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Quando o plano é sem ângulo e a aceleração !

= 0;
FORÇA
Força é um dos conceitos fundamentais da Física newtoniana. Relacionado com as três leis de
Newton, é uma grandeza que tem a capacidade de vencer a inércia de um corpo, modificando
lhe a velocidade (seja na sua magnitude ou direção, já que se trata de um vetor).
A força pode ser calculada utilizando a Segunda Lei de Newton, acordo com a seguinte fórmula:
(Somatório) F = m x a (Somatório força é igual ao escalar massa multiplicado pela aceleração);
PASSO A PASSO;
(Somatório) F = m x a (Somatório força é igual ao escalar massa multiplicado pela
aceleração);
F = (variável M) x (variável A); F=X;

ACELERAÇÃO:
A aceleração é a taxa de variação (ou derivada em função do tempo) da velocidade. Ela é uma
grandeza vetorial de dimensão comprimento/tempo² ou velocidade/tempo.
Utilizando a Segunda Lei de Newton, a aceleração pode ser obtida de acordo com a seguinte
formula:
(Somátorio F) = m x a -> (Somatorio das forças é igual a multiplicação do escalar massa pela
aceleração);
Isolando a aceleração, encontra -se a seguinte equação:
a = (somatório) F/m; (aceleração é igual a razão entre somatório de força pela massa);
a = (variavel Força)/ (variavel Massa);
O resultado obtido é :
a = (x);

MASSA:
A massa é frequentemente associada ao peso dos objetos. O peso de um objeto resulta da
interação gravitacional entre sua massa e um campo gravitacional: ao passo que a massa é parte
integrante da explicação para o peso, ela sozinha não constitui a explicação completa.
A massa pode ser calculada utilizando a Segunda Lei de Newton, acordo com a seguinte
fórmula:
(Somatório) F = m x a (Somatório força é igual ao escalar massa multiplicado pela aceleração);
M = (somatório) F/a; (massa é igual a razão entre somatório de força pela aceleração);
m = (variavel Força)/ (variavel aceleração);
Quando o plano é sem ângulo e a aceleração = 0;
Aplicando a primeira lei de Newton; Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de
movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por
forças aplicadas sobre ele.
(somatório das Forças) = 0;

(CONSERTAR);
M=F/A (QUANDO ACELERAÇÃO É 0); E A= F/M (QUANDO A MASSA = 0);

Quando o plano tem atrito;


Atrito, em física é a força de contato que atua sempre que dois corpos entram em choque e há
tendência ao movimento. É gerada pela esfericidade (rugosidade) dos corpos (vide figura
"ilustrativa"). A força de atrito é sempre paralela às superfícies em interação e contrária ao
movimento relativo entre eles.
O atrito pode ser calculado de acordo com a seguinte fórmula:

(força de atrito = coeficiente de atrito (estático ou cinético) x a componente


normal);
Em seguida, utizando a segunda lei de Newton, obtemos a expressão a seguir:
(Somatório F – Fat) = m x a;
(Somatório F) - (mi X N) = m x a;

Plano inclinado sem atrito (QUANDO NÃO HÁ UMA SEGUNDA FORÇA)


------- Calculo da massa é impossível----------
O plano inclinado é um exemplo de máquina simples. Como o nome sugere, trata-se de uma
superfície plana cujos pontos de início e fim estão a alturas diferentes.
Ao mover um objeto sobre um plano inclinado em vez de movê-lo sobre um plano
completamente vertical, o total de força F a ser aplicada é reduzido, ao custo de um aumento na
distância pela qual o objeto tem de ser deslocado.

Cálculo das forças atuantes sobre um objeto em um plano inclinado;


Há 3 forças a serem consideradas:
1. A força peso atuando no objeto devido à gravidade (m.g, atuando verticalmente e para baixo);
2. A força normal (N) exercida no objeto pelo plano e deve equilibrar ( se a força potente for
paralela à superfície do plano inclinado) a componente reativa do peso (m.g.cosθ, perpendicular
ao plano);
3. A força potente (F) aplicada pelo operador, que atua na direção paralela à superfície do plano
inclinado e deve equilibrar a componente ativa do peso (m.g.senθ, paralela ao plano).
Distribuindo a figura em um plano, conseguimos obter equações em relação ao eixo X, como a
equação a seguir:
m x g x sen (Teta) = m x a (A massa multiplicada pela gravidade (adota- se o valor de 9,81 m/s
^2) multiplicada pelo seno do ângulo resulta na multiplicação da massa pela aceleração);
E em relação ao eixo y, obtemos a seguinte expressão:
m x g x cos(teta) = N (A massa multiplicada pela gravidade (adota- se o valor de 9,81 m/s ^2)
multiplicada pelo cosseno do ângulo resulta componente normal (perpendicular ao plano));
Entretanto, a segunda expressão será apenas utilizada quando a situação envolver planos
inclinados.
a = g x sen (teta);

Plano inclinado sem atrito (QUANDO HÁ UMA SEGUNDA FORÇA);


O plano inclinado é um exemplo de máquina simples. Como o nome sugere, trata-se de uma
superfície plana cujos pontos de início e fim estão a alturas diferentes.
Ao mover um objeto sobre um plano inclinado em vez de movê-lo sobre um plano
completamente vertical, o total de força F a ser aplicada é reduzido, ao custo de um aumento na
distância pela qual o objeto tem de ser deslocado.

Cálculo das forças atuantes sobre um objeto em um plano inclinado;


Há 3 forças a serem consideradas:
1. A força peso atuando no objeto devido à gravidade (m.g, atuando verticalmente e para baixo);
2. A força normal (N) exercida no objeto pelo plano e deve equilibrar ( se a força potente for
paralela à superfície do plano inclinado) a componente reativa do peso (m.g.cosθ, perpendicular
ao plano);
3. A força potente (F) aplicada pelo operador, que atua na direção paralela à superfície do plano
inclinado e deve equilibrar a componente ativa do peso (m.g.senθ, paralela ao plano).

Distribuindo a figura em um plano, conseguimos obter equações em relação ao eixo X, como a


equação a seguir:
m x g x sen (Teta) + F = m x a (A massa multiplicada pela gravidade (adota- se o valor de 9,81
m/s ^2) multiplicada pelo seno do ângulo resulta na multiplicação da massa pela aceleração);
E em relação ao eixo y, obtemos a seguinte expressão:
m x g x cos(teta) = N (A massa multiplicada pela gravidade (adota- se o valor de 9,81 m/s ^2)
multiplicada pelo cosseno do ângulo resulta componente normal (perpendicular ao plano));
Entretanto, a segunda expressão será apenas utilizada quando a situação envolver planos
inclinados.
a = (g x sen |teta|)+(F/m);
F = m (a-(g x sen |teta|));
M = F/ a-(g x sen |teta|));

Plano inclinado com atrito (QUANDO NÃO HÁ UMA SEGUNDA FORÇA)


O plano inclinado é um exemplo de máquina simples. Como o nome sugere, trata-se de uma
superfície plana cujos pontos de início e fim estão a alturas diferentes.
Ao mover um objeto sobre um plano inclinado em vez de movê-lo sobre um plano
completamente vertical, o total de força F a ser aplicada é reduzido, ao custo de um aumento na
distância pela qual o objeto tem de ser deslocado.
1. A força peso atuando no objeto devido à gravidade (m.g, atuando verticalmente e para baixo);
2. A força normal (N) exercida no objeto pelo plano e deve equilibrar ( se a força potente for
paralela à superfície do plano inclinado) a componente reativa do peso (m.g.cosθ, perpendicular
ao plano);
3. A força potente (F) aplicada pelo operador, que atua na direção paralela à superfície do plano
inclinado e deve equilibrar a componente ativa do peso (m.g.senθ, paralela ao plano).

Distribuindo a figura em um plano, conseguimos obter equações em relação ao eixo X, como a


equação a seguir:
m x g x sen (Teta) - fat = m x a (A massa multiplicada pela gravidade (adota- se o valor de 9,81
m/s ^2) multiplicada pelo seno do ângulo resulta na multiplicação da massa pela aceleração);
E em relação ao eixo y, obtemos a seguinte expressão:
m x g x cos(teta) = N (A massa multiplicada pela gravidade (adota- se o valor de 9,81 m/s ^2)
multiplicada pelo cosseno do ângulo resulta componente normal (perpendicular ao plano));
Entretanto, para obter -se a força de atrito, é necessário considerar a equação no eixo y, já que a
definição da força normal agora possui outra definição (está sendo influenciada pelo ângulo).
Fat = (mi) x m x g x cos(teta);
a = g x sen (Teta) – mi x g cos (teta);

ÂNGULO < 90 º