Você está na página 1de 4

Gmail - Enc: Proposta de Reflexão restrições ao transporte individual

https://mail.google.com/mail/u/0?ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=a

Plinio Marcos Moreira da Rocha

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

Enc: Proposta de Reflexão restrições ao transporte individual como um não reconhecível "AMICUS CURIAE"

1 mensagem

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcos@pliniomarcosmr.com.br> Para: "pliniomarcosmr@gmail.com" <pliniomarcosmr@gmail.com>

11 de dezembro de 2018 14:13

De: Plinio Marcos Moreira da Rocha Enviado: terça-feira, 11 de dezembro de 2018 14:09 Para: gabmoraes@stf.jus.br; gabmlrb@stf.jus.br; audienciasrw@stf.jus.br; gabinete.mrl@stf.jus.br; audienciasgilmarmendes@stf.jus.br; memoriaisgilmarmendes@stf.jus.br; audienciapresidencia@stf.jus.br; gabcob@stf.jus.br; gabinete.mlr@stf.jus.br; gabcarmen@stf.jus.br; gabineteluizfux@stf.jus.br; gabmoraes@stf.jus.br; ain@stf.jus.br; gabmmam@stf.jus.br; gabineteedsonfachin@stf.jus.br; audienciasgilmarmendes@stf.jus.br; marcoaurelio@stf.jus.br; gabmtoffoli@stf.jus.br; audienciasgilmarmendes@stf.jus.br; audienciamlrb@stf.jus.br; audiencias- minrosaweber@stf.jus.br; presidencia@stf.jus.br; convitepresidencia@stf.jus.br; cristiana.cruz@stf.jus.br; seead@stf.jus.br; gabdiretorgeralstf@stf.jus.br; gdg@stf.jus.br; marcoaurelio@stf.jus.br; gabmtoffoli@stf.jus.br; gabineteedsonfachin@stf.jus.br; audienciasgilmarmendes@stf.jus.br; audienciamlrb@stf.jus.br; audiencias- minrosaweber@stf.jus.br Assunto: Proposta de Reflexão restrições ao transporte individual como um não reconhecível "AMICUS CURIAE"

Excelentíssimo Ministro Ricardo Lewandowski

Tendo em vista que o Excelentíssimo pediu vistas ao julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF449) e do Recurso Extraordinário (RE1054110) relacionados a restrições ao transporte individual por aplicativos, ouso apresentar, as seguintes considerações, como um não reconhecível "AMICUS CURIAE".

Tal, tem como premissa, o meu entendimento de que os motoristas de aplicativos, no contexto em que atuam, são, efetivamente, apenas e tão somente, “ESCRAVIZADOS”, tendo em vista, que a “remuneração” resultante, dos “valores” por “eles” praticados, não cobrem suas despesas pessoais, e nem as despesas de manutenção de seus veículos, bem como, e principalmente, PODEM SER ALIJADOS DOS SEUS "PRETENSOS" NEGÓCIOS em simplória "conveniência", por exemplo do "Dono do Aplicativo".

Afinal, os "Donos dos Aplicativos", conhecem TODOS os Itinerários, sabem QUANTO ganham, e podem auferir uma subjetiva qualidade do trabalho, uma vez que, esta calcada no sistema de "estrelinhas", sem que, necessariamente, existam quaisquer justificativas, portanto, a "Livre Iniciativa", a "Livre Concorrência", a "Liberdade Profissional", o "Valor Social do Trabalho", e a "Proteção ao Consumidor", podem, à margem de qualquer Órgão Institucional, à margem de qualquer respaldo legal, podem ser , efetivamente, RECONHECIDOS como "PRINCÍPIOS VERDADEIROS" ?

O acima colocado, anos apresenta, a certeza de que a atuação dos motoristas de aplicativos, em situação "escravagista", se dá em total discrepância a atuação dos taxistas, contudo, esta discrepância vem ao longo do tempo provocando a, concreta, situação de SUB-EMPREGO dos taxistas.

Outrossim, chamo a sua atenção para a situação da INSEGURANÇA JURÍDICA provocada pela chamada “Lei de Aplicativos”, uma vez que na Cidade do Rio de Janeiro:

Gmail - Enc: Proposta de Reflexão restrições ao transporte individual

https://mail.google.com/mail/u/0?ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=a

1. A Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, em 16 de Novembro de 2016, NEGOU a regulamentação de APLICATIVOS, que motoristas prestadores de serviços particulares sem que sejam TAXISTAS, sem deixarem de utilizar o TAXÍMETRO, sem deixarem de utilizar PLACA VERMELHA, sem que sejam AUTORIZADOS pela Prefeitura do Rio de Janeiro, impedidos de utilizarem o chamado "TIRO", impedidos de utilizarem a chamada "LOTADA", através do Projeto de Lei de número 1362, uma vez que, foram 32 votos a favor e nenhum contrário ao projeto.

2. A Prefeitura do Rio de Janeiro, para garantir aos Cidadãos residentes, ou não, no Rio de Janeiro, as “vantagens” do uso de Aplicativos, criou o Aplicativo TAXI RIO, onde, apenas e tão somente, podem estar inscritos, TAXISTAS., e por isso, garante descontos pré-acordados no Valor do Taxímetro, de tal forma, que nem o Passageiro, e nem o Taxista/Auxiliar, sejam prejudicados.

3. A Prefeitura do Rio de Janeiro, não obrigou nenhum TAXISTA a aderir a TAXI RIO, bem como, não impediu, que nenhum TAXISTA aderisse a qualquer outro Aplicativo já existente, bem como, o uso de firmas (Empresas, Cooperativas ou Associações) que captavam Clientes, somente, através de Telefones.

4. A utilização do Aplicativo da Prefeitura TAXI RIO, não utiliza a chamada “Tarifa Dinâmica”, não permite "Lotada", nem permite "TIRO", existente em alguns Aplicativos, "coisas" que afrontam a Responsabilidade da Prefeitura do Rio de Janeiro de Determinar Valores MÁXIMO pelo uso de Transportes de Passageiros na Cidade do Rio de Janeiro.

Logo, a Cidade do Rio de Janeiro, através da Câmara de Vereadores, e através da Prefeitura, dentro de sua Autonomia Federativa, dentro de suas Atribuições, resolveu, de imediato, a questão, da regulamentação de Aplicativos, garantindo o controle dos Veículos, e de seus Condutores, de tal forma, que lhe seja, CONCRETO, PLENO, e EFETIVO, a Atribuição, e o exercício da REGULAMENTAÇÃO, da FISCALIZAÇÃO, e da definição de Preços Máximos na Atividade Individual, e Particular, de transportes de passageiros.

Portanto, em meu, entendimento, a "Lei de Aplicativos", CRIA a situação de INSEGURANÇA JURÍDICA, tendo em vista que, coloca os Profissionais por ela abraçados como “não TAXISTAS”, uma vez que, OBRIGA as Prefeituras a REGULAMENTAR a atuação destes, de forma, diferente da REGULAMENTAÇÃO da atuação de "TAXISTAS", como, se esta impedisse "TAXISTAS" de utilizarem Aplicativos, isto é, um TAXISTA que esteja atuando como "Motorista de Aplicativo" esta regido pela "Lei de Aplicativos", ou mesmo assim, esta regido pela "Lei que regulamento o serviço de TAXI", ou melhor, um TAXISTA que esteja atuando como "Motorista de Aplicativo" pode atuar em um Município diferente daquele que lhe concedeu Autorização, sem ser TRATADO como "BANDALHA" ?

Partindo-se da certeza de que a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro tem AUTONOMIA para REGULAMENTAR a atividade de Motoristas de Aplicativos, e a atividade de Taxistas, sendo Ela proprietária de um Aplicativo, que utiliza, apenas e tão somente, TAXISTAS, resultante da necessidade de disponibilizar na Cidade do Rio de Janeiro a ATUAÇÃO de Taxistas, em eventual, situação de “TAXISTA de Aplicativo”, e em eventual, situação de “Puro TAXISTA”, garantindo aos seus Usuários opção de Uso, tendo como ÚNICO REFERENCIAL, apenas e tão somente, possíveis DESCONTOS, em contexto do Respeito Integral à Regulamentação do uso de TAXÍMETRO, sem qualquer outro referencial que possa distorcer, como, por exemplo, a chamada “TARIFA DINÂMICA”.

Cabe questionar, se os "TAXISTAS" que aderirem a qualquer Aplicativo, incluso o da Prefeitura do Rio de Janeiro, são TAXISTAS ou motoristas de aplicativos, isto é, uma Lei Ordinária pode, e deve, ser reconhecida como Legítima, apenas e tão somente, por caracterizar uma forma de contratação, que já existia?

Afinal, somente sobre os Taxistas são impostas Normas e Regras, que resultam em SIGNIFICATIVOS CUSTOS, uma vez que que, os motoristas de Aplicativos estão DESOBRIGADOS de cumpri-las, ressaltando, o fato concreto, de que o CONTROLE, e FISCALIZAÇÃO, sobre os TAXISTAS, em função, por exemplo, da “Placa Vermelha”, tem EFICÁCIA INCONTESTÁVEL, TANGÍVEL, e MENSURÁVEL, em contra oposição ao

Gmail - Enc: Proposta de Reflexão restrições ao transporte individual

https://mail.google.com/mail/u/0?ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=a

DESCONTROLE” e a “INSUFICIENTE FISCALIZAÇÃO”, da Unidade Federativa (Município), sobre a quantidade, e a qualidade, dos "motoristas de aplicativos", por estarem dispensados de seu uso.

Vale ressaltar que a Prefeitura do Rio de Janeiro à VÁRIOS ANOS, não concede PERMISSÕES DEFINITIVAS, nem aos AUXILIARES formalmente CADASTRADOS, por entender que a Cidade do Rio de Janeiro, não comporta tanto TAXISTA, e por isso, de forma inquestionável, e irrefutável, NEGA aos JÁ CADASTRADOS como APTOS a conduzir Transporte Individual de passageiros, a possibilidade de SEREM DONOS DE SEU PRÓPRIO NEGÓCIO, uma vez que, não é dado ao AUXILIAR a possibilidade de comprar, e utilizar , seu próprio Veículo.

Não posso deixar de registrar que o DESCONTROLE na Cidade do Rio de Janeiro, não nos permite afirmar com precisão qual é a quantidade de "Taxis" e de "Carros de Aplicativos", mas, posso afirmar sem medo de errar que não é menor do que 5 (cinco) "Carros de Aplicativos", para cada um "TAXI", principalmente, porque o "Carro de Aplicativos" não possui qualquer característica perceptível, enquanto que, o TAXI possui "Placa Vermelha".

Vale ressaltar que os "TAXIS" só podem atuar no Município em que tenha a autorização da Prefeitura, caso contrário, pode, e deve, ser reconhecido como "BANDALHA", e por isso, é passível de sofrer TODAS AS SANÇÕES que a Legislação Vigente determina, algo totalmente diferente com relação aos "Carros de Aplicativos", que podem atuar em qualquer Município.

Aproveito a oportunidade para apresentar Sugestão formalmente encaminhada ao Procurador-Geral da República Federativa do Brasil, de questionar a NULIDADE, ou INCONSTITUCIONALIDADE, da chamada “Lei de Aplicativos”, através da manifestação nº 20180037625, formalizada em 07 de Março de 2018, que resultou no atendimento no MPF sob o número PGR-00114885/2018, que esta identificado com o documento 84297172.

Atenciosamente,

Plinio Marcos Moreira da Rocha

Rua Gustavo Sampaio nº 112 apto. 603- LEME – Rio de Janeiro – RJ

CEP – 22010-010

Tel. Cel. (21) 9 8618-3350

---------- Mensagem encaminhada ---------- De: MPF Sistema Cidadão <manifestacao-noreply@mpf.mp.br> Data: 7 de março de 2018 14:31 Assunto: Sala de Atendimento ao Cidadão - MPF 20180037625 Para: pliniomarcosmr@gmail.com

Gmail - Enc: Proposta de Reflexão restrições ao transporte individual

https://mail.google.com/mail/u/0?ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=a

Ilmo(a) Sr.(a), Sua manifestação foi cadastrada com

Ilmo(a) Sr.(a), Sua manifestação foi cadastrada com sucesso!

Número da manifestação: 20180037625

Chave de Consulta: b491617c87b60b14494a68893aea03bd

Data da manifestação: 07/03/2018

Descrição:

Favor desconsiderar a Manifestação nº 20180037476 que ficou incompleta. A notícia "Câmara aprova regras para aplicativos de transporte; licença e placa vermelha não serão necessárias", veiculada pela Câmara de Deputados Federais, 28/02/2018 às 23:08 horas, informa que o Projeto de Lei 5587/16 foi aprovado e que vai a sanção presidencial, também nos permite vislumbrar aspectos INCONSTITUCIONAIS que devem ser apreciados pelo Supremo Tribunal Federal através de instrumento jurídico apropriado, emitido pelo Procurador-Geral da República.

Solicitação:

Inconstitucionalidades no Lei 5587/16 - regulamenta os serviços de transporte por aplicativos. 1 – A obrigatoriedade dos Municípios regulamentarem e fiscalizarem tais serviços FERE DE MORTE o princípio do Federalismo, uma vez que, serviço particular de passageiros é de Responsabilidade Exclusiva dos Municípios, de reconhecimento Nacional e Internacional. Afinal, nos EUA, origem do UBER, a decisão sobre a utilização, ou não, do serviço é Municipal. 2 – A identificação de Todos os Serviços Privados são oficialmente reconhecidos pela Placa Vermelha, o que permite uma eficiente fiscalização, do serviço, e da quantidade de permissionários. O que explica o fato de existirem Motoristas Auxiliares conduzindo TAXIS, pois, não sendo Permissionário, não pode conduzir carro próprio. Afinal, como será possível cumprir a fiscalização "Será considerado ilegal o transporte remunerado privado individual que não seguir os requisitos previstos na futura lei e na regulamentação municipal.", quando a oficialidade na identificação do veículo é gritante. Principalmente quando TAXIS historicamente utilizam aplicativos, através de firmas como 99taxi, easy taxi, cooperativas, associações que os possuem.

Demais informações serão encaminhadas para seu endereço de e-mail.

Para consultar o andamento da manifestação, favor acessar a página eletrônica do MPF, opção Sala de Atendimento ao Cidadão, consultar andamento e inserir o número da manifestação e a chave de consulta fornecida acima.

Atenciosamente,

Sala de Atendimento ao Cidadão - Sistema Cidadão Ministério Público Federal

Obs.: Não responda a este e-mail. Mensagens encaminhadas/respondidas para o endereço eletrônico do remetente serão desconsideradas.

Interesses relacionados