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27/04/2017

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS


DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E
REJEITOS

Análises de estabilidade de taludes

PROFESSOR: Dr. Sidnei Helder Cardoso Teixeira


Curitiba, 26 de Abril de 2017

Análise de estabilidade – Movimentos de Terra


 Quando a resistência do solo não é suficiente para conter a ação das forças
desestabilizantes, uma parte do solo passa a se mover em relação a outra, ocorrendo a
ruptura. De acordo com a velocidade de movimento da parte do solo instável, os movimentos
de terra podem ser classificados em: rastejo, escorregamento e desmoronamento;
• Os rastejos são movimentos bastante lentos e contínuos que ocorrem nas camadas
superficiais do maciço, não ocorrendo necessariamente uma ruptura clássica, com separação
das massas estável e instável do sol;
• Os escorregamentos, por sua vez, são movimentos que podem ser lentos ou rápidos e
procedem do deslocamento de uma cunha de solo que se movimenta em relação ao resto do
maciço, segundo uma superfície de ruptura bem definida. No caso de taludes são
normalmente causados por uma redução da resistência interna do solo que se opõe ao
movimento da massa deslizante e/ou por um acréscimo das solicitações externas aplicadas
ao maciço
• Os desmoronamentos são movimentos rápidos, resultante da ação da gravidade sobre a
massa de solo que se destaca do restante do maciço e rola talude abaixo, acumulando-se no
pé da encosta.

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Análise de estabilidade – Tipos de ruptura


 A forma da superfície de ruptura pode ser circular ou não circular, quando em presença de
solo homogêneo e não homogêneo:

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Análise de estabilidade
 Após a concepção preliminar do projeto da barragem, do qual constam diversas seções
representativas de trechos no vale e nas ombreiras, que já foram submetidas a análises de
percolação, são processadas análises de estabilidade, para verificar se os coeficientes de
segurança ao escorregamento de taludes estão de acordo com os critérios de projeto;
 As análises são processadas para as etapas de construção e de funcionamento, incluindo-se
rebaixamento do reservatório, até níveis compatíveis com a sua operação;
 Nas análises de estabilidade utilizam-se métodos de equilíbrio limite, bidimensionais, dentre
os mais comuns podem ser citados:
• Método de Bishop simplificado;
• Método de Spencer;
• Método de Janbu;
• Método de Morgenstern & Price;
• Método de Fellenius.
 Alguns métodos permitem a consideração de superfície de ruptura "não circular" ou
"poligonal", que são interessantes para representar, mais fielmente, condições que podem
ocorrer no maciço da barragem e/ou da fundação.

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Análise de estabilidade – Círculo de Mohr


 O estado de tensão em todos os planos passando por um ponto pode ser representado
graficamente, num sistema de coordenadas em que as abcissas são as tensões normais e as
ordenadas são as tensões de cisalhamento.

σα = + . Cos2α + . sen2α
Tensões principais
τα = . 2α - . cos2α Tensão vertical (σ1) Tensão confinante (σ3)

R= ²+ ² σI = + ²+ ² σIII = - ²+ ²

αp =

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Análise de estabilidade - Tensões


 Nas análises de estabilidade, podem ser utilizadas envoltórias de resistência ao cisalhamento, em
termos de tensões totais e efetivas;
 No primeiro caso, admite-se que as pressões neutras, decorrentes da variação do estado de
tensões na barragem, correspondem às pressões neutras desenvolvidas nos ensaios de
compressão triaxial, realizados de forma a retratarem a trajetória de tensões que ocorre durante a
construção do aterro e na fundação.

τ = c’ + σn tg φ’ (Envoltória efetiva)

τ = c + σn tg φ (Envoltória Total)

+
=

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Análise de estabilidade – Método do Equilíbrio limite


 Os métodos para a análise da estabilidade de taludes, atualmente em uso, baseiam-se na hipótese de
haver equilíbrio numa massa de solo, tomada como corpo rígido-plástico, na iminência de entrar em um
processo de escorregamento. Daí a denominação geral de "métodos de equilíbrio-limite“;
 A partir do conhecimento das forças atuantes, determinam-se as tensões de cisalhamento induzidas,
por meio das equações de equilíbrio;
 A análise termina cora a comparação dessas tensões com a resistência ao cisalhamento do solo em
questão.

Fator de Segurança (FS)


Onde:
Resistência Mobilizada
F=
Tensão cisalhante mobilizada

Em termos de tensões efetivas

= c’ + σ’n Tg (φ’)

Logo:

c’ + σ n Tg (φ’)
F=

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Análise de estabilidade – Método do Equilíbrio limite


 Os Métodos de Equilíbrio-Limite partem dos seguintes pressupostos:
• o solo se comporta como material rígido-plástico ( Rompe-se bruscamente, sem se deformar);
• As equações de equilíbrio estático são válidas até a iminência de ruptura, quando, na realidade, o
processo é dinâmico;
• O coeficiente de segurança (FS) é constante ao longo da linha de ruptura, isto é, ignoram-se
eventuais fenômenos de ruptura progressiva.
Forma Equilíbrio de Esforços
Método Equilíbrio
Circular Não Circular Equilíbrio de Momentos
de forças
Talude Infinito X X
Método das cunhas X X
Fellenius X X
Bishop X (x) X (x)
Bishop Simplificado X (x) X

Janbu Simplificado (x) X X


Lowe e Karafiath X (x) X
Spencer X (x) X X
Morgenstern e Price X X X X
Janbu Rigoroso X X X X
Fredlund e Krahn X X X X

Observação: O método pode ser adaptado para tal situação onde tiver (x).

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Análise de estabilidade – Método do Talude Infinito


 Um talude é considerado infinito quando a relação entre as suas grandezas geométricas, extensão
e espessura, for muito grande. Nestes taludes, a superfície de ruptura é admitida como sendo
paralela á superfície do terreno.

Formulações

Solo não saturado e coesivo Solo não saturado e não coesivo Solo saturado e não coesão

Fs = + Fs = Fs =

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Análise de estabilidade – Método de Fellenius


 Uma das primeiras soluções do tipo método das fatias foi proposta por Fellenius, o qual admitiu que
as forças entre fatias são iguais e opostas, ou seja os esforços interfatias são desprezados;
 O fator de segurança é determinado diretamente pelo equilíbrio de momentos em torno do centro
geométrico do círculo estudado;
 O equilíbrio de forças não é garantido;

Formulação

∑ . . . .
Fs = ∑ .

Legenda:
u – Poropressão média na base da fatia;
c’ – Coesão efetiva do solo;
Φ’ – ângulo de atrito efetivo do solo;
W – Peso da fatia;
– Inclinação da fatia em relação a superfície de ruptura;
b – Espessura da fatia.

 É um método conservador e simples, o que permite que erros apreciáveis possam ocorrer, em
particular, em casos de circulas de ruptura profundos e poro-pressões elevadas.

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Análise de estabilidade – Método de Bishop Simplificado


 O método proposto por BISHOP (1955), conhecido como método de Bishop simplificado, admite,
para uma superfície circular, que não existem esforços cisalhantes interfatias (X), somente esforços
normais (E);
 O fator de segurança é determinado tomando-se o somatório de momentos, em torno do centro
geométrico do círculo estudado, e garantindo que este somatório seja igual a zero. O método
garante ainda o equilíbrio de forças na vertical.

Formulação

∑ . . . .
Fs = ∑ .

Arbitrar FS → Achar

Legenda:
u – Poropressão média na base da fatia;
c’ – Coesão efetiva do solo;
Φ’ – ângulo de atrito efetivo do solo;
W – Peso da fatia;
– Inclinação da fatia em relação a
superfície de ruptura;
b – Espessura da fatia.

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Análise de estabilidade – Método de Bishop Simplificado


 Através do Ábaco é possível obter o valor de Mα em função da inclinação de cada fatia, do ângulo
de atrito do solo da base da superfície de escorregamento e do Fator de Segurança estimado para
a superfície de escorregamento;
 Como procedimento prático recomenda-se dividir o talude em cerca de 10 fatias, a partir deste valor
há pouco ganho na precisão e um considerável aumento dos cálculos;
 Cada par de valores, centro e raio de círculo hipotético, conduz a um valor de fator de segurança do
equilíbrio de forças na vertical.

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Análise de estabilidade – Método de Janbu Simplificado


 O método de Janbu simplificado é uma particularidade do método rigoroso de fatias de
Janbu(1955);
 A versão simplificada , assim como o Bishop simplificado, é baseado em equilíbrio de forças,
desprezando as componentes verticais Yi e Yi+1 tangenciais às laterais das fatias;

 Para satisfazer parcialmente o equilíbrio de momentos,


jambus propôs um fator de correção empírico f0. Tal fator é
dependente do tipo de solo e da forma da superfície de
deslizamento.

∑ . . . .
Fs = ∑
.

Onde:
. ′
cos . 1

Legenda:
u – Poropressão média na base da fatia;
c’ – Coesão efetiva do solo;
Φ’ – ângulo de atrito efetivo do solo;
W – Peso da fatia;
– Inclinação da fatia em relação a superfície de ruptura;
b – Espessura da fatia.

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Análise de estabilidade – Método de Spencer


 É um método que atende as condições de equilíbrio de forças e de momentos, ou seja, método
rigoroso. O método de Spencer assume que a inclinação das forças resistentes nas laterais da fatia
são constantes, isto é : f(x) =1 e λ 0;
 O método de Spencer pode ser compreendido como uma particularidade do método de
Morgenstern & Price (1965) para a função constante;

 Spencer assumiu que as forças de interação entre as fatias são paralelas entre si, ou seja, todas
elas possuem o mesmo ângulo de inclinação o qual também será calculado como parte da solução
de equilíbrio, ao invés de ser adotado. Este método considera uma força Qi, que equivale a
resultante das forças Xi, Xi+1, Ei e Ei+1. Também assume que Qi e atuam no ponto médio da base
da fatia.
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Análise de estabilidade – Método de Spencer


 Impondo o equilíbrio de forças nas direções normal e paralela à base da fatia e considerando o
critério de ruptura de Mohr – Coulomb, obtém-se: Legenda:
u – Poropressão média na base da fatia;
c’ – Coesão efetiva do solo;
. . . . .
Φ’ – ângulo de atrito efetivo do solo;
Q= W – Peso da fatia;
;
. – Inclinação da fatia em relação a superfície de ruptura;
b – Espessura da fatia;
– Inclinação da força resultante Q.

 Supondo que não existam forças externas atuando no talude, as componentes horizontal e vertical da
força Q devem ser nulas. Portanto:

∑ =0 e ∑ =0

 Como a soma dos momentos das forças externas em relação ao centro de rotação é zero, a soma
das forças entre as fatias em relação ao centro também é nula.

• ∑ . . (α = 0 , sendo R uma superfície circular constante


Realiza varias simulações variando
ate que as curvas de Fs se coincidam
Logo:
∑ (α =0

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Análise de estabilidade – Método de Morgenstern & Price


 É um método rigoroso de cálculo, proposto por MORGENSTERN & PRICE (1965). Os demais
métodos vistos anteriormente, isto é, os métodos de Fellenius, Bishop simplificado, Janbu
simplificado e Spencer podem facilmente ser considerados como casos particulares deste ultimo
método;

 O método atende a todas a equações de equilíbrio e a superfície de ruptura pode ter uma forma
qualquer (circular, não circular ou composta). Os esforços normais e cisalhantes interfatias mantêm
uma relação definida por uma função f(x)

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Análise de estabilidade – Método de Geral do Equilíbrio


 O Método de Equilíbrio Generalizado é uma extensão dos métodos de Spencer e de Morgenstern-
Price uma vez que também recorre a uma função arbitrária f(x) para determinar as forças de
interação entre fatias e a estimativa do FS é feita através do cálculo de dois fatores de segurança,
um resulta do equilíbrio de forças (FSF) e outro resulta do equilíbrio de momentos (FSm).

Legenda:
∑ . . u – Poropressão média na base da fatia;
FSF = ∑ c’ – Coesão efetiva do solo;
Φ’ – ângulo de atrito efetivo do solo;
W – Peso da fatia;
– Inclinação da fatia em relação a superfície de ruptura;
∑ . . b – Espessura da fatia;
FS = ∑ ∑ – Força normal na base da fatia;
D – Carga externa linear;
d – Distância perpendicular entre a carga externa aplicada ao centro de rotação
R – Braço de alavanca de momento associado a força cisalhante
f – Braço de alavanca de momento associado à força normal N
ω –Ângulo da carga linear com a horizontal

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Análise de estabilidade – Final de construção


 Esta condição é crítica, principalmente para a seção de fechamento da barragem, construída em
um curto intervalo de tempo (alguns meses), quando se desenvolvem pressões neutras devidas
ao adensamento do aterro, não dissipadas totalmente, como consequência da velocidade de
construção;
 Utilizando-se envoltórias efetivas, obtidas por meio de ensaios drenados, as pressões neutras
podem ser estimadas, com base em dados de piezômetros, instalados em outras seções da mesma
barragem, construídas anteriormente, ou de outras barragens, construídas com materiais e em
condições semelhantes, ou a partir de resultados de ensaios PN (ensaios traxiais não drenados,
com aumento concomitante de σ3 e σ1 ,em razão constante);
 Análises em termos de tensões totais – Ensaio Rápido (UU)

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Análise de estabilidade – Operação c/ reserv. cheio


 Após o enchimento do reservatório, admite-se que a barragem e a fundação já sofreram
adensamento, provocado pela construção do aterro, e que a rede de fluxo já se estabeleceu,
para o nível máximo do reservatório;
 As análises são processadas, considerando-se envoltórias de ensaios triaxiais drenados e de
ensaios triaxiais adensados rápidos, saturados e não saturados;
 As pressões neutras, devidas à percolação de água, são calculadas com base na rede de
fluxo;
 O espaldar de jusante é o mais crítico, pois o de montante é beneficiado pela pressão
hidrostática do reservatório sobre o talude.

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Análise de estabilidade – Rebaixamento rápido


 Mesmo quando o rebaixamento se processa durante alguns meses, nos períodos de estiagem, ele
pode ser considerado como instantâneo, devido à baixa permeabilidade do aterro, não propiciando
condições para a dissipação das pressões neutras que se desenvolveram com a percolação de
água;
 A estabilidade do espaldar de montante fica prejudicada, pela ausência da pressão hidrostática
sobre o talude. enquanto que, internamente, as pressões neutras se mantêm elevadas;

 A avaliação das pressões neutras pode ser feita, admitindo-se que seja igual a unidade

(Morgenstern, 1963) e que a pressão neutra remanescente, após o rebaixamento, fique


correspondendo, conservativamente, à altura da coluna d'água, do ponto considerado até o nível
máximo do reservatório.

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Coef. de segurança mínimo em Barragens (USACE)


Envoltória de
Caso Condições de projeto FS mínimo Observações
resistência
Talude de Montante
1 Final de construção 1,3(2) Q ou S (3)
e de jusante
Rebaixamento do
Talude de Montante
2 reservatório a partir do NA 1,4(4) R,S
Envoltória composta
máximo
Rebaixamento do
Talude de Montante
3 reservatório a partir do NA 1,2 R,S
Envoltória composta
do vertedor
Operação, com reservatório (R+S)/2 para R<S Talude de Montante
1,5
parcial S para R>S Envoltória média
4
Operação, com reservatório (R+S)/2 para R<S Talude de Montante
1,5
nível máximo S para R>S Envoltória média
Terremoto (casos I, IV e V Talude de Montante
5 1,0 ---(5)
com carregamento sísmico) e de jusante

Notas:

• Não aplicável aos maciços sobre fundação de folhelhos argilosos; para estas condições,
devem ser utilizados coeficientes de segurança maiores;
• Para maciços com mais de 15 metros de altura, sobre fundação relativamente fraca, utilizar
coeficiente de segurança mínimo de 1,4;
• Em zonas onde não se antevê excesso de pressão neutra, utilizar envoltória S;
• O coeficiente de segurança não deve ser menor que 1,5. quando as pressões neutras são
obtidas a partir de rede de fluxo de rebaixamento;
• Usar a envoltória de resistência para o caso analisado sem terremoto.

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Aula prática de Geoslope – Estabilidade de Taludes

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