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A Força de Defesa da Nova Zelândia é composta por três ramos: a Marinha Real da Nova Zelândia, o Exército da Nova Zelândia

e a Força Aérea
Real da Nova Zelândia.[142] As necessidades de defesa nacional da Nova Zelândia são modestas, devido à improbabilidade de ataque direto,
[143]
mesmo com a presença global do país. A Nova Zelândia lutou nas duas guerras mundiais, com campanhas notáveis em Galípoli, Creta,[144] El
Alamein[145] e Cassino.[146] A Campanha de Galípoli desempenhou um papel importante na promoção da identidade nacional da Nova Zelândia [147]
[148]
e fortaleceu a tradição ANZAC, compartilhada com a Austrália.[149]De acordo com Mary Edmond-Paul, "a Primeira Guerra Mundial tinha deixado
cicatrizes na sociedade neozelandesa, com cerca de 18.500, no total, mortos como resultado da guerra, mais de 41.000 feridos e outros afetados
emocionalmente, de uma força de combate no exterior de cerca de 103 mil e uma população de pouco mais de um milhão."[150] A Nova Zelândia
também teve uma importante participação na Batalha do Rio da Prata[151] e na campanha aérea da Batalha da Grã-Bretanha.[152][153] Durante
a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos tinham mais de 400 mil militares americanos estacionados na Nova Zelândia. [154]

Além do Vietnã e das duas guerras mundiais, a Nova Zelândia lutou na Guerra da Coreia, na Segunda Guerra dos Bôeres,[155] na Emergência
Malaia,[156] na Guerra do Golfo e na Guerra do Afeganistão. O país tem contribuído com forças para várias missões de paz regionais e globais, tais
como aquelas no Chipre, Somália, Bósnia e Herzegovina, Suez, Angola, Camboja, fronteira Irã-Iraque, Bougainville, Timor-Leste e nas Ilhas
Salomão.[157] A Nova Zelândia também enviou uma unidade de engenheiros do exército de para ajudar na reconstrução de infraestrutura
do Iraque por um ano durante a Guerra do Iraque.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]


Ver artigo principal: Subdivisões da Nova Zelândia

Quando foi povoada pelos britânicos, a Nova Zelândia foi dividida em províncias. Estas foram abolidas em 1876 para que o governo pudesse ser
centralizado, por motivos financeiros. Em resultado, a Nova Zelândia não possui nenhuma entidade subnacional como província, estado ou
território, para lá do governo local. Apesar disso, o espírito das províncias sobrevive e existe uma feroz rivalidade entre elas em acontecimentos
culturais ou desportivos.

Mapa das subdivisões da Nova Zelândia.

Desde 1876, o governo central tem administrado as várias regiões da Nova Zelândia. Devido à sua herança colonial, seu governo reflete com
bastante fidelidade as estruturas britânicas de governo local, com conselhos de cidade, borough e condado. Ao longo dos anos, alguns destes
conselhos fundiram-se ou tiveram as fronteiras ajustadas por mútuo acordo, e foram criados alguns novos. Em 1989, o governo reorganizou por
completo o governo local, implementando a actual estrutura de dois níveis com as regiões e as autoridades territoriais.

Hoje, a Nova Zelândia tem 12 conselhos regionais para a administração de assuntos ambientais e de transportes, e 74 autoridades territoriais que
administram as estradas, o saneamento básico, as autorizações de construção e outros assuntos locais. As autoridades territoriais são 16
conselhos de cidade, 57 conselhos de distrito e o Conselho das Ilhas Chatham. Quatro dos conselhos territoriais (uma cidade e três distritos) e o
Conselho das Ilhas Chatham também exercem as funções de conselho regional, e são assim conhecidos como autoridades unitárias. Os distritos
das autoridades territoriais não são subdivisões dos distritos dos conselhos regionais, e alguns atravessam as fronteiras dos conselhos regionais.

A Nova Zelândia se subdivide em 16 regiões:

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