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COLEGIO ESTADUAL CORAÇÃO DE JESUS 3) O trecho que poderia dar seqüência lógica e coesa ao

PROFESSORA LUCYANA GOMES texto é:


ALUNO (a) _______________________________________ a) Não obstante isso, ele é uma pessoa gentil.
b) Dessa forma, qualquer um que o procurar será atendido.
3ª SÉRIE TURMA ____ ENSINO MÉDIO - MATUTINO
c) A solidariedade, pois, ainda precisa ser conquistada.
d) E o brasileiro ganhou fama de intolerante.
ATIVIDADES e) Por conseguinte, se chover, ele dará hospedagem aos
Texto I desconhecidos
Salustiano era um bom garfo. Mas o jantar que lhe haviam
oferecido nada teve de abundante. TEXTO IV
- Quando voltará a jantar conosco? - perguntou-lhe a dona da Marx disse que Deus é o ópio do povo. Já sabemos que não
casa. entendia nem de Deus nem de ópio. Deus é uma experiência de
- Agora mesmo, se quiser. fé. Impossível defini-lo.
(Barão de Itararé, in Máximas e Mínimas do Barão de Itararé) (Paulo Coelho, em O Globo, 25/2/96)
1) Segundo o período inicial do texto, para Marx Deus:
1-Deduz-se do texto que Salustiano: a) traz imensa alegria ao povo.
a) come pouco. b) esclarece o povo.
b) é uma pessoa educada. c) deixa o povo frustrado.
c) não ficou satisfeito com o jantar. d) conduz com segurança o povo.
d) é um grande amigo da dona da casa. e) tira do povo a condição de raciocinar.
e) decidiu que não mais comeria naquela casa. 2) Segundo o autor, Marx:
a) mentiu deliberadamente.
2) O adjetivo que não substitui sem alteração de sentido a b) foi feliz com suas palavras.
palavra “abundante” é: c) falou sobre o que não sabia.
a) copiosa d) equivocou-se em parte.
b) frugal e) estava coberto de razão, mas não foi compreendido.
c) opípara 3) O sentimento que Marx teria demonstrado e que justifica
d) lauta a resposta ao item anterior é:
e) abundosa a) leviandade
b) orgulho
Texto II c) maldade
A mulher foi passear na capital. Dias depois o marido dela d) ganância
recebeu um telegrama: e) egoísmo
“Envie quinhentos cruzeiros. Preciso comprar uma capa de 4) Infere-se do texto que Deus deve ser:
chuva. Aqui está chovendo sem parar”. a) amado
E ele respondeu: b) conceituado
“Regresse. Aqui chove mais barato”. c) admirado
(Ziraldo, in As Anedotas do Pasquim) d) sentido
e) estudado
1) A resposta do homem se deu por razões: 5) A palavra que justifica o item anterior é:
a) econômicas a) ópio
b) sentimentais b) Io
c) lúdicas c) fé
d) de segurança d) povo
e) de machismo e) experiência
TEXTO V
2) Com relação à tipologia textual, pode-se afirmar que: Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo
a) se trata de uma dissertação. princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu
b) se trata de uma descrição com alguns traços narrativos. nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja
c) o autor preferiu o discurso direto. começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a
d) o segundo período é exemplo de discurso indireto livre. adotar diferente método: a primeira é que eu não sou
e) não se detecta a presença de personagens. propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para
quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria
Texto III assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a
“A maior alegria do brasileiro é hospedar alguém, mesmo um sua morte, não a pôs no intróito, mas no cabo: diferença radical
desconhecido que lhe peça pouso, numa noite de chuva.” entre este livro e o Pentateuco.
(Cassiano Ricardo, in O Homem Cordial) (Machado de Assis, in Memórias Póstumas de Brás Cubas)
1) Segundo as idéias contidas no texto, o brasileiro: 1) Pode-se afirmar, com base nas idéias do autor
a) põe a hospitalidade acima da prudência. -personagem, que se trata:
b) hospeda qualquer um, mas somente em noites chuvosas. a) de um texto jornalístico
c) dá preferência a hospedar pessoas desconhecidas. b) de um texto religioso
d) não tem outra alegria senão a de hospedar pessoas, c) de um texto científico
conhecidas ou não. d) de um texto autobiográfico
e) não é prudente, por aceitar hóspedes no período da noite. e) de um texto teatral
2) Para o autor-personagem, é menos comum:
2) A palavra mesmo pode ser trocada no texto, sem a) começar um livro por seu nascimento.
alteração de sentido, por: b) não começar um livro por seu nascimento, nem por sua
a) certamente morte.
b) até c) começar um livro por sua morte.
c) talvez d) não começar um livro por sua morte.
d) como e) começar um livro ao mesmo tempo pelo nascimento e pela
e) não morte.
3) Deduz-se do texto que o autor-personagem: e) estar ciente de que, quando menos se espera, surge a
a) está morrendo. dificuldade.
b) já morreu. 3) A autopiedade, segundo o autor:
c) não quer morrer. a) é uma doença.
d) não vai morrer. b) é problema psicológico.
e) renasceu. c) destrói a pessoa.
4) A semelhança entre o autor e Moisés é que ambos: d) não pode ser evitada.
a) escreveram livros. e) não conduz a nada.
b) se preocupam com a vida e a morte. 4) A vida é comparada a um jogo em que a pessoa:
c) não foram compreendidos. a) precisa de sorte.
d) valorizam a morte. b) deve saber jogar.
e) falam sobre suas mortes. c) fica desorientada,
e) geralmente perde.
5) A diferença capital entre o autor e Moisés é que: e) não pode fazer o que quer.
a) o autor fala da morte; Moisés, da vida. 5) A superação das dificuldades da vida leva:
b) o livro do autor é de memórias; o de Moisés, religioso. a) à paz
c) o autor começa pelo nascimento; Moisés, pela morte. b) à felicidade
d) Moisés começa pelo nascimento; o autor, pela morte. c) ao equilíbrio
e) o livro do autor é mais novo e galante do que o de Moisés. d) ao crescimento
6) Deduz-se pelo texto que o Pentateuco: e) à auto-estima
a) não fala da morte de Moisés. 6) Os sentimentos que levam à superação das dificuldade
b) foi lido pelo autor do texto. são:
c) foi escrito por Moisés. a) fé, tolerância, abnegação
d) só fala da vida de Moisés. b) amor, desapego, tolerância
e) serviu de modelo ao autor do texto. c) caridade, sensibilidade, otimismo
7) Autor defunto está para campa, assim como defunto d) fé, tolerância, bom humor
autor para: e) amor, tolerância, alegria
a) intróito 7) Para o autor:
b) princípio a) não podemos vencer as dificuldades.
c) cabo b) só temos dificuldades por causa da nossa imprevidência.
d) berço c) não podemos fugir das dificuldades.
e) fim d) devemos amar as dificuldades.
8) Dizendo-se um defunto autor, o autor destaca seu (sua): e) devemos procurar as dificuldades.
a) conformismo diante da morte ;
b) tristeza por se sentir morto
c) resistência diante dos obstáculos trazidos pela nova situação
d) otimismo quanto ao futuro literário
e) atividade apesar de estar morto

TEXTO VI
A vida é difícil para todos nós. Saber disso nos ajuda porque
nos poupa da autopiedade. Ter pena de si mesmo é uma
viagem que não leva a lugar nenhum. A autopiedade, para ser “Eu sempre sonho que uma coisa gera, nunca
justificada, nos toma um tempo enorme na construção de nada está morto. O que não parece vivo, aduba.
argumentos e motivos para nos entristecermos com uma coisa O que parece estático, espera”.
absolutamente natural: nossas dificuldades. (Adélia Prado)
Não vale a pena perder tempo se queixando dos obstáculos que
têm de ser superados para sobreviver e para crescer. É melhor
ter pena dos outros e tentar ajudar os que estão perto de você e
precisam de uma mão amiga, de um sorriso de encorajamento,
de um abraço de conforto. Use sempre suas melhores
qualidades para resolver problemas, que são: capacidade de
amar, de tolerar e de rir.
Muitas pessoas vivem a se queixar de suas condições
desfavoráveis, culpando as circunstâncias por suas dificuldades
ou fracassos. As pessoas que se dão bem no mundo são
aquelas que saem em busca de condições favoráveis e se não
as encontram se esforçam por criá-las. Enquanto você acreditar
que a vida é um jogo de sorte vai perder sempre. A questão não
é receber boas cartas, mas usar bem as que lhe foram dadas.
(Dr. Luiz Alberto Py, in O Dia, 30/4/00)
1) Segundo o texto, evitamos a autopiedade quando:
a) aprendemos a nos comportar em sociedade.
b) nos dispomos a ajudar os outros.
c) passamos a ignorar o sofrimento.
d) percebemos que não somos os únicos a sofrer.
e) buscamos o apoio adequado.
2) Para o autor, o mais importante para a pessoa é:
a) perceber o que ocorre à sua volta.
b) ter pena das pessoas que sofrem.
c) buscar conforto numa filosofia ou religião.
d) esforçar-se para vencer as dificuldades.