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ESTUDO DO ROLAMENTO DUM CILINDRO

NUMA SUPERFÍCIE HORIZONTAL

Mestrado Integrado em Engenharia Física

Laboratório de física I
Turma PL2, Grupo7

Aluno: João Pedro de Azevedo Calçada

Professores: André Miguel Trindade Pereira; Hélder Manuel Paiva Rebelo Cerejo Crespo

João Calçada, Laboratório de física I

Índice

Introdução ..................................................................................................................................... 2
Objetivos ....................................................................................................................................... 2
Introdução teórica......................................................................................................................... 3
Experiência .................................................................................................................................... 4
Resultados experimentais e análise .............................................................................................. 5
Conclusão .................................................................................................................................... 15
Referências .................................................................................................................................. 16
Anexo I - Dados recolhidos .......................................................................................................... 17
Anexo II – Momento em que o ponto A toca na calha ............................................................... 20
Anexo III – Momento em que o ponto A se encontra na sua altura máxima. ............................ 22

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Faculdade de ciências da universidade do Porto

optamos pela estratégia de filmar um cilindro a rodar e através do estudo da filmagem. Objetivos Portanto. Ora. para estudar este fenómeno. Assim. retirar os dados necessários para podermos tirar as conclusões que nos interessassem. 2 Faculdade de ciências da universidade do Porto . este tipo de movimento pode ser observado em diversas ocasiões no nosso quotidiano. • Introduzir-nos à análise de vídeo e imagem no estudo de fenómenos físicos. este trabalho tem como objetivos: • Compreender as relações existentes entre as grandezas em diferentes pontos. que traduzem o rolamento do cilindro. João Calçada. sendo a mais comum o caso das rodas dos automóveis. foi proposto a cada grupo o estudo do rolamento de um cilindro numa superfície horizontal. às aplicações que nos permitem manusear essas imagens. Laboratório de física I Introdução No âmbito da Unidade curricular de laboratório de física I. • Observar o ponto do cilindro com velocidade nula e consequências caso não seja nulo. bem como.

O valor da componente segundo xx do vetor da posição A. Laboratório de física I Introdução teórica Para explicar um rolamento puro. neste caso a velocidade do ponto A é o dobro da do centro de massa. isto é. é dado por: • 𝑥(𝑡) = 𝑥𝑐 + 𝑟 sin(𝜔𝑡) ⇔ 𝑣(𝑡) = 𝑣𝑐 + 𝜔𝑟 cos(𝜔𝑡) (1) e (2) r – Raio da base do cilindro. Como o deslocamento se faz sem escorregar então: • 𝑥𝐶 = 𝜃𝑟 ⇔ 𝑣𝑐 = 𝜔𝑟 (3) Reescrevendo (1) e (2) obtém-se 𝑣 𝑥(𝑡) = 𝑥𝐶 + 𝐶 sin(𝜔𝑡) • { 𝜔 1 ⇔ 𝑥(𝑡) = 𝑣𝐶 (𝑡 + sin(𝜔𝑡)) 𝜔 (4) 𝑣(𝑡) = 𝑣𝑐 (1 + cos(𝜔𝑡)) O gráfico seguinte traduz a progressão da posição do ponto A (Verde) e é possível perceber que esta. Também é interessante perceber que. sendo que. no instante t. Figura 1 – Rolamento de um cilindro em 2 instantes temporais. do centro de massa e de um ponto do cilindro em relação ao centro de massa. mas como 𝜔𝑟 = 𝑣𝐶 . ocorre como uma sobreposição do movimento de translação do centro de massa (Vermelho). inicial e um aleatório. João Calçada. quando a posição do centro de massa e do ponto A coincidem pode-se ver que a velocidade do ponto A nesse ponto ou é nula (Quando o ponto A está em contacto com o solo). exceto o seu centro. com o movimento de rotação de A em torno do Centro de massa (Azul). é necessário primeiro perceber que cada ponto do cilindro. 𝑣𝐴 = 𝑣𝐶 + 𝜔𝑟 . realiza dois tipos de movimento: Um movimento de translação com a mesma velocidade do centro de massa e um movimento de rotação em torno do centro do cilindro. um cilindro que roda sem escorregar. Figura 2 – Representação gráfica da posição teórica do ponto A. então: 𝑣𝐴 = 2𝑣𝑐 3 Faculdade de ciências da universidade do Porto . ou é máxima (Quando o ponto A é o ponto mais alto do cilindro).

João Calçada. antes de cada lançamento. Estes dados. também tivemos de assegurar um bom alinhamento da direção com o bordo da escala. Fígura 3 – a) Calha de deslizamento e cilindro. No lançamento do cilindro. também tivemos o cuidado de posicionar a câmara de vídeo onde minimizasse erros de paralaxe e captasse com melhor resolução a experiência. • Nivelador. 4 Faculdade de ciências da universidade do Porto . mesmo assim.04 segundos). recolhemos o valor das abcissas do ponto A e do centro de massa de cada frame. • Câmara de filmar e tripé. recorremos a uma placa de alumínio à qual. Na montagem experimental tivemos de garantir que a calha estava nivelada. foram anexados (Ver anexo I). • Holofotes. Laboratório de física I Experiência Método experimental Material: • Cilindro. a qualidade do lançamento dependia da perícia do lançador que tinha de evitar obstruir a filmagem e não desalinhar o cilindro. para isso. De seguida passámos os vídeos obtidos para computador e recorrendo ao programa tracker. que o local da experiência estava bem iluminado e de forma homogénea recorrendo a holofotes. • Computador com software traker e freemaker. encostávamos uma das bases do cilindro. devido à sua extensão (uma vez que a diferença de tempo para cada frame é de apenas 0. para futura análise. B) Esquema total da montagem experimental. através da análise do vídeo retirar os dados pretendidos. O processo experimental consistiu na filmagem de um cilindro a rolar sobre uma calha graduada para.

6% 0.05 0.424 33% 13 14.48 103 240 15 2.84 206 277 13 7. João Calçada.9757 0.200 18% 14 19.5% 0.12 88 316 distância considerável ou um dos 8 6. apresenta poucos frames.697 0.549 65% 10 25.9994 1.92 804 852 17 2.28 86 143 Tabela 1 – Ensaios.505 0.Ti [s] ] s-1] vCM [%] Ti [%] 3 7.102 112% 8 17. analisámos o erro associado ao período de rotação e optamos pelos ensaios que revelassem um menor erro.088 1.49 0.67 0.742 3.12 1.575 145% 6 7. o ensaio 17 não foi analisado com maior detalhe. 5 Faculdade de ciências da universidade do Porto .43 0.102 1.394 0.9884 0.486 1. vCM [cm s.11 0.74 0.9961 0. pois.302 0.273 1.68 192 384 Nota: Os ensaios que nesta tabela não estão assinalados a 2 6.72 132 200 nítidos.9772 1.Ti) / Ensaio 1 r2 Ti [s] Tf [s] Tf .24 850 906 16 1. Com esta análise percebemos que os ensaios mais relevantes para estudo eram o 8 e o 11 pois apresentaram um erro menor.36 51 210 ensaios ser muito semelhante).439 0.642 0.9987 0.09 0.9978 1.8% 0.60 65 330 10 4.2% 0.64 279 645 seu lançamento apresentar erros 4 2.18 0.3% 0. para tal.5% 0.96 0.571 0. o 6 8.778 4.744 100% 1 14.56 196 360 verde foram desprezados por o 3 14.2% 0.84 0.04 92 168 12 2.08 177 304 desviar-se muito da calha.9987 0. os seus tempos e os frames correspondentes.ΔvCM [cm ΔvCM / (Tf .17 1.219 30% 11 34.720 0.353 2. 9 10. Laboratório de física I Resultados experimentais e análise Validade dos ensaios Começámos o tratamento dos dados de forma a tentar perceber quais os lançamentos que tinham melhor potencial para serem estudados.20 619 799 14 5.939 0. um número reduzido de dados para análise. Embora apresente um erro pequeno.03 0.845 1.4% 0.071 13% 17 45.986 2.16 0.16 60 164 11 3.06 0.14 0.9527 1. (exemplo: O cilindro 5 5.19 0.40 115 325 cilindro não percorrer uma 7 9.066 15% Tabela 2 – Análise dos erros relativos ao período de rotação do ponto A em torno do centro de massa. Ensaio tTotal [s] Frame Inicial Frame Final 1 7. portanto.9% 0.22 0.

00 10.00 -20 [s] Gráfico 2 – Ensaio 13 6 Faculdade de ciências da universidade do Porto .00 2.00 14.00 4.00 6.00 12. Laboratório de física I Análise dos ensaios Ensaios com 𝚫𝐓 𝐫𝐞𝐥𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐥𝐞𝐯𝐚𝐝𝐨 Comecemos pela análise dos ensaios menos conseguidos devido ao erro no período de rotação.00 4. João Calçada. 140 120 Centro de massa 100 Ponto A [Cm] Ponto A relativo ao CM 80 60 40 20 0 0.00 5.00 6.00 3.00 1.00 7.00 8.00 2.00 -20 [s] Gráfico 1 . Os seguintes gráficos correspondem à posição do ponto A (Azul). à posição do centro de massa (Vermelho) e da posição do ponto A relativa ao centro de massa (Verde) em função do tempo.00 8.00 16.Ensaio 3 120 100 80 [Cm] 60 40 20 0 0.

00 5.00 1.Ensaio 14 7 Faculdade de ciências da universidade do Porto .00 6.00 6.Ensaio 6 120 100 80 [Cm] 60 40 20 0 0.00 -10 [s] Gráfico 3 . João Calçada.00 8.00 [s] -20 Gráfico 4 .00 3.00 3.00 2.00 5.00 7.00 1.00 2.00 4.00 4.00 9. Laboratório de física I 80 70 60 50 [Cm] 40 30 20 10 0 0.

00 8.00 2. o que revela uma perda de velocidade por parte do cilindro. 8 Faculdade de ciências da universidade do Porto .00 3.00 1.00 7.00 1. uma vez que. nestes ensaios a posição do centro de massa não tem um comportamento linear. devidas ao atrito existente entre a calha e o cilindro e entre o ar e o cilindro que.00 5. João Calçada.00 4.00 6. Este fenómeno está relacionado com perdas de energia. levam a um abrandamento do cilindro. consequentemente.Ensaio 1 120 100 80 [Cm] 60 40 20 0 0.00 -20 [s] Gráfico 5 . Laboratório de física I 120 100 [Cm] 80 60 40 20 0 0. não sendo um resultado satisfatório.00 5.00 4.Ensaio 10 Como se pode observar. o tipo de movimento pretendido era retilíneo uniforme. Também é possível ver um aumento do período correspondente ao movimento de rotação do ponto A à volta do centro de massa.00 3.00 -20 [s] Gráfico 6 . é daí que vem o erro obtido.00 2.

00 7. Ensaio 8 120 100 Centro de massa Ponto A 80 Ponto A relativo ao CM 60 [Cm] 40 20 0 0. Laboratório de física I Ensaios com 𝚫𝐓 𝐫𝐞𝐥𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐛𝐚𝐢𝐱𝐨 Passemos agora à análise dos ensaios que apresentam dados mais convincentes. São eles os ensaios 8 e 11.00 5.00 2.00 [s] -20 Gráfico 7 – Ensaio 8 Este ensaio já apresenta um centro de massa cuja posição segue um crescimento linear e o período inicial não é muito diferente do final.00 1. João Calçada.00 6.00 3.00 4. De salientar também a semelhança deste gráfico ao gráfico deduzido teoricamente! 9 Faculdade de ciências da universidade do Porto .

029 Cm 80 0. cujo declive representa a velocidade nesse instante.277 0.00 7.259 0.249 47.00 [s] Gráfico 8 – Posição do ponto A e linhas de tendência com os pontos próximos aos instantes em que A toca no chão.516 2. João Calçada.00 2.068 0.983 0.807 0.033 40 0.059 60 0. 120 0.00 6.226 0. Laboratório de física I Análise da velocidade no ponto em contacto com a calha Como já foi dito.046 20 reta1 0 0.610 0.856 Reta3 Reta4 0.947 0. Todas estas retas apresentam um declive muito próximo de zero.072 100 Reta5 1.00 5.617 Reta2 0.00 4.205 0.254 0.651 24.245 Reta1 0.325 0.690 0.291 68.00 1.00 3. 10 Faculdade de ciências da universidade do Porto .580 6. No anexo II estão presentes as imagens destes momentos. o ponto A possui velocidade nula quando toca no chão.655 1.297 0.330 Reta2 Reta5 0. indo de encontro ao previsto teoricamente. teoricamente. fomos procurar no gráfico os pontos correspondentes a esses instantes e traçamos uma reta com outros pontos próximos. Para verificar.425 89.640 Reta4 Reta3 0.

175 0.038 -65.022 20 0 0. João Calçada.00 7.611 -33. 11 Faculdade de ciências da universidade do Porto .308 Cm 1.520 -15.783 Reta1 0.855 Reta2 0.905 Reta5 0. mas desta vez para quando o ponto A estivesse o mais longe possível da calha. Sabendo isto fizemos um processo semelhante ao realizado anteriormente para quando o ponto A estivesse em contacto com a calha. É também possível perceber que o declive das retas tende a diminuir o que revela um movimento retardado por parte do cilindro como era expectável.298 0. o dobro da velocidade do centro de massa. Laboratório de física I Análise da velocidade no ponto mais distante da calha Um outro resultado deduzido teoricamente foi o da velocidade máxima do ponto A.000 0. este valor seria ocorreria quando o ponto A se situasse no seu ponto mais elevado.038 100 35.00 6.406 1.00 4.286 -50.189 Reta4 0. Novamente os resultados dos declives (velocidades) das retas obtidos.000 0. 120 36. que neste caso era 35.435 1.641 -77.00 3.355 0.039 40 31.036 60 33.999 0.00 1.00 5.942 1. encontram-se muito próximos do valor teórico que se esperava.00 [s] Gráfico 9 .670 1. Estes instantes podem ser vistos no anexo III.274 1.060 80 34. Teoricamente.152 Reta3 0.00 2.000 0.999 1.000 0.Posição do ponto A e linhas de tendência com os pontos próximos aos instantes em que A se situa o mais longe da calha.68 cm 𝑠 −1 .

João Calçada. No entanto. 12 Faculdade de ciências da universidade do Porto . o cilindro efetuou mais depressa o seu percurso.00 3.50 [s] -20 Gráfico 10 – Ensaio 11 Neste caso a densidade e quantidade de pontos não é tão elevada.50 2.00 0. isto porque. uma vez que.00 2. portanto. foi feito para o ensaio 11 sendo os resultados obtidos os seguintes. um menor número de frames (pontos).50 1. Laboratório de física I Ensaio 11 O mesmo tratamento de dados realizado para o ensaio 8. o aspeto do gráfico é também muito semelhante ao obtido teoricamente.50 3. este ensaio teve uma maior velocidade e. 120 100 Centro de massa 80 Ponto A Ponto A relativo ao CM 60 [Cm] 40 20 0 0.00 1.

233 0.00 1.749 0.115 0 0.430 1.623 3.029 5.185 Reta5 2.282 Reta4 Reta3 1.041 5.145 4. 13 Faculdade de ciências da universidade do Porto .249 42.149 40 Reta2 0.918 Reta3 0.372 80.50 1.00 3.50 2. resultando assim numa reta com um declive maior.603 Reta1 1.50 [s] Gráfico 11 .201 0.128 60 3. consequência da menor densidade de pontos.00 2.070 100 4.937 0.Posição do ponto A e linhas de tendência com os pontos próximos aos instantes em que A toca na calha. o que nos obriga a usar pontos mais afastados do ponto onde A toca na calha.871 0.695 0.454 Reta5 Reta2 0. o instante em que o ponto A estava em contacto com o solo: 120 2.088 24.00 0.462 63.50 3.733 0. Neste caso os valores das velocidades obtidas não foram tão próximos de 0.967 Reta4 1.525 [Cm] 0.823 0. Laboratório de física I Análise da velocidade no ponto em contacto com a calha Analisando agora.194 20 Reta1 0.067 80 5. João Calçada.

50 3.000 0. mas.423 0.956 40 1.00 0. Novamente observa-se o mesmo comportamento. mas à medida que o tempo progride o declive das retas vai diminuindo.642 0.000 0.Posição do ponto A e linhas de tendência com os pontos próximos aos instantes em que A se situa o mais longe da calha.00 1.036 100 68.514 2.071 60 1. 14 Faculdade de ciências da universidade do Porto . valores próximos do dobro da velocidade do centro de massa.002 61.00 3.999 0. Neste caso o dobro da velocidade do centro de massa é igual a 69.049 Reta3 0.731 Reta2 2.000 0. como consequência do movimento retardado do cilindro.232 -56.038 20 0 0.044 0.431 Reta4 0.616 0. 120 72.883 Reta1 0.492 -14.50 2.50 1.142 Cm 80 65.00 2.283 1. João Calçada.460 -46.92 cm 𝑠 −1 .968 -31. Laboratório de física I Análise da velocidade no ponto em contacto com a calha Procedendo agora da mesma maneira.50 s Gráfico 12 . para os pontos onde A se encontra na sua altura máxima.

isso apenas foi possível por utilizarmos a câmara. foi-nos permitido abordar um problema físico de maneira diferente. respeita algumas regras. Laboratório de física I Conclusão Com esta experiência. mas também. foi-nos requerido a existência de vários pontos da posição de A em torno desses locais. rolamento de um cilindro. dando-nos assim não só a oportunidade de perceber melhor sobre o fenómeno em estudo. Para obter estas velocidades. de nos alertar para as vantagens que esta abordagem oferece. A velocidade do ponto mais distante do cilindro em relação ao solo é o dobro da velocidade do centro de massa. se tal não acontecesse queria dizer que o cilindro estava a deslizar e não a efetuar um movimento de rolamento puro. 15 Faculdade de ciências da universidade do Porto . João Calçada. estes vídeos quando aliados ao programa tracker constituíram uma importante ferramenta que nos facilitou o nosso estudo.04 segundos. recorrendo a câmaras de filmar. que captou imagens com uma diferença temporal de apenas 0. Após o estudo feito chegámos à conclusão de que este tipo de movimento. São elas: A velocidade do ponto que se encontra em contacto com o solo tem de ser nula.

html 16 Faculdade de ciências da universidade do Porto .br/composicao-dos-movimentos/movimento-de-puro- rolamento-de-uma-roda-em-um-plano-horizontal-fixo-na-superficie-terrestre. João Calçada. 2017 https://www. Filipe Marques – Sobre a dinâmica do carro – Teoria e aplicação. Laboratório de física I Referências Paulo Flores. Engebook.com.colegioweb.

113 0.903 2.041 3.067 12.705 1.000 37.982 2.408 2.033 1.981 2.368 0.559 2.760 12.259 49.491 31.731 2.543 -0.132 1.852 2.383 5.554 1.266 -2.456 3.102 20.080 23.126 46.943 8.788 -0.720 11.775 38.546 2.978 51.219 9.843 -0.280 6.195 23.939 12.280 0.480 0.760 29.239 0.013 2.010 1.640 48.200 0.500 6.960 35.040 3.405 1.856 2.240 44.317 3.040 21.400 47.281 -1.995 0.322 52.847 17.457 24.776 -0.080 40.680 28.108 1.578 1.280 45.585 -2.539 -2.860 0.261 2.862 15.269 -2.952 2.112 1.390 2.840 32.106 -3.440 47.169 2.534 2.758 1.305 37.539 39.787 0.567 2.880 50.035 1.720 48.979 2.960 19.855 53.155 2.602 50.276 0.284 56.000 20.818 24.037 -3.019 -1.480 6.649 2.308 11.782 0.184 2.520 48.245 0.840 49.499 7.963 1.920 51. Laboratório de física I Anexo I .411 -2.929 45.786 -2.235 4.320 26.693 8.360 47.366 -3.992 33.032 26.501 15.969 t' [s] xA [cm] xCM [cm] 1.859 -2.200 44.706 3.433 1.320 6.049 2.120 56.400 26.840 14.360 26.018 2.296 -2.800 49.849 25.066 2.407 0.734 -2.044 41.737 -3.520 27.190 3.518 2.972 3.331 3.994 1.034 -2.834 0.817 -2.297 1.160 42.325 47.179 44.702 1.159 0.935 2.570 30.880 33.266 1.720 29.500 -0.640 9.040 54.480 27.703 -0.845 0.800 13.584 -2.108 0.226 47.295 0.523 57.871 0.528 -1.680 9.054 1.960 52.163 1.267 -1.175 1.757 3.057 -1.516 2.581 -2.473 3.837 1.562 43.947 41.961 -2.800 30.160 24.901 19.120 41.479 50.031 27.506 17 Faculdade de ciências da universidade do Porto .595 -0.680 48. Dados do ensaio 8 (xA .036 -1.754 2.298 29.128 28.850 42.640 27.516 53.056 3.287 2.039 13.948 1.244 2.523 36.386 6.400 6.880 16.635 10.240 6.095 0.699 18.252 0.560 7.559 1.599 -3.524 0.929 26.600 48.221 1.780 0.988 36.Dados recolhidos Neste anexo estão presentes os dados recolhidos para os ensaios que foram analisados com maior detalhe.325 48.774 -2.560 27.160 5.246 38.030 2.796 57.520 7.931 1.018 2.464 [cm] 0.080 -3.920 17.991 0.000 2.320 46.000 53.961 21.227 2.060 0.240 26.080 55.628 22.301 18.197 58.973 2.413 -3.854 40.920 34.306 54.958 -1.860 0.524 1.367 2.796 -2.600 8.166 32.571 2.223 0.182 1.560 48.222 -0.273 2.123 0.881 2.120 24.681 2.760 48.280 26.946 33.209 -1.600 27.582 0.480 48.236 35.775 -0.368 16.080 4.300 55.584 -1.815 2.685 0.440 27.242 1.545 3.000 2.440 6.xCM) 1.691 3.271 1.326 -3.791 3.126 55.580 1.360 6.136 -3.193 0.040 2.818 1.681 1.160 58.199 14.013 21.634 44.200 25.994 30.518 1. João Calçada.029 1.200 5.120 5.513 0.040 38.002 34.

350 4.480 67.369 -0.487 4.091 4.545 101.240 2.360 64.545 6.454 -2.395 -1.031 4.381 5.248 0.840 90.560 85.720 69.625 105.440 66.723 -0.040 71.171 66.802 1.834 -2.549 2.643 5.344 108.406 4.765 3.160 73.194 5.384 87.493 5.680 3.972 -3.863 -3.800 69.851 4.825 4.480 82.113 4.194 3.720 89.977 60.677 79.899 73.697 0.405 5.640 100.698 2.680 69.968 2.421 1.360 112.848 74.598 -0.358 100.480 96.763 63.127 5.000 70.320 63.435 4.960 91.434 78.003 5.800 -2.179 18 Faculdade de ciências da universidade do Porto .000 91.915 3.960 70.340 1.205 6.812 5.048 -2.847 3.080 111.273 2.852 1.038 4.440 81.053 -0.958 4.280 112.920 108.668 5.298 3.238 -2.826 1.433 90.830 4.725 2.020 2.114 5.325 2.437 -2.851 -2.402 -1.539 59.520 84.329 3.120 111.518 2.713 4.458 83.120 72.842 88.205 80.935 5.520 97.913 2.880 107. João Calçada.663 93.320 112.290 60.944 5.392 0.840 -1.868 62.438 92.403 3.515 5.126 0.996 69.034 5.539 110.129 -1.104 1.608 4.840 106.984 1.667 3.526 -0.280 62.597 3.289 0.507 112.371 103.160 112.950 4.080 71.806 6.811 102.499 67.760 69.594 84.997 96.238 76.360 97.680 88.714 3.118 2.293 74.669 96.325 83.990 71.538 -2.058 6.276 3.560 68.360 93.229 72.266 2.273 3.237 86.122 -1.190 -3.082 3.567 -2.542 92.469 106.957 69.200 91.833 86.592 103.139 4.707 5.409 -3.901 4.171 -1.075 3.572 61.280 92.960 109.840 69.654 62.060 5.688 104.585 72.627 3.224 94.016 0.104 5.162 107.400 65.600 86.483 75.162 99.560 98.880 69.555 1.040 4.299 3.243 4.035 -0.999 4.034 3.412 2.539 95.154 82.171 5.680 101.400 80.880 91.870 6.320 77.124 5.920 70.268 89.841 65.040 91.448 0.032 3.507 111.353 110.455 64.532 2.748 0.166 6.544 112.547 -3.806 -1.221 100.128 -2.069 109.750 -2.335 3.240 60.475 91.158 98.795 2. Laboratório de física I 3.440 95.202 6.931 2.549 0.139 -3.760 89.851 4.641 6.782 108.155 98.787 5.787 67.739 3.160 91.640 87.163 2.900 5.240 75.955 70.520 68.991 -0.040 110.389 4.269 65.453 81.640 69.200 74.235 77.102 102.142 3.341 3.600 99.822 3.702 3.551 4.448 4.800 79.200 112.360 78.804 107.725 3.032 88.215 5.384 2.822 82.900 5.000 6.120 91.707 -3.000 110.474 90.236 77.280 76.800 105.932 4.800 90.080 91.760 104.200 59.158 0.187 3.519 2.240 112.320 92.855 94.400 94.357 5.720 103.513 1.320 6.920 91.708 105.600 69.085 3.461 85.224 5.912 68.803 -1.240 92.

840 28.241 1.508 0.424 19.760 0.133 1.860 -3.425 0.609 101.498 1.600 91.170 0.065 0.920 102.110 0.204 2.043 16.396 -3.618 9.317 87.440 90.440 17.328 94.696 40.405 0.840 98.220 2.240 6.112 t' [s] xA [cm] xCM [cm] 1.680 63.294 25.219 0.196 1.512 53.783 -1.152 2.960 34.320 49.378 1.736 -3.922 62.596 2.520 22.513 -2.541 68.071 1.000 3.505 92.541 97.762 1.880 100.176 0.233 0.360 87.976 -3.012 0.726 46.297 2.771 -1.326 -0.800 96.360 3.649 1.112 39.743 -3.400 49.497 2.190 2.693 1.458 2.956 1.808 2.040 7.432 2.080 42.669 1.307 60.423 2.680 2.348 13.686 59.102 42.306 0.815 2.680 92.267 -0.879 2.280 7.894 -2.360 1.196 12.332 -3.178 0.680 27.152 104.252 2.958 -0.085 48.Dados do ensaio 11 (xA .958 102.560 24.824 0.096 2.585 1.524 3.880 -2.760 94.598 75.120 86.517 -1.014 30.366 99.834 93.832 1.931 0.281 3.084 63.993 78.254 79.815 -1.471 91.209 82.750 80.080 5.420 2.680 2.435 2.476 1.365 -1.880 30.898 18.943 88.771 56.883 1.138 0.011 22.061 0.520 91.519 29.012 0.520 53.160 75.252 98.320 9.877 4.689 -2.125 67.066 [cm] 0.026 2.720 27.991 57.572 3.040 108.472 1.063 -3.283 -2.800 28.xCM) 1.045 3.880 70.840 70.599 83.320 85.600 26.480 90.720 93.765 2.480 51.040 4.016 -1.287 -2.141 2.986 1.208 0.483 0.550 21.608 2.070 3.120 45.967 1.737 -1.480 19.534 -2.120 74.102 33.472 1.200 48.948 0.585 0.201 -2.270 96.120 2.183 1.959 -1.002 73.240 80.489 2.800 69.630 0.635 2.390 -2.775 2.760 27.971 0.200 78.891 3.641 1.879 43.640 27.000 3.951 -1.428 1.825 3.550 36.400 14.593 2.600 58.498 -0.290 0.063 -2.179 37.287 66.086 34.376 -2.865 -1.521 2.090 1.789 2.360 49.166 0.360 11.020 24.773 31.958 -2.873 6.230 1.938 64.437 1.669 2.155 89.115 45.563 10.200 6.083 1.978 0.139 49.595 71.042 77.632 84.221 3.722 0.136 2.394 2.252 0.099 15.351 -1.626 .872 2.640 91.726 52.720 66.446 -2.560 55.878 2.440 50.617 2.160 46.240 48.636 1.920 32.017 2.400 89.280 83.960 70.160 5.081 -3.874 1.786 -0.085 -0.761 105.920 70.000 107.776 0.000 37.014 1.040 71.141 103.560 91.640 61.280 49.614 74.532 2.760 67.000 71.315 50.120 5.882 0.431 27.294 2.656 1.592 70.951 2.598 3.960 105.840 55.022 0.065 1.080 72.040 40.653 1.

Os momentos a)->b)->c)->d)->e) estão por ordem cronológica.Anexo II – Momento em que o ponto A toca na calha Ensaio 8 a) b) c) d) e) Figura 4 – Momentos em que o ponto A (Vermelho) toca na calha para o ensaio 8. .

Laboratório de física I Ensaio 11 a) b) c) d) e) Figura 5 – Momentos em que o ponto A (Vermelho) toca na calha para o ensaio 11. Os momentos a)->b)->c)->d)->e) estão por ordem cronológica. João Calçada. 21 Faculdade de ciências da universidade do Porto .

João Calçada. 22 Faculdade de ciências da universidade do Porto . Os momentos a)- >b)->c)->d)->e) estão por ordem cronológica. Laboratório de física I Anexo III – Momento em que o ponto A se encontra na sua altura máxima. Ensaio 8 a) b) c) d) e) Figura 6 – Momentos em que o ponto A (Vermelho) se situa o mais longe da calha para o ensaio 8.

Os momentos a)->b)->c)->d) estão por ordem cronológica. Laboratório de física I Ensaio 11 a) b) c) d) Figura 7 – Momentos em que o ponto A (Vermelho) se situa o mais longe da calha para o ensaio 11. João Calçada. 23 Faculdade de ciências da universidade do Porto .