecânicos ou eletrônicos convencionais e
respondem às necessidades latentes de melhoria de gestão e eficiência da medição tais
como:
• Detecção de fraude;
• Corte e religamento remoto;
• Comunicação bidirecional;
• Medição à distância.
Através da rede as concessionárias serão habilitadas de realizar a gestão no
ponto de entrega, possibilitando o corte e religamento, a coleta de dados de energia, a
identificação de eventos de fraude, a falta de energia em circuitos secundários e
primários e outras funcionalidades ainda em fase de definição, de forma remota e
instantânea.
A linha de medidores inteligentes compreende o modelo monofásico, bifásico e
trifásico (direto e indireto), utilizados para medições residenciais e comerciais. Os
mesmos têm como principal característica a utilização de tecnologia de comunicação
por rádio frequência.

3.4.1 VANTAGENS

Como vantagem do uso dos medidores inteligentes tem-se uma maior


confiabilidade e segurança na rede, a integração de sistemas possibilitando novas
formas de serviços, além do controle e automação por comandos remotos.
O consumidor poderá gerir seu consumo online, além de adquirir vantagens
como a redução de tempo inativo (interrupção no fornecimento) e a possibilidade de
aderir à um plano de energia pré-paga.
E de benefício para as concessionárias, pode-se destacar o controle online do
consumo de energia nas residências, do corte/religamento remoto, tarifação
horosazonal, detecção de fraudes, perfil de carga online e a melhor interação com o con-
sumidor.
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3.5 MEDIDOR BIDIRECIONAL

O medidor bidirectional é preparado para aferir tanto a produção de energia na


unidade consumidora quanto a quantidade consumida. Conforme aponta a Resolução da
geração distribuída, de número 482/2012, a concessionária de energia é a responsável
pela especificação, aquisição e instalação do sistema de medição bidirecional. Caberá ao
consumidor, no entanto, pagar a diferença de preço entre o sistema bilateral e o medidor
convencional.
Toda a energia produzida a mais será injetada na rede. Ao final do mês, o
equipamento apresentará o saldo total. A quantidade de kilowatts-hora injetada na rede
será abatida da conta em igual proporção. Ou seja, se o cliente produzir 100 kilowatts-
hora e consumir o mesmo tanto, ele não pagará conta de luz. Se ele consumir a mais,
pagará a diferença. E, se o montante de energia utilizado for menor, ele terá um crédito
que poderá ser utilizado em até 36 meses. Para que o cliente fique ciente dos créditos
que possui, o saldo constará na conta de luz.
Os créditos poderão ser, ainda, usados em outras unidades consumidoras (casas,
comércio, entre outros), desde que elas estejam localizadas na mesma área de concessão
e sejam do mesmo titular. As unidades geradoras podem ser de fontes renováveis, como
energia solar, biomassa, hídrica e eólica.

Figura 3 – Medidor eletrônico bidirecional.


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4 ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS E AMBIENTAIS

A busca por soluções sustentáveis que visam a causar o mínimo impacto ao meio
ambiente tornou-se prioridade mundial. O futuro depende de atitudes ambientalmente
corretas, socialmente justas e economicamente viáveis, assim como da utilização
eficiente dos recursos naturais integrando novas soluções energéticas. Nesse contexto o
desenvolvimento dos medidores tem um papel socioeconômico e ambiental muito
importante, o medidor é o indicador do consumo de toda a sociedade, além de em
tempos de energia renovável é ele que está se modernizando e interligando geração
convencional com energia solar residencial.

4.1 OS MEDIDORES E A SOCIEDADE

A vida é alimentada por energia elétrica. Praticamente tudo ao nosso redor


funciona com energia, e a sua economia é importante tanto por motivos financeiros
(evitar gastos excessivos e desnecessários) quanto por motivos ambientais, pois a
geração de energia depende da exploração de recursos naturais, sendo muito danoso
para o meio ambiente gerar tanta energia da forma como fazemos hoje.
Portanto o medidor tem grande papel na sociedade ele está em todas as residências,
indústrias e comércios fazendo a medição do consumo de quanto é gasto, seus dados
podem e devem ser usados como indicador de crescimento no uso da energia elétrica,
assim como já são usados para o calculo da cobrança que cada usuário deve pagar pelo
seu consumo, o medidor está totalmente ligado a economia e indiretamente ligado a
questões ambientais, pois até pouco tempo ele só era usado na medição e como medida
mitigadora apenas podia-se dar desconto pra quem regula-se seu consumo, ou multa pra
quem extrapolasse, principalmente em épocas de período seco ou racionamento.
No entanto hoje os medidores inteligentes, com o avanço da eletrônica, os
medidores embarcados com tecnologia já interligam pequenos centrais de geração
eólica e principalmente solar com a rede, tornando a geração descentralizada, o que para
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muitos é o futuro da geração de energia, de cara o medidor foi a primeira mudança para
essas implementações.

4.2 OS MEDIDORES E A ECONOMIA

Desde o inicio da utilização da energia elétrica, existe o desenvolvimento e o


aprimoramento dos medidores para controle, por parte das concessionárias de
geração e distribuição, do consumo de energia elétrica, afinal esse é seu produto e
sua venda é que traz os lucros a sua empresa.
No caso dos medidores eletrônicos sua implementação foi inviabilizada por muito
tempo pelo custo que gerava as empresas distribuidoras, como o medidor é de
contrapartida da empresa o consumidor apenas paga pelo consumo da energia,
muitas empresas demoraram até inserirem os medidores eletrônicos pelo fato de
quando foram desenvolvidos chegavam a custar alguns milhares de reais, com o
passar dos anos e o aprimoramento da tecnologia, esses medidores se baratearam
muito custando apenas algumas centenas de reais ou mesmo algumas dezenas de
reais, algo parecido está ocorrendo com a chegada dos medidores inteligentes, ainda
bem caros mas que já ditam como será a nova forma de leitura e assim que
tornarem-se mais acessíveis serão introduzidos em larga escala no Brasil, já que
alguns países já fazem o uso dessa forma de medição em larga escala em seus
territórios.
O medidor eletrônico trouxe novidades quanto a seus antecessores, a
implementação da eletrônica tornou possível não só a medição da energia ativa, mas
também a medição da energia reativa, e com isso a devida cobrança desse tipo de
consumo que antes nem sempre era devidamente explorado, além do mais
tornaram-se mais precisos o que é de grande importância para a economia
medidores mais precisos indicam cobrança mais justa, tanto no que diz respeito ao
uso por parte do consumidor assim como por parte da concessionária.
Um exemplo de como os medidores eletrônicos já influenciou na renda familiar e
na arrecadação das empresas foi o fato do mesmo já fazer a leitura direta do fator
de potência que acarreta em multas para consumidores que trabalham com
demanda, nas residências apareceu a possibilidade de optar pelo sistema horo-
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sazonal, nele o consumidor pode economizar utilizando mais energia em horários


em que a energia é mais barata, isso também colabora com a questão ambiental
trazendo um maior controle dos recursos através da diminuição do consumo em
períodos que a geração está mais cara devido por exemplo a utilização de usinas
térmicas.

4.3 OS MEDIDORES E O MEIO AMBIENTE

Se tratando dos medidores eletrônicos já podemos citar de cara que os mesmos


são mais precisos e daí o controle de gastos é maior, evitando desperdícios que antes
não eram medidos.
Mas a grande vantagem ambiental quando se fala em medidores eletrônicos, foi
a implementação das bandeiras tarifárias, com isso as concessionárias passaram a
repassar á tarifa os valores de energia mais cara quando a produção está em regime de
chuvas irregulares, no período seco, quando utilizado em horários de pico ou ainda
quando em determinado momento se utiliza as térmicas, vilãs do meio ambiente.
Antes dos medidores eletrônicos essas cobranças mais caras nem sempre eram
repassadas, ou quando eram repassadas era feito através de uma média que nem sempre
condizia com a realidade.
Mas se tratando do meio ambiente a grande evolução dos medidores e
implantação dos medidores inteligentes, está se dando através da geração residencial,
agora o consumidor pode em sua residência ter uma usina geradora por meio solar ou
eólico e ligá-la em paralelo a rede atuando como fornecedor de energia, o fato é que os
novos medidores já são preparados para funcionarem lendo o quanto o consumidor
consome da rede convencional, ou em casos quando o consumidor está gerando para a
rede ele é capaz de ler o quanto ele está gerando o que traz benefícios financeiros ao
consumidor que pode até zerar sua conta de luz, além do enorme beneficio ao meio
ambiente evitando que usinas térmicas sejam ligadas, ou novas usinas hidroelétricas de
grande impacto ambiental precisem ser construídas.
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5 CONCLUSÃO

Podemos concluir que a evolução dos medidores, mesmo que muito voltada para
aumento da precisão nas medidas e aumento dos lucros, trouxe também toda uma
relação com a sociedade e o meio ambiente, aumentou a confiança do consumidor de
que está sendo cobrado justamente, assim como do distribuidor quanto ao que está
vendendo e quanto a ligações clandestinas. Mas os medidores também estão
influenciando no meio ambiente, atuando no controle do consumo e também na forma
de geração que pode revolucionar a distribuição e geração de energia, que é a geração
residencial.
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6 BIBLIOGRAFIA

ANEEL, Agência Nacional de Energia Elétrica. Informações do Setor Elétrico | Centro


de documentação. Disponível em: < http://www.aneel.gov.br >. Acesso em: 03 Fev.
2018.
CEMIRIM, Cooperativa de eletrificação e desenvolvimento da região de Mogi
Mirim:<http://cemirim.com.br/economia-de-energia/>. Acesso em: 03 Fev. 2018.
Brasil Escola, site:< http://brasilescola.uol.com.br/fisica/energia-eletrica.htm>. Acesso
em: 04 Fev. 2018.
Manual de economia de energia, apostila:<
http://www.pucrs.br/biblioteca/manualuse.pdf>. Acesso em: 04 Fev. 2018.
http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/consumidor-pode-produzir-energia-
em-casa-e-ter-economia-na-conta-1.82173. Acesso em 04 Fev. 2018