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ÍNDICE

DES - 01 VPC VALETA PARA PROTEÇÃO DE CORTE DES - 28 CDR CAMADA DRENANTE PARA CORTE EM ROCHA

DES - 02 MPC MURETA PARA PROTEÇÃO DE CORTE DES - 29 DEP DRENO ESPINHA DE PEIXE

VALETA PARA PROTEÇÃO DE ATERRO DES - 30 DPS DRENO PROFUNDO LONGITUDINAL PARA CORTE EM SOLO - POSICIONAMENTO
DES - 03 VPA
DES - 31 DPS DRENO PROFUNDO LONGITUDINAL PARA CORTE EM SOLO
DES - 04 SBA SARJETA DE BANQUETA

DES - 05 SARJETA DE CONCRETO EM ATERRO DES - 32 DPT DRENO PROFUNDO - TERMINAL


SCA

SARJETA DE CONCRETO EM CANTEIRO CENTRAL DES - 33 DSS DRENO SUB-SUPERFICIAL


DES - 06 SCT

SARJETA DE CONCRETO EM CORTE DES - 34 BDS BOCAS DE SAÍDA DE CONCRETO PARA DRENO SUB-SUPERFICIAL
DES - 07 SCC

SARJETA DE CONCRETO EM MEIA CANA DES - 35 DTV DRENO DE TALVEGUE


DES - 08 SMC
DES - 36 BDB BERÇO E DENTE PARA ASSENTAMENTO DE BUEIRO
DES - 09 SSA SAÍDA D'ÁGUA SIMPLES, EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 01
DES - 37 BST BOCA SIMPLES PARA REDE TUBULAR DE CONCRETO
DES - 10 SSA SAÍDA D'ÁGUA SIMPLES, EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 02
DES - 38 BDT BOCA DUPLA PARA REDE TUBULAR DE CONCRETO
DES - 11 SDA SAÍDA D'ÁGUA DUPLA, EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 01

DES - 12 DES - 39 BTT BOCA TRIPLA PARA REDE TUBULAR DE CONCRETO


SDA SAÍDA D'ÁGUA DUPLA, EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 02
DES - 40 CPA CAIXA DE PASSAGEM TIPO "A"
DES - 13 SDC SAÍDA D'ÁGUA SIMPLES EM TALUDE DE CORTE

DESCIDA D'ÁGUA EM TALUDE DE ATERRO DES - 41 CPB CAIXA DE PASSAGEM TIPO "B"
DES - 14 DDA

DES - 15 DESCIDA D'ÁGUA EM TALUDE DE ATERRO DES - 42 CPC CAIXA DE PASSAGEM TIPO "C"
DDA

DESCIDA D'ÁGUA EM DEGRAUS EM TALUDE DE CORTE DES - 43 RTC REDE TUBULAR DE CONCRETO
DES - 16 DCD

DES - 17 DCM DESCIDA D'ÁGUA EM TALUDE DE ATERRO, COM CALHA METÁLICA DES - 44 BLS BOCA-DE-LOBO SIMPLES COMBINADA COM GRELHA DE CONCRETO

DES - 18 DDD DESCIDA D'ÁGUA EM DEGRAUS, EM TALUDE DE ATERRO DES - 45 BLD BOCA-DE-LOBO DUPLA COMBINADA COM GRELHA DE CONCRETO

DES - 46 GBL GRELHA DE CONCRETO PARA BOCA DE LOBO


DES - 19 DDD DESCIDA D'ÁGUA EM DEGRAUS, EM TALUDE DE ATERRO
DES - 47 PVA POÇOS DE VISITA TIPO "A"
DES - 20 DSP DISPERSOR
DES - 48 PVB POÇOS DE VISITA TIPO "B"
DES - 21 DEN DISSIPADOR DE ENERGIA PARA SAÍDAS D'ÁGUA E VALETA PROTEÇÃO DE CORTE

DES - 22 DES - 49 PVC POÇOS DE VISITA TIPO "C"


DEN DISSIPADOR DE ENERGIA PARA DESCIDA D'ÁGUA E BOCAS DE BUEIRO

DES - 23 CCA CAIXA COLETORA DE SARJETA EM ALVENARIA DES - 50 CPV CHAMINÉ DE POÇO DE VISITA

DES - 24 CCC CAIXA COLETORA DE SARJETA EM CONCRETO DES - 51 TFC TAMPÃO DE FERRO FUNDIDO CINZENTO

DES - 52 DDC DESCIDA D'ÁGUA TIPO CALHA


DES - 25 GCC GRELHA DE CONCRETO PARA CAIXA COLETORA
DES - 53 SCU SARJETA DE CONCRETO URBANA
DES - 26 LPT LEIRA DE PROTEÇÃO
DES - 54 MFC MEIO FIO DE CONCRETO
DES - 27 DPR DRENO PROFUNDO LONGITUDINAL PARA CORTE EM ROCHA
DES - 55 SPV SARJETA PARA PASSAGEM DE VEÍCULOS

DESENHOS TIPO OBS: Revisão realizada 22/01/2013 ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM
R
G

Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
ÍNDICE
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS
OBJETIVOS
DIMENSÕES VPC - VALETA PARA PROTEÇÃO DE CORTE
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e
DIMENSÃO (cm)
recomendações técnicas para as valetas TIPO
de proteção de corte a serem utilizadas VPC a b c L CORTE TRANSVERSAL
em obras rodoviárias. 30 50 110
01 30
135
mín. 3 m
02 30 30 75
DEFINIÇÕES Off - set
03 30 30 100 160
Valeta de proteção de corte é o 50 110
04 30 30
dispositivo de drenagem superficial, que
tem a função de interceptar, captar e 05 30 30 75 135
conduzir as águas que afluem em 06 30 30 100 160
direção aos taludes de corte.

CONSUMO POR METRO


APLICAÇÕES Talude de corte
As valetas de proteção de corte deverão TIPO DISCRIMINAÇÃO
ser posicionadas do lado de montante VP Esc. Conc. G. Mad. Caiação
dos taludes de corte, em solo, afastadas UN (m³) (m³) (m²) (m²) Pista
no mínimo 3,0 m da crista. As valetas de
01 0,24 - - -
proteção dos tipos 01, 02 e 03 deverão
ser utilizadas em solos coesivos. As 02 0,32 - - -
valetas de proteção do tipo 04, 05, 06, 03 0,39 - - -
deverão ser utilizadas em locais 0,34 0,10 0,24 1,55
04
suceptíveis a erosão. VALETA DE PROTEÇÃO DE CORTE EM SOLO
05 0,44 0,12 0,29 1,80
06 0,53 0,14 0,33 2,05 (VPC - 01, 02 e 03 )
ESPECIFICAÇÕES
Em todos os tipos de valetas de
proteção, o terreno de fundação deverá
L
ser regularizado e apiloado LEGENDA
manualmente. No caso de valetas Conc. Concreto
revestidas de concreto moldado in loco,
Esc. Escavação a
o concreto deverá ser constituido de
cimento Portland, água e agregados, G. Mad. Guia de Madeira
com resistência Fck = 11,0 MPa, na b
espessura de 7,0 cm. As guias de 1
madeira das valetas revestidas em 1
concreto serão instaladas segundo a 1 1
seção transversal, e espaçadas de, no
máximo, 2,0 m e vedadas com material
asfáltico ou similar. c

CONTROLES TECNOLÓGICOS

Os materiais e misturas deverão ser


submetidos aos ensaios previstos na VALETA DE PROTEÇÃO DE CORTE EM CONCRETO
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
(VPC - 04, 05 e 06)
Agregados para concreto: NBR -
L
7211/05, NBRNM - 26, NBRNH 248,
NBR - 71218/82 e NBRNM - 46.
a
MEDIÇÕES

Será medido em metro linear, estando b


7
incluído, a execução dos serviços e o
fornecimento dos materiais constantes 1
1
no quadro de consumo, bem como o 1
transporte de todos os materiais até o 1
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
VPC em cm. VALETA PARA PROTEÇÃO DE CORTE
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 01
OBJETIVOS
DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e DIMENSÃO (cm) MPC- MURETA PARA PROTEÇÃO DE CORTE
TIPO
recomendações técnicas para as a b c
muretas de proteção de corte a serem
MPC 25 15 25
utilizadas em obras rodoviárias.
CORTE TRANSVERSAL
DEFINIÇÕES
CONSUMO POR METRO
Mureta de proteção de corte é o DISCRIMINAÇÃO Mínimo = 0,50 m
TIPO
dispositivo de drenagem superficial MPC Concreto Forma Aço Furo Grout
capaz de interceptar e direcionar as
águas para fora do talude de corte em UN (m³) (m²) (Kg) (un) (m³)
-5
rocha. 01 0,05 0,54 0,06 0,30 1,10x10
Off - set

APLICAÇÕES
Detalhe "A"
A mureta de proteção de corte deverá
ser posicionada do lado de montante
dos taludes de corte, em rocha, afastada Talude de Corte
no mínimo 0,50 m da crista do corte. em Rocha

ESPECIFICAÇÕES Pista de Rolamento

A mureta deverá ser, se moldada in loco,


em concreto constituido de cimento
Portland, água e agregados, com
resistência Fck = 11,0 MPa. O ferro
para a ancoragem da mureta de corte
em rocha deverá ter diâmetro de 12,5
mm e comprimento 20 cm com
espaçamento de 5,0 m. O diâmetro do DETALHE "A"
furo deverá ser de 25,0 mm, e o ferro
será fixado com nata de cimento.
b

CONTROLES TECNOLÓGICOS

Os materiais e misturas deverão ser


submetidos aos ensaios previstos na CA - 50A
referida norma da ABNT: - Concreto: Ferro (DN = 12,5mm)
a cada 5 m
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - c
Agregados para concreto: NBR - 7211/05,
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
10
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras:
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR-
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82
e NBR - 7478/82. 10
rocha Furo (DN = 25mm)

MEDIÇÕES
Chumbar com Grout
Será medido em metro linear, estando a
incluído, a execução dos serviços e o
fornecimento dos materiais constantes
no quadro de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
MPC em cm.
MURETA PARA PROTEÇÃO DE CORTE
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 02
OBJETIVOS
CONSUMO POR METRO
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e DISCRIMINAÇÃO
TIPO Escavação Compactação manual
recomendações técnicas para as valetas VPA - VALETA PARA PROTEÇÃO DE ATERRO
de proteção de aterro a serem utilizadas VPA (m³) (m³)
em obras rodoviárias.
01 0,96 0,96

CONSUMO POR METRO


DEFINIÇÕES
DISCRIMINAÇÃO Talude do aterro
Valeta de proteção de aterro é o TIPO Esc.
Comp.
Man. G. Mad. Conc. Arg. Grama VPA - 01
dispositivo de drenagem superficial, que (m³)
VPA (m³) (m²) (m³) (kg) (m²)
tem a função de interceptar, captar e
conduzir as águas que afluem em 02 0,55 0,55 0,35 0,160 0,23 1,70
direção aos taludes de aterro.

> 200 Material da escavação apiloado


LEGENDA

APLICAÇÕES Esc. Escavação


Comp. Compactação Manual
Man.
A valeta de proteção de aterro G. Mad. Guia de Madeira (2,5 X 8,0 cm) 60
deverá ser posicionada do lado de
jusante dos taludes de aterro, afastadas Conc. Concreto o na tural
Terren
de, no mínimo, 2,00 m da linha de off - Arg. Argamassa Asfáltica 100
set. A valeta de proteção deverá ser Linha de OFF - SET
ultilizada em solos coesivos.

ESPECIFICAÇÕES

O terreno de f undação deverá ser


regularizado e apiloado manualmente. O
solo r etirado da escavação da valeta
deverá ser posicionado e revegetado Talude do aterro
manualmente como indicado no corte
tranversal. As valetas com numeração
ímpar são em solo e as de numeração VPA - 02
par são em concreto. O concreto deverá
ser constituído de cimento Portland,
á g u a e a g r e g a d o s , c o m r e s ist ê nc i a
Fck= 15,0 MPa na espessura de 8,0 cm.
As guias de madeira das valetas deverão Escavação
100
ser instaladas segundo a seção
transversal e espaçadas de 3,0 m. Serão
assentadas juntas com argamassa
asfáltica a cada 12m.
30
1
8
1 Concreto

MEDIÇÕES Solo Escavado Apiloado 100

Será medido em metro linear, estando


incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


DESENHOS TIPO R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
VPA em cm.
VALETA PARA PROTEÇÃO DE ATERRO
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 03
OBJETIVOS DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as DIMENSÃO (cm)
SBA - SARJETA DE BANQUETA
TIPO
formas, dimensões, especificações e
SBA a b c L
recomendações técnicas para sarjetas
de banqueta a serem utilizadas em 01 20 20 20 60
obras rodoviárias. 02 30 30 30 90 SARJETA DE BANQUETA EM ATERRO
DEFINIÇÕES SBA - 01 e 02
Corte transversal
Sarjeta de banqueta é o dispositivo de
drenagem superficial que tem a função Acostamento
de coletar e conduzir as águas CONSUMO POR METRO
superficiais provenientes das 4m
TIPO DISCRIMINAÇÃO
precipitações sobre os taludes e
banquetas, conduzindo-as até o local de SBA Conc. Esc. G. Mad. Caiação Talude de aterro Banqueta
desague seguro. UN (m³) (m³) (m²) (m²) i=5%

01 0,06 0,14 0,11 0,96


APLICAÇÕES
02 0,09 0,27 0,20 1,35
As sarjetas de banqueta tipo SBA - 01 e Sarjeta de banqueta detalhe "A" Talude de aterro
SBA - 02 serão utilizadas nas banquetas
de corte e aterro. A leira de proteção tipo
LPT é parte integrante do projeto da LEGENDA
sarjeta de banqueta. Conc. Concreto
Esc. Escavação SARJETA DE BANQUETA EM CORTE
ESPECIFICAÇÕES
G. Mad. Guia de Madeira (2,5 X 7,0) centímetros SBA - 01 e 02
Para o posicionamento da sarjeta deverá Corte transversal
ser observado o detalhe "A" devendo
sua borda se localizar 7,0 cm abaixo da
superfície de terraplenagem. Em todos
4m
os tipos de sarjeta, o terreno de
fundação deverá ser regularizado e
apiloado manualmente, com declividade Banqueta 5%
= 0,5 % . O concreto deverá ser Talude de corte
constituído de cimento Portland, água e Talude de corte
agregados, com resistência Fck= 11,0
MPa na espessura de 7,0 cm. As guias
de madeira das sarjetas deverão ser Acostamento Detalhe "A" Sarjeta de banqueta
instaladas segundo a seção transversal e
espaçadas de, no máximo, 2,0 m. As
juntas deverão ter espaçamento máximo
de 2,0 m e vedadas com material
asfáltico ou similar.

CONTROLES TECNOLÓGICOS
SARJETA DE BANQUETA
Os materiais e misturas deverão ser DETALHE "A"
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto:
Talude
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
L
Agregados para concreto: NBR - Banqueta
7211/05, NBRNM - 26, NBRNH 248,
NBR - 71218/82 e NBRNM - 46. Revestimento vegetal
a 7

MEDIÇÕES
b 7
Será medido em metro linear, estando
incluído, a execução dos serviços e 1
1
fornecimento dos materiais constantes 1
1
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o c
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
SBA em cm. SARJETA DE BANQUETA
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 04
OBJETIVOS DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as DIMENSÕES (cm)
formas, dimensões, especificações e TIPO
a b c h
recomendações técnicas para as sarjetas SCA - SARJETA DE CONCRETO EM ATERRO
de aterro, a serem utilizadas em obras SCA - 30/10 3,0 27,0 13,0 10,0
rodoviárias. L = 60 SCA - 30/15 4,5 25,5 14,5 15,0
DEFINIÇÕES SCA - 30/20 6,0 24,0 16,0 20,0
Sarjeta de aterro é o dispositivo de
SCA - 40/10 3,0 37,0 13,0 10,0
drenagem superficial, que tem a função
de captar e conduzir as águas SCA - 40/15 4,5 35,5 14,5 15,0
L = 70
superficiais provenientes das SCA - 40/20 6,0 34,0 16,0 20,0 CORTE TRANSVERSAL
precipitações sobre a plataforma da SCA - 40/25 7,5 32,5 17,5 25,0
rodovia, até local de desague seguro.
SCA - 50/10 3,0 47,0 13,0 10,0
APLICAÇÕES
Quando a plataforma não tiver SCA - 50/15 4,5 45,5 14,5 15,0 Detalhe "A"
acostamento, ou este for de largura L = 80 SCA - 50/20 6,0 44,0 16,0 20,0
Pista
inferior a 1,50 m, a inclinação transversal SCA - 50/25 7,5 42,5 17,5 25,0
da sarjeta "i", deverá ser inferior a 34%. SCA - 50/30 9,0 41,0 19,0 30,0
Nestes casos, poderão ser indicadas:
SCA 30/10, SCA 40/10, SCA 50/10, SCA SCA - 60/10 3,0 57,0 13,0 10,0
Talude de
50/15, SCA 60/10, SCA 60/15, SCA SCA - 60/15 4,5 55,5 14,5 15,0 Aterro
60/20, SCA 70/10, SCA 70/15 e SCA L = 90 SCA - 60/20 6,0 54,0 16,0 20,0
70/20. Quando a largura do acostamento
SCA - 60/25 7,5 52,5 17,5 25,0
for maior ou igual a 1,5 m poderão ser
utilizados as sarjetas com i superior a SCA - 60/30 9,0 51,0 19,0 30,0
34%, como: SCA 30/15,SCA 30/20,
SCA - 70/10 3,0 67,0 13,0 10,0
SCA 40/15, SCA 40/20, SCA 40/25,SCA
SCA - 70/15 4,5 65,5 14,5 15,0
50/20, SCA 50/25, SCA 50/30,SCA 60/25,
SCA 60/30, SCA 70/25 e SCA 70/30. L = 100 SCA - 70/20 6,0 64,0 16,0 20,0
ESPECIFICAÇÕES SCA - 70/25 7,5 62,5 17,5 25,0
Em todos os tipos de sarjetas, o terreno SCA - 70/30 9,0 61,0 19,0 30,0
de fundação deverá ser regularizado e
CONSUMO POR METRO
apiloado manualmente. O concreto
DISCRIMINAÇÃO
deverá se constituído de cimento TIPO
SCA Esc. Conc. G. Mad. Caiação
Portland, agregados e água, com
resistência Fck =11,0 MPa. As guias de (m³) (m³) (m²) (m²) DETALHE "A"
madeira das sarjetas serão instaladas 30/10 0,05 0,05 0,04 0,54
segundo a seção transversal, e L = 60 30/15 0,07 0,06 0,06 0,60
espaçadas de, no máximo, 2,0 m. As
30/20 0,09 0,07 0,07 0,67
juntas serão espaçadas de, no máximo,
2,0 m e vedadas com material asfáltico ou 40/10 0,06 0,05 0,06 0,64 L
similar. 40/15 0,08 0,06 0,07 0,69
CONTROLES TECNOLÓGICOS L = 70
40/20 0,10 0,07 0,08 0,76
Os materiais e misturas deverão ser 20 10 a b
40/25 0,12 0,08 0,10 0,82
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto: 50/10 0,07 0,06 0,07 0,73 6
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 50/15 0,09 0,07 0,08 0,79 Crista de aterro Nível
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 5
L = 80 50/20 0,12 0,08 0,10 0,84 9
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46. 50/25 0,14 0,09 0,11 0,91
Talude de Aterro
MEDIÇÕES 50/30 0,16 0,10 0,13 0,97 h i%
7
Será medido em metro linear, estando 60/10 0,08 0,07 0,07 0,84
incluído, a execução dos serviços e
60/15 0,11 0,07 0,10 0,88
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o L = 90 60/20 0,13 0,08 0,11 0,94
transporte de todos os materiais até o 60/25 0,16 0,09 0,13 0,99
canteiro de obras. 60/30 0,18 0,11 0,15 1,06

70/10 0,09 0,07 0,09 0,93 c


LEGENDA
Conc. Concreto 70/15 0,12 0,08 0,11 0,98

Esc. Escavação L = 100 70/20 0,14 0,09 0,13 1,03


G. Mad. Guia de Madeira 70/25 0,17 0,10 0,15 1,09
70/30 0,20 0,11 0,17 1,15

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


R
CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
SCA em cm.
SARJETA DE CONCRETO EM ATERRO
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A . Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 05
OBJETIVOS DIMENSÕES

Esta padronização visa estabelecer as TIPO DIMENSÃO (cm)


formas, dimensões, especificações e SCT a b c L
SCT - SARJETA DE CONCRETO EM CANTEIRO CENTRAL
recomendações técnicas para sarjetas de
canteiro central a serem utilizadas em 01 50 25 - 100 CORTE TRANSVERSAL
obras rodoviárias. 02 70 35 - 140
03 25 25 50 100
DEFINIÇÕES 04 35 35 70 140

Sarjeta de canteiro central é o dispositivo


utilizado para coletar e conduzir as águas CONSUMO POR METRO
superficiais provenientes da pista de
rolamento e/ou canteiro central, até um DISCRIMINAÇÃO
TIPO
local de deságüe adequado. SCT Conc. Esc. G. Mad. Caiação
UN (m³) (m³) (m²) (m²) Sarjeta de canteiro central
APLICAÇÕES 01 0,09 0,21 0,21 1,43
02 0,12 0,36 0,36 1,88
Os tipos de sarjeta de canteiro central
serão indicados de acordo com a vazão 03 0,09 0,28 0,19 1,41
afluente. 04 0,13 0,50 0,34 1,89
SCT - 01 e 02

ESPECIFICAÇÕES
LEGENDA
Conc. Concreto a a
Em todos os tipos de sarjeta, o terreno de
fundação deverá ser regularizado e Esc. Escavação
apiloado manualmente. O concreto deverá G. Mad. Guia de Madeira (2,5 X 7,0) centímetros
ser constituído de cimento Portland,
água e agregados, com resistência
Fck =11,0 MPa, na espessura de 7,0 cm, 1
devendo satisfazer a NBR - 12655/2006, 1 var.
var.
para concretos moldados "in loco". As
guias de madeira das sarjetas deverão ser
b 7
instaladas segundo a seção transversal e
espaçadas de, no máximo, 2,0 m. As
juntas deverão ter espaçamento máximo
de 2,0 m e vedadas com material asfáltico
ou similar.

CONTROLES TECNOLÓGICOS

Os materiais e misturas deverão ser SCT - 03 e 04


submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - L
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, a c a
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46.
1
1 var.
MEDIÇÕES var.
b 7
Será medido em metro linear, estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
SCT em cm.
SARJETA DE CONCRETO
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS EM CANTEIRO CENTRAL
DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 06
OBJETIVOS DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as DIMENSÃO (cm)
TIPO
formas, dimensões, especificações e a b
recomendações técnicas para as SCC 50/10 10 40
SCC - SARJETA DE CONCRETO EM CORTE
sarjetas de corte a serem utilizadas em L = 50 SCC 50/15 15 35
obras rodoviárias.
SCC 50/20 20 30
DEFINIÇÕES SCC 60/10 10 50
Sarjeta de concreto em corte é o SCC 60/15 15 45
dispositivo de drenagem superficial, que L = 60
SCC 60/20 20 40
tem a função de captar e conduzir as CORTE TRANSVERSAL
SCC 60/25 25 35
águas superficiais provenientes das
precipitações sobre a plataforma da SCC 70/10 10 60
rodovia e dos taludes de corte, até local SCC 70/15 15 55
de deságüe seguro. L = 70 SCC 70/20 20 50
APLICAÇÕES SCC 70/25 25 45
Quando a plataforma não tiver SCC 70/30 30 40
acostamento, ou este for de largura SCC 80/10 10 70
inferior a 1,5 m, a inclinação transversal Talude de
SCC 80/15 15 65
da sarjeta "i", deverá ser inferior a 34%. corte
L = 80 SCC 80/20 20 60
Nestes casos, poderão ser indicadas:
SCC 50/10, SCC 60/10, SCC 60/15, SCC SCC 80/25 25 55
Pista
70/10, SCC 70/15, SCC 80/10, SCC SCC 80/30 30 50
80/15, SCC 80/20, SCC 90/10, SCC SCC 90/10 10 80
90/15, SCC 90/20 e SCC 125/25. Quando
SCC 90/15 15 75
a largura do acostamento for maior ou
L = 90 SCC 90/20 20 70
igual a 1,5 m poderão ser utilizadas as Detalhe "A"
sarjetas com "i" superior a 34%, como: SCC 90/25 25 65
SCC 50/15, SCC 50/20, SCC 60/20, SCC SCC 90/30 30 60
60/25, SCC 70/20, SCC 70/25, SCC L = 125 SCC 125/25 25 100
70/30, SCC 80/25, SCC 80/30, SCC 90/25
e SCC 90/30.
CONSUMO POR METRO
ESPECIFICAÇÕES DISCRIMINAÇÃO
Em todos os tipos de sarjetas, o terreno TIPO
Esc. Conc. G.Mad. Caiação
de fundação deverá ser regularizado e SCC
apiloado manualmente. O concreto
(m³) (m³) (m²) (m²) DETALHE "A"
50/10 0,07 0,04 0,05 0,65
deverá se constituído de cimento
Portland, agregados e água, com L = 50 50/15 0,08 0,05 0,07 0,69
resistência Fck =11,0 MPa na espessura 50/20 0,10 0,05 0,09 0,74 L
de 7,0 cm. As guias de madeira das 60/10 0,08 0,05 0,06 0,75
sarjetas revestidas em concreto serão
60/15 0,10 0,05 0,08 0,79 10 a b
instaladas, segundo a seção transversal, L = 60
60/20 0,12 0,06 0,10 0,83
espaçadas, no máximo a cada 2,0 m.
60/25 0,14 0,06 0,12 0,88
CONTROLES TECNOLÓGICOS
Os materiais e misturas deverão ser 70/10 0,09 0,06 0,07 0,85 Nível
submetidos aos ensaios previstos na 70/15 0,11 0,06 0,09 0,88
referida norma da ABNT: - Concreto: L = 70 70/20 0,13 0,06 0,11 0,92
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 70/25 0,15 0,07 0,14 0,97
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 0,18 0,07 0,16 1,02 7
70/30 a i%
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46. 80/10 0,10 0,06 0,08 0,95
80/15 0,13 0,07 0,10 0,98
MEDIÇÕES
L = 80 80/20 0,15 0,07 0,13 1,01
Será medido em metro linear, estando
80/25 0,17 0,07 0,15 1,06 1
incluído a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes 80/30 0,20 0,08 0,17 1,11
1
nos quadros de consumo, bem como o 90/10 0,12 0,07 0,09 1,05
transporte de todos os materiais até o 90/15 1,08
0,14 0,07 0,11
canteiro de obras.
L = 90 90/20 0,17 0,08 0,14 1,11
LEGENDA 90/25 0,19 0,08 0,17 1,15
Conc. Concreto 90/30 0,22 0,08 0,19 1,19
Esc. Escavação
G. Mad. Guia de Madeira (2,5 X 7,0) centímetros L = 125 125/25 0,26 0,10 0,22 1,48

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
SCC em cm.
SARJETA DE CONCRETO EM CORTE
- L = Largura útil do Dispositivo Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 07
OBJETIVOS

Esta padronização visa estabelecer as DIMENSÕES


formas, dimensões, especificações e SMC - SARJETA DE CONCRETO EM MEIA CANA
recomendações técnicas para as TIPO DIMENSÃO (m)
sarjetas de concreto em meia cana, a SMC DN DE
serem utilizadas em obras rodoviárias. 0,20 0,36
01
02 0,30 0,46
03 0,40 0,56
DEFINIÇÕES
04 0,50 0,66

Sarjetas de concreto em meia cana é o 05 0,60 0,76 Talude de Corte


dispositivo de drenagem superficial, que
tem a função de captar e conduzir as
águas superficiais provenientes das
precipitações sobre a plataforma da
rodovia e os taludes de cortes até o local
de desague seguro.
CONSUMO POR METRO
Revestimento Primário
TIPO DISCRIMINAÇÃO
APLICAÇÃO SMC Escavação Apiloamento i%
UN (m³) (m²)

Deverão ser implantadas em rodovias de 01 0,05 0,57 7


revestimento primário, observando-se 02 0,08 0,72
sempre no seu assentamento um
03 0,12 0,88 Acabamento de Terraplenagem
rebaixo de 7,0 cm da pista acabada em
relação ao topo da mesma. 04 0,17 1,04
05 0,23 1,19
Argamassa = 0,001 m ³
ESPECIFICAÇÕES Peça pré-moldada - 1 un

Em todos os tipos de sarjetas, o terreno


de fundação deverá ser regularizado e
apiloado manualmente. O concreto
deverá ser constituído de cimento
Portland, agregados e água, com
resistência Fck =11,0 MPa. As peças
pré-moldadas de concreto deverão ser
rejuntadas com argamassa 1 : 3( cimento
e areia). MEIA CANA EM CONCRETO
DETALHE DE MONTAGEM
8
CONTROLES TECNOLÓGICOS
Os materiais e misturas deverão ser
submetidos aos ensaios previstos na DE DN Sentido do fluxo
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05,
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - 8
71218/82 e NBRNM - 46. 100 100 100

MEDIÇÕES
100
Será medido em metro linear, estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS:


ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM
R
G
SMC
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são SARJETA DE CONCRETO EM
em cm.
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS MEIA CANA
DE RODAGEM DO ESTADO
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral
DE MINAS GERAIS DES - 08
OBJETIVOS CONSUMO POR UNIDADE

Esta padronização visa estabelecer as TIPO DISCRIMINAÇÃO


formas, dimensões, especificações e SSA Escavação Apiloamento Forma Concreto
SSA - SAÍDA D'ÁGUA SIMPLES, EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 01
recomendações técnicas para as saídas UN (m³) (m²) (m²) (m³)
d'água simples em talude de aterro a A
02 0,274 0,490 3,950 0,300
serem utilizadas em obras rodoviárias.
1_
Acrescentar o concreto 2 2 2
(h +b ) x0,07

Acostamento
da área da sarjeta
1,10
DEFINIÇÕES
i
Saída d'água é o dispositivo que capta as
águas da sarjeta de aterro, PLANTA

Sarjeta SCA
desaguando-as no terreno natural ou
i % da sarjeta
conduzindo-as para as descidas d'água. b b
Degrau com 20 cm de altura

a
10
APLICAÇÕES 20

A saída será posicionada em pontos


intermediários das sarjetas e / ou 60
meio fio onde o cálculo do
.
comprimento crítico (limite da R = 50
capacidade hidráulica) determinar, e
nos locais do desague final.

100
ESPECIFICAÇÕES
B B
O terreno de fundação deverá ser
regularizado e apiloado manualmente. O A
concreto deverá ser constituído de
cimento Portland, água e agregados,
com resistência Fck=15,0 MPa. As
formas deverão ser constituídas de CORTE A - A 10 40 10
chapas de compensado resinado
travadas de forma a proporcionar SCA 30
paredes lisas e sem deformações.

Acostamento 20

CONTROLES TECNOLÓGICOS
20
20
Os materiais e misturas deverão ser
submetidos aos ensaios previstos na 30
referida norma da ABNT: - Concreto: 10
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 10 Talude de aterro
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, i%
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
CORTE B B
71218/82 e NBRNM - 46. 10 40 10
Adequação do
terreno

MEDIÇÕES 20

Será medido em unidade, estando 50


incluído a execução dos serviços e Ancoragem
fornecimento dos materiais constantes 50
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o 10
canteiro de obras.
20

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
SSA em cm. SAÍDA D'ÁGUA SIMPLES,
- Os quantitativos foram elaborados para a declividade de 30%. Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis

- As dimensões b e h são da SCA utilizada.


Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 01
DE MINAS GERAIS DES - 09
OBJETIVOS CONSUMO POR UNIDADE

Esta padronização visa estabelecer as TIPO DISCRIMINAÇÃO


formas, dimensões, especificações e SSA Escavação Apiloamento Forma Concreto SSA - SAÍDA D'ÁGUA SIMPLES, EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 02
recomendações técnicas para as saídas UN (m³) (m²) (m²) (m³)
d'água simples em talude de aterro a A
serem utilizadas em obras rodoviárias. 01 2,011 3,970 17,870 1,124
1_
Acrescentar o concreto 2 2 2
(h +b ) x0,07
da área da sarjeta

Acostamento
i%

Acostamento
DEFINIÇÕES

Saída d'água é o dispositivo que capta as


águas da sarjeta de aterro, 150 113,6 60 80
desaguando-as no terreno natural ou
conduzindo-as para as descidas d'água. PLANTA

SCA
b i % Sarjeta b

SCA
APLICAÇÕES a a
10 30 Degrau com 20 cm de altura 30 10 20
20
A saída será posicionada em pontos
intermediários das sarjetas e / ou 15
meio fio onde o cálculo do
comprimento critico (limite da capacidade
145,5
hidráulica) determinar, e também, nos
locais do desague final.
76°
R = 150
ESPECIFICAÇÕES

O terreno de fundação deverá ser 100


regularizado e apiloado manualmente. O B B
concreto deverá ser constituído de
cimento Portland, água e agregados,
A
com resistência Fck=15,0 MPa. As
-
formas deverão ser constituídas de 15 60 15
chapas de compensado resinado
travadas de forma a proporcionar CORTE A - A
paredes lisas e sem deformações.
SCA 30 150 100

SCA
CONTROLES TECNOLÓGICOS Acostamento 20

Os materiais e misturas deverão ser


submetidos aos ensaios previstos na 20
referida norma da ABNT: - Concreto: 20
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 30
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - 10
71218/82 e NBRNM - 46. 10 Talude de Aterro
i%
CORTE B B
15 60 15
MEDIÇÕES Adequação do
terreno
Será medido em unidade, estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes 20
50
nos quadros de consumo, bem como o 50
transporte de todos os materiais até o Bloco de
canteiro de obras. 30 ancoragem

10
20

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
SSA em cm. SAÍDA D'ÁGUA SIMPLES,
- Os quantitativos foram elaborados para a declividade de 30%.
- As dimensões b e h são da SCA utilizada.
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 02
DE MINAS GERAIS DES - 10
OBJETIVOS CONSUMO POR UNIDADE

Esta padronização visa estabelecer as TIPO DISCRIMINAÇÃO


formas, dimensões, especificações e SDA Escavação Apiloamento Forma Concreto SDA - SAÍDA D'ÁGUA DUPLA, EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 01
recomendações técnicas para as saídas (m³) (m²) (m²) (m³)
duplas d'água, em talude de aterro a A
serem utilizadas em obras rodoviárias. 01 0,212 0,460 4,242 0,360
1_
Acrescentar o concreto 2 2 2
(h +b ) x0,07

Acostamento
da área da sarjeta
160
DEFINIÇÕES
PLANTA
Saída d'água é o dispositivo que capta as
águas da sarjeta de aterro,

SCA
desaguando-as no terreno natural ou i% Sarjeta
b
conduzindo-as para as descidas d'água. b Degrau com 20 cm de altura

a a
10 10
APLICAÇÕES 20 20

60
Deverá ser posicionada no ponto baixo da
sarjeta e / ou meio fio de aterro.
R = 50 R = 50

ESPECIFICAÇÕES
100
O terreno de fundação deverá ser
regularizado e apiloado manualmente. O
concreto deverá ser constituído de B
cimento Portland, água e agregados, com
resistência Fck=15,0 MPa. As formas A
deverão ser constituídas de chapas de B
compensado resinado travadas de forma 10 40 10
a proporcionar paredes lisas e sem
deformações. CORTE A - A

SCA 30
CONTROLES TECNOLÓGICOS
Acostamento

20
Os materiais e misturas deverão ser
submetidos aos ensaios previstos na
20
referida norma da ABNT: - Concreto:
20
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05,
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - 30
71218/82 e NBRNM - 46. 10 i%
10 Talude de Aterro

CORTE B B
MEDIÇÕES
10 40 10 Adequação do
terreno
Será medido em unidade, estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes 20
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras. 50 Ancoragem
50

10

20

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
SDA em cm. SAÍDA D'ÁGUA DUPLA,
- Os quantitativos foram elaborados para a declividade de 30%.
- As dimensões b e h são da SCA utilizada.
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 01
DE MINAS GERAIS DES - 11
OBJETIVOS CONSUMO POR UNIDADE

Esta padronização visa estabelecer as TIPO DISCRIMINAÇÃO


formas, dimensões, especificações e SDA Escavação Apiloamento Forma Concreto SDA - SAÍDA D'ÁGUA DUPLA EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 02
recomendações técnicas para as saídas UN (m³) (m²) (m²) (m³)
d'água em talude de aterro a serem
02 2,00 4,90 7,20 1,24
utilizadas em obras rodoviárias.
_
1
Acrescentar o concreto 2 2 2
(h +b ) x0,07
da área da sarjeta

DEFINIÇÕES A

Acostamento
Saída d'água é o dispositivo que capta 150 113,6 60 113,6 150
as águas da sarjeta de aterro,
desaguando-as no terreno natural ou PLANTA
conduzindo-as para as descidas d'água. i % da sarjeta

SCA
b
a
30 Degrau com 20 cm de altura 10
APLICAÇÕES 20

Deverá ser posicionada no ponto baixo


da sarjeta e / ou meio fio de aterro.
150

76° 76°
R = 150 R = 150
ESPECIFICAÇÕES

O terreno de fundação deverá ser B B


100
regularizado e apiloado manualmente. O
concreto deverá ser constituído de
cimento Portland, água e agregados,
com resistência Fck=15,0 MPa. As
formas deverão ser constituídas de 15
15 60
chapas de compensado resinado
travadas de forma a proporcionar CORTE A - A A
paredes lisas e sem deformações.
SCA 30 150 100

Acostamento
CONTROLES TECNOLÓGICOS 20

Os materiais e misturas deverão ser 20


20
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto:
30
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, i%
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - 10 Talude de Aterro
71218/82 e NBRNM - 46.
CORTE B B
Adequação do
terreno
15 60 15
MEDIÇÕES

Será medido em unidade, estando


incluído, a execução dos serviços e 20
fornecimento dos materiais constantes
Ancoragem
nos quadros de consumo, bem como o 50 50
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.
10
20

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
SDA em cm. SAÍDA D'ÁGUA DUPLA
- Os quantitativos foram elaborados para a declividade de 30%.
- As dimensões b e h são da SCA utilizada.
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
EM TALUDE DE ATERRO - TIPO 02
DE MINAS GERAIS DES - 12
OBJETIVOS
CONSUMO POR UNIDADE
Esta padronização visa estabelecer as
DISCRIMINAÇÃO
formas, dimensões, especificações e TIPO SDC - SAÍDA D'ÁGUA SIMPLES EM TALUDE DE CORTE
SDC Esc. Apil. Forma Conc.
recomendações técnicas para as saídas
d'água em talude de corte a serem UN (m³) (m²) (m²) (m³) PLANTA
utilizadas em obras rodoviárias.
SDC 0,411 2,000 7,340 0,350
DEFINIÇÕES α - Variável de acordo

Acostamento

Acostamento
i%
Acrescentar o concreto _
1
2
com o relevo local
Saída d'água de corte é o dispositivo que da área da sarjeta
2 2
(a +b ) x0,07
capta as águas da sarjeta de corte,
desaguando-as no terreno natural, 150
A
conduzindo-as para o canal de CONSUMO POR METRO
lançamento ou descida d'água. C α

SCA
SCC
DISCRIMINAÇÃO b i % da sarjeta b
APLICAÇÕES CANAL
Esc. Apil. Forma Conc.
UN a a
Serão posicionadas nos pontos de (m³) (m²) (m²) (m³)
10 10
passagem de corte para aterro e ao final 30
d = 60 0,416 0,125 Linha de fundo da sarjeta

20
0,250 0,832

0
das sarjetas de corte, conduzindo as 0,416 0,166
d = 100 0,374 1,248
águas superficiais para fora do corpo C
B
estradal. Para o desague das sarjetas
que não atinjam valor superior a 80% de

Ca
DIMENSÕES

na
sua capacidade máxima, desde que as

l
condições topográficas permitam, a
SCC CANAL i%
própria sarjeta poderá ser utilizada para
L d (cm)
fazer a função deste dispositivo,
conforme apresentado no DES. 28a. L <- 80 cm 60 B

L > 80 cm 100
A

Va
ESPECIFICAÇÕES

riá
v
10

el
Em todos os tipos de saída d'água, o LEGENDA d
CORTE C - C
terreno de fundação deverá ser Esc. Escavação
regularizado e apiloado manualmente. O 10
Apil. Apiloamento
concreto deverá ser constituído de 10
Conc. Concreto
cimento Portland, água e agregados, 1
com resistência Fck=15,0 MPa. As 1
formas deverão ser constituídas de
20
chapas de compensado resinado
travadas de forma a proporcionar Acostamento CORTE B - B
paredes lisas e sem deformações.
10

CONTROLES TECNOLÓGICOS 20

Os materiais e misturas deverão ser 10


Var. > b 0 < Var.<- a
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 10 d 10
Agregados para concreto: NBR - CORTE A-A
7211/05, NBRNM - 26, NBRNH 248,
NBR - 71218/82 e NBRNM - 46. 30 Var.

MEDIÇÕES Canal de lançamento

Será medido em unidade, estando


Acostamento i % da sarjeta
incluído, a execução dos serviços e 20
fornecimento dos materiais constantes 7
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras. O canal de i% 20
10
lançamento da saída d'água será medido
separadamente em metro linear.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


- As dimensões a, b e L são da SCC. R
G
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são
SDC em cm.
SAÍDA D'ÁGUA SIMPLES EM
- Os quantitativos foram elaborados para o a=45º e declividade Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
TALUDE DE CORTE
de 30%. DES - 13
DE MINAS GERAIS
OBJETIVOS
CONSUMO POR METRO
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e L Esc. Apil. Forma Conc. DDA - DESCIDA D'ÁGUA EM TALUDE DE ATERRO
recomendações técnicas par a as DDA
(m) (m³) (m²) (m²) (m³)
descidas d'água em talude de aterro, a
01 L=0,40 0,33 0,17 0,72 0,30
serem utilizadas em obras rodoviárias. Dissipador de energia
03 L=0,50 0,38 0,19 0,75 0,31
Saída d'água PLANTA
DEFINIÇÕES 05 L=0,60 0,42 0,22 0,78 0,33
B
07 L=0,70 0,47 0,24 0,81 0,34
Descida d'água em talude de aterro é o
15
d is pos it iv o qu e te m a f i na li da de de 09 L=0,80 0,52 0,26 0,84 0,36
A A

Variável
conduzir e promover o deságue das 11 L=0,90 0,57 0,29 0,87 0,37
águas coletadas pelos dispositivos de L
drenagem. 13 L=1,00 0,62 0,31 0,90 0,39

15

APLICAÇÕES
B 20 150
A descida d'água deverá ser utilizada em LEGENDA
Descida d'água Dispersor
aterro com altura máxima de 6,0 m.
Esc. Escavação
Variável
Apil. Apiloamento
ESPECIFICAÇÕES Conc. Concreto

O ter reno de f undação deverá ser


regularizado e apiloado manualmente. O
co n c r e t o d ev e r á s er c o n s t i tu í d o d e
cimento Portland, água e agregados,
com resistência Fck = 15,0 MPa,devendo CORTE B - B
satisf azer a NB R - 12655 / 2 006. A
ancoragem intermediária é recomendada Talude de aterro 15 L 15
com espaçamento máximo de 3.0 m.As Saída d'água
armaduras deverão ser de aço CA - 60.As
descidas d'água com numeração
ímpar são em concreto símples e as de 30
numeração par são em concreto
armado.
30
CORTE A - A 15
15
CONTROLES TECNOLÓGICOS

Os materiais e misturas deverão ser


submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 1 265 5/0 6, NBR - 573 9/8 0; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 50
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras: Ancoragem
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR - intermediária
3,0 m
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 20 Dispersor
e NBR - 7478/82; - Agregados graúdos: Terreno
NBR - 6465. 40 natural

40 40
MEDIÇÕES
15
Será medido em metro linear, estando
incluído, a execução dos serviços e 150
50 Dissipador
fornecimento dos materiais constantes de energia
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o 20
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


R
CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G DESCIDA D'ÁGUA EM
DDA em cm.
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
TALUDE DE ATERRO
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 14
OBJETIVOS
CONSUMO POR METRO
Esta padronização visa estabelecer as L Esc. Apil. Forma Conc. Aço
DDA
formas, dimensões, especificações e (m) (m³) (m²) (m²) (m³) (Kg)
recomendações técnicas par a as DDA - DESCIDA D'ÁGUA EM TALUDE DE ATERRO
02 L=0,40 0,33 0,17 0,72 0,30 6,41
descidas d'água em talude de aterro, a
serem utilizadas em obras rodoviárias. 04 L=0,50 0,38 0,19 0,75 0,31 6,91
06 L=0,60 0,42 0,22 0,78 0,33 7,32
DEFINIÇÕES 08 L=0,70 0,47 0,24 0,81 0,34 7,83
10 L=0,80 0,52 0,26 0,84 0,36 8,53
Descida d'água em talude de aterro é o
dis po si tiv o qu e te m a f i na li dad e de 12 L=0,90 0,57 0,29 0,87 0,37 8,81
conduzir e pr omover o deságue das 14 L=1,00 0,62 0,31 0,90 0,39 9,54 P1 - 2X Ø4,2 - C/15
águas coletadas pelos dispositivos de
drenagem. ARMAÇÃO

APLICAÇÕES ARMADURAS

L
Comprimento (m) Total P5 - Ø4,2 - C/15
A descida d'água deverá ser utilizada em DDA
(m) P1 P2 P3 P4 P5 (m)
aterro com altura mínima de 6,0 m.
02 L=0,40 13,60 5,77 12,00 4,00 17,60 58,27
P3
04 L=0,50 15,20 6,27 12,00 6,00 17,60 62,78
ESPECIFICAÇÕES 06 L=0,60 16,80 8,12 12,00 6,00 17,60 66,58 P3 - P4 - Ø4,2
(Corrido)
08 L=0,70 18,40 8,72 12,00 8,00 17,60 71,20
O terr eno de f undação dever á ser
regularizado e apiloado manualmente. O 10 L=0,80 20,00 10,88 12,00 10,00 17,60 77,53 P2
P1
c o n c r e t o d e ve r á s er c o n s t it uí d o d e 12 L=0,90 21,60 11,58 12,00 10,00 17,60 80,06
cimento Portland, água e agregados,
14 L=1,00 23,20 14,03 12,00 12,00 17,60 86,72
com resistência Fck = 15,0 MPa,devendo
satisf aze r a NB R - 12655 / 20 06. A
ancoragem intermediária é recomendada
com espaçamento máximo de 3.0 m. As
armaduras deverão ser de aço CA - 60. As ARMADURAS
descidas d'água com numeração QUADRO DE ARMADURAS
ímpar são em concreto símples e as de
Posição Ø Esp. Ver dispersor
numeração par são em concreto
armado. 1 4,2 15
2 4,2 20 P1
3 4,2 -
CONTROLES TECNOLÓGICOS
4 4,2 15 P3 P3
Os materiais e misturas deverão ser 5 4,2 15 11
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto: 41
NBR - 126 55/0 6, NBR - 5739 /80 ; - P5 - Ø4,2 - C/15
Agregados para concreto: NBR - 7211/05,
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - LEGENDA 22
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras: Esp. Espaçamento P3 - 3Ø4,2
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR - 10
Esc. Escavação P4 - Ø4,2 C/15 72 58
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82
e NBR - 7478/82; - Agregados graúdos: Apil. Apiloamento
11 11
NBR - 6465. Conc. Concreto
P1 - Ø4,2 - C/15
P Posição das Barras de Aço 15 P2 - Ø4,2 - C/20
MEDIÇÕES

Será medido em metro linear, estando


incluído, a execução dos ser viços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G DESCIDA D'ÁGUA EM
DDA em cm.
Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis
TALUDE DE ATERRO
Engª Selma Schwab DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 15
OBJETIVOS
DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e DIMENSÃO (cm)
TIPO DCD - DESCIDA D'ÁGUA EM DEGRAUS EM TALUDE DE CORTE
r ecomen dações té cnicas pa ra as DCD a b c
descidas d'água em talude de corte, a 01/ 01A 60 40 40
serem utilizadas em obras rodoviárias.
02/ 02A 94 40 40 FORMA
DEFINIÇÕES 03/ 03A 60 40 60
PLANTA
Descida d'água em talude de corte é o 04/ 04A 94 40 60
dispositivo que tem a f inalidade de CCA ou CCC ARMAÇÃO

Sarjeta
de Corte
conduzir
.. e promover o deságue das

Talude
águas coletadas pelos dispositivos de ARMADURAS
B
drenagem.
QUADRO DE ARMADURAS
APLICAÇÕES l
O Espaçamento Comprimento unitário
P P4 2Ø=5 c/20
mm cm cm P1 Ø=5c/20
Deverá ser utilizada nos taludes de Corr. (141 ou 180)
1 5,0 20 110 ou 164 A (110 ou 164)
cortes sendo: - para inclinação do A
talude 1:1 utilizar DCD 01-01A/02-02A - 2 5,0 20 110 ou 126 P5
para inclinação do talude 1:1,5 utilizar 5,0 20
3 95 ou 145
DCD 03-03A/04-04A 40 ou 67

Acostamento
Sarjeta
4 5,0 20 141 ou 180

de Corte
5,0 20

Talude
ESPECIFICAÇÕES 5 240 ou 310 B 10

fluxo
6 5,0 20 75 ou 125
O ter reno de f unda ção de verá ser
7 5,0 20 160
regularizado e apiloado manualmente. P2
P2Ø=5c/20
O concreto deverá ser constituído de (110 ou 126)
Valeta de Proteção P3
cimento Portland, água e agregados, ARMADURAS - CONSUMO POR METRO
40 ou 48
P1 10
com resistência Fck = 15,0 MPa. A
ancoragem intermediária é POSIÇÃO P6
TIPO
r e c o me n d a d a co m e s p a ç a m e n t o DCD P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 RESUMO P7 P6
máximo de 3.0 m. A bitola das barras
un m m m m m m m Kg P3
de aço está em mm e deverá ser CA P5 Ø=5c/20
60. O recobrimento da armação é de 02 11,0 11,0 13,3 17,0 48,0 15,5 1,6 18,2 (240 ou 310)
CORTE A - A P7Ø=5c/20 (160)
2,5 cm. As juntas de dilatação serão 04 22,0 22,0 20,3 17,0 48,0 25,8 1,6 24,2
preenchidas com cimento asfáltico e Valeta de proteção
06 11,7 9,0 14,8 28,8 44,1 11,2 1,6 18,7 85 a 125 60
deverão ser implantados a intervalos 1,6 3,0 m. ou
08 23,4 18,0 14,8 28,8 44,1 18,6 23,0
de 10 m. As descidas d'água com 100 a 180
numeração ímpar são em concreto 15
CONSUMO POR METRO
símples e as de numeração par são em 50 50
10
concreto armado. DISCRIMINAÇÃO
TIPO
DCD Esc. Apil. Forma Conc.
b Junta de dilatação e=10
CONTROLES TECNOLÓGICOS
UN (m³) (m²) (m²) (m³)
Os materiais e misturas deverão ser Canal de condução
01 / 02 0,58 0,75 0,50 0,15 Mín. 3,0 m.
submetidos aos ensaios previstos na c P5 P4
referida norma da ABNT: - Concreto: 03 / 04 1,15 1,50 1,00 0,30
NBR - 12655/06, N BR - 5739/80 ; - 05 / 06 0,73 0,63 0,68 0,15 15
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 1,46 1,26 1,35 0,30
NBRNM - 2 6, NBRNH 248, NBR -
07 / 08 CORTE B - B 15
P2 P3
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras:
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR -
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 LEGENDA 10 50
P6
e NBR - 7478/82.
Esc. Escavação
Ancoragem 10 75 ou 125 10
MEDIÇÕES Apil. Apiloamento
20 intermediária P3 - Ø=5c/20 (95 ou 145)
Conc. Concreto
Será medido em metro linear, estando
C. Asf. Cimento Asfáltico c
incluído, a execução dos serviços e P6Ø=5c/20
fornecimento dos materiais constantes P Posição das Barras de Aço 75 ou 125
nos quadros de consumo, bem como o 15
transporte de todos os materiais até o caixa coletora
canteiro de obras. 15 a 15

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


R
CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são
em cm.
G
DCD DESCIDA D'ÁGUA EM DEGRAUS EM
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
TALUDE DE CORTE
DE MINAS GERAIS DES - 16
OBJETIVOS
CONSUMO POR METRO
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e TIPO DISCRIMINAÇÃO DCM - DESCIDA D'ÁGUA EM TALUDE DE ATERRO, COM CALHA METÁLICA
recomendações técnicas para as DCM Esc. Apil. Forma Conc. Par. Fix. Calha
descidas d'água em talude de aterro, UN (m³) (m²) (m²) (m³) (un) (un)
com calha metálica, a serem utilizadas
DCM 0,04 0,02 1,00 0,020 1,00 1,00
em obras rodoviárias.
Dissipador de energia
Parafusos de fixação Dispersor
Saída d'água
DEFINIÇÕES B C
Parafusos de fixação
LEGENDA
Descidas d'água em talude de aterro, com
calha metálica é o dispositivo capaz de Esc. Escavação
conduzir e promover o deságue A A
Apil. Apiloamento
adequado das águas coletadas pelas
sarjetas. Conc. Concreto
Par. Fix. Parafuso de Fixação

Parafusos de Fixação
APLICAÇÕES B C

As descidas d'água em talude de aterro,


com calha metálica deverão serutilizadas
utilizadas em aterro e em meia encosta. Saída d'água
CORTE A - A CORTE B - B
Talude do aterro 15 40 15
ESPECIFICAÇÕES

A descida d'água deverá ser implantada


de for ma que haja uma difer ença de
nível de 10,0 cm entre o talude e a parte Calha metálica semicircular Ø 0,40 20
20
superior da calha, conforme corte C - C.
Em todos os tipos de descidas d'água em
talude de aterro, com calha metálica, o
terreno de f undação deverá ser 30
regularizado e apiloado manualmente. O
c o n c r e to d e v e r á s e r c o n s titu í d o d e
cimento Portland, água e agregados,
com resistência Fck =15,0 MPa.
70

30
CONTROLES TECNOLÓGICOS
20
Os materiais e mistur as deverão ser
submetidos aos ensaios previstos na Dispersor
30
referida norma da ABNT: - Concreto:
Máx. = 3,0 m
N B R - 12 6 5 5 /0 6 , N B R - 57 3 9 /8 0 ; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05,
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR-71218/82
e NBRNM - 46. CORTE C - C
40 40
15 40 15
15
MEDIÇÕES
10 40 150 Dissipador de
Será medido em metro linear, estando energia
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes 20
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
DCM em cm.
DESCIDA D'ÁGUA EM TALUDE
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
DE ATERRO, COM CALHA METÁLICA
DE MINAS GERAIS DES - 17
OBJETIVOS DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as
TIPO DIMENSÃO (cm)
formas, dimensões, especificações e
DDD Adaptável em a b DDD - DESCIDA D'ÁGUA EM DEGRAUS EM TALUDE DE ATERRO
r e c o m e n d a ç õe s t é c n i c a s p a r a a s
01 BST DN=60 218 15
descidas d'água em degraus a serem
03 BST DN=80 269 20
utilizadas em obras rodoviárias.
05 BST DN=100 321 25
07 BST DN=120 367 30
CORTE LONGITUDINAL
DEFINIÇÕES 09 BST DN=150 498 35
Descida d'água em degraus em talude de 11 BDT DN=100 474 30 Variável
aterro
.. é o dispositivo capaz de conduzir 13 BDT DN=120 542 35 CONEXÃO
e promover o deságue adequado das 15 BDT DN=150 705 40 Saída D'água
águas coletadas pelas sarjetas de aterro ou Boca de Bueiro
e pelos bueiros.

APLICAÇÕES
CONSUMO POR METRO

A
80
As descidas d'água em degraus em
talude de aterro deverão ser utilizadas DISCRIMINAÇÃO 80
em aterro e em meia encosta e em saída TIPO
Conc. Forma Esc. Apil.
de bueiro. UN (m³) (m²) (m³) (m³)
0,54 0,27 15 40
01 0,99 1,77 b
ESPECIFICAÇÕES 03 1,18 2,13 0,66 0,33 10

O t er r en o de f un da çã o d ev er á s er 05 1,37 2,50 0,77 0,38


regularizado e apiloado manualmente. O 07 1,54 2,85 0,87 0,43
concr eto deverá ser constituído de 09 2,00 3,61 1,17 0,58
cimento Portland, água e agregados, 11 1,91 3,38 1,11 0,55 CONEXÃO
80 Dissipador de
com resistência Fck =15,0 MPa. As 13 2,15 3,83 1,25 0,63

A
f ormas deverão ser constituidas de 15 2,72 4,76 1,63 0,81 Energia
c ha pa s d e co mp e n s a d o r e s i n a d o
tr a va da s de f or ma a pr opo r cio nar
paredes lisas e sem def ormações. O
recobrimento mínimo deverá ser de 2,5
c m . A s j un t a s d e d i la t a ç ã o s er ã o
preenchidas com cimento asfáltico e LEGENDA
serão implantadas a intervalos de 10 m. Esc. Escavação
As descidas d'água com numeração
Apil. Apiloamento
ímpar são em concreto símples e as de
numer ação par são em concreto Conc. Concreto
armado. A bitola das barras de aço está
DESCIDA D´ÁGUA EM PLANTA
em mm e deverá ser CA 60.

CORTE A - A
CONTROLES TECNOLÓGICOS 12

Os materiais e misturas deverão ser


submetidos aos ensaios previstos na a
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 12
b + 45,8
Agregados para concreto: NBR -
7211/05, NBRNM - 26, NBRNH 248,
NB R - 7 1 21 8/ 82 e NB RN M - 4 6 ; -
Armaduras: NBR - ISO 6892, NBR -
7480/96, NBR - 6153/80, NBR - 6598/84,
NBR - 7477/82 e NBR - 7478/82. 12 a 12

MEDIÇÕES

Será medido em metro linear, estando


incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


DESENHOS TIPO R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são
em cm. G
DDD DESCIDA D'ÁGUA EM DEGRAUS, EM
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
TALUDE DE ATERRO
DE MINAS GERAIS
DES - 18
DIMENSÕES
OBJETIVOS
TIPO DIMENSÃO (cm)
Esta padronização visa estabelecer as DDD Adaptável em a b DDD - DESCIDA D'ÁGUA EM DEGRAUS EM TALUDE DE ATERRO
formas, dimensões, especificações e 02 BST DN=60 218 15
recomendações técnicas para as 04 BST DN=80 269 20
descidas d'água em degraus a serem 06 BST DN=100 321 25 ARMAÇÃO
utilizadas em obras rodoviárias. 08 BST DN=120 367 30
10 BST DN=150 498 35
DEFINIÇÕES 12 BDT DN=100 474 30
.. 14 BDT DN=120 542 35
Descida d'água em degraus em talude de P1
16 BDT DN=150 705 40 - 2Ø
aterro é o dispositivo capaz de conduzir =5
P5 - va
e promover o deságue adequado das r
águas coletadas pelas sarjetas de aterro
CONSUMO POR METRO
e pelos bueiros.
50
DISCRIMINAÇÃO 2X

B
TIPO P1
APLICAÇÕES Conc. Forma Esc. Apil. Ø=
5-
UN (m³) (m²) (m³) (m²) 10 var
A s d es cida s d'á gu a em de gr au s em -C
02 0,99 1,77 0,54 0,27 /20
talude de aterro deverão ser utilizadas
em aterro e em meia encosta e em saída 04 1,18 2,13 0,66 0,33
06 1,37 2,50 0,77 0,38
de bueiro.
08 1,54 2,85 0,87 0,43
ESPECIFICAÇÕES 10 2,00 3,61 1,17 0,58
12 1,91 3,38 1,11 0,55 P4
O terr eno de f undação deverá ser

B
regularizado e apiloado manualmente. O 14 2,15 3,83 1,25 0,63 P1
- 2Ø CORTE B - B
16 2,72 4,76 1,63 0,81 =5
c o n c r e to d ev er á s e r c o n s titu íd o d e - va
cimento Portland, água e agregados, r
VA
com resistência Fck =15,0 MPa. As R
f o rm as d e v erã o s e r co n stitu id a s d e ARMADURAS - CONSUMO
chapas de compensado resinado VA
12 R
tr a v a d a s d e f o r m a a p r o p o r c i o n a r TIPO P1 P2 P3 P4 P5 Peso 7
paredes lisas e sem deformações. O DDD (kg/m) (kg/m) (kg/m) (kg/m) (kg/m) (kg/m)
recobrimento mínimo deverá ser de 2,5 P2 Ø=5 - var - C/20
02 5,17 0,93 4,32 0,96 0,58 11,96
cm. As juntas de dilatação serão
preenchidas com cimento asfáltico e 04 6,20 1,10 5,20 1,12 0,71 14,33
serão implantadas a intervalos de 10 m. 06 7,23 1,27 6,09 1,36 0,84 16,79
As descidas d'água com numeração 6,89
08 7,92 1,45 1,52 0,95 18,73
ímpar são em concreto símples e as de
numer ação par são e m concr eto 10 10,67 1,62 9,14 2,08 1,27 24,78
armado. A bitola das barras de aço está 12 9,64 1,45 8,73 1,92 1,22 22,96
em mm e deverá ser CA 60. 14 11,71 1,62 9,90 2,24 1,38 26,85
16 14,46 1,79 12,71 2,88 1,78 33,62
CONTROLES TECNOLÓGICOS P1 Ø=5 - var - C/20
Os materiais e misturas deverão ser
P3 P2
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto:
N B R - 1 2 6 5 5 /0 6 , N B R - 5 7 3 9 /8 0 ; - P1 P3

Agregados para concreto: NBR - LEGENDA


7211/05, NBRNM - 26, NBRNH 248, Esc. Escavação
NBR - 71218/82 e NBRNM - 46; - Apil. Apiloamento P3 Ø=5 - var - C/20
Armad uras : NB R - ISO 68 92, NB R - 7 7
Conc. Concreto
7480/96, NBR - 6153/80, NBR - 6598/84,
P Posição das Barras de Aço 7 P3 Ø=5 - var - C/20 7
NBR - 7477/82 e NBR - 7478/82.

MEDIÇÕES
Será medido em metro linear, estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


DESENHOS TIPO R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são
em cm. G
DDD DESCIDA D'ÁGUA EM DEGRAUS, EM
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
TALUDE DE ATERRO
DE MINAS GERAIS
DES - 19
OBJETIVOS

Esta padronização visa estabelecer as CONSUMO POR UNIDADE DSP - DISPERSOR


formas, dimensões, especificações e L Esc. Apil. Forma Conc. Aço
recomendações técnicas para o DSP
(m) (m³) (m²) (m²) (m³) (kg)
dispersor,a ser utilizado em obras
rodoviárias. 01/02 L= 0,40 0,64 1,19 3,29 0,58 6,79

03/04 L= 0,50 0,73 1,36 3,33 0,66 7,52 PLANTA


05/06 L= 0,60 0,82 1,53 3,37 0,73 7,93 Dissipador de energia
DEFINIÇÕES
07/08 L= 0,70 0,91 1,70 3,41 0,80 9,11
1,00 1,87 3,45 0,87 9,89
:

Dispersor é o dispositivo que tem a 09/10 L= 080


finalidade de promover o desague das 11/12 L= 0,90 1,05 2,04 3,49 0,94 10,25
aguas coletadas e conduzidas pelos 15
13/14 L= 1,00 1,18 2,21 3,53 1,01 10,98
dispositivos de drenagem, em obras A A
rodoviárias. 15/16 L= 2,18 5,73 4,96 8,38 1,38 20,34
Variável
17/18 L= 2,69 6,90 5,98 8,95 1,62 23,58

19/20 L= 3,21 8,09 7,02 9,53 1,80 27,23


15
APLICAÇÕES 21/22 L= 3,67 9,15 7,94 10,05 2,10 30,31

23/24 L= 4,98 12,16 10,56 11,51 2,73 38,68 20 150


O dispersor deverá ser utilizado na 25/26 L= 4,74 11,61 10,08 11,24 2,62 37,31
Descida d'água Dispersor
extremidade da descida d'água.
27/28 L= 5,42 13,17 11,44 12,00 2,95 41,70
29/30 L= 7,05 16,92 14,70 13,83 3,73 52,74

ESPECIFICAÇÕES CORTE A - A
O terreno de fundação deverá ser ARMADURA
regularizado e apiloado manualmente O
concreto deverá ser constituído de QUADRO DE ARMADURAS
cimento Portland, água e agregados,
com resistência Fck=11,0 MPa. O
N Q ø Comprimento (cm) Espaçamento (cm) Dispersor
1 36 4,2 85 15 Talude
recobrimento mínimo deverá ser de 2,5 Dissipador de energia
40 de aterro
cm. As formas deverão ser constituídas 2 08 4,2 187 33,3
de chapas de compensado resinado 3 07 4,2 242 - 40
40
travadas de forma a proporcionar
paredes lisas e sem deformações. Os 15
dispersores com numeração ímpar são
em concreto simples e os de numeração 150
40
par são em concreto armado.

LEGENDA 20
CONTROLES TECNOLÓGICOS Esc. Escavação
Apil. Apiloamento
Os materiais e misturas deverão ser ARMAÇÃO
submetidos aos ensaios previstos na Conc. Concreto
referida norma da ABNT: - Concreto: Q Quantidade de barras
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
P Posição das Barras de Aço P2
Agregados para concreto: NBR - 7211/05,
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - ø Diâmetro das barras
71218/82 e NBRNM - 46; P2
22

MEDIÇÕES 5

Será medido em unidade, estando


incluído, a execução dos serviços e o 105 90 P1
fornecimento dos materiais constantes
P3 - Ø4,2 - C/15 (242)
no quadro de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o 15
canteiro de obras. P1 - 2x2 Ø 4,2 - C/15 (85)
11 165 11
P2 - Ø4,2 - C/33,3 - (187)

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


R CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
DSP em cm.
DISPERSOR
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis
DE RODAGEM DO ESTADO
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral
DE MINAS GERAIS DES - 20
OBJETIVOS DIMENSÕES

Esta padronização visa estabelecer as TIPO DIMENSÃO (cm)


formas, dimensões, especificações e DEN Adaptável em C L DEN - DISSIPADOR DE ENERGIA PARA SAÍDA D´ÁGUA E VALETA DE PROTEÇÃO DE CORTE
recomendações técnicas para os SDC-01 (canal 60)
01 200 110
dissipadores de energia, a serem
utilizadas em obras rodoviárias. 02 VP, SDC-01 (canal 100) 200 190

PLANTA
CONSUMO POR UNIDADE
DEFINIÇÕES
DISCRIMINAÇÃO
São dispositivos destinados a dissipar
TIPO
energia do fluxo d'água, reduzindo, Pedra Concreto Escavação Apiloamento
DEN
consequentemente, a sua velocidade no
UN (m³) (m³ ) (m³) (m²)
deságüe no terreno natural.
01 0,72 0,36 0,72 4,80
02 0,96 0,48 0,96 6,40 A A
APLICAÇÕES
L
Os dissipadores de energia devem
desaguar em talude de corte. Deverão
ser aplicados: - nas extremidades da
saída e valeta de proteção de corte, e
- na extremidade do prolongamento da
sarjeta de corte, quando ela estiver
sendo utilizada como saída d'água.
Canal da saída d'água de
corte ou valeta 20 Pedra
ESPECIFICAÇÕES argamassada

O terreno de fundação deverá ser


regularizado e apiloado manualmente. O C
concreto deverá ser constituído de
cimento Portland, água e agregados,
com resistência Fck = 15,0 MPa. A pedra
terá diâmetro maior ou igual a 25 cm,
encravada no concreto de forma a ter, no
mínimo, 15 cm de saliência. O material
poderá ser proveniente de rocha sã do
tipo granito, gnaisse, basalto e outras
com as mesmas características de
resistência a abrasão. CORTE A - A

Saída d'água de corte ou


CONTROLES TECNOLÓGICOS valeta de proteção
Pedra argamassada
Ømín = 25
Os materiais e misturas deverão ser
submetidos aos ensaios previstos na
15
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 20 Concreto Fck = 15,0 MPa
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 15
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46; - Agregados
graúdos: NBR - 6465. 20

MEDIÇÕES

Será medido em unidade, estando


incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G DISSIPADOR DE ENERGIA PARA SAÍDA
DEN em cm.
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS D´ÁGUA E VALETA PROTEÇÃO DE
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS CORTE DES - 21
OBJETIVOS DIMENSÕES
TIPO DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as
DEN C d e L
formas, dimensões, especificações e
recomendações técnicas para os 03 200 10 15 70 DEN - DISSIPADOR DE ENERGIA PARA DESCIDA D'ÁGUA E BOCAS DE BUEIRO
04 200 10 15 80
dissipadores de energia, a serem
05 200 10 15 90
utilizadas em obras rodoviárias.
06 200 10 15 100
DEFINIÇÕES 07 200 10 15 110
Ala
São dispositivos destinados a dissipar 08 200 10 15 120 B
energia do fluxo d'água, reduzindo, 09 200 10 15 130

consequentemente, a sua velocidade no 10 240 30 15 248


desague no terreno natural.
:

11 320 30 15 299
12 400 30 15 351
APLICAÇÕES
13 480 30 15 397
Os dissipadores de energia deverão ser 14 560 30 15 528
A A
aplicados: - ao final das descidas d'águas 15 400 30 15 504
de aterro, e - jusante em bocas de 16 480 30 15 572
bueiros tubulares. 17 560 30 15 735 L
18 400 30 15 430
ESPECIFICAÇÕES
19 480 30 15 500
Em todos os tipos de saída de bueiro 20 600 30 15 600
tubular e descida d'água, o terreno de Pedra (Ømin=25)
APLICAÇÕES argamassada
fundação deverá ser regularizado e DEN APLICÁVEL EM
apiloado manualmente. O concreto DDA 01/02
03
deverá ser constituído de cimento
04 DDA 03/04
Portland, água e agregados, com
05 DDA 05/06
resistência Fck = 15,0 MPa. As formas B
06 DDA 07/08 - DCM
deverão ser constituídas de chapas de Fck > 15 MPa
07 DDA 09/10
compensado resinado travadas de forma
08 DDA 11/12 d C
a proporcionar paredes lisas e sem
09 DDA 13/14
deformações. A pedra terá diâmetro
maior ou igual a 25 cm, e será 10 BSTC DN 60 - DDD 01/02

argamassada, de forma a ter, no mínimo, 11 BSTC DN 80 - DDD 03/04


15 cm de saliência. O material poderá ser 12 BSTC DN 100 - DDD 05/06
proveniente de rocha sã do tipo granito, 13 BSTC DN 120 - DDD 07/08
gnaisse, basalto e outras com as 14 BSTC DN 150 - DDD 09/10 CORTE A - A
mesmas características de resistência a 15 BDTC DN 100 - DDD 11/12
abrasão. 16 BDTC DN 120 - DDD 13/14
17 BDTC DN 150 - DDD 15/16
CONTROLES TECNOLÓGICOS Pedra (Ømin=25)
18 BTTC DN 100
Os materiais e misturas deverão ser argamassada
19 BTTC DN 120
submetidos aos ensaios previstos na 20 BTTC DN 150 Ala
referida norma da ABNT: - Concreto: 15
CONSUMO POR UNIDADE e
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
TIPO ESC. APIL. CONC. PEDRA 10
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, ARG.
10
DEN (m³) (m²) (m³) (m³)
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
03 0,21 1,40 0,11 0,21 10
71218/82 e NBRNM - 46; - Agregados
04 0,24 1,60 0,12 0,24
graúdos: NBR - 6465. C
05 0,27 1,80 0,14 0,27 Fck > 15 MPa
MEDIÇÕES 06 0,30 2,00 0,15 0,30

Será medido em unidade, estando 07 0,33 2,20 0,17 0,33

incluído a execução dos serviços e 08 0,36 2,40 0,18 0,36


0,39 2,60 0,20 0,39
fornecimento dos materiais constantes 09
nos quadros de consumo, bem como o 10 0,89 5,95 0,45 0,89 CORTE B - B Pedra (Ømin=25)
transporte de todos os materiais até o 11 1,44 9,57 0,72 1,44 argamassada
canteiro de obras. 12 2,11 14,04 1,05 2,11
13 2,86 19,06 1,43 2,86
LEGENDA
14 4,44 29,57 2,22 4,44
Conc. Concreto e
15 3,02 20,16 1,51 3,02
10
Esc. Escavação 16 4,12 27,46 2,06 4,12 10
Apil. Apiloamento 17 6,17 41,16 3,09 3,17 10 10
18 2,76 18,40 1,38 2,76
Pedra Arg. Pedra Argamassada L
19 3,82 25,44 1,91 3,82 Fck > 15 MPa
20 5,67 37,80 2,84 5,67 Argamassa

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


R
CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
DEN em cm.
DISSIPADOR DE ENERGIA PARA
- Na conexão com as descidas d`água não são necessárias as Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DESCIDA D'ÁGUA E BOCAS DE BUEIRO
pequenas alas, indicadas no desenho. Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 22
OBJETIVOS
CONSUMO POR UNIDADE CCA - CAIXA COLETORA DE SARJETA EM ALVENARIA
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões especificações e DISCRIMINAÇÃO
recomendações técnicas para as caixas H Escavação Alvenaria Emboço PLANTA
coletoras de sarjeta, em alvenaria a (m) (m³) (m²) (m²)
serem utilizadas em obras rodoviárias.
H=1,00 8,98 3,83 3,03
1,00<H=1,50 9,13 5,97 4,77 A
DEFINIÇÕES 1,50<H=2,00 10,87 8,11 6,51 20 94 20
2,00<H=2,50 12,62 10,25 8,25
É o dispositivo construido no ponto de 14,37 12,39 9,99
2,50<H=3,00 20
desague da sarjeta, de forma a permitir a
captação e a transferência dos deflúvios 3,00<H=3,50 16,11 14,53 11,73
Limite
conduzindo-as para os tubos de ligação, Apiloamento - 3,492 m²
da 80
de DN 40, 60 ou 80. Concreto fundo da caixa - 0,402 m³ plataforma

APLICAÇÕES 20

Deverá ser utilizada para coletar as águas CONSUMO POR UNIDADE


provenientes das sarjetas, das descidas Sarjeta variável
d´água de cortes, drenagem profunda e DISCRIMINAÇÃO
para permitir a inspeção das redes que H Tijolos Maciços (*) Bloco de Concreto (*)
por ela passam. Na construção das
(m) (un) (un)
caixas coletoras, deverá ter uma abertura 300 Acostamento
destinada para deságue do terminal do H=1,00 456 42
dreno profundo, com diâmetro maior que 1,00<H=1,50 711 65
o do tubo coletor do dreno indicado no
projeto. 1,50<H=2,00 966 88
2,00<H=2,50 1220 111 A

2,50<H=3,00 1475 135


ESPECIFICAÇÕES
3,00<H=3,50 1730 158
(*) Valores arredondados para múltiplo de 1 1
O concreto deverá ser constituido, de
1
cimento Portland, água e agregados
com r esistência Fck =15,0 MPa,
devendo satisfazer a NBR 12655 / 2006.
A alvenaria será constituído de tijolo
maciço ( 5cm x 10cm x 20cm ) ou bloco
de concreto ( 20cm x 20cm x 40cm ),
rejuntada com argamassa traço 1:3 (areia Conformação de talude
fina). A alvenaria deverá ser revestida para implantação da caixa
com argamassa 1:3 (c,a), espessura de 2
Corte A-A
cm.

CONTROLES TECNOLÓGICOS
2 Acostamento
Os materiais e misturas deverão ser
20
submetidos aos ensaios previstos na
r ef e r id a n or m a da AB N T : - T ij ol o s Alvenaria de tijolo
maçiços NBR: - 6460/01; - Blocos??? variável
H
Emboço
(Argamassa 1:3) dreno
MEDIÇÕES

Será medido em unidade, estando 10 DN 40, 60 ou 80


incluído, a execução dos serviços e 20
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o 20 80 20
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS:


ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM
R
G
CCA
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são CAIXA COLETORA DE SARJETA
em cm.
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
EM ALVENARIA
DE MINAS GERAIS DES - 23
OBJETIVOS
DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as TIPO CCC-01 CCC-02 CCC - CAIXA COLETORA DE SARJETA EM CONCRETO
f ormas, dimensões, especif icações e DN 40 a 80 100 e 120
recomendações técnicas para as caixas H (m) a b a b
co le t or a s d e s ar je ta em c on cr e to a
serem utilizadas em obras rodoviárias. H=1,00 1,00 80 1,50 1,00 PLANTA
1,00<H=1,50 1,00 80 1,50 1,00
DEFINIÇÕES 1,50<H=2,00 1,00 80 1,50 1,00
2,00<H=2,50 1,00 80 1,50 1,00 A
É o dispositivo construído na extremidade 2,50<H=3,00 1,00 80 1,50 1,00 20 a 20
do bueiro de forma a permitir a captação
3,00<H=3,50 1,00 80 1,50 1,00
e transferência dos deflúvios, conduzindo-
os para a canalização. Para os bueiros
20
com tubos de DN 40; 60 ; 80 deve ser
utilizada a CCC - 01 e para tubos de DN Limite
100 e 120 a CCC - 02. da b
plataforma
CONSUMO POR UNIDADE
APLICAÇÕES
DN CONCRETO A DESCONTAR 20
De ve r á se r u til iza d a p ar a c ol et ar a s mm m
3

águas provenientes das sarjetas, das


400 0,03
descidas d'água de corte, da drenagem Sarjeta variável
profunda e para permitir a inspeção das 600 0,09
redes que por ela passam. 800 0,16
Na construção das caixas coletoras, 0,24
1000
deverá ter uma abertura destinada para 300
1200 0,33 Acostamento
deságue do terminal do dreno profundo,
com diâmetro maior que o do tubo coletor
do dreno indicado no projeto.

A
ESPECIFICAÇÕES CONSUMO POR UNIDADE

O concreto deverá ser constituído de ESC. APIL. FORMA CONC.


cimento Portland, água e agregados, Consumo 1
(m³) (m²) (m²) (m³)
1
com resistência Fck = 15 MPa, devendo
TIPO CCC CCC CCC CCC
satisfazer a NBR 12655/2006. A forma
dever á ser constituída de chapas de H (m) 01 02 01 02 01 02 01 02
compensado resinado travadas de forma H=1,00 9,33 14,71 3,60 5,00 8,80 11,60 1,21 1,58
a pr o po r cio nar pa re de s l isa s e se m
1,00<H=1,50 11,13 17,21 3,60 5,00 13,20 17,40 1,65 2,16
deformações.
1,50<H=2,00 12,93 19,71 3,60 5,00 17,60 23,20 2,09 2,74
Conformação de talude
2,00<H=2,50 14,73 22,21 3,60 5,00 22,00 29,00 2,53 3,32 para implantação da caixa
Corte A-A
CONTROLES TECNOLÓGICOS 2,50<H=3,00 16,53 24,71 3,60 5,00 26,40 34,80 2,97 3,90
O s ma ter iais e m istu r as de ver ão se r 3,00<H=3,50 18,33 27,21 3,60 5,00 30,80 40,60 3,41 4,48
submetidos aos ensaios previstos na
ref erida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; Acostamento
- Agregados para concreto: NBR - 7211/05,
20
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46. LEGENDA
variável
Esc Escavação H
MEDIÇÕES Apil Apiloamento
dreno
Conc Concreto
Ser á medido em unidade, estando
incluído, a execução dos serviços e
10 DN 40, 60 , 80, 100 e 120
fornecimento dos materiais constantes
20
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o 20 b 20
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


R
CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
CCC em cm. CAIXA COLETORA DE SARJETA
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS EM CONCRETO
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS
DES - 24
OBJETIVOS
DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e TIPO a b c d
GCC - GRELHA DE CONCRETO PARA CAIXA COLETORA
recomendações técnicas para Grelha de GCC (cm) (cm) (cm) (cm) PLANTA
Concreto aplicadas as caixas coletoras
de sarjeta, quando indicadas. 01 94 80 110 28
02 100 80 110 29
DEFINIÇÕES 03 150 100 130 42
FORMA DE NERVURA
É o dispositivo indicado para a proteção
ARMADURA
e segurança do usuário da via. É 13,5 c -29 13,5
Limite da
constituída de quadro e grelha.
QUADRO DA ARMADURA POR NERVURA plataforma
P Q O
l Comp. unit. Esp.
7,5
APLICAÇÕES 01 2 8,00 C-7 -

02 2 8,00 C+7 - d Var.


Este dispositivo deverá ser aplicado em 03 4 8,00 d-5 - 7,5
caixas coletoras implantadas em
04 4 8,00 d+9 -
perímetro urbano, interseções, parada 300
d e ó n i b u s e o u tr o s l o c a i s q u a n d o 05 4 5,00 37 12,5
necessário. 06 9 5,00 2d - 20 12,5 Nervuras
d-20
ARMADURA
5 5
GRELHA - CONSUMO POR UNIDADE
ESPECIFICAÇÕES QUADRO
TIPO CONSUMO DE ARMADURA POR NERVURA P6 - Ø 5,0
GCC P1 - 2Ø 8,0 - L= c - 7 L=(2d - 20)cm
O Concreto deverá ser constituído de
cimento Portland, água e agregados, POSIÇÃO P 1 P2 P3 P4 P5 P 6 RESUMO P3 - 2 Ø 8,0 L= d - 5
com resistência Fck =15 MPa, devendo UN (m) (m) (m) (m) (m) (m) (Kg) A B
8,5
satisf azer a NBR 12655/2006. As
01 2,06 2,34 0,90 1,46 1,480 3,15 3,445 1010 1010
f ormas deverão ser constituídas de 7 L= c -7 7 5 5
chapas de compensado resinado 02 2,06 2,34 0,96 1,52 1,480 3,42 3,536
P2 - 2Ø 8,0 - L= c + 7
tr a va d as de f or m a a pr o p or c i on ar 03 2,46 2,74 1,46 2,02 1,480 5,67 4,616 5
P4 - 2Ø 8,0 - L= d + 9 P5 - Ø 5,0
15
paredes lisas e sem deformações. As L=37,0 cm
armações devem ser de aço CA - 50A.
CONSUMO POR UNIDADE (4 NERVURAS)
b
TIPO DISCRIMINAÇÃO PLANTA
GCC Concreto Aço Formas 15 P3 e P4
CONTROLES TECNOLÓGICOS P3 e P4 c-2
UN (m³) (Kg) (m²) 5

01 0,19 13,78 1,22 P6 P1 e P2


Os mater iais e misturas deverão ser
02 0,20 14,14 1,23
submetidos aos ensaios previstos na 7,5
02 0,33 18,46 1,49 A B
referida norma da ABNT: - Concreto: var. d
N BR - 12 6 5 5/ 06 , N B R - 5 73 9/ 8 0 ; -
7,5
Agregados para concreto: NBR - 7211/05,
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - P5 13,5 C -29 13,5
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras: LEGENDA
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR - Q Quantidade de barras
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 e
O Diâmetro da barra
l

NBR - 7478/82. CORTE B B


C Comprimento da barra 5 15 CORTE A A 5 15
Esp. Espaçamento entre barras
Comp. unit. Comprimento unitário 10 10
MEDIÇÕES
5 5
20
S e r á m e d id o e m un i d a de , e s ta n d o
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras. CCC ou CCA

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
GCC em cm. GRELHA DE CONCRETO PARA
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS CAIXA COLETORA
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 25
OBJETIVOS DIMENSÕES

Esta padronização visa estabelecer as DIMENSÃO (cm)


formas, dimensões, especif icações e
TIPO
a b
LPT - LEIRA DE PROTEÇÃO
recomendações técnicas para leira de
LPT 50 25
proteção a serem utilizadas em obras
rodoviárias.
CONSUMO POR METRO

DISCRIMINAÇÃO
PLANTA
TIPO
LPT
BANQUETA DE ATERRO
S. Apil. Recobrimento Vegetal
UN (m³) (m²)
LPT 0,098 0,785
DEFINIÇÕES

45º 20 m 5%
Leira de proteção é o dispositivo utilizado Detalhe "B"
para interceptar, dividir e direcionar as 4m Leira 0,5% min.
águas que escoam pelas banquetas de Leira
corte ou aterro, conduzindo-as até as LEGENDA Sarjeta de Banqueta
sarjetas de banqueta.
S. Apil. Solo Apiloado

Eixo da Rodovia
APLICAÇÕES

A leira de pr oteção tipo LPT é par te


i nte gr a nt e d o p r oje to d a sar j et a d e
banqueta. PLANTA
BANQUETA DE CORTE

Sarjeta de Banqueta
Leira Leira Banqueta
0,5% min. 5%
4m
ESPECIFICAÇÕES
Detalhe "B"
20 m 45º
As leiras de proteção dever ão ser
c on st it u íd a s d e so lo , c om p ac ta do s
manualmente com espaçamento de 20,0
m, conforme projeto tipo.

Eixo da Rodovia

MEDIÇÕES

Será medido em metro linear, estando


incluído, a execução dos serviços e LEIRA DE PROTEÇÃO
fornecimento dos materiais constantes DETALHE "B"
nos quadros de consumo, bem como o Revestimento vegetal
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.
b
Solo apiloado

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
LPT em cm. LEIRA DE PROTEÇÃO
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 26
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e CONSUMO POR METRO LINEAR
recomendações técnicas para os Drenos
DPR - DRENO PROFUNDO LONGITUDINAL PARA CORTE EM ROCHA
Longitudinais para Corte em Rocha, a DISCRIMINAÇÃO
TIPO
serem utilizadas em obras rodoviárias. TUBO DE Ø 10 cm TUBO DE Ø 20 cm
DPR
Mat. Dren. Tubo Mat. Dren. Tubo
DEFINIÇÕES 3 3
UN m m m m
São os dispositivos utilizados para
DPR 0,39 1,000 0,37 1,000
conduzir as águas provenientes da
camada drenante para corte em rocha.

APLICAÇÕES
Talude em rocha
Deverá ser utilizado nos cortes em rocha,
juntamente com a camada drenante. LEGENDA
Mat. Dren. Material Drenante
ESPECIFICAÇÕES

Os materiais drenantes a serem


utilizados serão brita nº 1 com
granulometria com diâmetro até 2,0cm e Pista
brita nº 2 com granulometria entre os i%
diâmetros 2,0 e 2,5cm. Poderão ser Sarjeta
utilizados produtos resultantes da Base
britagem e classificação da rocha sã, Sub-base
pedregulhos naturais ou seixos rolados,
desde que isentos de impurezas
orgânicas e torrões de argila. Os tubos
serão de polietileno de alta densidade
Acabamento de Terraplenagem
tipo PEAD perfurado, Ø de 10 cm a 20 e = 60
cm ou tubo de concreto poroso Ø = 20
cm, definido pelo projetista. Os materiais
a serem utilizados na confecção dos
tubos de concreto, deverão atender , no
que couber, ao previsto nas 10 Brita 1
especificações de Tubo de Concreto Variável
min de 20
Simples de Seção Circular para águas VARIÀVEL
max de 40 Brita 2
pluviais e Tubos de Concreto Poroso:
DNIT-ES-D 2970. A escavação em
material de 3ª categoria para execução
do dreno profundo de corte em rocha Superfície teórica
40
deverá ser prevista no projeto de de terraplenagem
terraplanagem. Material drenante
10 Tubo de polietileno ou tubo de
CONTROLES TECNOLÓGICOS concreto poroso

Os materiais e misturas deverão ser


submetidos aos ensaios previstos na 40
referida norma da ABNT: - Tubos de
concreto: NBR - 8890/07; - Tubos
cerâmicos: NBR 5645/90; - Agregados
graúdos: NBR - 6465; - Tubos PEAD:
NBR - 5426/85, NBR - 14262/99 e NBR -
14272/99.

MEDIÇÕES
Será medido em metro linear, estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte dos materiais (exceto os
agregados) até o canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
DPR em cm. DRENO PROFUNDO LONGITUDINAL
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
PARA CORTE EM ROCHA
DE MINAS GERAIS DES - 27
OBJETIVOS

Esta padronização visa estabelecer as


formas, dimensões, especificações e CDR - CAMADA DRENANTE PARA CORTE EM ROCHA
recomendações técnicas para Camada
Drenante a ser implantada em Corte em
Rocha, a ser utilizada em obra
rodoviária.
PLANTA
DRENO TRANSVERSAL
DEFINIÇÕES DPT CORTE AA
Pista
È uma camada drenante utilizada nos
cortes em rocha para coletar as águas
de infiltrações e/ou, rebaixar o lençol Base
freático protegendo a estrutura do Sub-base
pavimento. Dreno profundo longitudinal
Acabamento de Terraplenagem espessura=60cm
Dreno
transversal 10 - Brita 1
Aterro Superfície teórica
APLICAÇÕES Corte em de terraplenagem
rocha A A 30 - Brita 2
A camada drenante deverá ser utilizado
nos cortes em rocha com espessura de mín. 20
0,40m. No caso de superfícies irregulares Camada drenante
provenientes da detonação por máx 40 40
explosivo, a camada deverá ter uma
espessura mínima de 0,20m, sendo
0,10m com brita nº1 e o restante com Dreno transversal
brita n°2, terá granulometria entre os 40
diâmetros 2,0 e 2,5cm. Poderão ser DPT
utilizados produtos resultantes da Contato Solo/Rocha
britagem e classificação de rocha sã e
pedregulhos naturais isentos de
impurezas orgânica e torrões de argila.
A escavação em material de 3ª categoria
do corte para execução da camada
drenante em rocha deverá ser prevista
no projeto de terraplenagem com 1,00m SEÇÃO TRANSVERSAL
de espessura e mais a espessura do
pavimento
Eixo
i% Pista i%

CONTROLES TECNOLÓGICOS
Base
Os materiais e misturas deverão ser Sub-base
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Agregados: Acabamento de Terraplenagem
NBR - 7211/05, NBR - 6465; NBRNM - espessura = 60 cm
26, NBRNH 248, NBR - 71218/82 e
NBRNM - 46; - Tubos de concreto: NBR -
10 brita 1
8890/07; - Tubos PEAD: NBR - 5426/85,
NBR - 14262/99 e NBR - 14272/99. 30 brita 2

Camada drenante 40
MEDIÇÕES Limite mínimo: 20
Limite máximo: 40 Superfície teórica
de terraplenagem
Será medido em metro cúbico, estando DPR 40
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais, bem como o
transporte dos materiais (exceto os
agregados)até o canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
CDR em cm. CAMADA DRENANTE PARA CORTE
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
EM ROCHA
DE MINAS GERAIS
DES - 28
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e DIMENSÕES DEP - DRENO ESPINHA DE PEIXE
recomendações técnicas para o Dreno PLANTA
Espinha de Peixe a ser utilizado em obra TIPO i% a L
Talude Corte Sarj. Acost. Pista de Rolamento Acost. Sarj.Talude Corte
rodoviária. 0 90º 400
1 80º 400
DEFINIÇÕES
DEP 01 2 70º 400
ou
São dispositivos complementares aos DEP 02 3 60º 400
Drenos Profundos Longitudinais, 4 50º 600
utilizados em solos saturados para
5 40º 800 i%
acelerar e garantir o rebaixamento do

A
lençol freático protegendo a estrutura do 6 30º 1000
pavimento.

Dreno Longitudinal

Dreno Longitudinal
A
APLICAÇÕES
L
Deverão ser utilizados DEP-01 em solos L/2

B
com excesso de umidade e DEP-02 em
solos saturados com afloramento d'água. CONSUMO POR METRO LINEAR

TIPO DISCRIMINAÇÃO

ESPECIFICAÇÕES DEP Escavação Material drenante Manta geotêxtil


a
UN (m³) (m³) (m²)
Deverá ser utilizado como material
01 0,09 0,09 -
drenante a brita 1 com diâmetro até
2,5cm; brita 2 com granulometria entre os 02 0,09 0,09 1,40

B
diâmetros 2,5 e 5,0cm e brita 3 com
diâmetro acima de 5,0cm. O material
filtrante será definido segundo o estudo
de BERTRAN -TERZAGHI devendo
atender as relações de permeabilidade e
piping. Poderão ser utilizados produtos DEP - 01 DEP - 02
resultantes da britagem e classificação CORTE A - A CORTE A - A
de rocha sã, e pedregulhos naturais ou
Pista
seixos rolados isentos de impurezas Pista
orgânicas e torrões de argila. A manta
Colchão filtrante
geotêxtil é a não tecida de resistência à
tração de7 KN/m com permeabilidade de
0,4 m/s. 15 15
variável Variável
Material de
CONTROLES TECNOLÓGICOS Transpasse de 20 cm
regularização 30
30
Os materiais e misturas deverão ser Dreno "espinha
submetidos aos ensaios previstos na Manta geotéxtil
de peixe"
referida norma da ABNT: - Agregados Dreno "espinha não tecido
30 30
de peixe"
para concreto: NBR - 7211/05, NBRNM
- 26, NBRNH 248, NBR - 71218/82 e
NBRNM - 46; - Geotêxtil: NBR - CORTE B - B
12824/93; - Agregados graúdos: NBR - CORTE B - B
Pista
6465.
Pista

MEDIÇÕES
Será medido em metro linear, estando 15
incluíndo, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes 15 10%
nos quadros de consumo, bem como o Dreno profundo
transporte dos materiais (exceto os 10%
Dreno profundo
agregados) até o canteiro de obras. Material de Material filtrante
regularização 10
Material drenante
10
Material drenante

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
DEP em cm.
DRENO ESPINHA DE PEIXE
- O material de regularização do dreno DEP-01 é objeto de serviço Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
de terraplenagem. Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 29
OBJETIVOS CONTROLES TECNÓLOGICOS
Esta padronização visa estabelecer as Os materiais e misturas deverão ser submetidos
aos ensaios previstos na referida norma da ABNT:
formas, dimensões, especificações e
- Tubos de concreto: NBR - 8890/07; - Geotêxtil:
DPS - DRENO PROFUNDO LONGITUDINAL PARA CORTE EM SOLO - POSICIONAMENTO
recomendações técnicas para os Drenos
Profundos Longitudinais, a serem NBR - 12824/93; - Tubos PEAD: NBR - 5426/85,
utilizadas em obras rodoviárias. NBR - 14262/99 e NBR - 14272/99; - Agregados
graúdos: NBR - 6465.
DEFINIÇÕES
São os dispositivos utilizados para MEDIÇÕES
interceptar e/ou rebaixar o lençol freático,
Será medido em metro linear, estando incluído, a POSICIONAMENTO DO DRENO
protegendo a estrutura do pavimento.
execução dos serviços e fornecimento dos CORTE TRANSVERSAL
materiais constantes nos quadros de consumo,
APLICAÇÕES bem como o transporte dos materiais (exceto os
agregados) até o canteiro de obras.
Deverão ser utilizados nos seguintes
casos: - nos cortes com excesso de
umidade, onde poderão ser indicados:
DPS - 01, DPS - 02, DPS - 03, DPS - 04,
DPS - 05, DPS - 06, DPS - 09 e DPS - CONSUMO POR METRO LINEAR
12,e - nos cortes onde o lençol freático
DISCRIMINAÇÃO
estiver até 1,50 m abaixo da cota de TIPO
sub-leito, onde poderão ser adotados os TUBO DE TUBO FLEX. MANTA P/
DPS
drenos DPS - 07, DPS - 08, DPS - 10 e CONCRETO PERFURADO TUBO
DPS - 11. Nos drenos DPS - 07, DPS - 01 DN 20 - -
08, DPS - 09, DPS - 10, DPS - 11 e DPS - 02 DN 20 - - Talude de
12, deverá ser utilizado como material 03 - DN 10 SIM corte
Pista
drenante brita nº1 com diâmetro até 04 - DN 10 SIM
2,0cm. O posicionamento do dreno deverá 05 - DN 10 SIM
ser sob a sarjeta e estar de acordo com o 06 - DN 10 SIM
corte transversal. Sua linha superior 07 DN 20 - -
deverá estar na cota de greide de 08 DN 20 - -
terraplenagem.
09 - - - Sub-leito
10 - DN 10 -
ESPECIFICAÇÕES 11 - DN 10 -
12 - - -
O material do selo será constituído de solo
predominantemente argiloso. O material CONSUMO POR METRO LINEAR
filtrante será definido segundo estudos de
BERTRAN - TERZAGHI devendo atender DISCRIMINAÇÃO
TIPO DN
as relações de permeabilidade e piping e MATERIAL MANTA
serem isentos de impurezas orgânicas e DPS ESC. SELO FILTRANTE/ TUBO
DRENANTE DRENO TUBO
torrões de argila. Como material drenante
UN (m³) (m³) (m³) (m²) (m²) (m)
poderão ser utilizados produtos
01 0,75 0,10 0,65 - - 1,00
resultantes da britagem e classificação de
02 0,75 - 0,75 - - 1,00
rocha sã, areias e pedregulhos naturais ou
seixos rolados, desde que isentos de 03 0,75 0,10 0,65 - 0,50 1,00
impurezas orgânicas e torrões de argila. 04 0,75 - 0,75 - 0,50 1,00
Os materiais a serem utilizados na 05 0,60 0,08 0,52 - 0,50 1,00
confecção dos tubos de concreto, deverão 06 0,60 - 0,60 - 0,50 1,00
atender, no que couber, ao previsto nas 07 0,75 0,10 0,65 3,80 - 1,00
especificações de Tubo de Concreto 08 0,75 - 0,75 4,20 - 1,00
Simples de Seção Circular para águas 09 0,75 - 0,75 - - -
pluviais, e tubos de concreto poroso: 10 0,60 0,08 0,52 3,60 - 1,00
DNIT-ES-D 2970. A Resistência à 11 0,60 - 0,60 4,00 - 1,00
compressão diametral mínima de ruptura 12 0,60 - 0,60 - - -
deverá ser superior a 16 KN/m. Os tubos
serão do tipo dreno flexível, corrugado,
perfurado, fabricado de polietileno de alta LEGENDA
densidade (PEAD). A manta a ser Esc. Escavação
utilizada será do tipo geotêxtil não tecida
com resistência a tração de 7 KN/m com
permeabilidade normal de 0,4 m/s.

OBS:
DESENHOS TIPO ASSINATURA DAS AUTORIDADES
R
CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são
G
em cm. DRENO PROFUNDO LONGITUDINAL
DPS - Ver projeto tipo des. 27.
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
PARA CORTE EM SOLO-
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS POSICIONAMENTO DES - 30
DPS - DRENO PROFUNDO LONGITUDINAL PARA CORTE EM SOLO

DPS - 01 DPS - 02 DPS - 03 DPS - 04 DPS - 05 DPS - 06

20 Selo 20 20
Selo Selo

Material Material Material Material Material Material


filtrante filtrante filtrante filtrante filtrante filtrante

150 150 150


130 130 130

DN 20 cm DN 10 cm DN 10 cm DN 10 cm DN 10 cm
DN 20 cm

Manta geotextil Manta geotextil Manta geotextil Manta geotextil


10 10 10 não tecida 10 não tecida 10 não tecida 10 não tecida

50 50 50 50 40 40

DPS - 07 DPS - 08 DPS - 09 DPS - 10 DPS - 11 DPS - 12

20 Transpasse 20 Transpasse
Selo Selo da manta 20 cm
da manta 20 cm
Transpasse Transpasse
da manta 20 cm da manta 20 cm
Manta geotextil
Manta geotextil não tecida Material
não tecida drenante
Material
Material Material Material Material Material
Drenante
Drenante Drenante Drenante Drenante Drenante
150 150 150 150
130 130 Manta geotextil Manta geotextil
não tecida não tecida

DN 20 cm DN 10 cm DN 10 cm
DN 20 cm

10 10 10 10

50 50 50 40 40 40

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
DPS em cm. DRENO PROFUNDO LONGITUDINAL
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
PARA CORTE EM SOLO
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral
DE MINAS GERAIS DES - 31
OBJETIVOS CONSUMO POR UNIDADE

Esta padronização visa estabelecer as TIPO DISCRIMINAÇÃO


formas, dimensões, especificações e DPT Esc. Apil. Forma. Conc. DPT - DRENO PROFUNDO - TERMINAL
recomendações técnicas para os
UN (m³) (m²) (m²) (m)
terminais de drenos profundos de corte.
DPT 0,120 0,288 0,437 0,042

Acostamento

LEGENDA
DEFINIÇÕES
Esc. Escavação Sarjeta
Ra
São os dispositivos a serem executados Apil. Apiloamento io
= 5m
na saída do dreno com o objetivo de Conc. Concreto
conduzir o fluxo no sentido do
escoamento, evitando o processo
erosivo a jusante.

Dr
en
o
Saída d`água

lon
APLICAÇÕES da sarjeta de corte

git
ud
in al
Os terminais se aplicam para os

pro
deságües dos drenos profundos de corte

unf
em solo ou rocha. No caso dos drenos

do
cegos deverá ser executado com tubo Dissipador Tipo DEN Saída de concreto
na extensão de 1,0 m. DES - 22
Escavação
(eventual)

ESPECIFICAÇÕES

O concreto deverá ser constituído de


cimento Portland, água e agregados com
resistência Fck > 13,0 MPa.
TERMINAL DE DRENO

CORTE B - B

CONTROLES TECNOLÓGICOS
VISTA FRONTAL
Os materiais e misturas deverão ser 8 44 8
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, PLANTA
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46. - Tubo de 52
concreto: NBR - 8890/07 52

8
10
B B 10
10
MEDIÇÕES 44 8
8
Será medido em unidade, estando
8 20
incluído, a execução dos serviços e 20
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o 8
transporte de todos os materiais até o 48
canteiro de obras. 8 40 60

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
DPT em cm.
DRENO PROFUNDO - TERMINAL
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 32
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as CONSUMO POR METRO LINEAR
formas, dimensões, especificações e DSS - DRENO SUB-SUPERFICIAL
recomendações técnicas para os Drenos DISCRIMINAÇÃO
TIPO
Sub-Superficiais, a serem utilizadas em
DSS Escavação Material
Drenante Manta Tubo
obras rodoviárias. 10 L

L
DEFINIÇÕES UN (m³) (m³) (m²) (m)
Pista

São os dispositivos que tem a função de 01 0,090 0,090 - - Pista

drenar as águas superficiais infiltradas 02 0,090 0,090 1,400 -


Base
7 Base
nas camadas do pavimento. Sub-base
03 0,090 0,082 1,400 1,000 Sub-base

APLICAÇÕES
04 0,160 0,160 - -
Deverão ser utilizadas nas seguintes DSS - 01 a 06
DSS - 01 a 06
situações: Camada de base com 05 0,160 0,160 1,800 -
características drenantes, confinada e 06 0,160 0,152 1,800 1,000
camada de base e sub-base com
características drenantes, confinadas. Os DSS - 01 DSS - 02 DSS - 03
drenos DSS 01 a DSS 06 serão Transpasse - 20 cm
implantados imediatamente antes da Transpasse - 20 cm Manta geotéxtil
execução da camada a ser drenada, não tecida
30 30 30
com sua face superior ao nível da face Manta geotéxtil
inferior desta camada. No caso de valas Material não tecida DN 5 cm
5
transversais, elas serão abertas segundo drenante
as retas de maior declive, no caso de 30 30 30
valas longitudinais, no sentido de
jusante para montante, paralelas ao eixo,
na posição indicada no projeto. Nos DSS - 04 DSS - 05 DSS - 06
drenos tipos: DSS 07 e DSS 08, DSS 09 Transpasse - 20 cm
e DSS 10 as alturas "H" serão definidas Transpasse - 20 cm
em função da camada de pavimento a
ser drenada. A largura "L" será definida 40 40 40
em função do tipo de sarjeta a ser Manta geotéxtil Manta geotéxtil
não tecida não tecida
implantada, de corte ou de aterro. Material
5
drenante Material DN 5 cm
ESPECIFICAÇÕES drenante
Como material drenante poderão ser
utilizados produtos resultantes da 40 40 40
britagem e classificação de rocha sã,
pedregulhos naturais ou seixos rolados, DRENO DE PAVIMENTO EM ATERRO
desde que isentos de impurezas
orgânicas e torrões de argila. O material
DSS - 07 DSS - 08
drenante a ser utilizado terá
granulometria entre os diâmetros 2,0 e
2,5 cm. Os tubos serão do tipo dreno
flexível, corrugado, perfurado, fabricado DN 5 cm
de polietileno de alta densidade (PEAD) H H
com diâmetro de 5,0 cm. A manta a ser
utilizada será tipo geotêxtil não tecida 5
com resistência a tração de 7 KN /M, com
permeabilidade normal de 0,4 m/s.
CONTROLES TECNOLÓGICOS L L
Os materiais e misturas deverão ser
submetidos aos ensaios previstos na DRENO DE PAVIMENTO EM CORTE
referida norma da ABNT: - Geotêxtil: DSS - 09 DSS- 10
NBR - 12824/93; - Tubos PEAD: NBR -
5426/85, NBR - 14262/99 e NBR -
14272/99; - Agregados graúdos: NBR -
6465.
MEDIÇÕES H DN 5 cm H
Será medido em metro linear, estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes 5
nos quadros de consumo, bem como o
transporte dos materiais (exceto os
agregados) até o canteiro de obras.
L L

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
DSS em cm.
DRENO SUB-SUPERFICIAL
Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 33
OBJETIVOS
CONSUMO POR UNIDADE
Esta padronização visa estabelecer as TIPO DISCRIMINAÇÃO
formas, dimensões, especificações e BDS ESC. APIL. FORMA CONCRETO BDS - BOCA DE SAÍDA DE CONCRETO PARA DRENO SUB-SUPERFICIAL
recomendações técnicas para as bocas (m²) (m²)
UN (m³) (m³)
de saídas dos Drenos Sub-Superficiais, a
serem utilizadas em obras rodoviárias. 01 0,040 0,200 0,240 0,038 BDS 01
02 0,060 0,240 0,320 0,048
PLANTA VISTA FRONTAL
10 CORTE A A
DEFINIÇÕES A A 10
LEGENDA
Esc. Escavação 30 40
São os dispositivos a serem executados 15 15 40
na saída do dreno com o objetivo de Apil. Apiloamento
conduzir o fluxo no sentido do 10 10 10
escoamento, evitando o processo 10 30
erosivo a jusante. 10
40 10 30 10
40

BDS 01
APLICAÇÕES
PLANTA VISTA FRONTAL
As bocas-de-saída se aplicam para os 10 CORTE A A
desagues dos drenos sub-superficiais.
A A 10

30 40
15 15 40
ESPECIFICAÇÕES
10 10 10

O concreto deverá ser constituído de 10 30


cimento Portland, água e agregados com 10 30 10 10
40
resistência Fck =13,0 MPa. As formas 40
deverão ser constituídas de chapas de
compensado resinado travadas de forma BDS 02
a proporcionar paredes lisas e sem
PLANTA VISTA FRONTAL CORTE A A
deformações.
10
10
A A
CONTROLES TECNOLÓGICOS 50
50
40 15 15
Os materiais e misturas deverão ser
10 10 10
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 10 10 40 10
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 10
40 60
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - 40
71218/82 e NBRNM - 46.
BDS 02
PLANTA VISTA FRONTAL CORTE A A

MEDIÇÕES 10
10
A A
Será medido em unidade, estando 50
incluído, a execução dos serviços e 50
40 15 15
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o 10 10 10
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras. 10 10 40 10
10
40 60
40

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
BDS em cm. BOCA DE SAÍDA DE CONCRETO
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
PARA DRENO SUB-SUPERFICIAL
DE MINAS GERAIS DES - 34
OBJETIVOS
DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e DTV - DRENO DE TALVEGUE
recomendações técnicas para dreno de TIPO DISCRIMINÇÃO
talvegue, a ser utilizado em obra DTV b h
rodoviária. 01 - -
02 0,40 0,40
DEFINIÇÕES 03 0,50 0,50
DTV-01
04 0,60 0,60 CORTE TRANSVERSAL
É o dispositivo utilizado para interceptar e
ou rebaixar o lençol freático protegendo o 05 0,80 0,80
Talude de aterro
corpo estradal, executado previamente a 06 1,00 1,00
construção de aterro.
CONSUMO MINIMO POR UNIDADE

APLICAÇÕES DISCRIMINÇÃO
TIPO
DTV Escavação Mat. Drenante Manta Geotextil
Serão aplicados nos locais onde a (m²) (m²) (m²)
implantação da obra de arte corrente não
01 - Var. -
é coincidente com a linha do talvegue.
Serão dos tipos DTV-01, DTV-02, 02 0,16 0,16 1,80
DTV-03, DTV-04, DTV-05 e DTV-06. O 03 0,25 0,25 2,20
Material 20 Solo
DT-01 é indicado nos locais onde não
04 0,36 0,36 2,60 drenante 10 Brita 1
houver necessidade de escavação 10 Brita 2
(talvegue natural). O DTV-02 a DTV-06 05 0,64 0,64 3,40
serão indicados nos locais de surgência 06 1,00 1,00 4,20
de "olho d'água", com necessidade de
escavação. Pedras de mão
50

ESPECIFICAÇÕES

A brita nº 1 ou nº 2 deverá ter o diâmetro


com granulometria entre os diâmetros 2,0
cm a 5,0 cm. Poderão ser utilizados ainda
Variável
seixos rolados, desde que isentos de
impurezas orgânicas e torrões de argila
de diâmetro equivalente a brita nº 1 ou nº
2. O seixo rolado deve ser menor que o
diâmetro da pedra de mão 25 cm. A DTV - 02 à 06
manta geotextil deverá ser a não tecida CORTE TRANSVERSAL
de resistência a tração de 7 KN/m com
permeabilidade de 0,4 m/s. Transpasse da manta geotêxtil
20

CONTROLES TECNOLÓGICOS

Os materiais e misturas deverão ser


submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Geotêxtil: NBR
- 12824/93; - Agregados graúdos: NBR -
6465. h
Brita 1 ou 2
MEDIÇÕES

Será medido em metro cúbico, estando


incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte dos materiais (exceto os b
agregados) até o canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


R CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
DTV em cm.
DRENO DE TALVEGUE
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS
DES - 35
OBJETIVOS DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as DIMENSÃO BDB - BERÇO E DENTE PARA ASSENTAMENTO DE BUEIRO
formas, dimensões, especificações e
Diâmetro A B C D E F
recomendações técnicas para os
berços e dentes para assentamento de (mm) (cm) (cm) (cm) (cm) (cm) (cm)
bueiros, a serem utilizadas em obras 600 19,0 15,0 96,0 - - 6,5 DENTE
rodoviárias. 25,0 20,0 120,0 8,0
800 - - CORTE TRANSVERSAL
VISTA LATERAL
DEFINIÇÕES 1000 31,0 25,0 144,0 288,0 432,0 9,0
1200 37,0 30,0 166,0 332,0 498,0 10,0
Berço é uma estrutura de concreto
monolítico sobre a qual o tubo é 1500 45,0 38,0 198,0 396,0 594,0 12,0
assentado. Dente é uma estrutura de
concreto que tem a finalidade de ancorar
o berço .
10 F DN F 20 F DN F 10
APLICAÇÕES
O berço é utilizado para assentamento CONSUMO POR UNIDADE A
em bueiros tubulares de concreto dos
DENTE A
tipos macho e fêmea, e ponta e bolsa. O
dente é recomendado quando a SIMPLES DUPLO TRIPLO B
Diâmetro
declividade de assentamento do bueiro Conc. Armad. Conc. Armad. Conc. Armad. Dente
40
for maior que 10%. O espaçamento entre
(mm) (m³) (Kg) (m³) (Kg) (m³) (Kg)
dentes deverá ser de, no máximo, 5 m. 2 Ø 10,00 mm Máx. 100 cm Máx. 100 cm
600 0,15 1,19 - - - - 40

ESPECIFICAÇÕES 800 0,19 1,47 - - - - 40


Utilizar concreto ciclópico com 1000 0,23 1,79 0,46 2,84 0,69 3,89
Fck = 11,0MPa, para o berço e concreto 1200 0,27 2,11 0,53 3,43 0,80 4,75 D
2 Ø 10,00 mm
Fck = 11,0 MPa, para o dente. Serão comp. 35 cm + B
1500 0,32 2,66 0,63 4,43 0,95 6,20
colocadas armaduras de espera nos
dentes, sendo 2 Ø 10,0 mm a cada 100
cm , no mínimo dois pares para cada BERÇO
dente, o comprimento está indicado na
figura. As armaduras deverão ser de aço
CA 50A. O concreto deverá ser CONSUMO POR METRO
constituído de cimento Portland, água e BERÇO
agregados, devendo satisfazer a 10 F DN F 10
SIMPLES DUPLO TRIPLO 10 F DN F 20 F DN F 10
NBR-12655/06, 5739/1980 para concretos Diâmetro
moldados "in loco". Conc. Forma Conc. Forma Conc. Forma
(mm) (m³) (m²) (m³) (m²) (m³) (m²)
CONTROLES TECNOLÓGICOS 600 0,29 0,68 - - - - A A
Os materiais e misturas deverão ser 800 0,47 0,90 - - - - B B
submetidos aos ensaios previstos na 1000 0,68 1,12 1,37 1,12 2,05 1,12
referida norma da ABNT: - Concreto: 0,93 1,34 1,85 1,34 2,78 1,34
1200 C D
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 1500 1,36 1,66 2,73 1,66 4,09 1,66
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras:
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR -
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82
e NBR - 7478/82; -Espessura dos Tubos:
NBR 8890/08 LEGENDA
10 F DN F 20 F DN F 20 F DN F
Conc. Concreto
MEDIÇÕES
Armad. Armadura
O berço será medido em metro linear e o
dente em unidade, estando incluído, a A
execução dos serviços e fornecimento
dos materiais constantes nos quadros de B
consumo, bem como o transporte de
todos os materiais até ao canteiro de
E
obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
BDB em cm. BERÇO E DENTE PARA
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
ASSENTAMENTO DE BUEIRO
DE MINAS GERAIS DES - 36
BST - BOCA SIMPLES PARA REDE TUBULAR DE CONCRETO
BOCA NORMAL
DIMENSÕES CONSUMO MÉDIO POR UNIDADE

DIMENSÃO (cm) DISCRIMINAÇÃO 10


b c
ESC. ESCONS. FORMAS CONCRETO
β° a b c d e f g h i j l m n o p q x y L
∝° ∝° β° m² m³ g
BUEIRO SIMPLES TUBULAR DN = 60 o
0 30 106 20 125 23 23 15 10 98 144 133 144 20 30 133 23 20 72 72 242 0 30 7,45 1,153
15 30 111 20 125 28 21 15 10 98 177 157 129 20 30 124 23 20 125 33 257 15 30 7,82 1,218
30 25 130 20 125 35 26 15 10 98 218 190 125 20 30 125 23 20 179 0 283 30 25 8,71 1,370 10 30° y
q
45 20 168 20 125 47 36 15 10 98 296 253 129 20 30 135 23 20 268 33 353 45 20 10,68 1,722 e k
BUEIRO SIMPLES TUBULAR DN = 80
0 30 138 25 145 29 29 20 15 120 167 153 167 25 35 153 30 25 84 84 293 0 30 11,17 2,140
a L
15 30 144 25 145 35 26 20 15 120 205 180 150 25 35 144 30 25 145 39 312 15 30 11,73 2,262
30 25 167 25 145 44 31 20 15 120 253 218 145 25 35 145 30 25 207 0 343 30 25 13,03 2,538
45 20 216 25 145 59 44 20 15 120 343 290 150 25 35 157 30 25 311 39 426 45 20 15,97 3,188
d q 30°
BUEIRO SIMPLES TUBULAR DN = 100
10 i
0 30 170 30 165 35 35 25 20 142 191 174 191 30 40 174 37 30 95 95 345 0 30 15,68 3,567 x
15 30 177 30 165 42 31 25 20 142 233 203 171 30 40 163 37 30 165 44 366 15 30 16,41 3,757
30 25 203 30 165 52 36 25 20 142 288 245 165 30 40 165 37 30 236 0 403 30 25 18,19 4,205 j
45 20 264 30 165 71 52 25 20 142 390 326 171 30 40 179 37 30 354 44 499 45 20 22,30 5,293 g
BUEIRO SIMPLES TUBULAR DN = 120
0 30 200 40 180 40 40 30 25 163 208 188 208 40 45 188 43 35 104 104 391 0 30 20,65 5,506
15 30 210 40 180 50 36 30 25 163 255 220 186 40 45 177 43 35 180 48 414 15 30 21,63 5,819 m
30 25 243 40 180 61 43 30 25 163 314 264 180 40 45 180 43 35 257 0 455 30 25 24,00 6,538
45 20 316 40 180 83 63 30 25 163 426 351 186 40 45 196 43 35 386 48 562 45 20 29,34 8,243
BOCA ESCONSA
BUEIRO SIMPLES TUBULAR DN = 150
0 30 242 50 260 46 46 35 30 194 300 277 300 40 45 277 52 40 150 150 522 0 30 32,54 10,810 b c 10
15 30 253 50 260 57 41 35 30 194 368 328 269 40 45 258 52 40 260 70 555 15 30 34,15 11,431
30 25 293 50 260 70 50 35 30 194 453 396 260 40 45 260 52 40 371 0 612 30 25 37,95 12,868
45 20 382 50 260 95 75 35 30 194 615 530 269 40 45 280 52 40 558 70 762 45 20 46,60 16,303 o
g

10
y
e q
k
30°
VISTA LATERAL VISTA FRONTAL
a
b 10 a ∝°
c
d e
∝°
d q
30
10
β°
10 10
h i
x
L
f f

p p j

n n

x y
m g
L
m

OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


DESENHOS TIPO - As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são R
em cm. G
BST - Utilizar concreto ciclopico fck>11MPa. BOCA SIMPLES PARA REDE
- Utilizar preferencialmente bocas normais para bueiros esconsos
ajustando o talude de aterro as alas e/ou prolongando o corpo
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
TUBULAR DE CONCRETO
do bueiro. DE MINAS GERAIS DES - 37
BDT - BOCA DUPLA PARA REDE TUBULAR DE CONCRETO

BOCA ESCONSA
BOCA NORMAL
b c 10
b c 10

g o
DIMENSÕES g
o
DIMENSÃO (cm)
10
ESC. β° y
∝° a b c d e f g h i j k m n o p q x y L q
10 30° y e k
q
BUEIRO DUPLO TUBULAR DN=100 e k
0 30 314 30 165 35 35 30 20 142 191 174 191 30 40 174 37 30 95 95 489 30°
15 30 326 30 165 42 31 30 20 142 233 203 171 30 40 163 37 30 165 44 515
30 25 370 30 165 52 36 30 20 142 288 245 165 30 40 165 37 30 236 0 569
45 20 468 30 165 71 52 30 20 142 390 326 171 30 40 179 37 30 354 44 702
DUPLO TUBULAR DN=120
a
0 30 366 40 180 40 40 35 25 163 208 188 208 40 45 188 43 35 104 104 557 ∝°
a L
15 30 382 40 180 50 36 35 25 163 255 220 186 40 45 177 43 35 180 48 586
30 25 434 40 180 61 43 35 25 163 314 264 180 40 45 180 43 35 257 0 647
45 20 550 40 180 83 63 35 25 163 426 351 186 40 45 196 43 35 386 48 797 L
BUEIRO DUPLO TUBULAR DN=150
0 30 440 50 260 46 46 35 30 194 300 277 300 40 45 277 52 40 150 150 720
15 30 458 50 260 57 41 35 30 194 368 328 269 40 45 258 52 40 260 70 760 ∝°
d q
30 25 522 50 260 70 50 35 30 194 453 396 260 40 45 260 52 40 371 0 841 d 30°
q
45 20 662 50 260 95 75 35 30 194 615 530 269 40 45 280 52 40 558 70 1042 10 i 10 β°
x
i
x
j
g
j

m
CONSUMO MÉDIO POR UNIDADE

DISCRIMINAÇÃO
g
ESCONS. FORMAS CONCRETO
∝° β° m² m³
VISTA LATERAL VISTA FRONTAL m

0 30 21,08 5,106 b c a
15 30 22,00 5,350
30 25 24,45 5,987 d e
45 20 29,94 7,470

30 10 10
0 30 27,75 7,889
15 30 28,99 8,289
30 25 32,17 9,285 h
45 20 39,35 11,607
f f

0 30 42,14 15,138 p p
15 30 44,09 15,912
30 25 49,06 17,876
n n
45 20 60,18 22,422
m x y

OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


DESENHOS TIPO - As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são R
em cm. G
BDT - Utilizar concreto ciclopico fck>11MPa. BOCA DUPLA PARA REDE
- Utilizar preferencialmente bocas normais para bueiros esconsos
ajustando o talude de aterro as alas e/ou prolongando o corpo
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
TUBULAR DE CONCRETO
do bueiro. DE MINAS GERAIS DES - 38
BTT - BOCA TRIPLA PARA REDE TUBULAR DE CONCRETO
BOCA ESCONSA
BOCA NORMAL
10 b c 10
b c

g
o
DIMENSÕES o g

DIMENSÃO (cm) 10
y
10 30° y q
ESC. β° q e k
∝° a b c d e f g h i j k m n o p q x y L M e k
30°
BUEIRO TRIPLO TUBULAR DN=100
0 30 458 30 165 35 35 35 20 142 191 174 191 30 40 174 37 30 95 95 633 205
15 30 475 30 165 42 31 35 20 142 233 203 171 30 40 163 37 30 165 44 664 205
30 25 536 30 165 52 36 35 20 142 288 245 165 30 40 165 37 30 236 0 736 205
45 20 672 30 165 71 52 35 20 142 390 326 171 30 40 179 37 30 354 44 906 205
BUEIRO TRIPLO TUBULAR DN=120
∝°
0 30 532 40 180 40 40 40 25 163 208 188 208 40 45 188 43 35 104 104 723 230
15 30 554 40 180 50 36 40 25 163 255 220 186 40 45 177 43 35 180 48 758 230
30 25 626 40 180 61 43 40 25 163 314 264 180 40 45 180 43 35 257 0 838 230
45 20 785 40 180 83 63 40 25 163 426 351 186 40 45 196 43 35 386 48 1032 230 a L a
BUEIRO TRIPLO TUBULAR DN=150
0 30 638 50 260 46 46 40 30 194 300 277 300 40 45 277 52 40 150 150 918 320
15 30 663 50 260 57 41 40 30 194 368 328 269 40 45 258 52 40 260 70 965 320 L
30 25 750 50 260 70 50 40 30 194 453 396 260 40 45 260 52 40 371 0 1069 320 ∝°
45 20 942 50 260 95 75 40 30 194 615 530 269 40 45 280 52 40 558 70 1322 320

d 30° ∝°
q d q
10 i
CONSUMO MÉDIO POR UNIDADE x 10
β°

DISCRIMINAÇÃO i
j x
ESCONS. FORMAS CONCRETO g
∝° β° m² m³
m j
0 30 26,48 6,645
15 30 27,59 6,942
30 25 30,68 7,766
VISTA LATERAL VISTA FRONTAL
45 20 37,59 9,653
a g
b c 10 m
d e
0 30 34,84 10,272
15 30 36,35 10,759
30 25 40,37 12,037 30
45 20 49,39 14,983 10 10
h
0 30 52,07 19,516
15 30 54,37 20,446 f f
30 25 60,48 22,915
p p
45 20 74,22 28,616
n n

x y
m
L

OBS:
DESENHOS TIPO ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são R
em cm. G
BTT - Utilizar concreto ciclopico fck>11MPa. BOCA TRIPLA PARA REDE TUBULAR
- Utilizar preferencialmente bocas normais para bueiros esconsos
ajustando o talude de aterro as alas e/ou prolongando o corpo
Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
DE CONCRETO
do bueiro. DE MINAS GERAIS
DES - 39
OBJETIVOS
DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as
DN a H L
formas, dimensões, especificações e CPA - CAIXA DE PASSAGEM TIPO "A"
recomendações técnicas para a Caixa de (cm) (cm) (cm) (cm)
Passagem tipo A de obras rodoviárias. 50 15 50
70
60 15 80 60
DEFINIÇÕES PLANTA CORTE B - B
80 20 100 80
É o dispositivo de drenagem superficial
100 20 130 100
que tem a função de permitir a ligação
190
das bocas-de-lobo à rede tubular, de 120 25 150 120
20 150 20 a L a
permitir as mudanças de declividade e 150 25 180 150
diâmetro das redes tubulares. a 15
c
APLICAÇÕES CONSUMO POR UNIDADE

Se aplicam na ligação da rede coletora ao DN Forma Aço Concreto A A H

DN
L
sistema de drenagem urbana e na (cm) (m²) (Kg) (m) DN
ligação de bueiros no sistema de 50 9,10 3,40 0,99
drenagem rural. Poderão ser utilizados 3
60 10,55 3,60 1,14
(três) tipos de caixas de passagem: - c
a 20
Tipo A - Sem dispositivo de queda interno 80 13,98 5,60 1,69
Berço Berço
(rampa). - Tipo B -Com dispositivo de 100 18,65 7,50 2,15 Enchimento de concreto fck = 15,0 MPa
queda interno (rampa) com altura máxima conformando uma calha ao fundo
120 22,93 11,60 2,87
de 50 cm. - Tipo C - Com dispositivo de
queda interno(rampa) com altura entre 50 150 29,46 16,20 3,53
cm e 100 cm.

ARMADURA - TAMPA
ESPECIFICAÇÕES
QUADRO DE ARMADURAS
O concreto utilizado (tampa, caixa e
P1 P2
calha) deverá ser constituído de cimento
DN Z E
Portland, agregados e água com (cm) (cm) (cm)
Quant. Diam. ø Comp. Esp. Quant. Diam. ø Comp. Esp. CORTE A - A TAMPA DA CAIXA
resistência Fck= 15Mpa. As armaduras un mm cm cm un mm cm cm
deverão ser de aço CA-50 ou CA-60B. As 6,3 75 20 7 4,2 185 15
50 80 15 11 B
formas deverão ser constituídas de chapa
de compensado resinado travados de 60 90 15 11 6,3 85 20 7 4,2 185 15 190
forma a proporcionar paredes lisas e sem 80 120 15 11 6,3 115 20 13 4,2 185 10 20 150 20 Z
deformações. O recobrimento da 100 140 15 14 6,3 135 15 15 4,2 185 10 15
armadura da tampa é de 2,5 cm.
120 170 15 17 6,3 165 12,5 10 6,3 185 20
c
150 200 15 17 6,3 195 12,5 17 6,3 185 12,5
CONTROLES TECNOLÓGICOS

Os materiais e misturas deverão ser H


DN
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto: LEGENDA
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Quant. Quantidade de barras
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 20 190
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - Diam.ø Diâmetro da barra
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras: Comp. Comprimento da barra Berço
Berço
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR - B
Esp. Espaçamento entre barras
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 e P2
P Posição das Barras de Aço
NBR - 7478/82.

P1
MEDIÇÕES

Será medido em unidade, estando


incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
CPA em cm. CAIXA DE PASSAGEM TIPO "A"
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 40
OBJETIVOS DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as DN a h H L
formas, dimensões, especificações e (cm) (cm) (cm) (cm) (cm) CPB - CAIXA DE PASSAGEM TIPO "B"
recomendações técnicas para a Caixa de
Passagem tipo B de obras rodoviárias. 50 15 70 120 50
60 20 80 130 60 PLANTA CORTE B - B
80 20 100 150 80
DEFINIÇÕES
100 25 130 180 100 190
É o dispositivo de drenagem superficial
120 25 150 200 120 20 150 20
que tem a função de permitir a ligação
das bocas-de-lobo à rede tubular, de 150 25 180 230 150 a
permitir as mudanças de declividade, c
DN
direção e diâmetro das redes tubulares. a L a

A A 15

DN
L
APLICAÇOES
CONSUMO POR UNIDADE
Se aplicam na ligação da rede coletora ao Aço
DN Forma Concreto
sistema de drenagem urbana e na c h
(cm) (m²) (Kg) (m³) a
ligação de bueiros no sistema de DN
drenagem rural. Poderão ser utilizados 3 Berço Berço H
50 11,86 3,40 1,34
(três) tipos de caixas de passagem: - 60 13,73 4,10 1,63
Tipo A - Sem dispositivo de queda interno
(rampa). - Tipo B -Com dispositivo de 80 17,19 5,60 1,98
Var.
queda interno (rampa) com altura máxima 100 22,52 8,00 2,60
de 50 cm. - Tipo C - Com dispositivo de 120 26,73 11,60 2,99
queda interno(rampa) com altura entre 50
150 33,60 16,20 3,66
cm e 100 cm.
Enchimento de concreto fck > 15 MPa
ESPECIFICAÇÕES conformando uma calha de fundo
O concreto utilizado (tampa, caixa e ARMADURA - TAMPA
calha) deverá ser constituído de cimento
Portland, agregados e água com QUADRO DE ARMADURAS
resistência Fck= 15Mpa. As armaduras P1 P2
CORTE A - A TAMPA DA CAIXA
deverão ser de aço CA-50 ou CA-60B. As DN Z E Quant. Diam. ø Comp. Esp. Quant . Diam. ø Comp. Esp.
formas deverão ser constituídas de chapa (cm) (cm) (cm) B
de compensado resinado travados de un mm cm cm un mm cm cm
190
forma a proporcionar paredes lisas e sem 50 80 15 11 6,3 75 20 7 4,2 185 15
deformações. O recobrimento da 20 150 20 Z
60 100 15 11 6,3 95 20 8 4,2 185 15
armadura da tampa é de 2,5 cm. 15
80 120 15 11 6,3 115 20 13 4,2 185 10

100 150 15 14 6,3 145 15 16 4,2 185 10 C


CONTROLES TECNOLÓGICOS 17 6,3 165 12,5 10 6,3 185 20
120 170 15
Os materiais e misturas deverão ser 150 200 15 17 6,3 195 12,5 17 6,3 185 12,5
submetidos aos ensaios previstos na DN
referida norma da ABNT: - Concreto: H
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 190
LEGENDA 100
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras: Quant. Quantidade de barras Máx. = 50
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR - Diam.ø Berço
Diâmetro da barra 20
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 e
Comp. Comprimento da barra P2
NBR - 7478/82.
Esp. Espaçamento entre barras
P1
MEDIÇÕES P Posição das Barras de Aço Berço
B
Será medido em unidade, estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
CPB em cm. CAIXA DE PASSAGEM TIPO "B"
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS
DES - 41
OBJETIVOS
DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e DN a h H L CPC - CAIXA DE PASSAGEM TIPO "C"
recomendações técnicas para a Caixa de (cm) (cm) (cm) (cm) (cm)
Passagem tipo C de obras rodoviárias.
50 20 70 170 50
60 20 80 180 60 PLANTA CORTE B - B
DEFINIÇÕES
80 25 100 200 80
É o dispositivo de drenagem superficial 100 25 130 230 100 190
que tem a função de permitir a ligação 20 150 20
120 25 150 250 120 a L a
das bocas-de-lobo à rede tubular, de
permitir as mudanças de declividade e 150 25 180 280 150 a
c 15
diâmetro das redes tubulares.

APLICAÇÕES A A

DN
L
CONSUMO POR UNIDADE
Se aplica na ligação da rede coletora no h
DN Forma Aço Concreto
sistema de drenagem urbana e na DN
(cm) (m²) (Kg) (m³)
ligação de bueiros no sistema de c
50 13,67 3,60 a H
drenagem rural. Poderão ser utilizados 3 1,73
(três) tipos de poço de visita: - Tipo A - 60 15,36 4,10 1,92 berço berço
Sem dispositivo de queda interno (rampa) 19,36
80 6,00 2,44
- Tipo B - Com dispositivo de queda
100 24,54 8,00 var.
interno (rampa) com altura máxima de 50 2,97
cm. - Tipo C - Com dispositivo de queda 120 28,92 11,60 3,41
interno (rampa) com altura entre 50 cm e 150 36,06 16,20 4,13
100 cm.

ESPECIFICAÇÕES Enchimento de concreto fck > 15 MPa


ARMADURA - TAMPA conformando uma calha de fundo
O concreto utilizado (tampa, caixa e
calha) deverá ser constituído de cimento QUADRO DE ARMADURAS
Portland, agregados e água com P1 P2
resistência Fck= 15Mpa. As armaduras DN Z E
(cm) (cm) (cm)
Quant. Diam. ø Comp. Esp. Quant. Diam. ø Comp. Esp. CORTE A - A TAMPA DA CAIXA
deverão ser de aço CA-50 ou CA-60B. As
un mm cm cm un mm cm cm
formas deverão ser constituídas de chapa
de compensado resinado travados de 50 90 15 11 6,3 85 20 7 4,2 185 15 B
forma a proporcionar paredes lisas e sem 60 100 15 11 6,3 95 20 8 4,2 185 15 190
deformações. O recobrimento da Concreto fck > 15 MPa
80 130 15 11 6,3 125 20 14 4,2 185 10 20 150 20 Z
armadura da tampa é de 2,5 cm.
100 150 15 14 6,3 145 15 16 4,2 185 10 15
120 170 15 17 6,3 165 12,5 10 6,3 185 20
CONTROLES TECNOLÓGICOS C
150 200 15 17 6,3 195 12,5 17 6,3 185 12,5
Os materiais e misturas deverão ser
submetidos aos ensaios previstos na h
referida norma da ABNT: - Concreto: DN
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, LEGENDA
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - Quant. Quantidade de barras 190
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras: Diam.ø H
Diâmetro da barra
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR -
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 e Comp. Comprimento da barra Berço
100
NBR - 7478/82. Esp. Espaçamento entre barras P2
20
P Posição das Barras de Aço
MEDIÇÕES P1

Será medido em unidade, estando


incluído, a execução dos serviços e B
fornecimento dos materiais constantes Berço
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


DESENHOS TIPO R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
CPC em cm. CAIXA DE PASSAGEM TIPO "C"
Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS
DES - 42
OBJETIVOS DIMENSÕES

Esta padronização visa estabelecer as LARGURA DE VALAS ESC. EM CAIXÃO RTC - REDE TUBULAR DE CONCRETO
formas, dimensões e recomendações DN H B PA - 1 / PA - 2
técnicas para a rede tubular de concreto, (mm) (m) (m) e
DN K f g
a serem utilizadas em obras rodoviárias,
no perímetro urbano. ≤ 1,50 0,80 mm mm mm mm mm
400
> 1,50 0,90 400 40 580 105 50
CORTE TRANSVERSAL
DEFINIÇÕES ≤ 1,50 0,80 500 50 700 90 110
500
> 1,50 1,10 600 60 830 100 130
É o dispositivo de drenagem superficial Tubo de concreto armado
que tem a função de conduzir as águas ≤ 1,50 1,00 800 80 1120 150 110
tipo ponta e bolsa
600
coletadas pelas bocas de lobo e/ou > 1,50 1,30 1000 100 1400 170 140
outros dispositivos de drenagem. A rede ≤ 1,50 1,30 1200 115 1650 180 160
tubular de concreto é composta por tubo 800
> 1,50 1,60 1500 120 1980 180 160
e berço.
≤ 1,50 1,60
1000 A
APLICAÇÕES > 1,50 1,90
1200 ≤ 1,50 1,90
O uso da rede tubular de concreto é
indicado em segmentos onde a rodovia > 1,50 2,20
apresentar características urbanas. ≤ 1,50 2,40
1500
> 1,50 2,70 H
PA - 3
ESPECIFICAÇÕES DN
ALTURA DE ATERRO SOBRE e K f g Concretagem posterior traço 1 : 3 : 6
O concreto do berço deverá ser A GERATRIZ SUP. DO TUBO mm mm mm mm mm
constituido de cimento Por tland, CLASSE DO 600 60 830 100 130 a
TUBO
agr egados e água, com r esistência PA-1 PA-2 PA-3
UTILIZAÇÃO 800 80 1120 150 110 b
Fck =9,0 MPa, traço 1:3:6 (cimento areia

≤ 11,00
≤ 5,70
1° CASO
≤ 4,50
e brita). 1000 100 1400 170 140
Valas escavadas Primeira concretagem traço 1: 3 : 6
Argamassa: Os tubos serão rejuntados em caixão, ou 1200 150 1660 160 130
com argamassa de cimento e areia no h h h C
berço assentados 1500 190 2150 155 250
3,50 <

4,30 <

6,40 <
traço volumétrico de 1:3. sobre B
O reaterro envolvendo os tubos será enroncamento
de pedra
manual até a altura de 20 cm acima da A
≤ 3,70

≤ 4,60

≤ 9,0
geratriz superior. 2° CASO
Os tubos serão pré-moldados de
concreto armado tipo ponta e bolsa, Valas escavadas h h h
em talude ou
3,30 <
2,60 <

6,0 <

classes PA-1, PA-2, PA-3, conforme redes salientes.


indicação de projeto.
CONSUMO POR METRO
CONTROLES TECNOLÓGICOS CORTE A - A
RTC DISCRIMINAÇÃO
Os materiais e misturas deverão ser Concreto Reaterro e
DN Apiloamento Forma 1:3:6 Manual
submetidos aos ensaios previstos na DIMENSÕES
2 3
(mm) m
2
m m
3
m
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 400 0,80 0,44 0,13 0,36
DN a b c
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 500 1,00 0,56 0,21 0,54
mm cm cm cm Proj. berço DN De k
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - 600 1,00 0,66 0,25 0,70
71218/82 e NBRNM - 46; - Tubos de 400 12,0 10,0 80,0
800 1,30 0,86 0,43 0,95
concreto: NBR - 8890/07. 500 15,0 13,0 100,0 e
1000 1,60 1,10 0,66 1,26 a+b
600 18,0 15,0 100,0
MEDIÇÕES 1200 1,90 1,32 0,94 1,61
800 24,0 20,0 130,0
1500 2,40 1,66 1,50 2,26 b
Será medido em metro linear, estando 1000 30,0 25,0 160,0 f g
incluído, a execução dos serviços e
1200 36,0 30,0 190,0 Concretagem posterior traço 1:3:6
fornecimento dos materiais constantes
1500 45,0 38,0 240,0
nos quadros de consumo, bem como o Tubo de concreto armado
transporte de todos os materiais até o tipo ponta e bolsa Primeira Concretagem traço 1:3:6
canteiro de obras, exceto escavação e
reaterro.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


CADERNO DE DRENAGEM
R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
RTC em cm.
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
REDE TUBULAR DE CONCRETO
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 43
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as CONSUMO POR UNIDADE
formas, dimensões, especificações e
DISCRIMINAÇÃO
recomendações técnicas para as BLS - BOCA-DE-LOBO SIMPLES COMBINADA COM GRELHA DE CONCRETO
Bocas-de-Lobo a serem utilizadas em Esc. Quadro Grelha Cant. Alv. Arg. Forma Conc.
obras rodoviárias, implantadas perímetros m³ un un un m2 m3 m2 m3
urbanos.
1,00 3,56 0,06 0,33 0,22
PLANTA
1,68 1,00 1,00
DEFINIÇÕES
É o dispositivo construido nos pontos de Cantoneira de
Projeção da caixa concreto armado
desague da sarjeta, de forma a permitir B
a captação e a transferência dos Trava lateral
conduzindo-as para os tubos de ligação. LEGENDA da grelha
Ela é constituida de um conjunto de Esc. Escavação 15 15
elementos denominados caixa e quadro, 0,5
Cant. Cantoneira 3,5
grelha e cantoneira fabricados em 0,5
5 5 5
concreto. Alv. Alvenaria
A A
APLICAÇÕES Arg. Argamassa
48 44 Grelha de concreto
Conc. Concreto 53
Serão instaladas em pontos baixos do
greide ou em pontos intermediários das
sarjetas, onde o comprimento crítico
(limite de capacidade hidráulica) 5 5 0,5
determinar ou para recebimento de dreno
profundo. Quadro ou caixilho
de concreto CORTE A - A
ESPECIFICAÇÕES Grelha concreto armado
Cantoneira
O concreto deve ser constituido de Nível do meio-fio
110 Viga
B
cimento Portland, água e agregados
99 9
com resistência Fck = 21,0 MPa. As 100 Rebaixo concreto 10
armaduras devem ser de aço CA 60B. O 110
recobrimento minimo da armadura deverá
15
ser de 2,5 cm. A alvenaria será 9,5 9,5
Concreto 10
constituida de tijolo maciço (5 cm x10 cm
x 20 cm) ou bloco de concreto (20 cm x CORTE B - B
20 cm x 40 cm) rejuntados e revestidos Argamassa 1:3
com argamassa 1:3. h>100
Alvenaria de tijolos
CONTROLES TECNOLÓGICOS Grelha
Os materiais e misturas deverão ser Nível do meio-fio
10
submetidos aos ensaios previstos na 15
referida norma da ABNT: - Concreto: 9 20 2 91 2 20
5 0,5 47,5
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - Cantoneira 135
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 9 35
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - Rebaixo de concreto 6 16
15
71218/82 e NBRNM - 46; - Tijolos 5 5 3
Quadro 15
maçiços NBR: - 6460/01; - Armaduras: 10 13
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR - 8,0
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 Alvenaria 40 5
e NBR - 7478/82;
Nenhuma peça deverá trincar ou romper
com carga inferior a estabelecida no
quadro a seguir: h>100
Discriminação Carga de Trinca Carga de ruptura Argamassa 1:3
(t) (t) DN = 40
Cantoneira 4,0 6,0
Quadro 6,0 9,0
Grelha 6,0 9,0 10

MEDIÇÕES 20 54 2 20
2
Será medido em unidade, estando
incluído, a execução dos serviços e 98
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.
DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM
R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
BLS em cm. BOCA-DE-LOBO SIMPLES COMBINADA
- Os quantitativos foram elaborados para h = 1,0m. Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
COM GRELHA DE CONCRETO
DE MINAS GERAIS DES - 44
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as CONSUMO POR UNIDADE BLD - BOCA-DE-LOBO DUPLA COMBINADA COM GRELHA DE CONCRETO
formas, dimensões, especificações e
recomendações técnicas para as DISCRIMINAÇÃO
Bocas-de-Lobo a serem utilizadas em Esc. Qua. Grelha Cant. Alv. Arg. Forma Conc. Aço
Projeção da caixa Cantoneira de concreto PLANTA
obras rodoviárias, implantadas perímetros m³ un un un m2 m3 m2 m3 Kg armado B
urbanos. Trava lateral
3,36 2,00 2,00 2,00 7,12 0,12 0,66 0,44 4,93 da grelha
DEFINIÇÕES
15
É o dispositivo construido nos pontos de
5 5
desague da sarjeta, de forma a permitir A A
0,5
a captação e a transferência dos LEGENDA
conduzindo-as para os tubos de ligação. 48 Grelha de
Ela é constituida de um conjunto de Esc. Escavação concreto
elementos denominados caixa e quadro, Qua. Quadro
grelha e cantoneira fabricados em 5 0,5
Cant. Cantoneira
concreto. Quadro ou caixilho
Alv. Alvenaria de concreto
APLICAÇÕES Arg. Argamassa
Serão instaladas em pontos baixos do B
Conc. Concreto
greide ou em pontos intermediários das 110 10 110
sarjetas, onde o comprimento crítico P Posição das Barras de Aço
(limite de capacidade hidráulica)
determinar ou para recebimento de dreno CORTE A - A
Cantoneira concreto
profundo.
Nível do meio-fio 110 10 110
ESPECIFICAÇÕES
Rebaixo concreto
O concreto deve ser constituido de
cimento Portland, água e agregados
15
com resistência Fck = 21,0 MPa. As
armaduras devem ser de aço CA 60B. O 9,5 10
Viga 25 P3 e P4
recobrimento minimo da armadura deverá 2Ø 8,0
ser de 2,5 cm. A alvenaria será Argamassa 1:3 P1
constituida de tijolo maciço (5 cm x10 cm 25 P2 h>100
4Ø 12,5
x 20 cm) ou bloco de concreto (20 cm x
20 cm x 40 cm) rejuntados e revestidos
com argamassa 1:3. 10

CONTROLES TECNOLÓGICOS
Os materiais e misturas deverão ser CORTE B - B VIGA
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto: VISTA LATERAL P3-2Ø8,0(45) P4-2Ø8,0(8)
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Nível do meio-fio Grelha
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 10
P1 P1
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - 15
71218/82 e NBRNM - 46; - Tijolos 25
maçiços NBR: - 6460/01; - Armaduras: 5 0,5 47,5 9
Cantoneira 15
P2
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR -
9 35
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82
e NBR - 7478/82; Rebaixo de concreto 15 6 16 49,75 5,5 12,75
Nenhuma peça deverá trincar ou romper 5 5 3 68
Quadro 15
com carga inferior a estabelecida no 10 13
8,0 P1-6Ø8,0(100)
quadro a seguir:
Alvenaria 40 5
VISTA SUPERIOR
Discriminação Carga de Trinca Carga de ruptura
(t) (t) 7,75
20 20
Cantoneira 4,0 6,0
25 9,5
Quadro 6,0 9,0
Grelha 6,0 9,0 h>100 20
Argamassa 1:3 7,75
DN = 400
MEDIÇÕES
Será medido em unidade, estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes 10 P2-4Ø12,5(103)
nos quadros de consumo, bem como o 20
20 2 54 2 20 63 20
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras. 98

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
BLD em cm. BOCA-DE-LOBO DUPLA COMBINADA
- Os quantitativos foram elaborados para H= 1,0 m. Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
COM GRELHA DE CONCRETO
DE MINAS GERAIS DES - 45
OBJETIVO
ARMADURA - GRELHA
Esta padronização visa estabelecer as
f ormas, dimensões, especif icações e QUADRO DE ARMADURAS GBL - GRELHA DE CONCRETO PARA BOCA-DE-LOBO
recomendações técnicas para a grelha P Ø Q Comp. unit. Total Peso
de concreto a ser utilizada em UN mm un m m Kg
bocas-de-lobo.
1 6,30 2 0,40 0,80 0,20 FORMA ARMAÇÃO DA GRELHA
2 6,30 6 0,95 5,70 1,43 PLANTA
APLICAÇÕES PLANTA
3 10,00 2 0,40 0,80 0,48

É o disposivo indicado para proteção e B


segurança do usuário da via e que 99
permite o engolimento dos def lúvios LEGENDA
oriundos das sarjetas. É constituído de Comp. Unit. Comprimento Unitário
quadro e grelha. 0.5 5 42 5 42 5 0.5 6P2
2P3 D
0.5

ESPECIFICAÇÕES 5.5
4
4
O c on cr et o d ev e r á s er co ns ti u íd o d e 4
cimento Portland, agregados, água, com 4
a resistência de Fck = 21 MPa. O cimento 47 4
-
deverá ser de alta resistência inicial e A 4 A
4 C C
satisfazer a NBR 7211/05. Os agregados 1P1 1P1
4
deverão ter diâmetros menores que um 4
terço da espessura das paredes e deverá 5.5
satisfazer a NBR 7211/05. Os aditivos para 0.5
m od i f i c a ç ão d as c o nd i ç õe s de p eg a , D
endurecimento e permeabilidade poderão
ser utilizados, desde que inalteradas as
B
condições de resistência. As armaduras
deverão ser de aço CA-50A, satisfazendo CORTE A - A CORTE C - C
a NBR 7480/96. O recobrimento mínimo
da armadura deverá ser de 2,0 cm. As
110
peças serão fabricadas e curadas por
processos que assegurem a obtenção de 0.5 89 0.5
5 5 5 10
concreto homogêneo e compacto de bom
acabamento, não sendopermitida qualquer P1-1Ø6.3-40 P3-2Ø10.0-40 1P1
pintura ou retoque. 6
2 2 2
10 22 22 22
15 P2-1Ø6.3-95
4,5 4,5
CONTROLES TECNOLÓGICOS
15 91
Os materiais e mistur as deverão ser 10
submetidos aos ensaios previstos na
ref erida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; CORTE B - B CORTE D - D
- Agregados para concreto: NBR 7211/05,
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46.
0.5 0.5
5 47
1P2 1P2 1P2 1P2
MEDIÇÕES 5.5 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5.5
0.5 0.5
S e r á m e d i d o p o r u n i d a de . E s t a nd o P2-1Ø6.3-95 1P2
10
incluído a execução dos serviços e o
15 2.0 1.5 1.5 2.0
fornecimento dos materiais constantes 4.5 5 3 5 3 5 3 5 3 5 4.5
no quadro de consumo, bem como o
15 1.5 1.5 1.5 1.5
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras. 10
2.25 2.25 2.25 2.25
Viga
5 0.5 2,5 40 5

OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


CADERNO DE DRENAGEM
DESENHOS TIPO R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
GBL em cm. GRELHA DE CONCRETO PARA
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
BOCA-DE-LOBO
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral
DE MINAS GERAIS DES - 46
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e ESPAÇAMENTO ENTRE PVs
recomendações técnicas para o Poço de
PVA - POÇO DE VISITA TIPO "A"
DIÂMETRO ESPAÇAMENTO
Visita de obras rodoviárias. (m) B 190
mm MÍNIMO MÁXIMO
20 150 20
DEFINIÇÕES
500 60 100
a
É o dispositivo de drenagem superficial 600 60 100
que tem a função de permitir a ligação 800 60 120
das bocas-de-lobo à rede tubular, de A
1000 60 120 80
permitir as mudanças de declividade, =
1200 60 150 D L DN
direção e diâmetro das redes tubulares,
além de permitir o acesso à rede, para 1500 60 200
sua inspeção e limpeza.
Berço a Berço
APLICAÇÕES
DN DIMENSÕES ( cm ) B CORTE A - A
Se aplica na ligação da rede coletora ao ( mm ) a L H
sistema de drenagem urbana e na
ligação de bueiros no sistema de 500 15 90 70 190
drenagem rural. Poderão ser utilizados 3 600 15 90 80 20 20
(três) tipos de poço de visita: - Tipo A - CORTE B - B 150
800 20 90 100
Sem dispositivo de queda interno (rampa) D = 80 D = 80
- Tipo B - Com dispositivo de queda 1000 20 100 130
Chaminé
interno (rampa) com altura máxima de 1200 25 120 150 Chaminé
50 cm. - Tipo C - Com dispositivo de 1500 25 150 180
queda interno (rampa) com altura entre 20
50 cm e 100 cm.

ESPECIFICAÇÕES CONSUMO POR UNIDADE 20


DN H
O concreto utilizado deverá ser constituído DN FORMA CONCRETO AÇO
de cimento Portland, agregados e água,
mm (m²) (m³) (Kg) H 20
com resistência Fck=15Mpa. As
armaduras são da tampa da caixa e 500 11,45 1,57 16,4 DN
deverão ser de aço CA-50 ou CA-60B. DN/2
600 12,68 1,61 16,4
Estão representadas na prancha do 20 Berço Berço
800 15,47 1,88 17,0
desenho do PVA. As formas deverão ser
constituídas de chapas de compensado 1000 19,73 2,18 17,5
a L a Enchimento de concreto fck 15,0 MPa
resinado travados de forma a 1200 23,78 2,93 25,7 na conformaçao de uma calha ao fundo
proporcionar paredes lisas e sem
1500 30,65 3,62 31,6
deformações. LAJE SUPERIOR DO POÇO DE VISITA

P9-3Ø 10,0-50 P5-3Ø 12,5-185


CONTROLES TECNOLÓGICOS 60

Os materiais e misturas deverão ser


submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto:
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 60 3P9
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, LAJE SUPERIOR DO QUADRO DE FERROS
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - 80
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras: X Y
( cm ) ( cm ) P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 D= P1-5Ø 6,3-85 C/15
ø _ _ ø 6,3 _ L + 2a
NBR ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR- 120 60 C/ 6,3
15 C/ 15 3Ø12,5 3Ø12,5 4Ø 6,3 12Ø1,00 3P9
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 ø 6,3 _ _ ø 6,3 _ 3P9 P4
130 60 C/ 15 C/ 15 3Ø12,5 3Ø12,5 4Ø 6,3 12Ø1,00
e NBR - 7478/82. ø _ _ ø 6,3 _
P6
140 65 C/ 6,3
15 C/ 15 3Ø12,5 3Ø12,5 4Ø 6,3 12Ø1,00
MEDIÇÕES ø 6,3 _ ø 4,2 ø 6,3 3Ø12,5 4Ø100 3Ø12,5 4Ø 6,3 12Ø1,00
150 65 C/ 15 C/ 10 C/ 15 P2 - 185
ø 6,3 ø 4,2 ø 6,3 ø 6,3
Será medido em unidade, estando 160 65 C/ 15 C/ 15 C/ 20 C/ 15 3Ø12,5 4Ø100 3Ø12,5 5Ø 6,3 12Ø1,00 P7 P3
incluído, a execução dos serviços e 170 ø 6,3 ø 4,2 ø 6,3 ø 6,3 3Ø12,5 4Ø100 3Ø12,5 5Ø 6,3 12Ø1,00
65 C/ 15 C/ 12,5 C/ 20 C/ 15
fornecimento dos materiais constantes ø 6,3 ø 4,2 ø 6,3 ø 4,2 P8
180 65 C/ 15 C/ 12,5 C/ 15 C/ 15 3Ø12,5 5Ø100 3Ø12,5 5Ø 8,0 12Ø1,00
nos quadros de consumo, bem como o ø 6,3 ø 6,3 ø 6,3 ø 4,2 190
transporte de todos os materiais até o 190 65 C/ 15 C/ 15 C/ 15 C/ 15 3Ø12,5 5Ø100 3Ø12,5 6Ø 8,0 12Ø1,00
ø 6,3 ø 6,3 ø 6,3 ø 4,2
canteiro de obras. 200 65 C/ 15 C/ 15 C/ 15 C/ 15 3Ø12,5 5Ø100 3Ø12,5 6Ø 8,0 12Ø1,00

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
PVA em cm. POÇOS DE VISITA TIPO "A"
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 47
OBJETIVOS
DIMENSÕES
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e DIMENSÕES ( cm )
recomendações técnicas para o Poço de
PVB - POÇOS DE VISITA TIPO "B"
DN a L h H
Visita de obras rodoviárias. PLANTA
mm cm cm cm cm
DEFINIÇÕES
500 15 90 70 120
É o dispositivo de drenagem superficial 190
600 20 90 80 130
que tem a função de permitir a ligação 20 150 20
das bocas-de-lobo à rede tubular, de 800 20 90 100 150
permitir as mudanças de declividade, 1000 25 100 130 180 a
direção e diâmetro das redes tubulares, 25 120 150 200
1200
além de permitir o acesso à rede, para
sua inspeção e limpeza. 1500 25 150 180 230
A A
APLICAÇÕES 80
=
CONSUMO POR UNIDADE D L DN
Se aplica na ligação da rede coletora ao
sistema de drenagem urbana e na
DN FORMA CONCRETO AÇO
ligação de bueiros no sistema de
mm (m²) (m³) (Kg)
drenagem rural. Poderão ser utilizados 3
(três) tipos de poço de visita: - Tipo A - 500 14,20 2,00 16,40
a Berço
Berço
Sem dispositivo de queda interno (rampa) 600 15,73 2,17 17,00
- Tipo B - Com dispositivo de queda
800 18,27 2,25 17,00
interno (rampa) com altura máxima de 50
cm. - Tipo C - Com dispositivo de queda 1000 23,02 2,82 22,90
interno (rampa) com altura entre 50 cm e 1200 27,23 3,33 25,70
100 cm. CORTE A - A
1500 34,10 4,19 31,60
ESPECIFICAÇÕES
B
O concreto utilizado deverá ser 190
constituído de cimento Portland, CORTE B - B
agregados e água, com resistência 20 150 20
Fck =15,0 MPa. As Armaduras são da
D = 80
tampa da caixa e deverão ser de aço D = 80
CA-50 ou CA-60B. Estão representadas
Chaminé
na prancha do desenho do PVA. As
formas deverão ser constituídas de chapa Chaminé
de compensado resinado travados de
20
forma a proporcionar paredes lisas e sem
deformações. O espaçamento entre PVs
20
deverá ser consultado no padrão "Poço
de Visita tipo A".
h
CONTROLES TECNOLÓGICOS DN H

Os materiais e misturas deverão ser h


submetidos aos ensaios previstos na DN
Máx= 50
referida norma da ABNT: - Concreto: H
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Berço
Agregados para concreto: NBR - 7211/05,
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - Concreto fck >15,0 Mpa
B
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras:
DN/2
NBR ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR-
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 e
NBR - 7478/82. 20

MEDIÇÕES
a L a Enchimento de concreto fck 15,0 MPa
Será medido em unidade, estando na conformação de uma calha ao fundo
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


DESENHOS TIPO R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
PVB em cm.
POÇOS DE VISITA TIPO "B"
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 48
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as DIMENSÕES
formas, dimensões, especificações e
recomendações técnicas para o Poço de DIMENSÕES ( cm )
PVC - POÇOS DE VISITA TIPO "C"
Visita de obras rodoviárias. DN a L h H PLANTA
mm cm cm cm cm 190
DEFINIÇÕES
500 15 90 70 170 20 150 20
É o dispositivo de drenagem superficial
que tem a função de permitir a ligação 600 20 90 80 180
a
das bocas-de-lobo à rede tubular, de 800 25 90 100 200
permitir as mudanças de declividade, 1000 25 100 130 230
direção e diâmetro das redes tubulares,
além de permitir o acesso à rede, para 1200 25 120 150 250
A
sua inspeção e limpeza. 1500 25 150 180 280 80
= L DN
D
APLICAÇÕES
Se aplica na ligação da rede coletora ao
sistema de drenagem urbana e na ligação CONSUMO POR UNIDADE
de bueiros no sistema de drenagem rural. Berço a Berço
Poderão ser utilizados 3 (três) tipos de DN FORMA CONCRETO AÇO
poço de visita: - Tipo A - Sem dispositivo
mm (m²) (m³) (Kg)
de queda interno (rampa) - Tipo B - Com
dispositivo de queda interno (rampa) com 500 17,27 2,56 17,0
altura máxima de 50 cm. - Tipo C - Com 600 18,53 2,62 17,0
dispositivo de queda interno (rampa) com CORTE A - A
800 21,45 2,88 17,5
altura entre 50 cm e 100 cm.
1000 25,97 3,35 22,9 B
190
ESPECIFICAÇÕES 1200 30,38 3,92 25,7
20 150 20
1500 37,55 4,87 31,6
O concreto utilizado deverá ser constituído
de cimento Portland, agregados e água, D = 80
com resistência Fck=15Mpa. As CORTE B - B
armaduras são da tampa da caixa e Chaminé
deverão ser de aço CA-50 ou CA-60B. D = 80
Estão representadas na prancha do 20
desenho do PVA. As formas deverão ser
constituídas de chapa de compensado Chaminé
resinado travados de forma a h
DN
proporcionar paredes lisas e sem
H
deformações. O espaçamento entre PVs 20
deverá ser consultado no padrão "Poço de
Visita tipo A".
20 Máx.=100
Berço
CONTROLES TECNOLÓGICOS h
DN
Os materiais e misturas deverão ser Concreto fck >15,0 Mpa
H
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto: B
Berço
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05,
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras:
NBR ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR- DN/2
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 e 20
NBR - 7478/82.
a L a Enchimento de concreto fck 15,0 MPa
MEDIÇÕES na conformaçao de uma calha ao fundo

Será medido em unidade, estando


incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


DESENHOS TIPO R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
PVC em cm. POÇOS DE VISITA TIPO "C"
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 49
OBJETIVOS
CONSUMO POR UNIDADE
Esta padronização visa estabelecer as
formas, dimensões, especificações e TIPO Alvenaria Argamassa Aço CA 25 Anel
recomendações técnicas para a Chaminé
CPV - CHAMINÉ DE POÇO DE VISITA
un (m²) (m³) (Kg) (un)
de Poço de Visita de obras rodoviárias. CORTE TRANSVERSAL
A 3,27 0,05 5,28 - CORTE TRANSVERSAL
B Concreto
DEFINIÇÕES - var. 5,28 2,00
fck > 13,5 MPa

É o dispositivo que tem como finalidade 11


permitir o acesso à camara de trabalho
10 11
do poço de visita, para limpeza e
manutenção das redes tubulares. 10
20
Laje de redução
Concreto 2 2 25
APLICAÇÕES fck > 13,5 MPa D = 60 20 2 2 Laje de redução
25
20 D = 60 20 D = 1,30 m
Será utilizada como acesso ao poço de 10
visita. Poderão ser utilizados 2 (dois) tipos 10
de chaminés de poço de visita: tipo A (de 20 2 2 20 Concreto
alvenaria) e tipo B (de anel pré-moldado D = 80 D = 80
fck > 13,5 MPa Argamassa 1:3
ou tubo de concreto) H

ESPECIFICAÇÕES
4,5
O concreto utilizado deverá ser VARIÁVEL
2,5
constituído de cimento Portland, 5,5
Argamassa 1:3
ag r eg ados e água , com r esis tência 30
Fck =15,0 MPa. As armaduras deverão 30 Anel ou tubo 50
ser de aço CA 60B. O aço utilizado na 8
escada de marinheiro é o CA-25. A
alvenaria será de tijolos requeimados, 1º Ver detalhe A
categoria espessura 0,20 m. A Ver detalhe A
Alvenaria de
argamassa para composição da tijolo requeimado
alvenaria, do revestimento interno e para Argamassa 1:3
assentamento dos tubos de concreto
será constituída de cimento e areia no
traço volumétrico 1:3. A laje de redução
será fabricada e curada por processos
que assegurem a obtenção de concreto
homogêneo, compacto e de bom
acabamento, não sendo permitida LAJE DE REDUÇÃO
qualquer pintura ou retoque. Os tubos ( pré - moldado )
serão pré moldados de concreto armado, D = 1,30
tipo macho e fêmea, classe PA-1, DN
800 mm. 4Ø
6.
3
-c
/1
DETALHE A
CONTROLES TECNOLÓGICOS 0c
4Ø 6.3 - c/10cm m DEGRAU DA ESCADA DE MARINHEIRO
Os materiais e misturas deverão ser
submetidos aos ensaios previstos nas Ø16 - CA-25 - 100

2Ø 6.3 - c/7,5cm
normas da ABNT: - Armaduras: NBR -
ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR- 6153/80, 60 20
D
NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 e NBR -
7478/82; - Tijolos maçiços NBR: - 5
6460/01. 15

MEDIÇÕES 10 40 10
4Ø 6.3 - c/10cm
Será medido em unidade, estando cm
15
incluído, a execução dos serviços e - c/
3
fornecimento dos materiais constantes 6.
nos quadros de consumo, bem como o 4Ø
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


R
CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
CPV em cm. CHAMINÉ DE POÇO DE VISITA
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos DE RODAGEM DO ESTADO
Vice - Diretor Geral DES - 50
DE MINAS GERAIS
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as A coleta da amostra será efetuada ao acaso,
formas, dimensões, especificações e normalmente pela fiscalização e de acordo com a
recomendações técnicas para os seguinte tabela: TFC - TAMPÃO DE FERRO FUNDIDO CINZENTO
tampões de ferro fundido cinzento, a
serem utilizadas em obras rodoviárias.
Tamanho da Tamanho do Nº de peças VISTA DE CIMA VISTA DO FUNDO
DEFINIÇÕES Encomenda Lote por Lote

Tampão: é o dispositivo constituído por < 100 50 2 A


tampa e caixilho, destinado ao 100 a 500 100 2
fechamento, não estanque, de acesso à
500 a 1000 100 3
câmara do poço de visita. Tampa: é o 7
dispositivo de abertura do acesso à 1000 a 2000 200 4 Orifícios
câmara do poço de visita, sendo apoiada > 2000 200 4 1,5
no caixilho. Caixilho ou quadro: é o
dispositivo destinado a receber a tampa.
O lote será rejeitado totalmente se qualquer uma
APLICAÇÕES das peças falharem durante o ensaio. As peças, B B

Á
mesmo aprovadas, que apresentarem qualquer

g u
Deverá ser utilizada em poços de visita, defeito durante os 6(seis) primeiros meses de 1,5

a s
sendo o caixilho e quadro instalados na B 0,5 B

A N O
uso deverão ser repostas sem qualquer ônus
chaminé do poço de visita. 4,5

p l u v
para a contratante.

ESPECIFICAÇÕES 2

ia
- O tampão será de ferro fundido Os materiais e misturas deverão ser submetidos

is
cinzento, devendo apresentar textura aos ensaios previstos na referida norma da
compacta e granulação homogênea. . - A ABNT: - Concreto: NBR - 12655/06, NBR -
tampa deverá ter 4 (quatro) furos. O 5739/80; - Agregados para concreto: NBR - 0,5
tampão deverá ser articulado. - Nenhum 7211/05, NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
defeito ou imperfeição poderá ser 71218/82 e NBRNM - 46; - Tijolos maçiços
retocado ou corrigido por qualquer NBR: - 6460/01. D = 50
processo. - Na tampa deverá ser escrita D = 57
"Águas Pluviais - Ano" com, no mínimo, D = 55
A D = 73
25 (vinte e cinco) milímetros de altura. - MEDIÇÕES D = 56
As tampas deverão ser providas de alças D = 59
que permitam seu levantamento de Será medido em unidade, estando incluído, a
forma fácil e segura. - As peças deverão execução dos serviços e fornecimento dos D = 73 CORTE B - B (CAIXILHO)
ser dimensionadas para resistirem à materiais constantes nos quadros de consumo,
ação do trem tipo brasileiro rodoviário bem como o transporte de todos os materiais até
TB-36. o canteiro de obras. CORTE B - B (TAMPÃO)
6,0 1 1,5 Ø EXT. = 59,5

CONTROLES TECNOLÓGICOS 3
4 3 4 2,6 9
8 3,5 1,5 H = 11
- As peças de ferro fundido cinzento
2,8 2,8 2 1 2
deverão satisfazer as condições 4 6
8 57 8
estabelecidas na norma 84 NBR-6598/
7,5 5 1,5 73
Os tampões de ferro fundido deverão ser 4,5
submetidos ao ensaio de resistência à 55,0
compressão descrito a seguir: - a
aparelhagem deverá ser provida de 59,5
dispositivo que permita a elevação da
carga de modo contínuo, sem golpes Concreto fck >
- 13,5 MPa
com velocidade constante de 6.000
Kg/min.; - o tampão deverá ser
CORTE A - A 11

assentado, horizontalmente, sobre uma 10


6,5 1 1,5 55,0 1,5
mesa plana e rígida, nivelada e
indeformável; 3
2 2 Laje de redução
- a carga será aplicada no centro do 9 H = 11 25
8 20 60 20 D = 1,30 m
tampão por intermédio de um disco de
aço de 200 mm de diâmetro e 50 mm de 2
3,5 55 3,5
espessura à velocidade de 6.000 Kg/min.; 8 10
8 57
- nenhuma peça deverá trincar ou romper 73
com carga inferior a 9.000 Kgf.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
em cm. TAMPÃO DE FERRO
TFC - A laje de redução está representada na prancha da chaminé de PV. Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
FUNDIDO CINZENTO
DE MINAS GERAIS DES - 51
OBJETIVOS
ARMADURA
Esta padronização visa estabelecer as DDC - DESCIDA D'ÁGUA TIPO CALHA
f ormas, dimensões especif icações e QUADRO DE ARMADURAS
recomendações técnicas para as Posição Ø Quantidade Comp. Unit. Esp.
descidas d'água em talude, a a serem FORMA
utilizadas em obras rodoviárias. 1 6,3 4 621 25
2 6,3 4 681 25 PLANTA 50
DEFINIÇÕES 3 4,2 80 Corr. 15
4 6,3 4 235 - VAR.
Descida d'água tipo calha é o dispositivo VAR. 300 (tip.) VAR.
q u e t em a f i n al i da d e d e c o nd u zi r e 5 4,2 13 230 15
B
promover o deságue das águas coletadas
pelos dispositivos de drenagem. a

A A
CONSUMO POR METRO DN L
APLICAÇÕES DN Esc. Forma Conc.
CORTE B - B
mm (m³) (m²) (m³)
A descida d'água deverá ser utilizada em a
taludes com altura máxima de 3,0 m. 500 0,72 2,80 0,32 20 20 a DN a

600 0,92 3,30 0,38


B
ESPECIFICAÇÕES 700 1,14 3,80 0,43 Mód. Inicial Mód. Intermediário Mód. Final

800 1,40 4,30 0,49


O terreno de f undação deverá ser 50
regularizado e apiloado manualmente. O 900 1,67 4,80 0,54 CORTE A - A
con cr et o de ver á ser con stit uído d e 1000 1,98 5,30 0,59
cimento Portland, água e agregados, 2,54 5,90 0,88
1100
com resistência Fck = 15,0 MPa,devendo
satisf azer a NBR - 12655 / 2006. A 1200 2,91 6,40 0,95

N
1,25 D
ancoragem intermediária é recomendada 1300 3,31 6,90 1,02
com espaçamento máximo de 3.0 m. As 4,17 7,90 1,17
1500 2
armaduras deverão ser de aço CA-50 ou
Concreto de regularização - 0,18 m³ a
CA-60. Só serão armadas as descidas 1500 a 2
d'água tipo calha para DN 1500. A laje de Aço - 26,4 kg
4
Concreto de 10
regularização só será utilizada para a 10
Regularização
descida d'água tipo calha de DN 1500, Concreto de Regularização
será utilizado o concreto no traço 1:3:6. DIMENSÕES Traço 1:3:6
4 10
DN a 10
CONTROLES TECNOLÓGICOS mm cm 4
500 < DN < 1000 15 300
Os materiais e misturas deverão ser
submetidos aos ensaios previstos na 1100 < DN < 1500 20
referida norma da ABNT: - Concreto: P4 (185)
ARMADURA
N BR - 1 265 5/ 06, N BR - 5 739 /8 0; -
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 25 25
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - LEGENDA
71218/82 e NBRNM - 46; - Armaduras: 15 15 15 15
Comp. unit. Comprimento unitário
NBR - ISO 6892, NBR - 7480/96, NBR -

P3 C/15

P3 C/15
6153/80, NBR - 6598/84, NBR - 7477/82 e Esp. Espaçamento

P3 C/15

P3 C/15
NBR - 7478/82; - Agregados graúdos: 203 203 P1 P3
Esc. Escavação 203 203 P2
NBR - 6465. Apil. Apiloamento P2
P1
Conc. Concreto 15 185 15
MEDIÇÕES 15 15
P Posição da Barras de Aço 185

P5
4P4
Será medido em metro linear P4 P5
40
40
(comprimento real), estando incluído, a 300
P3 C/15
execução dos serviços e fornecimento 72 63
dos materiais constantes nos quadros de P5 C/15
consumo, bem como o transporte de 25 25 15
todos os materiais até o canteiro de 2 P4
obras. por viga

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
DDC em cm.
DESCIDA D'ÁGUA TIPO CALHA
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS
DES - 52
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as CONSUMO POR METRO
formas, dimensões, especificações e
TIPO DISCRIMINAÇÃO
recomendações técnicas para a sarjeta
Apil.
SCU - SARJETA DE CONCRETO URBANA
urbana, a serem utilizadas em obras SCU Conc. Esc. G. Mad. C. Asf.
rodoviárias. UN (m³) (m³) (m²) (m²)
-5
(10 x Kg)
DEFINIÇÕES 01 0,035 0,035 0,500 0,250 1,500 Passeio ou terreno
Sarjeta de concreto urbana é o 0,035 0,054 0,506 0,253 1,518 apiloado Meio-fio - MF-03
02
dispositivo de drenagem superficial, que
tem a função de captar e conduzir as 03 0,036 0,066 0,515 0,258 1,548 Min. = 20 cm
águas superficiais provenientes das 2% Pista
precipitações sobre a plataforma da NA máximo
rodovia e os taludes de corte, até local LEGENDA
13
de deságüe seguro. Apil. Apiloamento 3%
APLICAÇÕES 5 3%
G. Mad. Guia de madeira
O uso das sarjetas SCU-01, SCU-02 e C. Asf. Concreto asfáltico 45 7
SCU-03 será indicado em segmentos Escavação
Esc.
onde a rodovia apresentar
características urbanas. Conc. Concreto TIPO - 01
ESPECIFICAÇÕES
O concreto deverá ser constituído de 18 50 117
cimento Portland, agregados e água,
com resistência Fck = 11,0 MPa. O
concreto para a constituição da sarjeta
moldada "in loco" deverá ter Slump
baixo, compatível com o uso do Passeio ou terreno Meio-fio - MF-03
equipamento extrusor. Após a passagem apiloado
da máquina deverão ser induzidas Pista
Min. = 20 cm
juntas de retração pelo enfraquecimento 2% NA máximo
da seção com espaçamento de 3,0 m
7
(sulco de 0,5 cm). As peças 3%
3,5 15% 3,5
pré-moldadas de concreto deverão ter
as dimensões e formas estabelecidas 7,5
7
nos desenhos, devendo ser produzidas
45
com uso de formas metálicas, de modo TIPO - 02
a apresentarem bom acabamento. O
meio-fio deverá ser escorado por solo
coesivo apiloado, numa largura mínima
de 20,0 cm. As guias de madeira serão
implantadas segundo a seção
transversal e espaçadas de, no máximo, 18 50 117
2,0m. As juntas de dilatação do meio-fio
e sarjetas serão preenchidas com
argamassa 1:3 (cimento e areia) e
concreto asfáltico, respectivamente, na
espessura de 2,5 cm. Passeio ou terreno apiloado Meio-fio - MF03
Pista
CONTROLES TECNOLÓGICOS
Min. = 20 cm
Os materiais e misturas deverão ser NA máximo
2%
submetidos aos ensaios previstos na 2 3%
referida norma da ABNT: - Concreto: 3,5 3,5
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 25%
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, 12,5 12,5
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR - 7
71218/82 e NBRNM - 46. 45
MEDIÇÕES TIPO - 03
Será medido em metro linear estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
18 50 117
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras. A medição do meio-fio
será feita em separado.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES


R
CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
SCU em cm.
SARJETA DE CONCRETO URBANA
Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
DE MINAS GERAIS DES - 53
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as CONSUMO POR METRO
formas, dimensões, especificações e
recomendações técnicas para os TIPO DISCRIMINAÇÃO MFC - MEIO FIO DE CONCRETO
meios-fios a serem utilizadas em obras MFC Peça Esc. Apil. S.Apil Forma Conc. Arg. Reat.
rodoviárias.
01A 1 0,028 0,017 0,060 - - 0,250 0,002
DEFINIÇÕES 01B 1 - - - - -
0,048 0,017
Meio-fio é o dispositivo de concreto
02 - 0,019 0,014 0,047 0,300 0,019 0,096 -
utilizado para separar a faixa de
pavimentação da faixa do passeio, para 03 1 0,049 0,018 0,040 - - 0,800 0,005
fazer a delimitação do canteiro central e
das interseções.
APLICAÇÕES
O meio-fio pré-moldado MFC-01 é
indicado em locais de travessia urbana e MFC 01B
LEGENDA MFC 01A
interseções. O meio-fio moldado "in-loco", CORTE TRANSVERSAL EM CORTE
tipo MFC-02, é indicado para bordo Conc. Concreto CORTE TRANSVERSAL EM ATERRO
externo de curvas nas interseções Esc. Escavação
12
(balizador), para fazer a delimitção do Reat. Reaterro
mín. 20 Talude de Corte
contorno do canteiro central e das ilhas. O
Arg. Argamassa 1:3 R=5 Pista
meio-foi pré-moldado MFC-03 é indicado 12
em segmentos de obras rodoviárias com S. Apil. Solo Apiloado 2
caracteristicas urbanas. 3 Pista R=5
Apil. Apiloamento
ESPECIFICAÇÔES
Peça Peça de meio-fio pré moldado de um metro 35 17
O terreno da cava de assentamento do 35
meio-fio deverá ser apiloado. O concreto 17
Solo coesivo apiloado 16,7 Concreto fck > 15,00 MPa
deverá ser constituído de cimento
Portland, agregados e água, com
resistência Fck = 15,0 MPa. O concreto Concreto fck > 15,00 Mpa 16,7
para constituição do meio-fio moldado
"in-loco" deverá ter Slump baixo,
compatível com o uso de equipamento
extrusor. Após a passagem da máquina
deverão ser induzidas juntas de retração
pelo enfraquecimento da seção com
espaçamento de 3,0 m (sulco de 0,5 cm).
As peças pré-moldadas de concreto
deverão ter as dimensões e formas
estabelecidas nos desenhos, deverão ser
produzidas com uso de formas metalicas,
de modo a apresentarem bom
acabamento. A argamassa de
rejuntamento deverá ser no traço 1:3, e
MFC - 02 MFC - 03
deverá ser empregada areia quartzosa e CORTE TRANSVERSAL
de granulometria fina. Os meios-fios
deverão ser escorados por solo coesivo
12
apiloado, numa largura mínima de 20,0 Meio-fio - concreto
cm. mín. 20 Mín. 20 12
R=5 Pista Pista
CONTROLES TECNOLÓGICOS 2 18
Os materiais e misturas deverão ser 15
3
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto: Concreto fck > 15,00 MPa 45
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; - 13,7
Agregados para concreto: NBR - 7211/05, Solo coesivo apiloado
NBRNM - 26, NBRNH 248, NBR -
71218/82 e NBRNM - 46. 18
MEDIÇÔES
Será medido em metro linear, estando
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.
DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES
R
CADERNO DE DRENAGEM
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificas são G
MFC em cm.
MEIO-FIO DE CONCRETO
- Os quantitativos das juntas foram elaborados para o espaçamento Engª Selma Schwab Engº Roger G. Veloso Engº Nelson de A. Reis DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
Coordenadora do GNT Diretor de Projetos Vice - Diretor Geral DE RODAGEM DO ESTADO
de um metro. DE MINAS GERAIS DES - 54
OBJETIVOS
Esta padronização visa estabelecer as DIMENSÕES
formas, dimensões, especificações e SPV - SARJETA PARA PASSAGEM DE VEÍCULOS
recomendações técnicas da sarjeta para TIPO DIMENSÃO (cm)
passagem de veículos a serem SPV a b c L
utilizadas em obras rodov iárias .
01 50 12 27 100
02 60 20 35 120
DEFINIÇÕES SARJETA PARA PASSAGEM DE VEÍCULOS SPV - 01 e 02
É o dispositivo de drenagem superficial,
que tem a função de permitir a passagem
dos veículos em todos os segmentos 1,50 m 5,00 m 1,50 m
CONSUMO POR METRO
determinados como acesso às TRANSIÇÃO SEGMENTO DESTINADO A PASSAGEM DE VEÍCULOS TRANSIÇÃO
propriedades e vias laterais a rodovia. DISCRIMINAÇÃO
TIPO A
SPV Conc. Esc. G. Mad.
PLANTA
UN (m³) (m³) (m²)
APLICAÇÕES
01 1,26 1,68 0,81
Serão aplicados nos acessos às a
propriedades ou vias laterais à rodovia, 02 1,78 2,54 1,05 L
permitindo a passagem dos veículos

Sarjeta

Sarjeta
sobre o dispositivo, sem causar danos ao a
mesmo. Serão dos tipos SPV-01 indicado
para baixo volume de tráfego e SPV-02 LEGENDA
para maior volume de tráfego. Conc. Concreto
Esc. Escavação A

G. Mad. Guia de Madeira


ESPECIFICAÇÕES
O terreno de fundação deverá ser
regularizado e apiloado manualmente. O
concreto deverá se constituído de cimento
Portland, agregados e água, com
resistência Fck =15,0 MPa na espessura EIXO DA PISTA
central de 15,0 cm. A sarjeta para
passagem de veículos terá comprimento
total de 8,0 m sendo 5,0 m destinada a
passagem de veículos e 1,5 m no início e
final destinado a transição com a sarjeta.

CONTROLES TECNOLÓGICOS
Os materiais e misturas deverão ser
CORTE A - A
submetidos aos ensaios previstos na
referida norma da ABNT: - Concreto: L
NBR - 12655/06, NBR - 5739/80; -
Agregados para concreto: NBR - a a
7211/05, NBRNM - 26, NBRNH 248,
NBR - 71218/82 e NBRNM - 46.
b

MEDIÇÕES c
Será medido em unidade, estando 15
incluído, a execução dos serviços e
fornecimento dos materiais constantes
nos quadros de consumo, bem como o
transporte de todos os materiais até o
canteiro de obras.

DESENHOS TIPO OBS: ASSINATURA DAS AUTORIDADES CADERNO DE DRENAGEM


R
- As dimensões nos projetos tipo, quando não especificadas são G
SPV em cm.
SARJETA PARA PASSAGEM
- L = Largura útil do Dispositivo Engª Selma Schwab
Coordenadora do GNT
Engº Roger G. Veloso
Diretor de Projetos
Engº Nelson de A. Reis
Vice - Diretor Geral
DEPARTAMENTO DE ESTRADAS
DE RODAGEM DO ESTADO
DE VEÍCULOS
DE MINAS GERAIS DES - 55