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,~xperiincias e brincadeiras corri


~ ;: No. 10
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10

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EXPERIÊNCIAS E BRINCADEIRAS COM ELETRONICA JUNIOR 10
Publicação bimestral da Edito ra Saber Ltda.
Editor e diretor responsável: Hélio Fittipaldi
Autor: Newton C. Braga
Com posição : Benecomp - Compos ição e Artes Gráficas Ltda.
Serviços Gráficos: W. Aoth & eia. Ltda.
Distribuição - Brasil : Abril S/ A . Cultural - Portugal : Distribuidora Jard im Ltda.
Capa: Min i- rádio Pessoa l

(ndice
o QUE VOCE PRECISA SABE R ..... . • • • • • • • • • • • • • • • 2
EXPERIENCIA PARA PROFESSORES DE CIENCIAS .... 9
MINI -RADIO PESSOAL .......... . ................. 15
EXPERIENCIA PARA CONHECER COMPONENTES ..... 19
INVERSOR ALTERNATiVO ........................ 26
ARQUIVO ELETRONICA JUNIOR . . ..... . .. .. ....... 31
VU DE LEDS ............................ . ....... 36
AMPLIFICADOR EXPERIMENTAL .. . . .... .... . . .... 44
LUZ RfTMICA ..... . . .. .. ...... .. .. .... . . . ....... 48
SEÇÃO DOS CLUBES DE ELETRONICA . . ..... . ... ... 54
CORREIO DO LEITOR ... . .. ..... ..... . . .. .. . .. .. . 62

EDITORA SABER L TOA.


Diretores: Hé li o Fittipa ldi e Thereza M anata C iamp i Fittipald i. Redação. administra-
ção, publicidade e correspondência: Av. Guilherme Cotching. 608 - CEP 0211 3 -
S. Paul o - SP - Brasil ou Caixa Postal 50.450 - Fone : (0 11 ) 292·6600. Números
atrasados: pedidos à Caixa Postal 50.450 - S. Pau lo. ao preço da última edição em
banca, mais despesas postais.
E: vedada a reprodução total o u parcial dos textos e ilustrações desta Revista, ben,
como a indust rialização e/ou comercialização dos aparelhos ou idéias oriu ndas dos
me ncionados textos, sob pena de sanções legais, salvo mediante autorização por
escrito da Editora.
Oq Você
Precisa aber
Nas primeiras sdições de Expe- que operam de modo até interessan _
riências e BrinCadeiras com Eletrô- te, os quais estudaremos agora e
nica Jr. estudamos componentes cu- até seria analisados com algumas
jo princ(pio de funcionamento é ba- experiências simples.
seado na corrente que circula por
uma bobina ou por um conjunto Jã sabemos que, se uma corren-
de bobinas. Vimos na ocasião como te elétrica circular por uma bobina,
funcionavam as bobinas e os trans- conforme mostra a figura 1, é cria-
formadores e até descrevemos algu- do um campo magnético cujas li-
mas experiências que podiam aer nhas de força (linhas imaginárias)
feitas com estes componentes. que são linhas de influt!ncia, se es-
palham pelo espaço de uma forma
Pois bem, os transformadores e peculiar. A bdJina comporta-se en-
8S bobinas, também chamadas de tão como um verdadeiro imã, atrain-
indutores ou solen6k:1es, 010 são os do para as regiões em que o campo
únicos componentes cujo principio é mais forte, objetos com proprie-
de funcionamento é o efeito magné- dades ferromagndticas tais como
tico da corrente. Existem outros e .
'
o ferro e o n(qual .

CORRE NTE

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------, LINHAS DE FORC
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A DO
eoB 1NA CAMPO MAGNET1CO

figura 1
Em suma, uma COrrente circulan- elétrica a partir de um campo exis-
do por um condutor ou por uma tem duas possibilidades : A primeira
• •
bobina cria um campo magnético. e mOVimentar um fio condutor ou
Entretanto, este efeito não age uma bobina num campo magnético
somente neste sentido. de modo a cortar suas linhas de for-
Não é somente corrente elétrica ça, conforme mostra a figura 2.
• •
que cria campo magnetlco, como A segunda é movimentar ou variar
ta mbém campo magnético pode o próprio campo magnético de mo-
criar corrente elétrica. do Que, novamente, suas linhas de
Para Que possamos obter energia força cortem o fio ou espiras da

FIO CONDUTOR \

• -f--
___ CAMPO

MA GNÉTICO

--
MOV IMEN TO

Ml INDICA A COR-
RENTE GERA DA

figura 2

SINTONIZADOR DE FM
Para ser usado com qualquer amplificador.
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3
bobina, cnforme mostra a figura lativamente é a mesma coisa!) .
3. Veja que, o aparecimento do O que ocorre então é que, quan -
campo quando a corrente circula é do o fio ou a bobina corta m as
um efeito dinâmico, isto é, exige linhas do campo magnético , nos
movimento. Isso significa que o seus extremos aparece uma ten -
efeito inverso também exige movi· são elétrica, ou seja, uma "for·
menta : ou das espiras em relação ça" de natureza elétrica capaz
ao campo ou vice·versa (o Que re · de prOduzir corrente. Este fenô -

-
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CO

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INDI CA
A CO RREN -
TE GERADA

MOV IMENTO
FIO CO NOlIfOR
figllra 3

meno é denominado indução e po- Os antigos, vendo que um fio en ·


de ser aprove itado na construção de rolado numa barra de ferro a
dispositivos capazes de gerar energia magnetizava, ficaram inutilmente
elétrica. Um deles seria o DfNA- tentando obter eletricidade de bob i-
MO que tem a estrutura mostrada nas que enrolavam em torno de
na figura 4, de modo simplificado. imãs. Eles achavam Que o campo
Temos então um imã permanente magnético deveria , sem movimen -
que é responsável pelo campo to algum, induzir na bobina um a
magnético cujas linhas de força tensão elétrica.
devem ser cortadas . Depois, temos E:: claro que devemos lembrar
uma bobina que, ao ser movimenta' que energia não pode ser "obtida
da tem suas espiras cortando as li· de graça", pelo próprio principio
nhas de força do campo. Finalmen - da conservação da energia, e a pro ·
te, temos um conjunto de escovas dução do movimento que gi ra a
coletoras que permitem coletar a bobina no dínamo atesta isso:
corrente que é gerada, alimentando quando um ciclista pedala forte e
assim os aparelhos externos. Nova- com isso movimenta o dinámo da
mente observamos a necessidade de bicicleta para produzir eletricida -
força mecânica para prOduzir movi- de para o farol, na verdade ele está
mento como única forma de obter fornecendo energia mecânica qu e
energia elétrica a partir de um dis· no fundo vem do "arroz~om-fei ­
positivo como este. jão" de que ele se alimentai
4
Figura 4

BOBINA
CAMP O

MAGNET ICO

POlO ..-----
DO I MA

COlE TO RES "--...

-
L A M PADA

ESTRUT,U RA D E
U M Ol HAMO
POlODO IMÃ

"Na natureza nada se cria, nada sua bobina , ele estará na sua função
se perde - tudo se transforma" (La- normal: será a energia elétrica con-
voisier). Os leitores que chegaram vertida em energia mecânica, ou
até aqui, já devem ter percebido a seja, movimento, Ele girará rapida-
semelhança de estrurura de um d(- mente. (figura 6)
namo com um motor, Na verdade, Entretanto, em muitos casos, se
podemos até dizer que não existe girarmos fortemente seu eixo, nota -
diferença . Em muitos casos, um remos o aparecimento de uma ten-
d(namo pode se comportar oomo sSo entre seus terminais: ele estará

um motor e vice-versa. convertendo agora a energia mecâ-
Se pegarmos um motorzinho de nica (movimento) em energia elétri-
corrente contfnua, que possui tam- ca.
bém um ímã interno (ou vários) e Alguns pequenos motores po-
fizermos circular uma corrente por dem produzir eletricidade suficien-
5
ER M 1NA1S DE L1GAÇA Q
(COL ETORES)

E I XO
SU RTE


ESTA PARTE E GI RADA V E LOZ MENTE
EM CONTATO COM O PNE U DA B IC ICLETA

.'


ENERGIA ELETR rC A

figura 5

6
MOVI MENTO

MOTOR
PILHA

FUNCIONAMENTO
COMO MOTOR

VU INDICANDO A
-
TENSAO GERADA

MOVIMENTO

• I
ELASTlCO

FUNCIONAMENTO

COMO OINAMO
figura 6

te para acender uma pequena lâm- nas pro)(imidades colocarmos um


pada ou led, ou ainda alimentar um imã permanente, conforme mostra
radinho, se girados rapidamente. a figura 7, teremos uma espécie de
Observamos que nem todos os pe- gerador bem diferente .
quenos motores são d(namos efi- Falando diante da membrana,
cientes, devido ao tipo de constru- seu movimento fará com que as
ção interna. Mais adiante daremos espiras da bobina cortem as linhas
explicações de como verificar isso. de força do campo magnético e
Este efeito da indução também po- gerem uma corrente elétrica.
de ser aproveitado em outros dis- A principal característica desta
positivos, agora mais especlficos pa- corrente, entretanto, é que ela va-
ra a eletrônica. Um deles é o micro- ria da mesma forma do que o som
fone . original incidente, ou seja, ela é
Se prendermos uma bobina a um "retrato" do som. Se ampl ifi-
uma membrana fina (diafrágmal. carmos esta corrente e a reproduzir-
de modo que ao receber as vibra- mos num alto -falante, teremos o
ções do ar que correspondem ao som original. O microfone que ope-
som ela possa movimentar-se e se ra segundo este principio é o de
7
BOB INA

I
-
500 _ _
---
lO' I O,
CORRENTE
GERADA

MEMBRANA FINA figura 7


( DI AFRAGMA)

bobina móvel, mas existem muitas ções em energia elétrica ou energia


variações de construção que levam elétrica em vibrações sonoras, é o
a tipos chamados "dinâmicos", O alto-falante. É por este motivo que
leitor já deve ter percebido que , podemos perfeitamente usar um ai·
também neste caso, o efeito ocorre to-falante comum, com restriçdes
nos dois sentidos. apenas em relação a sensibilidade
Se falarmos diante do diafragma, e aos circuitos que devam amplifi-
temos uma corrente elétrica que·' car a corrente produzida . (figura
pode ser transmitida por um fio . E, 8)
se aplicarmos uma corrente na bo - Futuramente voltaremos a falar
bina ela se movimentará fazendo vi· de outros dispositivos que operam
brar o diafragma e reproduzindo o a partir da indução da corre nte .
som original. Um dispositivo que Por enquanto, passamos a expe-
pode operar dos dois modos, ao riências que o leitor pode fa zer
mesmo tempo convertendo vibra - na nossa seção seguinte.

TRANSFQRMAOOR

SOO
( ENTRADA
AUXILIAR) AMP UFICAOOR

ALTO - FALA NTE US ADO COMO MICROFONE


figura 8

8
Experiências para Professores
l.......-_ _ _ _ de Ciências ______

o aprendizado das ciências natu-


rais pode ser melhorado com a vi- lativamente simples, em vista do
sualização de fenômenos através de custo do equipamento, mas existem
experiências. ~ claro que a maioria soluções alternativas econômicas
das escolas nao possui recursos para que merecem análise. Mostraremos,
a realização de experiências até re- algumas.

Este artigo é destinado aos pro - uma alternativa de baixo custo pa-
fessores de ciências, física e qUlmi- ra a realizaçao de experências no
ca do nível médio que desejam ter campo da Hsico·química. Além de
um rendimento muito maior em muito simples de montar. os efei-
suas aulas , com a realização de ex - tos obtidos são bastante atraentes ,
periências interessantes, que possam despertando inclusive o interesse
ilustrar os fenômenos estudados. dos alunos por esta área do conhe-
Os equipamentos próprios para a cimento. Futuros cientistas são ge -
realização de muitos experimentos rados a partir de experiências mui -
são cadssimos e inexistem na maio - to simples de iniciação e nosso país
ria da s escolas, mas descrevemos precisa disso!

DIODO
figura 1 l N4 007
\l ERME LHA

L AMPA DA
25 A 6 0 W
\
PONTAS DE
PRO\lA

I
PRE TA

Util izando apenas uma lâmpada santes demonstrações que profes-


comum e um diodo (que pode até sores (e alunos) podem realizar.
ser aproveitado de velhos apare-
lh os ), descrevemos uma fonte expe - A montagem também é válida •

rimentai para experiências de físi - como sugestão de excelente traba-


co-química e algumas das interes- lho para fe iras de ciências.

9
o eq uipamento completo do nosso "equipamento".
Sua montagem pod e se r feita numa
o equipamento consiste simples- base de madeira, conforme most ra
mente em duas peças ligadas, d e
a figura 2. As pontas de prova na-
modo a formar uma fonte de cor-
da mais sa"o do que do is pedaços de
rente contínua.
fios grossos, em que desencapamos
De fa to, na tomada de energia
aproximadamente 3 o u 4 cm de um
temos corrente alternada e sem li·
mitação alguma de intensidad e, o dos ex trem os.
No outro extremo de cada pon-
que além de inconveniente para as
ta , soldamos o fio de ligação e iso -
experiências é até perigoso . O que
lamos o lugar com fita isolante, pa-
fazemos então é usar uma lâmpad a
ra maior segurança . É muito impor-
comum de 25 watts a 60 watts pa-
tante que as partes metálicas do
ra limitar a corrente e um diodo se-
micondutor para retifi car. aparelho não fiquem expostas, pois
Na figura 1 temos o diagrama um contacto acidental pode provo-
car choque o u cu rto<i rcu ito .

• , A
BASE DE MADEIRA
-
SOQU ETE
DA LA MPA DA
__-\L______~~
' -------

SO L O~A-..f;;< //
ELETRODO
VERMELHO

110 I
220V ELETRODO
PR ETO

fiO DE
PO NTE DE TERM INA I S f igura 2 SOem A 1m

JA ENCAP A DO

Prova inicial o que ocorre neste caso é qu e


há conti nuidade no ci rcu ito que se
Tendo mo ntado seu aparelho, fecha , e uma corre nte cont(nua pas-
para provar basta ligar o cabo de sa a alimentar a lâmpada _
alimentação na tomada de força . Observe que a lâmpada acend e
Colo que a lâmpada no suporte e com aproximadam ente metade de
encoste uma ponta de prova na ou· seu brilho total. Isso ocorre porq ue
tra. A lâmpada deve acender. (fi· o diodo só deixa passar, metade dos
gur. 3) semiciclos da alimentação .
10
I
/ -
LA MPA OA ACESA

/ ENCO STE UMA


NA OUTRA
PROVA

220V figura 3

Experiência 1 - Condutividade sua concentração de impurezas é


de soluções pequena . •
Com esta experiênci a o profes- A lâmpada na configuração ini-
sor pode demonstrar Que a água pu - ciai , estará completamente apagada,
ra é um bom isolante e que a água mas no momento em que jogarmos
com sais, ácidos ou bases dissolvi - uma colher de sal ou outras subs-
dos, torna -se condutora de eletrici- tâncias na água , haverá a imediata
dade. Num copo com água comum transformação de suas propriedades
(ou água destilada). colocamos os e ela se tornará condutora, fazendo
eletrodos do nosso equipamento a lâmpada acender.
confor me mostra a figura 4 . Explique aos alunos que o acen-
A água da torneira ou de fon - dimento da lâmpada se deve ao fa-
tes não é quimicamente pura , nem to da água se tornar condutora nas
mesmo a água da chuva que contém condições indicadas e não ão fato
muitas impurezas. de modo que am - dela estar gerando qualquer forma
bas não s30 isolante perfeito . A de energia.
lâmpada pode mostrar sinais de
aquecimento do seu filamento que Experiência 2 - E letrólise
chega a " avermelhar" em alguns ca- Oeixando os eletrodos na solu-
sos. O ideal é usar água destilada , ção (água e sal) a corrente que vai
mas a água comum também propor- circular provoca reações qUlmicas
ciona resultados satisfatórios, pois interessantes. Estas reações que
11
I

COLHER
DE SAL


AGUA

-
/lO ..oGAR O SAL. A L AM PADA ACENa;:
figura 4

ocorrem com a ajuda de correntes Cuidado ao trabalhar com o áci -


elétricas são denominadas "eletró- do! Pingue somente algumas deze ·
lise" . nas de gotas com cuidad o no co-
po! Neste caso, as borbu lhas que
Depois de alguns minutos ligado~
saem do pólo negativo (ponta pre -
o aparelho vai tornar a água turva
ta) , serão de hidrogênio e as que
com coloração azulada , além da for-
saem d o pólo pos itivo, serão de
mação de sais no fundo do copo.
oxi gênio . (figura 5 )
Estes sais são dev idos à decom-
A turvação da solução se deve à
posição do cobre que se combina
reações que ocorrem com o cobre
com o cloro (do sal) . resultando
dos eletrodos (na verdade o seu
em sais como o cloreto de cobre e
desgaste exige que periodic amen-
o utros que os professores de quí-
te eles sejam trocados ).
mica podem melhor expl icar escre-
A reação de formação dos gases
vendo as reações envolvidas.
a partir da ~gua é:
Experiência 3 - Formação de
hidrogênio
A eletrólise da água pode ser fe i-
ta se em lugar de dissolvermos sal Um aperfeiçoamento pa ra esta
no copo com este I íquido, utilizar- experiênc ia consiste em se utili-
mos uma pequena quantidade de zar co mo eletrodos, carvões ret i-
áci do sulfúrico (que pode ser con- rados de pilhas gastas com cuida -
seg uido em farmácias), do e devidamente limpos. Neste

12
I
VERMELHA

PRETA

110V
ou 220V -
IGENIO

Figura 5 -
HlDROGEN10

caso, nSo ocorre a reação que cor- o que ocorre é que a corrente
roe o eletrodo. que circula pelos finos filamentos
Experiência 4 - Ignição elétrica da esponja de aço, provoca seu
Esfregue os eletrodos num peda- aquecimento (efeito térmico da
ço de Bom-bril e veja o resultado! corrente) e conseqüente inflama-
A queima instantânea deste mate- ção. Soprando o material durante
rial pelo efeito da corrente. (figura a experiência, gera-se combustão
6) completa da esponja de aço.

figura 6

ESFREGUE NUM
PEDAÇO DE BCM- BRIL

13
Experiência 5 - Identificação realização da experiência Com um
de condutores e isolante lápis , caso em que se co mprova que
Encostando as pontas de prova a grafite é condutora de corre nte.
em diferentes materiais poderemos O professor deve ter o cuidado
descobrir se são condutores (quan- apenas de não pegar um láp is q ue
do a lâmpada acende ) ou isolantes tenha levado algum tombo , pois a
(quando a lâmpada permanece apa- grafite partida no interi or da madei-
gada). (figura 7) ra interrompe a passagem da cor-
Em especial, recomendamos a rente e a experiê ncia não dá certo.

f igura 7

/'


LA PlS PRET O

CENTRAL DE EFEITOS SONOROS

Sua imaginação transfo rmada em som I


Uma infinidade de efeitos com apenas 2 potenciõme-
tros e 6 chaves,
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14
• •
ml o pessoal
Descrevemos a montagem de um se r ligado em qualquer objeto metá -
rádio pessoal de 3 transistores para lico com isolamento do solo como
a faixa de ondas médi~ Que cabe carros, varais de roupa, linhas tele-
em qualquer tipo de caixa. O leitor fônicas, pólos neutros de tomadas,
poderá facilmente levá-lo no bolso, etc.
e usá-lo na escu1a de estações mais Finalme nte temos o fone de ou -
fortes de ondas médias. A antena vido que pode ser o de qualquer rá-
pode ser quaiquer objeto de metal dio portátil comum, de baixa impe -
que o leitor encontrar, onde ligará dância.
uma garra jacaré, e a escuta terá
pessoal. em fone de ouvido tipo Como Funciona
"ego(sta". Como em todo rádio de amplifi-
cação direta, não existem compo-
Eis um projeto interessante pa- nentes para serem ajustados nem
ra os leitore s que gostam de fazer muitas etapas de amplificação.
experiências com receptores de rá- Após a separação da estação de-
dio AM simples, de amplificação di- sejada no circuito de sintonia (Ll /
reta, para a escuta de emissoras 10- Cl) o sinal é detectado por um d io-

cais. do (D 1) e levad o aos tran sisto re s
Usa ndo apenas três transistores que funcionam como amplificado-
e poucos componentes adicionais, res.
sendo alimentado por:. uma pilha, Para maior economia de compo-
apenas este receptor pode ser mon- nentes omitimos o controle de volu-
tado numa caixa de reduzidas d j- me.
mensões para o transporte pessoal, Os três transistores funciona m
sem ocupar volume apreciável no acoplamento direto o que permite
bolso. economizar ao máximo elementos
Não usamos capacitor variável de polarização e acop lamento, que
e a pilha pode até ser do tipo minia- no caso se reduzem a um único re -
tura de 1,5V, menores que as do si stor.
tipo AA, comumente usadas nos rá- Com os três transistores na liga-
dio transistorizados. ção indicada obtém-se uma razoável
A sintonia é feita ajustando-se a amplificação que está perto do pro-
posição do bastão de ferrite no inte - duto dos ganhos dos transistores in -
rior de um tubo onde é enrolada a dividualmente considerados.
bobina. Este tipo de sintonia por A alimentação do circuito pode
" permeabi lidade" permite economi - então ser reduz ida a apenas 1,5
zar o variáve l, que é um compone!"!- Volts de uma única pilha. O circui'
te que pode oferecer dificuldades to também fun cioná rá com 3V (2
de obtenção. pilhas), mas lembramos que isso já
A antena é um pedaço de fio significa um aumento de volume da
com garra que pode praticamente montagem. (A sensibilidade, entre-
15
51

e4
RI 100 nF

Dl +
L1 1 N 34

C, Jl
IOOnF
el 0' I
47pF
C,
I"

Figura I
TERRA [OPTATIVO)

tanto, não aumenta muito!) o ponto mai s crítico da monta -


O sinal amplificado é levado di- gem é a bobina Que ê enrolada num
retamente a um fone magnético de tubo de papelão de modo Que o
baixa impedância onde ocorre a sua bastão de ferrite possa ser desloca-
reprodução. O fone deve ser obriga - do sem muita folga em seu interior.
toriamente de baixa impedância, do Esta bobina, confor me mostra a
tipo egoísta de rádios portáteis, ou fig ura 3, consta de 80 a 100 voltas
mesmo estéreo (com alteração no de fio esmaltado cuja espessura po -
jaque de ligação) de walk-man. de ficar entre 28 e 32 AWG.
Nossa sugestão é que , antes de
Montagem fazer a placa o leitor consiqa o ba s-
na figura1 damos o circuito tão de ferrite. Depois, em função
completo do radinho. de seu tamanho (se for muito gran-
Na figura 2 o desenho da placa de , quebre -o com cuidado de modo
com os .componentes, já que para a ficar com no máximo 5 cm de
se obter um grau de miniaturização comprimento) arranje o tubo e en-
de acordo com a finalidade do pro- role a bobina, projetando então a
jeto não se recomenda a versão em placa de acordo (furando-a).
ponte. Os leitores habilidosos po- Para segurar a pilha, existem
dem , entretanto, tentar montar duas possibilidades: o leitor pode
uma versão em ponte se não fize- soldar diretamente os fios de liga -
rem questão de tamanhu. ção, se não tiver outra alternativa ,
16
ou entfo fazer duas braçadeiras de metal que possa servir de antena.
com pedaços de metal dobrado. Se Se nio tiver, use um fio estendido
conseguir pilhas menores que as do de 5 a 10 metros como antena.
tipo AA, pode usá·las. Ligando a chave geral e colocan-
Os transistores podem ser substi· do o fone no ouvido o leitor já po·
tu(dos por equivalentes. Para o BC derá ouvir alguma estação.
558 pode usar o BC557, BC307, Se não ouvir nada, ajuste o bas'
BC308 ou outro. Para os BC548 tão de ferrite até captar as estações
pode usar o BC547, BC237, 8C238, mais fortes.
etc. Para mudar a faixa de captação
• O diodo deve ser de germânia das estações tente mudar de valor
sendo os mais comuns o 1N34, C1.
1N60 ou 1N54. Se quiser maior sensibilidade ou
O jaque deve ser de acordo tiver dificuldades de captar estações
com o fone usado, e os capacitares em sua localidade por serem fracas,
cerãmicos do menor tamanho que o leitor poderá fazer uso do fio ter·
for encontrado. ra.
O interruptor geral (que pode ser Ligue então um pequeno pedaço
eliminado) é do tipo para ser sol· de fio adicional no ponto indicado
dado na própria placa de circuito no diagrama e segure com as mãos
• este fio .
Impresso.
Para a antena, use um pedaço de
fio de até 1 metro com uma garra O simp!~s fato de você segurar
• •
Jacare na ponta. um fio terra e esticar, a antena já
permite que seu corpo atue como
Prova e UIO terra e a recepção melhora conside-
Terminando a montaQem, encai- ravelmente.
xe o núcleo da bobina no tubo e Verificando as melhores condi·
coloque a pilha no suporte. cões de funcionamento, o leito r sa·
Ligue a garra jacaré no pólo neu· berá em cada momento como cap-
tro da tomada, ou qualquer objeto tar suas estações preferidas.

figura 2


Ll

éOO ==== ANTEN A


TERR A

17
figura 2

-
BOTA0 BASTA0 DE 80 A 100
( CO LADO) F E RRI TE VOLTAS

figura 3

Lista de Material
C3 - 1 nF - capacitor cerâmi· 01 , 02 - BC54B ou equ ivalen -
co tes - transistores
C4 - 100 nf - capacitor cerâmi- 03 - BC55B ou equivalente -
co transistor
F 1 - Fone de ouvido de baixa Dl - lN34 - diodo de germ â-
impedância nia
B 1 - 1,5V - pilha comum AA L1 - Bobina - ver texto
R 1 - 10M - resistor (marrom, Cl - 47 pF - capacito r cerâmi-
preto. azu I) ca (ver texto)
Dive rsos: placa de circuito im- C2 - 100 nf - capacitor cerâ-
presso, fios, garra jacaré, etc. mico

18
...
EXPERIENCIAS PARA
CONHECER COMPONENTES
Na seção "O que você precisa velhos (mas em bom estado), um
saber" focalizamos o princ(pio de motor de pilhas (de algum brinque-
funcionamento dos d(namos e dos do fora de uso) ou ainda um dfna-
alto-falantes usados também como mo de bicicleta e realize as expe-
microfones. Para entender melhor riências que descrevemos.
como estes dispositivos podem ser Conforme vimos, um alto-falan -

usados na prática, nada melhor do te pode ser usado tanto para produ-
que a realização de algumas expe- zir sinais elétricos a partir do som,
riências. Arranje dois alto-falantes como ao contrário, produzi r som
~--------Intercomunicador ultra-simples - - - - - - - - -

/
FI O ISOLADO
{ MÁx,,\ml

USANDO o
INTERCOMUNICAOOR

,,
• •
I

~U Figura I

19
TRASFOR MAOOR TRAN SFORMADOR
2A 51< 2 A 51<

FTE •
ATE
/
100 METROS ' TE
81\

\
81\

'TE 'TE

PILHA

CI Figura 2
470 ~F

a partir de sinais elétricos. Esta pos- som em energia elétrica pelo alto,
sibilidade de usar um alto-falante falante usado como microfone, o
nas duas funções, como alto-falante ' que resulta num valor muito bai -
propriamente dito e como microfo- xo.
ne, nos leva a realização de um in·" Assim , ao falar, o leitor deve fa -
tercomunicador experimental ex - zé·lo bem perto do alto-falante , e
tremamente simples. para ouvir o seu parceiro, deve
Experiencia 1 encostar bem o ouvido no outro
O circuito e montagem são mos- alto·falante. Para manter uma con-
trados na figura1.Conforme pode' versa, basta combinar o "câmbio" ,
mos ver, os dois alto·falantes são que avisa ao que está ouvindo
interligados por dois fios isolados que ele deve falar, mudando assim
que devem ter no máximo 10 me - a função do alto -falante para micro-
tros de comprimento. fone .
Quando o leitor falar num dos Na figura 2 damos dois circuitos
alto-falantes, ele se comportará co- experimentais que aperfeiçoam este
mo microfone, produzindo um sinal sistema, os quais o leitor pode mon-
elétrico que será levad o ao outro tar. No primeiro, fazemos uso de
alto-falante que operará na sua fun· transformadores que permitem uti-
ção normal , reproduzindo o som lizar fios mais compridas de ligação ,
original. No segundo, acrescentamos uma
t claro que, como este sistema "fonte de energia" que consiste
não tem fonte de energia, o sinal simplesmente numa pilha média
produzido depende exclusivamen - ou grande, a qual fornece uma co r-
te do rendime nto da conversão de rente que reforça o som produzid o.
20
,

Experiência 2 Girando co m os dedos o eixo do


Motor como d (namo
motor, a energia elétrica gerada vai
Podemos demonstrar que real- para o alto·falante onde se converte
mente um motor de corrente cont(- em som. O som é semelhante ao do
nua, dos usados em brinquedos, próprio motor em funcionamento
pode operar como d(namo realizan - e seu volume vai depender de diver-
do a experiência segundo o diagra- sos fatores como por exemplo o
ma da figura 3 . tipo de motor, seu rendimento na

SOM
figura 3
GIRAR

produção de energia, etc. Um que mantém o motor girando por


aperfeiçoamento que permite mon- bom tempo pela inércia adquiri-
tar uma sirene experimental é mos- da.
trado na figura 4 . A mesma experiência pode ser
Para aumentar o rendimento , feita , com ' muito maior volume,
usamos uma manivela com siste,,,: utilizando-se um d(namo de bici-
redutor por elástico e um volante cleta.

TE

l
o

FTE
figura 4
EL CO

21
Experiência 3
Fonte alternativa de energia
Um dínamo de bicicleta ou um OI "NAMO
motorzinho de co rrente contínua
que tenha bo m rend imento na pro-
dução de energia, podem ser utili-
zados para a construção de fontes
alternativas.
Um circuito básico para alimen-
tar uma lámpada incandescente é GIRAR
o mostrado na figura 5. Este circu j- RAPIDAMENTE
to é baseado num dínamo de bici -
cleta de 12V x 6 watts, devendo ser
feita a sua movimentação de tal mo -
do a se obter' a velocidade que per- figura 5
mita o máximo rendimento.

--- - - ,\
"
HELI C E

--- '-~~V
~
"
AG UA

"

, , \,\ ~
D INAM O
"
"
OINAMO
~-' <' J
,> ~ .... ,
.... ..... ~~.:
"""
, ."

./
(
/ ...
RODA
"-r , - VENTO 1\\
~,
"
O'AGUA
© I I I
~_ /
/ ,, ~-
11
,-' \ I
/
- - Figura 6

Na figura 6 damos algumas op -


ções para se fazer esta movimenta - para o máximo de energia produ -
ção, como por exemplo através zida (figura 6).
de uma manivela, caso em que te- Para 'pequenos motores de cor·
remos um "gerador manual", atra- rente contínua usados como dlna -
vés de uma queda d'água ou mesmo mos, damos na figura 7 um cir-
vento. cuito simples que permite determ i·
O importante em cada caso é nar seu rendimento. O VU-meter
que o leitor faça experiência no usado como voltlmetro mede a in ·
sentido de obter a rotação certa tensidade da corrente produzida.
22
REStSTOR 21(2

M O TOR

O PONTEIR O MOVI MENTA- SE


GIRAR figura 7 QUANOO GI RAMOS O EIXO
00 MOTOR

ligeiramente o brilho, mas se t iver-


Lembramos mais uma vez que
muitos pequenos motores nao sao - - mos um aparelho eletrônico, a va-
bons produtores de energia quan- riação pode ser perigosa.
do usados como dfnamos, o que Na figura 8 temos então um cir-
significa que experiências devem ser cuito regulador de tensão que per-
feitas. mite manter constante; em 6 volts
Outro problema do uso de um de safda, a tensão de um dfnarno de
dínamo como fonte alternativa de de 12 V (que na realidade t~rá va-
energia, especificamente o do tipo riações entre 6 e mais de 12V), pos-
de bicicleta, é a variação de tensão sibilitando assim a alimentação de
em sua sarda. De fato, mudanças de uma lâmpada e um radinho .
velocidade no motor também signi- Observe a necessidade de um ra-
ficam mudanças de tensão de saí- diador de calor no circuito integra-
da. No caso de alimenta rmos uma do 7806 que é o regulador de ten
-
o

lâmpada, esta mudança apenas afeta sao.

Dl
1 N 4 004
Cr-'
7 8 06 + 6V

'-- 2

Cl
o.
1000

2200 ",F F
- X 25V

GIRAR

'----+-____ >-----<>------0 • v
figura 8

23
RAOIAOOR
ICHAPINHA OE METAL)

+
c,
• V
+
-
SAI'oA
• (AO RAOIO OU
AO OINAMO OUTRO
APARELHO
OBSER VE O
SENTI 00 CERTO OE
ROTAÇÁO 00 O(NAM O

-
+
el figura 9

o aspecto real desta montagem acionado por corrente ou queda


em ponte de termina is é ,m ostrado dágua. Carregada durante o dia a
na figura 9. bateria pode ser usada para al imen-
A finalidade do d iodo e do capa- tar uma lâmpada incandescente
citor é formar um reservatório de de 6 ou 12V (de carro ou moto)
energia minimizando . os efeitos das durante a noite, ou ainda, se o lei -
variações de velocidade do d ína- tor preferir, seu rádio o u gravador.
mo. O diodo evita que a energia Os leitores podem também ima-
do capacito r volte ao dl'namo. Na ginar outros tipos de mecanismos
figura 10 damos um projeto de para movimentar o dínamo, obten-
energia alternativa muito interes- do assim úte is fontes dê energia
sante. alternativa, principalmente os que
residem em locais não servidos
Trata-se de um circuito que po- pela rede de eletricidade. (figu-
de ser usado para carregar uma ba · ra 111
teria de 6 ou 12V de carro ou de Os próprios clubinhos podem ter
moto a partir de um dínamo. O seus sistemas de energia alternativa
dínamo pode ser movimentado por e luz de emergência, baseados nes-
• •
uma roda de vento ou um sistema tas tecnlcas.
24
,

figura 10

lN4 0 04
127
00)

o •
BATERIA
EM
CAR GA

o TEMPO DE CARGA DEPE NDE DO TIPO DE BATERIA E DA POTENCIA DO OrNA MO.


-
( FA ÇA EXPERIENC1AS I

PS : Faça m suas experiencias e es·


crevam-nos contando os resultados,
principalmente se "bolarem" algu-
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25
Alternativo
rescentes alimentadas por pilhas ou
Um inversor é um aparelho que baterias em locais que não possuaor:
transforma os 6 ou 12V de um con - energia elétrica como acampamen-
junto de pilhas ou bateria em alta tos, regiões rurais, etc. Com uma
tensão suficiente para acender uma fonte alternativa de energia, tere-
lâmpada fluorescente. Com ele você mos um excelente sistema de ilumi- •
pode usar pequenas lâmpadas fluo- nação.
Se você gosta de acampar ou cos- Você pode usar este inversor
tuma ir a lugares que não dispõem em acampamentos ou sítios, mas
de redes de energia, ou mesmo se uma possibilidade interessante, é
em sua local idade ocorrem cortes empregá-lo com fontes alternativas
freqüêntes de energia. uma monta - de energia.
gem como esta não pode passar de - Assim, usando um dínamo de
sapercebida . bicicleta você pode durante o dia
O Que propomos é um inversor carregar uma bateria de mor!: o ou
ca paz de co nverter 6 ou 12 volts de carro (a partir de vento ou água),
pil has ou baterias em alta tensão, conforme mostra a figura 1, edu-
• • •
sufic ientemente alta para acender rante a nOite usar esta energia na
uma pequena lâmpada fluorescen- iluminação.
te. A montagem do inversor é mu i-
O bril ho da lâmpada não será to simples e até mesmo lâmpadas
máximo , mas teremos uma ilumina~ "fra cas", que já não acendem mais
ção razoável com um consumo me - na rede dom iciliar, func ionarão pe r-
nor de energia do Que o que ocor- feitamente neste circu ito , em vista
reria com uma lâmpada incandes- da alta tensão que ele gera e da não
cente comum . nece ssi dade de reator ou starter.

DIODO INT ERR UPTOR INVERSOR



OI N.tMO lN400 4

• ~/
_ r-

"
'---~----- ---------~-

VE NTO OU

(RODA O' AGUA)

SIS TEMA AL TERNATIVC


DE ILUMINAÇÃO L AM PAOA
BATER I A Figura 1 F LUORESCEN TE

26
Como Funciona
As lâmpadas fluorescentes preci- rnador mas também da freqüênci a
sam de tensões elevadas para acen - do transistor como comutador.
der, exatamente como a lâmpada Assim, aplicando 6 ou 12 volts
neon , que já anal isamos por diver- no enrolamento de baixa tensão de
sas vezes em edições anteriores. um transformador, podemos te r na
Na rede local existe um reator sua saída de 220 volts, tensões até
(bobina) que além de Iimitar a cor- mais altas com picos Que se aproxi -
rente, também serve para aumenta r mam dos 500 volts, o que é mais do
a tensão sobre a lâmpada . que suficiente para acender uma
Para obter uma tensão alta a par- fluorescente, sem a necessidade de
tir de pilhas ou baterias, fazemos starter ou reator. Veja Que o trans·
uso de um transformador mais um formador opera "ao contrário",
oscilador. pois os fios que seriam de entrada
a transformador sozinho não dos 220V passam a ser de salda pa-
operaria pois a bateria fornece cor- ra a lâmpada.
rente contlnua e conforme os leito- Observamos também que ne-
res já sabem, para que ocorra indu· "nhum circuito pode criar energia.
ção no secundário do transforma- Assim, se obtemos tensão mais
dor, é preciso haver variação de elevada na saída, a corrente cai
corrente, ou seja, ou a correntp. de- proporcionalmente, mantendo a
ve ser alternada ou deve ser conti· potência. Existe portanto, um li·
nuamente interrompida. (figura 2) mite para o tamanho da lâmpada
Com o uso de um circuito eletrô- que pode ser ligada e quanto mais
nico com um transistor, podemos exigirmos do circuito, maior será
interromper rapidamente a corrente o desgaste das pilhas ou bateria. a
no transformador e com isso ter no ponto ideal de funcionamento é
secundário, a indução de uma alta ajustado num trim-pot em função
tensão. A alta tensão não depende do tipo de transformador usado. Es-
só das características do transfor - te trim-pot atua sobre a freqüência
I NTERRUPTOR OUE DEVE SER CONTI-
NUAMENTE A8ERTO E FECHAOO

+
• ALTA TENSÃO

i
TRANSFOR MADOR
Figura 2

27
C2
Z20nF
6V
T1 220

L1
lOW
• ; - - 110

R1 C3
100R 47nF
o

Figura 3
c. ) TIP4 1 SE 12V

do circuito , de modo a haver máxi- '2 Volts: o transistor deve ser


ma transferência de energia com um o TIP 42 montado em rad iador
mínimo de perdas . O transistor de- de calor e o transformador de
verá ser dotado de um radiador de 12 + 12 V com corrente de 100 a
calor, pois vai aquecer-se quando 500 mA.
em funcionamento . A lâmpada fluorescente deve ser
de 15 watts preferivelmente, se bem
Montagem ..
que em alguns casos lâmpadas maio·
Na figura 3 temos o diagrama res, até de 40 watts possam ser ace·
completo do inversor. Na figura 4 sas com menor rendimento. Expe-
temos o aspecto real da montagem rimente, se for seu caso ,
tendo por base uma ponte de ter· O radiador de calor do transistor
minais. Esta ponte deve posterior- é uma chapinha de metal parafusa-
mente ser fechada numa caixa plás- da neste componente. (figura 6)
t ica com os fios de saída acessíveis, Para a ligação da lâmpada fluo -
para a lâmpada e para a bateria. rescente deve ser usado fio encapa-
Veja que temos duas opções de do, já que pela alta tensão gerada,
uso para este mesmo circuito , que existe perigo de choque. Conecto-
implicam em alterações de valores res próprios podem ser encontra·
de componentes: dos com fac Hidade , depençJendo da
6 volts: os componentes sSo os mane ira como a lâmpada va i ser
do diagrama com um transformador usada . O fio pode ter até mais de 20
que possua primário de 220V e se- metros de comprimento .
cundário de 6 + 6 V ou 9 ... 9V e Os capacitores C2 e C3 pod em
• •

corrente entre 200 e 500 mA. ser cera micos ou de po liester. A lt e'
28
P1 01

+ I--RA0 1AD OR

• V

o T 1 o Figura 4

ERME LHO ( 220v )

nlaior brilho na lâmpada.


rações pequenas de valores podem
É preciso observar a pOlaridade
ser experimentadas para se obter
desta ligação e para o caso de 4 pi-
maior rendimento, conforme o
lhas, elas devem ser grandes, em vis-
transformador usado.
ta da corrente exigida para a ali-
mentação do circuito .
• Prova e Uso
Lembramos que o brilho obtido
Para provar, basta ligar sua ver· para a lâmpada é proporcional ao
são na bateria de 6 ou 12V confor- consumo. No caso de bateria, ajus-
me o caso e ajustar o trim-pot para te para o máximo, mas no caso de
29
pilhas, não exija muito do circuito. mento . Ne ste caso a lâmpada não
Se houver problema de oscilação acenderá e o tra nsformador deverá
e a lâmpada não acender , isso pode ser trocado.
ser devido ao transformador que de- Se o transistor aquecer muito em
ve ser trocado. Transfo rmadores de funcionamento, o dissipador de ca·
má qualidade ou aproveitados de lor deve ser aumentado ou o trim -
sucata , podem ventualmente "fais- pot ajustado , para uma potência
car", o que será notado por um rui· menor da luz emitida pela lâmpa-
do de fr itura quando em func io na- da .

VERMELHA (+ 1
. "
GARRAS
.-
" -
PARA CAIX A f- . LAMPAOA
BATER IA PRETA C-) ........FLUORESCENTE
. ~

.
- ,

figura 6

Lista de Material
• C1 - 47 I' F x 16 V - capacitar
Q1 - TIP31 ou TIP 41 - transistor eletroll'tico
de potência C2 - 220 nf (224) - capacitar ce-
Tl - Transformador com primá· râmico ou de poliester
rio de 220V e secundário de 6 + 6 C3 - 47 nF (473) - capacitar cerâ-
à 9 + 9 V ou 12 + 12 V com cor- mico ou de poliester
rente de 200 a 500 mA - ver texto
L1 - Lâmpada fluorescente de 15 Diversos : ponte de terminais , caixa
a 40 watts para montagem, fios , conectores
P1 - 4k7 - trim -pot para lâmpada fluorescente (optari·
R1 - 100 ohm, x 1/ 2W - resistor vos), conectores para bateria (optê:l -
(marrom, preto , marrom) tivos), solda, etc.
30
In formaçõe s úteis, características de com ponentes , tabelas . fórmulas de grande importân-
c ia para o estu dan te, têcnico e hobista. Em todas as ed içõ es, as fic has desta coleção trarão
as informações que você precisa . A consulta ráp ida, imediata, ass im será possível e, devid o
à sua prat ic idade, você pode rá fazê-Ia incl usive na bancada, sem dific uldade. Recorte,
plastif ique ou tire cóp ias para col ar em cartões grossos . Fa ça como quiser, ma s não perca
nenhuma)

CHAVE DE
1 PÓlO X 2 POSiÇÕES
Símbolo Aspecto

-_/
0>---

As chaves de 1 x 2 ou 1
pólo x 2 posições são dispo-
Uso sitivos comutadores usados em
desvios de sinais ou correntes
dos circuitos eletrônicos .

---- -- - --------------

TRANSISTOR NPN e PNP

Símbolo Aspecto

o
NPN PNP

Os transistores são disposi- tar sinais elétricos . Podem ser


Uso tivos semicondutores usados de sil ício ou germânio e sua
para amplificar, gerar ou recor- polaridade é PNP ou NPN.
FUSIVEL

Sím bolo Aspecto

LI I I TUBu LAR

I I
ROSCA

Os fusíveis são dispositivos


de proteção, interrompendo a
Uso corrente quando ela se torna
excessiva.
,
São especificados
em amperes.

---- - - --- ----


n' 13-10
FONE DE OUVIDO

Sím bolo Aspecto

São transdutores eletro- (magnéticos ou de ou


acústicos que transformam ele- de baixa impedância (dinâmi-
Uso tricidade em som. São espe- cos ou magnéticos). Os fones
cificados pela impedância. Po- podem ainda ser duplos ou
dem ser de alta-i mpedância simples.
Sim bolo Aspecto

" o?

Os altofalantes são trans- som. São especificados pela


Uso dutores eletroacústicos que impedância (ohms) pela potên-
convertem energia elétrica em cia máxima e pelo tamanho.

-_. - - -- - - - - - - - -- -----

INTERRUPTOR ARQUIVO

Sim bolo Aspecto

-~/o--

Interruptores
estabelecer ou interromper a
Uso corrente num circuito. São
usados para ligar e desligar
aparelhos.
AROUIVO n' 16-10
SCR

Simbolo 82 Aspecto

G _-J

.,
Os SCR s ou diodos contro- conduzir a corrente apenas
lados de sil icíos pertencem ao num sentido.
Uso grupo dos ti ristores e são
dispositivos de controle de
correntes elevadas. Podem

-- -- ----- -- --- - - ----


AROUIVO n' 17-10
TRANSISTOR UNIJUNÇAO

Símbolo Aspecto
82

,
81

Os transistores unijunção
são dispositivos semiconduto-
Uso res usados na produção de
sinais elétricos de baixas fre-
.. '" .
quenclas.
REEMBOLSO POSTAL SABER

FONTE DE ALlMENTAÇAO - lA - SE-002


o aparelho indispensável de qualquer
bancada! Es tudantes, técnicos ou hobis-
tas nã'o podem deixar de possuir uma
fonte que abranja as tensões mais co-
muns da maioria dos projetos. Esta fonte
econômica escalonada é a solução para
seu gasto de energia na alimentação de
protótipos com pilhas. Carac teríst icas :
tensões escalonadas de 1,5 - 3 - 4 ,5 . 6 . 9
e 1 2V; capacidade de corrente de 1 A; re-
gulagem com tra nsistor e diodo zener;
proteção contra curtos por mei o de fusí-
vel; selecão fácil e imediata das tensões Kit C.2$ ~ .10 . 00
de saída; retificação por ponte e filtra- Montada CZS i'. 90 00
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trole remoto , usando o Rádio Contro le
da Saber Eletrônica. Simples de montar,
com- grande eficiência e alcance, este
sistema pode ser usado nas mais diversas
aplicações práticas, como: abertura de
portas de garagem ; fechaduras por con-
II trole remoto; co ntrole de gravadores e
p rojetores de slides ; controle remoto de cã-
,
maras fo t ográficas; acionamento de ele-
trodomésticos até 4 ampéres ; etc. For-
mado por um receptor e um transmissor,
completos, com alimentação de 6V, 4 pi-
lhas pequenas, para cada um. Transmis-
sor modulado em tom de grande estabi·
lidade com alcance de 50 metros Ooca l a-
berto). Receptor de 4 transisto res, su-
per·r egenerativo de grande sensibilidade.
Kit CZ$ 495 .00
Montado C7$ 55 5. 00
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35
VU DE LEDS

o circuito que apresenta- rítmo da música executada, in-


mos pode excitar de 4 a 71eds dicando suas variações de in-
em seqüência quando ligado tensidade .
na salda da qualquer amplifi- No segundo caso , ilustra-
cador de áudio com potência do na mesma fi gura , temos
na faixa de 0,1 Wa 200 W sam uma seqüênc ia de leds que
problemas. Você pode usá-lo acendem conforme a intensi-
com seu radlnho portátil ou dade do som reproduzido. Os
até com potentes amplifica- leds parecem " correr" por sua
dores de som . disposição no painel do apa-
relho.
Um VU (Volume Units) é O circuito que propomos
um ind icador do nível do sinal é justamente deste segund o t i-
de saída de um amplificador. po e pode ser adaptado em
Nos amplificadores bem ela- qualquer aparelho de som , in-
borados este ind icador pode clusive no c arro , apesar de
estar presente e ser de dois que já damos incluída uma
tipos : analóg ico ou dig ital. fonte de alimentação para a
No primeiro caso temos rede local , ensinaremos como
um instrumento de bobina mó- fazer esta ligação .
vel , comQ o mostrado na figu- O circu ito básico é dado
ra 1, cuja agulha " dança " ao para 5 leds , mas ele pode ser

vu - MET ER

acaBsaas
;LUi±l±i VU - M ETER

0 0 000 999 ~= OO

' - - AM PLIFI CADOR ES

flgur. 1
estend ido para até 7 leds. Aci- dos, cada transistor só será
ma deste número podem ocor- polarizado com uma tensão
rer problemas de acionamento 0,6 volts maior que o anterior.
em vista da tensão de al imen- Aplicando um sinal na en-
tação . trada, se ele for fraco, a tensão
Um controle de sensibili- que aparece no circuito ape-
dade permite ajustar o funcio- nas será suficiente para polari-
namento do aparelho para zar o primeiro transistor ou no
qualquer intensidade sonora . máximo o segundo . Já se o
sinal for forte, a tensão será
Como Funciona suficiente para polarizar todos
os transistores .
Como cada transistor po-
Para obter o acionamento
larizado corresponde a um led
seqüênc.ia, cada led deve
aceso , temos o acendimento
acender com um sinal ligeira-
destes conforme a intensidade
mente maior do que o anterior.
do sinal.
Para obter isso, fazemos uso
Com as variações de i n-
da propriedade dos diodos de
tensidade do som, os leds pa-
conduzir somente quando a
recem correr e para dar maior
tensão entre o anodo e o cato-
ou menor inércia a este fenõ-
do atinge um valor da ordem
meno acrescentamos um ca-
de 0,6 volts.
pacitor (C1 l, cujo valor pode
Assim, ligando uma série
ser alterado para que o leitor
de diodos, conforme mostra a
obtenha o comportamento de-
figura 2, cada um deles provo-
sejado .
ca um escalonamento de ten-
são da ordem de 0,6 V. Para isolar o aparelho de
Ligando transistores em som do VU-de-Ieds sua entra-
cada um dos pontos indica- da de sinal é feita a partir de

0 1
+ 3V

V 1.2V O,6V
,~-----------
- v-
- - - -- - - - - - - '/
AOS T RANSI STORES

figura 2

37


A:;' ,Ir'--
07
,..l., Pl Dl 1N4002
1-~ll0K lN4148

08
lN4002
~ 8) ) 02
T1 R2 BC548 T2
lK

Cl
47nF 02 03 C2
1 N414 470pF 51

03 Rl0
lN4148 470(1

w
CP

04 110/220 V
lN4148 R5
1K

05 R12 LEO 5
1N4148 470!l r--

OS
lN4148
R7
47il.
figura 3
LEOl LE02 L E D~ LE0 4 LE05

@@
04

o o O o
p,


figura 4

39
um trans formador que será li- retificad ores de silício como o
gado a própria saída de som IN4002. Obse rve a polaridade
(a lto-falan te) . Deste modo não desses componentes.
se ne cessita de qualquer alte- c) Agora é a vez de todo s
ração ou mesmo abertu ra do os resis tores. Cuidado com os
aparelho que vai acioná-lo . valores que devem ser segui-
A alimentação pode ser dos pela relação de material
feita com tensões de 12 a 15V usado.
que são obtidas de uma bate- d) Para a ligação do po-
ria ou de uma fonte . tenciõmetro será prec iso ob-
serv a r a ord em d os fio s, o
mesmo ocorrendo em relação
Montagem ao transformador T1 . Para es-
te, que pode ser de qua lquer
tip o, com primário para a rede
Na figura 3 da moso diagra- 'ocal (11 OV e 220V) e secundá-
ma completo deste aparelho. ,,- de S, 9 ou 12V com corren-
Na Ilgura 4 tem os sua tes 1e 100 mA a 500 mA , veja
montagem rea li zada co m a que o primár io (fio vermelho e
ajuda de 3 pontes de term ina is preto) é que vai ligado ao po-
paralelas, em vi sta do nú mero tenciõmetro .
de componentes usados e da e) Faça agora a ligação de
necessidade de uma disposi- T2 . também será prec iso ob-
ção ordenada . servar a ordem de ligação dos
Para os le ito res que tive- fios. Este transformador tem
rem habilidade para fazer a enrolamento primário de 110V
pl aca de circuito im presso , da- ou 220V , conforme sua rede, e
mos seu desenh o na Ilgura 5. secu ndário de 12-1-12V com
São os segu intes os prin- 500 mA ou mais de capacidade
cip ais cuidados que devem ser de co rrente . Os fios usados no
tomados com a sua montagem primário serão preto e marrom ,
e obtenção dos componentes: se sua rede for de 110V. e
a) Comece soldando to- p reto e vermelha , se for de
do s os transistores (de01 a OS) 220V.
dtentando para sua posição .
Podem ser usados os NPN de f) Os capac itares C1 e C2
li SO geral como BC548 e equ i- devem ser soldad os no final.
valentes. Observe a ligação de C2 que é
b) Solde dep ois todos os pol arizado .
di od os de D1 a D8 . Observe g) Na versão em ponte com -
~ue de D1 a DS são de uso plete com as in terligações fei-
vera l como O IN4148 ali IN914 tas com pedaços de f ios
enquanto q ue de D7 e D8 são c urtos .
40
h) Finalmente temos a cone- Terminando a montagem,
xão do cabo de alimentação e o teste de funcionamento é
dos fios A e B que vão ao am- simples.
plificador.

N
r

figura 5

41
Prova e Uso entre 1/4 e metade do volu me
e ligue a alimentação do VU .
Na figura 6 temos o modo Vá então ajustando P1 até
de se fazer a ligação do apare- que os leds pisquem em se-
lho ao sistema de som , para qüência, conforme as varia-
um canal. Se quiser uma ver- ções da música .
são estéreo , deve montar dois O ajuste ideal de P1 é feito
aparelhos iguais, um para ca- de modo que todos os leds
da canal. fiquem apagados na ausência
de som e todos acendam nos
picos de som , ou seja, durante
A vu • •
os maxlmos.
:------:::::~!J 0 0 0 o I Se quiser alterar a veloci-
B
dade de reação do aparelho ,
troque C1 , cujo valor pode ser
FTE
aumentado até 10 ~F , sem pro-
• blemas .
AM PLI FICA DOR ATE l a W
Na figura 7 mostramos o
modo de se fazer a ligação do
RX vu
A mesmo aparelho no carro,
oc o o usando a bateria de 12V como
B
alimentação. Neste caso, eli-
mi namos T2 , C2, D7 e D8 do
circuito além de 51, que passa
a ficar em outra posição.
MAIS DE l O W
Observe que é importante
figura 6 seguir a polaridade das liga-
ções: fio vermelho = positivo
da bateria e fio preto = chassi.
Se o seu aparelho de som
tiver mais de 10W de potência
será preciso acrescentar o re- + 12 V vu AO
sistor Rx. Seu valor é dado pe- AM PI.IFICADOR
la seguinte tabela conforme a RA OIQ OU
TOCA - F ITA S
potência (por canal) de seu
amplificador: ':'" C HASS I

potência (watts) Rx (ohms) figura 7


10 a 25 100R x 5W
25 a50 220R x5W
50 a 100 470R x 5W Se algum led não acen-
Tendo feito a ligação do der verifique seu transistor ou
VU , coloque o amplificador a própria polaridade do led .

42
· Se os leds não acende- primário de acordo com a rede
rem todos (pararem em certo local e secundário de 12+12V
ponto), verifique os diodos a x 500 mA;
partir do ponto em que eles P1 - 10k - potenciôme-
não acendem . tro simples;
· Se houver falta de sensi- C1 - 47 nF (473) capaci-
bilidade, verifique a ligação do tar cerâmico - ver texto ;
transformador TI. C2 - 470 ~F ou 1000 ~F x
· Se algum led brilhar me- 25V - capacitar eletrolítico ;
nos reduza ligeiramente o re- S1 - Interruptor simples ;
sistor correspondente (de R8 a Led1 a Led 5 - leds verme-
R12), mas não muito! lhos comuns ;
R1 a R6 - 1 k x 1/8W -
Lllte de Meterlel resistores (marrom , preto , ver-
melho) ;
01 a 06 - BC548 ou equi- R7 - 47 ohms x 1/8W -
valente - transistores de uso resisto r (amarelo, violeta,
geral NPN ; preto) ;
D1 a D5 -1 N4148 ou 1 N914- R8 a R12 - 470 ohms x
diodos de uso geral ; 1/8W - resistores (amarelo,
D7, D8 - 1 N4002 ou equ i- violeta, marrom) .
valentes - diodos de silício Diversos: ponte de termi-
relifi cad ores ; nais ou placa de circuito im-
T1 - Transformador de presso, caixa para montagem ,
6,9 ou 12V de 100 a 500 mA- fios, cabo de alimentação, re-
ver texto; si.s tor Rx de 5 Watts se ne""f-
T2 - Transformador com sano etc . ~

INJETOR DE SINAIS •

Kit c.d. 75.00

Útil na oficina , no reparo de


rádios e amplificadores.
Fácil de usar.
Totalmente transistorizado (2).
Funciona com 1 pilha de 1 ,5V. L _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _---'

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43
Este amplificador de bei""
cia, pela .UI simplicidade 6 ideal
ri a ","Iizaçio da experiências
banema. OURO o leitor
ver algum projeto que tenha
etapa amplificatora de áudio
perfeitamente d ispen""'a nas
iniciais utilizando em rOM
esta que ficará permanentemente
lUe disposição, na bancada, ENTRADA

A potência de áudio é baixa,


a facilidade de montagem e o usa 12cm _ _ .::::~
de componentes até da sucata .
mitem que este amplificador
de grande utilidade na bandada figura 1
servindo para a prova de circui
e de componentes tais como i

crofones, cápsulas de toca-discos, geral NPN , inclusive os que sejam
etc. ' Montado numa caixinha con- aprolJeitados da sucata. Este tran-
forme sugere a figura 1, este ampli- sistor é acoplado diretamente ao de
ficador pode ser alimentado por pi- saída (acoplamento Oarlington) de
lhas ou fonte e é de grande utilida- modo a se reduzir o número de
de. . - componentes ao ma• xl• mo .
Apenas do is transIstores sao usa - O transistor de sarda pode ser
dos , obtendo-se com isso uma ~im- qualquer NPN de média ou alta
plicidade que compensa plenamen- potência. No projeto original da -
te sua realização. mos o 80135 mas equivalentes
Como Funciona como o BD137, BD139 podem
Com a finalidade de obter o má- ser usados, inclusive os de invólu-
ximo de simplicidade e uma potên - cros diferentes como os TIP31 ,
cia que possa ser aproveitada na fi- 2N3055, AC187. etc.
nalidade proposta, apenas dois O circuito tem também um
transistores são usados. O primei- controle de tonalidade que é for-
ro funciona como pré-amplificador mado por P2 . Este controle coloca
tendo acoplado o controle de volu - em ação um capacitor que desvia
me que é P1. Nesta função pode- os sons de altas freqüências provo -
mos usar qualquer transistor de uso cando assim um reforço dos graves.
44
figura 2
51
C1
470nF

6V
p, Q2
1M BOl!!!)

ENTRÃOA

FTE

o alto-falante
pode ser de qualquer tagem, mas deve inverter as pilhas.
tipo de 4 ou 8 ohms, sendo reco- b) Pl é um potenciõmetro de
mendado para melhor qualidade de 1M que serve para controle de volu-
som um de 10 em . A alimentação me. P2 pode ser de 47k ou l00k
vem de 4 pilhas pequenas ou de e serve para controle de tom . Ve-
uma fonte de 6V com corrente de ja que Pl pode ter o interruptor
pelo menos 100 mA. geral 51 conjugado para ligar e des·
ligar a alimentação.
Montagem cl Cl é de 470 nF de poliéster
Na figura 2 damos o simples ou cerâmico , enquanto que C2 é
circuito deste amplificador . Na fi- de 100 nF ou 220nF cerâmico ou
gura 3 temos a montagem feita ten- de pai iéster.
do por base uma barra de terminais e) Os resistores são todos de
a qual pode ser fechada numa cai - 1/8 oul / 4W . Rl pode ter valores
xa, juntamente com o alto-falante . entre 1 MS e 4M7. Na verdade,
São os seguintes cuidados que de - conforme os transistores usados
vem ser tomados com a real ização pode-se alterar este componente
deste projeto: no sentido de se obter maior ga-
a) Observe as posições dos tran - nho, menor distorção e menor cor-
sistores, principalmente se os que rente consumida da fonte de ali-
você vai usar nâ"o são os originais . mentação .
identifi que antes os terminais E, B Para a entrada de sinal , nossa
e C de cada um e certifique-se que sugestão é a utilização de um ja-
ambos são NPN. Se ambos forem que e um plugue do tipo para fo-
PNP você ainda pode fazer a mon- ne (P21 com um pedaço de cabo
45
·2

J1

fTE

C1 C2

==== PR'TO

VE RMELHO

., 51

.,
figura 3 •

blindado. Na extremidade deSle nando a montagem, é só fazer a


cabo serão colocadas duas garras prova de funcionamento .
jacaré para facil itar a conexão ao
Prova e Uso
circuito que está sendo provado,
conforme mostra a figura 4 . Para provar é muito simples : co-
A fonte de alimentação deve loque as pilhas no suporte. e ligue
ter a polaridade seguida, sendo a 51 abrindo em seguida o volume
mesma dada pelas cores dos fios do P1. Segurando entre os dedos a gar-
suporte no caso das pilhas. Termi · ra que está conectada ao cabo ce n-
46
trai de entrada deve haver a repro - melhor para diversos circuitos qUI::
dução de um leve ronco no alto- já publicamos tomando como
falante. 5e você aplicar o sinal de exemplo o rádio de cristal.
oscilador, rádio ou microfone nesta De fato, ligando as garras onde
entrada , deve haver sua reprodução. deveria ser conectado o fone você
-
Veja que. o sinal _não. tem volume
.
elevado, POIS a potencla nao e gran -
pode ter a escuta das estações com
~om volume no alto-falante. Expe-
de assim como a sensibilidade . Com rim ente.
este amplificador entretanto você At enção: o rádio de cristal saiu
pode obter uma reprodu ção muito na edição NP 2.

VE RME L I'IA PLUGUE


fi O BllNDADO P2

PRET:'-p==
'~---v~--~'
MÁ I_ " , 6 0 em figura 4

Lista de Material melho, vermelho, verde)


01 - BC548 ou equivalentes - R2 - 47 ohms x 1/ 8W resistor
transistor NPN de uso geral (amarelo, violeta, preto)
Q2 - 8D135 ou equivalente - 81 - 6V - 4 pilhas pequenas
transistor N PN de potência '. FTE - Alto-falante de 8 ohms ou
Pl - 1 M - potenc~ômetro 4 ohms x 10 cm
P2 - 47k ou 100k - potenciô - 51 - Interruptor simples
metro Diversos : caixa para montagem,
C1 - 470 nF - capacitar cerâmico suporte de pilhas, ponte de ter-
(474) . minais, fios, solda, etc. ,
C2 - 220 nF - capacitor cerâmico Atenção: se 02 esquenta r aumente
(224) A1 e m onte o transistor 80135
Rl - 2M2 x 1/ 8W - resistor (ver - num pequeno radiador de ca lo r.

-I •
"t1 •

Q" ' .

~1V- ;_~_~
~

Ampl if icador Enireo IC-20


- - - - ----'
Amplif icador Mon o lelO

Pedidos e informações para a


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47
Luz R
~ muito f6cil montar um .istema

ci rcu itos para funciona r num SIS-
de luz ntmtca, que pilCI ecompa- tema estéreo.
nhando I mClsica de .u equipa .. *n- Como Funciona
to de 10m, .u gravador e 1t6 me.-
mo .u rodinha port6til. Vejo norte A base do circuito á um diodo
artigo como fazer estl montaglili, cont rolado de sil(cio ou SeR. que
gastando pouco. utilizando mate- nada ma is é do que uma "chave
riais eletrônico. comun•. eletrônica", que pode ligar (dei·
xando passar a corrente ) quandO
Um sistema de luz r (tmica nor-
um sinal é aplicado ao seu elemen-
malmente é ligado à sarda (fios dos to de comporta (gate ou G) . O si·
nal que aplicamos à comporta é
alto-falantes) de qualquer sistema
obtido do próprio aparelho de som
de som , fazendo uma ou mais lâm-
via transformador T 1 e potenciôme-
padas (geralmente coloridas) piscar
tro Pl. A finalidade de T1 é isolar o
ao ritmo da música. O que propo-
equ ipamento de so·m do sistema de
mos neste art igo é a montagem de
luz r (tmica para garantir segurança
um sistema mu ito simp les e tão sen-
total de funcionamento para os
s(vel , que pode operar até com seu
dois . A finalidade de Pl é dosar o
rad inho portátil ou gravador caso
sinal que vem do equipamento de
sete, e que ainda aciona lâmpadas'
som e que deve di sparar o SCR .
coloridas comuns. Quando coloca-
Ajustamos, então, Pl de modo que
das no seu quarto, as lâmpadas co-
o sinal que vem do equipamento de
loridas perm item um efeito diferen-
som, e que , portanto, corresponde
te de luz, e quando usadas na ani-
às variações da intensidade da músi-
mação de festas ou ba iles, sem dúvi -
ca que esteja sendo executada • fi -
da fara'o mu lto sucesso .
que num ponto intermed iár io en-
O sistema funciona com tensões
tre aquele que dispara o SCR e
de 11 OV ou 220V , não exige qual-
aquele que não lhe faz efeito algum .
quer adaptação· do equipamento de
Desse modo, conforme mostra a fi-
som, e pode alimentar lâmpadas de
gura 1, nos picos de som, ou seja ,
até um total de 200 watts , na rede
quando a música torna -se mais for-
de 1 10V, ou 400 watts. na rede de
te, o SeR "liga " fazendo a lâmpa·
220V. lembramos que 200 watts
da acender.
na rede de 11 OV significa 5 lâmpa-
da s color idas de 40 watts e o dobro Como a música tem um sinal
na rede de 220V·Os istema básico é que varia constantemente de inten·
para um canal de seu aparelho de sidade, o SeR liga e desliga rapida-
som, podendo ser utilizados dois mente acompanhando-a , e com is-
48
so também fazendo com que a lâm- amplificador ou equipamento de
pada pisque no mesmo ritmo . Ve- som vá para o circuito , se ele for
ja, então, que para cada tipo de muito potente. Este resistor é es-
música ou volume do equipamen - colhido segundo a potência de seu
to de som , precisamos de um ajus- som , conforme a tabela que da-
te de P1 . O resistor R 1 serve para mo s a seguir:
evitar que o excesso de sinal do
• •
potencla
três-em-um
5 a 10 watts 22 ohm, x 1/ 2W
toca-discos portáteis
ampl ificadores
10 a 25 watt, três-em-um 33 ohm, x 1/ 2W
receivers
três-em-um

25 a 50 watts recelvers 47 ohm, x lW
ampl ificadores

tres-em-um
50 a 100 watts receivers 100ohm,x lW
ampl ificadores

O.6 V - - - --- - - '"

O V --- - -- - -- - - - -- - - - - --
DISPARO
00 SCR

-
NAO CONDUZ1DO PELO se R
/r----A~------,

-
LAMPADA

- - --- - - - -- - --- - - - - - --

___~fi~,gu~r:a~l~__________________________::::::::~~
TENSAO NA
RE DE
49
51

110 OU
220 V
Tl~_ _ ~_ _
RI
A
seR
(" (
PI
MCR106
TlelOS

• c<
IOn F

R3

"

* VER TEXTO figura 2

Os valores correspondem a cada- dos (diodo D 1 e SeR) e com o


canal. transformador.
.'
O transfor mador usado pode ser
Montagem qualquer um com primário para
11o/ 22oV e secundário de 6 + 6,
9 + 9 ou 12 + 12V e corrente até
Na figura 2 temos o diagrama 500 mA. Este transformador fun -
completo do sistema de luz rítmi - ciona "ao contrário", com os fios
ca , dando como exemplo 1 canal de alta tensão (vermelho e preto),
e apenas uma lâmpada (L 1). Mais que seriam para 220V, ligados a
ad iante , ensinaremos como ligar P1. Observe que tanto faz ser o
diversas lâmpadas ao mesmo siste- aparelho alimentado por 110V co-
ma. A montagem numa ponte de mo por 220V que os fios usados
terminais é mostrada na figura 3. são vermelho e preto (220V) , pois
Os leitores habilidosos que tiverem na realidade o que passa neste com-
recursos para montagem em placa ponente é apenas sinal de áudio.
de circuito impresso, podem tomar 5e o leitor conseguir um potenciô-
como base o desenho da f igura 4. metro de 10k com chave (P11,
Para a montagem, o máximo de pode usar esta chave em lIgar de
cuidado deve ser tomado com as 51 , ligando neste componente o
posições de componentes polariza- aparelho.
50
L1

F1

o T1 o
se R

51

R3

figura 3 P1

"0/22011

51
llOI
22011

51 L1
" A

Figura 4

Prova e Uso trarmos o ponto ideal de funciona-


Na figura 5 damos o modo de se mento em que as piscadas da lâmpa-
fazer a ligação do sistema em diver- da acompanham a música. Lembra-
sos sistemas de som. Observe que mos que para até 40 watts de lâm-
ligamos sempre os fios de entrada padas, o seR não precisa de radia-
(A e 8) nos fios que vão ao alto-fa, dor de calor . Para mais de 40 watts,
lante do equ ipamento de som. li- este radiador, que consiste numa
gamos O equipamento de som a mé- chapinha de metal parafusada em
dio volume e acionamos Sl do sis- SeR, deve ser usado _ Na figura 6
tema de luz rítmica. Depois, vamos damos o modo de se fazer a liga-
girando gradualmente P1 até encon ~ ção de 5 lâmpades de 40 watts.

TRÊS - EM - UM

AMPL IFICADOR , RE CEIII ER , ETC LUZ R ITMI CA

FTE O A
A
//
e -

CANAL A
"
,," •

CANAL B lIO 1 22011

FTE
o
Figura 5 (CAIXA

ACUSTICAI

52

RÁDIO PQRTATIL •
GRAVADOR - CASSETE WZ RI TM \CA

A //
.f -r _
. L r" L1 ,,"-
MONITOR
OU FONE
110/220V

(: FTE DE en
Figura 6 (PESADO)
( EM CAIX A)

Lista de Material râmico ou de pol iéster.


R 1 - Ver texto (depende da po-
SCR - MCR106 ou TlCl06 para tência de seu equipamento de
200V, se sua rede for de 11 OV , som).
e para 400V. se sua rede for de R2 - 10k x 1/8W - resistor (mar·
220V. rom, preto, laranja).
Dl - lN4148 ou lN4002 - diodo R3 - 1 k x 1/8W - resistor (mar-
de sil (cio rom, preto, vermelho).
F1 - Fusível de 3 a 5 amperes 51 - Interruptor simples.
Tl - Transformador com primá- P1 - 10k - potenciômetro comum
rio para 110V/ 220V e secundário lin ou log, com ou sem chave.
de 6 + 6, 9 + 9 ou 12 + 12V até Diversos: cabo de alimentação, pon -
500 mA - ver texto. te de terminais ou placa de circuito
L 1 - Lâmpadas i ncandescentes co - impresso , terminais de antena (A e
muns até 200 watts. B), soquete para lâmpadas, fios,
Cl - 10 nF (103) - capacitor ce· solda, botão (knob) para Pl, etc.

LI l2 L3 L4 L5
40W 40W 40 W 40W 40W

Figura 7

53
Seção dos Clubes de Eletronica
Mais algumas sugestões interes- de material, realização de experiên·
santes são dadas aos leitores que cias, identificação de componentes,
formaram seus Clubes de Eletrôni- organização do próprio clube são al-
ca e também de Ciências. Obtenção guns tópicos que focalizamos nesta
-
seçao.

TRANSF ORMADOR

IL H A S

figura 1

54
Muitas montagens empregam de- teso Fixados em bases de madeira,
terminados componentes que po- e tend o bornes ou pontes de termi -
dem ser de alto custo ou de dif{cil nais com parafusos, estes compo-
obtenção. Os clubes que possuem nentes podem ser utilizadas quantas
tais componentes podem desejar vezes o leitor desejar, nas mais di-
aproveitá-los em mais de uma mon- versas montagens e experiências.
tagem, o que impede sua s~ldagem (figura 2).
definitiva, em qualquer equ Ipamen- Nos bornes ou pontes de termi -
to montado_ nais com parafusos são feitas as
Uma solução interessante para o identificações dos terminais, facili-

uso destes componentes e a monta - tando ao máximo as ligações. Para
gem el]1 módulo, conforme sugere a usar o componente, basta fazer a
figura 1. Assim, podemos dar como ligação com uma chave de fendas,
exemplo de aplicação, as baterias sem a necessidade de solda , o que
formadas por conjuntos de pilhas, significa uma duraiJilidade ilimitada
os transformadores e os alto-falan - para o mesmo.

o @ @ O

PONTE OE TERM I NA I S COM


PARAFUSOS OUTROS T I POS OE PONTES

Figura 2

São os seguintes os componentes O leitor pode ter uma bateria de


(e mesmo circuitos simples) que os 3V na mesma forma de montagem.
clubes podem ter em módulos, para (figura 5).
facilitar as experiências. d) Alto-falante com transforma-
dor, conforme mostra a figura 6, ca-
Montagens: so em que temos saídas de alta e
a) transformador de saída - este de baixa impedância. O transforma-
é um transformador do tipo usado dor é de saída de áudio para transis-
com válvulas, 6AQ5 ou 6V6 por tores, com primário de 100 a 1000
exemplo, aproveitado de velhos rá - ohms e secundário de 8 o hms. Pode
dios, conforme mostra a figura 3. ser aproveitado de rád ios portáteis
b) VU-meter - do tipo de 200 fora de uso. (figura 6)
pA com ide ntificação da polarida- e) LDR - pode ser um LDR co-
de. (figura 4). mum redondo, que será montado
c) Bateria de 6V formada por 4 conforme mostra a figura 7.
pilhas méd ias ou 4 pilhas grandes, Para os que gostam de outras
servindo como fonte de alimenta- ciências
ção dos diversos projetos montados. Para os que estudam metereolo-
55
o

o
0
o
Il> 1\ •
TABUA DE
Il> Il> 12 X 12CM
o o
2000R
1. aR

figura 3

..

vu


TABUA DE Co..AOO
10 X lOCM figura 4

56
• 0

Figura 5

• •• •
913 ou mesmo outras clenclas em A escala será calibrada da seguin -
que o conhecimento da umidade re - te forma :
lativa do ar é importante, um higrô- Deixe o ,higrômetro diretamente
metro é um instrumento de extre- no sol em dia seco, para que o fio
• ••
ma Importancl3. não absorva qualquer umidade.
A montagem de um higrômetro Marque zero no ponto em que a
experimental muito simples, pode agulha parar. Molhe depois o fio de
ajudar o leitores a entender como seda totalmente, de modo que a
funciona este instrumento e tam- agulha vá a posição em que será
bém para a sua apresentação em marcado o valor 100% : Di vida o
feiras de ciências ou como trabalho intervalo entre O e 100 em 10 uni-
escolar. dades, marcando como mostra a
O prinCl'pio de funcionamento é figura 9. Depois é só pendurar O
muito simples : certas fibras se dila- higrômetro em local que não rece-
tam e se contraem em função da ba a luz direta do sol.
umidade. Um exemplo disso é a se -
da que pode ser conseguida com fa -
cilidade. Assim, usando um fio de
Mecânica Popular I
seda acoplado a um ponteiro, pode-
mos fazer um sens(vel higrômetro ,
conforme mostra a figura 8 . A Revista Mecânica Popular
Num pedaço de madeira compri- de abril IN9 1) apresentará mu itos
do, pelo menos 1 metro, prendemos artigos de grande interesse para os
um fio de seda em do is pregu inhos. le itores interessados em pesquisa.
Numa das extremidades existe Além de projetos da área de eletri -
uma mola e um ponteiro que con- cidade e mesmo de eletrônica, te-
siste simplesmente num pedaço de remos notícias e trabalhos de ou-
arame que fica sobre a escala. tros setores da pesquisa cientl'fica.
57
T RANSF ORMA DOR

FTE

FTE 5

4
TI

\ , , figura 6

58
LOR

=
F

(o o 0 01

TÁB~ OE 6 )( 6 CM
figura 7

E SC AL A
r - - - --7'

PRE GO
FIO DE SEDA PREGO

o
1_.______________________ _ , .
figura 8

PREGO

DE SEDA

figura 9

59
Astronomia Órion, con hecida por M42 ou
Uma das mais belas constelações 9n 1976 que pode ser vista até à
do hemisfério su l, Órion, é bem vi- vista desarmada, como uma manchi-
s(vel nesta época do ano. Ifigura nha brilhante abaixo das Três Ma·
10) rias. Esta nebulosa consiste num a
Tendo por aster ismo mais conhe- gigantesca nuvem de gases que mes-
cido como as "Três Marias", esta mo hoje estão dando origem a no-
constelação possui diversos objetos vas estrelas. Trata-se portanto, de
de grande interesse para o observa- uma verdadeira "encubadeira" de
dor que possua uma luneta, um estrelas com massa maior do que a
binóculo ou mesmo um pequeno de 300.000.000 de terrasl Esta
telescópio. nêbulosa se encontra 1000 anos luz
Destacamos a nebulosa do da terra I

TOURO

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CAPRICORNIO,:': 1"ORlP N
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nando ao aluno um aprendizado integra do e de indiscutível eficiênc ia .

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aos sábados, das 8 às 13 horas.
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CORREIO DO LEITOR
Continuamos a receber muitas Apenas continuamos a alertar os
cartas de leitores que nos fazem di- leitores para não util izarem antena
versos tipos de consultas, que vão maior do que a recomendada. Exi s-
desde a utilização de certos mate- te uma regulamentação bem estabe-
riais em projetos espedficos, até lecida pelo Ministério das Teleco-
mesmo ã obtenção de componen- municações para a emissão de sinais
tes. de rádio . Se o aparelho não for usa -
Uma pergunta que recebemos do dentro de uma sala blindada, evi -
depois da publicação do nosso tando que as ondas saiam (gaiola de
transmissor valvulado, e que repeti- Faraday), o usuário, não sendo li -
mos em nova versão nesta edição, cenciado, deve solicitar uma fre-
bem melhor com duas válvulas, é qüê ncia para real Izar as experiências
a referente a tipos encontrados na (para não ser apanhada como esta -
sucata com "marcações" diferentes ção clandestina).
das que sugerimos no projeto origi- Temos também um tipo de con-
naI. De fato, algumas destas válvu- sulta interessante que se refere a
las sA'o pentodos e podem ser utili - projetos "imposs(veis", ou seja,
zadas sem problemas. Assim , aten- aparelhas que não podem ser mon -
dendo aos diversos leitores que nos tados com a tecnOlogia que temos
consultaram, damos mais uma rela- ao nosso alcance (como amadores
çao de válvulas que podem ser usa- ou mesmo profissionais), e alguns
das naquele transmissor, por serem dos quaiS ainda nem foram inventa-
pentodos. dos. Os leitor es devem ter em men-
te que certos " projetos" mostrados
6 7
em filmes de TV e ci nema , em revis-
tas em quadrinhos, ou mostrados
em histórias de ficção cient(fica,
9 são "invencionices" dos autores , e
• 2
alguns dos quais nem mesmo ainda
foram inventados (isso se puderem
7 4 5 3 4 • ser inventados). Vemos claramente
ECL84 EL84 que alguns deles partem d e prind-
6B05 pios cient(ficos completamente "fu-
rados". Assim, campos de força, ar-
• mas que lançam ra ios e outras coi-
sas semelhantes, ainda estão fora da
.---.Cf-- 4 possibilidade de qualquer projeto
prático que realmente seja funcio -
naI. Por ou tro lado, existem os apa-
relhos que existem, mas que utili -
• 2 7 2 • 4 zam peças que são privativas de go -
6VO ECL62
fi!!,."a 1 6BM8 verno ou forças armadas , e que,
portanto, não podem ser realizados
62
por amadores. E o caso dos radares , Falando em montagens "absur-
dos rádio-telescópios mais avança - das" , contamos uma notíci a divul-
dos, de Lasers super-potentes e de gada na inglaterra recentemente : ve-
aceleradores de partrculas atômicas. rificou -se a possibilidade total de
Temos not ícias de que alguns ama - " montar uma bomba atômica (pas-
dores, com muitos anos de trabalho meml) exclusivamente com compo-
e muita habilidade, têm conseguido nentes caseiro s, de sucata! É claro,
alguns êxitos na montagem de ai· que o unlco". .
inconveniente para
guns desses equipamentos. Quando completar o "projeto" foi o "com-
houver possibilidade dos nossos lei - bust(vel ", já que o plutônio é guar-
tores fazerem tais equipamentos, dado éI sete chaves pelas autoridades
que o possuem . Os leitores certa-
podem estar certos de que imedia- mente não desejam a publicação
tamente divulgaremos os projetos. deste projeto . . .

Novos Clubes
Damos a seguir a relação dos no- formados em todo Brasil e que têm

vos Clubes de Eletrônica e Ciências nosso apoIO :

CllAle Eletronfreqü§ncia Clube União da Eletrônica


Rua José Lira, 113 - Bayeux Aua Expedicionários, 366
João Pessoa - Paraíba 86400 - União da Vitória-PA

UORB -- União dos Operadores Eletrônica Jr. - Clube 2001


de Rádio do Brasil A. alto de Monte Alegre , 208 A
SOS 403 - Bloco B - Apto 206 Lauzane Paulsita
70237 - Bras!lia-OF 02443 - São Paulo-SP

CEME - Cantral de Experiên-


AOB - Eletrônica Clube cias e Montagens Eletrônicas
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