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Laboratório de Investigação

Tema: Uma pobreza asfixiante


Autor: Osvaldo Goma

Notas soltas
Em Angola, estamos mais que convictos e é bem notório que a grandes dificuldades em
variadíssimos aspetos, também temos noção de alguns dos problemas que cada província enfrenta
que aflige a população, ano apos ano, sentimos a dor por saber que a cada dia nos é apresentado uma
eventual proposta para solucionar os problemas identificados, mas, que dificilmente termina por
resolver alguns dos problemas.

Nós ouvimos os gritos dos mais necessitado, vimos e vivenciamos os porquês de cada grito, a
falta nas coisas mais básicas, habitabilidade, hospital digno, saneamento básico, emprego simples,
tudo isso ajudaria a minimizar esses gritos de socorro, durante muito tempo o povo calou-se temendo
suas próprias vidas acomodaram, e aceitaram o modo de vida que os foi incontido e dia pos dia as
coisas estavam paradas não acontecia nada, a vida não melhorava nem piorava porque muita das
pessoas acreditavam que aquele era o nosso modo de vida.

Luanda pequena como parece geograficamente, mas, enorme problematicamente mesmo


arrecadando o titulo de capital do país não fez dela um dos locais aconchegador, muito pelo contrario,
transformou-ma em uma caixinha de surpresas que variam em diversos acontecimento diário que
tiram o verdadeiro sentido da capital Luandina.

O ultimo censo de 2014 permitiu recensear 6.945.386 pessoas residentes na província de


Luanda, das quais 6.919.613 residiam em habitações familiares e 23.460 em habitações coletivas
como creches, lares de idosos, orfanatos ou unidades religiosas, enquanto 2.313 não tinham
habitação.

Com os números acima citada inicia-se assim uma busca aos eventuais problemas fatais da
população. A busca ou luta pela sobrevivência fez com que nós próprios criássemos novos ares para
respirar, uma nova forma de ver e agir diante das dificuldades, mas a nossa forma de atacar foi de tal
maneira brusca e desordenada que acabou por nos prejudicar levando grande parte do nosso povo
asfixiados, partido um a um sem poder fazer nada, de lá pra cá a união deixou de ser o nosso foco,
não queríamos saber de mais ninguém apenas de nós próprios , criamos grandes negócios, fizemos
grandes importações e realmente tivemos alguns lucros a vida começou a dar um passo, preferimos
nem acreditar que não existia políticos que se preocupavam com a nossa gente não procurávamos
culpados nem culpa-los por alguma coisa, apenas queríamos viver como podíamos.

Transformamos então a cidade em um caos total em que tanto os politico como o próprio
povo perdemos o controlo total de cada esquina, rua, bairro ou mesmo de cada zona urbana, as
inúmeras importações e a pouca exportação fez com que nós habitássemos com tudo em vários
lugares e que os que mais severamente sentiriam seriam os mais carenciados ou seja os pobres ou os
miseráveis, e assim começamos a nos perguntar o que aconteceu? como tanta lixo apareceu na
cidade? Fizemos da nossa cidade se não dizer mesmo do nosso país um aterro sanitário onde apenas
nos preocupamos em trazer para cá e não como removermos de cá, não tivemos um momento de
reflexam para avaliarmos como faríamos para evitar o pós importação, nos esquecemos que também
importavamos diversas doenças que foi levando vida de muitos, agora já procuramos culpado já temos
a capacidade de apontar o dedo já queremos passar a responsabilidade total a alguém.

Eu, a minha humilde visão não provém para acusar ou procurar culpar alguém ou
simplesmente entregar a responsabilidade a alguém, mas sim, de reconhecer que tive também muito
a ver com esse descontrolo da higienização da cidade que teve a sua proliferação como se vê. Sabemos
que temos poucas equipas que se responsabilizam e se preocupam com essa temática, mas que esta
na hora de começar está!!
Toda e em qualquer parte da cidade nos deparamos com uma imagem triste , nojenta, e muito
pouco higiénica, hoje a imagem da cidade esta repleta de acessórios como latas, garrafas, embalagem,
tecidos, e todo outros tipos de resíduos sólidos orgânicos, chegamos ao ponto de ter que conviver
com eles em todo o lado em todo momento não há outra forma, nas zonas mais sub-urbanas temos
pessoas a procurarem algo para sobreviver nele crianças a brincar com ele, e ele também brinca
connosco com suas diversas doenças, essas e outros mais faz com que tenhamos amabilidade de
começarmos uma busca de melhoramento da imagem da cidade e ainda a saúde publica, então
pensamos em começar a ver outros lugares, principalmente alguns países que estão mais estudados
no assunto, povos que conseguiram e fazem até agora dele um uso para melhorar suas vidas, hoje o
lixo em alguns países é visto como luxo, porque conseguiram realmente perceber que é possível
enriquecer o estado com ele, em meros desperdícios a intenção é não haver desperdícios tudo tem
que ser utlizado e reutilizado, tirar a logica categórica do termo lixo, que é não é visto como
desperdício , e nós que precisamos muito de melhoria podemos tentar adaptar ou se basear nos seus
aspetos para ajudar a melhorar as nossas condições precária.

Fizemos então uma busca de lugares como Suíça, Alemanha, Austrália, Africa do Sul, Rwanda,
Namíbia e outros, que num passado mais longinco tiveram que abrir também um combate serrado a
essa problemática e hoje tem vivido os grandes resultados, países que mantêm a tática padrão que é
a recolha do lixo pelos carros que percorrem pelas grandes e pequenas metrópole que faz parte de
uma estrutura geopolítica implementada anualmente pelos diferentes governos, os carros que são
despostos para fazer a varredura das ruas e a preparação de equipas que tenham um eficaz resultado
no que toca o ambientalismo, a sensibilização constante da população como um dos momentos
sinequanone para a perceção da necessidade de união para um só propósito.

E também evoluir o modo de lidar como lixo, hoje temos varias formas de usar ele grandes
pensadores tem reunido para juntar ideias a procura de um resultado menos poluente, porque
sabemos que até alguns tempos atras a queima era o método mais peculiar criando assim uma
insustentabilidade a natureza como também aos seres existentes.

A raça humana tem sido dos piores e dos melhores , criadores de problemas mas também
fundadores de eventuais resoluções, e durante muito tempo a problemática do lixo foi universal após
as diversas guerras existentes, hoje entramos em outros campos de lixeiras no mundo, apenas países
de terceiro mundo como alguns do continente Africano enfrentam os problemas mais básicos sobre
o lixo, carenciados pela falta de experiencia e desejo politico, fazendo como que as principais doenças
tropicais cresçam e se multiplicam dia pós dia.

Desta forma pensamos em variadíssimos aspetos, em que um deles seria mesmo no modo de
implementação de alguma das diferentes formas que são utilizados nos países mais desenvolvido,
ultimamente temos visto muito falar de sustentabilidade e reciclagem, metodologia muito eficaz mas
que para alguns países ainda menosprezados, a falta de conhecimento do povo deste assunto faz com
que eles próprios não usem essa mesma temática em seus dias, e que para um continente que mais
importa do que exporta um dos primeiros modos seria mesmo o método de reciclagem dos matérias
inorgânicos e orgânico.

Queremos dar um destino no lixo, mas, com o principal foco beneficiar o povo, não importa o
local, não precisa saber ou entender alguma coisa de tecnologia em qualquer lugar do país, apenas
unir-se a causa e ajudar a manter o objeto seguro e muito sustentável.
Nós em luanda produzimos cerca de 6.000 toneladas de lixo por dia, o que querer dizer que
0,65 quilos diários por pessoa, o que a torna insustentável pelo facto de a província apenas deter um
aterro, o que já é insuficiente e nem obedecer o termos de segurança de saúde publica, mostrando
assim uma má gerência, assim também como incapacidade de reaproveitamento de todo o lixo da
cidade, como sabemos quase todo lixo, para não dizer todo lixo da cidade luanda não é reaproveitado
é simplesmente enterrado ou queimado criando outro problema de saúde publica, ou seja
preocupados a resolver um problema criando um outro.

Pensamos em estruturar uma nova versão de utilizar o lixo, olhar para as mais variadas formas
de captação, recolha e de reeducação da população tudo num único pacote, criando assim um sistema
inventado por nós (RPR) “RECOLHA+PRODUÇÃO+RESULTADO” , com a ajuda de alguns sistemas de
reaproveitamento do resíduos sólidos já existentes em alguns países desenvolvidos que reduzem o
custo e que todos podem ter acesso como exemplo a “BIOGAS”, apenas criamos o que consiste no
sistema de reaproveitar todo tipo de resíduos orgânico e inorgânico com a ajuda predominante da
população, sendo constantemente motivados para o efeito, que com certeza irá melhorar a imagem
da cidade e o modo de vida dos citadinos, estamos a estudar os principais problemas da causa do
aglomerado constante dos resíduos orgânicos e inorgânicos espalhados pela cidade e arredores, em
que alguns deles já foram identificados e explanados mais acima, no entanto já nos encontramos em
posição de começarmos os testes e as experimentações. Estamos convictos que eventuais situações
podem acontecer e queremos defender uma ideia de que a margem de erro deste tipo de metodologia
sege o mínimo possível.

Levamos em conta alguns aspetos como segurança, sustentabilidade, fácil acesso, preço justo
e para todos os bolsos, e uma equipa a disposição 24/24h no CENTRO DE REAPROVEITAMENTO DE
RESIDUOS SOLIDOS, em que estará totalmente preparada para ajudar toda população nos mais
diversos aspeto, em que a principal é a reeducação social no aspeto da interpretação do resíduos
sólidos existentes, porque acreditamos que os únicos a dar um fim nisto são os que os utilização todos
os dias, ou seja os compradores dos mesmos resíduos têm que ser os responsáveis a dar um destino
certo e seguro de tudo, com a implementação do sistema e do centro de reaproveitamento dos
resíduos sólidos que será melhor abordado na dissertação de fim do curso, outras vantagens do
sistema esta também na forma incrível de geral emprego para as pessoas das zonas mais sub-urbanas
e a motivação incutidas nas pessoas pelo modo de recolha e deposito.

Melhor ainda é saber que é possível e que juntos conseguimos fazer e transformar o que para
nossa visão aparenta ser impossível, é necessário entrega e muita disciplina na hora da mudança,
porque hoje não só pelo que aprendi por estudar aqui na Lusófona mas também pelo que aprendi
durante estes 5 anos aqui em Portugal, é possível devolver a imagem bela que antes teve a cida de
Luanda basta apenas nós nos unirmos em prol de um único propósito, aprender com que sabem e
fazer como ou semelhante alguém fez, já esta tudo inventado apenas falta aperfeiçoar ou evoluir e
inserir baseando nos termos não só da lei como também da cultura, espelhar expressivamente a
identidade do nosso, exemplo lindo e de muito boa referência “RWANDA” que olhou como
responsabilidade e determinação nesta problemática que é o LIXO.

O ar que respiramos não é único e exclusivo de um país, logo se alguns países continuarem
ser produtores de lixo sem dar o destino certo todos nós iremos sair a perder, não importa o lugar que
cada um esteje, a contaminação tem afetado tudo e a todos precisamos para-la, e a hora não é agora
era para ontem.